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Casamentos diferentes: que tal uma cerimônia fora do comum?

É só pensar em uma cerimônia de casamento para imaginar a noiva caminhando por um longo corredor até chegar ao altar ao som da marcha nupcial. Bem, esse modelo clássico e já tradicional vem aos poucos perdendo espaço para formatos de casamentos diferentes.

Entre eles, o circular dispõe os assentos aos redor do altar e pretende aproximar mais os convidados. Além disso, permite que todos vejam as reações do casal e passa uma sensação de abraço aos noivos. Mas alguns outros arranjos também são possíveis, como o formato arena e o quadrado, que falaremos mais abaixo.

Você quer uma celebração única e do seu jeito? Então, continue lendo esse artigo e escolha o formato ideal para você!

 

Formato circular

Esse tipo de cerimônia é indicado principalmente para os mini weddings, onde a quantidade de pessoas é menor. O formato circular deve ser evitado para os grandes eventos, porque tende a dificultar a visão de quem estiver distante.

Casamentos Diferentes

Embora a maioria das cerimônias circulares sejam em locais a céu aberto, este casamento realizado no Átrio da nossa Casa prova que também é possível fazer essa disposição em ambientes fechados. E o resultado é tão satisfatório quanto os que são realizados no campo, por exemplo.

Aqui, os assentos foram distribuídos em círculo divididos em quatro partes para facilitar a movimentação dos convidados pelo ambiente. No centro, o altar foi emoldurado pelo arco duplo de folhagens e flores brancas para receber os noivos como em um abraço. Para lá de inspirador,  não é mesmo?

 

Formato arena

Casamentos Diferentes

No casamento dos noivos Luana e Dino, o formato do altar em octógono remetia a uma arena. Com isso, todos os convidados puderam acompanhar de perto as reações dos noivos e do cerimonialista durante a cerimônia.

A disposição dos assentos acompanhou as laterais do altar e o corredor por onde entrou a noiva, em um caminho florido por rosas brancas e margaridas. Esse casamento diferente acabou ganhando toques clássicos com os seis lustres de cristal que iluminaram o ambiente.

 

Formato quadrado

Casamentos Diferentes

Casamentos Diferentes

Quando falamos em casamentos diferentes, o formato circular, embora seja o mais comum, nem sempre é levado tão à risca assim.

Outras disposições, como o quadrado, também entram nessa listagem. Nessas cerimônias realizadas em nossa Casa, o altar quadrado elevado recebeu assentos em três de seus lados e, no outro, deu espaço ao corredor, por onde a noiva entrou. Ou seja, uma decoração que uniu tradição ao moderno.

Casamentos Diferentes

Já a cerimônia dos noivos Mariana e André também teve o altar quadrado, mas a disposição seguiu um arranjo diferente. Nas laterais, diversos pufes acolchoados formaram duas fileiras. Uma encostada na parede e outra mais ao centro, próxima aos noivos – ótimo para convidados mais próximos, como os pais e padrinhos, por exemplo. Já no lado oposto do corredor por onde entrou a noiva ficou a orquestra, pronta para emocionar os convidados e encantar a todos. Um casamento com muita originalidade e romantismo!

 

Outros formatos para casamentos diferentes

Para quem busca um casamento diferente, outros formatos também são possíveis. No espiral, o cortejo passa por todos, em um modelo bem intimista. Recomendamos para até 50 pessoas, porque uma espiral muito longa pode deixar os convidados afastados.

O Semicírculo ou Dois Círculos segue a mesma proposta do formato circular. Alguns arranjos podem apontar feito seta para o altar. Mas essas são apenas algumas sugestões de tudo o que é possível criar no seu grande dia! Porque o que importa mesmo, no final de tudo, é celebrar o amor em uma cerimônia linda, certo?

Ps.: todas as fotos desse post são de cerimônias realizadas aqui na nossa Casa! Conheça mais sobre os nossos espaços aqui.




