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Lua de mel: 5 destinos exclusivos para sair do comum

No mercado de casamentos, todos os processos são envolvidos por tendências e tradições: do vestido da noiva aos docinhos da festa. E, como é de se esperar, a lua de mel também tem suas recomendações mais frequentes. E essas costumam incluir os roteiros mais escolhidos pelos casais. No entanto, é possível ter uma experiência exclusiva, […]


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Decoração dourada para Thássia, Junior e M.A.C.

Decoração dourada marca o evento de lançamento de batom e gloss criado por Thássia Naves e Junior Mendes para a M.A.C.   No início de setembro, a nossa Casa recebeu a festa de lançamento da coleção cápsula da M.A.C. com a influenciadora digital Thássia Naves e o maquiador Junior Mendes. O evento, que aconteceu no […]


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Assessoria de casamento: como escolher a ideal?

Tudo que você precisa saber ao contratar uma assessoria de casamento ou cerimonialista. Fique atento a erros comuns e vantagens na contratação do serviço Por Luciano Martins Sócio-Proprietário da Casa Petra   Durante o processo do casamento, muitos noivos ficam na dúvida sobre a real importância de uma assessoria de casamento. Hoje, existem vários tipos de serviços […]


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Com quanto tempo de antecedência devo definir o local da cerimônia e da festa?

Por Luciano Martins Sócio-Proprietário da Casa Petra   A grande dúvida do começo de uma programação de casamento é sempre em relação ao tempo de antecedência para definir o local da cerimonia ou da festa. Em geral as igrejas abrem o calendário com um ano de antecedência e as mais procuradas com um ano e […]


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Qual é o melhor dia para sair em lua de mel?

Muitos noivos me questionam sobre o melhor dia para sair em lua de mel. Eu devo terminar a festa e já viajar no dia seguinte para curtir e descansar? Essa dúvida realmente é muito frequente entre os casais, mas eu tenho um conselho que vai facilitar muito a sua decisão. Quer saber qual é? Por […]


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Munic\u00edpios\n| 96\n|-\n| colspan=\"2\" style=\"font-size: 95; font-weight: bold; text-align: center; background-color:#A9D0F5;\" | Caracter\u00edsticas{{Citar web |url=http://produtos.seade.gov.br/produtos/perfil_estado/index.php |titulo=Perfil do Estado de S\u00e3o Paulo, Regi\u00e3o Administrativa de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto|autor=BRASIL. Governo do Estado de S\u00e3o Paulo |publicado=Funda\u00e7\u00e3o Sistema Estadual de An\u00e1lise de Dados (SEADE) |acessadoem=16 de fevereiro de 2015}}\n|-\n! [[Territ\u00f3rio|\u00c1rea]] \n| 25.438,35 ([[Quil\u00f3metro quadrado|km2]])\n|-\n! [[Popula\u00e7\u00e3o]]\n| 1.001.479.642\n|-\n! [[Densidade populacional|Densidade]] \n| 58,16 (hab/km2)\n|-\n! [[Urbaniza\u00e7\u00e3o|Grau de Urbaniza\u00e7\u00e3o]] \n| 92,33 (Em %)\n|-\n| colspan=\"2\" style=\"font-size: 95; font-weight: bold; text-align: center; background-color:#A9D0F5;\" | Indicadores\n|-\n! [[Analfabetismo]]\n| 5,95 (Em %)\n|-\n! [[Mortalidade Infantil]]\n| 9,70 (nasc. por mil)\n|-\n! [[PIB]]\n| [[FHC|R$]] 33.370,28 (Em milh\u00f5es)\n|-\n! Part.no [[PIB]] estadual\n| 2,37 (Em \u2030)\n|-\n! [[PIB per capita]]\n| [[FHC|R$]] 22.891,93\n|}\nA '''Regi\u00e3o Administrativa de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto''' \u00e9 uma das dezesseis regi\u00f5es administrativas do [[Unidades federativas do Brasil|estado]] [[brasil]]eiro de [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]]. \u00c9 formada pela uni\u00e3o de 96 munic\u00edpios distribu\u00eddos em cinco regi\u00f5es de governo.{{citar web|url=http://www.seade.gov.br/produtos/divpolitica/|t\u00edtulo=Estado de S\u00e3o Paulo e suas Regionaliza\u00e7\u00f5es - Funda\u00e7\u00e3o SEADE|publicado=SEADE.gov.br|acessodata=09 de outubro de 2011|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110509232925/http://www.seade.gov.br/produtos/divpolitica/|arquivodata=2011-05-09|urlmorta=yes}} A regi\u00e3o tem uma popula\u00e7\u00e3o de 1.451.351 habitantes e \u00e1rea de 25.431,48 km\u00b2.{{citar web|url=http://www.seade.gov.br/produtos/perfil_regional/index.php|t\u00edtulo=Perfil Regional - Funda\u00e7\u00e3o SEADE|publicado=SEADE.gov.br|acessodata=17 de janeiro de 2012}}\n\n== Regi\u00f5es de Governo ==\n* [[Regi\u00e3o de Governo de Catanduva|Catanduva]]\n* [[Regi\u00e3o de Governo de Fernand\u00f3polis|Fernand\u00f3polis]]\n* [[Regi\u00e3o de Governo de Jales|Jales]]\n* [[Regi\u00e3o de Governo de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto|S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto]]\n* [[Regi\u00e3o de Governo de Votuporanga|Votuporanga]]\n\n== Munic\u00edpios ==\n* [[Adolfo (S\u00e3o Paulo)|Adolfo]]\n* [[\u00c1lvares Florence]]\n* [[Am\u00e9rico de Campos]]\n* [[Aparecida d'Oeste]]\n* [[Ariranha (S\u00e3o Paulo)|Ariranha]]\n* [[Asp\u00e1sia (S\u00e3o Paulo)|Asp\u00e1sia]]\n* [[Bady Bassitt]]\n* [[B\u00e1lsamo (S\u00e3o Paulo)|B\u00e1lsamo]]\n* [[Cardoso]]\n* [[Catanduva]]\n* [[Catigu\u00e1]]\n* [[Cedral (S\u00e3o Paulo)|Cedral]]\n* [[Cosmorama]]\n* [[Dirce Reis]]\n* [[Dolcin\u00f3polis]]\n* [[Elisi\u00e1rio]]\n* [[Estrela d'Oeste]]\n* [[Fernand\u00f3polis]]\n* [[Floreal]]\n* [[Guapia\u00e7u]]\n* [[Guarani d'Oeste]]\n* [[Ibir\u00e1]]\n* [[Ic\u00e9m]]\n* [[Indiapor\u00e3]]\n* [[Ipigu\u00e1]]\n* [[Irapu\u00e3 (S\u00e3o Paulo)|Irapu\u00e3]]\n* [[Itajobi]]\n* [[Jaci (S\u00e3o Paulo)|Jaci]]\n* [[Jales]]\n* [[Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio (S\u00e3o Paulo)|Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio]]\n* [[Macaubal]]\n* [[Maced\u00f4nia (S\u00e3o Paulo)|Maced\u00f4nia]]\n* [[Magda (S\u00e3o Paulo)|Magda]]\n* [[Marapoama]]\n* [[Marin\u00f3polis]]\n* [[Mendon\u00e7a]]\n* [[Meridiano (S\u00e3o Paulo)|Meridiano]]\n* [[Mes\u00f3polis]]\n* [[Mira Estrela]]\n* [[Mirassol]]\n* [[Mirassol\u00e2ndia]]\n* [[Mon\u00e7\u00f5es]]\n* [[Monte Apraz\u00edvel]]\n* [[Neves Paulista]]\n* [[Nhandeara]]\n* [[Nipo\u00e3]]\n* [[Nova Alian\u00e7a]]\n* [[Nova Cana\u00e3 Paulista]]\n* [[Nova Granada (S\u00e3o Paulo)|Nova Granada]]\n* [[Novais (S\u00e3o Paulo)|Novais]]\n* [[Novo Horizonte (S\u00e3o Paulo)|Novo Horizonte]]\n* [[Onda Verde]]\n* [[Orindi\u00fava]]\n* [[Ouroeste]]\n* [[Palestina (S\u00e3o Paulo)|Palestina]]\n* [[Palmares Paulista]]\n* [[Palmeira d'Oeste]]\n* [[Para\u00edso (S\u00e3o Paulo)|Para\u00edso]]\n* [[Paranapu\u00e3]]\n* [[Parisi]]\n* [[Paulo de Faria]]\n* [[Pedran\u00f3polis]]\n* [[Pindorama (S\u00e3o Paulo)|Pindorama]]\n* [[Planalto (S\u00e3o Paulo)|Planalto]]\n* [[Poloni]]\n* [[Pontalinda]]\n* [[Pontes Gestal]]\n* [[Populina]]\n* [[Potirendaba]]\n* [[Riol\u00e2ndia]]\n* [[Rubin\u00e9ia]]\n* [[Sales (S\u00e3o Paulo)|Sales]]\n* [[Santa Ad\u00e9lia]]\n* [[Santa Albertina]]\n* [[Santa Clara d'Oeste]]\n* [[Santa F\u00e9 do Sul]]\n*[[Santa Rita d'Oeste]]\n*[[Santa Salete]]\n* [[Santana da Ponte Pensa]]\n* [[S\u00e3o Francisco (S\u00e3o Paulo)|S\u00e3o Francisco]]\n* [[S\u00e3o Jo\u00e3o das Duas Pontes]]\n* [[S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto]]\n* [[Sebastian\u00f3polis do Sul]]\n* [[Tabapu\u00e3]]\n* [[Tanabi]]\n* [[Tr\u00eas Fronteiras]]\n* [[Turmalina (S\u00e3o Paulo)|Turmalina]]\n* [[Ubarana]]\n* [[Uchoa]]\n* [[Uni\u00e3o Paulista]]\n* [[Ur\u00e2nia (S\u00e3o Paulo)|Ur\u00e2nia]]\n* [[Urup\u00eas]]\n* [[Valentim Gentil]]\n* [[Vit\u00f3ria Brasil]]\n* [[Votuporanga]]\n* [[Zacarias (S\u00e3o Paulo)|Zacarias]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Subdivis\u00f5es de S\u00e3o Paulo}}\n\n[[Categoria:Regi\u00f5es administrativas de S\u00e3o Paulo|S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto]]"}]},"3384963":{"pageid":3384963,"ns":0,"title":"Patricia McPherson","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{ver desambig|outros resultados|Patr\u00edcia (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{Info/Ator\n| nome = Patricia McPherson\n| bgcolour = \n| ocupa\u00e7\u00e3o = [[Atriz]] \n| imagem = Patricia_McPherson.jpg\n| tamanho_imagem = \n| descri\u00e7\u00e3o = \n| nome_denascimento = Patricia McPherson\n| outro_nome = \n| data_nascimento = {{dni|27|11|1954}}\n| localidaden = [[Oak Harbor (Washington)|Oak Harbor]], [[Washington]]
{{EUA}} \n| data_falecimento =\n| localidadef = \n| altura = 1,68\n| c\u00f4njuge = James Garrett\n| atividade = 1980-1991 \n| pap\u00e9is_not\u00e1veis = [[Knight Rider|A Super M\u00e1quina]] \n| oscares_academia = \n| emmy = \n| goldenglobe = \n| sag_awards = \n| cannes = \n| cesar = \n| BAFTA = \n| outros_pr\u00eamios = \n| site_oficial = \n| IMDB_id = 0574253\n}} \n'''Patricia McPherson''' ([[Oak Harbor (Washington)|Oak Harbor]], [[Washington]], [[27 de Novembro]] de [[1954]]) \u00e9 uma ex-atriz estadunidense que atuou em v\u00e1rios filmes e seriados, mas reconhecida pelos f\u00e3s televisivos foi na s\u00e9rie [[Knight Rider]], ''O Justiceiro'' ([[Portugal|pt]]) ou ''A Super M\u00e1quina'' ([[Brasil|br]]), interpretando a mec\u00e2nica ''Bonnie Barstow''.\n\n==Biografia==\nPatricia McPherson foi atriz convidada em v\u00e1rias s\u00e9ries e filmes como: ''[[Starman (filme)|Starman - O Homem das Estrelas]]'' ([[Brasil|br]]) e ([[Portugal|pt]]); ''[[Murder, She Wrote|Crime, Disse Ela]]'' (pt) ou ''Assassinato por Escrito'' (br); ''[[MacGyver]]'' ou ''Profiss\u00e3o: Perigo'' (br); ''[[Matlock (s\u00e9rie de TV)|Matlock]]'', ''[[Star Trek: The Next Generation|Jornada nas Estrelas: A Nova Gera\u00e7\u00e3o]]'' (br) entre outros.\n
\n\nO trabalho mais importante na carreira dela foi na s\u00e9rie [[Knight Rider]] de 1982: ''O Justiceiro'' (pt) ou ''A Super M\u00e1quina'' (br), onde representou o papel de ''Bonnie Barstow'', a mec\u00e2nica do [[K.I.T.T.]]. Ela esteve no primeiro ano da s\u00e9rie, e foi substitu\u00edda pela atriz [[Rebecca Holden]] para o segundo ano. Os f\u00e3s pediram o retorno de Patricia, fazendo com que ela atendesse o pedido e voltasse no in\u00edcio do terceiro ano e ficando at\u00e9 o quarto e \u00faltimo ano da s\u00e9rie.
\n\nTerminou a carreira de atriz em 1991. Desde ent\u00e3o, a sua atividade consiste em preservar a vida selvagem e as florestas.\n\n==Filmografia==\n* ''[[Warehouse 13]]'' (2009, 1\u00aa temporada - epis\u00f3dio 10) ([[S\u00e9rie de televis\u00e3o|s\u00e9rie]])... Regent\n* ''[[Matlock (s\u00e9rie de TV)|Matlock]]'' (1991, 6\u00aa temporada - epis\u00f3dios 1 e 2) ([[S\u00e9rie de televis\u00e3o|s\u00e9rie]])... Karen Sylvester\n* ''Aftershock'' (1989)... Girl In Bar\n* ''[[Star Trek: The Next Generation|Jornada nas Estrelas: A Nova Gera\u00e7\u00e3o]]'' (br) (1988, 1\u00aa temporada - epis\u00f3dio 13) ([[S\u00e9rie de televis\u00e3o|s\u00e9rie]])... Ariel\n* ''[[MacGyver]]'' ou ''Profiss\u00e3o Perigo'' (br) (1986, 2\u00aa temporada - epis\u00f3dio 6) ([[S\u00e9rie de televis\u00e3o|s\u00e9rie]])... Michelle 'Mike' Forester\n* ''[[Starman (filme)|Starman - O Homem das Estrelas]]'' (br) e (pt) (1986, 1\u00aa temporada - epis\u00f3dio 3) ([[S\u00e9rie de televis\u00e3o|s\u00e9rie]])... Jessica Bennett\n* ''[[Prime Risk]]'' (1985)... Federal Reserve Executive\n* ''[[Concrete Beat]]'' (1984)... Woman in first bar\n* ''O Justiceiro'' (pt), ''A Super M\u00e1quina'' (br) ou ''[[Knight Rider]]'' (1982\u20131983 da 1\u00aa temporada e 1984\u20131986 da 3\u00aa e 4\u00aa temporadas) ([[S\u00e9rie de televis\u00e3o|s\u00e9rie]])... Bonnie Barstow\n* ''[[All Star Comedy]]'' (1982)\n* ''[[The Tragedy of Othello, the Moor of Venice]]'' (1981)... Venetian\n* ''[[The Stunt Man]]'', ''O Fugitivo'' (pt) ou ''O Substituto'' (br) (1980)... Pretty Woman\n\n==Curiosidades==\n* Apesar de ter terminado a carreira de actriz, Patricia McPherson fez uma apari\u00e7\u00e3o em [[2009]] no d\u00e9cimo epis\u00f3dio da primeira temporada da s\u00e9rie ''[[Warehouse 13]]''.\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [http://www.imdb.com/name/nm0574253/ Patricia McPherson] (em [[L\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]) no [[Internet Movie Database]]\n\n{{Esbo\u00e7o-biografia}}\n\n[[Categoria:Atores dos Estados Unidos]]"}]},"372503":{"pageid":372503,"ns":0,"title":"Stroganowia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=setembro de 2019}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = Stroganowia\n| cor =lightgreen \n| reino = [[Plantae]]\n| divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n| classe = [[Magnoliopsida]]\n| ordem = [[Brassicales]]\n| fam\u00edlia = [[Brassicaceae]]\n| g\u00e9nero = '''''Stroganowia'''''\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o = \n
''Ver texto.''\n}}\n'''''Stroganowia''''' \u00e9 um [[g\u00e9nero (biologia)|g\u00e9nero]] [[bot\u00e2nica|bot\u00e2nico]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Brassicaceae]].\n\n==Esp\u00e9cies==\n\n{{esbo\u00e7o-ros\u00eddea}}\n\n[[Categoria:Brassicaceae]]\n[[Categoria:Stroganowia|!]]\n[[Categoria:G\u00e9neros de plantas]]"}]},"545020":{"pageid":545020,"ns":0,"title":"Santu\u00e1rio de Santa Luzia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{geocoordenadas|41_42_05.39_N_8_50_05.12_W_type:landmark_region:PT|41\u00b0 42\u2032 05\" N, 8\u00b0 50\u2032 05\" O}}\n{{Info/Templo cat\u00f3lico\n|nome = Santu\u00e1rio do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus\n|imagem = Santa Luzia Church, Viana do Castelo, Portugal.jpg\n|legenda = Santu\u00e1rio do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, Viana do Castelo.\n|autor = [[Miguel Ventura Terra]], [[Miguel Nogueira J\u00fanior]]\n|constru\u00e7\u00e3o = [[1904]]-[[1959]]\n|padre = \n|bispo = \n|diocese = [[Diocese de Viana do Castelo]]\n|estilo arquitet\u00f4nico = Romano/Bizantino\n[[Ecl\u00e9tico]]\n|localiza\u00e7\u00e3o= {{POR}}\n|tombamento = \n|\u00f3rg\u00e3o = \n}}\n\nO '''Santu\u00e1rio do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus''', \u00e9 um santu\u00e1rio crist\u00e3o cat\u00f3lico localizado no alto do monte de Santa Luzia, na freguesia de [[Santa Maria Maior (Viana do Castelo)|Santa Maria Maior]], na cidade, concelho e [[distrito de Viana do Castelo|distrito]] de [[Viana do Castelo]], em [[Portugal]].\n\nAssumindo-se como o \"''[[ex libris]]''\"\" e cart\u00e3o-de-visita da cidade de Viana do Castelo, do seu s\u00edtio descortina-se uma vista \u00edmpar da regi\u00e3o, que concilia o mar, o [[rio Lima]] com o seu vale, e todo o complexo montanhoso envolvente, panorama considerado o 3\u00ba melhor do mundo, segundo a [[National Geographic (revista)|National Geographic]] (1927).\n\nO seu projecto arquitect\u00f3nico (1899) deve-se ao arquitecto [[Miguel Ventura Terra]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nO santu\u00e1rio dedicado ao culto do [[Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus]], no alto do monte de Santa Luzia, foi principiado em [[1904]] e conclu\u00eddo em 1959, por iniciativa da Confraria de Santa Luzia, entidade que tutela o monumento.\n\nA sua institui\u00e7\u00e3o deve-se ao Capit\u00e3o de Cavalaria [[Lu\u00eds de Andrade e Sousa]] que, acometido de uma grave oftalmologia, recorre \u00e0 extinta capela de Santa Luzia, advogada da vista, como forma de gratificar a gra\u00e7a recebida[http://ncultura.pt/santa-luzia-viana-do-castelo/ Santa Luzia (Viana do Castelo), ncultura].\n\nTemplo-Monumento glorifica o nome de Santa Luzia a quem o Capit\u00e3o de Cavalaria Lu\u00eds de Andrade e Sousa recorre, na extinta capela de Santa Luzia, acometido de uma grave oftalmia. J\u00e1 convalescido, institui a Confraria de Santa Luzia, como forma de gratificar a gra\u00e7a recebida.\nAnterior ao templo, existia uma pequena ermida medieval dedicada a Santa Luzia, padroeira da vista, cujo atributo s\u00e3o os seus olhos dispostos numa badeja. Nos finais do s\u00e9culo XIX, aquele que vir\u00e1 a ser o primeiro presidente da Confraria de Santa Luzia, o Capit\u00e3o de Cavalaria Lu\u00eds de Andrade e Sousa, sofrendo de um problema oftalmol\u00f3gico, come\u00e7a a frequentar a pequena ermida, rezando e pedindo solu\u00e7\u00e3o para o seu problema. Ao ser-lhe restitu\u00edda a vis\u00e3o, institui a Confraria de Santa Luzia, em 1884, tomando conta da isolada e abandonada capela e mandando construir uma estrada que ligasse a cidade ao monte.\n\nA localiza\u00e7\u00e3o privilegiada pedia um edif\u00edcio que lhe fizesse jus e ao panorama que da\u00ed se contempla, procurando-se a revaloriza\u00e7\u00e3o do monte e das ru\u00ednas da Cit\u00e2nia de Santa Luzia.\n\nAs obras iniciam-se em 1904, com projecto de Ventura Terra e direc\u00e7\u00e3o de Ant\u00f3nio Adelino de Magalh\u00e3es Moutinho, um arquitecto municipal. As obras interrompem-se em 1910 com a Implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica e a consequente Lei da Separa\u00e7\u00e3o do Estado da Igreja, para se voltarem a iniciar em 1926, sob a direc\u00e7\u00e3o de Miguel Nogueira. No mesmo ano, \u00e9 demolida a pequena ermida e, encontrando-se a capela-mor conclu\u00edda, foi sagrada e aberta ao culto, ainda que o restante templo se encontrasse por construir. Este fen\u00f3meno \u00e9 habitual noutras igrejas, iniciando-se os trabalhos na zona mais importante da constru\u00e7\u00e3o - a capela-mor - e da\u00ed para a frente. Os trabalhos exteriores estenderam-se at\u00e9 [[1943]] e os trabalhos interiores at\u00e9 [[1959]].\n\nO Santu\u00e1rio de Santa Luzia \u00e9 considerado como inspirado na [[Bas\u00edlica de Sacr\u00e9 C\u0153ur]], em [[Paris]]. Contudo, esta ideia tem sido contestada, uma vez que, \u00e0 altura do projecto de Ventura Terra (1899), a igreja parisiense ainda se encontrava pouco constru\u00edda e sem configura\u00e7\u00e3o vis\u00edvel.\n\nOs trabalhos de [[cantaria]] em [[granito]] s\u00e3o de responsabilidade do mestre canteiro, [[Em\u00eddio Pereira Lima]], que dirigiu a obra ap\u00f3s a cegueira de Miguel Nogueira.\n\nDesde [[1923]] o santu\u00e1rio \u00e9 servido pelo [[Elevador de Santa Luzia]], tamb\u00e9m conhecido como Funicular de Santa Luzia, pela m\u00e3o de Bernardo Pinto Abrunhosa, que foi ainda respons\u00e1vel pela remodela\u00e7\u00e3o do Hotel de Santa Luzia, hoje integrado na rede de Pousadas portuguesa.\n\nO santu\u00e1rio compreendia o \"N\u00facleo Museol\u00f3gico do Templo-Monumento de Santa Luzia\", constitu\u00eddo por uma sala na parte inferior do santu\u00e1rio. O esp\u00f3lio \u00e9 constitu\u00eddo por talha, imagens, azulejos, pintura, e outros, e est\u00e1 acess\u00edvel para visita mediante marca\u00e7\u00e3o{{citar web|URL =http://www.templosantaluzia.org/?page_id=360|t\u00edtulo =Museu - Templo-Monumento de Santa Luzia|data =|acessadoem =|autor =|publicado =|arquivourl =https://web.archive.org/web/20150818021815/http://www.templosantaluzia.org/?page_id=360|arquivodata =2015-08-18|urlmorta =yes}}. Em Janeiro de 2013 o N\u00facleo-Museol\u00f3gico foi encerrado para dar lugar \u00e0 Capela de Adora\u00e7\u00e3o e Reconcilia\u00e7\u00e3o.\n\nEm Junho de 2014 foi inaugurado o Anfiteatro no Jardim das T\u00edlias. Em 24 de Mar\u00e7o de 2018 abriu portas um edif\u00edcio polivalente com museu, arquivo e albergue de peregrinos, tamb\u00e9m no Jardim das T\u00edlias, e um restaurante panor\u00e2mico.\n\n[[File:Iglesia-santa-luzia.jpg|thumb|Vista da c\u00fapula da igreja de Santa Luzia.]]\n\n== Caracter\u00edsticas ==\nO templo apresenta [[planta (geometria descritiva)|planta]] na forma de [[cruz grega]], com elementos em estilo neo-rom\u00e2ntico, neo-g\u00f3tico e bizantino, num gosto ecl\u00e9tico e revivalista que marcou a viragem de s\u00e9culo. O modelo foi importado de Fran\u00e7a, local de aprendizagem do arquitecto Ventura Terra.\n\nNo seu [[zimb\u00f3rio]] \u00e9 poss\u00edvel admirar uma vista soberba de 360\u00ba sobre a regi\u00e3o, considerada como uma das melhores do mundo.\n\nEm termos art\u00edsticos, os [[vitral|vitrais]] das [[Ros\u00e1cea (arquitetura)|ros\u00e1ceas]] foram executados em [[Lisboa]], na oficina de Ricardo Leone. As ros\u00e1ceas que os emolduram s\u00e3o as maiores da Pen\u00ednsula Ib\u00e9ria. Os [[afresco|frescos]] que representam a Paix\u00e3o e a Ascens\u00e3o de Cristo, na [[c\u00fapula]], s\u00e3o da autoria de Manuel Pereira da Silva. Os dois querubins no altar-mor s\u00e3o de autoria do escultor [[Leopoldo de Almeida]], e foram executados em [[m\u00e1rmore]] de [[Vila Vi\u00e7osa]] pelos mestres Em\u00eddio Lima e Albino Lima. Os tr\u00eas altares (o principal e os dois laterais) em granito magnificamente trabalhado foram esculpidos por Em\u00eddio Lima, assim como os dois p\u00falpitos.\n\nNa fachada principal do templo destaca-se uma [[est\u00e1tua]] do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, em [[bronze]], de autoria do escultor [[Aleixo Queir\u00f3s Ribeiro]], datada de [[1898]], sendo esta anterior ao pr\u00f3prio edif\u00edcio.\n\nO [[carrilh\u00e3o]] \u00e9 composto por 26 sinos.\n\n== Galeria ==\n
\n\nFicheiro:Templo SCJ Santa Luzia 2.JPG|Acesso\nFicheiro:Viana santa luzia (2).JPG|Fachada principal\nFicheiro:Viana santa luzia (5).JPG|Ros\u00e1cea\nFicheiro:Viana santa luzia (6).JPG|Vista sobre o rio Lima\nFicheiro:Viana do Castelo-Rosario Santa Luzia02.jpg|Interior, roseta\nFicheiro:Viana do Castelo-Santa Luzia altar.jpg|Interior, altar\nFicheiro:Capela de Adora\u00e7\u00e3o e Reconcilia\u00e7\u00e3o.JPG|Interior, Capela de Adora\u00e7\u00e3o e Reconcilia\u00e7\u00e3o\n\n
\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Cit\u00e2nia de Santa Luzia]] ([[Castro de Santa Luzia]])\n* [[Elevador de Santa Luzia]]\n* Hotel de Santa Luzia\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{commonscat|Santu\u00e1rio do Monte de Santa Luzia}}\n* [http://www.templosantaluzia.org/ P\u00e1gina Oficial do Templo-Monumento de Santa Luzia]\n* [http://www.academia.edu/9723877/Templo-Monumento_de_Santa_Luzia_em_Viana_do_Castelo_-_Ana_Marques MARQUES, Ana - ''O Templo-Monumento de Santa Luzia em Viana do Castelo''. Porto: FLUP, 2011.]\n* [http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9019 Santu\u00e1rio do Monte de Santa Luzia, SIPA, monumentos.pt]\n\n{{esbo\u00e7o-patrim\u00f3niopt}}\n\n{{DEFAULTSORT:Santuario Santa Luzia}}\n[[Categoria:Patrim\u00f3nio edificado em Viana do Castelo]]\n[[Categoria:Santu\u00e1rios de Portugal|Santa Luzia]]\n[[Categoria:Igrejas no distrito de Viana do Castelo|Santa Luzia]]"}]},"3180975":{"pageid":3180975,"ns":0,"title":"Bad News Brown","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:BAD NEWS NAKED EYE.jpg|thumb]]\n\n'''Bad News Brown''', [[nome art\u00edstico]] de '''Paul Frappier''' ([[8 de maio]] de [[1977]] - [[11 de fevereiro]] de [[2011]]), foi um artista, m\u00fasico e cantor de [[hip-hop]] [[canadense]] de origem [[haiti]]ana. Ele era bem conhecido pela mistura do som de seu principal instrumento, a [[gaita]], com as batidas e rimas do hip-hop.{{citar web |url=http://www.torontosun.com/news/canada/2011/02/12/17254096.html |publicado=Torontosun.com |obra= |t\u00edtulo=Montreal rapper Bad News Brown murdered: Police |lingua2=en |autor= |data= |acessodata= }}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-m\u00fasico}}\n\n[[Categoria:Rappers do Canad\u00e1]]\n[[Categoria:Mortos em 2011]]"}]},"1763024":{"pageid":1763024,"ns":0,"title":"Alain","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Desambigua\u00e7\u00e3o|Alain}}\n\n* ''Alain'' \u2014 pseud\u00f4nimo do fil\u00f3sofo [[\u00c9mile-Auguste Chartier]]\n* ''Alain'' \u2014 abreviatura oficial do bot\u00e2nico [[Henri Alain Liogier]]\n\n{{Vt desambig|Allan|Alan|vt=s}}\n{{Desambig-busca|Alain}}\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00f5es de antrop\u00f4nimos]]\n\n[[de:Ahlen (Begriffskl\u00e4rung)]]\n[[pl:Ahlen]]"}]},"2944971":{"pageid":2944971,"ns":0,"title":"Junior M.A.F.I.A.","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=maio de 2016}}\n{{Info/M\u00fasica/artista\n|nome = Junior M.A.F.I.A.\n|imagem =\n|fundo = grupo_ou_banda\n|atividade = [[1995]]-[[1997]]
[[2005]]-[[2007]]\n|g\u00eanero = [[Hip hop]]\n|gravadora = \tUndeas /[[Atlantic Records]] - Mega Media Records\n|origem = [[Brooklyn]], [[Nova Iorque]]
{{EUA}}\n|integrantes = [[Lil' Cease]]
Klepto
Banger
Nino Brown\n|exintegrantes = [[The Notorious BIG]] \u2020
[[Lil' Kim]]
Chico Del Vec
[[Blake C]]
[[Capone]]
[[Bugsy]]\n}}\n'''Junior M.A.F.I.A.''' foi um grupo americano de [[hip hop]] de Bedford-Stuyvesant, Brooklyn, [[New York]]. \nA sigla M.A.F.I.A., significa '''M'''asters '''A'''t '''F'''inding '''I'''ntelligent '''A'''ttitudes. \n\n==Hist\u00f3ria==\nEles foram formados e orientados pelo rapper de Nova York, [[The Notorious B.I.G.]], no in\u00edcio de 1990 e lan\u00e7ou seu \u00e1lbum de estreia, Conspiracy, em 1995. O sucesso dos singles do grupo, \"Player's Anthem\" (E.U.A. #13) e \"Get Money\" (E.U.A. #17) ajudou a lan\u00e7ar a carreira de [[Lil' Kim]] como artista solo. O grupo tornou-se extinto em 1997 ap\u00f3s a morte de [[The Notorious B.I.G.]]\n{{The Notorious B.I.G.}}\n[[Categoria:Grupos de hip hop]]\n[[Categoria:Bandas formadas em 1995]]\n[[Categoria:Bandas extintas em 2007]]\n[[Categoria:The Notorious B.I.G.]]\n[[Categoria:Bandas de Nova Iorque]]\n[[Categoria:East Coast Rap]]"}]},"3242596":{"pageid":3242596,"ns":0,"title":"S\u00e9rgio Paulo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:V&A - Raphael, The Conversion of the Proconsul (1515).jpg|thumb| 300px| Elimas, o mago, \u00e9 cegado perante S\u00e9rgio Paulo
