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Casamento pós-pandemia: como planejar?

Pouco se fala sobre o futuro de eventos sociais como os tão sonhados casamentos pós-pandemia. Afinal, as incertezas em relação ao comportamento da Covid-19 ainda pairam em todo o mundo. Mas o que você, que foi pega de surpresa em meio ao planejamento do grande dia, deve fazer? Separamos algumas dicas essenciais às quais se […]




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After Party: quando apostar na festa depois da festa?

A after party não é uma tradição ainda muito divulgada aqui no Brasil, mas veio pra ficar. Principalmente porque nos últimos anos as cerimônias de casamento têm começado mais tarde. Por conta de diversos fatores, casamentos que se iniciam às 16h, 17h ou até às 18h são cada vez mais difíceis de acontecer, sobretudo nos […]




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Pista de dança: um guia completo para a sua festa

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Casamento rústico pode ser feito em qualquer lugar?

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Tipos de buffet: quais são e qual o melhor para casamento?

Existem aproximadamente cinco tipos de buffet que podem ser executados em uma festa de casamento. Serviço de coquetel, coquetel + ilha, franco americano, empratado ou à la cloche. Acima de tudo, a diferença de cada um deles se refere ao quanto é servido para cada convidado e qual o tipo de gastronomia oferecida. Ao lado […]




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Estudou no ''Middlesex Hospital Medical School'', mas n\u00e3o se graduou.\n\nEm [[1887]], sofrendo de [[tuberculose]], mudou-se para os [[Estados Unidos]], estabelecendo-se em [[Westcliffe]], no [[Colorado]], pois acreditava que o clima de [[montanha]] faria bem \u00e0 sua sa\u00fade. No Colorado trabalhou como [[bi\u00f3logo]], tendo ajudado na funda\u00e7\u00e3o da ''[[Colorado Biological Association]]'', em [[1888]]. Recuperado da doen\u00e7a, retornou \u00e0 Inglaterra em [[1890]], e trabalhou no [[Museu de Hist\u00f3ria Natural de Londres]] (''British Museum of Natural History'').\n\nEm [[Londres]], Cockerell conheceu o renomado naturalista [[Alfred Russel Wallace]], com quem manteve relacionamento pessoal e profissional at\u00e9 a morte de Wallace em [[1913]]. Suas correspond\u00eancias incluem discuss\u00f5es sobre [[evolu\u00e7\u00e3o]], [[hist\u00f3ria natural]] e assuntos pessoais.\n\nCasou-se em [[1891]] com Annie S. Fenn, com quem teve dois filhos, que morreram antes dos dez anos. Neste mesmo ano, Cockerell deixou o Museu Brit\u00e2nico e se mudou para a [[Jamaica]], onde se tornou o curador do Museu de [[Kingston]]. Na Jamaica ele iniciou seus estudos em [[sistem\u00e1tica]] de [[Coccoidea]] ([[Hemiptera]], [[Sternorryncha]]), assunto que sempre o interessou.\n\nEm [[1892]], j\u00e1 estabelecido e reconhecido como um [[entomologista]] de sucesso, foi eleito membro da [[Sociedade Entomol\u00f3gica de Washington]] (''Entomological Society of Washington'').\n\nAp\u00f3s o falecimento de sua esposa e a recorr\u00eancia de seus problemas de sa\u00fade, retornou aos Estados Unidos e se estabeleceu no [[Novo M\u00e9xico]], em [[1893]]. Tornou-se professor do de Entomologia e [[Zoologia]] do ''New Mexico Agricultural College'', em [[Las Cruces]], onde iniciou suas pesquisas com [[Hymenoptera]].\n\nEm [[1898]] obteve a cidadania norte-americana. Em [[1900]] se casou de novo, com Wilmatte Porter, uma professora de biologia e naturalista, com quem publicou muitos artigos cient\u00edficos sobre biologia.\n\nDe 1900 a 1903 lecionou biologia na ''New Mexico Normal University'', em [[Las Vegas]]. Foi tamb\u00e9m curador do ''Museum at Colorado College'', em [[Colorado Springs]], de 1903 a 1904. Em [[1906]] se tornou professor de zoologia na [[Universidade do Colorado]], onde permaneceu at\u00e9 sua aposentadoria em [[1934]]. No Colorado, Cockerell pesquisou [[f\u00f3sseis]] e [[peixes]].\n\nEm 1923 foi eleito presidente da [[Sociedade Entomol\u00f3gica da Am\u00e9rica]] (''Entomological Society of America'').\n\nFoi autor de mais de 2.200 artigos em publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, especialmente sobre [[Hymenoptera]], [[Hemiptera]], [[Mollusca]] e [[paleontologia]]. E tamb\u00e9m 1.700 outros trabalhos, incluindo tratados sobre reforma social e educa\u00e7\u00e3o. Ele foi um dos mais prol\u00edficos [[taxonomia|taxonomistas]] da hist\u00f3ria, publicando descri\u00e7\u00f5es de mais de 9 mil esp\u00e9cies e g\u00eaneros de [[insetos]], dentre essas, 6.400 esp\u00e9cies de [[abelha]]s e mais 1000 [[molusco]]s, [[aracn\u00eddeo]]s, [[fungo]]s, [[mam\u00edfero]]s, peixes e [[planta]]s.\n\nUm dormit\u00f3rio na ''Engineering Quad'' do ''campus'' de [[Boulder (Colorado)|Boulder]] da Universidade do Colorado foi nomeada em sua homenagem.\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n{{Portal3|Hist\u00f3ria da ci\u00eancia|Biologia}}\n\n{{Biografias}}\n{{NM|1866|1948|Cockerell, Theodore}}\n\n[[Categoria:Entom\u00f3logos da Inglaterra]]\n[[Categoria:Entom\u00f3logos dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Professores da Universidade do Colorado]]"}]},"2204063":{"pageid":2204063,"ns":0,"title":"Frelsdorf","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da Alemanha|\n|nome = Frelsdorf\n|imagem = Frelsdorf brink.jpg\n|texto da imagem = \n|bras\u00e3o = Wappen Frelsdorf.png\n|lat_deg = 53 |lat_min = 29 |lat_sec = 35\n|lon_deg = 08 |lon_min = 54 |lon_sec = 02\n|estado = [[Baixa Sax\u00f4nia]]\n|distrito = [[Cuxhaven (distrito)|Cuxhaven]]\n|Samtgemeinde = [[Beverstedt (Samtgemeinde)|Beverstedt]]\n|altitude = 13\n|\u00e1rea = 25,29\n|popula\u00e7\u00e3o = 731\n|censo = 31/12/[[2007]]\n|densidade = 28,90\n|codigopostal = 27616\n|codigotelefone = 04749\n|placa = CUX\n|end adm central = Weserm\u00fcnder Stra\u00dfe 6
27616 Beverstedt\n|website = beverstedt.de\n|prefeito = Ralf Meyer\n|mapa distrito = Frelsdorf in CUX.svg\n|}}\n'''Frelsdorf''' \u00e9 um [[Munic\u00edpios da Alemanha|munic\u00edpio]] da [[Alemanha]] localizado no [[Anexo:Lista de distritos rurais da Alemanha|distrito]] de [[Cuxhaven (distrito)|Cuxhaven]], [[estados da Alemanha|estado]] da [[Baixa Sax\u00f4nia]].\nPertence ao [[Samtgemeinde]] de [[Beverstedt (Samtgemeinde)|Beverstedt]].{{citar web|url=http://www.lskn.niedersachsen.de/download/59963 |t\u00edtulo=Bev\u00f6lkerung der Gemeinden am 31. Dezember 2010|autor=|data=|publicado=Landesbetrieb f\u00fcr Statistik und Kommunikationstechnologie Niedersachsen (LSKN)|l\u00edngua2=de}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geode}}\n{{commonscat}}\n{{Alemanha/distrito Cuxhaven}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Baixa Sax\u00f4nia]]"}]},"5240240":{"pageid":5240240,"ns":0,"title":"Borgonha-Franco-Condado","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Regi\u00e3o da Fran\u00e7a\n|nome_pt = Borgonha-Franco-Condado\n|nome_fr = Bourgogne-Franche-Comt\u00e9\n|mapa = Bourgogne-Franche-Comt\u00e9 region locator map.svg\n|bandeira = Flag of the region Bourgogne-Franche-Comt\u00e9.svg\n|bras\u00e3o = Blason r\u00e9gion fr Bourgogne Franche Comt\u00e9.svg\n|prefeitura = [[Besan\u00e7on]]\n|\u00e1rea = 47784\n|popula\u00e7\u00e3o = 2820940\n|arrondissements= 24\n|cant\u00f5es = 152\n|comunas = 3831\n|ISO 3166-2 =\n|site_oficial =\n|presidente = [[Marie-Guite Dufay]]\n|partido_presidente = [[Partido Socialista (Fran\u00e7a)|PS]]\n|data_posse =\n|ano_posse = 2015\n|departamentos = [[C\u00f4te-d'Or]]
[[Doubs (departamento)|Doubs]]
[[Alto Sona]]
[[Jura (departamento)|Jura]]
[[Ni\u00e8vre]]
[[Sa\u00f4ne-et-Loire]]
[[Territoire de Belfort]]
[[Yonne]]\n}}\n'''Borgonha-Franco-Condado''' ({{lang-fr|Bourgogne-Franche-Comt\u00e9}} - {{IPA-fr|bu\u0281.\u0261\u0254\u0272.f\u0281\u0251\u0303\u0283.k\u0254\u0303.te}}; por vezes abreviado '''BFC'''), \u00e9 uma [[Regi\u00f5es da Fran\u00e7a|regi\u00e3o administrativa]] francesa, localizada no nordeste da [[Fran\u00e7a]]. A regi\u00e3o foi criada pela reforma territorial francesa em 2014, atrav\u00e9s da fus\u00e3o de 2 regi\u00f5es; [[Borgonha]] e [[Franco-Condado]].{{citar web|data=16 de janeiro de 2015|t\u00edtulo=relative \u00e0 la d\u00e9limitation des r\u00e9gions, aux \u00e9lections r\u00e9gionales et d\u00e9partementales et modifiant le calendrier \u00e9lectoral|l\u00edngua=Franc\u00eas|url=http://www.legifrance.gouv.fr/affichTexte.do;jsessionid=9FECBA9D9314D1D2C093CF793C886ED5.tpdila21v_1?idSectionTA=JORFSCTA000030109623&cidTexte=JORFTEXT000030109622&dateTexte=29990101}} A nova regi\u00e3o entrou em exist\u00eancia em 1 de janeiro de 2016, logo ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es regionais em dezembro de 2015.{{citar web|url=http://www.lemonde.fr/politique/article/2014/12/17/la-carte-a-13-regions-definitivement-adoptee_4542278_823448.html|t\u00edtulo=La carte \u00e0 13 r\u00e9gions d\u00e9finitivement adopt\u00e9e|data=17 de dezembro de 2014|ag\u00eancia=[[Agence France-Presse]]|publicado=[[Le Monde]]|l\u00edngua=French|acessodata=13 de janeiro de 2015}} Sua \u00e1rea territorial abrange {{convert|47784|km2|abbr=on}} e sua popula\u00e7\u00e3o tem cerca de 2.8 milh\u00f5es de habitantes.{{citar web|url=http://www.insee.fr/fr/ppp/bases-de-donnees/recensement/populations-legales/france-regions.asp?annee=2012|t\u00edtulo=Insee - Populations l\u00e9gales 2012 - Populations l\u00e9gales 2012 des r\u00e9gions|obra=[[Insee]]|acessodata=16 de janeiro de 2015}}\n\nA capital regional \u00e9 a cidade de [[Dijon]], embora o conselho regional esteja na cidade de [[Besan\u00e7on]].\ufffc{{Citar web|titulo=Bourgogne-Franche-Comt\u00e9 region of France, all the information you need|url=https://www.france-pub.com/region/bourgogne-franche-comte.php|obra=www.france-pub.com|acessodata=2020-01-10|lingua=en-GB}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Borgonha]]\n* [[Franco-Condado]]\n* [[Lista de comunas de Yonne|Comunas de Yonne]]\n\n{{referencias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Site oficial|https://www.bourgognefranchecomte.fr/}} {{fr}}\n* [http://www.prefectures-regions.gouv.fr/bourgogne-franche-comte Site da Prefeitura Regional] {{fr}}\n\n{{Regi\u00f5es da Fran\u00e7a}}\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n[[Categoria:Borgonha-Franco-Condado| ]]"}]},"4508360":{"pageid":4508360,"ns":0,"title":"Campeonato Carioca de Basquete Feminino de 1962","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/competi\u00e7\u00e3o de basquete\n| title = Campeonato Carioca 1962
''XI Campeonato Estadual''\n| league = [[Campeonato Carioca de Basquete Feminino|Carioca de Basquete]]\n| sport = [[Basquetebol]]\n| logo = \n| pixels = \n| duration = ? de [[1962]]\n| no_of_games = ?\n| no_of_teams = ?\n| TV = \n| season = \n| season_champs = \n| season_champ_name = \n| MVP = \n| top_scorer = [[Neuci Ramos da Silva|Neuci]] ({{Basquetebol Botafogo}})
289 pontos\n| finals = Final\n| finals_champ = {{Basquetebol Botafogo|cidade=antes}} (invicto) (4\u00ba t\u00edtulo)\n| finals_runner-up = {{Basquetebol Flamengo|cidade=antes}}\n| finals_MVP = \n| seasonslist =\n| seasonslistnames =do Campeonato Carioca\n| prevseason_link =Campeonato Carioca de Basquete Feminino de 1961\n| prevseason_year =Carioca 1961\n| nextseason_link =Campeonato Carioca de Basquete Feminino de 1963\n| nextseason_year =Carioca 1963\n}}\n\nO '''Campeonato Carioca de Basquete de 1962''' foi uma competi\u00e7\u00e3o [[brasil]]eira de [[basquete]] organizada pela [[Federa\u00e7\u00e3o de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro]]{{citar web |url=http://www.basketrio.com.br/v1/arquivos/notas/relatorio/arquivo31122013.pdf |titulo=FBERJ - Relat\u00f3rio 2013 |data= |acessodata=12/10/09/2014 |autor=Federa\u00e7\u00e3o de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro}}.\n\nO {{Basquetebol Botafogo}} venceu os 2 turnos, se tornando campe\u00e3o estadual de 1962.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Novo Basquete Brasil]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es Externas ==\n*[http://www.basketrio.com.br/ Site Oficial da BasketRio]\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=[[Campeonato Carioca de Basquete Feminino|Campeonato Carioca de Basquete]]\n|anos =1962\n|antes =[[Campeonato Carioca de Basquete Feminino de 1961|Campeonato Carioca de 1961]]\n|depois=[[Campeonato Carioca de Basquete Feminino de 1963|Campeonato Carioca de 1963]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{Basquete do Rio de Janeiro}}\n{{Basquete do Brasil}}\n{{Portal3|Rio de Janeiro|Basquetebol}}\n{{esbo\u00e7o-basquete}}\n\n[[Categoria:Campeonato Estadual do Rio de Janeiro Feminino de Basquete|1962]]\n[[Categoria:Esporte no Brasil em 1962]]\n[[Categoria:1962 no basquetebol]]"}]},"2025552":{"pageid":2025552,"ns":0,"title":"Yunguyo (distrito)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Yunguyo''' \u00e9 um distrito do [[Peru]], departamento de [[Puno (regi\u00e3o)|Puno]], localizada na prov\u00edncia de [[Yunguyo (prov\u00edncia)|Yunguyo]].\n\n\n==Transporte==\nO distrito de Yungayo \u00e9 servido pela seguinte rodovia:\n* [[PU-130 (Peru)|PU-130]], que liga a cidade de [[Zepita (distrito)|Zepita]] ao distrito de [[Pomata (distrito)|Pomata]] {{Citar web|titulo=Mapa vial de Amazonas|url=https://www.deperu.com/red-vial/amazonas.php|obra=|acessodata=2019-06-25|lingua=es|publicado=DePeru.com}}{{Citar web|titulo=Mapa del Sistema Nacional de Carreteras del Per\u00fa|url=https://sinia.minam.gob.pe/mapas/mapa-sistema-nacional-carreteras-peru|obra=SINIA {{!}} Sistema Nacional de Informaci\u00f3n Ambiental|acessodata=2019-06-25|lingua=es|data=|publicado=}}{{Citar web|titulo=:::Ministerio de Transportes y Comunicaciones:::|url=http://portal.mtc.gob.pe/transportes/caminos/normas_carreteras/mapas_viales.html|obra=|acessodata=2019-06-25|data=|publicado=|lingua=es}}\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-geope}}\n\n\n{{Prov\u00edncia de Yunguyo}}\n[[Categoria:Distritos da prov\u00edncia de Yunguyo]]"}]},"2772713":{"pageid":2772713,"ns":0,"title":"X-Men: First Class","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n |nome = X-Men: First Class\n |t\u00edtulo-bra = X-Men: Primeira Classe\n |t\u00edtulo-prt = X-Men: O In\u00edcio\n |imagem = X-Men - First Class.jpg\n |imagem_tamanho = 250px\n |imagem_legenda = Cartaz do filme\n |pa\u00eds = {{USA}}{{,}}{{UK}}\n |ano = 2011\n |cor-pb = cor\n |dura\u00e7\u00e3o = 132\n |dire\u00e7\u00e3o = [[Matthew Vaughn]]\n |produ\u00e7\u00e3o = {{ubl|[[Lauren Shuler Donner]]|[[Bryan Singer]]|[[Simon Kinberg]]|Gregory Goodman}}\n |coprodu\u00e7\u00e3o = Jason Taylor\n |produ\u00e7\u00e3o executiva = {{ubl|[[Stan Lee]]|Tarquin Pack|Josh McLaglen}}\n |roteiro = {{ubl|Ashley Edward Miller|Zack Stentz|Jane Goldman|Matthew Vaughn}}\n |hist\u00f3ria = {{ubl|Sheldon Turner|Bryan Singer}}\n |elenco = {{ubl|[[James McAvoy]]|[[Michael Fassbender]]|[[Jennifer Lawrence]]|[[Rose Byrne]]|[[January Jones]]|[[Nicholas Hoult]]|[[Oliver Platt]]|[[Jason Flemyng]]|[[Lucas Till]]|[[Edi Gathegi]]|[[Kevin Bacon]]}}\n |g\u00eanero = {{ubl|[[drama (cinema)|drama]]|[[Filme de a\u00e7\u00e3o|a\u00e7\u00e3o]]|[[filme de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica|Fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica]]}}\n |tipo = LF\n |idioma = [[L\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n |m\u00fasica = Henry Jackman\n |cinematografia = John Mathieson\n |edi\u00e7\u00e3o = {{ubl|Eddie Hamilton|[[Lee Smith]]}}\n |cria\u00e7\u00e3o original = {{ubl|''[[X-Men]]'', de|Stan Lee e|[[Jack Kirby]]}}\n |est\u00fadio = {{ubl|[[Marvel Entertainment]]|[[Bad Hat Harry Productions]]|The Donners' Company|Ingenious Partners}}\n |distribui\u00e7\u00e3o = [[20th Century Fox]]\n |lan\u00e7amento = {{EUAb}} 3 de junho de 2011
{{BRAb}} 3 de junho de 2011