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Br\u00e1s Cardoso casou com Francisca da Costa natural de [[S\u00e3o Paulo (cidade)|S\u00e3o Paulo]] no ano de 1580.\n\n==Hist\u00f3ria==\nGaspar Vaz deu o in\u00edcio ao povoado, que foi elevado \u00e0 categoria de vila em [[17 de agosto]] de [[1611]], com o nome de \"Vila de Sant'Ana de Moji-Mirim\", antes chamada de Sant'Ana das Cruzes de (M'Boigi) ou Boigi Mirim\n\nSeu filho Gaspar Vaz Cardoso, obteve uma sesmaria e fundou o aldeamento da Escada, para onde foram levados \u00edndios j\u00e1 catequizados onde hoje e o munic\u00edpio de [[Guararema]]\n\nO Convento do Carmo com licen\u00e7a para a funda\u00e7\u00e3o em 3 de mar\u00e7o de 1629 pelo capit\u00e3o-geral Diogo Lu\u00eds de Oliveira em nome de sua Majestade. 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Trabalhou com arquitetura no final de sua vida. \n\n==Ver Tamb\u00e9m==\n* [[Hist\u00f3ria da pintura]]\n* [[Pintura da Renascen\u00e7a Italiana]]\n\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n\n{{commonscat}}\n\n{{Authority control}}\n\n{{DEFAULTSORT:Primaticcio, Francesco}}\n[[Categoria:Pintores da It\u00e1lia do s\u00e9culo XVI]]\n[[Categoria:Pintores do maneirismo]]"}]},"2369636":{"pageid":2369636,"ns":0,"title":"Pruflas","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[File:Pruflas.jpg|220px|thumb|Ilustra\u00e7\u00e3o de Pruflas do ''[[Dictionnaire Infernal]]'' (edi\u00e7\u00e3o de 1863), correspondente \u00e0 imagem de [[Purson]] no ''[[Ars Goetia]]'' de [[Samuel Liddell MacGregor Mathers|Mathers]].]]\n\nNa [[demonologia]], inclusive na ''[[Pseudomonarchia Daemonum]]'' de [[Johann Weyer]], '''Pruflas''' (tamb\u00e9m grafado/conhecido como '''Bufas''') \u00e9 o Grande Pr\u00edncipe e Duque do [[Inferno]], que tem vinte e seis legi\u00f5es de [[dem\u00f4nios]] sob seu comando. 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Como a maior parte das igrejas crist\u00e3s dos dois pa\u00edses, a igreja est\u00e1 presente em toda a [[Ilha da Irlanda]].{{citar web|url=http://www.cso.ie/en/census/census2011reports/census2011profile7religionethnicityandirishtravellers-ethnicandculturalbackgroundinireland/|t\u00edtulo=Censo 2011: Rep\u00fablica da Irlanda|acessodata=11 Ago. 2015}}\n== Hist\u00f3ria == \nO [[Presbiterianismo]] chegou a [[Ilha da Irlanda|Irlanda]] durante o per\u00edodo da Planta\u00e7\u00e3o de [[Ulster]] em 1610. No reinado de [[Jaime VI da Esc\u00f3cia e I de Inglaterra|Jaime I da Inglaterra]] um grande n\u00famero de presbiterianos escoceses migraram para a [[Irlanda]], isso foi fruto de uma projeto de coloniza\u00e7\u00e3o da Irlanda pelo [[Reino Unido]], por\u00e9m, os cat\u00f3licos que se encontravam na [[Ilha da Irlanda]] temiam tal coloniza\u00e7\u00e3o, de forma que organizaram movimentos separatistas e massacres de presbiterianos escoceses.{{citar web|url=http://www.mackenzie.br/7018.html|t\u00edtulo=Mackenzie: Presbiterianismo na Irlanda|acessodata=11 Ago. 2015}}\n\nO primeiro afastamento da [[Igreja da Esc\u00f3cia]], da qual os presbiterianos na Irlanda faziam parte, ocasionou a cria\u00e7\u00e3o do Presbit\u00e9rio do Ulster em 1642 por capel\u00e3es de um ex\u00e9rcito escoc\u00eas que chegou ao pa\u00eds para conter a revolta de irlandeses cat\u00f3licos, contudo, em 1941 um grande n\u00famero de cat\u00f3licos escoceses organizaram uma levante que resultou na morte de muitos presbiterianos escoceses . Com o apoio de [[Oliver Cromwell]] o n\u00famero de congrega\u00e7\u00f5es e presbit\u00e9rios multiplicaram-se rapidamente. Ap\u00f3s a Restaura\u00e7\u00e3o do controle da Irlanda, os ministros n\u00e3o-conformistas foram removidos das par\u00f3quias da [[Estado confessional|Igreja Estabelecida]], visto que a administra\u00e7\u00e3o irlandesa n\u00e3o conseguiria manter financeiramente os ministros. Os presbiterianos sofreram muitas restri\u00e7\u00f5es religiosas, mas foram autorizados a permanecer na [[Irlanda]] com os sal\u00e1rios dos ministros pagos atrav\u00e9s ''dodonum regium'' - literalmente 'presente do rei'.{{citar web|url=http://portuguese.thirdmill.org/files/portuguese/78955~11_1_01_10-21-18_AM~Origens_Externas_do_Presbiterianismo.html|t\u00edtulo=Origens Externas do Presbiterianismo|acessodata=11 Ago. 2015}}\n\n[[Guilherme III de Inglaterra]] recompensou o apoio presbiteriano contra [[Jaime II de Inglaterra]], com um aumento do ''donum regium'' . A partir dos anos de 1690, as congrega\u00e7\u00f5es presbiterianas, agora organizados no S\u00ednodo de Ulster , gozavam de liberdade pr\u00e1tica da religi\u00e3o, confirmado pela Lei de Toler\u00e2ncia de 1719 . No entanto, os seus membros mantiveram-se muito conscientes tanto da continuidade das defici\u00eancias legais sob as leis penais sobre o tema, quanto dificuldades econ\u00f4micas, visto que muitos eram agricultores arrendat\u00e1rios e se opuseram ao pagamento de d\u00edzimos para apoiar a [[Igreja da Irlanda]] . Ao longo do s\u00e9culo XVIII, muitos presbiterianos estavam envolvidos em movimentos para a reforma, o que culminou com a sua participa\u00e7\u00e3o de destaque na [[Sociedade dos Irlandeses Unidos]] .SJ Connolly ed,. ''O companheiro de Oxford \u00e0 hist\u00f3ria irlandesa'' (OUP, 1998), ver tamb\u00e9m RFG Holmes ''Nossa Irish Presbyterian Heritage'' (Belfast, 1985) e P. Brooke, ''Presbiterianismo em Ulster: a perspectiva hist\u00f3rica'' (Dublin, 1987) Outros presbiterianos migraram para a [[Am\u00e9rica do Norte]], estimativas indicam que cerca de 250.000 pessoas foram para a regi\u00e3o dos atuais [[Estados Unidos da Am\u00e9rica]].{{citar web|url=http://www.semeandovida.org/2009/07/historia-da-igreja-o-cristianismo-na_31.html|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria da Igreja: 1648-1800|acessodata=11 Ago. 2015}}\n\nNo s\u00e9culo XVIII existiram tens\u00f5es significativas dentro do S\u00ednodo dos Ulster, que ficou dividido entre os representantes que foi chamado de \"Velhas Luzes\" e \"Novas Luzes\". Os defensores das Velhas Luzes eram [[Calvinismo|calvinistas]] conservadores que acreditavam que ministros e ordenados deveriam subscrever a [[Confiss\u00e3o de F\u00e9 de Westminster]] . J\u00e1 o partido das Novas Luzes eram mais liberais e estavam descontentes com a Confiss\u00e3o de Westminster e n\u00e3o exigiam que os ministros subscrevem-na. As Novas Luzes prevaleceram no S\u00ednodo dos Ulster durante o s\u00e9culo XVIII, fazendo com que os presbiterianos escoceses mais conservadores formassem grupos que ficaram conhecidos como Discidentes e [[Covenanters]]. Foi ent\u00e3o formado o S\u00ednodo da Secess\u00e3o que s\u00f3 voltou a unir-se com o S\u00ednodo de Ulter em 1840.Ian McBride, ''Pol\u00edtica Escritura: Ulster presbiterianos e irland\u00eas radicalismo no final do s\u00e9culo XVIII'' , (Oxford, 1998){{citar web|url=http://mb-soft.com/believe/ttcm/presbyte.htm|t\u00edtulo=Presbiterianismo no Mundo|acessodata=11 Ago. 2015}}\n\nNo s\u00e9culo XIX, uma cren\u00e7a de que alguns daqueles que n\u00e3o subscreviam a [[Confiss\u00e3o de Westminster]] eram de fato [[Arianismo|arianos]] provocou uma nova fase no conflito interno da igreja.IR McBride, \"Quando Ulster Registrado Irlanda\": Anti-papado , Presbiterianos radicalismo e republicanismo irland\u00eas na d\u00e9cada de 1790 \", Past and Present 157 (1997), pp.70-1 Isso acabou quando dezessete ministros contr\u00e1rio a subscri\u00e7\u00e3o separam-se com suas congrega\u00e7\u00f5es para formar o S\u00ednodo Remonstrante, que mais tarde deu origem a [[Igreja Presbiteriana N\u00e3o-Subescrevente da Irlanda]] . Isto levou \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o da subscri\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria da Confiss\u00e3o de Westminster dentro do S\u00ednodo de Ulster e facilitou a uni\u00e3o com os dissidentes em 1840 para criar a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana na Irlanda. A igreja unida era ativo na atividade mission\u00e1ria tanto no \u00e2mbito nacional como no estrangeiro, resultado disto foi o Avivamento de Ulster de 1859.DW Miller, 'Did Ulster presbiterianos t\u00eam uma revolu\u00e7\u00e3o devocional? em J. H Murphy (ed.), evang\u00e9licos e cat\u00f3licos na Irlanda do s\u00e9culo XIX (Dublin, 2005) pp52-4.\n== A Igreja Hoje == \nA denomina\u00e7\u00e3o tem 545 congrega\u00e7\u00f5es em 19 presbit\u00e9rios em toda a Irlanda . Tem atualmente cerca de 240.000 membros.{{citar web|url=https://www.presbyterianireland.org/About-Us|t\u00edtulo=Igreja Presbiteriana na Irlanda: Descri\u00e7\u00e3o|acessodata=11 Ago. 2015|arquivourl=https://web.archive.org/web/20130228113758/http://www.presbyterianireland.org/About-Us|arquivodata=2013-02-28|urlmorta=yes}}\nA sede da igreja est\u00e1 em Fisherwick Place, Belfast, em um edif\u00edcio que fora extensivamente renovado como parte de um projeto multimilion\u00e1rio entre 2010-2012. Duas faculdades teol\u00f3gicas formada no s\u00e9culo XIX que pertenciam a igreja, Col\u00e9gio Magee (Derry) e Faculdade de Assembly (Belfast), se fundiram em 1978 para formar Col\u00e9gio Teol\u00f3gico Uni\u00e3o em Belfast. O Col\u00e9gio oferece educa\u00e7\u00e3o de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o para os candidatos da denomina\u00e7\u00e3o para o minist\u00e9rio em tempo integral .\nAt\u00e9 2007, a igreja foi ligado a uma [[cooperativa de cr\u00e9dito]] chamada ''Sociedade Presbiteriana Mutua'', que foi respons\u00e1vel pela fal\u00eancia economia de quase 10.000 membros, os quais quase todos os quais tamb\u00e9m eram membros da igreja.{{citar web|url=http://www.newsletter.co.uk/news/regional/church-s-pms-report-submitted-to-working-group-1-1890816|t\u00edtulo=News Letter: A Igreja Presbiteriana apresentou um relat\u00f3rio \u00e0 Sociedade Presbiteriana Mutual Work-ING Group do Governo|acessodata=11 Ago. 2015}}\nA IPI est\u00e1 envolvido na educa\u00e7\u00e3o, evangelismo, servi\u00e7o social e miss\u00e3o em uma s\u00e9rie de \u00e1reas em todo o mundo. Atulmente trabalha na [[\u00cdndia]], [[China]], [[Oriente M\u00e9dio]], [[Jamaica]], [[Indon\u00e9sia]], [[Nepal]] e [[Brasil]].\n== Rela\u00e7\u00f5es inter-eclesi\u00e1sticas == \nA Igreja Presbiteriana na Irlanda, \u00e9 um dos membros fundadores da [[Alian\u00e7a Mundial de Igrejas Reformadas]] e \u00e9 atualmente membro da [[Comunh\u00e3o Mundial das Igrejas Reformadas]],{{citar web|url=http://wcrc.ch/members#europe|t\u00edtulo=Comunh\u00e3o Mundial das Igrejas: Igrejas Membro na Europa|acessodata=11 Ago. 2015}} [[Conselho Irland\u00eas de Igrejas]],{{citar web|url=http://www.irishchurches.org/members/presbyterian-church|t\u00edtulo=Conselho Irland\u00eas de Igrejas: Igreja Presbiteriana na Irlanda|acessodata=11 Ago. 2015}} [[Confer\u00eancias das Igrejas Europeias]],{{citar web|url=http://www.ceceurope.org/index.php?id=871|t\u00edtulo=Confer\u00eancia das Igrejas Europeias: Membros|acessodata=11 Ago. 2015}} e da [[Comunidade de Igrejas Protestantes na Europa]].{{citar web|url=http://www.leuenberg.eu/signatory-churches?page=3|t\u00edtulo=Comunidade de Igrejas Protestantes na Europa: Membros|acessodata=11 Ago. 2015}} Embora seja membro fundador em 1980 a igreja se retirou do [[Conc\u00edlio Mundial das Igrejas]] e em 1989 a igreja se recusou a participar do Conselho Brit\u00e2nico de Igrejas.{{citar web|url=https://www.presbyterianireland.org/about-us/relationship-with-others/membership-of-other-bodies|t\u00edtulo=Igreja Presbiteriana na Irlanda: Hist\u00f3ria|acessodata=11 Ago. 2015}}\nA igreja tem parcerias especiais com a [[Igreja Presbiteriana do Brasil]] e [[Igreja Presbiteriana Independente do Brasil]] para a planta\u00e7\u00e3o de igrejas no [[Brasil]].{{citar web|url=https://www.presbyterianireland.org/Mission/Places/Country/Brazil?CountryID=6|t\u00edtulo=Igreja Presbiteriana na Irlanda: Igrejas Parceiras|acessodata=11 Ago. 2015}}\n== Doutrina == \nA igreja subscreve a [[Confiss\u00e3o de F\u00e9 de Westminster]], [[Credo dos Ap\u00f3stolos]] e [[Credo de Niceia]]. Desde 1973 a igreja admite a Ordena\u00e7\u00e3o Feminina.{{citar web|url=http://www.reformiert-online.net/adressen/detail.php?id=1474&lg=eng|t\u00edtulo=Reformed Online: Igreja Presbiteriana na Irlanda|acessodata=11 Ago. 2015}}{{citar web|url=http://www.cprf.co.uk/languages/portuguese_womenchurchofficepci.htm#.VcpF-vn4_IU|t\u00edtulo=Covenant: Mulheres no Of\u00edcio da Igreja Presbiteriana na Irlanda|acessodata=11 Ago. 2015}}\n== Ler tamb\u00e9m == \n*Finlay Holmes: ''A Igreja Presbiteriana na Irlanda:. Uma Hist\u00f3ria Popular'' (Blackrock, Co. Dublin: The Columba Press, 2000) ISBN 1-85607-284-3\n*Laurence Kirkpatrick: ''Presbiterianos em Portugal:. Uma Hist\u00f3ria Ilustrada'' (Holywood, Co. Down: BookLink, 2006) ISBN 0-9554097-1-3\n*Ian McBride:''Pol\u00edtica Escritura: Ulster presbiterianos e irland\u00eas radicalismo no final do s\u00e9culo XVIII '', (Oxford: Calrendon Press, 1998) ISBN 0-19-820642-9\n*Bruce Gaston: ''Uma Hist\u00f3ria Resumida Da Irlanda'' (Corpory Bruce Gaston, 2012)\n== Refer\u00eancias == \n[[Categoria:Religi\u00e3o na Irlanda]]\n[[Categoria:Denomina\u00e7\u00f5es presbiterianas na Irlanda]]"}]},"3675866":{"pageid":3675866,"ns":0,"title":"Rafael de Nogales M\u00e9ndez","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|t\u00edtulo-estilo = background-color:#E6E6FA;\n|t\u00f3pico-estilo = background-color:#E6E6FA\n|nome = Rafael M\u00e9ndez\n|imagem = Rafael de Nogales Mendez.png\n|desc = Rafael de Nogales Mend\u00e9z em um uniforme militar [[Imp\u00e9rio Otomano|otomano]] da [[Primeira Guerra Mundial]].\n|nasceu = {{dni|14|10|1879|sem idade}}\n|faleceu = {{morte|10|7|1936|14|10|1879|idade}}\n|localnasc = [[San Crist\u00f3bal (Venezuela)|San Crist\u00f3bal]]\n|localfaleceu = [[Cidade do Panam\u00e1]]\n|pa\u00eds = {{VEN}}\n|batalhas = [[Guerra Hispano-Americana]] em (1902)
Revolu\u00e7\u00e3o Libertadora da Venezuela
Guerra Russo-Japonesa (1904)\n}}\n\n'''Rafael Inchauspe M\u00e9ndez''', conhecido como '''Rafael de Nogales M\u00e9ndez''' ([[San Crist\u00f3bal (Venezuela)|San Crist\u00f3bal]], [[14 de outubro]] de 1879 \u2013 [[Cidade do Panam\u00e1]], [[10 de julho]] de [[1936]]) foi um escritor e militar [[venezuela]]no.\nQuando jovem, seu pai o enviou para estudar na [[Europa]], frequentou universidades na [[Alemanha]], [[B\u00e9lgica]] e [[Espanha]], lugares onde aprendeu v\u00e1rias l\u00ednguas fluentemente. Apesar dessa educa\u00e7\u00e3o, Nogales sentiu-se atra\u00eddo pela profiss\u00e3o militar e come\u00e7ou a viajar para onde havia not\u00edcia de guerras. Participou de v\u00e1rios conflitos na \u00faltima parte do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do XX: lutou pela Espanha contra os americanos na [[Guerra Hispano-Americana]]; em 1902 na Revolu\u00e7\u00e3o Libertadora da Venezuela; em 1904 na Guerra Russo-Japonesa. Voltou para a Venezuela em 1908, ap\u00f3s o golpe militar de [[Juan Vicente G\u00f3mez]], que derrubou seu inimigo [[Cipriano Castro]]. Mesmo assim, voltou para o ex\u00edlio depois de fazer-se inimigo do novo presidente.\n\n==Primeira Guerra Mundial==\n\nQuando a [[Primeira Guerra Mundial]] come\u00e7ou, depois de tentar sem \u00eaxito alistar-se em diversos ex\u00e9rcitos europeus, Nogales se alistou no ex\u00e9rcito Otomano e foi designado para a Frente do C\u00e1ucaso, onde alcan\u00e7ou o posto de [[Bey]]. Liderou parte das tropas durante o cerco de Van, mas pediu para ser removido, por compaix\u00e3o com os insurgentes.Mann, Michael; \" The Dark Side of Democracy: Explaining Ethnic Cleansing \"; p. 154; [[Cambridge University Press]]; (2005); url = http://www.cambridge.org/9780521831307.\n\nMais tarde, ele escreveu um livro descrevendo suas experi\u00eancias com o ex\u00e9rcito Otomano na Primeira Guerra Mundial.\n\nDepois de ser transferido do C\u00e1ucaso, participou de combates na frente do [[Sinai]] e na [[Palestina (regi\u00e3o)|Palestina]]. Lutou no ex\u00e9rcito Otomano durante toda a guerra e foi premiado com a [[Cruz de Ferro]] pelo rei [[Guilherme II da Alemanha]].\n\n==P\u00f3s-guerra==\n\nAp\u00f3s o fim da guerra, ele trabalhou com o revolucion\u00e1rio [[Nicar\u00e1gua|nicaraguense]] [[Augusto C\u00e9sar Sandino]]. Posteriormente, residiu no [[Alasca]] durante a \u00e9poca da corrida do ouro e tamb\u00e9m trabalhou como [[vaqueiro]] no [[Arizona]].\n\nEscreveu v\u00e1rios livros sobre suas experi\u00eancias: ''Memorias del general Rafael de Nogales M\u00e9ndez'', ''Cuatro a\u00f1os bajo la Media Luna'', sobre suas experi\u00eancias como um oficial do Imp\u00e9rio Otomano, e ''El saqueo de Nicar\u00e1gua''. Seus coment\u00e1rios sobre as atrocidades cometidas contra o povo arm\u00eanio por parte das autoridades [[Turquia|turcas]] est\u00e3o no livro ''Cuatro a\u00f1os bajo la Media Luna''.\n\n==Bibliografia==\n\n* De Nogales, Rafael. ''Four Years Beneath The Crescent.'' London: Charles Scribner's Sons, 1926. Mais recentemente republicado como: ''[http://www.gomidas.org/books/nogales.htm ''Four Years Under the Crescent'', (Sterndale Classics), ISBN 1-903656-19-2.''\n* De Nogales, Rafael. ''Memoirs of a soldier of Fortune''. New York: Garden City Publishing Company, Inc., 1932. Recentemente reeditado em brochura.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Genoc\u00eddio arm\u00eanio]]\n\n==Refer\u00eancias==\n\n\n* McQuaid, Kim, ''The Real and Assumed Personalities of Famous Men: Rafael De Nogales, T.E. Lawrence. and the Birth of the Modern Era ,1914\u20131937'' (As personalidades reais e assumidas de homens famosos: Rafael De Nogales, TE Lawrence, e o Nascimento da Era Moderna,1914-1937), London. Gomidas Institute, 2010, ISBN 978-1-903656-97-6\n \n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [http://www.simon-bolivar.org/bolivar/rafael_de_nogales.html Rafael De Nogales M\u00e9ndez: Caballero andante venezolano], Jos\u00e9 Rosario Araujo. {{es}}\n* [https://web.archive.org/web/20150924093815/http://www.saber.ula.ve/db/ssaber/Edocs/pubelectronicas/contexto/vol6num8/violeta_rojo.pdf ''Memorias de un aventurero venezolano: Rafael de Nogales M\u00e9ndez'', por Violeta Rojo] {{es}}\n* [http://freebooks.do.am/load/chetyre_goda_pod_polumesjacem_rafael_de_nogales/23-1-0-1123 ''Four years under the Crescent'' - Rafael de Nogales /Translated into Russian/] / traduzido para o turco pela Publishers YABA em Istambul em 2008\n*Mirela Quero de Trinca, Rafael de Nogales M\u00e9ndez (Biblioteca biogr\u00e1fica venezuelana, Caracas, Agosto, 2005).\n{{NM|1879|1937|M\u00e9ndez, Rafael}}\n\n[[Categoria:Escritores da Venezuela]]\n[[Categoria:Naturais de San Crist\u00f3bal (Venezuela)]]"}]},"3972508":{"pageid":3972508,"ns":0,"title":"Loch Lomond (desambigua\u00e7\u00e3o)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o}}\n\n\"Loch Lomond\" pode significar\n* [[Loch Lomond]], lago escoc\u00eas\n* [[Loch Lomond (Fl\u00f3rida)]], localidade da Fl\u00f3rida\n* [[Loch Lomond (Virg\u00ednia)]], localidade da Virg\u00ednia\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00f5es de top\u00f4nimos]]"}]},"843502":{"pageid":843502,"ns":0,"title":"Aphonopelma schmidti","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = Aphonopelma schmidti \n| cor =pink \n| reino = [[Animalia]] \n| filo = [[Arthropoda]] \n| classe = [[Arachnida]] \n| ordem = [[Araneae]] \n| fam\u00edlia = '''[[Theraphosidae]]''' \n| g\u00e9nero = '''''Aphonopelma'''''\n| esp\u00e9cie = '''''Aphonopelma schmidti'''''\n}}\n'''''Aphonopelma schmidti''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[aranha]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Theraphosidae]] (tar\u00e2ntulas).\n==Outros==\n[[Lista das esp\u00e9cies de Theraphosidae]] (Lista completa das Tar\u00e2ntulas.)\n\n{{esbo\u00e7o-aracn\u00eddeo}}\n\n[[Categoria:Theraphosidae]]\n[[Categoria:!Esbo\u00e7os sobre artr\u00f3podes|Aracn\u00eddeos]]"}]},"1757755":{"pageid":1757755,"ns":0,"title":"Glyphonycteris","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=janeiro de 2018}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Glyphonycteris''\n| cor = pink\n| imagem = \n| imagem_legenda = \n| reino = [[Animalia]] \n| filo = [[Chordata]] \n| classe = [[Mammalia]] \n| ordem = [[Chiroptera]]\n| fam\u00edlia = [[Phyllostomidae]]\n| g\u00e9nero = '''''Glyphonycteris'''''\n| g\u00e9nero_autoridade = Thomas, 1896\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o =
3, ''ver texto''\n}}\n'''''Glyphonycteris''''' \u00e9 um g\u00eanero de [[morcego]]s da fam\u00edlia [[Phyllostomidae]].\n\n==Esp\u00e9cies==\n* ''[[Glyphonycteris behnii]]'' (Peters, 1865)\n* ''[[Glyphonycteris daviesi]]'' (Hill, 1964)\n* ''[[Glyphonycteris sylvestris]]'' (Thomas, 1896)\n\n==Refer\u00eancias==\n* SIMMONS, N. B. ''Order Chiroptera''. In: WILSON, D. E.; REEDER, D. M. (Eds.). '''Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference'''. 3. ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 2005. v. 1, p. 312-529.\n\n{{esbo\u00e7o-morcego}}\n\n[[Categoria:Phyllostomidae]]\n[[Categoria:G\u00eaneros de mam\u00edferos]]"}]},"208183":{"pageid":208183,"ns":0,"title":"Pinga","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|Pinga}}\n\n*[[Pinga (mitologia)]] \u2014 deusa inuit da fertilidade\n*[[Cacha\u00e7a]] \u2014 popularmente referida como ''pinga'', no Brasil\n*[[Vinho]] \u2014 popularmente referida como ''pinga'', em Portugal\n\n== Futebolistas ==\n*[[Jos\u00e9 L\u00e1zaro Robles]] (1924 \u2013 1996) \u2014 meia do Vasco da Gama e da Sele\u00e7\u00e3o Brasileira\n*[[Jorge Lu\u00eds da Silva Brum]] (1965) \u2014 zagueiro do Internacional e do Corinthians\n*[[Andr\u00e9 Luciano da Silva]] (1981) \u2014 meia do Torino (It\u00e1lia) e Internacional\n*[[Airton Raul de Andrade]] (1953 \u2013 2007) \u2014 lateral-direito do Figueirense\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"2256078":{"pageid":2256078,"ns":0,"title":"I Gotta Feeling","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Reciclar-sobre|M\u00fasica/Can\u00e7\u00f5es}}\n{{Info/Single\n| nome = I Gotta Feeling\n| imagem = Capa de I Gotta Feeling.png\n| artista = [[Black Eyed Peas]]\n| \u00e1lbum = [[The E.N.D.]]\n| lan\u00e7ado = {{DataExt|21|05|2009}}\n| formato = [[CD single]], [[download digital]], [[vinil]]\n| gravado = {{DataExt|||2009}};
Square Pro
{{pequeno|([[Paris]], [[Fran\u00e7a]])}}
Metropolis Studios
{{pequeno|([[Londres]], [[Inglaterra]])}}\n| g\u00eanero = [[Electro-hop]], [[Electro house]], [[House music|House]]\n| dura\u00e7\u00e3o = 4:49 {{font-size|80%|(vers\u00e3o do \u00e1lbum)}}
4:04 {{font-size|80%|(edi\u00e7\u00e3o para r\u00e1dio)}}\n| gravadora = [[A&M Records|A&M]], [[Interscope Records|Interscope]]\n| compositor = The Black Eyed Peas, [[David Guetta]], Fr\u00e9d\u00e9ric Riesterer\n| produtor = David Guetta, Fr\u00e9d\u00e9ric Riesterer (Coprodutor)\n| certifica\u00e7\u00e3o = [[#Certifica\u00e7\u00f5es|ver abaixo]]\n| director = [[Ben Mor]]\n| dura\u00e7\u00e3o_v\u00eddeo = 4:52\n| lan\u00e7ado_v\u00eddeo = {{DataExt|2|06|2009}}\n| \u00faltimo single = \"[[Boom Boom Pow]]\"
(2009)\n| este single = \"'''I Gotta Feeling'''\"
(2009)\n| pr\u00f3ximo single = \"[[Meet Me Halfway]]\"
(2009)\n| miscel\u00e2neo = {{Lista de faixas extra\n |\u00c1lbum = [[The E.N.D.]]\n |Tipo = est\u00fadio\n |faixa_ant = \"[[Imma Be]]\"\n |num_ant = 4\n |faixa_seg = \"[[Alive (can\u00e7\u00e3o de Black Eyed Peas)|Alive]]\"\n |num_seg = 6\n }}\n}}\n\"'''I Gotta Feeling'''\" \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o do grupo [[Am\u00e9rica do Norte|norte-americano]] [[Black Eyed Peas]], presente em seu quinto \u00e1lbum, ''[[The E.N.D.]]'' (2009). Foi escrita por todos os componentes do grupo, [[David Guetta]] e Fr\u00e9d\u00e9ric Riesterer, e produzida por Guetta e coproduzida por Riesterer. Ela foi tocada pela primeira vez na esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio americana KISS FM, em 21 de Maio de 2009, por\u00e9m, sua estreia oficial nas r\u00e1dios ocorreu em 16 de Junho do mesmo ano. A can\u00e7\u00e3o cont\u00e9m amostras de \"Take a Dive\" de Bryan Pringles, \"[[Love Is Gone|Love is Gone]]\" de David Guetta e arranjos de \"Open Your Eyes\" da banda brit\u00e2nica [[Snow Patrol]].\n\n\"I Gotta Feling\" debutou na segunda posi\u00e7\u00e3o na [[Billboard Hot 100|''Billboard'' Hot 100]], apenas atr\u00e1s de outra can\u00e7\u00e3o do grupo, \"[[Boom Boom Pow]]\", tornando-se o grupo em um dos 11 artistas que ocuparam as duas primeiras posi\u00e7\u00f5es desta parada ao mesmo tempo. A can\u00e7\u00e3o mais tarde alcan\u00e7ou a primeira posi\u00e7\u00e3o, e em mais vinte em todo o mundo. A can\u00e7\u00e3o foi nomeada para Grava\u00e7\u00e3o do Ano nos 52 [[Grammy Awards]] e ganhou o Grammy de Melhor Performance Pop por um Duo ou Grupo com Vocais. \"I Gotta Feeling\" ficou na quinta posi\u00e7\u00e3o da ''Billboard Hot'' 100 Songs of the Decade. Foi tamb\u00e9m nomeada para Can\u00e7\u00e3o do Ano nos [[World Music Awards]] de [[2009]] e \u00e9 a m\u00fasica com mais downloads feitos na [[iTunes Store]]. Em [[Mar\u00e7o]] de [[2011]], tornou-se na primeira m\u00fasica digital na hist\u00f3ria a vender mais de 7 milh\u00f5es de c\u00f3pias digitais nos Estados Unidos. Isso tamb\u00e9m torna-o como a maior venda digital. \n\n== Letras e inspira\u00e7\u00e3o ==\nEm [[24 de Maio]] de [[2009]] na rede social [[Dipdive]], Will.i.Am disse:{{citar web |url=http://www.fergiebr.com/i-gotta-feelin-ja-esta-disponivel/ |publicado=Fergiebr.com |obra= |autor= |t\u00edtulo=\"I Gotta Feelin\" j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel! |data=24/05/09 |acessodata= |l\u00edngua= }}
\n''Esta m\u00fasica \u00e9 dedicada para todos que est\u00e3o prontos para sair\u2026
\n''\u00e9 uma m\u00fasica para ouvir quando voc\u00ea est\u00e1 dirigindo seu carro quando est\u00e1 indo a algum clube ou festa\u2026
\n''\u00e9 uma m\u00fasica para ouvir depois de um longo dia ou semana de trabalho\u2026
\n''\u00e9 uma m\u00fasica que faz me livrar do stress\u2026
\n''\"tonight gonna be a good good night\u2026\"
\n\n== Composi\u00e7\u00e3o ==\nA can\u00e7\u00e3o \u00e9 composta no [[Compasso (m\u00fasica)|compasso]] de tempo comum e composto na [[Nota (m\u00fasica)|nota]] de [[sol maior]] com um ritmo moderado de 128 batimentos por minuto. O alcance vocal do grupo se estende de Sol3 a L\u00e15. O grupo dedicou a can\u00e7\u00e3o \"para todo o mundo que est\u00e1 se preparando para sair. \u00c9 a m\u00fasica para ouvir quando voc\u00ea conduz para a [[discoteca]] ou a uma [[festa]]. \u00c9 a m\u00fasica para ouvir depois de um longo dia ou semana de trabalho. \u00c9 a m\u00fasica que me faz querer mandar o [[stress]] embora\u2026\"\n\n== Cr\u00edtica e recep\u00e7\u00e3o ==\nA [[Billboard]] avaliou positivamente a can\u00e7\u00e3o: ''\"Os Peas provaram com seu hit internacional massivo \"Boom Boom Pow\" que eles ainda s\u00e3o um grupo renomado. O single que prossegue, \"I Gotta Feeling\", pode ser o lan\u00e7amento mais popular j\u00e1 lan\u00e7ado. Sobre uma batida pop-vibrante, cortesia do criador de hits David Guetta (que tamb\u00e9m apareceu um ano depois na m\u00fasica \"Club Can`t Handle Me\" de [[Flo-Rida]]), o dilema dos Peas numa simples e ainda efetiva melodia e mensagem: \"Tonight's gonna be a good night.\" (\"Esta noite ser\u00e1 uma boa noite\"). J\u00e1 tendo mostrado o que podem fazer no frenesi de uma festa, agora eles est\u00e3o a\u00ed para mostrar que podem come\u00e7\u00e1-la ainda mais cedo\"''\n{{citar web |url=http://www.billboard.com/bbcom/reviews-singles/i-gotta-feeling-1003980980.story |publicado=Billboard.com |obra= |autor= |t\u00edtulo=Revis\u00f5es de Singles - I Gotta Feeling |data= |acessodata= |l\u00edngua=ingl\u00eas}}\n\n== Faixas do single ==\n'''CD Single (Promo)'''{{citar web|url=http://www.mp3search.ru/album.html?id=102809|publicado=Mp3search.ru|obra=|autor=|t\u00edtulo=Black Eyed Peas -I Gotta Feelin' CD Promocional|data=|acessodata=|l\u00edngua=}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} \n# \"I Gotta Feeling\" (R\u00e1dio Mix) - 4:07\n# \"I Gotta Feeling\" (Vers\u00e3o do \u00c1lbum) - 4:54\n# \"I Gotta Feeling\" (Instrumental) - 4:52\n\n== Algumas vers\u00f5es em outras l\u00ednguas ==\n* Grupo Alfatr\u00eas e Tha\u00eds Sinatora- Essa Noite Eu Quero Beijar (vers\u00e3o brasileira)\n* Sensato Del Patio- Noche Bacana (vers\u00e3o dominicana)\n \n== Alguns remixes conhecidos ==\n* I gotta feeling (Amurai Remix)\n* I gotta feeling (David Guetta Remix)\n* I gotta feeling (Rudy Cecca Remix)\n\n== Alguns mash-ups conhecidos ==\n* I gotta feeling vs. Hot `n` cold ([[Katy Perry]])\n* I gotta feeling vs. Open Your Eyes ([[Snow Patrol]])\n* United State of Pop- [[DJ Earworm]] (foi usado um sample da m\u00fasica para mistur\u00e1-la com algumas das m\u00fasicas que fizeram sucesso em 2009 como as de [[Beyonc\u00e9]], [[Kings of Leon]], [[Lady Gaga]], as do pr\u00f3prio [[Black Eyed Peas]], etc.)\n\n== Videoclipe ==\nO videoclipe para a can\u00e7\u00e3o em uma vers\u00e3o finalizada estreou em [[2 de Junho]] de 2009.{{citar web |url=http://www.rap-up.com/2009/05/29/video-black-eyed-peas-i-gotta-feeling/ |publicado=Rap-up.com |obra= |autor= |t\u00edtulo=V\u00eddeo e capa do single 'I Gotta Feeling' |data=29/05/09 |acessodata= |l\u00edngua= }}{{citar web |url=http://www.fergiebr.com/video-i-gotta-feeling/ |publicado=Fergiebr.com |data=2/06/09 |t\u00edtulo=V\u00eddeo do single 'I Gotta Feeling'}} H\u00e1 dois clipes para a can\u00e7\u00e3o, um com cenas expl\u00edcitas e outro que promover\u00e1 a Deluxe Edition (Edi\u00e7\u00e3o de Luxo) do \u00e1lbum. Antes disso, em 29 de Maio de 2009, uma vers\u00e3o incompleta do videoclipe foi postada na internet.\n\nNo videoclipe, o grupo est\u00e1 em uma festa, onde eles dan\u00e7am, cantam e repetem o trecho da M\u00fasica:\n\"Hoje, a noite vai ser boa, vamos aproveitar\", e tamb\u00e9m \"o nosso lema \u00e9 festa todos os dias\"\nNo final do clipe, eles passam tinta fluorecente no rosto e cantam e dan\u00e7am no escuro.\nO clipe conta com a participa\u00e7\u00e3o de [[David Guetta]], [[Kid Cudi]] e [[Katy Perry]].\n\n== Recorde da Billboard ==\nJunto com [[We Belong Together]] (2005), da cantora norte-americana [[Mariah Carey]], I Gotta Feeling permaneceu durante 14 semanas em primeiro lugar na [[Billboard Hot 100]], sendo assim, as m\u00fasicas com maior perman\u00eancia em primeiro na tabela da [[d\u00e9cada de 2000]].\n\n== Desempenho nas paradas musicais ==\nA can\u00e7\u00e3o ficou em primeiro lugar em v\u00e1rios pa\u00edses, inclusive foi a m\u00fasica de maior sucesso em 2009 na Austr\u00e1lia, Holanda e Nova Zel\u00e2ndia.\n\n=== Posi\u00e7\u00f5es ===\n{| class=\"wikitable sortable\"\n! Tabelas musicais (2009)\n! Melhor
posi\u00e7\u00e3o\n|-\n|{{USA}} Billboard [[Billboard|Hot 100]]{{citar web |url=http://www.billboard.com/#/charts/hot-100?begin=1&order=position |publicado=Billboard.com |autor= |obra= |t\u00edtulo= |data= |acessodata= |l\u00edngua=ingl\u00eas}}\n|align=\"center\"|'''1'''(14x)\n|-\n|{{CAN}} [[Hot 100]]\n|align=\"center\"|'''1''' \n|-\n|{{DEU}} [[Media Control Charts|German Singles Chart]]{{Citar web |url=http://musicline.de/de/chartverfolgung_summary/title/Lady+Gaga/Bad+Romance/single |autor= |t\u00edtulo=Chartverfurlong - Lady Gaga - Bad Romance |l\u00edngua= |obra=''[[Media Control Charts]] |publicado=Musicline.de |data= |acessodata=14 de dezembro de 2009 |arquivourl=https://www.webcitation.org/66x6fFfKa?url=http://musicline.de/de/chartverfolgung_summary/title/Lady+Gaga/Bad+Romance/single |arquivodata=2012-04-15 |urlmorta=yes }}\n|align=\"center\"|3\n|-\n|{{AUS}} ARIA Charts{{Citar web |url=http://acharts.us/australia_singles_top_50/2009/46 |obra=''[[Australian Recording Industry Association]] |publicado=Acharts.us |data=9 de novembro de 2009 |autor= |t\u00edtulo=Australia Singles Top 50 |l\u00edngua=ingl\u00eas |acessodata=8 de novembro de 2009}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{AUT}} \u00d63 Austria Top 40{{Citar web |url=http://www.ultratop.be/en/showitem.asp?interpret=Lady+GaGa&titel=Bad+Romance&cat=s |autor= |t\u00edtulo=Lady Gaga \u2013 Bad Romance (song) |l\u00edngua= |obra=''[[Ultratop 50]] |publicado=Hung Medien |data= |acessodata=5 de novembro de 2009}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{BGR}} Singles Chart\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{BEL}} - Singles Chart\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{SVK}} [[International Federation of the Phonographic Industry|Slovak Airplay Chart]]{{Citar web |url=http://www.ifpicr.cz/hitparadask/index.php?a=titul&hitparada=18&titul=145892&sec=9e82ffa7945b25b8ad8b6844d03abf92 |autor= |t\u00edtulo=RADIO TOP100 Ofici\u00e1lna \u2013 Lady Gaga Bad Romance - Slovak Republic |l\u00edngua= |data=5 de novembro de 2009 |obra=[[International Federation of the Phonographic Industry]] |publicado=IFPIcr.cz |acessodata=10 de novembro de 2009}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{SPA}} [[Productores de M\u00fasica de Espa\u00f1a|Spanish Singles Chart]]\n|align=\"center\"|2\n|-\n|{{EURb}} [[European Hot 100 Singles]]{{Citar web |url=http://www.billboard.com/#/charts/european-hot-100?chartDate=23 de janeiro de 2010 |autor= |t\u00edtulo=European Hot 100 - Week of 23 de janeiro de 2010 |l\u00edngua=ingl\u00eas |data=23 de janeiro de 2010 |obra=[[Billboard]] |publicado=Nielsen Business Media, Inc |acessodata=27 de janeiro de 2010}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{FRA}} [[Syndicat national de l'\u00e9dition phonographique|Singles Chart]]{{Citar web |obra= |autor= |t\u00edtulo=\"Tops : Black Eyes Peas et Lady GaGa n\u00b01\" |l\u00edngua=ingl\u00eas |url=http://www.chartsinfrance.net/Lady-GaGa/news-69342.html |publicado=[[Syndicat National de l'\u00c9dition Phonographique]] Chartsinfrance |data= |acessodata=26 de janeiro de 2010}}\n|align=\"center\"|2\n|-\n|{{FIN}} Top 20\n|align=\"center\"|5\n|-\n|{{HUN}} [[Mahasz|Hungarian Singles Chart]]{{Citar web |url=http://mahasz.hu/m/?menu=slagerlistak&menu2=archivum&lista=kislemez&ev=2009&het=50&submit_=Keres\u00e9s |autor= |t\u00edtulo=Hungary Singles Chart |l\u00edngua= |obra=[[Mahasz]] |publicado=Mahasz.hu |data= |acessodata=24 de dezembro de 2009 }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}\n|align=\"center\"|2\n|-\n|{{IRL}} Top 50{{Citar web |url=http://acharts.us/ireland_singles_top_50/2009/47 |autor= |t\u00edtulo=Ireland Singles Top 50 |l\u00edngua=ingl\u00eas |data=19 de novembro de 2009 |publicado=Acharts.us |obra=[[Irish Recorded Music Association]] |acessodata=19 de novembro de 2009}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{ITA}} Singles Chart\n|align=\"center\"|'''1''' \n|-\n|{{JAP}} [[Hot 100]]\n|align=\"center\"|2\n|-\n|{{NZL}} Recording Industry Association of New Zealand{{Citar web |url=http://www.rianz.org.nz/rianz/chart.asp |autor= |t\u00edtulo=New Zealand Singles Chart: Chart #1697 |l\u00edngua= |data=30 de novembro de 2009 |acessodata=30 de novembro de 2009 |obra=[[Recording Industry Association of New Zealand]] |publicado=RIANZ.org.nz}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{NLD}} Dutch Top 40\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{DNK}} Singles Chart\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|align=\"left\"|{{NOR}} Hot Singles{{citar web |url=http://norwegiancharts.com/showitem.asp?interpret=Lady+GaGa&titel=Poker+Face&cat=s |publicado=Norwegiancharts.com |autor= |obra= |t\u00edtulo= |data= |acessodata= |l\u00edngua=ingl\u00eas}}\n|align=\"center\"|2\n|-\n|{{SUE}} Parada de Singles{{citar web |url=http://swedishcharts.com/showitem.asp?interpret=Lady+GaGa&titel=Poker+Face&cat=s |publicado=Swedishcharts.com |autor= |obra= |t\u00edtulo= |data= |acessodata= |l\u00edngua=ingl\u00eas}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{SWI}} [[Swiss Music Charts|Swiss Singles Chart]]\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{GBR}} Singles Chart{{Citar web |url=http://www.chartstats.com/songinfo.php?id=34605 |autor= |t\u00edtulo=Lady Gaga \u2013 Bad Romance \u2013 UK Singles Chart |l\u00edngua=ingl\u00eas |data=8 de novembro de 2009 |obra=[[The Official Charts Company]] |publicado=ChartStats |acessodata=5 de novembro de 2009}}\n|align=\"center\"|'''1'''\n|-\n|{{Mundo}} United World Chart\n|align=\"center\"|'''1''' \n|}\n\n== Sucess\u00e3o e precess\u00e3o nas paradas ==\n{{Come\u00e7a caixa}}\n\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|antes = \"I Am XXX\" por [[Glay]]\n|t\u00edtulo = Single n\u00famero um na Billboard Japan Adult Contemporary Airplay\n|depois = -\n|anos = [[15 de Maio]] de [[2009]] -\n}}\n\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|antes = \"[[Boom Boom Pow]]\" por [[Black Eyed Peas]]\n|t\u00edtulo = Single n\u00famero um no [[Canadian Hot 100|Canad\u00e1 Hot 100]]\n|depois = -\"[[3 (can\u00e7\u00e3o)|3]]\" por [[Britney Spears]]\n|anos = [[4 de Julho]] de [[2009]] - \n}}\n\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|antes = \"[[Boom Boom Pow]]\" por [[The Black Eyed Peas]]\n|t\u00edtulo = Single n\u00famero um na Global Track Chart\n|depois = \"[[Sexy Bitch]]\" por [[David Guetta]]\n|anos = [[2009]]\n}}\n\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|antes = \"[[Boom Boom Pow]]\" por [[Black Eyed Peas]]\n|t\u00edtulo = Single n\u00famero um no [[ARIA Charts|Austr\u00e1lia Singles Chart]]\n|depois = -\n|anos = [[29 de Junho]] de [[2009]] -\n}}\n\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|antes = \"[[If U Seek Amy]]\" por [[Britney Spears]]\n|t\u00edtulo = Singles n\u00famero um no Hit Parade Brasil\n|depois = \"[[Celebration (can\u00e7\u00e3o de Madonna)|Celebration]]\" por [[Madonna]]\n|anos = [[2009]]\n}}\n{al\u00e9m de ser um grande no p\u00fablico adolescente}\n{{Termina caixa}}\n\n{{Refer\u00eancias}} \n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Anexo:Lista de singles com mais downloads pagos]]\n\n{{Singles de Black Eyed Peas}}\n{{David Guetta}}\n{{Portal3|Arte|M\u00fasica}}\n\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es gravadas por The Black Eyed Peas]]\n[[Categoria:Singles de 2009]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es produzidas por will.i.am]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de dance music]]"}]},"498002":{"pageid":498002,"ns":0,"title":"De Maten","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{linkless-date|July 2006}} \n{| align=right width=280px border=1px cellpadding=0 style=\"margin-left:15px;margin-bottom:10px;padding: .3em; border-collapse: collapse; border: 1px #aaaaaa solid; font-size: 95%\"\n|-\n|[[Imagem:LocatieVlagtwedde.png|280px]]
