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Aniversários

Todas as fases da vida devem ser comemoradas e o nosso papel é possibilitar, para cada momento, uma celebração inesquecível.

 

Bar/Bat Mitzvah

Eventos como Bar/Bat Mitvah merecem atenção especial, pois reforçam ainda mais os compromissos religiosos.

 

 

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Localiza-se a aproximadamente 90 km da cidade de [[C\u00f3rdova (Argentina)|C\u00f3rdoba]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geoar}}\n\n\n[[Categoria:Comunas de C\u00f3rdova (prov\u00edncia da Argentina)]]"}]},"5511858":{"pageid":5511858,"ns":0,"title":"Worcester Agricultural Fairgrounds","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Worcester Agricultural Fairgrounds''' era um local com dimens\u00e3o de 20-[[acre]]s (80,000 m\u00b2) em [[Worcester (Massachusetts)|Worcester]], [[Massachusetts]] do s\u00e9culo 19. Era limitado pela Highland Street (ao norte), Sever Street (\u00e0 leste), Cedar Street ou William Street (ao sul \u2013 fontes variam) e Agricultural (posteriormente Russell) Street (\u00e0 oeste). O terreno estava \u00e0 leste de um grande parque p\u00fablico chamado Elm Park. Hoje, a antiga propriedade cont\u00e9m ruas, muitas casas e empresas, incluindo o [[Becker College]].\n\nO Fairgrounds era um local utilizado para [[Feira|feiras de agricultores]] e uma pista de [[turfe]], normalmente chamada de Driving Park. Passeios a cavalo eram comuns, antes da inven\u00e7\u00e3o do autom\u00f3vel. O local \u00e9 conhecido como sendo o est\u00e1dio do time de [[beisebol]] da [[National League]], [[Worcester Worcesters]] de [[1880 no beisebol|1880]] at\u00e9 [[1882 no beisebol|1882]]. Como um est\u00e1dio das grandes ligas \u00e9 usualmente referido como '''Agricultural County Fair Grounds''' ou '''Worcester Driving Park Grounds'''.\n\nDurante o jogo do dia 12 de junho de 1880, o [[arremessador]] do Worcester [[Lee Richmond]] conseguiu o primeiro [[jogo perfeito]] na hist\u00f3ria das grandes ligas. Um monumento de [[granito]] em homenagem ao feito de Richmond est\u00e1 presente no campus do Becker College.\n\nO \u00faltimo jogo do clube local aconteceu em 29 de setembro de 1882, com o [[Troy Trojans]] batendo o Worcester por 10 a 7. Mas o local ainda receberia um jogo da grande liga em [[1887 no beisebol|1887]], entre o Washington contra o Boston que foi relocado pois [[John Gaffney]] do Worcester atuava como treinador do Washington naquela temporada.\n\nO Worcester Driving Park Grounds tamb\u00e9m foi palco de um jogo do [[Atlanta Braves|Boston Red Stockings]] da [[National Association of Professional Base Ball Players|National Association]] em 30 de outubro de 1874.Lowry, Philip J. (2006). ''[https://books.google.com/books?id=Afo5vtVTz4wC&printsec=frontcover&dq=green+cathedrals&hl=en&sa=X&ei=CQb4TtGQNKX00gHb-snCAg&ved=0CDEQ6AEwAA#v=onepage&q=green%20cathedrals&f=false Green Cathedrals]'', Bloomsbury Publishing USA, pp. 243\u2013244.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Beisebol|Arquitetura|Massachusetts|Desporto}}\n\n{{MLB}}\n[[Categoria:Est\u00e1dios de beisebol dos Estados Unidos]]"}]},"1782259":{"pageid":1782259,"ns":0,"title":"Hope Town","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=maio de 2019}}\n'''Hope Town''' \u00e9 um dos 32 [[Subdivis\u00f5es das Bahamas|distritos]] das [[Bahamas]]. 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Atualmente \u00e9 um [[Pedonal|cal\u00e7ad\u00e3o]] e popular rua de com\u00e9rcio. Nela est\u00e3o localizados diversos edif\u00edcios significativos, como a prefeitura, a [[Igreja do Esp\u00edrito Santo (Heidelberg)|Igreja do Esp\u00edrito Santo]] (''Heiliggeistkirche'') e a [[Providenzkirche]].\n\n==Percurso==\nA ''Hauptstra\u00dfe'' come\u00e7a na [[Bismarckplatz (Heidelberg)|Bismarckplatz]] e segue at\u00e9 o [[Karlstor (Heidelberg)|Karlstor]], com curvas muito pouco acentuadas paralelamente ao [[rio Neckar]], atravessando toda a Altstadt. Entre a ''Theaterstra\u00dfe'' e a ''Universit\u00e4tsplatz'' tem um declive suave, condicionado pelo [[leque aluvial]] do atualmente canalizado arroio ''Klingenteichbach''. Tem aproximadamente 1,8 km de comprimento.[http://map-service.heidelberg.de/mobile/index.jsp Online-Stadtplan], Stadt Heidelberg Diversas ruas transversais no sentido norte-sul (a maior parte com a denomina\u00e7\u00e3o ''Gasse'' ({{lang-pt|beco}})) cruzam em \u00e2ngulo reto a ''Hauptstra\u00dfe''. Em seu percurso est\u00e3o localizadas cinco pra\u00e7as. A [[Marktplatz (Heidelberg)|Marktplatz]] j\u00e1 existia com sua fun\u00e7\u00e3o de mercado, enquanto que a Anatomiegarten, [[Universit\u00e4tsplatz (Heidelberg)|Universit\u00e4tsplatz]], [[Kornmarkt (Heidelberg)|Kornmarkt]] e [[Karlsplatz (Heidelberg)|Karlsplatz]] foram somente mais tarde estabelecidos, sendo para isto demolidos alguns edif\u00edcios.\n\nA numera\u00e7\u00e3o das edifica\u00e7\u00f5es come\u00e7a na Bismarckplatz, sendo os n\u00fameros \u00edmpares das casas do lado esquerdo (norte) e os pares do lado direito (sul) da rua. O n\u00famero maior registrado \u00e9 251. De 1856 a 1877 a ''Hauptstra\u00dfe'' foi separada em um lado leste e outro oeste com numera\u00e7\u00e3o independente.[http://www.s197410804.online.de/Stadtgeschichte/Neuzeit/numer.htm Heidelberger Stra\u00dfen: Namen und Numerierung], Heidelberger Geschichtsverein\n\n==Hist\u00f3ria==\n[[Imagem:Hauptstrasse (Karl Lange) 1890.jpg|miniatura|esquerda|A Hauptstra\u00dfe ca. 1890 com os trilhos do bonde puxado a cavalo e as torres da Providenzkirche e da Igreja do Esp\u00edrito Santo ao fundo]]\n[[Imagem:Heidelberg1965.jpg|miniatura|esquerda|A Hauptstra\u00dfe na Marktplatz quando ainda circulavam autom\u00f3veis (1965)]]\n[[Imagem:2013.10.01.114327 View City Heidelberg.jpg|miniatura|O percurso com curvas suaves da Hauptstra\u00dfe atrav\u00e9s da Altstadt]]\n[[Imagem:Heidelberg Hauptstra\u00dfe 29.jpg|miniatura|A Hauptstra\u00dfe entre a ''Neugasse'' e a ''Akademiestra\u00dfe'']]\n[[Imagem:Heidelberg Hauptstra\u00dfe 93.jpg|miniatura|A Hauptstra\u00dfe com o Palais Morass]]\n[[Imagem:Palais-Boisseree-01.JPG|miniatura|Palais Boisser\u00e9e]]\nJ\u00e1 entes da funda\u00e7\u00e3o da cidade em ca. 1220 existia no local da atual ''Hauptstra\u00dfe'' um caminho, que no estabelecimento da cidade era usado como uma espinha dorsal. Em 1391 esta estrada foi denominada ''Obere Gasse'', em 1491 ''platea magna'' (grande estrada) e em 1508 ''Speierer Stra\u00dfe''. Desde 1689 \u00e9 denominada Hauptstra\u00dfe.Adolf von Oechelh\u00e4user: ''Die Kunstdenkm\u00e4ler des Amtsbezirks Heidelberg''. Verlag J.C.B. Mohr, T\u00fcbingen 1913 ([http://digi.ub.uni-heidelberg.de/diglit/kdm8bd2 Digitalisat])\nNas suas extremidades leste e oeste havia portais. No leste, na \u00e1rea da atual ''Plankengasse'', estava a ''Obere Tor'', que foi substitu\u00edda pelo [[Karlstor (Heidelberg)|Karlstor]] no s\u00e9culo XVIII. Na extremidade leste, na \u00e1rea da atual ''Universit\u00e4tsplatz'', estava localizado o ''Niedere Tor'', tamb\u00e9m denominado ''Speyerer Tor'', mais tarde denominado ''Mitteltor'', que foi demolido em 1827. No processo de expans\u00e3o da cidade foi constru\u00edda em 1392 uma ponte sobre o fosso existente neste local, sendo a Hauptstra\u00dfe prolongada para o oeste. Na nova fronteira oeste da cidade foi constru\u00edda a Speyerer Tor, substitu\u00edda depois pela Mannheimer Tor na \u00e1rea da atual Bismarckplatz.\n\nApos a destrui\u00e7\u00e3o de Heidelbergs na [[Guerra dos Nove Anos]] em 1693 a cidade foi reconstru\u00edda no estilo [[baroco]], com assentamento nas antigas edifica\u00e7\u00f5es. Assim a Hauptstra\u00dfe manteve tanto seu percurso como sua largura original.\n\nEm 1885 foi inaugurada a primeira linha de bondes tracionada a cavalo em Heidelberg, que se estendia desde a esta\u00e7\u00e3o de trem (na atual ''Adenauerplatz'') atrav\u00e9s da Hauptstra\u00dfe at\u00e9 a Karlstor. Para a suave eleva\u00e7\u00e3o entre a ''Theaterstra\u00dfe'' e a ''Universit\u00e4tsplatz'' (ent\u00e3o ''Ludwigsplatz'') era atrelado um segundo cavalo.[http://www.s197410804.online.de/Stadtgeschichte/Neuzeit/Theaterstrasse.htm Die Theaterstra\u00dfe], Heidelberger Geschichtsverein Em 1902 a linha tracionada a cavalo foi substitu\u00edda por uma linha eletrificada.\n\nNo mandato do prefeito [[Reinhold Zundel]] a Hauptstra\u00dfe foi remodelada e o tr\u00e2nsito de ve\u00edculos restrito. Em 1969 foi fechada para o tr\u00e2nsito regular, e em 1976 o conselho comunit\u00e1rio decidiu transformar a rua em um cal\u00e7ad\u00e3o. Ainda no mesmo ano o tr\u00e2nsito de ve\u00edculos foi interrompido, e em 1978 a remodela\u00e7\u00e3o da rua foi completada.[http://www.s197410804.online.de/Zeiten/1965.htm Zeittafel zur Heidelberger Geschichte ab 1965], Heidelberger Geschichtsverein\n\n==Utiliza\u00e7\u00e3o==\nAntigamente a Hauptstra\u00dfe foi um importante eixo de liga\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para o tr\u00e1fego motorizado e um trecho da linha de bonde. Atualmente \u00e9 um cal\u00e7ad\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o do trecho entre o ''Kornmarkt'' e a Karlstor. \u00c9 a mais significativa rua de com\u00e9rcio de Heidelberg e uma das mais frequentadas da Alemanha (2013: Posi\u00e7\u00e3o 43), na m\u00e9dia dos anos 2004\u20132013 foram registradas 5618 pessoas por hora.Micha H\u00f6rnle: [http://www.rnz.de/heidelberg/LINK00_20130730060108_105359783-Die-Hauptstrasse-bleibt-stark-verliert-aber-Be.html Die Hauptstra\u00dfe bleibt stark, verliert aber Besucher] {{Wayback|url=http://www.rnz.de/heidelberg/LINK00_20130730060108_105359783-Die-Hauptstrasse-bleibt-stark-verliert-aber-Be.html |date=20140606232731 }}, Rhein-Neckar-Zeitung de 30 de julho de 2013 Ao lado do com\u00e9rcio varejista est\u00e3o diversos restaurantes, alguns deles hist\u00f3ricos, bem como instala\u00e7\u00f5es como a prefeitura, o [[Kurpf\u00e4lzisches Museum der Stadt Heidelberg]] e partes da [[Universidade de Heidelberg]].\n\n==Edifica\u00e7\u00f5es de destaque==\n*Nr. 37: [[Odeon-Lichtspielhaus]]\n*Nr. 46: [[Bankhaus Hauptstra\u00dfe 46 (Heidelberg)|Bankhaus]]\n*Nr. 47\u201351: [[Friedrichsbau (Heidelberg)|Friedrichsbau]]\n*Nr. 52: [[Haus zum Riesen (Heidelberg)|Haus zum Riesen]]\n*Nr. 75: [[Gasthaus Perkeo]]\n* [[Providenzkirche (Heidelberg)|Providenzkirche]]\n*Nr. 97: [[Palais Morass]]\n*Nr. 110: [[Wormser Hof (Heidelberg)|Wormser Hof]]\n*Nr. 113: [[Badischer Hof (Heidelberg)|Badischer Hof]]\n*Nr. 120: [[Johann Jakob Rischer#Haus Neukirch|Haus Neukirch]]\n*Nr. 117: [[K\u00fcmmelspalterei]]\n*Nr. 126: [[Wohn- und Bankhaus Hauptstra\u00dfe 126 (Heidelberg)|Wohn- und Bankhaus]]\n* [[Heiliggeistkirche (Heidelberg)|Heiliggeistkirche]]\n*Nr. 168: [[Haus Meder]]\n*Nr. 191\u2013201: [[Rathaus (Heidelberg)|Rathaus]]\n*Nr. 178: [[Haus zum Ritter (Heidelberg)|Haus zum Ritter]]\n*Nr. 207: [[Wohnhaus Ro\u00dfhirt]]\n*Nr. 190: [[Kurpf\u00e4lzische Hofapotheke (Heidelberg)|Kurpf\u00e4lzische Hofapotheke]]\n*Nr. 209: [[Palais Boisser\u00e9e]]\n*Nr. 198: [[Wohn- und Gesch\u00e4ftshaus Hauptstra\u00dfe 198 (Heidelberg)|Wohn- und Gesch\u00e4ftshaus]]\n*Nr. 213: Gasthaus [[Zum Seppl]]\n*Nr. 234: [[Haus Buhl]]\n*Nr. 217: [[Gasthaus Zum Roten Ochsen (Heidelberg)|Gasthaus Zum Roten Ochsen]]\n*Nr. 235: [[Palais Weimar (Heidelberg)|Palais Weimar]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Commonscat}}\n\n[[Categoria:Ruas de Heidelberg]]"}]},"2261019":{"pageid":2261019,"ns":0,"title":"Lu\u00eds Ponce de Le\u00f3n","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=julho de 2020}}\n{{Info/Biografia/Wikidata}}\n\n'''Lu\u00eds Ponce de Le\u00f3n''' foi [[Vice-rei]] de [[Navarra]]. Exerceu o vice-reinado de Navarra entre [[1645]] e [[1646]]. Antes dele o cargo foi exercido por [[Conde de Oropesa]]. Seguiu-se-lhe [[Marqu\u00eas de Villena]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Reino de Navarra]]\n* [[Vice-reis de Navarra]]\n\n\n{{controlo de autoria}}\n{{DEFAULTSORT:Luis Ponce Leon}}\n[[Categoria:Vice-reis de Navarra]]"}]},"5500141":{"pageid":5500141,"ns":0,"title":"Samuel D. Warren","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Samuel Dennis Warren''' (1852 \u2013 18 de fevereiro de 1910), tamb\u00e9m '''Samuel Dennis Warren II''', foi um [[advogado]] [[Estados Unidos|norte-americano]].\n\n== Biografia ==\nSamuel Dennis Warren II nasceu em 1852. Era hom\u00f4nimo de seu pai, conhecido como S. D. Warren, fundador das\u00a0F\u00e1bricas de Papel Cumberland\u00a0, no [[Maine]]. Ele se formou na [[Universidade Harvard|universidade de Harvard]]\u00a0em 1875,{{Citar jornal|url=https://select.nytimes.com/gst/abstract.html?res=F70715FB355416738DDDA80A94DA405B808DF1D3&}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\u00a0e se formou da\u00a0[[Harvard Law School|Escola de Direito de Harvard]], em 1877, como o segundo melhor aluno de sua turma, atr\u00e1s do seu\u00a0amigo [[Louis Brandeis]], quem mais tarde se tornaria Juiz da [[Suprema Corte dos Estados Unidos]]. Warren era editor da revista\u00a0''Harvard Crimson''.{{Citar jornal|url=http://www.thecrimson.com/article/1908/5/1/former-crimson-editors-pon-this-thirty-fifth/}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]] Warren e Brandeis fundaram o destacado escrit\u00f3rio de advocacia de Boston,\u00a0Nutter McClennen & Fish\u00a0em 1879. No final de 1890, publicou seu famoso artigo de opini\u00e3o jur\u00eddica, \"[[The Right to Privacy (artigo)|O Direito \u00e0 Privacidade]]\", na ''[[Harvard Law Review]]''. O artigo \u00e9 considerado\u00a0\"um dos mais influentes discursos da hist\u00f3ria do direito norte-Americano\"{{Citar livro|url=http://faculty.uml.edu/sgallagher/harvard__law_review.htm|t\u00edtulo=\"The Right to Privacy\" by Louis D. Brandeis and Samuel Warren: A Digital Critical Edition|ultimo=Gallagher|primeiro=Susan E.|capitulo=Introduction}} e \u00e9 amplamente considerado a primeira publica\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos em defesa do direito \u00e0 [[privacidade]],See, e.g., Dorothy J. Glancy, [http://law.scu.edu/site/dorothy-glancy/File/Privacy.pdf \"The Invention of the Right to Privacy\"] {{Wayback|url=http://law.scu.edu/site/dorothy-glancy/File/Privacy.pdf |date=20100722230541 }}, ''Arizona Law Review'', v.21, n.1, pp.1-39 (1979), p.1 (\"The right to privacy is, as a legal concept, a fairly recent invention. a articula\u00e7\u00e3o de um \"direito \u00e0 ser deixado em paz\".[http://groups.csail.mit.edu/mac/classes/6.805/articles/privacy/Privacy_brand_warr2.html 4 Harvard L.R. 193 (Dec. 15, 1890)], paragraph 1. [[Louis Brandeis|Brandeis]], mais tarde, reconheceu que a ideia para o artigo teve origem com a \"profunda oposi\u00e7\u00e3o de Warren \u00e0s invas\u00f5es sociais e de [[privacidade]]\" por parte da [[imprensa]].Amy Gajda, [http://educationnewyork.com/files/SSRN-id1026680privacyorigin.pdf What If Samuel D. Warren Hadn\u2019t Married A Senator\u2019s Daughter?: Uncovering The Press Coverage That Led To \"The Right to Privacy\"], November 1, 2007, p. 7, passim. \n\nEm 1899, ele deixou o [[direito]] para supervisionar o neg\u00f3cio de papel da fam\u00edlia.\u00a0Ele administrava um fundo financeiro da fam\u00edlia, estabelecido em Maio de 1889, com a assist\u00eancia jur\u00eddica de Brandeis para beneficiar a vi\u00fava de seu pai e seus cinco filhos. Em 1906, os irm\u00e3os de Warren\u00a0acusaram Brandeis de estruturar o fundo para o beneficiar Samuel, \u00e0 custo de seus irm\u00e3os. A disputa terminou com o suic\u00eddio de Samuel em 1910.{{Citar livro|url=https://books.google.com/books?id=b7CE5PqvVw8C&pg=PT58&|t\u00edtulo=American Privacy: The 400-year History of Our Most Contested Right|ultimo=Lane|primeiro=Frederick S.|data=2009}}{{Citar jornal|url=http://www.nytimes.com/1990/06/03/books/brawling-brahmins.html}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\u00a0O caso do fundo financeiro de Warren\u00a0tornou-se um ponto de disc\u00f3rdia durante as audi\u00eancias de 1916 no Senado para a confirma\u00e7\u00e3o de Brandeis ao Supremo Tribunal, e continua a ser importante como demonstra\u00e7\u00e3o de sua \u00e9tica e responsabilidade profissional.{{Citar jornal|url=http://query.nytimes.com/mem/archive-free/pdf?res=9E05E0D71F38E633A2575AC2A9659C946796D6CF}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\n\nWarren serviu de 1902 a 1906 como presidente do conselho de curadores do [[Museu de Belas Artes de Boston]].{{Citar livro|t\u00edtulo=The Mount Vernon Street Warrens: A Boston Story, 1860-1910|ultimo=Green|primeiro=Martin|data=1989}}\n\nEm 1883, casou-se com Mabel Bayard, filha de [[Thomas F. Bayard]], Senador de [[Delaware]], de 1869 a 1885. Eles tiveram seis filhos.\n\nSuicidou-se em [[Dedham (Massachusetts)|Dedham]], [[Massachusetts]], no dia 18 de fevereiro de 1910. Sua fam\u00edlia disfar\u00e7ou seu suic\u00eddio e a data de sua morte.{{Citar livro|t\u00edtulo=The Mount Vernon Street Warrens|ultimo=Green}} O ''New York Times'' relatou que ele morreu de apoplexia, no dia 20 de fevereiro.\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{Reflist}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Gutenberg author|id=Warren,+Samuel+D.+(Samuel+Dennis)}}\n* [http://groups.csail.mit.edu/mac/classes/6.805/articles/privacy/Privacy_brand_warr2.html Louis Brandeis & Samuel Warren,\" O Direito \u00e0 Privacidade,\" 4 Harvard Law Review 193-220 (1890-91)]\n* [https://web.archive.org/web/20060706040310/http://www.nutter.com/about.php Nutter McClennen E do Peixe LLP], firma fundada por Brandeis e Warren\n\n[[Categoria:Alunos da Harvard Law School]]\n[[Categoria:Alunos da Universidade Harvard]]"}]},"47922":{"pageid":47922,"ns":0,"title":"Amazonas (mitologia)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|desambig=Amazonas||Amazonas (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{Mais notas|data=fevereiro de 2020}}\n[[Imagem:Musei capitolini (Roma) - Amazzone 2.jpg|thumb|upright|''Amazona ferida''
C\u00f3pia de [[F\u00eddias]], nos [[Museus Capitolinos]], de [[Roma]]]]\nAs '''amazonas''' ({{Lang-grc|''\u0391\u03bc\u03b1\u03b6\u03cc\u03bd\u03b5\u03c2''|Amaz\u00f3nes}}), eram as integrantes de uma antiga na\u00e7\u00e3o de [[Mulheres guerreiras na cultura|mulheres guerreiras]] da [[mitologia grega]]. [[Her\u00f3doto]] as colocou numa regi\u00e3o situada \u00e0s fronteiras da [[C\u00edtia]], na [[Sarm\u00e1cia]].\n\nEntre as rainhas c\u00e9lebres das amazonas est\u00e3o [[Pentesileia]], que teria participado da [[Guerra de Troia]], e sua irm\u00e3, [[Hip\u00f3lita]], cujo cintur\u00e3o m\u00e1gico foi o objeto de um dos [[doze trabalhos de H\u00e9rcules]]. Saqueadoras amazonas eram frequentemente ilustradas em batalhas contra guerreiros [[Gr\u00e9cia Antiga|gregos]] na [[arte grega]], nas chamadas [[amazonomaquia]]s.\n\nNa [[historiografia]] [[Historiografia grega|greco]]-[[Historiografia romana|romana]], existem diversos relatos de invas\u00f5es das amazonas na [[Anat\u00f3lia]]. As amazonas foram associadas com diversos povos hist\u00f3ricos, ao longo da [[Antiguidade tardia]]. A partir do per\u00edodo moderno, seu nome passou a ser associado com as mulheres guerreiras da atualidade. O termo ''Amazonas'' \u00e9 frequentemente utilizado para se referir a mulheres que montam a cavalo, participando em provas de equita\u00e7\u00e3o em destreza ou salto.\n\n== Etimologia ==\nO termo '''amazona''' ({{Lang-grc|''\u0391\u03bc\u03b1\u03b6\u03ce\u03bd''|Amaz\u00f3n}}) tem uma das [[etimologia]]s mais controversas da [[mitologia grega]]; existem numerosas teorias a respeito da origem da denomina\u00e7\u00e3o.[http://www.straightdope.com/mailbag/mamazon.html \"What's up with the Amazons?\"] - [[The Straight Dope]] ''(acessado em 25-07-2008)''\n\nEntre as principais hip\u00f3teses, estaria uma prov\u00e1vel deriva\u00e7\u00e3o do [[gent\u00edlico]] [[Ir\u00e3o|iraniano]] ''*ha-mazan-'', que significaria originalmente \"guerreiras\". J\u00e1 outra teoria diz que o termo significa \"sem seio\", em grego, j\u00e1 que, segundo algumas vers\u00f5es do mito, as amazonas cortavam um dos seios para melhor manejar os [[Arco (arma)|arcos]].\n\nSegundo outra fonte, a etimologia folcl\u00f3rica que relaciona os seios \u00e9 incorreta pois n\u00e3o h\u00e1 imagens ou fontes que a refiram. De origem [[c\u00edtia]], as amazonas eram iranianas conhecidas por montar a cavalos; os [[j\u00f4nicos]], sempre amea\u00e7ados pelos persas (que eram os mais importantes dentre os iranianos), foram os primeiros a entrar em contato. ''Amaz\u014dn'' \u00e9 a forma j\u00f4nica para a palavra ''ha-mazan'' de origem iraniana, cujo significado \u00e9 \"lutando junto\".[http://dictionary.reference.com/browse/amazon Dictionary.com]\n\nNo livro ''Matriarchat in S\u00fcdchina: Eine Forschungsreise zu den Mosuo (Taschenbuch)'', a autora, Heide G\u00f6ttner-Abendroth, revela a raiz comum da palavra ''Ama'' para a [[sociedade matriarcal]] ainda existente na China, no [[Suju\u00e3o|povoado de Moso]], cujo significado \u00e9 ''m\u00e3e'', na l\u00edngua local dos mosos; a palavra encontra a mesma raiz no norte da \u00c1frica, onde tamb\u00e9m o matriarcado existiu e os quais se auto denominavam amazigue. Por esta raz\u00e3o, a antiga palavra ''Ama'' tem o significado de ''M\u00e3e'' no sentido mais estrito e no sentido figurativo denomina ''cultura matriarcal''.{{citar web|url=http://www.myrine.at/Amazons/ ''The Amazons''}}{{citar web|url=http://www.sacred-texts.com/wmn/ama/ama08.htm|t\u00edtulo=''Sacred texts'', ''The Amazons''}}\n\nO prefixo relaciona-se tamb\u00e9m com a mitologia babil\u00f4nia e sua deusa suprema, [[Tiamat]]: algumas fontes identificam-na com uma serpente do mar ou drag\u00e3o. No poema [[Enuma Elish]], o \u00e9pico babil\u00f4nio da cria\u00e7\u00e3o, ela d\u00e1 vida \u00e0 primeira gera\u00e7\u00e3o. Os c\u00e9us e a terra s\u00e3o formados a partir de seu corpo dividido. [[Thorkild Jacobsen]] a [[Walter Burkert]] ambos relacionam-na com a palavra ac\u00e1dia para ''mar'', ''t\u00e2mt'u', derivado de 'ti'amtum''. ''Tiamat'' pode derivar tamb\u00e9m da palavar sum\u00e9ria ''ti'', 'vida\", e ''ama'', \"m\u00e3e\".\n\n== Mitologia grega ==\n[[Imagem:Monument to the Amazons.jpg|thumb|Monumento \u00e0s amazonas