Por [[Rafael Sanzio|Rafael]], atualmente no [[Victoria and Albert Museum]] em [[Londres]].]]\n\n'''L\u00facio S\u00e9rgio Paulo''' ({{lang-la|''Lucius Sergius Paullus''}}), foi um [[proc\u00f4nsul]] em [[Chipre]] sob o [[imperador romano]] [[Cl\u00e1udio]] no {{s\u00e9c|I}}. Aparece nos [[Atos dos Ap\u00f3stolos]] ({{citar b\u00edblia| livro = Atos| cap\u00edtulo = 13| verso = 6| verso_final = 13}}) em [[Pafos (cidade)|Pafos]], onde [[Paulo de Tarso|Paulo]], acompanhado de [[Barnab\u00e9 (B\u00edblia)|Barnab\u00e9]] e [[Jo\u00e3o Marcos]] conseguiram superar as tentativas de [[Bar-Jesus]] (ou [[Elimas]]) e converteram-no ao [[cristianismo]].\n\nUm [[marco de fronteira]] da \u00e9poca de Cl\u00e1udio e mencionando S\u00e9rgio foi descoberto em [[Roma]] em 1887. Ele relata o apontamento em 47 de um [[curador (direito)|curador]] das margens e do canal do [[rio Tibre]], um dos quais era S\u00e9rgio. Como acredita-se que a viagem de Paulo tenha ocorrido na primeira metade da d\u00e9cada de 40 (com alguns acad\u00eamicos colocando-a ainda mais cedo), acredita-se que S\u00e9rgio tenha primeiro servido seus tr\u00eas anos como proc\u00f4nsul em Chipre e depois retornado a Roma, onde foi ent\u00e3o apontado curador.\n\nComo ele n\u00e3o foi cumprimentado por Paulo em sua [[Ep\u00edstola aos Romanos]], \u00e9 poss\u00edvel que ele tenha morrido antes de ela ter sido escrita.\n\nEle foi o primeiro de seis [[senador romano|senadores romanos]] de nome L\u00facio S\u00e9rgio Paulo, de [[Antioquia da Pis\u00eddia]], incluindo um [[c\u00f4nsul romano|c\u00f4nsul]] em 95 e outro em 168. O \u00faltimo deles foi tamb\u00e9m senador e pai de S\u00e9rgia Paula, que se casou com [[Quinto An\u00edsio Fausto]], [[legado]] da [[Num\u00eddia]] e c\u00f4nsul em 198, e m\u00e3e de [[Quinto An\u00edcio Fausto Paulino]], legado da [[M\u00e9sia Inferior]] entre 229 e 230/232{{citar livro| autor = Anthony Wagner| autorlink = Anthony Wagner| t\u00edtulo = Pedigree and Progress, Essays in the Genealogical Interpretation of History| local = London, Philmore| ano = 1975| editora = Rutgers Alex| id = CS4.W33| p\u00e1gina = 59| l\u00edngua = ingl\u00eas}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{eastons|artigo = Sergius Paulus|url=http://www.ccel.org/ccel/easton/ebd2.html?term=Sergius%20Paulus}}\n\n== Bibliografia ==\n* [[Christian Settipani]], Les Anc\u00eatres de Charlemagne (France: \u00c9ditions Christian, 1989). {{fr}}\n* [[Christian Settipani]], Continuite Gentilice et Continuite Familiale Dans Les Familles Senatoriales Romaines, A L'Epoque Imperiale, Mythe et Realite. Linacre, UK: Prosopographica et Genealogica, 2000. ILL. NYPL ASY (Rome) 03-983. {{fr}}\n\n{{Personagens do Novo Testamento}}\n{{Portal3|Arte}}\n\n{{DEFAULTSORT:Sergio Paulo (Biblia)}}\n[[Categoria:Personagens dos Atos dos Ap\u00f3stolos]]\n[[Categoria:Sergii]]\n[[Categoria:Proc\u00f4nsules romanos]]\n[[Categoria:Governadores romanos de Chipre]]"}]},"2457546":{"pageid":2457546,"ns":0,"title":"Monte Alvernia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Montanha\n|Nome=Monte Alvernia\n|Imagem=The_Hermitage,_Cat_Island,_Bahamas.jpg\n|Imagem legenda=O topo do Monte Alvernia\n|Posi\u00e7\u00e3o=\n|Altitude=63\n|Altitude p\u00e9s=207\n|Proemin\u00eancia=63\n|Coordenadas={{coord|24|18|00|N|75|25|00|W}}\n|Localiza\u00e7\u00e3o= [[Ilha Cat]], {{BAH}}\n|imagem_mapa_coordenada = Bahamas\n|mapa_alt =\n|latg=24 |latm=18 |lats=0 |latNS=N\n|longg=75 |longm=25 |longs=0 |longEW=W\n|coord_t\u00edtulo=s\n|Cordilheira=\n|Primeira ascens\u00e3o data=\n|Primeira ascens\u00e3o autores=\n|Melhor rota= \n}}\nO '''Monte Alvernia''' localiza-se na [[Ilha Cat]], no arquip\u00e9lago das [[Bahamas]], sendo, com 63 metros acima do n\u00edvel do [[mar]], o ponto mais elevado do pa\u00eds. \n\nO monte recebeu seu nome de um [[padre]] [[cat\u00f3lico]] chamado [[John Hawes]], tamb\u00e9m conhecido como ''Fra Jerome'', que a\u00ed construiu um [[santu\u00e1rio]]. Hawes era um [[ingleses|ingl\u00eas]] que passou 17 anos nas Bahamas. Morreu em [[1956]], pouco antes de completar 80 anos, e foi enterrado em um [[t\u00famulo]] preparado por ele mesmo, numa [[caverna]] debaixo do santu\u00e1rio. Hawes havia se formado como [[arquiteto]] antes de entrar para a igreja, e realizou grande trabalho arquitet\u00f4nico em igrejas por todo o arquip\u00e9lago.\n\n==Refer\u00eancias==\n* [[The World Factbook|The CIA World Factbook]]\n\n{{esbo\u00e7o-geo}}\n\n[[Categoria:Acidentes geogr\u00e1ficos das Bahamas]]"}]},"5311840":{"pageid":5311840,"ns":0,"title":"Barragem de Almendra","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Barragem\n| nome = Barragem de Almendra
Salto de Villarino\n| imagem = Presa Almendra desembalsando.jpg\n| imagem_legenda = Vista da barragem descarregando\n| imagem_tamano = 280px\n\n| pa\u00eds = {{ESP}}\n| divisi\u00f3n_administrativa = {{ESP|CL}}\n| subdivis\u00e3o_administrativa = {{ESP|SA}}
{{ESP|ZA}}\n| bacia_hidrogr\u00e1fica = [[Bacia Hidrogr\u00e1fica do Douro|Douro]]\n| rio = [[rio Tormes]]\n\n| estado = Em servi\u00e7o\n| propriet\u00e1rio = [[Iberdrola]]\n| projetista = Pedro M\u00aa de Guinea\n| uso = [[Usina hidrel\u00e9trica|Hidroel\u00e9trico]]\n| inicio_constru\u00e7\u00e3o = 1963\n| t\u00e9rmino_constru\u00e7\u00e3o = 1970\n| dia_inaugura\u00e7\u00e3o = [[24 de novembro|24 de nov.]] [[1970|de 1970]]{{citar jornal |t\u00edtulo= El jefe del estado inaugur\u00f3 ayer el complejo hidroel\u00e9ctrico de Villarino |publicado= La Vanguardia |ano= 1970 |acessodata= 28 de fevereiro de 2012 |idioma= espanhol |url= http://hemeroteca.lavanguardia.com/preview/1970/11/25/pagina-7/34322020/pdf.html}}\n\n| nome_represa = Barragem de Almendra\n| tipo = [[ab\u00f3bada]]\n| subtipo = [[concreto]]\n| altura = 202\n| longitude_coroa\u00e7\u00e3o = 567\n| cota_coroa\u00e7\u00e3o = 732\n| cota_cimenta\u00e7\u00e3o = 530\n| cota_leito = 547\n| v\u00eda_coroa\u00e7\u00e3o = SA-315 e ZA-315\n| popula\u00e7\u00e3o_redor_represa = [[Almendra (Salamanca)|Almendra]] e [[Cibanal]]\n\n| nome_central = Villarino\n| pot\u00eancia_instalada = 810\n| produ\u00e7\u00e3o_media = 1376 [[GWh]] anuais\n| turbinas = 6 turbinas [[Turbina Francis|Francis R]]\n| popula\u00e7\u00e3o_local_central = [[Villarino de los Aires]]\n\n| nome_albufeira = Albufeira de Almendra\n| capacidade_total = 2648 [[hect\u00f3metro c\u00fabico|hm\u00b3]]\n| superf\u00edcie = 7940 [[hectare|ha]]\n| longitude_costa =\n| popula\u00e7\u00e3o_ribeiras =\n|mapa_alfinete = Espanha/relevo\n|mapa_alfinete_alt =\n|mapa_alfinete_legenda = Local da barragem de Almendra num mapa da [[pen\u00ednsula Ib\u00e9rica]]\n|mapa_alfinete_tamanho =\n|latg=41 |latm=16 |lats=01 |latNS= N\n|longg=6 |longm=18 |longs=28 |longEW= W\n|coord_t\u00edtulo = s\n}}\n\nO reservat\u00f3rio, a central e a '''barragem de Almendra''' (tamb\u00e9m conhecida como '''salto de Villarinho''') s\u00e3o uma obra de engenharia hidroel\u00e9ctrica constru\u00edda no curso baixo do [[rio Tormes]], na zona conhecida como as [[Parque Natural de Arribas do Douro|Arribas do Tormes]], uma profunda [[Depress\u00e3o (geografia)|depress\u00e3o geogr\u00e1fica]]. A barragem est\u00e1 situada a 5 [[Quil\u00f4metro|km]] do concelho de [[Almendra (Salamanca)|Almendra]], na [[Salamanca (prov\u00edncia)|prov\u00edncia de Salamanca]], [[Castela e Le\u00e3o]].\n\nFaz parte do sistema [[Saltos do Douro|Saltos do Duero]] junto com as infraestruturas instaladas em [[Barragem de Aldeiad\u00e1vila|Aldeiad\u00e1vila]], [[Barragem de Castro |Castro]], [[Barragem de Ricobayo |Ricobayo]], [[Barragem de Saucelle|Saucelle]] e [[Barragem de Villalcampo |Villalcampo]].{{Citar web|titulo=Evoluci\u00f3n de la ingenier\u00eda de presas en Espa\u00f1a. El caso de los \"Saltos del Duero\" |l\u00edngua=espanhol|editora=Escuela Polit\u00e9cnica Superior. Universidad de Burgos|obra=Sociedad Espa\u00f1ola de Presas y Embalses|url=http://www.seprem.com/paginas/SeccionTecnica/HistoriayPatrimonio/ICongresoHistoria/EVOLUCION_DE_LA_INGENIERIA_DE_PRESAS_EN_ESPANA-EL_CASO_DE%20LOS_SALTOS_DEL_DUERO.pdf|citacao=El complejo hidroel\u00e9ctrico denominado \u201cSistema Duero\u201d, o \u201cSaltos del Duero\u201d, comprende los saltos de Aldead\u00e1vila y Saucelle sobre el r\u00edo Duero y el salto de Villarino sobre el Tormes, en la provincia de Salamanca, y los saltos de Ricobayo sobre el r\u00edo Esla y los de Villalcampo y Castro sobre el r\u00edo Duero, en la provincia de Zamora}}\n\n{{Listaref}}\n\n[[Categoria:Barragens de Castela e Le\u00e3o|Almendra]]"}]},"1351973":{"pageid":1351973,"ns":0,"title":"Willow Springs (Illinois)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos Estados Unidos|\n|nome = Willow Springs\n|imagem = Our Lady Mother of the Church Polish Mission, Willow Springs, Illinois.xcf.jpg\n|imagem_legenda = \n|estado = Illinois\n|condado = [[Condado de Cook (Illinois)|Condado de Cook]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 5963\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 10.0\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.3\n|latG = 41\n|latM = 44\n|latS = 15\n|latP = N\n|lonG = 87\n|lonM = 52\n|lonS = 40\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 82049\n|tipo = aldeia\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Willow Springs''' \u00e9 uma [[aldeia]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos|estado]] [[Estados Unidos|americano]] de [[Illinois]], no [[Condado de Cook (Illinois)|Condado de Cook]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 5027 [[habitante]]s.{{citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |publicado=United States Census Bureau |obra= |t\u00edtulo=Census 2000 Summary File 1 |data= |acessodata= |l\u00edngua=ingl\u00eas |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 5963,{{citar web |url=http://www.census.gov/popest/datasets.html |publicado=United States Census Bureau |obra= |t\u00edtulo=Estimativa da popula\u00e7\u00e3o |acessodata= |l\u00edngua=ingl\u00eas |data=julho de 2006 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20070613083636/http://www.census.gov/popest/datasets.html |arquivodata=2007-06-13 |urlmorta=sim }} um aumento de 936 (18.6%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de 10,3 km\u00b2, dos quais 10,0 km\u00b2 cobertos por terra e 0,3 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[Raio (geometria)|raio]] de 8 km ao redor de Willow Springs.\n
\n[[Imagem:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Imagem:Map pointer black.svg|20px|Willow Springs]] '''Willow Springs'''}}\n{{Image label|x=0.931|y=0.307|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|8px|Localidades com 574 habitantes (2000)]][[Bedford Park (Illinois)|Bedford Park]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.832|y=0.470|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|20px|Localidades com 15335 habitantes (2000)]][[Bridgeview (Illinois)|Bridgeview]] (6 km)}}\n{{Image label|x=0.304|y=0.405|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 10408 habitantes (2000)]][[Burr Ridge (Illinois)|Burr Ridge]] (4 km)}}\n{{Image label|x=0.518|y=0.243|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|16px|Localidades com 5991 habitantes (2000)]][[Countryside (Illinois)|Countryside]] (5 km)}}\n{{Image label|x=0.738|y=0.587|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 13926 habitantes (2000)]][[Hickory Hills (Illinois)|Hickory Hills]] (4 km)}}\n{{Image label|x=0.264|y=0.106|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|20px|Localidades com 17349 habitantes (2000)]][[Hinsdale (Illinois)|Hinsdale]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.587|y=0.333|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 2134 habitantes (2000)]][[Hodgkins (Illinois)|Hodgkins]] (3 km)}}\n{{Image label|x=0.408|y=0.307|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|12px|Localidades com 3685 habitantes (2000)]][[Indian Head Park (Illinois)|Indian Head Park]] (4 km)}}\n{{Image label|x=0.704|y=0.446|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 12193 habitantes (2000)]][[Justice (Illinois)|Justice]] (4 km)}}\n{{Image label|x=0.521|y=0.061|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|20px|Localidades com 15608 habitantes (2000)]][[La Grange (Illinois)|La Grange]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.713|y=0.120|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|6px|Localidades com 254 habitantes (2000)]][[McCook (Illinois)|McCook]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.741|y=0.740|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|20px|Localidades com 17665 habitantes (2000)]][[Palos Hills (Illinois)|Palos Hills]] (6 km)}}\n{{Image label|x=0.799|y=0.182|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 10637 habitantes (2000)]][[Summit (Illinois)|Summit]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.392|y=0.076|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 12493 habitantes (2000)]][[Western Springs (Illinois)|Western Springs]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.166|y=0.316|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|16px|Localidades com 8967 habitantes (2000)]][[Willowbrook (Illinois)|Willowbrook]] (7 km)}}\n
{{limpar|left}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Willow-Springs|Illinois}} {{En}}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n{{Commons|Willow Springs, Illinois}}\n{{Commonscat|Willow Springs, Illinois}}\n\n{{Condado de Cook (Illinois)}}\n{{Illinois}}\n{{Esbo\u00e7o-geoeua}}\n{{Portal3|Geografia|Illinois|Estados Unidos}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Aldeias de Illinois]]\n[[Categoria:Localidades do condado de Cook (Illinois)]]"}]},"1375632":{"pageid":1375632,"ns":0,"title":"Dendropsophus rubicundulus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Dendropsophus rubicundulus''\n| imagem = Dendropsophus rubicundulus01.jpg\n| estado = LC\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Amphibia]]\n| ordem = [[Anura]]\n| fam\u00edlia = [[Hylidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Dendropsophus]]''\n| esp\u00e9cie = '''''D. rubicundulus'''''\n| binomial = ''Dendropsophus rubicundulus''\n| binomial_autoridade = ([[Johannes Theodor Reinhardt|Reinhardt]] & L\u00fctken, 1862)\n| sin\u00f3nimos = }}\n'''''Dendropsophus rubicundulus''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[anura]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Hylidae]].\n\nPode ser encontrada nos seguintes pa\u00edses: [[Bol\u00edvia]], [[Brasil]] e [[Paraguai]].\n\nEst\u00e1 amea\u00e7ada por [[Destrui\u00e7\u00e3o de habitat|perda de habitat]].\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{((en))}} Colli, G., Bastos, R. & Silvano, D. 2004. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Dendropsophus%20rubicundulus Dendropsophus rubicundulus]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species. ] Dados de 21 de Julho de 2007.\n\n{{wikispecies}}\n\n{{esbo\u00e7o-hil\u00eddeo}}\n\n{{Portal3|Anf\u00edbios e r\u00e9pteis}}\n\n[[Categoria:Anf\u00edbios do Brasil]]\n[[Categoria:Dendropsophus]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios descritos em 1862]]"}]},"2012323":{"pageid":2012323,"ns":0,"title":"N\u00e3o Me Conte Seus Problemas","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Single\n |nome = (Ita) N\u00e3o Me Conte Seus Problemas\n |artista = [[Banda Eva]] e [[Ivete Sangalo]]\n |\u00e1lbum = [[Banda Eva 25 Anos Ao Vivo]]\n |capa = N\u00e3o Me Conte Seus Problemas - Eva & Ivete.jpg\n |lan\u00e7ado = 3 de setembro de 2005\n |formato = [[Airplay]]\n |B-side = \n |gravado = 2005\n |g\u00eanero = [[Ax\u00e9 (g\u00eanero musical)|Ax\u00e9]]\n |dura\u00e7\u00e3o = 3:36\n |gravadora = [[Universal Music Brasil|Universal]]\n |compositor = {{Lista horizontal|\n*[[Ivete Sangalo]]\n*Camila Sangalo}}\n |produtor = \n |diretor = \n |miscel\u00e2neo = {{Extra cronologia\n | Artista = [[Banda Eva]]\n | Tipo = single\n | \u00daltimo single = \"A Rosa\"
(2003)\n | Este single = \"N\u00e3o Me Conte Seus Problemas\"
(2005)\n | Pr\u00f3ximo single = \"Anjo\"
(2005)\n }}\n{{Extra cronologia\n | Artista = [[Ivete Sangalo]]\n | Tipo = single\n |\u00faltimo single = \"[[Abalou]]\"
(2005)\n |este single = \"N\u00e3o Me Conte Seus Problemas\"
(2005)\n |pr\u00f3ximo single = \"[[Llorando Se Fue#Vers\u00e3o de Ivete Sangalo|Chorando Se Foi]]\"
(2005)\n }}\n }}\n'''N\u00e3o Me Conte Seus Problemas''' \u00e9 um ''single'' em dueto entre a [[Banda Eva]], com [[Saulo Fernandes]] como vocalista, e [[Ivete Sangalo]], a antiga vocalista. Originalmente foi inclu\u00eddo no \u00e1lbum ''[[Banda Eva 25 Anos Ao Vivo]]'', que comemorava 25 anos do grupo,[http://afiliados.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=2&ProdId=1054250&ST=SE&franq=136870#javascript; Submarino]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} sendo tamb\u00e9m inclu\u00edda no disco de Ivete, ''[[Ivete no Maracan\u00e3 (Multishow ao Vivo)|Multishow Ao Vivo: Ivete no Maracan\u00e3]]''. Foi lan\u00e7ada como ''single'' em setembro de 2005. Em 2017, doze anos depois, se tornou um viral na plataforma de ''streaming'' [[Spofity]], onde foi tocada mais de 25000 vezes em um dia.\n\n==Composi\u00e7\u00e3o==\nN\u00e3o Me Conte Seus Problemas foi escrita pela pr\u00f3pria Ivete em parceria com sua sobrinha Camila San Galo e foi dada como um presente para a [[Banda Eva]].{{Citar web |url=http://www.carnasite.com.br/v4/noticias/noticia.asp?CodNot=4357 |titulo=Carnasite |acessodata=2008-11-05 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20110824192625/http://www.carnasite.com.br/v4/noticias/noticia.asp?CodNot=4357 |arquivodata=2011-08-24 |urlmorta=yes }}\n\nO Ita a quem a compositora faz refer\u00eancia na m\u00fasica \u00e9 capixaba que morou em S\u00e3o Paulo antes de nascer.\n\n== Videoclipe ==\nHouve tamb\u00e9m um clipe da m\u00fasica ao vivo, j\u00e1 que o CD e DVD foram gravados ao vivo e j\u00e1 foi visto por mais de 2 milh\u00f5es de pessoas no [[YouTube]].\n\n== Posi\u00e7\u00e3o nas paradas ==\n{| class=\"wikitable\"\n!align=\"center\"|Paradas (2005)\n!align=\"center\"|Posi\u00e7\u00e3o\n|-\n|align=\"left\"|[[Brasil|Hot 100 Brasil]]\n|align=\"center\"|1\n|-\n|}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Singles de Ivete Sangalo}}\n{{Singles de Banda Eva}}\n\n{{Portal3|M\u00fasica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Nao Me Conte Seus Problemas}}\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es gravadas por Ivete Sangalo]]\n[[Categoria:Singles de 2005]]\n[[Categoria:Singles de Banda Eva]]"}]},"1829326":{"pageid":1829326,"ns":0,"title":"Praia de Zimbral","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=junho de 2019}}\n{{Info/Praia\n|nome = Praia de Zimbral\n|imagem = \n|legenda = \n|localiza\u00e7\u00e3o = [[Ribamar (Lourinh\u00e3)|Ribamar]], {{POR}}\n|coordenadas = \n|extens\u00e3o = \n|tipo = Oce\u00e2nica\n|banhada_por = \n|ondas = \n|areia = Branca\n|rios = \n|ilhas = \n|acesso = \n|lista = \n|lista_nome = \n}}\nA '''Praia de Zimbral''' \u00e9 uma praia situada no concelho da [[Lourinh\u00e3]], na vila de [[Ribamar (Lourinh\u00e3)|Ribamar]], em [[Portugal]].\n\n{{esbo\u00e7o-geopt}}\n\n{{DEFAULTSORT:Praia Zimbral}}\n[[Categoria:Praias da Lourinh\u00e3|Zimbral]]"}]},"4883870":{"pageid":4883870,"ns":0,"title":"Ferrante II Gonzaga","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais-notas|data=outubro de 2015}}\n{{Info/Monarca\n| nome = '''Ferrante II Gonzaga'''\n| t\u00edtulo = '''Duque de Guastalla''' e '''Pr\u00edncipe de Molfetta'''\n| reinado = 1575 - 1621\n| imagem = Portr\u00e4t von Ferrante Gonzaga.jpg\n| legenda = \n| consorte = Vit\u00f3ria Doria\n| filhos = [[C\u00e9sar II Gonzaga]];
[[Vicente Gonzaga, Vice-Rei da Sic\u00edlia]];
Andr\u00e9 Gonzaga, Conde de San Paolo\n| casa real = [[Ducado de Guastalla|Casa Ducal de Guastalla]]\n| dinastia = [[Fam\u00edlia Gonzaga]], ramo [[Gonzaga-Guastalla]]\n| hino real = \n| pai = [[C\u00e9sar I Gonzaga]]\n| m\u00e3e = Camila Borromeo\n| nascimento = {{nascimento| | |1563}}\n| cidadenatal = [[M\u00e2ntua]], [[Ficheiro: Coat of arms of the House of Gonzaga (1575).svg|20px]] [[Ducado de M\u00e2ntua]]\n| falecimento = {{morte e idade|05|08|1630| | |1563}}\n| cidadefalecimento= [[Guastalla]], [[Ficheiro: Coat of arms of the House of Gonzaga-Guastalla.svg|20px]] [[Ducado de Guastalla]]\n|}}\n'''Ferrante II Gonzaga''' ({{Lang-it|''Ferrante II'' ou ''Ferdinando II Gonzaga''}}; [[1563]] \u2013 [[5 de agosto]] de [[1630]]), foi um nobre [[It\u00e1lia|italiano]], Conde e depois [[Ducado de Guastalla|Duque de Guastalla]] e [[Pr\u00edncipe]] de [[Molfetta]], pertencente ao ramo dito ''[[Gonzaga-Guastalla|de Guastalla]]'', da [[Casa de Gonzaga]].\n\n==Biografia==\nFerrante era filho de [[C\u00e9sar I Gonzaga]], Conde de Guastalla e [[Duque de Amalfi]], e de Camilla Borromeo, tendo sucedido ao seu pai em 1575. Em [[2 de julho]] de [[1621]], o condado de Guastalla foi elevado a Ducado e Ferrante tornou-se o seu primeiro duque.\n\nFerrante interveio na [[Guerra da Sucess\u00e3o de M\u00e2ntua]] quando, como primo afastado do \u00faltimo duque reinante, reclamou as coroas dos ducados de [[Ducado de M\u00e2ntua|M\u00e2ntua]] e de [[Ducado de Monferrato|Monferrato]], ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o do ramo principal da [[Fam\u00edlia Gonzaga|Casa Gonzaga]], em [[25 de dezembro]] de [[1627]]. Tinha o apoio do imperador [[Fernando II de Habsburgo]], que pretendia reintegrar formalmente M\u00e2ntua no Sacro Imp\u00e9rio Romano-Germ\u00e2nico, de quem Ferrante era um fiel aliado. Mas ele acabou vencido pelo candidato franc\u00eas [[Carlos I de M\u00e2ntua|Carlos Gonzaga, Duque de Nevers e de Rethel]] que se tornou soberano dos ducados italianos.\n\nQuando a paz foi formalizada em 1631pela assinatura do [[Tratado de Cherasco]] Ferrante j\u00e1 falecera, mas o seu filho e herdeiro, C\u00e9sar II, foi compensado com [[Luzzara]] e [[Reggiolo]].\n\n==Casamento e descend\u00eancia==\nFerrante II casou com Vit\u00f3ria Doria (1569\u20131618), filha de [[Giovanni Andrea Doria]], de quem teve uma numerosa descend\u00eancia :\n*Zen\u00f3bia (''Zenobia'') (1588-1612), casada com Giovanni III de Arag\u00e3o Tagliavia;\n*[[C\u00e9sar II Gonzaga|C\u00e9sar]] (''Cesare''), (1592\u20131632), que sucedeu ao pai;\n*Vit\u00f3ria (''Vittoria''), monja;\n*Isabel (Isabella), monja;\n*Filipe (''Filippo'') (?-1616), religioso;\n*Francisco (Francesco) (?-1643), teve quatro filhos naturais;\n*Giannettino (1601-1649), religioso;\n*[[Vicente Gonzaga, Vice-Rei da Sic\u00edlia|Vicente]] (''Vincenzo''), (1602\u20131697), que veio a ser vice-Rei da Sicilia (1677\u20131678);\n*Andr\u00e9 (''Andrea'') (?-1686), Conde de San Paolo, pai de [[Vicente Gonzaga, Duque de Guastalla]] (1692\u20131714);\n*Artemisia, monja em Bolonha;\n*Carlos (''Carlo'') (?-1670), cavaleiro.\n\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{s-hou|[[Casa de Gonzaga]]
''( Ramo dos [[Gonzaga-Guastalla]] )''
| |1563|5 de agosto|1630|}}\n{{caixa de sucess\u00e3o\n|antes =[[C\u00e9sar I Gonzaga]]\n|t\u00edtulo=[[Imagem: Coat of arms of the House of Gonzaga-Guastalla.svg|60px]]
[[Ducado de Guastalla|Conde de Guastalla]]\n|anos =1575 - 1621\n|depois =t\u00edtulo elevado a duque\n}}\n{{caixa de sucess\u00e3o\n|antes =novo t\u00edtulo\n|t\u00edtulo=[[Ducado de Guastalla|Duque de Guastalla]]\n|anos =1621 - 1630\n|depois =[[C\u00e9sar II Gonzaga]]\n}}\n{{caixa de sucess\u00e3o\n|antes =[[C\u00e9sar I Gonzaga]]\n|t\u00edtulo=Pr\u00edncipe de Molfetta\n|anos =1575 - 1630\n|depois =[[C\u00e9sar II Gonzaga]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Ducado de Guastalla]]\n*[[Fam\u00edlia Gonzaga]]\n*[[Gonzaga-Guastalla]]\n*[[Lista dos soberanos de Guastalla]]\n\n==Bibliografia==\n* Giuseppe Coniglio, ''I Gonzaga'', Varese, Dall'Oglio, 1967\n* Edward Burman, ''Italian Dynasties'', Butler & Tanner Limited, 1989, ISBN 1-85336-005-8\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [[EN]] [http://genealogy.euweb.cz/gonzaga/gonzaga3.html#F1G Genealogia dos Gonzaga, ''Euweb.cz''] \n* [[IT]] [http://www.genmarenostrum.com/pagine-lettere/letterag/gonzaga/gonzaga3.htm Genealogia dos Gonzaga, ''Libro d\u2019Oro della Nobilitt\u00e0 Mediterranea'']\n\n{{Refer\u00eancias|Notas}}\n{{Tradu\u00e7\u00e3o/ref|en|Ferrante II Gonzaga, Duke of Guastalla}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Nascidos em 1563]]\n[[Categoria:Mortos em 1630]]\n[[Categoria:Fam\u00edlia Gonzaga|Ferrante 2]]\n[[Categoria:Duques de Guastalla|Ferrante 2]]\n[[Categoria:Gonzaga-Guastalla]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria da It\u00e1lia]]"}]},"5364892":{"pageid":5364892,"ns":0,"title":"Leslie I. Carey","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Ator\n |nome = Leslie I. Carey\n |imagem = \n |imagem_tamanho = \n |descri\u00e7\u00e3o = \n |nome_denascimento = \n |outro_nome = \n |apelido =\n |nascimento_data = {{dni|3|8|1895|lang=br|si}}\n |nascimento_local = \n |nacionalidade = {{EUAn|o}}\n |morte_data = {{morte|17|6|1984|3|8|1895}}\n |morte_local = \n |educa\u00e7\u00e3o = \n |resid\u00eancia = \n |ocupa\u00e7\u00e3o = Sonoplasta\n |atividade = 1947 \u2013 1960\n |c\u00f4njuge = \n |oscares_academia = '''[[Oscar de melhor mixagem de som|Melhor Mixagem de Som]]''':