{{PORb}} 9 de junho de 2011\n |or\u00e7amento = [[D\u00f3lar dos Estados Unidos|US$]] 160 milh\u00f5es{{citar web |url=http://www.boxofficemojo.com/movies/?id=xmenfirstclass.htm |t\u00edtulo=X-Men: First Class|acessodata=18-06-2011|publicado=[[Box Office Mojo]] |autor= |data=}}\n |receita = US$ 353.624.124\n |website = http://www.x-menfirstclassmovie.com/\n |imdb_id = 1270798\n | precedido_por = ''[[X-Men Origins: Wolverine]]''
(2009)\n | seguido por = ''[[The Wolverine]]''
(2013)\n}}\n\n'''''X-Men: First Class''''' {{BRPT2|X-Men: Primeira Classe{{citar web|URL=https://cineplayers.com/filmes/xmen-primeira-classe|t\u00edtulo=''X-Men: Primeira Classe''|publicado=CinePlayers|local=Brasil|acessodata=17/12/2019}}{{AdoroCinema filme|140894|X-Men: Primeira Classe}}|X-Men: O In\u00edcio{{CineCartaz|284043|X-Men: O In\u00edcio}}}} \u00e9 um [[filme]] [[Reino Unido|britano]]-[[Estados Unidos|estadunidense]] de 2011, dos g\u00eaneros [[drama (cinema)|drama]], [[Filme de a\u00e7\u00e3o|a\u00e7\u00e3o]] e [[Filme de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica|fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica]], [[dirigido]] por [[Matthew Vaughn]], com roteiro de Jane Goldman, Jamie Moss e Josh Schwartz baseado [[X-Men|no grupo hom\u00f4nimo]] da [[Marvel Comics]]. \n\n\u00c9 o quinto t\u00edtulo da franquia ''[[X-Men (s\u00e9rie de filmes)|X-Men]]'', ap\u00f3s ''[[X-Men Origins: Wolverine]]'', iniciada em 2000. Dirigido , o filme \u00e9 estrelado por [[James McAvoy]], [[Michael Fassbender]], [[Jennifer Lawrence]], [[Kevin Bacon]], [[January Jones]], [[Rose Byrne]], [[Zo\u00eb Kravitz]], [[Nicholas Hoult]] e [[Lucas Till]].\n\nConsiderado por boa parte do p\u00fablico e cr\u00edtica mundial um dos melhores filmes da s\u00e9rie, foi produzido por [[Bryan Singer]] e distribu\u00eddo pela [[20th Century Fox]], tem seu [[enredo]] ambientado no in\u00edcio da [[d\u00e9cada de 1960]], durante a [[Crise dos m\u00edsseis de Cuba]], um momento cr\u00edtico da [[Guerra Fria]] em que o mundo vivia a imin\u00eancia de uma [[guerra nuclear]] entre [[Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]] e [[EUA]]. No roteiro est\u00e1 a [[origem]] de [[Magneto (banda desenhada)|Erik Lenhsherr]], o Magneto e [[Professor X|Charles Xavier]], o Professor X. O filme mostra a inf\u00e2ncia traum\u00e1tica durante a [[Segunda Guerra Mundial|2\u00aa Guerra Mundial]] de Erik, \u00e0 vida solit\u00e1ria e dedicada aos estudos de Xavier, cada detalhe \u00e9 lembrado para mostrar o caminho de como dois amigos se tornam rivais.\n\n==Sinopse==\nO filme mostra Charles Xavier ([[James McAvoy]]) e Erick Lensherr ([[Michael Fassbender]]) como dois amigos estudantes descobrindo-se mutantes, antes de se tornarem o Professor X e Magneto, respectivamente. Eles se unem a outros mutantes a fim de evitar uma amea\u00e7a \u00e0 Terra, mas nessa luta acabam dando in\u00edcio \u00e0 rivalidade que os acompanharia para sempre.\n\n==Elenco e personagens==\n{|class=\"wikitable sortable\"\n|- bgcolor=\"#CCCCCC\"\n! Ator/Atriz !! Personagem \n|-\n|[[James McAvoy]]FORLANI, Marcelo. ''[http://www.omelete.com.br/cinema/james-mcavoy-sera-o-professor-xavier-em-x-men-first-class James McAvoy ser\u00e1 o Professor Xavier em X-Men: First Class] {{Wayback|url=http://www.omelete.com.br/cinema/james-mcavoy-sera-o-professor-xavier-em-x-men-first-class |date=20100709202440 }}'' [[Omelete (site)|Omelete]] || [[Professor Charles Xavier|Charles Xavier]]\n|-\n|[[Michael Fassbender]]HESSEL, Marcelo. ''[http://www.omelete.com.br/cinema/x-men-first-class-ja-tem-o-seu-magneto X-Men: First Class j\u00e1 tem o seu Magneto]'' [[Omelete (site)|Omelete]] || [[Magneto|Erik Lehnsherr / Magneto]]\n|-\n|[[Jennifer Lawrence]] || [[M\u00edstica|Raven Xavier / M\u00edstica]] \n|-\n|[[Rose Byrne]] || [[Moira McTaggert]]\n|-\n|[[Kevin Bacon]] || [[Sebastian Shaw]]\n|-\n|[[Nicholas Hoult]]HESSEL, Marcelo. ''[http://www.omelete.com.br/cinema/x-men-first-class-encontra-um-ator-para-viver-fera X-Men: First Class encontra um ator para viver Fera] {{Wayback|url=http://www.omelete.com.br/cinema/x-men-first-class-encontra-um-ator-para-viver-fera |date=20100712050300 }}'' [[Omelete (site)|Omelete]] || [[Fera (Marvel Comics)|Hank McCoy / Fera]]\n|-\n|[[January Jones]] || [[Emma Frost]]\n|-\n|[[Caleb Landry Jones]] || [[Banshee (Marvel Comics)|Sean Cassidy / Banshee]]\n|-\n|[[Lucas Till]] || [[Destrutor|Alex Summers / Destrutor]]\n|-\n|[[Jason Flemyng]] || [[Azazel (Marvel Comics)|Azazel]]\n|-\n|[[Oliver Platt]] || Homem de Preto\n|-\n|[[Zo\u00eb Kravitz]] || [[Angel Salvadore]] \n|-\n|[[Edi Gathegi]] || Armando Mu\u00f1oz / Darwin\n|-\n|Corey Johnson || Chefe Warden \n|-\n|Demetri Goritsas || Levene \n|-\n|[[Annabelle Wallis]] || Amy \n|-\n|[[Don Creech]] || William Stryker Sr.\n|-\n|[[Hugh Jackman]] || [[Wolverine|Logan]]\n|-\n|[[James Remar]] || General \n|-\n|[[Ray Wise]] || Secret\u00e1rio de Estado \n|-\n|[[Michael Ironside]] || Capit\u00e3o\n|-\n|Lawrence Belcher{{citar web|autor =Johnston, Rich |url=http://www.bleedingcool.com/2010/09/07/scoop-laurence-belcher-cast-as-the-young-charles-xavier/ |t\u00edtulo=SCOOP: Laurence Belcher Cast As The Young Charles Xavier |publicado=bleedingcool.com |data=2010-09-07 accessdate=2010-09-11}} || Charles Xavier - 12 anos \n|-\n|[[Morgan Lily]] || Raven - 10 anos \n|-\n|[[Rade \u0160erbed\u017eija]] || General Russo \n|-\n|[[Glenn Morshower]] || Coronel Hendry\n|-\n| [[Rebecca Romijn]] || Loira Sexy \n|-\n|Beth Goddard || Sra. Xavier \n|-\n|[[Matt Craven]] || Diretor da CIA McCone \n|-\n|[[Sasha Pieterse]] || Garota no aqu\u00e1rio \n|-\n| Imagem || [[John Kennedy]] na TV \n|}\n\n[[Rebecca Romijn]] faz uma apari\u00e7\u00e3o r\u00e1pida como uma M\u00edstica adulta e [[Hugh Jackman]] surge como [[Wolverine|Logan / Wolverine]], que n\u00e3o quer conversar com Xavier e Magneto.\n\n== Produ\u00e7\u00e3o ==\n=== Desenvolvimento ===\n[[Ficheiro:Brian Singer \"International Competition Jury\" at Opening Ceremony of the 28th Tokyo International Film Festival (22427114066) (cropped).jpg|thumb|right|220px|O trabalho de [[Bryan Singer]] e ''[[X-Men (filme)|X-Men]]'' e ''[[X2]]'' influenciou grandemente o desenvolvimento de ''First Class''.]]\nDurante a produ\u00e7\u00e3o de ''[[X2]]'', o produtor [[Lauren Shuler Donner]] havia discutido a ideia de realizar uma trama baseada na juventude dos membros dos [[X-Men]]. A proposta, aceita pelo elenco e equipe, voltou a ser revivida durante os est\u00e1gios de produ\u00e7\u00e3o de ''[[X-Men: The Last Stand]]''.\"Children of the Atom: Filming X-Men First Class\" [Second Genesis] (Featurette). X-Men: First Class Blu-Ray: 20th Century Fox Home Entertainment. Um dos roteiristas deste \u00faltimo filme, [[Zak Penn]], chegou a ser contratado para escrever e dirigir este ''spin-off'',{{Citar web|url=http://www.superherohype.com/features/90651-zak-penn-on-his-potential-x-men-spin-off|t\u00edtulo=Zack Penn on his potential X-Men spin-off|publicado=''SuperHeroHype''|data=11 de abril de 2006}} que acabou sendo cancelado pouco tempo depois.{{Citar web|url=http://blog.moviefone.com/2007/05/01/zak-penn-talks-x-men-spin-off-incredible-hulk-casting-with-cine/|t\u00edtulo=Zak Penn talks X-Men Spin-Off, Incridible Hulk Casting|autor=Davis, Erik|publicado=''Moviefone''|data=1 de maio de 2007|acessodata=2017-03-28|arquivourl=https://www.webcitation.org/68B8WIM5f?url=http://blog.moviefone.com/2007/05/01/zak-penn-talks-x-men-spin-off-incredible-hulk-casting-with-cine/|arquivodata=2012-06-04|urlmorta=yes}} Em [[2007]], Penn esclareceu que \"a ideia original seria realizar um ''spin-off'' com jovens X-Men. Mas, algu\u00e9m trouxe uma ideia mais interessante...foi o cara que trabalhou comigo, chamado [[Mike Chamoy]]. Ele trouxe a ideia de fazer um filme dos X-Men que n\u00e3o era nada do esperado\".\n\nNo mesmo per\u00edodo, em dezembro de 2004, a [[20th Century Fox]] contratou o roteirista [[Sheldon Turner]] para esbo\u00e7ar um ''spin-off'' de X-Men, e ele escolheu abordar [[Magneto]], intitulando o roteiro como \"''[[O Pianista]]'' encontra os X-Men\".{{Citar web|url=http://www.variety.com/article/VR1117914863.html?categoryid=1238&cs=1|t\u00edtulo=Fox pages Turner to pen Magneto spin-off|autor=Fleming, Michael|publicado=''[[Variety]]''|data=12 de dezembro de 2004}} De acordo com Turner, o roteiro se passava entre [[1939]] e [[1955]] e retratava a luta de Magneto para sobreviver em [[Auschwitz]].{{Citar web|url=http://www.ew.com/ew/article/0,,1008429,00.html|t\u00edtulo=Checking in with... 'Magneto'|autor=Kung, Michelle|publicado=''Entertainment Weekly''|data=20 de dezembro de 2004}} Posteriormente, ele conhece Xavier, um jovem soldado, durante a liberta\u00e7\u00e3o do campo de concentra\u00e7\u00e3o, e passa a perseguir seus antigos torturadores nazistas.{{Citar web|url=http://www.variety.com/article/VR1117963871.html?categoryid=13&cs=1|t\u00edtulo=Fox, Marvel on movie garrett|autor=Fleming, Michael|publicado=''Variety''|data=26 de abril de 2007}} Em abril de [[2007]], [[David S. Goyer]] foi contratado como diretor do futuro filme, que seria trabalhado em ''flashback'' e contaria novamente com a atua\u00e7\u00e3o de [[Ian McKellen]] no papel de Magneto como [[Narrativa moldura|recurso moldura]].{{Citar web|url=http://movies.ign.com/articles/704/704451p1.html|t\u00edtulo=Ian McKellen talks Magneto spin-off|publicado=''IGN''|data=2 de maio de 2006}}{{Citar web|url=http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/7501846.stm|t\u00edtulo=McKellen keen for X-Men spin-off|publicado=''[[BBC News]]''|data=11 de julho de 2008}} As filmagens estavam planejadas para ocorrerem na [[Austr\u00e1lia]] e o lan\u00e7amento seria em [[2009]],{{Citar web|url=http://moviesblog.mtv.com/2007/05/15/x-men-spin-off-magneto-to-reveal-anti-hero-origin-story/|t\u00edtulo=X-Men spin-off Magneto to reveal anti-hero origin story|autor=Shawn Adler|publicado=''[[MTV]]''|data=15 de maio de 2007}}{{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20070615195514/http://www.news.ninemsn.com.au/article.aspx?id=280586|t\u00edtulo=Movie superhero moves to Australia|publicado=''NineMSN''|data=24 de julho de 2007}} por\u00e9m foi adiado por conta da [[Greve dos roteiristas dos Estados Unidos de 2007\u20132008|greve do Sindicato dos Roteiristas]].{{Citar web|url=http://splashpage.mtv.com/2008/10/02/conceptual-artist-gives-glimpse-of-magneto-origins/|t\u00edtulo=Conceptual Artist Gives Glimpse Of 'Magneto' Origins|autor=Vineyard, Jennifer|publicado=''MTV''|data=2 de outubro de 2008}}\n\nO produtor [[Simon Kiberg]] estudou a s\u00e9rie em quadrinhos ''X-Men: First Class'' e sugeriu que o est\u00fadio realizasse uma adapta\u00e7\u00e3o ao cinema. Kinberg, contudo, n\u00e3o desejava manter-se fiel aos fatos narrados na publica\u00e7\u00e3o original, j\u00e1 que considerava-a \"n\u00e3o suficientemente atual em termos de cronologia\" e \"muito similar a ''[[Twilight]]'' e os filmes de [[John Hughes]]. Al\u00e9m disso, a equipe envolvida buscava inserir novos personagens a partir deste novo filme. Kinberg e [[Shuler Donner]] concordaram em implementar personagens com visual e poderes ainda n\u00e3o trabalhados no Universo Cinematogr\u00e1fico Marvel e que funcionassem como uma equipe, ainda que n\u00e3o cooperassem no desenrolar da trama. Posteriormente, Shuler Donner afirmou que a expectativa era de que ''First Class'' fosse liberado dependendo do sucesso de ''X-Men Origins: Magneto''.{{Citar web|url=http://blastr.com/2009/04/magneto-prequel-still-pos.php|t\u00edtulo=Magneto spin-off still possible, depending on 'Wolverine'|publicado=''Blastr''|data=22 de abril de 2009|acessodata=28 de mar\u00e7o de 2017|arquivourl=https://www.webcitation.org/68BBoLa3A?url=http://blastr.com/2009/04/magneto-prequel-still-pos.php|arquivodata=4 de junho de 2012|urlmorta=sim}} O projeto necessitava ainda de aprova\u00e7\u00e3o para as filmagens em [[Washington, D.C.]],{{Citar web|url=http://www.politico.com/news/stories/0608/10807.html|t\u00edtulo=Klieg Lights, Big City|autor=Ressner, Jeffrey|publicado=''Politico''|data=4 de junho de 2008}} e em dezembro de [[2008]], Goyer anunciou que as filmagens seriam iniciadas com o lan\u00e7amento de ''[[X-Men Origins: Wolverine]]''. Entre outras pequenas altera\u00e7\u00f5es na hist\u00f3ria provis\u00f3ria, o enredo foi transferido para a [[d\u00e9cada de 1960]] para incluir a atua\u00e7\u00e3o de Xavier e Magneto contra um advers\u00e1rio em comum.{{Citar web|url=http://www.collider.com/entertainment/interviews/article.asp/aid/10120/tcid/1|t\u00edtulo=David Goyer reveals Magneto and Invisible Man|publicado=''Collider''}}\n\nEm 2008, [[Josh Schwartz]] foi contratado para escrever o roteiro enquanto deixava a possibilidade de dirigir o filme. Em seguida, a Fox contactou [[Bryan Singer]], diretor de ''[[X-Men (filme)|X-Men]]'' e ''X2'', em outubro de 2009. Schwartz afirmou que Singer desconsiderou seu trabalho por \"querer um tipo muito diferente de filme\", e preferiu escrever o pr\u00f3prio enredo que seria trabalhado posteriormente por [[Jamie Moss]].\n\nEm 2009, Ian McKellen anunciou sua desist\u00eancia em reprisar o papel de Magneto, alegando idade avan\u00e7ada. Shuler Donner acabou por admitir que o filme poderia nunca ser realizado, afirmando que este \"estava no fim da lista\" de prioridades da companhia. Donner e Singer afirmaram conjuntamente que Magneto n\u00e3o seria produzido, j\u00e1 que o enredo de ''First Class'' englobaria todo o planejado para o projeto anterior. Singer negou ter tomado o roteiro de Turner como inspira\u00e7\u00e3o para ''First Class'', por\u00e9m o Sindicato de Roteiristas da Am\u00e9rica creditou-o pelo roteiro do filme, enquanto as colabora\u00e7\u00f5es de Moss e Schwartz acabaram n\u00e3o sendo mencionadas. Singer tra\u00e7ou a linha do tempo do filme no per\u00edodo em que Xavier e Magneto eram jovens, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960, abordando alternativamente a [[Crise dos m\u00edsseis de Cuba|Crise dos M\u00edsseis de 1962]].\n\nAl\u00e9m de Moss, [[Ashley Edward Miller]] e [[Zack Stentz]] foram contratados para reescrever o enredo. Miller comparou-o ao trabalho de Singer nos dois primeiros filmes da franquia.{{Citar web|url=http://www.ign.com/articles/2010/05/06/inside-x-men-first-class|t\u00edtulo=Inside X-Men: First Class|publicado=''IGN''|data=6 de maio de 2010}} A dupla concentrou a trama na rela\u00e7\u00e3o entre Xavier e Magneto, desenvolvendo os demais personagens em como \"estes lideram com as tens\u00f5es entre os dois principais l\u00edderes mutantes\". Singer deixou o cargo de diretor em mar\u00e7o de 2010 por conta de seu trabalho em ''[[Jack the Giant Killer (2010)|Jack the Giant Killer]]'', passando a atuar somente como produtor.{{Citar web|url=http://www.deadline.com/2010/03/singer-to-producex-men-first-class/|t\u00edtulo=Bryan Singe producing 'First Class'|publicado=''Deadline''|data=26 de mar\u00e7o de 2010}}\n\n=== Filmagens ===\n[[Ficheiro:Englefield House - geograph.org.uk - 1824880.jpg|thumb|right|250px|[[Englefield House]] serviu de loca\u00e7\u00e3o para a [[Mans\u00e3o X]].]]\n[[Ficheiro:Somerset House courtyard - panoramio (1).jpg|thumb|right|250px|[[Somerset House]], em [[Londres]], serviu de loca\u00e7\u00e3o para o banco.]]\nA filmagem principal teve in\u00edcio em [[31 de agosto]] de [[2010]] em [[Oxford]], [[Inglaterra]], incluindo alguns edif\u00edcios da [[Universidade Oxford]], sendo encerrada dois dias depois.{{Citar web|url=http://www.oxfordmail.co.uk/news/yourtown/oxford/8425499.X_Men_stars_film_prequel_in_city/|t\u00edtulo=X-Men film prequel in city|publicado=''The Oxford Student''|data=1 de outubro de 2010}} Em seguida, a produ\u00e7\u00e3o foi estabelecida nos [[Pinewood Studios|Est\u00fadios Pinewood]], em [[Iver]],{{Citar web|url=http://variety.com/2010/film/news/snaring-the-big-hollywood-pictures-1118027580/|t\u00edtulo=Snaring the big Hollywood pictures|publicado=''Variety''|data=27 de novembro de 2010}} e posteriormente para a [[Ge\u00f3rgia (Estados Unidos)|Ge\u00f3rgia]], incluindo locais como [[Tybee Island]], [[Thunderbolt]] e [[Savannah]],{{Citar web|url=http://savannahnow.com/latest-news/2010-09-09/x-men-may-be-landing-savannah|t\u00edtulo=X Men may be landing in Savannah|publicado=''Savannah Morning News''|data=9 de setembro de 2010|acessodata=2017-03-28|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100912204147/http://savannahnow.com/latest-news/2010-09-09/x-men-may-be-landing-savannah|arquivodata=2010-09-12|urlmorta=yes}} e regi\u00f5es da [[Luisiana]], [[Carolina do Norte]] e [[Michigan]].