em [[Samsun]], [[Turquia]]]]\n[[Imagem:Amazonomachia Louvre Ma2119 2.jpg|thumb|[[Amazonomaquia]] (luta entre [[Gr\u00e9cia Antiga|gregos]] e '''amazonas''') [[Relevo (escultura)|relevo]] de [[sarc\u00f3fago]], c. {{AC|180|x}}, encontrado em [[Salonica]], [[Gr\u00e9cia]], 1836]]\n\nAs amazonas teriam vivido na [[Ponto (regi\u00e3o)|regi\u00e3o do Ponto]], parte da atual [[Turquia]], pr\u00f3ximo \u00e0 costa do mar Euxino (o [[mar Negro]]). Teriam formado um reino independente, sob o governo de uma rainha, das quais a primeira teria se chamado [[Hip\u00f3lita]] (\"\u00e9gua solta, indomada\").Esta \u00e1rea foi ocupada no fim da Idade do Bronze por um grupo [[Nomadismo|n\u00f4made]] conhecido pelos [[hititas]] como [[Ka\u015dka]]; embora n\u00e3o fossem conhecidos diretamente pelos [[Gr\u00e9cia Antiga|gregos]], os [[Arqueologia|arque\u00f3logos]] modernos detectaram que eles conseguiram infligir uma derrota nos pr\u00f3prios hititas em cerca de {{AC|1200|x}}; n\u00e3o teriam deixado [[Inscri\u00e7\u00e3o|inscri\u00e7\u00f5es]]. \n\nDe acordo com o [[Dramaturgia|dramaturgo]] [[\u00c9squilo]], num passado distante as amazonas teriam vivido na [[C\u00edtia]], no lago Me\u00f3tis (atual [[mar de Azove]]), por\u00e9m teriam se mudado posteriormente para [[Temiscira]], no [[rio Termodonte]] (atual [[rio Terme|Terme]], no norte da Turquia). [[Her\u00f3doto]] as chamou de ''Androktones'' (\"matadoras de homens\"), afirmando que no [[L\u00edngua cita|idioma cita]] elas eram chamadas de ''Oiorpata'', que ele assegurava ter este significado.\n\nEm certas vers\u00f5es do mito, nenhum homem podia ter rela\u00e7\u00f5es sexuais, ou viver na comunidade amazona; por\u00e9m uma vez por ano, de modo a preservar a sua ra\u00e7a da extin\u00e7\u00e3o, as amazonas visitavam os [[garg\u00e1reos]], uma tribo vizinha. As crian\u00e7as do sexo masculino que nasciam destas rela\u00e7\u00f5es eram [[Infantic\u00eddio|mortas]], enviadas de volta para os seus pais ou expostas \u00e0 natureza; j\u00e1 as crian\u00e7as do sexo feminino eram mantidas e criadas por suas m\u00e3es, treinadas em pr\u00e1ticas agr\u00edcolas, na ca\u00e7a e nas artes da guerra.[[Estrab\u00e3o]] xi. 503.\n\n[[Imagem:Map of Colchis, Iberia, Albania, and the neighbouring countries ca 1770.jpg|thumb|Um [[Cartografia|cart\u00f3grafo]] de [[Londres]] n\u00e3o-identificado estabeleceu em 1770 as amazonas no norte da [[S\u00e1rmatas|Sarm\u00e1cia Asi\u00e1tica]], baseado em fontes de informa\u00e7\u00f5es [[Literatura|liter\u00e1rias]] [[Gr\u00e9cia|gregas]]]]\nNa ''[[Il\u00edada]]'', de [[Homero]], as amazonas foram chamadas de ''Antianeira'' (\"aquelas que lutam como homens\").\n\nAs amazonas tamb\u00e9m aparecem no mito de [[Jas\u00e3o]] e os [[Argonautas]], que teriam aportado na ilha de [[Lemnos]], em seu caminho at\u00e9 a terra da [[C\u00f3lquida]]. Descobriram que a ilha era habitada somente por mulheres, governadas pela rainha [[Hips\u00edpile]]. Deram \u00e0 ilha o nome de ''Gynaikokratumene'', palavra grega que pode ser traduzida como \"reinada por mulheres\". [[Apol\u00f4nio de Rodes]] escreveu que as mulheres receberam Jas\u00e3o e seus companheiros em [[forma\u00e7\u00e3o de batalha]] - \"Hips\u00edpile assumiu as armas de seu pai, e liderou as tropas, estonteante em seus encantos\". A jovem rainha contou ent\u00e3o ao her\u00f3i que Lemnos havia sido invadida, e todos os homens assassinados, convidando os Argonautas a tomarem os lugares dos seus falecidos esposos. Sem perceber o ardil, j\u00e1 que na realidade eles seriam assassinados como aqueles que os haviam antecedido, os Argonautas decidem ir embora e, enquanto velejam pelo Helesponto (estreito de [[Dardanelos]]), para dentro do mar Euxino, ouvem: \"fuja da costa amaz\u00f4nica, ou Temiscira logo, com rude alarme, reunir\u00e1 e armar\u00e1 suas amazonas.\"\n\nAs amazonas aparecem na [[arte grega]] do [[per\u00edodo arcaico]] da [[hist\u00f3ria da Gr\u00e9cia]], associadas a diversas lendas. Teriam invadido a [[L\u00edcia]], por\u00e9m foram derrotadas por [[Belerofonte]], que foi enviado para combat\u00ea-las por [[I\u00f3bates]], rei daquela na\u00e7\u00e3o, na esperan\u00e7a de que o her\u00f3i morresse nas m\u00e3os delas, tamanha era a confian\u00e7a na for\u00e7a das guerreiras, na \u00e9poca.''Il\u00edada'', vi. 186 A tumba de [[Mirina]] \u00e9 mencionada na ''Il\u00edada''; interpreta\u00e7\u00f5es posteriores a viram como uma amazona; de acordo com [[Diodoro S\u00edculo]],Livro ii.45-46; livro iii.52-55. a rainha Mirina teria liderado as amazonas numa vit\u00f3ria contra a [[L\u00edbia Antiga|L\u00edbia]] e as [[g\u00f3rgona]]s.\n\nTeriam tamb\u00e9m atacado os [[Fr\u00edgia|fr\u00edgios]], que foram auxiliados por [[Pr\u00edamo]], ent\u00e3o um jovem rapaz.''Il\u00edada'', iii. 189. No entanto, anos mais tarde, pr\u00f3ximo ao fim da [[Guerra de Troia]], suas antigas oponentes se juntaram a ele contra os gregos, sob a rainha [[Pentesileia]] \"[[tr\u00e1cia]] por nascimento\",[[Quinto Esmirneu]] morta por [[Aquiles]] no [[Eti\u00f3pida]], [[poema \u00e9pico]] de [[Artino de Mileto]] que continuou a ''Il\u00edada''.Quinto Esmirneu i.; [[Justino II]]. 4; [[Virg\u00edlio]], ''[[Eneida]]'' i. 490.\n\nUm dos [[Doze trabalhos de H\u00e9rcules|doze trabalhos]] impostos ao her\u00f3i [[H\u00e9racles]] ([[H\u00e9rcules]] na [[mitologia romana]]) por [[Eristeu]] foi o de obter a [[cinta]] da rainha amazona [[Hip\u00f3lita]].[[Pseudo-Apolodoro]], ii. 5 Foi acompanhado por seu amigo, [[Teseu]], que raptou a princesa [[Ant\u00edope (amazona)|Ant\u00edope]], irm\u00e3 de Hip\u00f3lita, um incidente que levou a uma invas\u00e3o retaliat\u00f3ria da [[\u00c1tica]] na qual Ant\u00edope morreu, lutando ao lado de Teseu contra suas compatriotas. Em certas vers\u00f5es, no entanto, Teseu se casa com Hip\u00f3lita, enquanto noutras casa-se com Ant\u00edope e ela sobrevive. A batalha entre os [[Atenas|atenienses]] e as amazonas \u00e9 frequentemente celebrado num tipo espec\u00edfico de arte, chamado de [[amazonomaquia]], em [[baixo-relevo|baixos-relevos]] de [[m\u00e1rmore]] como os que existiam no [[Partenon]], ou as [[escultura]]s do [[Mausol\u00e9u de Halicarnasso]].\n\n[[Imagem:Thalestris, Queen of the Amazons, visits Alexander (1696).jpg|esquerda|thumb|[[Tal\u00e9stris]], rainha das amazonas, visita [[Alexandre, o Grande]]
Ilustra\u00e7\u00e3o de 1696]]\nAs amazonas tamb\u00e9m teriam empreendido uma expedi\u00e7\u00e3o \u00e0 ilha de [[Leuke]], na foz do [[rio Dan\u00fabio]], onde as cinzas de Aquiles teriam sido depositadas por sua m\u00e3e, [[T\u00e9tis (nereida)|T\u00e9tis]]. O fantasma do her\u00f3i morto apareceu, assustando tanto os cavalos das guerreiras, que estas foram derrubadas e pisoteadas por eles, for\u00e7ando-as a fugir. [[Pompeu]] teria encontrado-as no ex\u00e9rcito de [[Mitr\u00eddates IV do Ponto]].\n\nBi\u00f3grafos de [[Alexandre, o Grande]] mencionam a rainha amazona [[Tal\u00e9stris]], que teria visitado o grande rei [[Maced\u00f4nia Antiga|maced\u00f4nio]] e tido um filho com ele. No entanto, diversas outras fontes refutam a alega\u00e7\u00e3o, incluindo [[Plutarco]] que em seus escritos menciona o momento em que o comandante naval secund\u00e1rio de Alexandre, [[Ones\u00edcrito]], teria lido a passagem sobre as amazonas de sua hist\u00f3ria de Alexandre para o rei [[Lis\u00edmaco]], da [[Tr\u00e1cia]], que tamb\u00e9m estava na expedi\u00e7\u00e3o original; o rei, ao ouvir o relato, teria sorrido e dito: \"E onde estava eu, ent\u00e3o?\"\n\nA caracteriza\u00e7\u00e3o feita pelo escritor [[Roma Antiga|romano]] [[Virg\u00edlio]] da donzela guerreira [[Volscos|Volsca]] [[Camila (mitologia)|Camila]]na ''[[Eneida]]'', foi influenciada pelo mito das amazonas.\n\n=== Culto \u00e0s amazonas ===\nDe acordo com ([[Plutarco]], no seu ''Teseu'', e [[Paus\u00e2nias (ge\u00f3grafo)|Paus\u00e2nias]]), tumbas das amazonas podiam ser encontradas frequentemente por todo o mundo grego, juntamente com est\u00e1tuas que as representavam. Tanto em [[C\u00e1lcia]] como em [[Atenas]], segundo Plutarco, existia um ''Amazoneu'', ou [[santu\u00e1rio]] dedicado especialmente \u00e0s amazonas, o que implicava a presen\u00e7a de um culto. No dia que antecedia a [[Teseia]], em Atenas, sacrif\u00edcios eram feitos anualmente \u00e0s amazonas. Em tempos hist\u00f3ricos, as donzelas gregas de [[\u00c9feso]] executavam uma dan\u00e7a circular, vestindo escudos e armas, uma tradi\u00e7\u00e3o que teria sido estabelecida por [[Hip\u00f3lita]] e suas amazonas. As amazonas tamb\u00e9m teriam erguido uma ''[[bretas]]'', ou est\u00e1tua de madeira, da deusa [[\u00c1rtemis]].Paus\u00e2nias, ''[[Descri\u00e7\u00e3o da Gr\u00e9cia]]'', Livro I: \u00c1tica.\n\n=== Amazonas na arte grega ===\n[[Imagem:Gladiatrix relief.jpg|thumb|esquerda|''Amazonia e Achillea''
[[Relevo (escultura)|Relevo]] antigo mostrando duas [[Gladiadora|gladiadoras]] ]]\nNas obras de arte, as batalhas entre as amazonas e os [[Gr\u00e9cia Antiga|gregos]] eram colocadas no mesmo n\u00edvel, e frequentemente associadas com as batalhas entre gregos e [[centauro]]s. Sua apar\u00eancia, no entanto, uma vez que passaram a ser aceitas e introduzidas na poesia e na arte nacional do povo grego, foi alterada gradual e drasticamente, passando a ter cada vez menos o aspecto de seres incomuns. Suas ocupa\u00e7\u00f5es eram a ca\u00e7a e a guerra; suas armas, o [[arco e flecha]], lan\u00e7as, machados ou [[l\u00e1bris]], um meio-escudo, quase sempre em formato de [[crescente]], chamado de ''pelta'', e, na arte mais antiga, um capacete, modelado aparentemente no que era usado pela deusa [[Atena]]. Na arte posterior sua apar\u00eancia se aproxima daquela de \u00c1rtemis, e vestem vestidos finos, e por vezes at\u00e9 mesmo com roupas de origem [[persas|persa]], como cal\u00e7as apertadas e uma [[boina]] alta chamada de ''kidaris''. Quase sempre eram retratadas sobre os cavalos, e podem ser identificadas nas pinturas em vasos pelo fato de usarem apenas um brinco. A batalha entre [[Teseu]] e as amazonas ([[Amazonomaquia]]) \u00e9 um t\u00f3pico favorito nos [[friso]]s dos templos,Friso do templo de [[Apolo]] em [[Bassas]], atualmente no [[Museu Brit\u00e2nico]], em [[Londres]]. vasos e [[Relevo (escultura)|relevos]] em [[sarc\u00f3fago]]s; em [[Atenas]], estavam representadas no escudo da est\u00e1tua gigantesca de [[Atena Part\u00eanope]], em [[mural|murais]] no ''[[Theseum]]'' e no [[P\u00f3rtico Pintado]].\n[[Imagem:Wounded amazon, Rome.jpg|thumb|upright|''Amazona ferida''
[[S\u00f3sicles]], [[Museus Capitolinos]]]]\n\n=== Amazonas na historiografia greco-romana ===\n[[Her\u00f3doto]] relatou que os [[s\u00e1rmatas]] eram descendentes das amazonas e dos [[citas]], e que as suas mulheres ainda observavam alguns costumes maternais antigos, como \"frequentemente sair para ca\u00e7ar a cavalo com seus maridos; participar da guerra; e vestir o mesmo tipo de roupa que os homens\". Ainda segundo ele, \"nenhuma garota [s\u00e1rmata] se casa at\u00e9 que tenha matado um homem em batalha\". Her\u00f3doto tamb\u00e9m conta a hist\u00f3ria do grupo de amazonas que cruzou o [[lago Me\u00f3cio]] (atual [[mar de Azov]]) rumo \u00e0 [[C\u00edtia]], pr\u00f3ximo a uma regi\u00e3o de [[penhasco]]s (no atual sudoeste da [[Crimeia]]). Ap\u00f3s aprender o [[L\u00edngua cita|idioma cita]], elas teriam concordado em se casar com os homens citas, sob a condi\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o fossem obrigadas a seguir os costumes das mulheres citas. De acordo com Her\u00f3doto, este grupo teria se deslocado rumo ao nordeste, e se assentado definitivamente al\u00e9m do rio T\u00e1nais (atual [[Rio Don|Don]]), e tornaram-se os ancestrais dos [[sauromatas]] - que, tamb\u00e9m de acordo com Her\u00f3doto, teriam lutado juntamente com os citas contra {{lknb|Dario,|o Grande}}, no {{-s\u00e9c|V}}\n\n[[Hip\u00f3crates]] descreveu-as como n\u00e3o tendo os seios direitos, alegando que desde a tenra inf\u00e2ncia os beb\u00eas eram mutilados por instrumentos de [[bronze]] em brasa, constru\u00eddos para este prop\u00f3sito; estes eram aplicados contra o seio, for\u00e7ando a [[cauteriza\u00e7\u00e3o]], de modo a interromper seu crescimento, pois acreditavam que desta maneira a for\u00e7a e a pot\u00eancia seriam desviados para o ombro e bra\u00e7o direitos e tamb\u00e9m acreditavam que sem o seio conseguiram maior agilidade ao armar o arco com a flecha.\n\nAs amazonas desempenharam um papel importante na [[historiografia romana]]. [[J\u00falio C\u00e9sar]] lembrou ao [[senado romano]] sobre a conqusita de grandes partes da [[\u00c1sia]] por [[Sem\u00edramis]] e as amazonas. Incurs\u00f5es bem-sucedidas das amazonas contra a [[L\u00edcia]] e a [[Cil\u00edcia]] eram contrastadas com a resist\u00eancia efetiva feita pela cavalaria l\u00eddia contra os invasores [[Roma Antiga|romanos]].[[Estrab\u00e3o]] 5.504; [[Nicolau Damasceno]]\n\n[[Gneu Pompeu Trogo]] presta aten\u00e7\u00e3o particularmente detalhada \u00e0s amazonas; o relato de que elas teriam sua origem numa col\u00f4nia [[capad\u00f3cia]] de dois pr\u00edncipes citas, Ilinos e Escolopetos, \u00e9 sua.\n\n[[Diodoro]] relata a hist\u00f3ria de [[H\u00e9racles]] ([[H\u00e9rcules]] na [[mitologia romana]]), que teria derrotado as amazonas em [[Temiscira]]. [[Fil\u00f3strato]] coloca o lar das amazonas nos [[montes Tauro]]. [[Amiano Marcelino]], por sua vez, coloca-as a leste de [[T\u00e1nais]], pr\u00f3ximas aos [[alanos]], enquanto [[Proc\u00f3pio de Cesareia]] as descreve como nativas do [[C\u00e1ucaso]].\n\nAs amazonas continuam a ser vistas por toda a [[Antiguidade tardia]] como hist\u00f3ricas, embora Estrab\u00e3o apresente algum ceticismo quanto \u00e0 sua historicidade. Diversos dos primeiros intelectuais [[Cristianismo|crist\u00e3os]] falam das amazonas como pessoas reais. [[Solino]] cita o relato de [[Pl\u00ednio, o Jovem]], e [[Claudiano]] comenta o caso de diversas mulheres [[Godos|g\u00f3ticas]] que teriam se identificado como amazonas. O relato de [[Justino]] foi utilizado como fonte por [[Or\u00f3sio]], e continuou a ser lido durante toda a [[Idade M\u00e9dia]] [[Europa|europeia]]. Autores medievais tamb\u00e9m adotaram a tradi\u00e7\u00e3o de localizar as amazonas no norte; [[Ad\u00e3o de Bremen]] teria as situado no [[mar B\u00e1ltico]], enquanto [[Paulo, o Di\u00e1cono]] as sitou no cora\u00e7\u00e3o da [[Germ\u00e2nia]].F. A. Ukert, ''Die Amazonen'', Abhandlungen der philosophisch-philologischen Classe der K\u00f6niglich Bayerischen Akademie der Wissenschaften (1849), 63.\n\n== Renascimento ==\nAs amazonas continuaram a ser discutidas pelos autores do [[Renascimento]] [[Europa|europeu]]; autores medievais e renascentistas creditavam \u00e0s amazonas a inven\u00e7\u00e3o dos [[Povos dos machados de batalha|machados de batalha]], o que provavelmente estaria relacionado ao ''[[sagaris]]'', uma arma similar a um machado associada com as tribos [[citas]] pelos autores [[Gr\u00e9cia Antiga|gregos]] (ver [[Kurgan de Aleksandrovo]]). [[Paulus Hector Mair]], c\u00e9lebre estudioso de armas e [[Arte marcial|artes marciais]], expressa algum assombro com o fato duma \"arma masculina\" ter sido inventada por uma \"tribo de mulheres\", por\u00e9m aceita o fato em respeito \u00e0 autoridade de sua fonte, o [[Filologia|fil\u00f3logo]] e [[Hist\u00f3ria|historiador]] [[Johannes Aventinus]].\n\nForam tamb\u00e9m referidas pelo viajante medieval sir John Mandeville, no cap\u00edtulo XVII do livro que relata as suas viagens.\n\nO [[poema \u00e9pico]] ''[[Orlando Furioso]]'', de [[Ludovico Ariosto]], menciona uma na\u00e7\u00e3o de guerreiras, comandadas pela rainha Oronteia; o \u00e9pico descreve a sua origem como a do mito grego, na qual as mulheres, ap\u00f3s serem abandonadas por um grupo de guerreiros infi\u00e9is, se juntam para formar uma na\u00e7\u00e3o na qual os homens t\u00eam seu n\u00famero drasticamente reduzido, de forma a prevenir que eles reconquistem o poder.\n\n== Contexto hist\u00f3rico ==\nSegundo o [[classicista]] [[Peter Walcot]], \"sempre que as amazonas eram situadas geograficamente pelos gregos, fosse em algum ponto do mar Negro, no distante a nordeste, ou na L\u00edbia, no mais long\u00ednquo sul, eles sempre as colocavam al\u00e9m dos confins do mundo civilizado. As amazonas existiam fora do alcance da experi\u00eancia humana normal.\"Walcot, P. \"Greek Attitudes towards Women: The Mythological Evidence\" ''Greece & Rome''2nd Series '''31'''.1 (abril 1984, pp. 37-47) p 42.\n\nAinda assim n\u00e3o faltam teorias sobre um poss\u00edvel fundo hist\u00f3rico do mito das amazonas na historiografia grega, com os candidatos mais \u00f3bvios sendo as regi\u00f5es hist\u00f3ricas da [[C\u00edtia]] e da [[Sarm\u00e1cia]], de acordo com o relato de [[Her\u00f3doto]] - embora alguns autores prefiram uma poss\u00edvel compara\u00e7\u00e3o com as diversas culturas da [[Anat\u00f3lia]], ou at\u00e9 mesmo da [[Creta]] [[Civiliza\u00e7\u00e3o Minoica|minoica]].\n\nA especula\u00e7\u00e3o de que a ideia das amazonas possa conter um fundo de realidade vem sendo baseada nos \u00faltimos anos em descobertas arqueol\u00f3gicas feitas em sepulturas, que apontam para a possibilidade de que algumas mulheres s\u00e1rmatas participavam dos combates, ao lado dos homens. Estas descobertas levaram alguns estudiosos a sugerir que a lenda das amazonas possa ter sido \"inspirada por guerreiras reais\",{{citar web|url=http://www.stoa.org/diotima/essays/wilde.shtml|t\u00edtulo=Lyn Webster Wilde, \"Did the Amazons really exist?\" - ''Diotima''}} embora esta continue sendo uma opini\u00e3o minorit\u00e1ria entre os historiadores e classicistas. \n\n=== C\u00edtia ===\n[[Imagem:Amazone Staatliche Antikensammlungen 2342.jpg|thumb|Amazona cavalgando em roupas [[citas]]
Vaso [[\u00c1tica|\u00e1tico]], ca. {{AC|420|x}}]]\nAs evid\u00eancias [[Arqueologia|arqueol\u00f3gicas]] parecem confirmar a exist\u00eancia de \"mulheres-guerreiras\" entre os [[s\u00e1rmatas]], al\u00e9m do papel ativo das mulheres tanto na vida social quanto nas opera\u00e7\u00f5es militares daquela sociedade. As sepulturas com corpos de mulheres s\u00e1rmatas armadas correspondem a cerca de 25% do total encontrado, e quase todas eram enterradas com [[Arco (arma)|arcos]].{{citar web|url=http://www.stoa.org/diotima/essays/wilde.shtml|t\u00edtulo=Diotima}}\n\nSegundo a arque\u00f3loga [[R\u00fassia|russa]] [[Vera Kovalevskaya]], enquanto os homens [[citas]] estavam longe, guerreando ou ca\u00e7ando, as mulheres assumiam um estilo de vida [[Nomadismo|n\u00f4made]], e aprendiam a defender a si mesmas, aos seus animais e pastos de maneira competente. Antes que a arqueologia moderna descobrisse diversas sepulturas citas destas guerreiras, enterradas sob [[kurgan]]s na regi\u00e3o das [[montanhas Altai]] e da [[Sarm\u00e1cia]],{{citar web|url=http://www.archaeology.org/9701/abstracts/sarmatians.html|t\u00edtulo=\"Warrior Women of Eurasia\"], ''Archaeology Magazine'', Volume 50 N\u00famero 1, Janeiro/Fevereiro 1997 ''(acessado em 7/10/08)''.}} dando uma forma minimamente concreta, finalmente, aos contos gregos de amazonas a cavalo, a origem da hist\u00f3ria das amazonas tinha sido sujeitada a muitas especula\u00e7\u00f5es, por diversos estudiosos da [[filologia cl\u00e1ssica]].\n\nSegundo Adrienne Mayor, pesquisadora da Universidade Stanford, evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas sustentando a historicidade de mulheres guerreiras vivendo nas regi\u00f5es apontadas pelos gregos como a terra das amazonas, especialmente a C\u00edtia, t\u00eam se avolumado nos \u00faltimos anos. Cerca de um ter\u00e7o das tumbas citas femininas identificadas recentemente continham tamb\u00e9m esqueletos de cavalos e armas (flechas, machados, lan\u00e7as), e os corpos das mulheres estavam em posi\u00e7\u00e3o de cavaleiro. V\u00e1rias mulheres mostravam evid\u00eancias de ferimentos consistentes com lutas guerreiras. Esse modo de enterramento era id\u00eantico ao de outras tumbas com despojos militares e corpos masculinos, mostrando as mulheres socialmente como iguais aos homens. A pesquisadora disse ainda que o maior conhecimento atual sobre a cultura cita mostrou que algumas narrativas sobre as amazonas eram fantasiosas. Elas n\u00e3o amputavam um seio para lutar melhor (de fato v\u00e1rios autores discordaram dessa afirma\u00e7\u00e3o j\u00e1 na Antiguidade e na iconografia grecorromana elas nunca foram representadas com tal mutila\u00e7\u00e3o), n\u00e3o temiam, nem odiavam nem escravizavam os homens, ao contr\u00e1rio, mantinham rela\u00e7\u00f5es est\u00e1veis com eles e constitu\u00edam fam\u00edlias, e n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de que rejeitassem ou matassem beb\u00eas masculinos. Para um povo n\u00f4made como os citas, que vivia em regi\u00f5es \u00e1speras e desoladas, dependiam da ca\u00e7a e enfrentavam frequentemente tribos hostis, era vantajoso e mesmo necess\u00e1rio educar as meninas na cavalaria, na ca\u00e7a e nas artes militares da mesma forma que os meninos, a fim de aumentar as chances de sobreviv\u00eancia de todo o grupo, sendo um modo de vida que encorajava a igualdade entre os sexos. J\u00e1 as narrativas que mostravam as mulheres como t\u00e3o boas guerreiras quanto os homens adquirem com as pesquisas recentes uma s\u00f3lida base factual.Mayor, Adrienne. [https://www.nationalgeographic.com/history/magazine/2020/05-06/fierce-amazons-more-than-myth-real/?cmpid=org=ngp::mc=social::src=facebook::cmp=editorial::add=fbp20201201history-resurffierceamazons::rid=&sf240554325=1&fbclid=IwAR2M7WcDN6EZYs_rphlOHU2rruO2p075opip8JWylJPF_6KDcP_PMPRqa20 \"The fierce Amazons were more than just a myth\u2014they were real\"]. ''National Geographic'', 10/06/2020\n\n=== Creta minoica ===\nQuando a [[arqueologia]] da [[Civiliza\u00e7\u00e3o Minoica]] ainda estava em sua inf\u00e2ncia, uma teoria foi levantada num [[artigo cient\u00edfico]] sobre as amazonas feito por [[Lewis Richard Farnell]] e [[John Myres]] para o [[livro]] ''Anthropology and the Classics'' (\"Antropologia e a Filologia Cl\u00e1ssica\"), de [[Robert Ranulph Marett]] (1908),Marett, R. R. ''Anthropology and the Classics'', pp. 138ff. que colocava a poss\u00edvel origem das amazonas nesta civiliza\u00e7\u00e3o surgida na ilha de [[Creta]], ao sul da [[Gr\u00e9cia]], apontando diversas semelhan\u00e7as entre as duas culturas. De acordo com Myres, a tradi\u00e7\u00e3o, interpretada sob a luz das evid\u00eancias fornecidas pelos supostos cultos \u00e0s amazonas, parece ter sido muito semelhante, e at\u00e9 mesmo se originado na cultura minoica.\"Ibid., p. 153 ff\n\n== Am\u00e9rica do Sul ==\n{{artigo principal|[[Icamiabas]]}}\nO explorador [[Espanha|espanhol]] [[Francisco de Orellana]], desbravando a floresta tropical [[Am\u00e9rica do Sul|sul-americana]], em 1541, afirmou haver lutado com mulheres guerreiras que, das margens do [[rio Nhamund\u00e1]], disparavam-lhes flechas e dardos de [[zarabatana]]s. O mito difundiu-se nos relatos e livros, sem escopo popular algum,[[Lu\u00eds da C\u00e2mara Cascudo|CASCUDO, C\u00e2mara]], [[Dicion\u00e1rio do Folclore Brasileiro]], 10\u00aa ed., Ediouro, Rio de Janeiro, s/d, ISBN 85-00-80007-0 mesmo assim fazendo com que aquelas regi\u00f5es viessem a receber o nome das mulheres guerreiras da mitologia grega. Outra vers\u00e3o diz que [[Francisco de Orellana|Orellana,]] ao avistar os \u00edndios ao longe, confundiu-os com mulheres, j\u00e1 que usavam cabelos compridos como as mulheres europeias em suas canoas ([https://www.dicionarioinformal.com.br/significado/montaria/631/ montarias]).\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Feminismo Amazonas]]\n* [[Girl power]] \n* [[Mulher-Maravilha]] \n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commonscat|Amazons}}\n\n{{Mitologia Grega}}\n{{Portal3|Mitologia greco-romana}}\n\n[[Categoria:Amazonas (mitologia)]]\n[[Categoria:Matriarcado]]\n[[Categoria:Mitologia greco-romana]]\n[[Categoria:Mulheres da Guerra de Troia]]"}]},"3347081":{"pageid":3347081,"ns":0,"title":"Geraldo Fleming","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Pol\u00edtico\n|nome =Geraldo Fleming\n|imagem =\n|t\u00edtulo =[[C\u00e2mara dos Deputados do Brasil|Deputado federal]] pelo [[Acre]]\n|mandato =[[1979]]-[[1991]]\n|t\u00edtulo2 =[[Assembleia Legislativa do Acre|Deputado estadual]] pelo [[Acre]]\n|mandato2 =[[1963]]-[[1979]]\n|data_nascimento ={{nascimento|25|7|1929|lang=br}}\n|local_nascimento=[[Campanha (Minas Gerais)|Campanha]], [[Minas Gerais|MG]]\n|data_morte ={{morte e idade|13|6|1991|25|7|1929|lang=br}}\n|local_morte =[[Rio Branco]], [[Acre|AC]]\n|alma_mater =[[Universidade Federal Fluminense]]\n|c\u00f4njuge =[[Iolanda Fleming]]\n|partido =[[Partido Trabalhista Brasileiro (1945)|PTB]] {{Pequeno|(1961-1965)}}
