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Todas as fases da vida devem ser comemoradas e o nosso papel é possibilitar, para cada momento, uma celebração inesquecível.

 

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Eventos como Bar/Bat Mitvah merecem atenção especial, pois reforçam ainda mais os compromissos religiosos.

 

 

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A sua popula\u00e7\u00e3o era de 1510 habitantes segundo o censo de 2011.{{Hist\u00f3rico da popula\u00e7\u00e3o (S\u00e9rvia)}}\n\n== Demografia ==\n{{Demografia|\n1948={{formatnum:1204}}|\n1953={{formatnum:1308}}|\n1961={{formatnum:1337}}|\n1971={{formatnum:1379}}|\n1981={{formatnum:1457}}|\n1991={{formatnum:1515}}|\n2002={{formatnum:1603}}|\n2011={{formatnum:1510}}\n}}\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{citar web|url=http://www.maplandia.com/serbia-and-montenegro/srbija/stajkovce-42-59-15-n-22-3-37-e/ |t\u00edtulo=Stajkovce (Vlasotince) Map|data=|publicado=Maplandia.com|acessodata=|l\u00edngua=en}}\n* {{citar web|url=http://www.fallingrain.com/world/RI/00/Stajkovce3%7cStajkovce.html|t\u00edtulo=Stajkovce (Vlasotince) Map|data=|publicado=Fallingrain.com|acessodata=|l\u00edngua=en|li=maio de 2019 }}\n\n{{Distrito de Jablanica}}\n{{Esbo\u00e7o-geo-servia}}\n{{Portal3|S\u00e9rvia}}\n\n[[Categoria:Vilas de Jablanica]]"}]},"111633":{"pageid":111633,"ns":0,"title":"Inverno nuclear","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=agosto de 2019}}\n[[Ficheiro:Castle romeo2.jpg|thumb|350px|Teste nuclear no [[atol de Bikini]], 1954]]\n\nPor '''inverno nuclear''' entende-se o fen\u00f4meno ambiental que, segundo alguns modelos te\u00f3ricos, seria provavelmente produzido se ocorresse na Terra uma [[guerra nuclear]] em larga escala. Estudos feitos na [[d\u00e9cada de 1980]] mostraram que uma grande guerra at\u00f4mica poderia ter um impacto devastador sobre o [[clima]] do planeta, levando \u00e0 morte milh\u00f5es de pessoas. A teoriza\u00e7\u00e3o inicial de tal fen\u00f4meno foi trabalho do cientista [[URSS|sovi\u00e9tico]] [[Vladimir Alexandrov]].\n\nApesar de ser uma hip\u00f3tese te\u00f3rica, tem base em evid\u00eancias concretas, informando-se nos dados obtidos de testes nucleares em escala limitada, em registros sobre cat\u00e1strofes naturais - como a explos\u00e3o dos vulc\u00f5es [[Krakatoa]], [[Tambora]] e [[Pinatubo]] - e no estudo de outros eventos dram\u00e1ticos como inc\u00eandios florestais de grande escala na hist\u00f3ria recente da Terra, com impacto documentado sobre o clima global. A pol\u00eamica que se formou em torno da teoria atingiu seu auge nos anos 80, envolvendo cientistas, pol\u00edticos e ativistas sociais, que levantaram argumentos t\u00e3o discordantes quanto foi apaixonado o debate. A despeito da incerteza que cerca todos os modelos te\u00f3ricos e da disparidade das conclus\u00f5es que cientistas igualmente acreditados ofereceram a p\u00fablico, a teoria do inverno nuclear pareceu plaus\u00edvel o bastante para influir no processo de [[desarmamento]] nuclear de grandes pot\u00eancias como os [[Estados Unidos]] e [[Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]]. Ap\u00f3s esse cl\u00edmax, com o fim da [[Guerra Fria]], a ideia de um inverno nuclear passou para um segundo plano, mas est\u00e1 novamente sendo revivida em anos recentes por uma nova gera\u00e7\u00e3o de pesquisadores, fazendo outra vez previs\u00f5es preocupantes a partir de modelos computadorizados avan\u00e7ados.\n\n== Mecanismo ==\n\nTal teoria jamais se p\u00f4s \u00e0 prova mas os estudos, incluindo modelos gerados por computador, conclu\u00edram que um bombardeio com armas nucleares esfriaria o [[clima]] mundial, podendo lev\u00e1-lo a uma nova [[idade do gelo]]. Os cientistas afirmaram que em um bombardeio com tais armas se atacariam prioritariamente os alvos civis importantes, ou seja, as cidades. As cidades, cheias de materiais inflam\u00e1veis, junto com os campos e florestas no entorno, arderiam durante semanas ou meses, lan\u00e7ando uma vasta nuvem de cinzas que obscureceria o c\u00e9u em uma ampla regi\u00e3o circundante. Os \"cogumelos\" das explos\u00f5es termonucleares elevariam esc\u00f3rias e aeross\u00f3is a altitudes [[estratosfera|estratosf\u00e9ricas]], garantindo sua perman\u00eancia em suspens\u00e3o por um longo per\u00edodo e espalhando-as, com o tempo, por todo o globo. Pelo menos durante um ou dois anos a incid\u00eancia dos raios solares seria menor. Ademais, estas explos\u00f5es gerariam abundantes quantidades de \u00f3xidos de nitrog\u00eanio estratosf\u00e9ricos, que potencializariam ainda mais o [[albedo]] terrestre. Em segundo lugar se poderiam atacar centros de produ\u00e7\u00e3o e sistemas de abastecimento de alimentos e energia, entre os quais poderiam se encontrar centrais nucleares, com a consequente extens\u00e3o da [[radia\u00e7\u00e3o]]. Tudo reverteria em uma dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o das temperaturas superficiais em todo o planeta poucas semanas ap\u00f3s o holocausto nuclear, mas os oceanos manteriam sua temperatura original devido \u00e0 elevada [[capacidade t\u00e9rmica]] da \u00e1gua. Esta diferen\u00e7a t\u00e9rmica geraria ventos [[ciclone|cicl\u00f4nicos]] que flagelariam as cidades e portos litor\u00e2neos. Os temporais cessariam quando a temperatura da \u00e1gua se igualasse com a da terra. \n\nAp\u00f3s este desastre emergiria um mundo gelado e est\u00e9ril em que 90% das colheitas mundiais estariam arruinadas e a capacidade de gera\u00e7\u00e3o de energia haveria diminu\u00eddo em mais da metade. Sem meios para aquecer e alimentar as suas popula\u00e7\u00f5es, as cidades se despovoariam. Para os que n\u00e3o morressem de imediato na guerra, o futuro seria sombrio. O caos estaria instalado, recursos vitais de regi\u00f5es inteiras teriam sido perdidos ou comprometidos, haveria fome em grande escala e inumer\u00e1veis mortes por outros efeitos secund\u00e1rios.\n\nA teoria do inverno nuclear postula que ap\u00f3s um interc\u00e2mbio nuclear completo n\u00e3o s\u00f3 se veriam afetadas as na\u00e7\u00f5es beligerantes, sen\u00e3o que haveria consequ\u00eancias nefastas em escala global, qui\u00e7\u00e1 durante s\u00e9culos ou por mais tempo. O inverno nuclear \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 uma representa\u00e7\u00e3o te\u00f3rica dram\u00e1tica de um futuro poss\u00edvel ap\u00f3s um confronto entre duas superpot\u00eancias (ou coaliz\u00f5es), sen\u00e3o que significa, para todos os efeitos, o fim da [[civiliza\u00e7\u00e3o]] tal como a conhecemos hoje. A volta \u00e0 \"[[idade da pedra]]\" em quest\u00e3o de meses. Alguns cientistas chegaram a dizer sem receios que tal evento seria o desencadeador de uma nova [[glacia\u00e7\u00e3o]].\n\n== O debate p\u00fablico ==\n[[Ficheiro:Nagasakibomb.jpg|thumb|A explos\u00e3o em Nagasaki]]\n\nOs efeitos dos artefatos nucleares come\u00e7aram a chamar a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico leigo e do mundo cient\u00edfico e pol\u00edtico desde as primeiras [[Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki|detona\u00e7\u00f5es at\u00f4micas sobre Hiroshima e Nagasaki]] em 1945. O que primeiro veio \u00e0 discuss\u00e3o foram os efeitos diretos da explos\u00e3o e do calor produzido. Somente na d\u00e9cada de 1950 se estudaram outros efeitos, como a precipita\u00e7\u00e3o de part\u00edculas radioativas. Nos anos 1970 se percebeu que as detona\u00e7\u00f5es injetavam grandes quantidades de \u00f3xidos de nitrog\u00eanio na estratosfera, que destroem o oz\u00f4nio (ozono), mas somente nos anos 80, na sequ\u00eancia do [[movimento pacifista]], se empreenderam diversas outras pesquisas, reveladoras de poss\u00edveis efeitos globais sobre o clima, que deram margem a uma grande controv\u00e9rsia p\u00fablica envolvendo cientistas, pol\u00edticos e pacifistas. Em 1975 um grupo de acad\u00eamicos desenvolveu uma pesquisa que indicou que uma guerra nuclear em larga escala teria efeitos devastadores para a camada de oz\u00f4nio. Em 1981 Jonathan Schell publicou uma s\u00e9rie de artigos de grande repercuss\u00e3o no jornal ''The New Yorker'', depois reunidos em livro, onde argumentou que uma guerra nuclear levaria \u00e0 extin\u00e7\u00e3o da humanidade.Martin, Brian. [http://www.uow.edu.au/~bmartin/pubs/88spp.html ''Nuclear winter: science and politics'']. IN ''Science and Public Policy''. Vol. 15, No. 5, October 1988, pp. 321-334. Dispon\u00edvel no website da University of Wollongong, Australia\n\nNesse cen\u00e1rio em 1982 a [[Academia de Ci\u00eancias da Su\u00e9cia]] encomendou um estudo a [[Paul Crutzen]] e seu colaborador [[John Birks]] sobre as implica\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas de uma guerra nuclear. Crutzen havia sido um pioneiro na determina\u00e7\u00e3o dos efeitos dos \u00f3xidos de nitrog\u00eanio sobre o oz\u00f4nio, mas suas conclus\u00f5es indicaram um impacto bastante limitado de detona\u00e7\u00f5es nucleares sobre a camada de oz\u00f4nio. Contudo, em seu estudo Crutzen levou em conta modelos de bombas diferentes daqueles usados em [[Hiroshima]] e [[Nagasaki]], possuindo menores cargas explosivas, e por isso o resultado direto pouco expressivo. Mesmo assim, continuando suas pesquisas, eles passaram a considerar n\u00e3o somente o efeitos dos \u00f3xidos de nitrog\u00eanio sobre o oz\u00f4nio, mas tamb\u00e9m os da fuma\u00e7a causada pelos inc\u00eandios massivos em cidades inteiras que seriam um resultado de uma guerra de grandes propor\u00e7\u00f5es, e que obscureceriam a irradia\u00e7\u00e3o solar, desencadeando um resfriamento global. A publica\u00e7\u00e3o desses estudos na revista ''Ambio'' chamou a aten\u00e7\u00e3o para esses efeitos antes desconsiderados, e no ano seguinte outros pesquisadores assumiram a quest\u00e3o, como [[Vladimir Alexandrov]] e [[Georgiy Stenchikov]], e um grupo formado por [[Richard Turco]], [[Owen Toon]], [[Thomas Ackerman]], [[James Pollack]] e [[Carl Sagan]], conhecidos como Grupo TTAPS, levando-os \u00e0s mesmas conclus\u00f5es. O Grupo TTAPS trabalhou a partir de um cen\u00e1rio b\u00e1sico envolvendo uma detona\u00e7\u00e3o de cinco mil Megatons. Mas no mesmo documento eles apresentaram cen\u00e1rios alternativos, postulando que uma guerra de cem Megatons j\u00e1 seria suficiente para provocar um inverno nuclear com uma imensa mortalidade humana. Outro grupo, liderado por [[Paul Ehrlich]], trabalhando sobre o estudo do grupo TTAPS, desenvolveu uma perspectiva ainda mais severa, mas Brian Martin criticou v\u00e1rias inconsist\u00eancias em ambos os relat\u00f3rios, que n\u00e3o obstante tiveram uma divulga\u00e7\u00e3o sensacionalista. Ele disse tamb\u00e9m que se manifestaram v\u00e1rios cr\u00edticos contr\u00e1rios aos resultados propostos, dizendo que com boas raz\u00f5es esperavam an\u00e1lises mais imparciais e menos apaixonadas, e levassem em conta a incerteza que cerca qualquer teoria ou previs\u00e3o, e poss\u00edveis efeitos compensat\u00f3rios da natureza. Outros cientistas, como [[Starley Thompson]] e [[Stephen Schneider]], especularam que apesar de prov\u00e1veis, os efeitos negativos sobre o clima seriam menores do que os apontados, falando em um \"outono nuclear\" em vez de um \"inverno nuclear\".Robock, Alan; Oman, Luke & Stenchikov, Georgiy. [http://climate.envsci.rutgers.edu/pdf/nw4.pdf ''Nuclear Winter Revisited with a Modern Climate Model and Current Nuclear Arsenals: still catastrophic consequences'']. IN ''Journal of Geophysical Research - Atmospheres''. Department of Environmental Sciences, Rutgers University. November 2006. pp. 1-5\n\nAo longo dos anos 80 a pesquisa e a discuss\u00e3o se tornaram mais complexas, incorporando um maior detalhamento nos par\u00e2metros te\u00f3ricos, usando modelos computadorizados mais elaborados e precisos, e tamb\u00e9m recebendo cr\u00edticas mais abalizadas. Como advertiu Martin,\n\n::''\"O inverno nuclear \u00e9 uma \u00e1rea extremamente complexa da ci\u00eancia, cercada de grandes incertezas, e isso permite uma amplitude de presun\u00e7\u00f5es e interpreta\u00e7\u00f5es muito maior do que em outras \u00e1reas. O inverno nuclear \u00e9 tamb\u00e9m uma \u00e1rea que tem consider\u00e1veis implica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas potenciais, e isso significa que a influ\u00eancia da pol\u00edtica no desenvolvimento da ci\u00eancia do inverno nuclear tende a se tornar muito mais aparente do que em campos de estudo mais esot\u00e9ricos... Indiv\u00edduos e grupos t\u00eam usado declara\u00e7\u00f5es sobre o inverno nuclear para perseguir objetivos explicitamente pol\u00edticos\"''. \n\n[[Russell Seitz]], um associado da [[Universidade de Harvard]], disse que toda a pol\u00eamica sobre o assunto cai fora da ci\u00eancia e se baseia em uma quest\u00e3o pol\u00edtica, e que essa politiza\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia \u00e9 suficiente para produzir o an\u00fancio de meras conjeturas como se fossem fatos comprovados. Refor\u00e7ou sua opini\u00e3o com declara\u00e7\u00f5es de outros cientistas respeitados como [[Freeman Dyson]], [[Victor Weisskopf]] e [[Richard Feynman]], e teve boa receptividade em setores conservadores, mas foi veementemente atacada pelo grupo TTAPS.\n\nEste foi o panorama da pol\u00eamica at\u00e9 o fim dos anos 80, quando ela passou para um plano secund\u00e1rio depois de uma vasta repercuss\u00e3o p\u00fablica. Tamb\u00e9m o fim da [[corrida armamentista]] e da [[Guerra Fria]] contribu\u00edram para deslocar a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico para outras quest\u00f5es. Desde esta \u00e9poca os arsenais nucleares foram reduzidos em um ter\u00e7o, mas continuam a ser enormes, estimados em mais de 26 mil ogivas, e tampouco se fizeram outras proje\u00e7\u00f5es computadorizadas nesse intervalo.Robock, Alan & Toon, Owen. ''Guerra Nuclear Local: Cat\u00e1strofe Global''. IN ''Scientific American Brasil''. Ano 8, n\u00ba 83, Fev. 2010. pp. 46-53 Entretanto, com a entrada no \"[[Pa\u00edses com armamento nuclear|Clube At\u00f4mico]]\", de pa\u00edses envolvidos em conflito perene com seus vizinhos, como [[Israel]], [[\u00cdndia]], [[Paquist\u00e3o]] e [[Coreia do Norte]], a teoria do inverno nuclear voltou a foco, e em 2006 [[Alan Robock]] e outros reiniciaram as pesquisas com recursos tecnol\u00f3gicos aperfei\u00e7oados, usando o mais moderno modelo clim\u00e1tico computadorizado dispon\u00edvel, que fora testado com sucesso na an\u00e1lise dos efeitos das erup\u00e7\u00f5es dos vulc\u00f5es [[Laki (vulc\u00e3o)|Laki]] e [[Katmai]]. A proje\u00e7\u00e3o trabalhou com uma perspectiva de dez anos, usando dois cen\u00e1rios de base, um com uma guerra que emitisse para a estratosfera 150 milh\u00f5es de toneladas de fuligem, a partir de uma explos\u00e3o total de 5 mil Megatons, e outra com cinquenta milh\u00f5es de toneladas, com um ter\u00e7o da pot\u00eancia nuclear do outro cen\u00e1rio.\n\nOs resultados da previs\u00e3o, para o caso mais extenso, foram o aumento em cem vezes a incid\u00eancia de radia\u00e7\u00e3o solar de onda curta; a redu\u00e7\u00e3o da temperatura m\u00e9dia global na ordem de 7 a 8 \u00b0C durante v\u00e1rios anos, uma redu\u00e7\u00e3o maior do que os 5 \u00b0C da \u00faltima [[glacia\u00e7\u00e3o]], persistindo em 4 \u00b0C menor que a m\u00e9dia no fim da d\u00e9cada, e com quedas localizadas sobre os continentes ainda mais impressionantes - 20 \u00b0C na [[Am\u00e9rica do Norte]] e 30 \u00b0C na [[Eur\u00e1sia]]; em localidades espec\u00edficas usadas como amostra, observou-se a ocorr\u00eancia de temperaturas m\u00ednimas extremas - n\u00edveis abaixo de 0 \u00b0C em [[Iowa]] durante todo um ano, e ao longo de dois anos inteiros na [[Ucr\u00e2nia]]. A [[precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica]] caiu em 45% e o regime de [[mon\u00e7\u00e3o]] no [[Hemisf\u00e9rio Norte]] foi bloqueado. No caso menos extenso, o resultado foi de metade dos valores indicados antes, mas o impacto foi igualmente planet\u00e1rio.Robock; Oman & Stenchikov, pp. 7-8\n\n=== Guerras localizadas ===\n\nUm estudo recente publicado por Robock e Owen Toon, e divulgado em v\u00e1rias revistas especializadas que editam no sistema de ''[[peer review]]'', informou que mesmo conflitos limitados teriam um efeito devastador sobre o clima da Terra. Simulando atrav\u00e9s de computadores um confronto entre a \u00cdndia e o Paquist\u00e3o, com a detona\u00e7\u00e3o de cem ogivas nucleares com a mesma pot\u00eancia daquela que destruiu Hiroshima, concluiu-se que seriam lan\u00e7adas sete milh\u00f5es de toneladas de fuligem na estratosfera. No modelo pr\u00e1tico usado foram adotados par\u00e2metros conservadores, supondo uma emiss\u00e3o de cinco milh\u00f5es de toneladas de fuligem. Na proje\u00e7\u00e3o resultante, em duas semanas todo o planeta estaria coberto por uma nuvem escura, esfriando a temperatura global em cerca de 1,2 \u00b0C ao longo de v\u00e1rios anos. A redu\u00e7\u00e3o nos \u00edndices [[chuva|pluviom\u00e9tricos]] seria de em geral 10%, com uma redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 40% em regi\u00f5es sujeitas ao regime da [[mon\u00e7\u00e3o]], e a [[camada de oz\u00f4nio]] (ozono) seria gravemente prejudicada, com aumento significativo na incid\u00eancia de [[radia\u00e7\u00e3o ultravioleta]] sobre a superf\u00edcie. Um outro estudo, realizado por Michael Mills, da [[Universidade do Colorado]], com programas computadorizados diferentes, obteve resultados similares.