{{Citar web|url=http://savannahnow.com/news/2010-10-21/x-men-pick-jekyll-island-over-tybee-island|t\u00edtulo=X Men pick Jekyll Island over Tybee Island|publicado=''Savannah Morning News''|data=21 de outubro de 2010|acessodata=2017-03-28|arquivourl=https://web.archive.org/web/20101024065001/http://savannahnow.com/news/2010-10-21/x-men-pick-jekyll-island-over-tybee-island|arquivodata=2010-10-24|urlmorta=yes}} A localidade de [[Jekyll Island]] foi selecionada em detrimento de Tybee Island ap\u00f3s a equipe considerar a colora\u00e7\u00e3o das \u00e1guas mais favor\u00e1veis \u00e0 filmagens das cenas finais. Mudas de palmeiras foram plantadas ao longo do litoral da ilha para dar a impress\u00e3o de uma paisagem tropical, por\u00e9m a temperatura amena acabou por dificultar a sobreviv\u00eancia de tais plantas, levando a equipe a intensificar os efeitos especiais. Loca\u00e7\u00f5es adicionais foram estabelecidas na [[R\u00fassia]].{{Citar web|url=http://aintitcool.com/node/46217|t\u00edtulo=So Bryan Singer just called regarding Matthew Vaughn's X-Men: First Class... I'm quite excited now|autor=Knowles, Harry|publicado=''Ain't It Cool News''|data=20 de agosto de 2010}} Uma parte do enredo se passa na cidade litor\u00e2nea argentina de [[Villa Gesell]], mas foi na realidade filmada em outra regi\u00e3o do pa\u00eds sul-americano.{{Citar web|url=http://www.clarin.com/espectaculos/cine/Villa-Gesell_0_488951187.html|t\u00edtulo=\u00bfVilla Gesell?|autor=Scholz, Pablo|publicado=''[[Clar\u00edn]]''|data=28 de maio de 2011}} Outras loca\u00e7\u00f5es nos Estados Unidos incluem [[Washington, D.C.]], o [[Deserto de Mojave]] e os est\u00fadios da [[FOX]] em [[Los Angeles]].{{Citar web|url=http://www.digital.cinefex.com/nxtbooks/cinefex/126/#/96|t\u00edtulo=First Class Effects|autor=Duncan, Jody|publicado=''Cinefex''|data=Julho de 2011}}\n\nO palacete elisabetano [[Englefield House]], situado em [[Berkshire]], foi utilizado como loca\u00e7\u00e3o para a [[Mans\u00e3o X]], tendo seu interior brevemente modificado para relembrar a apar\u00eancia da resid\u00eancia mutante nos filmes anteriores.{{Citar web|url=http://www.imdb.com/title/tt1270798/locations|t\u00edtulo=Filming Locations|publicado=''[[IMDb]]''}} O submarino e o Jato X foram constru\u00eddos em ''sets'' hidr\u00e1ulicos para que pudessem simular os movimentos rotativos dos ve\u00edculos fict\u00edcios. A filmagem foi encerrado em dezembro do mesmo ano, por\u00e9m cenas adicionais foram realizadas em [[Long Beach]] e se estenderam at\u00e9 abril de 2011.{{Citar web|url=http://www.hollywoodreporter.com/news/fox-exec-at-ves-panel-242957|t\u00edtulo=Fox Exec at VES Panel: We Thought James Franco's Character Should Die in 'Apes'|publicado=''The Hollywood Reporter''|data=2 de outubro de 2011}}{{Citar web|url=http://variety.com/2011/film/news/rain-can-t-dampen-production-in-l-a-1118032725/|t\u00edtulo=Rain can't dampen production in L.A.|autor=McNary, Dave|publicado=''Variety''|data=23 de fevereiro de 2011}}{{Citar web|url=http://herocomplex.latimes.com/movies/x-menfirst-class-three-exclusive-photos-and-a-report-from-the-stressed-out-set/|t\u00edtulo='X-Men:First Class': Three exclusive photos and a report from the stressed-out set|autor=Boucher, Geoff|publicado=''[[Los Angeles Times]]''|data=19 de janeiro de 2011}} Vaughn declarou nunca ter trabalhado sob \"tanta press\u00e3o\", por conta do calend\u00e1rio de lan\u00e7amento apertado. O filme custou aproximadamente 160 milh\u00f5es de d\u00f3lares em produ\u00e7\u00e3o, sem considerar as taxas inflacion\u00e1rias.{{Citar web|url=http://articles.latimes.com/2011/jun/04/business/la-fi-ct-xmen-20110604|t\u00edtulo=With 'X-Men: First Class' Fox tries a new mutation|autor=Zeitchik, Steven|publicado=''Los Angeles Times''|data=4 de junho de 2011}}\n\n[[Ficheiro:X-MEN First Class.JPG|thumb|left|230px|Filmagem das cenas finais de ''X-Men: First Class'', em fevereiro de 2011.]]\nO cen\u00e1rio da d\u00e9cada de 1960 em ''First Class'', tecnologicamente baseado nos [[Lista de filmes de James Bond|filmes de James Bond]], tamb\u00e9m englobou um teor internacional dos personagens. Kinberg afirmou que a franquia brit\u00e2nica havia sido uma grande influ\u00eancia para o filme mediante a forma como \"fizeram um excelente trabalho ao representar o per\u00edodo de forma brusca e repleta de a\u00e7\u00e3o\", e Vaughn acrescentou que seu Magneto era uma tentativa de recriar o [[James Bond]] de [[Sean Connery]] por conta do estilo \"linha dura, arrogante e charmoso\". O diretor afirmou tamb\u00e9m que seu objetivo principal seria sentir-se \"em um filme de Bond nos anos 60, por\u00e9m com um pouco mais de realidade. Eu queria somente uma parte deste mundo de mutantes sobrevindo. Um mutante neste mundo tendo poderes necessitava ser equivalente a n\u00f3s, ou t\u00e3o normal quanto poss\u00edvel, a menos que os humanos passassem a v\u00ea-los pela primeira vez\". Simultaneamente, Vaughn tentou criar \"o equil\u00edbrio sangrento\" entre moderno e antigo ao recriar os anos 60 de forma que fossem \"n\u00e3o t\u00e3o estranho para os mais jovens\". O diretor tamb\u00e9m tentou retratar o per\u00edodo de forma realista, particularmente \"a onda [[Misoginia|mis\u00f3gina]] dos anos 60\" com mulheres em trajes provocativos e a capacidade de McTaggert \u00e0 frente da [[CIA]] sendo constantemente questionada.\n\nVaughn declarou ter rodado o filme de forma que relembrasse as produ\u00e7\u00f5es do per\u00edodo, com \"enquadramento muito tradicional e raros movimentos de c\u00e2mera\", al\u00e9m de usar o formato anam\u00f3rfico \"ao criar uma experi\u00eancia ''[[widescreen]]''\", muito emblem\u00e1tico da d\u00e9cada de 1960, como nos filmes de Bond. O diretor contratou cinco cinemat\u00f3grafos - ainda que os cr\u00e9ditos tenham sido dados somente a [[John Mathieson]] - e quatro assistentes de dire\u00e7\u00e3o para cobrir tudo o que havia sido planejado para o filme. [[Matt Johnson]], o supervisor de efeitos visuais, acrescentou que para a ilumina\u00e7\u00e3o digital das cenas do interior do [[C\u00e9rebro (Marvel Comics)|C\u00e9rebro]], foram utilizados \"elementos antigos\" como o ''[[lens flare]]'' e a [[aberra\u00e7\u00e3o crom\u00e1tica]]. A est\u00e9tica do per\u00edodo tamb\u00e9m foi trabalhada pelos ''designers'' [[Simon Clowes]] e [[Kyle Cooper]], respons\u00e1veis pelos cr\u00e9ditos finais, que buscaram criar algo plenamente poss\u00edvel atrav\u00e9s de equipamentos da \u00e9poca. A sequ\u00eancia de cr\u00e9ditos mostra filamentos de [[DNA]] em formas geom\u00e9tricas comuns.\n\n=== Efeitos visuais ===\n[[Ficheiro:SR-71 Over Snow Capped Mountains - GPN-2000-000162.jpg|thumb|right|230px|A apar\u00eancia do ic\u00f4nico Jato-X foi inspirada no [[Lockheed SR-71 Blackbird]].]]\n''First Class'' recebeu mais de 1,150 sequ\u00eancias de efeitos visuais,{{Citar web|url=http://www.awn.com/vfxworld/going-deeper-x-mens-origins|t\u00edtulo=Going Deeper on X-Men Origins|autor=Desowitz, Bill|publicado=''Animation World Network''}} produzidos por seis empresas: Rhythm & Hues (respons\u00e1vel pelos efeitos de Emma Frot, M\u00edstica e Anjo); Cinesite (respons\u00e1vel por Azazel e o interior do C\u00e9rebro); Luma Pictures (respons\u00e1vel por Banshee, Destrutor e Darwin); Moving Picture Company (respons\u00e1vel por Fera e Mar\u00e9 Selvagem e a cena em que o iate de Shaw \u00e9 destru\u00eddo); Digital Domain (respons\u00e1vel pelos poderes de Shaw) e a Weta Digital (que desenvolveu a cena da batalha em [[Cuba]]). Toda a parte de efeitos especiais foi coordenada por John Dysktra, que afirmou ser o calend\u00e1rio sua maior dificuldade\". A empresa brit\u00e2nica 4dMax utilizou scanners 3D especiais para digitalizar informa\u00e7\u00f5es do cen\u00e1rio e dos atores que seriam trabalhados com efeitos visuais. Isto permitiu a cria\u00e7\u00e3o de cenas totalmente geradas por computa\u00e7\u00e3o, como a cena da batalha entre Magneto e Shaw num reator nuclear espelhado - inspirada em cena de ''[[Enter the Dragon]]'' - e as cenas interiores do C\u00e9rebro. Modelos digitais de [[Washington, D.C.]] e [[Moscou]] tamb\u00e9m foram desenvolvidas com base em fotografias reais destes locais, sendo que a cena da capital russa foi baseada em fotos da [[Pra\u00e7a Vermelha]] de [[1962]], incluindo armamento e uniformes militares correspondentes \u00e0 \u00e9poca. Com exce\u00e7\u00e3o das cenas em alto-mar ou em aeronaves, a cena da batalha naval foi totalmente gerada por computa\u00e7\u00e3o, incluindo uma simula\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica das ondas mar\u00edtimas e um modelo em alta escala do Jato X, o submarino de Shaw e outros v\u00e1rios navios de guerra. Os desenvolvedores basearam-se em ve\u00edculos verdadeiros, a come\u00e7ar pelo pr\u00f3prio Jato X que foi inspirado em um [[Lockheed SR-71 Blackbird]] modificado. Os submarinos foram baseados em ve\u00edculos da d\u00e9cada de 1960, como [[Kresta I]] e [[Kresta II|II]], da ent\u00e3o [[Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]].{{Citar web|url=http://www.digital.cinefex.com/nxtbooks/cinefex/126/#/96|t\u00edtulo=The First Class Effects|autor=Duncan, Jody|publicado=''Cinefex''|data=Julho de 2011}}\n\n== M\u00fasica ==\n[[Henry Jackman]], que havia colaborado com Vaughn em ''[[Kick-Ass]]'', foi contratado para compor a trilha sonora de ''First Class''. Seguindo as influ\u00eancias de James Bond sobre o filme, Jackman inspirou-se no trabalho de [[John Barry]] para a franquia de espionagem brit\u00e2nica, o que descreveu como \"m\u00fasica pop de extrema eleg\u00e2ncia\". Jackman iniciou seu trabalho por um tema \"ao estilo de ''[[Superman (filme)|Superman]]''\", que ocorre somente na sequ\u00eancia de encerramento do filme, j\u00e1 que Vaughn considerou-o muito \"bem-sucedido e triunfante\" para os eventos ao longo da trama. Entretanto, Vaughn voltou a trabalhar uma vers\u00e3o 'estendida' do tema ao longo da trilha sonora. Os temas de Magneto e Shaw s\u00e3o propositalmente similares e refletem sua rela\u00e7\u00e3o paternal \"conturbada\", ocorrendo at\u00e9 mesmo um ''medley'' durante a cena onde Shaw \u00e9 morto para representar a transforma\u00e7\u00e3o completa de Lensherr em Magneto.{{Citar web|url=http://www.filmmusicmag.com/?p=8019|t\u00edtulo=On the score with Henry Jackman: Magneto|autor=Schweiger, Daniel|publicado=''Film Music Magazine''|data=6 de junho de 2011}}\n\nRespondendo sobre a escolha de \"[[Love Love]]\", da banda [[Take That]], para os cr\u00e9ditos finais, Vaughn comentou: \"encontrei com Gery Barlow em Los Angeles e conversamos um pouco sobre o filme. Eu disse: 'Voc\u00ea gostaria de assistir uma parte?' E eles vieram e escreveram a can\u00e7\u00e3o. Eu ouvi e disse: 'Acho que ser\u00e1 um sucesso'. Uma vers\u00e3o instrumental da can\u00e7\u00e3o \"[[Run (I'm a Natural Disaster)]]\", de [[Gnarls Barkley]], tamb\u00e9m \u00e9 utilizada na cena do recrutamento de mutantes.\n\n=== Trilha sonora ===\n{{Info/\u00c1lbum \n |nome = X-Men: First Class (Original Motion Picture Soundtrack)\n |tipo = banda sonora\n |imagem = X-Men \u2013 First Class Logo.png\n |borda = \n |alt = \n |artista = [[Henry Jackman]]\n |lan\u00e7ado = {{Data de in\u00edcio|2011|07|12}}\n |gravado = [[2011]]\n |g\u00eanero = ''[[Easy listening]]''\n |dura\u00e7\u00e3o = {{Dura\u00e7\u00e3o|m=60|s=14}}\n |formato = [[CD]]\n |gravadora = [[Sony Masterworks]]\n |produtor = Henry Jackman\n |\u00faltimo \u00e1lbum = ''[[Winnie the Pooh]]''
(2011)\n |pr\u00f3ximo \u00e1lbum = ''[[Puss in Boots]]''
(2011)\n |miscel\u00e2nea = \n}}\n{{Lista de faixas\n| fechado = n\u00e3o\n| topo = ''X-Men: First Class: Original Motion Picture Soundtrack''\n| toda_m\u00fasica = [[Henry Jackman]]\n| t\u00edtulo1 = First Class\n| dura\u00e7\u00e3o1 = 3:20\n| t\u00edtulo2 = Pain and Anger\n| dura\u00e7\u00e3o2 = 2:58\n| t\u00edtulo3 = Would You Date Me?\n| dura\u00e7\u00e3o3 = 1:44\n| t\u00edtulo4 = Not That Sort of Bank\n| dura\u00e7\u00e3o4 = 3:27\n| t\u00edtulo5 = Frankenstein's Monster\n| dura\u00e7\u00e3o5 = 3:03\n| t\u00edtulo6 = What Am I Thinking\n| dura\u00e7\u00e3o6 = 2:10\n| t\u00edtulo7 = Cerebro\n| dura\u00e7\u00e3o7 = 2:23\n| t\u00edtulo8 = Mobilise for Russia\n| dura\u00e7\u00e3o8 = 1:18\n| t\u00edtulo9 = Rise Up to Rule\n| dura\u00e7\u00e3o9 = 5:56\n| t\u00edtulo10 = Cold War\n| dura\u00e7\u00e3o10 = 3:20\n| t\u00edtulo11 = X-Training\n| dura\u00e7\u00e3o11 = 4:27\n| t\u00edtulo12 = Rage and Serenity\n| dura\u00e7\u00e3o12 = 2:06\n| t\u00edtulo13 = To Beast or Not to Beast\n| dura\u00e7\u00e3o13 = 4:47\n| t\u00edtulo14 = True Colors\n| dura\u00e7\u00e3o14 = 1:51\n| t\u00edtulo15 = Let Battle Commence\n| dura\u00e7\u00e3o15 = 4:45\n| t\u00edtulo16 = Sub Lift\n| dura\u00e7\u00e3o16 = 2:19\n| t\u00edtulo17 = Coup d'\u00e9tat\n| dura\u00e7\u00e3o17 = 2:15\n| t\u00edtulo18 = Mutant and Proud\n| dura\u00e7\u00e3o18 = 3:28\n| t\u00edtulo19 = X-Men\n| dura\u00e7\u00e3o19 = 2:59\n| t\u00edtulo20 = Magneto\n| dura\u00e7\u00e3o20 = 1:53\n| dura\u00e7\u00e3o_total = 60:14\n}}\n\n==Recep\u00e7\u00e3o==\n=== Recep\u00e7\u00e3o cr\u00edtica ===\n''X-Men: First Class'' teve sua estreia em [[Nova Iorque]] no dia [[25 de maio]] de [[2011]]. A campanha promocional do filme buscou parcerias n\u00e3o convencionais, com parcerias entre [[Fox]] e [[Farmers Insurance Group]], [[BlackBerry PlayBook]] e o pr\u00f3prio [[Ex\u00e9rcito dos Estados Unidos]]. A companhia aliment\u00edcia [[Wrigley]] lan\u00e7ou uma linha de gomas de mascar baseada nos personagens do filme.\n\nNo site ''[[Rotten Tomatoes]]'', o filme possui aprova\u00e7\u00e3o de 86%, com notas de 7.4/10. A cr\u00edtica do site ainda relata que \"com um forte roteiro, dire\u00e7\u00e3o talentosa e performances destacadas de seu muito bem seleto elenco, ''X-Men: First Class'' \u00e9 um aguardado retorno da franquia \u00e0 forma\". No ''[[Metacritic]]'', o filme recebeu pontua\u00e7\u00e3o de 65 de 100, baseado em 38 cr\u00edticas, indicando \"cr\u00edticas favor\u00e1veis, no geral\". Os redatores do site ''[[CinemaScore]]'' deram ao filme uma nota geral de \"B+\", em escala de \"A+\" a \"F\".\n\nEntre as publica\u00e7\u00f5es da grande imprensa, o ''[[The Hollywood Reporter]]'' considerou \"a audaciosa, confiante e potente energia\" do jovem, acrescentando que \"o diretor Vaughn manteve de forma impressionante o foco na claridade e poder dram\u00e1tico...equilibrando o caos com uma coer\u00eancia louv\u00e1vel\", o que teria sido acompanhado pela \"trilha impressionante de Henry Jackman\". Escrevendo para a ''[[Variety]]'', Justin Chang afirmou que o filme \"parece r\u00e1pido, elegante e notavelmente coerente\" e que \"os efeitos visuais de John Dykstra s\u00e3o suavemente e imaginativamente integrados\". Frank Lovece, da ''Film Journal International'', elogiou o \"inteligente e malicioso roteiro com um tema multifacetado que jamais perde o foco da hist\u00f3ria principal e faz de cada interven\u00e7\u00e3o emocional um choque para os personagens. N\u00e3o \u00e9 um filme para crian\u00e7as\".\n\n=== Bilheterias ===\nO filme estreou no topo das bilheteria estadunidenses com US$55.1 milh\u00f5es, uma abertura que s\u00f3 superou o faturamento do [[X-Men (filme)|primeiro filme]].[http://boxofficemojo.com/weekend/chart/?yr=2011&wknd=22&p=.htm \"Weekend Report: 'First Class' Ranks Last Among 'X-Men'\"], BoxOfficeMojo.com, June 6, 2011. [http://www.webcitation.org/5zHCsqzB1 WebCitation archive]. No mesmo fim de semana conseguiram mais US$61 milh\u00f5es de mercados estrangeiros,Germain, David. [http://today.msnbc.msn.com/id/43286389/ns/today-entertainment/ \"'X-Men' mutants weaken with $56M prequel debut\"], [[Associated Press]] via [[MSNBC]], June 5, 2011. [http://www.webcitation.org/5zHCWdzIc WebCitation archive]. incluindo o Brasil, onde estreou com 594 mil espectadores e faturamento de R$ 6,3 milh\u00f5es.[http://entretenimento.r7.com/cinema/noticias/x-men-primeira-classe-lidera-bilheterias-brasileiras-20110607.html X-Men: A Origem lidera bilheterias brasileiras], [[R7]] O filme fechou com um faturamento de US$146,408,305 nos EUA e US$ 206,2 milh\u00f5es mundialmente elevando sua bilheteria final a US$ 352,6 milh\u00f5es.{{Mojo title|xmenfirstclass|X-Men: First Class}} Cr\u00edticas foram positivas, considerando o filme um bom recome\u00e7o para a s\u00e9rie, no site [[Rotten Tomatoes]] o filme teve uma aprova\u00e7\u00e3o de 86%.{{Rotten-tomatoes|x_men_first_class|X-Men: First Class}}\n\n=== Pr\u00eamios e indica\u00e7\u00f5es ===\n{|class=\"wikitable\"\n!Premia\u00e7\u00e3o\n!Categoria\n!Indicado(s)\n!Resultado\n|-\n|[[National Board of Review]]\n|Pr\u00eamio ''Spotlight''\n|rowspan=\"2\" | [[Michael Fassbender]]\n|{{Ven}}{{carece de fontes|data=dezembro de 2019}}\n|-\n|[[Pr\u00e9mios Los Angeles Film Critics Association|Los Angeles Film Critics Association]]\n|[[Los Angeles Film Critics Association Award de Melhor Ator|Melhor Ator]]\n|{{Ven}}{{carece de fontes|data=dezembro de 2019}}\n|-\n|rowspan=\"5\" | [[Pr\u00e9mios Teen Choice|Teen Choice Awards]]\n|rowspan=\"2\" | Revela\u00e7\u00e3o Feminina\n|[[Jennifer Lawrence]]\n|{{Indicada}}{{carece de fontes|data=dezembro de 2019}}\n|-\n|[[Zo\u00eb Kravitz]]\n|{{Indicada}}{{carece de fontes|data=dezembro de 2019}}\n|-\n|Melhor vil\u00e3o\n|[[Kevin Bacon]]\n|{{Ind}}{{carece de fontes|data=dezembro de 2019}}\n|-\n|Melhor qu\u00edmica\n|Lucas Till, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult
Zo\u00eb Kravitz, Caleb Landry Jones e Edi Gathegi\n|{{Ind}}{{carece de fontes|data=dezembro de 2019}}\n|-\n|Melhor filme de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica\n|''First Class''\n|{{Ind}}{{carece de fontes|data=dezembro de 2019}}\n|}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n{{esbo\u00e7o-marvel}}\n{{X-Men}}\n{{Matthew Vaughn}}\n{{Filmes da Marvel Comics}}\n{{normdaten}}\n{{Portal3|argentina|cuba|londres|miami|pol\u00f4nia|su\u00ed\u00e7a|Reino Unido|Estados Unidos|Cinema|fc}}\n{{DEFAULTSORT:X Men First Class 2011}}\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 2011]]\n[[Categoria:Filmes do Reino Unido de 2011]]\n[[Categoria:Filmes baseados em hist\u00f3rias em quadrinhos da Marvel Comics]]\n[[Categoria:Filmes com trilha sonora de Henry Jackman]]\n[[Categoria:Filmes de drama de a\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes de drama de a\u00e7\u00e3o do Reino Unido]]\n[[Categoria:Filmes de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do Reino Unido]]\n[[Categoria:Filmes ambientados na d\u00e9cada de 1940]]\n[[Categoria:Filmes ambientados na d\u00e9cada de 1960]]\n[[Categoria:Filmes da 20th Century Fox]]\n[[Categoria:Filmes ambientados na Argentina]]\n[[Categoria:Filmes gravados na R\u00fassia]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Cuba]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Londres]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Miami]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Las Vegas]]\n[[Categoria:Filmes ambientados na Pol\u00f4nia]]\n[[Categoria:Filmes ambientados na Su\u00ed\u00e7a]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Washington, D.C.]]\n[[Categoria:Filmes de super-her\u00f3is]]\n[[Categoria:Filmes gravados na Argentina]]\n[[Categoria:Filmes gravados na Calif\u00f3rnia]]\n[[Categoria:Filmes gravados em Londres]]\n[[Categoria:Filmes sobre ca\u00e7adores de nazistas]]\n[[Categoria:Filmes de drama de a\u00e7\u00e3o da d\u00e9cada de 2010]]\n[[Categoria:Filmes de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da d\u00e9cada de 2010]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Moscou]]\n[[Categoria:Filmes gravados em 35 mm na d\u00e9cada de 2010]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por Matthew Vaughn]]\n[[Categoria:Filmes sobre a crise dos m\u00edsseis de Cuba]]\n[[Categoria:Filmes gravados em Washington, D.C.]]\n[[Categoria:Filmes de hist\u00f3ria alternativa]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua alem\u00e3]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua francesa]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua russa]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua espanhola]]\n[[Categoria:Prequelas de filmes]]\n[[Categoria:Filmes de X-Men]]\n[[Categoria:Filmes com submarinos]]\n[[Categoria:Filmes sobre vingan\u00e7a]]\n[[Categoria:CIA na fic\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Metamorfose em filmes]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em 1944]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em 1962]]\n[[Categoria:Filmes sobre o Holocausto]]"}]},"3556350":{"pageid":3556350,"ns":0,"title":"Do Outro Lado da Cidade (can\u00e7\u00e3o de Guilherme & Santiago)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Single\n |Nome = Do Outro Lado da Cidade\n |Imagem = \n |Imagem_tamanho = \n |Legenda = \n |Artista = [[Guilherme & Santiago]]\n |\u00c1lbum = [[Guilherme & Santiago - Vol. 1]]\n |Lan\u00e7ado = [[1994]]\n |Formato = \n |A-side = \n |B-side = \n |Gravado = \n |G\u00eanero = [[M\u00fasica sertaneja|Sertanejo Cl\u00e1ssico]], [[M\u00fasica country|Country]]\n |Dura\u00e7\u00e3o = 3:20\n |Gravadora = [[Warner Music Brasil|Warner Music]]\n |Compositor = Carlos Randall e [[Danimar]]\n}}\n'''''\"Do outro lado da cidade\"''''' \u00e9 o t\u00edtulo de uma [[can\u00e7\u00e3o]] [[M\u00fasica sertaneja|sertaneja]] escrita pelos [[compositores]] Carlos Randall e Danimar,{{citar web |url=http://www.letraz.com.br/guilherme-santiago/do-outro-lado-da-cidade.html |data= |acessodata=04/03/2012 |titulo=Do Outro Lado Da Cidade |autor=LetraZ }}{{citar web |url=http://www.radio.uol.com.br/#/letras-e-musicas/guilherme-e-santiago/do-outro-lado-da-cidade/529035 |data= |acessodata=16/08/2012 |titulo=\"Do Outro Lado da Cidade\", de Guilherme & Santiago |autor=R\u00e1dio UOL}} e gravada originalmente pela [[Dupla sertaneja|dupla]] [[Guilherme & Santiago]] em [[1994]], no [[Guilherme & Santiago - Vol. 1|primeiro disco]] da dupla.\n{{citar web |url=http://www.letraz.com.br/guilherme-santiago/discografia/guilherme-santiago-vol1.html |data= |acessodata=04/03/2012 |titulo=Guilherme & Santiago Vol.1 |autor=LetraZ }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}\n A [[can\u00e7\u00e3o]] fez tanto sucesso que, al\u00e9m de ser um grande sucesso de [[Guilherme & Santiago]], tamb\u00e9m se tornou um \"cl\u00e1ssico\" [[M\u00fasica sertaneja|sertanejo]]. A grava\u00e7\u00e3o original de [[1994]] foi reinserida no [[\u00e1lbum]] \"''[[O Nosso Amor (\u00e1lbum)|O Nosso Amor]]''\" (de [[2003]]),{{citar web |url=http://www.letraz.com.br/guilherme-santiago/discografia/o-nosso-amor.html |data= |acessodata=05/03/2012 |titulo=O Nosso Amor |autor=LetraZ }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} e nas [[Colet\u00e2nea musical|colet\u00e2neas]] \"''[[Dose Dupla (Guilherme & Santiago)|Dose Dupla]]''\" e \"''[[Nova S\u00e9rie (Guilherme & Santiago)|Nova S\u00e9rie]]''\" (ambas de [[2007]]). Em [[2005]], [[Guilherme & Santiago]] gravaram \"Do outro lado da cidade\" ao vivo pela primeira vez no [[\u00e1lbum]] \"''[[10 Anos - Ac\u00fastico Ao Vivo]]''\",{{citar web |url=http://www.letraz.com.br/guilherme-santiago/discografia/10-anos-acustico-ao-vivo.html |data= |acessodata=05/03/2012 |titulo=10 Anos Ac\u00fastico Ao Vivo |autor=LetraZ |arquivourl=https://web.archive.org/web/20141006070805/http://www.letraz.com.br/guilherme-santiago/discografia/10-anos-acustico-ao-vivo.html |arquivodata=2014-10-06 |urlmorta=yes }} com a participa\u00e7\u00e3o especial de [[Zez\u00e9 Di Camargo & Luciano]]. [[Guilherme & Santiago]] tamb\u00e9m gravaram a [[can\u00e7\u00e3o]] ao vivo em seus [[DVD]]'s \"''[[Ao Vivo em Goi\u00e2nia (DVD de Guilherme & Santiago)|Ao Vivo em Goi\u00e2nia]]''\" (de [[2008]]),{{citar web |url=http://www.brasilmusik.de/g/guilherme-e-santiago/guilherme-e-santiago.htm |data= |acessodata=05/03/2012 |titulo=GUILHERME & SANTIAGO|autor=Brasilmusik }} e \"''[[El\u00e9trico - Ao Vivo no Trio (DVD)|El\u00e9trico - Ao Vivo no Trio]]''\" (de [[2011]]).{{citar web |url=http://www.transanet.com.br/bhhits/lancamento_interna.aspx?id=420 |data= |acessodata=05/03/2012 |titulo=El\u00e9trico - Ao Vivo no Trio - Guilherme & Santiago|autor=Transam\u00e9rica Hits}} A dupla tamb\u00e9m interpretou \"Do outro lado da cidade\" ao vivo no [[CD]] e [[DVD]] ''\"Um Barzinho, Um Viol\u00e3o Sertanejo\"'', lan\u00e7ados em [[2009]], que reuniu v\u00e1rios artistas cantando cl\u00e1ssicos da [[m\u00fasica sertaneja]].{{citar web |url=http://www.radio.uol.com.br/#/album/guilherme-e-santiago/um-barzinho-um-violao-sertanejo/18754 |data= |acessodata=16/08/2012 |titulo=\u00c1lbum Um Barzinho, Um Viol\u00e3o Sertanejo |autor=R\u00e1dio UOL}} A [[can\u00e7\u00e3o]] tamb\u00e9m foi regravada por outros artistas, como [[Alan & Aladim]] (em [[2004]]),{{citar web |url=http://cdtrrracks.com/bid441637.html |data= |acessodata=04/03/2012 |titulo=Alan & Aladin - Valeu Enquanto Durou |autor=cdtrrracks }} e [[Zez\u00e9 Di Camargo & Luciano]] (em [[2010]]).{{citar web |url=http://pt.wikipedia.org/wiki/Double_Face |data= |acessodata=16/08/2012 |titulo=Double Face |autor=Wikip\u00e9dia, a enciclop\u00e9dia livre}}\n\n{{Info/Can\u00e7\u00e3o\n |Nome = [[Do Outro Lado da Cidade]]\n |Imagem\n |Imagem_tamanho =\n |Legenda\n |Artista = [[Zez\u00e9 Di Camargo & Luciano]]\n |\u00c1lbum = [[Double Face]]\n |Lan\u00e7ado = [[2010]]\n |Formato\n |A-side =\n |B-side =\n |Gravado =\n |G\u00eanero = [[M\u00fasica sertaneja|Sertanejo]], [[M\u00fasica country|Country]]\n |Dura\u00e7\u00e3o = 3:05\n |Gravadora = [[Sony Music]]\n |Compositor = Carlos Randall e [[Danimar]]\n |posi\u00e7\u00e3o = 7\n |faixas = \n |faixa anterior = \"Aguenta Cora\u00e7\u00e3o\"\n |faixa anterior pos = 6\n |faixa pr\u00f3xima = \"Voando Baixo\"\n |faixa pr\u00f3xima pos = 8\n}}\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://letras.terra.com.br/guilherme-e-santiago/72987/ |3=Letra e v\u00eddeo de \"Do outro lado da cidade\" no Letras.mus.br}}\n\n{{Guilherme & Santiago}}\n{{Portal3|M\u00fasica|Goi\u00e1s|Brasil}}\n\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es gravadas por Guilherme & Santiago]]\n[[Categoria:Singles de 1994]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de 2010]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de m\u00fasica sertaneja]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es em portugu\u00eas]]"}]},"5466900":{"pageid":5466900,"ns":0,"title":"Gumando Sapor (morto por Manuel Mamic\u00f4nio)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{ver desambig|outras pessoas de mesmo nome|Gumando Sapor}}\n'''Gumando Sapor''' (''Gumand Shapur'' ou ''Gumand Shapuh''), segundo {{lknb|Fausto,|o Bizantino}}, foi um oficial sass\u00e2nida do {{s\u00e9c|IV}}, ativo durante o reinado do [[x\u00e1 sass\u00e2nida|x\u00e1]] {{lknb|Sapor|II}} {{nwrap|r.|309|379}}. Ap\u00f3s a derrota do [[marzobam]] [[Surena (s\u00e9culo IV)|Surena]] nas m\u00e3os do regente arm\u00eanio [[Manuel Mamic\u00f4nio]], foi enviado pelo x\u00e1 com {{fmtn|48000}} tropas \u00e0 Arm\u00eania para tomar e arruinar o pa\u00eds. Quando chegou na fronteira arm\u00eania em [[Azerbaij\u00e3o (prov\u00edncia do Imp\u00e9rio Sass\u00e2nida)|Azerbaij\u00e3o]], no entanto, foi atacado, derrotado e morto por um ex\u00e9rcito de {{fmtn|20000}} soldados liderado por Manuel.{{sfn|Fausto, o Bizantino|s\u00e9culo V|loc=V.XXXIX}} [[Ferdinand Justi]] sugeriu que Gumando talvez pode ser identificado com o [[Gumando Sapor (morto por Bassaces I Mamic\u00f4nio)|oficial hom\u00f4nimo]] ativo d\u00e9cadas antes.{{sfn|Justi|1895|p=120}}\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n\n{{refbegin|2}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=[[Fausto, o Bizantino]]|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria da Arm\u00eania|local=desconhecido|editora=desconhecido|ano=s\u00e9culo V|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Justi|nome=Ferdinand|t\u00edtulo=Iranisches Namenbuch|local=Marburgo|editora=N. G. Elwertsche Verlagsbuchhandlung|ano=1895| ref=harv}}\n\n{{refend}}\n\n[[Categoria:Persas do s\u00e9culo IV]]\n[[Categoria:Generais de Sapor II]]"}]},"2321576":{"pageid":2321576,"ns":0,"title":"Vaxholm","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{coor title dm|59|24|N|18|21|E|region:SE_type:city}}\n{{Geobox|Settlement\t\n| name = Vaxholm\n| category = Pequena cidade da Su\u00e9cia
Sede de Munic\u00edpio\n| image = Vaxholm february 2013.jpg\n| image_caption = Vaxholm em 2013\n| country = Su\u00e9cia\t\n| country_flag = {{SUE}}\t\n| region = [[Uppland]]\n| region_type = Prov\u00edncia hist\u00f3rica\t\n| district = [[Estocolmo (condado)|Estocolmo]]\n| district_type = Condado\t\n| municipality = [[Vaxholm (comuna)|Vaxholm]]\n| municipality_type = Comuna\t\n| population = ca. {{fmtn|5000}}\n}}\t\n[[Ficheiro:Vaxholms Fastning (232067229).jpg|miniatura|250px|[[Fortaleza de Vaxholm]] na ilha de Vaxholmen]]\n'''Vaxholm''' (1652) \u00e9 uma [[cidade]] [[Su\u00e9cia|sueca]] no sudeste da [[prov\u00edncia hist\u00f3rica da Uppland]]. Tem cerca de cinco mil habitantes, e \u00e9 sede do munic\u00edpio de [[Vaxholm (comuna)|Vaxholm]], no atual [[condado de Estocolmo]]. {{Citar livro |sobrenome= Ernby |nome= Birgitta |coautor=Martin Gellerstam, Sven-G\u00f6ran Malmgren, Per Axelsson, Thomas Fehrm |t\u00edtulo=Norstedts f\u00f6rsta svenska ordbok|idioma= sueco |local= Estocolmo |editora= Norstedts ordbok |ano= 2001|p\u00e1ginas=793 |p\u00e1gina= 740 |cap\u00edtulo=Vaxholm |isbn= 91-7227-186-8}}{{Citar livro |sobrenome= Miranda |nome= Ulrika Junker |coautor=Anne Hallberg |t\u00edtulo=Bonniers uppslagsbok|idioma= sueco |local= Estocolmo |editora= Albert Bonniers F\u00f6rlag |ano= 2007|p\u00e1ginas=1143 |p\u00e1gina= 1075|cap\u00edtulo=Vaxholm|isbn= 91-0-011462-6}} Numa pequena ilha em frente \u00e0 cidade, est\u00e1 a [[fortaleza de Vaxholm]] (''Vaxholms f\u00e4stning''), come\u00e7ada a ser constru\u00edda em [[1549]] pelo rei [[Gustavo Vasa]].\n \n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[https://web.archive.org/web/20120620191244/http://www.vaxholm.se/Resource.phx/community/mainpage/mainpage.htx Munic\u00edpio de Vaxholm]\n\n[[Categoria:Localidades de Estocolmo (condado)]]\n[[Categoria:Localidades da Upl\u00e2ndia]]\n[[Categoria:Arquip\u00e9lago de Estocolmo]]"}]},"194250":{"pageid":194250,"ns":0,"title":"Biopirataria","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:Workshop jornalistas desmatamento na Amazonia 7839.jpg|thumb|Desmatamento]]\n'''Biopirataria''' \u00e9 a explora\u00e7\u00e3o, manipula\u00e7\u00e3o, exporta\u00e7\u00e3o e/ou comercializa\u00e7\u00e3o internacional de recursos biol\u00f3gicos em desacordo com as normas da [[Conven\u00e7\u00e3o sobre Diversidade Biol\u00f3gica]], de [[1992]].\n\nAs informa\u00e7\u00f5es de um grupo de indiv\u00edduos acumuladas por anos, portanto, s\u00e3o bens coletivos; e simplesmente mercadorias podem ser comercializadas como qualquer objeto de mercado.\n\nNos \u00faltimos anos, gra\u00e7as ao avan\u00e7o da [[biotecnologia]] e \u00e0 facilidade de se registrar marcas e [[patentes]] em \u00e2mbito internacional, as possibilidades de tal explora\u00e7\u00e3o se multiplicaram.\n\nDe modo geral, biopirataria significa a apropria\u00e7\u00e3o de conhecimento e de recursos gen\u00e9ticos de comunidades de agricultores e comunidades ind\u00edgenas por indiv\u00edduos ou por institui\u00e7\u00f5es que procuram o controle exclusivo do monop\u00f3lio sobre estes recursos e conhecimentos.