[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1966)|MDB]] {{Pequeno|(1966-1979)}}
[[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|PMDB]] {{Pequeno|(1980-1991)}}\n|profiss\u00e3o =[[Ex\u00e9rcito Brasileiro|militar]], [[Medicina veterin\u00e1ria|m\u00e9dico veterin\u00e1rio]]\n}}\n\n'''Geraldo Reis Fleming''' ([[Campanha (Minas Gerais)|Campanha]], [[25 de julho]] de [[1929]] \u2013 [[Rio Branco]], [[13 de junho]] de [[1991]]) foi um [[Ex\u00e9rcito Brasileiro|militar]], [[Medicina veterin\u00e1ria|m\u00e9dico veterin\u00e1rio]] e [[Pol\u00edtica|pol\u00edtico]] [[brasil]]eiro que fez carreira no [[Acre]].{{citar web || url=http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/geraldo-reis-fleming || titulo= Biografia de Geraldo Fleming no CPDOC/FGV || acessodata=27 de maio de 2020}}{{citar web || url=https://www.camara.leg.br/deputados/139221/biografia || titulo= C\u00e2mara dos Deputados do Brasil: deputado Geraldo Fleming|| acessodata=27 de maio de 2020}}{{citar web|t\u00edtulo=Banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral|url=http://www.tse.jus.br/eleicoes/estatisticas/repositorio-de-dados-eleitorais-1/repositorio-de-dados-eleitorais || acessodata=27 de maio de 2020}}\n\n==Dados biogr\u00e1ficos==\nFilho de Ant\u00f4nio Fleming e Concei\u00e7\u00e3o Reis Fleming. Militar, graduou-se veterin\u00e1rio pela [[Universidade Federal Fluminense]] e ainda no [[Rio de Janeiro]] fez o curso de oficial m\u00e9dico veterin\u00e1rio do [[Ex\u00e9rcito Brasileiro|Ex\u00e9rcito]] com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na [[Argentina]] e no [[Uruguai]]. Come\u00e7ou sua carreira pol\u00edtica filiado ao [[Partido Trabalhista Brasileiro|PTB]] em 1961 e em [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1962|1962]] foi eleito deputado estadual. Com a vit\u00f3ria do [[Ditadura militar brasileira|Regime Militar de 1964]] houve a cassa\u00e7\u00e3o do governador acriano [[Jos\u00e9 Augusto de Ara\u00fajo]]. Diante disso a Assembleia Legislativa elegeu o capit\u00e3o [[Edgar Pedreira de Cerqueira Filho|Edgar Cerqueira]] como seu sucessor e este escolheu Geraldo Fleming Secret\u00e1rio de Agricultura, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, cargo que exerceu cumulativamente com a Secretaria de Justi\u00e7a, Interior e Seguran\u00e7a P\u00fablica. Em 1965 reassumiu seu mandato parlamentar e optou pelo [[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|MDB]] ap\u00f3s a institui\u00e7\u00e3o do bipartidarismo pelo [[Ato Institucional n.\u00ba 2|Ato Institucional N\u00famero Dois]], sendo reeleito em [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1966|1966]], [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1970|1970]] e [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1974|1974]].\n\nEleito deputado federal em [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1978|1978]], optou pelo [[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]] em 1980 quando o governo [[Jo\u00e3o Figueiredo]] restaurou o [[Bancadas parlamentares ap\u00f3s o pluripartidarismo em 1980|pluripartidarismo]]. Reeleito em [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1982|1982]], nesse mesmo ano sua esposa, [[Iolanda Fleming]], foi eleita vice-governadora do [[Acre]] na chapa de [[Nabor Teles da Rocha J\u00fanior|Nabor J\u00fanior]]. Durante a legislatura [[Vota\u00e7\u00e3o da emenda constitucional Dante de Oliveira|votou a favor da emenda Dante de Oliveira]] em 1984'''A na\u00e7\u00e3o frustrada! Apesar da maioria de 298 votos, faltaram 22 para aprovar diretas''' (online). [[Folha de S.Paulo]], S\u00e3o Paulo (SP), 26/04/1984. Capa. P\u00e1gina visitada em 27 de maio de 2020. e em [[Tancredo Neves]] no [[Vota\u00e7\u00e3o na elei\u00e7\u00e3o presidencial brasileira de 1985|Col\u00e9gio Eleitoral]] em 1985.'''Sai de S\u00e3o Paulo o voto para a vit\u00f3ria da Alian\u00e7a''' (online). Folha de S.Paulo, S\u00e3o Paulo (SP), 16/01/1985. Primeiro caderno, p. 06. P\u00e1gina visitada em 27 de maio de 2020. Em [[14 de maio]] de [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1986|1986]] Iolanda Fleming assumiu o governo estadual e Geraldo Fleming foi reeleito em novembro e como tal participou da [[Assembleia Nacional Constituinte de 1987|Assembleia Nacional Constituinte]] que elaborou a [[Constitui\u00e7\u00e3o brasileira de 1988|Constitui\u00e7\u00e3o de 1988]].{{citar web || url=http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm || titulo= BRASIL. Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Constitui\u00e7\u00e3o de 1988|| acessodata=27 de maio de 2020}}\n\nCandidato a um novo mandato em [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Acre em 1990|1990]] ficou na supl\u00eancia e veio a falecer na [[Rio Branco|capital acriana]] no ano seguinte.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{NM|1929|1991|Fleming, Geraldo}}\n\n[[Categoria:Naturais de Campanha]]\n[[Categoria:Deputados federais do Brasil pelo Acre]]\n[[Categoria:Deputados estaduais do Acre]]\n[[Categoria:Membros do Partido Trabalhista Brasileiro]]\n[[Categoria:Membros do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1966)]]\n[[Categoria:Membros do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)]]\n[[Categoria:Alunos da Universidade Federal Fluminense]]\n[[Categoria:Secret\u00e1rios estaduais do Acre]]"}]},"5926786":{"pageid":5926786,"ns":0,"title":"Sitta leucopsis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n | nome = ''Sitta leucopsis''\n | per\u00edodo_f\u00f3ssil =\n | imagem = SittaLeucopsis.svg\n | imagem_legenda = \n | estado = LC\n | estado_ref = {{IUCN|publicado=[[BirdLife International]]|vers\u00e3o=2014.3|ano=2012|acessodata=25 de janeiro de 2015}}\n | sistema_estado = iucn3.1\n | dom\u00ednio = \n | reino = [[Animalia]]\n | sub-reino = \n | divis\u00e3o = \n | filo = [[Chordata]]\n | subfilo = \n | classe = [[Aves]]\n | subclasse = \n | infraclasse = \n | superordem = \n | ordem = [[Passeriformes]]\n | subordem = \n | infraordem = \n | superfam\u00edlia = \n | fam\u00edlia = [[Sittidae]]\n | subfam\u00edlia = \n | tribo = \n | subtribo = \n | g\u00e9nero = [[Sitta]]\n | esp\u00e9cie = '''S. leucopsis'''\n | subesp\u00e9cie = \n | binomial = Sitta leucopsis\n | binomial_autoridade = ([[John Gould|Gould]], 1850)\n | subdivis\u00e3o_nome = \n | subdivis\u00e3o = \n | mapa = Sitta leucopsis & S. przewalskii distribution.svg\n | mapa_legenda = {{legenda|red|Distribu\u00e7\u00e3o aproximada de ''Sitta leucopsis''.}}{{legenda|orange|Distribu\u00e7\u00e3o aproximada de ''Sitta przewalskii''.}}\n | sin\u00f3nimos =\n\n}}\n\n'''Sitta leucopsis''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de ave [[passeriforme]] da fam\u00edlia ''[[Sittidae]]'', que vive na [[\u00c1sia]].\n\n==Descri\u00e7\u00e3o==\nMede 13 cm de comprido, o seu focinho, queixo, garganta e partes inferiores s\u00e3o brancas, as suas partes superiores s\u00e3o cinzentas escuras na sua maior parte.\n\n==Distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e habitat==\nVive no leste do Afeganist\u00e3o, norte da [[\u00cdndia]], [[Nepal]] norte do [[Paquist\u00e3o]]. O seu [[habitat]] natural s\u00e3o as [[taiga|florestas boreais]] e as [[floresta temperada|florestas temperadas]].\n\n==Taxonomia==\nA trepadeira de ''Przewalski'' (''[[S. przewalskii]]'') foi considerado anteriormente uma [[subesp\u00e9cie]] de ''S. leucopsis'', mas Pamela C. Rasmussen considerou-os como esp\u00e9cies separadas em 2005 no seu livro ''Birds of South \u00c1sia. The Ripley Guide'', decis\u00e3o que foi adoptada tamb\u00e9m por Nigel J. Cuello e John D. Peregrino em 2007 e aprovada pelo [[Congresso Ornitol\u00f3gico Internacional]] e Alan P. Peterson; pelo que na actualidade n\u00e3o se distingue nenhuma subesp\u00e9cie dentro de ''S. leucopsis''. Rasmussen argumentou diferen\u00e7as morfol\u00f3gicas importantes e nas [[vocaliza\u00e7\u00e3o das aves|chamamentos]], mas indicou que falta estudar como cada esp\u00e9cie responde ao chamamento da outra antes de apoiar definitivamente esta divis\u00e3o. As \u00e1reas de distribui\u00e7\u00e3o de S. przewalskii e S. leucopsis est\u00e3o separadas em quase 1 500 km.\n\n{{listaref|refs=\n{{citar livro |idioma=en |nome1=Pamela C |sobrenome1=Rasmussen |outros=John C. Anderton (ilustrador) |ano=2005 |t\u00edtulo=Birds of South Asia. The Ripley Guide |editora=Lynx Edicions |local=Barcelona |isbn=84-87334-67-9}}\n{{citar peri\u00f3dico|idioma=en |sobrenome1=Collar |nome1=Nigel J |sobrenome2=Pilgrim |nome2=John D |ano=2007 |t\u00edtulo=Species-level changes proposed for Asian birds, 2005\u20132006 |revista=BirdingASIA |volume=8 |p\u00e1ginas=14-30 |url=http://people.ds.cam.ac.uk/cns26/njc/Papers/Changes_Asian_taxonomy.pdf}}\n[http://www.worldbirdnames.org/bow/nuthatch/ ''Sitta leucopsis'' Gould, 1850 da orde Passeriformes] pelo [[Congresso Ornitol\u00f3gico Internacional]] {{en}}.\nPeterson, Alan P. \u00ab[http://www.zoonomen.net/avtax/pa48.html ''Sitta leucopsis'' dos Passeriformes]\u00bb {{en}}.\n{{citar peri\u00f3dico|l\u00edngua=en |sobrenome1=Dickinson |nome1=Edward C |ano=2006 |t\u00edtulo=Systematic notes on Asian birds. 62. A preliminary review of the Sittidae |revista=Zoologische Verhandelingen, Leiden |volume=80 |p\u00e1ginas=225-240 |url=http://www.repository.naturalis.nl/document/41857}}\n{{citar peri\u00f3dico |idioma=en |nome1=Jochen |sobrenome1=Martens |nome2=Dieter Thomas |sobrenome2=Tietze |nome3=Martin |sobrenome3=P\u00e4ckert |t\u00edtulo=Phylogeny, Biodiversity, and Species Limits of Passerine Birds in the Sino-Himalayan Region\u2014A Critical Review |revista=Ornithological Monographs |volume=70 |ano=2011 |p\u00e1ginas=64-94 |url=http://www.aoucospubs.org/doi/abs/10.1525/om.2011.70.1.64}}\n}}\n\n\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{commonscat}}\n{{wikispecies}}\n* [http://avibase.bsc-eoc.org/species.jsp?lang=ES&avibaseid=49E0ABDBBB6BE896 ''Sitta leucopsis''] e [http://avibase.bsc-eoc.org/species.jsp?sec=map&lang=ES&avibaseid=49E0ABDBBB6BE896 a sua distribu\u00e7\u00e3o] em Avibase.\n* [http://www.iucnredlist.org/apps/redlist/details/22711199 Ficha] na UICN {{en}}.\n* [http://www.catalogueoflife.org/col/search/scientific/genus/Sitta/species/leucopsis/match/1/match/1 ''Sitta leucopsis'' Gould, 1850] em [[Catalogue of Life]] {{en}}.\n* [http://animaldiversity.ummz.umich.edu/site/accounts/information/Sitta_leucopsis.html Ficha] em Animal Diversity Web {{en}}.\n* [https://web.archive.org/web/20150128111825/http://www.ubio.org/browser/details.php?namebankID=2339144 ''Sitta leucopsis'' Gould, 1850] em uBio {{en}}.\n\n[[Categoria:Aves do Afeganist\u00e3o]]\n[[Categoria:Animais descritos em 1850]]\n[[Categoria:Sittidae]]"}]},"2199632":{"pageid":2199632,"ns":0,"title":"Wietmarschen","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da Alemanha|\n|nome = Wietmarschen\n|imagem = Wietmarschen, Stiftskirche 1.jpg\n|texto da imagem = \n|bras\u00e3o = Wappen Wietmarschen.png\n|lat_deg = 52 |lat_min = 31 |lat_sec = 59\n|lon_deg = 07 |lon_min = 07 |lon_sec = 59\n|mapa distrito = \n|estado = [[Baixa Sax\u00f4nia]]\n|distrito = [[Grafschaft Bentheim]]\n|altitude = 21\n|\u00e1rea = 119,84\n|popula\u00e7\u00e3o = 11.209\n|censo = 31/12/[[2007]]\n|densidade = 93,53\n|codigopostal = 49835\n|codigotelefone = 05908, 05925, 05946\n|placa = NOH\n|endere\u00e7o = Hauptstra\u00dfe 31\n|website = wietmarschen.de\n|prefeito = Alfons Eling\n|partido = [[Uni\u00e3o Democrata-Crist\u00e3|CDU]]\n|}}\n'''Wietmarschen''' \u00e9 um [[Munic\u00edpios da Alemanha|munic\u00edpio]] da [[Alemanha]] localizada no [[Anexo:Lista de distritos rurais da Alemanha|distrito]] de [[Grafschaft Bentheim]], [[estados da Alemanha|estado]] de [[Baixa Sax\u00f4nia]].{{citar web|url=http://www.lskn.niedersachsen.de/download/59963|t\u00edtulo=Bev\u00f6lkerung der Gemeinden am 31. Dezember 2010|autor=|data=|publicado=Landesbetrieb f\u00fcr Statistik und Kommunikationstechnologie Niedersachsen (LSKN)|l\u00edngua2=de|acessodata=2012-09-10|arquivourl=https://web.archive.org/web/20130909061821/http://www.lskn.niedersachsen.de/download/59963|arquivodata=2013-09-09|urlmorta=sim}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geode}}\n{{Alemanha/distrito Grafschaft Bentheim}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Baixa Sax\u00f4nia]]"}]},"2303775":{"pageid":2303775,"ns":0,"title":"U-564","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{geocoordenadas|44_17_N_10_25_W_type:landmark_region:PL-MA|44\u00b0 17' N 10\u00b0 25' O}}\n{{Info/navio\n |nome = Unterseeboot 564\n |imagem =\n |descr =\n |bandeira = War Ensign of Germany 1938-1945.svg\n |encomenda = [[24 de outubro]] de [[1939]]\n |constru\u00e7\u00e3o = [[Blohm & Voss]], [[Hamburgo]]\n |batimento = [[30 de mar\u00e7o]] de [[1940]]\n |lan\u00e7amento = [[7 de fevereiro]] de [[1941]]\n |baptismo = [[3 de abril]] de [[1941]]\n |servi\u00e7o = 1941 - 1943\n |estado = Afundado por cargas de profundidade\n |fatalidade = [[14 de junho]] de [[1943]]\n |tipo = [[Submarino]]\n |classe = [[Submarino alem\u00e3o Tipo VIIC|Tipo VIIC]]\n |deslocamento = 769 toneladas (superf\u00edcie)
871 toneladas (submerso)\n |comprimento = 67,1 m\n |boca = 6,18 m\n |calado = 4,74 m\n |altura = 9,55 m\n |propuls\u00e3o = 3 200 [[Cavalo-vapor|HP]] (superf\u00edcie)
750 HP (submerso)\n |velocidade = 17,7 [[N\u00f3 (unidade)|n\u00f3s]] (superf\u00edcie)
7,6 n\u00f3s (submerso)\n |alcance = 8 500 [[Milha n\u00e1utica|milhas]] / 10 [[N\u00f3 (unidade)|n\u00f3s]] (superf\u00edcie)
80 milhas / 4,0 n\u00f3s (submerso)\n |profundidade = m\u00e1ximo de 220 m\n |armamento = [[Tubo de torpedo|lan\u00e7a torpedos]] 4/1 (tubos de popa/tubos de conv\u00e9s), 14 [[torpedo]]s
[[Canh\u00e3o de 88 mm]], 250 tiros
Canh\u00e3o anti-a\u00e9reo de 20 mm, 4 380 tiros\n |equipamentos =\n |guarni\u00e7\u00e3o =\n}}\nO '''Unterseeboot 564''' foi um [[U-Boot|submarino alem\u00e3o]] da [[Kriegsmarine]] que atuou durante a [[Segunda Guerra Mundial]]. O Submarino foi afundado \u00e0s 17:30 do dia [[14 de junho]] de [[1943]] a nordeste do [[Cabo Ortegal]], [[Espanha]], por cargas de profundidade lan\u00e7ados de uma aeronave brit\u00e2nica, resultando na morte de 28 de seus tripulantes, conseguindo escapar com vida somente os outros 18 tripulantes.{{citar web|url=http://www.uboat.net/boats/u564.htm\n|t\u00edtulo=U-564|autor=Gu\u00f0mundur Helgason|publicado=uboat.net|acessodata=28 de janeiro de 2014|l\u00edngua2=en}}{{citar web|url=http://www.lexikon-der-wehrmacht.de/Waffen/Bilderseiten/UBoote/U564.htm\n|t\u00edtulo=U-564|autor=|publicado=Lexikon der Wehrmacht|acessodata=28 de janeiro de 2014|l\u00edngua2=de}}\n\n== Comandantes ==\n{| border=\"1\" cellpadding=\"2\"\n! style=\"background:#efefef;\" | Comandante\n! style=\"background:#efefef;\" | Data\n|-\n| KrvKpt. [[Reinhard Suhren]] || 3 de abril de 1941 - 1 de outubro de 1942\n|-\n| Oblt. [[Hans Fiedler]] || 1 de outubro de 1942 - 14 de junho de 1943\n|}\n\n== Carreira ==\n=== Subordina\u00e7\u00e3o ===\n{|\n| 3 de abril de 1941 - 14 de junho de 1943 || [[1. Unterseebootsflottille]]\n|}\n\n=== Patrulhas ===\n{|class=\"wikitable\"\n|-\n! !! Comandante !! colspan=2 |Partida !! colspan=2 |Chegada !! Dias !! Toneladas\n|-\n| 1 || Oblt. [[Reinhard Suhren]] || 17 de junho de 1941 || Kiel || 27 de julho de 1941 || Brest || 41 dias || 28,145\n|-\n| 2 || Oblt. Reinhard Suhren || 16 de agosto de 1941 || Brest || 27 de agosto de 1941 || Brest || 12 dias || 2,587\n|-\n| 3 || Oblt. Reinhard Suhren || 16 de setembro de 1941 || Brest || 1 de novembro de 1941 || Lorient || 47 dias || 7,198\n|-\n| || Kptlt. Reinhard Suhren || 11 de janeiro de 1942 || Lorient || 12 de janeiro de 1942 || La Pallice || 2 dias\n|-\n| 4 || Kptlt. Reinhard Suhren || 18 de janeiro de 1942 || La Pallice || 6 de mar\u00e7o de 1942 || Brest || 48 dias || 17,605\n|-\n| 5 || Kptlt. Reinhard Suhren || 4 de abril de 1942 || Brest || 6 de junho de 1942 || Brest || 64 dias || 37,635\n|-\n| 6 || Kptlt. Reinhard Suhren || 9 de julho de 1942 || Brest || 18 de setembro de 1942 || Brest || 72 dias || 32,181\n|-\n| 7 || Oblt. [[Hans Fiedler]] || 27 de outubro de 1942 || Brest || 30 de dezembro de 1942 || Brest || 65 dias\n|-\n| 8 || Oblt. Hans Fiedler || 11 de mar\u00e7o de 1943 || Brest || 15 de abril de 1943 || Bordeaux || 36 dias\n|-\n| 9 || Oblt. Hans Fiedler || 15 de maio de 1943 || Bordeaux || 17 de maio de 1943 || Bordeaux || 3 dias\n|-\n| 9 || Oblt. Hans Fiedler || 31 de maio de 1943 || Bordeaux || 3 de junho de 1943 || Bordeaux || 4 dias\n|-\n| 9 || Oblt. Hans Fiedler || 9 de junho de 1943 || Bordeaux || 14 de junho de 1943 || Afundado || 6 dias\n|-\n! colspan=6 |Total || 398 dias || 125 351 ton\n|}\n\n=== Navios afundados e danificados ===\n* 18 navios afundados, num total de 95 544 [[GRT]]\n* 1 navio de guerra afundado, num total de 900 [[tonelada]]s\n* 4 navios danificados, num total de 28 907 [[GRT]]\n{|class=\"wikitable\"\n|-\n! Data !! Comandante !! Nome da Embarca\u00e7\u00e3o !! Toneladas !! Nacionalidade\n|-\n| 27 Jun 1941 || Reinhard Suhren || Kongsgaard (danificado) || 9,467 || noruegu\u00eas\n|-\n| 27 Jun 1941 || Reinhard Suhren || Maasdam || 8,812 || holand\u00eas\n|-\n| 27 Jun 1941 || Reinhard Suhren || Malaya II || 8,651 || brit\u00e2nico\n|-\n| 29 Jun 1941 || Reinhard Suhren || Hekla || 1,215 || is\n|-\n| 22 Ago 1941 || Reinhard Suhren || Clonlara || 1,203 || irland\u00eas\n|-\n| 22 Ago 1941 || Reinhard Suhren || Empire Oak || 484 || brit\u00e2nico\n|-\n| 23 Ago 1941 || Reinhard Suhren || HMS Zinnia (K 98) || 900 || brit\u00e2nico\n|-\n| 24 Out 1941 || Reinhard Suhren || Alhama || 1,352 || brit\u00e2nico\n|-\n| 24 Out 1941 || Reinhard Suhren || Ariosto || 2,176 || brit\u00e2nico\n|-\n| 24 Out 1941 || Reinhard Suhren || Carsbreck || 3,670 || brit\u00e2nico\n|-\n| 11 Fev 1942 || Reinhard Suhren || Victolite || 11,410 || canadense\n|-\n| 16 Fev 1942 || Reinhard Suhren || Opalia (danificado) || 6,195 || brit\u00e2nico\n|-\n| 3 Mai 1942 || Reinhard Suhren || Ocean Venus || 7,174 || brit\u00e2nico\n|-\n| 4 Mai 1942 || Reinhard Suhren || Eclipse (danificado) || 9,767 || brit\u00e2nico\n|-\n| 5 Mai 1942 || Reinhard Suhren || Delisle (danificado) || 3,478 || norte-americano\n|-\n| 8 Mai 1942 || Reinhard Suhren || Ohioan || 6,078 || norte-americano\n|-\n| 9 Mai 1942 || Reinhard Suhren || Lubrafol || 7,138 || panamenho\n|-\n| 14 Mai 1942 || Reinhard Suhren || Potrero del Llano || 4,000 || mexicano\n|-\n| 19 Jul 1942 || Reinhard Suhren || Empire Hawksbill || 5,724 || brit\u00e2nico\n|-\n| 19 Jul 1942 || Reinhard Suhren || Lavington Court || 5,372 || brit\u00e2nico\n|-\n| 19 Ago 1942 || Reinhard Suhren || British Consul || 6,940 || brit\u00e2nico\n|-\n| 19 Ago 1942 || Reinhard Suhren || Empire Cloud || 5,969 || brit\u00e2nico\n|-\n| 30 Ago 1942 || Reinhard Suhren || Vardaas || 8,176 || noruegu\u00eas\n|-\n! colspan=3 |Total || 125 351\n|}\n\n== Opera\u00e7\u00f5es conjuntas de ataque ==\nO U-564 participou das seguinte [[Rudeltaktik|opera\u00e7\u00f5es de ataque combinado]] durante a sua carreira:\n\n* ''[[Rudeltaktik Brandenburg]]'' (16 de setembro de 1941 - 19 de setembro de 1941)\n* ''[[Rudeltaktik Breslau]]'' (2 de outubro de 1941 - 29 de outubro de 1941)\n* ''[[Rudeltaktik Natter]]'' (2 de novembro de 1942 - 8 de novembro de 1942)\n* ''[[Rudeltaktik Westwall]]'' (8 de novembro de 1942 - 16 de dezembro de 1942)\n* ''[[Rudeltaktik Seeteufel]]'' (21 de mar\u00e7o de 1943 - 30 de mar\u00e7o de 1943)\n* ''[[Rudeltaktik L\u00f6wenherz]]'' (1 de abril de 1943 - 10 de abril de 1943)\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[U-boot]]\n* [[Anexo:Lista de submarinos alem\u00e3es|Submarinos da Marinha da Alemanha.]]\n* [[Anexo:Lista de submarinos de maior sucesso da Kriegsmarine na Segunda Guerra Mundial|Submarinos de maior sucesso da Kriegsmarine na Segunda Guerra Mundial.]]