\n[[Ficheiro:Pinatubo ash plume 910612.jpg|thumb|300px|Erup\u00e7\u00e3o do Pinatubo em 1991]]\n\nOs pesquisadores alertam que apesar de os valores de altera\u00e7\u00e3o na temperatura e chuva parecerem pouco relevantes, na pr\u00e1tica t\u00eam um efeito em larga escala, dado o delicado equil\u00edbrio em que se mant\u00e9m o [[ecossistema]] terrestre. A redu\u00e7\u00e3o da luz solar, combinada \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o nas chuvas e aumento dos raios ultravioleta, implicariam efeitos negativos profundos para toda [[agricultura]] do planeta, reduzindo drasticamente a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. Prev\u00ea-se que cerca de mil milh\u00f5es de pessoas morreriam diretamente por consequ\u00eancia da [[fome]], sem contar outras mortes em massa decorrentes de consequ\u00eancias secund\u00e1rias. Para os cr\u00edticos dessa teoria, que consideram essas previs\u00f5es pessimistas e exageradas, eles apontaram o fato de que uma simples [[erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica]] de grandes propor\u00e7\u00f5es, como a do [[vulc\u00e3o Tambora]] na [[Indon\u00e9sia]] em 1815, causou o obscurecimento parcial do sol e a redu\u00e7\u00e3o em 0,5% na temperatura m\u00e9dia global por um ano. Na [[Am\u00e9rica do Norte]] as consequ\u00eancias desse desastre natural, muito menos impactante que uma guerra nuclear mesmo localizada, foram a quebra de safras por geadas em todos os meses do ano seguinte, grande aumento no pre\u00e7o dos gr\u00e3os e do gado, e migra\u00e7\u00f5es em massa. Na [[Europa]] o ano de 1816 se tornou conhecido como \"[[Ano Sem Ver\u00e3o|o ano sem ver\u00e3o]]\", com epidemias de fome e o colapso do [[mercado financeiro]]. H\u00e1 poucos anos o vulc\u00e3o [[Pinatubo]] ofereceu a possibilidade de um exame detalhado sobre uma grande explos\u00e3o, desta que foi considerada a maior do s\u00e9culo XX. Da mesma forma se observou um impacto global sobre o clima, com uma redu\u00e7\u00e3o de 0,25 \u00b0C na temperatura m\u00e9dia da superf\u00edcie terrestre, diminui\u00e7\u00e3o de chuvas, ressecamento do solo e a difus\u00e3o de part\u00edculas em suspens\u00e3o por toda a atmosfera superior, afetando a camada de oz\u00f4nio (ozono).\n\n== Outras causas poss\u00edveis para invernos globais ==\n\nFen\u00f4menos atmosf\u00e9ricos similares podem ser causados por erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas massivas como as dos [[supervulc\u00e3o|supervulc\u00f5es]], mas ent\u00e3o devem ser mais corretamente designados como [[inverno vulc\u00e2nico|invernos vulc\u00e2nicos]]. Em caso de colis\u00e3o de um [[asteroide]] de tamanho razo\u00e1vel com a Terra tamb\u00e9m podem acontecer fen\u00f4menos da mesma esp\u00e9cie.\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{reflist}}\n\n== Bibliografia adicional ==\n\n* Sagan, Carl et al. ''The Nuclear Winter: The World after Nuclear War''. Sidgwick & Jackson; 1985 \n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n* [[Era nuclear]]\n* [[Influ\u00eancia antropog\u00eanica sobre o clima]]\n* [[Bomba at\u00f4mica|Armas nucleares]]\n* [[Mudan\u00e7a do clima]]\n\n[[Categoria:Desastres ambientais]]\n[[Categoria:Climatologia]]\n[[Categoria:Armas nucleares]]"}]},"54552":{"pageid":54552,"ns":0,"title":".NET Framework","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig||.net (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{mais fontes|data=Novembro de 2012}}\n{{parcial}}\n{{Info/Software\n |nome = .NET Framework\n |logotipo = Microsoft .NET logo.png\n |desenvolvedor = [[Microsoft]]\n |data_do_lan\u00e7amento = {{ani|ano=2002|m\u00eas=02|dia=13}}\n |atualiza_frequentemente = \n |\u00faltima_vers\u00e3o = 4.8\n |data_da_\u00faltima_vers\u00e3o = {{data de lan\u00e7amento|ano=2019|m\u00eas=04|dia=18}}\n |plataforma = [[Windows]]\n |idiomas = Variados\n |sistema_operacional = [[Windows 98]] ou posterior, [[Windows NT 4.0]] ou posterior\n |estado = Ativo\n |g\u00eanero = [[Framework]]\n |licen\u00e7a = Mista\n |website = {{URL|https://dotnet.microsoft.com/}}\n}}\nO '''.NET Framework''' (pronuncia-se: d\u00f3tn\u00e9t) \u00e9 uma iniciativa da empresa [[Microsoft]], que visa uma plataforma \u00fanica para desenvolvimento e execu\u00e7\u00e3o de sistemas e aplica\u00e7\u00f5es. Todo e qualquer c\u00f3digo gerado para .NET pode ser executado em qualquer dispositivo que possua um ''[[framework]]'' de tal plataforma. Com ideia semelhante \u00e0 [[plataforma Java]], o programador deixa de escrever c\u00f3digo para um sistema ou dispositivo espec\u00edfico, e passa a escrever para a plataforma .NET. Aplica\u00e7\u00f5es escritas para ele funcionam em um ambiente de software controlado, em oposi\u00e7\u00e3o a um ambiente de ''[[hardware]]'', atrav\u00e9s de uma m\u00e1quina virtual de aplica\u00e7\u00e3o.\n\nO .NET Framework consiste de dois componentes principais, \u00e9 executada sobre uma ''[[Common Language Runtime]]'' - CLR (Ambiente de Execu\u00e7\u00e3o Independente de Linguagem) interagindo com um Framework Class Library - FCL (Conjunto de Bibliotecas Unificadas). Ele permite executar diversas linguagens permitindo grande interoperabilidade entre elas. O CLR fornece gerenciamento de mem\u00f3ria, controle de exce\u00e7\u00e3o, interoperabilidade, manipula\u00e7\u00e3o de processamento paralelo e concorrente, reflex\u00e3o, seguran\u00e7a, servi\u00e7os de compila\u00e7\u00e3o para a arquitetura espec\u00edfica, entre outros. A FCL oferece [[Interface de programa\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es|APIs]] para UI de console, acesso a dados, conectividade com banco de dados, redes, web, criptografia, acesso aos servi\u00e7os do sistema operacional, estruturas de dados e algoritmos diversos, facilidades para a linguagem e muito mais.\n\nPrimeiramente, s\u00f3 era dispon\u00edvel no [[Microsoft Windows|Windows]], como uma plataforma de c\u00f3digo fechado, mas o c\u00f3digo fonte foi liberado. Em 2014, o desenvolvimento come\u00e7ou no [[.NET|.NET Core]], uma plataforma [[C\u00f3digo aberto|aberta]] do .NET que poderia rodar em [[Linux]] e [[MacOS]]. Existem v\u00e1rias varia\u00e7\u00f5es da plataforma, como [[.NET Compact Framework]], .NET Micro Framework e [[Silverlight]]. Em novembro de 2020, o .NET Core foi renomeado para simplesmente .NET, por\u00e9m o .NET{{citar web |url=https://docs.microsoft.com/pt-br/lifecycle/products/microsoft-net-and-net-core |titulo=Microsoft .NET e .NET Core |acessodata=08/06/2021 |publicado=Microsoft}} Framework ter\u00e1 suporte permanente no Windows 10.{{citar web |url=https://docs.microsoft.com/pt-br/lifecycle/faq/dotnet-framework |titulo=Perguntas frequentes sobre ciclo de vida \u2012 .NET Framework |data=18/07/2016 |acessodata=08/06/2021 |publicado=Microsoft}}\n\n== Arquitetura ==\nEsta CLR \u00e9 capaz de executar atrav\u00e9s da [[Infraestrutura de linguagem comum|Common Language Infrastructure]], uma grande quantidade de linguagens de programa\u00e7\u00e3o, interagindo entre si como se fossem uma \u00fanica linguagem.\n\nAlgumas linguagens s\u00e3o:\n\n{{col-begin}}{{Col-4}}\n* [[APL]]\n* [[Boo]]\n* [[Clarion (programming language)|Clarion]]\n* [[COBOL]]\n* [[Component Pascal]]\n* [[C Sharp|C#]]\n* [[C++]]\n* [[F Sharp|F#]]\n{{Col-4}}\n* [[Eiffel (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Eiffel]]\n* [[Forth]]\n* [[Fortran]]\n* [[Haskell (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Haskell]]\n* [[Java (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Java]]\n* [[Windows Scripting Host|JScript]]\n* [[J Sharp|J#]]\n* [[Lua (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Lua]]{{Col-4}}\n* [[Mercury (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Mercury]]\n* [[Piet]]\n* [[Oberon (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Oberon]]\n* [[Embarcadero Delphi|Delphi]]\n* [[Oz (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Oz]]\n* [[Pascal (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Pascal]]\n* [[Perl]]\n* [[PowerBuilder]]\n\n{{Col-4}}\n* [[Windows PowerShell|PowerShell]]\n* [[Python]]\n* [[RPG (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|RPG]]\n* [[Ruby (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Ruby]]\n* [[Scheme]]\n* [[SmallTalk]]\n* [[Standard ML]]\n* [[Microsoft Visual Basic|Visual Basic]]\n* [[xBase]]\n{{Fim}}\n\nEsta plataforma permite a execu\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de [[Web Services]] ([[Aplica\u00e7\u00f5es Web]]) de forma integrada e unificada.\n\nOriginalmente a plataforma .NET baseia-se em um dos princ\u00edpios utilizados na tecnologia [[Java (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Java]] (Just In Time Compiler - JIT), os programas desenvolvidos para ela s\u00e3o compilados duas vezes, uma na distribui\u00e7\u00e3o (gerando um c\u00f3digo que \u00e9 conhecido como \"''[[bytecode]]s''\") e outra na execu\u00e7\u00e3o.\n\nUm programa \u00e9 escrito em qualquer das linguagens de programa\u00e7\u00e3o dispon\u00edveis para a plataforma, o [[c\u00f3digo-fonte]] gerado pelo programador \u00e9 ent\u00e3o compilado pela linguagem escolhida gerando um c\u00f3digo intermedi\u00e1rio em uma linguagem chamada CIL ([[Common Intermediate Language]]).\n\nEste novo c\u00f3digo fonte gera um arquivo ''assembly'', de acordo com o tipo de projeto:\n\n* [[EXE]] - Arquivos Execut\u00e1veis, Programas\n* [[DLL]] - Biblioteca de Fun\u00e7\u00f5es\n* [[ASPX]] - P\u00e1gina Web\n* [[ASMX]] - [[Web Service]][[Imagem:Overview of the Common Language Infrastructure 2015.svg|miniaturadaimagem|300x300px|Diagrama de funcionamento da infraestrutura do .Net]]\n\nNo momento da execu\u00e7\u00e3o do programa ele \u00e9 novamente compilado, desta vez pelo compilador [[JIT]], de acordo com a utiliza\u00e7\u00e3o do programa, por exemplo: Temos um Web Site desenvolvido em [[ASP.NET]], ao entrar pela primeira vez em uma p\u00e1gina o JIT ir\u00e1 compila-la, nas outras vezes que algum outro usu\u00e1rio acessar esta p\u00e1gina, ele usar\u00e1 esta compila\u00e7\u00e3o.\n\nTamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel, atrav\u00e9s de ferramentas espec\u00edficas, \"pr\u00e9-compilar\" o c\u00f3digo para que n\u00e3o se tenha o custo da compila\u00e7\u00e3o JIT durante a execu\u00e7\u00e3o.\n\nO fato desta arquitetura utilizar a [[Common Intermediate Language|CIL]] gera uma possibilidade pouco desejada entre os criadores de ''[[software]]'' que \u00e9 a de fazer a \"[[engenharia reversa]]\", ou seja, a partir de um c\u00f3digo compilado, recuperar o c\u00f3digo original. Isto n\u00e3o \u00e9 uma ideia agrad\u00e1vel para as empresas que sobrevivem da venda de ''softwares'' produzidos nesta plataforma.\n\nPor causa disso, existem ferramentas que \"ofuscam\" o c\u00f3digo CIL, trocando nomes de vari\u00e1veis, m\u00e9todos, interfaces e etc para dificultar o trabalho de quem tentar uma engenharia reversa no mesmo.\n\nPara melhorar a performance de execu\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel gerar um c\u00f3digo nativo ap\u00f3s instalado com o NGEN (Gerador de Imagem Nativa). Este NGEN \u00e9 uma ferramenta que melhora o desempenho de aplicativos gerenciados. Ngen.exe cria imagens nativas, que s\u00e3o arquivos que cont\u00e9m o c\u00f3digo de m\u00e1quina espec\u00edfico do processamento compilado e as instala no cache de imagem nativa do computador local. O tempo de execu\u00e7\u00e3o pode usar imagens nativas do cache em vez de usar o compilador JIT (Just-In-Time) para compilar o ''assembly'' original.\n\nHoje, atrav\u00e9s do .NET Native, \u00e9 poss\u00edvel gerar um execut\u00e1vel diretamente para a arquitetura e plataforma que ir\u00e1 rodar obtendo o melhor dela.\n\n== Vers\u00f5es ==\n{|class=\"wikitable\" style=\"margin-bottom: 0px; text-align: center;\"\n|+Resumo hist\u00f3rico de vers\u00f5es do .NET Framework{{citar web|t\u00edtulo=.NET Framework Versions and Dependencies|url=https://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb822049%28v=vs.110%29.aspx|obra=[[MSDN]]|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=17 de janeiro de 2014}}{{citar web|\u00faltimo1 =Stebner|primeiro1 =Aaron|t\u00edtulo=Mailbag: What version of the .NET Framework is included in what version of the OS?|url=https://blogs.msdn.com/b/astebner/archive/2007/03/14/mailbag-what-version-of-the-net-framework-is-included-in-what-version-of-the-os.aspx|website=Aaron Stebner's WebLog|publicado=[[Microsoft]]|data=14 de mar\u00e7o de 2007}}\n!rowspan=\"2\"|Vers\u00e3o!!rowspan=\"2\"|Vers\u00e3o
[[Common Language Runtime|CLR]]!!rowspan=\"2\"|Data
lan\u00e7amento!!rowspan=\"2\"|Visual Studio!!colspan=\"2\"|Incluso no!!rowspan=\"2\"|Substitui\n|-\n!Windows!!Windows Server\n|-\n|1.0||1.0||2002-02-13||[[Visual Studio .NET]]||[[Windows XP|XP]]{{Ref label|a1|a|none}}||{{N/A}}||{{N/A}}\n|-\n|1.1||1.1||2003-04-24||[[Visual Studio .NET 2003]]{{citar web|t\u00edtulo=What's New in Visual Studio .NET 2003|url=https://msdn.microsoft.com/en-us/library/6d72zczx%28v=vs.71%29.aspx|website=[[MSDN]]|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=1 de setembro de 2014|cita\u00e7\u00e3o=Visual Studio .NET 2002 shipped with the Microsoft .NET Framework SDK version 1.0. Visual Studio .NET 2003 ships with .NET Framework SDK version 1.1.}}||{{N/A}}||[[Windows Server 2003|2003]]||1.0{{citar web|t\u00edtulo=.NET Framework Developer Center \u2013 Frequently Asked Questions|url=https://msdn.microsoft.com/en-us/netframework/Aa497323.aspx|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120724012426/http://msdn.microsoft.com/en-us/netframework/aa497323.aspx|arquivodata=2012-07-24|acessodata=2016-11-27|urlmorta=no}}\n|-\n|2.0||2.0||2005-11-07||[[Visual Studio 2005]]{{citar web|t\u00edtulo=What's New in Visual Studio 2005|url=https://msdn.microsoft.com/en-us/library/88fx1xy0%28v=vs.80%29.aspx|website=[[MSDN]]|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=1 de setembro de 2014}}||{{N/A}}||[[Windows Server 2003|2003]], [[Windows Server 2003 R2|2003 R2]],{{citar web|t\u00edtulo=What's New in Windows Server 2003 R2|url=https://technet.microsoft.com/en-us/library/cc773240%28v=ws.10%29.aspx|website=[[Microsoft TechNet|TechNet]]|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=5 de janeiro de 2015|data=22 de agosto de 2005}} [[Windows Server 2008 SP2|2008 SP2]], [[Windows Server 2008 R2 SP1|2008 R2 SP1]]||{{N/A}}\n|-\n|3.0||2.0||2006-11-06||[[Microsoft Blend|Expression Blend]]{{citar web|t\u00edtulo=Expression Blend -- What Is That?