\n\n== Biopirataria ==\nO termo \"biopirataria\" n\u00e3o se refere apenas ao contrabando de diversas esp\u00e9cies naturais da flora e da fauna, desmatamento de madeira e de esp\u00e9cies de plantas, apropria\u00e7\u00e3o e monopoliza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos das popula\u00e7\u00f5es tradicionais no \u00e2mbito do uso dos recursos naturais. Estas popula\u00e7\u00f5es est\u00e3o perdendo o controle sobre esses recursos.\n\nUm caso de biopirataria foi o contrabando de sementes da [[seringueira]], pelo [[Inglaterra|ingl\u00eas]] [[Henry Wickham]]. Essas sementes foram levadas para a [[Mal\u00e1sia]].\n[[Ficheiro:Neemtree.jpg|thumb|esquerda|Exemplo da diversidade da [[flora]].]]\n\n=== Esp\u00e9cies brasileiras que foram patenteadas por empresas estrangeiras ===\n==== A\u00e7a\u00ed ====\nOu ju\u00e7ara\u02d0 \u00e9 o fruto da palmeira ''Euterpe oleracea'', da [[regi\u00e3o amaz\u00f4nica]], que teve seu nome registrado no [[Jap\u00e3o]], em 2003. Por causa de press\u00e3o de [[Organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental|organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais]] da [[Amaz\u00f4nia]], o governo japon\u00eas cancelou esta patente.\n\n==== Andiroba ====\nA \u00e1rvore (Carapa guianensis) \u00e9 de grande porte, comum nas v\u00e1rzeas da Amaz\u00f4nia. O \u00f3leo e extrato de seus frutos foram registrados pela empresa francesa Yves Roches, no Jap\u00e3o, Fran\u00e7a, Uni\u00e3o Europeia e Estados Unidos, em 1999. E pela empresa japonesa Masaru Morita, em 1999.\n\n==== Copa\u00edba ====\nA copa\u00edba (''Copaifera sp.'') \u00e9 uma \u00e1rvore da regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Teve sua patente registrada pela empresa francesa Technico-flor, em 1993, e em 1994 na Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Propriedade Intelectual. A empresa norte-americana Aveda tem uma patente de Copa\u00edba, registrada em 1999.\n\n==== Cupua\u00e7u ====\nFruto da \u00e1rvore (''Theobroma Grandiflorum''), que pertence \u00e0 mesma fam\u00edlia do cacaueiro. Existem v\u00e1rias patentes sobre a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo da semente do cupua\u00e7u e a produ\u00e7\u00e3o do chocolate da fruta. Quase todas as patentes registradas pela empresa Asahi Foods, do Jap\u00e3o, entre 2001 e 2002. A empresa inglesa de cosm\u00e9ticos Body Shop tamb\u00e9m tem uma patente do cupua\u00e7u, registrada em 1998.\n\n==== Espinheira-Santa ====\nA espinheira-santa (''Maytenus ilicifolia'') \u00e9 nativa de muitas partes da [[Am\u00e9rica do Sul]] e sudeste do Brasil. A empresa [[Jap\u00e3o|japonesa]] Nippon Mektron det\u00e9m uma patente de um rem\u00e9dio que se utiliza do extrato da espinheira santa, desde 1996.\n\n==== Jaborandi ====\nPlanta (''Pilocarpos pennatifolius'') s\u00f3 encontrada no Brasil, o jaborandi tem sua patente registrada pela ind\u00fastria farmac\u00eautica alem\u00e3 Merk, em 1991.\n\n== Conceito ==\nA biopirataria consiste na apropria\u00e7\u00e3o indevida de recursos diversos da fauna e flora, levando \u00e0 monopoliza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos das popula\u00e7\u00f5es tradicionais no que se refere ao uso desses recursos. O termo \"biopirataria\" foi lan\u00e7ado em 1993 pela ONG RAFI (hoje ETC-Group) para alertar sobre o fato do conhecimento tradicional e dos recursos biol\u00f3gicos estarem sendo apanhados e patenteados por empresas multinacionais e institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. Tais comunidades, que geraram estes conhecimentos fazendo uso destes recursos ao longo dos s\u00e9culos, est\u00e3o sendo lesadas por n\u00e3o participarem dos lucros produzidos pelas multinacionais.\n\n== Alguns marcos hist\u00f3ricos na biopirataria do Brasil ==\n* A biopirataria no Brasil come\u00e7ou logo ap\u00f3s o seu [[Descoberta do Brasil|descobrimento pelos portugueses em 1500]], quando estes iniciaram a explora\u00e7\u00e3o do [[pau-brasil]], causando o risco de sua extin\u00e7\u00e3o;\n* Outro caso de biopirataria foi o contrabando de 70 000 sementes da \u00e1rvore de seringueira, ''Hevea brasiliensis'', da regi\u00e3o de [[Santar\u00e9m (Par\u00e1)|Santar\u00e9m]], no [[Par\u00e1]], no ano de 1876,{{citar livro|\u00faltimo =Ponting |primeiro =Clive |ano=2007 |t\u00edtulo=A New Green History of the World: The Environment and the Collapse of Great Civilizations |local=New York |publicado=Penguin Books |isbn=978-0-14-303898-6 |p\u00e1gina=183}} pelo ingl\u00eas [[Henry Wickham]]. As sementes foram contrabandeadas para o [[Royal Botanic Garden]], em [[Londres]] e da\u00ed, ap\u00f3s sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, levadas para a Mal\u00e1sia, \u00c1frica e outras destina\u00e7\u00f5es tropicais. Ap\u00f3s algumas d\u00e9cadas, a Mal\u00e1sia passou a ser o principal exportador mundial de l\u00e1tex, prejudicando economicamente o Brasil.{{citar livro|ano=2009 |t\u00edtulo=Fordlandia: The Rise and Fall of Henry Ford's Forgotten Jungle City]] |autor =Greg Grandin |isbn=0805082360 |p\u00e1gina=183}}\n\n== Perfil dos biopiratas ==\nOs biopiratas geralmente se fazem passar por turistas ou por cientistas, todos documentados portando passaporte e em alguns casos, aval governamental, por\u00e9m com inten\u00e7\u00f5es bem definidas, como a explora\u00e7\u00e3o e o tr\u00e1fico de mudas, sementes, insetos, e toda a sorte de interesses na biodiversidade. As principais pessoas procuradas pelos biopiratas para orient\u00e1-los, pelo fato de conhecerem os mist\u00e9rios e riquezas da natureza local:\n* \u00edndios;\n* madeireiros;\n* camponeses.\n\n== Como s\u00e3o transportados os produtos biopirateados ==\nBiopirataria de vegetais: o transporte \u00e9 bastante simples, podendo esconder sementes, g\u00eamulas ou culturas em bolsos, canetas, frascos de cosm\u00e9ticos, dobras e costuras das roupas, entre outras formas. Al\u00e9m disso, o com\u00e9rcio legalizado de plantas medicinais e a ind\u00fastria de fitoter\u00e1picos disponibilizam livremente fragmentos e extratos vegetais que podem ser adquiridos nos mercados e feiras e levados sem nenhuma restri\u00e7\u00e3o.\n\nTr\u00e1fico de animais: transportados no interior de caixas, fundos falsos de malas, dentro de tubos PVC, entre outras formas, sendo muito agressivo aos animais que, muitas vezes, chegam a morrer antes mesmo de chegar ao local de destino.\n\n== Tr\u00e1fico de animais ==\nDos animais silvestres comercializados no Brasil, estima-se que 30% sejam exportados. O principal fluxo de com\u00e9rcio ilegal nacional dirige-se da [[regi\u00e3o Norte do Brasil]] para a [[regi\u00e3o Sudeste do Brasil]]. Grande parte da fauna silvestre \u00e9 contrabandeada diretamente para pa\u00edses vizinhos, atrav\u00e9s das fronteiras fluviais e secas. Destes pa\u00edses fronteiri\u00e7os seguem para pa\u00edses do primeiro mundo.\n\nEm todo neg\u00f3cio clandestino, \u00e9 dif\u00edcil estabelecer cifras precisas, mas sabe-se que o tr\u00e1fico internacional de animais silvestres s\u00f3 perde, em faturamento, para o de drogas e de armas. Especialistas dizem que:{{quem}}\n\n* O com\u00e9rcio ilegal de animais silvestres movimenta cerca de 10 bilh\u00f5es de [[D\u00f3lar dos Estados Unidos|d\u00f3lares estadunidenses]] por ano em todo o mundo;{{carece de fontes|data=abril de 2017}}\n* 80% dos animais morrem antes de chegar ao \"consumidor final\";{{carece de fontes|data=abril de 2017}}\n* 95% do com\u00e9rcio de animais silvestres brasileiros \u00e9 ilegal.{{carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\n== Tr\u00e1fico de animais ex\u00f3ticos ==\nInfelizmente, a lei brasileira \u00e9 omissa quanto aos animais origin\u00e1rios de outros pa\u00edses, os chamados \"animais ex\u00f3ticos\". Apesar de estarem sujeitos aos mesmos problemas, sua importa\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o em cativeiro n\u00e3o \u00e9 proibida.\n\nE mais: h\u00e1 ainda o risco adicional destes animais escaparem e competirem com esp\u00e9cies locais, colocando em risco um delicado equil\u00edbrio entre esp\u00e9cies.\n\n== Estrutura social do tr\u00e1fico de animais ==\n* Primeiros intermedi\u00e1rios: comerciantes ambulantes que transitam entre a zona rural e os centros urbanos;\n* Intermedi\u00e1rios secund\u00e1rios: s\u00e3o os pequenos e m\u00e9dios comerciantes, que atuam clandestinamente no com\u00e9rcio varejista.\n* Grandes comerciantes: respons\u00e1veis pelo contrabando nacional e internacional de grande porte.\n* Consumidores finais: criadores dom\u00e9sticos, grandes criadores particulares, zool\u00f3gicos, propriet\u00e1rios de curtumes, ind\u00fastrias de bolsas e cal\u00e7ados etc.\n\n== Onde s\u00e3o vendidos esses animais? ==\n* [[Feira]]s livres e feiras de rolo;\n* Dep\u00f3sitos nas resid\u00eancias dos pr\u00f3prios comerciantes;\n* Dep\u00f3sitos desvinculados da resid\u00eancia do comerciante (forma usada para se livrar de um poss\u00edvel flagrante);\n* Sacoleiros;\n* Aviculturas;\n* [[Pet shop]]s (que, muitas vezes, servem como fachada);\n* Resid\u00eancias particulares n\u00e3o caracterizadas como dep\u00f3sitos;\n* Perto de locais frequentados por compradores desse tipo;\n* para Restaurantes (para servir de comida)\n== Algumas esp\u00e9cies de animais mais contrabandeadas ==\n* Mico-estrela ([[Callithrix jacchus]])\n* Macaco-prego ([[Cebus apella]])\n* Pregui\u00e7a-de-tr\u00eas-dedos ([[Bradypus tridactylus]])\n* Tamandu\u00e1-mirim ([[Tamandua tetradactyla]])\n* Jacar\u00e9 ([[Caiman latirostris]])\n* Iguana ([[Iguana iguana]])\n* P\u00e1ssaro-preto ([[Gnorimopsar chopi]])\n* Curi\u00f3 ([[Oryzoborus angolensis]])\n* Papagaio-verdadeiro ([[Amazona aestiva]])\n* Cardeal ([[Paroaria dominicana]])\n* Cervo ([[Cervus elaphus]])\n* Arara-azul ([[Anodorhynchus hyacinthinus]])\n\n== O que tem sido feito ==\nA Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI) criou um grupo de trabalho para fazer levantamento de uma lista preliminar de nomes de elementos da flora brasileira que poderiam ser usados industrialmente na confec\u00e7\u00e3o de medicamentos, cosm\u00e9ticos, alimentos ou de produtos semelhantes.\n\nEssa lista tem sido enviada aos maiores escrit\u00f3rios de patente mundiais, localizados na Europa, Estados Unidos e Jap\u00e3o, na tentativa de impedir que os produtos brasileiros virem marca em outros pa\u00edses por meio da biopirataria.\n\nDe acordo com dados da ABPI, foram identificadas 84 tentativas de registros em que nomes t\u00edpicos da biodiversidade brasileira eram usados como marcas em outros pa\u00edses.\n\nPara tentar solucionar o problema e, paralelamente, evitar gastos com contrata\u00e7\u00e3o de advogados internacionais para defender os produtos nacionais l\u00e1 fora, o governo brasileiro tem feito permanentemente consultas em suas Embaixadas e tamb\u00e9m recebido den\u00fancias de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais para saber com mais detalhes sobre as marcas brasileiras registradas.\n\nAl\u00e9m disso, foi recomendado, no Relat\u00f3rio Final da [[Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito da Biopirataria]], da [[C\u00e2mara dos Deputados do Brasil]], o \"Projeto Aldeias Vigilantes: uma nova abordagem na prote\u00e7\u00e3o dos conhecimentos tradicionais e no combate a biopirataria na Amaz\u00f4nia\", que j\u00e1 vem sendo desenvolvido no [[Acre]] pela [[organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental]] Amazonlink, como a\u00e7\u00e3o de pol\u00edtica p\u00fablica relacionada \u00e0 gest\u00e3o do patrim\u00f4nio gen\u00e9tico brasileiro que deve ser multiplicada para outras regi\u00f5es do Pa\u00eds.\n\nO que \u00e9 o Projeto \"Aldeias Vigilantes: uma nova abordagem na Prote\u00e7\u00e3o dos Conhecimentos Tradicionais e no Combate a Biopirataria na Amaz\u00f4nia\"?\n\n\u00c9 um projeto que visa a levar, \u00e0s [[Povos ind\u00edgenas do Brasil|comunidades ind\u00edgenas]], um programa de car\u00e1ter informativo, educativo e conscientizador sobre fatos envolvendo apropria\u00e7\u00e3o desautorizada de conhecimentos tradicionais e recursos biol\u00f3gicos da Amaz\u00f4nia, numa linguagem adequada \u00e0 diversidade \u00e9tnica e cultural de cada povo.\n\nO desenvolvimento do projeto representa uma valiosa ferramenta no processo de discuss\u00e3o sobre o acesso aos conhecimentos tradicionais, aos recursos da biodiversidade e a reparti\u00e7\u00e3o justa dos benef\u00edcios oriundos da comercializa\u00e7\u00e3o desses recursos para as comunidades, bem como sobre resgate e valoriza\u00e7\u00e3o das culturas e saberes tradicionais.\n\nO projeto \u00e9 executado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Amazonlink com o financiamento do [[Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (Brasil)|Minist\u00e9rio do Meio Ambiente]].\n\n== Preju\u00edzos da biopirataria ==\nAl\u00e9m do perigo de extin\u00e7\u00e3o, que algumas esp\u00e9cies de animais e vegetais enfrentam decorrente do tr\u00e1fico, a biopirataria pode acarretar outros preju\u00edzos, tais como:\n\n* Privatiza\u00e7\u00e3o de recursos gen\u00e9ticos (derivados de plantas, animais, micro-organismos e seres humanos) anteriormente dispon\u00edveis para comunidades tradicionais;\n* Risco de perdas de exporta\u00e7\u00f5es por for\u00e7a de restri\u00e7\u00f5es impostas pelo patenteamento de subst\u00e2ncias originadas no pr\u00f3prio pa\u00eds.\n* C\u00e1lculos feitos h\u00e1 tr\u00eas anos pelo Ibama indicavam que o Brasil j\u00e1 tinha um preju\u00edzo di\u00e1rio da ordem de 16 milh\u00f5es de d\u00f3lares estadunidenses (mais de 5,7 bilh\u00f5es de d\u00f3lares estadunidenses anuais) por conta da biopirataria internacional, que leva as mat\u00e9rias-primas e produtos brasileiros para o exterior e os patenteia em seus pa\u00edses sedes, impedindo as empresas brasileiras de vend\u00ea-los l\u00e1 fora e de ter de pagar royalties para import\u00e1-los em forma de produtos acabados.\n\n== Como evitar a biopirataria ==\nNa era da [[biotecnologia]] e da [[engenharia gen\u00e9tica]], tudo o que se precisa para se reproduzir uma esp\u00e9cie s\u00e3o algumas c\u00e9lulas facilmente levadas e dificilmente detectadas por mecanismos de vigil\u00e2ncia e seguran\u00e7a.\n\nPor essa raz\u00e3o, evitar a biopirataria no Brasil \u00e9 um trabalho bastante dif\u00edcil, e alguns acreditam que a forma mais eficiente \u00e9 incentivar pesquisas cient\u00edficas atrav\u00e9s de investimentos em ci\u00eancia e tecnologia, pois, para retirar material biol\u00f3gico, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de grandes aparatos ou de estruturas formais.\n\n''OBS: Esse investimento deve come\u00e7ar pelo fim das discrep\u00e2ncias regionais na aloca\u00e7\u00e3o de recursos.''\n\n== N\u00fameros ==\n* O tr\u00e1fico de animais silvestres movimenta aproximadamente 1,5 bilh\u00e3o de d\u00f3lares estadunidenses por ano no Brasil;\n* S\u00f3 10% dos 38 milh\u00f5es de animais capturados ilegalmente por ano no Brasil chega a ser comercializado\u02d0 os 90% restantes morrem por m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de transporte;\n* Uma arara-azul pode chegar a valer 60 mil d\u00f3lares estadunidenses no mercado internacional;\n* A internet \u00e9 um dos meios mais utilizados para a venda ilegal de animais silvestres;\n* A pena para os traficantes \u00e9 de seis meses a um ano de pris\u00e3o, al\u00e9m de multas de at\u00e9 5 500 Real (moeda)|reais por exemplar apreendido;\n* No mercado mundial de medicamentos, 30% dos rem\u00e9dios s\u00e3o de origem vegetal e 10% de origem animal;\n* Estima-se que 25 mil esp\u00e9cies de plantas sejam usadas para a produ\u00e7\u00e3o de medicamentos;\n* A falta de fiscaliza\u00e7\u00e3o e controle das esp\u00e9cies nativas abre as portas para a biopirataria e d\u00e1 ao Brasil um preju\u00edzo di\u00e1rio de 16 milh\u00f5es de d\u00f3lares estadunidenses.