\n\n{{Notas|grupo=coordenadas|Coordenadas|col=3}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n{{Commonscat|Type VII submarines}}\n\n* {{Citar livro |sobrenome=Blair |nome= Clay |t\u00edtulo= Hitler's U-boat War|subt\u00edtulo=The Hunters, 1939-1942 |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=New York |editora=Random House |editor= |ano=1996 |p\u00e1ginas=774 |isbn=0394588398 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome=Blair |nome= Clay |t\u00edtulo= Hitler's U-boat War, Vol II |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=New York |editora=Random House |editor= |ano=1998 |p\u00e1ginas=820 |isbn=0679457429 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome= J\u00fcrgen |nome= Rohwer |coautor = Gerhard H\u00fcmmelchen |t\u00edtulo= Chronology of the war at sea 1939-1945 : the naval history of world War Two |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=Annapolis, Maryland (USA) |editora=Naval Institute Press |editor= |edi\u00e7\u00e3o = 2\u00aa |ano=1992 |p\u00e1ginas=432 |isbn=155750105X |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome=Niestle |nome= Axel |t\u00edtulo= German U-Boat Losses During World War II |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=Annapolis, Maryland (USA) |editora=Naval Institute Press |editor= |ano=1998 |p\u00e1ginas=160 |isbn=1557506418 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome=Sharpe |nome= Peter |t\u00edtulo= U-Boat Fact File |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=Inglaterra |editora=Midland Publishing |editor= |ano=1998 |p\u00e1ginas=224 |isbn=1857800729 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome=Stern |nome= Robert Cecil |t\u00edtulo= Type VII U-boats |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=Annapolis, Maryland (USA) |editora=Naval Institute Press |editor= |ano=1991 |p\u00e1ginas=160 |isbn=1557508283 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome=Whitley |nome= Michael J |t\u00edtulo= Destroyers of World War Two : an internat. encyclopedia. |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=Londres |editora=Arms and Armour Press |editor= |ano=1988 |p\u00e1ginas=319 |isbn=0853689105 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome=Wynn |nome= Kenneth G |t\u00edtulo= U-Boat Operations of the Second World War - Vol 1 |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=Annapolis, Maryland (USA) |editora=Naval Institute Press |editor= |ano=1998 |p\u00e1ginas=368 |isbn=1557508607 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome=Wynn |nome= Kenneth G |t\u00edtulo= U-Boat Operations of the Second World War - Vol 2 |idioma=[[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |local=Annapolis, Maryland (USA) |editora=Naval Institute Press |editor= |ano=1998 |p\u00e1ginas=336 |isbn=1557508623 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{citar web|url=http://www.uboatarchive.net/index.html|t\u00edtulo=U-boat Archive|autor=|publicado=|acessodata=28 de janeiro de 2014|l\u00edngua2=en}}\n* {{citar web|url=http://historisches-marinearchiv.de/projekte/crewlisten/ww2/eingabe.php|t\u00edtulo=Historisches MarineArchiv|autor=|publicado=|acessodata=28 de janeiro de 2014|l\u00edngua2=de}}\n* {{citar web|url=http://www.u-boote-online.de/index.php|t\u00edtulo=u-boote-online|autor=|publicado=|acessodata=28 de janeiro de 2014|l\u00edngua2=de|arquivourl=https://web.archive.org/web/20071008221059/http://www.u-boote-online.de/index.php|arquivodata=2007-10-08|urlmorta=yes}}\n\n{{Tipo VIIC}}\n{{Portal3|Alemanha|Segunda Guerra Mundial}}\n\n{{DEFAULTSORT:U 0564}}\n[[Categoria:Submarinos alem\u00e3es Tipo VIIC]]\n[[Categoria:U-Boots comissionados em 1941]]\n[[Categoria:U-Boots afundados em 1943]]\n[[Categoria:Submarinos da Alemanha na Segunda Guerra Mundial]]\n[[Categoria:Naufr\u00e1gios no Oceano Atl\u00e2ntico na Segunda Guerra Mundial]]\n[[Categoria:Navios de 1941]]\n[[Categoria:Navios constru\u00eddos em Hamburgo]]\n[[Categoria:U-Boots afundados por avi\u00f5es brit\u00e2nicos]]\n[[Categoria:U-Boots afundados por cargas de profundidade]]"}]},"2963038":{"pageid":2963038,"ns":0,"title":"Alchemilla superata","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n |cor = lightgreen\n |nome = ''Alchemilla superata''\n |imagem =\n |imagem_legenda=\n |estado =\n |reino = [[Plantae]]\n| clado1 = [[Angiosperma|angiosp\u00e9rmicas]]\n| clado2 = [[Eudicotiled\u00f4neas|eudicotiled\u00f3neas]]\t\n| clado3 = [[ros\u00eddeas]]\n |ordem = [[Rosales]]\n |fam\u00edlia = [[Rosaceae]]\n |g\u00e9nero = ''[[Alchemilla]]''\n |esp\u00e9cie = '''''Alchemilla superata'''''\n |binomial = ''Alchemilla superata''\n |binomial_autoridade =\n |sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Alchemilla superata''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de ros\u00e1cea do g\u00eanero ''[[Alchemilla]]'', pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Rosaceae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/3028540 |t\u00edtulo = Alchemilla superata |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 25 de outubro de 2019}}\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n\n== Bibliografia ==\n* Alexander A. Notov, Tatyana V. Kusnetzova: Architectural units, axiality and their taxonomic implications in Alchemillinae. Wulfenia 11, 2004, S. 85-130. ISSN 1561-882X\n* B. Gehrke, C. Br\u00e4uchler, K. Romoleroux, M. Lundberg, G. Heubl, T. Eriksson: Molecular phylogenetics of Alchemilla, Aphanes and Lachemilla (Rosaceae) inferred from plastid and nuclear intron and spacer DNA sequences, with comments on generic classification. Molecular Phylogenetics and Evolution, Band 47, 2008, S. 1030-1044 \n* M.A. Fischer, K. Oswald, W. Adler: Exkursionsflora f\u00fcr \u00d6sterreich, Liechtenstein und S\u00fcdtirol. Dritte Auflage, Land Ober\u00f6sterreich, Biologiezentrum der O\u00d6 Landesmuseen, Linz 2008, S. 489, ISBN 978-3-85474-187-9\n* Sigurd Fr\u00f6hner: Alchemilla. In: Hans. J. Conert u.a. (Hrsg.): Gustav Hegi. Illustrierte Flora von Mitteleuropa. Band 4 Teil 2B: Spermatophyta: Angiospermae: Dicotyledones 2 (3). Rosaceae 2. Blackwell 1995, S. 13-242. ISBN 3-8263-2533-8\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Citar web |url = http://www.ppp-index.de/L1BQUF9TVEFSVFFVRVJZP1NFQVJDSFRZUD1QTEFOVCZOQlRfUEdBVD1BbGNoZW1pbGxhJk5CVF9QQVJUPSomTkJUX1BTT1I9KiZNSUQ9MzY5Ng.html?UID=4181F66BF0C72063D58D0AAD976798A511DA626034A3F5F16DAA |t\u00edtulo = PPP-Index |obra = Lista completa das esp\u00e9cies do g\u00eanero Alchemilla |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = de}}\n* {{Citar web |url = http://www.ppp-index.de/pppindex.dll?MID=2756 |t\u00edtulo = PPP-Index |obra = Alchemilla superata |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = de}}\n* {{Citar web |url = http://plants.usda.gov/java/nameSearch?keywordquery=Alchemilla&mode=Scientific%20Name&sort=1 |t\u00edtulo = USDA Plants Database |obra = Alchemilla superata |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = en}}\n* {{Citar web |url = http://www.itis.gov/servlet/SingleRpt/SingleRpt?search_topic=TSN&search_value=184563 |t\u00edtulo = ITIS |obra = Alchemilla superata |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = en}}\n* {{Citar web |url = http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/genus.pl?361 |t\u00edtulo = Germplasm Resources Information Network (GRIN) |obra = Alchemilla superata |acessodata = 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = de |arquivourl = https://web.archive.org/web/20090115060723/http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/genus.pl?361 |arquivodata = 2009-01-15 |urlmorta = yes }}\n\n\n{{Esbo\u00e7o-rosales}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n{{controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Alchemilla]]"}]},"6412311":{"pageid":6412311,"ns":0,"title":"Means TV","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"\n{{Info/S\u00edtio\n| nome = Means, LLC\n| logotipo = Means.tv_wordmark.jpg\n| tipo = [[OTT|Over the top (OTT)]]\n| url = {{URL|https://means.tv/}}\n| data_lancamento = {{Start date and age|2020|02|26}}\n| alexa = {{Increase}} 329,474 {{small|{{nowrap|({{as of|2020|05|01|alt=Julho 2020}})}}}}{{citar web|t\u00edtulo=means.tv Competitive Analysis, Marketing Mix and Traffic \u2013 Alexa |url=https://www.alexa.com/siteinfo/means.tv |website=alexa.com |acessodata=2020-05-01 }}\n| pa\u00eds = {{flag|Estados Unidos}}\n| cadastro = Necess\u00e1rio\n| propriet\u00e1rio = [[Cooperativa]]\n| acessos = 2,200 ({{As of|2020|03|05|lc=y|df=US}}){{citar web|url=https://www.thestranger.com/slog/2020/03/05/43054331/means-tv-is-netflix-for-the-99|t\u00edtulo=Means TV Is Netflix for the 99%|\u00faltimo1 =Keimig|primeiro1 =Jasmyne|data=5 de mar\u00e7o de 2020|website=The Stranger|l\u00edngua=en}}\n| sede = [[Detroit]], [[Michigan]]\n| g\u00eanero = [[Streaming]], [[V\u00eddeo a pedido]], [[Produ\u00e7\u00e3o cinematogr\u00e1fica]], [[Programa de televis\u00e3o]]\n}}'''Means TV''' \u00e9 um servi\u00e7o \u201c[[streaming]]\u201d [[Anticapitalismo|anticapitalista]] de subscri\u00e7\u00e3o de [[V\u00eddeo sob demanda|v\u00eddeo a pedido]], baseado em Detroit, Michigan.{{Citar web |ultimo=Wilson |primeiro=Christopher |url=https://www.huffpost.com/entry/means-tv-aoc-viral-video_n_5cdec841e4b09e057802d277 |titulo=The Couple Behind The Viral AOC Ad Plans A Streaming Channel For Socialists |data=17 de maio de 2019 |acessodata= |website=HuffPost |publicado= |lingua=en}} Means foi fundada em 2019 pelos cineastas Naomi Burton e Nick Hayes como sucessores da empresa de produ\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo, Means of Production.{{Citar web |ultimo=Caccavaro |primeiro=Dan |url=https://www.hourdetroit.com/community/means-tv-post-capitalist-socialism-detroit/ |titulo=The Founders of Means TV on Their Post-Capitalist Streaming Service |data=6 de mar\u00e7o de 2020 |acessodata= |website=Hour Detroit Magazine |publicado=}} O servi\u00e7o cont\u00e9m [[filmes]], [[s\u00e9ries de televis\u00e3o]], \u201c[[podcasts]]\u201d, e [[Not\u00edcia|reportagens noticiosas]].{{Citar web |ultimo=Keimig |primeiro=Jasmyne |url=https://www.thestranger.com/slog/2020/03/05/43054331/means-tv-is-netflix-for-the-99 |titulo=Means TV Is Netflix for the 99% |data=5 de mar\u00e7o de 2020 |acessodata= |website=The Stranger |publicado= |lingua=en}} A Means TV est\u00e1 organizada como uma cooperativa de trabalhadores.{{Citar web |ultimo=DeVito |primeiro=Lee |url=https://www.metrotimes.com/detroit/billed-as-the-first-post-capitalist-streaming-service-means-tv-launches-this-week-in-detroit/Content?oid=23940870 |titulo=Billed as the first 'post-capitalist streaming service,' Means TV launches this week in Detroit |data=24 de fevereiro de 2020 |acessodata= |website=Detroit Metro Times |publicado= |lingua=en}}\n\nMeans foi lan\u00e7ado em 26 de fevereiro de 2020.{{Citar web |ultimo=DeVito |primeiro=Lee |url=https://www.metrotimes.com/detroit/billed-as-the-first-post-capitalist-streaming-service-means-tv-launches-this-week-in-detroit/Content?oid=23940870 |titulo=Billed as the first 'post-capitalist streaming service,' Means TV launches this week in Detroit |data= |acessodata=22 de mar\u00e7o de 2020 |website=Detroit Metro Times |publicado= |lingua=en}}\n\n== Hist\u00f3ria ==\nAntes de fundarem a Means TV, Naomi Burton e Nick Hayes trabalharam ambos na produ\u00e7\u00e3o de meios de comunica\u00e7\u00e3o para fabricantes de autom\u00f3veis em Detroit e participaram em reuni\u00f5es dos [[Socialistas Democr\u00e1ticos da Am\u00e9rica]]. Ap\u00f3s acharem o seu trabalho moralmente censur\u00e1vel, deixaram os seus empregos e fundaram a empresa de produ\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo Means of Production.{{Citar web |ultimo=Christian |primeiro=Daniel |url=https://filmmakermagazine.com/people/means-of-production/ |titulo=Means of Production |acessodata=2020-03-22 |website=Filmmaker Magazine |lingua=en-US}}{{Citar web |ultimo=Ikonomova |primeiro=Violet |url=https://www.metrotimes.com/news-hits/archives/2018/06/12/these-detroit-filmmakers-are-helping-promote-progressive-candidates-around-the-country |titulo=Meet the Detroit filmmakers helping promote progressive candidates around the country |acessodata=2020-03-22 |website=Detroit Metro Times |lingua=en}} A Means of Production come\u00e7ou a ganhar destaque ap\u00f3s terem produzido um an\u00fancio de campanha viral para a campanha eleitoral de [[Alexandria Ocasio-Cortez]] de 2018.{{Citar web |ultimo=Beer |primeiro=Jeff |url=https://www.fastcompany.com/90468012/the-revolution-will-now-be-televised-how-leftist-streaming-service-means-tv-timed-its-launch-perfectly |titulo=The revolution will now be televised: How leftist streaming service Means TV timed its launch perfectly |data=26 de fevereiro de 2020 |acessodata= |website=Fast Company |publicado=}}\n\nEmbora o servi\u00e7o de \u201cstreaming\u201d na sua totalidade s\u00f3 fosse lan\u00e7ado em fevereiro de 2020, a Means produziu conte\u00fado para o seu canal YouTube ao longo de 2019 e in\u00edcio de 2020. Adquiriram o canal \u00e0 comediante Sara June, a publicadora original de [[Nyan Cat]], e tinham assim mais de 125,000 assinantes quando come\u00e7aram a publicar os seus pr\u00f3prios conte\u00fados em 21 de mar\u00e7o de 2019.{{Citar web |ultimo=Grim |primeiro=Ryan |url=https://theintercept.com/2019/03/21/means-tv-anti-capitalist-streaming-service/ |titulo=Means TV, With a Boost from the Nyan Cat, Launches a Post-Capitalist Streaming Service |data=2019-03-21 |acessodata=2020-03-22 |website=The Intercept |lingua=en-US}}\n\nHayes citou o \u201cpodcast\u201d anarquista ''[[Street Fight (podcast)|Street Fight]]'' como inspira\u00e7\u00e3o para a sua decis\u00e3o de criar a Means TV. Ele trabalhou com o ''Street Fight'' para gravar atua\u00e7\u00f5es ao vivo em 2017 e 2019.{{Citation|t\u00edtulo=Street Fight Radio|data=2020-03-21|url=https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Street_Fight_Radio&oldid=946584323|peri\u00f3dico=Wikipedia|l\u00edngua=en|acessodata=2020-03-22}}\n\nA 8 de agosto de 2020, a casa e o escrit\u00f3rio da Means TV em Detroit foram atacados num tiroteio.{{Citar web |ultimo=Lee DeVito |primeiro= |url=https://www.metrotimes.com/news-hits/archives/2020/08/10/socialist-streaming-service-means-tvs-detroit-home-and-office-attacked-in-drive-by-shooting |titulo=Socialist streaming service Means TV's Detroit home and office attacked in drive-by shooting |data=10 de agosto de 2020 |acessodata= |website=Metro Times |publicado=}} Ningu\u00e9m ficou ferido. De acordo com Hayes, \"n\u00e3o est\u00e3o 100% seguros de que n\u00e3o houve motiva\u00e7\u00e3o pol\u00edtica\".{{Citar web |ultimo=Lee DeVito |primeiro= |url=https://www.metrotimes.com/news-hits/archives/2020/08/10/socialist-streaming-service-means-tvs-detroit-home-and-office-attacked-in-drive-by-shooting |titulo=Socialist streaming service Means TV's Detroit home and office attacked in drive-by shooting |data=10 de agosto de 2020 |acessodata= |website=Metro Times |publicado=}} {{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n* [https://means.tv/ Means TV]\n[[Categoria:!Todos os artigos contendo afirma\u00e7\u00f5es potencialmente datadas]]\n[[Categoria:Servi\u00e7os de v\u00eddeo sob demanda]]\n[[Categoria:Servi\u00e7os de streaming na internet]]"}]},"2159369":{"pageid":2159369,"ns":0,"title":"Est\u00e1dio Gamla Ullevi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{coor title dm|57|42|N|11|58|E|}}\n{{Info/Est\u00e1dio\t\n | nome_completo =\tGamla Ullevi\n | imagem =\t[[Imagem:Gamla Ullevi inside.JPG|thumb|center|300px|O Est\u00e1dio Gamla Ullevi em Gotemburgo]]\n | nome_img = \t\n | nome_est\u00e1dio =\tGamla Ullevi\n | local =\t[[Gotemburgo]], [[Su\u00e9cia]]\n | ano_constru\u00e7\u00e3o = \t[[2009]]\n | datainaugura\u00e7\u00e3o =\t{{dtlink|5|4|2009|idade}}\n | jogoinaugura\u00e7\u00e3o =\t\n | 1ogolo = \t\n | capacidade =\t19 000\n | publicorecorde = \t\n | datarecorde = \t\n | competi\u00e7\u00e3o = \t[[Campeonato Sueco de Futebol]]\n | dimens\u00e3ogramado = \t\n | mandante =\t[[GAIS]]
[[IFK G\u00f6teborg]]
[[\u00d6rgryte IS]]
[[Sele\u00e7\u00e3o Sueca de Futebol Feminino]]\n | propriet\u00e1rio =\t[[Higab]]\n | custo = \t350 milh\u00f5es [[coroa|SEK]]\n | arquitecto =\tLars Iwdal\n}}\t\nO '''Gamla Ullevi''' \u00e9 um [[est\u00e1dio de futebol]] em [[Gotemburgo]], na [[Su\u00e9cia]]. Foi inaugurado em 2009, em substitui\u00e7\u00e3o do [[Gamla Ullevi (1916)]]. \u00c9 o campo para os jogos de casa de quatro clubes da cidade: [[IFK G\u00f6teborg]], [[GAIS]], [[BK H\u00e4cken]] e [[\u00d6rgryte IS]], bem como o est\u00e1dio principal da [[Sele\u00e7\u00e3o Sueca de Futebol Feminino]].{{citar jornal| issn = 1402-8050 |\u00faltimo = Balkander|primeiro = Mattias|t\u00edtulo= \u00d6rgryte tillbaka p\u00e5 Gamla Ullevi|obra=GT |acessodata= 11 de dezembro de 2014|data= 11 de dezembro de 2014|url =http://www.gt.se/}} Tem capacidade para cerca de 19 000 espectadores.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Gamla Ullevi (1916)]]\n*[[Est\u00e1dio Ullevi]] (o novo est\u00e1dio)\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[https://web.archive.org/web/20070429044125/http://www.higab.se/fotbollsarenan/ Footballs Arenan] (em [[l\u00edngua sueca|sueco]])\n\n{{esbo\u00e7o-est\u00e1diofut}}\n\n[[Categoria:Est\u00e1dios de futebol da Su\u00e9cia]]\n[[Categoria:Est\u00e1dios de futebol inaugurados em 2009|Gamla Ullevi]]\n[[Categoria:Desporto em Gotemburgo]]"}]},"961304":{"pageid":961304,"ns":0,"title":"David S. Goyer","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Ator\n|nome=David S. Goyer\n|ocupa\u00e7\u00e3o=[[Roteirista]]
[[Diretor de cinema|Diretor]]
[[Escritor]]\n|imagem=David Goyer.jpg\n|tamanho_imagem=225px\n|nome_denascimento=David Samuel Goyer\n|data_nascimento={{dni|22|12|1965}}\n|localidaden=[[Ann Arbor]], [[Michigan]], {{USA}}\n|IMDB_id=0333060\n}}\n'''David Samuel Goyer''' ([[Ann Arbor]], [[22 de dezembro]] de [[1965]]) \u00e9 um [[escritor]], [[roteirista]], [[cineasta]] e [[produtor cinematogr\u00e1fico|produtor]] [[estadunidense]], conhecido por roteirizar a trilogia ''[[Blade (s\u00e9rie de filmes)|Blade]]'' e ''[[Blade: The Series]]'' (inclusive, dirigiu o [[Blade: Trinity|\u00faltimo]]) e tamb\u00e9m os filmes ''[[Batman Begins]]'', ''[[The Dark Knight]]'', ''[[Man of Steel (filme)|Man of Steel]]'' e ''[[Batman v Superman: Dawn of Justice]]''. Tamb\u00e9m \u00e9 conhecido por ter dirigido e produzido a s\u00e9rie ''[[FlashForward]]'' que foi exibida originalmente nos Estados Unidos pela rede de televis\u00e3o [[ABC]]. Como escritor, lan\u00e7ou algumas obras de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica junto de Michael Cassutt. \n\n== Filmografia ==\n=== Cinema ===\n* [[1990]] - ''[[Death Warrant]]''\n* [[1991]] - ''[[Kickboxer 2: The Road Back]]''\t\n* [[1992]] - ''[[Demonic Toys]]''\t\n* [[1994]] - ''[[The Puppet Masters]]''\t\n* [[1996]] - ''[[O Corvo - A Cidade dos Anjos|The Crow: City of Angels]]''\n* [[1998]] - ''[[Dark City (1998)|Dark City]]''\n* [[1998]] - ''[[Blade (1998)|Blade]]''\t\n* [[2000]] - ''[[Mission to Mars]]''\t\n* [[2002]] - ''[[Zig Zag (filme de 2002)|Zig Zag]]''\t\n* [[2002]] - ''[[Blade II]]''\t\n* [[2004]] - ''[[Blade: Trinity]]''\t\n* [[2005]] - ''[[Batman Begins]]''\t\n* [[2007]] - ''[[The Invisible]]''\t\n* [[2007]] - ''[[Ghost Rider (filme)|Ghost Rider]]''\n* [[2008]] - ''[[Jumper (filme)|Jumper]]''\n* [[2008]] - ''[[The Dark Knight]]''\t\n* [[2009]] - ''[[The Unborn]]''\t\n* [[2012]] - ''[[Ghost Rider: Spirit of Vengeance]]''\t\n* [[2012]] - ''[[The Dark Knight Rises]]''\t\n* [[2013]] - ''[[Man of Steel (filme)|Man of Steel]]''\n* [[2016]] - ''[[The Forest]]''\n* [[2016]] - ''[[Batman v Superman: Dawn of Justice]]''\t\n* [[2019]] - ''[[Terminator: Dark Fate]]''\n* [[2021]] - ''[[Masters of the Universe]]''\n\n=== Televis\u00e3o ===\n* [[1997]] - ''[[Sleepwalkers]]''\n* [[1998]] - ''[[Nick Fury: Agent of S.H.I.E.L.D.]]''\n* [[2000]] - ''[[FreakyLinks]]''\n* [[2005]] - ''[[Threshold (s\u00e9rie)|Threshold]]''\n* [[2006]] - ''[[Blade: The Series]]''\n* [[2009]] - ''[[FlashForward]]''\n* [[2012]] - ''[[Da Vinci's Demons]]''\n* [[2014]] - ''[[Constantine (s\u00e9rie de televis\u00e3o)|Constantine]]''\n* [[2018]] - ''[[Krypton (s\u00e9rie de televis\u00e3o)|Krypton]]''\n'''Literatura'''\n* [http://www.editoraaleph.com.br/sombra-do-paraiso/p 2011 - Heaven's Shadow (br. Sombra do Para\u00edso - Editora Aleph (2015)]]\n* 2012 - Heaven's War\n* 2013 - Heaven's Fall\n{{Portal3|Estados Unidos}}\n\n{{Esbo\u00e7o-biografia}}\n\n{{DEFAULTSORT:David S. Goyer}}\n[[Categoria:Cineastas dos Estados Unidos|Goyer, David S.]]\n[[Categoria:Roteiristas dos Estados Unidos|Goyer, David S.]]\n[[Categoria:Roteiristas de hist\u00f3rias em quadrinhos dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Naturais de Ann Arbor]]"}]},"33540":{"pageid":33540,"ns":0,"title":"Imba\u00fa","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Munic\u00edpio do Brasil\n\n\n|nome = Imba\u00fa\n|foto = Rua de Imbau Parana. - panoramio.jpg\n|leg_foto = Avenida Ivo Jangada no centro urbano de Imba\u00fa.\n|apelido = Cirol\n\n|bras\u00e3o = Coat of arms of Imba\u00fa PR.jpg\n|bandeira = Flag_of_Imba\u00fa_PR.jpg\n|link_bras\u00e3o = \n|link_bandeira = \n|link_hino = \n|funda\u00e7\u00e3o ={{dtlink|16|8|1966|idade}}\n|emancipa\u00e7\u00e3o ={{nowrap|{{dtlink|8|12|1995|idade}}}}\n|anivers\u00e1rio =8 de dezembro\n|gent\u00edlico =imbauense\n|lema = \n|prefeito = Dayane Sovinski{{citar web|url=https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2020/11/16/dayane-sovinski-do-republicanos-e-eleita-prefeita-de-imbau.ghtml|t\u00edtulo=Dayane Sovinski, do Republicanos, \u00e9 eleita prefeita de Imba\u00fa|publicado=G1 Paran\u00e1|data=16/11/2020|acessodata=20/01/2021}}\n|partido = [[Republicanos (partido pol\u00edtico)|Republicanos]]\n|fim_mandato = 2024 \n\n|mapa = Parana Municip Imbau.svg\n|latP = S | latG = 24 | latM = 26 | latS = 42\n|lonP = O | lonG = 50 | lonM = 45 | lonS = 39\n|estado = Paran\u00e1\n|mesorregi\u00e3o = [[Mesorregi\u00e3o do Centro Oriental Paranaense|Centro Oriental Paranaense]]\n|data_mesorregi\u00e3o = [[IBGE]]/[[2008]]{{citar web |url=ftp://geoftp.ibge.gov.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2008/DTB_2008.zip |titulo=Divis\u00e3o Territorial do Brasil |data=1 de julho de 2008 |obra=Divis\u00e3o Territorial do Brasil e Limites Territoriais| publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) |acessodata=11 de outubro de 2008}}\n|microrregi\u00e3o = [[Microrregi\u00e3o de Tel\u00eamaco Borba|Tel\u00eamaco Borba]]\n|data_microrregi\u00e3o = [[IBGE]]/[[2008]]\n|regi\u00e3o_metropolitana = \n|vizinhos = [[Ortigueira (Paran\u00e1)|Ortigueira]], [[Tel\u00eamaco Borba]], [[Tibagi]] e [[Reserva (Paran\u00e1)|Reserva]]\n|dist_capital = 217\n\n|\u00e1rea = 331.199\n| \u00e1rea_ref = {{citar web |url=http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/default_territ_area.shtm |t\u00edtulo=\u00c1rea territorial oficial |autor=IBGE |acessodata=5 de dezembro de 2010|data=10 de outubro de 2002|publicado=Resolu\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia do IBGE de n\u00b0 5 (R.PR-5/02)}}\n| popula\u00e7\u00e3o = 13282\n| data_pop = estimativa populacional \u2014 IBGE/2020{{Citar web|url=https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9103-estimativas-de-populacao.html?=&t=resultados|t\u00edtulo=Estimativas da Popula\u00e7\u00e3o|publicado=ibge.gov.br|acessodata=7 de setembro de 2020}}\n|altitude = 940\n|clima = [[Clima subtropical|subtropical]]\n|sigla_clima = Cfb\n\n|idh = 0.622 \n|data_idh = [[Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento|PNUD]]/2010{{citar web |url=http://www.pnud.org.br/arquivos/ranking-idhm-2010.pdf |arquivourl=https://www.webcitation.org/6IYLoOoJw?url=http://www.pnud.org.br/arquivos/ranking-idhm-2010.pdf |arquivodata=2013-08-01 |t\u00edtulo=Ranking decrescente do IDH-M dos munic\u00edpios do Brasil |autor=Atlas do Desenvolvimento Humano |data=29 de julho de 2013 |publicado=[[Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento]] (PNUD) |acessodata=25 de maio de 2015 |urlmorta=no }}\n|pib = {{formatnum:213393}} mil\n|data_pib = IBGE/2017[https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pr/imbau/pesquisa/38/46996?tipo=grafico Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios 2017] Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica - acessado em 18 de janeiro de 2020\n|pib_per_capita = 16806.62\n|data_pib_per_capita = [[IBGE]]/[[2017]]\n|site_prefeitura = [http://www.imbau.pr.gov.br/ imbau.pr.gov.br]\n}}\n'''Imba\u00fa''' \u00e9 um [[Munic\u00edpio (Brasil)|munic\u00edpio brasileiro]] situado no interior do [[Unidades Federativas do Brasil|estado]] do [[Paran\u00e1]].{{citar web|url=http://www.ipardes.gov.br/cadernos/MontaCadPdf1.php?Municipio=84250|t\u00edtulo=Caderno estat\u00edstico - munic\u00edpio de Imba\u00fa|autor=Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Sustent\u00e1vel (IPARDES)|data=janeiro de 2021|acessodata=20 de janeiro de 2021}} Pertence \u00e0 [[Mesorregi\u00e3o do Centro Oriental Paranaense]], ocupando uma \u00e1rea de 331,2 km\u00b2, o que representando 0,1662% do territ\u00f3rio paranaense, 0,0588% da [[Regi\u00e3o Sul do Brasil|Regi\u00e3o Sul]] e 0,0039% do Brasil,{{citar web|url=http://www.cnm.org.br/dado_geral/mumain.asp?iIDMUN=100141147\n|t\u00edtulo=Dados Gerais|publicado=Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM)|acessodata=31 de dezembro de 2011}} sendo que 0,9 km\u00b2 est\u00e3o em [[per\u00edmetro urbano]] e os 330,3 km\u00b2 restantes constituem a zona rural.