''[[The Glenn Miller Story]]'' (1953)\n |IMDB_id = 0136989\n}}\n'''Leslie I. Carey''' ([[3 de agosto]] de [[1895]] \u2014 [[Los Angeles]], [[17 de junho]] de [[1984]]) \u00e9 um sonoplasta estadunidense. Venceu o [[Oscar de melhor mixagem de som]] na [[Oscar 1954|edi\u00e7\u00e3o de 1954]] por ''[[The Glenn Miller Story]]''.{{Citar web|url=http://www.oscars.org/oscars/ceremonies/2016|t\u00edtulo=Academy Awards|acessodata=3 de mar\u00e7o de 2017|publicado=[[Academia de Artes e Ci\u00eancias Cinematogr\u00e1ficas]]}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n*{{IMDb nome|0136989}}\n\n{{Oscar de melhor mixagem de som}}\n\n[[Categoria:Engenheiros de som premiados com o \u00d3scar]]"}]},"3780190":{"pageid":3780190,"ns":0,"title":"Est\u00e1dio Wankhede","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem infocaixa}}\n[[Imagem:Wankhede ICC WCF.jpg|thumb|300px]]\nO '''Est\u00e1dio Sheshrao Krushnarao Wankhede''' ({{langx|en|''Sheshrao Krushnarao Wankhede Stadium''}}; em [[L\u00edngua marata|marata]]: \u0938\u0947\u0936\u0930\u093e\u0935 \u0915\u0943\u0937\u094d\u0923\u0930\u093e\u0935 \u0935\u093e\u0928\u0916\u0947\u0921\u0947 \u092e\u0948\u0926\u093e\u0928), ou simplesmente '''Est\u00e1dio Wankhede''', \u00e9 um [[est\u00e1dio]] de [[cr\u00edquete]] localizado em [[Mumbai]], na [[\u00cdndia]]. Inaugurado em 1974, tem capacidade para 45.000 pessoas, e \u00e9, ao lado do [[Est\u00e1dio de Brabourne]], o principal local utilizado para partidas de cr\u00edquete em Mumbai,{{citar web| url=http://www.espncricinfo.com/india/content/ground/58317.html |t\u00edtulo=Cricinfo: Brabourne Stadium|publicado=ESPNcricinfo}} considerada a \"capital do cr\u00edquete na \u00cdndia\".\n\nTem capacidade para 45 mil espectadores.{{citar web| url=http://www.espncricinfo.com/india/content/ground/58324.html|t\u00edtulo=Cricinfo: Wankhede Stadium |acessodata=5 de mar\u00e7o de 2011 |publicado=ESPNcricinfo}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Esporte|\u00cdndia}}\n\n[[Categoria:Est\u00e1dios de cr\u00edquete da \u00cdndia]]\n[[Categoria:Constru\u00e7\u00f5es desportivas da \u00cdndia]]\n[[Categoria:Cr\u00edquete da \u00cdndia]]"}]},"5775093":{"pageid":5775093,"ns":0,"title":"Spinomantis tavaratra","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Spinomantis tavaratra''\n| imagem =\n| imagem_legenda =\n| estado = VU\n| estado_ref = \n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Amphibia]]\n| ordem = [[Anura]]\n| fam\u00edlia = [[Mantellidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Spinomantis]]''\n| esp\u00e9cie = '''''S. tavaratra'''''\n| binomial = ''Spinomantis tavaratra''\n| binomial_autoridade = \n| sin\u00f3nimos = \n}}\n{{Wikispecies}}\n\n'''''Spinomantis tavaratra''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de anf\u00edbio [[Anura|anuros]] da fam\u00edlia [[Mantellidae]]. Est\u00e1 presente em [[Fauna de Madag\u00e1scar|Madag\u00e1scar]]. A [[Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza|UICN]] classificou-a como [[Esp\u00e9cie vulner\u00e1vel|vulner\u00e1vel]].\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Decl\u00ednio das popula\u00e7\u00f5es de anf\u00edbios]]\n\n==Refer\u00eancias==\n\n[http://research.amnh.org/vz/herpetology/amphibia/content/search?taxon=Spinomantis+tavaratra&subtree=&subtree_id=&english_name=&author=&year=&country= ''Spinomantis tavaratra''] Amphibian Species of the World, vers\u00e3o 6.0. American Museum of Natural History. P\u00e1gina acedida em 13 de Fevereiro de 2018.\n[https://amphibiaweb.org/cgi/amphib_query?where-genus=Spinomantis&where-species=tavaratra Spinomantis tavaratra]. AmphibiaWeb. P\u00e1gina acedida em 13 de Fevereiro de 2018.\nCramer AF, Rabibisoa NH and Raxworthy CJ. 2008. Descriptions of two new Spinomantis frogs from Madagascar (Amphibia, Mantellidae), and new morphological data for S. brunae and S. massorum. American Museum Novitates 3618: 1-22.\nLista vermelha do IUCN 2018 [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Spinomantis%20tavaratra Spinomantis tavaratra]\n\n\n{{esbo\u00e7o-anf\u00edbio}}\n{{controle de autoridade}}\n{{Portal3|Anf\u00edbios e r\u00e9pteis|Zoologia|Ci\u00eancia}}\n\n[[Categoria:Mantellidae]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios descritos em 2008]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios de Madag\u00e1scar]]"}]},"3168788":{"pageid":3168788,"ns":0,"title":"Bad Schlema","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da Alemanha|\n|nome = Bad Schlema\n|imagem = Bad Schlema, Huthaus Markus-Semler-Stolln unteres Revier.jpg\n|texto da imagem = \n|bras\u00e3o = Wappen Bad Schlema.png\n|lat_deg = 50 |lat_min = 35 |lat_sec = 55\n|lon_deg = 12 |lon_min = 40 |lon_sec = 3\n|mapa distrito = Bad Schlema in ERZ.png\n|estado = [[Sax\u00f4nia]]\n|regi\u00e3o = [[Chemnitz (regi\u00e3o)|Chemnitz]]\n|distrito = [[Erzgebirgskreis]]\n|altitude = 357\n|\u00e1rea = 15,53\n|popula\u00e7\u00e3o = 5.195[http://www.statistik.sachsen.de/download/010_GB-Bev/Bev_Gemeinde.pdf Popula\u00e7\u00e3o das cidades e munic\u00edpios da Sax\u00f4nia em www.statistik.sachsen.de] {{de}}\n|censo = 31/12/[[2009]]\n|densidade = 334,51\n|codigopostal = 08301\n|codigotelefone = 03772 / 03771\n|placa = ERZ\n|endere\u00e7o = Joliot-Curie-Str. 13\n|website = kurort-schlema.de\n|prefeito = Jens M\u00fcller\n|partido = parteilos\n}}\n'''Bad Schlema''' \u00e9 um [[munic\u00edpios da Alemanha|munic\u00edpio]] da [[Alemanha]] localizado no [[lista de distritos rurais da Alemanha|distrito]] de [[Erzgebirgskreis]], [[Regierungsbezirk|regi\u00e3o administrativa]] de [[Chemnitz (regi\u00e3o)|Chemnitz]], [[estados da Alemanha|estado]] da [[Sax\u00f4nia]].\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.kurort-schlema.de Site de Bad Schlema]\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{commonscat}}\n{{esbo\u00e7o-geode}}\n{{Alemanha/distrito Erzgebirgskreis}}\n\n[[Categoria:Bad Schlema| ]]"}]},"396892":{"pageid":396892,"ns":0,"title":"Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2003","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Campeonato de futebol\n|genero = feminino\n|nome = Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2003\n|nomec\u00f3digo = 2003 FIFA Women's World Cup {{en}}\n|logo = 2003 FIFA Women's World Cup.svg.png\n|legenda_logo = \n|n_participantes = 16\n|organiza\u00e7\u00e3o = [[Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Futebol|FIFA]]\n|anfitri\u00e3o = [[Estados Unidos]]\n|in\u00edcio = [[20 de setembro]]\n|fim = [[12 de outubro]]\n|golos = 107\n|jogos = 32\n|campe\u00e3o = [[Sele\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Futebol Feminino|Alemanha]] (1\u00ba t\u00edtulo)\n|vicecampe\u00e3o = [[Sele\u00e7\u00e3o Sueca de Futebol Feminino|Su\u00e9cia]]\n|artilheiro = {{GERb}} [[Birgit Prinz]] \u2013 7 gols\n|melhor_ataque = [[Sele\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Futebol Feminino|Alemanha]] \u2013 13 gols\n|melhor_defesa = 1 gol:\n* [[Sele\u00e7\u00e3o de Futebol Feminino dos Estados Unidos|Estados Unidos]]\n* [[Sele\u00e7\u00e3o Chinesa de Futebol Feminino|China]]\n|goleada_time1 = [[Sele\u00e7\u00e3o Japonesa de Futebol Feminino|Jap\u00e3o]]\n|goleada_time2 = [[Sele\u00e7\u00e3o Argentina de Futebol Feminino|Argentina]]\n|goleada_placar = 6 \u2013 0\n|goleada_local = Est\u00e1dio Columbus Crew\n|goleada_cidade = [[Columbus (Ohio)|Columbus]]\n|goleada_data = 20 de setembro, Grupo C, 1\u00aa rodada\n|goleada2_time1 = [[Sele\u00e7\u00e3o Sul-Coreana de Futebol Feminino|Coreia do Sul]]\n|goleada2_time2 = [[Sele\u00e7\u00e3o Norueguesa de Futebol Feminino|Noruega]]\n|goleada2_placar = 1 \u2013 7\n|goleada2_local = [[Gillette Stadium]]\n|goleada2_cidade = [[Foxborough]]\n|goleada2_data = 27 de setembro, Grupo B, 3\u00aa rodada\n|goleada3_time1 = [[Sele\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Futebol Feminino|Alemanha]]\n|goleada3_time2 = [[Sele\u00e7\u00e3o Russa de Futebol Feminino|R\u00fassia]]\n|goleada3_placar = 7 \u2013 1\n|goleada3_local = Jeld-Wen Field\n|goleada3_cidade = [[Portland (Oregon)|Portland]]\n|goleada3_data = 2 de outubro, quartas-de-final\n|p\u00fablico = 679664\n|p\u00fablico_jogos = 32\n|entidade1 = [[FIFA]]\n|melhorjogador = {{GERb}} [[Birgit Prinz]]\n|fair_play = [[Sele\u00e7\u00e3o Chinesa de Futebol Feminino|China]]\n|campeonato_antes = {{USAb}} [[Copa do Mundo de Futebol Feminino de 1999|1999]]\n|campeonato_depois= [[Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2007|2007]] {{CHNb}}\n}}\nA '''Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2003''' foi realizada nos [[Estados Unidos]], tendo como campe\u00e3 a sele\u00e7\u00e3o alem\u00e3 feminina.{{citar jornal|autor =Jere Longman |url=https://www.nytimes.com/2003/10/13/sports/soccer-golden-goal-proves-magical-as-germany-captures-women-s-world-cup.html |t\u00edtulo=SOCCER; Golden Goal Proves Magical as Germany Captures Women's World Cup |obra=New York Times |data=13 de outubro de 2003 |acessodata=31 de julho de 2012}}\nA sele\u00e7\u00e3o alem\u00e3 conquistou o seu primeiro t\u00edtulo mundial feminino e se tornaram o primeiro pa\u00eds a ganhar a Copa do Mundo da FIFA e a Copa do Mundo Feminina. A sele\u00e7\u00e3o alem\u00e3 de futebol tinha ganho a Copa do Mundo tr\u00eas vezes at\u00e9 2003.\n\nOriginalmente, a [[Rep\u00fablica Popular da China|China]] seria o anfitri\u00e3o do campeonato, por\u00e9m com os problemas relacionados \u00e0 [[S\u00edndrome respirat\u00f3ria aguda grave]] ocorridos no [[pa\u00eds]], o evento teve de ser movido para os Estados Unidos.{{citar web|url=https://www.fifa.com/news/y=2003/m=5/news=sars-fifa-executive-decides-relocate-fifa-women-world-cup-2003-87152.html |t\u00edtulo=SARS: FIFA executive decides to relocate FIFA Women's World Cup 2003 |publicado=FIFA.com |data=3 de maio de 2003}}{{citar jornal|url=http://articles.latimes.com/2003/apr/07/sports/sp-socrep7 |t\u00edtulo=SARS Threatens Staging of Women's World Cup |obra=Los Angeles Times |data=7 de abril de 2003 |acessodata=31 de julho de 2012 |primeiro =Grahame L. |\u00faltimo =Jones}}\n\nEm compensa\u00e7\u00e3o pela impossibilidade de sediar o campeonato mundial, a China manteve sua qualifica\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica como anfitri\u00e3o e foi indicada como anfitri\u00e3 do evento de 2007.{{citar jornal|url=http://articles.latimes.com/2003/jun/17/sports/sp-womensoc17 |t\u00edtulo=World Cup Leans to the West |obra=Los Angeles Times |data=17 de junho de 2003 |acessodata=31 de julho de 2012 |primeiro =Grahame L. |\u00faltimo =Jones}}{{citar jornal|url=http://www.smh.com.au/articles/2003/09/20/1063625250200.html |t\u00edtulo=China paid $1.5m for losing women's world cup |publicado=www.smh.com.au |data=20 de setembro de 2003 |acessodata=30 de outubro de 2012}}{{citar jornal|url=http://sportsillustrated.cnn.com/soccer/news/2003/05/04/china_reax_ap/ |t\u00edtulo=SI.com \u2013 Soccer \u2013 China 'respects' decision to move women's World Cup \u2013 Sunday May 04, 2003 07:46 AM |obra=Sports Illustrated |data=4 de maio de 2003 |acessodata=30 de outubro de 2012 |urlmorta= sim|arquivourl=https://web.archive.org/web/20140315120907/http://sportsillustrated.cnn.com/soccer/news/2003/05/04/china_reax_ap/ |arquivodata=15 de mar\u00e7o de 2014}}\n\n==Qualifica\u00e7\u00e3o==\n\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n!Confedera\u00e7\u00e3o\n!Torneio qualificat\u00f3rio\n!Classificado(s)\n|-\n|[[Confedera\u00e7\u00e3o Asi\u00e1tica de Futebol|AFC (\u00c1sia)]]\n|Copa da \u00c1sia de Futebol Feminino de 2002\n|{{CHNwf}}
{{PRKwf}}
{{KORwf}}
{{JPNwf}}\n|-\n|[[Confedera\u00e7\u00e3o Africana de Futebol|CAF (\u00c1frica)]]\n|Campeonato Africano de Futebol Feminino de 2002\n|{{NGAwf}}
{{GHAwf}}\n|-\n|[[Confedera\u00e7\u00e3o de Futebol da Am\u00e9rica do Norte, Central e Caribe|CONCACAF (Am\u00e9rica do Norte, Central e Caribe)]]\n|Copa Ouro Feminina de 2002\n|{{CANwf}}\n|-\n|[[Confedera\u00e7\u00e3o Sul-Americana de Futebol|CONMEBOL (Am\u00e9rica do Sul)]]\n|Campeonato Sul-Americano de Futebol Feminino de 2002|Campeonato Sul-Americano Feminino de 2002\n|{{BRAwf}}
{{ARGwf}}\n|-\n|[[Confedera\u00e7\u00e3o de Futebol da Oceania|OFC (Oceania)]]\n|Campeonato da Oceania de Futebol Feminino de 2002\n|{{AUSwf}}\n|-\n|[[Uni\u00e3o das Federa\u00e7\u00f5es Europeias de Futebol|UEFA (Europa)]]\n|Eliminat\u00f3rias Europeias\n|{{FRAwf}}
{{GERwf}}
{{NORwf}}
{{SWEwf}}
{{RUSwf}}\n|-\n|colspan=2|Pa\u00eds sede\n|{{USAwf}}\n|}\n\n== \u00c1rbitras ==\n{{col-begin}}\n{{col-2}}\n{| {{Prettytable}}\n|-\n!\u00c1rbitras!!Assistentes\n|-\n!colspan=\"2\"|[[Confedera\u00e7\u00e3o Asi\u00e1tica de Futebol|AFC]]\n|-\n|{{AbrevIOC|CHN}} Zhang Dongqing\n|{{AbrevIOC|TPE}} Lui Hsiu Mei
{{AbrevIOC|JPN}} Hisae Yoshizawa\n|-\n|{{AbrevIOC|KOR}} Eun Ju Im\n|{{AbrevIOC|KOR}} Soo Jin Choi
{{AbrevIOC|PRK}} Kum Nyo Hong\n|-\n!colspan=\"2\"|[[Confedera\u00e7\u00e3o Africana de Futebol|CAF]]\n|-\n|{{AbrevIOC|TOG}} Xonam Agboyi
\n|{{AbrevIOC|CIV}} Perpetue Krebe
{{AbrevIOC|SEN}} Florence Biagui\n|-\n!colspan=\"2\"|[[Confedera\u00e7\u00e3o de Futebol da Am\u00e9rica do Norte, Central e Caribe|CONCACAF]]\n|-\n|{{AbrevIOC|CAN}} Sonia Denoncourt\n|{{AbrevIOC|CAN}} Denise Robinson
{{AbrevIOC|TRI}} Lynda Bramble\n|-\n|{{AbrevIOC|USA}} Kari Seitz\n|{{AbrevIOC|USA}} Karalee Sutton
{{AbrevIOC|USA}} Sharon Wheeler\n|-\n!colspan=\"2\"|[[Confedera\u00e7\u00e3o de Futebol da Oceania|OFC]]\n|-\n|{{AbrevIOC|AUS}} Tammy Ogston\n|{{AbrevIOC|AUS}} Airlie Keen
{{AbrevIOC|AUS}} Jacqueline Leleu\n|}\n{{col-2}}\n{| {{Prettytable}}\n|-\n!\u00c1rbitras!!Assistentes\n|-\n!colspan=\"2\"|[[Confedera\u00e7\u00e3o Sul-Americana de Futebol|CONMEBOL]]\n|-\n|{{AbrevIOC|BRA}} Sueli Tortura\n|{{AbrevIOC|BRA}} Cleidy Ribeiro
{{AbrevIOC|BRA}} Marlei Silva\n|-\n|{{AbrevIOC|ARG}} Florecia Romano\n|{{AbrevIOC|ARG}} Sabrina Lois
{{AbrevIOC|ARG}} Alejandra Cercato\n|-\n!colspan=\"2\"|[[Uni\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es Europeias de Futebol|UEFA]]\n|-\n|{{AbrevIOC|SUI}} Nicole Petignat\n|{{AbrevIOC|SUI}} Elke Luethi
{{AbrevIOC|FRA}} Nelly Viennoy\n|-\n|{{AbrevIOC|FIN}} Katriina Elovirta\n|{{AbrevIOC|FIN}} Emilia Parviainen
{{AbrevIOC|NIR}} Andi Regan\n|-\n|{{AbrevIOC|ROU}} Cristina Ionescu\n|{{AbrevIOC|ROU}} Irina Mirt
{{AbrevIOC|POL}} Katarzyna Wierzbowska\n|-\n!colspan=\"2\"|Reservas ([[Confedera\u00e7\u00e3o Africana de Futebol|CAF]] e [[Confedera\u00e7\u00e3o de Futebol da Am\u00e9rica do Norte, Central e Caribe|CONCACAF]])\n|-\n|{{AbrevIOC|NGA}} Bola Abidoye
{{AbrevIOC|USA}} Sandra Hunt
{{AbrevIOC|USA}} Jennifer Bennett\n|-\n|}\n|}\n\n== Primeira-fase ==\n=== Grupo A ===\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: center;\"\n|-\n!width=\"180\"|Sele\u00e7\u00e3o\n!width=\"30\"|{{Tooltip|Pts|Pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|E|Empates}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"25\"|{{Tooltip|GP|Gols pr\u00f3 (marcados)}}\n!width=\"25\"|{{Tooltip|GC|Gols contra (sofridos)}}\n!width=\"25\"|{{Tooltip|SG|Saldo de gols}}\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{USAwf}}\n|'''9'''||3||3||0||0||11||1||+10\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{SWEwf}}\n|'''6'''||3||2||0||1||5||3||+2\n|- bgcolor=\"#FFCCCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{PRKwf}}\n|'''3'''||3||1||0||2||3||4||-1\n|- bgcolor=\"#FFCCCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{NGAwf}}\n|'''0'''||3||0||0||3||0||11||-11\n|}\n\n{{footballbox\n| data = [[20 de setembro]]\n| hora = 14:45 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{NGAwf|direita}}\n| placar = 0 \u2013 3\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290002/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{PRKwf}}\n| gols1 =\n| gols2 = [[Jin Pyol Hui|Jin]] {{gol|13}}, {{gol|88}}
[[Ri Un Gyong|Ri]] {{gol|73}}\n| estadio= [[Lincoln Financial Field]], [[Filad\u00e9lfia]]\n| p\u00fablico= 24346\n| arbitro= {{Arbitro|SUI|SUI|Nicole Petignat}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[21 de setembro]]\n| hora = 12:30 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{USAwf|direita}}\n| placar = 3 \u2013 1\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290005/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{SWEwf}}\n| gols1 = [[Kristine Lilly|Lilly]] {{gol|27}}
[[Cindy Parlow|Parlow]] {{gol|36}}
[[Shannon Boxx|Boxx]] {{gol|78}}\n| gols2 = [[Victoria Svensson|Svensson]] {{gol|58}}\n| estadio= [[Robert F. Kennedy Memorial Stadium|RFK Stadium]], [[Washington, D.C.|Washington]]\n| p\u00fablico= 34144\n| arbitro= {{Arbitro|CHN|CHN|Zhang Dongqing}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[25 de setembro]]\n| hora = 16:45 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{SWEwf|direita}}\n| placar = 1 \u2013 0\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290013/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{PRKwf}}\n| gols1 = [[Victoria Svensson|Svensson]] {{gol|7}}\n| gols2 =\n| estadio= [[Lincoln Financial Field]], [[Filad\u00e9lfia]]\n| p\u00fablico= 31553\n| arbitro= {{Arbitro|AUS|AUS|Tammy Ogston}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[25 de setembro]]\n| hora = 19:30 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{USAwf|direita}}\n| placar = 5 \u2013 0\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290014/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{NGAwf}}\n| gols1 = [[Mia Hamm|Hamm]] {{gol|6|[[P\u00eanalti|pen]]}}, {{gol|12}}
[[Cindy Parlow|Parlow]] {{gol|47}}
[[Abby Wambach|Wambach]] {{gol|65}}
[[Julie Foudy|Foudy]] {{gol|89|[[P\u00eanalti|pen]]}}\n| gols2 =\n| estadio= [[Lincoln Financial Field]], [[Filad\u00e9lfia]]\n| p\u00fablico= 31553\n| arbitro= {{Arbitro|ARG|ARG|Florencia Romano}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[28 de setembro]]\n| hora = 13:00 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{SWEwf|direita}}\n| placar = 3 \u2013 0\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290021/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{NGAwf}}\n| gols1 = [[Hanna Ljungberg|Ljungberg]] {{gol|56}}, {{gol|79}}
[[Malin Mostr\u00f6m|Mostr\u00f6m]] {{gol|81}}\n| gols2 =\n| estadio= [[Columbus Crew Stadium]], [[Columbus (Ohio)|Columbus]]\n| p\u00fablico= 22828\n| arbitro= {{Arbitro|CAN|CAN|Sonia Denoncourt}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[28 de setembro]]\n| hora = 15:45 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{PRKwf|direita}}\n| placar = 0 \u2013 3\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290022/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{USAwf}}\n| gols1 =\n| gols2 = [[Abby Wambach|Wambach]] {{gol|17|[[P\u00eanalti|pen]]}}
[[Cat Whitehill|Reddick]] {{gol|48}}, {{gol|66}}\n| estadio= [[Columbus Crew Stadium]], [[Columbus (Ohio)|Columbus]]\n| p\u00fablico= 22828\n| arbitro= {{Arbitro|BRA|BRA|Sueli Tortura}}\n}}\n\n=== Grupo B ===\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: center;\"\n|-\n!width=\"180\"|Sele\u00e7\u00e3o\n!width=\"30\"|{{Tooltip|Pts|Pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|E|Empates}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"25\"|{{Tooltip|GP|Gols pr\u00f3 (marcados)}}\n!width=\"25\"|{{Tooltip|GC|Gols contra (sofridos)}}\n!width=\"25\"|{{Tooltip|SG|Saldo de gols}}\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{BRAwf}}\n|'''7'''||3||2||1||0||8||2||+6\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{NORwf}}\n|'''6'''||3||2||0||1||10||5||+5\n|- bgcolor=\"#FFCCCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{FRAwf}}\n|'''4'''||3||1||1||1||2||3||-1\n|- bgcolor=\"#FFCCCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{KORwf}}\n|'''0'''||3||0||0||3||1||11||-10\n|}\n{{footballbox\n| data = [[20 de setembro]]\n| hora = 12:00 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{NORwf|direita}}\n| placar = 2 \u2013 0\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290001/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{FRAwf}}\n| gols1 = [[Anita Rapp|Rapp]] {{gol|47}}
[[Dagny Mellgren|Mellgren]] {{gol|66}}\n| gols2 =\n| estadio= [[Lincoln Financial Field]], [[Filad\u00e9lfia]]\n| p\u00fablico= 24346\n| arbitro= {{Arbitro|USA|USA|Kari Seitz}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[21 de setembro]]\n| hora = 15:15 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{BRAwf|direita}}\n| placar = 3 \u2013 0\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290006/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{KORwf}}\n| gols1 = [[Marta (futebolista)|Marta]] {{gol|14|[[P\u00eanalti|pen]]}}
[[K\u00e1tia Cilene]] {{gol|55}}, {{gol|62}}\n| gols2 =\n| estadio= [[Robert F. Kennedy Memorial Stadium|RFK Stadium]], [[Washington, D.C.|Washington]]\n| p\u00fablico= 34144\n| arbitro= {{Arbitro|AUS|AUS|Tammy Ogston}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[24 de setembro]]\n| hora = 17:00 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{NORwf|direita}}\n| placar = 1 \u2013 4\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290009/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{BRAwf}}\n| gols1 = [[Marianne Pettersen|Pettersen]] {{gol|45}}\n| gols2 = [[Daniela Alves|Daniela]] {{gol|26}}
[[Rosana dos Santos Augusto|Rosana]] {{gol|37}}
[[Marta (futebolista)|Marta]] {{gol|59}}
[[K\u00e1tia Cilene]] {{gol|68}}\n| estadio= [[Robert F. Kennedy Memorial Stadium|RFK Stadium]], [[Washington, D.C.|Washington]]\n| p\u00fablico= 16316\n| arbitro= {{Arbitro|TOG|TOG|Xonam Agboyi}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[24 de setembro]]\n| hora = 19:45 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{FRAwf|direita}}\n| placar = 1 \u2013 0\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290010/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{KORwf}}\n| gols1 = [[Marinette Pichon|Pichon]] {{gol|84}}\n| gols2 =\n| estadio= [[Robert F. Kennedy Memorial Stadium|RFK Stadium]], [[Washington, D.C.|Washington]]\n| p\u00fablico= 16316\n| arbitro= {{Arbitro|CHN|CHN|Zhang Dongqing}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[27 de setembro]]\n| hora = 12:45 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{KORwf|direita}}\n| placar = 1 \u2013 7\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290017/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{NORwf}}\n| gols1 = [[Kim Jin-hee|Kim]] {{gol|75}}\n| gols2 = [[Solveig Gulbrandsen|Gulbrandsen]] {{gol|5}}
[[Dagny Mellgren|Mellgren]] {{gol|24}}, {{gol|31}}
[[Marianne Pettersen|Pettersen]] {{gol|40}}
[[Brit Sandaune|Sandaune]] {{gol|52}}
[[Linda \u00d8rmen|\u00d8rmen]] {{gol|80}}, {{gol|90}}\n| estadio= [[Gillette Stadium]], [[Foxborough]]\n| p\u00fablico= 14356\n| arbitro= {{Arbitro|AUS|AUS|Tammy Ogston}}\n}}\n----\n{{footballbox\n| data = [[27 de setembro]]\n| hora = 12:45 ([[UTC\u22124]])\n| time1 = {{FRAwf|direita}}\n| placar = 1 \u2013 1\n| report = [http://www.fifa.com/tournaments/archive/womensworldcup/usa2003/matches/round=69290100/match=69290019/index.html Relat\u00f3rio]\n| time2 = {{BRAwf}}\n| gols1 = [[Marinette Pichon|Pichon]] {{gol|90+2}}\n| gols2 = [[K\u00e1tia Cilene]] {{gol|58}}\n| estadio= [[Robert F. Kennedy Memorial Stadium|RFK Stadium]], [[Washington, D.C.|Washington]]\n| p\u00fablico= 17618\n| arbitro= {{Arbitro|ROM|ROM|Cristina Babadac}}\n}}\n\n=== Grupo C ===\n; Classifica\u00e7\u00e3o\n{| class=wikitable style=\"text-align:center\"\n|-\n!width=150|Sele\u00e7\u00e3o\n!width=20|Pts\n!width=20|J\n!width=20|V\n!width=20|E\n!width=20|D\n!width=20|GP\n!width=20|GS\n!width=20|SG\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{GERwf}}\n|'''9'''||3||3||0||0||13||2||+11\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{CANwf}}\n|'''6'''||3||2||0||1||7||5||+2\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{JPNwf}}\n|'''3'''||3||1||0||2||7||6||+1\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{ARGwf}}\n|'''0'''||3||0||0||3||1||15||-14\n|}\n\n'''Resultados'''
\n{| {{prettytable}}\n|width=\"150\"|[[20 de setembro]]\n|width=\"150\"|'''{{GERwf}}'''\n|width=\"10\"| -\n|width=\"150\"|{{CANwf}}\n|width=\"50\"|'''4 - 1'''\n|-\n|[[20 de setembro]]\n|'''{{JAPwf}}'''\n| -\n|{{ARGwf}}\n|'''6 - 0'''\n|-\n|[[24 de setembro]]\n|'''{{GERwf}}'''\n| -\n|{{JAPwf}}\n|'''3 - 0'''\n|-\n|[[24 de setembro]]\n|'''{{CANwf}}'''\n| -\n|{{ARGwf}}\n|'''3 - 0'''\n|-\n|[[27 de setembro]]\n|'''{{CANwf}}'''\n| -\n|{{JAPwf}}\n|'''3 - 1'''\n|-\n|[[27 de setembro]]\n|{{ARGwf}}\n| -\n|'''{{GERwf}}'''\n|'''1 - 6'''\n|-\n|}\n=== Grupo D ===\n; Classifica\u00e7\u00e3o\n{| class=wikitable style=\"text-align:center\"\n|-\n!width=150|Sele\u00e7\u00e3o\n!width=20|Pts\n!width=20|J\n!width=20|V\n!width=20|E\n!width=20|D\n!width=20|GP\n!width=20|GS\n!width=20|SG\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{CHNwf}}\n|'''7'''||3||2||1||0||3||1||+2\n|- style=\"background:#ccffcc;\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{RUSwf}}\n|'''6'''||3||2||0||1||5||2||+3\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{GHAwf}}\n|'''3'''||3||1||0||2||2||5||-3\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{AUSwf}}\n|'''1'''||3||0||1||2||3||5||-2\n|}\n\n'''Resultados'''