[[Imagem:Map NL - Vlagtwedde - De Maten.png|280px]]\n|- style=\"border: none;text-align: left;line-height: 1.4em;padding: .3em 0 .1em 0;\"\n|De Maten est\u00e1 situada no munic\u00edpio de Vlagtwedde.\n|}\n\n'''De Maten''' ({{coor dm|52|52|N|7|4|E|type:city(160)}}) \u00e9 uma cidade dos [[Pa\u00edses Baixos]], na prov\u00edncia de [[Prov\u00edncia de Groninga|Groninga]]. '''De Maten''' pertence ao munic\u00edpio de [[Westerwolde]], e est\u00e1 situada a 14 km, a nordeste de [[Emmen]].\n\nA [[\u00e1rea]] de '''De Maten''', que tamb\u00e9m inclui as partes perif\u00e9ricas da cidade, bem como a zona rural circundante, tem uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 160 habitantes.Statistics Netherlands (CBS), [http://statline.cbs.nl/ ''Statline: Kerncijfers wijken en buurten 2003-2005''] de [[1 de Janeiro]] de [[2005]].\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geonl}}\n\n[[Categoria:Westerwolde]]\n[[Categoria:Cidades da Groninga (prov\u00edncia)]]"}]},"2302980":{"pageid":2302980,"ns":0,"title":"Video Pieces","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=fevereiro de 2020}}\n{{Info/\u00c1lbum\n |nome = Video Pieces\n |tipo = V\u00eddeo\n |artista = [[Iron Maiden]]\n |lan\u00e7ado = Setembro de 1983\n |g\u00eanero = [[Heavy metal]]\n |dura\u00e7\u00e3o = 18:00\n |gravadora = PMI\n |diretor = [[David Mallet]]\n |produtor = \n |\u00faltimo_\u00e1lbum = ''[[Live at the Rainbow]]''
(1981)\n |pr\u00f3ximo_\u00e1lbum = ''[[Behind the Iron Curtain (v\u00eddeo)|Behind the Iron Curtain]]''
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J\u00e1 se apresentou em diversos espa\u00e7os, podendo destacar, o Rio Scenarium, na Lapa, onde fazem parte do casting do show principal.\n\nDesde abril de 2007, s\u00e3o atra\u00e7\u00e3o fixa das noites de s\u00e1bado da casa Bossa Nossa, na Barra. Venha e confira toda bossa que o samba tem!\n\nPelo palco, desfilam, na voz dos cantores Nininho e Isa\u00edas Costa, cl\u00e1ssicos de Cartola, Candeia, Z\u00e9 K\u00e9ti, Chico Buarque, Jorge Arag\u00e3o, Zeca Pagodinho, bem como, Vin\u00edcius de Moraes e Tom Jobim, passeando pela bossa nova que, tamb\u00e9m, influencia o trabalho juntamente com o choro.\n\nArranjos diferentes que rompem algumas barreiras musicais, trazem ainda para o repert\u00f3rio can\u00e7\u00f5es de Sandra de S\u00e1 e O Rappa e, levadas de balan\u00e7o, soul, funk, sem interferir na ess\u00eancia do som, al\u00e9m dos melhores sambas-enredo do carnaval carioca, que convidam o p\u00fablico a dan\u00e7ar.\n\nCompletam esse belo time, no viol\u00e3o sete cordas e tamb\u00e9m voz, Isa\u00edas Costa, na percuss\u00e3o Carlos Rufino, na bateria Dud\u00fa Lima e no baixo Luiz\u00e3o Lima.\n{{refer\u00eancias}}\n{{Portal3|Arte|M\u00fasica}}\n\n[http://www.bossadosamba.com.br www.bossadosamba.com.br]\n\n{{DEFAULTSORT:Bossa Samba}}\n[[Categoria:Bandas de samba]]"}]},"3414574":{"pageid":3414574,"ns":0,"title":"FIFA Soccer Manager","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Jogo\n |t\u00edtulo = FIFA Soccer Manager\n |imagem = FIFA Soccer Manager logo.png\n |img-tam = \n |img-des = \n |desenvolvedora = [[EA Digital Illusions CE|Digital Illusions CE]]\n |publicadora = [[Electronic Arts]]\n |distribuidora = \n |diretor = \n |produtor = \n |designer = \n |escritor = \n |compositor = \n |artista = \n |licen\u00e7a = \n |motor = \n |plataforma = [[Windows]]\n |convers\u00f5es = \n |lan\u00e7amento = [[1997]]\n |g\u00eanero = [[Jogo eletr\u00f4nico de esporte|Esporte]], [[Jogo eletr\u00f4nico de simula\u00e7\u00e3o|Simula\u00e7\u00e3o]]\n |s\u00e9rie = [[FIFA Manager]]\n |antecessor = \n |sucessor = [[The F.A. 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Foi [[deputado estadual]] em Minas Gerais pelo [[Partido Republicano (Brasil)|PR]] de [[1947]] a [[1951]]\n[[Assembl\u00e9ia Legislativa do Estado de Minas Gerais]] - [http://www.almg.gov.br/index.asp?grupo=servicos&diretorio=composicao&arquivo=sumario P\u00e1gina da Assembleia] {{Wayback|url=http://www.almg.gov.br/index.asp?grupo=servicos&diretorio=composicao&arquivo=sumario |date=20100917100840 }}.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-pol\u00edticamg}}\n{{Portal3|Minas Gerais|Pol\u00edtica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Antonio Simoes Almeida}}\n[[Categoria:Deputados estaduais de Minas Gerais]]"}]},"5947865":{"pageid":5947865,"ns":0,"title":"Primeira ofensiva sobre o Golfo de Sidra","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Batalha\n|conflito = [[Guerra Civil L\u00edbia de 2011]]\n| imagem = Gulf of Sirt Front 29 March.svg\n| image_size = 302\n|legenda = [[Golfo de Sidra]] em 29 de mar\u00e7o de 2011\n|alt =\n|data = 26\u201330 de mar\u00e7o de 2011\n|local = Costa do [[Golfo de Sidra]], [[L\u00edbia]]\n|resultado = Vit\u00f3ria pr\u00f3-Gaddafi\n* Avan\u00e7o rebelde repelido,\n* [[Linha de frente]] formada entre [[Brega (L\u00edbia)|Brega]] e [[Ajdabiya]]\n|combatente1 = '''{{flagicon|Libya|1951}} [[Oposi\u00e7\u00e3o L\u00edbia|For\u00e7as rebeldes anti-Gaddafi]]'''\n* [[Ex\u00e9rcito de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional da L\u00edbia|Ex\u00e9rcito de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional]]\n\n|combatente2= '''{{flagicon|Libya|1977}} For\u00e7as gaddafistas'''\n* [[Ex\u00e9rcito L\u00edbio]]\n* For\u00e7as paramilitares\n* [[Mercen\u00e1rio]]s estrangeiros\n|comandante1 = {{flagicon|Libya|1951}} [[Khalifa Belqasim Haftar]]{{citar web|url=http://www.mcclatchydc.com/2011/03/28/111171/libyan-rebels-push-west-into-less.html|t\u00edtulo= Libyan Rebels Push West into Less Friendly Territory|obra= [[McClatchy Newspapers]] |data=28 de mar\u00e7o de 2011 |primeiro = Nancy A. |\u00faltimo =Youssef|local=Bin Jawad}}\n|comandante2 = {{flagicon|Libya|1977}} [[Al-Saadi Gaddafi]]{{citar jornal| url=http://montreal.ctv.ca/servlet/an/plocal/CTVNews/20110328/libya-nato-backed-rebels-sirte-110328/20110328/?hub=MontrealHome|t\u00edtulo= Libyan Rebels Close on Key Gadhafi Stronghold|ag\u00eancia= [[Associated Press]]|obra=[[CTV Television Network]] }}\n|for\u00e7a1 = 3.000+\n|for\u00e7a2 = Brigada Saadi\n*800 soldados\n|casualties1 = At least 12 killed3 killed (27 March),[http://blogs.aljazeera.net/live/africa/live-blog-libya-march-28#],[http://news.smh.com.au/breaking-news-world/libyan-rebels-brought-up-short-sirte-blasted-by-nato-jets-20110327-1cbqg.html] 3 killed (28 March),[http://www.cnn.com/2011/WORLD/africa/03/28/libya.war/index.html?hpt=T2] 1 killed (29 March),[https://archive.today/20110403160237/http://news.yahoo.com/s/time/20110330/wl_time/08599206216200] 5 killed in Brega (30–31 March)[http://www.khaleejtimes.com/DisplayArticle09.asp?xfile=data/international/2011/April/international_April74.xml§ion=international][http://www.dailytelegraph.com.au/news/breaking-news/libyan-rebels-in-street-battles-for-brega/story-e6freuyi-1226031634936] total of 12 reported killed\n|casualties2 = At least 7 killed3 killed (March 27),[https://www.theguardian.com/world/2011/mar/28/libya-sirte-gaddafi-loyalists-rebels] 3 killed (28 March),[https://www.bbc.co.uk/news/world-middle-east-12885753] 1 killed (29 March),[https://archive.fo/LagnU] total of 7 reported killed\n|notas =7 civis mortos em um ataque a\u00e9reo da [[OTAN]] perto de Brega.{{citar jornal| url=https://www.bbc.co.uk/news/world-africa-12931731 |t\u00edtulo= Libya: Coalition Air Strike 'Killed Seven Civilians'|data= 1 de Abril de 2011 |obra= [[BBC News]]}}\n}}\n\n'''Primeira ofensiva sobre o Golfo de Sidra''' foi a segunda maior ofensiva rebelde da [[Guerra Civil L\u00edbia de 2011]]. Foi executada pelas [[Oposi\u00e7\u00e3o L\u00edbia|for\u00e7as rebeldes anti-Gaddafi]] imediatamente ap\u00f3s a sua vit\u00f3ria na Batalha de Ajdabiya. A ofensiva foi feita para que as for\u00e7as rebeldes chegassem rapidamente \u00e0 cidade natal de Gaddafi, [[Sirte]].\n\nA opera\u00e7\u00e3o foi inicialmente bem sucedida com os rebeldes tomando quase 300 quil\u00f4metros (190 milhas) da costa ao longo da [[Via Balbia|Estrada Costeira L\u00edbia]] em apenas dois dias. No entanto, no terceiro dia do avan\u00e7o rebelde, as tropas [[lealismo|lealistas]] detiveram seu avan\u00e7o e os rebeldes foram for\u00e7ados a recuar para suas posi\u00e7\u00f5es iniciais.\n\n== A ofensiva ==\n=== Rebeldes capturam cidades petrol\u00edferas e chegam ao oeste da L\u00edbia ===\nDepois que as for\u00e7as lealistas foram derrotadas na batalha por Ajdabiya em 26 de mar\u00e7o, os rebeldes imediatamente apertaram seu avan\u00e7o e tomaram a cidade petrol\u00edfera de [[Brega (L\u00edbia)|Brega]] sem combates.\n\nNo dia seguinte, 27 de mar\u00e7o, as for\u00e7as da oposi\u00e7\u00e3o continuaram seu avan\u00e7o capturando [[Ras Lanuf]] sem disparar um tiro. No final do dia, os rebeldes haviam entrado em [[Bin Jawad]], a 150 quil\u00f4metros a leste de Sirte, mais uma vez sem oposi\u00e7\u00e3o.\n\nNo geral, as for\u00e7as pr\u00f3-Gaddafi haviam recuado por mais de 300 quil\u00f4metros em apenas dois dias parando em posi\u00e7\u00f5es defensivas preparadas em torno de Sirte.\n\n=== Escaramu\u00e7as ao longo da estrada para Sirte ===\nEm 28 de mar\u00e7o, as for\u00e7as rebeldes avan\u00e7aram mais para o oeste em dire\u00e7\u00e3o a Sirte e tomaram a cidade de [[Nofaliya]]. Depois de garantir Nofaliya, continuaram para o oeste at\u00e9 a aldeia de [[Harawa]]. Ali, tentaram negociar com os l\u00edderes tribais para que os moradores locais se juntassem a sua revolta. No entanto, os civis da aldeia atacaram os rebeldes com armas autom\u00e1ticas e a oposi\u00e7\u00e3o foi for\u00e7ada a retirar-se de Harawa. Ao mesmo tempo, uma longa [[Coluna (militar)|coluna]] rebelde, vinda de Bin Jawad, foi emboscada v\u00e1rias vezes na estrada e os lealistas conseguiram flanquear os rebeldes e atac\u00e1-los pela retaguarda. Isso for\u00e7ou as for\u00e7as da oposi\u00e7\u00e3o a se retirarem para Nofaliya, a 120 quil\u00f4metros de Sirte. Alguns, ainda, teriam que recuar para Bin Jawad.\n\n=== Contra-ofensiva pelas for\u00e7as pr\u00f3-Gaddafi ===\nEm 29 de mar\u00e7o, as for\u00e7as pr\u00f3-Gaddafi intensificaram os ataques contra os rebeldes l\u00edbios, for\u00e7ando-os a recuar de Nofaliya para Bin Jawad, cerca de 30 quil\u00f4metros a leste. Mais tarde, um intenso combate sobre Bin Jawad seria relatado, incluindo duelos de artilharia, antes que os rebeldes fugissem em centenas de ve\u00edculos, abandonando a cidade, em dire\u00e7\u00e3o a Ras Lanuf. Os comandantes militares da oposi\u00e7\u00e3o sugeriram que a falta de disciplina e as linhas de abastecimento distendidas foram parcialmente respons\u00e1veis pelo recuo. Mais tarde, durante o dia, as for\u00e7as pr\u00f3-Gaddafi avan\u00e7aram para 20 quil\u00f4metros (12 milhas) de Ra's Lanuf e come\u00e7aram a bombardear a cidade com artilharia e morteiros.\n\nEm 30 de mar\u00e7o, for\u00e7as lealistas recapturaram a refinaria de petr\u00f3leo da cidade de Ra's Lanuf for\u00e7ando os rebeldes a recuarem mais para o leste. A coaliz\u00e3o, em seguida, come\u00e7ou a lan\u00e7ar ataques a\u00e9reos contra as for\u00e7as gaddafistas em torno Ras Lanuf e na estrada para [[Uqayla]]. Rep\u00f3rteres no terreno culparam uma tempestade de areia e a baixa visibilidade do ar pela falta de ataques a\u00e9reos no dia anterior. Mais tarde, durante o dia, os rebeldes estavam se retirando de Brega para [[Ajdabiya]]. \u00c0 noite, a ''[[BBC News]]'' informou que Brega estava sob controle das for\u00e7as pr\u00f3-Gaddafi e estes estavam se aproximando de Ajdabiya. Um correspondente da ''[[CNN]]'' em Ajdabiya informou que os rebeldes estavam \"agrupando-se em frente a Ajdabiya para uma contra-ofensiva\". Durante a noite, a Coaliz\u00e3o tentou um ataque a\u00e9reo contra as for\u00e7as lealistas. No entanto, atingiram um caminh\u00e3o de muni\u00e7\u00e3o que ficava perto de algumas casas civis, o que resultou na morte de sete civis e 25 pessoas feridas.\n\n== Resultado ==\n{{AP|Terceira Batalha de Brega}}\nNa manh\u00e3 de 31 de mar\u00e7o, os rebeldes contra-atacaram as for\u00e7as pr\u00f3-Gaddafi em Brega em uma tentativa de deter seu avan\u00e7o, que reverteu quase todos os ganhos rebeldes anteriores. Contudo essa ofensiva rebelde tamb\u00e9m seria interrompida pelas for\u00e7as gaddafistas, mais bem treinadas e equipadas, e um impasse logo se desenvolveria na estrada entre Brega e Ajdabiya.\n\n==Refer\u00eancias==\n{{Reflist|2|refs=\n{{citar web| url=http://archive.fo/BaTuU |t\u00edtulo=Live Blog Libya – March 26 |obra= [[Al Jazeera]] |data=26 de mar\u00e7o de 2011}}\n{{citar web| url=http://archive.fo/PJemo |t\u00edtulo=Live Blog Libya – March 27 |obra= [[Al Jazeera]] |data=27 de mar\u00e7o de 2011}}\n{{citar web| url=https://archive.fo/SlpKi |t\u00edtulo=Live Blog Libya – March 29 |obra= [[Al Jazeera]] |data= 29 de mar\u00e7o de 2011}}\n{{citar web| url=https://archive.fo/tKKlD |t\u00edtulo=Live Blog Libya – March 30 |obra= [[Al Jazeera]] |data= 30 de mar\u00e7o de 2011}}\n\n{{citar web|url=http://archive.fo/B9BeN |t\u00edtulo=Libyan Rebels Push West To Capture Brega |obra= [[Sky News]] |data=27 de mar\u00e7o de 2011}}\n\n{{citar web|url=http://archive.fo/BxKgZ |t\u00edtulo=Revolutionaries Take Ras Lanuf, Brega, Uqayla, Bin Jawad|publicado=Libyafeb17.com }}\n\n{{citar jornal| url=https://web.archive.org/web/20110916194303/http://www.straitstimes.com/BreakingNews/World/Story/STIStory_649954.html |t\u00edtulo=Libyan Rebels Retake Hamlet of Bin Jawad |ag\u00eancia= [[Agence France-Presse]]|obra=The Straits Times |data= 27 de mar\u00e7o de 2011}}\n\n{{citar jornal|url=https://archive.fo/MS3P0|t\u00edtulo=Gaddafi troops reverse Libyan rebel charge|ag\u00eancia=[[Reuters]]|obra=The Daily Star|data=29 de mar\u00e7o de 2011|primeiro1 =Maria|\u00faltimo1 =Golovnina|primeiro2 =Michael|\u00faltimo2 =Georgy|local=Tripoli}}\n\n{{citar jornal|url=https://www.bbc.co.uk/news/world-africa-12892798|t\u00edtulo= Gaddafi Troops Force Rebels Back|obra= [[BBC News]] |data= 29 de mar\u00e7o de 2011}}\n\n{{citar jornal|url=https://www.bbc.co.uk/news/world-middle-east-12776418 |t\u00edtulo= Live: Libya and Mid-East Crisis |obra= [[BBC News]] |data= 31 de mar\u00e7o de 2011}}\n\n{{citar web|\u00faltimo = Lubin|primeiro =Gus |url=http://www.businessinsider.com/libya-wednesday-march-30-2011-3 |t\u00edtulo=Obama Signs a Secret Order To Allow Covert Operations Within Libya |obra= [[Business Insider]] |data= 30 de mar\u00e7o de 2011}}\n\n{{citar web|url=https://archive.fo/B0MoN |t\u00edtulo=World Powers Move Towards Gaddafi Exile Plan |obra= [[Al Arabiya]] |data=30 de mar\u00e7o de 2011}}\n\n{{citar jornal|url=https://af.reuters.com/article/libyaNews/idAFWEA164620110330 |t\u00edtulo=Gaddafi Forces Move East, Bombard Rebels with Rockets |obra=Reuters Africa|ag\u00eancia= [[Reuters]] |data= 30 de mar\u00e7o de 2011|local=Uqayla|primeiro =Edmund|\u00faltimo =Blair}}\n\n{{citar jornal|url=https://www.reuters.com/article/2011/03/30/libya-east-retreat-idUSWEA174420110330 |t\u00edtulo=Libya Rebels Beat Rapid Retreat East under Fire |ag\u00eancia= [[Reuters]] |data= 22 de mar\u00e7o de 2011}}\n}}\n\n{{tradu\u00e7\u00e3o/ref|en|First Gulf of Sidra offensive}}\n\n{{Portal3|Guerra|L\u00edbia}}\n[[Categoria:Guerra Civil L\u00edbia de 2011]]"}]},"1290":{"pageid":1290,"ns":0,"title":"Modelo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|Modelo|modelos|wkt=Modelo|wqt=Modelo}}\n\n* [[Modelo (artes pl\u00e1sticas)]] - representa\u00e7\u00e3o em escala de um objeto real, em geral pessoas, para trabalhos art\u00edsticos\n* [[Modelo (hipermercado)]] - hipermercado de Portugal\n* [[Modelo (matem\u00e1tica)]] ou [[Modelo (matem\u00e1tica)|modelo matem\u00e1tico]] - representa\u00e7\u00e3o ou interpreta\u00e7\u00e3o simplificada da realidade por meio de equa\u00e7\u00f5es ou f\u00f3rmulas matem\u00e1ticas\n* [[Modelo (profiss\u00e3o)]] - pessoa que posa para fotografia, desenho, pintura ou escultura\n* [[Modelo de documento]] - documento de \"gabarito\"\n* [[Modelo cient\u00edfico]]\n* [[Modelos f\u00edsicos|Modelo f\u00edsico]] - representa\u00e7\u00e3o ou interpreta\u00e7\u00e3o simplificada da realidade f\u00edsica para solu\u00e7\u00f5es de problemas espec\u00edficos de engenharia hidr\u00e1ulica, de engenharia sanit\u00e1ria, de estruturas, de mec\u00e2nica dos fluidos, de aerodin\u00e2mica, etc.\n* [[Modelo de organiza\u00e7\u00f5es internacionais]] - simula\u00e7\u00e3o de organismos internacionais, como a ONU\n* [[Modelo Transporte Urbano]] - empresa de \u00f4nibus de Salvador, Bahia, Brasil.\n\n== Top\u00f4nimos ==\n* [[Modelo (Santa Catarina)]] - cidade do estado brasileiro de Santa Catarina\n* [[Modelos (Pa\u00e7os de Ferreira)]] - freguesia portuguesa"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wikiquote-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Wiktionary-logo.svg"}]},"2955718":{"pageid":2955718,"ns":0,"title":"Acacia farinosa","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n |cor = lightgreen\n |nome = ''Acacia farinosa''\n |imagem = Acacia farinosa.jpg\n |imagem_legenda = \n |estado = \n |reino = [[Plantae]]\n |divis\u00e3o = [[angiosperma|Magnoliophyta]]\n |classe = [[dicotiled\u00f3nea|Magnoliopsida]]\n |ordem = [[Fabales]]\n |fam\u00edlia = [[Fabaceae]]\n |subfam\u00edlia = [[Mimosoideae]]\n |g\u00e9nero = ''[[Ac\u00e1cia|Acacia]]''\n |esp\u00e9cie = '''''Acacia farinosa'''''\n |binomial = ''Acacia farinosa''\n |binomial_autoridade = \n |sin\u00f3nimos = \n}}\n'''''Acacia farinosa''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[Fabaceae|leguminosa]] do g\u00eanero ''[[Ac\u00e1cia|Acacia]]'', pertencente \u00e0 fam\u00edlia Fabaceae.\n\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{commonscat|Acacia farinosa}}\n== Bibliografia ==\n* Anthony E. Orchard & Annette J. G. Wilson: Flora of Australia: Mimosaceae Acacia, Band 11, Teil 1: Mimosaceae, Acacia, Csiro Publishing, 2001, 673 Seiten ISBN 9780643057029\n* Clement, B.A., Goff, C.M., Forbes, T.D.A. Toxic Amines and Alkaloids from Acacia rigidula, Phytochem. 1998, 49(5), 1377.\n* Shulgin, Alexander and Ann, TiHKAL the Continuation. Transform Press, 1997. ISBN 0-9630096-9-9\n* Stephen Midgley, Peter Stevens, Ben Richardson, Paul Gioia & Nicholas Lander: WorldWideWattle - Webseite \u00fcber die Akazien, mit einem Schwerpunkt auf die australischen Arten.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://www.worldwidewattle.com/ |3=World Wide Wattle}}\n* {{Link||2=http://www.acacia-world.net/ |3=Acacia-world}}\n* {{Link||2=http://waynesword.palomar.edu/plaug99.htm |3=Wayne's Word on \"The Unforgettable Acacias\"}}\n* {{Link||2=http://www.ildis.org/LegumeWeb?version~10.01&genus~Acacia&species~ |3=ILDIS Legume Web}}\n* {{Link||2=http://www.flora.sa.gov.au/id_tool/acacia.html#Keys |3=Flora identification tools from the State Herbarium of South Australia}}\n* {{Link||2=http://www.fao.org/docrep/V5360E/v5360e0f.htm |3=FAO Timber Properties of Various Acacia Species}}\n\n{{Esbo\u00e7o-legume}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Acacia Farinosa}}\n[[Categoria:Acacia]]"}]},"1421992":{"pageid":1421992,"ns":0,"title":"Fidonisi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{geocoordenadas|45_15_18_N_30_12_15_E|45\u00b0 15' 18\" N, 30\u00b0 12' 15\" E}}\n[[Ficheiro:Insula Serpilor in 1896.JPG|thumb|350px|Gravura mostrando Fidonisi em [[1896]].]]\n'''Fidonisi''' ou '''Ilha das Serpentes''' ([[L\u00edngua ucraniana|ucraniano]]: \u041e\u0441\u0442\u0440\u0456\u0432 \u0417\u043c\u0456\u0457\u043d\u0438\u0439, ''Ostriv Zmiyinyy''; [[L\u00edngua romena|romeno]]: ''Insula \u015ferpilor''; [[L\u00edngua grega|grego]]: ''Fidonisi'', ''ilha das Serpentes''), \u00e9 uma pequena ilha [[calc\u00e1rio|calc\u00e1ria]] do [[Mar Negro]], hoje territ\u00f3rio da [[Ucr\u00e2nia]], situada na zona de [[fronteira Rom\u00e9nia-Ucr\u00e2nia|fronteira entre aquele pa\u00eds e a Rom\u00e9nia]]. A ilha tem apenas 0,17 km\u00b2 de [[\u00e1rea]], com uma configura\u00e7\u00e3o irregular com dimens\u00f5es m\u00e1ximas de 662 m por 440 m. Tem cerca de 100 habitantes permanentes, a maioria pessoal da guarda fronteiri\u00e7a ucraniana, dos servi\u00e7os meteorol\u00f3gicos e de uma esta\u00e7\u00e3o de estudos marinhos ligada \u00e0 [[Universidade Nacional de Odessa]]. A ilha tem sido objecto de recentes investimentos, aparentemente feitos com o objectivo de a tornar numa ilha habitada, o que tem como consequ\u00eancia uma profunda altera\u00e7\u00e3o da delimita\u00e7\u00e3o do mar territorial e da [[zona econ\u00f3mica exclusiva]] ucraniana, que crescer\u00e1 em detrimento da [[Rom\u00e9nia]], o que j\u00e1 levou \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o pela parte romena de uma queixa no [[Tribunal Internacional de Justi\u00e7a]].\n== Geografia ==\n[[Ficheiro:Insula Serpilor map.png|thumb|250px|Localiza\u00e7\u00e3o de Fidonisi.]]\n[[Ficheiro:Insula Serpilor.jpg|right|250px|thumb|Mapa de Fidonisi.]]\nFidonisi \u00e9 a parte emersa de uma forma\u00e7\u00e3o [[calc\u00e1rio|calc\u00e1ria]] localizada a 35 [[quil\u00f3metro|km]] da costa ucraniana, frente \u00e0 foz do rio [[Dan\u00fabio]]. A ilha mede 662 [[metro]]s por 440 metros, com uma \u00e1rea total de apenas 0,17 km\u00b2. O seu ponto mais alto est\u00e1 a 41 m acima do [[n\u00edvel m\u00e9dio do mar]].\n\nO ponto da costa mais pr\u00f3ximo \u00e9 a [[ilha Kubanskyi]], localizada na parte ucraniana do [[delta do Dan\u00fabio]], entre o [[canal Bystroe]] e o [[canal Vostochnoe]]. A cidade mais pr\u00f3xima \u00e9 [[Sulina]], na [[Rom\u00e9nia]], a 45 km de dist\u00e2ncia.\n\nAdministrativamente a ilha \u00e9 parte do distrito de [[Kiliya]] do [[\u00f3blast de Odessa|oblast de Odessa]], [[Ucr\u00e2nia]], onde se situa a cidade ucraniana mais pr\u00f3xima da ilha, [[Vylkove]], a cerca de 50 km de dist\u00e2ncia.\n== Popula\u00e7\u00e3o e infraestrutura ==\nEm obedi\u00eancia a um Tratado assinado em [[1997]] entre a [[Rom\u00e9nia]] e a [[Ucr\u00e2nia]], a guarni\u00e7\u00e3o militar ucraniana que ali estava estacionada desde os tempos sovi\u00e9ticos foi retirada, os radares as instala\u00e7\u00f5es de radiocomunica\u00e7\u00f5es militares foram desmantelados e as infraestruturas existentes foram colocadas sob administra\u00e7\u00e3o civil. Em resultado dessa mudan\u00e7a, a ilha est\u00e1 agora desmilitarizada e em fase de r\u00e1pido desenvolvimento, com novos equipamentos a serem ali instalados.\n\nHabitam correntemente a ilha cerca de 100 pessoas, na sua maioria guardas fronteiri\u00e7os ucranianos e as suas fam\u00edlias e pessoal t\u00e9cnico ligado \u00e0 meteorologia e aos equipamentos de monitoriza\u00e7\u00e3o e de sinaliza\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego a\u00e9reo e mar\u00edtimo que est\u00e3o instalados na ilha. Desde [[2003]] que se encontra instalada uma miss\u00e3o cient\u00edfica permanente para estudo das [[ci\u00eancias do mar]], operada pela [[Universidade Nacional de Odessa]].\n\nPara al\u00e9m de um [[heliporto]], em [[2002]] foi constru\u00edda uma instala\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria capaz de receber navios com at\u00e9 8 m de [[calado]], estando em curso outros melhoramentos no pequeno porto que serve a ilha.\n\nA ilha alberga diversas ajudas \u00e0 navega\u00e7\u00e3o, incluindo um farol com 150 anos de hist\u00f3ria. A energia el\u00e9ctrica \u00e9 fornecida por uma central produtora que combina geradores a [[diesel]] com [[aerogerador]]es. Para al\u00e9m disso, a ilha tem uma esta\u00e7\u00e3o de correios, uma balc\u00e3o do banco ucraniano \"Aval\", um posto m\u00e9dico, um posto de recep\u00e7\u00e3o de televis\u00e3o por sat\u00e9lite, uma rede telef\u00f3nica, incluindo liga\u00e7\u00e3o \u00e0 [[Internet]] e uma torre de telefonia m\u00f3vel celular (telem\u00f3vel).\n\n== Hist\u00f3ria ==\n=== Antiguidade ===\nNa [[Antiguidade Cl\u00e1ssica]] a ilha era chamada pelos gregos \u039b\u03b5\u03c5\u03ba\u03cc\u03c2, ''[[Leuce]]'' (''ilha Branca'' ou ''Lefki'' ), nome que os [[Imp\u00e9rio Romano|romanos]] traduziram para ''Alba'', provavelmente devido \u00e0 presen\u00e7a nas suas fal\u00e9sias de [[m\u00e1rmore]] e [[gr\u00e9s]] branco. Na ilha existiam grandes [[serpente]]s inofensivas que eram consideradas sagradas, o que deu origem ao seu nome posterior.\n\nApesar de n\u00e3o ter habitantes permanentes, a ilha era perten\u00e7a da col\u00f3nia grega de Olbia, localidade situada nas proximidades da actual cidade de [[Odessa]]. Nela foi constru\u00eddo um dos maiores santu\u00e1rios dedicados ao her\u00f3i [[Arc\u00e1dia (Gr\u00e9cia)|arc\u00e1dio]] Aquiles, onde se dizia que as ''aves marinhas molhavam as asas no mar para vir com elas lavar o templo''Constantine D. Kyriazis, ''Eternal\nGreece: Achilles' sanctuary'', raz\u00e3o pela qual ganhou o ep\u00edteto de ''Achilleis'' (''\"de [[Aquiles]]\"''). Desse tempo ainda restam ru\u00ednas de diversos templos de origem [[tr\u00e1cia]] dedicados a [[Apolo]] e foi assinalada a presen\u00e7a de ru\u00ednas submersas na costa da ilha.\n\nDe acordo com um [[ep\u00edtome]] do \u00e9pico perdido de [[Arctino de Mileto]] sobre a [[Guerra de Troia]], os restos mortais de [[Aquiles]] e de [[P\u00e1troclo]] foram levados para a ''ilha branca'' pela deusa [[T\u00e9tis (Nereida)|T\u00e9tis]], sendo a\u00ed depositados num santu\u00e1rio. Acredita-se que as ru\u00ednas de um templo quadrado, com 30 m de lado, descobertas pelo capit\u00e3o [[Kritzikly]] em [[1823]], sejam os restos do grande templo de Aquiles constru\u00eddo em mem\u00f3ria desse feito.\n\n[[Ov\u00eddeo]], que foi banido para [[Tomis]], actual [[Constan\u0163a]], menciona a ilha nos seus escritos, tal como [[Ptolomeu]] e [[Estrab\u00e3o]].*[http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Strabo/2E2*.html ''Geografia'', livro II.5.22]. A ilha \u00e9 descrita na ''[[Naturalis Historia]]'' de [[Pl\u00ednio, o Velho]] (Livro IV.27.1).\n\nForam descobertas na ilhas v\u00e1rias inscri\u00e7\u00f5es antigas, incluindo a c\u00f3pia de uma proclama\u00e7\u00e3o da cidade de [[Olbia (Ucr\u00e2nia)|Olbia]], datado do [[s\u00e9culo IV a.C.]], que louva quem derrotou e expulsou da ''ilha sagrada'' os piratas que l\u00e1 viviam.\n\nNo ano [[29]] da nossa era a ilha passou a pertencer ao [[Imp\u00e9rio Romano]], ficando integrada na prov\u00edncia da ''[[C\u00edtia Menor]]'', \u00e1rea correspondente \u00e0 actual [[Dobruja]]. Com a desagrega\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio Romano, a ilha ficou na posse do Imp\u00e9rio Romano do Oriente, mais conhecido pelo [[Imp\u00e9rio Bizantino]].\n\n=== Idade moderna ===\nEm [[1315]] o imperador bizantino cedeu a ilha aos [[Rep\u00fablica de G\u00e9nova|genoveses]], que a\u00ed instalaram um facho e constru\u00edram abrigos e cisternas utilizando as pedras dos antigos templos da ilha. Com a perda de influ\u00eancia bizantina, a ilha passou para a posse de [[Mircea I da Val\u00e1quia|Mircea I]], monarca da [[Val\u00e1quia]], passando a integrar aquele principado.\n\nOs turcos otomanos conquistaram a ilha em [[1412]], dando-lhe o nome de ''Yilan Adasi'' (''Ilha das Cobras''), mas em pouco tempo as instala\u00e7\u00f5es arru\u00ednam-se e a ilha \u00e9 abandonada por falta de \u00e1gua pot\u00e1vel. Apesar disso, a ilha permaneceria sob controlo otomano at\u00e9 [[1829]], ano em que a ilha passou para o controlo do [[Imp\u00e9rio Russo]], na sequ\u00eancia da vit\u00f3ria deste na [[Guerra Russo-Otomana de 1828\u20131829]], permanecendo sob soberania russa at\u00e9 [[1856]], ano em que voltou a ser ocupada pelos otomanos.\n\nComo os marinheiros gregos da regi\u00e3o do [[Mar Negro]] conheciam a ilha por ''Fidonisi'', o que significa ''ilha das serpentes'', foi com este nome que ficou conhecida durante as m\u00faltiplas guerras que opuseram os povos crist\u00e3o ortodoxos ao poderio otomano. A ilha ganhou notoriedade devido \u00e0 batalha naval russo-otomana conhecida por [[Batalha de Fidonisi]], travada nas suas imedia\u00e7\u00f5es a [[14 de Julho]] de [[1788]], um epis\u00f3dio marcante da [[Guerra Russo-Otomana de 1787-1792]].\n\nAp\u00f3s a desagrega\u00e7\u00e3o do [[Imp\u00e9rio Bizantino]] a ilha ficou sob controlo otomano at\u00e9 [[1829]], ano em que a ilha passou para o controlo do [[Imp\u00e9rio Russo]] na sequ\u00eancia da vit\u00f3ria russa na [[Guerra Russo-Otomana de 1828\u20131829]], permanecendo sob soberania russa at\u00e9 [[1856]], ano em que voltou a ser ocupada pelos otomanos.\n\nEm [[1877]], na sequ\u00eancia da sua derrota na [[Guerra Russo-Otomana de 1877\u20131878]], os otomanos foram obrigados pelo [[Tratado de Adrian\u00f3polis]] a ceder a ilha e a regi\u00e3o vizinha de [[Dobrogea]] aos russos, que contudo acabariam por ced\u00ea-la \u00e0 [[Rom\u00e9nia]] como repara\u00e7\u00e3o pela anexa\u00e7\u00e3o da parte sul da [[Bessar\u00e1bia]]. A partir da\u00ed, a ilha manteve-se sob soberania romena at\u00e9 \u00e0 sua ocupa\u00e7\u00e3o pelas for\u00e7as sovi\u00e9ticas em [[1944]].\n\nEstando a ilha sob soberania romena durante a [[Primeira Guerra Mundial]], e sendo a Rom\u00e9nia um dos Estados aliados contra a Alemanha, o farol da ilha foi bombardeado em [[25 de Junho]] de [[1917]] pelo [[cruzador]] alem\u00e3o ''Breslau'', ent\u00e3o operando sob bandeira otomana com o nome de ''Midilli'', que desembarcou marinheiros alem\u00e3es que ocuparam a ilha durante algumas horas, destruindo o farol e uma esta\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00f5es ali instalada. Os romenos reconstru\u00edram o farol em [[1922]]. Em [[1932]] a ilha foi declarada pela Rom\u00e9nia como reserva natural. Tamb\u00e9m na [[d\u00e9cada de 1930]] a ilha foi estudada pelo [[arque\u00f3logo]] [[Vasile P\u00e2rvan]], que escavou o lugar do antigo ''Templo de Aquiles''.\n\nOs [[Tratados de Paz de Paris (1947)]] entre as pot\u00eancias que tinha participado na [[Segunda Guerra Mundial]] cederam a parte norte da [[Bukovina]], a regi\u00e3o de [[Hertza]], [[Budjak]] e a [[Bessar\u00e1bia]] \u00e0 [[Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]], mas n\u00e3o fazem qualquer men\u00e7\u00e3o \u00e0 foz do Dan\u00fabio ou a Fidonisi.\n\nApesar disso, a [[23 de Maio]] de [[1948]] a [[Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]] for\u00e7ou a [[Rom\u00e9nia]], ent\u00e3o ocupada pelas for\u00e7as sovi\u00e9ticas, a aceitar a ''transfer\u00eancia'' da ilha para a URSS, bem como o recuo da fronteira romena na regi\u00e3o do [[delta do Dan\u00fabio]], resultando na anexa\u00e7\u00e3o da ilha de [[Limba]] pelos sovi\u00e9ticos. Este ''protocolo'', assinado pela parte romena pela Ministra dos Neg\u00f3cios Estrangeiros [[Ana Pauker]], foi mantido secreto por mais de uma d\u00e9cada. A ilha passou ent\u00e3o a designar-se por ''Ostrov Zme\u00efnyi'' ([[L\u00edngua russa|russo]]: ''ilha das Serpentes''). No mesmo ano, e no contexto da [[Guerra Fria]], foi constru\u00eddo na ilha uma instala\u00e7\u00e3o [[radar]] sovi\u00e9tica destinada a apoiar os seus sistema de defesa [[naval]] e [[anti-a\u00e9rea]].