{{citar web|url= http://www.urbanizacao.cnpm.embrapa.br/conteudo/uf/pr.html|titulo=Paran\u00e1|autor=Embrapa Monitoramento por Sat\u00e9lite|acessodata=26 de agosto de 2012}}\n\nO \u00cdndice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) correspondia em 2010 a 0,622 e sua popula\u00e7\u00e3o, conforme estimativas do IBGE de 2020, era de {{fmtn|13282}} habitantes.\n\n==Etimologia ==\nO nome Imba\u00fa tem raiz na [[l\u00edngua tupi]], e significa \"''beber [\u00e1gua] da bica''\".{{citar web|url=https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/172602/001056247.pdf?sequence=1|t\u00edtulo=\u00c0 sombra dos eucaliptos: impactos socioambientais e din\u00e2micas sociais no munic\u00edpio de Imba\u00fa, Paran\u00e1. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Desenvolvimento Rural)|autor=Mailane Junkes Raizer da Cruz|publicado=Universidade Federal do Rio Grande do Sul|data=2016|acessodata=11 de setembro de 2019}} Na regi\u00e3o do munic\u00edpio existem dois cursos d'\u00e1gua que fazem refer\u00eancia a este voc\u00e1bulo: o [[Rio Imba\u00fa]] e o [[Rio Imbauzinho]]. Segundo os moradores mais antigos, a denomina\u00e7\u00e3o \u00e9 devida a uma bica d'\u00e1gua localizada pr\u00f3xima a estrada onde hoje fica a BR-376, e que era procurada pelos viajantes para matar a sede.\n\n== Hist\u00f3ria ==\n=== Antecedentes e origens ===\nImba\u00fa localiza-se na regi\u00e3o dos [[Campos Gerais do Paran\u00e1]]. Esta regi\u00e3o foi um importante corredor do tropeirismo, movimento que perdurou do in\u00edcio do [[s\u00e9culo XVIII]] at\u00e9 por volta da d\u00e9cada de 1930, quando o ciclo econ\u00f4mico terminou.{{citar web|url=http://www.rotadostropeiros.com.br/pagina.php?id=5|t\u00edtulo=A Rota|publicado=Rota dos Tropeiros|acessodata=26 de agosto de 2012}} Os campos e campinas do Imba\u00fa foram transformados em pastagens, formando fazendas compreendidas na \u00e9poca no munic\u00edpio de Tibagi. A paisagem era essencialmente rural e a pecu\u00e1ria movia a economia local.\n[[Imagem:Pioneiros de Imba\u00fa, Paran\u00e1.jpg|200px|thumb|esquerda|Pioneiros com um trator em Imba\u00fa.]]\nCom o povoamento da \u00e1rea em torno da futura cidade, a localidade passou a ser denominada \"''Cirol''\", que era a sigla de uma empresa de [[asfalto|pavimenta\u00e7\u00e3o asf\u00e1ltica]] que se instalou na regi\u00e3o em meados da d\u00e9cada de 1960. A companhia ''Construtora Hidrel\u00e9trica e Rodovi\u00e1ria Ltda. - CIROL'' aproveitou uma importante jazida de diab\u00e1sio, instalando uma pedreira e um acampamento para os oper\u00e1rios, junto \u00e0 estrada que ligava Cidade Nova (Tel\u00eamaco Borba) a Reserva. Em 1963 iniciou-se a pavimenta\u00e7\u00e3o da BR-376 (conhecida como [[Rodovia do Caf\u00e9]]) e com ela, a povoa\u00e7\u00e3o da localidade pelas fam\u00edlias dos empregados na constru\u00e7\u00e3o da [[rodovia]] federal. Nessa \u00e9poca n\u00e3o havia quase nada no local onde hoje se encontra a sede, apenas campos destinados \u00e0 pecu\u00e1ria e \u00e0 agricultura em pequena escala.{{citar web|url=http://www.imbau.pr.gov.br/index.php?sessao=afa4c02b6ancaf&id=1129|t\u00edtulo=Origem da cidade|autor=Prefeitura Municipal de Imba\u00fa|acessodata=31 de dezembro de 2011}}\n\nA rodovia foi inaugurada em 25 de julho de 1965, juntamente com o \"''Posto, Churrascaria e Lanchonete Imba\u00fa''\", e em comemora\u00e7\u00e3o houve uma [[corrida automobil\u00edstica]] de [[Curitiba]] a [[Apucarana]].{{citar web|url=http://www.imbau.pr.gov.br/index.php?sessao=d6c2636ff3kcd6&id=1133|t\u00edtulo=Imba\u00fa - Antiga Cirol|autor=Prefeitura Municipal de Imba\u00fa|acessodata=26 de agosto de 2012}} O complexo empresarial recebeu o nome de um rio que corre nas redondezas.\n\nOs primeiros moradores da ent\u00e3o localidade foram ocupando terrenos nas proximidades da BR-376 e da PR-160, formando pequenas vilas, como ''Bela Vista'' e ''Oliveira''. A principal avenida da cidade \u00e9 a Ivo Jangada, nome dado em homenagem a um dos pioneiros do bairro.\n\n=== Evolu\u00e7\u00e3o e emancipa\u00e7\u00e3o ===\nPela lei municipal n\u00ba 58, de 16 de agosto de 1966, foi criado o distrito de Imba\u00fa, cuja localidade antes era denominada Cirol, no munic\u00edpio de [[Tel\u00eamaco Borba]].{{citar web|url=http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/parana/telemacoborba.pdf|t\u00edtulo=Tel\u00eamaco Borba, Paran\u00e1 - Hist\u00f3rico - Forma\u00e7\u00e3o administrativa|data=|publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)|acessodata=4 de janeiro de 2018}}{{Citar peri\u00f3dico |ultimo=Andr\u00e9 Miguel Coraiola|titulo=Capital do Papel - A Hist\u00f3ria do Munic\u00edpio de Tel\u00eamaco Borba|jornal=Livro|volume=1|ano=2003|paginas=269|editora=}}\n\nNa d\u00e9cada de 1990 intensificou o desejo da maioria da popula\u00e7\u00e3o local para formar um munic\u00edpio independente. \nO munic\u00edpio de Imba\u00fa foi criado atrav\u00e9s da Lei Estadual n\u00ba 11.220, de 8 de dezembro de 1995, sancionada pelo ent\u00e3o [[governador do Paran\u00e1]], [[Jaime Lerner]], com sede do antigo distrito de Imba\u00fa, e territ\u00f3rio desmembrado do munic\u00edpio de Tel\u00eamaco Borba e um pequeno territ\u00f3rio (81,2 km\u00b2) do munic\u00edpio de Reserva. A instala\u00e7\u00e3o deu-se em 1 de janeiro de 1997, tendo com primeiro prefeito [[Sidnei da Silva Mendes]].{{citar web|url=http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=411007|t\u00edtulo=Imba\u00fa-PR: hist\u00f3rico|publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica|acessodata=31 de dezembro de 2011}}\n\n== Geografia ==\nA sede municipal est\u00e1 em m\u00e9dia a 940 metros acima do n\u00edvel do mar e localizada a 217 km da capital paranaense, Curitiba. O munic\u00edpio localizado na regi\u00e3o dos Campos Gerais, no [[segundo planalto paranaense]], ocupa uma \u00e1rea de 331,2 km\u00b2, representando 0,1662 % do territ\u00f3rio paranaense, 0,0588 % da Regi\u00e3o Sul e 0,0039 % do Brasil.{{citar web|url=http://www.cnm.org.br/dado_geral/mumain.asp?iIDMUN=100141147|t\u00edtulo=Dados Gerais|publicado=Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM)|acessodata=31 de dezembro de 2011}}\n\nNos vales dos rios Imba\u00fa e Imbauzinho est\u00e3o os pontos mais baixos do munic\u00edpio, na por\u00e7\u00e3o de sudoeste para nordeste. O ponto mais baixo fica na divisa com Tel\u00eamaco Borba, com 659 metros de altitude em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do mar. J\u00e1 os pontos mais elevados correspondem aos topos dos diques de diab\u00e1sio, na [[serra do Fac\u00e3o]], de sudeste para noroeste, com aproximadamente {{fmtn|1000}} metros de altitude. O ponto culminante do munic\u00edpio fica na divisa com Reserva, na localidade de Bela Vista da Corrente, com cerca de {{fmtn|1015}} metros de altitude em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do mar.\n\nDe acordo com a [[Regi\u00f5es geogr\u00e1ficas intermedi\u00e1rias e imediatas|divis\u00e3o regional vigente]] desde 2017, institu\u00edda pelo [[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica]] (IBGE),{{citar web|URL=https://www.ibge.gov.br/geociencias-novoportal/cartas-e-mapas/redes-geograficas/2231-np-divisoes-regionais-do-brasil/15778-divisoes-regionais-do-brasil.html|t\u00edtulo=Divis\u00e3o Regional do Brasil|autor=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)|data=2017|acessodata=10 de setembro de 2019|wayb=20190210133149}} o munic\u00edpio pertence \u00e0 [[Regi\u00e3o Geogr\u00e1fica Intermedi\u00e1ria de Ponta Grossa|Regi\u00e3o Intermedi\u00e1ria de Ponta Grossa]] e \u00e0 [[Regi\u00e3o Geogr\u00e1fica Imediata de Tel\u00eamaco Borba|Imediata de Tel\u00eamaco Borba]]. At\u00e9 ent\u00e3o, com a vig\u00eancia das divis\u00f5es em [[Mesorregi\u00f5es e microrregi\u00f5es do Brasil|micro e mesorregi\u00f5es]], fazia parte da microrregi\u00e3o de Tel\u00eamaco Borba, que, por sua vez, estava inclu\u00edda na [[Lista de mesorregi\u00f5es e microrregi\u00f5es do Paran\u00e1|mesorregi\u00e3o Centro Oriental Paranaense]].{{citar web|URL=ftp://geoftp.ibge.gov.br/organizacao_do_territorio/estrutura_territorial/divisao_territorial/2016/DTB_2016_v2.zip|t\u00edtulo=Divis\u00e3o Territorial Brasileira 2016|autor=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)|data=2016|acessodata=10 de setembro de 2019}}\n{{imagem m\u00faltipla\n | align = left\n | direction = vertical\n | image1 = Cachoeira Salto, Faxinal de S\u00e3o Pedro, Imba\u00fa, Paran\u00e1.jpg\n | width1 = 200\n | caption1 = Cachoeira no munic\u00edpio de Imba\u00fa.\n | image2 = Na cabeceira do Salto, Faxinal de S\u00e3o Pedro, Imba\u00fa, Paran\u00e1.jpg\n | width2 = 200\n | caption2 = Queda-d'\u00e1gua conhecida como Salto, na localidade de Faxinal de S\u00e3o Pedro.\n}}\n=== Hidrografia ===\nO munic\u00edpio de Imba\u00fa est\u00e1 inserido na bacia hidrogr\u00e1fica do [[rio Tibagi]] (tribut\u00e1rio do [[rio Paranapanema]]), para o qual drenam os seus rios, atrav\u00e9s do [[rio Imba\u00fa]] (a sudeste) e do [[rio Imbauzinho]] (a noroeste), as duas sub-bacias de maior import\u00e2ncia local. A bacia do rio Imba\u00fa corresponde a pouco mais que a metade do munic\u00edpio, apresentando como principal afluente o [[rio Charqueada]]. Os principais cursos de \u00e1gua do munic\u00edpio s\u00e3o: rio Imba\u00fa; rio Imbauzinho; rio Charqueada; rio Jacutinga; rio do Sapateiro; arroio Areia Preta; arroio Bonito; arroio da Anta; arroio do Antunes; arroio do Ca\u00e7ador; arroio Furneiro; arroio Grande; arroio Irati; arroio Jacutinga; arroio Pururuca.\n\n=== Vegeta\u00e7\u00e3o ===\nOriginalmente o munic\u00edpio est\u00e1 inclu\u00eddo predominantemente na regi\u00e3o fitogeogr\u00e1fica da [[Floresta Ombr\u00f3fila Mista]] (Mata com Arauc\u00e1rias). Parte do munic\u00edpio, principalmente na por\u00e7\u00e3o nordeste, era formado pelos campos limpos, que deram fei\u00e7\u00e3o e nome \u00e0 regi\u00e3o dos [[Campos Gerais do Paran\u00e1 (fitogeografia)|Campos Gerais]]. A flora arb\u00f3rea da Floresta Ombr\u00f3fila Mista \u00e9 superior a 200 esp\u00e9cies no Paran\u00e1. Ocorrem na regi\u00e3o de Imba\u00fa cerca de 241 esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas, pertencentes a 57 Fam\u00edlias, das quais as mais representativas s\u00e3o ''Myrtaceae'' (24), ''Fabaceae'' (21), ''Mimosaceae'' (16), ''Lauraceae'' (16), ''Euphorbiaceae'' (15), ''Meliaceae'' (9) e ''Caesalpiniaceae'' (8).\n\nO mapa fitogeogr\u00e1fico do Paran\u00e1 inclui a regi\u00e3o de Imba\u00fa como sendo de mata degradada com arauc\u00e1ria, com sua supress\u00e3o acelerada a partir de 1935. Estas \u00e1reas de floresta, hoje bastante fragmentadas, s\u00e3o compostas de muitas esp\u00e9cies arb\u00f3reas nativas de valor comercial. A vegeta\u00e7\u00e3o florestal em est\u00e1gio avan\u00e7ado de regenera\u00e7\u00e3o ocorre principalmente no enxame de diques de diab\u00e1sio na Serra do Fac\u00e3o, ou em matas rip\u00e1rias bastante entalhadas. Muitas \u00e1reas no munic\u00edpio foram inicialmente substitu\u00eddas por pastagens e lavouras. Verifica-se tamb\u00e9m a presen\u00e7a de vegeta\u00e7\u00e3o ex\u00f3tica, sobretudo o cultivo florestal de pinus e eucalipto para obten\u00e7\u00e3o de madeira.\n\nNo munic\u00edpio est\u00e1 localizado a [[Parque Estadual Floresta do Saltinho]], uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o criada em 1983, primeiramente como ''Reserva Florestal do Saltinho''. Embora a unidade seja relativamente pequena em \u00e1rea, tem como objetivo proteger a vegeta\u00e7\u00e3o, que \u00e9 composta de capoeira remanescente da floresta com arauc\u00e1ria, e servir como um corredor ecol\u00f3gico, al\u00e9m de poder ser usava para fins educacionais, recreativos e cient\u00edficos.{{Citar web|url=https://revistas.ufpr.br/raega/article/view/13360/10962|t\u00edtulo=A pol\u00edtica ambiental para a regi\u00e3o dos campos gerais do Paran\u00e1|autor=Isonel Sandino Meneguzzo; Edu Silvestre de Albuquerque|publicado=Revista Ra'e Ga - O Espa\u00e7o Geogr\u00e1fico em An\u00e1lise|data=2009|acessodata=17 de janeiro de 2020}}{{Citar web|url=http://www.turismo.gov.br/sites/default/turismo/DPROD/PDITS/PARANA/PDITS_REGIAO_METROPOLITANA_E_CAMPOS_GERAIS.pdf|t\u00edtulo=Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustent\u00e1vel - PDITS|publicado=Minist\u00e9rio do Turismo do Brasil|data=|acessodata=20 de janeiro de 2020}} Outras unidades de conserva\u00e7\u00e3o est\u00e3o localizadas na regi\u00e3o e dessas as que mais s\u00e3o importantes para o munic\u00edpio de Imba\u00fa, influenciando indiretamente na manuten\u00e7\u00e3o da fauna e da flora, merecem destaque a [[\u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental da Escarpa Devoniana]] e a [[Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural Fazenda Monte Alegre]].{{Citar web|url=http://www.iap.pr.gov.br/arquivos/File/LISTA_UCs_geral_14092012.pdf|t\u00edtulo=Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o Estaduais|publicado=IAP - Instituto Ambiental do Paran\u00e1|data=|acessodata=20 de janeiro de 2020}}{{Citar web|url=http://www.iap.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1217|t\u00edtulo=Atos de Cria\u00e7\u00e3o de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o|publicado=IAP - Instituto Ambiental do Paran\u00e1|data=|acessodata=20 de janeiro de 2020}}\n\n== Demografia ==\n{{Crescimento populacional do Censo do Brasil\n|style=\"font-size: 90%; float:right; margin:1em; text-align: center;\"\n| 1970 =2603\n| 1980 =4814\n| 1991 =6807\n| 2000 =9474\n| 2010 =11274\n| estimado =13282\n| ano_est =2020\n| ref_est =\n| rodape =Fonte: [[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica|Instituto Brasileiro de
Geografia e Estat\u00edstica]] (IBGE){{citar web|url=https://sidra.ibge.gov.br/Tabela/200#resultado|arquivourl=|arquivodata=|t\u00edtulo=Tabela 200 - Popula\u00e7\u00e3o residente por sexo, situa\u00e7\u00e3o e grupos de idade - Amostra - Caracter\u00edsticas Gerais da Popula\u00e7\u00e3o|autor=Sistema IBGE de Recupera\u00e7\u00e3o Autom\u00e1tica (SIDRA)|data=2010|acessodata=18 de janeiro de 2020}}\n}}\nNa d\u00e9cada de 1970 a popula\u00e7\u00e3o de Imba\u00fa era basicamente formada pela popula\u00e7\u00e3o rural. Entre 1980 e 1991 a popula\u00e7\u00e3o urbana superou pela primeira vez a popula\u00e7\u00e3o rural do ent\u00e3o distrito. J\u00e1 na d\u00e9cada de 2000 Imba\u00fa contava com {{fmtn|5483}} pessoas vivendo na \u00e1rea urbana e {{fmtn|3991}} pessoas vivendo na \u00e1rea rural. Em 2010, sua popula\u00e7\u00e3o foi contada no [[censo demogr\u00e1fico]] do IBGE em {{fmtn|11274}} habitantes,{{citar web|url=http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/populacao_por_municipio.shtm|t\u00edtulo=Censo Populacional 2010|obra=Censo Populacional 2010|publicado=[[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica]] (IBGE)|data=29 de novembro de 2010|acessodata=11 de dezembro de 2010}} sendo {{formatnum:7060}} habitantes na \u00e1rea urbana e {{formatnum:4214}} habitantes na \u00e1rea rural. Segundo o censo daquele ano, {{fmtn|5748}} habitantes eram homens e {{fmtn|5526}} mulheres. Apresentou 58% de taxa de urbaniza\u00e7\u00e3o. e a densidade demogr\u00e1fica municipal, em 2010, atingiu um valor m\u00e9dio de 34,09 habitantes por quil\u00f4metro quadrado.{{citar web|url=https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pr/imbau/panorama|t\u00edtulo=Imba\u00fa|obra=IBGE Cidades|publicado=[[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica]] (IBGE)|data=2010|acessodata=18 de janeiro de 2020}} Sua popula\u00e7\u00e3o, conforme estimativas do IBGE, em 2020, era de {{fmtn|13282}} habitantes, estando entre os 160 munic\u00edpios mais populosos do Paran\u00e1, dos 399.\n\nImba\u00fa apresenta muitas localidades rurais, distribu\u00eddas por todo o territ\u00f3rio. S\u00e3o bairros, vilas e povoados que formam diversas comunidades, como, por exemplo, [[Charqueada de Baixo]], [[Charqueada de Cima]], Charqueada de Entrada, Charqueada dos Betim, Charqueadinha, Imbauzinho, Areia Preta, km 222, Campina do Juca Pedro, Ca\u00e7ador, Bela Vista da Corrente, Faxinal de S\u00e3o Pedro, Serra do Fac\u00e3o, Serrinha, Jacutinga e Assentamento Guanabara.{{citar web|url=https://portaldosmunicipios.pr.gov.br/download/public/arquivos/documentos/388/2019/04/15/VKxgx97Cmat8RznSARpKhqolwBcEoAVhlAU1WXDQ.pdf|t\u00edtulo=An\u00e1lise Tem\u00e1tica Integrada|data=|publicado=Plano Diretor Municipal de Imba\u00fa|acessodata=5 de outubro de 2019}}{{citar web|url=http://www.izutancredo.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=7|t\u00edtulo=Projeto pol\u00edtico-pedag\u00f3gico - PPP|data=|autor=Col\u00e9gio Estadual Tancredo Neves|publicado=Secretaria de Estado da Educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1|acessodata=5 de outubro de 2019}}\n\n=== Composi\u00e7\u00e3o \u00e9tnica ===\n{| class=\"wikitable\" style=\"font-size: 90%; float:left; margin:1em; text-align: center;\"\n!Etnias\n!\n|-\n|Branca\n|69,42%\n|-\n|Parda\n|25,62%\n|-\n|Negra\n|4,04%\n|-\n|Amarela\n|0,63%\n|-\n|Ind\u00edgena\n|0,29%\n|-\n|Fonte\n|IBGE - Censo
Demogr\u00e1fico (2010)\n|}\nEm 2010, segundo dados do censo do IBGE daquele ano, a popula\u00e7\u00e3o residente no munic\u00edpio era composta por {{fmtn|7826}} [[brancos]] (69,42%); {{fmtn|2888}} [[pardos]] (25,62%); {{fmtn|455}} [[Negros|pretos]] (4,04%); {{fmtn|71}} [[amarelos]] (0,63%); {{fmtn|33}} [[ind\u00edgenas]] (0,29%) declarados. Ainda em 2010, {{fmtn|11274}} habitantes eram [[brasileiros natos]] (100%) e nenhum era estrangeiro.\n\nOs pioneiros que chegaram em Imba\u00fa eram de fam\u00edlias descendentes de tropeiros da regi\u00e3o. Essas fam\u00edlias receberam influ\u00eancias de \u00edndios e tamb\u00e9m de africanos e seus respectivos descendentes que vieram habitar os Campos Gerais, bem como de seus mesti\u00e7os, como caboclos e mulatos. O tropeirismo, que foi a base da sociedade dos Campos Gerais, ainda pode ser visto na tradi\u00e7\u00e3o popular, como nos costumes, na religiosidade, no folclore, na gastronomia, no artesanato e na m\u00fasica.{{citar web|url=http://www.viajeparana.com/Campos-Gerais|titulo=Campos Gerais|autor=Viaje Paran\u00e1|publicado=Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social do Paran\u00e1|data=2019|acessodata=27 de setembro de 2019|arquivodata=25 de setembro de 2019|arquivourl=https://web.archive.org/web/20190925043801/http://www.viajeparana.com/Campos-Gerais}} A partir da d\u00e9cada de 1960 Imba\u00fa recebeu outras etnias, com a chegada de descendentes de imigrantes que colonizaram a regi\u00e3o, como poloneses, ucranianos e alem\u00e3es, que vieram de Reserva, Ortigueira e Ponta Grossa, entre outros munic\u00edpios. Em seu territ\u00f3rio Imba\u00fa conta tamb\u00e9m com algumas comunidades de popula\u00e7\u00f5es consideradas tradicionais, os [[faxinalense]]s,{{citar web|url=http://www.direito.mppr.mp.br/arquivos/File/Livro_TERRAS_DE_FAXINAIS.pdf|t\u00edtulo=Terras de Faxinais|autor=Alfredo Wagner Berno de Almeida, Roberto Martins de Souza. Autores: Joaquim Shiraishi Neto... [et al.]|publicado=Edi\u00e7\u00f5es da Universidade do Estado do Amazonas - UEA|data=2009|acessodata=21/01/2021}}{{citar web|url=http://www.itcg.pr.gov.br/arquivos/File/Terras_e_territorios_de_Povos_e_Comunidades_Tradicionais_2013.pdf|t\u00edtulo=Terras e territ\u00f3rios de povos e comunidades tradicionais do Estado do Paran\u00e1|publicado=Instituto de Terras, Cartografia e Geoci\u00eancias - ITCG. Governo do Paran\u00e1|data=2013|acessodata=21/01/2021|arquivodata=6 de fevereiro de 2020|arquivourl=https://web.archive.org/web/20200206200846/http://www.itcg.pr.gov.br/arquivos/File/Terras_e_territorios_de_Povos_e_Comunidades_Tradicionais_2013.pdf}} al\u00e9m de ind\u00edgenas que circulam na regi\u00e3o, principalmente pela proximidade com as aldeias de Ortigueira.{{citar web|url=http://www.itcg.pr.gov.br/arquivos/File/Produtos_DGEO/Mapas_ITCG/PDF/presenca_indigena_parana_A1.pdf|t\u00edtulo=Presen\u00e7a ind\u00edgena no Paran\u00e1|publicado=Instituto de Terras, Cartografia e Geoci\u00eancias - ITCG. Governo do Paran\u00e1|data=2009|acessodata=21/01/2021|arquivodata=13 de agosto de 2020|arquivourl=https://web.archive.org/web/20200813140018/http://www.itcg.pr.gov.br/arquivos/File/Produtos_DGEO/Mapas_ITCG/PDF/presenca_indigena_parana_A1.pdf}} \n\n=== Religi\u00e3o ===\n{{imagem m\u00faltipla\n | align = right\n | direction = horizontal\n | image1 = Matriz da Par\u00f3quia S\u00e3o Jos\u00e9 (Imba\u00fa).2.jpg\n | width1 = 151\n | caption1 = Igreja matriz da Par\u00f3quia S\u00e3o Jos\u00e9, em Imba\u00fa.\n | image2 = Capela Nossa Senhora de F\u00e1tima (Imba\u00fa).4.jpg\n | width2 = 215\n | caption2 = Capela Nossa Senhora de F\u00e1tima, em Imba\u00fa.\n}}\nDe acordo com o Censo 2010 do IBGE existe diversas comunidades religiosas no munic\u00edpio, predominantemente crist\u00e3s. Entre a popula\u00e7\u00e3o residente em 2010 o censo mostrou {{formatnum:7202}} pessoas que declararam-se cat\u00f3licas apost\u00f3lica romana, {{formatnum:30}} pessoas que declararam-se cat\u00f3licas ortodoxa e {{formatnum:3288}} pessoas que declararam-se evang\u00e9licas. Ainda mostrou {{formatnum:28}} pessoas com religi\u00e3o n\u00e3o determinada e m\u00faltiplo pertencimento e {{formatnum:61}} de outras religiosidades. Al\u00e9m de {{formatnum:665}} pessoas que declararam n\u00e3o ter religi\u00e3o e nenhuma pessoa declarou ter religi\u00e3o de tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas. \n\nDentre as institui\u00e7\u00f5es religiosas destacam-se a Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica Romana, Assembleia de Deus, Congrega\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 no Brasil, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Evang\u00e9lica Pentecostal O Brasil Para Cristo, Igreja Pentecostal Deus \u00e9 Amor, Igreja Universal do Reino de Deus, entre outras institui\u00e7\u00f5es menores.\n\n== Economia ==\n{{imagem m\u00faltipla\n | align = right\n | direction = vertical\n | image1 = Reflorestamento - panoramio.jpg\n | width1 = 200\n | caption1 = Imagem de reflorestamento na paisagem rural de Imba\u00fa.\n | image2 = Bote do meu Pai - panoramio.jpg\n | width2 = 200\n | caption2 = Imagem de uma pequena propriedade rural no munic\u00edpio de Imba\u00fa.\n | image3 = Avenida Ivo Jangada, Imba\u00fa.2.jpg\n | width3 = 200\n | caption3 = Avenida Ivo Jangada, centro comercial de Imba\u00fa.\n}}\nDe acordo com dados do IBGE o PIB do munic\u00edpio era de 203.824,59 reais em 2016, sendo que 15.348,57 reais eram de impostos sobre produtos l\u00edquidos de subs\u00eddios a pre\u00e7os correntes e o PIB per capita era de 16.241,00 reais. O valor adicionado bruto da administra\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o p\u00fablicas e seguridade social, a pre\u00e7os correntes rendia 49.450,10 reais. O valor adicionado bruto da agropecu\u00e1ria, a pre\u00e7os correntes, rendia 33.867,82 reais. O valor adicionado bruto do setor industrial rendia 34.897,68 reais. J\u00e1 o valor adicionado bruto do setor de servi\u00e7os a pre\u00e7os correntes foi de 70.260,43 mil reais. O setor terci\u00e1rio, com\u00e9rcio e servi\u00e7os, tem o maior peso na economia local respons\u00e1vel por mais de mil postos de trabalho com destaque para os segmentos de alojamento, alimenta\u00e7\u00e3o e apoio ao transporte.