\n{| {{prettytable}}\n|width=\"150\"|[[21 de setembro]]\n|width=\"150\"|{{AUSwf}}\n|width=\"10\"| -\n|width=\"150\"|'''{{RUSwf}}'''\n|width=\"50\"|'''1 - 2'''\n|-\n|[[21 de setembro]]\n|'''{{CHNwf}}'''\n| -\n|{{GHAwf}}\n|'''1 - 0'''\n|-\n|[[25 de setembro]]\n|{{GHAwf}}\n| -\n|'''{{RUSwf}}'''\n|'''0 - 3'''\n|-\n|[[25 de setembro]]\n|'''{{CHNwf}}'''\n| -\n|'''{{AUSwf}}'''\n|'''1 - 1'''\n|-\n|[[28 de setembro]]\n|'''{{GHAwf}}'''\n| -\n|{{AUSwf}}\n|'''2 - 1'''\n|-\n|[[28 de setembro]]\n|'''{{CHNwf}}'''\n| -\n|{{RUSwf}}\n|'''1 - 0'''\n|-\n|}\n\n== Fase final ==\n{{Round8-with third\n\n\n||'''{{USAwf}}'''|'''1'''|{{NORwf}}|0\n||'''{{GERwf}}'''|'''7'''|{{RUSwf}}|1\n||{{BRAwf}}|1|'''{{SWEwf}}'''|'''2'''\n||{{CHNwf}}|0|'''{{CANwf}}'''|'''1'''\n\n||{{USAwf}}|1|'''{{GERwf}}'''|'''2'''\n||'''{{SWEwf}}'''|'''2'''|{{CANwf}}|1\n\n||'''{{GERwf}}'''|'''2'''|{{SWEwf}}|1\n\n||'''{{USAwf}}'''|'''3'''|{{CANwf}}|1\n}}\n\n*Final ap\u00f3s prolongamento.\n\n== Classifica\u00e7\u00e3o final ==\nAs equipes quatro primeiras colocados foram classificadas por pontos ganhos em todas as partidas. O saldo de gols foi o outro crit\u00e9rio de desempate.{{citar web|url=https://www.fifa.com/mm/document/affederation/technicaldevp/50/08/02/fwwcusa2003-technicalreport_neu_081010.pdf |t\u00edtulo=FIFA Women's World Cup USA 2003 \u2013 Technical Report |data= |acessodata=30 de novembro de 2015 |website= |publicado=FIFA |\u00faltimo = |primeiro =}}\n\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:center\"\n|-\n!width=20|Classifica\u00e7\u00e3o\n!width=200|Sele\u00e7\u00e3o\n!width=\"20\"|{{Tooltip|Pld|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|W|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Empates}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|L|Derrotas}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|GF|Gols a favor}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|GA|Gols contra}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|GD|Diferen\u00e7a de gols}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|Pts|Pontos}}\n|- style=\"background:gold;\"\n|1\n|style=\"text-align:left;\"|{{GERwf}}\n|6||6||0||0||25||4||+21||'''18'''\n|- style=\"background:silver;\"\n|2\n|style=\"text-align:left;\"|{{SWEwf}}\n|6||4||0||2||10||7||+3||'''12'''\n|- style=\"background:#a67d3d;\"\n|3\n|style=\"text-align:left;\"|{{USAwf}}\n|6||5||0||1||15||5||+10||'''15'''\n|- style=\"background:beige;\"\n|4\n|style=\"text-align:left;\"|{{CANwf}}\n|6||3||0||3||10||10||0||'''9'''\n|-\n| colspan=\"11\"| '''Eliminados nas quartas de finais'''\n|-\n|5\n|style=\"text-align:left;\"|{{BRAwf}}\n|4||2||1||1||9||4||+5||'''7'''\n|-\n|6\n|style=\"text-align:left;\"|{{CHNwf}}\n|4||2||1||1||3||2||+1||'''7\n|-\n|7\n|style=\"text-align:left;\"|{{NORwf}}\n|4||2||0||2||10||6||+4||'''6'''\n|-\n|8\n|style=\"text-align:left;\"|{{RUSwf}}\n|4||2||0||2||6||9||\u20133||'''6'''\n|-\n| colspan=\"11\"| '''Eliminados na fase de grupos'''\n|-\n|9\n|style=\"text-align:left;\"|{{FRAwf}}\n|3||1||1||1||2||3||\u20131||'''4'''\n|-\n|10\n|style=\"text-align:left;\"|{{JAPwf}}\n|3||1||0||2||7||6||+1||'''3'''\n|-\n|11\n|style=\"text-align:left;\"|{{PRKwf}}\n|3||1||0||2||3||4||\u20131||'''3'''\n|-\n|12\n|style=\"text-align:left;\"|{{GHAwf}}\n|3||1||0||2||2||5||\u20133||'''3'''\n|-\n|13\n|style=\"text-align:left;\"|{{AUSwf}}\n|3||0||1||2||3||5||\u20132||'''1'''\n|-\n|14\n|style=\"text-align:left;\"|{{KORwf}}\n|3||0||0||3||1||11||\u201310||'''0'''\n|-\n|15\n|style=\"text-align:left;\"|{{NGAwf}}\n|3||0||0||3||0||11||\u201311||'''0'''\n|-\n|16\n|style=\"text-align:left;\"|{{ARGwf}}\n|3||0||0||3||1||15||\u201314||'''0'''\n|}\n\n==Premia\u00e7\u00f5es==\nOs seguintes pr\u00eamios foram dados durante o torneio:[https://www.fifa.com/womensworldcup/archive/usa2003/awards/index.html Awards 2003]\n{| class=\"wikitable\" style=\"margin:auto\"\n|-\n!Bola de ouro\n!Bola de prata\n!Bola de bronze\n|-\n|{{flagicon|GER}} [[Birgit Prinz]]\n|{{flagicon|SWE}} [[Victoria Sandell Svensson|Victoria Svensson]]\n|{{flagicon|GER}} [[Maren Meinert]]\n|-\n!Chuteira de ouro\n!Chuteira de prata\n!Chuteira de bronze\n|-\n|{{flagicon|GER}} [[Birgit Prinz]]\n|{{flagicon|GER}} [[Maren Meinert]]\n|{{flagicon|BRA}} [[K\u00e1tia Cilene]]\n|- style=\"text-align:center;\"\n|7 gols\n|4 gols\n|4 gols\n|-\n!colspan=\"3\"| FIFA Fair Play Award\n|-\n| colspan=\"3\" style=\"text-align:center;\"|{{CHNwf}}\n|}\n\n== Artilharia ==\n;7 gols\n* {{flagicon|GER}} [[Birgit Prinz]]\n\n;4 gols\n* {{flagicon|GER}} [[Kerstin Garefrekes]]\n* {{flagicon|GER}} [[Maren Meinert]]\n* {{flagicon|BRA}} [[K\u00e1tia Cilene Teixeira|K\u00e1tia Cilene]]\n\n;3 gols\n{{Div col|3}}\n* {{flagicon|BRA}} [[Marta (futebolista)|Marta]]\n* {{flagicon|CAN}} [[Christine Latham]]\n* {{flagicon|CAN}} [[Christine Sinclair]]\n* {{flagicon|USA}} [[Abby Wambach]]\n* {{flagicon|JPN}} [[Mio Otani]]\n* {{flagicon|JPN}} [[Homare Sawa]]\n* {{flagicon|NOR}} [[Dagny Mellgren]]\n* {{flagicon|SWE}} [[Hanna Ljungberg]]\n* {{flagicon|SWE}} [[Victoria Sandell Svensson|Victoria Svensson]]\n{{-fim}}\n\n;2 gols\n{{Div col|3}}\n* {{flagicon|GER}} [[Sandra Minnert]]\n* {{flagicon|GER}} [[Martina M\u00fcller (futebolista)|Martina M\u00fcller]]\n* {{flagicon|GER}} [[Bettina Wiegmann]]\n* {{flagicon|AUS}} [[Heather Garriock]]\n* {{flagicon|CAN}} [[Charmaine Hooper]]\n* {{flagicon|CAN}} [[Kara Lang]]\n* {{flagicon|CHN}} [[Bai Jie]]\n* {{flagicon|USA}} [[Shannon Boxx]]\n* {{flagicon|USA}} [[Mia Hamm]]\n* {{flagicon|USA}} [[Kristine Lilly]]\n* {{flagicon|USA}} [[Cindy Parlow]]\n* {{flagicon|USA}} [[Cat Whitehill|Cat Reddick]]\n* {{flagicon|FRA}} [[Marinette Pichon]]\n* {{flagicon|GHA}} [[Alberta Sackey]]\n* {{flagicon|PRK}} [[Jin Pyol-hui]]\n* {{flagicon|NOR}} [[Linda \u00d8rmen]]\n* {{flagicon|NOR}} [[Marianne Pettersen]]\n* {{flagicon|SWE}} [[Malin Mostr\u00f6m]]\n{{-fim}}\n\n;1 gol\n{{Div col|3}}\n* {{flagicon|GER}} [[Stefanie Gottschlich]]\n* {{flagicon|GER}} [[Nia K\u00fcnzer]]\n* {{flagicon|GER}} [[Conny Pohlers]]\n* {{flagicon|GER}} [[Pia Wunderlich]]\n* {{flagicon|ARG}} [[Yanina Gait\u00e1n]]\n* {{flagicon|AUS}} [[Kelly Golebiowski]]\n* {{flagicon|BRA}} [[Daniela Alves Lima|Daniela]]\n* {{flagicon|BRA}} [[Rosana dos Santos Augusto|Rosana]]\n* {{flagicon|CHN}} [[Sun Wen (futebolista)|Sun Wen]]\n* {{flagicon|PRK}} [[Ri Un-Gyong]]\n* {{flagicon|KOR|1997}} [[Kim Jin-hee (futebolista)|Kim Jin-hee]]\n* {{flagicon|USA}} [[Julie Foudy]]\n* {{flagicon|USA}} [[Tiffeny Milbrett]]\n* {{flagicon|JPN}} [[Emi Yamamoto]]\n* {{flagicon|NOR}} [[Solveig Gulbrandsen]]\n* {{flagicon|NOR}} [[Anita Rapp]]\n* {{flagicon|NOR}} [[Brit Sandaune]]\n* {{flagicon|RUS}} [[Natalia Barbashina]]\n* {{flagicon|RUS}} [[Elena Danilova]]\n* {{flagicon|RUS}} [[Elena Fomina]]\n* {{flagicon|RUS}} [[Olga Letyushova]]\n* {{flagicon|RUS}} [[Marina Saenko]]\n* {{flagicon|SWE}} [[Malin Andersson]]\n* {{flagicon|SWE}} [[Josefine \u00d6qvist]]\n{{-fim}}\n\n;Gol Contra\n* {{flagicon|AUS}} [[Dianne Alagich]] (para Russia)\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commonscat|FIFA Women's World Cup 2003}}\n* {{Link|en|2=http://www.fifa.com/tournaments/archive/tournament=103/edition=6929/index.html|3=FIFA - Women's World Cup USA 2003}}\n\n{{Copas do Mundo FIFA}}\n{{Est\u00e1dios da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2003}}\n{{Portal3|Estados Unidos|Futebol|Mulheres}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2003| ]]"}]},"4036687":{"pageid":4036687,"ns":0,"title":"Nafisa Khan","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n\n'''Nafisa Khan''' (Nova Iorque, 20 de fevereiro de 1988 - Bombai, 3 de junho de 2013) tamb\u00e9m creditada como Jiah Khan foi uma atriz anglo-indiana de [[Bollywood]]. \u00c9 conhecida pela sua participa\u00e7\u00e3o no filme ''Ghajini'' de 2008.\n\nA atriz foi encontrada morta em seu apartamento a cena indicava poss\u00edvel suic\u00eddio por enforcamento.Times of India. [http://articles.timesofindia.indiatimes.com/2013-06-04/news-interviews/39739548_1_jiah-khan-nishabd-amitabh-bachchan Bollywood actor Jiah Khan commits suicide Bollywood actor Jiah Khan commits suicide]. Acesso em 5 de junho de 2013.Exames ap\u00f3s a morte evidenciaram tra\u00e7os de \u00e1lcool e medicamentos antidepressivos no seu [[est\u00f4mago]].India TV. [Jiah aka Nafisa Khan was drunk before suicide: post-mortem report http://www.indiatvnews.com/entertainment/bollywood/jiah-aka-nafisa-khan-was-drunk-before-suicide-post-mortem-repor-8034.html]. Acesso em 5 de junho de 2013\n\n==Filmografia==\n\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Ano !! Filme!! Papel !! Notas \n|-\n|2007 || ''[[Nishabd]]'' || Jia || Nomeada ao [[Filmfare Best Female Debut Award]]\n|-\n|2008 || [[Ghajini]] ||Sunita|| \n|-\n|2010 || ''[[Housefull (2010 film)|Housefull]]'' || Devika || Aparece ao final do filme\n|}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{DEFAULTSORT:Khan, Nafisa}}\n[[Categoria:Atores da \u00cdndia]]\n[[Categoria:Nascidos em 1988]]\n[[Categoria:Mortos em 2013]]\n[[Categoria:Suicidas da \u00cdndia]]\n[[Categoria:Suic\u00eddios por enforcamento]]"}]},"965":{"pageid":965,"ns":0,"title":"Historiografia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Teoria da Hist\u00f3ria}}\n\n'''Historiografia''' (de \"histori\u00f3grafo\", do [[L\u00edngua grega antiga|grego]] {{lang|el|\u0399\u03c3\u03c4\u03bf\u03c1\u03b9\u03bf\u03b3\u03c1\u03ac\u03c6\u03bf\u03c2}}, de {{lang|el|\u0399\u03c3\u03c4\u03bf\u03c1\u03af\u03b1}}, \"Hist\u00f3ria\" e {{lang|el|-\u03b3\u03c1\u03ac\u03c6\u03bf\u03c2}}, da raiz de {{lang|el|\u03b3\u03c1\u03ac\u03c6\u03b5\u03b9\u03bd}}, \"escrever\": \"o que escreve, ou descreve, a [[Hist\u00f3ria]]\"Consulta no ''Diccionario de la Real Academia Espa\u00f1ola'' acess\u00edvel em :[http://buscon.rae.es/draeI/]. Entrada de 'historiografia': [http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&TIPO_BUS=3&LEMA=historiograf%EDa]) \u00e9 uma palavra [[polissemia|poliss\u00e9mica]] e designa n\u00e3o apenas o registro escrito da Hist\u00f3ria, a [[mem\u00f3ria]] estabelecida pela pr\u00f3pria [[humanidade]] atrav\u00e9s da [[escrita]] do seu pr\u00f3prio [[passado]], mas tamb\u00e9m a [[ci\u00eancia]] da Hist\u00f3ria.\n\n== A historiografia como meta-hist\u00f3ria ==\n\n{{AP|Filosofia da Hist\u00f3ria}}\n\nSe a Hist\u00f3ria \u00e9 uma ci\u00eancia (cujo objecto \u00e9 o homem no [[tempo]]), tem que submeter-se, como toda a ci\u00eancia, ao [[m\u00e9todo cient\u00edfico]]. Ainda que este n\u00e3o possa ser integralmente aplicado a todos os campos das [[Ci\u00eancias naturais|ci\u00eancias experimentais]], pode-se faz\u00ea-lo a um n\u00edvel equipar\u00e1vel ao das chamadas [[Ci\u00eancias Sociais]] (''ver: [[M\u00e9todo hist\u00f3rico]], [[Metodologia]] e [[Metodologia nas ci\u00eancias sociais]]'').\n\nUm terceiro conceito confluente no momento de definir-se a Hist\u00f3ria como fonte de [[conhecimento]] \u00e9 a chamada [[Teoria da Hist\u00f3ria]], tamb\u00e9m denominada como \"[[historiologia]]\" (termo cunhado por [[Jos\u00e9 Ortega y Gasset]])ORTEGA Y GASSET, Jos\u00e9 (1928): ''La \"Filosofia de la Historia\" de Hegel y la Historiologia'', in ''Obras Completas. Vol. IV'', Madrid: Taurus, 2005. ISBN 84-306-0592-4.), cujo papel \u00e9 o de estudar ''a estrutura, leis e condi\u00e7\u00f5es da realidade hist\u00f3rica'' ([http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&TIPO_BUS=3&LEMA=historiolog%EDa ''DRAE'']); enquanto que o da \"historiografia\" \u00e9 o de [[relato]] em si mesmo da hist\u00f3ria, da [[arte]] de escrev\u00ea-la ([http://buscon.rae.es/draeI/SrvltGUIBusUsual?TIPO_HTML=2&TIPO_BUS=3&LEMA=historiograf%EDa ''DRAE'']).\n\n\u00c9 imposs\u00edvel acabar com a [[polissemia]] e com a superposi\u00e7\u00e3o destas tr\u00eas acep\u00e7\u00f5es, mas de maneira simplificada, pode-se admitir: a hist\u00f3ria \u00e9 o estudo dos homens no tempo e seus feitos; a historiografia \u00e9 a ci\u00eancia da hist\u00f3ria e a historiologia a sua [[epistemologia]].\n\nA [[Filosofia da Hist\u00f3ria]] \u00e9 o ramo da [[filosofia]] que concerne ao significado da hist\u00f3ria humana, se \u00e9 que o tem. Especula acerca de um poss\u00edvel fim [[teleologia|teleol\u00f3gico]] de seu desenvolvimento, ou seja, pergunta-se se h\u00e1 um esbo\u00e7o, um prop\u00f3sito, princ\u00edpio director ou finalidade no processo da hist\u00f3ria humana. N\u00e3o deve confundir-se com os tr\u00eas conceitos anteriores, dos quais se separa claramente. Se o seu objecto \u00e9 a [[verdade]] ou o [[dever ser]], se a hist\u00f3ria \u00e9 c\u00edclica ou linear, ou se nela existe a ideia de [[Progresso (filosofia)|progresso]], s\u00e3o mat\u00e9rias das quais trata esta disciplina, alheias \u00e0 hist\u00f3ria e \u00e0 historiografia propriamente ditas.\n\nUm enfoque intelectual, que tampouco contribui muito para entender a ci\u00eancia hist\u00f3rica como tal, \u00e9 a subordina\u00e7\u00e3o do ponto de vista filos\u00f3fico \u00e0 historicidade, considerando toda a realidade como produto de um devir hist\u00f3rico: esse seria o lugar do [[historicismo]], corrente filos\u00f3fica que pode estender-se a outras ci\u00eancias, como a [[Geografia]].\n\nUma vez despojada da quest\u00e3o meramente nominal, resta para a historiografia, portanto, a [[an\u00e1lise]] da hist\u00f3ria escrita, das descri\u00e7\u00f5es do passado; especificamente dos enfoques na [[narra\u00e7\u00e3o]], [[interpreta\u00e7\u00e3o|interpreta\u00e7\u00f5es]], vis\u00f5es de mundo, uso das [[evid\u00eancia]]s ou [[documento]]s e os m\u00e9todos de sua apresenta\u00e7\u00e3o pelos [[historiador]]es; e tamb\u00e9m o estudo destes, por sua vez [[Sujeito hist\u00f3rico|sujeitos]] e [[objecto]]s da ci\u00eancia.\n\nA historiografia, de maneira restrita, \u00e9 a maneira pela qual a hist\u00f3ria foi escrita. Em um sentido mais amplo, a historiografia refere-se \u00e0 [[metodologia]] e \u00e0s pr\u00e1ticas da escrita da historia. Em um sentido mais espec\u00edfico, refere-se a escrever sobre a hist\u00f3ria em si.\n\n== Fontes historiogr\u00e1ficas e seu tratamento ==\n\n{{AP|[[Documento hist\u00f3rico|Fonte documental]]}}\n\n\u00c9 importante distinguir a [[mat\u00e9ria-prima]] do trabalho dos historiadores (a [[fonte prim\u00e1ria]]) do produto acabados ou semiacabado ([[fonte secund\u00e1ria]] e [[fonte terci\u00e1ria]]). Do mesmo modo, importa notar a diferen\u00e7a entre a fonte e o documento e o estudo das [[fonte documental|fontes documentais]]: a sua classifica\u00e7\u00e3o, prioridade e tipologia (escritas, orais, arqueol\u00f3gicas); o seu tratamento (reuni\u00e3o, cr\u00edtica, contraste), e manter o devido respeito a essas fontes, principalmente com a sua [[cita\u00e7\u00e3o]] fiel. A subjetividade \u00e9 uma singularidade da ci\u00eancia hist\u00f3rica.\n\nHistoriografia como produ\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica\n\n[[Imagem:Cathedral and Archivo de Indias - Seville.jpg|thumb|[[Arquivo das \u00cdndias]], diante da [[Catedral de Sevilha]]]]\n[[Imagem:Nazca-chauchilla-c05.jpg|thumb|Enterramento da [[Civiliza\u00e7\u00e3o de Nazca|cultura Nazca]]]]\n[[Imagem:Bartolomedelascasas.jpg|thumb|Frei Bartolom\u00e9 de las Casas]]\n\nHistoriografia \u00e9 o equivalente a qualquer parte da produ\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica, ou seja: ao conjunto dos escritos dos historiadores acerca de um tema ou per\u00edodo hist\u00f3rico espec\u00edfico. Por exemplo, a frase: \"''\u00e9 muito escassa a historiografia sobre a vida cotidiana no [[Jap\u00e3o]] na [[Era Meiji]]''\" quer dizer que existem poucos livros escritos sobre esta quest\u00e3o, uma vez que at\u00e9 ao momento ela n\u00e3o recebeu aten\u00e7\u00e3o por parte dos historiadores, e n\u00e3o porque esse objecto de estudo seja pouco relevante ou porque haja poucas [[fonte documental|fontes documentais]] que proporcionem documenta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica para faz\u00ea-lo.De fato, h\u00e1 [[bibliografia]] sobre o tema: ver BOLITO, Harold. ''Jap\u00f3n Meiji''. Madrid: Akal, 1991. ISBN 84-7600-718-3. Uma r\u00e1pida vis\u00e3o pode ser obtida em: BONIFAZI, Mauro ''Jap\u00f3n: Revoluci\u00f3n, occidentalizaci\u00f3n y milagro econ\u00f3mico'' em [http://www.nodo50.org/observatorio/japon.htm]\n\nNo que diz respeito \u00e0 difus\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica, seria bom que cumprisse os mesmos requisitos a que se submetem as demais publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas (ver [[publica\u00e7\u00e3o]]).\n\nTamb\u00e9m se utiliza o voc\u00e1bulo \"historiografia\" para falar do conjunto de historiadores de uma na\u00e7\u00e3o, por exemplo, em frases como esta: \"''a historiografia espanhola abriu os seus bra\u00e7os e os seus arquivos a partir da [[d\u00e9cada de 1930]] para os hispanistas franceses e anglo-sax\u00f5es, que renovaram a sua metodologia.''\"\n\n\u00c9 necess\u00e1rio diferenciar os dois termos utilizados acima: \"produ\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica\" e \"documenta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica\", ainda que em muitos casos coincida que os historiadores utilizem como documenta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica precisamente a produ\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica anterior.\n\nPor exemplo: sobre um conjunto de [[documento]]s de [[arquivo]] da [[Casa de Contrata\u00e7\u00e3o]] em [[Sevilha]] que foi produzido apenas para fins de [[contabilidade]];o [[Arquivo das \u00cdndias]] pode ser acessado em: [http://www.mcu.es/archivos/visitas/indias/indias.html] ou qualquer material [[arqueologia|arqueol\u00f3gico]] que esteja em uma escava\u00e7\u00e3o no [[Peru]], e se depositou sem a inten\u00e7\u00e3o de que algu\u00e9m o encontrasse; um historiador [[americanista]] ter\u00e1 de usar a \"''[[Brev\u00edssima Rela\u00e7\u00e3o da Destrui\u00e7\u00e3o das \u00cdndias]]''\", que foi escrita por Frei [[Bartolom\u00e9 de Las Casas]] com um af\u00e3 hist\u00f3rico indubit\u00e1vel, al\u00e9m de com fins da defesa de um interesse ou do seu pr\u00f3prio ponto de vista.A obra de Las Casas encontra-se acess\u00edvel em: [http://www.ciudadseva.com/textos/otros/brevisi.htm].\n\nCom este \u00faltimo vemos outra insuper\u00e1vel caracter\u00edstica da Hist\u00f3ria que a peculiariza como ci\u00eancia: nenhum historiador, por mais [[objectividade|objectivo]] que pretenda ser, n\u00e3o \u00e9 alheio aos seus pr\u00f3prios interesses, [[ideologia]] ou [[mentalidade]]s, nem pode subtrair-se ao seu ponto de vista particular. Quando muito, pode tentar a [[intersubjetividade]], ou seja, ter em conta a exist\u00eancia de m\u00faltiplos pontos de vista. Para o caso do exemplo em tela, contrastar as fontes de Bartolom\u00e9 de las Casas com as demais vozes que se ouviram na [[Junta de Valladolid]], entre as quais se destacou a de seu rival, [[Juan Gines de Sepulveda]], ou inclusive com a chamada \"voz dos vencidos\", que raramente \u00e9 preservada, mas \u00e0s vezes sim, como acontece com a \"''Nueva Cr\u00f3nica y Buen Gobierno''\" do inca [[Guaman Poma de Ayala]].Dispon\u00edvel para consulta, com as ilustra\u00e7\u00f5es originais, na Biblioteca Nacional Dinamarquesa em: [http://www.kb.dk/elib/mss/poma/index-en.htm].\n\nA reflex\u00e3o sobre a possibilidade ou impossibilidade de um enfoque objectivo conduz \u00e0 necessidade de superar a oposi\u00e7\u00e3o entre a [[objectividade]] (a de uma inexistente ci\u00eancia \"pura\", que n\u00e3o seja contaminada pelo cientista) e [[subjectividade]] (implicada nos interesses, ideologia e limita\u00e7\u00f5es do cientista), com o conceito de [[intersubjectividade]], que obriga a considerar a tarefa do historiador, como o de qualquer cientista, como um produtor social, insepar\u00e1vel do restante da [[cultura]] humana, em di\u00e1logo com os demais historiadores e com toda sociedade como um todo.\n\n== Historiografia e perspectiva: o objecto da Hist\u00f3ria ==\n\nA hist\u00f3ria n\u00e3o tem outra op\u00e7\u00e3o sen\u00e3o seguir a tend\u00eancia de [[especializa\u00e7\u00e3o]] de qualquer disciplina cient\u00edfica. O conhecimento de toda a [[realidade]] \u00e9 [[epistemologia|epistemologicamente]] imposs\u00edvel, ainda que o esfor\u00e7o de conhecimento [[transversal]], [[humanismo|human\u00edstico]], de todas as partes da hist\u00f3ria, seja exig\u00edvel a quem verdadeiramente queira ter uma vis\u00e3o correcta do passado.\n\nA Hist\u00f3ria, portanto, deve segmentar-se, n\u00e3o apenas porque a perspectiva do historiador esteja contaminada com subjectividade e ideologia, mas porque ele deve optar, necessariamente, por um ponto de vista, do mesmo modo que um cientista: se quiser observar o seu [[objecto]], deve optar por usar um [[telesc\u00f3pio]] ou um [[microsc\u00f3pio]] (ou, de forma menos grosseira, que tipo de [[lente]] ir\u00e1 aplicar). Com o ponto de vista determina-se a selec\u00e7\u00e3o da parte da realidade hist\u00f3rica que se toma como objecto, e que, sem d\u00favida, dar\u00e1 tanto a informa\u00e7\u00e3o sobre o objeto estudado como sobre as motiva\u00e7\u00f5es de um historiador que o estuda. Essa vis\u00e3o preferencial pode ser consciente ou inconsciente, assumida com maior ou menor cinismo pelo historiador, e \u00e9 diferente para cada \u00e9poca, para cada nacionalidade, [[religi\u00e3o]], [[classe social]] ou \u00e2mbito no qual o historiador pretenda situar-se.\n\nA inevit\u00e1vel perda que sup\u00f5e a segmenta\u00e7\u00e3o, compensa-se pela confian\u00e7a em que outros historiadores far\u00e3o outras selec\u00e7\u00f5es, sempre parciais, que devem complementar-se. A pretens\u00e3o de conseguir uma [[perspectiva]] [[hol\u00edstica]], como o pretende a [[Hist\u00f3ria total]] ou a [[Hist\u00f3ria das Civiliza\u00e7\u00f5es]], n\u00e3o substitui a necessidade de todas e cada uma das perspectivas parciais como as que se tratam a seguir:\n\n== Recortes temporais ==\n\n[[Imagem:FraMauroDetailedMap.jpg|thumb|[[Mapa-m\u00fandi]] de [[Fra Mauro]] (detalhe): incomoda-nos um mapa invertido?]]\n\n{{AP|Arcontologia|Cronologia|Tempo hist\u00f3rico}}\n* Os recortes temporais v\u00e3o desde as periodiza\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas ([[Pr\u00e9-hist\u00f3ria]], [[Hist\u00f3ria]], [[Idade Antiga]], [[Idade M\u00e9dia]], [[Idade Moderna]] ou [[Idade Contempor\u00e2nea]]), at\u00e9 \u00e0s hist\u00f3rias por s\u00e9culos, reinados, e outras. A periodiza\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica (ver a sua justifica\u00e7\u00e3o em ''[[Hist\u00f3ria#Divis\u00e3o do tempo hist\u00f3rico|Divis\u00e3o do tempo hist\u00f3rico]]'') \u00e9 discut\u00edvel, tanto pela necessidade de per\u00edodos de transi\u00e7\u00e3o e de solapamentos, como por n\u00e3o representar per\u00edodos coincidentes para todos os pa\u00edses do mundo (raz\u00e3o pela qual foi acusada de [[eurocentrismo|euroc\u00eantrica]]).\nA [[Escola dos Annales]] foi uma das origens da fixa\u00e7\u00e3o da [[mem\u00f3ria]] dos feitos hist\u00f3ricos em muitas culturas (veja-se em seu verbete pr\u00f3prio e mais abaixo em ''[[Historiografia#Roma|Historiografia de Roma]]''). As [[Cr\u00f3nica (historiografia)|cr\u00f3nicas]] (que em seu nome j\u00e1 indicam a inten\u00e7\u00e3o do recorte temporal) s\u00e3o usadas como reflexo dos acontecimentos not\u00e1veis de um per\u00edodo, habitualmente um reinado (veja-se no verbete pr\u00f3prio e mais abaixo em [[Historiografia#Idade M\u00e9dia|Historiografia da Idade M\u00e9dia]] e Historiografia em Espanha). A [[arcontologia]] seria a limita\u00e7\u00e3o do registro hist\u00f3rico \u00e0 lista de nomes que ocupavam determinados cargos de import\u00e2ncia ordenados cronologicamente. De fato, a mesma [[cronologia]], [[disciplina auxiliar da hist\u00f3ria]], nasce em muitas civiliza\u00e7\u00f5es, associada ao c\u00f4mputo do tempo passado que se fixa na mem\u00f3ria escrita pelos nomes dos magistrados, como ocorria em [[Roma]], onde era mais comum citar um [[ano]] por ser o dos [[C\u00f4nsul (Roma Antiga)|c\u00f4nsules]] tais ou quais. No [[Antigo Egito|Egito]], a localiza\u00e7\u00e3o do tempo se fazia pelos [[fara\u00f3]]s e [[dinastia]]s. \u00c9 muito significativo que nas culturas n\u00e3o hist\u00f3ricas, que n\u00e3o fixam mediante a escrita a mem\u00f3ria do seu passado, \u00e9 muito frequente que n\u00e3o se mantenha a dura\u00e7\u00e3o concreta do tempo passado mais do que uns poucos anos, que podem ser inclusive menos do que os que dura uma vida humana.[[Claude L\u00e9vi-Strauss]] faz uma an\u00e1lise, do ponto de vista antropol\u00f3gico, do significado destas no\u00e7\u00f5es do tempo, tamb\u00e9m desde uma perspectiva diacr\u00f3nica e sincr\u00f3nica; ver artigo de MART\u00cdNEZ CASAS, Regina (2003) ''De la orilla de la eternidad informacional a la atemporalidad del ritual'', acess\u00edvel em: [http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/421/42118909.pdf] {{Wayback|url=http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/421/42118909.pdf |date=20061107032732 }}. Tudo o que ocorre fora dele \u00e9 referido como ''faz muito tempo\", ou como no ''tempo dos [[antepassado]]s'', que passa a ser um tempo [[mito|m\u00edtico]], ''anist\u00f3rico''.Ver: ''El tiempo tot\u00e9mico y el tiempo del sue\u00f1o o de los antepasados de los abor\u00edgenes australianos: 'A la manera de los primitivos, trascender lo real' '', dispon\u00edvel na [[Universitat Pompeu Fabra]] em: [http://209.85.135.104/search?q=cache:Wl0xrWU57aIJ:www.upf.es/iuc/ciap/materials/cast/eo_real.pdf+c%C3%B3mputo+del+tiempo+tiempo+de+los+antepasados+m%C3%ADtico&hl=es&gl=es&ct=clnk&cd=3{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}].''\n\nO tratamento cronol\u00f3gico \u00e9 o mais utilizado pela maioria dos historiadores, pois \u00e9 o que corresponde \u00e0 narrativa convencional, e o que permite ligar as causas passadas com os efeitos no presente ou no futuro. No entanto, ele \u00e9 usado de v\u00e1rias maneiras: por exemplo, o historiador deve sempre optar por um tratamento [[sincronia|s\u00edncrono]] ou [[diacronia|diacr\u00f3nico]] do seu estudo dos factos, ainda que muitas vezes se fa\u00e7am os dois.\n\n* o tratamento'' diacr\u00f3nico'' estuda a evolu\u00e7\u00e3o temporal de um fato, por exemplo, a forma\u00e7\u00e3o da classe oper\u00e1ria na [[Inglaterra]] ao longo dos s\u00e9culos XVIII e XIX.\n* o tratamento ''s\u00edncrono'', concentra-se nas diferen\u00e7as que o fato hist\u00f3rico estudado tem ao mesmo tempo, mas em diferentes n\u00edveis, por exemplo: compara a situa\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora na [[Fran\u00e7a]] e na Inglaterra, na conjuntura da [[revolu\u00e7\u00e3o de 1848]] (ambos os exemplos foram referidos a partir de [[Edward Palmer Thompson]].[[Edward Palmer Thompson|THOMPSON, E. P.]] (1963-1989). ''La formaci\u00f3n de la clase obrera en Inglaterra''. Barcelona: Cr\u00edtica.\n\nPer\u00edodos ou momentos especialmente atraentes para os historiadores acabam convertendo-se, pela intensidade do debate e do volume de produ\u00e7\u00e3o em verdadeiras especialidades, tais como a hist\u00f3ria da [[Guerra Civil Espanhola]], a hist\u00f3ria da [[Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]] a da [[Guerra da Independ\u00eancia dos Estados Unidos]], ou a da [[Revolu\u00e7\u00e3o Sovi\u00e9tica]], por exemplo.\n\nTamb\u00e9m devem ser consideradas as diferentes concep\u00e7\u00f5es de [[tempo hist\u00f3rico]], que, de acordo com [[Fernand Braudel]] v\u00e3o da [[longa dura\u00e7\u00e3o]] ao [[evento]] pontual, passando pela [[conjuntura]].\n\n== Recortes metodol\u00f3gicos: as fontes n\u00e3o escritas ==\n\n{{AP|Arqueologia}}\n\n{| {{tabelabonita}} border=\"2\" width=\"10%\" cellpadding=\"2\" cellspacing=\"2\" bordercolor=\"#CD950C\" align=\"right\" style=\"margin-left:10px\"\n|-\n| rowspan=\"1\" colspan=\"9\" bgcolor=\"#FFFAF0\" align=\"center\" | '''[[Pr\u00e9-hist\u00f3ria]]'''\n|-\n| rowspan=\"1\" colspan=\"6\" bgcolor=\"#FDF5E6\" align=\"center\" | '''[[Idade da Pedra]]'''\n| rowspan=\"1\" colspan=\"3\" bgcolor=\"#FAF0E6\" align=\"center\" | '''[[Idade dos Metais]]'''\n|-\n| rowspan=\"1\" colspan=\"3\" bgcolor=\"#FFF8DC\" align=\"center\" | '''[[Paleol\u00edtico]]'''\n| rowspan=\"1\" colspan=\"2\" bgcolor=\"#E6E6FA\" align=\"center\" | '''[[Mesol\u00edtico]]'''\n| rowspan=\"2\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#CAFF70\" align=\"center\" | '''[[Neol\u00edtico]]'''\n| rowspan=\"2\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#FFDAB9\" align=\"center\" | [[Idade do Cobre]]\n| rowspan=\"2\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#FFDEAD\" align=\"center\" | [[Idade do Bronze]]\n| rowspan=\"2\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#DCDCDC\" align=\"center\" | [[Idade do Ferro]]\n|-\n| rowspan=\"1\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#FAEBD7\" align=\"center\" | [[Paleol\u00edtico Inferior|P. Inferior]]\n| rowspan=\"1\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#FAEBD7\" align=\"center\" | [[Paleol\u00edtico M\u00e9dio|P. M\u00e9dio]]\n| rowspan=\"1\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#FAEBD7\" align=\"center\" | [[Paleol\u00edtico Superior|P. Superior]]\n| rowspan=\"1\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#EEE8AA\" align=\"center\" | [[Epipaleol\u00edtico]]\n| rowspan=\"1\" colspan=\"1\" style=\"font-size: 90%;\" bgcolor=\"#C1FFC1\" align=\"center\" | [[Protoneol\u00edtico]]\n|}\n\n\nNo caso do per\u00edodo pr\u00e9-hist\u00f3rico, a diferen\u00e7a radical entre [[fonte documental|fontes]] e m\u00e9todo (assim como a divis\u00e3o burocr\u00e1tica das [[c\u00e1tedra]]s universit\u00e1rias) fazem com que seja uma ci\u00eancia muito distante daquela feita pelos historiadores, sobretudo quando tais fontes e m\u00e9todos se prolongam, dando primazia \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o das [[fonte documental|fontes arqueol\u00f3gicas]] e ao estudo da [[cultura material]] em per\u00edodos para os quais j\u00e1 existam [[fonte documental|fontes escritas]], falando-se ent\u00e3o n\u00e3o da [[Pr\u00e9-hist\u00f3ria]], mas sim propriamente da [[Arqueologia]] com as suas pr\u00f3prias periodiza\u00e7\u00f5es ([[Arqueologia cl\u00e1ssica]], [[Arqueologia Medieval]] e mesmo [[Arqueologia Industrial]]). Uma diferen\u00e7a menor pode ser encontrada com o uso de [[fontes orais]], no que \u00e9 chamado de [[Hist\u00f3ria Oral]]. N\u00e3o obstante, h\u00e1 que recordar o que foi dito (ver acima [[Historiografia#Recortes temporais|recortes temporais]]) acerca da primazia das fontes escritas e o que estas determinam \u00e0 ci\u00eancia historiogr\u00e1fica e \u00e0 pr\u00f3pria consci\u00eancia da hist\u00f3ria em seu protagonista, que \u00e9 toda a humanidade.