\n\nAp\u00f3s a queda do regime [[comunista]], a Rom\u00e9nia tem disputado veementemente a validade deste \"tratado\", j\u00e1 que o mesmo foi assinado sob ocupa\u00e7\u00e3o sovi\u00e9tica e nunca foi ratificados por qualquer das partes, o que faz com que, aos olhos dos romenos, ''de jure'', as ilhas Fidonisi e Limba sejam ainda territ\u00f3rio romeno.\n\nA integra\u00e7\u00e3o de Fidonisi no territ\u00f3rio sovi\u00e9tico foi confirmada pelo acordo assinado entre os governos da Rep\u00fablica Popular da Rom\u00e9nia e da Uni\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas Sovi\u00e9ticas, denominado Tratado Romeno-Sovi\u00e9tico sobre o Regime Fronteiri\u00e7o e Colabora\u00e7\u00e3o e Assist\u00eancia M\u00fatua em Mat\u00e9ria de Fronteiras, assinado em [[Bucareste]] a [[27 de Fevereiro]] de [[1961]].\n\nEntre [[1967]] e [[1987]] a URSS e a Rom\u00e9nia tentaram sem sucesso negociar a delimita\u00e7\u00e3o das suas [[zona econ\u00f3mica exclusiva|zonas econ\u00f3micas exclusivas]] e [[plataforma continental|plataformas continentais]], tendo a negocia\u00e7\u00e3o falhado quando em [[1987]] o lado romeno recusou aceitar apenas 4000 km\u00b2 dos 6000 km\u00b2 de fundos marinhos que reclamava nas imedia\u00e7\u00f5es da ilha.\n\nCom a dissolu\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, em [[1991]] a [[Ucr\u00e2nia]] incorporou a ilha no seu territ\u00f3rio, apesar da Rom\u00e9nia a continuar a reclamar como sua, face \u00e0 alegada nulidade do tratado de 1947. Na altura voltou a ser alegado pelo lado romeno que nos Tratados de Paz de 1918 e 1920 (assinados depois da [[Grande Guerra]]), a ilha era considerada parte da Rom\u00e9nia, n\u00e3o sendo sequer mencionada no Tratado de 1947 que mudou as fronteiras entre a Rom\u00e9nia e a URSS.\n\nSob press\u00e3o ocidental, em [[1997]] a Rom\u00e9nia e a Ucr\u00e2nia assinaram um tratado no qual ambos os Estados ''reafirmam que as fronteiras existentes entre eles s\u00e3o inviol\u00e1veis e que em consequ\u00eancia renunciam, agora e para o futuro, a qualquer tentativa de as alterar, bem como a qualquer reivindica\u00e7\u00e3o ou acto de tomada ou usurpa\u00e7\u00e3o de qualquer parte do territ\u00f3rio das Partes Contratantes''. Esse mesmo tratado obriga \u00e0 desmilitariza\u00e7\u00e3o da fronteira, obrigando \u00e0 retirada do contingente militar ucraniano que estava em Fidonisi.\n\nA Rom\u00e9nia apenas ter\u00e1 aceite este tratado pois ele era condi\u00e7\u00e3o para a admiss\u00e3o do pa\u00eds na [[NATO]]. Contudo, ambas as partes concordaram que na aus\u00eancia de um acordo sobre as suas fronteiras mar\u00edtimas, a estabelecer no prazo de dois anos, qualquer dos lados poderia recorrer ao [[Tribunal Internacional de Justi\u00e7a]]. Verificada a aus\u00eancia do acordo no prazo fixado, a [[Rom\u00e9nia]] recorreu \u00e0quele tribunal, num caso que ainda se encontra pendente.\n\n== A quest\u00e3o da delimita\u00e7\u00e3o da fronteira mar\u00edtima ==\nDevido \u00e0 posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica da ilha e \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es do [[direito internacional mar\u00edtimo]] que governam a delimita\u00e7\u00e3o da [[zona econ\u00f3mica exclusiva]] e da [[plataforma continental]], a posse da ilha e o seu estatuto s\u00e3o determinantes para decidir o tra\u00e7ado da fronteira mar\u00edtima entre a Rom\u00e9nia e a Ucr\u00e2nia.\n\nPara al\u00e9m da quest\u00e3o da soberania, agora decidida a favor da Ucr\u00e2nia, se a ilha for considerado um mero [[ilh\u00e9u]] incapaz de suportar habita\u00e7\u00e3o humana permanente, ent\u00e3o a linha de demarca\u00e7\u00e3o deve ser tra\u00e7ada sem ter em conta a ilha, o que corresponde aos interesses romenos; se, pelo contr\u00e1rio, a ilha for considerada habitada, tem direito a uma zona econ\u00f3mica exclusiva de 200 milhas n\u00e1uticas, ou at\u00e9 ao ponto mediano da linha que ligue a sua costa \u00e0 [[linha de base]] considerada nas costas dos Estados adjacentes, o que corresponde aos interesses ucranianos.\n\nA parte romena considera que os recentes investimentos na constru\u00e7\u00e3o de um porto e outras infra-estruturas na ilha correspondem \u00e0 inten\u00e7\u00e3o ucraniana de demonstrar que a ilha \u00e9 efectivamente habitada, ganhando assim base para reclamar as \u00e1guas e fundos marinhos em seu torno.\n\nA [[16 de Setembro]] de [[2004]] a [[Rom\u00e9nia]] apresentou no [[Tribunal Internacional de Justi\u00e7a]] ([[TIJ]]) uma queixa contra a [[Ucr\u00e2nia]], solicitando a delimita\u00e7\u00e3o da fronteira mar\u00edtima entre ambos os Estados, alegando que a ilha n\u00e3o tem significado s\u00f3cio-econ\u00f3mico e que por isso deve ser considerado um mero ilh\u00e9u sem significado na delimita\u00e7\u00e3o da fronteira{{citar web |url=http://www.icj-cij.org/icjwww/ipresscom/ipress2004/ipresscom2004-31_ru_20040916.htm |t\u00edtulo=Romania brings a case against Ukraine... |acessodata=21 de Outubro de 2006 |data=16 de Setembro de 2004 |publicado=[[Tribunal Internacional de Justi\u00e7a]] |l\u00edngua=Ingl\u00eas |arquivourl=https://web.archive.org/web/20061002131831/http://www.icj-cij.org/icjwww/ipresscom/ipress2004/ipresscom2004-31_ru_20040916.htm |arquivodata=2006-10-02 |urlmorta=yes }}. A Ucr\u00e2nia teve de apresentar as suas alega\u00e7\u00f5es at\u00e9 [[19 de Maio]] de [[2006]]{{citar web |url=http://www.icj-cij.org/icjwww/ipresscom/ipress2004/ipresscom2004-34_ru_20041119.htm |t\u00edtulo=Maritime Delimitation in the Black Sea (Romania v. Ukraine) |acessodata=21 de Outubro de 2006 |data=19 de Novembro de 2004 |publicado=[[Tribunal Internacional de Justi\u00e7a]] |l\u00edngua=Ingl\u00eas |arquivourl=https://web.archive.org/web/20061002131837/http://www.icj-cij.org/icjwww/ipresscom/ipress2004/ipresscom2004-34_ru_20041119.htm |arquivodata=2006-10-02 |urlmorta=yes }}. O andamento do processo levar\u00e1 a que o desfecho n\u00e3o seja facilmente atingidohttp://www.icj-cij.org/docket/index.php?p1=3&p2=3&code=ru&case=132&k=95 {{Wayback|url=http://www.icj-cij.org/docket/index.php?p1=3&p2=3&code=ru&case=132&k=95 |date=20080924054750 }} Os passos processuais da disputa no ITJ..\n\nEntretanto foram descobertos dep\u00f3sitos de [[petr\u00f3leo]], avaliados em 10 milh\u00f5es de [[tonelada]]s, e de [[g\u00e1s natural]] (1 000 000 000 m\u00b3) sob os fundos marinhos adjacentes \u00e0 ilha, que apesar de n\u00e3o serem muito significativos, pois podem ser esgotados em 2-3 anos de explora\u00e7\u00e3o, ainda assim contribuem para tornar mais acesa a disputa.\n\nA [[BP]] e a [[Royal Dutch Shell]] assinara contratos de prospec\u00e7\u00e3o com a Ucr\u00e2nia, enquanto a [[Total S.A.]] negociou com a [[Rom\u00e9nia]] a prospec\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o adjacente. A empresa austr\u00edaca [[OMV]] (propriet\u00e1ria da [[Petrom]], maior empresa romena dos sector petrol\u00edfero) tamb\u00e9m assinou um acordo com a [[Naftogaz Ukrainy]] e com a [[Chornomornaftogaz]] para se apresentarem conjuntamente a uma eventual hasta dos direitos de explora\u00e7\u00e3o na zona.\n\nPresumindo que o [[TIJ]] ditar\u00e1 o seu veredicto no caso, a jurisprud\u00eancia existente aponta para que em geral as ilhas sejam consideradas como circunst\u00e2ncias ''especiais'' ou ''relevantes'' em cada acto de delimita\u00e7\u00e3o efectuado pelos Estados em si, ou em acordos bilaterais ou com a assist\u00eancia de terceiros, como \u00e9 o caso do TIJ. Contudo, dependendo das circunst\u00e2ncias de cada caso, considera\u00e7\u00f5es de equidade podem levar a que na determina\u00e7\u00e3o dos limites as ilhas recebam total considera\u00e7\u00e3o (dando direito \u00e0s 200 milhas), apenas considera\u00e7\u00e3o parcial ou mesmo a que sejam ignoradas.\n\nContudo, na maioria dos casos mesmo os rochedos inabit\u00e1veis t\u00eam sido considerados para efeitos de delimita\u00e7\u00e3o mar\u00edtima, pelo que se torna dif\u00edcil ignorar ilhas habitadas, mesmo que essa condi\u00e7\u00e3o seja disputada. Por exemplo, a [[ilha das Aves]] foi considerada na delimita\u00e7\u00e3o da fronteira mar\u00edtima entre os [[Estados Unidos da Am\u00e9rica]] e a [[Venezuela]], apesar da sua pequenez e de ser inabitada.\n\nPara al\u00e9m disso, a maioria dos Estado n\u00e3o distingue as ilhas dos ''rochedos'' referidos no artigo 121(3) da [[Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar]] ([[LOSC]]) e reclama jurisdi\u00e7\u00e3o sobre uma [[ZEE]] em torno de todas as suas ilhas e rochedos, independentemente das suas caracter\u00edsticas e dimens\u00f5es. Exemplos dessa pol\u00edtica incluem o [[Reino Unido]] (em rela\u00e7\u00e3o a [[Rockall]]), o Jap\u00e3o (em rela\u00e7\u00e3o a [[Okinotorishima]]), os estados Unidos da Am\u00e9rica (em rela\u00e7\u00e3o a muitas ilhas e [[atol|at\u00f3is]] no [[Pac\u00edfico]] equatorial e nas [[Cara\u00edbas]]), a Fran\u00e7a (em rela\u00e7\u00e3o a [[Clipperton]] e a outras ilhas e ilh\u00e9us), a Noruega (em rela\u00e7\u00e3o a [[Jan Mayen]]), o [[I\u00e9men]], a Nicar\u00e1gua, o Sri Lanka, e muitos outros Estados.\n\nA [[jurisprud\u00eancia]] dos tribunais internacionais e de outras situa\u00e7\u00f5es em que h\u00e1 recurso \u00e0 media\u00e7\u00e3o ou arbitragem de terceiros n\u00e3o \u00e9 contudo uniforme. Por um lado, mesmo os ''rochedos'' a que se refere o artigo 121(3) da [[Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar]] ([[LOSC]]) t\u00eam sido por vezes tidos em conta na delimita\u00e7\u00e3o de fronteiras mar\u00edtimas; por outro, mesmo ilhas que estejam para al\u00e9m do disposto no artigo 121(3) t\u00eam por vezes sido ignoradas ou substancialmente ''menosprezadas'' (consideradas enclaves ou mesmo eliminadas de considera\u00e7\u00e3o) se o seu efeito \u00e9 considerado como pouco equitativo ou capaz de distorcer a justi\u00e7a do limite face \u00e0 sua dimens\u00e3o, localiza\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia. N\u00e3o existe assim jurisprud\u00eancia segura que possa ajudar a prever o desfecho da disputa.\n\nApesar de terem ocorrido j\u00e1 situa\u00e7\u00f5es similares \u00e0 colocada perante o Tribunal pela Rom\u00e9nia, ainda nunca foi proferida qualquer decis\u00e3o do ITJ sobre a distin\u00e7\u00e3o entre um ''rochedo'' (na acep\u00e7\u00e3o do artigo 121(3) da Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar (LOSC)) e uma ''ilha'' (na acep\u00e7\u00e3o do artigo 121(2) do mesmo diploma). Assim a disputa sobre Fidonisi pode vir a tra\u00e7ar um importante precedente, determinando a forma como no futuro ser\u00e1 feita a delimita\u00e7\u00e3o de fronteiras mar\u00edtimas na presen\u00e7a de ilhas e ilh\u00e9us.\n\nA decis\u00e3o do TIJ n\u00e3o \u00e9 assim f\u00e1cil. Por um lado, parece \u00f3bvio que Fidonisi \u00e9 uma verdadeira ilha, nos termos do artigo 121(2) da Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar (LOSC), uma vez que pode ser habitada (at\u00e9 j\u00e1 tem posto de correios e banco!) e pode assim ser sujeito do direito \u00e0 sua pr\u00f3pria ZEE e plataforma continental. Por outro lado, o [[Mar Negro]] \u00e9 um pequeno mar interior, sem as dimens\u00f5es oce\u00e2nicas para as quais a Conven\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Direito do Mar (LOSC) foi concebida, e a ilha \u00e9 de muito pequena signific\u00e2ncia, o que pode levar a que seja ignorada.\n\nEntretanto, a pedido da Ucr\u00e2nia, o TIJ deliberou a [[8 de Junho]] de [[2007]] conceder uma prorroga\u00e7\u00e3o de prazo, at\u00e9 [[6 de Julho]] de [[2007]], para que aquele Estado possa apresentar novos argumentos{{citar web | url=http://www.icj-cij.org/docket/files/132/13893.pdf?PHPSESSID=48413e7d5b129f19bb30c90f82d5f3d4 | t\u00edtulo=Delibera\u00e7\u00e3o do TIJ de adiamento }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}.. A decis\u00e3o n\u00e3o se espera at\u00e9 meados de [[2008]] e apenas depois da realiza\u00e7\u00e3o de audi\u00eancias p\u00fablicas a levar a cabo durante aquele ano{{citar web | url=http://www.icj-cij.org/presscom/files/1/14111.pdf | t\u00edtulo=Comunica\u00e7\u00e3o \u00e0 Assembleia Geral da ONU pelo Presidente do ITJ | acessodata=2007-11-03 | arquivourl=https://web.archive.org/web/20081202062537/http://www.icj-cij.org/presscom/files/1/14111.pdf | arquivodata=2008-12-02 | urlmorta=yes }}..\n\n== O farol de Fidonisi ==\nO Farol de Fidonisi, situado no ponto mais alto da ilha, a 40 m de altitude, muito pr\u00f3ximo do seu centro geogr\u00e1fico. Foi constru\u00eddo no Ver\u00e3o de [[1843]] por um destacamento da [[Esquadra do Mar Negro]] da [[Marinha Imperial Russa]]. O farol est\u00e1 instalado sobre uma torre [[Octaedro|octa\u00e9drica]] com 12 m de altura, tendo adjacente um edif\u00edcio habitacional para os faroleiros.\n\nCom o desenvolvimento tecnol\u00f3gico, em [[1862]] foi instalada uma nova l\u00e2mpada, importada da Inglaterra. No in\u00edcio da [[d\u00e9cada de 1890]] foi instalada uma l\u00e2mpada a [[querosene]], com equipamento rotativo e lentes planas, que aumentou o alcance do farol para as 20 [[milha n\u00e1utica|milhas n\u00e1uticas]].\n\nO farol foi seriamente danificado durante a [[Segunda Guerra Mundial]] devido a bombardeamentos da avia\u00e7\u00e3o sovi\u00e9tica e depois da avia\u00e7\u00e3o alem\u00e3. Foi ocupado nos finais de [[1944]] por um destacamento de comunica\u00e7\u00f5es militares proveniente de [[Odessa]], passando ent\u00e3o a ser operado pelas for\u00e7as armadas sovi\u00e9ticas.\n\nO edif\u00edcio foi reconstru\u00eddo e reequipado em [[1949]] por militares da [[Esquadra do Mar Negro]] da [[Marinha Sovi\u00e9tica]]. O farol sofreu novos melhoramentos em [[1975]] e [[1984]]. Em [[1988]] foi instalado um radiofarol \"KPM-300\", com um alcance de 150 milhas n\u00e1uticas.\n\nJ\u00e1 sob controlo da [[Ucr\u00e2nia]], em [[2004]], o farol foi equipado com um radiofarol \"Yantar-2M-200\", com capacidade para emitir dados diferenciais (de correc\u00e7\u00e3o) para o sinal dos sat\u00e9lites de navega\u00e7\u00e3o [[GPS]] e [[GLONASS]].\n\nO farol est\u00e1 listado sob os identificadores UKR 050 pela [[ARLHS]], EU-182 pela [[IOTA]] e BS-07 pela [[UIA]].\n\n== Refer\u00eancias e notas ==\n
\n:'''Notas:'''\n\n:'''Gerais:'''\n* {{ru}} [http://www.korrespondent.net/main/84164 Korrespondent.net: Relat\u00f3rio de Dezembro de 2003 sobre a disputa sobre os fundos marinhos em torno de Fidonisi, incluindo uma fotografia a\u00e9rea da ilha]\n* {{ru}} [http://www.korrespondent.net/main/128437 Korrespondent.net: Delimita\u00e7\u00e3o mar\u00edtima em Agosto de 2005]\n* {{ro}} [http://www.bbc.co.uk/romanian/news/story/2004/09/040920_insula_serpilor_banca.shtml Reportagem do servi\u00e7o romeno da BBC sobre a abertura do balc\u00e3o banc\u00e1rio]\n* {{ro}} [https://web.archive.org/web/20040822040518/http://www.tomrad.ro/iserpi/ENGLISH.HTM Aurelian Teodorescu, \"Snake Island: Between rule of law and rule of force\" (perspectiva romena do conflito)]\n* {{en}} [http://www.noteaccess.com/APPROACHES/AGW/Achilles.htm Constantine D. Kyriazis, ''Eternal Greece'' (informa\u00e7\u00e3o sobre o Santu\u00e1rio de Aquiles)]\n* {{en}} [https://web.archive.org/web/20110718152407/http://www.pelasgians.bigpondhosting.com/website1/04_01.htm ''Dacia Preistoric\u0103'', 1913, I.4; A ilha na Antiguidade Cl\u00e1ssica] por [[Nicolae Densu\u015fianu]],\n* {{ro}} [https://web.archive.org/web/20070504145206/http://host2.cotidianul.ro/index.php?id=1249&art=1097 Cotidianul: \"OMV cauta petrol linga Insula Serpilor\" (exist\u00eancia de petr\u00f3leo sob a ilha]\n* {{ru}} [https://web.archive.org/web/20051125161848/http://www.zerkalo-nedeli.com/nn/show/281/26037/ Olexandr Fomin, ''The history of Snake Island Lighthouse''], no ''[[Zerkalo Nedeli]]'', edi\u00e7\u00e3o de 26 de Fevereiro de 2000.\n* {{ru}} [http://www.zn.kiev.ua/ie/show/635/55906/ Tetyana Silina, ''The Island of Achilles'']{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=abril de 2019 }}, no ''[[Zerkalo Nedeli]]'', edi\u00e7\u00e3o de 16 de Fevereiro de 2007.\n
\n\n[[Categoria:Ilhas da Ucr\u00e2nia]]\n[[Categoria:Territ\u00f3rios disputados pela Ucr\u00e2nia]]\n[[Categoria:Fronteira Rom\u00e9nia-Ucr\u00e2nia]]\n[[Categoria:Territ\u00f3rios disputados pela Rom\u00e9nia]]\n[[Categoria:Ilhas disputadas]]\n[[Categoria:Casos do Tribunal Internacional de Justi\u00e7a]]"}]},"328147":{"pageid":328147,"ns":0,"title":"Com o Vaqueiro Mariano","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{revisar}}\n{{Info/Livro\n| nome = Com o Vaqueiro Mariano\n| imagem = \n| legenda = \n| autor = [[Guimar\u00e3es Rosa]]\n| idioma = Portugu\u00eas\n| origem = {{BRA}}\n| assunto = \n| g\u00eanero = \n| g\u00e9nero = \n| s\u00e9rie = \n| tempo = \n| espa\u00e7o = [[Mato Grosso]]\n| ilustrador = \n| artista_capa = \n| editora = \n| editor = \n| lan\u00e7amento = 1952\n| formato = \n| p\u00e1ginas = \n| isbn = \n| precedido_por = \n| seguido_por = \n}}\nEm [[1952]], [[Guimar\u00e3es Rosa]] fez uma longa excurs\u00e3o a [[Mato Grosso]] e escreveu o [[conto]] '''''Com o Vaqueiro Mariano''''', sob o t\u00edtulo ''Entremeio: Com o vaqueiro Mariano'', que integra o livro p\u00f3stumo ''[[Estas est\u00f3rias]]'', de [[1969]].\n\nA import\u00e2ncia capital dessa excurs\u00e3o foi colocar o autor em contato com os cen\u00e1rios, os personagens e as hist\u00f3rias que ele iria recriar em ''[[Grande Sert\u00e3o: Veredas]]''.\n\n{{esbo\u00e7o-literatura}}\n\n{{Guimar\u00e3es Rosa}}\n\n{{DEFAULTSORT:Com Vaqueiro Mariano}}\n[[Categoria:Contos do Brasil]]\n[[Categoria:Guimar\u00e3es Rosa]]"}]},"2145557":{"pageid":2145557,"ns":0,"title":"I'm Good at Being Bad","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais fontes|arte=sim|data=outubro de 2009}}\n{{Info/Can\u00e7\u00e3o\n |Nome = I'm Good at Being Bad\n |borda = sim\n |tipo = [[Grava\u00e7\u00e3o promocional|''Single'' promocional]]\n |Capa = TLC-Im-Good-At-Being.jpg\n |Artista = [[TLC (banda)|TLC]]\n |\u00c1lbum = [[FanMail]]\n |Lan\u00e7ado = {{Data de in\u00edcio|1999|1|23}}\n |Formato = \n |B-side = \n |gravado = 1998\n |est\u00fadio = \n |G\u00eanero = \n*[[M\u00fasica hip hop|Hip hop]]\n*[[R&B Contempor\u00e2neo|R&B]]\n |dura\u00e7\u00e3o = {{Dura\u00e7\u00e3o|m=4|s=39}} (vers\u00e3o reeditada do \u00e1lbum)
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{{Dura\u00e7\u00e3o|m=5|s=39}} (vers\u00e3o expl\u00edcita original)\n |gravadora = [[LaFace]]\n |compositor = {{flatlist |\n*[[Jimmy Jam e Terry Lewis|James Harris III, Terry Lewis]]\n*Tony \"Prof-T\" Tolbert\n*Tionne Watkins\n*Lisa Lopes\n*Marshall L. Martin\n*[[Giorgio Moroder]]\n*Pete Belotte\n*[[Donna Summer]]\n*[[War (banda)|Morris Dickerson\n*Charles Miller\n*Sylvester Allen\n*Harold Brown\n*Howard Scott\n*Lee Oskar\n*Leroy Jordan]]}}\n |produtor = [[Jimmy Jam e Terry Lewis]]\n}}\n\"'''I'm Good at Being Bad'''\" \u00e9 uma ''[[can\u00e7\u00e3o]]'' do grupo [[Estados Unidos|americano]] [[TLC (banda)|TLC]], para seu terceiro [[\u00e1lbum de est\u00fadio]], FanMail . A faixa foi inspirada na m\u00fasica \"What About\", de [[Janet Jackson]], em seu \u00e1lbum de est\u00fadio ''[[The Velvet Rope]]'' de 1997, que ambos compartilhavam a dupla de produtores [[Jimmy Jam e Terry Lewis]].\n\nA m\u00fasica foi lan\u00e7ada como um [[Grava\u00e7\u00e3o promocional|''Single'' promocional]] do \u00e1lbum na \u00e9poca em que \"[[No Scrubs]]\" foi enviado para a r\u00e1dio. Apesar de nunca ter recebido um lan\u00e7amento oficial ou lan\u00e7amento comercial, a m\u00fasica chegou ao top 40 na parada da ''Billboard'' Hot R&B/Hip-Hop Singles & Tracks. A se\u00e7\u00e3o de rap do Left Eye da m\u00fasica foi inclu\u00edda na vers\u00e3o sem cortes do videoclipe de \"Unpretty\".\n\n==Faixas==\n{{col-begin}}\n{{col-2}}\n\n;Promotional US [[Mini CD|mini]][[Maxi single|max]] CD single\n# \"I'm Good at Being Bad\" {{small|(Radio Mix with rap)}} \u2013 4:33\n# \"I'm Good at Being Bad\" {{small|(Radio Mix without rap)}} \u2013 4:33\n# \"I'm Good at Being Bad\" {{small|(Instrumental)}} \u2013 4:36\n# \"I'm Good at Being Bad\" {{small|(Call Out Research Hook)}} \u2013 0:10\n\n{{col-2}}\n\n;Promotional US 12\" single\n# \"I'm Good at Being Bad\" (vers\u00e3o suja) \u2013 4:39\n# \"I'm Good at Being Bad\" (vers\u00e3o limpa) \u2013 4:42\n# \"I'm Good at Being Bad\" (instrumental) \u2013 4:35\n{{Fim}}\n\n==Paradas==\n{| class=\"wikitable\"\n!align=\"left\"|Chart (1999)\n!align=\"left\"|Maior
posi\u00e7\u00e3o\n|-\n{{singlechart|Billboardrandbhiphop|38|artist=TLC|song=I'm Good at Being Bad}}\n|-\n|}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.metrolyrics.com/im-good-at-being-bad-lyrics-tlc.html I'm Good at Being Bad] no [[MetroLyrics]]\n\n{{esbo\u00e7o-m\u00fasica}}\n{{TLC}}\n{{Portal3|M\u00fasica|R&B}}\n[[Categoria:Singles de TLC]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de R&B]]\n[[Categoria:Singles de 1999]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de hip hop]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es sobre sexualidade]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es produzidas por Jimmy Jam e Terry Lewis]]"}]},"4794253":{"pageid":4794253,"ns":0,"title":"An\u00e1lise custo-benef\u00edcio","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"A '''an\u00e1lise custo-benef\u00edcio''' ('''ACB''') \u00e9 uma abordagem sistem\u00e1tica para estimar as for\u00e7as e as fraquezas de alternativas que satisfa\u00e7am as transa\u00e7\u00f5es, as atividades ou os requisitos funcionais de um neg\u00f3cio ou de uma atividade. \u00c9 uma t\u00e9cnica que \u00e9 usada para determinar as op\u00e7\u00f5es que fornecem a melhor abordagem para a ado\u00e7\u00e3o e a pr\u00e1tica em termos de ganhos de trabalho, de tempo e de custos, etc.Rodreck David, Patrick Ngulube e Adock Dube, ''A cost-benefit analysis of document management strategies used at a financial institution in Zimbabwe: A case study'', ''SA Journal of Information Management'', 16 de Julho de 2013, volume 15, n. 2, doi=10.4102, sajim.v15i2. 540, http://www.sajim.co.za/index.php/SAJIM/article/view/540/640}} A ACB \u00e9 tamb\u00e9m definida como um processo sistem\u00e1tico para calcular e comparar os benef\u00edcios e [[custo]]s de um projeto, decis\u00e3o ou [[pol\u00edtica p\u00fablica]] (doravante designados por \"projeto\").\n\nEm termos gerais, a ACB tem duas finalidades:\n# Determinar se \u00e9 acertado tomar uma decis\u00e3o ou levar a cabo um investimento (justifica\u00e7\u00e3o/viabilidade),\n# Proporcionar uma base para compara\u00e7\u00e3o de projetos. Passa por comparar o custo total esperado de cada op\u00e7\u00e3o com os benef\u00edcios esperados totais, para concluir se os benef\u00edcios ultrapassam os custos e por que montante.\n\nA ACB est\u00e1 relacionada, mas \u00e9 distinta da ''an\u00e1lise custo-efic\u00e1cia''. Na ACB, os benef\u00edcios e os custos s\u00e3o expressos em termos monet\u00e1rios e s\u00e3o ajustados pelo valor temporal do dinheiro, para que todos os fluxos de benef\u00edcios e fluxos dos custos do projeto ao longo do tempo (que tendem a ocorrer em pontos diferentes no tempo) sejam expressos numa base comum em termos do seu \"[[Valor presente l\u00edquido|valor atual l\u00edquido]].\"\n\nS\u00e3o relacionadas, mas ligeiramente diferentes, as seguintes t\u00e9cnicas: ''an\u00e1lise custo-efic\u00e1cia'' (''cost-effectiveness analysis''), ''an\u00e1lise custo-utilidade'' (''cost\u2013utility analysis''), ''an\u00e1lise risco\u2013benef\u00edcio'' (''risk\u2013benefit analysis''), ''an\u00e1lise do impacto econ\u00f3mico'' (''economic impact analysis''), ''an\u00e1lise do impacto fiscal'' (''fiscal impact analysis'') e ''an\u00e1lise do retorno social do investimento'' (social return on investment (SROI) analysis).\n[[Ficheiro:Highway 401.png|thumb|direita|250 px|[[Highway 401|Autoestrada 401]] em [[Ont\u00e1rio]], [[Canad\u00e1]], uma das mais movimentadas da Am\u00e9rica do Norte, como exemplo de investimento p\u00fablico]]\n==Teoria==\nA an\u00e1lise custo-benef\u00edcio \u00e9 usada frequentemente por governos e outras organiza\u00e7\u00f5es, como empresas do setor privado, para avaliar a conveni\u00eancia de uma pol\u00edtica determinada. \u00c9 uma an\u00e1lise da compara\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios e custos esperados, considerando tamb\u00e9m as alternativas que se perdem e a manuten\u00e7\u00e3o do [[status quo]]. A ACB ajuda a prever se os benef\u00edcios de uma pol\u00edtica superam os respectivos custos e se s\u00e3o superiores aos de outras alternativas (ou seja, podemos ordenar pol\u00edticas alternativas em termos da rela\u00e7\u00e3o custo-benef\u00edcio).Stephanie Riegg Cellini e James Edwin Kee, ''Cost-Effectiveness and Cost-Benefit Analysis'', http://home.gwu.edu/~scellini/CelliniKee21.pdf {{Wayback|url=http://home.gwu.edu/~scellini/CelliniKee21.pdf |date=20130526110811 }}\n\nEm geral, a correta an\u00e1lise custo-benef\u00edcio identifica as escolhas que aumentam o [[Qualidade de vida|bem-estar social]] de uma perspectiva [[Utilitarismo|utilitarista]]. Com base numa correta ACB, a altera\u00e7\u00e3o do ''status quo'' pela implementa\u00e7\u00e3o da alternativa com o menor r\u00e1cio custo-benef\u00edcio pode melhorar o [[Efici\u00eancia \u00e0 Pareto|\u00f3ptimo econ\u00f3mico]].\n\nUm analista usando a ACB deve reconhecer que \u00e9 dif\u00edcil uma avalia\u00e7\u00e3o perfeita de todos os custos e proveitos presentes e futuros, e ainda que possa oferecer uma estimativa bem fundamentada da melhor alternativa, o uso da ACB n\u00e3o garante que seja alcan\u00e7ada a perfei\u00e7\u00e3o em termos de efici\u00eancia econ\u00f3mica e de bem estar social.D. Weimer e A. Vining, ''Policy Analysis: Concepts and Practice'', 4a. ed., Upper Saddle River, Pearson Prentice Hall, 2005 , isbn 0-13-183001-5\n\n[[File:Julesdupuit.jpg|thumb|250 px| O economista franc\u00eas [[Jules Dupuit]] a quem \u00e9 atribu\u00edda a cria\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise custo\u2013benef\u00edcio.]]\n\nO conceito de ACB remonta a 1848 com um artigo de [[Jules Dupuit]] e foi formalizado em trabalhos subsequentes por [[Alfred Marshall]].\n\n== Sequ\u00eancia ==\nA seguir est\u00e1 uma lista dos passos que uma an\u00e1lise de custo-benef\u00edcio gen\u00e9rica engloba.{{citar livro|\u00faltimo =Boardman |primeiro =N. E. |ano=2006 |t\u00edtulo=Cost-benefit Analysis: Concepts and Practice |edi\u00e7\u00e3o=3rd |local=Upper Saddle River, NJ |publicado=Prentice Hall |isbn=0-13-143583-3 }}\n# Listar os projectos/programas alternativos.\n# Listar as [[stakeholder|partes interessadas ou intervenientes (stakeholders)]].\n# Selecionar as medidas e quantificar todos os elementos dos custos e dos proveitos.\n# Prever os custos e os proveitos ao longo do per\u00edodo de tempo relevante.\n# Converter todos os custos e proveitos em unidades monet\u00e1rias comuns.\n# Aplicar a [[Taxa m\u00ednima de atratividade|taxa de atualiza\u00e7\u00e3o ou de desconto]].\n# Calcular [[Valor presente l\u00edquido|valor atual l\u00edquido]] das op\u00e7\u00f5es do projeto.\n# Executar uma [[an\u00e1lise de sensibilidade]].\n# Adoptar e implementar a escolha recomendada.\n\n== Avalia\u00e7\u00e3o ==\nA ACB tenta medir as consequ\u00eancias positivas ou negativas de um projeto, que podem incluir:\n# Efeitos sobre os utilizadores ou participantes\n# Efeitos sobre os n\u00e3o-utilizadores ou n\u00e3o-participantes\n# [[Externalidades]]\n# ''Valor de op\u00e7\u00e3o'' (''option value'') ou outros benef\u00edcios sociais.\n\nUma discrimina\u00e7\u00e3o similar \u00e9 utilizada na an\u00e1lise ambiental do ''valor econ\u00f3mico total'' (total economic value). Tanto os custos e os benef\u00edcios podem ser de diversa \u00edndole. Os custos financeiros tendem a ser mais profundamente representados nas an\u00e1lises de custo-benef\u00edcio devido a haver dados de mercado relativamente abundantes. Os proveitos l\u00edquidos de um projeto podem incorporar a redu\u00e7\u00e3o de custos ou a compensa\u00e7\u00e3o p\u00fablica designada por ''disponibilidade para pagar'' (''willingness to pay''), se o p\u00fablico n\u00e3o tem direito legal aos proveitos da pol\u00edtica, ou a compensa\u00e7\u00e3o designada por ''disponibilidade para aceitar'' (''willingness to accept''), se o p\u00fablico tem direito aos proveitos da pol\u00edtica, da mudan\u00e7a de bem-estar resultante da pol\u00edtica. O princ\u00edpio orientador de avaliar os proveitos/benef\u00edcios \u00e9 listar todas as (categorias de) partes afetadas por uma dada interven\u00e7\u00e3o e adicionar o valor (positivo ou negativo), geralmente monet\u00e1rio, que elas atribuem ao efeito dessa interven\u00e7\u00e3o sobre o seu bem-estar.\n\nA compensa\u00e7\u00e3o real que um indiv\u00edduo exigiria ter no seu bem-estar por uma dada pol\u00edtica \u00e9 quanto muito inexata. S\u00e3o frequentemente usados inqu\u00e9ritos (t\u00e9cnicas de ''prefer\u00eancia declarada'') ou o comportamento do mercado (t\u00e9cnicas de ''prefer\u00eancia revelada'') para estimar a compensa\u00e7\u00e3o associada a uma dada pol\u00edtica; no entanto, os entrevistados de inqu\u00e9ritos muitas vezes t\u00eam fortes incentivos para esconder as suas verdadeiras prefer\u00eancias e o comportamento do mercado n\u00e3o fornece qualquer informa\u00e7\u00e3o sobre os importantes impactos n\u00e3o mercantis no bem-estar.\n[[Image:Mokrady Srby 2.jpg|right|thumb|250px|upright| As [[Zona \u00famida|zonas h\u00famidas]] podem ser usadas para digerir res\u00edduos.]]\n\nUma quest\u00e3o controversa \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o da vida humana, por exemplo, quando se avaliam as medidas de seguran\u00e7a rodovi\u00e1rias, ou de medicamentos que salvam vidas. No entanto, isto por vezes pode ser evitado usando a t\u00e9cnica relacionada da an\u00e1lise de custo-utilidade, em que os benef\u00edcios s\u00e3o expressos em unidades n\u00e3o-monet\u00e1rias, como ''anos de vida ajustados pela qualidade'' (''quality-adjusted life year''). Por exemplo, a seguran\u00e7a rodovi\u00e1ria pode ser medida em termos de ''custo por vida salva'', sem formalmente se atribuir um valor financeiro sobre a vida. No entanto, tais m\u00e9tricas n\u00e3o-monet\u00e1rias t\u00eam utilidade limitada para avaliar pol\u00edticas alternativas com resultados substancialmente diferentes. Al\u00e9m disso, muitos outros benef\u00edcios podem derivar dessas pol\u00edticas, e m\u00e9tricas como o ''custo por vida salva'' podem levar a uma ordena\u00e7\u00e3o das alternativas substancialmente diferente da que se obt\u00e9m com a tradicional an\u00e1lise custo-benef\u00edcio.\n\nOutro aspecto controverso \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o do ambiente, que no presente \u00e9 normalmente avaliado pela atribui\u00e7\u00e3o de valor pelos [[servi\u00e7os ambientais]] para os seres humanos, tais como ar, [[qualidade da \u00e1gua]] e [[polui\u00e7\u00e3o]].{{citar livro|\u00faltimo =Campbell |primeiro =Harry F. |\u00faltimo2 =Brown |primeiro2 =Richard |ano=2003 |t\u00edtulo=Benefit-Cost Analysis: Financial and Economic Appraisal using Spreadsheets |cap\u00edtulo=Valuing Traded and Non-Traded Commodities in Benefit-Cost Analysis |local=Cambridge |publicado=Cambridge University Press |isbn=0-521-52898-4 }} O Cap. 8 proporciona uma \u00fatil an\u00e1lise dos m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o n\u00e3o mercantis na ACB. Tamb\u00e9m podem ser atribu\u00eddos valores monet\u00e1rios a outros efeitos intang\u00edveis como a reputa\u00e7\u00e3o empresarial, o dom\u00ednio de mercado ou o alinhamento de estrat\u00e9gia empresarial a longo prazo.\n\n== Tempo e actualiza\u00e7\u00e3o (ou desconto) ==\nA ACB genericamente tenta colocar todos os custos e benef\u00edcios relevantes numa plataforma temporal comum usando c\u00e1lculos do valor temporal do dinheiro. Isto \u00e9 feito normalmente convertendo os fluxos futuros esperados dos custos e proveitos num montante de [[Valor presente l\u00edquido|valor actual]] utilizando uma taxa de actualiza\u00e7\u00e3o/desconto. Estudos emp\u00edricos sugerem que, na realidade, as pessoas tamb\u00e9m descontam assim o futuro.{{citar livro|\u00faltimo =Dunn |primeiro =William N. |t\u00edtulo=Public Policy Analysis: An Introduction |local=New York |publicado=Longman |ano=2009 |isbn=978-0-13-615554-6 }}\n\nA escolha da taxa de atualiza\u00e7\u00e3o/desconto \u00e9 subjetiva. Uma taxa menor valoriza as futuras gera\u00e7\u00f5es num n\u00edvel igual ao da gera\u00e7\u00e3o atual. Maiores taxas (por exemplo, uma taxa de rendibilidade de mercado) reflete a posi\u00e7\u00e3o dos seres humanos de valorizar mais o dinheiro que recebem hoje do que o dinheiro que recebem no futuro. A escolha tem uma grande diferen\u00e7a na avalia\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00f5es com efeitos a longo prazo. Uma quest\u00e3o \u00e9 o ''enigma do pr\u00e9mio de rendibilidade das ac\u00e7\u00f5es'' (''equity premium puzzle''), por a rendibilidade de longo prazo das ac\u00e7\u00f5es ser bastante mais elevada do que deveria ser. Se assim \u00e9, ent\u00e3o indiscutivelmente as taxas de retorno de mercado n\u00e3o devem ser usadas para determinar uma taxa de atualiza\u00e7\u00e3o/desconto, porque ao faz\u00ea-lo haveria o efeito de subvaloriza\u00e7\u00e3o do futuro distante (por exemplo, das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas).{{citar peri\u00f3dico|primeiro =R. G. |\u00faltimo =Newell |ano=2003 |t\u00edtulo=Discounting the Distant Future: How Much Do Uncertain Rates Increase Valuations? |peri\u00f3dico=Journal of Environmental Economics and Management |volume=46 |n\u00famero=1 |p\u00e1ginas=52\u201371 |doi=10.1016/S0095-0696(02)00031-1 }}\n\n== Risco e incerteza ==\nO risco associado \u00e0s previs\u00f5es do projeto \u00e9 geralmente tratado usando a [[teoria das probabilidades]]. A taxa de atualiza\u00e7\u00e3o/desconto poderia ser ajustada pelo risco (para ter uma incerteza crescente ao longo do tempo), mas geralmente o risco \u00e9 considerado em separado. Frequentemente \u00e9 dada uma especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 [[avers\u00e3o ao risco]] \u2014 entre evitar uma dada perda ou obter um ganho da mesma dimens\u00e3o, as pessoas preferem em geral (irracionalmente) a primeira hip\u00f3tese.\n\nA incerteza nos par\u00e2metros da ACB (diferente do risco de fal\u00eancia do projeto, etc.) pode ser avaliada usando uma an\u00e1lise de sensibilidade, que mostra como o resultado do projecto responde \u00e0s varia\u00e7\u00f5es dos par\u00e2metros. Alternativamente, pode ser realizada uma an\u00e1lise de risco mais formal usando [[M\u00e9todo de Monte Carlo|simula\u00e7\u00f5es de Monte Carlo]].