\n[[Imagem:Mel t\u00edpico de Imba\u00fa, Paran\u00e1.jpg|200px|thumb|esquerda|Potes do t\u00edpico mel produzido em Imba\u00fa.]]\nEm rela\u00e7\u00e3o ao setor prim\u00e1rio, a economia do munic\u00edpio \u00e9 basicamente resumida em agricultura, pecu\u00e1ria, pesca, apicultura, silvicultura e explora\u00e7\u00e3o florestal, com forte tend\u00eancia para o desenvolvimento da ind\u00fastria madeireira. Na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, destacam-se a produ\u00e7\u00e3o de milho, soja, trigo e tomate. O munic\u00edpio conta ainda com produ\u00e7\u00e3o de mel e produtos hortifrutigranjeiros. H\u00e1 empresas que prestam servi\u00e7o ao setor florestal, como transportadoras e empreiteiras. A silvicultura ocupa cerca de 70% da \u00e1rea do munic\u00edpio, sendo que grande parte da produ\u00e7\u00e3o de madeira \u00e9 para suprir a demanda das ind\u00fastrias da regi\u00e3o. O setor secund\u00e1rio \u00e9 o menos desenvolvido e as principais empresas s\u00e3o as ind\u00fastrias madeireiras, qu\u00edmica e cer\u00e2mica.\n\nEstrategicamente localizada, \u00e9 tamb\u00e9m ponto de passagem para a exporta\u00e7\u00e3o de produtos pelo Porto de Paranagu\u00e1. Por ligar Ponta Grossa at\u00e9 a cidade de Apucarana, ou seja, toda a regi\u00e3o norte do Paran\u00e1 at\u00e9 Ponta Grossa e tamb\u00e9m Curitiba, Paranagu\u00e1 e litoral, tornou-se ponto de parada para muitos caminhoneiros e viajantes, o que faz movimentar a arrecada\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria do munic\u00edpio principalmente com servi\u00e7os de hotelarias, pousadas, restaurantes e servi\u00e7os destinados a \u00e1rea mec\u00e2nica de transportes. A economia do munic\u00edpio vem se desenvolvendo, apesar de ainda apresentar muita car\u00eancia e falta de infraestrutura em v\u00e1rios setores.\n\n== Infraestrutura ==\n=== Educa\u00e7\u00e3o ===\n[[Imagem:Col\u00e9gio Estadual Presidente Tancredo Neves (Imba\u00fa).jpg|200px|thumb|esquerda|Col\u00e9gio Estadual Presidente Tancredo Neves, em Imba\u00fa.]]\nA rede municipal de educa\u00e7\u00e3o de Imba\u00fa \u00e9 formado por seis unidades escolares, sendo cinco delas localizadas na sede municipal e uma na localidade de Charqueada de Baixo. A prefeitura responde pela educa\u00e7\u00e3o em \u00e2mbito municipal, cuja implementa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas educacionais \u00e9 de compet\u00eancia da Secretaria Municipal de Educa\u00e7\u00e3o. A rede estadual de ensino conta com tr\u00eas col\u00e9gios no munic\u00edpio, al\u00e9m de uma escola de modalidade de educa\u00e7\u00e3o especial.{{citar web|url=https://www.nre.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=519|t\u00edtulo=Col\u00e9gios e Escolas|data=2021|publicado=Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1|acessodata=21/01/2021}}\n\n=== Servi\u00e7os ===\nA distribui\u00e7\u00e3o de energia no munic\u00edpio \u00e9 fornecida pela [[Companhia Paranaense de Energia]] (Copel). Segundo a empresa, em 2019 havia um total de {{fmtn|4600}} unidades consumidoras e foram consumidos um total de {{fmtn|14535}} KWh de energia. J\u00e1 o servi\u00e7o de abastecimento de \u00e1gua de toda a cidade \u00e9 feito pelo [[Companhia de Saneamento do Paran\u00e1]] (Sanepar). Segundo a empresa, em 2019 havia um total de {{fmtn|3570}} liga\u00e7\u00f5es e um total de {{fmtn|3815}} unidades atendidas, sendo que o consumo de \u00e1gua faturado e medido foi de {{fmtn|430317}} m\u00b3 e {{fmtn|399087}} m\u00b3 respectivamente. Em rela\u00e7\u00e3o a rede coletora de esgoto para tratamento o servi\u00e7o \u00e9 realizado tamb\u00e9m pela Sanepar, sendo que em 2019 havia no munic\u00edpio um total de {{fmtn|1781}} liga\u00e7\u00f5es e um total de {{fmtn|1935}} unidades atendidas. Em rela\u00e7\u00e3o a coleta de res\u00edduos urbanos, Imba\u00fa n\u00e3o possui um aterro sanit\u00e1rio pr\u00f3prio, depositando o lixo coletado no aterro do munic\u00edpio de Tel\u00eamaco Borba. Sobre os correios e tel\u00e9grafos, a cidade \u00e9 servida por uma ag\u00eancia da [[Empresa Brasileira de Correios e Tel\u00e9grafos]], localizada no bairro Bela Vista. O munic\u00edpio possui tamb\u00e9m apenas um [[C\u00f3digo de Endere\u00e7amento Postal]] (CEP): 84.250-000.\n\n=== Transportes ===\n{{imagem m\u00faltipla\n | align = right\n | direction = vertical\n | image1 = Rodovia do Caf\u00e9 - BR-376, Imba\u00fa.2.jpg\n | width1 = 200\n | caption1 = Vista da [[Rodovia do Caf\u00e9]] (BR-376), em Imba\u00fa.\n | image2 = Terminal Rodovi\u00e1rio de Imba\u00fa.2.jpg\n | width2 = 200\n | caption2 = Terminal Rodovi\u00e1rio de Imba\u00fa.\n}}\nA frota municipal em 2018 era de {{fmtn|5649}} ve\u00edculos, sendo {{fmtn|3099}} autom\u00f3veis, 255 caminh\u00f5es, 66 caminh\u00f5es-tratores, 566 caminhonetes, 122 caminhonetas, um ciclomotor, 25 micro-\u00f4nibus, {{fmtn|1107}} motocicletas, 234 motonetas, 30 \u00f4nibus, 52 reboques, 61 semi-reboque, tr\u00eas triciclos e 18 utilit\u00e1rios.\n\nImba\u00fa \u00e9 privilegiado por estar dentro do corredor econ\u00f4mico do Paran\u00e1 gra\u00e7as a BR-376 (Rodovia do Caf\u00e9) que corta o munic\u00edpio. Sendo ent\u00e3o uma importante via dentro do munic\u00edpio, a estrada liga o noroeste do estado com o litoral. Recebeu esse nome por ter sido o principal tronco de escoamento da safra de caf\u00e9 para exporta\u00e7\u00e3o, quando essa era a mais importante cultura agr\u00edcola do estado. Por esta rodovia s\u00e3o transportados os gr\u00e3os produzidos na regi\u00e3o norte com destino \u00e0s ind\u00fastrias de esmagamento em [[Ponta Grossa]] e ao [[porto de Paranagu\u00e1]].\n\nA PR-160 ([[Rodovia do Papel]]) apresenta sua import\u00e2ncia devida ao escoamento dos produtos florestal-madeireiro, ligando Imba\u00fa at\u00e9 ao munic\u00edpio de Tel\u00eamaco Borba, e gerando desenvolvimento econ\u00f4mico pela presen\u00e7a de madeireiras e outras empresas do setor. \u00c9 uma estrada pertencente ao governo do Paran\u00e1 que liga a localidade de Paranagi em [[Sertaneja]] (quase na divisa com o Estado de [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]]) com a BR-476 na cidade de [[Paula Freitas]], quase na divisa com o Estado de [[Santa Catarina]]. A rodovia PR-160 coincide com a [[PR-239]] no trecho entre a localidade de Lagoa at\u00e9 o entroncamento com a PR-441 em [[Reserva (Paran\u00e1)|Reserva]].\n\n; '''Rodovi\u00e1rio'''\n* [[BR-376]] \u2014 Trecho Imba\u00fa-Ortigueira e Imba\u00fa-[[Caetano Mendes]] (Tibagi) - Rodovia do Caf\u00e9.{{citar web|url=http://www.der.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=392|t\u00edtulo=Decreto 5674|publicado=Departamento de Estradas de Rodagem - DER|data=|acessodata=9 de setembro de 2019}}\n* [[PR-160]] \u2014 Trecho Imba\u00fa-Tel\u00eamaco Borba (Rodovia do Papel) e Imba\u00fa-Reserva (Rodovia Ant\u00f4nio Eduardo de Brito{{citar web|url=https://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&codAto=136411&indice=1&totalRegistros=29&anoSpan=2015&anoSelecionado=2015&mesSelecionado=0&isPaginado=true|t\u00edtulo=Lei 18446 - 12 de Fevereiro de 2015|publicado=Casa Civil do Governo do Estado do Paran\u00e1|data=24 de fevereiro de 2015|acessodata=9 de setembro de 2019}}).\n* [[PR-340]] \u2014 Trecho Imba\u00fa-Tel\u00eamaco Borba.{{citar web|url=http://www.leisestaduais.com.br/pr/lei-ordinaria-n-9277-1990-parana-cria-o-municipio-de-imbau-desmembrado-dos-municipios-de-telemaco-borba-e-reserva-com-sede-na-localidade-do-mesmo-nome-e-divisas-que-especifica|titulo=Lei n\u00b0 9277 de 28 de maio de 1990|acessodata=8 de outubro de 2019|autor=|publicado=Leis Estaduais}}\n\n; '''Ferrovi\u00e1rio'''\nO munic\u00edpio de Imba\u00fa \u00e9 cortado na por\u00e7\u00e3o noroeste por um pequeno trecho ferrovi\u00e1rio, pouco mais que 3 km. A linha, que integra a [[Estrada de Ferro Central do Paran\u00e1]], possu\u00eda nessa regi\u00e3o uma esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria, a ''Esta\u00e7\u00e3o Leonardos''. A antiga esta\u00e7\u00e3o foi desativada em 1996.\n\n; '''A\u00e9reo'''\nO munic\u00edpio de Imba\u00fa n\u00e3o conta com aer\u00f3dromo. A regi\u00e3o \u00e9 atendida pelo [[Aeroporto de Tel\u00eamaco Borba]], que conta com voos regulares.{{citar web|url=http://www.telemacoborba.pr.gov.br/images/planodiretor/ArquivosFunpar/PlanoDiretorMunicipal/DiagnosticoPlanoDiretorMunicipal/PDM_5.1Diagnostico_da%20LeituraTecnicaComunitaria.pdf|titulo=Plano Diretor - Produto 5.1 - Revis\u00e3o do Plano Diretor Municipal de Tel\u00eamaco Borba.|autor=FUNPAR - Funda\u00e7\u00e3o da Universidade Federal do Paran\u00e1|publicado=Prefeitura Municipal de Tel\u00eamaco Borba|acessodata=18 de janeiro de 2020}}{{citar web|url=https://www.gazetadopovo.com.br/parana/voe-parana-curitiba-interior/|titulo=Mais 10 cidades do interior do PR ter\u00e3o voos para Curitiba; veja faixa de pre\u00e7o|data=6 de agosto de 2019|autor=Katia Brembatti|publicado=Gazeta do Povo|acessodata=18 de janeiro de 2020}}{{citar web|url=http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=103181&tit=Parana-ganha-10-novas-rotas-de-voos-espalhadas-pelo-Estado|titulo=Paran\u00e1 ganha 10 novas rotas de voos espalhadas pelo Estado|data=6 de agosto de 2019|autor=|publicado=Ag\u00eancia de Not\u00edcias do Paran\u00e1|acessodata=18 de janeiro de 2020}}\n\n== Pol\u00edtica e administra\u00e7\u00e3o ==\n{{imagem m\u00faltipla\n | align = right\n | direction = horizontal\n | image1 = Cam mun imbau -Resolu\u00e7\u00e3o do desktop-.jpg\n | width1 = 173\n | caption1 = C\u00e2mara do Munic\u00edpio de Imba\u00fa, sede do poder legislativo municipal.\n | image2 = Prefeitura Municipal de Imba\u00fa.jpg\n | width2 = 180\n | caption2 = Prefeitura Municipal de Imba\u00fa, sede do poder executivo do munic\u00edpio.\n}}\nA administra\u00e7\u00e3o municipal se d\u00e1 pelos poderes [[Poder executivo|executivo]] e [[Poder legislativo|legislativo]]. A atual prefeita \u00e9 Dayane Sovinski (Republicanos) e o vice-prefeito \u00e9 David Jos\u00e9 Antunes Teixeira (PSB).{{citar web|url=https://politica.estadao.com.br/eleicoes/2020/candidatos/pr/imbau/vice-prefeito/davi-da-charqueada,10|t\u00edtulo=Davi Da Charqueada|publicado=Estad\u00e3o|data=2020|acessodata=20/01/2021}} A sede administrativa do executivo \u00e9 a prefeitura municipal, localizada na Av. Francisco Siqueira Kortz, no bairro S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. O poder legislativo \u00e9 constitu\u00eddo pela c\u00e2mara municipal de Imba\u00fa, composta por nove vereadores.\n\nNo \u00e2mbito da Justi\u00e7a Eleitoral, Imba\u00fa pertence \u00e0 111\u00aa Zona Eleitoral, com sede em Tel\u00eamaco Borba. Havia {{fmtn|8047}} [[eleitor]]es no munic\u00edpio em dezembro de 2020, o que representava 0,101% do total do estado do Paran\u00e1.{{citar web|url=http://www.tse.jus.br/eleitor-e-eleicoes/estatisticas/estatisticas-de-eleitorado/consulta-por-municipio-zona|t\u00edtulo=Consulta Quantitativo|data=outubro de 2017|autor=[[Tribunal Superior Eleitoral]] (TSE)|acessodata=21/01/2021}}\n\n== Cultura ==\n[[Imagem:Biblioteca P\u00fablica Municipal Paulo Freire (Imba\u00fa).jpg|200px|thumb|Biblioteca P\u00fablica Municipal Paulo Freire, em Imba\u00fa.]]\n=== S\u00edmbolos municipais ===\nO bras\u00e3o de armas de Imba\u00fa, juntamente com a bandeira e o hino, constituem os s\u00edmbolos do munic\u00edpio, representando sua cultura e hist\u00f3ria.{{citar web|url=http://www.controlemunicipal.com.br/inga/sistema/arquivos/128/c611a67d1819.pdf|t\u00edtulo=Lei Org\u00e2nica de Imba\u00fa - 2012|autor=Prefeitura Municipal de Imba\u00fa|data=2012|acessodata=17 de janeiro de 2020}}\n\n;'''Bras\u00e3o de armas'''\nO bras\u00e3o de Imba\u00fa \u00e9 desenhado em cl\u00e1ssico flamingo ib\u00e9rico, estilo herdado \u00e0 her\u00e1ldica brasileira.{{citar web|url=http://imbau.pr.gov.br//index.php?sessao=b054603368kcb0&id=1130|t\u00edtulo=Bras\u00e3o do Munic\u00edpio - Bras\u00e3o de Armas Municipal|autor=Prefeitura Municipal de Imba\u00fa|data=|acessodata=17 de janeiro de 2020}} H\u00e1 a coroa mural em cor amarela (metal ouro), com oito torres, mas apenas cinco s\u00e3o vistas e em perspectiva no desenho. O campo do bras\u00e3o est\u00e1 dividido em quatro quart\u00e9is, dois escudentes e mais um \u00e1rea triangular separado a \u00e1rea inferior um linha sinuosa em cor azul. O escudente do lado esquerdo no topo do Bras\u00e3o em abismo h\u00e1 desenhado um livro que representa a b\u00edblia, s\u00edmbolo da religiosidade presente no munic\u00edpio. O escudente ao lado direito h\u00e1 desenhado um livro, globo terrestre, um tinteiro e caneta que representam a ci\u00eancia e a educa\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio. Dividindo os dois quart\u00e9is da ala superior, h\u00e1 um pinheiro do Paran\u00e1 (arauc\u00e1ria) que \u00e9 o s\u00edmbolo do Estado do Paran\u00e1. No primeiro quartel a esquerda na parte superior, h\u00e1 no desenho em abismo o in\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o quando as terras eram cultivadas com arados e m\u00e1quinas manuais, com colonos fazendo suas planta\u00e7\u00f5es. No segundo quartel a direita h\u00e1 em cor verde a presen\u00e7a de um reflorestamento de pinus, representando uma das riquezas de Imba\u00fa. A linha sinuosa em cor azul simboliza a hidrografia, com os rios e riachos que cortam o territ\u00f3rio municipal. No terceiro quartel em abismo, h\u00e1 um homem do campo cultivando suas terras com trator. No quarto quartel em abismo desenhado h\u00e1 a representatividade da pecu\u00e1ria no munic\u00edpio, com cabe\u00e7as de boi, porco e carneiro. Na \u00e1rea com desenho triangular, h\u00e1 uma colmeia em cor amarela, com mel e uma abelha, representando a apicultura, sendo que o munic\u00edpio \u00e9 um dos grandes produtores de mel da regi\u00e3o. Abaixo do campo do bras\u00e3o de armas e acima do listel h\u00e1 engrenagens desenhadas que simbolizam o setor industrial no munic\u00edpio. Como suportes vivos do bras\u00e3o h\u00e1 desenhados ramos de soja e trigo, no lado esquerdo, e feij\u00e3o e milho, no lado direito. H\u00e1 ainda a lumin\u00e1ria em cor vermelha, pelo significado da cor her\u00e1ldica, \u00e9 condizente com os predicados prop\u00edcios dos pioneiros e desbravadores e dos dirigentes da comunidade imbauense. O listel em cor vermelha tem em seu interior o top\u00f4nimo \"Imba\u00fa\", nome do munic\u00edpio. Em fl\u00e2mula do lado esquerdo h\u00e1 os seguintes algarismos: 08.12.1995 - dia, m\u00eas e ano que foi emancipado o munic\u00edpio. Em fl\u00e2mula do lado direito h\u00e1 os seguintes algarismos: 01.01.1997 - dia, m\u00eas e ano da instala\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio.\n\n;'''Bandeira'''\nA bandeira do munic\u00edpio de Imba\u00fa foi desenhada seguindo as normas estabelecidas pela lei n\u00b0 5.700 de 1 de agosto de 1942.{{citar web|url=http://imbau.pr.gov.br//index.php?sessao=b054603368kcb0&id=1131|t\u00edtulo=Bandeira do Munic\u00edpio - Bandeira Municipal de Imba\u00fa|autor=Prefeitura Municipal de Imba\u00fa|data=|acessodata=17 de janeiro de 2020}} A bandeira apresenta a seguinte composi\u00e7\u00e3o: Tri\u00e2ngulo irregular em cor amarela; Tr\u00eas faixas horizontais sendo: faixa horizontal na parte superior em cor azul, faixa horizontal na parte inferior em cor verde e faixa horizontal central em cor branca com o bras\u00e3o municipal. A cores trazem significados pr\u00f3prios sendo: azul simboliza o juramento e o c\u00e9u com a pr\u00e9-indica\u00e7\u00e3o de grandeza. A cor verde simboliza a esperan\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o em um progresso, al\u00e9m de evidenciar as campinas, mata nativa, reflorestamento e a \u00e1rea agr\u00edcola. A cor branca presente caracteriza a f\u00e9 e a religiosidade da popula\u00e7\u00e3o. O tri\u00e2ngulo em cor amarela apresenta as riquezas naturais do munic\u00edpio de Imba\u00fa.\n\n;'''Hino'''\nO munic\u00edpio conta com um hino, cuja letra \u00e9 de Maria de Lurdes Martins e Nilson Aparecido Garcia, e a m\u00fasica de Nilson Aparecido Garcia.{{citar web|url=http://imbau.pr.gov.br/index.php?sessao=b054603368ncb0&id=1122|t\u00edtulo=Hino do Munic\u00edpio - Hino de Imba\u00fa|autor=Prefeitura Municipal de Imba\u00fa|data=|acessodata=17 de janeiro de 2020}} A composi\u00e7\u00e3o faz primeiramente men\u00e7\u00e3o aos campos e cerrados que eram t\u00edpicos do munic\u00edpio. Faz cita\u00e7\u00e3o da terra, como um torr\u00e3o onde pioneiros com muito trabalho confiaram o progresso. Faz ainda refer\u00eancia a topon\u00edmia, explicando o significado da palavra Imba\u00fa, bem como da origem ind\u00edgena em tupi-guarani. Ainda na letra h\u00e1 o reconhecimento da import\u00e2ncia da agricultura, com o cultivo do arroz, feij\u00e3o e milho, que eram as principais lavouras quando o munic\u00edpio foi formado. Cita tamb\u00e9m a madeira e o mel, que representa os outros dois pilares econ\u00f4micos do munic\u00edpio: a silvicultura e a apicultura.\n\n=== Culin\u00e1ria ===\n[[Imagem:Preparando mingau de milho verde em Imba\u00fa, Paran\u00e1.jpg|200px|thumb|Pessoas preparando mingau de milho verde em Imba\u00fa.]]\n[[Imagem:Pastel\u00e3o t\u00edpico de Imba\u00fa, Paran\u00e1.jpg|200px|thumb|esquerda|Pastel no munic\u00edpio de Imba\u00fa.]]\nO prato t\u00edpico do munic\u00edpio de Imba\u00fa \u00e9 o [[milho|mingau de milho verde]] com frango caipira.{{citar web|url=https://www.diariodoscampos.com.br/noticia/sabores-dos-campos-gerais-receitas-tipicas-para-fazer-em-casa|t\u00edtulo=Sabores dos Campos Gerais: receitas t\u00edpicas para fazer em casa|autor=Michele Pavoni|publicado=Di\u00e1rio dos Campos|data=21 de abril de 2018|acessodata=29 de setembro de 2019}} A iguaria foi escolhida pelo poder p\u00fablico, sendo aprovado por lei e institu\u00eddo em car\u00e1ter oficial.{{citar web|url=https://leismunicipais.com.br/a1/pr/i/imbau/lei-ordinaria/2018/59/589/lei-ordinaria-n-589-2018-institui-em-carater-oficial-o-prato-tipico-do-municipio-de-imbau-parana|t\u00edtulo=Lei n\u00b0 589 de 26 de junho de 2018|publicado=Di\u00e1rio Oficial. Leis Municipais|data=12 de julho de 2018|acessodata=29 de setembro de 2019}} Na receita t\u00edpica imbauense o frango picado \u00e9 temperado com sal, alho, lim\u00e3o e cacha\u00e7a. \u00c9 levado ao fogo em uma panela com banha e depois acrescentado \u00e1gua, cebola, cebolinha verde a gosto. J\u00e1 o mingau \u00e9 cozido e feito com espigas de milho raladas, \u00e1gua, sal a gosto, dentes de alho amassados. Quando o mingau fica consistente \u00e9 acrescentado azeite e salsinha a gosto. O prato tem origem hist\u00f3rica, remetendo aos primeiros moradores do munic\u00edpio e o cultivo do milho, muito comum em Imba\u00fa, al\u00e9m do mais resgata a influ\u00eancia ind\u00edgena com o uso do mingau de milho na gastronomia, combinando com as tradi\u00e7\u00f5es tropeiras, com o uso do frango caipira.{{citar web|url=https://pt.calameo.com/read/0056397413333a1963c59|t\u00edtulo=Mingau de milho verde com frango caipira - Imba\u00fa|publicado=Calam\u00e9o|data=2018|acessodata=29 de setembro de 2019}}\n\nOutro prato que \u00e9 refer\u00eancia no munic\u00edpio \u00e9 o [[Pastel (culin\u00e1ria)|pastel]] gigante frito, muito procurado por viajantes que passam pela rodovia que corta o munic\u00edpio. \u00c9 um prato feito de massa \u00e0 base de farinha, recheado e frito em \u00f3leo fervente.{{citar web|url=https://www.tripadvisor.com.br/LocationPhotoDirectLink-g4084406-d12362201-i138913299-Lanchonete_e_Restaurante_Imbau-Imbau_State_of_Parana.html|t\u00edtulo=Pastel Especial|publicado=Tripadvisor|data=|acessodata=20/01/2021}}{{citar web|url=https://www.tripadvisor.pt/ShowUserReviews-g4084406-d12362201-r478343790-Lanchonete_e_Restaurante_Imbau-Imbau_State_of_Parana.html|t\u00edtulo=Pastel Gigante|publicado=Tripadvisor|data=|acessodata=20/01/2021}} O pastel chegou no norte do Paran\u00e1 em meados da d\u00e9cada de 1960 e com a abertura da Rodovia do Caf\u00e9, muitos viajantes do norte do estado come\u00e7aram a transitar pela regi\u00e3o, assim surgiu o pastel gigante de Imba\u00fa, um prato de \"beira de estrada\", para atender os viajantes.{{citar web|url=https://gmconline.com.br/gastronomia/queridinho-das-feiras-pastel-enrolado-foi-criado-em-maringa/|t\u00edtulo=Queridinho das feiras, pastel \u2018enrolado\u2019 foi criado em Maring\u00e1|autor=Luiz Santos|publicado=GMC Online|data=19/06/2019|acessodata=21/01/2021}}{{citar web|url=https://www.bellavenezia.com.br/historia-do-pastel/|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria do pastel: Tudo o que voc\u00ea precisa saber sobre essa del\u00edcia adorada pelos brasileiros|publicado=Bella Venezia|data=|acessodata=21/01/2021}}\n\n=== Festividades ===\nA principal festividade do munic\u00edpio de Imba\u00fa \u00e9 a tradicional Festa de [[S\u00e3o Jos\u00e9]].{{citar web|url=http://imbau.pr.gov.br/index.php?sessao=b054603368ncb0&id=1135|t\u00edtulo=Festas Tradicionais - Festas de S\u00e3o Jos\u00e9 e Imaculada Concei\u00e7\u00e3o|autor=Prefeitura Municipal de Imba\u00fa|data=|acessodata=17 de janeiro de 2020}} A origem da festividade no munic\u00edpio est\u00e1 associada a instala\u00e7\u00e3o da Capela S\u00e3o Jos\u00e9. No in\u00edcio das comemora\u00e7\u00f5es era realizada uma prociss\u00e3o com a imagem de S\u00e3o Jos\u00e9 pelas ruas da cidade e a realiza\u00e7\u00e3o de uma missa seguida de um almo\u00e7o e leil\u00f5es. A Capela S\u00e3o Jos\u00e9 foi constru\u00edda \u00e0s margens da Rodovia do Papel e foi inaugurada em 27 de dezembro de 1970.{{citar web|url=http://www.diocesepontagrossa.com.br/paroquias_info.php?id=40|t\u00edtulo=Par\u00f3quia S\u00e3o Jos\u00e9|data=|publicado=Diocese de Ponta Grossa|acessodata=17 de janeiro de 2020}} O munic\u00edpio adotou o santo como padroeiro, tendo como comemora\u00e7\u00e3o o dia 19 de mar\u00e7o. Entretanto, a festa em comemora\u00e7\u00e3o ao dia do padroeiro passou a ocorrer no segundo domingo do m\u00eas de maio, com tr\u00eas dias de celebra\u00e7\u00e3o, sendo de maior import\u00e2ncia o domingo com o churrasco preparada no sal\u00e3o da igreja. Integra ainda como eventos no munic\u00edpio a Festa do Divino, a Festa da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, a Festa da Santinha, a Festa do Colono, a Festa de Emancipa\u00e7\u00e3o (anivers\u00e1rio do munic\u00edpio),{{citar web|url=http://www.amcg.com.br/noticias/ipiranga-e-imbau-festejam-aniversario|t\u00edtulo=Ipiranga e Imba\u00fa festejam anivers\u00e1rio|autor=|publicado=Associa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios dos Campos Gerais - AMCG|acessodata=17 de janeiro de 2020}} entre outros.{{citar web|url=http://www.izuterezinhaoliveira.