\n\n== Recortes espaciais ==\n\nS\u00e3o exemplos de recortes espaciais a [[Hist\u00f3ria continental]], a [[Hist\u00f3ria nacional]] e a [[Hist\u00f3ria regional]]. O papel da hist\u00f3ria nacional na defini\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias na\u00e7\u00f5es \u00e9 ineg\u00e1vel (para a Espanha, por exemplo, desde as [[Cr\u00f3nica (historiografia)|cr\u00f3nicas]] medievais at\u00e9 \u00e0 Hist\u00f3ria do [[Juan de Mariana|Padre Mariana]]; veja-se ainda [[nacionalismo]]). Tamb\u00e9m como exemplo, veja-se em [[Historiografia#Hist\u00f3ria da Hist\u00f3ria|Hist\u00f3ria da Hist\u00f3ria]]) como os historiadores se agrupam distintamente por nacionalidade, por \u00e9poca ou por tend\u00eancia.\n\nA [[Geografia]] disp\u00f5e de conceitos n\u00e3o t\u00e3o potentes por\u00e9m n\u00e3o menos arbitr\u00e1rios, que t\u00eam permitido edificar o prestigioso ramo da [[Geografia regional]]. A [[Hist\u00f3ria local]] \u00e9, sem d\u00favida, a de mais f\u00e1cil justifica\u00e7\u00e3o e de validade universal, sempre que supere o n\u00edvel da simples [[erudi\u00e7\u00e3o]] (que ao menos sempre servir\u00e1 como [[fonte prim\u00e1ria]] para obras de maior ambi\u00e7\u00e3o explicativa).\n\n== Recortes tem\u00e1ticos ==\n\nS\u00e3o os que d\u00e3o lugar a uma [[hist\u00f3ria sectorial]], presente na historiografia desde a antiguidade, como ocorre com a:\n\n* [[Hist\u00f3ria Pol\u00edtica]], reduzida \u00e0 [[hist\u00f3ria dos eventos]] ou categorizada na [[Hist\u00f3ria das institui\u00e7\u00f5es]], Hist\u00f3ria dos [[sistema pol\u00edtico|sistemas pol\u00edticos]], [[Hist\u00f3ria do Direito]] e [[Hist\u00f3ria Militar]];\n* [[Hist\u00f3ria Econ\u00f3mica]], \u00e0s vezes geminada com a [[Hist\u00f3ria Social]], no entanto, tamb\u00e9m pode ser entendida como Hist\u00f3ria do [[movimento oper\u00e1rio]] ou uma hist\u00f3ria mais universal, a dos [[movimento social|movimentos sociais]];\n* [[Hist\u00f3ria da Igreja]], t\u00e3o antiga como ela mesma, ou a hist\u00f3ria das [[religi\u00e3o|religi\u00f5es]], nascida pela necessidade de tornar o seu estudo comparativo;\n* [[Hist\u00f3ria da Arte]], nascida ainda na [[Antiguidade Cl\u00e1ssica]] com a valoriza\u00e7\u00e3o da sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e de seu passado;\n* mais recente do que estas, mas englobando-as de algum modo, a [[Hist\u00f3ria das ideias]], que pode incluir as [[cren\u00e7a]]s, as [[ideologia]]s ou a [[Hist\u00f3ria da Ci\u00eancia|Hist\u00f3ria da ci\u00eancia e da tecnologia]] e com elas subdividir-se at\u00e9 ao infinito: [[Hist\u00f3ria das doutrinas econ\u00f3micas]], [[Hist\u00f3ria das doutrinas pol\u00edticas]], etc.;\n\nUma das formas de se perguntar qual \u00e9 o ''objecto'' da Hist\u00f3ria \u00e9 atrav\u00e9s da escolha do que \u00e9 que merece ser mantido na [[mem\u00f3ria]], quais s\u00e3o os factos memor\u00e1veis. S\u00e3o todos, ou s\u00e3o apenas aqueles que o historiador considera transcendentais? Na lista acima, temos algumas respostas que cada um pode dar.\n\nAlgumas destas denomina\u00e7\u00f5es encerram n\u00e3o uma simples divis\u00e3o, mas sim vis\u00f5es metodol\u00f3gicas opostas ou divergentes, que se t\u00eam multiplicado nos \u00faltimos cinquenta anos. A hist\u00f3ria \u00e9 hoje mais plural do que nunca, dividida em uma multiplicidade de especialidades t\u00e3o fragmentada que muitos dos seus ramos n\u00e3o se comunicam entre si, sem ter [[sujeito hist\u00f3rico|sujeito]] e [[objecto]] comuns:\n\n* a [[Micro-hist\u00f3ria]], que se interessa pela especificidade dos fen\u00f3menos sociais a partir de uma perspectiva que tem sido comparada a uma lupa de aumento;\n* a [[Hist\u00f3ria da vida quotidiana]], a partir de uma mesma selec\u00e7\u00e3o do objecto, abre depois o campo de vis\u00e3o buscando a generaliza\u00e7\u00e3o;\n* a [[Hist\u00f3ria da mulher]] ou os chamados [[estudos de g\u00e9nero]], como muitas hist\u00f3rias transversais que, por vezes, podem ser colocadas como uma hist\u00f3ria das [[minoria]]s, ou discriminar-se tematicamente como a [[hist\u00f3ria da sensibilidade]], ou a [[hist\u00f3ria da sexualidade]];\n* altera\u00e7\u00f5es na hist\u00f3ria econ\u00f3mica como a [[cliometria]] ou a [[hist\u00f3ria da empresa]];\n* a [[Hist\u00f3ria cultural]], que registra um novo impulso ap\u00f3s v\u00e1rias d\u00e9cadas;\n* a [[Hist\u00f3ria do tempo presente]], criada na [[d\u00e9cada de 1980]] e que est\u00e1 interessada nos grandes avan\u00e7os do nosso tempo;\n* a [[climatologia]] e a [[gen\u00e9tica]], que junto com outras disciplinas, est\u00e3o se deixando notar mais no debate historiogr\u00e1fico, atrav\u00e9s da [[hist\u00f3ria ambiental]] ou eco-hist\u00f3ria, nos cada vez mais utilizados estudos de [[gen\u00e9tica populacional]].\n\n== Ci\u00eancias auxiliares da Hist\u00f3ria ==\n\n{{AP|Ci\u00eancias auxiliares de Hist\u00f3ria}}\n\nA fragmenta\u00e7\u00e3o do objecto hist\u00f3rico pode induzir, em algumas ocasi\u00f5es, a uma limita\u00e7\u00e3o muito for\u00e7ada da perspectiva historiogr\u00e1fica. Levada a um extremo, pode-se reduzir a hist\u00f3ria \u00e0 ci\u00eancia auxiliar daquela de que se serve para encontrar explica\u00e7\u00e3o para os factos do passado, como por exemplo a [[Economia]], a [[Demografia]], a [[Sociologia]], a [[Antropologia]] ou a [[Ecologia]].\n\nEm outras ocasi\u00f5es, a limita\u00e7\u00e3o do campo de estudo produz realmente um \"g\u00e9nero historiogr\u00e1fico\":\n\n== G\u00e9neros historiogr\u00e1ficos ==\n\n[[Imagem:Pierre Mignard 001.jpg|thumb|[[Clio]], a musa da Hist\u00f3ria, por [[Pierre Mignard]] (1689)]]\n\nPode assinalar-se que h\u00e1 \"g\u00e9neros historiogr\u00e1ficos\" que participam da Hist\u00f3ria mas que podem chegar a aproximar-se mais ou menos dela: num extremo encontram-se os terrenos da [[fic\u00e7\u00e3o]] ocupados pela [[novela hist\u00f3rica]], cujo valor desigual n\u00e3o diminui a sua import\u00e2ncia. Outro extremo \u00e9 ocupado pela [[Biografia]] e um g\u00e9nero anexo, sistem\u00e1tico e extraordinariamente \u00fatil para a [[hist\u00f3ria geral]] como \u00e9 a [[Prosopografia]]. Vinculada \u00e0 hist\u00f3ria desde o come\u00e7o do registro escrito, uma de suas principais preocupa\u00e7\u00f5es no momento de estabelecer os dados foi o que hoje chamamos [[Arcontologia]] (as listas de reis e dirigentes).\n\n== Correntes historiogr\u00e1ficas: o sujeito da Hist\u00f3ria ==\n\n{{AP|Sujeito hist\u00f3rico}}\n\nDe modo mais expl\u00edcito, as ''correntes historiogr\u00e1ficas'' normalmente explicitam a sua metodologia de uma forma combativa, como o [[Providencialismo]], de origem [[Cristianismo|Crist\u00e3]] (conv\u00e9m recordar que, para al\u00e9m da tradi\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica grega [[Her\u00f3doto]] e [[Tuc\u00eddides]], a origem da nossa historiografia \u00e9 a [[Hist\u00f3ria sagrada]]) ou o [[Materialismo hist\u00f3rico]] de origem [[Marxismo|marxista]] (que triunfou nos ambientes intelectuais e universit\u00e1rios europeus e americanos em meados do {{s\u00e9c|XX}}, permanecendo adormecido desde a queda do [[Muro de Berlim]]).Existe um grupo internacional de historiadores interessados na renova\u00e7\u00e3o do paradigma materialista, muito activo em torno de [[Carlos Barros]], da [[Universidade de Santiago de Compostela]] (com a presen\u00e7a de [[Bartolom\u00e9 Clavero]] e muitos outros), que organiza congressos e mant\u00e9m o Website ''[[Historia a Debate]]'', dispon\u00edvel para consulta em [http://www.h-debate.com/].\n\n\u00c0s vezes a rotula\u00e7\u00e3o das correntes \u00e9 obra de seus detractores, com o que os historiadores ali identificados podem ou n\u00e3o concordar com o modo pelo qual foram definidos. Este tipo de coisa poderia ser dito do pr\u00f3prio providencialismo, mas seria mais apropriado para correntes mais modernas, como o [[positivismo]] burgu\u00eas, a [[hist\u00f3ria dos eventos]] (dos acontecimentos) e outras.\n\n\u00c9 sempre necess\u00e1rio interpretar a historiografia como parte da atmosfera intelectual da \u00e9poca em que se coloca. Qualquer produ\u00e7\u00e3o cultural \u00e9 dependente do modelo cultural existente, chamando-se a isso moda, estilo ou paradigma dominante na arte ou na filosofia, e \u00e9 evidente que o registro da hist\u00f3ria \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o cultural. A [[desconstru\u00e7\u00e3o]], o [[pensamento d\u00e9bil]] ou a [[p\u00f3s-modernidade]], conceitos do final do {{s\u00e9c|XX}}, foram a incubadora da actual desconstru\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria, que para alguns \u00e9 apenas uma narrativa.A reflex\u00e3o de [[Rafael Vidal]] sobre ''La Historia y la Posmodernidad'' encontra-se dispon\u00edvel em: [http://www.ucm.es/info/especulo/numero13/finhisto.html].\n\nUma boa maneira de distinguir a interpreta\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria que tem uma determinada corrente historiogr\u00e1fica actual \u00e9 perguntar-lhe a quem considera \"sujeito hist\u00f3rico\" ou verdadeiro protagonista da hist\u00f3ria.\n\n== Agrupamentos de historiadores ==\n\nGrupos de historiadores que partilham metodologias (e se autopromovem conjuntamente com o poderoso mecanismo [[publica\u00e7\u00e3o]]-[[cita\u00e7\u00e3o]]) surgem por vezes em torno de revistas, como a escola francesa dos [[Escola dos Annales|Annales]], a inglesa [[Past and Present]] ou a italiana [[Quaderni Storici]]; grupos de investiga\u00e7\u00e3o ou as pr\u00f3prias c\u00e1tedras universit\u00e1rias, que s\u00e3o a c\u00faspide da reprodu\u00e7\u00e3o das [[elite]]s historiogr\u00e1ficas, atrav\u00e9s do [[clientelismo]] e do reconhecimento entre pares (\"[[peer review]]\").\n\n== A hist\u00f3ria da Hist\u00f3ria ==\n\n[[Imagem:Ban Gu.jpg|thumb|[[Ban Gu]]]]\n\nO surgimento da Hist\u00f3ria \u00e9 equivalente ao da [[escrita]], mas a consci\u00eancia de estudar o passado ou de deixar para o futuro um registro da mem\u00f3ria \u00e9 uma elabora\u00e7\u00e3o mais complexa do que as anota\u00e7\u00f5es dos templos da [[Sum\u00e9ria]].Que, no entanto, s\u00e3o muito sofisticadas desde tempos muito antigos, como se encarregou de divulgar o cl\u00e1ssico de [[Samuel Noah Kramer]] (1965-1974) ''La Historia Empieza en Sumer'' Valencia, C\u00edrculo de Lectores. ISBN 84-226-0555-4, uma magn\u00edfica introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 [[Hist\u00f3ria da Sum\u00e9ria]] para todos os p\u00fablicos, como tamb\u00e9m o \u00e9, para a [[Hist\u00f3ria do Antigo Egito]], a obra equivalente de [[C. Walter Ceram]], ''[[Deuses, T\u00famulos e S\u00e1bios]]''. As [[estela]]s e relevos comemorativas de batalhas na [[Mesopot\u00e2mia]] e no [[Antigo Egito|Egito]] j\u00e1 s\u00e3o algo mais aproximado.\n\nAs demais civiliza\u00e7\u00f5es [[\u00c1sia|asi\u00e1ticas]] alcan\u00e7aram a escrita e a hist\u00f3ria em seu pr\u00f3prio ritmo, pela compila\u00e7\u00e3o das suas [[fonte de teologia|fontes teol\u00f3gicas]] sob a forma de livros sagrados - por vezes com trechos hist\u00f3ricos (como a [[B\u00edblia]] hebraica) ou sofistica\u00e7\u00f5es cronol\u00f3gicas (como os [[Vedas]] hindu) -, registram os seus pr\u00f3prios [[anais (hist\u00f3ria)|anais]] e finalmente a sua pr\u00f3pria historiografia, em especial na [[China]],No verbete [[Interpreta\u00e7\u00f5es da Hist\u00f3ria da China]] menciona-se a filosofia particular da [[hist\u00f3ria da historiografia]] tradicional chinesa, que inclui o conceito de \"ciclo din\u00e1stico\", e foi substitu\u00eddo pela interpreta\u00e7\u00e3o do [[materialismo hist\u00f3rico]] na moderna [[Rep\u00fablica Popular da China]]. Outros intelectuais chineses n\u00e3o-marxistas, como [[Hu Shih]] e [[Ray Huang]], desenvolveram teorias de integra\u00e7\u00e3o da civiliza\u00e7\u00e3o chinesa e da Ocidental em uma \u00fanica e moderno civiliza\u00e7\u00e3o mundial. que tem o seu [[Her\u00f3doto]] em [[Sima Qian]] (\"''[[Mem\u00f3rias hist\u00f3ricas]]''\", [[109 a.C.]] \u2013 [[91 a.C.]]) e alcan\u00e7ou uma defini\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica de hist\u00f3ria tipificada, oficial, com o ''Livro dos [[Han]]'' de [[Ban Gu]] ({{s\u00e9c|I}}), que estabeleceu um padr\u00e3o repetido sucessivamente pelos historiadores dos per\u00edodos seguintes, de vinte e cinco \"hist\u00f3rias tipificadas\" at\u00e9 [[1928]], data em que apareceu a \u00faltima dessa monumental s\u00e9rie..Ver ''China primitiva'' em ''Historia Universal - El Pa\u00eds - Salvat'', tomo 3, Madrid: Salvat Editores. ISBN 84-345-6232-4.\n\nNo continente [[Am\u00e9rica|americano]], salvo a civiliza\u00e7\u00e3o [[Maia]], n\u00e3o h\u00e1 textos, de forma alguma, compar\u00e1veis. No entanto, o desenvolvimento e a variedade que a historiografia alcan\u00e7ou na [[Civiliza\u00e7\u00e3o Ocidental]] \u00e9 de um n\u00edvel diferente a todas elas.Na [[\u00c1frica]], as fontes orais t\u00eam sido, tradicionalmente, uma prioridade, e s\u00e3o muito recentes as tentativas de se construir uma historiografia africana, entre as quais podem citar-se [[Joseph Ki-Zerbo]] e [[Cheikh Ant Diop]]. H\u00e1 alguns casos excepcionais, tais como as [[biblioteca]]s de [[manuscritos de Timbuctu]], associadas a viajantes e conquistadores [[Magrebe|magrebinos]], alguns de origem [[Andalusa|Andaluzia]] como [[Le\u00e3o, o Africano]], conhecido autor de \"''[[Historia y descripci\u00f3n de \u00c1frica y de las extraordinarias cosas que contiene]]''\" ([[1526]]). NAVIA (maio de 2006): ''Timbuct\u00fa, la nostalgia de un sue\u00f1o'', National Geographic, p. 44-71.\n\n=== Gr\u00e9cia ===\n{{AP|Historiografia grega}}\n\nOs primeiros [[Gr\u00e9cia Antiga|Gregos]], que se interessaram sobretudo sobre os [[mito]]s de cria\u00e7\u00e3o (os [[logografia|log\u00f3grafos]]), j\u00e1 praticavam a recita\u00e7\u00e3o dos eventos. A sua narra\u00e7\u00e3o podia apoiar-se em escritos, como foi o caso de [[Hecateu de Mileto]], na segunda metade do {{-s\u00e9c|VI}}. No {{-s\u00e9c|V}} [[Her\u00f3doto|Her\u00f3doto de Halicarnasso]] diferenciou-se deles pela sua vontade de distinguir o verdadeiro do falso; por isso, realizou a sua \"investiga\u00e7\u00e3o\" (etimologicamente \"Hist\u00f3ria\"). Uma gera\u00e7\u00e3o mais tarde, com [[Tuc\u00eddides]], esta preocupa\u00e7\u00e3o tornou-se cr\u00edtica, com base na confronta\u00e7\u00e3o de diferentes fontes orais e escritas. A sua \"''[[Hist\u00f3ria da Guerra do Peloponeso]]''\" pode ser vista como a primeira obra verdadeiramente historiogr\u00e1fica.\n\nOs seguidores do novo g\u00e9nero liter\u00e1rio inaugurado por Her\u00f3doto e Tuc\u00eddides foram muito numerosas na Gr\u00e9cia Antiga e, entre eles contam-se [[Xenofonte]] (autor do \"''[[An\u00e1base]]''\"), [[Posid\u00f3nio]] [[Ct\u00e9sias]], [[Apolodoro de Art\u00e9mis]], [[Apolodoro de Atenas]] e [[Arist\u00f3bulo de Cassandreia]], entre outros (Ver [[literatura grega]] e [[historiografia helen\u00edstica]])\n\nNo {{-s\u00e9c|II}} [[Pol\u00edbio]], em sua obra \"''Pragmateia''\" (traduzido tamb\u00e9m como \"Hist\u00f3ria\"), talvez tentando escrever uma obra de Geografia, abordou a quest\u00e3o da sucess\u00e3o dos regimes pol\u00edticos para explicar como \u00e9 que o seu mundo entrou na \u00f3rbita romana. Ele foi o primeiro a procurar causas intr\u00ednsecas para o desenvolvimento da hist\u00f3ria, mais do que invocar princ\u00edpios externos. Nesta fase do [[Helenismo|per\u00edodo helen\u00edstico]], a [[Biblioteca de Alexandria|biblioteca]] e o [[Museu de Alexandria]] representavam o \u00e1pice do af\u00e3 grego em preservar a mem\u00f3ria do passado, o que significa a sua valoriza\u00e7\u00e3o como uma ferramenta \u00fatil para o presente e o futuro.\n\n=== Roma ===\n{{AP|Historiografia romana}}\n\n[[Imagem:Gaius Cornelius Tacitus.jpg|thumb|T\u00e1cito]]\n\nA [[Roma Antiga|civiliza\u00e7\u00e3o romana]] disp\u00f5e, \u00e0 semelhan\u00e7a dos gregos [[Homero]] e [[Hes\u00edodo]], de [[mito]]s de origem recolhidos por [[Virg\u00edlio]] que os poetizou na ''[[Eneida]]'' como um elemento do programa ideol\u00f3gico desenhado por [[Augusto]]. Tamb\u00e9m, pelo menos desde a [[Rep\u00fablica Romana|rep\u00fablica]], teve um cuidado especial pela recopila\u00e7\u00e3o de feitos em [[anais (hist\u00f3ria)|anais]], a [[direito romano|legisla\u00e7\u00e3o escrita]] e os arquivos vinculados ao sagrado dos templos. At\u00e9 \u00e0s [[guerras p\u00fanicas]] a recopila\u00e7\u00e3o dos principais sucessos ocorridos estava a cargo dos pont\u00edfices, sob a forma de [[cr\u00f3nica]]s anuais.\n\nA primeira obra hist\u00f3rica latina completa \u00e9 \"''As Origens''\" de [[Cat\u00e3o, o Velho]], do {{-s\u00e9c|III}}\n\nO contacto de Roma com o mundo Mediterr\u00e2neo, primeiro com [[Cartago]], mas sobretudo com a [[Gr\u00e9cia Antiga|Gr\u00e9cia]], o [[Antigo Egito|Egito]] e o [[Oriente]], foi fundamental para ampliar a vis\u00e3o e utilidade do seu g\u00e9nero hist\u00f3rico. Os historiadores (quer romanos quer gregos) acompanharam os [[ex\u00e9rcito]]s nas campanhas militares, com o objectivo declarado de preservar a sua mem\u00f3ria para a posteridade, de recolher informa\u00e7\u00f5es \u00fateis e de justificar as suas ac\u00e7\u00f5es. A l\u00edngua culta, o idioma [[l\u00edngua grega antiga|grego]], foi utilizado para este g\u00e9nero, a par da mais s\u00f3bria, o [[Latim]].\n\n[[Sal\u00fastio]], o Tuc\u00eddides romano, escreveu ''De Coniuratione Catilinae'' (A conjura\u00e7\u00e3o de [[Catilina]], da qual foi contempor\u00e2neo, no ano de [[63 a.C.]]). Faz um extenso relato das causas remotas da conjura\u00e7\u00e3o, assim como das ambi\u00e7\u00f5es de Catilina, retratado como um nobre degenerado e sem escr\u00fapulos. Em ''Bellum Ingurthinum'' (\"A Guerra de [[Jugurta]]\" rei dos n\u00famidas, {{AC|111\u2013105|x}}), denuncia um esc\u00e2ndalo colonial. ''Historiae'' foi a sua obra mais ambiciosa e madura, parcialmente conservada que abrange, em cinco livros, os doze anos transcorridos ap\u00f3s a morte de [[Sila]] em {{AC|78|x}} at\u00e9 {{AC|67|x}} N\u00e3o e a precis\u00e3o hist\u00f3rica que lhe interessa e sim a narra\u00e7\u00e3o de alguns factos com as suas causas e consequ\u00eancias, assim como a oportunidade de esclarecer o processo de degenera\u00e7\u00e3o em que a Rep\u00fablica se viu imersa. Al\u00e9m dos indiv\u00edduos, o objecto da sua observa\u00e7\u00e3o centra-se nas [[classe social|classes sociais]] e nas fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas: idealiza um passado virtuoso, e detecta um processo de decad\u00eancia que atribui aos v\u00edcios morais, \u00e0 disc\u00f3rdia social e ao abuso do poder pelas diferentes fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas.\n\n[[C\u00edcero]] (106-43 AC) defendeu a incorpora\u00e7\u00e3o de elementos [[ret\u00f3rica|ret\u00f3ricos]] \u00e0s narrativas hist\u00f3ricas, sem os quais o registro dos acontecimentos passados n\u00e3o teria utilidade p\u00fablica[http://www.historia.uff.br/stricto/td/1626.pdf Cr\u00f4nica e Hist\u00f3ria: a Companhia de Jesus e a Constru\u00e7\u00e3o da Hist\u00f3ria do Maranh\u00e3o], acesso em 26 de novembro de 2016..\n\n[[J\u00falio C\u00e9sar]] com o seu \"''Commentarii Rerum Gestarum''\", acerca de duas das maiores opera\u00e7\u00f5es militares que conduziu, as [[Guerras da G\u00e1lia]] {{nwrap||58|52 a.C.}} (''[[De Bello Gallico]]'') e a guerra civil {{nwrap||49|48 a.C.}} (''[[De Bello Civili]]'').\n\n[[Tito L\u00edvio]] {{nwrap||59 a.C.|17}}, com os cento e quarenta e dois livros de \"''[[Ab Urbe Condita libri|Ab Urbe Condita]]''\", divididos em grupos de dez livros, conhecidos como \"D\u00e9cadas\", actualmente perdidos em sua maior parte, escreveu uma grande Hist\u00f3ria nacional, cujo \u00fanico tema \u00e9 Roma (\"fortuna populi romani\"), e cujos \u00fanicos actores s\u00e3o o [[Senado Romano|Senado]] e as pessoas de Roma (\"''senatus populusque romanus''\", [[SPQR]]). O seu objectivo geral \u00e9 \u00e9tico e did\u00e1ctico; os seus m\u00e9todos foram os do grego [[Is\u00f3crates]] do {{-s\u00e9c|IV}}: \u00e9 dever da Hist\u00f3ria dizer a verdade e ser imparcial, mas a verdade deve apresentar-se de uma maneira elaborada e [[literatura|liter\u00e1ria]]. Ele utilizou como fonte os primeiros analistas e [[Pol\u00edbio]], mas o seu patriotismo levou-o a distorcer a realidade em detrimento do exterior e a um esp\u00edrito cr\u00edtico pobre. \u00c9 um historiador de gabinete, n\u00e3o viaja nem conhece pessoalmente os cen\u00e1rios dos eventos que descreve.\n\n[[T\u00e1cito]] {{nwrap||55|120}}, o grande historiador do Imp\u00e9rio sob os Fl\u00e1vios, \u00e9, acima de tudo, um investigador das causas.\n\nA lista de historiadores da \u00e9poca romana \u00e9 vasta, tanto em [[literatura latina|l\u00edngua latina]] ([[Pl\u00ednio, o velho]], [[Suet\u00f3nio]] e outrosP\u00c9REZ ROYO, Mar\u00eda del Carmen; RAMOS MORELL, Mar\u00eda Luisa (1996): \u00abHistoriograf\u00eda Romana\u00bb, en ''Lat\u00edn: Lengua y Literatura. C.O.U.'' Sevilla, Ediciones La \u00d1. Ed. Electr\u00f3nica, acess\u00edvel em: [http://www.culturaclasica.com/literatura/historiografia_romana.htm] ou [[Literatura grega|grega]] ([[Estrab\u00e3o]], [[Plutarco]]).\n\nNa decad\u00eancia de Roma, o [[Cristianismo]] vir\u00e1 a dar uma mudan\u00e7a metodol\u00f3gica radical, introduzindo o [[providencialismo]] de [[Agostinho de Hipona]]. \u00c9 exemplo [[Or\u00f3sio]], presb\u00edtero hisp\u00e2nico de [[Braga]] (\"''Historiae adversum paganus''\").\n\n=== Idade M\u00e9dia ===\n\n[[Imagem:Man writing Corpus Christi College Cambridge MS. 389.jpg|thumb|O [[vener\u00e1vel Beda]]]]\n\nDentre os primeiros historiadores desse per\u00edodo, merecem destaque:\n* [[Cassiodoro]], que por meio da obra \"''Chronica''\"(519), tentou unificar toda a hist\u00f3ria do mundo conhecido numa \u00fanica sequ\u00eancia de governantes, juntando a hist\u00f3ria romana e goda numa sequ\u00eancia que parece destinada a agradar aos \u00faltimos; e\n* [[Greg\u00f3rio de Tours]], que escreveu a \"Hist\u00f3ria dos Francos\" (591).\n\nNaquela \u00e9poca, o predom\u00ednio das concep\u00e7\u00f5es religiosas fazia com que os livros de hist\u00f3ria fossem classificados como \"profecias\". A biblioteca da [[Universidade de Sorbonne]] somente come\u00e7ou a contar com a se\u00e7\u00e3o \"Hist\u00f3ria\" em 1338, mas naquela se\u00e7\u00e3o encontravam-se obras sobre a hist\u00f3ria b\u00edblica e na se\u00e7\u00e3o das cr\u00f4nicas estavam inclu\u00eddas as hagiografias.\n\nA historiografia medieval \u00e9 feita principalmente por [[hagiografia|hagi\u00f3grafos]], [[cr\u00f3nica|cronistas]], membros do [[clero]] episcopal pr\u00f3ximos ao poder, ou pelos [[monge]]s. Escrevem-se [[genealogia]]s, \u00e1ridos [[anais (hist\u00f3ria)|anais]], listas [[cronologia|cronol\u00f3gicas]] de acontecimentos ocorridos nos reinados dos seus soberanos (anais reais) ou da sucess\u00e3o de [[abade]]s (anais mon\u00e1sticos); \"vidas\" ([[biografia]]s) de car\u00e1cter edificante, como as dos santos [[Merov\u00edngios]], ou, mais tarde, dos reis da [[Fran\u00e7a]]), e \"hist\u00f3rias\" que contam o nascimento de uma na\u00e7\u00e3o crist\u00e3, exaltam uma dinastia ou, inversamente, fustigam os ign\u00f3beis de uma perspectiva religiosa. Esta hist\u00f3ria, de que s\u00e3o exemplos [[Beda|Beda, o vener\u00e1vel]] (\"''[[Hist\u00f3ria eclesi\u00e1stica do povo ingl\u00eas|Hist\u00f3ria Ecclesi\u00e1stica Gentis Anglorum]]''\", {{s\u00e9c|VIII}}) ou [[Isidoro de Sevilha]] (\"''Etimologias''\" e \"''[[Historia Gothorum]]''\"), \u00e9 [[providencialista]], de inspira\u00e7\u00e3o [[Santo Agostinho|agostiniana]], e circunscreve as ac\u00e7\u00f5es dos homens nos des\u00edgnios de Deus. \u00c9 preciso esperar at\u00e9 ao {{s\u00e9c|XIV}} para que os cronistas se interessem pelo [[povo]], o grande ausente da produ\u00e7\u00e3o deste per\u00edodo, como por exemplo, a do franc\u00eas [[Jean Froissart]] ou do florentino [[Matteo Villani]].\n\n=== Idade Moderna ===\n\n[[Imagem:Vite.jpg|thumb|left|Folha de rosto de ''As vidas'', de Giorgio Vasari]]\n\nEstudiosos como [[Peter Burke]] e [[Georges Lefebvre]] apontam [[Petrarca]] como o primeiro historiador renascentista. Tamb\u00e9m merecem destaque, pelo pioneirismo: [[Maquiavel]], que escreveu: \"A Hist\u00f3ria de [[Floren\u00e7a]]\" e [[Francesco Guicciardini]], que escreveu: \"Hist\u00f3ria da It\u00e1lia\". [[Jean Bodin]], na obra \"M\u00e9todo para uma f\u00e1cil compreens\u00e3o da hist\u00f3ria\", afirmou que gra\u00e7as a hist\u00f3ria \u00e9 poss\u00edvel compreender melhor o presente e prever o futuro. [[Henri de La Polini\u00e8re]], em \"Hist\u00f3ria das hist\u00f3rias, com a ideia da Hist\u00f3ria perfeita\", afirmou que o papel do historiador era explicar os fatos e n\u00e3o somente descrev\u00ea-los e que deveria recusar as lendas e os milagres das cr\u00f4nicas medievais e seguir o m\u00e9todo rigoroso e imparcial dos fil\u00f3logos e juristas.