{{citar livro|\u00faltimo =Campbell |primeiro =Harry F. |\u00faltimo2 =Brown |primeiro2 =Richard |ano=2003 |t\u00edtulo=Benefit-Cost Analysis: Financial and Economic Appraisal using Spreadsheets |cap\u00edtulo=Incorporating Risk in Benefit-Cost Analysis |local=Cambridge |publicado=Cambridge University Press |isbn=0-521-52898-4 }} O Cap. 9 proporciona uma \u00fatil an\u00e1lise da [[an\u00e1lise de sensibilidade]] e modela\u00e7\u00e3o de risco em ACB.\n\n== A ACB e o investimento p\u00fablico nos EUA e noutros pa\u00edses ==\nO in\u00edcio do uso da ACB nos EUA deu-se ap\u00f3s uma Lei Federal de Navega\u00e7\u00e3o de 1936 exigir a efetiva\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise custo-benef\u00edcio para as propostas de infra-estruturas mar\u00edtimas a n\u00edvel federal.{{citar web |t\u00edtulo=History of Benefit-Cost Analysis |obra=Proceedings of the 2006 Cost Benefit Conference |url=http://www.chicagoasa.org/downloads/CostBenefitConference2006/benefit%20cost%20history.pdf |acessodata=2015-07-02 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20060616003822/http://chicagoasa.org/downloads/CostBenefitConference2006/benefit%20cost%20history.pdf |arquivodata=2006-06-16 |urlmorta=yes }} Depois, em 1939, uma lei federal relativa \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de barragens (Flood Control Act) foi o normativo que estabeleceu a ACB como instrumento a n\u00edvel federal dos EUA, exigindo que \"os benef\u00edcios a quem venham a usufruir...excedam os custos estimados\".{{citar livro|t\u00edtulo=Cases in Public Policy Analysis |primeiro =George M. |\u00faltimo =Guess |primeiro2 =Paul G. |\u00faltimo2 =Farnham |ano=2000 |local=Washington, DC |publicado=Georgetown University Press |isbn=0-87840-768-5 |p\u00e1ginas=304\u2013308 }}\n\nA justifica\u00e7\u00e3o para uma mais ampla pol\u00edtica p\u00fablica come\u00e7ou com a obra de [[Otto Eckstein]], que em 1958 apresentou a fundamenta\u00e7\u00e3o da ACB em termos de bem-estar econ\u00f3mico e a sua aplica\u00e7\u00e3o no desenvolvimento dos [[recursos h\u00eddricos]].{{citar livro|\u00faltimo =Eckstein |primeiro =Otto |ano=1958 |t\u00edtulo=Water Resource Development: The Economics of Project Evaluation |publicado=Harvard University Press |local=Cambridge}} Ao longo dos anos 1960s, a ACB foi aplicada nos EUA para a qualidade da \u00e1gua,{{citar livro|\u00faltimo =Kneese |primeiro =A. V. |ano=1964 |t\u00edtulo=The Economics of Regional Water Quality Management |publicado=Johns Hopkins Press |local=Baltimore |isbn= }} as viagens de recreio,{{citar livro|\u00faltimo =Clawson |primeiro =M. |primeiro2 =J. L. |\u00faltimo2 =Knetsch |ano=1966 |t\u00edtulo=Economics of Outdoor Recreation |publicado=Johns Hopkins Press |local=Baltimore |isbn= }} e a conserva\u00e7\u00e3o da natureza.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Krutilla |primeiro =J. V. |ano=1967 |t\u00edtulo=''Conservation Reconsidered''|peri\u00f3dico=American Economic Review|volume=57 |edi\u00e7\u00e3o=4 |p.=777\u2013786 |jstor=1815368 }} Nesta \u00e9poca foi desenvolvido o conceito de ''valor de op\u00e7\u00e3o'' (''option value'') que representa o valor de bens n\u00e3o tang\u00edveis como o de preservar recursos como os parques naturais.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Weisbrod |primeiro =Burton A. |ano=1964 |t\u00edtulo=Collective-Consumption Services of Individual-Consumption Goods |peri\u00f3dico=Quarterly Journal of Economics|volume=78 |n\u00famero=3 |p\u00e1ginas=471\u2013477 |doi=10.2307/1879478 }}\n\nA ACB foi depois desenvolvida para tratar tanto os proveitos incorp\u00f3reos como os corp\u00f3reos de pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas com doen\u00e7as mentais,{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Weisbrod |primeiro =Burton A. |ano=1981 |t\u00edtulo=Benefit-Cost Analysis of a Controlled Experiment: Treating the Mentally Ill |peri\u00f3dico=Journal of Human Resources |volume=16 |n\u00famero=4 |p\u00e1ginas=523\u2013548 |jstor=145235 }} o consumo de subst\u00e2ncias nocivas,{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Plotnick |primeiro =Robert D. |ano=1994 |t\u00edtulo=Applying Benefit-Cost Analysis to Substance Abuse Prevention Programs |peri\u00f3dico=International Journal of the Addictions |volume=29 |n\u00famero=3 |p\u00e1ginas=339\u2013359 |doi=10.3109/10826089409047385 }} o ensino universit\u00e1rio,{{citar livro|\u00faltimo =Weisbrod |primeiro =Burton A. |primeiro2 =W. Lee |\u00faltimo2 =Hansen |ano=1969 |t\u00edtulo=Benefits, Costs, and Finance of Public Higher Education |publicado=Markham }} e pol\u00edticas p\u00fablicas sobre res\u00edduos qu\u00edmicos.{{citar livro|\u00faltimo =Moll |primeiro =K. S. |ano=1975 |t\u00edtulo=Hazardous wastes: A Risk-Benefit Framework Applied to Cadmium and Asbestos |publicado=Stanford Research Institute |local=Menlo Park, CA |display-authors=etal}} Nos EUA, uma lei de 1969 (National Environmental Policy Act) exigiu pela primeira vez a aplica\u00e7\u00e3o da ACB nos programas de regula\u00e7\u00e3o, e desde ent\u00e3o, outros departamentos lan\u00e7aram regras similares.\n\nNos gui\u00f5es de departamentos p\u00fablicos para a aplica\u00e7\u00e3o da ACB em pol\u00edticas p\u00fablicas incluem-se o Guia para a an\u00e1lise regulat\u00f3ria do Tesouro do Canad\u00e1,Canadian Cost\u2013Benefit Guide: Regulatory Proposals, Treasury Canada, 2007. [http://sciencepolicy.colorado.edu/students/envs_5120/CanadaCBA.pdf] o Guia para a regula\u00e7\u00e3o e as finan\u00e7as do governo da Austr\u00e1liaAustralian Government, 2006. Introduction to Cost\u2013Benefit Analysis and Alternative Evaluation Methodologies and Handbook of Cost\u2013Benefit Analysis, Finance Circular 2006/01. http://www.finance.gov.au/publications/finance-circulars/2006/01.html {{Wayback|url=http://www.finance.gov.au/publications/finance-circulars/2006/01.html |date=20140201130830 }} e nos EUA o Guia para programas de cuidados de sa\u00fade,US Department of Health and Human Services, 1993. Feasibility, Alternatives, And Cost/Benefit Analysis Guide, Administration for Children and Families, and Health Care Finance Administration.\nhttp://www.acf.hhs.gov/programs/cb/systems/sacwis/cbaguide/index.htm e o Guia para programas de gest\u00e3o de emerg\u00eancia.Federal Emergency Management Administration, 1022. Guide to Benefit Cost Analysis. http://www.fema.gov/government/grant/bca.shtm\n\n=== A ACB e o investimento nos transportes ===\nA aplica\u00e7\u00e3o da ACB aos investimentos nos transportes come\u00e7ou no Reino Unido, com o projeto da [[M1 motorway|auto-estrada M1]] em 1960. Foi aplicada mais tarde em muitos projetos, incluindo a [[Victoria line|linha Victoria]] do [[London Underground|Metro de Londres]]. Mais tarde, a Nova Abordagem da Avalia\u00e7\u00e3o (New Approach to Appraisal - NATA) foi adoptada pelo ent\u00e3o Departamento dos Transportes, Ambiente e Regi\u00f5es. Este trabalho apresentava os resultados da an\u00e1lise custo \u2013 benef\u00edcio e pormenorizava as avalia\u00e7\u00f5es do impacto ambiental de uma forma equilibrada. A NATA foi aplicada primeiro a redes rodovi\u00e1rias nacionais em 1998, mas posteriormente estendeu-se a todos os modos de transporte. A partir de 2011 foi uma pedra angular da avalia\u00e7\u00e3o dos transportes no Reino Unido sendo mantida e desenvolvida pelo Departamento dos Transportes.\n\nNos EUA, os Departamentos dos Transportes tanto a n\u00edvel federal como estadual aplicam usualmente a ACB, usando uma variedade de ferramentas inform\u00e1ticas dispon\u00edveis nas quais se incluem o HERS, o BCA.Net, o StatBenCost, o Cal-BC, e o TREDIS. Existem gui\u00f5es de uso designadamente pelas seguintes ag\u00eancias: Federal Highway Administration,US Federal Highway Administration: Economic Analysis Primer: Benefit-Cost Analysis 2003 [http://www.fhwa.dot.gov/infrastructure/asstmgmt/primer05.cfm]US Federal Highway Administration: Cost-Benefit Forecasting Toolbox for Highways, Circa 2001 [http://www.fhwa.dot.gov/planning/toolbox/costbenefit_forecasting.htm] [[Federal Aviation Administration]],US Federal Aviation Administration: Airport Benefit-Cost Analysis Guidance, 1999 [http://www.faa.gov/airports/aip/bc_analysis/media/faabca.pdf]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} [http://www.faa.gov/regulations_policies/policy_guidance/benefit_cost/] Minnesota Department of Transportation,Minnesota Department of Transportation: Benefit Cost Analysis. MN DOT Office of Investment Management [http://www.oim.dot.state.mn.us/EASS/] {{Wayback|url=http://www.oim.dot.state.mn.us/EASS/ |date=20090813173354 }} California Department of Transportation (Caltrans),California Department of Transportation: Benefit-Cost Analysis Guide for Transportation Planning [http://www.dot.ca.gov/hq/tpp/offices/ote/benefit_cost/index.html] e Comit\u00e9 Econ\u00f3mico do Transportation Research Board.Transportation Research Board, Transportation Economics Committee: Transportation Benefit-Cost Analysis [http://bca.transportationeconomics.org/]\n\nO projecto da [[Uni\u00e3o Europeia]] HEATCO (Developing Harmonised European Approaches for Transport Costing and Project Assessment),{{Citar web |url=http://heatco.ier.uni-stuttgart.de/mainprin.pdf |titulo=C\u00f3pia arquivada |acessodata=2015-07-02 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20160303191944/http://heatco.ier.uni-stuttgart.de/mainprin.pdf |arquivodata=2016-03-03 |urlmorta=yes }} integrado no seu Sixth Framework Programme analisou os gui\u00f5es de avalia\u00e7\u00e3o dos transportes nos estados membros da UE tendo encontrado diferen\u00e7as significativas entre os v\u00e1rios pa\u00edses.{{citar web |url=http://heatco.ier.uni-stuttgart.de |t\u00edtulo=HEATCO project site |publicado=Heatco.ier.uni-stuttgart.de |acessodata=2015-07-02 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20150524014343/http://heatco.ier.uni-stuttgart.de/ |arquivodata=2015-05-24 |urlmorta=yes }} O objetivo do HEATCO era desenvolver linhas de orienta\u00e7\u00e3o que harmonizassem as pr\u00e1ticas de avalia\u00e7\u00e3o dos transportes na UE.[http://ec.europa.eu/regional_policy/sources/docgener/guides/cost/guide2008_en.pdf] Guide to Cost-Benefit Analysis of Major Projects. Evaluation Unit, DG Regional Policy, European Commission, 2008.\n\nO Departamento de Transportes do [[Canad\u00e1]] promoveu o uso da ACB para os principais investimentos dos transportes com a publica\u00e7\u00e3o do seu Gui\u00e3o de Aplica\u00e7\u00e3o em 1994.Guide to Benefit-Cost Analysis in Transport Canada. Transport Canada. Economic Evaluation Branch, Transport Canada, Ottawa, 1994 [http://www.tc.gc.ca/eng/corporate-services/finance-bca-101.htm] {{Wayback|url=http://www.tc.gc.ca/eng/corporate-services/finance-bca-101.htm |date=20131221154518 }}\n\n=== A ACB e a regula\u00e7\u00e3o nos EUA e cr\u00edticas ===\nO uso acrescido da ACB no processo regulat\u00f3rio dos EUA \u00e9 frequentemente associado com a administra\u00e7\u00e3o de [[Ronald Reagan]] que pela Ordem Executiva 12291 tornou obrigat\u00f3rio o uso da ACB no processo regulat\u00f3rio. Reagan candidatou-se ao cargo na base duma plataforma de desregula\u00e7\u00e3o, e pouco depois de ter tomado posse em 1981 emitiu aquela OE, que incumbiu o Gabinete que supervisiona os assuntos regulat\u00f3rios (Office of Information and Regulatory Affairs OIRA) de rever as regula\u00e7\u00f5es federais e de exigir \u00e0s ag\u00eancias federais que elaborassem an\u00e1lises do impacto regulat\u00f3rio, quando o impacto anual pudesse ser estimado em mais de US$100 milh\u00f5es.\n\nPouco depois, ainda na d\u00e9cada de 1980, come\u00e7aram a surgir cr\u00edticas acad\u00e9micas e institucionais \u00e0 ACB. As tr\u00eas principais cr\u00edticas foram as seguintes:http://regulation.huji.ac.il/papers/jp5.pdf\n\n# Que a ACB poderia ser usada para fins pol\u00edticos. Debates sobre os m\u00e9ritos da compara\u00e7\u00e3o de custos e proveitos podem ser usados para desvios a regulamentos, regras e objetivos pol\u00edticos ou filos\u00f3ficos.\n# A ACB \u00e9 inerentemente anti-regulat\u00f3ria, portanto n\u00e3o \u00e9 uma ferramenta de an\u00e1lise neutra. Este \u00e9 um argumento \u00e9tico: que a monetariza\u00e7\u00e3o dos impactos das pol\u00edticas \u00e9 uma ferramenta inadequada para avaliar coisas tais como riscos de mortalidade e impactos distributivos.\n# Que o per\u00edodo de tempo necess\u00e1rio para completar a ACB pode criar atrasos significativos, que podem impedir medidas regulat\u00f3rias.\n\nEstas cr\u00edticas continuaram na d\u00e9cada de 1990 durante a administra\u00e7\u00e3o Clinton, que alargou a anti-regula\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da sua Ordem Executiva 12866.http://govinfo.library.unt.edu/npr/library/direct/orders/2646.html Esta OE 12866 alterou alguns dos princ\u00edpios de Reagan, exigindo a exist\u00eancia de benef\u00edcios como justifica\u00e7\u00e3o das medidas, em vez da exig\u00eancia de serem superiores aos custos, e acrescentou a \u201credu\u00e7\u00e3o da discrimina\u00e7\u00e3o ou do enviesamento\u201d como um dos benef\u00edcios a ser analisados. A cr\u00edtica de aspetos da ACB, incluindo avalia\u00e7\u00f5es incertas, desconto de valores futuros, e o c\u00e1lculo do risco, foram usados para argumentar que a ACB n\u00e3o deveria ser usada no processo regulat\u00f3rio.Heinzerling, L. (2000), 'The Rights of Statistical People', Harvard Environmental Law Review 24, 189-208. O uso da ACB no processo regulat\u00f3rio prosseguiu sob a administra\u00e7\u00e3o de Obama, embora continue o debate sobre o seu valor pr\u00e1tico e objetivo. Alguns analistas op\u00f5em-se ao uso da ACB na execu\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas, enquanto os que est\u00e3o a favor salientam as melhorias na an\u00e1lise e nos c\u00e1lculos que dela adv\u00eam.\n\n== Precis\u00e3o ==\nO valor da an\u00e1lise custo \u2013 benef\u00edcio depende da precis\u00e3o das estimativas dos v\u00e1rios custos e proveitos. Estudos comparativos indicam que tais estimativas s\u00e3o muitas vezes imperfeitas, impedindo melhorias em termos de [[efici\u00eancia de Pareto]] e de efici\u00eancia de Kaldor-Hicks.\n\nNas causas destas imperfei\u00e7\u00f5es contam-se:\n# Confiar demasiado em dados de projetos anteriores (muitas vezes diferindo significativamente em fun\u00e7\u00e3o ou da dimens\u00e3o ou dos n\u00edveis de per\u00edcia da equipe que os dirige)\n# Uso de impress\u00f5es subjetivas pelos membros da equipe de avalia\u00e7\u00e3o\n# Uso de m\u00e9todos inapropriados para derivar o custo monet\u00e1rio dos elementos intang\u00edveis\n# [[Vi\u00e9s de confirma\u00e7\u00e3o|Enviesamento de avalia\u00e7\u00e3o]] pelos apoiantes do projeto (\u00e0 procura de raz\u00f5es para prosseguir).\n\nOs grupos de interesses podem tentar incluir ou excluir de uma an\u00e1lise custos significativos para influenciar o resultado.Huesemann, Michael H., e Joyce A. Huesemann (2011). [http://www.newtechnologyandsociety.org ''Technofix: Why Technology Won\u2019t Save Us or the Environment''], Cap\u00edtulo 8, \u201cThe Positive Biases of Technology Assessments and Cost Benefit Analyses\u201d, New Society Publishers, Gabriola Island, British Columbia, Canada, ISBN 0865717044, 464 pp.\n\nNo caso do [[Ford Pinto]] (onde, por causa de falhas de projeto, o Pinto podia incendiar-se no caso de colis\u00e3o com a traseira do ve\u00edculo), a decis\u00e3o da empresa foi n\u00e3o recolher os ve\u00edculos defeituosos. A an\u00e1lise custo-benef\u00edcio da Ford tinha estimado que com base no n\u00famero de carros em circula\u00e7\u00e3o e a taxa de prov\u00e1veis acidentes, as indemniza\u00e7\u00f5es por mortes devido a falha de projeto custariam aproximadamente US$49,5 milh\u00f5es o que comparava com os custos de recolha das viaturas de US$137,5 milh\u00f5es. A Ford ignorou (ou considerou insignificante) os custos da ''publicidade negativa'' que resultariam da decis\u00e3o, que for\u00e7aram depois \u00e0 recolha das viaturas ''e'' a um preju\u00edzo nas vendas.{{citar web |t\u00edtulo=Ford Fuel Fires |url=http://www.safetyforum.com/fordfuelfires/ |acessodata=29 de dezembro de 2011 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20110715223253/http://www.safetyforum.com/fordfuelfires/ |arquivodata=2011-07-15 |urlmorta=yes }}\n\nEm [[economia da sa\u00fade]], alguns analistas consideram que a an\u00e1lise custo-benef\u00edcio pode ser um instrumento de medida inadequado, porque os m\u00e9todos de disponibilidade para pagar (willingness-to-pay) para determina\u00e7\u00e3o do valor da vida humana podem ser influenciados pelo n\u00edvel de rendimento. Aconselham o uso de alternativas como a ''an\u00e1lise custo-utilidade'' (cost\u2013utility analysis) e ''anos de vida ajustados pela qualidade'' (quality-adjusted life year) para analisar os efeitos das pol\u00edticas de sa\u00fade.{{citar livro|\u00faltimo =Phelps |primeiro =Charles |t\u00edtulo=Health Economics |edi\u00e7\u00e3o=4th |ano=2009 |local=New York |publicado=Pearson/Addison-Wesley |isbn=978-0-321-59457-0 }}\n\nNa regula\u00e7\u00e3o ambiental e da sa\u00fade ocupacional, tem sido argumentado que se tivessem sido aplicadas as modernas an\u00e1lises custo-benef\u00edcio prospectivamente a decis\u00f5es como a proibi\u00e7\u00e3o da [[Tetraetilchumbo|gasolina com chumbo]], ou a constru\u00e7\u00e3o da [[Represa Hoover|Barragem Hoover]] no [[Rio Colorado]] e a regula\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o dos trabalhadores ao [[cloreto de vinilo]], tais medidas n\u00e3o teriam sido implementadas, ainda que agora sejam consideradas como altamente vantajosas em retrospectiva.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Ackerman |ano=2005 |url=http://heinonlinebackup.com/hol-cgi-bin/get_pdf.cgi?handle=hein.journals/admin57§ion=16 |t\u00edtulo=Applying Cost-Benefit to Past Decisions: Was Environmental Protection ''Ever'' a Good Idea? |peri\u00f3dico=Administrative Law Review |volume=57 |n\u00famero= |p\u00e1ginas=155 |doi= |display-authors=etal}} A Lei do Ar Limpo (Clean Air Act) de 1963 nos EUA tem sido citada em estudos retrospectivos como um caso onde os benef\u00edcios suplantam os custos, mas o conhecimento dos benef\u00edcios (atribu\u00edveis em grande medida \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da [[Polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica|emiss\u00e3o de part\u00edculas]]) apenas foi alcan\u00e7ado muitos anos ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o da lei.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Business case]]\n* [[Custo de oportunidade]]\n* [[Escassez]]\n* [[Escolha p\u00fablica]]\n* [[N\u00e3o existe almo\u00e7o gr\u00e1tis|N\u00e3o h\u00e1 almo\u00e7os gr\u00e1tis]]\n* [[Trade-off]]\n\n== Leituras adicionais ==\n\n*{{citar livro|\u00faltimo =Campbell |primeiro =Harry |\u00faltimo2 =Brown |primeiro2 =Richard |ano=2003 |t\u00edtulo=Benefit-Cost Analysis: Financial and Economic Appraisal Using Spreadsheets |publicado=Cambridge University Press |local= |isbn=0-521-82146-0 }}\n*{{citar livro|\u00faltimo =Chakravarty |primeiro =Sukhamoy |ano=1987 |cap\u00edtulo=Cost-benefit analysis |t\u00edtulo=[[The New Palgrave: A Dictionary of Economics]] |volume=1 |local=London |publicado=Macmillan |p\u00e1ginas=687\u2013690 |isbn=0-333-37235-2 }}\n*David, R., Ngulube, P. & Dube, A., 2013, \u2018A cost-benefit analysis of document management strategies used at a financial institution in Zimbabwe: A case study\u2019, SA Journal of Information Management 15(2), Art. #540, 10 pages. http://www.sajim.co.za/index.php/SAJIM/article/view/540/640\n*{{citar livro|\u00faltimo =Dupuit |primeiro =Jules |cap\u00edtulo=On the Measurement of the Utility of Public Works |t\u00edtulo=Readings in Welfare Economics |editor-nome =Kenneth J. |editor-sobrenome =Arrow |editor-nome2 =Tibor |editor-sobrenome2 =Scitovsky |ano=1969 |local=London |publicado=Allen and Unwin |isbn=0-04-338038-7 }}\n*{{citar livro|\u00faltimo =Eckstein |primeiro =Otto |t\u00edtulo=Water-resource Development: The Economics of Project Evaluation |local=Cambridge |publicado=Harvard University Press |ano=1958 }}\n*{{citar livro|\u00faltimo =Folland |primeiro =Sherman |primeiro2 =Allen C. |\u00faltimo2 =Goodman |primeiro3 =Miron |\u00faltimo3 =Stano |t\u00edtulo=The Economics of Heath and Health Care |edi\u00e7\u00e3o=Fifth |publicado=Pearson Prentice Hall |local=New Jersey |ano=2007 |p\u00e1ginas=83\u201384 |isbn=978-0-13-227942-0 }}\n*{{citar livro|\u00faltimo =Ferrara |primeiro =A. |ano=2010 |t\u00edtulo=Cost-Benefit Analysis of Multi-Level Government: The Case of EU Cohesion Policy and US Federal Investment Policies |local=London and New York |publicado=Routledge |isbn=978-0-415-56821-0 }}\n*{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Frank |primeiro =Robert H. |t\u00edtulo=Why is Cost-Benefit Analysis so Controversial? |peri\u00f3dico=Journal of Legal Studies|volume=29 |n\u00famero=S2 |ano=2000 |p\u00e1ginas=913\u2013930 |doi=10.1086/468099 }}\n*{{citar livro|\u00faltimo =Hirshleifer |primeiro =Jack |t\u00edtulo=Water Supply: Economics, Technology, and Policy |local=Chicago |publicado=University of Chicago Press |ano=1960 }}\n*Huesemann, Michael H., and Joyce A. Huesemann (2011). [http://www.newtechnologyandsociety.org ''Technofix: Why Technology Won\u2019t Save Us or the Environment''], Chapter 8, \u201cThe Positive Biases of Technology Assessments and Cost Benefit Analyses\u201d, New Society Publishers, Gabriola Island, British Columbia, Canada, ISBN 0865717044, 464 pp.\n*{{citar livro|editor-sobrenome =Maass |editor-nome =Arthur |t\u00edtulo=Design of Water-resource Systems: New Techniques for Relating Economic Objectives, Engineering Analysis, and Governmental Planning |local=Cambridge |publicado=Harvard University Press |ano=1962 }}\n*{{citar livro|\u00faltimo =McKean |primeiro =Roland N. |t\u00edtulo=Efficiency in Government through Systems Analysis: With Emphasis on Water Resources Development |local=New York |publicado=Wiley |ano=1958 }}\n*{{citar livro|primeiro =Tevfik F. |\u00faltimo =Nas |t\u00edtulo=Cost-Benefit Analysis: Theory and Application |local=Thousand Oaks, CA |publicado=Sage |ano=1996 |isbn=0-8039-7133-8 }}\n*{{citar enciclop\u00e9dia|\u00faltimo1 =Portney |primeiro1 =Paul R. |authorlink1= |authorlink2= |editor=David R. Henderson (ed.) |enciclop\u00e9dia=Concise Encyclopedia of Economics|t\u00edtulo=Benefit-Cost Analysis |url=http://www.econlib.org/library/Enc/BenefitCostAnalysis.html |ano=2008 |edi\u00e7\u00e3o= 2nd |publicado=Library of Economics and Liberty|local=Indianapolis |isbn=978-0-86597-665-8 }}\n*{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Richardson |primeiro =Henry S. |t\u00edtulo=The Stupidity of the Cost-Benefit Analysis |peri\u00f3dico=Journal of Legal Studies|volume=29 |n\u00famero=S2 |ano=2000 |p\u00e1ginas=971\u20131003 |doi=10.1086/468102 }}\n*{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Quigley |primeiro =John |primeiro2 =Lesley |\u00faltimo2 =Walls |t\u00edtulo=Cost-Benefit Modelling for Reliability Growth |peri\u00f3dico=Journal of the Operational Research Society|volume=54 |n\u00famero=12 |ano=2003 |p\u00e1ginas=1234\u20131241 |doi=10.1057/palgrave.jors.2601633 }}\n*{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Sen |primeiro =Amartya |t\u00edtulo=The Discipline of Cost-Benefit Analysis |peri\u00f3dico=Journal of Legal Studies|volume=29 |n\u00famero=S2 |ano=2000 |p\u00e1ginas=931\u2013952 |doi=10.1086/468100 }}\n\n== Nota ==\n*{{Trad/ref|en|Cost\u2013benefit analysis}}\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{Reflist|30em}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [https://web.archive.org/web/20100609215810/http://evans.washington.edu/research/centers/benefit-cost-analysis Benefit-Cost Analysis Center] na Daniel J. Evans School of Public Affairs da [[University of Washington]]\n* [http://www.conservation-strategy.org/en/csf-econ-video-lessons?term_node_tid_depth=384 Intro to Cost-Benefit Analysis]\n\n{{Economia comportamental}}\n{{Portal3|Economia}}\n\n{{DEFAULTSORT:An\u00e1lise custo-benef\u00edcio}}\n[[Categoria:Custos]]\n[[Categoria:M\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Economia do bem-estar]]\n[[Categoria:Finan\u00e7as p\u00fablicas]]\n[[Categoria:Ger\u00eancia de projetos]]"}]},"1143036":{"pageid":1143036,"ns":0,"title":"Compacto simples","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/M\u00eddia\n| nome = Compacto simples\n| logo = \n| imagem = 45rpm.jpg\n| legenda = Um '''Compacto simples''' com um grande buraco central para ser usado em [[jukebox]]es.\n| tipo = Anal\u00f3gico\n| uso = [[Armazenamento de \u00e1udio|Armazenamento]] de [[Can\u00e7\u00e3o|can\u00e7\u00f5es]]\n| codifica\u00e7\u00e3o = [[Eletromec\u00e2nica]]\n| capacidade = At\u00e9 4 minutos por [[lado A e lado B|lado]]\n| leitura = Agulha\n| escrita = Estilete\n| padr\u00e3o = \n| criador = Thomas Hutchison para a [[RCA-Victor]], em 1949\n| dimens\u00f5es = 17 cm\n| peso = \n| anterior = ''[[Disco de 78 rota\u00e7\u00f5es]]''\n| sucessor = ''[[CD single]]''\n}}\n'''Compacto simples''' (tamb\u00e9m chamado de '''45 rpm''') \u00e9 o nome utilizado para chapas - majoritariamente de cor negra e contendo um r\u00f3tulo no centro chamado de [[selo fonogr\u00e1fico]] - fabricadas atrav\u00e9s de processos [[Eletromec\u00e2nica|eletromec\u00e2nicos]] e feitas de um material [[pl\u00e1stico]] chamado [[Policloreto de vinila]] - abreviado simplesmente como vinil ou PVC - que foram utilizadas para o [[armazenamento de \u00e1udio]] (principalmente [[Can\u00e7\u00e3o|can\u00e7\u00f5es]]) entre 31 de mar\u00e7o de 1949 e meados da [[d\u00e9cada de 1990]], mas que j\u00e1 vinham caindo em desuso a partir do advento do [[CD single]], na [[d\u00e9cada de 1980]]. Foram inventados por Thomas Hutchison para a [[RCA-Victor]] com o fito de substituir os [[Disco de 78 rota\u00e7\u00f5es|discos de 78 rota\u00e7\u00f5es]].\n\nUtilizados para a veicula\u00e7\u00e3o de [[single|singles musicais]], tinham a capacidade m\u00e1xima de rodar 4 minutos por cada lado do disco (ou seja, cont\u00e9m no m\u00e1ximo uma m\u00fasica em cada lado). Com 7 polegadas de di\u00e2metro (ou 17 cm), eles s\u00e3o discos menores e mais baratos do que os [[Disco de vinil|LP's]] convencionais, servindo assim como alternativa ao LP quando uma gravadora queria lan\u00e7ar uma \u00fanica m\u00fasica, em vez de um \u00e1lbum completo. Desta forma, eles normalmente servem como um aperitivo para o \u00e1lbum de trabalho da banda e podem conter m\u00fasicas raras, ao vivo, b-sides, remixes, ou algo do tipo.\n\n== Hist\u00f3ria ==\nO primeiro disco neste formato foi lan\u00e7ado no dia 31 de mar\u00e7o de 1949 pela gravadora [[RCA-Victor]]. Prensado na cor \u201cverde calcinha transparente\u201d, apresentava o m\u00fasico country [[Eddy Arnold]] executando a faixa ''\"Texarkana Baby\"''.{{citar web |url=https://www.discogs.com/Eddy-ArnoldTennessee-Plowboy-And-His-Guitar-Texarkana-Baby-Bouquet-Of-Roses/release/1255170 |titulo= Eddy Arnold, The Tennessee Plowboy And His Guitar \u200e\u2013 Texarkana Baby / Bouquet Of Roses |autor= |data=n.d. |publicado=Discogs |acessodata=24-04-2018}}{{citar web |URL=http://site.selo180.com/o-compacto-de-7-polegadas-completa-65-anos/ |t\u00edtulo=O compacto de 7 polegadas completa 65 anos! |autor=Lester Benga |data=31-03-2014 |publicado=Selo180 |acessodata=11-07-2018}} Encomendado por David Sarnoff (presidente da gravadora) e criado por Thomas Hutchison, o novo formato em 7 polegadas levou nove anos para ser conclu\u00eddo, tendo sido planejado para substituir o antigo [[Disco de 78 rota\u00e7\u00f5es|78 rpm]] - produzido majoritariamente com [[goma-laca]], produto que sofria com problemas para a sua obten\u00e7\u00e3o no ocidente por causa da [[Segunda Guerra Mundial|guerra]], j\u00e1 que o produto \u00e9 oriundo da \u00c1sia, que estava dominada pelo Jap\u00e3o aliado do [[Pot\u00eancias do Eixo|Eixo]], na \u00e9pocaPiccino, 2003, p. 20. - e competir diretamente com o [[Disco de vinil|Long Play]] da [[Columbia Records|Columbia]], lan\u00e7ado quase um ano antes, em 21 de junho de 1948.{{citar web |url=http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/lp-inventado-por-americano-em-1948-10629800 |titulo=LP \u00e9 inventado por americano em 1948 |autor= |data=31-10-2013 |publicado=O Globo |acessodata=23-04-2018}}{{citar web |URL=http://movethatjukebox.com/compacto45-historia/ |t\u00edtulo=Uma breve hist\u00f3ria sobre o compacto de 45 rpm |autor=Raul Ramone |data=31-03-2014 |publicado=Move That Juke Box |acessodata=11-07-2018}}\n\nCom o advento do [[CD single]], perderam seu espa\u00e7o na metade da [[d\u00e9cada de 1980]], quando passaram a ser paulatinamente substitu\u00eddos, desaparecendo juntamente com o [[Disco de vinil|LP]] na [[D\u00e9cada de 1990|d\u00e9cada seguinte]].\n\n== Ver Tamb\u00e9m ==\n* [[Compacto Duplo]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Armazenagem/\u00e1udio}}\n{{T\u00f3picos musicais}}\n\n[[Categoria:Armazenamento de \u00e1udio]]\n[[Categoria:Tipos de singles]]"}]},"3065161":{"pageid":3065161,"ns":0,"title":"Urey","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|Urey}}\n\n==Pessoas==\n*[[Daniel Salamanca Urey]]\n*[[Harold Clayton Urey]]\n**[[Experi\u00eancia de Urey-Miller]]\n\n==Outros==\n*[[4716 Urey]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"1531":{"pageid":1531,"ns":0,"title":"Plantae","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|texto=Para outros significados, ver [[Planta (desambigua\u00e7\u00e3o)]] ou [[Vegetal (desambigua\u00e7\u00e3o)]].}}\n{{Info/Taxonomia\n | per\u00edodo_f\u00f3ssil = [[C\u00e2mbrico]] \u00e0 atualidade {{per\u00edodo f\u00f3ssil|520|0}}\n | nome = Plantae
Metaphyta, Vegetabilia
plantas, vegetais