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/26/1017/224/arquivos/File/PPP_EETLO.pdf|t\u00edtulo=Proposta Pedag\u00f3gica|data=2007|publicado=Escola Estadual Terezinha Ladir de Oliveira|acessodata=17 de janeiro de 2020}}{{citar web|url=http://cmimbau.pr.gov.br/historia/festas-de-sao-jose-e-imaculada-conceicao-7|t\u00edtulo=Festas de S\u00e3o Jos\u00e9 e Imaculada Concei\u00e7\u00e3o|publicado=C\u00e2mara Municipal de Imba\u00fa|acessodata=17 de janeiro de 2020}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Parque Estadual Floresta do Saltinho]]\n* [[Serra do Fac\u00e3o]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commonscat|Imba\u00fa}}\n* {{Link|pt|2=http://www.cnm.org.br/dado_geral/mumain.asp?iIDMUN=100141147 |3=Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios}}\n\n\n{{Portal3|Brasil|Regi\u00e3o Sul do Brasil|Paran\u00e1}}\n{{controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Imbau}}\n[[Categoria:Imba\u00fa]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Avenida Ivo Jangada, Imba\u00fa.2.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bandeira do Paran\u00e1.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Biblioteca P\u00fablica Municipal Paulo Freire (Imba\u00fa).jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bote do meu Pai - panoramio.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Brazil Region Sul.svg"}]},"5682066":{"pageid":5682066,"ns":0,"title":"Signos mut\u00e1veis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:ZodiacSquares.svg|thumb|250px|No gr\u00e1fico [[Zod\u00edaco|zodiacal]], os signos mut\u00e1veis s\u00e3o indicados em azul.]]\n\nNa tradi\u00e7\u00e3o [[astrologia|astrol\u00f3gica]], '''signos mut\u00e1veis''' (ou comuns){{citar livro|t\u00edtulo=A Mensagem das Estrelas|ultimo=Heindel|primeiro=Max|editora=|ano=|local=|p\u00e1ginas=|acessodata=}} representam o per\u00edodo final das [[Esta\u00e7\u00e3o do ano|quatro esta\u00e7\u00f5es do ano]], indicando que\u00a0estes signos mediam mudan\u00e7as e altera\u00e7\u00f5es{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Grangeiro|primeiro=Rodrigues, Paulo Roberto|data=2004-09-03|titulo=Astrologia e personalidade: o efeito do conhecimento das caracter\u00edsticas do signo solar em vari\u00e1veis medidas pelo 16 pf.|url=http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47134/tde-20092004-172927/en.php|lingua=pt-br|doi=10.11606/T.47.2004.tde-20092004-172927}}. \n\nDenotando caracter\u00edsticas como versatilidade, adaptabilidade, sutileza, simpatia e intui\u00e7\u00e3o{{citar web|url=http://www.filologia.org.br/xx_cnlf/completo/A%20mandala%20astrol%C3%B3gica%20-%20ANA.pdf|titulo=A MANDALA ASTROL\u00d3GICA - AN\u00c1LISE SEMI\u00d3TICA DA RODA ASTROL\u00d3GICA|data=|acessodata=|publicado=|ultimo=Staudt|primeiro=Ana}}, s\u00e3o frequentemente descritos como sendo diplom\u00e1ticos e prop\u00edcios a prestar aux\u00edlio em transi\u00e7\u00f5es. Por outro lado, devido ao seu comportamento dualista, que muitas vezes pode ser inconsistente, tendem a n\u00e3o assumir compromissos e n\u00e3o se mostram confi\u00e1veis.{{citar livro|t\u00edtulo=Curso B\u00e1sico de Astrologia|ultimo=March|primeiro=Marion|editora=Editora Pensamento|ano=|local=|p\u00e1ginas=|acessodata=}}\n\nOs doze signos do zod\u00edaco s\u00e3o divididos entre as qualidades [[Signos cardinais|cardinais]], [[Signos fixos|fixas]] e mut\u00e1veis e, ao mesmo tempo, entre os quatro elementos que os antigos [[Pr\u00e9-socr\u00e1ticos|fil\u00f3sofos da natureza]] acreditavam ser a base da constitui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria.{{citar web|url=https://sites.ifi.unicamp.br/imre/a-cosmologia-de-ptolomeu-as-bases-do-geocentrismo/|titulo=A Cosmologia de Ptolomeu. As bases do Geocentrismo|data=|acessodata=|publicado=Instituto de F\u00edsica da Unicamp|ultimo=|primeiro=}}\n\nOs quatro signos mut\u00e1veis do [[zod\u00edaco]] s\u00e3o:\n* [[G\u00eameos (astrologia)|G\u00eameos]] ([[Ficheiro:Gemini.svg|17x17px]]) - [[ar (elemento)|elemento ar]]: marca o final da primavera, no [[hemisf\u00e9rio norte]], e o fim de outono no [[hemisf\u00e9rio sul]].\n* [[Virgem (astrologia)|Virgem]] ([[Ficheiro:Virgo.svg|21x21px]]) - [[terra (elemento)|elemento terra]]: marca o fim do ver\u00e3o no hemisf\u00e9rio norte, e o fim do inverno no hemisf\u00e9rio sul.\n* [[Sagit\u00e1rio (astrologia)|Sagit\u00e1rio]] ([[Ficheiro:Sagittarius.svg|17x17px]]) - [[fogo (elemento)|elemento fogo]]: marca o fim do outono no hemisf\u00e9rio norte, e o fim de primavera no hemisf\u00e9rio sul.\n* [[Peixes (astrologia)|Peixes]] ([[Ficheiro:Pisces.svg|21x21px]]) - [[\u00e1gua (elemento)|elemento \u00e1gua]]: marca o fim do inverno no hemisf\u00e9rio norte, e no final do ver\u00e3o no hemisf\u00e9rio sul.\n\n== Veja tamb\u00e9m ==\n* [[Signos\u00a0cardinais]]\n* [[Signos fixos]]\n* [[Signo positivo|Signos positivos]]\n* [[Signo negativo|Signos negativos]]\n* [[Fogo (elemento)|Fogo]]\n* [[Terra (elemento)|Terra]]\n* [[Ar (elemento)|Ar]]\n* [[\u00c1gua (elemento)|\u00c1gua]]\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{reflist}}\n\n{{esbo\u00e7o-esoterismo}}\n{{Zod\u00edaco}}\n\n[[Categoria:Signos zodiacais]]\n[[Categoria:Astrologia]]"}]},"2910359":{"pageid":2910359,"ns":0,"title":"William Walden Rubey","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{em tradu\u00e7\u00e3o|:en:William Walden Rubey}}\n\n{{Info/Cientista\n|nome =William Walden Rubey\n|imagem =\n|tamanho =250px\n|legenda =\n|nome_nativo =\n|data_nascimento ={{dni|19|12|1898|sem idade|lang=br}}\n|local_nascimento =[[Moberly]]\n|data_morte ={{falecimento e idade|12|4|1974|19|12|1898|lang=br}}\n|local_morte =[[Santa M\u00f4nica (Calif\u00f3rnia)|Santa M\u00f4nica]]\n|causa_morte =\n|pais_de_residencia =\n|nacionalidade ={{USAb}} [[Estados unidos|Estadunidense]]\n|etnicidade =\n|campo =[[Geologia]]\n|instituicao_trabalho=\n|alma_mater =\n|tese =\n|orientador =\n|orientado =\n|conhecido_por =\n|influenciado =\n|premio ={{nowrap|[[Medalha Penrose|Medalha Penrose (1963)]]}}, {{nowrap|[[Medalha Nacional de Ci\u00eancias|Medalha Nacional de Ci\u00eancias (1965)]]}}\n|conjuge =\n|religiao =\n|assinatura =\n|notas =\n}}\n'''William Walden Rubey''' ([[Moberly]], [[19 de dezembro]] de [[1898]] \u2014 [[Santa M\u00f4nica (Calif\u00f3rnia)|Santa M\u00f4nica]], [[12 de abril]] de [[1974]]) foi um [[Geologia|ge\u00f3logo]] [[Estados Unidos|estadunidense]].\n\n\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.ucla.edu/about/nationalscience/rubey.html UCLA's National Medal of Science Winner, William Walden Rubey]\n\n\n{{Medalha Penrose}}\n{{Medalha Nacional de Ci\u00eancias|physical}}\n\n{{DEFAULTSORT:Rubey, William Walden}}\n[[Categoria:Medalha Nacional de Ci\u00eancias]]\n[[Categoria:Ge\u00f3logos dos Estados Unidos]]"}]},"475589":{"pageid":475589,"ns":0,"title":"Mowa","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Desambigua\u00e7\u00e3o|Mowa}}\n*[[Mowa (\u00cdndia)]] \u2014 vila de Chhattisgarh, \u00cdndia\n*[[Grupo Mowa]] \u2014 empresa de de software brasileira\n\n{{Desambig-busca|vt=s|Mowa}}"}]},"2948421":{"pageid":2948421,"ns":0,"title":"Anabela Br\u00edgida","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Ator\n |nome = Anabela Br\u00edgida\n |ocupa\u00e7\u00e3o = [[Ator]]\n |imagem = \n |imagem_tamanho = \n |legenda = \n |nome_denascimento= Anabela Branco Br\u00edgida\n |nascimento_data = {{dnibr|21|10|1971}}\n |nascimento_local = [[Lisboa]], {{POR}}\n |nacionalidade = {{PRT}}\n |c\u00f4njuge = \n |pagina_oficial =\n |IMDB_id = 117616\n |globos_ouro = \n|outros_pr\u00e9mios =\n}}\n'''Anabela Branco Br\u00edgida''', mais conhecida por '''Anabela Br\u00edgida'''{{citar web|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131224092836/http://www.passmusica.pt/Passmusica/docs/Certidao%20de%20Lista%20de%20Associados%20GDA.ADG.pdf|arquivodata=2013-12-24|url=http://www.passmusica.pt/Passmusica/docs/Certidao%20de%20Lista%20de%20Associados%20GDA.ADG.pdf|t\u00edtulo=Certid\u00e3o de lista de associadas da Audiogest|data=25 de julho de 2007|publicado=IGAC/Minist\u00e9rio da Cultura|formato=pdf|acessodata=6 de Janeiro de 2014|urlmorta=yes}} ([[Lisboa]], [[21 de Outubro]] de [[1971]]) \u00e9 uma [[Ator|atriz]] [[Portugueses|portuguesa]]{{citar web |url=http://www2.dnoticias.pt/impressa/diario/44314/5-sentidos/62772-macbeth-no-centro-das-artes |titulo='Macbeth' no Centro das Artes |autor= |data= |publicado=[[Di\u00e1rio de Not\u00edcias da Madeira]] |acessodata=8 de novembro de 2010}}{{citar web |url=http://ipsilon.publico.pt/teatro/entrevista.aspx?id=235548 |titulo=Festival de Almada |autor= |data= |publicado=[[Jornal P\u00fablico]] |acessodata=8 de novembro de 2010}}\n\n== Televis\u00e3o ==\n1991/1993 - Clube Disney - Ela Pr\u00f3pria - Apresenta\u00e7\u00e3o deste Magazine Juvenil [[RTP1|- RTP1]]\n\n1992 - [[Andr\u00e9 Topa Tudo|Andr\u00e9 Topa Tudo -]] Participa\u00e7\u00e3o Especial - [[RTP1]]\n\n1996 - [[As Aventuras do Camilo|As Aventuras do Camilo -]] Enfermeira - Participa\u00e7\u00e3o Especial - [[Sociedade Independente de Comunica\u00e7\u00e3o|SIC]]\n\n1998 - [[Di\u00e1rio de Maria]] - Paula dos Santos Vieira - Elenco Principal [[RTP1|- RTP1]]\n\n1999 - [[Jornalistas]] - Ela Pr\u00f3pria - Actriz convidada [[Sociedade Independente de Comunica\u00e7\u00e3o|- SIC]]\n\n2000 [[Crian\u00e7as SOS|- Crian\u00e7as SOS]] - Actriz convidada [[TVI|- TVI]]\n\n2001 - [[O Bairro da Fonte]] - Actriz convidada [[Sociedade Independente de Comunica\u00e7\u00e3o|- SIC]] \n\n2001 - Super Pai - M\u00e9dica - Participa\u00e7\u00e3o Especial [[TVI|- TVI]]\n\n2002/2003 [[Amanhecer (telenovela)|- Amanhecer]] - Gra\u00e7a Raposo - Elenco Principal - [[TVI]]\n\n2004/2005 [[Os Batanetes|- Os Batanetes]] - V\u00e1rias Personagens - Elenco Adicional - [[TVI]]\n\n2006 - [[7 Vidas]] - Paula - Elenco Principal [[Sociedade Independente de Comunica\u00e7\u00e3o|- SIC]] \n\n2006 - Fala-me de Amor - Elenco Adicional [[TVI|- TVI]] \n\n2008 [[Casos da Vida|- Casos da Vida]] - Isabel - Elenco Principal - [[TVI]] \n\n2008 - [[Liberdade 21]] - Maria Eug\u00e9nia - Elenco Principal - [[RTP1]]\n\n2009 - [[Feiti\u00e7o de Amor|Feiti\u00e7o de Amor -]] Elenco Adicional [[TVI|- TVI]]\n\n2009 - [[Morangos Com A\u00e7\u00facar]] - Ros\u00e1rio Almeida - Elenco Principal - [[TVI]] \n\n2009 - [[Conex\u00e3o (miniss\u00e9rie)|Conex\u00e3o -]] Empregada Alvarez - Elenco Adicional [[TVG|- TVG]] e [[RTP1]]\n\n2010 - [[Maternidade|Maternidade -]] Actriz convidada - [[RTP1]]\n\n2011/2012 - [[Rem\u00e9dio Santo|Rem\u00e9dio Santo -]] Maria de Jesus - Elenco Principal [[TVI|- TVI]]\n\n2014 - [[Os Nossos Dias]] - Margarida - Elenco Principal[[RTP1|- RTP1]]\n\n2015 - [[Santa B\u00e1rbara]] - Aida Marques - Elenco Principal - [[TVI]]\n\n2020 - [[Terra Brava (telenovela)|Terra Brava]] - L\u00eddia - Elenco Principal\n==Filmografia==\n\n* Menos Nove, 1997\n\n* Golpe de Asa, 1998\n* Quando Troveja, 1999\n* Desvio 45, 2002\n* Dia de Feira, 2004\n* Algu\u00e9m Olhar\u00e1 Por ti, 2005\n\n* ''[[Photo (filme)|Photo]]'', 2012\n* As Horas de Luz, 2018\n* Donzela Que Vai \u00e0 Gurra, 2018\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{imdb nome|117616}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-ator-cinema}}\n\n[[Categoria:Atores do distrito de Lisboa]]\n[[Categoria:Naturais de Lisboa]]"}]},"2110201":{"pageid":2110201,"ns":0,"title":"Francisco de Santiago","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Francisco de Santiago''' (nascido com o nome '''Francisco (de) Veiga''') ([[Lisboa]], ca. 1578 \u2013 [[Sevilha]], [[13 de outubro]] de [[1646]]) foi um importante compositor [[portugueses|portugu\u00eas]] que trabalhou em [[Espanha]] durante o per\u00edodo do [[M\u00fasica do Renascimento|Renascimento]] tardio e [[M\u00fasica do Barroco|Barroco]] inicial.\n\n== Biografia ==\n\nFrancisco Veiga nasceu em [[Lisboa]] por volta de 1578.{{citar livro |ultimo=Machado |primeiro=Diogo Barbosa |data=1741 |titulo=Bibliotheca Lusitana |url=https://archive.org/stream/bibliothecalusit02barbuoft#page/274/mode/2up |local=Lisboa |editora=Oficina de Ant\u00f3nio Isidoro da Fonseca }} Aprendeu a arte da M\u00fasica na mesma cidade, hipoteticamente com [[Manuel Cardoso (compositor)|Manuel Cardoso]].{{citar livro | autor = Alberto \u00c1lvarez Calero | t\u00edtulo = Fray Francisco de Santiago: su m\u00fasica y su entorno | l\u00edngua = castelhano | data = 2013 | url = http://www.centrodedocumentacionmusicaldeandalucia.es/estaticos/publicaciones//fray-francisco-de-santiago/fray-francisco-de-santiago.pdf | formato = pdf}} Aproveitando a facilidade de circula\u00e7\u00e3o durante a [[Uni\u00e3o Ib\u00e9rica]], deslocou-se ao reino de Castela em busca de trabalho como [[mestre de capela]]. Inicialmente conseguiu esse posto na [[Catedral Nova de Plasencia|catedral de Plasencia]], [[Espanha]], em [[16 de fevereiro]] de [[1596]] mas por desentendimentos v\u00e1rios devido \u00e0 sua grande inexperi\u00eancia profissional, foi despedido poucos meses depois.\n\n[[Imagem:Sevilla Cathedral - Southeast.jpg|thumb|Catedral de Sevilha]]\nPor essa altura dirigiu-se a [[Madrid]], onde se tornou religioso da [[Ordem do Carmo|Ordem dos Carmelitas Cal\u00e7ados]], adotando o nome Francisco de Santiago. Na comunidade madrilena do {{Ill|es|Convento del Carmen Calzado|Convento del Carmen Calzado (Madrid)}} desempenhou igualmente fun\u00e7\u00f5es como mestre de capela, ainda que de forma francamente residual. Na [[Catedral de Sevilha]] que encontrou o seu cimeiro e derradeiro cargo, sucedendo a {{Ill|es|Alonso Lobo|Alonso Lobo}}, oficialmente desde [[15 de abril]] de [[1617]].\n\nSegundo [[Diogo Barbosa Machado]] foi \u201cum dos mais c\u00e9lebres professores de m\u00fasica que floresceram na sua idade\u201d e, de facto, a sua produ\u00e7\u00e3o musical circulou intensamente na [[Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica]] e col\u00f3nias americanas, destacando-o como um dos mais importantes compositores do [[M\u00fasica do Barroco|Barroco]] inicial. Embora o seu local trabalho fosse Castela, passou temporadas em Portugal, especificamente no [[Pa\u00e7o Ducal de Vila Vi\u00e7osa]]. Foi, ali\u00e1s, um dos compositores preferidos de [[D. Jo\u00e3o IV]], ainda na condi\u00e7\u00e3o de [[duque de Bragan\u00e7a]], desenvolvendo-se entre eles uma rela\u00e7\u00e3o de amizade e [[mecenato]]. No seu c\u00edrculo de rela\u00e7\u00f5es encontrava-se provavelmente tamb\u00e9m o famoso pintor [[Diego Vel\u00e1squez]] e compositor [[Manuel Correia]].\n\nFoi mestre de capela da [[Catedral de Sevilha]] at\u00e9 [[1643]]. Morreu na mesma cidade a [[13 de outubro]] de [[1646]].\n\n== Obras ==\n\nA [[Biblioteca Real de M\u00fasica]] reunia antes da sua destrui\u00e7\u00e3o pelo [[sismo de Lisboa de 1755]] uma enorme quantidade de obras da sua autoria (601 obras no total com 538 [[vilancico barroco|vilancicos]], mas tamb\u00e9m missas, salmos, respons\u00f3rios e motetes) e ainda um destacado retrato seu de corpo inteiro.{{citar livro |ultimo=Vieira |primeiro=Ernesto |data=1900 |titulo=Diccionario Biographico de Musicos Portuguezes |url=https://archive.org/stream/diccionariobiog00vieigoog#page/n980/mode/1up |local=Lisboa |editora=Tipografia Matos Moreira & Pinheiro}} Algumas obras subsistem em arquivos em variados arquivos em [[Espanha]], [[Portugal]], [[M\u00e9xico]] e [[Bol\u00edvia]]:\n\n=== Vilancicos ===\n\n* \"Ay como flecha la ni\u00f1a\" a 3vv ([[vilancico barroco|vilancico]] da [[Imaculada Concei\u00e7\u00e3o]])\u2731\n* \"Que por all\u00ed por all\u00e1\" ([[vilancico barroco|vilancico]] da [[Imaculada Concei\u00e7\u00e3o]])\u2731\n* \"Muy de veras estamos pastores\" a 2 e 6vv ([[vilancico barroco|vilancico]] do [[Natal]]; [[D. Jo\u00e3o IV]] classificou-o como \"Muito Bom\")\u2731\n* \"Qu\u00e9 mesura se\u00f1ores es esta\" a 8vv ([[ensalada]] do [[Natal]])\u2731\n* \"T\u00edrale flechas\" / \"Zagalejo hermoso\" a 4vv e 8vv ([[vilancico barroco|vilancico]] do [[Natal]])\u2731\n* \"Tus divinas l\u00e1grimas bellas\" ([[vilancico barroco|vilancico]] do [[Natal]])\u2731\n* \"Un Cupido nos ha nacido\" a 4 e 6vv ([[vilancico barroco|vilancico]] do [[Natal]]; [[D. Jo\u00e3o IV]] classificou-o como \"Muito Bom\")\u2731\n* \"Si tembl\u00e1is de amores\" / \"Y dice ven\" ([[vilancico barroco|vilancico]] negro dos [[Dia de Reis|Reis]])\u2731\n* \"Yo alcanzo, yo gozo y vivo, yo canto\" ([[vilancico barroco|vilancico]] dos [[Dia de Reis|Reis]])\u2731\n* \"Alegraos con la primavera\" / \"Este si, que es galan soberano\" a 3vv e 7vv ([[vilancico barroco|vilancico]] do [[Sant\u00edssimo Sacramento]])\u2731\n* \"El que esta dulce comida\" ([[vilancico barroco|vilancico]] do [[Sant\u00edssimo Sacramento]])\n* \"Que se ausenta y nos dexa\" ([[vilancico barroco|vilancico]] da [[Ascens\u00e3o de Jesus]])\n* \"El lucero que cay\u00f3\" a 3 e 6vv ([[vilancico barroco|vilancico]])\u2731\n* \"Arroyuelo presuroso\" a 4vv (tono humano)\n\n=== Obras em latim ===\n\n* \"Missa de Batalha\" a 8vv ([[D. Jo\u00e3o IV]] classificou-a como \"Muito Boa\")\u2731\n* \"Beatus vir\" a 10vv ([[D. Jo\u00e3o IV]] classificou-a como \"Muito Boa\")\u2731\n* \"Regina coeli laetare\" ([[D. Jo\u00e3o IV]] classificou-a como \"Boa\")\u2731\n* \"Conceptio tua\" a 5vv (da [[Imaculada Concei\u00e7\u00e3o]])\n* \"Conceptio tua\" a 9vv (da [[Imaculada Concei\u00e7\u00e3o]])\n* \"Nec lingua valet\" a 5vv (do [[Festa do Sant\u00edssimo Nome de Jesus|Santo Nome de Jesus]])\n* \"Nos apunturis\" / \"Plaudat turba\" a 5vv (da [[Coroa de espinhos|Coroa\u00e7\u00e3o de espinhos]])\u2731\n* \"Virginis summe\" a 5vv (de [[S\u00e3o Miguel Arcanjo]])\u2731\n* \"Missa\" (incompleta){{citar web |url=http://fonoteca.cm-lisboa.pt/cgi-bin/info3.pl?2470&BIB&0 |titulo=Antologia de polifonia portuguesa |publicado=Fonoteca}}\n\n\u2731 - Existia um exemplar tamb\u00e9m na [[Biblioteca Real de M\u00fasica]], segundo o ''Index''.{{citar livro |data=1649 |titulo=Primeira Parte do Index da Livraria de M\u00fasica do Muito Alto, e Poderoso Rei Dom Jo\u00e3o o IV, Nosso Senhor |url=https://books.google.pt/books?id=V8UPAAAAYAAJ&hl=pt-PT&source=gbs_navlinks_s |local=Porto |editora=Imprensa Portuguesa}}\n\n== Grava\u00e7\u00f5es ==\n\n* 1993 \u2014 '''''Nueva Espa\u00f1a - Close Encounters of the New World'''''. Boston Camerata & Joel Cohen. Erato Disques. Faixa 8: \"Que se ausenta y nos dexa\".\n* 2001 \u2014 '''''Renaissance Faire'''''. St. Louis Brass Quintet. Summit Records. Faixa 13: \"T\u00edrale flechas\".\n* 2005 \u2014 '''''Esperar, sentir, morir'''''. Charivari Agr\u00e9able & Kah-Ming Ng. Signum Records. Faixa 13: \"Que se ausenta y nos dexa\".\n* 2010 \u2014 '''''Del Mar del Alma'''''. M\u00fasica Ficta. Arion. Faixa 15: \"Que se ausenta y nos dexa\" e Faixa 17: \"T\u00edrale flechas\".\n* 2014 \u2014 '''''Villancicos de la Colecci\u00f3n S\u00e1nchez Garza'''''. Bona F\u00e9. Macchina Tempo. Faixa 9: \"Ay como flecha la ni\u00f1a\".\n* 2015 \u2014 '''''Sonidos barrocos del Carmen'''''. Coro Maese Rodrigo. Faixa 2: \"Qu\u00e9 mesura se\u00f1ores es esta\"; Faixa 3: \"Alegraos con la primavera\"; Faixa 4: \"El que esta dulce comida\"; Faixa 5: \"Tus divinas l\u00e1grimas bellas\".\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Manuel Cardoso (compositor)]]\n* [[Catedral Nova de Plasencia]]\n* [[Catedral de Sevilha]]\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*{{IMSLP|id=Santiago, Francisco de|Francisco de Santiago}}\n* {{Link||2=http://www.centrodedocumentacionmusicaldeandalucia.es/opencms/publicaciones/2013/fray-francisco-de-santiago |3=Obras de Francisco de Santiago transcritas por Alberto \u00c1lvarez Calero}}.\n\n{{Compositores lus\u00f3fonos}}\n{{Portal3|Biografias|M\u00fasica|Portugal|Espanha}}\n\n{{NM|?|1646|Francisco Santiago}}\n\n{{DEFAULTSORT:Francisco Santiago}}\n[[Categoria:Naturais de Lisboa]]\n[[Categoria:Compositores de Portugal]]\n[[Categoria:Compositores do Renascimento]]\n[[Categoria:Compositores do Barroco]]\n[[Categoria:Mestres de capela]]\n[[Categoria:Portugueses do s\u00e9culo XVI]]\n[[Categoria:Portugueses do s\u00e9culo XVII]]"}]},"5274791":{"pageid":5274791,"ns":0,"title":"R\u00e1dio Iracema","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig| redir=CBN Fortaleza| a atual afiliada da CBN em Fortaleza | R\u00e1dio O Povo CBN}}\n{{Info/Emissora de r\u00e1dio\n | nome = R\u00e1dio Iracema\n | imagem = \n | imagem_tamanho = \n | legenda = \n | raz\u00e3o_social = R\u00e1dio Iracema de Fortaleza Ltda.\n | pa\u00eds = [[Brasil]]\n | freq = [[R\u00e1dio AM|AM]] 1300 [[kHz]]\n | canal = \n | sede = [[Fortaleza]], [[Cear\u00e1|CE]]\n | slogan = \n | fundado = {{dtlink|9|10|1948|idade}}\n | fundador = Flavio Barreto Parente
Jos\u00e9 Barreto Parente
Jos\u00e9 Josino da Costa\n | pertence a = Grupo Empresarial Etevaldo Nogueira\n | dono = Francisco Magno Nogueira Lima\n | antigo_dono = [[Etevaldo Nogueira]]\n | s\u00f3cio = Andr\u00e9 Nogueira de Lima
Maria Marly Nogueira Lima\n | emissoras pr\u00f3prias = \n | audi\u00eancia = \n | formato = \n | g\u00eanero = [[M\u00fasica gospel]]\n | faixa_et\u00e1ria = \n | afilia\u00e7\u00f5es = \n | afilia\u00e7\u00f5es_anteriores = [[Central Brasileira de Not\u00edcias|CBN]] (1995-1996)
[[R\u00e1dio Deus \u00c9 Amor]] (1996-2017)\n | l\u00edngua = [[Portugu\u00eas brasileiro|Portugu\u00eas]]\n | prefixo = ZYH 586\n | prefixos anteriores = ZYB 62