|url=https://blogs.msdn.com/b/expression/archive/2006/12/04/expression-blend-what-is-that.aspx|website=Expression Blend and Design|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=1 de setembro de 2014|data=4 de dezembro de 2006|primeiro =Kirupa|\u00faltimo =Chinnathambi}}{{Ref label|b1|b|none}}||[[Windows Vista|Vista]]||[[Windows Server 2008 SP2|2008 SP2]], [[Windows Server 2008 R2 SP1|2008 R2 SP1]]||2.0\n|-\n|3.5||2.0||2007-11-19||[[Visual Studio 2008]]{{citar web|\u00faltimo1 =Guthrie|primeiro1 =Scott|authorlink1=Scott Guthrie|t\u00edtulo=Visual Studio 2008 and .NET 3.5 Released|url=https://weblogs.asp.net/scottgu/visual-studio-2008-and-net-3-5-released|website=Scott Gu's Blog|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=1 de setembro de 2014|data=19 de novembro de 2007}}||[[Windows 7|7]], [[Windows 8|8]]{{Ref label|c1|c|none}}, [[Windows 8.1|8.1]]{{Ref label|c2|c|none}}, [[Windows 10|10]]{{Ref label|c3|c|none}}||[[Windows Server 2008 R2 SP1|2008 R2 SP1]]||2.0, 3.0\n|-\n|4.0||4||2010-04-12||[[Visual Studio 2010]]{{citar web|t\u00edtulo=What's New in Visual Studio 2010|url=https://msdn.microsoft.com/en-us/library/vstudio/bb386063%28v=vs.100%29.aspx|website=[[MSDN]]|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=1 de setembro de 2014}}||{{N/A}}||{{N/A}}||{{N/A}}\n|-\n|4.5||4||2012-08-15||[[Visual Studio 2012]]{{citar web|t\u00edtulo=What's New in Visual Studio 2012|url=https://msdn.microsoft.com/en-us/library/vstudio/bb386063%28v=vs.110%29.aspx|website=[[MSDN]]|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=1 de setembro de 2014}}||[[Windows 8|8]]\n||[[Windows Server 2012|2012]]||4.0\n|-\n|4.5.1||4||2013-10-17||[[Visual Studio 2013]]{{citar web|t\u00edtulo=What's New in Visual Studio 2013|url=https://msdn.microsoft.com/en-us/library/vstudio/bb386063.aspx|website=[[MSDN]]|publicado=[[Microsoft]]|acessodata=1 de setembro de 2014}}||[[Windows 8.1|8.1]]||[[Windows Server 2012 R2|2012 R2]]||4.0, 4.5\n|-\n|4.5.2||4||2014-05-05||{{N/A}}||{{N/A}}||{{N/A}}||4.0\u20134.5.1\n|-\n|4.6||4||2015-07-20||[[Visual Studio 2015]]{{citar web|\u00faltimo1 =Somasegar|primeiro1 =S|t\u00edtulo=Save the Date: Visual Studio 2015 RTM on July 20th|url=https://blogs.msdn.com/b/somasegar/archive/2015/06/29/save-the-date-visual-studio-2015-rtm-on-july-20th.aspx|website=Somasegar\u2019s blog|publicado=[[Microsoft]]|data=29 de junho de 2015}}||[[Windows 10|10]]||{{N/A}}||4.0\u20134.5.2\n|-\n|4.6.1||4||2015-11-30{{citar web|t\u00edtulo=.NET Framework 4.6.1 is now available!|url=https://blogs.msdn.microsoft.com/dotnet/2015/11/30/net-framework-4-6-1-is-now-available/|website=.NET Blog|publicado=Microsoft|data=30 de novembro de 2015}}||[[Visual Studio 2015|Visual Studio 2015 Update 1]]||[[Windows 10#Threshold 2|10 v1511]]||{{N/A}}||4.0\u20134.6\n|-\n|4.6.2||4||2016-08-02{{citar web|t\u00edtulo=Announcing .NET Framework 4.6.2|url=https://blogs.msdn.microsoft.com/dotnet/2016/08/02/announcing-net-framework-4-6-2/|obra=.NET Blog|publicado=Microsoft|data=3 de agosto de 2016|primeiro =Stacey |\u00faltimo =Haffner}}|| ||[[Windows 10#Redstone|10 v1607]]||{{N/A}}||4.0\u20134.6.1\n|-\n|4.7\n|4\n|2017-04-05{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Haffner|primeiro=Stacey|data=5 de abril de 2017|titulo=Announcing the .NET Framework 4.7|jornal=|doi=|url=https://blogs.msdn.microsoft.com/dotnet/2017/04/05/announcing-the-net-framework-4-7/|acessadoem=11 de setembro de 2017|idioma=en-US}}\n|[[Microsoft Visual Studio#2017|Visual Studio 2017]]\n|[[Windows 10#Redstone 2|10 v1703]]\n|N/A\n|4.0-4.6.2\n|-\n|4.8\n|4\n|2019-04-18{{Citar web|titulo=Announcing the .NET Framework 4.8|url=https://devblogs.microsoft.com/dotnet/announcing-the-net-framework-4-8/|obra=.NET Blog|data=2019-04-18|acessodata=2019-05-21|lingua=en-US}}\n|[[Microsoft Visual Studio#2019|Visual Studio 2019]]\n|[https://devblogs.microsoft.com/dotnet/announcing-the-net-framework-4-8/ 10 v1903]\n|2019, 2016, 2012, 2012 R2, 2008 R2 SP1\n|4.0-4.7\n|}\n\n=== .NET Framework 4 ===\nO .NET Framework 4 melhorou, alguns pontos do Framework anterior, como por exemplo:\n* Aplica\u00e7\u00f5es legadas podem continuar rodando no release anterior do Framework, para n\u00e3o haver problemas de compatibilidade\n* Possui Background Garbage Collection\n* Tem suporte para aplica\u00e7\u00f5es Multitouch\n* Consegue fazer uso das novas funcionalidades do [[Windows 7]]\n\nPara desenvolvedores web, algumas das melhorias que s\u00e3o encontradas na nova vers\u00e3o do Framework:\n* Pr\u00e9-carregamento da sua aplica\u00e7\u00e3o\n* A utiliza\u00e7\u00e3o de Routing no [[ASP.NET]] para Web Forms\n* Controle/Redu\u00e7\u00e3o de ViewState\n* A utiliza\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o [[MVC]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[.NET Compact Framework]]\n* [[ADO.NET]]\n* [[ASP.NET]]\n* [[Microsoft XNA]]\n* [[.NET Core]]\n* [[ASP.NET Core]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Oficial|https://dotnet.microsoft.com/}}\n* {{Link|1=pt-br|2=https://visualstudio.microsoft.com/pt-br/|3=S\u00edtio do Visual Studio}}\n\n{{Componentes do Windows}}\n{{Microsoft}}\n\n[[Categoria:Interfaces de programa\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es da Microsoft]]\n[[Categoria:Ferramentas de desenvolvimento da Microsoft]]\n[[Categoria:Plataforma .NET]]\n[[Categoria:Software de 2002]]\n[[Categoria:Plataformas de desenvolvimento]]\n[[Categoria:Interface de programa\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es]]"}]},"4620006":{"pageid":4620006,"ns":0,"title":"Gilmar Rodrigues","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Gilmar Rodrigues''' ([[Rio Grande do Sul]]) \u00e9 um roteirista de [[hist\u00f3rias em quadrinhos]] [[brasil]]eiro. Coeditou, ao lado de [[Ad\u00e3o Iturrusgarai]], a revista ''[[Dundum Quadrinhos]]'' no in\u00edcio dos anos 1990, com a qual ganhou duas edi\u00e7\u00f5es do [[Trof\u00e9u HQ Mix]] (em 1991 e 1992) na categoria \"[[Trof\u00e9u HQ Mix - Publica\u00e7\u00e3o independente|revista independente]]\". Em 2009 lan\u00e7ou o livro-reportagem ''Loucas de amor: mulheres que amam serial-killers e criminosos sexuais'', publicando uma vers\u00e3o do mesmo livro em quadrinhos (com ilustra\u00e7\u00f5es de [[Fido Nesti]]) no ano seguinte.{{Citar peri\u00f3dico |autor=Rog\u00e9rio de Campos |data=30 de julho de 1990 |titulo=\"Dundum\" provoca esc\u00e2ndalo em Porto Alegre e chega a S\u00e3o Paulo |jornal=Folha de S.Paulo |paginas=10 (Ilustrada)}}{{Citar peri\u00f3dico |autor=Folha de S.Paulo |data=24 de julho de 1991 |titulo=Laerte ganha tr\u00eas pr\u00eamios de quadrinhos |jornal=Folha de S.Paulo |paginas=2 (Ilustrada)}}{{Citar peri\u00f3dico |autor=Rog\u00e9rio de Campos |data=26 de junho de 1992 |titulo=Globo ganha em 6 categorias do trof\u00e9u HQ Mix |jornal=Folha de S.Paulo |paginas=7 (Ilustrada)}}{{citar web |url=http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2009/11/658542-quadrinhos-permitem-voos-literarios-diz-gilmar-rodrigues.shtml |t\u00edtulo=\"Quadrinhos permitem voos liter\u00e1rios\", diz Gilmar Rodrigues |autor=Fernanda Mena |publicado=Folha de S. Paulo |data=29 de novembro de 2009}}{{citar web |url=http://oglobo.globo.com/cultura/livro-sobre-mulheres-atraidas-por-criminosos-ganha-nova-versao-em-quadrinhos-2987989 |t\u00edtulo=Livro sobre mulheres atra\u00eddas por criminosos ganha nova vers\u00e3o em quadrinhos |autor=Carlos Albuquerque |publicado=O Globo |data=26 de junho de 2010}}{{citar web |url=http://zh.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2014/02/adao-iturrusgarai-lanca-livro-que-celebra-seus-30-anos-de-carreira-4414176.html |t\u00edtulo=Ad\u00e3o Iturrusgarai lan\u00e7a livro que celebra seus 30 anos de carreira |autor=Alexandre Lucchese |publicado=Zero Hora |data=8 de fevereiro de 2014}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-bd}}\n\n[[Categoria:Autores de banda desenhada do Brasil]]"}]},"2932589":{"pageid":2932589,"ns":0,"title":"Traje anti-G","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Avia\u00e7\u00e3o|imagem=Anti-G Suit MSF830.jpg|legenda=Traje anti-G MSF830.}}\nO '''Traje anti-G''' \u00e9 um traje inventado por [[canadenses]] e usado por [[aviador]]es e [[astronauta]]s que est\u00e3o sujeitos a elevados n\u00edveis de for\u00e7a de [[acelera\u00e7\u00e3o]] (\"[[G (f\u00edsica)|Gs]]\"). Ele \u00e9 projetado para impedir o [[desmaio]] e a [[vis\u00e3o negra]] (perda de [[consci\u00eancia]] induzida), causada pelo ac\u00famulo de [[sangue]] na parte inferior do corpo quando em acelera\u00e7\u00e3o, privando o [[c\u00e9rebro]] de sangue.{{citar livro|autor =Balldin, Ulf I |t\u00edtulo=Acceleration effects on fighter pilots. In: Medical conditions of Harsh Environments |volume=2 |cap\u00edtulo=33 |local=Washington, DC |ano=2002 |url=http://www.bordeninstitute.army.mil/published_volumes/harshEnv2/harshEnv2.html |acessodata=2009-04-06 }} Os desmaios tem causado uma s\u00e9rie de [[Acidente a\u00e9reo|acidentes a\u00e9reos]] fatais.Amos, Smith, [http://www.militarytimes.com/news/2008/01/navy_blueangel_080114/ \"Report: Blue Angels pilot became disoriented\"] {{Wayback|url=http://www.militarytimes.com/news/2008/01/navy_blueangel_080114/ |date=20090203184142 }}, ''[[Military Times]]'', January 16, 2008.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Avia\u00e7\u00e3o|Guerra}}\n{{Indice_aviador}}\n{{esbo\u00e7o-avia\u00e7\u00e3o}}\n{{esbo\u00e7o-mil}}\n\n{{DEFAULTSORT:Traje Anti G}}\n[[Categoria:Avia\u00e7\u00e3o]]"}]},"30439":{"pageid":30439,"ns":0,"title":"S\u00e3o Desid\u00e9rio","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Munic\u00edpio do Brasil\n\n| nome = S\u00e3o Desid\u00e9rio\n| foto = Sao Desiderio (4464969092).jpg\n| leg_foto = \n| apelido = \n| bras\u00e3o = S\u00e3o Desid\u00e9rio.jpg\n| bandeira = \n| link_bras\u00e3o = \n| link_bandeira = \n| link_hino = \n| anivers\u00e1rio = [[22 de fevereiro]]\n| funda\u00e7\u00e3o = {{nowrap|{{dtlink|22|2|1962|idade}}}}\n| gent\u00edlico = s\u00e3o-desideriano\n| lema = \n| prefeito = Jos\u00e9 Carlos\n| partido = [[Progressistas|PP]]\n| fim_mandato = 2024\n| mapa = Bahia Municip SaoDesiderio.svg\n| latP = S\n| latG = 12\n| latM = 21\n| latS = 46\n| lonP = O\n| lonG = 44\n| lonM = 58\n| lonS = 22\n| estado = Bahia\n| mesorregi\u00e3o = [[Mesorregi\u00e3o do Extremo Oeste Baiano|Extremo Oeste Baiano]]\n| data_mesorregi\u00e3o = [[IBGE]]/[[2008]]{{citar web |url=ftp://geoftp.ibge.gov.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2008/DTB_2008.zip |titulo=Divis\u00e3o Territorial do Brasil |data=1 de julho de 2008 |obra=Divis\u00e3o Territorial do Brasil e Limites Territoriais| publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) |acessodata=11 de outubro de 2008}}\n| microrregi\u00e3o = [[Microrregi\u00e3o de Barreiras|Barreiras]]\n| data_microrregi\u00e3o = [[IBGE]]/[[2008]]\n| regi\u00e3o_intermedi\u00e1ria = \n| regi\u00e3o_imediata = \n| regi\u00e3o_metropolitana = \n| vizinhos = [[Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es (Bahia)|Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es]], [[Correntina]], [[Barreiras]], [[Catol\u00e2ndia]], [[Baian\u00f3polis]], [[Santa Maria da Vit\u00f3ria]] e estado do [[Tocantins]].\n| dist_capital = 705 (em linha reta) e 878 (por condu\u00e7\u00e3o)\n| dist_capital_ref = {{citar web|url=http://br.distanciacidades.com/distancia-de-sao-desiderio-a-salvador|t\u00edtulo=Dist\u00e2ncia entre S\u00e3o Desid\u00e9rio e Salvador|publicado=DistanciaCidades.com|acessodata=25 de outubro de 2013}}\n| capital_link = Salvador (Bahia)\n| \u00e1rea = 15157.005\n| \u00e1rea_pos = [[Lista de munic\u00edpios do Brasil por \u00e1rea|BR: 80\u00ba]]\n| \u00e1rea_ref = {{citar web |url=http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/default_territ_area.shtm |t\u00edtulo=\u00c1rea territorial oficial |autor=IBGE |acessodata=5 dez. 2010|data=10 out. 2002|publicado=Resolu\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia do IBGE de n\u00b0 5 (R.PR-5/02)}}\n| popula\u00e7\u00e3o = 34266\n| data_pop = [[IBGE]]/[[2020]]{{Citar web|url=ftp://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2019/estimativa_dou_2019.xls|t\u00edtulo=estimativa_dou_2019.xls|publicado=ibge.gov.br|acessodata=21 de dezembro de 2019}}\n| altitude = 492\n| clima = Tropical\n| sigla_clima = Aw\n| idh = 0.579 \n| data_idh = [[PNUD]]/[[2010]]{{citar web |url=http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/Ranking-IDHM-Municipios-2010.aspx |titulo=Ranking decrescente do IDH-M dos munic\u00edpios do Brasil |data=2010 |obra=Atlas do Desenvolvimento Humano|publicado=Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) |acessodata=23 de agosto de 2013}}\n| pib = {{fmtn|3645980.96|mil}}\n| data_pib = [[IBGE]]/[[2018]]{{citar web |url=https://ftp.ibge.gov.br/Pib_Municipios/2018/base/base_de_dados_2010_2018_xls.zip|titulo=Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios - 2010 \u00e0 2018|publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica |acessodata=24 de dezembro de 2020}}\n| pib_per_capita = 109841.86\n| data_pib_per_capita = [[IBGE]]/[[2018]]\n| site_prefeitura = [https://saodesiderio.ba.gov.br/ saodesiderio.ba.gov.br]\n}}\n'''S\u00e3o Desid\u00e9rio''' \u00e9 um [[Munic\u00edpio (Brasil)|munic\u00edpio brasileiro]] do [[Estados do Brasil|estado]] da [[Bahia]]. Sua popula\u00e7\u00e3o segundo dados do [[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica|IBGE]] no censo 2010 era de 27.659, com um aumento de 8.653 habitantes em rela\u00e7\u00e3o ao censo 2000 quando a popula\u00e7\u00e3o era de 19.006 habitantes, enquanto que pela estimativa de 2020 a popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 era de {{fmtn|34266}}. A cidade est\u00e1 localizada a cerca de 900 [[quil\u00f4metros]] da capital [[Salvador (Bahia)|Salvador]], por acesso rodovi\u00e1rio e a 27 km de [[Barreiras]], [[Capital regional|a principal cidade]] do [[Mesorregi\u00e3o do Extremo Oeste Baiano|oeste baiano]].Plano Diretor Urbano de Barreiras, programa de desenvolvimento municipal e infra-estrutura urbana, [https://barreiras.ba.gov.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2015%2F11%2FPDDU-RT-4-Relat%25C3%25B3rio-do-S%25C3%25ADntese-do-PDU2.pdf&usg=AFQjCNGo513Rlls_mT1r7gxgQ6UTAkdXbw]{{citar web|url=http://clubedovendedor.com.br/barreiras-capital-oeste-baiano/|t\u00edtulo=Barreiras, capital do oeste baiano|publicado=Clube do Vendedor|obra=Clube do Vemdedor|data=|acessodata=15 de junho de 2017}}{{citar web|url=http://www.entrecidadesdistancia.com.br/distancia-mapa-entre/barreiras-e-sao-desiderio/10158950/t\u00edtulo=Distancia entre Barreiras e S\u00e3o Desid\u00e9rio|publicado=Entre Cidades|obra=entrecidadesdistancia|data=|acessodata=15 de junho de 2017}} Sua \u00e1rea, de {{formatnum:15157005}} [[Quil\u00f4metro quadrado|quil\u00f4metros quadrados]], o faz ser o segundo maior munic\u00edpio da Bahia em extens\u00e3o, depois de [[Formosa do Rio Preto]].\n\nO destaque deste munic\u00edpio \u00e9 a comunidade de Ilha do V\u00edtor, na qual reuniu-se um grupo de artes\u00e3os e artes\u00e3s para produzir pe\u00e7as de artesanato com mat\u00e9rias primas nativas da regi\u00e3o, especialmente o [[buriti]]. Os artes\u00e3os criaram a Associa\u00e7\u00e3o dos Tran\u00e7adores da Palha do Buriti e com o apoio do [[Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas|SEBRAE]], passaram a confeccionar com mais qualidade os produtos que tradicionalmente confeccionavam em casa apenas para uso pr\u00f3prio.{{citar web|url=http://www.etur.com.br/conteudocompleto.asp?IDConteudo=9609|autor= Janete Melo|t\u00edtulo=Artesanato em palha de buriti eleva renda de comunidade baiana|publicado=ETUR|data=2 de fevereiro de 2006|acessodata=25 de outubro de 2013}}\n\nA palha do buriti \u00e9 usada na constru\u00e7\u00e3o de portas e coberturas, na fabrica\u00e7\u00e3o de m\u00f3veis e de utens\u00edlios diversos, tais como redes, esteiras, vassouras, peneiras, balaios, rolhas e chap\u00e9us. Outro grande destaque no munic\u00edpio \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o [[Agricultura|agr\u00edcola]],{{citar web|url=http://www.srb.org.br/noticias/article.php?article_id=4979|autor=|t\u00edtulo= S\u00e3o Desid\u00e9rio (BA) \u00e9 destaque no PIB agropecu\u00e1rio do Brasil|publicado=Sociedade Rural Brasileira|data=|acessodata=25 de outubro de 2013}} entre as mais competitivas do Brasil, tendo alcan\u00e7ado o maior valor de produ\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, segundo dados do [[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica|IBGE]], em 2012, superando [[Sorriso (Mato Grosso)|Sorriso]] (MT).{{citar web|url=http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2499|autor=|t\u00edtulo=PAM 2012: milho supera soja em volume de produ\u00e7\u00e3o|obra=Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola Municipal (PAM) 2012|publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)|data=25 de outubro de 2013|acessodata=25 de outubro de 2013}} J\u00e1 em 2018, foi apontado pelo IBGE como o maior [[Produto interno bruto|PIB]] agr\u00edcola do pa\u00eds, com um faturamento de R$ 3,645 bilh\u00f5es.