\n | imagem = Diversity of plants image version 5.png\n | imagem_legenda = A diversidade do mundo vegetal.\n | imagem_largura = 250px\n | dom\u00ednio = [[Eukaryota]]\n | reino = [[Plantae]]\n | reino_autoridade = [[Ernst Haeckel|Haeckel]], 1866{{citar livro|autor = Haeckel G |ano= 1866 |t\u00edtulo= Generale Morphologie der Organismen |publicado= Verlag von Georg Reimer |local= Berlin |p\u00e1ginas= vol.1: i\u2013xxxii, 1\u2013574, pls I\u2013II; vol. 2: i\u2013clx, 1\u2013462, pls I\u2013VIII}}\n | filo_sc = [[Archaeplastida]]\n | subdivis\u00e3o_nome = Divis\u00f5es\n | subdivis\u00e3o =\n*[[Alga verde|Algas verdes]]\n** [[Chlorophyta]]\n** [[Charophyta]]\n*\u2020[[Nematophyta]]\n*[[Embri\u00f3fito|Embryophyta]] (plantas terrestres)\n** [[Bryophyta sensu lato|Bryophyta ''sensu lato'']] (plantas n\u00e3o vasculares)\n*** [[Marchantiophyta]] ou [[Hepaticophyta]] (hep\u00e1ticas)\n*** [[Anthocerotophyta]] (ant\u00f3ceros)\n*** [[Bryophyta sensu stricto|Bryophyta ''sensu stricto'']] ([[musgo]]s)\n** [[Tracheophyta]] ([[plantas vasculares]])\n*** \u2020[[Rhyniophyta]]\n*** \u2020[[Zosterophyllophyta]]\n*** \u2020[[Trimerophytophyta]]\n*** [[Lycopodiophyta]] ([[licop\u00f3dio]]s e [[selaginela]]s)\n*** [[Monilophyta]] ([[samambaia]]s/fetos e [[cavalinha]]s)\n*** [[Spermatophyta]] (plantas com sementes)\n**** \u2020[[Pteridospermatophyta]] (fetos de semente)\n**** [[Gymnospermae]] (gimnosp\u00e9rmicas)\n**** [[Angiospermae]] (angiosp\u00e9rmicas, as plantas com flores)\n| sin\u00f3nimos=\n*[[Metaphyta]]\n*[[Vegetabilia]]\n}}\n'''Plantae''' (tamb\u00e9m designado por '''reino vegetal''', '''Metaphyta''' ou '''Vegetabilia''')[http://encyclopedia2.thefreedictionary.com/Vegetabilia Vegetabilia in the free dictionary] \u00e9 o [[Reino (biologia)|reino]] da [[natureza]] que agrupa as '''plantas''', um vasto conjunto de [[organismo]]s [[eucariota]]s [[multicelular]]es, sem [[motilidade]] e predominantemente [[autotr\u00f3fico]]s [[fotossint\u00e9tico]]s, contendo [[c\u00e9lula]]s que em geral incluem um ou mais [[cloroplasto]]s, [[organelo]]s especializados na produ\u00e7\u00e3o de material org\u00e2nico a partir de compostos inorg\u00e2nicos e [[energia solar]]. S\u00e3o conhecidas de 300 000 a 315 000 [[esp\u00e9cie]]s de plantas, das quais a maioria, de 260 000 a 290 000 esp\u00e9cies, s\u00e3o [[plantas com flor]].{{citar web|t\u00edtulo= Numbers of threatened species by major groups of organisms (1996\u20132010) |publicado= International Union for Conservation of Nature |data=11 de mar\u00e7o de 2010 |url= http://www.iucnredlist.org/documents/summarystatistics/2010_1RL_Stats_Table_1.pdf |formato= PDF }} Sendo um dos maiores e mais [[biodiversidade|biodiversos]] grupos de seres vivos na [[Terra]], as plantas verdes fornecem uma parte substancial do [[oxig\u00e9nio molecular]]{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Field |primeiro =C.B. |autor2 =Behrenfeld, M.J. |autor3 =Randerson, J.T. |autor4 =Falkowski, P. |ano=1998 |t\u00edtulo=Primary production of the biosphere: Integrating terrestrial and oceanic components |peri\u00f3dico=[[Science (journal)|Science]] | volume=281 |p\u00e1ginas=237\u2013240 | doi=10.1126/science.281.5374.237 | pmid=9657713 |n\u00famero=5374 |bibcode = 1998Sci...281..237F }} e s\u00e3o a [[Cadeia alimentar|base tr\u00f3fica]] da maioria dos [[ecossistema]]s, especialmente dos terrestres. O ramo da [[biologia]] que estuda as plantas \u00e9 a [[bot\u00e2nica]].\n\n==Evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do conceito==\n{{AP|Reino (biologia)}}\nSendo um grupo que inclui, para al\u00e9m do elevado n\u00famero de esp\u00e9cies (300-315 mil), uma enorme variedade morfol\u00f3gica, que vai desde organismos microsc\u00f3picos a [[erva]]s, [[arbusto]]s e grandes [[\u00e1rvore]]s, torna-se dif\u00edcil definir com precis\u00e3o o que se entende por \u00abplanta\u00bb. A presen\u00e7a de [[clorofila]]s, e por consequ\u00eancia a colora\u00e7\u00e3o verde, parece ser a \u00fanica caracter\u00edstica vis\u00edvel comum, j\u00e1 que a morfologia e o tamanho variam.\n\nNa realidade, numa an\u00e1lise mais profunda, o termo \u00abplanta\u00bb, ou \u00ab[[vegetal]]\u00bb, \u00e9 inesperadamente dif\u00edcil de definir, dificuldade que est\u00e1 presente na [[etimologia]] dos [[voc\u00e1bulo]]s usados nos diversos [[idioma]]s para designar este grupo de seres vivos, que em alguns casos recorrem a palavras diferentes para grupos espec\u00edficos de plantas e noutros casos incluem no mesmo termo organismos que \u00e0 luz dos actuais conhecimentos n\u00e3o s\u00e3o plantas. Depois de se descobrir que nem todas as plantas eram ''verdes'', passou-se a definir \u00abplanta\u00bb como qualquer ser vivo ''sem'' movimentos volunt\u00e1rios.\n\nAt\u00e9 se atingir o actual consenso (ou quase consenso) em torno da [[circunscri\u00e7\u00e3o taxon\u00f3mica]] do grupo Plantae, houve uma evolu\u00e7\u00e3o longa e nem sempre linear. Historicamente, o termo foi entendido de maneira diferente e, mesmo hoje, continuam a existir defini\u00e7\u00f5es nem sempre concordantes em toda a sua extens\u00e3o.\n===Antes da clad\u00edstica===\nO presente ''Reino Plantae'' deriva directamente de um dos tr\u00eas [[reinos naturais]] da [[Antiguidade Cl\u00e1ssica Europeia]], definidos por [[Arist\u00f3teles]] ([[384 a.C.]] — [[322 a.C.]]) para acomodar os tr\u00eas grandes agrupamentos em que subdividia o [[mundo natural]]: os minerais; as plantas; e os animais. Em consequ\u00eancia, Arist\u00f3teles dividia todos os seres vivos em: plantas (sem capacidade motora ou \u00f3rg\u00e3os sensitivos); e animais. Esta defini\u00e7\u00e3o prevaleceu durante s\u00e9culos, apesar de se conhecerem excep\u00e7\u00f5es, a mais flagrante das quais \u00e9 talvez a ''[[Mimosa pudica]]'', uma [[leguminosa]], que fecha os seus [[fol\u00edolo]]s ao m\u00ednimo toque.\n\nApesar das suas incoer\u00eancias e imperfei\u00e7\u00f5es, esta subdivis\u00e3o foi a mesma usada pelo fundador da actual [[taxonomia]] e das bases do moderno sistema de [[classifica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica]], [[Carl von Linn\u00e9]] (1707 — 1778), mais conhecido por [[Lineu]], que na sua obra ''[[Systema Naturae]]'' (de 1735) dividiu o conjunto dos organismos vivos em apenas dois grupos: as plantas; e os [[Animalia|animais]], atribuindo a esses dois grupos o [[n\u00edvel taxon\u00f3mico]] de reino: o reino [[Vegetabilia]] (mais tarde [[Metaphyta]] ou Plantae); e o reino [[Animalia]] (tamb\u00e9m chamado [[Metazoa]]). Essa divis\u00e3o, que tinha por crit\u00e9rio definidor fundamental a [[motilidade]], permaneceu est\u00e1vel durante quase dois s\u00e9culos, sendo apenas definitivamente abandonada na transi\u00e7\u00e3o para o [[s\u00e9culo XX]].{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Margulis, Lynn; Schwartz, V.K.|ano=1974 |t\u00edtulo=Five-kingdom classification and the origin and evolution of cells |peri\u00f3dico=Evolutionary Biology | volume=7 |p\u00e1ginas=45\u201378 }} O crit\u00e9rio, embora com cada vez mais excep\u00e7\u00f5es, era: se o organismo se move espont\u00e2nea e activamente, consumindo [[energia]] no processo, \u00e9 animal; caso contr\u00e1rio, \u00e9 planta. No trabalho pioneiro de [[Lineu]], o [[reino (biologia)|reino]] Plantae foi definido de forma a incluir todos os tipos de [[Planta superior|plantas ditas ''superiores'']], as [[alga]]s e os [[Fungi|fungos]].\n\nQuando se descobriram os primeiros seres vivos [[unicelular]]es, foi necess\u00e1rio repensar o sistema classificativo. Sendo estes pequenos organismos colocados entre os [[protozo\u00e1rio]]s quando tinham movimento pr\u00f3prio, as [[bact\u00e9ria]]s e as algas unicelulares, consideradas sem movimento, foram colocadas em divis\u00f5es do reino Plantae. Contudo, \u00e0 medidas que se descobriam mais microorganismos cada vez mais patente a dificuldade em decidir a classifica\u00e7\u00e3o de alguns grupos, como por exemplo das esp\u00e9cies do g\u00e9nero ''[[Euglena]]'', que s\u00e3o verdes, fotossint\u00e9ticas e altamente m\u00f3veis.\n\nEmbora tenham surgido outras propostas de subdivis\u00e3o, a primeira grande ruptura com o sistema aristot\u00e9lico e com a [[classifica\u00e7\u00e3o lineana]] surgiu em 1894 com a aceita\u00e7\u00e3o generalizada do agrupamento [[Protista]] proposto por [[Ernst Haeckel]].[https://www.biodiversitylibrary.org/item/22303#page/7/mode/1up Ernst Haeckel, ''Systematische phylogenie der Protisten und Pflanzen'']. Berlin :Georg Reimer,1894-96 (DOI: https://doi.org/10.5962/bhl.title.3947 ). Passava-se de dois para tr\u00eas reinos no mundo vivo, transitando para o novo [[t\u00e1xon]] o grupo diverso de organismos microsc\u00f3picos [[eucarionte]]s que n\u00e3o se encaixavam facilmente entre as plantas e os animais. Contudo a maior redefini\u00e7\u00e3o do conceito de \u00abplanta\u00bb surgiu em 1969 com a separa\u00e7\u00e3o dos [[fungo]]s como um reino aut\u00f3nomo, o reino [[Fungi]], proposto por [[Robert Whittaker]],R. H. Whittaker: \"New concepts of kingdoms of organisms\". ''Science'' 163, pp. 150\u2212160 (1969). conceito que gradualmente prevaleceu entre a comunidade cient\u00edfica.\n\nA partir da separa\u00e7\u00e3o dos fungos, e do aparecimento da [[micologia]] como ramo aut\u00f3nomo da biologia, as defini\u00e7\u00f5es do reino vegetal sofreram uma r\u00e1pida muta\u00e7\u00e3o, em particular com a introdu\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas da [[filogenia]], que permitiram esclarecer a rela\u00e7\u00e3o entre os diversos grupos tradicionalmente considerados como \u00abplantas\u00bb, em particular com as [[alga]]s. A inclus\u00e3o das algas, e em particular a abrang\u00eancia dessa inclus\u00e3o, passou a ser a principal \u00e1rea de evolu\u00e7\u00e3o na [[circunscri\u00e7\u00e3o taxon\u00f3mica]] do grupo Plantae.\n\nO quadro que se segue sumariza a evolu\u00e7\u00e3o da divis\u00e3o do mundo natural em reinos e [[Dom\u00ednio (biologia)|dom\u00ednios]] e a inser\u00e7\u00e3o das plantas nas diversas classifica\u00e7\u00f5es usadas:\n
\n{| style=\"margin-left: 0.5em;\" cellpadding=\"5\"\n|-----\n! valign=\"bottom\"| [[Haeckel]] (1894)
Tr\u00eas reinos
\n! valign=\"bottom\"| [[Robert Whittaker|Whittaker]] (1969)
Cinco reinos\n! valign=\"bottom\"| [[Carl Woese|Woese]] (1977)
Seis reinos\n! valign=\"bottom\"| Woese (1990)
Tr\u00eas dom\u00ednios\n! valign=\"bottom\" colspan=\"2\"| [[Thomas Cavalier-Smith|Cavalier-Smith]] (2004)[http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1469-185X.1998.tb00030.x/abstract;jsessionid=88CBA63D10717320062AFD5433EF9379.d04t03 A revised six-kingdom system of life], por T. CAVALIER-SMITH. DOI: 10.1111/j.1469-185X.1998.tb00030.x ''Biological Review''\nVolume 73, n\u00b0 3, pp. 203\u2013266, Agosto de 1998][http://www.cladocera.de/protozoa/stechmann_2003_cb.pdf The root of the eukaryote tree pinpointed], por Alexandra Stechmann e Thomas Cavalier-Smith. ''Current Biology''. Vol 13 n\u00b0 17.[http://www.biology-direct.com/content/5/1/7 Origin of the cell nucleus, mitosis and sex: roles of intracellular coevolution], por Thomas Cavalier-Smith.[http://www.cladocera.de/protozoa/cavalier-smith_2004_prs.pdf Only six kingdoms of life], por Thomas Cavalier-Smith.
Dois dom\u00ednios
e sete reinos\n|-----\n| bgcolor=\"pink\" | [[Animalia]]\n| bgcolor=\"pink\" | [[Animalia]]\n| bgcolor=\"pink\" | [[Animalia]]\n| rowspan=\"5\" bgcolor=\"plum\" | [[Eukaryota|Eukarya]]\n| rowspan=\"5\" bgcolor=\"plum\" | [[Eukaryota]]\n| bgcolor=\"pink\" | [[Animalia]]\n|-----\n| rowspan=\"3\" bgcolor=\"lightgreen\" | '''Plantae'''\n| bgcolor=\"lightblue\" | [[Fungi]]\n| bgcolor=\"lightblue\" | [[Fungi]]\n\n\n| bgcolor=\"lightblue\" | [[Fungi]]\n|-----\n| bgcolor=\"lightgreen\" | '''Plantae'''\n| bgcolor=\"lightgreen\" | '''Plantae'''\n\n\n| bgcolor=\"lightgreen\" | '''Plantae'''\n|-----\n| rowspan=\"2\" bgcolor=\"khaki\" | [[Protista]]\n| rowspan=\"2\" bgcolor=\"khaki\" | [[Protista]]\n\n\n| bgcolor=\"green\" | [[Chromista]]\n|-----\n| rowspan=\"3\" bgcolor=\"khaki\" | [[Protista]]\n\n\n\n\n| bgcolor=\"khaki\" | [[Protista]]\n|-----\n| rowspan=\"2\" bgcolor=\"grey\" | [[Prokaryota|Monera]]\n| bgcolor=\"lightgrey\" | [[Eubacteria]]\n| bgcolor=\"lightgrey\" | [[Bacteria]]\n| rowspan=\"2\" bgcolor=\"grey\" | [[Prokaryota]]\n| bgcolor=\"2\" bgcolor=\"lightgrey\" | [[Bacteria]]\n|-----\n| bgcolor=\"darkgray\" | [[Archaea|Archeabacteria]]\n\n| bgcolor=\"darkgray\" | [[Archaea]]\n\n\n\n| bgcolor=\"2\" bgcolor=\"darkgrey\" | [[Archaea]]\n|-----\n|}\n\nProgress\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o dos reinos e dom\u00ednios (com excep\u00e7\u00e3o dos [[v\u00edrus]]).
\n\n===A vis\u00e3o clad\u00edstica===\nA [[classifica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica|classifica\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica]] mais moderna, assente na [[clad\u00edstica]], procura enfatizar as rela\u00e7\u00f5es [[evolu\u00e7\u00e3o|evolutivas]] entre os organismos, pelo que idealmente, cada ''[[taxon]]'' deve ser um [[clade]], ou seja deve ser [[monofil\u00e9tico]], com todas as esp\u00e9cies inclu\u00eddas no grupo a descenderem de um [[organismo ancestral]] comum.\n\nNas classifica\u00e7\u00f5es mais recentes, com o objectivo de garantir que o agrupamento Plantae constitui um verdadeiro [[clade]], ou seja que a sua delimita\u00e7\u00e3o respeita a condi\u00e7\u00e3o de [[monofilia]], foram exclu\u00eddas as algas [[procariota]]s e as pertencentes ao grupos [[Phaeophyceae]] (as [[alga castanha|algas castanhas]] inclu\u00eddas em [[Stramenopiles]]) por provirem de uma [[linhagem (biologia)|linhagem biol\u00f3gica]] completamente diversa. Ap\u00f3s essa exclus\u00e3o, para garantir a monofilia do agrupamento Plantae s\u00e3o poss\u00edveis duas abordagens:\n*Plantae ''[[sensu strictissimo]]'', uma circunscri\u00e7\u00e3o muito estrita, excluindo todas as [[alga]]s, ou seja mantendo no grupo apenas as [[Embryophyta]] (as [[plantas terrestres]]), as quais passariam a ser os \u00fanicos organismos consideradas como \u00abplantas\u00bb;Sina M. Adl, A. G. B. Simpson, C. E. Lane, J. Luke\u0161, D. Bass, S. S. Bowser, M. W. Brown, F. Burki, M. Dunthorn, V. Hampl, A. Heiss, M. Hoppenrath, E. Lara, L. le Gall, D. H. Lynn, H. McManus, E. A. D. Mitchell, S. E. Mozley-Stanridge, L. W. Parfrey, J. Pawlowski, S. Rueckert, L. Shadwick, C. L. Schoch, A. Smirnov, F. W. Spiegel: ''The Revised Classification of Eukaryotes.'' In: ''Journal of Eukaryotic Microbiology.'' 59, 2012, S. 429\u2013514. [http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1550-7408.2012.00644.x/pdf (PDF online)]\n*Plantae ''[[sensu stricto]]'', ou [[Viridiplantae]], uma circunscri\u00e7\u00e3o estrita, mas mais alargada que a anterior, incluindo, para al\u00e9m das [[Embryophyta]], todas ou parte das [[algas verdes]] ([[Chlorophyta]] e [[Charophyta]]), mas deixando de fora as [[algas vermelhas]] ([[Rhodophyta]]) e ainda o pequeno grupo at\u00edpico das algas [[Glaucophyta]].Joachim W. Kadereit, Christian K\u00f6rner, Benedikt Kost, Uwe Sonnewald: ''Strasburger Lehrbuch der Pflanzenwissenschaften''. 37. Aufl., Springer Spektrum, Berlin/Heidelberg 2014, S. 544f.\n\nA primeira das op\u00e7\u00f5es, a mais estrita, exclui muitas esp\u00e9cies que partilham uma origem comum com as [[embri\u00f3fita]]s entre as [[Archaeplastida]], raz\u00e3o pela qual \u00e9 dif\u00edcil evitar a cria\u00e7\u00e3o de agrupamentos [[parafil\u00e9tico]]s na sua subdivis\u00e3o. Em consequ\u00eancia, a moderna sistem\u00e1tica favorece a segunda op\u00e7\u00e3o, adoptando uma circunscri\u00e7\u00e3o taxon\u00f3mica para Plantae coincidente com a do grupo [[Viridiplantae]] (as ''plantas verdes''), nesse caso considerado como um grupo monofil\u00e9tico de [[organismo]]s [[Eukaryota|eucari\u00f3ticos]], sem [[motilidade]] e em geral [[autotr\u00f3fico]]s, que [[fotoss\u00edntese|fotossintetizam]] usando os tipos de [[clorofila]] ''a'' e ''b'', presente em cloroplastos (organelos com uma [[membrana]] dupla) e armazenam os seus produtos fotossint\u00e9ticos sob a forma de [[hidratos de carbono]], em especial como [[amido]]. As [[c\u00e9lula]]s destes organismos s\u00e3o revestidas por uma [[parede celular]] constitu\u00edda essencialmente por [[celulose]].\n\nDe acordo com esta defini\u00e7\u00e3o, ficam fora do reino Plantae as [[Phaeophyta|algas castanhas]], as [[Rodophyta|algas vermelhas]] e muitos seres autotr\u00f3ficos unicelulares ou [[Col\u00f3nia (biologia)|coloniais]], actualmente agrupados no reino [[Protista]], assim como as [[bact\u00e9ria]]s e os [[fungo]]s, que constituem os seus pr\u00f3prios reinos. Cerca de 300 esp\u00e9cies conhecidas de plantas n\u00e3o realizam a fotoss\u00edntese, sendo parasitas de plantas fotossint\u00e9ticas ou de fungos.\n\n=== O moderno conceito de planta ===\nNo moderno contexto taxon\u00f3mico, em geral apenas \u00e9 designado por ''planta'' um organismo que apresente, em simult\u00e2neo, as seguintes caracter\u00edsticas:{{citar web|url=http://www.merriam-webster.com/dictionary/plant%5B2%5D |t\u00edtulo=plant[2] \u2013 Definition from the Merriam-Webster Online Dictionary |obra= |acessodata=2009-03-25}}{{citar web|url=http://www.britannica.com/EBchecked/topic/463192/plant |t\u00edtulo=plant (life form) -- Britannica Online Encyclopedia |obra= |acessodata=2009-03-25}}\n* [[Eucariota|C\u00e9lulas do tipo eucariota]];\n* [[Multicelular]]idade;\n* [[Parede celular]] contendo [[celulose]];\n* Capacidade de realizar a [[fotoss\u00edntese]] com recurso a [[cloroplasto]]s prim\u00e1rios.\n\nRespeitando as caracter\u00edsticas essenciais atr\u00e1s apontadas, quando o nome Plantae (ou \u00abplanta\u00bb) \u00e9 aplicado para designar um grupo espec\u00edfico de organismos, ou de ''[[taxon|taxa]]'', quase sempre refere uma das seguintes [[circunscri\u00e7\u00e3o taxon\u00f3mica|circunscri\u00e7\u00f5es taxon\u00f3micas]] (aqui apresentadas da vis\u00e3o menos inclusiva para a mais inclusiva):\n\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Nome(s)\n! \u00c2mbito\n! Descri\u00e7\u00e3o\n|-\n| '''[[Embryophyta]]'''
([[plantas terrestres]] ou [[Metaphyta]])\n| Plantae ''sensu strictissimo''\n| O agrupamento inclui apenas as plantas que formam [[embri\u00e3o]] (as embri\u00f3fitas). S\u00e3o [[multicelulares]], realizam [[fotoss\u00edntese]], possuem [[clorofila a]] e [[clorofila b]], a subst\u00e2ncia de reserva \u00e9 o [[amido]], a parede celular \u00e9 composta de [[celulose]] e [[hemicelulose]], apresentam [[ciclo de vida]] do tipo [[diplobionte heterom\u00f3rfico]], s\u00e3o [[oog\u00e2micas]] e as c\u00e9lulas reprodutivas est\u00e3o protegidas por um tecido formado por c\u00e9lulas est\u00e9reis ([[gamet\u00e2ngios]] e [[espor\u00e2ngios]]). Com esta circunscri\u00e7\u00e3o, o agrupamento inclui apenas os [[Bryophyta sensu lato|bri\u00f3fitos ''sensu lato'']] ([[musgo]]s, [[ant\u00f3ceros]] e [[hep\u00e1tica]]s) e as [[plantas vasculares]] ([[pterid\u00f3fitas]], [[gimnospermas]] e [[angiospermas]]),{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =JUDD. ; CAMPBELL. ; KELLOGG.; STEVENS.; DONOGHUE|ano=2009 |t\u00edtulo=Sistem\u00e1tica Vegetal, um enfoque biol\u00f3gico |p\u00e1ginas=159 }}[http://toeweb.org/Gree_plants ToeWeb: Green Plants]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}. bem como as plantas f\u00f3sseis similares a estes grupos [[extante]]s (e.g., Metaphyta Whittaker, 1969,{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo1 = Whittaker |primeiro1 = R. H. |ano= 1969 |t\u00edtulo= New concepts of kingdoms or organisms | url = http://www.ib.usp.br/inter/0410113/downloads/Whittaker_1969.pdf |formato= PDF |peri\u00f3dico= Science | volume = 163 |n\u00famero= 3863|p\u00e1ginas= 150\u2013160 | doi=10.1126/science.163.3863.150 | pmid=5762760| bibcode = 1969Sci...163..150W }} Plantae [[Lynn Margulis|Margulis]], 1971{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo1 = Margulis |primeiro1 = L |ano= 1971 |t\u00edtulo= Whittaker's five kingdoms of organisms: minor revisions suggested by considerations of the origin of mitosis | url = |peri\u00f3dico= Evolution | volume = 25 |n\u00famero= |p\u00e1ginas= 242\u2013245 | doi=10.2307/2406516}}).\n|-\n| '''[[Viridiplantae]]'''
([[plantas verdes]] ou [[Chlorobionta]])\n| Plantae ''[[sensu stricto]]''\n| O agrupamento inclui os organismos que possuem clorofila ''a'' e ''b'', apresentam [[plast\u00eddeo]]s envolvidos por apenas duas membranas, armazenam amido e t\u00eam a parede celular composta por [[celulose]] e hemicelulose. O grupo inclui as [[algas verdes]] e as [[plantas terrestres]] que emergiram da sua linhagem, incluindo as [[Charophyta]]. Este grupo agrega cerca de 300 000 esp\u00e9cies. (e.g., Plantae [[Herbert Copeland|Copeland]], 1956Copeland, H. F. (1956). The Classification of Lower Organisms. Palo Alto: Pacific Books, p. 6, [https://archive.org/details/classificationof00cope].).\n|-\n| '''[[Archaeplastida]]'''
([[Plastidae]] ou [[Primoplantae]])\n| Plantae ''[[sensu lato]]''\n| Este grupo inclui al\u00e9m do grupo definido como Viriplantae (Plantae ''sensu stricto''), as demais algas verdes ([[Chlorophyta]]), as algas vermelhas ([[Rhodophyta]]) e [[Glaucophyta]] (sendo que estas pequenas algas acumulam [[amido florideano]] no [[citoplasma]]). Este clade inclui organismos que adquiriram os cloroplastos por [[fagocitose]] directa de [[cianobact\u00e9ria]]s. (e.g., Plantae Cavalier-Smith, 1981{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo1 = Cavalier-Smith |primeiro1 = T. |ano= 1981 |t\u00edtulo= Eukaryote Kingdoms: Seven or Nine?\". | url = |peri\u00f3dico= BioSystems | volume = 14 |n\u00famero= 3\u20134|p\u00e1ginas= 461\u2013481 | doi=10.1016/0303-2647(81)90050-2 | pmid=7337818}}).\n|-\n| [[Classifica\u00e7\u00e3o_cl\u00e1ssica#Diferentes_classifica\u00e7\u00f5es_em_bot\u00e2nica|Antigas defini\u00e7\u00f5es de planta]]
(obsoletas)\n| Plantae ''sensu amplo''\n| As defini\u00e7\u00f5es de Plantae em sentido amplo estiveram em uso at\u00e9 o desenvolvimento das t\u00e9cnicas da [[biologia molecular]] ter permitido demonstrar que o grupo era polifil\u00e9tico. Estas defini\u00e7\u00f5es, agora obsoletas, colocavam no grupo diversas algas, fungos e bact\u00e9rias. (e.g., Plantae ou Vegetabilia Linnaeus,Linnaeus, C. (1751). ''[https://books.google.com/books?id=D18OAAAAQAAJ&pg=PA37 Philosophia botanica]'', 1st ed., p. 37. Plantae Haeckel 1866,{{citar livro|autor = Haeckel, E. |ano= 1866 |t\u00edtulo= Generale Morphologie der Organismen |publicado= Verlag von Georg Reimer |local= Berlin |p\u00e1ginas= vol.1: i\u2013xxxii, 1\u2013574, pls I\u2013II; vol. 2: i\u2013clx, 1\u2013462, pls I\u2013VIII}} Metaphyta Haeckel, 1894,Haeckel, E. (1894). ''[https://archive.org/details/systematischephy01haec Die systematische Phylogenie]''. Plantae Whittaker, 1969).\n|}\nOutra forma de apresentar as rela\u00e7\u00f5es entre os diferentes grupos que foram chamados de \"plantas\" \u00e9 atrav\u00e9s de um [[cladograma]], que mostra suas rela\u00e7\u00f5es evolutivas. Embora alguns aspectos da hist\u00f3ria evolutiva das plantas ainda n\u00e3o estejam completamente resolvidos e consensualizados, o cladograma que se segue mostra a rela\u00e7\u00e3o entre os grupos descritos na tabela acima (com os grupos que foram considerados \u00abplantas\u00bb a negrito):Baseado em {{Citation|\u00faltimo =Rogozin |primeiro =I.B. |\u00faltimo2 =Basu |primeiro2 =M.K.|\u00faltimo3 =Cs\u00fcr\u00f6s |primeiro3 =M.|\u00faltimo4 =Koonin|primeiro4 =E.V. |ano=2009 |t\u00edtulo=Analysis of Rare Genomic Changes Does Not Support the Unikont\u2013Bikont Phylogeny and Suggests Cyanobacterial Symbiosis as the Point of Primary Radiation of Eukaryotes |peri\u00f3dico=Genome Biology and Evolution|pmid=20333181 |volume=1|pmc=2817406|p\u00e1ginas=99\u2013113 |doi=10.1093/gbe/evp011 |lastauthoramp=yes}} e {{Citation |\u00faltimo =Becker |primeiro =B. |\u00faltimo2 =Marin |primeiro2 =B. |ano=2009 |t\u00edtulo=Streptophyte algae and the origin of embryophytes |peri\u00f3dico=Annals of Botany |volume=103 |n\u00famero=7 |p\u00e1ginas=999\u20131004 |doi=10.1093/aob/mcp044 |lastauthoramp=yes |pmid=19273476 |pmc=2707909}}; ver tamb\u00e9m o cladograma ligeiramente diferente publicado em {{Citation |\u00faltimo =Lewis |primeiro =Louise A. |\u00faltimo2 =McCourt |primeiro2 =R.M. |ano=2004 |t\u00edtulo=Green algae and the origin of land plants |peri\u00f3dico=Am. J. Bot. |volume=91 |n\u00famero=10 |p\u00e1ginas=1535\u20131556 |doi=10.3732/ajb.91.10.1535 |lastauthoramp=yes |pmid=21652308}}{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Estimating the timing of early eukaryotic diversification with multigene molecular clocks|url = http://www.pnas.org/content/108/33/13624|peri\u00f3dico= Proceedings of the National Academy of Sciences|data=16 de agosto de 2011|issn = 0027-8424|pmc = 3158185|pmid = 21810989|p\u00e1ginas= 13624\u201313629|volume = 108|n\u00famero= 33|doi = 10.1073/pnas.1110633108|primeiro = Laura Wegener|\u00faltimo = Parfrey|primeiro2 = Daniel J. G.|\u00faltimo2 = Lahr|primeiro3 = Andrew H.|\u00faltimo3 = Knoll|primeiro4 = Laura A.|\u00faltimo4 = Katz|bibcode = 2011PNAS..10813624P}}{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= Bacterial proteins pinpoint a single eukaryotic root|url = http://www.pnas.org/content/112/7/E693|peri\u00f3dico= Proceedings of the National Academy of Sciences|data=17 de fevereiro de 2015|issn = 0027-8424|pmc = 4343179|pmid = 25646484|p\u00e1ginas= E693-E699|volume = 112|n\u00famero= 7|doi = 10.1073/pnas.1420657112|primeiro = Romain|\u00faltimo = Derelle|primeiro2 = Guifr\u00e9|\u00faltimo2 = Torruella|primeiro3 = Vladim\u00edr|\u00faltimo3 = Klime\u0161|primeiro4 = Henner|\u00faltimo4 = Brinkmann|primeiro5 = Eunsoo|\u00faltimo5 = Kim|primeiro6 = \u010cestm\u00edr|\u00faltimo6 = Vl\u010dek|primeiro7 = B. Franz|\u00faltimo7 = Lang|primeiro8 = Marek|\u00faltimo8 = Eli\u00e1\u0161|bibcode = 2015PNAS..112E.693D}}{{citar peri\u00f3dico|t\u00edtulo= The Glaucophyta: the blue-green plants in a nutshell|url = https://dx.doi.org/10.5586/asbp.2015.020|peri\u00f3dico= Acta Societatis Botanicorum Poloniae|data=1 de janeiro de 2015|volume = 84|n\u00famero= 2|doi = 10.5586/asbp.2015.020|primeiro = Christopher|\u00faltimo = Jackson|primeiro2 = Susan|\u00faltimo2 = Clayden|primeiro3 = Adrian|\u00faltimo3 = Reyes-Prieto|p\u00e1ginas=149\u2013165}}{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =S\u00e1nchez-Baracaldo|primeiro =Patricia|\u00faltimo2 =Raven|primeiro2 =John A.|\u00faltimo3 =Pisani|primeiro3 =Davide|\u00faltimo4 =Knoll|primeiro4 =Andrew H.|data=2017-09-12|t\u00edtulo=Early photosynthetic eukaryotes inhabited low-salinity habitats|url=http://www.pnas.org/lookup/doi/10.1073/pnas.1620089114|peri\u00f3dico=Proceedings of the National Academy of Sciences|volume=114|n\u00famero=37|p\u00e1ginas=E7737\u2013E7745|doi=10.1073/pnas.1620089114}}{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Gitzendanner|primeiro =Matthew A.|\u00faltimo2 =Soltis|primeiro2 =Pamela S.|\u00faltimo3 =Wong|primeiro3 =Gane K.-S.|\u00faltimo4 =Ruhfel|primeiro4 =Brad R.|\u00faltimo5 =Soltis|primeiro5 =Douglas E.|data=2018|t\u00edtulo=Plastid phylogenomic analysis of green plants: A billion years of evolutionary history|url=https://doi.org/10.1002/ajb2.1048|peri\u00f3dico=American Journal of Botany|l\u00edngua=en|volume=105|n\u00famero=3|p\u00e1ginas=291\u2013301|doi=10.1002/ajb2.1048|issn=0002-9122|via=}}\n\n\n{{barlabel|size=6|at=3|label=Grupos tradicionalmente
inclu\u00eddos em \"[[alga]]s\".\n|cladograma={{cladex\n|label1='''[[Archaeplastida]]''' \n|1={{cladex\n |1=[[Rhodophyta]] (algas vermelhas)|bar1=darkgreen|barbegin1=darkgreen\n |2={{cladex\n |1=[[Glaucophyta]] (algas glauc\u00f3fitas)|bar1=darkgreen\n |label2='''[[Viridiplantae]]''' \n |2={{cladex\n |1={{cladex\n |1=[[Mesostigmatophyceae]]|bar1=darkgreen\n|2={{cladex\n|1=[[Chlorokybophyceae]]|bar1=darkgreen\n|2=''[[Spirotaenia]]''|bar2=darkgreen}}\n }}\n |2={{cladex\n |1=[[Chlorophyta]] (algas verdes)|bar1=darkgreen\n |label2=[[Streptophyta]]\n |2={{cladex\n |1= \n|state1=double|bar1=darkgreen\n |2={{cladex\n |1=[[Charales]] (algas ramosas)|bar1=darkgreen\n\n |2={{cladex\n|state1=double\n |1= |barend1=darkgreen\n |2='''[[Embryophyta]]''' ([[plantas terrestres]])\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n}}\n}}}}\n
A barra verde assinala os grupos geralmente designados como ''algas''.
\n\n\nA maneira como os grupos de algas verdes s\u00e3o combinados e designados varia consideravelmente entre autores.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Bold, H. SCHWARTZ, V.K. |t\u00edtulo=Reino Vegetal | pag=5}} Para muitos bot\u00e2nicos s\u00e3o consideradas \u00abplantas\u00bb apenas o grupo das embri\u00f3fitas, sendo os restantes ''[[t\u00e1xon|taxa]]'' inclu\u00eddos no reino [[Protoctista]]. A estrutura constante do cladograma acima pode ser resumida da seguinte forma:\n\n* '''Plantae''' ''sensu lato'' ([[Haeckel]] 1866, ''emend.'' [[Thomas Cavalier-Smith|Caval.-Sm.]] 1998) ou [[Archaeplastida]] (tendo como in\u00edcio da linhagem a origem da primeira [[c\u00e9lula vegetal]] por [[endossimbiose]] entre uma [[cianobact\u00e9ria]] e um [[protozo\u00e1rio]] biflagelado);\n** [[Glaucophyta]] ([[glauc\u00f3fitas]])\n** [[Rhodophyta]] (dividida em dois clados: [[Cyanidiophyceae]] ([[cianidiof\u00edceas]]) e [[algas vermelhas]], com in\u00edcio da linhagem na endossimbiose secund\u00e1ria que originou as algas [[Chromista|crom\u00f3fitas]]);\n** '''[[Viridiplantae]]''' (Copeland 1956) ([[plantas verdes]] ou Plantae ''sensu stricto'');\n*** [[Algas verdes]] ([[clor\u00f3fitas]] e [[Charophyta|car\u00f3fitas]]);\n*** '''[[Embryophyta]]''' (Margulis 1971) ([[plantas terrestres]] ou Plantae ''sensu strictissimo'');\n**** [[Bryophyta sensu lato|Bryophyta ''sensu lato'']] ([[bri\u00f3fitas]]: [[hep\u00e1ticas]], [[musgo]]s e [[Anthocerotophyta|antoceros]]);\n**** '''[[Tracheophyta]]''' ([[plantas vasculares]]);\n***** [[Pteridophyta|Pteridophyta ''sensu lato'']] (pterid\u00f3fitas em senso lato: [[licop\u00f3dio]]s, selaginelas, [[Cavalinha (planta)|cavalinhas]] e [[samambaia]]s);\n***** '''[[Spermatophyta]]''' ([[espermat\u00f3fitas]] ou plantas com sementes);\n****** [[Gimnospermas]] ([[Cicad\u00f3fita|cicas]], [[ginkgo]], [[con\u00edfera]]s e [[gnet\u00f3fitas]]);\n****** [[Angiospermae]] ([[plantas com flor]]: [[monocotiled\u00f3nea]]s e [[dicotiled\u00f3nea]]s; ou [[Angiosp\u00e9rmicas basais|grupo ANA]], [[Magnoliidae|magn\u00f3lidas]] e [[Eudicotiled\u00f3neas|eudicotas]]).\n\n== Evolu\u00e7\u00e3o e filogenia==\n[[Ficheiro:Arvore filogen\u00e9tica das plantas.png|thumb|320px|Filogenia das plantas mostrando os clados principais e os grupos tradicionais. Grupos monofil\u00e9ticos est\u00e3o em letras pretas e grupos parafil\u00e9ticos em azul.]]\n{{AP|Hist\u00f3ria evolutiva das plantas}}\n===Evolu\u00e7\u00e3o===\nA [[evolu\u00e7\u00e3o]] das plantas resultou no aumento dos [[Grado (clad\u00edstica)|n\u00edveis de complexidade]] (ou [[Grado (clad\u00edstica)|grados]]) dos organismos, desde os primeiros [[tapete de algas|tapetes de algas]], aos [[bri\u00f3fito]]s, [[licop\u00f3dio]]s e [[pterid\u00f3fita]]s, e destes at\u00e9 grupos bem mais complexos como as [[gimnosp\u00e9rmica]]s e as actuais [[angiosp\u00e9rmicas]]. Os organismos inclu\u00eddas em todos esses grupos, mesmo os menos complexos, continuam a prosperar, especialmente nos ambientes em que evolu\u00edram.\n\nA partir do [[registo f\u00f3ssil]] \u00e9 poss\u00edvel inferir que h\u00e1 cerca de 1 200 milh\u00f5es de anos ([[Annum|Ma]]) atr\u00e1s j\u00e1 se formavam sobre a terra firme camadas de [[alga]]s, formando tapetes de escuma. Contudo, apenas no per\u00edodo [[Ordoviciano]], h\u00e1 cerca de 450 [[Annum|Ma]] atr\u00e1s, apareceram \u00abplantas terrestres\u00bb na moderna acep\u00e7\u00e3o da designa\u00e7\u00e3o, sendo que os [[f\u00f3sseis]] mais antigos que se conhecem revelam a evolu\u00e7\u00e3o de plantas n\u00e3o vasculares ([[Planta avascular|plantas avasculares]]) entre os meados e o fim do [[per\u00edodo geol\u00f3gico|per\u00edodo]] [[Ordoviciano]] (\u2248450\u2013440 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s).\"The oldest fossils reveal evolution of non-vascular plants by the middle to late Ordovician Period (\u2248450\u2013440 m.y.a.) on the basis of fossil spores\" [http://www.clas.ufl.edu/users/pciesiel/gly3150/plant.html Transition of plants to land] {{webarchive|url=https://web.archive.org/web/20080302040410/http://www.clas.ufl.edu/users/pciesiel/gly3150/plant.html |date=2 March 2008 }}\n\nApesar disso, novas evid\u00eancias, obtidas atrav\u00e9s do estudo da [[raz\u00e3o isot\u00f3pica]] em amostras de [[carbono]] de [[Pr\u00e9-C\u00e2mbrico|rochas pr\u00e9-cambrianas]], sugerem que organismos fotossint\u00e9ticos complexos estavam presentes na Terra h\u00e1 mais de 1 000 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Strother|primeiro =Paul K.|\u00faltimo2 =Battison|primeiro2 =Leila|\u00faltimo3 =Brasier|primeiro3 =Martin D.|\u00faltimo4 =Wellman|primeiro4 =Charles H.|data=26 de maio de 2011|t\u00edtulo=Earth's earliest non-marine eukaryotes|url=https://www.nature.com/articles/nature09943|peri\u00f3dico=[[Nature (journal)|Nature]]|volume=473|p\u00e1ginas=505\u2013509|doi=10.1038/nature09943|via=|bibcode=2011Natur.473..505S}} Desde h\u00e1 mais de um s\u00e9culo se presume que os ancestrais das modernas [[plantas terrestres]] evolu\u00edram em ambientes aqu\u00e1ticos e depois se adaptaram a uma vida terrestre, ideia geralmente creditada ao bot\u00e2nico [[Frederick Orpen Bower]], que a defendeu na sua obra, publicada em 1908, intitulada ''The Origin of a Land Flora''. Uma vis\u00e3o alternativa recente, apoiada por evid\u00eancias gen\u00e9ticas, defende que aquelas plantas evolu\u00edram a partir de algas [[unicelular]]es terrestres.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Harholt|primeiro =Jesper|\u00faltimo2 =Moestrup|primeiro2 =\u00d8jvind|\u00faltimo3 =Ulvskov|primeiro3 =Peter|data=2016-02-01|t\u00edtulo=Why Plants Were Terrestrial from the Beginning|url=http://www.cell.com/trends/plant-science/abstract/S1360-1385(15)00300-3|peri\u00f3dico=[[Trends (journals)|Trends in Plant Science]]|l\u00edngua=English|publicado=[[Cell Press]]|volume=21|n\u00famero=2|p\u00e1ginas=96\u2013101|doi=10.1016/j.tplants.2015.11.010|issn=1360-1385|pmid=26706443|via=}}\n\nDurante o [[Paleozoico]], come\u00e7aram a aparecer em terra firme plantas complexas, [[multicelular]]es, os [[embri\u00f3fito]]s ([[Embryophyta]]), nas quais o [[gamet\u00f3fito]] e o [[espor\u00f3fito]] se apresentavam de forma radicalmente diferente das algas, o que est\u00e1 relacionado com a adapta\u00e7\u00e3o a ambientes secos (j\u00e1 que os [[g\u00e2meta]]s masculinos estavam dependentes de meios h\u00famidos para se moverem). Nas primeiras formas destas plantas, o espor\u00f3fito mantinha-se reduzido e dependente da forma parental durante a sua curta vida. Os embri\u00f3fitos actuais, que t\u00eam este tipo de organiza\u00e7\u00e3o, incluem a maior parte das plantas que geralmente evocamos. S\u00e3o as chamadas [[plantas vasculares]], com sistemas completos de [[raiz]], [[caule]] e [[folha (bot\u00e2nica)|folhas]], ainda que incluam algumas esp\u00e9cies de [[bri\u00f3fito]]s (das quais os [[musgo]]s ser\u00e3o talvez o tipo mais conhecido). Outros autores, contudo, definem os embri\u00f3fitos como sendo todas as plantas terrestres, incluindo, de acordo com esta defini\u00e7\u00e3o, a divis\u00e3o [[Hepaticophyta]] (ou [[Marchantiomorpha]], nas classifica\u00e7\u00f5es mais antigas), as hep\u00e1ticas; a divis\u00e3o [[Anthocerophyta]] (os ant\u00f3ceros) e a divis\u00e3o [[Bryophyta sensu stricto|Bryophyta ''sensu stricto'']] (os musgos).\n\nAs evid\u00eancias contidas no [[registo f\u00f3ssil]] permitem concluir que as plantas terrestres primitivas come\u00e7aram a se diversificar no final do per\u00edodo [[Sil\u00farico]], h\u00e1 cerca de 420 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Naquele per\u00edodo apareceram novos embri\u00f3fitos, as [[plantas vasculares]], com adapta\u00e7\u00f5es que lhes permitiam estar menos dependentes da \u00e1gua. Estas plantas tiveram uma [[radia\u00e7\u00e3o adaptativa]] maci\u00e7a durante o [[Dev\u00f3nico]] e come\u00e7aram a [[Coloniza\u00e7\u00e3o (biologia)|colonizar]] a terra firme. Entre essas adapta\u00e7\u00f5es podemos referir uma [[cut\u00edcula]] resistente \u00e0 [[desseca\u00e7\u00e3o]] e [[tecido (histologia)|tecidos]] [[vascular]]es por onde circula a \u00e1gua, raz\u00e3o pela qual s\u00e3o designadas por ''plantas vasculares'' ou ''[[traque\u00f3fita]]s ([[Tracheophyta]]). Os resultados dessa diversifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o exibidos em detalhe not\u00e1vel nos dep\u00f3sitos fossil\u00edferos do [[Devoniano]] contidos no [[Cherte de Rhynie]] (''[[Rhynie chert]]'') da [[Esc\u00f3cia]]. Este [[cherte]] preservou, petrificadas em fontes vulc\u00e2nicas, plantas pertencentes aos primeiros grupos que surgiram em terra firme, com uma perfei\u00e7\u00e3o tal que permite mesmo a observa\u00e7\u00e3o de detalhes celulares. No meio do per\u00edodo Devoniano estavam j\u00e1 presentes a maioria das caracter\u00edsticas reconhecidas nas plantas modernas, incluindo [[raiz (bot\u00e2nica)|ra\u00edzes]], [[folha]]s e [[Madeira|madeira secund\u00e1ria]]. Nos tempos mais tardios do Devoniano, as [[semente]]s j\u00e1 estavam presentes.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo1 = Rothwell |primeiro1 = G. W. |\u00faltimo2 = Scheckler |primeiro2 = S. E. |\u00faltimo3 = Gillespie |primeiro3 = W. H. |ano= 1989 |t\u00edtulo= ''Elkinsia'' gen. nov., a Late Devonian gymnosperm with cupulate ovules |peri\u00f3dico= Botanical Gazette |volume= 150 |n\u00famero= 2 |p\u00e1ginas= 170\u2013189 |doi= 10.1086/337763 |publicado= University of Chicago Press |jstor=2995234}}\n\nNo entretanto, as os bri\u00f3fitos confinaram-se a [[ambiente]]s h\u00famidos, pois \u00e9 a \u00e1gua que permite a dispers\u00e3o dos [[esporo]]s, e mantiveram-se pequenas durante todo o seu [[ciclo de vida]], caracterizado pela altern\u00e2ncia de duas gera\u00e7\u00f5es: um est\u00e1dio hapl\u00f3ide (o [[gamet\u00f3fito]]) e um est\u00e1dio dipl\u00f3ide (o [[espor\u00f3fito]]). Este \u00faltimo \u00e9 de curta dura\u00e7\u00e3o e est\u00e1 dependente do gamet\u00f3fito.\n\nAs plantas de finais do Devoniano alcan\u00e7aram um grau de sofistica\u00e7\u00e3o que lhes permitiu formar [[floresta]]s de \u00e1rvores altas. A inova\u00e7\u00e3o evolutiva continuou no per\u00edodo [[Carbon\u00edfero]] e nos per\u00edodos geol\u00f3gicos posteriores e prossegue no presente. A maioria dos grupos de plantas sobreviveram relativamente ilesos ao [[Extin\u00e7\u00e3o do Permiano-Tri\u00e1ssico|evento de extin\u00e7\u00e3o Permo-Tri\u00e1ssico]], embora a [[estrutura ecol\u00f3gica]] das comunidades onde se inseriam tenha mudado. Essas mudan\u00e7as podem ter definido o cen\u00e1rio para a evolu\u00e7\u00e3o das [[plantas com flor]] no [[Tri\u00e1ssico]] (h\u00e1 cerca de 200 milh\u00f5es de anos), que cresceu rapidamente em [[biodiversidade]] no [[Cret\u00e1ceo]] e no [[Terci\u00e1rio]]. O \u00faltimo grande grupo de plantas a evoluir foram as [[gram\u00edneas]], que se tornaram importantes em meados do Terci\u00e1rio, h\u00e1 cerca de 40 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. As gram\u00edneas, assim como muitos outros grupos, desenvolveram novos mecanismos de metabolismo para sobreviver ao baixo teor de [[di\u00f3xido de carbono]] (CO2) na [[atmosfera terrestre]] e condi\u00e7\u00f5es quentes e secas dos tr\u00f3picos nos \u00faltimos 10 milh\u00f5es de anos.\n\nAs [[angiosp\u00e9rmicas]] s\u00e3o o \u00faltimo grande grupo de plantas a aparecer, durante o [[Jur\u00e1ssico]], mas tiveram o seu maior per\u00edodo de propaga\u00e7\u00e3o no [[Cret\u00e1cico]], sendo, atualmente, plantas predominantes em muitos [[ecossistema]]s.\n===Filogenia das plantas===\nUma proposta de [[\u00e1rvore filogen\u00e9tica]] do grupo Plantae, inicialmente proposta em 1997,Kenrick, Paul & Peter R. Crane. 1997. ''The Origin and Early Diversification of Land Plants: A Cladistic Study.'' (Washington, D.C., Smithsonian Institution Press.) {{ISBN|1-56098-730-8}}. com modifica\u00e7\u00f5es na linhagem das[[Pteridophyta]] introduzidas em 2006,{{citar peri\u00f3dico|autor1 =Smith Alan R. |autor2 =Pryer Kathleen M. |autor3 =Schuettpelz E. |autor4 =Korall P. |autor5 =Schneider H. |autor6 =Wolf Paul G. |t\u00edtulo=A classification for extant ferns |ano=2006 |peri\u00f3dico=Taxon |volume=55 |n\u00famero=3 |p\u00e1ginas=705\u2013731 |url=http://www.pryerlab.net/publication/fichier749.pdf |formato=PDF |doi=10.2307/25065646 |urlmorta= sim|arquivourl=https://web.archive.org/web/20080226232147/http://www.pryerlab.net/publication/fichier749.pdf |arquivodata=26 de fevereiro de 2008 |df= }} veio lan\u00e7ar nova luz sobre as rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas entre os diversos grupos de organismos fotossint\u00e9ticos que usam as clorofilas ''a'' e ''b''. No [[cladograma]] que se segue, o grupo das [[Prasinophyceae]], na realidade um largo e diverso agrupamento [[parafil\u00e9tico]] de linhagens de [[algas verdes]] que divergiram mais cedo das linhagens que desembocaram nas modernas [[Embryophyta]], s\u00e3o tratadas como um grupo fora das [[Chlorophyta]],{{citar peri\u00f3dico|autor =Leliaert, F., Smith, D.R., Moreau, H., Herron, M.D., Verbruggen, H., Delwiche, C.F. & De Clerck, O. |ano=2012 |t\u00edtulo=Phylogeny and molecular evolution of the green algae |url=http://images.algaebase.org/pdf/5628E58F0ecc431F0CsJm2B04CAD/49951.pdf |doi=10.1080/07352689.2011.615705 |peri\u00f3dico=Critical Reviews in Plant Sciences |volume=31 |p\u00e1ginas=1\u201346 |formato=PDF |urlmorta= sim|arquivourl=https://web.archive.org/web/20150626102452/http://images.algaebase.org/pdf/5628E58F0ecc431F0CsJm2B04CAD/49951.pdf |arquivodata=26 de junho de 2015 |df= }} solu\u00e7\u00e3o que n\u00e3o colheu aceita\u00e7\u00e3o entre os autores mais recentes.\n\nUma poss\u00edvel [[\u00e1rvore filogen\u00e9tica]] do grupo Plantae ser\u00e1 a seguinte:\n