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Biopirataria dentro do Brasil]]\n* [[Henry Wickham]]\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* IPHAN - Conhecimento Tradicional Associado ao Patrim\u00f4nio Gen\u00e9tico [http://portal.iphan.gov.br/montarDetalheConteudo.do;jsessionid=40A3C19DCAD4ED7024AD8D627B21AE95?id=17298&sigla=Institucional&retorno=detalheInstitucional Textos de Refer\u00eancia] Acesso Jan. 2015\n\n{{Refer\u00eancias}} [http://ambientes.ambientebrasil.com.br/amazonia/floresta_amazonica/biopirataria_na_amazonia.html 3. http://ambientes.ambientebrasil.com.br/amazonia/floresta_amazonica/biopirataria_na_amazonia.html]{{Portal3|Biologia}}\n\n[[Categoria:Pirataria]]\n[[Categoria:Biologia]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Neemtree.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Trilobite clipart-vector.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Workshop jornalistas desmatamento na Amazonia 7839.jpg"}]},"664762":{"pageid":664762,"ns":0,"title":"NGC 6180","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Gal\u00e1xia\n| nome = NGC 6180\n| imagem = \n| legenda = NGC 6180\n| descoberto = [[\u00c9douard Jean-Marie Stephan]]\n| dataDM = 23 de Junho\n| dataano = 1876\n| constelacao = [[Hercules]]\n| tipo = [[gal\u00e1xia el\u00edptica|el\u00edptica]] (E?)\n| asc = 16h 30m 33,9s\n| decl = +40\u00b0 32' 23\"\n| distanoluz = [[ano-luz|anos-luz]]\n| distparsec = [[parsec|kpc]]\n| desviovermelho = 0,030168\n| magnitudeapar = 14,1\n| dimensoes = 0,9' \u00d7 0,6'\n| raio = [[ano-luz|anos-luz]]\n| magnitudeabsl = \n| massa = \n| satelites = \n| outrosnomes = 6180, MCG 7-34-95, ZWG 224.58, PGC 58386\n| basemap = Hercules constellation map.png\n| locator_x = \n| locator_y = \n}}{{faltalocator}}\n\n'''NGC 6180''' \u00e9 uma [[gal\u00e1xia]] [[gal\u00e1xia el\u00edptica|el\u00edptica]] (E?) localizada na direc\u00e7\u00e3o da [[constela\u00e7\u00e3o]] de [[Hercules]]. Possui uma declina\u00e7\u00e3o de +40\u00b0 32' 23\" e uma [[ascens\u00e3o recta]] de 16 [[hora]]s, 30 [[minuto]]s e 33,9 [[segundo]]s.\n\nA gal\u00e1xia '''NGC 6180''' foi descoberta em [[23 de Junho]] de [[1876]] por [[\u00c9douard Jean-Marie Stephan]].\n\n{{esbo\u00e7o-NGC}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n*[[Astronomia extragal\u00e1ctica]]\n*[[Lista de gal\u00e1xias]]\n*[[Lista de objectos NGC]]\n*[[New General Catalogue]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{NGCLinks|6180}}\n\n{{NavNGC|6180}}\n\n[[Categoria:Objetos listados no Novo Cat\u00e1logo Geral|NGC 6180]]\n[[Categoria:Constela\u00e7\u00e3o de H\u00e9rcules]]\n[[Categoria:Gal\u00e1xias el\u00edpticas]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Hercules constellation map.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:NGC 2787.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Science.jpg"}]},"4823295":{"pageid":4823295,"ns":0,"title":"Pedro Fernandes Tom\u00e1s","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Pedro Fernandes Tom\u00e1s''' ([[1853]] \u2014 [[1927]]) foi um importante [[etn\u00f3grafo]] e [[etnomusic\u00f3logo]] [[Portugal|portugu\u00eas]]{{citar web |url=http://www.gaiteirosdecoimbra.com/15-recolhas/pedro-fernandes-tomas |t\u00edtulo=Pedro Fernandes Tom\u00e1s (1853-1927) |acessodata=7 de agosto de 2015 |autor=Gaiteiros de Coimbra |l\u00edngua=Portugu\u00eas |arquivourl=https://web.archive.org/web/20160303195050/http://www.gaiteirosdecoimbra.com/15-recolhas/pedro-fernandes-tomas |arquivodata=2016-03-03 |urlmorta=yes }}.\n\nAs suas publica\u00e7\u00f5es foram amplamente utilizadas como fontes pelo compositor portugu\u00eas [[Fernando Lopes-Gra\u00e7a]] que harmonizou v\u00e1rias das composi\u00e7\u00f5es de origem popular que Pedro Fernandes Tom\u00e1s coligiu. Por esta via, muitas das suas recolhas fazem atualmente parte do repert\u00f3rio de v\u00e1rios coros em Portugal.{{citar livro |ultimo=Weffort |primeiro=Alexandre |data=2006 |titulo=A can\u00e7\u00e3o popular portuguesa em F. Lopes-Gra\u00e7a |local=Queluz}}\n\nA Biblioteca P\u00fablica Municipal da [[Figueira da Foz]], fundada em [[1910]], tem o seu nome em forma de homenagem.{{citar web |url=http://www.cm-figfoz.pt/index.php/onde-ir/biblioteca |t\u00edtulo=Biblioteca |acessodata=7 de agosto de 2015 |publicado=Munic\u00edpio da Figueira da Foz |l\u00edngua=Portugu\u00eas}}\n\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Etn\u00f3grafos de Portugal|Pedro Fernandes Tom\u00e1s]]\n[[Categoria:Nascidos em 1853]]\n[[Categoria:Mortos em 1927]]"}]},"4432230":{"pageid":4432230,"ns":0,"title":"Economia da Alemanha Nazista","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:20 Deutschmark note 3rd Reich.jpg|miniaturadaimagem|Nota de 20 ''[[Reichsmark]]''.]]\n[[Ficheiro:Bundesarchiv Bild 183-R27373, Reichsautobahn, Adolf Hitler beim 1. Spatenstich, bei Frankfurt.jpg|miniaturadaimagem|[[Adolf Hitler]] numa cerim\u00f4nia de constru\u00e7\u00e3o das [[Autobahn]], em setembro de 1933.]]\nNos primeiros anos do '''regime nazista ou nazi''', a '''economia da Alemanha''' recuperou-se e cresceu de maneira extremamente r\u00e1pida, o que foi considerado \"um milagre\" por muitos [[economista]]s, muito embora tenha se manifestado de maneira desigual.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Steinback|primeiro=Athahn|data=2019-10-11|titulo=Dark Apostles \u2013 Hitler\u2019s Oligarchs: G\u00f6ring, Goebbels, Himmler, Heydrich and Revolutionary Totalitarian Oligarchy in the Third Reich|url=https://scholarworks.lib.csusb.edu/history-in-the-making/vol10/iss1/8|jornal=History in the Making|volume=10|numero=1}} O desemprego de 1920 e do in\u00edcio de 1930 foi reduzido de seis milh\u00f5es de desempregados em 1932 para menos de um milh\u00e3o em 1936. A produ\u00e7\u00e3o nacional cresceu 102%, de 1932 a 1937, e a renda nacional dobrou. Em 1933 a pol\u00edtica econ\u00f4mica nazista ditada pelo Ministro da Economia Dr. [[Hjalmar Schacht]] \u2014 uma vez que Hitler despreza economia \u2014 queria diminuir o desemprego por meio da expans\u00e3o de obras p\u00fablicas[http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany], em ingl\u00eas, acesso em 13 de julho de 2014. e do est\u00edmulo a empresas privadas. O cr\u00e9dito governamental foi fornecido pela cria\u00e7\u00e3o de fundos especiais de [[desemprego]], concedeu-se isen\u00e7\u00e3o de impostos \u00e0s empresas que aumentassem o emprego e seus gastos de capital em 1935, 1936, 1937 e 1938 o [[PIB]] alem\u00e3o cresceu a uma taxa de 9% ao ano atingindo um crescimento de 11% em 1939.[http://atimes.com/atimes/Global_Economy/GE24Dj01.html PART 10: Nazism and the German economic miracle] O governo alem\u00e3o se declarava na \u00e9poca um defensor da [[livre iniciativa]] e da [[propriedade privada]].[https://archive.org/stream/ACollectionOfSpeechesInGerman/Redesammlung-AdolfHitler157S._djvu.txt Full text of \"A Collection of Speeches in German\"][http://www.unterrichtsarchiv.de/nationalsozialismus/1933_03_23_ermaecht_regerklaerung/1933_03_23_ermaecht_regerklaerung.html Regierungserkl\u00e4rung zum Gesetz zur Behebung der Not von Volk und Reich durch Reichskanzler Adolf Hitler] Uma das principais bases da recupera\u00e7\u00e3o alem\u00e3 foi [[Rearmamento da Alemanha|o rearmamento]], para o qual o regime nazista dirigiu sua for\u00e7a econ\u00f4mica, a ind\u00fastria e o trabalho a partir de 1934. Sendo conhecido como ''Wehrwirtschaft'' (economia de defesa), que devia funcionar em tempos de paz e guerra e no per\u00edodo que antecede a guerra.''Basic Facts for a History of German War and Armament Economy''. Citado em ''Conspira\u00e7\u00e3o e Agress\u00e3o dos Nazistas'', I, p\u00e1gina 350 (Documentos de Nuremberg 2353-PS)\n\nUm plano de quatro anos foi criado em [[1936]] para conquistar a autossufici\u00eancia em caso de [[guerra]], a for\u00e7a a\u00e9rea ([[Luftwaffe]]), proibida desde [[1919]], foi reconstitu\u00edda, teve igualmente in\u00edcio a reconstru\u00e7\u00e3o da [[Kriegsmarine]] ([[Marinha]]) alem\u00e3. Hitler reintroduziu o [[servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio]] em [[1935]], ap\u00f3s a devolu\u00e7\u00e3o da [[Bacia hidrogr\u00e1fica|bacia]] do [[Sarre]] (rio na [[Fran\u00e7a]] e Alemanha, sob administra\u00e7\u00e3o da [[Liga das Na\u00e7\u00f5es]] desde o final da [[Primeira Guerra Mundial]]). [[Fritz Sauckel]] era o respons\u00e1vel pelo fornecimento de m\u00e3o-de-obra estrangeira para a ind\u00fastria alem\u00e3, principalmente a ind\u00fastria de armamentos, o n\u00famero de trabalhadores era definido por Hitler e [[Albert Speer]], Ministro do Armamento. A opera\u00e7\u00e3o de escraviza\u00e7\u00e3o recrutou 5 milh\u00f5es de pessoas de outros pa\u00edses, das quais somente 200.000 foram de vontade pr\u00f3pria. Foi a maior opera\u00e7\u00e3o de trabalho escravo da hist\u00f3ria.''Nuremberg Nazistas no banco dos R\u00e9us'' (no original em ingl\u00eas ''Nuremberg - Nazis on Trial)''. Document\u00e1rio da [[BBC]]. [[1996]]. A economia alem\u00e3, assim como outras de na\u00e7\u00f5es ocidentais, sofreu grandes efeitos da [[Grande Depress\u00e3o]], como o aumento no desemprego ap\u00f3s a [[Quinta-Feira Negra]].Adam Tooze, ''The Wages of Destruction: The Making and Breaking of the Nazi Economy'' (2008) Quando [[Adolf Hitler]] se tornou chanceler em 1933, ele introduziu pol\u00edticas destinadas a melhorar a economia. Essas mudan\u00e7as inclu\u00edam privatiza\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias nacionais, [[autarquia]] e impostos incidentes sobre bens importados. Sal\u00e1rios tiveram um aumento l\u00edquido por volta de 10.9% durante esse per\u00edodo.{{citar livro|\u00faltimo =Lee|primeiro =Stephen|t\u00edtulo=Weimar and Nazi Germany|ano=1996|publicado=Heinemann|local=Oxford|isbn=043530920X|p\u00e1ginas=86}} No entanto, um com\u00e9rcio internacional reduzido implicou em racionamentos de bens de consumo como aves, frutas e vestimenta para muitos alem\u00e3es.Evans, Richard J. \"Business, Politics, and War.\" The Third Reich in Power. New York: Penguin, 2006. 392. Print\n\nOs nazistas acreditavam na guerra como a principal for\u00e7a motriz para o progresso humano, e afirmavam que o principal prop\u00f3sito da economia de um pa\u00eds deveria ser permitir que este lute e ven\u00e7a guerras para se expandir.{{sfn|Tooze|2006|pp=38}} Com isso em mente, quase que imediatamente ap\u00f3s chegar ao poder, um vasto programa de reamarmento militar foi executado, o que causou uma diminui\u00e7\u00e3o em investimentos civis.{{sfn|Tooze|2006|pp=55}} Durante a dec\u00e1da de 30, a Alemanha Nazista aumentou seus gastos militares mais r\u00e1pido do que qualquer outro estado em tempos de paz{{sfn|Tooze|2006|pp=66}}, e eventualmente o ex\u00e9rcito passou a representar a maior parte da economia alem\u00e3 na d\u00e9cada de 40.Evans, Richard J., ''The Third Reich at War'' (New York: Penguin, 2008), p. 333. Isso foi financiado principalmente por endividamentos anteriores \u00e0 guerra, com os nazistas acreditando que essas d\u00edvidas seriam quitadas a partir da pilhagem de territ\u00f3rios conquistados durante e depois da guerra.{{sfn|Evans|2005|p=345}} Tais planos de pilhagem at\u00e9 aconteceram, mas seus resultados ficaram aqu\u00e9m do planejado.{{sfn|Tooze|2006|pp=410-420}} O governo nazista instituiu parcerias com interesses de grandes corpora\u00e7\u00f5es alem\u00e3s, as quais apoiaram os objetivos do regime e seu esfor\u00e7o de guerra em troca de contratos com benef\u00edcios, subs\u00eddios, e a supress\u00e3o do movimento sindical.{{sfn|Tooze|2006|pp=101-114}} [[Cart\u00e9is|Carteis]] e monop\u00f3lios eram incentivados para a desvantagem de pequenos neg\u00f3cios, apesar dos nazistas terem recebido um consider\u00e1vel apoio eleitoral de pequenos comerciantes.[[William L. Shirer]], ''The Rise and Fall of the Third Reich: A History of Nazi Germany'', New York, NY, Simon & Schuster, 1960, p. 231-232\n\nA [[Alemanha Nazi]]sta utilizou de [[trabalho escravo]], composto de prisioneiros e detentos de [[Campos de concentra\u00e7\u00e3o nazistas|campos de concentra\u00e7\u00e3o]], os quais foram expandidos fortemente ap\u00f3s o come\u00e7o da [[Segunda Guerra Mundial|segunda guerra mundial]]. Somente na Pol\u00f4nia, por volta de 5 milh\u00f5es de cidad\u00e3os (incluindo judeus poloneses) foram usados como m\u00e3o de obra escrava durante a guerra.{{citar web|url=http://www.bibula.com/?p=13530|t\u00edtulo=Straty ludno\u015bci cywilnej|t\u00edtulotrad=Polish civilian losses|publicado=Bibula \u2013 pismo niezalezne|obra=Straty ludzkie poniesione przez Polsk\u0119 w latach 1939-1945|data=31 de agosto de 2009|autor =Dr Waldemar Grabowski, [[Institute of National Remembrance|IPN]] Centrala|cita\u00e7\u00e3o=Wed\u0142ug ustale\u0144 Czes\u0142awa \u0141uczaka, do wszelkiego rodzaju oboz\u00f3w odosobnienia deportowano ponad 5 mln obywateli polskich (\u0142\u0105cznie z \u017bydami i Cyganami). Z liczby tej zgin\u0119\u0142o ponad 3 miliony. ''Translation:'' According to postwar research by [[Czes\u0142aw \u0141uczak]] over 5 million [[Poles|Polish nationals]] (including [[Polish Jews]] and Roma) were deported to German camps, of whom over 3 million prisoners perished.|acessodata=9 de fevereiro de 2016}} Entre os trabalhadores escravizados nos territ\u00f3rios ocupados, centendas de milhares foram usados por grandes corpora\u00e7\u00f5es alem\u00e3s como [[:en:Fritz_Thyssen|Thyssen]], [[:en:Krupp|Krupp]], [[IG Farben]], [[Robert Bosch GmbH|Bosch]], [[:en:Blaupunkt|Blaupunkt]], [[Daimler AG|Daimler-Benz]], [[Konecranes|Demag]], [[Henschel & Sohn|Henschel]], [[Junkers]], [[Messerschmitt]], [[Siemens AG|Siemens]], e [[Volkswagen]], assim como a empresa holandesa [[Philips]].{{citar livro|t\u00edtulo=Slave Labor in Nazi Concentration Camps|autor =Marc Buggeln|publicado=OUP Oxford|ano=2014|ISBN=0191017647|url=https://books.google.ca/books?id=hsuSBQAAQBAJ&lpg=PA335&vq=Index%2BCompanies&pg=PA335#v=snippet&q=Index+Companies&f=false|p\u00e1gina=335|via=Google Books, preview|obra=Index of Companies}} Em 1944, a m\u00e3o de obra escrava j\u00e1 equivalia a um quarto de toda a for\u00e7a de trabalho alem\u00e3, com a maioria das f\u00e1bricas alem\u00e3s possuindo um contingente de prisioneiros.Michael Thad Allen, ''The Business of Genocide'', The University of North Carolina Press, 2002. p. 1\n\n== Economia pr\u00e9-guerra: 1933\u20131939 ==\n\n=== Recupera\u00e7\u00e3o e reamarmento ===\nOs nazistas chegaram ao poder durante a [[Grande Depress\u00e3o]]. A taxa de desemprego naquele per\u00edodo chegou a alcan\u00e7ar 30%.{{sfn|DeLong|1997}} Num primeiro momento, o novo governo nazista continuou as pol\u00edticas economicas introduzidas por [[Kurt von Schleicher]] em 1932 para combater os efeitos da Grande Depress\u00e3o.{{sfn|Tooze|2006|pp=49}}\n\nHitler nomeou [[Hjalmar Schacht]], ex-membro do Partido Democrata Alem\u00e3o, como presidente do [[Reichsbank]] em 1933 e Ministro da Economia em 1934.{{sfn|DeLong|1997}} As pol\u00edticas adotadas por ele inclu\u00edam programas de grandes obras p\u00fablicas - como a constru\u00e7\u00e3o da rede de estradas [[Autobahn]] - para estimular a economia e diminuir o desemprego.Tooze, \"The Wages of Destruction,\" 2007. Print. Esses planos, cujos cr\u00e9ditos foram tomados pelos nazistas, foram elaborados durante a [[Rep\u00fablica de Weimar]], na presid\u00eancia do conservador [[Paul von Hindenburg]].W. Dick; A. Lichtenberg (4 August 2012). \"The myth of Hitler's role in building the German autobahn\". Deutsche Welle. Retrieved 4 August 2012. [[Hjalmar Schacht]] criou um plano de d\u00e9ficit financeiro no qual o capital projetado era pago atrav\u00e9s da emiss\u00e3o de notas promiss\u00f3rias, as quais podiam ser usadas para efetuar neg\u00f3cios entre companhias.{{citar livro|\u00faltimo =Overy|primeiro =prepared by R.J.|t\u00edtulo=The Nazi economic recovery 1932-1938|ano=1996|publicado=Cambridge Univ. Press|local=Cambridge [u.a.]|isbn=0521557674|p\u00e1ginas=42|edi\u00e7\u00e3o=2.