\n\n[[Imagem:S\u00edtio do Rio Grande - S\u00e3o Desid\u00e9rio-BA I 31-12-2010 10-21 - panoramio.jpg|thumb|260x260|direita|Forma\u00e7\u00f5es rochosas na localidade de S\u00edtio do [[Rio Grande]]]]\n\n== Hist\u00f3ria ==\nOriginalmente toda a regi\u00e3o do [[Mesorregi\u00e3o_do_Extremo_Oeste_Baiano|Oeste Baiano]], denominada [[Comarca do Rio de S\u00e3o Francisco]], pertencia ao Estado de [[Pernambuco]] at\u00e9 o ano de 1824, onde est\u00e1 localizada a cidade de S\u00e3o Desid\u00e9rio, pertenceu ao munic\u00edpio de\u00a0[[Cotegipe]] (Campo Largo) at\u00e9 1890. Em 1891, deste territ\u00f3rio emancipou\u00a0o munic\u00edpio de [[Angical]]\u00a0e mais tarde emancipou\u00a0o de [[Barreiras]], e, em 22 de fevereiro de 1962, foi criado o munic\u00edpio de\u00a0S\u00e3o Desid\u00e9rio.\n\nA regi\u00e3o do oeste Baiano na margem esquerda do [[Rio S\u00e3o Francisco]] pertenceu ao\u00a0estado de Pernambuco\u00a0at\u00e9 meados de 1824.\u00a0[[Pedro I do Brasil|D. Pedro I]]\u00a0a desligou do territ\u00f3rio pernambucano como puni\u00e7\u00e3o pelo movimento separatista conhecido como\u00a0[[Confedera\u00e7\u00e3o do\u00a0 Equador]].\u00a0 A ent\u00e3o [[Comarca_do_Rio_de_S\u00e3o_Francisco|Comarca do Rio S\u00e3o Francisco]] foi o \u00faltimo territ\u00f3rio desmembrado do estado de Pernambuco, impondo \u00e0quele estado uma grande redu\u00e7\u00e3o da extens\u00e3o territorial, de 250 mil km\u00b2 para os 98.311\u00a0km\u00b2 atuais. Ap\u00f3s tr\u00eas anos foi cedida ao Estado de [[Prov\u00edncia de Minas Gerais|Minas Gerais]]\u00a0e, tr\u00eas anos depois, a regi\u00e3o foi anexada ao Estado da [[Bahia]] em [[1827]].\n\n=== Emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ===\nEm [[1962]], S\u00e3o Desid\u00e9rio conquistou a sua emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e deixou de ser um distrito da cidade de Barreiras para ser um munic\u00edpio independente. Naquele ano, representantes de tr\u00eas partidos, o [[Partido_Social_Democr\u00e1tico_(1945)|Partido Social Democr\u00e1tico \u2013 PSD]], o Partido da [[Uni\u00e3o_Democr\u00e1tica_Nacional|Uni\u00e3o Democr\u00e1tica Nacional - UDN]], e o Partido da Rep\u00fablica \u2013 PR, se reuniram para a composi\u00e7\u00e3o do diret\u00f3rio pol\u00edtico do munic\u00edpio. Cada um dos partidos lan\u00e7ou um nome como candidato a prefeito da rec\u00e9m-criada cidade. Concorreram na ocasi\u00e3o: Abelardo Alencar, pelo PSD; Antonio Pereira da Rocha, pela UDN; e Celso Barbosa dos Santos, pelo PR. Com 526 votos, Abelardo Alencar foi eleito e tomou posse em 7 de abril de 1963.\n\nNo mesmo dia, tomaram posse os primeiros oito vereadores do munic\u00edpio. Quatro deles do PSD, mesmo partido do prefeito Abelardo Alencar, dois da UDN e dois do PR. A primeira C\u00e2mara de Vereadores de S\u00e3o Desid\u00e9rio foi composta por: Olavo Pereira dos Santos (PSD) \u2013 1\u00ba presidente da C\u00e2mara; Jos\u00e9 Ribeiro Sobrinho (PSD), Bento Alves das Neves (PSD), Cirino Alves Teixeira (PSD), Francisco Jos\u00e9 Pereira (UDN), Sebasti\u00e3o Camilo (UDN), Jos\u00e9 Alves de Souza Almeida (PR) e Edson Jos\u00e9 de Souza (PR).[http://saodesiderio.ba.gov.br/historico/]\n\n== Turismo ==\nO munic\u00edpio tem lugares atrativos na [[natureza]], uma boa op\u00e7\u00e3o de [[turismo]]. A exemplo tem o ''S\u00edtio do Rio Grande'' (localizado no povoado de mesmo nome), com [[rio]] de \u00e1guas cristalinas (sendo o rio do Rio Grande um dos principais afluentes do [[Rio S\u00e3o Francisco]]), pared\u00e3o de pedras, [[rapel]] e muito mais beleza natural.{{Citar web |url=https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2021/07/17/sitio-do-rio-grande-no-oeste-da-bahia-oferece-paredao-de-pedras-de-40-metros-rapel-e-tirolesa.ghtml |titulo=S\u00edtio do Rio Grande, no oeste da Bahia, oferece pared\u00e3o de pedras de 40 metros, rapel e tirolesa |acessodata=2021-08-06 |website=G1 |lingua=pt-br}}\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Roda Velha]]\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n{{Esbo\u00e7o-munic\u00edpiosbr/Bahia}}\n{{Portal3|Brasil}}\n\n{{DEFAULTSORT:Sao Desiderio}}\n[[Categoria:S\u00e3o Desid\u00e9rio| ]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Bahia]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bahia MesoMicroMunicip.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bahia Municip SaoDesiderio.svg"}]},"109370":{"pageid":109370,"ns":0,"title":"Condado de Cavan","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{ver desambig |este=o condado irland\u00eas|outros significados|Cavan (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{Sem fontes|data=maio de 2019}}\n{{Info/Condado da Irlanda\n|nome = Condado de Cavan\n|nome_nativo = Contae an Chabh\u00e1in\n|bandeira = \n|bras\u00e3o = \n|localiza\u00e7\u00e3o = \n|prov\u00edncia = [[Ulster]]\n|sede = [[Cavan (Irlanda)|Cavan]]\n|\u00e1rea = 1 931\n|popula\u00e7\u00e3o = 63 961\n|densidade = \n|censo = [[2006]]\n|gent\u00edlico = \n|website = www.cavancoco.ie\n|mapa = IrelandCavan.png\n|notas = \n}}\nO '''Condado de Cavan''' (''An Cabh\u00e1n'' em [[l\u00edngua irlandesa|irland\u00eas]]) \u00e9 um [[Condados da Rep\u00fablica da Irlanda|condado]] da [[Rep\u00fablica da Irlanda]], na prov\u00edncia do [[Ulster]], no nordeste do pa\u00eds. Tem o nome de sua [[Cavan (Irlanda)|maior cidade]].\n\nCavan tem como vizinhos os condados de [[condado de Fermanagh|Fermanagh]] (na [[Irlanda do Norte]]) a norte, [[condado de Monaghan|Monaghan]] a nordeste, [[condado de Meath|Meath]] a sudeste, [[Condado de Westmeath|Westmeath]] a sul, [[Condado de Longford|Longford]] a sudoeste e [[Condado de Leitrim|Leitrim]] a oeste.\n\n{{Condados da Irlanda}}\n{{Irlanda/Condados administrativos}}\n\n{{esbo\u00e7o-geoeire}}\n\n{{DEFAULTSORT:Condado Cavan}}\n[[Categoria:Condado de Cavan| ]]\n\n[[la:Comitatus Clarensis]]"}]},"98579":{"pageid":98579,"ns":0,"title":"Tom Peters","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=mar\u00e7o de 2011| angola=| arte=| Brasil=| ci\u00eancia=| geografia=| m\u00fasica=| Portugal=| sociedade=|1=|2=|3=|4=|5=|6=}}\n{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Thomas J. Peters''' ([[Baltimore]], [[7 de novembro]] de [[1942]]) \u00e9 um [[escritor]] e [[Economia|economista]] [[Povo dos Estados Unidos|americano]] especializado em pr\u00e1ticas de gest\u00e3o de neg\u00f3cios, mais conhecido pelo livro ''In Search of Excellence'' (em coautoria com [[Robert H. Waterman Jr.]]).\n\n==Biografia==\nFez a escola secund\u00e1ria na Severn School e a universidade na Cornell University, tendo-se graduado em engenharia civil em 1965, e obtendo um mestrado em 1966. De seguida, Peters estudou gest\u00e3o na Stanford Business School, obtendo o seu MBA e doutoramento (PhD). Em 2004, tamb\u00e9m recebeu um doutoramento honor\u00e1rio da Universidade de Gest\u00e3o de Moscovo.\nDe 1966 a 1970, Peters serviu na Marinha Norte-Americana. De 1973 a 74, trabalhou na Casa Branca, na Administra\u00e7\u00e3o Nixon, como consultor em abuso de subst\u00e2ncias (drogas).\n\nDe 1974 a 1981, Peters trabalhou como consultor de gest\u00e3o na McKinsey & Company, chegando a partner e l\u00edder de pr\u00e1ticas organizacionais efectivas em 1979, ap\u00f3s o qual, em 1981, Peters passou a consultor independente.\n\n\u00c9 um guru da ger\u00eancia de neg\u00f3cios, de [[1970]] at\u00e9 o presente. Seu primeiro grande [[livro]] (em coautoria com Robert Waterman \"Em Busca da Excel\u00eancia\" - editado em portugu\u00eas como \"Vencendo a Crise\" foi um inesperado sucesso editorial. Seu combate incans\u00e1vel contra a imobilidade e falta de paix\u00e3o no trabalho o levaram a ser radicalmente a favor a inova\u00e7\u00e3o, contra o kaizen (ou melhoria cont\u00ednua), e a considerar o incrementalismo como o maior inimigo da inova\u00e7\u00e3o. Temas como a Destrui\u00e7\u00e3o Criativa e a descontinuidade s\u00e3o \u00edcones de seu alerta contra a predomin\u00e2ncia da mutabilidade dos mercados sobre a inten\u00e7\u00e3o de \"continuidade\" que \u00e9 presumida pela maior parte das empresas. Imagina\u00e7\u00e3o e Paix\u00e3o s\u00e3o recomendados em abund\u00e2ncia para um mundo altamente competitivo. Atuando da perspectiva de um ativista sexagen\u00e1rio, ele tenta ferir mortalmente a engrenagem burocr\u00e1tica que v\u00ea envenenando o mundo dos neg\u00f3cios, - res\u00edduo do modelo racionalista, mas sua luta continua, tendo o ponto de exclama\u00e7\u00e3o (!) como logotipo.\n\nTom Peters, guru de administra\u00e7\u00e3o de empresas e co-autor de ''In Search of Excellence'', gostava de dizer que era capaz de entrar numa empresa e em 15 minutos diagnosticar se os empregados est\u00e3o satisfeitos ou n\u00e3o.\n\n== Trabalhos ==\n\n* 1982 \u2013 In Search of Excellence (co-written with Robert H. Waterman, Jr.)\n* 1985 \u2013 A Passion for Excellence (co-written with Nancy Austin)\n* 1987 \u2013 Thriving on Chaos\n* 1992 \u2013 Liberation Management\n* 1994 \u2013 The Tom Peters Seminar: Crazy Times Call for Crazy Organizations\n* 1994 \u2013 The Pursuit of WOW!\n* 1997 \u2013 The Circle of Innovation: You Can't Shrink Your Way to Greatness\n* 1999 - The Reinventing Work Series 50List Books\n* 1999 \u2013 The Brand You 50: Or: Fifty Ways to Transform Yourself from an \"Employee\" into a Brand That Shouts Distinction, Commitment, and Passion! (Reinventing Work Series) ISBN 978-0375407727\n* 1999 - The Project50: Fifty Ways to Transform Every \"Task\" into a Project That Matters! (Reinventing Work Series) ISBN 978-0375407734\n* 1999 - The Professional Service Firm50: Fifty Ways to Transform Your \"Department\" into a Professional Service Firm Whose Trademarks are Passion and Innovation! (Reinventing Work Series) ISBN 978-0375407710\n* 2003 \u2013 Re-imagine! Business Excellence in a Disruptive Age\n* 2005 \u2013 Talent\n* 2005 \u2013 Leadership\n* 2005 \u2013 Design\n* 2005 \u2013 Trends (co-written with Martha Barletta)\n* 2010 \u2013 The Little Big Things: 163 Ways to Pursue Excellence\n* 2018 - The Excellence Dividend: Meeting the Tech Tide with Work That Wows and Jobs That Last\n\n== Links Externos ==\n*[http://www.tompeters.com www.tompeters.com]\n\n\n{{Wikiquote|Tom Peters}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Empres\u00e1rios dos Estados Unidos|Peters, Tom]]\n[[Categoria:Gestores dos Estados Unidos|Peters, Tom]]\n[[Categoria:Pessoas da McKinsey & Company]]"}]},"4572703":{"pageid":4572703,"ns":0,"title":"Bra\u0107evci","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade da S\u00e9rvia\n|Nome = Bra\u0107evci\n|Nome Cir\u00edlico = {{lang|sr|\u0411\u0440\u0430\u045b\u0435\u0432\u0446\u0438}}\n|Imagem = \n|Legenda = \n|Bras\u00e3o = \n|Mapa =\n|Lema =\n|Prov\u00edncia = [[S\u00e9rvia central]]\n|Regi\u00e3o = [[Visok (regi\u00e3o)|Visok]]\n|Distrito = [[Pirot (distrito)|Pirot]]\n|Munic\u00edpio = [[Dimitrovgrad]]\n|lat_deg = |lat_min = |lat_sec =\n|lon_deg = |lon_min = |lon_sec =\n|Altitude = \n|\u00c1rea = \n|Popula\u00e7\u00e3o = 5\n|Censo = 2011\n|Densidade =\n|Placa =\n|C\u00f3digo postal = \n|C\u00f3digo telefone=\n|Endere\u00e7o =\n|Website sem www=\n|e-mail =\n|Prefeito = \n|Partido =\n|Nuts =\n|Mapa distrito =\n|Mapa regi\u00e3o =\n}}\n'''Bra\u0107evci''' (em [[Alfabeto cir\u00edlico|cir\u00edlico]]:'' {{lang|sr|\u0411\u0440\u0430\u045b\u0435\u0432\u0446\u0438}}'') \u00e9 uma vila da [[S\u00e9rvia]] localizada no munic\u00edpio de [[Dimitrovgrad]], pertencente ao distrito de [[Pirot (distrito)|Pirot]], na regi\u00e3o de [[Visok (regi\u00e3o)|Visok]]. A sua popula\u00e7\u00e3o era de 5 habitantes segundo o censo de 2011.{{citar web|url=http://media.popis2011.stat.rs/2011/prvi_rezultati.pdf|t\u00edtulo=Recensement de la population, des m\u00e9nages et des logements dans la R\u00e9publique de Serbie 2011|data=10 de novembro de 2011|publicado=Site de l'Institut de statistiques de la [[S\u00e9rvia|R\u00e9publique de Serbie]]|acessodata=}}{{Hist\u00f3rico da popula\u00e7\u00e3o (S\u00e9rvia)}}\n\n== Demografia ==\n{{Demografia|\n|1948= 201\n|1953= 190\n|1961= 139\n|1971= 80\n|1981= 52\n|1991= 28\n|2002= 12{{Historique de la population (Serbie)}}\n|2011= 5\n}}\n{{Refer\u00eancias}}{{Esbo\u00e7o-geo-servia}}{{Distrito de Pirot}}\n{{Portal3|Geografia|S\u00e9rvia}}\n\n[[Categoria:Vilas de Pirot]]"}]},"4797965":{"pageid":4797965,"ns":0,"title":"Reino Dul\u00e1fida","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Estado extinto2\n|nome = Reino Dul\u00e1fida\n|regi\u00e3o = [[Planalto Iraniano]]\n|ano_in\u00edcio = {{s\u00e9c|IX}}\n|evento_in\u00edcio = [[Secess\u00e3o]] do [[Califado Ab\u00e1ssida]]\n|evento_fim = Reconquista pelo califado\n|ano_fim = 896\n|p1 = Califado Ab\u00e1ssida\n|bandeira_p1 = Abbasid banner.svg\n|s1 = Califado Ab\u00e1ssida\n|bandeira_s1 = Abbasid banner.svg\n|pa\u00edses = [[Ir\u00e3]]\n|capital = [[Caraje (cidade)|Caraje]]\n|idioma_r\u00f3tulo = L\u00ednguas\n|idioma =\n* [[l\u00edngua \u00e1rabe|\u00c1rabe]]\n* [[l\u00edngua turca|Turco]]\n|religi\u00f5es = [[Islamismo]]\n|era = [[Idade M\u00e9dia]]\n|forma_de_governo= [[monarquia]]\n|t\u00edtulo_l\u00edder = Emir\n|l\u00edder1 = {{ilc|Abu Dulafe Alc\u00e1cime||Abu Dulaf al-Qasim}}\n|ano_l\u00edder1 = at\u00e9 ca. 840\n|l\u00edder2 = {{ilc|Abu Laila Harite||Abu Layla al-Harith}}\n|ano_l\u00edder2 = 896\u2013897\n|moeda = \n* [[Dinar (moeda)|Dinar]]\n* [[dirr\u00e3 (moeda)|Dirr\u00e3]]\n}}\nO '''Reino Dul\u00e1fida''' ou '''Dulafida''' foi um Estado medieval centrado na regi\u00e3o de [[Jibal]], \u00e0 \u00e9poca controlada pela aut\u00f4noma dinastia dul\u00e1fida, que no {{s\u00e9c|IX}} inicialmente governava a regi\u00e3o como governadores do [[Califado Ab\u00e1ssida]]. Durante o enfraquecimento da autoridade dos [[califa ab\u00e1ssida|califas]] ap\u00f3s 861, os governantes de Jibal tornaram-se consideravelmente independentes do governo central em [[Samarra]]. Na d\u00e9cada final do {{s\u00e9c|IX}}, contudo, os dul\u00e1fidas foram derrotados pelos ab\u00e1ssidas que conseguiram reincorporar Jibal no Estado deles.\n\n== Hist\u00f3ria ==\n\n=== Origens familiares ===\n\n[[Imagem:Drachm of Abd al-Malik ibn Marwan, AH 77.jpg|thumb|upright=1.05|Dracma do [[califa om\u00edada]] [[Abedal Malique]] {{nwrap|r.|724|743}}]]\n\nOs dul\u00e1fidas pertenceram a tribo \u00e1rabe de Ejel ibne Lojaim, que estava na vanguarda da [[Conquista mu\u00e7ulmana da P\u00e9rsia|conquista mu\u00e7ulmana]] do [[Iraque]]. A linha exata de descendentes da fam\u00edlia \u00e9 disputada entre as v\u00e1rias fontes, mas os primeiros membros que podem ser fiavelmente datados s\u00e3o o comerciante Idris e seu irm\u00e3o Issa, filhos de Maquel (''Ma'qel''), que residiram em [[Cufa]] no reinado do [[califa om\u00edada]] [[Abedal Malique]] {{nwrap|r.|724|743}}. Os irm\u00e3os foram presos pelas autoridades om\u00edadas, mas a raz\u00e3o exata \u00e9 incerta: uma disputa comercial, ou, segundo [[Baladuri]], apoio \u00e0 causa ab\u00e1ssida. V\u00e1rias fontes inclusive relatam que [[Abu Muslim]], o posterior l\u00edder da [[Revolu\u00e7\u00e3o Ab\u00e1ssida]], foi originalmente um servo dos dul\u00e1fidas at\u00e9 ser comprado pela fam\u00edlia ab\u00e1ssida, mas estas alega\u00e7\u00f5es podem ter sido inven\u00e7\u00f5es posterior para engrandecer a posi\u00e7\u00e3o deles.{{sfn|name=Do477|Donner|1995|p=476\u2013477}}\n\nIdris posteriormente acumulou alguma riqueza, e mais tarde mudou-se para a regi\u00e3o da [[Cordilheira do Zagros]], comprando terras em Mass, pr\u00f3ximo a [[Hamad\u00e3]], e assentando ali. Seu filho Issa, contudo, mudou-se com seus filhos para [[Ispa\u00e3]], onde recorreram a latroc\u00ednio rodovi\u00e1rio segundo {{ilc|Samani||al-Sam'ani}}. Posteriormente, em algum momento durante o reinado de [[Almadi]] {{nwrap|r.|775|785}}, eles adotaram um estilo de vida mais leg\u00edtimo e assentaram-se em [[Caraje (cidade)|Caraje]]. Com o tempo suas posses em torno de Caraje tornar-se-iam extensivas, e pelo {{s\u00e9c|IX}} eles possu\u00edam grandes extens\u00f5es de terras cultiv\u00e1veis, pal\u00e1cios e fortalezas.{{sfn|name=Ma623|Marin|1991|p=623}}\n\nO primeiro dul\u00e1fida a tornar-se governador de [[Jibal]] foi o filho de Issa, {{ilc|Abu Dulafe Alc\u00e1cime||Abu Dulaf al-Qasim}}, que foi nomeado para a posi\u00e7\u00e3o pelo califa [[Harune Arraxide]] {{nwrap|r.