\n\nDurante o [[Renascimento]], o [[Humanismo]] trouxe um gosto renovado pelo estudo dos textos antigos, gregos ou latinos, mas tamb\u00e9m pelo estudo de novos suportes: as inscri\u00e7\u00f5es ([[epigrafia]]); as [[moeda]]s ([[numism\u00e1tica]]) ou as cartas, diplomas e outros documentos ([[diplom\u00e1tica]]). Estas novas ci\u00eancias auxiliares da era moderna contribu\u00edram para enriquecer os m\u00e9todos dos historiadores: em [[1681]] [[Dom Mabillon]] indicou os crit\u00e9rios para determinar a autenticidade de um registro, pela compara\u00e7\u00e3o de diferentes fontes em \"''[[De Re Diplom\u00e1tica]]''\". Em [[N\u00e1poles]], mais de duzentos anos antes, [[Lorenzo Valla]], a servi\u00e7o de [[Afonso V de Arag\u00e3o]] tinha conseguido demonstrar a falsidade da [[Doa\u00e7\u00e3o de Constantino]]. [[Giorgio Vasari]] com a obra \"''As vidas''\" ofereceu, por sua vez, uma fonte e um m\u00e9todo historiogr\u00e1fico para a [[Hist\u00f3ria da Arte]].\n\nNeste per\u00edodo a hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 diferente da geografia e nem mesmo das ci\u00eancias naturais. \u00c9 dividida em duas partes: a hist\u00f3ria geral (actualmente denominada simplesmente como \"hist\u00f3ria\") e a hist\u00f3ria natural (actualmente as ci\u00eancias naturais e a geografia). Este sentido amplo de hist\u00f3ria pode ser explicado pela [[etimologia]] da palavra (ver [[Hist\u00f3ria]]).\n\nA quest\u00e3o da unidade do reino que se colocou pelas [[Guerras religiosas na Fran\u00e7a|guerras de religi\u00e3o na Fran\u00e7a]] no {{s\u00e9c|XVI}}, deu origem a trabalhos de historiadores que pertencem \u00e0 corrente chamada de \"[[hist\u00f3ria perfeita]]\", que mostra que a unidade pol\u00edtica e religiosa da Fran\u00e7a moderna \u00e9 necess\u00e1ria, ao derivar-se de origens Gaulesas ([[Etienne Pasquier]], \"''Recherches de la France''\"). O [[providencialismo]] de autores como [[Jacques-B\u00e9nigne Bossuet]] (\"''Discurso sobre a hist\u00f3ria universal''\", [[1681]]), tende a desvalorizar o significado de qualquer mudan\u00e7a hist\u00f3rica.\n\nAo mesmo tempo, a hist\u00f3ria se mostra como um instrumento de poder: p\u00f5e-se ao servi\u00e7o dos pr\u00edncipes, desde [[Nicolau Maquiavel]] at\u00e9 aos [[paneg\u00edrico|panegiristas]] de [[Lu\u00eds XIV de Fran\u00e7a]], entre os quais se incluiu [[Jean Racine]].\n\nA pr\u00f3pria [[hagiografia]] procurou adotar crit\u00e9rios mais cient\u00edficos a partir das contribui\u00e7\u00f5es do [[Companhia de Jesus|jesu\u00edta]] [[Jean Bolland]] e seus seguidores, conhecidos como [[bolandistas]], tais como o jesu\u00edta [[Daniel van Papenbroeck]] e o [[Ordem de S\u00e3o Bento|beneditino]] [[Jean Mabillon]].\n\n=== O Iluminismo ===\n\n[[Imagem:Andres de la calleja-enrique florez-prado.jpg|thumb|O padre [[Enrique Fl\u00f3rez de Seti\u00e9n y Huidobro|Fl\u00f3rez]], iniciador de ''La Espa\u00f1a Sagrada'']]\n\n[[Ren\u00e9 Descartes]] foi um cr\u00edtico da produ\u00e7\u00e3o dos historiadores de sua \u00e9poca que tinham pouco rigor cient\u00edfico. Alguns historiadores foram resistentes \u00e0s cr\u00edticas de Descartes, como [[Jacob Perizonius]], que defendia os textos humanistas com elementos ret\u00f3ricos dos escritores latinos e gregos. Por outro lado, [[Jean Le Clearc]] destacou-se entre aqueles que defenderam a produ\u00e7\u00e3o de obras hist\u00f3ricas com os padr\u00f5es de cientificidade defendidos por Descartes.\n\nExistiam duas vis\u00f5es contr\u00e1rias para o alcance do conhecimento da Hist\u00f3ria:\n* a primeira alicer\u00e7ada pela verdade dos fatos, pela acumula\u00e7\u00e3o descritiva, desenvolvida pelos antiqu\u00e1rios; e\n* a outra buscava a verdade por meio de uma opera\u00e7\u00e3o intelectual.\n\nA erudi\u00e7\u00e3o dos antiqu\u00e1rios se destacou entre os [[Ordem de S\u00e3o Bento|beneditinos]] da [[Congrega\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Mauro]] (Saint Maur), que escreveram obras sobre a Hist\u00f3ria das Prov\u00edncias Francesas como:\n* [[Urbain Plancher]], que escreveu \"Hist\u00f3ria geral e particular de [[Bourgone]]\"; e\n* [[Joseph Vaiss\u00e8te]] e [[Claude Devic]], que escreveram \"Hist\u00f3ria geral de [[Languedoc]]\".\n\nEssas eram obras que apenas acumulavam conhecimentos sobre fatos, mas desprovidas de reflex\u00e3o.\n\nEsse tipo de obra foi criticado por [[Jean le Rond d\u2019Alembert]] que sustentou que \"quando a ci\u00eancia da hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 auxiliada pela filosofia, \u00e9 o \u00faltimo dos conhecimentos humanos.\"\n\nNo {{s\u00e9c|XVIII}}, ocorreu uma mudan\u00e7a fundamental: as abordagens intelectuais do [[Iluminismo]] por um lado, e a descoberta de um \"[[outro]]\" em culturas fora da [[Europa]] (o [[exotismo]], o mito do \"[[bom selvagem]]\") por outro, suscitam um novo esp\u00edrito cr\u00edtico (embora, na realidade, fossem circunst\u00e2ncias semelhantes \u00e0s que se podiam observar em Her\u00f3doto). S\u00e3o postos em quest\u00e3o os [[preju\u00edzo]]s culturais e o [[universalismo]] cl\u00e1ssico.\n\nA descoberta de [[Pompeia]] renovou o interesse pela [[Antiguidade cl\u00e1ssica]] ([[neoclassicismo]]) e fornece os materiais que inauguram uma ci\u00eancia emergente da [[arqueologia]]. As na\u00e7\u00f5es europeias distantes do [[mar Mediterr\u00e2neo]] buscam as suas origens hist\u00f3ricas nos [[mito]]s e [[lenda]]s que, por vezes, foram inventadas (como em \"''[[Ossian]]''\" de [[James Macpherson]], que simulou ter encontrado o [[Homero]] celta).\n\nTamb\u00e9m se interessam pelos costumes nacionais os franceses [[Fran\u00e7ois F\u00e9nelon]], [[Voltaire]] (\"''[[Hist\u00f3ria do imp\u00e9rio russo sob Pedro, o Grande]]''\" e \"''[[O s\u00e9culo de Lu\u00eds XIV]]''\", [[1751]]) e [[Montesquieu]], que teorizou sobre ele em \"''[[O Esp\u00edrito das Leis]]''\". Na [[Inglaterra]], [[Edward Gibbon]] escreveu a sua monumental obra \"''[[Hist\u00f3ria do decl\u00ednio e queda do Imp\u00e9rio Romano]]''\" (1776-1788), onde fez da precis\u00e3o um aspecto essencial do trabalho do historiador.\n\nOs limites da historiografia no {{s\u00e9c|XVIII}} s\u00e3o a submiss\u00e3o \u00e0 [[moral]] e a inclus\u00e3o de ju\u00edzos de valores, de modo que o seu objectivo continua limitado.\n\nNa Espanha destaca-se a publica\u00e7\u00e3o de \"''[[Espa\u00f1a Sagrada]]''\", do padre [[Ordem de Santo Agostinho|agostiniano]] [[Enrique Fl\u00f3rez]], recompila\u00e7\u00e3o de documentos de [[hist\u00f3ria eclesi\u00e1stica]], expostos com crit\u00e9rio ultraconservador ([[1747]] e continuada ap\u00f3s a sua morte, at\u00e9 ao {{s\u00e9c|XX}}) e a \"''[[Historia cr\u00edtica de Espa\u00f1a]]''\" do [[Companhia de Jesus|jesu\u00edta]] desterrado [[Juan Francisco Masdeu]]; a partir de uma perspectiva mais ilustrada temos o [[regalismo|regalista]] [[Melchor Rafael de Macanaz]], o [[cr\u00edtica|cr\u00edtico]] [[Gregorio Mayans y Siscar]] (um dos seus disc\u00edpulos, [[Francisco Cerd\u00e1 y Rico]], tentou imitar [[Lorenzo Valla]] ao discutir a veracidade do [[voto de Santiago]] medieval), e mais tarde, nesse mesmo s\u00e9culo, ao pr\u00f3prio [[Gaspar Melchor de Jovellanos]], [[Juan Sempere y Guarinos]], [[Eugene Larruga y Boneta]] (\"''[[Memorias pol\u00edticas y econ\u00f3micas]]''\"), e ao excelente documento recompilat\u00f3rio que \u00e9 \"''Viaje de Espa\u00f1a''\" de [[Antonio Ponz]]. A meio caminho entre as duas tend\u00eancias encontra-se o exemplo de [[Juan Pablo Forner]], casticista na sua famosa \"''[[Oraci\u00f3n apolog\u00e9tica por Espa\u00f1a y su m\u00e9rito literiario]]''\" ([[1786]]) e reformista em outras obras, publicadas ap\u00f3s a sua morte.\n\nNo {{s\u00e9c|XVIII}}, surgiu a tend\u00eancia de se utilizar o [[racionalismo]], que buscava fundamentar os direitos universais dos homens, como fio condutor da narrativa hist\u00f3rica, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0s concep\u00e7\u00f5es religiosas, adotadas na [[Idade M\u00e9dia]], e \u00e0 legitima\u00e7\u00e3o do [[absolutismo]] mon\u00e1rquico, adotado no in\u00edcio da [[Idade Moderna]]. Desse modo a [[profecia]] (fim da hist\u00f3ria no per\u00edodo medieval) foi substitu\u00edda pela [[utopia]].\n\n==== Classifica\u00e7\u00e3o proposta por Collingwood ====\n\nSegundo [[Robin George Collingwood]], na \u00e9poca do iluminismo, a busca pelo conhecimento da hist\u00f3ria tinha duas vertentes:\n\n* uma retrospectiva, mais estritamente hist\u00f3rica, que buscava apresentar o passado como um jogo de for\u00e7as irracionais; e\n* outra prospectiva, que via a hist\u00f3ria como um progresso em difere\u00e7\u00e3o ao \"dom\u00ednio da raz\u00e3o\".\n\nNessa perspectiva, dentre os representantes da primeira vertente estariam:\n* [[Montesquieu]], que via as a\u00e7\u00f5es humanas e a sociedade como reflexos da geografia e do clima;\n* [[Edward Gibbon]], que defendia que a sociedade teria sa\u00eddo de uma [[idade do ouro]] e sido dominada pelo barbarismo e pela religi\u00e3o.\n\nDentre os representantes da segunda vertente estaria [[Voltaire]], que tentou conciliar erudi\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o filos\u00f3fica, buscou construir um [[conhecimento]] hist\u00f3rico explicativo/estrutural, n\u00e3o se limitando \u00e0 narra\u00e7\u00e3o dos fatos pol\u00edticos, pois procurou integrar o conhecimento sobre [[economia]] ao conhecimento hist\u00f3rico.\n\nVoltaire acreditava que por meio do conhecimento hist\u00f3rico, a [[humanidade]] poderia eliminar a ignor\u00e2ncia e a [[supersti\u00e7\u00e3o]]. Portanto, tal conhecimento n\u00e3o deveria se restringir \u00e0 narrativa descritiva de fatos hist\u00f3ricos, pois trata-se de conhecimento que deveria ser condutor de uma mudan\u00e7a social e, por isso, deveria abranger deveria haver uma investiga\u00e7\u00e3o mais rigorosa dos contextos sociais e culturais nos quais estavam inseridos os fatos hist\u00f3ricos.\n\n=== O {{s\u00e9c|XIX}}: a Hist\u00f3ria, ci\u00eancia erudita ===\n\n[[Imagem:Jules Michelet par Thomas Couture.jpg|thumb|Jules Michelet, o historiador da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]]\n[[Imagem:Marcelino Men\u00e9ndez Pelayo, por Kaulak.jpg|thumb|Men\u00e9ndez y Pelayo]]\n\nO {{s\u00e9c|XIX}} foi um per\u00edodo rico em mudan\u00e7as, tanto na maneira de conceber a hist\u00f3ria como na de escrev\u00ea-la.\n\nNa Alemanha, esta evolu\u00e7\u00e3o havia se produzido antes, e j\u00e1 estava presente nas universidades da Idade Moderna. Agora, a institucionaliza\u00e7\u00e3o da disciplina deu lugar a vastos corpos que reuniam e transcreviam as fontes, sistematicamente. Entre estes, o mais conhecido \u00e9 o \"''[[Monumenta Germaniae Historica]]''\", a partir de [[1819]]. A Hist\u00f3ria ganha uma dimens\u00e3o de erudi\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m de actualidade. Pretende rivalizar com as demais ci\u00eancias, sobretudo com o grande desenvolvimento que estas atravessam, \u00e0 \u00e9poca. [[Theodor Mommsen]] contribui para dar \u00e0 erudi\u00e7\u00e3o as suas bases cr\u00edticas, em seu \"''[[R\u00f6mische Geschischte]]''\" (\"Hist\u00f3ria de Roma\", 1845-1846), al\u00e9m de ter colaborado no citado \"''Monumenta Germaniae Historica''\" e no \"''[[Corpus Inscriptionum Latinarum]]''\".\n\nNa Fran\u00e7a, foi considerada como uma disciplina intelectual distinta de outros g\u00e9neros liter\u00e1rios desde o come\u00e7o do s\u00e9culo, quando os historiadores profissionalizaram-se e fundaram os arquivos nacionais franceses ([[1808]]). Em [[1821]] fundou-se a \"''[[\u00c8cole nationale des Chartes]]''\", primeira grande institui\u00e7\u00e3o para o ensino da Hist\u00f3ria no pa\u00eds.\n\nA partir da [[d\u00e9cada de 1860]], o historiador [[Fustel de Coulanges]] escreveu \"''a hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 uma arte, \u00e9 uma ci\u00eancia pura, como a f\u00edsica ou a geologia''\". Sem d\u00favida, a hist\u00f3ria implica o debate da sua \u00e9poca e \u00e9 influenciada pelas grandes [[ideologia]]s, como o [[liberalismo]] de [[Alexis de Tocqueville]] e [[Fran\u00e7ois Guizot]]. Sobretudo deixou-se influenciar pelo [[nacionalismo]] e mesmo pelo [[racismo]]. Coulanges e Mommsen transladaram para o debate historiogr\u00e1fico o enfrentamento da [[Guerra franco-prussiana]] de [[1870]]. Cada historiador tende a encontrar as qualidades de seu povo (o \"g\u00e9nio\"). \u00c9 o momento de funda\u00e7\u00e3o das grandes hist\u00f3rias nacionais.\n\nOs historiadores rom\u00e2nticos, como [[Augustin Thierry]] e [[Jules Michelet]], mantendo a qualidade da reflex\u00e3o e a explora\u00e7\u00e3o cr\u00edtica das fontes, sem receando espraiar-se no estilo, mantiveram-na como uma arte. Os progressos metodol\u00f3gicos n\u00e3o impediram contribuir para as ideias pol\u00edticas de seu tempo. Michelet, em sua \"''[[Hist\u00f3ria da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]]''\" (1847-1853), contribuiu igualmente para a defini\u00e7\u00e3o da na\u00e7\u00e3o francesa contra a ditadura dos [[Bonaparte]], assim como para o revanchismo antiprussiano (faleceu pouco depois da [[batalha de Sedan]]). Com a [[Terceira Rep\u00fablica Francesa]], o ensino da Hist\u00f3ria conformou-se a um instrumento de propaganda a servi\u00e7o da forma\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os, e continuou a s\u00ea-lo durante todo o {{s\u00e9c|XX}}.\n\nOutro dos fundadores da historiografia no {{s\u00e9c|XIX}} foi [[Leopold Von Ranke]], que se destacou pela sua elevada cr\u00edtica com as fontes usadas na Hist\u00f3ria. Adepto das an\u00e1lises e das racionaliza\u00e7\u00f5es, o seu lema era \"''escrever a Hist\u00f3ria tal como foi''\". Desejava relatos de testemunhas visuais, enfatizando sobre o seu ponto de vista.\n\n[[Hegel]] e [[Karl Marx]] introduziram o [[vi\u00e9s social]] na Hist\u00f3ria. Os historiadores anteriores haviam-se concentrado nos ciclos ciclos de apogeu e crise dos governos e das na\u00e7\u00f5es. Uma nova disciplina emergente trouxe a an\u00e1lise e a compara\u00e7\u00e3o em grande escala: a [[Sociologia]]. A partir da [[Hist\u00f3ria da Arte]], estudos como o de [[Jacob Burckhardt]] sobre o [[Renascimento]] converteram-se na refer\u00eancia para entender os fen\u00f3menos culturais. A [[Arqueologia]] p\u00f4s em contacto o mito com a realidade hist\u00f3rica, tanto no Egito como na Mesopot\u00e2mia e Gr\u00e9cia ([[Heinrich Schliemann]] em [[Troia]], [[Micenas]] e [[Tirinto]], e mais tarde [[Arthur Evans]] em [[Creta]]); tudo isso em um ambiente rom\u00e2ntico e aventureiro que lentamente foi-se depurando para tornar-se cient\u00edfico, ainda que n\u00e3o desapare\u00e7a, como demonstra a tardia apari\u00e7\u00e3o de de [[Howard Carter]] ([[Tutanc\u00e2mon]]) e a imagem popular dos arque\u00f3logos que se perpetua no cinema ([[Indiana Jones]]). A [[Antropologia]] aplicada \u00e0 explica\u00e7\u00e3o dos [[mito]]s produziu o monumental trabalho de [[James George Frazer]] (\"''[[The Golden Bough; a Study in Magic and Religion]]''\" (\"O ramo de ouro\", [[1890]]), a partir do qual os historiadores puderam repensar o seu ponto de vista sobre a rela\u00e7\u00e3o das sociedades humanas de todas as \u00e9pocas com a [[magia]], a [[religi\u00e3o]] e inclusive a [[ci\u00eancia]].\n \nDurante o {{s\u00e9c|XIX}}, a Espanha conseguiu preservar o seu patrim\u00f3nio documental com a cria\u00e7\u00e3o da [[Biblioteca Nacional de Espanha]] e do [[Arquivo Hist\u00f3rico Nacional da Espanha]], mas n\u00e3o se distinguiu por uma grande renova\u00e7\u00e3o da sua historiografia que, salvo o arabismo de [[Pascual de Gayangos]], ou da [[historia econ\u00f3mica]] de [[Manuel Colmeiro]], aparece dividida entre uma corrente [[liberal]] ([[Modesto Lafuente y Zamalloa]], [[Juan Valera]]), e outra [[reaccionario|reaccion\u00e1ria]], cujo expoente, o erudito e pol\u00edgrafo [[Marcelino Men\u00e9ndez y Pelayo]] (''[[Historia de los heterodoxos espa\u00f1oles]]''), \u00e9 uma digna continua\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o que nasceu com [[Santo Isidoro]] e passou pela ''Historia'' do Padre Mariana e pela ''Espa\u00f1a Sagrada'' do Padre Fl\u00f3rez.\n\n=== O {{s\u00e9c|XX}} ===\n\nA hist\u00f3ria vai se afirmando como uma ci\u00eancia social, uma disciplina cient\u00edfica envolvida com a sociedade. Nos princ\u00edpios do {{s\u00e9c|XX}}, a hist\u00f3ria j\u00e1 havia adquirido uma dimens\u00e3o cient\u00edfica incontest\u00e1vel.\n\n==== A hist\u00f3ria, entre o positivismo e o ensa\u00edsmo ====\n\nInstalado no mundo acad\u00e9mico, erudito, a disciplina foi influenciada por uma vers\u00e3o empobrecida do [[positivismo]] de [[Auguste Comte]]. Pretendendo [[objectividade]], a hist\u00f3ria limitou o seu objecto: o fato ou [[evento]] isolado, o centro do trabalho de um historiador, \u00e9 considerado como a \u00fanica refer\u00eancia para responder correctamente ao imperativo da objectividade. Tampouco se ocupa por estabelecer rela\u00e7\u00f5es de [[causalidade]], substituindo por ret\u00f3rica o discurso que se pretendia cient\u00edfico.\n\nSimultaneamente, e em contraste, desenvolvem-se disciplinas similares, que tendem \u00e0 generaliza\u00e7\u00e3o como a [[hist\u00f3ria cultural]] e a [[hist\u00f3ria das ideias]], com [[Johan Huizinga]] (\"''[[O Outono da Idade M\u00e9dia]]''\") ou [[Paul Hazard]] (\"''[[A crise da consci\u00eancia europeia]]''\") entre os seus iniciadores. Ensa\u00edstas como [[Oswald Spengler]] (\"''[[O Decl\u00ednio do Ocidente]]''\"), e [[Arnold J. Toynbee]] (\"''Um Estudo da Hist\u00f3ria''\") em controv\u00e9rsia famosa, publicam profundas reflex\u00f5es sobre o pr\u00f3prio conceito de [[civiliza\u00e7\u00e3o]], que juntamente com a \"Revolta das Massas\" ou \"''[[Espa\u00f1a invertebrada]]''\", de [[Jos\u00e9 Ortega y Gasset]] obtiveram extraordin\u00e1ria divulga\u00e7\u00e3o, como um reflexo do pessimismo intelectual do entre-guerras. Mais pr\u00f3ximo ao m\u00e9todo do historiador, e n\u00e3o menos profundo, \u00e9 o trabalho de seus contempor\u00e2neos, o Belga [[Henri Pirenne]] (\"''[[Mohammed e Charlemagne]]''\", em portugu\u00eas, \"Maom\u00e9 e Carlos Magno\"), ou o australiano [[Vere Gordon Childe]] (pai do conceito \"[[Revolu\u00e7\u00e3o Neol\u00edtica]]\").\n\nContudo, a grande transforma\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria dos eventos vem de contribui\u00e7\u00f5es externas: Por um lado, o [[materialismo hist\u00f3rico]] de inspira\u00e7\u00e3o marxista, que introduz a [[economia]] nas preocupa\u00e7\u00f5es do historiador. Por outro lado, a perturba\u00e7\u00e3o provocadas pela historiografia pelos desenvolvimentos pol\u00edticos, t\u00e9cnicos, econ\u00f3micos ou sociais vividos pelo mundo, sem esquecer os conflitos mundiais. Novas ci\u00eancias auxiliares surgem ou desenvolvem-se consideravelmente: a [[Arqueologia]], a [[Demografia]], a [[Sociologia]] e a [[Antropologia]], sob a influ\u00eancia do [[estruturalismo]].\n\n==== A Escola dos Annales ====\n\n{{AP|Escola dos Annales}}\n\nUma escola de pensamento conhecida como [[Escola dos Annales]] formou-se em torno da revista \"''[[Annales d'histoire \u00e9conomique et sociale]]''\", fundada por [[Lucien Febvre]] e [[Marc Bloch]] em 15 de janeiro de [[1929]] editado pela Librairie Armand Colin em Paris. Essa revista trimestral aparece com uma proposta mais abrangente tanto temporariamente quanto aos novos objetos de estudo e novas abordagens, e portanto uma nova metodologia que se enveredasse nas interdisciplinaridades para passar de discursos te\u00f3ricos para a pr\u00e1tica, como uma maneira de redescobrir o homem. Alargou o \u00e2mbito da disciplina, solicitando a conflu\u00eancia das outras ci\u00eancias, em particular a da [[Sociologia]], e, de maneira mais geral transforma a hist\u00f3ria ampliando o seu objeto para al\u00e9m do evento e inscrevendo-o na [[longa dura\u00e7\u00e3o]] (\"longue dur\u00e9e\"). Cabe ainda lembrar da influ\u00eancia da psicologia, uma ci\u00eancia que chamava a aten\u00e7\u00e3o dentre historiadores do in\u00edcio do s\u00e9culo e a luta contra o que Febvre chamava de a hist\u00f3ria \"Historicisante\", ou seja, a hist\u00f3ria pol\u00edtica, diplom\u00e1tica e militar feita at\u00e9 ent\u00e3o.\nNo ano em que a revista foi lan\u00e7ada, a situa\u00e7\u00e3o europeia n\u00e3o era das melhores pois havia uma grave crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica, como reflexo do fim da Primeira Guerra Mundial 1929.\nAp\u00f3s o hiato da [[Segunda Guerra Mundial]], [[Fernand Braudel]] continuou a editar a revista e recorreu, pela primeira vez, \u00e0 [[geografia]], \u00e0 [[economia]] e \u00e0 [[sociologia]] para desenvolver a sua tese de \"economia-mundo\" (o exemplo cl\u00e1ssico \u00e9 \"''[[O Mediterr\u00e2neo e o mundo mediterr\u00e2nico na \u00e9poca de Filipe II]]''\").\n\nO papel do testemunho hist\u00f3rico muda: permanece no centro das preocupa\u00e7\u00f5es do historiador, mas j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 o objecto, sen\u00e3o o que se considera como um \u00fatil para construir a hist\u00f3ria, \u00fatil que pode ser obtido em qualquer dom\u00ednio do conhecimento. Uma constela\u00e7\u00e3o de autores mais ou menos pr\u00f3ximos \u00e0 \"Annales\" participa dessa renova\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica que preenche as d\u00e9cadas centrais do {{s\u00e9c|XX}} ([[Georges Lefebvre]], [[Ernest Labrousse]]).\n\nA vis\u00e3o da [[Idade M\u00e9dia]] mudou completamente ap\u00f3s uma releitura cr\u00edtica das fontes, que t\u00eam a sua melhor parte justamente no que n\u00e3o mencionam ([[Georges Duby]]).\n\nPrivilegiando a [[longa dura\u00e7\u00e3o]] ao tempo curto da hist\u00f3ria dos [[evento]]s, muitos historiadores prop\u00f5em repensar o campo da hist\u00f3ria a partir dos \"Annales\", entre eles [[Emmanuel Le Roy Ladurie]] ou [[Pierre Goubert]].\n\n\"[[Nova Hist\u00f3ria]]\" \u00e9 a denomina\u00e7\u00e3o, popularizada por [[Pierre Nora]] e [[Jacques Le Goff]] (\"''[[Fazer a Hist\u00f3ria]]''\", 1973), que designa a corrente historiogr\u00e1fica que anima a terceira gera\u00e7\u00e3o dos \"Annales\". A nova hist\u00f3ria trata de estabelecer uma hist\u00f3ria serial das [[mentalidade]]s, ou seja, das representa\u00e7\u00f5es colectivas e das estruturas mentais das sociedades.\n\nOutros historiadores franceses, alheios aos \"Annales\" como [[Philippe Ari\u00e8s]], [[Jean Delumeau]] e [[Michel Foucault]], este \u00faltimo nas fronteiras da [[filosofia]], descrevem a hist\u00f3ria dos temas da vida quotidiana, como a [[morte]], o [[medo]] e a [[sexualidade]]. Querem que a hist\u00f3ria escreva sobre todos os temas, e que todas as perguntas sejam respondidas.\n\nDe uma orienta\u00e7\u00e3o completamente oposto (a da direita cat\u00f3lica), [[Roland Mousnier]] realizou uma contribui\u00e7\u00e3o decisiva para a Hist\u00f3ria Social do [[Antigo Regime]], negando a exist\u00eancia de [[luta de classes]] e inclusive dessas mesmas classes, em benef\u00edcio do que descreve como uma [[sociedade de ordens]] e rela\u00e7\u00f5es [[clientelismo|clientelistas]].\u00c9 c\u00e9lebre a sua famosa pol\u00e9mica com o historiador sovi\u00e9tico e marxista [[Boris Porchnev]] a prop\u00f3sito dessas teses. Roland Mousnier (1968) \"''[[Furores camponeses]]''\".\n\n==== A historiografia francesa repensa a sua Revolu\u00e7\u00e3o ====\n\n{{AP|Debate historiogr\u00e1fico sobre a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa}}\n\nFoi dito que cada gera\u00e7\u00e3o tem o direito de reescrever a hist\u00f3ria.A cita\u00e7\u00e3o \u00e9 atribu\u00edda a diferentes autores; aqui \u00e9 atribu\u00edda a [[Pierre Nora]]: [http://www.lpp-uerj.net/olped/exibir_opiniao.asp?codnoticias = 17252]. Na esfera acad\u00e9mica, a revis\u00e3o das maneiras de compreender o passado \u00e9 parte da tarefa do historiador profissional. At\u00e9 que ponto \u00e9 que essa revis\u00e3o surge cientificamente, como uma distor\u00e7\u00e3o das certezas anteriormente estabelecidas ([[Karl Popper]]) e n\u00e3o pseudo-cientificamente, como faria o que se denomina pejorativamente de [[revisionismo]] historiogr\u00e1fico, \u00e9 algo dif\u00edcil de avaliar. Uma prova de toque seria detectar se o revisionista \u00e9 um estranho ao mundo acad\u00e9mico, que se dedicada ao [[uso pol\u00edtico da hist\u00f3ria]], o que ali\u00e1s \u00e9 um v\u00edcio comum: a hist\u00f3ria sempre foi usada como uma arma para a transforma\u00e7\u00e3o social e os meios acad\u00e9micos nunca foram uma excep\u00e7\u00e3o. Na historiografia, ci\u00eancia social, \u00e9 dif\u00edcil perceber se nos encontramos diante de uma mudan\u00e7a de [[paradigma]] como os que estudou [[Thomas Kuhn]] para as ci\u00eancias experimentais (\"''[[Hist\u00f3ria das Revolu\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas]]''\"), principalmente porque nunca h\u00e1 um [[consenso]] t\u00e3o universalmente partilhado como para entender que o desvio dele seja uma revolu\u00e7\u00e3o..JARAMILLO ECHEVERRI, Luis Guillermo; AGUIRRE GARCIA, Juan Carlos (2004): \"''La Controversia Kuhn \u2013 Popper en torno al Progreso Cient\u00edfico y sus posibles aportes a la Ense\u00f1anza de las Ciencias''\", dispon\u00edvel em: [http://www.moebio.uchile.cl/20/jaramillo.htm] {{Wayback|url=http://www.moebio.uchile.cl/20/jaramillo.htm |date=20061104183408 }}.\n\nUma das grandes pol\u00e9micas revisionistas (no bom sentido) veio com as comemora\u00e7\u00f5es do segundo centen\u00e1rio da [[Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]] ([[1989]]). Assim como o pr\u00f3prio movimento revolucion\u00e1rio, tamb\u00e9m s\u00e3o d\u00edspares e controversas as avalia\u00e7\u00f5es que s\u00e3o feitas sobre a Revolu\u00e7\u00e3o, que recebeu diversas alcunhas: \u201cespl\u00eandida aurora\u201d (Georg Wilhelm Friedrich Hegel), \u201cequivalente aos mitos e epopeias da Gr\u00e9cia antiga\u201d (Thomas Carlyle), \u201ca maior cat\u00e1strofe que caiu sobre a ra\u00e7a humana\u201d (Goldwin Smith), \u201cm\u00e3e de todos n\u00f3s\u201d (Albert Soboul) ou \u201ccentro estrat\u00e9gico da hist\u00f3ria moderna\u201d (Alfred Cobban){{Citar web|titulo=A Revolu\u00e7\u00e3o Francesa dos historiadores: os trabalhos que formaram o nosso conhecimento sobre o tema|url=https://www.cafehistoria.com.br/historiografia-da-revolucao-francesa/|obra=Caf\u00e9 Hist\u00f3ria|data=2019-10-07|acessodata=2019-11-09|lingua=pt-BR}} .\n\nAutores de tend\u00eancia [[estruturalista]], pr\u00f3ximos \u00e0 \"Annales\" ([[Fran\u00e7ois Furet]] ou [[Denis Richet]]), sintetizaram os estudos das d\u00e9cadas de 1970 e 1980, em que se pretendia ser um novo paradigma interpretativo alternativo ao marxismo que havia dominado a hist\u00f3ria social do per\u00edodo: [[Albert Soboul]], [[Jacques Godechot]], e, mais recentemente [[Claude Mazauric]], [[Michel Vovelle]] ou [[Crane Brinton]] (\"''[[Anatomia de uma Revolu\u00e7\u00e3o]]''\"). Distante de ambas as tend\u00eancias, [[Simon Schama]] e os novos narrativistas fazem uma hist\u00f3ria cultural do pol\u00edtico e muito [[narrativa]], antiestructuralista e de tintas tendencialmente [[conservador]]as (iniciada por [[Richard Cobb]] j\u00e1 na d\u00e9cada de 1970). Al\u00e9m disso, mant\u00e9m \u00e0 frente a \"''[[Nouvelle Histoire Politique]]''\" de [[Ren\u00e9 R\u00e9mond]]. [[Arno Mayer]] lamenta que a revis\u00e3o haja dado lugar um [[uso pol\u00edtico da hist\u00f3ria]], no qual se condenam, \"a priori\", as revolu\u00e7\u00f5es como intrinsecamente perversas.MAYER, Arno (2002). \"''[[The Furies: Violence and Terror in the French and Russian Revolutions]]''\". Princeton University Press. ISBN 0-691-09015-7. H\u00e1 uma tradu\u00e7\u00e3o em castelhano: ''Las Furias''. O coment\u00e1rio localiza-se na introdu\u00e7\u00e3o.\n\n