\n{{clade| style=font-size:80%;line-height:75%;\n|1={{clade\n\t|1=[[Prasinophyceae]] ([[microm\u00f3nadas]])\n\t|2={{clade\n\t\t|label1=[[Streptobionta]]\n\t\t|1={{clade\n\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t|label1=[[Embryophyta]]\n\t\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t\t\t|label1=[[Stomatophyta]]\n\t\t\t\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t\t\t\t\t|label1=[[Polysporangiophyta]]\n\t\t\t\t\t\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t|label1='''[[Tracheophyta]]'''\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t|1={{clade\n\n\t|label1=[[Eutracheophyta]]\n\t|1={{clade\n\t\t|label1=[[Euphyllophytina]]\n\t\t|1={{clade\n\t\t\t|label1=[[Lignophyta]]\n\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t|1='''[[Spermatophyta]]s''' (plantas com semente)\n\t\t\t\t|2=[[Progymnospermophyta]] \u2020\n\t\t\t\t}}\n\t\t\t|label2='''[[Pteridophyta]]'''\n\t\t\t|2={{clade\n\t\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t\t|1=[[Pteridopsida]] (verdadeiros pterid\u00f3fitos)\n\t\t\t\t\t|2=[[Marattiopsida]]\n\t\t\t\t\t|3=[[Equisetopsida]] (cavalinhas)\n\t\t\t\t\t|4=[[Psilotopsida]]\n\t\t\t\t\t|5=[[Cladoxylopsida]]a \u2020\n\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t}}\n\t\t\t}}\n\t\t|label2=[[Lycophytina]]\n\t\t|2={{clade\n\t\t\t|1='''[[Lycopodiophyta]]'''\n\t\t\t|2=[[Zosterophyllophyta]] \u2020\n\t\t\t}}\n\t\t}}\n\t|2=[[Rhyniophyta]] \u2020\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t|2=''[[Aglaophyton]]'' \u2020\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t|3=[[Horneophytopsida]] \u2020\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t\t\t\t|2='''[[Bryophyta]]''' (musgos)\n\t\t\t\t\t\t\t|3='''[[Anthocerotophyta]]''' (ant\u00f3ceros)\n\t\t\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t\t|2='''[[Marchantiophyta]]''' (hep\u00e1ticas)\n\t\t\t\t\t}}\n\t\t\t\t}}\n\t\t\t|2='''[[Charophyta]]'''\n\t\t\t}}\n\t\t}}\n\t|3={{clade\n\t\t|label1='''[[Chlorophyta]]'''\n\t\t|1={{clade\n\t\t\t|1={{clade\n\t\t\t\t|1=[[Trebouxiophyceae]] ([[Pleurastrophyceae]])\n\t\t\t\t|2=[[Chlorophyceae]]\n\t\t\t\t}}\n\t\t\t|2=[[Ulvophyceae]]\n\t\t\t}}\n\t\t}}\n\t}}\n}}\n
\n\nUma nova proposta de classifica\u00e7\u00e3o, publicada em 2011,{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo1 =Leliaert|primeiro1 =Frederik|\u00faltimo2 =Verbruggen|primeiro2 =Heroen|\u00faltimo3 =Zechman|primeiro3 =Frederick W.|t\u00edtulo=Into the deep: New discoveries at the base of the green plant phylogeny|peri\u00f3dico=BioEssays|volume=33 |n\u00famero=9 |ano=2011 |p\u00e1ginas=683\u2013692 |issn=0265-9247 |doi=10.1002/bies.201100035 |pmid=21744372}} mas modificada em 2016 para os clados de algas verdes{{citation |data=2016|autor = Silar, Philippe|t\u00edtulo= Protistes Eucaryotes: Origine, Evolution et Biologie des Microbes Eucaryotes| url=https://hal.archives-ouvertes.fr/hal-01263138| volume= |n\u00famero= |p\u00e1ginas=1\u2013462 |peri\u00f3dico=HAL archives-ouvertes | doi=}} e em 2015 para o clado das plantas terrestres,{{citar peri\u00f3dico|autor =Nov\u00edkov & Baraba\u0161-Krasni |ano=2015 |t\u00edtulo=Modern plant systematics |peri\u00f3dico= | volume=|n\u00famero= |p\u00e1gina=685 |publicado=Liga-Pres| isbn=978-966-397-276-3 |doi=10.13140/RG.2.1.4745.6164}} \u00e9 a constante do cladograma seguinte. O diagrama concorda com a origem [[endossimbi\u00f3tico]] das c\u00e9lulas vegetais,T. Cavalier Smith 2007, [https://books.google.com.pe/books?id=-YEYFhgUBsQC&pg=PA21&dq=evolution+relationships+algae&hl=es&sa=X&ved=0ahUKEwi988yFwfbKAhWKPCYKHSq2DiUQ6AEIHTAA#v=onepage&q=evolution%20relationships%20algae&f=false Evolution and relationships of algae major branches of the tree of life.] from: Unravelling the algae, by Brodie & Lewis. CRC Press e a filogenia das [[alga]]s,Tereza \u0160ev\u010d\u00edkov\u00e1 et al 2015. [http://www.nature.com/articles/srep10134 Updating algal evolutionary relationships through plastid genome sequencing.] Scientific Reports 5, Article number: 10134 (2015) doi:10.1038/srep10134 [[Bryophyta sensu lato|bri\u00f3fitas]],Theodor Cole & Hartmut Hilger 2013 [http://www2.biologie.fu-berlin.de/sysbot/poster/BPP-E.pdf Bryophyte Phylogeny] [[plantas vasculares]]Theodor Cole & Hartmut Hilger 2013 [http://www2.biologie.fu-berlin.de/sysbot/poster/TPP-E.pdf Trachaeophyte Phylogeny] {{Wayback|url=http://www2.biologie.fu-berlin.de/sysbot/poster/TPP-E.pdf |date=20160304191705 }} e [[Angiosperma|plantas com flores]].Theodor Cole & Hartmut Hilger 2015 [http://www2.biologie.fu-berlin.de/sysbot/poster/poster1.pdf Angiosperm Phylogeny, Flowering Plant Systematics.] Freie Universit\u00e4t Berlin Note-se que as [[Prasinophyceae]] foram aqui inclu\u00eddas entre as [[Chlorophyta]].\n
\n{{barlabel |size=1 |at=0.1 |label=[[Algas verdes]]\n|cladograma=\n{{clade| style=font-size:100%;line-height:80%;\n|label1=[[Viridiplantae]]\n|1={{clade\n |1= {{clade\n |1=[[Chlorokybophyceae|Chlorokybophyta]] |barbegin1=darkgreen\n |2=[[Mesostigmatophyceae|Mesostigmatophyta]] |bar2=darkgreen\n }}\n |2={{clade\n |label1=[[Chlorobionta]]\n |1=[[Chlorophyta]] (inc. [[Prasinophyceae]])|bar1=darkgreen\n |label2=[[Streptophyta|Streptobionta]]\n |2={{clade\n |1=[[Klebsormidiophyceae|Klebsormidiophyta]] |bar1=darkgreen\n |label2=[[Phragmoplastophyta]]\n |2={{clade\n |1=[[Charophyta]] Rabenhorst 1863 emend. Lewis & McCourt 2004 (algas ramosas)|bar1=darkgreen\n |2={{clade\n |1=[[Chaetosphaeridiales]] Marin & Melkonian 1999 |bar1=darkgreen\n |2=[[Coleochaetophyceae|Coleochaetophyta]] |bar2=darkgreen\n |3={{clade\n |1=[[Zygnematophyceae|Zygnematophyta]]|barend1=darkgreen\n |label2=[[Embryophyta]]\n |2={{clade\n |1=[[Marchantiophyta]] (hep\u00e1ticas)\n |label2=[[Stomatophyta]]\n |2={{clade\n |1=[[Bryophyta sensu stricto|Bryophyta ''sensu stricto'']] (verdadeiros musgos)\n |2={{clade\n |1=[[Anthocerotophyta]] (ant\u00f3ceros)\n |label2=[[Polysporangiophyta]]\n |2={{clade\n |1=[[Horneophytopsida|Horneophyta]] \u2020\n |2={{cladex\n |1=[[Aglaophyton|Aglaophyta]] \u2020\n |2=[[Tracheophyta]] (plantas vasculares)\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n }}\n}}\n}}\n
\n=== A inclus\u00e3o das algas ===\n[[Ficheiro:Haeckel Siphoneae.jpg|thumb|250px|[[Algas verdes]] (ilustra\u00e7\u00e3o de [[Ernst Haeckel]] na obra ''[[Kunstformen der Natur]]'', 1904).]]\n[[Imagem:Laurencia.jpg|thumb|250px|''[[Laurencia]]'' (uma [[Rhodophyta]]).]]\n{{Main|Alga}}\n\nApesar da maioria das [[alga]]s n\u00e3o ser classificada pelos modernos sistemas taxon\u00f3micos como pertencente ao reino Plantae,{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Margulis |primeiro =L. |ano=1974 |t\u00edtulo=Five-kingdom classification and the origin and evolution of cells |peri\u00f3dico=Evolutionary Biology | volume=7 |p\u00e1ginas=45\u201378 }} entre elas est\u00e3o v\u00e1rios grupos diferentes de organismos que produzem alimentos por [[fotoss\u00edntese]], raz\u00e3o pela qual t\u00eam sido tradicionalmente inclu\u00eddos no reino vegetal.\n\nAs algas compreendem diferentes grupos de organismos que produzem energia atrav\u00e9s da [[fotoss\u00edntese]], cada um dos quais evoluindo independentemente de ancestrais n\u00e3o-fotossint\u00e9ticos diferentes. As mais conhecidas s\u00e3o as [[macroalga]]s, algas [[multicelular]]es que em alguns casos se assemelham a plantas terrestres. Essas algas encontram-se repartidas por tr\u00eas grandes grupos: [[alga verde|verdes]] ([[Chlorophyta]]); [[algas vermelhas]] ([[Rhodophyta]]); e [[algas castanhas]] ([[Phaeophyta]]). Cada um desses grupos inclui tamb\u00e9m organismos microsc\u00f3picos e unicelulares.\n\nH\u00e1 boas evid\u00eancias de que as [[algas castanhas]] evolu\u00edram independentemente das outras, de ancestrais n\u00e3o fotossint\u00e9ticos que formaram rela\u00e7\u00f5es endossimbi\u00f3ticas com algas vermelhas em vez de cianobact\u00e9rias, raz\u00e3o pela qual n\u00e3o s\u00e3o classificadas como plantas pois pertencem a outro clado.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Margulis |primeiro =L. |ano=1974 |t\u00edtulo=Five-kingdom classification and the origin and evolution of cells |peri\u00f3dico=Evolutionary Biology |volume=7 |p\u00e1ginas=45\u201378 |doi=10.1007/978-1-4615-6944-2_2}}\n\nAssim, apenas dois grupos de algas s\u00e3o considerados parentes pr\u00f3ximos das [[plantas terrestres]] (as [[Embryophyta]]). O primeiro destes grupos, as [[car\u00f3fitas]] ([[Charophyta]]), pertence \u00e0 mesma linhagem que deu origem \u00e0quelas plantas,{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Bremer |primeiro =K. |ano=1985 |t\u00edtulo=Summary of green plant phylogeny and classification |peri\u00f3dico=Cladistics | volume=1 |p\u00e1ginas=369\u2013385 }}{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Mishler |primeiro =Brent D. |coautor= S. P. Churchill |ano=1985 |t\u00edtulo=Transition to a land flora: phylogenetic relationships of the green algae and bryophytes |peri\u00f3dico=Cladistics | volume=1 |p\u00e1ginas=305\u2013328 }}{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Mishler |primeiro =Brent D. |coautor=Louise A. Lewis; Mark A. Buchheim; Karen S. Renzaglia; D. J. Garbary; Carl F. Delwiche; F. W. Zechman; T. S. Kantz; & Ron L. Chapman |ano=1994 |t\u00edtulo=Phylogenetic relationships of the \"green algae\" and \"bryophytes\" |peri\u00f3dico=Annals of the Missouri Botanical Garden | volume=81 |p\u00e1ginas=451\u2013483 | doi=10.2307/2399900 }} enquanto o segundo grupo, as [[algas verdes]] ([[Chlorophyta]]), \u00e9 o [[grupo irm\u00e3o]] do conjunto das car\u00f3fitas e embri\u00f3fitas. Este \u00faltimo conjunto, mais extenso e diverso, \u00e9 colectivamente designado por \u00ab[[plantas verdes]]\u00bb (ou [[Viridiplantae]]) constituindo um [[clado]].\n\nO cloroplasto das algas verdes est\u00e1 rodeado por duas membranas, sugerindo que teve a sua origem por [[endossimbiose]] direta de [[cianobact\u00e9ria]]s. O mesmo \u00e9 verdadeiro para dois grupos adicionais de algas: [[Rhodophyta]] (algas vermelhas) e [[Glaucophyta]].\n\nPensa-se que estes tr\u00eas grupos t\u00eam uma origem comum, por isso s\u00e3o classificados juntos no [[taxon]] [[Archaeplastida]]. Por outro lado, a maioria das outras algas ([[Stramenopiles]], [[Haptophyta]], [[Euglenophyta]] e [[dinoflagelado]]s), possuem cloroplastos com tr\u00eas ou quatro membranas envolventes. N\u00e3o s\u00e3o parentes pr\u00f3ximos das plantas verdes e provavelmente adquiriram os cloroplastos indiretamente atrav\u00e9s da ingest\u00e3o ou simbiose com algas verdes ou vermelhas.\n\nMuitas algas mostram [[altern\u00e2ncia de gera\u00e7\u00f5es]], entre uma forma que se reproduz de forma [[sexo|assexuada]] (o [[espor\u00f3fito]]) e uma forma sexuada (o [[gamet\u00f3fito]]).\n\nO reino Plantae \u00e9, para a generalidade dos autores, considerado como sin\u00f3nimo deste grupo [[monofil\u00e9tico]], j\u00e1 que a restri\u00e7\u00e3o ao grupo \u00e0s [[Embryophyta]] tornaria o reino num agrupamento [[parafil\u00e9tico]]. Com algumas excep\u00e7\u00f5es entre as algas verdes, todas as formas apresentam as seguintes caracter\u00edsticas:\n* [[parede celular|paredes celulares]] contendo [[celulose]] e [[hemicelulose]];\n* [[cloroplasto]]s contendo [[clorofila a|clorofila ''a'']] e [[clorofila b|clorofila ''b'']];\n* cloroplasnto rodeado por duas membranas;\n* armazenam alimento na forma de [[amido]] em [[plast\u00eddeo]]s;\n* a [[mitose]] ocorre de forma fechada, sem [[centr\u00edolo]]s;\n* [[mitoc\u00f4ndria]]s com cristas tipicamente achatadas.\nApresentando todas as caracter\u00edsticas atr\u00e1s listadas, as [[Viridiplantae]], as plantas verdes (colora\u00e7\u00e3o que lhes \u00e9 dada pela presen\u00e7a das clorofilas ''a'' e ''b''), ou seja o conjunto das algas verdes e das plantas terrestres, formam um [[clade]], um grupo que composto por todos os descendentes de um [[ancestral comum]]. O [[cloroplasto]] das plantas verdes \u00e9 cercado por duas membranas, sugerindo que elas se originaram diretamente de endossimbiose com [[cianobact\u00e9ria]]s.\n\nDois grupos adicionais, as [[Rhodophyta]] (algas vermelhas) e as [[Glaucophyta]] (algas glauc\u00f3fitas), tamb\u00e9m possuem cloroplastos prim\u00e1rios que parecem derivar directamente de [[cianobact\u00e9ria]]s endossimbi\u00f3ticas, embora difiram de Viridiplantae na pigmentos que s\u00e3o usados na fotoss\u00edntese e assim s\u00e3o diferentes na colora\u00e7\u00e3o. Esses grupos tamb\u00e9m diferem das plantas verdes no armazenamento de energia, pois utilizam como [[polissacar\u00eddeo]] de armazenamento o [[amido florideano]] que \u00e9 armazenado no citoplasma e n\u00e3o nos plast\u00eddeos. Estes grupos, apesar destas importantes diferen\u00e7as, parecem ter tido uma origem comum com Viridiplantae e os tr\u00eas grupos formam o clado [[Archaeplastida]], cujo nome implica que seus cloroplastos foram derivados de um \u00fanico evento endossimbi\u00f3tico antigo. Esta \u00e9 a mais ampla defini\u00e7\u00e3o moderna do termo \u00abplanta\u00bb.\n\nEm contraste, a maioria das outras algas (por exemplo, [[algas castanhas]], [[diatom\u00e1ceas]], [[hapt\u00f3fitas]], [[dinoflagelados]] e [[euglen\u00eddeos]]) n\u00e3o possuem somente pigmentos diferentes, mas tamb\u00e9m possuem cloroplastos com tr\u00eas ou quatro membranas circundantes. N\u00e3o s\u00e3o parentes pr\u00f3ximos do agrupamento Archaeplastida, presumivelmente tendo adquirido cloroplastos separadamente a partir de algas verdes e vermelhas ingeridas ou simbi\u00f3ticas. Em consequ\u00eancia, estes grupos n\u00e3o s\u00e3o inclu\u00eddos nem mesmo na mais ampla defini\u00e7\u00e3o moderna do reino vegetal, embora o tenham sido no passado.\n\nAs Viridiplantae, as plantas verdes, foram tradicionalmente divididas em [[algas verdes]] (incluindo as [[Charales]]) e as [[plantas terrestres]] ([[Embryophyta]]). No entanto, sabe-se agora que as plantas terrestres evolu\u00edram a partir de um grupo de algas verdes, de modo que as algas verdes por si s\u00f3 s\u00e3o um grupo [[parafil\u00e9tico]], ou seja, um grupo que exclui alguns dos descendentes de um ancestral comum. Os grupos parafil\u00e9ticos s\u00e3o geralmente evitados nas classifica\u00e7\u00f5es modernas, de modo que, em tratamentos recentes, os Viridiplantae foram divididos em dois clados, o clado [[Chlorophyta]] e o clado [[Streptophyta]] (incluindo neste as plantas terrestres e as Charophyta).{{Citation |\u00faltimo =Lewis |primeiro =Louise A. |\u00faltimo2 =McCourt |primeiro2 =R.M. |ano=2004 |t\u00edtulo=Green algae and the origin of land plants |peri\u00f3dico=Am. J. Bot. |volume=91 |n\u00famero=10 |p\u00e1ginas=1535\u20131556 |doi=10.3732/ajb.91.10.1535 |lastauthoramp=yes |pmid=21652308}}{{Citation |\u00faltimo =Becker |primeiro =B. |\u00faltimo2 =Marin |primeiro2 =B. |ano=2009 |t\u00edtulo=Streptophyte algae and the origin of embryophytes |peri\u00f3dico=Annals of Botany |volume=103 |n\u00famero=7 |p\u00e1ginas=999\u20131004 |doi=10.1093/aob/mcp044 |lastauthoramp=yes |pmid=19273476 |pmc=2707909}}\n\nNa acep\u00e7\u00e3o atr\u00e1s, o agrupamento Chlorophyta (um nome que tamb\u00e9m tem sido usado para designar ''todas'' algas verdes) \u00e9 o [[grupo irm\u00e3o]] das Charophyta, do qual as plantas terrestres evolu\u00edram. Existem cerca de 4 300 esp\u00e9cies de Chlorophyta,{{citar web|url= http://www.algaebase.org/browse/taxonomy/?id=4307 |publicado= ''AlgaeBase version 4.2'' World-wide electronic publication, National University of Ireland, Galway |acessodata= 2007-09-23 |t\u00edtulo= Phylum: Chlorophyta taxonomy browser |autor1 =Guiry, M.D. |autor2 =Guiry, G.M. |lastauthoramp=yes |ano= 2007 }} principalmente organismos marinhos unicelulares ou multicelulares, tais como as algas marinhas do g\u00e9nero ''[[Ulva (g\u00e9nero)|Ulva]]''.\n\nO outro grupo dentro da Viridiplantae \u00e9 [[Streptophyta]], constitu\u00eddo principalmente por organismos de \u00e1gua doce ou terrestres, que agrupa as plantas terrestres com as [[Charophyta]], agrupamento consistindo por v\u00e1rios grupos de algas verdes, tais como [[Desmidiales]] e [[Charales]]. As algas estrept\u00f3fitas s\u00e3o unicelulares ou formam filamentos multicelulares, ramificados ou n\u00e3o ramificados. O g\u00e9nero ''[[Spirogyra]]'' \u00e9 uma alga filamentosa estrept\u00f3fita de ocorr\u00eancia comum, frequentemente usada como organismo de demonstra\u00e7\u00e3o no ensino da biologia e da bioqu\u00edmica e um dos organismos respons\u00e1veis pela \"escuma\" de algas que aparece em massas de \u00e1gua [[eutr\u00f3fica]]s. As car\u00f3fitas de \u00e1gua doce lembram fortemente as plantas terrestres e acredita-se que sejam os seus parentes filogeneticamente mais pr\u00f3ximos. Crescendo imersos em \u00e1gua doce, consistem de um caule central com verticilos de pequenos ''ramos''.\n\n=== Exclus\u00e3o dos fungos===\n{{Main|Fungi}}\nA classifica\u00e7\u00e3o original de [[Lineu]] colocava os [[fungo]]s dentro do reino Plantae, uma vez que eles inquestionavelmente n\u00e3o eram animais nem minerais e estas eram as \u00fanicas outras alternativas dispon\u00edveis. Com os desenvolvimentos verificados no s\u00e9culo XIX no campo da [[microbiologia]], [[Ernst Haeckel]] introduziu o novo reino [[Protista]], al\u00e9m de Plantae e Animalia, mas a quest\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o dos fungos permaneceu controversa, com incerteza se deveriam permanecer no reino Plantae ou se deveriam ser reclassificados para o reino Protista. A quest\u00e3o apenas foi resolvida em 1969, quando [[Robert Whittaker]] prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o do reino [[Fungi]]. Evid\u00eancias moleculares mostraram desde ent\u00e3o que o [[ancestral comum mais recente]] ([[concestor]]) dos fungos era provavelmente mais parecido com o ancestral do reino [[Animalia]] do que com o ancestral do reino Plantae (ou de qualquer outro reino).{{citar livro|autor =Deacon, J.W. |ano=2005 |t\u00edtulo=Fungal Biology |publicado=Wiley |isbn=978-1-4051-3066-0 |url=https://books.google.com/books?id=FMSn4RIoGGoC }}\n\nA reclassifica\u00e7\u00e3o original de Robert Whittaker baseou-se na diferen\u00e7a fundamental na posi\u00e7\u00e3o tr\u00f3fica (nutri\u00e7\u00e3o) entre os fungos e as plantas. Ao contr\u00e1rio das plantas, que geralmente adquirem o carbono atrav\u00e9s da fotoss\u00edntese, e s\u00e3o por conseguinte [[Autotrofia|autotr\u00f3ficas]], os fungos n\u00e3o possuem cloroplastos e geralmente obt\u00eam o carbono digerindo e absorvendo os materiais circundantes, sendo assim [[Heterotrofia|heterotr\u00f3ficos]] [[Saprotrofia|saprotr\u00f3ficos]].\n\nPara al\u00e9m da quest\u00e3o tr\u00f3fica, a estrutura dos tecidos dos fungos multicelulares \u00e9 diferente da encontrada nas plantas, tomando a forma de m\u00faltiplas [[Quitina|cadeias quitinosas]] microsc\u00f3picas, as [[hifa]]s, que podem ser subdivididas em c\u00e9lulas ou podem formar um [[sinc\u00edcio]] contendo muitos [[n\u00facleo da c\u00e9lula|n\u00facleos]] [[eucariota]]s. Os corpos frut\u00edferos, entre os quais os [[cogumelos]] s\u00e3o o exemplo mais conhecido, s\u00e3o as estruturas reprodutivas dos fungos, muito diferentes de qualquer estrutura produzida pelas plantas.\n\nEm consequ\u00eancia dessas diferen\u00e7as, todos os modernos sistemas de classifica\u00e7\u00e3o excluem, por raz\u00f5es clad\u00edsticas, os fungos do reino Plantae, optando por os colocar no reino [[Fungi]].\n\n== Diversidade e classifica\u00e7\u00e3o==\n[[Ficheiro:24Messbild40x203x28bSpirotaenia condensata Breb.jpg|thumb|250px|[[Chlorophyta]]: ''[[Spirotaenia condensata]]''.]]\n[[Imagem:CharaGlobularis.jpg|thumb|250px|[[Charophyta]]: ''[[Chara globularis]]'', um car\u00f3fita.]]\n[[Imagem:Liverwort.jpg|thumb|250px|[[Marchantiophyta]]: uma [[hep\u00e1tica]] talosa.]]\n[[Ficheiro:Phaeoceros laevis.jpg|thumb|250px|[[Anthocerotophyta]]: ''[[Phaeoceros laevis]]'', um ant\u00f3cero.]]\n[[Imagem:Moss.jpg|thumb|thumb|250px|[[Bryophyta sensu stricto|Bryophyta]]: um [[musgo]].]]\n[[Imagem:LycopodiumClavatum.jpg|thumb|250px|[[Lycopodiophyta]]: ''[[Lycopodium clavatum]]'', um licop\u00f3dio.]]\n[[Imagem:Ferns02.jpg|thumb|250px|[[Pteridophyta]]: ''[[Dicksonia antarctica]]'', uma esp\u00e9cie de [[feto arb\u00f3reo]].]]\n[[Ficheiro:Cycas revoluta02.jpg|thumb|250px|[[Cycadophyta]]: ''[[Cycas revoluta]]'', uma cicad\u00f3fita.]]\n[[Ficheiro:El Hierro Sabinar.JPG|thumb|250px|[[Pinophyta]]: um exemplar de ''[[Juniperus phoenicea]]''.]]\n[[Ficheiro:Ault Flowers 012.jpg|thumb|250px|[[Spermatophyta]]: [[infloresc\u00eancia]] de uma [[Asteraceae]], uma das [[espermat\u00f3fitas]] mais complexas.]]\n===Diversidade===\nExistem cerca de 300-315 mil [[esp\u00e9cie]]s de plantas, definidas como [[plantas com semente]], [[bri\u00f3fita]]s, [[Samambaia|fetos]] e seus semelhantes. Por volta de 2004, cerca de 287 655 esp\u00e9cies tinham sido identificadas e validamente descritas, das quais 258 650 s\u00e3o [[angiosperma|plantas com flor]], 16 000 bri\u00f3fitas, 11 000 fetos e 8 000 [[alga verde|algas verdes]] (em sentido lato).\n\nO quadro seguinte resume a distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies pelos v\u00e1rios agrupamentos que integram o reino Plantae (na [[circunscri\u00e7\u00e3o taxon\u00f3mica]] correspondente a Viridiplantae):\n\n\n
\n{| class=\"wikitable\" align=\"center\" style=\"margin-left:1em\"\n|+'''Diversidade das divis\u00f5es extantes do reino Plantae'''\n|-\n! style=\"background:lightgreen\" align=\"center\" | Grupo\n! style=\"background:lightgreen\" align=\"center\" | Divis\u00e3o\n! style=\"background:lightgreen\" align=\"center\" | Nome comum\n! style=\"background:lightgreen\" align=\"center\" | Esp\u00e9cies vivas\n|-\n| rowspan=2 style=\"background:lightgray\" valign=\"top\" | [[Alga verde|Algas verdes]]\n| [[Chlorophyta]]\n| align=\"left\" | algas verdes (clor\u00f3fitas)\n| align=\"right\" | 3,800Van den Hoek, C., D. G. Mann, & H. M. Jahns, 1995. ''Algae: An Introduction to Phycology''. pages 343, 350, 392, 413, 425, 439, & 448 (Cambridge: Cambridge University Press). ISBN 0-521-30419-9\n|-\n| [[Charophyta]]\n| align=\"left\" | algas verdes ([[Desmidiales|desm\u00eddeas]] & car\u00f3fitas)\n| align=\"right\" | 4,000 - 6,000Van den Hoek, C., D. G. Mann, & H. M. Jahns, 1995. ''Algae: An Introduction to Phycology''. pages 457, 463, & 476. (Cambridge: Cambridge University Press). ISBN 0-521-30419-9\n|-\n| rowspan=3 style=\"background:lightgray\" valign=\"top\" | [[Bri\u00f3fita]]s\n| [[Marchantiophyta]]\n| align=\"left\" | hep\u00e1ticas\n| align=\"right\" | 6,000 - 8,000Crandall-Stotler, Barbara. & Stotler, Raymond E., 2000. \"Morphology and classification of the Marchantiophyta\". page 21 ''in'' A. Jonathan Shaw & Bernard Goffinet (Eds.), ''Bryophyte Biology''. (Cambridge: Cambridge University Press). ISBN 0-521-66097-1\n|-\n| [[Anthocerotophyta]]\n| align=\"left\" | antocerotas\n| align=\"right\" | 100 - 200Schuster, Rudolf M., ''The Hepaticae and Anthocerotae of North America'', volume VI, pages 712-713. (Chicago: Field Museum of Natural History, 1992). ISBN 0-914868-21-7.\n|-\n| [[Bryophyta sensu stricto|Bryophyta ''sensu stricto'']]\n| align=\"left\" | musgos\n| align=\"right\" | 12,000{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Goffinet |primeiro = Bernard |coautor= William R. Buck |ano=2004 |t\u00edtulo=Systematics of the Bryophyta (Mosses): From molecules to a revised classification |peri\u00f3dico=Monographs in Systematic Botany | volume=98 |p\u00e1ginas=205\u2013239 |publicado= Missouri Botanical Garden Press }}\n|-\n| rowspan=2 style=\"background:lightgray\" valign=\"top\" | [[Pterid\u00f3fita]]s\n| [[Lycopodiophyta]]\n| align=\"left\" | lic\u00f3fitas (licop\u00f3dios e selaginelas)\n| align=\"right\" | 1,200Raven, Peter H., Ray F. Evert, & Susan E. Eichhorn, 2005. ''Biology of Plants'', 7th edition. (New York: W. H. Freeman and Company). ISBN 0-7167-1007-2.\n|-\n| [[Pteridophyta]]\n| align=\"left\" | fetos e cavalinhas\n| align=\"right\" | 11,000\n|-\n| rowspan=5 style=\"background:lightgray\" valign=\"top\" | [[Espermat\u00f3fitas]]\n| [[Cycadophyta]]\n| align=\"left\" | cicas\n| align=\"right\" | 160Gifford, Ernest M. & Adriance S. Foster, 1988. ''Morphology and Evolution of Vascular Plants'', 3rd edition, page 358. (New York: W. H. Freeman and Company). ISBN 0-7167-1946-0.\n|-\n| [[Ginkgophyta]]\n| align=\"left\" | ginkgo\n| align=\"right\" | 1Taylor, Thomas N. & Edith L. Taylor, 1993. ''The Biology and Evolution of Fossil Plants'', page 636. (New Jersey: Prentice-Hall). ISBN 0-13-651589-4.\n|-\n| [[Pinophyta]]\n| align=\"left\" | con\u00edferas\n| align=\"right\" | 630\n|-\n| [[Gnetophyta]]\n| align=\"left\" | gnet\u00f3fitas\n| align=\"right\" | 70\n|-\n| [[Magnoliophyta]]\n| align=\"left\" | plantas com flor\n| align=\"right\" | 258,650International Union for Conservation of Nature and Natural Resources, 2006. ''[http://www.iucnredlist.org/ IUCN Red List of Threatened Species:Summary Statistics]''\n|}\n
\n\n===Classifica\u00e7\u00e3o===\nA diversidade e a import\u00e2ncia do [[t\u00e1xon]] Plantae inevitavelmente levou ao surgimento de m\u00faltiplos sistemas de classifica\u00e7\u00e3o, os quais foram naturalmente evoluindo e sendo substitu\u00eddos \u00e0 medida que os conhecimentos sobre [[taxonomia]] e, em particular, sobre [[filogenia]], foram progredindo. Contudo, muitas das classifica\u00e7\u00f5es foram entrando na linguagem comum e, apesar de obsoletas e arredadas do uso t\u00e9cnico-cient\u00edfico, continuam a surgir em obras de divulga\u00e7\u00e3o e na linguagem di\u00e1ria. A classifica\u00e7\u00e3o das plantas apresenta assim diversos nomes e grupos em sistemas classificativos que apesar de incongruentes entre si, e nalguns casos mesmo contradit\u00f3rios, continuam em uso na linguagem corrente e na literatura n\u00e3o t\u00e9cnica.\n\nA moderna [[sistem\u00e1tica]] baseia-se nas rela\u00e7\u00f5es filogen\u00e9ticas para estabelecer a taxonomia dos diversos grupos de organismos. Por isso, ao estudar os diversos grupos de plantas, estabelece-se uma ideia da evolu\u00e7\u00e3o das respectivas linhagens, observando-se o aumento de complexidade ou, vulgarmente, o \"aumento da evolu\u00e7\u00e3o\" destes seres vivos. Contudo, conv\u00e9m relembrar que a biologia moderna n\u00e3o considera nenhum ser vivo mais evolu\u00eddo que outro, ou seja, bact\u00e9rias, protistas, fungos, animais e vegetais est\u00e3o no mesmo n\u00edvel de evolu\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que n\u00e3o existem crit\u00e9rios para medir a evolu\u00e7\u00e3o dos organismos. Por exemplo, \u00e9 comum considerar a ''[[intelig\u00eancia]]'' como um crit\u00e9rio de evolutividade, por\u00e9m n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel demonstrar que esse seja um bom crit\u00e9rio ou se a intelig\u00eancia de um grupo \u00e9 mesmo maior que a de outros seres vivos. Este assunto \u00e9 profundo e filos\u00f3fico, e n\u00e3o tem, ainda, bases cient\u00edficas. O pr\u00f3prio naturalista [[Charles Darwin]] escreveu nas notas de p\u00e9-de-p\u00e1gina do manuscrito da ''[[Origem das Esp\u00e9cies]]'': \"''Nunca escrever que um organismo \u00e9 inferior ou superior''\".\n\nAs classifica\u00e7\u00f5es a seguir listadas, obsoletas do ponto de vista cient\u00edfico, continuam em uso:\n;Tipo de gamet\u00f3fito\nEm muitas destas plantas, o [[espor\u00f3fito]] funciona como um indiv\u00edduo independente, enquanto que o gamet\u00f3fito se tornou muito reduzido. No que respeita a esta mat\u00e9ria, entre as plantas vasculares s\u00e3o reconhecidos dois grupos distintos:\n* Pterid\u00f3fitas — plantas em que o gamet\u00f3fito \u00e9 um organismo independente, como os [[samambaia|fetos]] e as cavalinhas;\n* Espermat\u00f3fitas — plantas que se reproduzem por semente, ainda ligadas ao espor\u00f3fito, ou seja, em que o gamet\u00f3fito \u00e9 ''[[parasita]]'' do espor\u00f3fito.\n\nPor sua vez, o grupo das pterid\u00f3fitas pode ser subdivido da seguinte forma:\n\n* Divis\u00e3o [[Lycopodiophyta]] (ou [[Lycopsida]]) — licopod\u00edneas;\n* Divis\u00e3o [[Equisetophyta]] (ou [[Equisetopsida]]) — cavalinhas;\n* Divis\u00e3o [[Pteridophyta]] (ou [[Filicopsida]]) — [[Feto (bot\u00e2nica)|fetos]] (ou [[samambaia]]s):\n** [[Psilotophyta]] ([[Psilotales]]) — apenas o g\u00e9nero ''[[Psilotum]]'';\n** [[Ophioglossophyta]] ([[Ophioglossales]]) — g\u00e9neros ''[[Ophioglossum]]'' (''l\u00edngua-de-cobra''), ''[[Botrypus]]'', ''[[Botrychium]]'' e similares;\n** [[Marattiopsida]] — g\u00e9neros ''[[Angiopteris]]'', ''[[Christensenia]]'', ''[[Danaea]]'' e ''[[Marattia]]'';\n** [[Leptosporangiatae]] — fetos \"verdadeiros\".\n\nAs [[espermat\u00f3fita]]s ou \u00abplantas com semente\u00bb s\u00e3o um grupo de plantas vasculares que se diversificou no final do [[Paleozoico]]. Nestas formas, o gamet\u00f3fito est\u00e1 reduzido aos [[\u00d3rg\u00e3o (anatomia)|\u00f3rg\u00e3os]] [[sexo|sexuais]] e o espor\u00f3fito come\u00e7a a sua vida como uma [[semente]], que se desenvolve ainda dependente da planta-m\u00e3e. Os grupos actuais de espermat\u00f3fitos incluem as seguintes divis\u00f5es:\n\n* Divis\u00e3o [[Cycadophyta]] — cicad\u00e1ceas, como o [[sagu-de-jardim]];\n* Divis\u00e3o [[Ginkgophyta]] — \u00e1rvores do g\u00e9nero ''[[Ginkgo]]'';\n* Divis\u00e3o [[Pinophyta]] (ou [[Coniferophyta]]) — as con\u00edferas;\n* Divis\u00e3o [[Gnetophyta]] — g\u00e9nero ''[[Welwitschia]]'' e as [[efedra]]s;\n* Divis\u00e3o [[Magnoliophyta]] (ou [[Anthophyta]]) — as plantas com flor.\n;Tipo de frutifica\u00e7\u00e3o\nUma classifica\u00e7\u00e3o ainda usada para estes grupos de plantas utiliza os seguintes termos:\n* [[Gimnosp\u00e9rmica]]s — plantas com sementes nuas, que incluem as quatro primeiras divis\u00f5es do grupo acima, e\n* [[Angiosp\u00e9rmica]]s — plantas com [[flor]].\n;Complexidade (''evolu\u00e7\u00e3o'')\nDurante muito tempo as plantas foram divididas em inferiores, intermedi\u00e1rias e superiores.\n* Vegetais inferiores — os chamados \u00abvegetais inferiores\u00bb s\u00e3o as [[algas]], na sua maioria actualmente classificadas no reino [[Protista]] (nalguns casos ainda se consideram as [[algas verdes]] ([[Chlorophyta]]) como uma divis\u00e3o[[Divis\u00e3o (biologia)]] e [[Filo (biologia)]] s\u00e3o equivalentes. do reino Plantae). De referir que as [[cianof\u00edceas]], apesar de terem sido consagradas como ''[[algas azuis]]'' e de serem fotossintetizantes, s\u00e3o [[procarionte]]s, pertencendo ao reino [[Monera]].\n*Vegetais intermedi\u00e1rios e superiores — os embri\u00f3fitas ([[Embryophyta]]), as plantas terrestres, repartidas por:\n**Intermedi\u00e1rios, as [[cript\u00f3gama]]s, vegetais sem sementes, repartidos por:\n*** Cript\u00f3gamas avasculares: [[bri\u00f3fita]]s (divis\u00e3o [[Bryophyta]]);\n*** Cript\u00f3gamas vasculares: [[pterid\u00f3fita]]s (parte das [[Tracheophyta]] ou traque\u00f3fitas), com vasos condutores, incluindo as divis\u00f5es [[Pterophyta]], [[Lycophyta]], [[Equisetophyta]] e [[Psilophyta]].\n**Superiores, as espermat\u00f3fitas ([[Spermatophyta]], com sementes) e as [[faner\u00f3gama]]s (com flores), parte das [[Tracheophyta]], ou seja, das plantas vasculares. S\u00e3o normalmente subdivididas em:\n*** [[Gimnosperma]]s (com sementes e sem frutos), com as divis\u00f5es [[Pinophyta]] (con\u00edferas), [[Cycadophyta]] (cicad\u00e1ceas), [[Ginkgophyta]] (ginkgo) e [[Gnetophyta]] (gnet\u00f3fitas);\n*** [[Angiosperma]]s (com frutos), ou ainda, [[Magnoli\u00f3fita]]s: divis\u00e3o Anthophyta (atualmente [[Magnoliophyta]]), com as classes [[Dicotyledoneae]] ([[Magnoliopsida]]) e [[Monocotyledoneae]] ([[Liliopsida]]).\n\n=== O grupo das Embryophyta ===\n{{AP|Embryophyta}}\nO maior grupo de plantas, e o mais familiar, s\u00e3o as [[plantas terrestres]] [[multicelular]]es que constituem o grupo conhecido por [[embri\u00f3fitas]] ([[Embryophyta]]). As embri\u00f3fitas incluem as [[planta vascular|plantas vasculares]], tais como os fetos, con\u00edferas e [[plantas com flor]], mas tamb\u00e9m os [[bri\u00f3fito]]s, dos quais os [[musgo]]s e as [[Marchantiophyta|hep\u00e1ticas]] s\u00e3o os tipos mais comuns.