|786|809}}. Abu Dulafe distinguiu-se por sua erudi\u00e7\u00e3o, compet\u00eancia e integridade, de modo que manteve-se ao lado do sucessor de Harune Arraxide, [[Alamim]] {{nwrap|r.|809|813}}, na [[Quarta Fitna|guerra civil]] contra o irm\u00e3o do \u00faltimo, [[Almamune]] {{nwrap|r.|813|832}}, e apesar de suas cren\u00e7as bem-conhecidas no [[xiismo]], ele foi perdoado ap\u00f3s a derrota de Alamim e reteve sua posi\u00e7\u00e3o. Ele manteve rela\u00e7\u00f5es especialmente boas com o sucessor de Almamune, [[Almot\u00e1cime]] {{nwrap|r.|832|842}}, servindo-o como comandante militar contra os [[curramitas]] e como governador (com uma poss\u00edvel nomea\u00e7\u00e3o para [[Damasco]]), e mesmo tornar-se-ia companheiro de bebida do califa, vindo a morrer em [[Bagd\u00e1]] em 839/840. Seu irm\u00e3o Maquel tamb\u00e9m era um membro da corte ab\u00e1ssida, servindo como um comandante militar e adquirindo alguma distin\u00e7\u00e3o como poeta.\n\n=== Reino Dul\u00e1fida ===\n\n[[Imagem:Gold dinar of Harun al-Rashid, AH 170-193.jpg|thumb|esquerda|[[dirr\u00e3 (moeda)|Dirr\u00e3]] de [[Harune Arraxide]] {{nwrap|r.|786|809}}]]\n[[Imagem:Dinar of al-Mu'tadid, AH 285.jpg|thumb|esquerda|[[Dinar de ouro]] de [[Almutadide (califa)|Almutadide]] {{nwrap|r.|892|902}}]]\n[[Imagem:Dinar of al-Muktafi, AH 292.jpg|thumb|esquerda|Dinar de ouro de [[Almoctafi]] {{nwrap|r.|902|908}}]]\n\nO longo governo de Abu Dulafe firmemente estabeleceu a autoridade de sua fam\u00edlia em Jibal; os dul\u00e1fidas receberam possess\u00e3o heredit\u00e1ria de seus dom\u00ednios - conhecidos como ''al-Igharayn'', \"os dois feudos\" - em perpetuidade, governando quase independentemente do governo califal, exceto por um tributo anual, e com o direito para cunhar seu pr\u00f3prio dinheiro. Ap\u00f3s a morte de Abu Dulafe, seu filho {{ilc|Abedalazize|Abedalazize ibne Abu Dulafe|Abd al-Aziz ibn Abu Dulaf}} sucedeu-o em sua posi\u00e7\u00e3o como governador de Jibal, enquanto outro irm\u00e3o, {{ilc|Hixame|Hixame ibne Abu Dulafe|Hisham ibn Abu Dulaf}}, serviu na corte califal como general em ca. 865/866. Como a autoridade ab\u00e1ssida nas prov\u00edncias perif\u00e9ricas colapsou nos anos 860 durante a \"[[Anarquia de Samarra]]\", os dul\u00e1fidas come\u00e7aram a atuar consideravelmente como governantes independentes, instigando o governo ab\u00e1ssida a lan\u00e7ar duas campanhas punitivas em 867, um das quais saqueando a fortaleza dul\u00e1fida de Caraje. O destino de Abedalazize \u00e9 incerto, mas ele provavelmente permaneceu em sua posi\u00e7\u00e3o at\u00e9 sua morte em 873/874, ap\u00f3s o que os ab\u00e1ssidas reconheceram o filho de Abedalazize, {{ilc|Dulafe|Dulafe ibne Abedalazize|Dulaf ibn Abd al-Aziz}}, e, ap\u00f3s a morte de Dulafe em Ispa\u00e3 em 878/879, seu irm\u00e3o {{ilc|Amade|Amade ibne Abedalazize|Ahmad ibn Abd al-Aziz}}, como governadores.\n\nAmade teve uma rela\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria e ambivalente com o governo central ab\u00e1ssida, e desempenhou um importante papel na rela\u00e7\u00e3o da corte com o ascendente poderio do [[Imp\u00e9rio Saf\u00e1rida]]. Um subordinado do governante saf\u00e1rida [[Amer ibne Alaite|Amer]] {{nwrap|r.|879|901}} desde 879, Amade voltou-se para os ab\u00e1ssidas ap\u00f3s a cis\u00e3o entre os saf\u00e1ridas e o regente ab\u00e1ssida, [[Almuafaque]], em 884/885. Foi nomeado para o governo de [[P\u00e9rsis]] e [[Carm\u00e2nia (prov\u00edncia do Califado Ab\u00e1ssida)|Carm\u00e2nia]] e sofreu uma pesada derrota para Amer em 886, mas ent\u00e3o enfrentou uma invas\u00e3o de seu territ\u00f3rio por Almuafaque em 889/890, e foi derrotado por Amer no ano seguinte.{{sfn|Bosworth|1975|p=118\u2013120}} Depois, o novo califa ab\u00e1ssida, [[Almutadide (califa)|Almutadide]] {{nwrap|r.|892|902}} acusou-o de tomar [[Ragas]] do general renegado [[Rafi ibne Hartama]].{{sfn|Bosworth|1975|p=120}}\n\nAp\u00f3s a morte de Amade em 893, contudo, Almutadide rapidamente interveio na disputa de sucess\u00e3o entre os filhos de Amade, {{ilc|Baquir|Baquir ibne Amade ibne Abedalazize|Bakr ibn Abd al-Aziz ibn Ahmad ibn Abi Dulaf}} e {{ilc|Omar|Omar ibne Amade|Umar ibn Ahmad}}, e restabeleceu a autoridade califal: em 894, o califa visitou Jibal em pessoal, e dividiu os territ\u00f3rios dul\u00e1fidas, dando o governo de Ragas, [[Caspim]], [[Qom]] e Hamad\u00e3 para seu pr\u00f3prio filho [[Almoctafi]] {{nwrap|r.|902|908}}, enquanto confinou Omar a regi\u00e3o sede dos dul\u00e1fidas em torno de Caraje e Ispa\u00e3. Finalmente, em 896, os dul\u00e1fidas foram completamente depostos e um governador califal, [[Issa de Nuxar]], foi instalado em Ispa\u00e3. Os irm\u00e3os de Omar lan\u00e7aram uma guerra de guerrilha contra os ab\u00e1ssida por algum tempo, mas sem-sucesso.{{sfn|Kennedy|2004|p=182\u2013183}} O \u00faltimo dul\u00e1fida, {{ilc|Abu Laila Harite||Abu Layla al-Harith}}, foi morto acidentalmente com sua pr\u00f3pria espada em uma batalha em 897/898, levando ao fim da dinastia.\n\n== Governantes ==\n\nDo C. E. Bosworth, ''As Novas Dinastias Isl\u00e2micas'':{{sfn|Bosworth|1996|p=153}}\n\n{{dividir em colunas|2}}\n\n* {{ilc|Abu Dulafe Alc\u00e1cime||Abu Dulaf al-Qasim}} (at\u00e9 c. 840)\n* {{ilc|Abedalazize|Abedalazize ibne Abu Dulafe|Abd al-Aziz ibn Abu Dulaf}} {{nwrap|r.|c. 840|874}}\n* {{ilc|Dulafe|Dulafe ibne Abedalazize|Dulaf ibn Abd al-Aziz}} {{nwrap|r.|874|879}}\n* {{ilc|Amade|Amade ibne Abedalazize|Ahmad ibn Abd al-Aziz}} {{nwrap|r.|879|893}}\n* {{ilc|Omar|Omar ibne Amade|Umar ibn Ahmad}} {{nwrap|r.|893|896}}\n* {{ilc|Abu Laila Alarite||Abu Layla al-Harith}} {{nwrap|r.|896|897}}\n\n{{dividir em colunas fim}}\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n\n{{Refbegin|2}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Bosworth|nome=C.E.|t\u00edtulo=The Cambridge History of Iran, Volume 4: From the Arab Invasion to the Saljuqs|ano=1975|editor=Frye, R.N.|cap\u00edtulo=The \u1e6c\u0101hirids and \u1e62aff\u0101rids|local=Cambr\u00edgia|editora=Imprensa da Universidade de Cambr\u00edgia|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Bosworth|nome=C.E.|t\u00edtulo=The New Islamic Dynasties: A Chronological and Genealogical Manual|ano=1996|local=Nova Iorque|editora= Imprensa da Universidade de Col\u00fambia|isbn=0-231-10714-5|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Donner|nome=Fred M.|t\u00edtulo=Enciclop\u00e9dia Ir\u00e2nica, Vol. VII, Fasc. 5.|p\u00e1ginas=476\u2013477|local=Nova Iorque|editora= Universidade de Col\u00fambia|ano=1995|cap\u00edtulo=DOLAFIDS|cap\u00edtulourl=http://www.iranicaonline.org/articles/dolafids|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Kennedy|nome=Hugh N.|t\u00edtulo=The Prophet and the Age of the Caliphates: The Islamic Near East from the 6th to the 11th Century (Second ed.)|local=Harlow, RU|editora=Pearson Education Ltd|ano=2004|isbn=0-582-40525-4|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Marin|nome=E.|t\u00edtulo=The Encyclopedia of Islam, New Edition, Volume II: C\u2013G.|local=Leida e Nova Iorque|editora=BRILL|ano=1991| cap\u00edtulo=Dulafids|isbn=90-04-07026-5|ref=harv}}\n\n{{refend}}\n\n[[Categoria:Estados extintos do Ir\u00e3]]\n[[Categoria:Estados extintos da \u00c1sia da Idade M\u00e9dia]]\n[[Categoria:Jibal]]"}]},"33454":{"pageid":33454,"ns":0,"title":"Bocai\u00fava do Sul","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|outras cidades com este nome|Bocaiuva (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{Info/Munic\u00edpio do Brasil\n\n\n| nome = Bocai\u00fava do Sul\n| foto = \n| leg_foto = \n| apelido = \n\n| bras\u00e3o = \u200eBrasao BocaiuvadoSul Parana Brasil.svg\n| bandeira = \n| link_bras\u00e3o = \n| link_bandeira = \n| link_hino = s:Hino do munic\u00edpio de Bocai\u00fava do Sul\n| anivers\u00e1rio = \n| funda\u00e7\u00e3o ={{nowrap|{{dtlink|12|04|1871|idade}}}}\n| gent\u00edlico =bocaiuvense\n| lema = \n| prefeito = Ant\u00f4nio Luiz Gusso{{citar web |url=https://politica.estadao.com.br/eleicoes/2020/candidatos/pr/bocaiuva-do-sul|t\u00edtulo=Candidatos a vereador Bocai\u00fava do Sul-PR|publicado=Estad\u00e3o|acessodata =22 de junho de 2021}}\n| partido = [[PDT]]\n| fim_mandato = 2024\n\n| mapa = Parana Municip BocaiuvadoSul.svg\n| latP = S | latG = 25 | latM = 12 | latS = 21\n| lonP = O | lonG = 49 | lonM = 06 | lonS = 54\n| estado = Paran\u00e1\n| mesorregi\u00e3o = [[Mesorregi\u00e3o Metropolitana de Curitiba|Metropolitana de Curitiba]]\n| data_mesorregi\u00e3o = [[IBGE]]/[[2008]] {{citar web |url=ftp://geoftp.ibge.gov.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2008/DTB_2008.zip |titulo=Divis\u00e3o Territorial do Brasil |data=1 de julho de 2008 |obra=Divis\u00e3o Territorial do Brasil e Limites Territoriais| publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) |acessodata=11 de outubro de 2008}}\n| microrregi\u00e3o = [[Microrregi\u00e3o de Curitiba|Curitiba]]\n| data_microrregi\u00e3o = [[IBGE]]/[[2008]] \n| regi\u00e3o_metropolitana = [[Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba|Curitiba]]\n| vizinhos = [[Colombo (Paran\u00e1)|Colombo]] ([[sudoeste]]), {{nowrap|[[Rio Branco do Sul]]}} ([[oeste]]), [[Tunas do Paran\u00e1]] ([[norte]]), [[Adrian\u00f3polis (Paran\u00e1)|Adrian\u00f3polis]] (norte), [[Barra do Turvo]] - [[S\u00e3o Paulo (estado)|SP]] ([[nordeste]]), [[Campina Grande do Sul]] ([[leste]] e [[sul]]).\n| dist_capital = 42\n| dist_capital_ref = {{citar web |url=http://www.ipardes.gov.br/perfil_municipal/MontaPerfil.php?Municipio=83450&btOk=ok |titulo=Perfil do Munic\u00edpio |data=1 de abril de 2007 |publicado=IPARDES - Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social |acessodata=5 de julho de 2009}}\n\n| \u00e1rea = 826.344\n| \u00e1rea_ref = {{citar web |url=http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/default_territ_area.shtm |t\u00edtulo=\u00c1rea territorial oficial |autor=IBGE |acessodata=5 de dezembro de 2010|data=10 de outubro de 2002|publicado=Resolu\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia do IBGE de n\u00b0 5 (R.PR-5/02)}}\n| popula\u00e7\u00e3o = 12755\n| data_pop = estimativa [[IBGE]]/2018{{citar web |url=https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pr/bocaiuva-do-sul/panorama|t\u00edtulo=Estimativa populacional 2018 IBGE| obra = |publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)|data=29 de agosto de 2018 |acessodata = 30 de outubro de 2018}}\n| altitude = 980\n| clima = [[Subtropical]]\n| sigla_clima = Cfb\n\n| idh = 0.719 \n| data_idh = [[PNUD]]/[[2000]] {{citar web |url=http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDH-M%2091%2000%20Ranking%20decrescente%20(pelos%20dados%20de%202000).htm |titulo=Ranking decrescente do IDH-M dos munic\u00edpios do Brasil |data=2000 |obra=Atlas do Desenvolvimento Humano|publicado=Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) |acessodata=11 de outubro de 2008}}\n| pib = {{formatnum:71141.264}} mil\n| data_pib = [[IBGE]]/[[2008]]{{citar web |url=http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/pibmunicipios/2004_2008/ |titulo=Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios 2004-2008 |publicado=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica |acessodata=11 de dezembro de 2010}}\n| pib_per_capita = 7178.74\n| data_pib_per_capita = [[IBGE]]/[[2008]]\n| site_prefeitura = [http://bocaiuvadosul.pr.gov.br/ bocaiuvadosul.pr.gov.br]\n}}\n'''Bocai\u00fava do Sul''' \u00e9 um [[Munic\u00edpio (Brasil)|munic\u00edpio brasileiro]] do [[Unidades federativas do Brasil|estado]] do [[Paran\u00e1]], pertence a regi\u00e3o do [[Vale do Ribeira]]. Sua popula\u00e7\u00e3o, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de {{fmtn|12755}} habitantes, configurando como o 177\u00ba mais populoso do estado.\n\n==Etimologia==\nO [[nome]] do munic\u00edpio \u00e9 em homenagem ao republicano [[Quintino Bocaiuva]], jornalismo e pol\u00edtico. Etimologicamente o termo \"[[Bocaiuva]]\", origina-se do tupi \"''mbocaya-\u00fcb''\", que denomina a palmeira ''Acrocomia sclerocarpa''.\n\n==Hist\u00f3ria==\n\nQuando do descobrimento e povoa\u00e7\u00e3o dos [[pradaria|campos]] de [[Curitiba]], j\u00e1 existia no [[Primeiro planalto paranaense|planalto curitibano]] uma [[localidade]] chamada \"Arraial Queimado\", denomina\u00e7\u00e3o devida a uma devastador [[inc\u00eandio]] ocorrido na povoa\u00e7\u00e3o. Neste lugar, mais tarde, surgiu a cidade de Bocaiuva do Sul.{{citar web|url=http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/parana/bocaiuvadosul.pdf|titulo=Bocaiuva do Sul|data=|publicado=[[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica]]|acessodata=27 de abril de 2010}}\n\nEm 1710, parte das terras da [[regi\u00e3o]] foi concedida, em forma de [[sesmaria]], a Domingos Fernandes Grosso. Na verdade, esta \"concess\u00e3o\" foi uma jogada pol\u00edtica, pois Fernandes Grosso n\u00e3o passava de um [[testa de ferro]] do padre Lucas Rodrigues Fran\u00e7a, filho do [[governador]]-[[sesmeiro]], leg\u00edtimo dono das terras.\n\nAnos depois o padre Lucas vendeu a sesmaria ao seu cunhado Andr\u00e9 Gon\u00e7alves Ribeiro que, ao morrer, as legou \u00e0 sua filha e herdeira Bernarda Maria de Fran\u00e7a, casada com Manoel Gon\u00e7alves Silvestre. Finalmente, em 28 de outubro de 1756, a sesmaria de Arraial Queimado foi vendida a Jos\u00e9 Rodrigues Teixeira pela import\u00e2ncia de 50$000.\n\nO [[povoamento]] de Bocaiuva efetivou-se pelo [[trabalho]] desenvolvido por Manoel Jos\u00e9 Cardoso e sua [[fam\u00edlia]], que era numerosa. Outras fam\u00edlias que deram estabilidade social, cultural e econ\u00f4mica ao lugar foram as de Manoel Jos\u00e9 de Aleluia, Manoel Jo\u00e3o dos Santos, Jo\u00e3o Antonio dos Santos Souza e Antonio Joaquim dos Santos, que se estabeleceram nas \u00e1reas [[zona urbana|urbana]] e [[zona rural|rural]].\n\nA [[Lei]] [[prov\u00edncia|Provincial]] n\u00ba 250, de 22 de abril de 1870 eleva o povoado \u00e0 categoria de [[Freguesia]], e em [[12 de abril]] de [[1871]], pela Lei Provincial n\u00ba 273 foi criado o munic\u00edpio de Arraial Queimado, com territ\u00f3rio desmembrado do munic\u00edpio de Curitiba, sendo instalado na mesma data.\n\nO advento da [[Rep\u00fablica]] trouxe boas novas ao munic\u00edpio, que recebeu a denomina\u00e7\u00e3o de Bocaiuva do Sul em 11 de janeiro de 1890, atrav\u00e9s do Decreto-Lei n\u00ba 19, numa homenagem ao ent\u00e3o Ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, [[Quintino Bocaiuva]].\n\nEm 14 de julho de 1932, pelo Decreto n\u00ba 1.703, foi extinto o munic\u00edpio de Bocaiuva, que foi Anexado ao munic\u00edpio do Capivari (Hoje [[Colombo (Paran\u00e1)|Colombo]]), sendo que dois anos ap\u00f3s, pela Lei [[estado (subdivis\u00e3o)|Estadual]] n\u00ba 705, de 16 de mar\u00e7o de 1934, eram restabelecidas sua [[jurisdi\u00e7\u00e3o]] e territ\u00f3rio, ampliado com o pertencia ao munic\u00edpio de Epit\u00e1cio Pessoa. O Decreto-Lei n\u00ba 199, de 30 de dezembro de 1943, mudou a denomina\u00e7\u00e3o do lugar, alterando-a para Imbuial, que n\u00e3o vingou, voltando \u00e0 antiga denomina\u00e7\u00e3o Bocaiuva, em 10 de outubro de 1947, pela Lei n\u00ba 2, s\u00f3 desta feita acrescida de \"do Sul\", para diferencia-la da hom\u00f5nima cidade mineira.\n\nPassou \u00e0 sede de Comarca em 16 de janeiro de 194]. A instala\u00e7\u00e3o foi presidida por Lu\u00edz de Albuquerque Maranh\u00e3o, sendo que o primeiro [[juiz de direito]] foi o dr. Zeferino Mozzato Krukoski.\n\n== Liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria do norte ao sul ==\nA [[BR-476]], a Estrada da Ribeira, era a principal liga\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1rias ligando o Sul do Brasil a S\u00e3o Paulo, diretamente, at\u00e9 os anos 60, quando foi constru\u00edda a [[BR-116]], a rodovia R\u00e9gis Bittencourt, a BR-116. A \"retirada\" desta estrada, que ajudava Bocaiuva do Sul at\u00e9 o anos 60, fez que a cidade se voltasse ao ostracismo, praticamente parando no tempo, at\u00e9 o final dos anos 90 e come\u00e7o do s\u00e9culo XXI.