}} Esse mecanismo foi extremamente \u00fatil em permitir que a Alemanha prosseguisse com seu projeto de remilitariza\u00e7\u00e3o discretamente, j\u00e1 que as notas promiss\u00f3rias emitidas n\u00e3o constavam no or\u00e7amento federal.William L. Shirer, ''The Rise and Fall of the Third Reich: A History of Nazi Germany'', New York, NY, Simon & Schuster, 2011, p. 260 Quando as notas eram apresentadas para pagamento, o [[Reichsbank]] imprimia o dinheiro. Isso se provou falho em 1938, quando uma grande quantidade de notas promiss\u00f3rias de cinco anos foram utilizadas. O governo teve que usar m\u00e9todos \"altamente duvidosos\", nos quais \"bancos foram for\u00e7ados a comprar t\u00edtulos do governo, o qual utilizou dinheiro de poupan\u00e7as e companhias de seguro\" afim de pagar os detentores das notas promiss\u00f3rias, devido principalmente a escassez de reservas de moeda.[[Martin Kitchen]], ''A History of Modern Germany 1800-2000, Maden, MA, Blackwell Publishing'', 2006, p. 284 Enquanto isso, a administra\u00e7\u00e3o de Schacht alcan\u00e7ou uma r\u00e1pida diminui\u00e7\u00e3o na taxa de desemprego, a maior registrada durante a Grande Depress\u00e3o. {{sfn|DeLong|1997}} Em 1938 o desemprego estava praticamente extinto.{{citar livro|\u00faltimo =Lee|primeiro =Stephen|t\u00edtulo=Weimar and Nazi Germany|ano=1996|publicado=Heinemann|local=Oxford|isbn=043530920X|p\u00e1gina=85}}\n\nA maior prioridade econ\u00f4mica do governo nazista, a qual o diferencia de outros governos alem\u00e3es, era reconstruir o poderio militar da Alemanha em prepara\u00e7\u00e3o para uma eventual guerra para conquistar o [[Lebensraum]] (\"espa\u00e7o da vida\") ao Leste. {{sfn|Tooze|2006|pp=38}} Logo, no come\u00e7o do seu governo, Hitler dizia que \"o futuro da Alemanha dependia exclusivamente e somente na reconstru\u00e7\u00e3o do [[Wehrmacht]]. Todas as outras atividades deviam ceder lugar \u00e0 remilitariza\u00e7\u00e3o\" e \"caso haja conflito entre demandas do Wehrmacht e demandas de outros prop\u00f3sitos, os interesses do Wehrmacht devem ter prioridade em todos os casos.\"{{sfn|Tooze|2006|pp=38}} Essa pol\u00edtica foi implementada imediatamente, com o r\u00e1pido crescimento de gastos militares, os quais eram muito maiores do que gastos relacionados a programas de cria\u00e7\u00e3o de emprego. Em meados de Junho de 1933, predi\u00e7\u00f5es de gastos militares para aquele ano eram tr\u00eas vezes maiores do que todos os gastos de medidas relacionadas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de emprego de 1932 e 1933 juntas.{{sfn|Tooze|2006|pp=55}} A Alemanha Nazista aumentou seus gastos militares de maneira t\u00e3o intensa que estes passaram de 1% a 10% da renda nacional nos primeiros dois anos do regime.{{sfn|Tooze|2006|pp=66}} Em 1944 esse gastou chegou a um pico de 75%.Evans, Richard J., ''The Third Reich at War'' (New York: Penguin, 2008), p. 333.\n\nUm ambicioso planejamento financeiro destinado \u00e0 remilitariza\u00e7\u00e3o foi elaborado pelo governo nazista em Junho de 1933. Schacht destinou em torno de 35 bilh\u00f5es de [[Reichsmark]]s, os quais foram gastos ao longo de oito anos, para despesas militares. {{sfn|Tooze|2006|pp=53}} Para fins de compara\u00e7\u00e3o, toda a renda nacional da Alemanha em 1933 equivalia a 43 bilh\u00f5es de Reichsmarks. Dessa maneira, \u00e9 clara a proposta do governo de tornar o setor militar o maior foco da economia.{{sfn|Tooze|2006|pp=54}} Em Abril, gastos militares receberam autoriza\u00e7\u00e3o para serem dispensados de processos padr\u00f5es de supervis\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria. {{sfn|Tooze|2006|pp=54}} As obriga\u00e7\u00f5es decorrentes de tratados internacionais n\u00e3o permitiam tais investimentos no setor militar em tamanha quantidade. Logo, Hitler se retirou das reuni\u00f5es de Genebra e das [[Liga das na\u00e7\u00f5es|Liga das Na\u00e7\u00f5es]] em Outubro de 1933. .{{sfn|Tooze|2006|pp=56}} O governo alem\u00e3o temeu que tal ato pudesse provocar uma guerra com a Fran\u00e7a a qualquer momento, mas isso n\u00e3o ocorreu. De qualquer maneira, o medo de que a guerra pudesse acontecer antes que a Alemanha estivesse preparada serviu para criar uma sensa\u00e7\u00e3o de urg\u00eancia, a qual refor\u00e7ou os planos de remilitariza\u00e7\u00e0o.{{sfn|Tooze|2006|pp=56}} O ex\u00e9rcito e a marinha rapidamente se preparam para expandir sua capacidade e m\u00e3o de obra. Planos foram feitos para construir secretamente uma base a\u00e9rea (ato proibido pelo [[Tratado de Versalhes (1919)]]) e para a introdu\u00e7\u00e3o do alistamento no ex\u00e9rcito nos dois anos seguintes, com o intuito de aumentar o contingente do ex\u00e9rcito para 300,000 soldados (tamb\u00e9m uma viola\u00e7\u00e3o do Tratado de Versalhes).{{sfn|Tooze|2006|pp=57}} Num primeiro momento, a marinha n\u00e3o se viu t\u00e3o beneficiada nos planos de remilitariza\u00e7\u00e3o de Hitler, pois este desejava travar uma guerra em terra firme na Europa e at\u00e9 almejava uma alian\u00e7a com o Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico, por meio da qual este manteria o controle dos mares. Contudo, ap\u00f3s insist\u00eancias feitas pelo almirante [[Erich Raeder]], medidas para a expans\u00e3o da marinha foram aprovadas em 1934. Isto incluiu um planejamento para a constru\u00e7\u00e3o de 8 encoura\u00e7ados (Versalhes permitiam um m\u00e1ximo de 6), 3 porta-avi\u00f5es, 8 cruzeiros (Versalhes permitia 6), 48 contratorpedeiros (Versalhes permitiram 12) e 72 submarinos (completamente proibidos pelo tratado).{{sfn|Tooze|2006|pp=58-59}} O tamanho sem precedentes do or\u00e7amento militar era imposs\u00edvel de ser escondido de fiscais internacionais. Todavia, Hitler argumentava que a Alemanha estava \"comprometida apenas na manuten\u00e7\u00e3o de setores essenciais e em gastos com renova\u00e7\u00f5es\".{{sfn|Tooze|2006|pp=59}}\n\nO enorme aumento dos gastos militares foi financiado em grande parte atrav\u00e9s de d\u00edvidas, incluindo notas promiss\u00f3rias. Entre 1933 e 1939, a receita total do governo alem\u00e3o somou 62 bilh\u00f5es de Reichsmarks, enquanto seus gastos, dos quais 60% representavam despesas relacionadas \u00e0 remilitariza\u00e7\u00e3o, ultrapassavam 101 bilh\u00f5es, o que aumentou a divida nacional, a qual chegou a alcan\u00e7ar o valor de 38 bilh\u00f5es.[https://web.archive.org/web/20110901034600/http://varldenshistoria.se/files/bonnier-his/pdf/SHIS_0731.pdf VarldensHistoria.se: \"Frihet, j\u00e4mlikhet och NAZISM\"] (PDF).H .P. Willmott ''World War II'', p. 18. [[Joseph Goebbels]], que chegou a zombar de experts financeiros do governo, mas expressou preocupa\u00e7\u00e3o sobre o grande d\u00e9ficit no seu di\u00e1rio.G\u00f6tz Aly, ''Hitler\u2019s Beneficiaries: Plunder, Racial War, and the Nazi Welfare State'', New York, NY, Metropolitan Books, 2007, p. 39 Hitler e sua equipe econ\u00f4mica esperavam que a expans\u00e3o territorial fosse capaz de pagar a d\u00edvida adquirida atrav\u00e9s das riquezas e m\u00e3o de obra das na\u00e7\u00f5es conquistadas.{{sfn|Evans|2005|p=345}}\n\nFoi criada uma elaborada burocracia afim de regular importa\u00e7\u00f5es de mat\u00e9rias-primas e bens manufaturados, cujo objetivo era eliminar a competi\u00e7\u00e3o estrangeira no mercado alem\u00e3o e melhorar a [[balan\u00e7a de pagamentos]]. Os nazistas encorajaram o desenvolvimento de substitutos sint\u00e9ticos para materiais como derivados do petr\u00f3leo. {{sfn|Tooze|2006|p=131}} Devido ao cen\u00e1rio de oferta abundante e baixo pre\u00e7o do petr\u00f3leo, em 1933 o governo nazista fez um acordo de divis\u00e3o de lucros com a empresa qu\u00edmica [[IG Farben]], garantindo a estes um retorno de 5% sobre o capital investido na sua planta de derivados sint\u00e9ticos de petr\u00f3leo. Qualquer lucro acima dessa quantia seria direcionado ao governo. Em 1936, a empresa qu\u00edmica se arrependeu de tal acordo, j\u00e1 que o excesso de lucros foi destinado ao governo. {{sfn|Tooze|2006|pp=106, 117\u2013118}}\n\nEm Junho de 1933, o chamado \"Programa Reinhadt\" para o desenvolvimento de infraestrutura foi apresentado. Ele continha incentivos indiretos, como redu\u00e7\u00f5es de impostos, com investimentos p\u00fablicos diretos em canais, ferrovias e rodovias. {{sfn|Braun|1990|p=83}} Iniciativas similares foram apresentadas logo depois, o que resultou numa intensa expans\u00e3o da ind\u00fastria de constru\u00e7\u00e3o alem\u00e3. Entre 1933 e 1936, o n\u00famero de empregados no setor de constru\u00e7\u00f5es aumentou de apenas 666,000 para 2,000,000.{{sfn|Braun|1990|p=84}} Carros e outras formas de transportes motorizados se tornaram cada vez mais atraentes \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, o que causou um boom na ind\u00fastria de motores alem\u00e3. {{sfn|Braun|1990|pp=83\u201384}} Todavia, a tentativa da Alemanha de chegar \u00e0 autossufici\u00eancia significava impor restri\u00e7\u00f5es sobre moedas estrangeiras, o que causou excassez de produtos como borracha e combust\u00edvel para usos civis em 1939 e resultou em \"dr\u00e1sticas redu\u00e7\u00f5es no uso de ve\u00edculos motorizados\". {{sfn|Evans|2005|pp=364}}\n\nUma das raz\u00f5es para a pol\u00edtica de privatiza\u00e7\u00e3o adotada pelos nazistas era sedimentar a parceria entre governo e interesses privados.{{citar web|url=http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf|t\u00edtulo=Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany|acessodata=30 de mar\u00e7o de 2014|autor =Germ\u00e0 Bel|data=13 de novembro de 2004|formato=PDF|obra=[[University of Barcelona]]|publicado=IREA|p\u00e1gina=18}} Outro motivo foi o aspecto financeiro. Gra\u00e7as aos grandes gastos no setor militar, privatiza\u00e7\u00f5es foram uma das maneiras arrecadar fundos.{{citar web|url=http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf|t\u00edtulo=Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany|acessodata=30 de mar\u00e7o de 2014|autor =Germ\u00e0 Bel|data=13 de novembro de 2004|formato=PDF|obra=[[University of Barcelona]]|publicado=IREA|p\u00e1gina=22}} Entre os anos fiscais de 1934-35 e 1937-38, privatiza\u00e7\u00f5es representaram 1.4% da receita do governo.{{citar web|url=http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf|t\u00edtulo=Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany|acessodata=30 de mar\u00e7o de 2014|autor =Germ\u00e0 Bel|data=13 de novembro de 2004|formato=PDF|obra=[[University of Barcelona]]|publicado=IREA|p\u00e1gina=11}} Tamb\u00e9m houve motiva\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas. A ideologia nazista considerava o empreendedorismo muito importante, com \"a propriedade privada vista como essencial para o desenvolvimento da criatividade de membros da ra\u00e7a germ\u00e2nica com o melhor dos interesses do povo em mente\".{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=408}} Lideran\u00e7as nazistas acreditavam que \"a propriedade privada em si gerava incentivos para que gastos fossem mais eficientes e progressos t\u00e9cnicos ocorressem\".{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=408}} Hitler utilizou argumentos do [[Darwinismo social|Darwinismo Social]] para justificar essas medidas. Ele acreditava que \"uma administra\u00e7\u00e3o burocr\u00e1tica da economia\" preservava os fracos e \"representava um fardo para ind\u00fastrias\".{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=409}}\n\nA situa\u00e7\u00e3o da [[agricultura]] na Rep\u00fablica de Weimar e em grande parte do mundo era muito ruim. Na Alemanha as d\u00edvidas dos agricultores subiram para 12 bilh\u00f5es, os [[juro]]s destas d\u00edvidas, retiravam 14% de toda a renda agr\u00edcola, os agricultores deixaram de arrecadar um bilh\u00e3o de [[Marco alem\u00e3o|marcos]] em [[1924]]-[[1925]]. O partido nazista sempre desejou conquistar os agricultores, o ponto 17 do partido prometia-lhes \"a reforma agr\u00e1ria (\u2026), uma lei para o confisco de terra, sem indeniza\u00e7\u00e3o, para fins comuns, a aboli\u00e7\u00e3o dos juros sobre os empr\u00e9stimos agr\u00edcolas, e medidas para evitar a especula\u00e7\u00e3o (\u2026) sobre a terra\". Essas promessas (com exce\u00e7\u00e3o da \u00faltima) nunca foram cumpridas.\n[[Ficheiro:Bundesarchiv_Bild_183-2008-0922-501,_Robert_Ley.jpg|liga\u00e7\u00e3o=https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Bundesarchiv_Bild_183-2008-0922-501,_Robert_Ley.jpg|direita|miniaturadaimagem|227x227px|Robert Ley, chefe da [[Frente Alem\u00e3 para o Trabalho]].]]\nEntretanto o regime nazista come\u00e7ou um novo programa agr\u00edcola chefiado por [[Richard Walter Darr\u00e9]], Ministro da Alimenta\u00e7\u00e3o e da Agricultura, sob o slogan ''[[Blut und Boden]]'' (''Sangue e Solo''),{{citar web|url=http://www.ipv.pt/millenium/millenium25/25_17.htm|t\u00edtulo=No Tempo em que n\u00e3o Havia Erasmus|acessodata=17-01-2009|publicado=Millenium, n.\u00ba 25|autor=Vasco Oliveira e Cunha|ano=2002|cita\u00e7\u00e3o=Na sua teoria do '''Sangue e do Solo''' (Blut und Boden), identifica-se o sangue n\u00f3rdico e o solo alem\u00e3o.|mes=janeiro}} Darr\u00e9 foi um not\u00e1vel especialista no assunto, j\u00e1 tendo servido nos minist\u00e9rios da [[Pr\u00fassia]] e do Reich, demitido por disputas com seus colegas, e escritor do livro \"''O lavrador como fonte vital da ra\u00e7a n\u00f3rdica''\". D\u00e1rre decretou duas leis b\u00e1sicas em setembro que reorganizaram a estrutura da produ\u00e7\u00e3o e venda no mercado, visando assegurar altos pre\u00e7os para os agricultores, e melhorando a renda do campon\u00eas. Tamb\u00e9m decretou uma medida de \u00e2mbito [[Feudalismo|feudal]], a Lei da Fazenda Heredit\u00e1ria de 29 de setembro de 1933, onde todas as fazendas com at\u00e9 308 [[acre]]s (125 [[hectar]]es), capazes de sustentar uma fam\u00edlia, foram consideradas fazendas heredit\u00e1rias, que n\u00e3o poderiam ser vendidas, divididas, [[hipoteca]]das ou executadas por d\u00edvidas, com a morte do propriet\u00e1rio elas deviam ser passadas a um filho ou parente masculino mais pr\u00f3ximo. O propriet\u00e1rio n\u00e3o poderia deix\u00e1-las para trabalhar em outro local. Somente um cidad\u00e3o alem\u00e3o que tivesse condi\u00e7\u00e3o de provar sua pureza racial desde o [[s\u00e9culo XIX]] podia possuir uma fazenda, sendo chamado de ''Bauer'' ([[Campon\u00eas]]), t\u00edtulo que ele perderia se deixasse de cumprir a lei ou n\u00e3o trabalhasse na fazenda, mesmo que por quest\u00f5es de sa\u00fade ou defici\u00eancia, essa lei era largamente desobedecida, estima-se que de 1933-1939 1,3 milh\u00e3o der agricultores deixaram suas fazendas para procurar empregos na ind\u00fastria e com\u00e9rcio.\n\nD\u00e1rre tamb\u00e9m criou o ''Departamento de Fomento Agr\u00edcola do Reich'', que mantinha controle total sobre a agricultura e cujos dois principais objetivos eram obter pre\u00e7os est\u00e1veis e lucrativos para o agricultor e tornar a Alemanha auto-suficiente em alimentos. O primeiro objetivo foi atingido nos dois primeiros anos do regime nazista, onde os produtos agr\u00edcolas aumentaram 20% (os vegetais, [[latic\u00ednio]]s e o [[gado]] tiveram um aumento relativamente maior)\n\n=== Privatiza\u00e7\u00f5es e rela\u00e7\u00f5es com empres\u00e1rios ===\nA Grande Depress\u00e3o estimulou o aumento da propriedade estatal na maioria dos pa\u00edses capitalistas ocidentais. Isso tamb\u00e9m aconteceu na Alemanha durante os \u00faltimos anos da Rep\u00fablica de Weimar. No entanto, privatiza\u00e7\u00f5es em massa foram feitas quando os nazistas tomaram o poder. Diversos bancos, estaleiros, ferrovias, organiza\u00e7\u00f5es de bem-estar social, entre outros, foram privatizados.{{citar web|url=http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf|t\u00edtulo=Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Germ\u00e0 Bel|data=13 de novembro de 2004|formato=PDF|obra=[[University of Barcelona]]|publicado=IREA}} O governo nazista acreditava que empreendimentos deveriam estar nas m\u00e3os de empresas privadas sempre que poss\u00edvel.