\n\nTodas estas plantas apresentam c\u00e9lulas [[eucariota|eucari\u00f3ticas]], com [[parede celular]] contendo [[celulose]], e a maioria obt\u00e9m sua energia atrav\u00e9s da [[fotoss\u00edntese]], usando [[radia\u00e7\u00e3o solar]], [[\u00e1gua]] e [[di\u00f3xido de carbono]] para sintetizar alimentos. Cerca de 300 esp\u00e9cies de plantas n\u00e3o fotossintetizam, sendo parasitas de outras esp\u00e9cies de plantas fotossint\u00e9ticas ou de fungos ([[micotrofia|plantas micotr\u00f3ficas]]), mas descendem de plantas fotossint\u00e9ticas que perderam essa capacidade como car\u00e1cter secund\u00e1rio de adapta\u00e7\u00e3o ao [[parasitismo]]. Os embri\u00f3fitos distinguem-se das [[algas verdes]], que representam um modo de vida fotossint\u00e9tica semelhante ao tipo de planta moderna que se acredita ter evolu\u00eddo a partir de linhagens dessa algas, por ter \u00f3rg\u00e3os reprodutivos especializados protegidos por tecidos n\u00e3o reprodutivos.\n\nAs [[bri\u00f3fita]]s apareceram pela primeira vez no in\u00edcio do [[Paleoz\u00f3ico]]. Vivem principalmente em [[habitat]]s onde a humidade est\u00e1 dispon\u00edvel por per\u00edodos significativos, embora algumas esp\u00e9cies, como o g\u00e9nero ''[[Targionia]]'', sejam tolerantes \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o. A maioria das esp\u00e9cies de bri\u00f3fitas permanece pequena durante todo o seu [[ciclo de vida]]. Isso envolve uma [[Altern\u00e2ncia de gera\u00e7\u00f5es|altern\u00e2ncia entre duas gera\u00e7\u00f5es]]: um est\u00e1gio [[hapl\u00f3ide]], chamado est\u00e1gio [[gamet\u00f3fito]] e um est\u00e1gio [[diploide]], designado por [[espor\u00f3fito]]. Nas bri\u00f3fitas, o espor\u00f3fito \u00e9 sempre n\u00e3o ramificado e permanece nutricionalmente dependente do seu gamet\u00f3fito parental. Os embri\u00f3fitos t\u00eam a capacidade de secretar uma [[cut\u00edcula vegetal|cut\u00edcula]] na sua superf\u00edcie externa, uma camada cerosa que confere resist\u00eancia \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o. Nos [[musgo]]s e [[ant\u00f3cero]]s a cut\u00edcula \u00e9 geralmente produzida apenas no espor\u00f3fito. Os [[estoma]]s est\u00e3o ausentes das hep\u00e1ticas, mas ocorrem no espor\u00e2ngio dos musgos e ant\u00f3ceros, permitindo a troca gasosa.\n\nAs [[plantas vasculares]] apareceram pela primeira vez durante o per\u00edodo [[Siluriano]], e diversificaram-se e espalharam-se por muitos ambientes terrestres diferentes durante o [[Devoniano]]. Estas plantas desenvolveram um conjunto de adapta\u00e7\u00f5es que permitiram que se espalhassem por lugares cada vez mais \u00e1ridos, especialmente atrav\u00e9s da evolu\u00e7\u00e3o de feixes de tecido condutor que levaram ao aparecimento dos tecidos vasculares especializados que deram origem aos hodiernos [[xilema]] e [[floema]], que transportam \u00e1gua e alimentos por todo o organismo. Sistemas radiculares capazes de obter \u00e1gua e nutrientes do [[solo]] tamb\u00e9m evolu\u00edram durante o Devoniano. Nas plantas vasculares modernas, o espor\u00f3fito \u00e9 tipicamente grande, ramificado, nutricionalmente independente e de longa dura\u00e7\u00e3o, mas h\u00e1 cada vez mais evid\u00eancias de que os gamet\u00f3fitos paleoz\u00f3icos eram t\u00e3o complexos quanto os espor\u00f3fitos. Os gamet\u00f3fitos de todos os grupos de plantas vasculares evolu\u00edram para se reduzirem em tamanho e proemin\u00eancia no ciclo de vida.\n\nNas [[plantas com semente]], o [[microgamet\u00f3fito]] \u00e9 reduzido de um organismo multicelular de vida livre para algumas c\u00e9lulas num [[P\u00f3len|gr\u00e3o de p\u00f3len]] e o miniaturizado [[megagamet\u00f3fito]] permanece dentro do [[megaspor\u00e2ngio]], ligado e dependente da planta-m\u00e3e. Um megaspor\u00e2ngio fechado por uma camada protetora chamada [[tegumento]] \u00e9 conhecido como um [[\u00d3vulo (bot\u00e2nica)|\u00f3vulo]]. Ap\u00f3s a fertiliza\u00e7\u00e3o por meio dos espermatoz\u00f3ides produzidos pelos gr\u00e3os de [[p\u00f3len]], um espor\u00f3fito embrion\u00e1rio desenvolve-se dentro do \u00f3vulo. O tegumento torna-se no revestimento das [[semente]]s e o \u00f3vulo desenvolve-se e d\u00e1 origem \u00e0 semente propriamente dita. As plantas com semente podem sobreviver e reproduzir-se em condi\u00e7\u00f5es extremamente \u00e1ridas, porque n\u00e3o dependem da \u00e1gua livre para o movimento dos espermatoz\u00f3ides nem do desenvolvimento de gamet\u00f3fitos de vida livre.\n\nAs primeiras plantas produtoras de sementes, as [[Pteridospermatophyta]] ou [[pteridosp\u00e9rmicas]], entretanto extintas, apareceram no decurso do Devoniano e diversificaram-se durante o [[Carbon\u00edfero]]. Foram os ancestrais das modernas [[gimnosp\u00e9rmica]]s, das quais quatro grupos sobreviventes est\u00e3o presentes na actualidade em m\u00faltiplos [[ecossistema]]s, particularmente as [[con\u00edferas]], que s\u00e3o dominantes em muitos [[bioma]]s. O nome gimnosperma deriva da palavra composta [[grego cl\u00e1ssico| grega]] ''\u03b3\u03c5\u03bc\u03bd\u03cc\u03c3\u03c0\u03b5\u03c1\u03bc\u03bf\u03c2'' (\u03b3\u03c5\u03bc\u03bd\u03cc\u03c2 ''gymnos'', \"nu\" e \u03c3\u03c0\u03ad\u03c1\u03bc\u03b1 ''sperma'', \"semente\"), resultante de os \u00f3vulos e sementes por eles produzidos n\u00e3o s\u00e3o encerrados numa estrutura protectora (carpelo ou fruto), mas s\u00e3o inseridos nus, normalmente em escamas de [[estr\u00f3bilo|pinhas]].\n\n== Reprodu\u00e7\u00e3o das plantas ==\n{{AP|Poliniza\u00e7\u00e3o}}\nNa maioria das esp\u00e9cies de plantas verdes, os indiv\u00edduos podem reproduzir-se tanto [[reprodu\u00e7\u00e3o assexuada|assexuada]] (ag\u00e2mica) como [[reprodu\u00e7\u00e3o sexuada|sexuadamente]] (reprodu\u00e7\u00e3o g\u00e2mica, ou por meio de [[g\u00e2meta]]s).[http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/reino-plantae/reproducao-das-plantas.php \"Reprodu\u00e7\u00e3o das plantas\" no Portal S\u00e3o Francisco.com.br] acessado a 17 de junho de 2009\n\nAssexuadamente, as plantas se reproduzem atrav\u00e9s da separa\u00e7\u00e3o de partes do [[indiv\u00edduo]] que podem dar origem a novos indiv\u00edduos. Neste processo, n\u00e3o h\u00e1 [[recombina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica]], e portanto os descendentes s\u00e3o [[gen\u00e9tica|geneticamente]] iguais aos \"pais\", podendo ser considerados [[clone]]s de um indiv\u00edduo. A reprodu\u00e7\u00e3o assexuada nas plantas ocorre de v\u00e1rias maneiras: por [[brotamento]] (ou gemula\u00e7\u00e3o), por [[fragmenta\u00e7\u00e3o]], pela forma\u00e7\u00e3o de [[estolho]]s, e por [[esporula\u00e7\u00e3o]]. Na esporula\u00e7\u00e3o podem se formar c\u00e9lulas especiais, os [[esporo]]s que podem ser [[esporo#Tipos de esporos|aplan\u00f3sporos]] (normalmente transportados pelo [[vento]] ou por animais) ou zo\u00f3sporos (m\u00f3veis) com dois ou mais [[flagelo]]s.\n\nO homem tirou partido desta capacidade de reprodu\u00e7\u00e3o assexuada nas plantas, desenvolvendo m\u00e9todos especializados de multiplica\u00e7\u00e3o, como a [[estaquia]], [[alporquia]] e [[enxertia]].[http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/reino-plantae/reproducao-das-plantas-3.php \"Reprodu\u00e7\u00e3o das plantas\" no Portal S\u00e3o Francisco.com.br] {{Wayback|url=http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/reino-plantae/reproducao-das-plantas-3.php |date=20090608162237 }} acessado a 17 de junho de 2009\n\nA reprodu\u00e7\u00e3o sexuada nas plantas verdes ocorre normalmente com [[altern\u00e2ncia de gera\u00e7\u00f5es]], em que ocorre um [[espor\u00f3fito]] (o indiv\u00edduo \"adulto\" nas [[planta vascular|plantas vasculares]]) e um [[gamet\u00f3fito]] \u2013 o indiv\u00edduo que produz os g\u00e2metas \u2013 que pode ser \"[[parasita]]\" do espor\u00f3fito, como nas [[espermat\u00f3fita]]s ou ter vida independente. Nas plantas verdes aqu\u00e1ticas (por exemplo, as [[Chlorophyta]] e [[Charophyta]], ou [[alga]]s [[verde]]s) existe a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e2metas m\u00f3veis, podendo o processo ser por [[isogamia]] (g\u00e2metas iguais) ou [[oogamia]] (g\u00e2metas \"[[feminino]]s\" grandes e im\u00f3veis e [[masculino]]s, m\u00f3veis). \n\n== Nutri\u00e7\u00e3o das plantas ==\n{{Artigo principal|Nutri\u00e7\u00e3o nas plantas}}\nCom exce\u00e7\u00e3o das [[planta carn\u00edvora|plantas carn\u00edvoras]], a maioria das plantas verdes necessita apenas de [[sal|sais]] [[mineral|minerais]] dissolvidos em [[\u00e1gua]], de [[di\u00f3xido de carbono]] e [[luz]] solar como sua [[nutri\u00e7\u00e3o]]. Com esses ingredientes e sua capacidade de [[fotoss\u00edntese]], estes seres vivos [[autotr\u00f3fico]]s conseguem a [[energia]] e [[mat\u00e9ria]] necess\u00e1rias para [[vida|viver]].[http://www.brasilescola.com/biologia/nutricao-das-plantas.htm Patr\u00edcia Lopes \"Nutri\u00e7\u00e3o das plantas\" no portal BrasilEscola.com] acessado a 17 de junho de 2009\n\nEntre os elementos qu\u00edmicos essenciais para as plantas, chamados [[macronutriente]]s, encontram-se o [[nitrog\u00e9nio]], o [[f\u00f3sforo]], o [[magn\u00e9sio]] (constituinte da [[clorofila]]), o [[c\u00e1lcio]], o [[pot\u00e1ssio]] e o [[enxofre]]. Al\u00e9m destes elementos principais, h\u00e1 outros que, apesar de serem absorvidos em pequenas quantidades, s\u00e3o igualmente indispens\u00e1veis \u00e0 [[sa\u00fade]] das plantas, como o [[boro]] e o [[cobalto]]; estes minerais s\u00e3o chamados [[micronutriente]]s[http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=Micronutriente \"Micronutriente\" no site Wikiduca\u00e7\u00e3o]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} acessado a 22 de junho de 2009\n\n== Mecanismos de defesa ==\nA primeira linha de defesa nas plantas \u00e9 uma barreira intacta e impenetr\u00e1vel composta por casca e uma cut\u00edcula cerosa. Ambos protegem as plantas contra [[Herb\u00edvoro|herb\u00edvoros]]. Outras adapta\u00e7\u00f5es contra herb\u00edvoros incluem conchas duras, abrolhos (galhos modificados) e espinhos (folhas modificadas). Eles desencorajam os animais, causando danos f\u00edsicos ou induzindo erup\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas e rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas. Algumas esp\u00e9cies de \u00e1rvores de [[Acacia|ac\u00e1cia]] desenvolveram rela\u00e7\u00f5es mutual\u00edsticas com col\u00f4nias de formigas: elas oferecem abrigo \u00e0s formigas em seus espinhos ocos em troca da defesa das folhas das \u00e1rvores pelas formigas.{{Citar web|titulo=Plant Defense Mechanisms {{!}} Boundless Biology|url=https://courses.lumenlearning.com/boundless-biology/chapter/plant-defense-mechanisms/}}\n\n=== Defesas qu\u00edmicas ===\nA prote\u00e7\u00e3o externa de uma planta pode ser comprometida por danos mec\u00e2nicos, que podem fornecer um ponto de entrada para pat\u00f3genos. Se a primeira linha de defesa for violada, a planta dever\u00e1 recorrer a um conjunto diferente de mecanismos de defesa, como [[Toxina|toxinas]] e [[Enzima|enzimas]].{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=War|primeiro=Abdul Rashid|ultimo2=Paulraj|primeiro2=Michael Gabriel|ultimo3=Ahmad|primeiro3=Tariq|ultimo4=Buhroo|primeiro4=Abdul Ahad|ultimo5=Hussain|primeiro5=Barkat|ultimo6=Ignacimuthu|primeiro6=Savarimuthu|ultimo7=Sharma|primeiro7=Hari Chand|data=2012-10-01|titulo=Mechanisms of plant defense against insect herbivores|url=https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3493419/|jornal=Plant Signaling & Behavior|volume=7|numero=10|paginas=1306\u20131320|doi=10.4161/psb.21663|issn=1559-2316|pmc=3493419|pmid=22895106}} \n\nMetabolitos secund\u00e1rios s\u00e3o compostos que n\u00e3o s\u00e3o diretamente derivados da fotoss\u00edntese e n\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios para a respira\u00e7\u00e3o ou crescimento e desenvolvimento das plantas. Os [[Isoprenoide|isoprenoides]] associados ao metabolismo secund\u00e1rio n\u00e3o participam diretamente do crescimento e desenvolvimento das plantas, mas parecem desempenhar um papel nos mecanismos de defesa e no fornecimento de adapta\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas para as plantas interagirem com seu ambiente, como atrair polinizadores de insetos e insetos predadores para alimentar herb\u00edvoros, e intera\u00e7\u00f5es planta-planta como aquelas entre plantas normais e parasit\u00e1rias. O horm\u00f4nio chamado [[\u00e1cido jasm\u00f4nico]] \u00e9 particularmente essencial para a resposta de defesa de uma planta contra fungos e insetos. O \u00e1cido jasm\u00f4nico, ou jasmonato, ajuda as plantas a soarem o alarme sobre o perigo.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Zander|primeiro=Mark|ultimo2=Lewsey|primeiro2=Mathew G.|ultimo3=Clark|primeiro3=Natalie M.|ultimo4=Yin|primeiro4=Lingling|ultimo5=Bartlett|primeiro5=Anna|ultimo6=Saldierna Guzm\u00e1n|primeiro6=J. Paula|ultimo7=Hann|primeiro7=Elizabeth|ultimo8=Langford|primeiro8=Amber E.|ultimo9=Jow|primeiro9=Bruce|data=2020-03|titulo=Integrated multi-omics framework of the plant response to jasmonic acid|url=https://www.nature.com/articles/s41477-020-0605-7|jornal=Nature Plants|lingua=en|volume=6|numero=3|paginas=290\u2013302|doi=10.1038/s41477-020-0605-7|issn=2055-0278}}{{Citar web|titulo=Plants use hormone to fight fungi and insect attacks|url=https://www.techexplorist.com/plants-use-hormone-fight-fungi-insect-attacks/30827/|data=2020-03-16|lingua=en-US}}\n\nAs plantas se defendem contra pat\u00f3genos com barreiras, metab\u00f3litos secund\u00e1rios e compostos antimicrobianos. A capacidade de reconhecer e responder \u00e0 presen\u00e7a de micr\u00f3bios \u00e9 tamb\u00e9m uma estrat\u00e9gia essencial para que as algas marinhas sobrevivam no ambiente marinho.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=de Oliveira|primeiro=Louisi Souza|ultimo2=Tschoeke|primeiro2=Diogo Antonio|ultimo3=Magalh\u00e3es Lopes|primeiro3=Ana Carolina Rubem|ultimo4=Sudatti|primeiro4=Daniela Bueno|ultimo5=Meirelles|primeiro5=Pedro Milet|ultimo6=Thompson|primeiro6=Cristiane C.|ultimo7=Pereira|primeiro7=Renato Crespo|ultimo8=Thompson|primeiro8=Fabiano L.|data=2017-12-06|titulo=Molecular Mechanisms for Microbe Recognition and Defense by the Red Seaweed Laurencia dendroidea|url=https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5717322/|jornal=mSphere|volume=2|numero=6|doi=10.1128/mSphere.00094-17|issn=2379-5042|pmc=5717322|pmid=29242829}}\n\n== Biologia celular vegetal ==\n{{Artigo principal|[[C\u00e9lula vegetal]]}}\n\n== Ecologia vegetal ==\nAs plantas s\u00e3o o elo produtor de mat\u00e9ria org\u00e2nica da [[cadeia alimentar]] nos meios marinho, aqu\u00e1tico e terrestre. S\u00e3o, portanto, o primeiro elo da cadeia, que sustenta todos os elos subsequentes. Al\u00e9m de fornecer alimento a [[animalia|animais]], [[fungo]]s, [[bact\u00e9ria]]s e [[protista]]s, as plantas tamb\u00e9m fornecem abrigo a estes seres e a seus ovos e filhotes.\n\nNo entanto, a preda\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica rela\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica a que as plantas est\u00e3o submetidas, existindo tamb\u00e9m rela\u00e7\u00f5es ben\u00e9ficas, como as observadas entre plantas e [[poliniza\u00e7\u00e3o|polinizadores]]. Em algumas esp\u00e9cies, existem associa\u00e7\u00f5es com certos [[inseto]]s, como [[formiga]]s, que recebem abrigo ou alimento da planta, protegendo-a, em troca, contra predadores.\n\nH\u00e1 mesmo plantas que dependem de outras plantas. Algumas fam\u00edlias bot\u00e2nicas, constitu\u00eddas por plantas [[parasita]]s, dependem da [[seiva]] de outras esp\u00e9cies para obter nutrientes. Existem tamb\u00e9m milhares de esp\u00e9cies [[ep\u00edfita]]s que dependem de plantas maiores para se alojar, normalmente n\u00e3o causando qualquer dano ao hospedeiro.\n\n=== Rela\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas ===\n[[Ficheiro:Venus Flytrap showing trigger hairs.jpg|thumb|253px|A [[dioneia]] (''[[Dionaea]]''), uma esp\u00e9cie de [[planta carn\u00edvora]].]]\nIn\u00fameros animais evolu\u00edram junto com as plantas. Muitos animais [[poliniza\u00e7\u00e3o|polinizam]] [[flor]]es em troca de alimentos sob a forma de p\u00f3len ou [[n\u00e9ctar]]. Muitos animais [[Dispers\u00e3o biol\u00f3gica|dispersam sementes]], muitas vezes por comer [[fruto]]s e passar as sementes em suas [[fezes]]. [[Mirmec\u00f3fito|Mirmec\u00f3fita]]s s\u00e3o plantas que evolu\u00edram com [[formiga]]s. A planta fornece uma casa e \u00e0s vezes comida para as formigas. Em troca, as formigas defendem as plantas dos [[herb\u00edvoro]]s e em algumas vezes das plantas concorrentes. Os res\u00edduos das formigas fornecem [[fertilizante]]s org\u00e2nicos.\n\nA maioria das esp\u00e9cies de plantas t\u00eam v\u00e1rios tipos de fungos associados aos sistemas de sua raiz em uma esp\u00e9cie de [[simbiose]] [[Mutualismo (biologia)|mutual\u00edstica]] conhecida como [[micorriza]]. Os fungos ajudam as plantas a obterem \u00e1gua e nutrientes minerais do solo, enquanto a planta fornece aos fungos carboidratos produzidos na fotoss\u00edntese. Algumas plantas servem como resid\u00eancias para fungos [[Endofitismo|end\u00f3fitos]] que protegem a planta de herb\u00edvoros atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de toxinas. O fungo end\u00f3fito ''[[Neotyphodium coenophialum]]'', em uma esp\u00e9cie de [[festuca]] (''Festuca arundinacea'') causa danos econ\u00f4micos enormes para a ind\u00fastria de gado nos Estados Unidos.\n\nV\u00e1rias formas de parasitismo tamb\u00e9m s\u00e3o bastante comuns entre as plantas, desde o semi-parasit\u00e1rio [[visco]], que se limita a alguns nutrientes de seu hospedeiro, mas ainda tem as folhas fotossintetizantes, at\u00e9 as inteiramente parasit\u00e1rias [[orobanche]] e [[Lathraea]], que adquirem todos os seus nutrientes por meio de conex\u00f5es com as ra\u00edzes de outras plantas, e assim n\u00e3o tem [[clorofila]]. Algumas plantas, conhecidas como [[mico-heter\u00f3trofo]]s, parasitam fungos micorr\u00edzicos e, portanto, atuam como [[epiparasita]]s em outras plantas.\n\nMuitas plantas s\u00e3o [[ep\u00edfita]]s, o que significa que crescem sobre outras plantas, geralmente \u00e1rvores, sem parasit\u00e1-las. Ep\u00edfitas podem indiretamente prejudicar a sua planta hospedeira, interceptando nutrientes minerais e luz que a anfitri\u00e3 em outra situa\u00e7\u00e3o receberia. O peso de um grande n\u00famero de ep\u00edfitas pode quebrar galhos de \u00e1rvores. [[Hemiep\u00edfita]]s como o estrangulador de [[figueira]] come\u00e7am como ep\u00edfitas, mas acabam estabelecendo suas pr\u00f3prias ra\u00edzes e dominando e matando seu hospedeiro. Muitas [[orqu\u00eddea]]s, [[brom\u00e9lias]]s, [[samambaia]]s e [[musgo]]s geralmente crescem como ep\u00edfitas. Brom\u00e9lias ep\u00edfitas acumulam \u00e1gua nas axilas das folhas para formar um [[fitotelmo]], complexa cadeia alimentar aqu\u00e1tica.{{citar web|url=http://entomology.ifas.ufl.edu/frank/bromeliadbiota/bromfit.htm |autor=Howard Frank |t\u00edtulo=Bromeliad Phytotelmata |acessodata=17 de janeiro de 2013}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n{{portal-biologia}}\n* [[Flor]]\n* [[Fruto]]\n* [[Raiz]]\n* [[Semente]]\n* [[Folha (bot\u00e2nica)|Folhas]]\n* [[Caule]]\n* [[Fotoss\u00edntese]]\n* [[Plantas do Brasil]]\n* [[Flora de Portugal]]\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n==Bibliografia==\n;Geral:\n* Joachim W. Kadereit, Christian K\u00f6rner, Benedikt Kost, Uwe Sonnewald: ''Strasburger Lehrbuch der Pflanzenwissenschaften''. 37. Aufl., Springer Spektrum, Berlin/Heidelberg 2014.\n* Evans, L. T. (1998). ''Feeding the Ten Billion \u2013 Plants and [[Population]] Growth''. [[Cambridge University Press]]. Paperback, 247 pages. {{ISBN|0-521-64685-5}}.\n* Kenrick, Paul & Crane, Peter R. (1997). ''The Origin and Early Diversification of Land Plants: A Cladistic Study''. Washington, D. C.: Smithsonian Institution Press. {{ISBN|1-56098-730-8}}.\n* Raven, Peter H., Evert, Ray F., & Eichhorn, Susan E. (2005). ''Biology of Plants'' (7th ed.). New York: W. H. Freeman and Company. {{ISBN|0-7167-1007-2}}.\n* Taylor, Thomas N. & Taylor, Edith L. (1993). ''The Biology and Evolution of Fossil Plants''. Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall. {{ISBN|0-13-651589-4}}.\n* {{citar peri\u00f3dico|autor = Trewavas A |ano= 2003 |t\u00edtulo= Aspects of Plant Intelligence |url= http://aob.oxfordjournals.org/cgi/content/full/92/1/1 |peri\u00f3dico= Annals of Botany |volume= 92 |n\u00famero= 1 |p\u00e1ginas= 1\u201320 |doi= 10.1093/aob/mcg101 |pmid=12740212 |pmc=4243628}}\n\n;Estimativas do n\u00famero de esp\u00e9cies:\n* International Union for Conservation of Nature and Natural Resources (IUCN) Species Survival Commission (2004). [[IUCN Red List]] [http://www.iucnredlist.org/].\n* {{citar peri\u00f3dico|autor = Prance G. T. |ano= 2001 |t\u00edtulo= Discovering the Plant World |peri\u00f3dico= Taxon |volume= 50 |n\u00famero= 2, Golden Jubilee Part 4 |p\u00e1ginas= 345\u2013359 |publicado= International Association for Plant Taxonomy |issn= 0040-0262 |doi=10.2307/1223885 |jstor=1223885}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commons|Plants}}\n{{Commonscat|Plantae}}\n{{Wikispecies|Plantae}}\n{{Wikibooks|Bestimmungsbuch Pflanzen Mitteleuropas}}\n{{Wikiquote|Planta}}\n{{Wiktionary|Planta}}\n* {{link|en|2=http://www.ucmp.berkeley.edu/plants/plantaesy.html|3=Univ.California, Berkeley - Classifica\u00e7\u00e3o das Plantas}}\n* {{link|en|2=http://www.plantae.info|3=Evolutionary Ecology Database for Plants}}\n* {{link|en|2=http://tolweb.org/tree?group=Green_plants&contgroup=Eukaryotes|3=Tree of Life |4=, Paul Kenrick e Peter Crane (1996), David J. Patterson e Mitchell L. Sogin (2000)}}\n* Uni Hamburg: [http://www1.biologie.uni-hamburg.de/b-online/d00/register.htm Botanik online]\n* {{citar peri\u00f3dico|autor =Jones, T. M., Reid, C. S., Urbatsch, L. E|t\u00edtulo=Visual study of divisional Plantae|url=http://www.herbarium.lsu.edu/keys/aca/}} (requires [[Microsoft Silverlight]])\n* {{citar peri\u00f3dico|autor =Chaw, S.-M.|url=http://mbe.library.arizona.edu/data/1997/1401/7chaw.pdf|t\u00edtulo=Molecular Phylogeny of Extant Gymnosperms and Seed Plant Evolution: Analysis of Nuclear 18s rRNA Sequences|peri\u00f3dico=Mol. Biol. Evol.|volume=14|n\u00famero=1|p\u00e1ginas=56\u201368|ano=1997|pmid=9000754|doi=10.1093/oxfordjournals.molbev.a025702|display-authors=etal|urlmorta= sim|arquivourl=https://web.archive.org/web/20050124004310/http://mbe.library.arizona.edu/data/1997/1401/7chaw.pdf|arquivodata=24 de janeiro de 2005|df=dmy-all}}\n* [http://ucjeps.berkeley.edu/INA.html Index Nominum Algarum]\n* [https://web.archive.org/web/20060210225113/http://florabase.calm.wa.gov.au/phylogeny/cronq88.html Interactive Cronquist classification]\n* [https://web.archive.org/web/20100611054707/http://www.prota.org/uk/about+prota/ Plant Resources of Tropical Africa]\n* [http://tolweb.org/Green_plants Tree of Life]\n\n;Bases de dados de bot\u00e2nica e vegeta\u00e7\u00e3o\n* [http://www.ville-ge.ch/musinfo/bd/cjb/africa/recherche.php?langue=an African Plants Initiative database]\n* [http://www.anbg.gov.au/cpbr/databases/ Australia]\n* [http://www.chilebosque.cl/ Chilean plants at ''Chilebosque'']\n* [http://www.efloras.org/index.aspx e-Floras (Flora of China, Flora of North America and others)]\n* [http://rbg-web2.rbge.org.uk/FE/fe.html Flora Europaea]\n* [http://www.floraweb.de/ Flora of Central Europe] {{de icon}}\n* [http://www.efloras.org/flora_page.aspx?flora_id=1 Flora of North America]\n* [http://www.alpine-plants-jp.com/botanical_name/list_of_japanese_wild_plants_abelia_buxus.htm List of Japanese Wild Plants Online]\n* [https://web.archive.org/web/20070616151737/http://ntbg.org/plants/choose_a_plant.php Meet the Plants-National Tropical Botanical Garden]\n* [http://www.wildflower.org/ Lady Bird Johnson Wildflower Center \u2013 Native Plant Information Network at University of Texas, Austin]\n* [http://www.theplantlist.org/ The Plant List]\n* [http://plants.usda.gov/ United States Department of Agriculture] not limited to continental US species\n\n{{Elementos da Natureza}}\n{{Classifica\u00e7\u00e3o Eukaryota}}\n{{Classifica\u00e7\u00e3o Plantas}}\n{{Horticultura e jardinagem}}\n{{bot\u00e2nica}}\n{{Taxonbar|from=Q756}}\n\n[[Categoria:Plantas| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:24Messbild40x203x28bSpirotaenia condensata Breb.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Arvore filogen\u00e9tica das plantas.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Ault Flowers 012.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:CharaGlobularis.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cycas revoluta02.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"}]},"5246828":{"pageid":5246828,"ns":0,"title":"Turcomenist\u00e3o nos Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2000","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Infobox Paralympics Turcomenist\u00e3o\n |jogos = Ver\u00e3o de 2000\n |competidores = \n |esportes = \n |bandeira = \n |posi\u00e7\u00e3o = \n |ouro = \n |prata = \n |bronze = \n}}\n'''[[Turcomenist\u00e3o]]''' participou dos '''[[Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2000]]''', que foram realizados na cidade de [[Sydney]], na [[Austr\u00e1lia]], entre os dias 18 e 29 de outubro de 2000.{{citar web|URL=http://bestsports.com.br/db/evnmedpag.php?evn=443|t\u00edtulo=XI Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o \u2013 Sydney 2000 \u2013 Quadro de medalhas|autor=|data=|publicado=BEST sports|acessodata=14 de novembro de 2016}}\n\nA delega\u00e7\u00e3o n\u00e3o conquistara nenhuma medalha nesta edi\u00e7\u00e3o das Paralimp\u00edadas.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Pa\u00edses nos Jogos Paraol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2000}}\n\n{{DEFAULTSORT:Turcomenistao Nos Jogos Paraolimpicos Verao 2000}}\n[[Categoria:Pa\u00edses nos Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2000|Turcomenistao]]\n[[Categoria:Turcomenist\u00e3o nos Jogos Paral\u00edmpicos|2000]]"}]},"164895":{"pageid":164895,"ns":0,"title":"Acestrorhynchus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = Acestrorhynchus\n| cor =pink \n| imagem = Acestrorhynchus lacustris.svg\n| imagem_legenda = ''Acestrorhynchus lacustris''\n| reino = [[Animalia]] \n| filo = [[Chordata]] \n| classe = [[Actinopterygii]] \n| ordem = [[Characiformes]] \n| fam\u00edlia = '''Acestrorhynchidae''' \n| g\u00e9nero = '''''Acestrorhynchus'''''\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o =\n
''Ver texto''\n}}\n{{wikispecies|Acestrorhynchidae}}\n'''Acestrorhynchidae''' \u00e9 uma [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] de [[peixe]]s [[Actinopterygii|actinopter\u00edgeos]] pertencentes \u00e0 [[ordem (biologia)|ordem]] [[Characiformes]].\n\nAs esp\u00e9cies est\u00e3o distribuidas exclusivamente pelos rios da [[Am\u00e9rica do Sul]], a maioria nos rios do [[Amazonas]], [[Orinoco]] e [[Rio da Prata]]. Seu nome procede do grego: akestras (agulha) + rhyngchos (maxilar inferior).\n== Esp\u00e9cies ==\n{|\n|-valign=top\n|\n ''[[Acestrorhynchus abbreviatus]]''
\n ''[[Acestrorhynchus altus]]''
\n ''[[Acestrorhynchus apurensis]]''
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\n|\n ''[[Acestrorhynchus isalineae]]''
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N.p.: FishBase, 2008.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{en}} [https://web.archive.org/web/20031018020837/http://www.mongabay.com/fish/acestrorhynchus.htm Aquarium info]\n\n{{esbo\u00e7o-peixe}}\n\n{{Peixes Characiformes}}\n\n[[Categoria:Characiformes]]"}]},"124318":{"pageid":124318,"ns":0,"title":"Kusatsu","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais fontes|data=maio de 2019}}\n{{coor title dm|35|1|N|135|58|E|region:JP_type:city}}\n{{Info/Cidade do Jap\u00e3o|\n|nomept = Kusatsu\n|nomejp = \u8349\u6d25\u5e02\n|transcri\u00e7\u00e3o = -shi\n|imagem= JR Kusatsu Station East Gate View 200711.jpg\n|prov\u00edncia = Shiga\n|datageo = [[2003]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 117 381\n|densidade = 2 434,28\n|\u00e1rea = 48,22\n|estatuto = [[15 de Outubro]] de [[1954]]\n|link = http://www.city.kusatsu.shiga.jp/\n|extra =\n\n}}\n'''Kusatsu''' (\u8349\u6d25\u5e02 ''-shi'') \u00e9 uma [[Lista de cidades do Jap\u00e3o|cidade japonesa]] localizada na [[Subdivis\u00f5es do Jap\u00e3o|prov\u00edncia]] de [[Shiga]].{{citar web|url = https://viaf.org/viaf/256904828 |t\u00edtulo = Kusatsu |obra = [[Base Virtual Internacional de Autoridade|VIAF]] |l\u00edngua = en |acessodata = 6 de dezembro de 2019}}\n\nEm [[2003]] a cidade tinha uma [[popula\u00e7\u00e3o]] estimada em 117 381 habitantes e uma [[densidade populacional]] de 2 434,28 h/[[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. Tem uma [[\u00e1rea]] total de 48,22 km\u00b2.\n\nRecebeu o estatuto de [[cidade]] a [[15 de Outubro]] de [[1954]].\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.city.kusatsu.shiga.jp/ Site oficial] em japon\u00eas\n\n{{esbo\u00e7o-geojp-shiga}}\n\n{{Shiga}}\n\nblavla\n\n[[Categoria:Cidades de Shiga]]"}]},"5890475":{"pageid":5890475,"ns":0,"title":"Rajesh Talwar","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"\n: ''N\u00e3o deve ser confundido com o condenado em 2008 Noida, caso de assassinato\u00a0duplo.''\n{{Info/Biografia\n}}'''Rajesh Talwar,''' \u00e9 um advogado e escritor da [[\u00cdndia]]. Ele tem escrito diversos livros sobre temas de direito e direitos humanos.{{Citar livro|t\u00edtulo=Beyond Boundaries: Reflections of Indian and U.S. Scholars|ultimo=Usami|primeiro=Zeeshan-UI-Hassan|data=2007|isbn=9780595436446}}\n\n== In\u00edcio da vida ==\nTalwar, estudou na [[Universidade de Nottingham]], depois de ir para o Reino Unido em um Chevening Brit\u00e2nico de bolsas em 1996. Ele recebeu o seu LL.M em Direitos Humanos. Ele tamb\u00e9m participou de um programa de Negocia\u00e7\u00e3o da Harvard Kennedy School of Governmenthttp://www.hayhouse.co.in/AuthorDetail.aspx?Id=dyUM8pQ1wbU= e recebeu um diploma de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da\u00a0\u00a0Escola de Jornalismo\u00a0de Londres. Ele come\u00e7ou a trabalhar para as Na\u00e7\u00f5es Unidas em v\u00e1rias capacidades. Seu trabalho com a U. N. o levou para lugares como [[Kosovo|o Kosovo]], [[Afeganist\u00e3o|o Afeganist\u00e3o]], [[Timor-Leste]],https://www.un.org/en/peacekeeping/documents/Legal%20Affairs_30%20Jun%202015.pdf[[Som\u00e1lia|a Som\u00e1lia]] e [[Lib\u00e9ria|a Lib\u00e9ria]].{{Citar jornal|url=http://usun.state.gov/documents/organization/139326.pdf|titulo=United National Assistance Mission in Afghanistan}}\n\n== Carreira ==\nTalwar, \u00e9 um praticante e professor de direito. Ele j\u00e1 ensinou alunos dw LL.B na\u00a0[[Universidade de Delhi|Delhi University]] e Jamia Millia Islamia.{{Citar web|url=http://www.hayhouse.co.in/AuthorDetail.aspx?Id=dyUM8pQ1wbU%3D|titulo=Rajesh Talwar Author Biography|acessodata=2018-12-18|arquivourl=https://archive.is/20140906070958/http://www.hayhouse.co.in/AuthorDetail.aspx?Id=dyUM8pQ1wbU=|arquivodata=2014-09-06|urlmorta=yes}}\n\nA carreira de Talwar como escritor, inclui escrever sobre diferentes assuntos para grandes empresas de m\u00eddia, incluindo ''The Guardian'', ''\u00a0the Economic Times'',{{Citar jornal|titulo=Witness for the prosecution}}\u00a0''The Sunday\u00a0Email'', e ''O Pioneiro''.{{Citar jornal|titulo=The case of the reluctant witness}} Ele tamb\u00e9m tem livros publicados sobre leis, dirigindo-se a reforma da lei, bem como tentando desmistificar o assuntohttp://www.newindianexpress.com/cities/bengaluru/Demystifying-the-Complexity-of-Litigation-in-India/2015/06/16/article2868246.ece , como em \" Como Escolher um Advogado - e Ganhar o Seu Caso.'http://www.thestatesman.com/news/law/how-to-choose-a-lawyer/55410.html\n\nOs romances de Talwar incluem ''Um Afeg\u00e3o de Inverno''https://www.forewordreviews.com/reviews/the-sentimental-terrorist/ e ''O Sentimental Terrorista'',https://www.kirkusreviews.com/book-reviews/rajesh-talwar/afghan-winter/ , ambas baseadas no Afeganist\u00e3o, onde ele passou muitos anos como funcion\u00e1rio da ONU. Seus livros infantis incluem ''Os Tr\u00eas Verdes'' (Orient BlackSwan){{Citar web|url=http://www.orientblackswan.com/display.asp?categoryID=5&isbn=978-81-250-2688-4|titulo=Archived copy|urlmorta=yes|acessodata=2018-12-18|arquivourl=https://archive.is/20150104062403/http://www.orientblackswan.com/display.asp?categoryID=5&isbn=978-81-250-2688-4|arquivodata=2015-01-04}} e ''O\u00a0 Pr\u00edncipe Barbudo''.https://www.forewordreviews.com/reviews/the-bearded-prince/ Seus romances tamb\u00e9m incluem\u00a0''Inglistan'' (2007), o qual um revisor de\u00a0''[[The Hindu|O Hindu]]'' chamou de \"\u00e0s vezes tedioso, mas leg\u00edvel\",{{Citar jornal|url=http://www.thehindu.com/todays-paper/tp-features/tp-literaryreview/article2274565.ece|titulo=Comparisons and contrasts}} enquanto um revisor para o ''Livro de Revis\u00e3o Liter\u00e1ria de Confian\u00e7a'' disse que era \"um som autobiogr\u00e1fico e bastante desinteressante conta pessoal, com todos os sinais de uma amadora auto-expia\u00e7\u00e3o\".{{Citar jornal|url=http://www.thebookreviewindia.org/articles/archives-2051/2008/june/6/if-only-life-offered-second-chances.html|titulo=If Only Life Offered Second Chances}} Talwar, tamb\u00e9m escreveu pe\u00e7as de teatro, incluindo ''Alta Fidelidade de Transmiss\u00e3o''http://www.lilainteractions.in/hiv-aids/ sobre as pol\u00edticas discriminat\u00f3rias e ilegal de testes de vacinas contra a AIDS na \u00cdndiahttp://aumag.org/2018/04/22/high-fidelity-transmission-review/ e a s\u00e1tira de 2001,\u00a0''Inside Gayland'' em que havia um homem indiano heterossexual que visitou um planeta onde a heterossexualidade \u00e9 contra a lei, vista como imoral e antinatural. Em seu mais recente trabalho de n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o publica\u00e7\u00e3o ''Courting Injustice: The Nirbhaya Case and Its Aftermath''\u00a0(Hay House) \u00e9 baseado no caso da gangue de estupro de dezembro de 2012 em Deli.{{Citar jornal|url=http://www.mid-day.com/articles/book-extract-solution/242078|titulo=Book extract: Solution?}} Na fic\u00e7\u00e3o, ele tem publicado mais recentemente 'Como Matar um Bilion\u00e1rio' - How to Kill a Billionaire (Juggernaut Livros; 2016)http://community.juggernaut.in/tag/how-to-kill-a-billionaire/\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{reflist|2}}\n[[Categoria:Pessoas vivas]]\n[[Categoria:Indianos]]\n[[Categoria:Professores da \u00cdndia]]\n[[Categoria:Advogados]]\n[[Categoria:Escritores da \u00cdndia]]"}]}}}}