{{citar web |url=http://www.infraestrutura.pr.gov.br/arquivos/File/SISTEMARODOVIARIOESTADUAL2017.pdf|t\u00edtulo=Sistema Rodovi\u00e1rio Estadual 2017| obra = |publicado=Departamento de Estradas de Rodagem|data=1 de novembro de 2017 |acessodata = 29 de agosto de 2018}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n*[http://www.ipardes.gov.br/perfil_municipal/MontaPerfil.php?Municipio=83450&btOk=ok Perfil do munic\u00edpio na p\u00e1gina do Estado do Paran\u00e1]\n\n{{Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba}}\n\n[[Categoria:Bocai\u00fava do Sul| ]]"}]},"4857705":{"pageid":4857705,"ns":0,"title":"Feo-hifomicose","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Feohifomicosis cutanea (Cutaneous phaeohyphomycosis).jpg|thumb|Quisto cut\u00e2neo pigmentado causado por ''Exophiala spinifera''.]]\n\n'''Feo-hifomicose''' \u00e9 qualquer [[infec\u00e7\u00e3o f\u00fangica]] causada pela forma\u00e7\u00e3o de [[hifa]]s ou pseudo-hifas negras (fungos melanizados), pertencentes \u00e0 fam\u00edlia ''[[dematiacea]]''. Pode se manifestar de forma cut\u00e2nea, subcut\u00e2nea ou disseminada, formando [[quisto]]s, e pode afetar tamb\u00e9m pacientes com boa imunidade, sendo especialmente comum em pacientes [[imunodeprimido]]s por medicamentos usados no transplante de \u00f3rg\u00e3o. BORROTO DIAZ, Gerardo et al. Feohifomicosis subcut\u00e1nea en un paciente trasplantado renal. Rev cubana med [online]. 2012, vol.51, n.4 [citado 2015-09-16], pp. 336-343 . Disponible en: . ISSN 0034-7523.\n\n== Causas ==\nA feo-hifomicose geralmente \u00e9 causada pelos fungos ''[[Exophiala]]'' (E. jeanselmei, E. moniliae, E.spinifera), ''[[Alternaria]]'' (A. alternata e A. tenuiissima), ''[[Phialophora]]'' (P. richardisiae e P. verrucosa), ''[[Bipolaris]] australiensis'', ''[[Curvularia]] lunata'' ou ''[[Phaeoacremonium]]'' spp. Esses fungos s\u00e3o amplamente encontrados no ambiente e penetram por feridas causadas por espinhos, picadas ou cortes, principalmente quando entram em contato com plantas ou terra. Al\u00e9m de infectar humanos, tamb\u00e9m infectam diversos outros animais.UFPR - micologia: http://www.prppg.ufpr.br/redefungos/feohifomicose.html Tamb\u00e9m pode causar feo-hifomicose pulmonar, disseminada e [[fungemia]] quando esporos de dematiaceas s\u00e3o inalados por pessoas imunodeprimidas. \n\n== Tratamento ==\nExtra\u00e7\u00e3o cir\u00fargica dos n\u00f3dulos ou quistos e [[itraconazol]], [[fluorocitocina]] ou [[fluconazol]] por via oral durante 6 a 12 meses. BORROTO DIAZ, Gerardo et al. Feohifomicosis subcut\u00e1nea en un paciente trasplantado renal. Rev cubana med [online]. 2012, vol.51, n.4 [citado 2015-09-16], pp. 336-343 . Disponible en: . ISSN 0034-7523. N\u00e3o se recomenda usar [[cetonazol]] nem [[anfotericina B]] porque apesar de boa resposta in vitro, alguns ''Exophiala'' possuem resist\u00eancia in vivo, e causam danos renais em sua forma mais usual. O tratamento mais recomendado \u00e9 itraconazol mais extirpa\u00e7\u00e3o cir\u00fargica.RUSSO, J P; RAFTI, P y MESTRONI, S. Feohifomicosis subcut\u00e1nea. Rev. argent. dermatol. [online]. 2009, vol.90, n.1 [citado 2015-09-16], pp. 64-70 . Disponible en: . ISSN 1851-300X.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Doen\u00e7as f\u00fangicas}} \n\n[[Categoria:Micoses]]"}]},"2886356":{"pageid":2886356,"ns":0,"title":"Gabriel De Michele","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n |nome = Gabriel De Michele\n |imagem = \n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda = \n |nomecompleto = Gabriel De Michele\n |apelido = ''Gaby''\n |nascimento_data = {{dni|6|3|1941}}\n |nascimento_cidade = [[Saint-\u00c9tienne]]\n |nascimento_pa\u00eds = {{FRA}}\n |nacionalidade = Franc\u00eas\n |morte_data = \n |morte_cidade = \n |morte_pa\u00eds = \n |altura = 1,76 m\n |peso = 72 kg\n |p\u00e9 = \n |posi\u00e7\u00e3o = Defensor\n |jovemanos = \n |jovemclubes = \n |ano = 1963-1975\n |clubes = [[Football Club de Nantes|Nantes]]\n |jogos(golos) = 387 (1)\n |anoselecao = 1966-1967\n |selecaonacional = {{FRAf}}\n |partidasselecao = 2 (0)\n}}\n\n'''Gabriel De Michele''' ([[Saint-\u00c9tienne]], [[6 de mar\u00e7o]] de [[1941]]) \u00e9 um ex-[[futebolista]] [[franceses|franc\u00eas]]. \n\nDescendente de italianos, ele competiu na [[Copa do Mundo FIFA de 1966]], sediada na [[Inglaterra]], na qual a [[Sele\u00e7\u00e3o Francesa de Futebol|sele\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds]] terminou na 13\u00ba coloca\u00e7\u00e3o dentre os 16 participantes.{{citar web |url=http://pt.fifa.com/worldcup/archive/edition=26/teams/team=43946.html |titulo=Sele\u00e7\u00e3o Francesa na Copa do Mundo FIFA de 1966 |lingua2=pt |publicado=[[FIFA|Fifa.com]] |acessodata=13 de setembro de 2010 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20101116005036/http://pt.fifa.com/worldcup/archive/edition=26/teams/team=43946.html |arquivodata=2010-11-16 |urlmorta=yes }}{{citar web|url=http://copadomundo.uol.com.br/2010/historia-das-copas/1966-inglaterra/jogos/ |titulo=Jogos da Copa de 1966 - Classifica\u00e7\u00e3o |publicado=[[Universo Online]] |lingua2=pt |acessodata=13 de setembro de 2010}}\n\nEm clubes, se destacou em apenas um: o [[Football Club de Nantes|Nantes]], onde jogou entre 1963 e 1975, quando se aposentou dos gramados. Pelos ''Can\u00e1rios'', foram 387 partidas e apenas um gol.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Sele\u00e7\u00e3o Francesa de Futebol de 1966}}\n\n{{Esbo\u00e7o-futebolistafra}}\n{{Portal3|Futebol|Fran\u00e7a}}\n{{DEFAULTSORT:De Michele, Gabriel}}\n[[Categoria:Futebolistas da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Jogadores da Copa do Mundo FIFA de 1966]]\n[[Categoria:Futebolistas do Football Club de Nantes]]\n[[Categoria:Franceses de ascend\u00eancia italiana]]\n[[Categoria:Naturais de Saint-\u00c9tienne]]"}]},"2978769":{"pageid":2978769,"ns":0,"title":"Aloe arachnoides","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n |cor = lightgreen\n |nome = ''Aloe arachnoides''\n |imagem =\n |imagem_legenda=\n |estado =\n |reino = [[Plantae]]\n |divis\u00e3o = [[angiosperma|Magnoliophyta]]\n |classe = [[monocotiled\u00f3nea|Liliopsida]]\n |ordem = [[Asparagales]]\n |fam\u00edlia = [[Asphodelaceae]]\n |g\u00e9nero = ''[[Aloe]]''\n |esp\u00e9cie = '''''Aloe arachnoides'''''\n |binomial = ''Aloe arachnoides''\n |binomial_autoridade =\n |sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Aloe arachnoides''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[monocotiled\u00f3nea|liliopsida]] do g\u00eanero ''[[Aloe]]'', pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Asphodelaceae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/2779646 |t\u00edtulo = Aloe arachnoides |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 27 de setembro de 2019}}\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Bibliografia ==\n* Moran, R. 1992. Aloe wild in California. Cact. Succ. J. (Los Angeles) 64: 55-56.\n* Reynolds, G. W. 1982. The Aloes of South Africa, ed. 4. Rotterdam.\n* Urs Eggli (Hrsg.): Sukkulenten-Lexikon. Einkeimbl\u00e4ttrige Pflanzen (Monocotyledonen). Eugen Ulmer, Stuttgart 2001, ISBN 3-8001-3662-7, S. 104\u2013193.\n* Walter C. Holmes & Heather L. White: Aloaceae in der Flora of Northern America, Volume 26, S. 410: [http://www.efloras.org/florataxon.aspx?flora_id=1&taxon_id=101163 Aloe - Online].\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{citar web |url = http://www.ppp-index.de/L1BQUF9TVEFSVFFVRVJZP1NFQVJDSFRZUD1QTEFOVCZOQlRfUEdBVD1BbG9lJk5CVF9QQVJUPSomTkJUX1BTT1I9KiZNSUQ9Mjc1Ng.html?UID=615FE9CEF29ADDEA9A864C855602821D152F4580E031E2 |t\u00edtulo = PPP-Index |obra = Lista das esp\u00e9cies do g\u00eanero Aloe |acessodata= 20 de novembro de 2010 |l\u00edngua = alem\u00e3o}}\n* {{citar web |url = http://plants.usda.gov/java/nameSearch?keywordquery=Acalypha&mode=Scientific%20Name&sort=1http://plants.usda.gov/java/nameSearch?keywordquery=Aloe&mode=Scientific%20Name&sort=1 |t\u00edtulo = USDA Plants Database |obra = Lista das esp\u00e9cies do g\u00eanero Aloe |acessodata= 20 de novembro de 2010 |l\u00edngua = ingl\u00eas}}\n* {{citar web |url = http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/splist.pl?440 |t\u00edtulo = GRIN |obra = Lista das esp\u00e9cies do g\u00eanero Aloe |acessodata = 20 de novembro de 2010 |l\u00edngua = ingl\u00eas |arquivourl = https://web.archive.org/web/20150924115141/http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/splist.pl?440 |arquivodata = 2015-09-24 |urlmorta = yes }}\n* {{citar web |url = http://www.ncbi.nlm.nih.gov/Taxonomy/Browser/wwwtax.cgi?mode=LinkOut&id=25641&lvl=3&p=has_linkout&srchmode=1&keep=1&unlock |t\u00edtulo = NCBI |obra = Lista das esp\u00e9cies do g\u00eanero Aloe |acessodata= 20 de novembro de 2010 |l\u00edngua = ingl\u00eas}}\n\n{{Esbo\u00e7o-monocotiled\u00f3nea}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Aloe]]"}]},"220429":{"pageid":220429,"ns":0,"title":"Refinaria de Duque de Caxias","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Estrutura alta}}\nA '''Refinaria de Duque de Caxias (Reduc)''' \u00e9 hoje a mais completa e complexa refinaria do sistema Petrobras, tendo sido inaugurada, em 1961, com apenas seis unidades, al\u00e9m da casa de for\u00e7a. Localiza-se na [[Rodovia Washington Lu\u00eds (BR-040)|Rodovia Washington Lu\u00eds]], km 113,7, no distrito de [[Campos El\u00edsios (Duque de Caxias)]].\n\nO complexo industrial da refinaria \u00e9 distribu\u00eddo numa \u00e1rea de aproximadamente 13 km\u00b2 e \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 4,8 bilh\u00f5es de reais por ano em impostos pagos ao governo. Um total de ''55 produtos'' {{citar web|url=http://www.petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/principais-operacoes/refinarias/refinaria-duque-de-caxias-reduc.htm|titulo=REDUC - Refinaria Duque de Caxias|data=|acessodata=19 de Abril de 2017|publicado=|ultimo=|primeiro=|autor=Petrobras}} s\u00e3o comercializados por esta refinaria, dentre estes \u00f3leos b\u00e1sicos para lubrificantes, [[diesel]], [[gasolina]], [[GLP]], [[nafta]], querosene de avia\u00e7\u00e3o, parafinas, \u00f3leo combust\u00edvel e [[aguarr\u00e1s]].\n==Esquema de refino==\nUma s\u00e9rie de unidades de processamento est\u00e3o organizadas compondo o esquema de refino mais completo dentre as refinarias brasileiras. Dentre as unidades operacionais desta refinaria, destacam-se: [[FCC]] (craqueamento catal\u00edtico em leito fluidizado), destila\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e a v\u00e1cuo (3 conjuntos, 1 para combust\u00edveis e 2 para lubrificantes), reforma catal\u00edtica, 6 unidades de hidrotratamento (HDT), desasfalta\u00e7\u00e3o (2), al\u00e9m de v\u00e1rias unidades de processamento e tratamento de \u00f3leos b\u00e1sicos para lubrificantes, caldeiras e mais unidades de tratamento de derivados.\nEm julho de 2008 foi iniciada a opera\u00e7\u00e3o da Unidade de Coqueamento Retardado, que \u00e9 respons\u00e1vel pelo processamento de mat\u00e9ria-prima pesada, convertendo em produtos nobres, como o diesel e nafta, al\u00e9m de produzir o coque. A constru\u00e7\u00e3o desta unidade totalizou investimentos da ordem de US$ 1 bilh\u00e3o.{{citar web|url= http://www.energiahoje.com/online/petroleo/refino-e-petroquimica/2008/06/24/925/lula-inaugura-unidade-da-reduc.html|autor= Energia Hoje|titulo= Lula inaugura unidade da Reduc|acessodata= 3 de Mar\u00e7o de 2010|arquivourl= https://web.archive.org/web/20100909141129/http://www.energiahoje.com/online/petroleo/refino-e-petroquimica/2008/06/24/925/lula-inaugura-unidade-da-reduc.html|arquivodata= 2010-09-09|urlmorta= yes}}\n\n== Acidentes ==\n{{Artigo principal|Explos\u00e3o na Reduc em 1972}}\n\nA Reduc tamb\u00e9m se notabilizou por um hist\u00f3rico de acidentes maiores e menores. O maior de todos eles ocorreu em 30 de mar\u00e7o de 1972. Nesta data ocorreram tr\u00eas grandes explos\u00f5es em tr\u00eas tanques de g\u00e1s, causando a morte de 42 trabalhadores e deixando mais 40 feridos. Considerado causado por erro operacional e falha de projeto, o acidente provocou chamas de trezentos metros de altura e um dos tamp\u00f5es dos tanques (pe\u00e7a de 23 m de di\u00e2metro) foi arremessado pela explos\u00e3o a uma dist\u00e2ncia superior a um quil\u00f4metro.\n\n\u2192 Vazamento de \u00f3leo na Ba\u00eda de Guanabara\n\nO vazamento de \u00f3leo na Ba\u00eda de Guanabara ocorreu em 18 de janeiro de 2000 como consequ\u00eancia do rompimento de um duto que ligava a Refinaria Duque de Caxias ao terminal Ilha d'\u00e1gua, na Ilha do Governador. Esse incidente ficou conhecido como um dos maiores acidentes ambientais ocorridos no Brasil e destacou-se pela grande quantidade de \u00f3leo derramado \u2013 cerca de 1,3 milh\u00e3o de litros. Esse grande vazamento matou praticamente todo o ambiente marinho da regi\u00e3o, afetando diretamente a economia, j\u00e1 que v\u00e1rios pescadores tiveram que abandonar a \u00e1rea que antes era rica em peixes.\n\nEm 2014 foram duas ocorr\u00eancias. Um grande inc\u00eandio em janeiro e a emiss\u00e3o de vultosa nuvem de fuma\u00e7a no dia 30 de abril. Esta fuma\u00e7a negra cobriu uma extensa regi\u00e3o que se estendeu at\u00e9 a zona oeste do munic\u00edpio do Rio de Janeiro.http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/05/petrobras-e-multada-em-r-2-milhoes-por-emissao-de-poluentes-na-reduc.html\n\n== Amplia\u00e7\u00e3o ==\nA Reduc est\u00e1 ampliando sua planta de g\u00e1s natural, construindo novas unidades para atender \u00e0 demanda por g\u00e1s natural na regi\u00e3o Sudeste do Brasil. Junto com estas unidades, tamb\u00e9m est\u00e3o previstos tratamentos de dessulfuriza\u00e7\u00e3o de nafta craqueada e um investimento maci\u00e7o em unidades de preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente, como a recupera\u00e7\u00e3o de enxofre e tratamento de \u00e1guas \u00e1cidas. Os investimentos de amplia\u00e7\u00e3o s\u00e3o estimados em US$ 1,5 bilh\u00e3o.\n\nV\u00e1rias outras obras de melhoria do sistema industrial da Reduc est\u00e3o sendo previstas, visando a sua amplia\u00e7\u00e3o ou moderniza\u00e7\u00e3o para preservar a sa\u00fade dos trabalhadores, o meio ambiente e a excel\u00eancia em qualidade dos processos e produtos da refinaria.\n\n== Produ\u00e7\u00e3o de diesel S-50 ==\nA Reduc foi pioneira na produ\u00e7\u00e3o do \u00f3leo [[diesel]] S-50 no Brasil. Este novo produto possui 90% menos enxofre que o diesel anteriormente utilizado nas regi\u00f5es metropolitanas (diesel S-500), contribuindo para a melhoria da qualidade do ar.{{citar web|url= http://petroleolusofono.blogspot.com/2009/04/diesel-s-50-produzido-pela-petrobras.html|autor=Petr\u00f3leo Lus\u00f3fono|titulo=Diesel S-50 produzido pela Petrobras reduz emiss\u00e3o de poluentes no Rio de Janeiro|acessodata=3 de Mar\u00e7o de 2010}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Petrobras]]\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* https://web.archive.org/web/20080930082439/http://www2.petrobras.com.br/minisite/refinarias/portugues/index.asp\n\n{{Refinarias da Petrobras}}\n\n{{Ver desambig|prefixo=Se procura|a Rede Brasileira de Redu\u00e7\u00e3o de Danos|redu\u00e7\u00e3o de danos}}\n\n{{Semimagem}}\n\n{{DEFAULTSORT:Refinaria Duque Caxias}}\n[[Categoria:Refinarias de petr\u00f3leo do Brasil|Duque Caxias]]\n[[Categoria:Economia de Duque de Caxias (Rio de Janeiro)]]\n[[Categoria:Refinarias da Petrobras]]"}]},"4490592":{"pageid":4490592,"ns":0,"title":"Cardiophorus femoratus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Cardiophorus femoratus''\n| imagem = \n| imagem_legenda = \n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Artr\u00f3pode|Arthropoda]]\n| classe = [[Insetos|Insecta]]\n| ordem = [[Besouro|Coleoptera]]\n| subordem = [[Polyphaga]]\n| fam\u00edlia = [[Elateridae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Cardiophorus]]''\n| subg\u00e9nero = ''Coptostethus''\n| esp\u00e9cie = '''''C. femoratus'''''\n| binomial = ''Cardiophorus femoratus''\n| binomial_autoridade = Wollaston, 1854\n}}\n'''''Cardiophorus femoratus''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[insetos]] [[Besouro|cole\u00f3pteros]] [[Polyphaga|pol\u00edfagos]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Elateridae]].{{faunaeur |acessodata = 13 de setembro de 2019}}\n\nA autoridade cient\u00edfica da esp\u00e9cie \u00e9 [[Wollaston]], tendo sido descrita no ano de 1854.\n\nTrata-se de uma esp\u00e9cie presente no territ\u00f3rio [[Portugal|portugu\u00eas]].