\n\n===== Um subg\u00e9nero: as comemora\u00e7\u00f5es =====\n\n[[Imagem:Bicentlogo.png|thumb|Logotipo oficial das comemora\u00e7\u00f5es do bicenten\u00e1rio da Revolu\u00e7\u00e3o Americana]]\n\nPor outro lado, a utiliza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria para celebrar acontecimentos que atendam a anos \"redondos\" (centen\u00e1rios, decen\u00e1rios, etc.) constitui-se numa oportunidade de destaque profissional para os historiadores, de aproxima\u00e7\u00e3o da disciplina do grande p\u00fablico e de \u00e1libi para diferentes tipos de justifica\u00e7\u00f5es. O bicenten\u00e1rio dos [[Estados Unidos]] ([[1976]]) havia sido um precedente dif\u00edcil de superar, em termos de cobertura medi\u00e1tica e custos econ\u00f3micos. A mais recente, no caso da [[Espanha]] foi a da [[Guerra Civil Espanhola]] (1976, com a inovadora exposi\u00e7\u00e3o do ''Palacio de Cristal'' do [[Retiro]] da qual foi curador [[Javier Tusell]]; [[1986]], o cinquenten\u00e1rio que se aproveitou para recordar, particularmente, a [[Machado]] e a [[Garcia Lorca]] com a esquerda no poder; [[1996]]; [[2006]], com discuss\u00f5es sobre a [[mem\u00f3ria hist\u00f3rica]]), [[Carlos III de Espanha]] ([[1988]], na emula\u00e7\u00e3o da paralela prepara\u00e7\u00e3o do bicenten\u00e1rio franc\u00eas), o \"''Quinto Centenario del Encuentro entre dos Mundos''\" ([[1992]]), [[C\u00e1novas]] ([[1998]]), o \"''A\u00f1o Quijote''\" ([[2005]]). Existe mesmo a ''[[Sociedad Estatal de Conmemoraciones Culturales]]'', que mant\u00e9m um movimentado calend\u00e1rio..P\u00e1gina da ''Sociedad Estatal de Conmemoraciones Culturales'' dispon\u00edvel em: [http://www.secc.es/].\n\nSem a necessidade de celebrar algo mais concreto do que a sua pr\u00f3prio intemporalidade, mas com o mesmo zelo justificativo (no que leva mil\u00e9nios de vantagem), a [[Igreja Cat\u00f3lica]] espanhola tem feito o mais not\u00e1vel conjunto de exposi\u00e7\u00f5es: \"''Las Edades del Hombre''\",O Website da ''Fundaci\u00f3n Las Edades del Hombre'', que actualmente (desde Novembro de 2006) exibe \"''Kirios''\" em [[Ciudad Rodrigo]], encontra-se dispon\u00edvel em: [http://www.lasedades.es/] uma revis\u00e3o tem\u00e1tica dos assuntos religiosos ilustrada sucessivamente com diferentes suportes hist\u00f3rico-art\u00edsticos elegantemente seleccionados e expostos ([[livro]]s, [[m\u00fasica]]s, [[escultura]]s, etc.) de maneira itinerante pelas catedrais de [[Castilla y Le\u00f3n]], as quais em si mesmas j\u00e1 justificam as visitas. O mesmo formato e curador teria \"''[[Imaculada Concei\u00e7\u00e3o|Imaculada]]''\", para assinalar os 150 anos de anivers\u00e1rio do [[dogma]] ([[Catedral da Almudena]], [[Madrid]], [[2006]]) e que serviu para compensar a recente inaugura\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio, de gosto e decora\u00e7\u00e3o discut\u00edveis. Inspirada nelas foi realizado pelo Governo de Navarra a exposi\u00e7\u00e3o \"''Las Edades de un Reino''\" ([[Pamplona]] 2006, coincidindo com o centen\u00e1rio de S\u00e3o [[Francisco Xavier]] em [[Javier]]).\n\n==== A historiografia anglo-sax\u00f3nica ====\nOs Estados Unidos s\u00e3o muito pr\u00f3digos na experimenta\u00e7\u00e3o de novas abordagens metodol\u00f3gicas, entre as quais:\n\n* o quantitativismo da [[cliometria]] ou \"''new economic history''\" (\"[[nova hist\u00f3ria econ\u00f3mica]]\") estadunidense de [[Robert Fogel]] e [[Douglass North]], laureados com o [[Pr\u00e9mio Nobel]] de [[Economia]] de [[1993]] (dos poucos historiadores que receberam o Nobel, com os de literatura [[Theodor Mommsen]] e [[Winston Churchill]]).\n* os estudos de caso (a partir da [[d\u00e9cada de 1970]]). Um estudo de caso \u00e9 um m\u00e9todo particular de investiga\u00e7\u00e3o qualitativa. Em vez de utilizar grandes bases de dados e r\u00edgidos protocolos para examinar um n\u00famero limitado de vari\u00e1veis, este m\u00e9todo envolve um corte longitudinal de um caso: um \u00fanico facto. A hist\u00f3ria se aproxima do m\u00e9todo experimental.Os autores mais conhecidos no emprego deste m\u00e9todo s\u00e3o [[Robert Stake]] e [[Jan Nespor]] (ver wikipedia em Ingl\u00eas [http://en.wikipedia.org/wiki/Case_study]).\n* a chamada \"''World History''\" (desde a [[d\u00e9cada de 1980]]), que compara as diferen\u00e7as e semelhan\u00e7as entre regi\u00f5es do mundo e chega a novos conceitos para descrev\u00ea-las (considera-se [[Arnold J. Toynbee]] como um precursor).\n\nTamb\u00e9m \u00e9 digno de nota o papel dos Estados Unidos como anfitri\u00e3o dos intelectuais europeus antes e depois da [[Segunda Guerra Mundial]], como foi o caso de [[Mircea Eliade]], o maior renovador da [[hist\u00f3ria das religi\u00f5es]] ou [[hist\u00f3ria das cren\u00e7as]] (\"''[[O sagrado e o profano]]''\", \"''[[O mito do eterno retorno]]''\").\n\nMas a grande contribui\u00e7\u00e3o dos historiadores ingleses, que t\u00eam publica\u00e7\u00f5es compar\u00e1veis \u00e0 da \"''[[Revue des Annales]]''\" (\"''[[Past and Present]]''\"), est\u00e1 no cerne da principal corrente de produ\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica, no caso desta revista, de tend\u00eancia marxista, entre cujos destaques se incluem autores da estatura de [[E. P. Thompson]], [[Eric Hobsbawm]], [[Perry Anderson]], [[Maurice Dobb]], [[Christopher Hill]], [[Rodney Hilton]], [[Paul Sweezy]], [[John Merrington]] e outros, que, de modo algum devemos entender como uma tend\u00eancia unit\u00e1ria, uma vez que, nos anos da Segunda Guerra Mundial e nos do p\u00f3s-guerra (em que muitos deles funcionaram como o ''[[Grupo de Historiadores do Partido Comunista da Gr\u00e3-Bretanha]]'') foram se afastando entre si e das posi\u00e7\u00f5es marxistas ortodoxas, dando origem ao que tem sido chamado de tend\u00eancia \"''marxiana''\". As pol\u00e9micas entre eles e com autores n\u00e3o-marxista como [[H. R. Trevor-Roper]], tornaram-se, merecidamente, famosas.\n\nCada autor deve ser visto atrav\u00e9s de sua posi\u00e7\u00e3o pessoal, como a do estadunidense [[Immanuel Wallerstein]] (tamb\u00e9m no dom\u00ednio da hist\u00f3ria econ\u00f3mica e social, que tem desenvolvido um conceito de \"sistema mundial\" na linha de [[Fernand Braudel]]), o brit\u00e2nico [[Steven Runciman]] (medievalista imprescind\u00edvel para o estudo das [[Cruzadas]]), ou dos j\u00e1 mencionados [[Arno Mayer]], [[Richard Cobb]], [[Crane Brinton]] ou [[Simon Schama]].\n\n==== A historiograf\u00eda italiana ====\n\nA partir do fim do {{s\u00e9c|XX}}, na [[It\u00e1lia]], um grupo de historiadores desenvolveu, em torno da revista \"''[[Quaderni Storici]]''\", uma extens\u00e3o inovadora da [[hist\u00f3ria social]], a que se denominou [[Micro-hist\u00f3ria]] ([[Giovanni Levi]], [[Carlo Ginzburg]]). Com alguma aproxima\u00e7\u00e3o a este m\u00e9todo, [[Carlo Maria Cipolla|Carlo M. Cipolla]] faz, sobretudo, uma hist\u00f3ria econ\u00f3mica de grande envergadura, assim como reflex\u00f5es metodol\u00f3gicas interessantes (a par\u00f3dia \"''Allegro ma non troppo''\").\n\n==== Os hispanistas ====\n\n{{AP|Hispanismo}}\n\n[[Imagem:Colegio de San Ambrosio, Archivo General de la Guerra Civil Espa\u00f1ola.jpg|thumb|Arquivo da Guerra Civil em Salamanca]]\n\nA disponibilidade de mat\u00e9ria-prima documental nos arquivos espanh\u00f3is atrai profissionais formados nas universidades europeias e estadunidenses, em uma esp\u00e9cie de \"fuga de c\u00e9rebros\" ao contr\u00e1rio, que renovou a metodologia e as perspectivas dos historiadores espanh\u00f3is.\n\n[[Maurice Legendre]] foi um dos iniciadores do hispanismo franc\u00eas atrav\u00e9s da \"''[[Casa de Velazquez]]''\", seguido por uma lista impressionante: [[Marcel Bataillon]] (com o seu imprescind\u00edvel \"''[[Erasmo na Espanha]]''\"), [[Pierre Vilar]] (\"''[[Catalu\u00f1a en la Espa\u00f1a Moderna]]''\" e a sua breve mas influente \"''[[Historia de Espanha]]''\"), [[Bartolom\u00e9 Bennassar]] (um modelo de como a [[hist\u00f3ria local]] pode ser integrada na corrente central da historiografia de vanguarda com o seu \"''[[Valladolid en el siglo de oro]]''\"),BENNASSAR, Bartolom\u00e9 (1967) ''Valladolid au si\u00e8cle d'or. Une ville de Castille et sa campagne au XVe. si\u00e8cle''. Paris-La Haya, Mouton. Considerado um cl\u00e1ssico de s\u00edntese de hist\u00f3ria regional no esp\u00edrito dos \"Annales\", seguindo o m\u00e9todo de integra\u00e7\u00e3o de diferentes disciplinas iniciado por [[Fernand Braudel]]. [[Georges Demerson]], [[Joseph P\u00e9rez]] (autoridades para as [[Comunidades]], a [[Inquisi\u00e7\u00e3o]], os [[judeu]]s\u2026), [[Jean Sarrailh]] (exemplo de s\u00edntese de uma \u00e9poca com \"''[[La Espa\u00f1a ilustrada de la segunda mitad del siglo XVIII]]''\").\n\nO hispanismo anglo-sax\u00e3o tem como um dos seus decanos [[Gerald Brenan]] (observador do \"''[[El laberinto espa\u00f1ol]]''\" desde a sua posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica nas [[Alpujarras]]), secundado por uma lista n\u00e3o menos impressionantes que a dos franceses: [[Hugh Thomas]] (durante muito tempo o autor mais citado em sua especialidade com \"''[[Spanish Civil War]]''\"), [[John Elliott]] (com \"''[[El Conde-Duque de Olivares]]''\" deu mostras de como uma biografia pode reflectir uma \u00e9poca), [[John Lynch]], [[Henry Kamen]], [[Ian Gibson]] ([[Irlanda|Irland\u00eas]] nacionalizado espanhol, autor de biografias imprescind\u00edveis dos principais gigantes culturais do {{s\u00e9c|XX}}), [[Paul Preston]], [[Gabriel Jackson]], [[Stanley G. Payne]], [[Raymond Carr]], [[Geoffrey Parker]], [[Edward Malefakis]] e outros.\n\n==== Historiografia espanhola contempor\u00e2nea ====\n\nEntretanto, as universidades espanholas viram-se esvaziadas pela [[Guerra Civil Espanhola]] e pelo [[Ex\u00edlio republicano espanhol|ex\u00edlio interno e externo]]. Na metade do {{s\u00e9c|XX}}, espalhados pelo mundo, figuram: [[Ram\u00f3n Men\u00e9ndez Pidal]], [[Am\u00e9rico Castro]], [[Claudio S\u00e1nchez Albornoz]], [[Julio Caro Baroja]] [[Jos\u00e9 Antonio Maravall]], [[Jaume Vicens Vives]] (a quem se deve, entre outras contribui\u00e7\u00f5es, a cria\u00e7\u00e3o do \"''[[\u00cdndice Hist\u00f3rico Espa\u00f1ol]]''\" em [[1952]]), [[Antonio Dom\u00ednguez Ortiz]], [[Luis Garc\u00eda de Valdeavellano]], [[Ramon Carande y Thovar]]\u2026\n\nNo p\u00f3s-guerra foi fundado o [[CSIC]], em cujo organograma se incluem departamentos da hist\u00f3ria. A requisi\u00e7\u00e3o dos documentos por parte do lado vencedor, com a finalidade de [[repress\u00e3o pol\u00edtica]] e a sua concentra\u00e7\u00e3o permitiram o funcionamento de uma sec\u00e7\u00e3o do \"[[Archivo Hist\u00f3rico Nacional]]\" em [[Salamanca]], especializado na Guerra Civil Espanhola (desde [[1999]] denominado de \"[[Archivo General de la Guerra Civil Espa\u00f1ola]]\"). Foi o centro de uma pol\u00e9mica que ultrapassou o \u00e2mbito do historiogr\u00e1fico para entrar plenamente no do pol\u00edtico, muito intensa entre [[2004]] e [[2006]], para a devolu\u00e7\u00e3o \u00e0 [[Generalitat de Catalunha]] dos originais dessa institui\u00e7\u00e3o e de outras Catal\u00e3s (os chamados \"[[pap\u00e9is de Salamanca]]\"), que se pode considerar como parte da controv\u00e9rsia simult\u00e2nea em torno da recupera\u00e7\u00e3o da chamada [[mem\u00f3ria hist\u00f3rica]].Uma cronologia das vicissitudes dos \"pap\u00e9is de Salamanca\" pode ser consultada em: [http://www.elmundo.es/elmundo/2005/06/09/cultura/1118336528.html].\n\nNa segunda metade do {{s\u00e9c|XX}} produziu-se uma forte renova\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica em todos os ramos da ci\u00eancia hist\u00f3ria, e multiplicaram-se os departamentos universit\u00e1rios. Alguns historiadores retornaram do ex\u00edlio, onde haviam mantido como referenciais para uma forma de fazer hist\u00f3ria n\u00e3o submetida \u00e0 censura. \u00c9 o caso de [[Manuel Tu\u00f1\u00f3n de Lara]], preocupado com a reflex\u00e3o metodol\u00f3gica ([[materialismo hist\u00f3rico]]) uma vez que mant\u00e9m uma postura militante na pol\u00edtica. \u00c9 de se destacar o trabalho realizado, tamb\u00e9m em Fran\u00e7a, pela Editorial [[Ruedo Ib\u00e9rico]], cujos livros foram distribu\u00eddos de forma semiclandestina, assim como de algumas no [[M\u00e9xico]] ([[Fondo de Cultura Econ\u00f3mica]]).\n\nH\u00e1 uma clara divis\u00e3o entre uma minoria de historiadores conservadores ([[Luis Su\u00e1rez Fern\u00e1ndez]], [[Ricardo de la Cierva]]) e uma maioria receptiva \u00e0s novas tend\u00eancias, que n\u00e3o forma uma corrente historiogr\u00e1fica unida. A esse respeito, veja-se [[Gonzalo Anes]], [[Julio Ar\u00f3stegui]], [[Miguel Artola]], [[\u00c1ngel Bahamonde]], [[Bartolom\u00e9 Clavero]], [[Manuel Espadas Burgos]], [[Manuel Fern\u00e1ndez \u00c1lvarez]] [[Emiliano Fern\u00e1ndez de Pinedo]], [[Josep Fontana]], [[Jordi Nadal]], [[Gabriel Tortella]], [[Javier Tusell]], [[Julio Valde\u00f3n]] e outros.\n\nTamb\u00e9m s\u00e3o dignas de nota as figuras destacadas em campos de estudo concretos: a de [[Francisco Tom\u00e1s y Valiente]] e [[Alfonso Garc\u00eda-Gallo]] na [[Hist\u00f3ria do Direito]], a de [[Emilio Garc\u00eda G\u00f3mez]] no [[Arabismo]], e a de [[Guillermo C\u00e9spedes del Castillo]] no [[Americanismo]], a de [[Antonio Garc\u00eda y Bellido]] e a de [[Antonio Blanco Freijeiro]] na [[Arqueologia]], as de [[Pedro Bosch Gimpera]], [[Luis Pericot]], [[Juan Maluquer]] ou [[Emiliano Aguirre]] na [[Pr\u00e9-hist\u00f3ria]] (a deste \u00faltimo vinculada ao in\u00edcio do excepcional dep\u00f3sito de [[Atapuerca]], cujo estudo \u00e9 continuado por [[Juan Luis Arsuaga]], [[Eudald Carbonell]] e [[Jos\u00e9 Mar\u00eda Berm\u00fadez de Castro]] que puseram a pr\u00e9-hist\u00f3ria espanhola no centro das aten\u00e7\u00f5es mundiais).\n\n=== Hist\u00f3ria exc\u00eantrica. A mistifica\u00e7\u00e3o. Falsear a hist\u00f3ria ===\n\n\n\n\nN\u00e3o pode deixar de referir-se o que poderia ser chamado de \"hist\u00f3ria exc\u00eantrica\", ou fora do \"[[consenso]]\" ou campo central do trabalho dos historiadores \"oficiais\". Sempre existiu literatura semelhante e poderia ser recordado um exemplo not\u00e1vel, como [[Ignacio Olag\u00fce]] e o seu livro \"''[[A Revolu\u00e7\u00e3o Isl\u00e2mica no Ocidente]]''\", que pretendeu provar a inexist\u00eancia da invas\u00e3o \u00e1rabe no {{s\u00e9c|VIII}}, e que obteve alguma repercuss\u00e3o nas d\u00e9cadas de 1960 e 1970.E, mais recentemente, incluindo reflex\u00f5es oriundas do campo da [[gen\u00e9tica das popula\u00e7\u00f5es]]: PULIDO PASTOR, Antonio. ''La Revoluci\u00f3n Isl\u00e1mica en Occidente'' ([[1 de Outubro]] de 2006), dispon\u00edvel em: [http://www.diariolatorre.es/index . Php? ID = 39 & tx_ttnews% 5Btt_news% 5D = 1134 & tx_ttnews% 5BbackPid% 5D = 14 & cHash = 1865a9f269]. O texto completo do livro de Olag\u00fce pode ser encontrado em uma Web islamista, em: [http://www.islamyal-andalus.org/nuevo/olague/indice.htm] {{Wayback|url=http://www.islamyal-andalus.org/nuevo/olague/indice.htm |date=20061206123610 }}.\n\nActualmente, o debate sobre a [[Segunda Rep\u00fablica Espanhola]], a [[Revolu\u00e7\u00e3o de Outubro de 1934]] e a [[Guerra Civil Espanhola]], que afecta inclusive quest\u00f5es como que data assumir como o in\u00edcio da mesma,MOA, Pio (2006). ''70 aniversario del comienzo de la guerra civil'', em Liberdad Digital, acess\u00edvel em: [http://revista.libertaddigital.com/articulo.php/1276218631]. est\u00e1 enchendo as prateleiras dos supermercados com uma literatura que alguns chamam de [[revisionismo hist\u00f3rico]], em paralelo com o [[negacionismo]] do [[Holocausto]].\n\nN\u00e3o \u00e9 a espanhola a \u00fanica historiografia que se defronta com a excentricidade: o caso mais chamativo dos \u00faltimos anos foi, seguramente, a da atribui\u00e7\u00e3o da descoberta da Am\u00e9rica ao almirante chin\u00eas [[Zheng He]].MENZIES, Gavin (2005). ''1421: el a\u00f1o en que China descubri\u00f3 Am\u00e9rica'' Ed. Debolsillo (originalmente publicado em ingl\u00eas em [[2002]]). O autor, oficial da Marinha e \"historiador\" autodidacta mant\u00e9m um Website oficial em: [http://www.1421.tv/], e os seus cr\u00edticos contestam-no do mesmo modo em: [http://www.kenspy.com/Menzies/] {{Wayback|url=http://www.kenspy.com/Menzies/ |date=20061117092918 }}. H\u00e1 artigos na Wikipedia em espanhol sobre a [[hip\u00f3tese de 1421]], e na em Ingl\u00eas [http://en.wikipedia.org/wiki/Gavin_Menzies] este sobre o autor.\n\nUltrapassar a fronteira da hist\u00f3ria exc\u00eantrica \u00e9 ingressar em cheio na fraude hist\u00f3rica, terreno em que h\u00e1 egr\u00e9gios precedentes: a partir da \"[[Doa\u00e7\u00e3o de Constantino]]\" (que pretendia justificar o poder temporal dos papas) ao \"[[Os Protocolos dos S\u00e1bios de Si\u00e3o]]\" (que alimentaram o [[antissemitismo]] e est\u00e3o na origem da [[Conspira\u00e7\u00e3o Judaico-Ma\u00e7\u00f3nica]]). O caso estapaf\u00fardio mais recente (sem lograr alcan\u00e7ar o sucesso dos anteriores, na medida do poss\u00edvel, em compara\u00e7\u00e3o com as tentativas fracassadas de falsifica\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria, como os [[plomos del Sacromonte]]), e o dos casos famosos (e falsos) dos \"[[Di\u00e1rios de Hitler]]\", publicados pela revista alem\u00e3 [[Stern (revista)|Stern]] em 1983, com os que um historiador t\u00e3o s\u00e9rio como [[Trevor Roper]] foi enganado ou deixou-se enganar.\n\nA utiliza\u00e7\u00e3o da historiografia para falsear a hist\u00f3ria \u00e9 t\u00e3o antiga como a pr\u00f3pria disciplina (que teria que remontar pelo menos a [[Ramess\u00e9s II]] e \u00e0 [[Batalha de Cadexe]]), mas no {{s\u00e9c|XX}} a capacidade que o Estado e os meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa (chamados de [[quarta pot\u00eancia]]) alcan\u00e7aram, permitiram aos regimes totalit\u00e1rios jogar com a capacidade de mudar a hist\u00f3ria, n\u00e3o s\u00f3 em direc\u00e7\u00e3o ao futuro, mas para o passado. A novela ''[[Nineteen Eighty-Four]]'' de [[George Orwell]] (1948) \u00e9 um testemunho de que isso era cred\u00edvel. As fotografias retocadas foram uma especialidade, n\u00e3o apenas de [[Josef Stalin|St\u00e1lin]] contra [[Leon Tr\u00f3tski|Trotsky]], mas de [[Francisco Franco|Franco]] com [[Adolf Hitler|Hitler]].As famosas fotos da entrevista Hitler-Franco em [[Hendaye]] ([[1940]]) podem ser encontradas no arquivo da [[Ag\u00eancia Efe]], divulgadas em Outubro de 2006 em: [http://www.informativos.telecinco.es/famosos/hijos/adoptados/Dn_34128.htm]. O pr\u00f3prio [[Winston Churchill]] tinha claro, mesmo dentro da democracia, que \"''a Hist\u00f3ria ser\u00e1 am\u00e1vel comigo porque tenho a inten\u00e7\u00e3o de escrev\u00ea-la''\"Artigo de [[Juan Bolea]] no \"''[[El Peri\u00f3dico de Arag\u00f3n]]''\", citando v\u00e1rias das c\u00e9lebres mistifica\u00e7\u00f5es de imagens hist\u00f3ricas. Dispon\u00edvel em: [http://www.elperiodicodearagon.com/noticias/noticia.asp?pkid=282246 {{Wayback|url=http://www.elperiodicodearagon.com/noticias/noticia.asp?pkid=282246 |date=20070926235359 }}]. Reflectir sobre se a hist\u00f3ria \u00e9 escrita pelos vencedores \u00e9 uma tarefa mais pr\u00f3pria da [[filosofia da hist\u00f3ria]].\n\nA verdade \u00e9 que, na hist\u00f3ria, tudo muda, nada \u00e9 permanente, e muito menos a sua oculta\u00e7\u00e3o, como evidenciado pelo debate sobre a escalada da malignidade, entre a esquerda e a direita, que ainda dar\u00e1 tantos livros como o de [[St\u00e9phane Courtois]] (''[[O Livro Negro do Comunismo]]'', 1997).\n\n==Historiografia em Portugal==\n\nNa historiografia em [[Portugal]] podem ser identificados tr\u00eas grandes g\u00e9neros de produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria que correspondem a per\u00edodos hist\u00f3ricos sucessivos:\n\n* o dos chamados \"[[Livro de linhagem|Livros de Linhagens]]\", produzidos entre os s\u00e9culos XII e XVI, que se constituem em registos [[genealogia|geneal\u00f3gicos]] das fam\u00edlias [[nobreza|nobres]] do reino, e em que a [[Literatura de Portugal|literatura portuguesa]] tem a primazia. Neles se alternam fatos hist\u00f3ricos com elementos da [[lenda]], e chegaram at\u00e9 n\u00f3s tr\u00eas. Deles, o primeiro, incluindo a \"Lenda de Gaia\", e o terceiro, de autoria de D. [[Pedro Afonso, conde de Barcelos]], filho bastardo de [[Dinis de Portugal|D. Dinis]], onde se inclui uma importante descri\u00e7\u00e3o da [[batalha do Salado]], encontram-se publicados por [[Alexandre Herculano]] no seu \"''[[Portugali\u00e6 Monumenta Historica]]''\";\n \n* o da produ\u00e7\u00e3o dos [[cr\u00f3nica|cronistas]], desde a \"[[Cr\u00f3nica Geral de Espanha]]\" (D. Pedro Afonso, conde de Barcelos, 1344), as cr\u00f3nicas de [[Cr\u00f3nica de el-rei D. Pedro I|D. Pedro I]], [[Cr\u00f3nica de el-rei D. Fernando|D. Fernando]] e [[Cr\u00f3nica de el-rei D. Jo\u00e3o I|D. Jo\u00e3o I]] ([[Fern\u00e3o Lopes]], {{s\u00e9c|XV}}), a [[Cr\u00f3nica da Guin\u00e9]] ([[Gomes Eanes de Zurara]], [[1453]]), a [[Cr\u00f3nica de D. Jo\u00e3o II]] ([[Rui de Pina]], 1545), as [[D\u00e9cadas da \u00c1sia]] ([[Jo\u00e3o de Barros]], a partir de 1552), a [[Hist\u00f3ria do Descobrimento e Conquista da \u00cdndia pelos Portugueses]] ([[Fern\u00e3o Lopes de Castanheda]], a partir de 1551), a [[Cr\u00f3nica do Rei D. Manuel]] ([[Dami\u00e3o de G\u00f3is]], a partir de 1566), e outros. \u00c9 com os cronistas que ganha corpo a organiza\u00e7\u00e3o sistematizada, por escrito, de um discurso que assume a evolu\u00e7\u00e3o do acontecer humano e a consci\u00eancia da relev\u00e2ncia de fatos e personalidades que possam determinar a especificidade da civiliza\u00e7\u00e3o e a necessidade do seu registo objetivo); e\n* o da constitui\u00e7\u00e3o escrita da hist\u00f3ria moderna, que se inicia no pa\u00eds durante a fase do [[Romantismo]], com [[Alexandre Herculano]], autor da Hist\u00f3ria de Portugal at\u00e9 [[Afonso III de Portugal|D. Afonso III]], na qual o autor coloca em pr\u00e1tica uma concep\u00e7\u00e3o da escrita da hist\u00f3ria sujeita a preocupa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas de rigor e a uma perspectiva da evolu\u00e7\u00e3o dos sucessos fundada na observa\u00e7\u00e3o das transforma\u00e7\u00f5es sociais e n\u00e3o na simples sucess\u00e3o das personalidades e dos acontecimentos.\n\nUma gera\u00e7\u00e3o mais tarde, [[Oliveira Martins]] (1845-1894) representa, na literatura portuguesa, a conjun\u00e7\u00e3o da inspira\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria com os objetivos hist\u00f3ricos, em obras como [[Portugal Contempor\u00e2neo]] ([[1881]]), e [[Os Filhos de D. Jo\u00e3o I]] ([[1891]]).\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Historiografia em Espanha]]\n* [[Revisionismo hist\u00f3rico]]\n\n== Bibliografia ==\n=== Na Espanha ===\n* ANDERSON, Perry. ''Los fines de la historia''. Barcelona: Anagrama, 1996. ISBN 84-339-0536-8\n* AR\u00d3STEGUI, Julio. ''La investigaci\u00f3n hist\u00f3rica: teor\u00eda y m\u00e9todo''. Barcelona: Cr\u00edtica, 2001. ISBN 84-8432-137-1\n* CANNADINE, David (ed.). ''\u00bfQu\u00e9 es la historia ahora?'' Granada: Editorial Universidad de Granada, 2005. ISBN 84-338-3332-4\n* CARR, Edward H.. ''\u00bfQu\u00e9 es la Historia?'' Barcelona: Ariel, 1961. ISBN 84-344-1001-X\n* FONTANA L\u00c1ZARO, Josep. ''La historia despu\u00e9s del fin de la historia''. Barcelona: Cr\u00edtica, 1996. ISBN 84-7423-561-8\n* GALLEGO, Jos\u00e9 Andr\u00e9s (ed.). ''Historia de la historiograf\u00eda espa\u00f1ola''. Madrid: Encuentro, 2003. ISBN 84-7490-709-8\n* MORALES MOYA, Antonio. Historia de la historiograf\u00eda espa\u00f1ola, in: ''Enciclopedia de Historia de Espa\u00f1a, vol. 7''. Madrid: Alianza Editorial, 1993. ISBN 8420652437\n* TU\u00d1\u00d3N DE LARA, Manuel. ''Por qu\u00e9 la Historia''. Barcelona: Aula Abierta Salvat, 1985. ISBN 84-345-7814-X\n\n=== Em Portugal ===\n* BOURD\u00c9, Guy; MARTIN, Herv\u00e9. ''As escolas hist\u00f3ricas''. Mem Martins (Portugal): Europa-Am\u00e9rica, 1990.\n* CARBONELL, Charles-Olivier. ''Historiografia''. Lisboa: Teorema, 1992.\n\n=== No Brasil ===\n* ARRUDA, Jos\u00e9 Jobson; TENGARRINHA, J. M.. ''Historiografia luso-brasileira contempor\u00e2nea''. Bauru (SP): EDUSC, 1999.\n* [[Jos\u00e9 d'Assun\u00e7\u00e3o Barros|BARROS, Jos\u00e9 d'Assun\u00e7\u00e3o]]. ''O Campo da Hist\u00f3ria''. Petr\u00f3polis (RJ): Editora Vozes, 2004.\n* [[Jos\u00e9 d'Assun\u00e7\u00e3o Barros|BARROS, Jos\u00e9 d'Assun\u00e7\u00e3o]]. ''Teoria da Hist\u00f3ria''. Petr\u00f3polis (RJ): Editora Vozes, 2011, 5 volumes.