ZYR 7\n | nomes anteriores = CBN Fortaleza (1995-1996)\n | irmaos = \n | cobertura = \n | coor_transmissor = \n | pot\u00eancia = 10 [[Quilowatt|kW]]\n | classe = B\n | rds = \n | webcast = \n | app = \n | site_oficial = \n | antecessora = \n | sucessora = \n}}\n'''R\u00e1dio Iracema''' \u00e9 uma [[emissora de r\u00e1dio]] [[brasil]]eira sediada em [[Fortaleza]], capital do estado do [[Cear\u00e1]]. Opera no dial [[R\u00e1dio AM|AM]], na frequ\u00eancia 1300 [[kHz]]. Foi fundada atrav\u00e9s de uma sociedade entre os irm\u00e3os Flavio Barreto Parente e Jos\u00e9 Barreto Parente e do empres\u00e1rio Jos\u00e9 Josino da Costa, em 9 de outubro de 1948. {{Citar peri\u00f3dico |autor=PINHEIRO, A.; LIMA, N.; MARQUES, P.|data=|ano=2010|mes= |titulo=Panorama do R\u00e1dio em Fortaleza|jornal=Intercom \u2013 Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunica\u00e7\u00e3o|volume= |numero= |paginas=1-15|editora=|local=Fortaleza|issn= |pmid= |doi= |bibcode= |oclc= |id= |url=http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2010/resumos/R5-0130-1.pdf|lingua2= |lingua3= |idioma=portugu\u00eas brasileiro|formato= |acessadoem=1\u00ba de agosto de 2016|aspas= |notas= }} \u00c9 controlada pelo Grupo Empresarial Etevaldo Nogueira, do empres\u00e1rio Francisco Magno Nogueira Lima.\n\n== Hist\u00f3ria ==\nA iniciativa de inaugurar uma nova r\u00e1dio em Fortaleza partiu de uma sociedade entre os irm\u00e3os Jos\u00e9 Barreto Parente, Flavio Barreto Parente, Jos\u00e9 Josino da Costa \u2014 ligado ao empres\u00e1rio Walter de S\u00e1 Cavalcante, ent\u00e3o diretor do jornal ''[[O Estado (Cear\u00e1)|O Estado]]'' \u2014 e mais 22 personalidades em 1\u00ba de agosto de 1945.{{citar web|url=http://www.fortalezanobre.com.br/2010/05/radio-iracema.html|t\u00edtulo=R\u00e1dio Iracema|acessodata=14 de dezembro de 2016|autor=Leila Nobre|coautores= |data=7 de maio de 2010|obra=Fortaleza Nobre|publicado=|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} Segunda emissora de r\u00e1dio fundada em Fortaleza, a Iracema foi fundada em 9 de outubro de 1948, \u00e0s 16h, num evento ocorrido na [[Pra\u00e7a Jos\u00e9 de Alencar (Fortaleza)|Pra\u00e7a Jos\u00e9 de Alencar]], com apresenta\u00e7\u00e3o do radialista [[C\u00e9sar de Alencar]], que na \u00e9poca trabalhava na [[R\u00e1dio Nacional Rio de Janeiro|R\u00e1dio Nacional do Rio de Janeiro]].{{citar web|url=http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/caderno-3/guardia-do-tesouro-1.549843|t\u00edtulo=Guardi\u00e3 do tesouro|acessodata=14 de dezembro de 2016|autor=Ana Quezado|data=2 de janeiro de 2005|obra=Di\u00e1rio do Nordeste|publicado=|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} Estavam presentes [[Luiz Gonzaga]], [[Heleninha Costa]], [[Ruy Rey]] e sua orquestra. Suas instala\u00e7\u00f5es iniciais eram localizadas no segundo andar do Edif\u00edcio Vit\u00f3ria, na esquina das ruas Guilherme Rocha e Bar\u00e3o do Rio Branco.{{citar web|url=http://www.fortalezaemfotos.com.br/2010/08/radio-iracema-de-fortaleza.html|t\u00edtulo=R\u00e1dio Iracema de Fortaleza|acessodata=14 de dezembro de 2016|autor=F\u00e1tima Garcia|coautores= |data=12 de agosto de 2010|obra=Fortaleza em Fotos|publicado=|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} Foi nesta instala\u00e7\u00e3o que a r\u00e1dio chamava a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico com espet\u00e1culos encenados no ''roof-garden'', o audit\u00f3rio ao ar livre da emissora. {{Citar peri\u00f3dico |autor=RODRIGUES, F. I. F.; SILVA, E. H.|data=|ano=2009|mes= |titulo=A populariza\u00e7\u00e3o do R\u00e1dio no Cear\u00e1 na d\u00e9cada de 1940|jornal=VII Encontro Nacional de Hist\u00f3ria da M\u00eddia|volume= |numero= |paginas=1-20|editora=|local=Fortaleza, Cear\u00e1|issn= |pmid= |doi= |bibcode= |oclc= |id= |url=http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/encontros-nacionais/7o-encontro-2009-1/A%20popularizacao%20do%20Radio%20no%20Ceara%20na%20decada%20de%201940.pdf|lingua2= |lingua3= |idioma=portugu\u00eas brasileiro|formato= |acessadoem=1\u00ba de agosto de 2016|aspas= |notas= }} \n\nEntre os primeiros contratados da emissora estavam Paulo Lopes Filho, Peixoto Alencar, Antonio de Almeida, Barbosa Filho (departamento esportivo) e Hirano Meireles (discotec\u00e1rio). Em mar\u00e7o de 1949, a r\u00e1dio contratou o jornalista Armando Vasconcelos, que fundou o departamento de jornais falados e reportagens e criou o ''Grande Jornal Sonoro Iracema'', comandando a reda\u00e7\u00e3o e a locu\u00e7\u00e3o. [[Irapuan Lima]] comandava o programa ''R\u00e1dio-Baile'', nas noites de s\u00e1bado, e o ''A Garotada se Diverte'', formando assim uma programa\u00e7\u00e3o de estilos variados. A partir de 1951, passou a constituir a Rede Iracemista de R\u00e1dios, lan\u00e7ando em 15 de novembro a [[R\u00e1dio Iracema do Cariri]],{{citar web|url=http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/regional/amplificadoras-dao-inicio-ao-radio-no-cariri-1.226253|t\u00edtulo=Amplificadoras d\u00e3o in\u00edcio ao r\u00e1dio no Cariri|acessodata=14 de dezembro de 2016|data=22 de setembro de 2005|obra=Di\u00e1rio do Nordeste|publicado=|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} a primeira emissora de r\u00e1dio da regi\u00e3o. {{Citar peri\u00f3dico |autor=COSTA, D. S.; SALMITO, R. R.|data=|ano=2012|mes= |titulo=Um estudo sobre a rela\u00e7\u00e3o da R\u00e1dio Iracema de Juazeiro do Norte-CE com a Igreja Universal do Reino de Deus|jornal=Intercom \u2013 Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunica\u00e7\u00e3o|volume= |numero= |paginas=1-15|editora=|local=Recife, PE|issn= |pmid= |doi= |bibcode= |oclc= |id= |url=http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2012/resumos/R32-0384-1.pdf|lingua2= |lingua3= |idioma=portugu\u00eas brasileiro|formato= |acessadoem=1\u00ba de agosto de 2016|aspas= |notas= }} Em 22 de novembro de 1952, foi inaugurada a R\u00e1dio Iracema de Sobral e em 15 de agosto de 1959, a [[AM Cidade|R\u00e1dio Iracema de Maranguape]].{{citar web|url=http://www.opovo.com.br/app/acervo/fotoshistoricas/2013/08/20/noticiasfotoshistoricas,3114053/radio-iracema-da-maranguape.shtml|t\u00edtulo=R\u00e1dio Iracema de Maranguape|acessodata=14 de dezembro de 2016|autor=Rebeca Sousa|coautores= |data=20 de outubro de 2013|obra=O Povo|publicado=|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} A emissora de Iguatu viria a ser lan\u00e7ada em 16 de junho de 1962.{{citar web|url=http://portal.ceara.pro.br/index.php?option=com_content&view=article&id=30500&catid=332&Itemid=101|t\u00edtulo=Iguatu: inaugura\u00e7\u00e3o da R\u00e1dio Iracema|acessodata=24 de fevereiro de 2018|data=2010|obra=Revista do Instituto do Cear\u00e1}} Apesar da tentativa, o projeto de rede n\u00e3o funcionou como esperado.\n\nEm 1952, Jos\u00e9 Josino Costa deixou o grupo e foi substitu\u00eddo por Jos\u00e9 Pessoa de Ara\u00fajo. Em 9 de outubro de 1954, a R\u00e1dio Iracema transferiu sua sede para o Edif\u00edcio Guarany, na Pra\u00e7a Jos\u00e9 de Alencar. Em 15 de novembro de 1954, estreava o programa ''Fim de Semana na Taba'', comandado pelo jornalista Armando Vasconcelos.{{citar web|url=http://www.fortalezanobre.com.br/2012/08/a-era-das-estrelas-do-radio.html|t\u00edtulo=A era das estrelas do r\u00e1dio|acessodata=14 de dezembro de 2016|coautores= |data=14 de fevereiro de 2010|obra=Di\u00e1rio do Nordeste|publicado=Fortaleza Nobre|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} Em setembro de 1957, promoveu um grande show para comemorar seus 9 anos de funda\u00e7\u00e3o.{{citar web|url=http://www.opovo.com.br/app/acervo/entretenimento/2015/10/06/notentretenimentocervo,3515216/aniversario-da-radio-iracema-de-fortaleza.shtml|t\u00edtulo=Anivers\u00e1rio da R\u00e1dio Iracema de Fortaleza|acessodata=14 de dezembro de 2016|autor=Flavius J\u00fanior|coautores= |data=6 de outubro de 2015|obra=O Povo|publicado=|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} Na d\u00e9cada de 1960, a r\u00e1dio \u00e9 adquirida pelo Grupo Catu, que a repassou ao publicit\u00e1rio Anast\u00e1cio de Souza. O mesmo vendeu a rede de r\u00e1dios ao ex-governador [[Adauto Bezerra]], que a revendeu ao empres\u00e1rio [[Etevaldo Nogueira]].\n\nEm 16 de fevereiro de 1972, a Iracema deixa o Edif\u00edcio Guarany, que havia sido comprado pela [[Prefeitura de Fortaleza]], que demoliu e construiu a instala\u00e7\u00e3o do \"Beco da Poeira\".{{citar web|url=http://www.oestadoce.com.br/opiniao/reminiscencias|t\u00edtulo=Reminisc\u00eancias|acessodata=14 de dezembro de 2016|coautores= |data=24 de setembro de 2012|obra=O Estado|publicado=|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }} A r\u00e1dio passa a ser instalada no 12\u00ba andar do Edif\u00edcio Senador, localizado na Rua Senador Pompeu. A mudan\u00e7a, aliada na populariza\u00e7\u00e3o da televis\u00e3o, fez com que a emissora retirasse do ar os programas de audit\u00f3rio. Posteriormente, migrou suas instala\u00e7\u00f5es para a [[Aldeota]]. Naquele momento, a r\u00e1dio j\u00e1 mantinha uma programa\u00e7\u00e3o com predomin\u00e2ncia musical. Na d\u00e9cada de 1990, passou a fazer parte do Grupo Empresarial Etevaldo Nogueira, sob o comando do empres\u00e1rio Francisco Magno Nogueira, parente de Etevaldo. Em 1994, com dire\u00e7\u00e3o de programa\u00e7\u00e3o de Cl\u00e1udio Teran, a emissora passou por moderniza\u00e7\u00e3o e ganhou nova programa\u00e7\u00e3o. Em 1995, se afiliou \u00e0 [[Central Brasileira de Not\u00edcias|CBN]] e passou a se chamar CBN Fortaleza, permanecendo com formato ''all news'' somente por um ano, quando a programa\u00e7\u00e3o da emissora \u00e9 arrendada para a [[Igreja Pentecostal Deus \u00e9 Amor]], retransmitindo o sinal da [[R\u00e1dio Deus \u00e9 Amor]]. Em 2014, solicitou junto ao [[Minist\u00e9rio das Comunica\u00e7\u00f5es (Brasil)|Minist\u00e9rio das Comunica\u00e7\u00f5es]] a migra\u00e7\u00e3o para o dial FM.{{citar web|url=http://blog.opovo.com.br/blogdoeliomar/ministerio-das-comunicacoes-divulga-lista-de-ams-ceara-que-querem-virar-fm/|t\u00edtulo=Minist\u00e9rio das Comunica\u00e7\u00f5es divulga lista de AMs do Cear\u00e1 que querem virar FM|acessodata=11 de dezembro de 2016|autor=Eliomar de Lima|coautores= |data=9 de maio de 2014|obra=Blog do Eliomar|publicado=O Povo|l\u00edngua=portugu\u00eas|cita\u00e7\u00e3o= }}\n\nNo segundo semestre de 2017, a R\u00e1dio Iracema encerrou o arrendamento com a Igreja Pentecostal Deus \u00e9 Amor, ocorrido que s\u00f3 foi percebido em 28 de novembro, permanecendo fora do ar desde ent\u00e3o.{{citar web|url=https://tudoradio.com/noticias/ver/18639-extra-deus-e-amor-encerra-transmissoes-em-fortaleza|t\u00edtulo=Extra: Deus \u00e9 Amor encerra transmiss\u00f5es em Fortaleza|acessodata=2 de dezembro de 2017|autor=Daniel Starck|data=28 de novembro de 2017|obra=Tudo R\u00e1dio}} Na \u00e9poca, foi dito que a emissora estava esperando novos equipamentos para colocar no ar uma nova programa\u00e7\u00e3o.https://blogdocleantocarneiro.blogspot.com/2017/11/radio-iracema-de-fortaleza-deixou-de.html A emissora s\u00f3 voltou a operar em 29 de mar\u00e7o de 2019, veiculando m\u00fasicas de estilo gospel, transmitindo tamb\u00e9m cultos religiosos durante poucas semanas.{{citar web |url=http://gentedemidia.blogspot.com/2019/03/radio-volta-das-que-nao-foram-iracema.html |titulo=R\u00c1DIO. A volta das que n\u00e3o foram: a Iracema est\u00e1 viva |autor=[[Nonato Albuquerque]] |data=29 de mar\u00e7o de 2019 |publicado=Gente de M\u00eddia}} \n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio de Fortaleza}}\n\n[[Categoria:Esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio de Fortaleza]]\n[[Categoria:M\u00eddia em Fortaleza]]\n[[Categoria:Esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio fundadas em 1948]]"}]},"6172":{"pageid":6172,"ns":0,"title":"Santa Justa (Arraiolos)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Portugal/Antiga freguesia\n|nome = Santa Justa\n|concelho = [[Arraiolos]]\n|funda\u00e7\u00e3o = \n|extin\u00e7\u00e3o = [[28 de janeiro]] de [[2013]]\n|concelho_actual = Arraiolos\n|freguesia_atual = [[Uni\u00e3o das Freguesias de S\u00e3o Greg\u00f3rio e Santa Justa|S\u00e3o Greg\u00f3rio e Santa Justa]]\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|imagem_bandeira = \n|imagem_escudo = ARL-sjusta.png\n|latd=38 |latm=45 |lats=02\n|longd=7 |longm=50 |longs=37\n|\u00e1rea = 42.90\n|popula\u00e7\u00e3o_total = 225\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2011\n|popula\u00e7\u00e3o_est =\n|popula\u00e7\u00e3o_est_em =\n|gent\u00edlico = \n|orago = [[Santa Justa]]\n}}\n'''Santa Justa''' foi uma [[freguesia]] [[Portugal|portuguesa]] do [[Munic\u00edpio (Portugal)|munic\u00edpio]] de [[Arraiolos]], com 42,92 km\u00b2 de \u00e1rea e 225 habitantes (2011). Densidade: 5,2 hab/km\u00b2.\n==Popula\u00e7\u00e3o==\t\n{| {{prettytable1|center}}\t\n! colspan=\"15\" | Popula\u00e7\u00e3o da freguesia de Santa Justa Instituto Nacional de Estat\u00edstica (Recenseamentos Gerais da Popula\u00e7\u00e3o) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes \t\n|- bgcolor=\"#C0C0C0\"\t\n| align=\"center\" | 1864\t\n| align=\"center\" | 1878\t\n| align=\"center\" | 1890\t\n| align=\"center\" | 1900\t\n| align=\"center\" | 1911\t\n| align=\"center\" | 1920\t\n| align=\"center\" | 1930\t\n| align=\"center\" | 1940\t\n| align=\"center\" | 1950\t\n| align=\"center\" | 1960\t\n| align=\"center\" | 1970\t\n| align=\"center\" | 1981\t\n| align=\"center\" | 1991\t\n| align=\"center\" | 2001\t\n| align=\"center\" | 2011\t\n|-\t\n| align=\"center\" |\t436\n| align=\"center\" |\t560\n| align=\"center\" |\t486\n| align=\"center\" |\t532\n| align=\"center\" |\t533\n| align=\"center\" |\t568\n| align=\"center\" |\t534\n| align=\"center\" |\t760\n| align=\"center\" |\t737\n| align=\"center\" |\t672\n| align=\"center\" |\t461\n| align=\"center\" |\t332\n| align=\"center\" |\t280\n| align=\"center\" |\t226\n| align=\"center\" |\t225\n|}\t\n\n== Hist\u00f3ria ==\nA freguesia de Santa Justa j\u00e1 pertenceu ao extinto [[concelho]] de [[Vimieiro (Arraiolos)|Vimieiro]]. Com a extin\u00e7\u00e3o deste concelho Santa Justa passou, tal como o Vimieiro, a integrar o concelho de [[Arraiolos]].\n\nFoi extinta em 2013, no \u00e2mbito de uma reforma administrativa nacional, tendo sido agregada \u00e0 freguesia de [[S\u00e3o Greg\u00f3rio (Arraiolos)|S\u00e3o Greg\u00f3rio]], para formar uma nova freguesia denominada [[Uni\u00e3o das Freguesias de S\u00e3o Greg\u00f3rio e Santa Justa]] com sede em S\u00e3o Greg\u00f3rio.''Di\u00e1rio da Rep\u00fablica'', 1.\u00aa S\u00e9rie, n.\u00ba 19, [http://dre.pt/pdf1sdip/2013/01/01901/0000200147.pdf Lei n.\u00ba 11-A/2013 de 28 de janeiro (Reorganiza\u00e7\u00e3o administrativa do territ\u00f3rio das freguesias)]. Acedido a 2 de fevereiro de 2013.\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-freguesiaspt}}\n{{Portal3|Portugal}}\n\n{{DEFAULTSORT:Santa Justa (Arraiolos)}}\n[[Categoria:Antigas freguesias de Arraiolos]]\n[[Categoria:Antigas freguesias do Vimieiro (Arraiolos)]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:ARL-sjusta.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disc Plain red (edge).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Portugal.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Monsanto interior da aldeia.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Portugal location map.svg"}]},"5124796":{"pageid":5124796,"ns":0,"title":"Dead drop (Espionagem)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"Um '''dead drop''' ou '''dead letter box\u00a0'''\u00e9 um m\u00e9todo de [[espionagem]]\u00a0usado para passar a itens ou informa\u00e7\u00f5es entre dois indiv\u00edduos (por exemplo, um chefe de casos e o agente, ou entre dois agentes), utilizando um local secreto, desobrigando-os de se encontrarem diretamente e, assim, manterem a seguran\u00e7a operacional. O m\u00e9todo est\u00e1 se contrasta com o \u00a0'''live drop''', assim chamado porque duas pessoas se encontram para trocar itens ou informa\u00e7\u00f5es.\n\n== Vis\u00e3o geral ==\nEspi\u00f5es (agentes da intelig\u00eancia encobertos) e seus mestres s\u00e3o conhecidos por executar ''dead drops'', utilizando v\u00e1rias t\u00e9cnicas para ocultar itens (tais como dinheiro, segredos ou instru\u00e7\u00f5es), e para sinalizar que o ''drop''\u00a0foi realizado. Embora o sinal e a localiza\u00e7\u00e3o devem ser acordada com anteced\u00eancia , o sinal pode ou n\u00e3o pode ser localizado, perto do pr\u00f3prio ''dead drop'', e os operativos n\u00e3o necessariamente se conhecem ou jamais v\u00e3o se conhecerem.\n\n== Considera\u00e7\u00f5es ==\nA localiza\u00e7\u00e3o e a natureza dos ''dead drops''\u00a0devem permitir a recupera\u00e7\u00e3o de item escondido sem os operativos serem percebidos por um membro do p\u00fablico, a pol\u00edcia, \u00a0ou outras for\u00e7as de seguran\u00e7a\u2014, portanto, itens comuns de uso di\u00e1rios e \u00a0comportamentos similares s\u00e3o utilizados para evitar levantar suspeitas. Qualquer local oculto pode servir, embora, muitas vezes, um ''''disjuntor''''\u00a0\u00e9 utilizado, como um tijolo frouxo em uma parede, \u00a0um livro de biblioteca com espa\u00e7o ''cavado'' dentro, ou um buraco em uma \u00e1rvore.\n[[Ficheiro:Dead_drop_spike.jpg|direita|miniaturadaimagem|Dead drop spike]]\nO \u00a0'''espinho de'''\u00a0'''dead drop\u00a0'''\u00e9 um aparato de dissimula\u00e7\u00e3o\u00a0semelhante a um [[Geocaching|microcache]]. Ele tem sido usado desde o final da d\u00e9cada de 1960, para ocultar o dinheiro, mapas, documentos, [[microfilme]]s\u00a0e outros itens. O espinho \u00e9 a prova de \u00e1gua e [[M\u00edldio|mofo]]\u00a0e pode ser enfiado no ch\u00e3o, ou colocado em uma corrente rasa e ser recuperado em um momento posterior.\n\nDispositivos de sinaliza\u00e7\u00e3o podem incluir uma marca de giz na parede, um peda\u00e7o de chiclete em um poste de luz, ou um jornal deixado em um banco do parque. Alternativamente, o sinal pode ser feita a partir da pr\u00f3pria casa do agente, como, por exemplo, pendurar uma toalha de certa cor e m uma varanda, ou colocar um vaso de plantas no parapeito de uma janela vis\u00edvel para qualquer pessoa na rua. O\u00a0''toupeira''\u00a0sovi\u00e9tico condenado da\u00a0CIA, Aldrich Ames,\u00a0deixava marcas de giz em uma [[caixa de correio]] em [[Washington, D.C.]] para sinalizar seus mestres russos de que ele tinha feito um dead drop para eles.\n\n== Desvantagens ==\nEnquanto o m\u00e9todo dead drop \u00e9 \u00fatil para prevenir a captura instant\u00e2nea de um par operativo/mestre\u00a0ou uma rede inteira, ele n\u00e3o \u00e9 infal\u00edvel. Se um dos operadores \u00e9 comprometido, eles podem revelar o local e o sinal espec\u00edfico para o dead drop espec\u00edfico. A c[[Contraespionagem|ontra-intelig\u00eancia]] , pode, em seguida, usar o sinal, enquanto mant\u00e9m o local sob vigil\u00e2ncia, e pode em seguida capturar os outros operativos, sem que eles jamais suspeitem que sua rede foi inflitrada.\n\n== T\u00e9cnicas Modernas ==\nEm 23 de Janeiro, a FSB russa acusou a Gr\u00e3-Bretanha de utilizar dead drops wi-fi escondidos em pedras ocas para coletar material de agentes na R\u00fassia. De acordo com autoridades russas, o agente entregando informa\u00e7\u00e3o se aproximaria da pedra e transmitira os dados sem fio para dentro dela a partir de um aparelho port\u00e1til, e ent\u00e3o os mestres brit\u00e2nicos poderiam pegar os dados da mesma maneira.\u00a0{{Citar web|primeiro=The Guardian|titulo=Moscow names British 'spies' in NGO row|url=http://www.guardian.co.uk/world/2006/jan/23/russia.politics|acessodata=8 de abril de 2012|autor=Nick Paton Walsh|data=23 de janeiro de 2006}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Espionagem|Espionage]]m\n* PirateBox\n* [[USB dead drop]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* [http://www.iht.com/articles/2006/01/23/news/spy.php \"Russians accuse 4 Britons of spying\"].International Herald Tribune. January 24, 2006. News report on Russian discovery of British \"wireless dead drop\".\n* [http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/4639758.stm \"Old spying lives on in new ways\"]. [[British Broadcasting Corporation|BBC]]. 23 January 2006.\n* [http://www.iht.com/articles/2006/04/27/news/spain.php Madrid suspects tied to e-mail ruse]. International Herald Tribune. April 28, 2006.\n* [http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/politics/2307673/Military-secrets-missing-on-Ministry-of-Defence-computer-files.html?DCMP=EMC-new_19072008 Military secrets missing on Ministry of Defence computer files]\n\n== Leitura adicional ==\n* Robert Wallace and H. Keith Melton, with Henry R. Schlesinger, ''Spycraft: The Secret History of the CIA's Spytechs, from Communism to al-Qaeda'', New York, Dutton, 2008. [[:en:Special:BookSources/0525949801|ISBN 0-525-94980-1]].\n\n[[Categoria:Espionagem]]"}]},"3670530":{"pageid":3670530,"ns":0,"title":"Espoir Sportif de Hammam-Sousse","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=novembro de 2020}}\n{{Info/Clube de futebol \n|nomeabrev= Hammam-Sousse\n|imagem= \u0627\u0644\u0623\u0645\u0644 \u0627\u0644\u0631\u064a\u0627\u0636\u064a \u0628\u062d\u0645\u0627\u0645 \u0633\u0648\u0633\u0629.svg\n|alcunhas=''Mkachkha, Taraji, EST''\n|mascote= \n|fundadoem={{dtlink|22|4|1954|idade}}\n|est\u00e1dio=[[Stade Municipal Bou Ali-Lahouar]] \n|capacidade=6,500\n|presidente={{TUNb}} Sami Gandouz\n|treinador={{BRAb}} [[Roberto Oliveira Gon\u00e7alves do Carmo|Robertinho]]\n|material=\n|liga={{TUNb}} [[Campeonato Tunisiano de Futebol|Campeonato Tunisiano]] \n|modelo=padr\u00e3o \n|skin1=\n|skin_cal\u00e7\u00e3o1=\n|bra\u00e7oesquerdo1=f3e20c\n|corpo1=f3e20c\n|bra\u00e7odireito1=f3e20c\n|cal\u00e7\u00f5es1=0a0a0a\n|meias1=f3e20c\n|skin2=\n|bra\u00e7oesquerdo2=5B0CB3\n|corpo2=5B0CB3\n|bra\u00e7odireito2=5B0CB3\n|cal\u00e7\u00f5es2=5B0CB3\n|meias2=f3e20c\n}}\n\nO '''Espoir Sportif de Hammam-Sousse''' ({{lang-ar|'''\u0627\u0644\u0623\u0645\u0644 \u0627\u0644\u0631\u064a\u0627\u0636\u064a \u0628\u062d\u0645\u0627\u0645 \u0633\u0648\u0633\u0629'''}}) \u00e9 um clube de [[futebol]] da [[Tun\u00edsia]], da cidade de [[Hammam-Sousse]]. muitas vezes referido como '''ESHS''', tendo como cores [[amarelo]] e [[preto]]. O clube manda seus jogos no ''Stade Municipal Bou Ali-Lahouar'' tamb\u00e9m chamado de ''Est\u00e1dio l'Arbi Lahwar'', que tem uma capacidade de 6.500.\n\n==T\u00edtulos==\n*[[Ficheiro:Flag of Tunisia.svg|30px]] '''[[Campeonato Tunisiano de Futebol|Campeonato Tunisiano da Segunda Divis\u00e3o]]:''' '''1'''\n:([[2007]]-[[2008|08]])\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.club-eshs.com/introeshs/intro/index.html Site oficial do clube]\n\n{{Tunisian Ligue Professionnelle 1}}\n{{Portal3|Tun\u00edsia|Futebol}}\n{{esbo\u00e7o-clubefuttun}}\n[[Categoria:Clubes de futebol da Tun\u00edsia]]\n[[Categoria:Clubes de futebol fundados em 1954]]"}]},"2856592":{"pageid":2856592,"ns":0,"title":"Hydrillodes","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Hydrillodes''\n| imagem = Hydrillodes uliginosalis.jpg\n| imagem_legenda=\n| estado =\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Artr\u00f3pode|Arthropoda]]\n| classe = [[Insetos|Insecta]]\n| ordem = [[Lepidoptera]]\n| fam\u00edlia = [[Arctiidae]]\n| g\u00e9nero = '''''Hydrillodes'''''\n| g\u00e9nero_autoridade=\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o = {{centro|Ver texto}}\n| sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Hydrillodes''''' \u00e9 um g\u00eanero de [[Lepidoptera|tra\u00e7a]] pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Arctiidae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/1765994 |t\u00edtulo = Hydrillodes |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 16 de agosto de 2019}}\n\n\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Bibliografia ==\n* Bates DL, Fenton MB (1990) Aposematism or startle? Predators learn their responses to the defenses of prey. ''Can J Zool'' 68:49\u201352\n* Dunning DC, Kr\u00fcger M (1995) Aposematic sounds in African moths. ''Biotropica'' 27:227\u2013231\n* Dunning DC, Acharya L, Merriman CB, Ferro LD (1992) Interactions between bats and arctiid moths. ''Can J Zool'' 70:2218\u20132223\n* Fullard JH, Fenton MB, Simmons JA (1979) Jamming bat echolocation: the clicks of arctiid moths.'' Can J Zool'' 57:647\u2013649\n* William Conner (ed.). (2009). ''Tiger moths and woolly bears : behavior, ecology, and evolution of the Arctiidae.'' [[Oxford University Press]]: [[New York City|New York]]. ISBN 9780195327373\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.nhm.ac.uk/jdsml/research-curation/projects/butmoth/GenusList3.dsml?searchPageURL=index.dsml&SUPERFAMIL=&FAMILYqtype=starts+with&FAMILY=arctiidae&SUBFAMILYqtype=starts+with&SUBFAMILY=&TRIBEqtype=starts+with&TRIBE=&SUBTRIBEqtype=starts+with&SUBTRIBE=&GENUSqtype=starts+with&GENUS=&AUTHORqtype=starts+with&AUTHOR=&YEARqtype=equals&YEAR=&sort=GENUS Natural History Museum - Lepidoptera - cat\u00e1logo de nomes gen\u00e9ricos]\n\n{{Esbo\u00e7o-lepid\u00f3ptero}}\n{{Taxonbar}}\n\n[[Categoria:Arctiidae]]"}]}}}}