\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* ''[http://www.biodiversitylibrary.org/name/Cardiophorus_femoratus Cardiophorus femoratus]'' - [[Biodiversity Heritage Library]] - Bibliografia\n* ''[http://www.ncbi.nlm.nih.gov/taxonomy/?term=Cardiophorus%femoratus Cardiophorus femoratus]'' - NCBI Taxonomy Database\n* ''[http://www.gbif.org/species/search?q=Cardiophorus+femoratus Cardiophorus femoratus]'' - [[Global Biodiversity Information Facility]]\n* ''[http://eol.org/search?q=Cardiophorus+femoratus&search=Go Cardiophorus femoratus]'' - [[Encyclopedia of Life]]\n\n{{esbo\u00e7o-cole\u00f3ptero}}\n\n{{Portal3|Zoologia|Fauna de Portugal}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Cole\u00f3pteros pol\u00edfagos de Portugal]]\n[[Categoria:Cardiophorus|femoratus]]\n[[Categoria:Cole\u00f3pteros descritos em 1854]]"}]},"2216272":{"pageid":2216272,"ns":0,"title":"Abal\u00e1","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=junho de 2019}}\n{{Candombl\u00e9}}\n'''Abal\u00e1''' \u00e9 um nome comum a dois tipos de [[comida ritual|comidas rituais]] votivas, inerentes aos [[orix\u00e1]]s [[Ob\u00e1 (orix\u00e1)|Ob\u00e1]], [[Xang\u00f4]] e [[Ieu\u00e1]], quando feita de massa de [[milho]] verde, ou da massa de [[carim\u00e3]] votiva ao orix\u00e1 [[nan\u00e3]]. Este alimento ritual \u00e9 muito apreciado pelo povo do santo e pela maioria dos nordestinos e chamado popularmente de [[pamonha]] de '''milho verde''' e '''[[pamonha]] de carim\u00e3'''. Embora a palavra '''abal\u00e1''' seja descrito no dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio como o mesmo que [[abar\u00e1]], todavia pela primeira vez Raul Lody refere-se a esta iguaria feita com massa de '''milho verde'''.\n\n==diferen\u00e7a==\n*'''Abal\u00e1 de milho''' O [[milho]] verde \u00e9 ralado e \u00e0 massa resultante \u00e9 misturada ao leite de coco com parte do baga\u00e7o, sal e a\u00e7\u00facar. Esta massa \u00e9 colocada em \"palha\" da pr\u00f3pria casca do milho, atados nas extremidades. As pamonhas s\u00e3o submetidas a cozimento submersas em \u00e1gua fervente por um per\u00edodo de 15 minutos.\n\n*'''Abal\u00e1 de carim\u00e3''' O [[aipim]] previamente descascado \u00e9 submergido por um per\u00edodo de quatro dias para obter uma massa chamada de [[carim\u00e3]], misturada ao leite de [[coco]] com parte do baga\u00e7o, sal e a\u00e7\u00facar. Esta massa \u00e9 colocada em \"palha de agued\u00e9\" ([[bananeira]]), atados nas extremidades. As pamonhas s\u00e3o submetidas a cozimento submersas em \u00e1gua fervente por um per\u00edodo de 25 minutos.\n\n{{esbo\u00e7o-religi\u00e3o}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*{{link|pt|2=http://books.google.com.br/books?id=rTl_dU-_lmIC&pg=PA184&lpg=PA184&dq=glyphaca+lateriflora+abraham&source=bl&ots=8DmVjILOxv&sig=zJ45uI7PZgIkdKG9Gzu-ibBtwAI&hl=pt-BR&ei=xj3QSbfcLISNtgew37ziCQ&sa=X&oi=book_result&resnum=1&ct=result|3=LODY, Raul. Dicion\u00e1rio de arte sacra & t\u00e9cnicas afro-brasileiras, p\u00e1gina 35}}\n\n[[Categoria:Comidas rituais]]"}]},"18684":{"pageid":18684,"ns":0,"title":"Jos\u00e9, Pr\u00edncipe do Brasil","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|por outras pessoas com o mesmo nome|Jos\u00e9 de Bragan\u00e7a}}\n{{Info nobreza\n| nome = D. Jos\u00e9, Pr\u00edncipe do Brasil\n| titulo = [[Pr\u00edncipe do Brasil]]\n| imagem = [[File:Jos\u00e9 de Bragan\u00e7a, Pr\u00edncipe do Brasil (s\u00e9c. XVIII, \u00faltimo quartel, autor desconhecido) - Museu Hist\u00f3rico Nacional do Rio de Janeiro.jpg|245px]]\n| conjugue = [[Maria Francisca Benedita de Bragan\u00e7a|Maria Benedita de Bragan\u00e7a]]\n| descendencia = \n| nome completo = Jos\u00e9 Francisco Xavier de Paula Domingos Ant\u00f3nio Agostinho Anast\u00e1cio de Bragan\u00e7a\n| casa = [[Casa de Bragan\u00e7a|Bragan\u00e7a]]\n| pai = D. [[Pedro III de Portugal]]\n| m\u00e3e = D. [[Maria I de Portugal]]\n| data de nascimento = {{dni|20|8|1761|si|lang=br}}\n| local de nascimento = [[Lisboa]], [[Portugal]]\n| data da morte = {{nowrap|{{morte|11|9|1788|20|8|1761}}}}\n| local da morte = [[Lisboa]], [[Portugal]]\n| local de enterro = [[Pante\u00e3o dos Bragan\u00e7as]], [[Portugal]]\n| bras\u00e3o = Coat of Arms of Jos\u00e9 of Portugal, Prince of Brazil and Duke of Braganza (Order of the Golden Fleece).svg\n}}\n'''D. Jos\u00e9 Francisco Xavier de Paula Domingos Ant\u00f3nio Agostinho Anast\u00e1cio de Bragan\u00e7a''' ([[Lisboa]], [[21 de agosto]] de [[1761]] \u2014 [[Lisboa]], [[11 de setembro]] de [[1788]]) foi o filho primog\u00e9nito da Rainha [[Maria I de Portugal|D. Maria I]] e de seu consorte, [[Pedro III de Portugal|D. Pedro III]].\n\n==Primeiros anos==\nNascido no [[Pal\u00e1cio da Ajuda]], em [[Lisboa]], D. Jos\u00e9 foi titulado [[Pr\u00edncipe da Beira]] por seu av\u00f4 materno ao nascer, tornando-se o primeiro homem a receber tal t\u00edtulo. Ele era o [[herdeiro aparente]] de sua m\u00e3e, ent\u00e3o titulada [[Pr\u00edncipe do Brasil|Princesa do Brasil]] e proclamada herdeira da coroa portuguesa.\n\nTeve os t\u00edtulos de 8.\u00ba [[Pr\u00edncipe do Brasil]], 2.\u00ba [[Pr\u00edncipe da Beira]], 14.\u00ba [[Duque de Bragan\u00e7a]], 8.\u00ba [[Duque de Barcelos]], 13.\u00ba [[Marqu\u00eas de Vila Vi\u00e7osa]], 21.\u00ba [[Conde de Barcelos]], 18.\u00ba [[Conde de Our\u00e9m]], 15.\u00ba [[Conde de Arraiolos]] e 15.\u00ba [[Conde de Neiva]].\n\nFoi educado por tutores. Indicados pelo seu av\u00f4 rei, [[Jos\u00e9 I de Portugal|D. Jos\u00e9 I]], em 7 de dezembro de 1768, como seu confessor [[Manuel do Cen\u00e1culo|Frei Manuel do Cen\u00e1culo]] e para instrutor de leitura e escritura, Ant\u00f3nio Domingues do Pa\u00e7o.[http://www.arqnet.pt/portal/portugal/documentos/fmc_instrucoes.html Ordens que Sua Majestade foi servido dar para se observarem no quarto do pr\u00edncipe nosso senhor, Fonte: Di\u00e1rio de Frei Manuel do Cen\u00e1culo, Biblioteca P\u00fablica de \u00c9vora, C\u00f3dice CXXIX/1-17, fls. 231-237v, publicado em Manuel Filipe Cruz M. Canaveira, Sua Majestade Fidel\u00edssima, Da Monarquia, Imagem da Realeza Idel e Educa\u00e7\u00e3o do Rei no Absolutismo Portugu\u00eas e Europeu, disserta\u00e7\u00e3o de Doutoramento apresentada \u00e0 Faculdade de Ci\u00eancias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, 1996, p\u00e1gs. 595-599, Portal da Hist\u00f3ria, Manuel Amaral, 2000-2010]\n\n== Casamento e vida ==\n[[Ficheiro:D. Jos\u00e9, Pr\u00edncipe do Brasil.png|esquerda|miniaturadaimagem|D. Jos\u00e9, Pr\u00edncipe do Brasil.]]\nNo dia [[21 de fevereiro]] de [[1777]], em Lisboa, D. Jos\u00e9 desposou a sua tia materna mais nova, a Infanta [[Maria Francisca Benedita de Bragan\u00e7a|Maria Francisca Benedita]] (1746-1829). Na \u00e9poca, ele tinha quinze anos de idade e sua noiva, trinta. Benedita era uma mulher atraente e a principal candidata para Jos\u00e9. O casamento era desejo expresso do Rei D. Jos\u00e9, que se encontrava doente e a morrer. N\u00e3o houve descend\u00eancia deste casamento, apenas dois abortos espont\u00e2neos em 1781 e em 1786.\n\nTr\u00eas dias depois do casamento, [[Jos\u00e9 I de Portugal|D. Jos\u00e9 I]], seu av\u00f4 e pai de sua esposa, faleceu, e sua m\u00e3e ascendeu ao trono. D. Jos\u00e9, como novo pr\u00edncipe herdeiro da coroa, tornou-se Pr\u00edncipe do Brasil e o 14.\u00b0 [[Duque de Bragan\u00e7a]].\n\nEra membro da [[Ma\u00e7onaria]].[[Ant\u00f3nio Henrique Rodrigo de Oliveira Marques]], \"Hist\u00f3ria da Ma\u00e7onaria em Portugal, Pol\u00edtica e Ma\u00e7onaria 1820-1869 (1.\u00aa Parte)\"\n\n== Morte e legado ==\n\nO Pr\u00edncipe D. Jos\u00e9 faleceu prematuramente de [[var\u00edola]] em Lisboa, aos 27 anos. Encontra-se sepultado no [[Pante\u00e3o dos Bragan\u00e7as]], em [[S\u00e3o Vicente de Fora]], tendo a sua morte contribu\u00eddo para a \"[[loucura]]\" da sua m\u00e3e, a Rainha. O seu irm\u00e3o menor D. Jo\u00e3o tornou-se o herdeiro da coroa e, mais tarde, rei de Portugal, com o nome de [[Jo\u00e3o VI de Portugal]].\n\nConstru\u00eddo no [[Brasil]] entre [[1750]] e [[1777]], o [[Real Forte Pr\u00edncipe da Beira]] foi nomeado em sua homenagem.{{Citar web |url=https://www.brasil-turismo.com/rondonia/principe-beira.htm |titulo=Forte Pr\u00edncipe da Beira - Rond\u00f4nia |acessodata=2021-10-28 |website=www.brasil-turismo.com}}{{Citar livro|url=http://dx.doi.org/10.23927/issn.2526-1347.rihgb|t\u00edtulo=Revista do Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Brasileiro|editora=Insituto Historico e Geografico Brasileiro}}\n\n[[Maria Francisca Benedita de Bragan\u00e7a|D.Maria Benedita de Bragan\u00e7a]] seria conhecida como ''\"Princesa Vi\u00fava do Brasil\"'' at\u00e9 sua morte aos 83 anos de idade, em 1829.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o|\n|t\u00edtulo=[[Pr\u00edncipe do Brasil]]\n|anos=\n|antes=[[Maria I de Portugal|D. Maria Francisca]]\n|depois=[[Jo\u00e3o VI de Portugal|D. Jo\u00e3o]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o|\n|antes = [[Maria I de Portugal|D. Maria Francisca]]\n|t\u00edtulo = [[Pr\u00edncipe da Beira]]\n|depois = [[Maria Teresa de Bragan\u00e7a, infanta de Portugal|D. Maria Teresa]]\n|anos = \n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o|\n|t\u00edtulo=[[Ficheiro:Armas novas duques bragan\u00e7a.png|60px]]
[[Duque de Bragan\u00e7a]]\n|anos=\n|antes=[[Maria I de Portugal|D. Maria I de Bragan\u00e7a]]\n|depois=[[Jo\u00e3o VI de Portugal|D. Jo\u00e3o VI de Bragan\u00e7a]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{Casa de Bragan\u00e7a - Descend\u00eancia}}\n{{Duques de Bragan\u00e7a}}\n{{DEFAULTSORT:Jose 01 Braganca}}\n[[Categoria:Infantes de Portugal]]\n[[Categoria:Duques de Bragan\u00e7a]]\n[[Categoria:Pr\u00edncipes da Beira]]\n[[Categoria:Pr\u00edncipes do Brasil]]\n[[Categoria:Condes de Arraiolos]]\n[[Categoria:Condes de Barcelos]]\n[[Categoria:Condes de Neiva]]\n[[Categoria:Condes de Our\u00e9m]]\n[[Categoria:Duques de Barcelos]]\n[[Categoria:Marqueses de Vila Vi\u00e7osa]]\n[[Categoria:Sepultados no Pante\u00e3o dos Bragan\u00e7as]]\n[[Categoria:Pr\u00edncipes cat\u00f3licos romanos]]\n[[Categoria:Duques cat\u00f3licos romanos]]\n[[Categoria:Ma\u00e7ons de Portugal]]\n[[Categoria:Ma\u00e7ons do s\u00e9culo XVIII]]\n[[Categoria:Herdeiros que nunca subiram ao trono]]\n[[Categoria:Mortes por var\u00edola]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Armas novas duques bragan\u00e7a.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Brasao-Brigantina.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bras\u00e3o de armas do reino de Portugal (1485).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Coat of Arms of Jos\u00e9 of Portugal, Prince of Brazil and Duke of Braganza (Order of the Golden Fleece).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:D. 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XVIII, \u00faltimo quartel, autor desconhecido) - Museu Hist\u00f3rico Nacional do Rio de Janeiro.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Royal Crown of Portugal.svg"}]},"1786631":{"pageid":1786631,"ns":0,"title":"Comuna de Lubiewo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Pol\u00f3nia\n | nome = Lubiewo\n | nome_nativo = Lubiewo\n | bras\u00e3o = POL gmina Lubiewo COA.svg\n | mapa = \n | bandeira = \n | voivodia = [[Voivodia da Cuj\u00e1via-Pomer\u00e2nia|Cuj\u00e1via-Pomer\u00e2nia]]\n | powiat = [[Condado de Tucholski|Tucholski]]\n | tipologia gmina = rural\n | \u00e1rea = 162,8\n | popula\u00e7\u00e3o = 5651\n |data= 2004\n | densidade = 34,7\n | matr\u00edculas = CTU\n | TERYT = 0416042\n | morada = \n | c\u00f3digo postal = \n | telefone = 52 334-93-10\n | fax = 52 334-93-10\n | email = \n | site = \n}}\n'''Lubiewo''' ([[L\u00edngua polaca|polaco]]: ''Gmina Lubiewo'') \u00e9 uma ''[[gminy]]'' (comuna) na [[Pol\u00f3nia]], na [[voivodia]] de [[Voivodia da Cuj\u00e1via-Pomer\u00e2nia|Cuj\u00e1via-Pomer\u00e2nia]] e no [[powiat|condado]] de [[Condado de Tucholski|Tucholski]]. A sede do condado \u00e9 a cidade de [[Lubiewo]].\n\nDe acordo com os [[censo]]s de 2004, a comuna tem 5651 habitantes, com uma [[densidade populacional|densidade]] 34,7 hab/km\u00b2.\n\n== \u00c1rea ==\nEstende-se por uma \u00e1rea de 162,8 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]], incluindo:\n* \u00e1rea agricola: 49%\n* \u00e1rea florestal: 41%\n\n== Demografia ==\nDados de [[30 de Junho]] [[2004]]:{{Citar web |url=http://kostrzyn.nowoczesnagmina.pl/?a=215 |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=2008-06-18 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20080411055900/http://kostrzyn.nowoczesnagmina.pl/?a=215 |arquivodata=2008-04-11 |urlmorta=yes }}\n{{Tabela Demografia\n | popula\u00e7\u00e3o = '''5651'''\n | homens-popula\u00e7\u00e3o = 2888\n | homens%-popula\u00e7\u00e3o = 51,1\n | mulheres-popula\u00e7\u00e3o = 2763\n | mulheres%-popula\u00e7\u00e3o = 48,9\n\n | densidade = 34,7\n | homens-densidade = 17,7\n | mulheres-densidade = 17\n}}\nDe acordo com dados de 2005,[http://www.regioset.pl/] o rendimento m\u00e9dio per capita ascendia a 1913,08 [[Z\u0142oty|z\u0142]].\n\n== Subdivis\u00f5es ==\n* [[Bys\u0142aw]], [[Bys\u0142awek]], [[Cierplewo]], [[Klonowo]], [[Lubiewice]], [[Lubiewo]], [[Minikowo]], [[P\u0142azowo]], [[Sucha]], [[Trutnowo]], [[We\u0142pin]].\n\n== Comunas vizinhas ==\n* [[Comuna de Cekcyn|Cekcyn]], [[Comuna de Gostycyn|Gostycyn]], [[Comuna de Koronowo|Koronowo]], [[Comuna de \u015awiekatowo|\u015awiekatowo]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geopl}}\n{{Portal3|Pol\u00f3nia}}\n\n{{DEFAULTSORT:Comuna Lubiewo}}\n[[Categoria:Comunas da Pol\u00f4nia|Lubiewo]]"}]},"716461":{"pageid":716461,"ns":0,"title":"Aar\u00e3o-Abou-Aldari","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=julho de 2020}}\n'''Aar\u00e3o-Abou-Aldari''', tamb\u00e9m conhecido como '''Aar\u00e3o-Al-Rabbi''', foi filho de Gerson. Escreveu um coment\u00e1rio sobre o [[Pentateuco]] que foi publicado em [[Constantinopla]] no [[s\u00e9culo XVI]].\n\n==Refer\u00eancias==\n* Dicion\u00e1rio Universal Ilustrado, Ed. Jo\u00e3o Romano Torres & C\u00aa.1911.\n\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n{{esbo\u00e7o-juda\u00edsmo}}\n\n[[Categoria:Rabinos]]"}]},"1813856":{"pageid":1813856,"ns":0,"title":"Saint-Marcel (Saboia)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a\n|nome = Saint-Marcel\n|regi\u00e3o = Auv\u00e9rnia-R\u00f3dano-Alpes\n|departamento = Saboia\n|\u00e1rea = 8.76\n|altitude = \n|latP = N| latG = 45| latM = 29|latS = 56\n|lonP = E| lonG = 6| lonM = 33|lonS = 36\n|popula\u00e7\u00e3o = 678\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 73253\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 73600 \n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = \n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Saint-Marcel''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Auv\u00e9rnia-R\u00f3dano-Alpes]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Saboia]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 8,76 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|73253|8.76}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{Comunas do departamento da Saboia}}\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n[[Categoria:Comunas da Saboia (departamento)]]"}]},"5014264":{"pageid":5014264,"ns":0,"title":"Micrurus langsdorffi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}{{info/Taxonomia\n| nome = ''Micrurus langsdorffi''\n| cor = pink\n| imagem = \n| estado =LC\n| estado_ref={{citar IUCN|t\u00edtulo=Micrurus langsdorffi|id=177513|assessores=Martins, M|data=2010|anoIUCN1=2015|anoIUCN2=2015|vers\u00e3o=4|acessodata=24 de fevereiro de 2016}}\n| sistema_estado = iucn3.1\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Reptilia]]\n| ordem = [[Squamata]]\n| subordem = [[Ophidia]]\n| superfam\u00edlia = [[Xenophidia]]\n| fam\u00edlia = [[Elapidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Micrurus]]''\n| esp\u00e9cie = '''''M. langsdorffi'''''\n| binomial = ''Micrurus langsdorffi''\n| binomial_autoridade = ([[Johann Georg Wagler|Wagler]], 1824)\n}}\n\n'''''Micrurus langsdorffi''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[cobra-coral]], um [[Elapidae|elap\u00eddeo]] do g\u00eanero ''Micrurus''. \u00c9 uma coral tricolor (alguns indiv\u00edduos s\u00e3o bicolores) de m\u00e9dio porte, medindo entre 45 e 65 cm (m\u00e1ximo de 70 cm). Apresentar de 18 a 47 an\u00e9is vermelhos alternando com 36 a 91 an\u00e9is brancos, amarelos, ou vinho, com cada an\u00e9is separado por linhas formadas por pontos brancos.