\n* [[Ciro Flamarion Cardoso|CARDOSO, Ciro Flamarion]]; [[Ronaldo Vainfas|VAINFAS, Ronaldo]] (org.). ''Dom\u00ednios da Hist\u00f3ria''. S\u00e3o Paulo: Campus, 1997.\n* FICO, Carlos; POLITO, Ronald. ''A hist\u00f3ria no Brasil (1980-1989): elementos para uma avalia\u00e7\u00e3o historiogr\u00e1fica (vol. 1)''. Ouro Preto (MG): UFOP, 1992.\n* [[Francisco Igl\u00e9sias|IGL\u00c9SIAS, Francisco]]. ''Historiadores do Brasil: cap\u00edtulos de historiografia brasileira''. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira; Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. 256p.\n* LAPA, Jos\u00e9 Roberto do Amaral. ''Historiografia brasileira contempor\u00e2nea: a Hist\u00f3ria em quest\u00e3o (2\u00aa ed.)''. Petr\u00f3polis: Vozes, 1981. 256p.\n* MALERBA, Jurandir. ''A Hist\u00f3ria escrita: teoria e hist\u00f3ria da historiografia''. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2006. \n* MALERBA, Jurandir. ''A Hist\u00f3ria na Am\u00e9rica Latina: ensaio de cr\u00edtica historiogr\u00e1fica''. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2009.\n* MALERBA, Jurandir; AGUIRRE ROJAS, Carlos Antonio. ''Historiografia contempor\u00e2nea em perspectiva cr\u00edtica''. Bauru (SP): EDUSC, 2007. \n* RODRIGUES, Jos\u00e9 Hon\u00f3rio. ''Teoria de Hist\u00f3ria do Brasil: introdu\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica (5\u00aa ed.)''. S\u00e3o Paulo: Companhia Editora Nacional, 1978. 502p. il.\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n{{Portal3|Teoria da hist\u00f3ria}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://historiaaberta.com.sapo.pt/lib/art001.htm Hist\u00f3ria Aberta - As grandes correntes historiogr\u00e1ficas: da Antiguidade ao {{s\u00e9c|XX}}.]\n* [http://www.culturahistorica.es Portal Historiografia e cultura hist\u00f3rica.]\n\n[[Categoria:Historiografia]]\n[[Categoria:Teoria da hist\u00f3ria]]\n[[Categoria:Eras hist\u00f3ricas]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Andres de la calleja-enrique florez-prado.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Ban Gu.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bartolomedelascasas.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bicentlogo.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cathedral and Archivo de Indias - Seville.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Clio1 - 2.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Colegio de San Ambrosio, Archivo General de la Guerra Civil Espa\u00f1ola.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:FraMauroDetailedMap.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Gaius Cornelius Tacitus.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Jules Michelet par Thomas Couture.jpg"}]},"5342291":{"pageid":5342291,"ns":0,"title":"Emmanuel Clottey","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n |nome = Emmanuel Clottey\n |nomecompleto = Emmanuel Clottey\n |imagem = Emmanuel-Clottey-with-Esperence S T.jpg\n |imagem_tamanho = 200px\n |datadenascimento = {{dnibr|30|8|1987}}\n |cidadenatal = [[Accra]]\n |paisnatal = [[Gana]]\n |altura = \n |peso = \n |p\u00e9 = \n |apelido = \n |site = \n |actualclube = \n |clubenumero = \n |posi\u00e7\u00e3o = Atacante\n |atividade = \n |patrocinadores = \n |jovemanos = \n |jovemclubes = \n |ano = \n |clubes = {{GHAb}} [[Great Olympics FC]]\n |jogos(golos) = \n |anoselecao = 2010-\n |selecaonacional = {{GHAf}}\n |partidasselecao = 9 (0)\n |pcupdate =\n |tupdate = \n |ntupdate = \n |medalhas = \n}}\n'''Emmanuel Clottey''' ([[Accra]], [[30 de agosto]] de [[1987]]) \u00e9 um futebolista profissional gan\u00eas que atua como atacante.\n\n== Carreira ==\nEmmanuel Clottey fez parte do elenco da [[Sele\u00e7\u00e3o Ganesa de Futebol]] na [[Campeonato Africano das Na\u00e7\u00f5es de 2013]].{{Citar web|url=http://www.africanews.com/2016/12/27/ghana-names-afcon-2017-team/|publicado=|t\u00edtulo=Elenco GHA'13|autor=|obra=|datahttp:/=|acessodata=20 de janeiro de 2017}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}\n\n== T\u00edtulos ==\n; Gana\n* [[Campeonato Africano das Na\u00e7\u00f5es]]: [[Campeonato Africano das Na\u00e7\u00f5es de 2015|2015]] 4\u00ba Lugar.\n\n{{Referencias}}\n\n{{Sele\u00e7\u00e3o Ganesa de Futebol de 2013}}\n{{Portal3|Futebol|Gana}}\n\n{{DEFAULTSORT:Clottey, Emmanuel}}\n[[Categoria:Naturais de Acra]]\n[[Categoria:Futebolistas do Gana]]\n[[Categoria:Futebolistas do Odense BK]]\n[[Categoria:Futebolistas do Esp\u00e9rance Sportive de Tunis]]\n[[Categoria:Futebolistas do Al-Dhafra Sport & Culture Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Asante Kotoko Sporting Club]]\n[[Categoria:Jogadores da Sele\u00e7\u00e3o Ganesa de Futebol]]\n[[Categoria:Jogadores da Copa das Na\u00e7\u00f5es Africanas de 2013]]"}]},"1812120":{"pageid":1812120,"ns":0,"title":"Tournan","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Tournan\n|regi\u00e3o = Occit\u00e2nia\n|departamento = Gers\n|\u00e1rea = 12.56\n|altitude = \n|latP = N| latG = 43| latM = 25|latS = 58\n|lonP = E| lonG = 0| lonM = 47|lonS = 06\n|popula\u00e7\u00e3o = 178\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 32451\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 32420 \n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = \n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Tournan''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Occit\u00e2nia (regi\u00e3o francesa)|Occit\u00e2nia]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Gers]]. 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Mohamed Ali Ayari
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Premiado no [[Festival Internacional de Cinema de Palm Springs]] e no Festival Internacional de Curtas-metragens de Clermont-Ferrand, foi indicado ao [[Oscar 2020]].{{citar web|url=https://www.lamontagne.fr/clermont-ferrand-63000/loisirs/decouvrez-le-palmares-de-la-41e-edition-du-festival-du-court-metrage-de-clermont-ferrand_13130762/|t\u00edtulo=R\u00e9compenses - D\u00e9couvrez le palmar\u00e8s de la 41e \u00e9dition du Festival du court m\u00e9trage de Clermont-Ferrand|\u00faltimo =France|primeiro =Centre|data=2019-02-09|website=www.lamontagne.fr|acessodata=2019-12-30}}{{citar web|url=https://www.aspentimes.com/news/2019-aspen-shortsfest-winners-announced/|t\u00edtulo=2019 Aspen Shortsfest winners announced|\u00faltimo =report|primeiro =Staff|l\u00edngua=en-US|acessodata=2019-12-30}}{{citar web|url=https://www.shortoftheweek.com/2019/10/22/nefta-football-club|t\u00edtulo=Nefta Football Club by Yves Piat {{!}} Comedy Short Film|\u00faltimo =|primeiro =|data=|website=Short of the Week|arquivourl=|arquivodata=|acessodata=2019-12-30|cita\u00e7\u00e3o=it played the opening night of the Palm Springs ShortFest}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{Esbo\u00e7o-filme}}\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{IMDb t\u00edtulo|8551848|Nefta Football Club}}\n{{Portal3|Cinema}}\n\n[[Categoria:Curtas-metragens de 2018]]\n[[Categoria:Filmes da Fran\u00e7a de 2018]]"}]},"1961862":{"pageid":1961862,"ns":0,"title":"Hermann L\u00fcdemann","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=junho de 2019}}\n'''Hermann L\u00fcdemann''' ([[5 de agosto]] de [[1880]] - [[27 de maio]] de [[1959]]) foi um pol\u00edtico [[Alemanha|alem\u00e3o]] e [[ministro-presidente]] do [[Subdivis\u00f5es da Alemanha|estado]] de [[Schleswig-Holstein]].\n\n{{m\u00ednimo}}\n\n{{DEFAULTSORT:Ludemann, Hermann}}\n[[Categoria:Ministros-presidentes de Schleswig-Holstein]]\n[[Categoria:Pol\u00edticos da Alemanha]]"}]},"5261355":{"pageid":5261355,"ns":0,"title":"\u00c1lgebra de De Morgan","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"Na [[matem\u00e1tica]], uma '''\u00c1lgebra de De Morgan '''(assim chamada em homenagem a [[Augustus De Morgan]], um matem\u00e1tico e l\u00f3gico brit\u00e2nico) \u00e9 uma estrutura ''A'' = (A, \u2228, \u2227, 0, 1, \u00ac)\u00a0\u00a0tal que:\n* (''A'', \u2228, \u2227, 0, 1) \u00e9 um reticulado distributivo limitado, e\n* \u00ac \u00e9 uma involu\u00e7\u00e3o de\u00a0De Morgan: \u00ac(''x'' \u2227 ''y'') = \u00ac''x'' \u2228 ¬''y'' e \u00ac\u00ac''x'' = ''x''. (i.e. uma [[Involu\u00e7\u00e3o (matem\u00e1tica)|involu\u00e7\u00e3o]] que\u00a0adicionalmente satisfaz as [[Teoremas de De Morgan|leis de De Morgan]]).\nEm uma \u00e1lgebra de De Morgan, as leis\n* \u00ac''x'' \u2228 ''x'' = 1 ([[lei do terceiro exclu\u00eddo]]), e\n* \u00ac''x'' \u2227 ''x'' = 0 ([[princ\u00edpio da n\u00e3o contradi\u00e7\u00e3o]])\nnem sempre se verificam. Na presen\u00e7a de leis de De Morgan,\u00a0uma lei implica na outra, e uma \u00e1lgebra que as satisfaz \u00e9 dita [[\u00e1lgebra booleana]].\n\nObserva\u00e7\u00e3o: segue-se que \u00ac(x \u2228 y) = \u00acx \u2227 \u00acy, \u00ac1 = 0 e \u00ac0 = 1 (por exemplo, \u00ac1 = \u00ac1 \u2228 0 = \u00ac1 \u2228 \u00ac\u00ac0 = \u00ac(1 \u2227 \u00ac0) = \u00ac\u00ac0 = 0). \u00c9, portanto, um duplo [[automorfismo]].\n\nSe ao inv\u00e9s disso o reticulado \u00e9 definido em termos da ordem, i.e. (A, \u2264) \u00e9 uma ordem parcial limitada com um menor\u00a0limitante superior ([[Supremo e \u00ednfimo|supremo]])\u00a0e maior limitante inferior ([[Supremo e \u00ednfimo|\u00ednfimo]])\u00a0para cada par de elementos, e as opera\u00e7\u00f5es \u2227 e\u00a0\u2228 satisfazem a lei distributiva,\u00a0ent\u00e3o a\u00a0complementa\u00e7\u00e3o pode tamb\u00e9m ser definida como um [[anti-automorfismo]] involutivo, isto \u00e9, uma estrutura ''A'' = (A, \u2264,\u00a0 ¬) tal que:\n* (A, \u2264) \u00e9 um reticulado distributivo limitado, e\n* \u00ac\u00ac''x'' = ''x'', e\n* ''x'' \u2264 ''y'' \u2192 \u00ac''y'' \u2264 \u00ac''x''.\n\u00c1lgebras de\u00a0De Morgan\u00a0foram introduzidas por [[Grigore Moisil]] em cerca de 1935,\u00a0embora sem a restri\u00e7\u00e3o de ter um 0 e um 1. Por isso, elas foram frequentemente chamadas de '''quase-\u00e1lgebras booleanas''' na escola polaca, e.g. por [[Helena Rasiowa|Rasiowa]] e tamb\u00e9m '''''i''-reticulados''' '''distributivos''' por J. A. Kalman. (''i''-reticulado sendo uma abrevia\u00e7\u00e3o\u00a0para reticulado com involu\u00e7\u00e3o.) Elas foram estudadas posteriormente na escola l\u00f3gica alg\u00e9brica argentina de [[Ant\u00f3nio Aniceto Monteiro|Antonio Monteiro]].\n\n\u00c1lgebras de De\u00a0Morgan\u00a0s\u00e3o importantes para o estudo dos aspectos matem\u00e1ticos da [[l\u00f3gica difusa]].\u00a0A \u00e1lgebra difusa\u00a0can\u00f4nica\u00a0''F'' = ([0, 1], max(''x'', ''y''), min(''x'', ''y''), 0, 1, 1 − ''x'') \u00e9 um exemplo de \u00e1lgebra de De Morgan, onde a lei do terceiro\u00a0exclu\u00eddo\u00a0e o princ\u00edpio da n\u00e3o contradi\u00e7\u00e3o\u00a0n\u00e3o valem.\n\nOutro exemplo \u00e9 a l\u00f3gica 4-valorada de Dunn, na qual\u00a0''falso'' < ''nem verdadeiro, nem falso'' < ''verdadeiro'' e ''falso'' < ''ambos-verdadeiro-e-falso'' < ''verdadeiro'', embora ''nem verdadeiro, nem falso'' e ''tanto-verdadeiro-quanto-falso'' n\u00e3o s\u00e3o compar\u00e1veis.\n\n== \u00c1lgebra de Kleene ==\nSe uma \u00e1lgebra de De Morgan adicionalmente satisfaz \u2227 \u00acx \u2264 y \u2228 \u00acy, \u00e9 dita '''\u00e1lgebra de Kleene'''. (Esse conceito n\u00e3o deve ser confundido com outra \u00e1lgebra de Kleene generalizando express\u00f5es regulares.) Essa ideia tamb\u00e9m \u00e9 chamada de '''i-reticulado normal''' por Kalman.\n\nExemplos de \u00e1lgebras de Kleene no sentido definido acima incluem: [[Grupo ordenado|grupos ordenados]]\u00a0de reticulados, P\u00f3s-\u00e1lgebras e \u00e1lgebras de Lukasiewicz.[[\u00c1lgebra booleana (estrutura)|\u00c1gebras booleana]]s tamb\u00e9m atendem a essa defini\u00e7\u00e3o da \u00e1lgebra de Kleene.\u00a0A mais simples\u00a0\u00e1lgebra de Kleene que n\u00e3o \u00e9 Booleana \u00e9\u00a0a [[l\u00f3gica de tr\u00eas valores]] de Kleene\u00a0K3. K3 , fez sua primeira apari\u00e7\u00e3o no livro\u00a0''On notation for ordinal numbers''\u00a0(1938) de Kleene.{{citar peri\u00f3dico|url=http://www.jstor.org/stable/2267778|t\u00edtulo=On Notation for Ordinal Numbers|primeiro =S. C.|\u00faltimo =Kleene|data=23 de julho de 2017|publicado=|peri\u00f3dico=The Journal of Symbolic Logic|volume=3|n\u00famero=4|p\u00e1ginas=150\u2013155|via=JSTOR|doi=10.2307/2267778}} A \u00e1lgebra foi chamada de ''\u00e1lgebra de Kleene'' por Brignole e Monteiro.Brignole, D. and Monteiro, A. [http://projecteuclid.org/download/pdf_1/euclid.pja/1195521624 Caracterisation des algebres de Nelson par des egalites], Notas de Logica Matematica, Instituto de Matematica Universidad del sur Bahia Blanca 20 (1964) A (possibly abbreviated) version of this paper appeared later in Proc. \n\n== No\u00e7\u00f5es relacionadas ==\nA \u00e1lgebra de De Morgan n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico meio plaus\u00edvel de generalizar a \u00e1lgebra booleana. Outro m\u00e9todo \u00e9 preservando \u00acx\u00a0\u2227\u00a0x = 0 (i.e. o princ\u00edpio da n\u00e3o contradi\u00e7\u00e3o) mas ignorando a lei do terceiro exclu\u00eddo e a lei da dupla nega\u00e7\u00e3o. Essa abordagem (chamada de ''semicomplementa\u00e7\u00e3o'') \u00e9 bem definida mesmo\u00a0para um [ \u2227 ] [[semirreticulado]]; se o conjunto de [[semicomplementos]] tem\u00a0um maior elemento, \u00e9\u00a0geralmente chamado de [[pseudocomplemento]]. Se o pseudocomplemento nessas condi\u00e7\u00f5es satisfaz a lei do terceiro exclu\u00eddo, ent\u00e3o a \u00e1lgebra resultante tamb\u00e9m \u00e9 Booleana. Contudo, se apenas a\u00a0lei\u00a0\u00a0\u00acx\u00a0\u2228\u00a0\u00ac\u00acx = 1 \u00e9 satisfeita,\u00a0isso resulta em uma [[\u00e1lgebra de Stone]]. Geralmente, ambas \u00e1lgebras de De Morgan e Stone s\u00e3o subclasses pr\u00f3prias de [[\u00e1lgebras de Ockham]].\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Ler mais ==\n* Birkhoff, G. review of Moisil Gr. C.. Recherches sur l\u2019alg\u00e8bre de la logique. Annales scientifiques de l\u2019Universit\u00e9 de Jassy, vol. 22 (1936), pp. 1\u2013118. in J. symb. log. 1, p. 63 (1936) {{Doi|10.2307/2268551}}\n* J. A. Kalman [http://www.ams.org/journals/tran/1958-087-02/S0002-9947-1958-0095135-X/S0002-9947-1958-0095135-X.pdf Lattices with involution], Trans. Amer. Math. Soc. 87 (1958), 485-491, {{Doi|10.1090/S0002-9947-1958-0095135-X}}\n* Cattaneo, G. & Ciucci, D. Lattices with Interior and Closure Operators and Abstract Approximation Spaces. Lecture Notes in Computer Science 67\u2013116 (2009). {{Doi|10.1007/978-3-642-03281-3_3}}\n\n[[Categoria:\u00c1lgebra]]\n[[Categoria:Teoria de reticulados]]"}]},"5609877":{"pageid":5609877,"ns":0,"title":"Campeonato Asi\u00e1tico de Atletismo de 2013 - 400 m com barreiras feminino","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Campeonato Asi\u00e1tico de Atletismo de 2013}}\nA prova dos '''[[400 metros com barreiras]] feminino''' do [[Campeonato Asi\u00e1tico de Atletismo de 2013]] foi disputada no dia [[7 de julho]] de [[2013]] no [[Shree Shiv Chhatrapati Sports Complex]] em [[Pune]], na [[\u00cdndia]]. {{citar web|URL=https://web.archive.org/web/20130717124259/http://athleticsasia.org/AAC2013/finalresults.pdf|t\u00edtulo=Resultado oficial do evento|autor=|data=7 de julho de 2013|publicado=Archive|acessodata=15 de dezembro de 2017}}\n\n== Recordes ==\nAntes desta competi\u00e7\u00e3o, os recordes mundiais e do campeonato nesta prova eram os seguintes:\n{| class=wikitable style=text-align:center\n|-\n! !! Nome !! Nacionalidade !! Tempo !! Local !! Data\n|-\n| {{WR}} ||align=left|[[Yuliya Pechonkina]] ||align=left|{{RUS}}||align=left|52s 34||{{RUSb}} [[Tula (R\u00fassia)|Tula]]||8 de agosto de 2003\n|-\n| {{CR}} ||align=left|[[Huang Xiaoxiao]]||align=left|{{CHN}}||align=left|55s 63||{{KORb}} [[Incheon]]||2005\n|-\n| {{AS}} ||align=left|[[Han Qing]] ||align=left|{{CHN}}||align=left|53s 96||{{CHNb}} [[Pequim]]||26 de setembro de 1993\n|}\n\n== Medalhistas ==\n{{Medalhistas\n|tipo = Mundial\n|ouro_atleta = [[Satomi Kubokura]]\n|ouro_pais = JPN\n|prata_atleta = [[Manami Kira]]\n|prata_pais = JPN\n|bronze_atleta = [[Jo Eun-ju]]\n|bronze_pais = KOR\n|sem_secao = 0\n}}\n\n== Cronograma ==\nTodos os hor\u00e1rios s\u00e3o locais ([[UTC+5:30]]).{{citar web|URL=https://web.archive.org/web/20130903071607/http://indianathletics.in:80/news/20th%20LatestAsian%20Competition%20Schedule%20%208.6.13.doc.pdf|t\u00edtulo=Agenda do evento|autor=|data=3 de julho de 2013|publicado=Archive|acessodata=15 de dezembro de 2017}}\n\n{| class=\"wikitable\"\n! Data\n! Hora\n! Evento\n|-style=background:lemonchiffon\n|7 de julho|| '''16:10''' || '''[[#Final|Final]]'''\n|}\n\n== Final ==\nA final da prova ocorreu dia [[7 de julho]] \u00e0s 16:10.\n\n{| class=\"wikitable sortable\" style=\"text-align:center\"\n|-\n! Posi\u00e7\u00e3o !! Atleta !! Nacionalidade !! Tempo !! Notas\n|-\n| {{Gold01}} || align=left| [[Satomi Kubokura]] ||align=left| {{JPN}} || 56.82 ||\n|-\n| {{Silver02}} || align=left| [[Manami Kira]] ||align=left| {{JPN}} || 57.78 ||\n|-\n| {{Bronze03}} || align=left| [[Jo Eun-ju]] ||align=left| {{KOR}} || 58.21 ||\n|-\n| 4 || align=left| [[Christine Sonali Merrill]] ||align=left| {{SRI}} || 59.72 ||\n|-\n| 5 || align=left| [[Nguyen Thi Huyen]] ||align=left| {{VIE}} || {{sort|61.68|1:01.68}} ||\n|-\n| 6 || align=left| [[Elavarasi Rajan]] ||align=left| {{IND}} || {{sort|64.12|1:04.12}} ||\n|-\n| {{hs|7}} || align=left| [[Tatyana Azarova]] ||align=left| {{KAZ}} || '''DNS''' ||\n|-\n| {{hs|7}} || align=left| [[Raghavan Anu]] ||align=left| {{IND}} || '''DNS''' ||\n|}\n\n{{Legenda Recordes|Campeonato=sim}}\n{{Refer\u00eancias}}\n[[Categoria:Campeonato Asi\u00e1tico de Atletismo de 2013]]"}]},"5143524":{"pageid":5143524,"ns":0,"title":"Escola superior de com\u00e9rcio de Rennes","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Universidade de Portugal\n |lema = \n |sigla = ESC Rennes\n |nome = Escola superior de com\u00e9rcio de Rennes\n |fundacao = 1990\n |tipo = \n |orcamento = 31 milh\u00f5es de euros\n |propina = \n |n_funcionarios = \n |n_professores = 86\n |n_estudantes = 4448http://www.lejournaldesentreprises.com/editions/35/actualite/collectivites/esc-rennes-le-cap-des-4-000-etudiants-depasse-02-10-2015-268713.php/ [archive]\n |estud_graduacao = \n |estud_posgraduacao = \n |reitor = Olivier Aptel\n |vice_reit = \n |cidade = [[Rennes]]\n |site = https://www.esc-rennes.fr/\n |foto = \n }}\n\n'''Escola superior de com\u00e9rcio de Rennes''' (Rennes School of Business) \u00e9 uma [[grande \u00e9cole]] francesa de gest\u00e3o, fundada em 1990.\n\nA escola est\u00e1 situada no bairro Beauregard na cidade de [[Rennes]], frente \u00e0 C\u00e2mara de com\u00e9rcio e ind\u00fastria de Rennes, na Bretanha. A Escola superior de com\u00e9rcio de Rennes tem o estado de associa\u00e7\u00e3o dada pela Lei 1901.\n\nEm Dezembro de 2014, tornou-se na 11\u00b0 escola francesa a obter a tripla acredita\u00e7\u00e3o EQUIS, [[AACSB]] y AMBA.\n\n==Hist\u00f3ria==\n\nO Grupo ESC Rennes foi criado como [[institui\u00e7\u00e3o de ensino superior]] em 1990. \u00c9 membro da [[Conf\u00e9rence des grandes \u00e9coles|Conf\u00e9rence des Grandes \u00c9coles]] desde 1998. Escola superior de com\u00e9rcio de Rennes ampliou-se com a abertura do Campus 2 em 2010 e do Campus 3 em 2014. Em 2013, a Escola Superior de Log\u00edstica Industrial (ESLI) re\u00fane-se ao Groupo ESC Rennes e os seus Cursos de [[log\u00edstica]] fazem parte da escola\u00ab L\u2019ESC Rennes School of Business et l\u2019Ecole de logistique, partenaires pour la formation et la recherche \u00bb [archive], dans Rennes-Atalante, le 15 d\u00e9cembre 2011, consult\u00e9 sur www.rennes-atalante.fr le 18 septembre 2014.\n\nA Escola superior de com\u00e9rcio de Rennes trabalha em colabora\u00e7\u00e3o com empresas\u00abUn partenariat renforc\u00e9 entre le Groupe Lactalis et Rennes School of Business \u00bb [archive], dans Rennes Actualit\u00e9s, le 21 d\u00e9cembre 2015, consult\u00e9 surhttp://www.ue35.fr/presse-entreprises/esc-rennes/ le 05 f\u00e9vrier 2015 e disp\u00f5e hoje dum Centro de carreiras e de tr\u00eas centros de pesquisa: o CER (Centro para a empresa respons\u00e1vel, o C-TIM (Centro de Tecnologia e de gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o), o R-SCOM (Gest\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es e cadeia de abastecimento).\n\nA escola \u00e9 reconhecida pela sua internacionaliza\u00e7\u00e3o: 85% dos professores e 50% dos estudantes s\u00e3o internacionais. 33 % dos graduados trabalham no estrangeiro e a maioria dos cursos da escola s\u00e3o em ingl\u00eas.\n\n==Organiza\u00e7\u00e3o==\n\n===Ranking===\n\nESC Rennes foi a 23\u00b0 classificadano ranking 2014 do [[Financial Times]] dos melhores Mestrados em Gest\u00e3o[1] [archive], Masters in Management 2014 Ranking, le 18 septembre 2014, consult\u00e9 sur www.lemonde.fr le 06 novembre 2015.\n\nA escola foi 10\u00b0 com [[SKEMA Business School]] e KEDGE Business School no ranking [[l\u2019\u00c9tudiant]] em novembro 2015[2] [archive], dans L'Etudiant, le 4 novembre 2015, consult\u00e9 sur www.letudiant.fr le 06 novembre 2015. No Palmar\u00e8s des [[Grande \u00e9cole|Grandes \u00c9coles]] de com\u00e9rcio de l\u2019\u00c9tudiant 2016, foi 1\u00b0 na categoria \"Abertura internacional\". \n\n===Acredita\u00e7\u00f5es===\n\nEscola superior de com\u00e9rcio de Rennes \u00e9 membro da Conferencia das Grandes Escolas. Foi acreditada pelo AACSB em 2012 e pelo AMBA em 2013. Em Dezembro 2014, tornou-se na 11\u00b0 escola francesa com a triple acredita\u00e7\u00e3o EQUIS, [[AACSB]] et AMBA.\n\n==Programas==\n\nO Programa Grande \u00c9cole (PGE) divide-se em dos per\u00edodos: os tr\u00eas primeiros semestres est\u00e3o dedicados \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o dos fundamentos da Gest\u00e3o, enquanto os tr\u00eas \u00faltimos semestres est\u00e3o dedicados \u00e0 especializa\u00e7\u00e3o. \n* International Bachelor Programme in Management (IBPM), \n* Bachelor ESLI Supply Chain Management & Logistique \n* Master of Arts in International Business (MAIB)\n* 14 programas de Masters of Science (MSc) : \nMSc in International Accounting, Management Control & Auditing ; MSc in International Finance ; MSc in International Marketing ; MSc in International Luxury & Brand Management ; MSc in Digital Marketing & Communication ; MSc in Supply Chain Management ; MSc in Global Business Management ; MSc in International Business Negotiation ; MSc in International Human Resource Management ; MSc in Sports, Leisure & Tourism Management ; MSc in Sustainable Management & Eco-innovation ; MSc in Innovation & Entrepreneurship ; MSc in Creative Project Management, Culture & Design ; MSc in International Management.\n* PhD (em colabora\u00e7\u00e3o com [[University College Dublin]] e [[University of Amsterdam]] (dual-degree PhD)\n* D.B.A. (em colabora\u00e7\u00e3o com a Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas - FGV)\n* Programas de forma\u00e7\u00e3o continua: un Executive MBA, um certificado \u00ab Responsable logistique \u00bb, forma\u00e7\u00f5es cortas \u2026\n\n==Vida estudiantil==\n\n===N\u00famero de estudantes===\n\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n!2001!!2007!!2010!!2011!!2014!!2015\n|-\n| 800 || 1200 || 2341 || 2802 || 3851\u00ab \u00c9tudes sup\u00e9rieures \u00e0 Rennes. Combien sont-ils dans les grandes \u00e9coles ? \u00bb [archive], dans Ouest-France, le 18 septembre 2014, consult\u00e9 sur www.ouest-france.fr le 18 septembre 2014 || 4048\n|}\n\n===As associa\u00e7\u00f5es===\n\n25 associa\u00e7\u00f5es GRP (Global/Responsible/Pioneer) de estudantes.\n\n\n==Refer\u00eancias==\n\n[[Categoria:Escolas de neg\u00f3cios da Fran\u00e7a]]"}]},"1360131":{"pageid":1360131,"ns":0,"title":"Fraser (Michigan)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos EUA|\n|nome = Fraser\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|estado = Michigan\n|condado = [[Condado de Macomb]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 15104\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 10.8\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n|latG = 42\n|latM = 32\n|latS = 11\n|latP = N\n|lonG = 82\n|lonM = 57\n|lonS = 1\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 30420\n|tipo = cidade\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Fraser''' \u00e9 uma [[cidade]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|americano]] de [[Michigan]], no [[Condado de Macomb]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de [[2000]], a sua [[popula\u00e7\u00e3o]] era de 15 297 [[habitante]]s.{{Citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-11 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\nEm [[2006]], foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 15 104,[http://www.census.gov/popest/datasets.html U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006)] um decr\u00e9scimo de 193 (-1.3%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o [[United States Census Bureau]] tem uma [[\u00e1rea]] de 10,8 km\u00b2, dos quais 10,8 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[raio]] de 8 km ao redor de Fraser.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Fraser]]'''Fraser'''}}\n{{Image label|x=0.747|y=0.806|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 63096 habitantes (2000)]][[St. Clair Shores (Michigan)|St. Clair Shores]] (7 km)}}\n{{Image label|x=0.654|y=0.227|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 95648 habitantes (2000)]][[Clinton (Michigan)|Clinton]] (6 km)}}\n{{Image label|x=0.518|y=0.941|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 34077 habitantes (2000)]][[Eastpointe (Michigan)|Eastpointe]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.555|y=0.708|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 48129 habitantes (2000)]][[Roseville (Michigan)|Roseville]] (4 km)}}\n{{Image label|x=0.141|y=0.229|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 124471 habitantes (2000)]][[Sterling Heights (Michigan)|Sterling Heights]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.160|y=0.778|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 138247 habitantes (2000)]][[Warren (Michigan)|Warren]] (8 km)}}\n

\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Fraser|Michigan}}\n\n[[Categoria:Cidades de Michigan]]"}]}}}}