{{citar web|t\u00edtulo=Langsdorff`s Coral Snake|url=http://www.coralsnake.net/micrurus/langdorffs-coral-snake.html|acessodata=26 de fevereiro de 2016|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160405132822/http://www.coralsnake.net/micrurus/langdorffs-coral-snake.html#|arquivodata=5 de abril de 2016|urlmorta=yes}} Ocorre no sul da [[Col\u00f4mbia]], norte do [[Peru]], noroeste do [[Brasil]], sul da [[Venezuela]] e sul do [[Equador]].\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{Esbo\u00e7o-cobra}}\n\n{{Cobras venenosas do Brasil}}\n[[Categoria:Micrurus]]\n[[Categoria:R\u00e9pteis do Brasil]]\n[[Categoria:R\u00e9pteis descritos em 1824]]"}]},"498453":{"pageid":498453,"ns":0,"title":"Rolde","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{| align=right border=1px cellpadding=0 style=\"width: 280px; margin-left:15px;margin-bottom:10px;padding: .3em; border-collapse: collapse; border: 1px #aaaaaa solid; font-size: 95%\"\n|-\n|[[Imagem:Map NL - Aa en Hunze - Rolde.png|280px]]\n|- style=\"border: none;text-align: left;line-height: 1.4em;padding: .3em 0 .1em 0;\"\n|Rolde est\u00e1 situada no munic\u00edpio de Aa en Hunze.\n|}\n\n'''Rolde''' ({{coor dm|52|59|N|6|39|E|type:city(3558)}}) \u00e9 uma cidade dos [[Pa\u00edses Baixos]], na prov\u00edncia de [[Drente]]. '''Rolde''' pertence ao munic\u00edpio de [[Aa en Hunze]], e est\u00e1 situada a seis quil\u00f4metros, a leste de [[Assen]].\n\nEm [[2001]], a cidade de Rolde tinha 3558 habitantes. A [[\u00e1rea]] urbana da cidade \u00e9 de 1.4 quil\u00f4metros quadrados, e tem 1585 resid\u00eancias.Statistics Netherlands (CBS), [http://www.cbs.nl/nl-NL/menu/themas/milieu-natuur-ruimte/ruimte/publicaties/cartografie-geografie/geografische-data/2001-bevolkingskernen-in-nederland.htm ''Bevolkingskernen in Nederland 2001'']. A [[\u00e1rea]] de '''Rolde''', que tamb\u00e9m inclui as partes perif\u00e9ricas da cidade, bem como a zona rural circundante, tem uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 4160 habitantes.Statistics Netherlands (CBS), [http://statline.cbs.nl/ ''Statline: Kerncijfers wijken en buurten 2003-2005''] de [[1 de Janeiro]] de [[2005]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-geonl}}\n{{Munic\u00edpio de Aa en Hunze}}\n{{Portal3|Geografia|Pa\u00edses Baixos}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Aa en Hunze]]\n[[Categoria:Cidades de Drente]]\n[[Categoria:Antigos munic\u00edpios de Drente]]"}]},"1378940":{"pageid":1378940,"ns":0,"title":"Chondrostoma knerii","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Chondrostoma knerii''\n| imagem = FMIB 48080 Chondrostoma knerii (Heckel).jpeg\n| estado = VU\n| estado_ref = \n| sistema_estado = iucn3.1\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Actinopterygii]]\n| ordem = [[Cypriniformes]]\n| fam\u00edlia = [[Cyprinidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Chondrostoma]]''\n| esp\u00e9cie = '''''C. knerii'''''\n| binomial = ''Chondrostoma knerii''\n| binomial_autoridade = [[Johann Jakob Heckel|Heckel]], 1843\n| sin\u00f3nimos = }}\n'''''Chondrostoma knerii''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[Actinopterygii|peixe actinopter\u00edgeo]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Cyprinidae]].\n\nPode ser encontrada nos seguintes pa\u00edses: [[B\u00f3snia e Herzegovina]] e [[Cro\u00e1cia]].\n\nOs seus [[habitat]]s naturais s\u00e3o: [[rio]]s.\n\nEst\u00e1 amea\u00e7ada por [[Destrui\u00e7\u00e3o de habitat|perda de habitat]].{{IUCN2013.2| assessores = Crivelli, A.J.| ano = 2006| t\u00edtulo = Chondrostoma knerii| id = 4788| acesso = 16 de maio de 2014}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-cypriniformes}}\n\n{{controlo de autoridade}}\n\n[[Categoria:Chondrostoma]]\n[[Categoria:Peixes descritos em 1843]]"}]},"2073186":{"pageid":2073186,"ns":0,"title":"Tarso (desambigua\u00e7\u00e3o)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o}}\n\n'''Tarso''' pode se referir a:\n\n;Localidades\n*[[Tarso]] - cidade da Turquia, na regi\u00e3o hist\u00f3rica da Cil\u00edcia\n*[[Tarso (Antioquia)]] - munic\u00edpio da Col\u00f4mbia\n\n;Pessoas\n*[[Tarso de Castro]] - jornalista brasileiro\n*[[Tarso Genro]] - advogado e pol\u00edtico brasileiro\n*[[Tarso de Melo]] - advogado e poeta brasileiro\n\n;Anatomia\n*[[Tarso (p\u00e9)]] - parte do p\u00e9\n*[[Tarso (p\u00e1lpebra)]], tecido conjuntivo\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Paulo de Tarso]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00f5es de top\u00f4nimos]]"}]},"2509126":{"pageid":2509126,"ns":0,"title":"Franz Berger","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|bgcolour = silver\n|nome = Franz Berger\n|imagem =\n|imagem_tamanho = 200px\n|legenda = {{DEUNb}}\n|data_nascimento = {{dni|6|8|1916|si|lang=br}}\n|local_nascimento = \n|data_morte = {{nowrap|{{morte|29|11|1942|6|8|1916}}}}\n|local_morte = \n|nacionalidade = [[Alemanha|alem\u00e3o]]\n|patente = Feldwebel\n|Servi\u00e7o =\n|Comando =\n|Tempo de Servi\u00e7o =\n|Unidades = 11./Infanterie-Regiment 130 / [[45\u00aa Divis\u00e3o de Infantaria (Alemanha)|45\u00aa Divis\u00e3o de Infantaria]]\n|Batalhas/Guerras = [[Segunda Guerra Mundial]]\n|Condecora\u00e7\u00f5es = [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]] [[19 de julho]] de [[1940]]\n}}\n'''Franz Berger''' ([[6 de agosto]] de [[1916]] \u2013 [[29 de novembro]] de [[1942]]) foi um oficial [[Alemanha|alem\u00e3o]] que serviu durante a [[Segunda Guerra Mundial]]. Foi condecorado com a [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]].{{Citar web |url = https://www.tracesofwar.com/persons/28375 |titulo = WW2 Awards |obra = Franz Berger |acessodata= 13 de dezembro de 2009 |lingua = ingl\u00eas}}\n\n\n\n== Condecora\u00e7\u00f5es ==\n{|\n| [[Cruz de Ferro|Cruz de Ferro 2\u00aa Classe]]\n|-\n| [[Cruz de Ferro|Cruz de Ferro 1\u00aa Classe]]\n|-\n| [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]] [[19 de julho]] de [[1940]]\n|}\n\n\n{{refer\u00eancias}}\n* Fellgiebel W.P., Elite of the Third Reich, The recipients of the Knight's Cross of the Iron Cross 1939-1945: A Reference, Helion & Company Limited, Solihull, 2003, ISBN 1-874622-46-9.\n* Fellgiebel, Walther-Peer (2000). Die Tr\u00e4ger des Ritterkreuzes des Eisernen Kreuzes 1939-1945. Friedburg, Germany: Podzun-Pallas, 2000. ISBN 3-7909-0284-5.\n* Scherzer, Veit (2007). Ritterkreuztr\u00e4ger 1939 - 1945 Die Inhaber des Ritterkreuzes des Eisernen Kreuzes 1939 von Heer, Luftwaffe, Kriegsmarine, Waffen-SS, Volkssturm sowie mit Deutschland verb\u00fcndeter Streitkr\u00e4fte nach den Unterlagen des Bundesarchives (in German). Jena, Germany: Scherzers Miltaer-Verlag. ISBN 978-3-938845-17-2.\n\n{{Portal3|Segunda Guerra Mundial}}\n{{Esbo\u00e7o-SGM}}\n\n{{DEFAULTSORT:Berger, Franz}}\n[[Categoria:Recebedores da Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]]\n[[Categoria:Pessoas da Segunda Guerra Mundial (Alemanha)]]\n\n[[en:Franz Berger]]"}]},"6625165":{"pageid":6625165,"ns":0,"title":"Kurakhove","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n|nome = Kurakhove\n|assentamento_tipo = Cidade\n|imagem_horizonte = Kurakhove 01.jpg\n|imagem_tamanho = 280px\n|imagem_legenda = Igreja em Kurakhove.\n|imagem_bandeira = Kurakhove flag.svg\n|imagem_escudo = Coat of arms of Kurakhove.png\n|mapa_alfinete = Ucr\u00e2nia\n|mapa_alfinete_posi\u00e7\u00e3o = top\n|mapa_alfinete_tamanho = 280\n|mapa_alfinete_legenda = Localiza\u00e7\u00e3o de Kurakhove na Ucr\u00e2nia\n|latd = 47 |latm = 59 |lats = 06 |latNS = N\n|longd = 37 |longm = 16 |longs = 33 |longEW = E\n|subdivis\u00e3o_tipo = [[Pa\u00edses do Mundo|Pa\u00eds]]\n|subdivis\u00e3o_nome = [[Ucr\u00e2nia]]\n|subdivis\u00e3o_tipo1 = [[Oblasts da Ucr\u00e2nia|Oblast]]\n|subdivis\u00e3o_nome1 = [[Oblast de Donetsk|Donetsk]]\n|\u00e1rea_total_km2 = 24\n|popula\u00e7\u00e3o_notas = \n|popula\u00e7\u00e3o_total = 18782 \n|popula\u00e7\u00e3o_densidade_km2 = auto\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2020\n|c\u00f3digo_postal = \t85612\u201485614\n|s\u00edtio= \n}}\n'''Kurakhove''' ({{Lang-uk|\u041a\u0443\u0440\u0430\u0445\u043e\u0432\u0435}}, {{Lang-ru|\u041a\u0443\u0440\u0430\u0445\u043e\u0432\u043e}}) \u00e9 uma [[cidade]] da [[Ucr\u00e2nia]], situada no [[Oblasts da Ucr\u00e2nia|Oblast]] de [[Oblast de Donetsk|Donetsk]]. Tem {{fmtn| 24 |[[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]}} de \u00e1rea e sua popula\u00e7\u00e3o em 2020 foi estimada em 18.782 habitantes.{{citar web|url=http://database.ukrcensus.gov.ua/PXWEB2007/ukr/publ_new1/2020/zb_chuselnist%202019.pdf|t\u00edtulo=\u0427\u0438\u0441\u0435\u043b\u044c\u043d\u0456\u0441\u0442\u044c \u043d\u0430\u044f\u0432\u043d\u043e\u0433\u043e \u043d\u0430\u0441\u0435\u043b\u0435\u043d\u043d\u044f \u0423\u043a\u0440\u0430\u0457\u043d\u0438 (Popula\u00e7\u00e3o Atual da Ucr\u00e2nia)|autor=|data=|publicado=Servi\u00e7o Estatal de Estat\u00edsticas da Ucr\u00e2nia|acessodata=5 de julho de 2021|ling=uk}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-geoua}}\n{{Controle de autoridade}}\n{{Portal3|Ucr\u00e2nia}}\n[[Categoria:Cidades do oblast de Donetsk]]"}]},"1626752":{"pageid":1626752,"ns":0,"title":"Cumbre Vieja","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Influenciado por evento atual||Erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica de La Palma de 2021}}\n{{Info/Montanha\n|Nome = Cumbre Vieja\n|Imagem = La palma volcano-close.jpg\n|Imagem legenda = [[Imagem de sat\u00e9lite]] da [[Caldeira vulc\u00e2nica|caldeira]] dos [[vulc\u00f5es]] Taburiente e Cumbre Vieja, [[La Palma]], nas [[Ilhas Can\u00e1rias]]. (sul est\u00e1 acima, norte est\u00e1 abaixo).\n|Altitude_n = 1949\n|altitude_p\u00e9s = 6394 \n|Posi\u00e7\u00e3o =\n|Proemin\u00eancia_n =\n|Posi\u00e7\u00e3o proemin\u00eancia =\n|Cume-pai =\n|tipo = [[Estratovulc\u00e3o]]\n|Coordenadas = {{coord|28|34|N|17|50|W|type:mountain_region:ES-CN|display=inline,title}}\n|Localiza\u00e7\u00e3o = [[La Palma]], [[Ilhas Can\u00e1rias]]\n|pa\u00eds = [[Espanha]]\n|Cordilheira =\n|\u00daltima erup\u00e7\u00e3o data = 19 de Setembro de 2021\n|Primeira ascens\u00e3o data = 1470\n|Primeira ascens\u00e3o autores =\n|Melhor rota =\n|Notas =[http://www.volcano.si.edu/world/volcano.cfm?vnum=1803-01-&volpage=erupt \"La Palma: Eruptive History\"]. [[Global Volcanism Program]], [[Smithsonian Institution]].\n}}\n'''Cumbre Vieja''' ({{lang-pt|''Cumieira Velha'')}} \u00e9 uma [[serra]] e [[complexo vulc\u00e2nico]] situado na ilha de [[La Palma]], [[arquip\u00e9lago]] das [[Can\u00e1rias]] ([[Espanha]]), com 1949 [[metro]]s de [[altitude]].[http://www.volcano.si.edu/world/volcano.cfm?vnum=1803-01-&volpage=synsub \"La Palma: Synonyms and Subfeatures\"]. [[Global Volcanism Program]], [[Smithsonian Institution]].\n\nA [[Erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica de La Palma de 2021|erup\u00e7\u00e3o mais recente]] est\u00e1 em curso, tendo tido in\u00edcio a 19 de setembro de 2021.{{citar web |url=https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/09/19/vulcao-na-ilha-de-la-palma-nas-ilhas-canarias-entra-em-erupcao.htm |t\u00edtulo=Vulc\u00e3o de Cumbre Vieja em La Palma, nas Ilhas Can\u00e1rias, entra em erup\u00e7\u00e3o |publicado=[[Universo Online|UOL]] |data=19 de setembro de 2021 |acessodata=19 de setembro de 2021}}\n\nNesta serra encontra-se a \u00e1rea protegida do [[Parque natural de Cumbre Vieja]].\n\n== Hist\u00f3ria vulc\u00e2nica ==\n{{Artigo principal|Erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica de La Palma de 2021}}La Palma \u00e9 uma ilha vulc\u00e2nica oce\u00e2nica. Atualmente \u00e9 onde h\u00e1 a maior atividade vulc\u00e2nica das [[Ilhas Can\u00e1rias]].{{Citar web |url=https://www.dn.pt/internacional/vulcao-de-la-palma-ja-destruiu-casas-14139217.html |titulo=Vulc\u00e3o de La Palma j\u00e1 destruiu casas. Oito portugueses identificados |acessodata=2021-09-20 |website=www.dn.pt |lingua=pt}} Erup\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas da Cumbre Vieja ocorreram em [[1470]], [[1585]], [[1646]], [[1677]], [[El Charco (La Palma)|1712]], [[1949]], [[Tenegu\u00eda|1971]] e [[Erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica de La Palma de 2021|2021]].\n\nA sua \u00faltima [[erup\u00e7\u00e3o]] antes de 2021 havia ocorrido no [[Tenegu\u00eda]], em 1971.\n\n== Teoria do megatsunami ==\n{{Artigo principal|Teoria do megatsunami de Cumbre Vieja}}\nEm 2000, a [[BBC Two|BBC2]] transmitiu o [[document\u00e1rio]] ''Megatsunami; Onda da Destrui\u00e7\u00e3o'',BBC 2 TV. 2000. Transcript \u201cMega-tsunami; Wave of Destruction\u201d. Horizon. First screened 21.30 hrs, Thursday, 12th October, 2000. sugerindo um colapso futuro do flanco ocidental da Cumbre Vieja poderia causar um \"[[megatsunami]]\" que atingiria o litoral oeste da [[\u00c1frica]], o litoral oeste da [[Europa]] e grande parte do litoral leste das [[Am\u00e9rica]]s, desde [[Fl\u00f3rida|o estado da Fl\u00f3rida]], nos [[Estados Unidos]], gerando todo um [[Teoria do megatsunami de Cumbre Vieja|debate em torno dessa teoria]]. \n\nOs peritos do [[Instituto Vulcanol\u00f3gico das Can\u00e1rias]] (Involcan) h\u00e1 anos que v\u00eam desmentindo esta teoria, lamentando o palco dado pelos m\u00e9dia ao que consideram ser [[informa\u00e7\u00e3o falsa]]. A probabilidade das erup\u00e7\u00f5es de Cumbre Vieja, um complexo vulc\u00e2nico est\u00e1vel, gerarem um megatsunami, \u00e9 tida pelo Involcan como cientificamente imposs\u00edvel.{{Citar web |url=https://rtvc.es/la-posibilidad-de-un-megatsunami-por-las-erupciones-de-cumbre-vieja-es-cientificamente-imposible/ |titulo=La posibilidad de un megatsunami por la erupci\u00f3n es imposible |data=2021-09-22 |acessodata=2021-10-05 |website=RadioTelevisi\u00f3n Canaria |lingua=es}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Can\u00e1rias|Vulcanismo}}\n{{commons cat|Cumbre Vieja}}\n\n[[Categoria:Montanhas das Ilhas Can\u00e1rias]]\n[[Categoria:Vulc\u00f5es das Ilhas Can\u00e1rias]]\n[[Categoria:Vulc\u00f5es ativos]]\n[[Categoria:Geografia de La Palma]]"}]},"6465578":{"pageid":6465578,"ns":0,"title":"Munic\u00edpio de Ross (condado de Greene, Ohio)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade}}\nO '''munic\u00edpio de Ross''' (em [[L\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]: ''Ross Township'') \u00e9 um [[Municipalidade (Estados Unidos)|munic\u00edpio]] localizado no [[condado de Greene (Ohio)|condado de Greene]] no [[Estados dos Estados Unidos|estado]] [[Estados Unidos|estadounidense]] de [[Ohio]]. No ano de [[Censo dos Estados Unidos de 2010|2010]] tinha uma popula\u00e7\u00e3o de 750 habitantes e uma densidade populacional de 8,01 pessoas por [[Metro quadrado|km\u00b2]].{{Dados censo|1}}\n \n== Geografia ==\nO munic\u00edpio de Ross encontra-se localizado nas coordenadas {{coord|39|43|11|N|83|43|31|O|type:city_region:US|display=inline|format=dms}}. Segundo a [[Departamento do Censo dos Estados Unidos]], o munic\u00edpio tem uma superf\u00edcie total de 93.58 [[Metro quadrado|km\u00b2]], da qual 93,45 [[Metro quadrado|km\u00b2]] correspondem a terra firme e (0,14 %) 0,13 [[Metro quadrado|km\u00b2]] \u00e9 \u00e1gua.{{Dados censo|6}}\n \n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo dos Estados Unidos de 2010|censo de 2010]],{{Dados censo|2}} tinha 750 pessoas residindo no munic\u00edpio de Ross. A [[densidade populacional]] era de 8,01 hab./km\u00b2. Dos 750 habitantes, o munic\u00edpio de Ross estava composto pelo 97,2 % [[Ra\u00e7a e etnia no censo dos Estados Unidos|brancos]], o 0,67 % eram [[Ra\u00e7a e etnia no censo dos Estados Unidos|afroamericanos]], o 0,13 % eram [[Ra\u00e7a e etnia no censo dos Estados Unidos|amerindios]], o 0,53 % eram [[Ra\u00e7a e etnia no censo dos Estados Unidos|asi\u00e1ticos]], o 0,13 % eram [[Ra\u00e7a e etnia no censo dos Estados Unidos|de outras ra\u00e7as]] e o 1,33 % eram de uma mistura de ra\u00e7as. Do total da popula\u00e7\u00e3o o 0,27 % eram [[Ra\u00e7a e etnia no censo dos Estados Unidos|hispanos]] ou [[Ra\u00e7a e etnia no censo dos Estados Unidos|latinos]] de qualquer ra\u00e7a.{{Dados censo|3}}\n \n== Refer\u00eancias ==\n\n \n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Portal|Ohio}}\n{{Condado de Greene (Ohio)}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Ross}}\n[[Categoria:Munic\u00edpios do Ohio]]\n[[Categoria:Localidades do condado de Greene (Ohio)]]"}]}}}}