{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=406}} Propriedades estatais foram evitadas, com exce\u00e7\u00e3o de quando eram absolutamente necess\u00e1rias para assuntos relacionados \u00e0 remilitariza\u00e7\u00e3o e esfor\u00e7os de guerra, sendo que mesmo nesses casos \"o Reich frequentemente insistiu na inclus\u00e3o de uma cl\u00e1usula em contratos a qual permitia \u00e0 empresa que estava operando a planta compr\u00e1-la\".Christoph Buchheim, and Jonas Scherner. [http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry]. Cambridge University Press, 2006. p. 406. Entre as companhias privatizadas, estavam os quatro maiores bancos comerciais da Alemanha.{{citar web|url=http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf|t\u00edtulo=Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Germ\u00e0 Bel|data=13 de novembro de 2004|formato=PDF|obra=[[University of Barcelona]]|publicado=IREA|p\u00e1gina=7}}{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=406}} Outras empresas privatizadas foram Deutsche Reichsbahn (empresa ferrovi\u00e1ria e maior empreendimento p\u00fablico do mundo na \u00e9poca), Vereinigte Stahlwerke A.G. (segunda maior sociedade an\u00f4nima da Alemanha) e Vereinigte Oberschlesische H\u00fcttenwerke AG (ind\u00fastria de a\u00e7o). O governo tamb\u00e9m vendeu v\u00e1rias empresas de constru\u00e7\u00e3o naval e beneficiou servi\u00e7os privados \u00e0s custas de empresas de servi\u00e7os p\u00fablicos de propriedade municipal.{{citar web|url=http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf|t\u00edtulo=Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Germ\u00e0 Bel|data=13 de novembro de 2004|formato=PDF|obra=[[University of Barcelona]]|publicado=IREA|p\u00e1gina=7}} Servi\u00e7os p\u00fablicos antes executados pelo governo tamb\u00e9m foram privatizados, especialmente servi\u00e7os sociais, cuja administra\u00e7\u00e3o passou a ser feita por empresas afiliadas ao partido nazista e tinham o compromisso de promover pol\u00edticas raciais.{{citar web|url=http://www.ub.edu/graap/nazi.pdf|t\u00edtulo=Against the mainstream: Nazi privatization in 1930s Germany|acessodata=30 de mar\u00e7o de 2014|autor =Germ\u00e0 Bel|data=13 de novembro de 2004|formato=PDF|obra=[[University of Barcelona]]|publicado=IREA|p\u00e1gina=2}}\n\nMuitos l\u00edderes empresariais foram favor\u00e1veis \u00e0 ascens\u00e3o de Hitler devido \u00e0s suas posi\u00e7\u00f5es anti-comunistas e anti-sindicalista.William L. Shirer, ''The Rise and Fall of the Third Reich: A History of Nazi Germany'', New York, NY, Simon & Schuster, 2011, p. 261 No m\u00eas seguinte \u00e0 sua nomea\u00e7\u00e3o como chanceler, Hitler fez um apelo pessoal a grandes empres\u00e1rios alem\u00e3es para que estes ajudassem a financiar o partido nazista nos meses cruciais que se seguiriam. Ele afirmava que deveria ser apoiado ao estabelecer uma ditadura pois \"a iniciativa privada n\u00e3o pode ser mantida em tempos de democracia\" e que esta eventualmente levaria ao comunismo.{{sfn|Tooze|2006|pp=99}} Nas semanas que seguiram, o [[partido nazista]] recebeu doa\u00e7\u00f5es de dezessete grupos empresariais diferentes, sendo a maior proveniente da [[IG Farben]] e do [[Deutsche Bank]]. {{sfn|Tooze|2006|pp=100}} Muitos desses neg\u00f3cios continuaram a apoiar Hitler durante a guerra e at\u00e9 lucraram com a persegui\u00e7\u00e3o feita contra os judeus. Sendo as mais famosas [[Krupp AG]], IG Farben e algumas grandes montadoras automobil\u00edsticas.Wiesen, Jonathan. \u201cGerman Industry and the Third Reich.\u201d Anti-Defamation League, 1 Jan. 2000, www.adl.org/news/op-ed/german-businesses-and-nazis. O historiador [[Adam Tooze]] escreveu que os empres\u00e1rios alem\u00e3es foram, dessa forma, \"parceiros na destrui\u00e7\u00e3o do pluralismo pol\u00edtico da Alemanha\". {{sfn|Tooze|2006|pp=101}} Em troca, dirigentes do setor empresarial foram agraciados com poderes sem precedentes para controlar sua for\u00e7a de trabalho, negocia\u00e7\u00f5es coletivas foram extintas e sal\u00e1rios foram congelados num patamar relativamente baixo. {{sfn|Tooze|2006|pp=102}} Lucros cresceram rapidamente, assim como investimentos privados.{{sfn|Tooze|2006|pp=114}}\n\nOs nazistas concederam milh\u00f5es de [[Marco (moeda)|marcos]] em cr\u00e9dito para empresas privadas.Mattogno, Carlo. Journal of Historical Review. Journal of Historical Review, 1990. Muitos empres\u00e1rios mantinha rela\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas com os nazistas,Wiesen, Jonathan. \u201cGerman Industry and the Third Reich.\u201d Anti-Defamation League, 1 Jan. 2000, www.adl.org/news/op-ed/german-businesses-and-nazis. principalmente com [[Heinrich Himmler]].Stallbaumer, L. M. \"Frederick Flick's Opportunism and Expediency\". Dimensions: A Journal of Holocaust Studies. Anti-Defamation League. 13 (2). A administra\u00e7\u00e3o de Hitler decretou em Outubro de 1937 uma pol\u00edtica que \"extinguia todas as corpora\u00e7\u00f5es com capital inferior a $40,000 e proibiu a cria\u00e7\u00e3o de novos empreendimentos cujo capital inicial fosse menor do que $200,000, o que rapidamente acabou com um quinto de todos os pequenos neg\u00f3cios do pa\u00eds\".[[William L. Shirer]], ''The Rise and Fall of the Third Reich: A History of Nazi Germany'', New York, NY, Simon & Schuster, 1960, p. 262 Em 15 de Julho de 1933, uma lei que obrigava a ades\u00e3o \u00e0 carteis foi aprovada. Em 1934 o [[Terceiro Reich]] ordenou a reorganiza\u00e7\u00e3o de todas as empresas e associa\u00e7\u00f5es comerciais e consolidou uma alian\u00e7a com o regime nazista.[[William L. Shirer]], ''The Rise and Fall of the Third Reich: A History of Nazi Germany'', New York: NY, Simon & Schuster, 1960, p. 262 O regime nazista fechou boa parte das bolsas de valores alem\u00e3s e \"limitou a distribui\u00e7\u00e3o de dividendos a 6 por cento\".Caroline Fohlin, ''Finance Capitalism and Germany's Rise to Industrial Power'', Cambridge University Press, 2007, p. 302 Em 1936, a Alemanha havia decretado leis que bloqueavam completamente o com\u00e9rcio de a\u00e7\u00f5es estrangeiras por cidad\u00e3os.Caroline Fohlin, ''Finance Capitalism and Germany's Rise to Industrial Power'', Cambridge University Press, 2007, pp. 302-303 Tais a\u00e7\u00f5es continham sinais de [[Antissemitismo]] e iam na dire\u00e7\u00e3o de uma economia de guerra, com a cren\u00e7a que o mercado de a\u00e7\u00f5es era operado por judeus.\n[[Ficheiro:Bundesarchiv Bild 146-2007-0056, IG-Farbenwerke Auschwitz.jpg|250px|miniaturadaimagem|esquerda|Uma f\u00e1brica da [[IG Farben]] no campo de concentra\u00e7\u00e3o de Monowitz.]]\nA retorica do regime nazista nazista defendia que empresas privadas alem\u00e3s seriam protegidas e beneficiadas, desde que apoiassem os objetivos econ\u00f4micos do governo - normalmente relacionados \u00e0 ind\u00fastria militar - mas as mesmas poderiam enfrentar duras penalidades caso fossem contra o interesse nacional. No entanto, tais amea\u00e7as raramente se concretizavam, pois \"companhias normalmente podiam recusar um contrato do estado sem grandes consequ\u00eancias\".{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=401}} Em muitas ocasi\u00f5es empresas privadas recusaram contratos do governo. Em 1937, de Wendel (empresa de minera\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o) recusou construir uma planta de hidrogena\u00e7\u00e3o. Em 1939, IG Farben recusou um pedido do governo para aumentar sua produ\u00e7\u00e3o de determinado material e tamb\u00e9m se recusou a investir numa f\u00e1brica de borracha sint\u00e9tica, mesmo esta sendo um projeto importante para o regime. Froriep GmbH, que produzia m\u00e1quinas para a ind\u00fastria de armas, teve suas demandas de cr\u00e9dito mais barato atendidas pelo governo com a amea\u00e7a de reduzir investimentos caso contr\u00e1rio.{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=401-402}} O governo normalmente utilizava estrat\u00e9gias de incentivos monet\u00e1rios, como lucro garantido, para persuadir empresas a apoiarem seus objetivos e liberdades contratuais eram geralmente respeitadas, mesmo em projetos importantes para a guerra.{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=403}} De acordo com os historiadores Cristoph Buchheim e Jonas Schemer, as raz\u00f5es pelas quais algumas vezes esses incentivos eram recusados tinham como raiz considera\u00e7\u00f5es sobre lucrabilidade a longo prazo. Muitas empresas temiam uma expans\u00e3o demasiada que poderia se tornar um problema caso o boom armamentista chegasse a um fim. Elas n\u00e3o desejavam se comprometer demais a uma produ\u00e7\u00e3o relacionada \u00e0 guerra a longo prazo.{{citar web|url=http://piketty.pse.ens.fr/files/capitalisback/CountryData/Germany/Other/Pre1950Series/RefsHistoricalGermanAccounts/BuchheimScherner06.pdf|t\u00edtulo=The Role of Private Property in the Nazi Economy: The Case of Industry|acessodata=10 de agosto de 2018|autor =Christoph Buchheim and Jonas Scherner|data=junho de 2006|formato=PDF|obra=The Journal of Economic History|publicado=Cambridge University Press|p\u00e1gina=399}}\n\n=== Pol\u00edticas sociais ===\n\nOs nazistas eram contr\u00e1rios ao [[Estado de bem-estar social]] em princ\u00edpio. Ao inv\u00e9s disso, eles seguiam o conceito de darwinismo social que diz que os fracos deveriam perecer.{{sfn|Evans|2005|pp=483-484}} Por acreditarem nesses princ\u00edpios, os nazistas repudiavam a Rep\u00fablica de Weimar assim como organiza\u00e7\u00f5es de caridade, os acusando de ajudar pessoas consideradas racialmente inferiores e fracas, as quais deveriam ser exclu\u00eddas atrav\u00e9s do processo de sele\u00e7\u00e3o natural.{{sfn|Evans|2005|pp=484}} No entanto, confrontados com desemprego em massa e pobreza surgidos a partir da Grande Depress\u00e3o, os nazistas institu\u00edram institui\u00e7\u00f5es de caridade afim de ajudar alem\u00e3es \"racialmente puros\", com o intuito de manter o apoio da popula\u00e7\u00e3o e argumentando que tal medida representava uma \"ajuda para a pr\u00f3pria ra\u00e7a\" e n\u00e3o caridade indiscriminada ou bem estar social universal. {{sfn|Evans|2005|pp=484-485}} Portanto, programas como ''Winterhilfswerk e Nationalsozialistische'' foram elaborados de maneira similar a institui\u00e7\u00f5es privadas, oficialmente sendo dependentes de doa\u00e7\u00f5es de alem\u00e3es para fornecer ajuda \u00e0queles racialmente semelhantes - embora na pr\u00e1tica aqueles que se recusassem a doar poderiam enfrentar consequ\u00eancias severas{{sfn|Evans|2005|pp=486-487}}. Ao contr\u00e1rio dos programas sociais da Rep\u00fablica de Weimar e de institui\u00e7\u00f5es de caridade alem\u00e3es, os programas assistenciais nazistas eram fornecidos a partir de crit\u00e9rios raciais. Para poder fazer parte do programa, o indiv\u00edduo deveria ser \"racialmente puro, capaz, politicamente confi\u00e1vel, estar disposto a trabalhar e ter inten\u00e7\u00e3o de capacidade de se reproduzir\". N\u00e3o-arianos foram exclu\u00eddos, assim como doentes.{{sfn|Evans|2005|pp=489}} Esfor\u00e7os bem sucedidos foram feitos afim incentivar mulheres da classe m\u00e9dia a trabalhar em programas sociais que auxiliavam grandes fam\u00edlias.Richard Grunberger, ''The 12-Year Reich'', p. 46, {{ISBN|003-076435-1}} Tais programas tamb\u00e9m ajudaram a servir de propaganda para ganhar a simpatia da popula\u00e7\u00e3o.Richard Grunberger, ''The 12-Year Reich'', p. 79, {{ISBN|003-076435-1}} Enquanto isso, al\u00e9m de n\u00e3o receber aux\u00edlio desses programas, deficientes e moradores de rua foram ativamente perseguidos, sendo taxados como \"vida n\u00e3o merecedora de vida\" ou de \"bocas in\u00fateis\".''[http://www.ushmm.org/information/exhibitions/online-exhibitions/special-focus/nazi-persecution-of-the-disabled Nazi Persecution of the Disabled: Murder of the \u201cUnfit\u201d]'', United States Holocaust Memorial Museum\n\nO governo nazista baniu todos os sindicatos que existiam antes deles chegarem ao poder, e os substituiu pela [[Frente Alem\u00e3 para o Trabalho]] (DAF), controlada pelo partido nazista.Edmund Clingan, ''Introduction to Modern Western Civilization'', Bloomington: IN, iUnivere, 2011, p. 207 Eles tamb\u00e9m proibiram greves e protestos.[[Richard Bessel]], ''Nazism and the War'', New York: NY, Modern Library, 2006, p. 67 O principal objetivo da Frente Alem\u00e3 para o Trabalho n\u00e3o era de proteger os trabalhadores, mas sim de aumentar a produ\u00e7\u00e3o, sendo constitu\u00edda por patr\u00f5es e empregados.William L. Shirer, ''The Rise and Fall of the Third Reich: A History of Nazi Germany'', New York, NY, Simon & Schuster, 2011, p. 263 O jornalista e historiador [[William L. Shirer]] escreveu que \"a DAF era uma grande organiza\u00e7\u00e3o de propaganda... uma fraude gigantesca\".William L. Shirer, ''The Rise and Fall of the Third Reich: A History of Nazi Germany'', New York, NY, Simon & Schuster, 2011, p. 263 A renda anual das contribui\u00e7\u00f5es obrigat\u00f3rias dos oper\u00e1rios para Frente do Trabalho chegou a US$ 160 milh\u00f5es em 1937 e US$ 200 milh\u00f5es em 1939. A Frente do Trabalho n\u00e3o era uma organiza\u00e7\u00e3o independente, mas subordinada ao partido nazista, que conforme a lei de [[24 de outubro]] de 1933 deveria ser formada por funcion\u00e1rios do partido, da SA., SS., ou outros \u00f3rg\u00e3os nazistas.''[[Ascens\u00e3o e queda do Terceiro Reich]] Triunfo e Consolida\u00e7\u00e3o 1933-1939''. [http://www.cristoraul.com/ENGLISH/readinghall/PDF-Modern-History/Shirer-TheRiseAndFallOfTheThirdReich.pdf Volume I.] {{Wayback|url=http://www.cristoraul.com/ENGLISH/readinghall/PDF-Modern-History/Shirer-TheRiseAndFallOfTheThirdReich.pdf|date=20170328232528}} [[William L. Shirer]]. Tradu\u00e7\u00e3o de Pedro Pomar. Agir Editora Ldta., [[2008]]. ISBN 978-85-220-0913-8\n\nA Lei Reguladora do Trabalho de 20 de janeiro de [[1934]], chamada de ''Carta do Trabalho'', cedeu vastos poderes ao patr\u00e3o, convertendo-o no \"l\u00edder da empresa\" e os empregados nos \"subordinados\" ou ''Gefolgschaft''. O par\u00e1grafo 2\u00ba dizia que \"o l\u00edder da empresa tomava as decis\u00f5es pelos empregados e trabalhadores, em todas as quest\u00f5es relacionadas com a empresa\", tamb\u00e9m estabelecia que o l\u00edder da empresa fosse \"respons\u00e1vel pela situa\u00e7\u00e3o dos oper\u00e1rios e funcion\u00e1rios\", estipulando tamb\u00e9m que \"os funcion\u00e1rios e trabalhadores devem-lhe [ao l\u00edder da empresa] fidelidade\". Os [[sal\u00e1rio]]s dos oper\u00e1rios eram fixados pelas juntas de trabalho, nomeadas pela Frente do Trabalho, que geralmente adotavam os valores de acordo com os desejos do patr\u00e3o, sendo que os oper\u00e1rios n\u00e3o eram consultados, embora depois de 1936, nas empresas de armamentos os patr\u00f5es desejassem aumentar o sal\u00e1rio a fim de atrair pessoal, mas os sal\u00e1rios foram mantidos baixos por ordem do Estado. Hitler era favor da conserva\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios baixos, tendo declarado no in\u00edcio do regime nazista \"''n\u00e3o permitir nenhum aumento do valor do sal\u00e1rio-hora, mas elevar o rendimento somente por um aumento da atividade''\".Citado por Neumann,em ''Behemoth'', p\u00e1gina 432\n\nEnquanto isso, a C\u00e2mara Econ\u00f4mica (cujo presidente foi indicado pelo ministro da economia do Reich) absorveu todas as c\u00e2maras de com\u00e9rcio existentes. Em 1934, esses dois grupos se fundiram de certa maneira quando a C\u00e2mara de Economia tamb\u00e9m se tornou o departamento econ\u00f4mico da DAF. Para isso, foi criado um conselho de administra\u00e7\u00e3o de representantes do Partido Nazista, da DAF e da C\u00e2mara de Economia para centralizar sua atividade econ\u00f4mica.Michael T. Florinsky, ''Fascism and National Socialism: A Study of the Economic and Social Policies of the Totalitarian State'' (1936) pp 102-5. [https://www.questia.com/library/24221/fascism-and-national-socialism-a-study-of-the-economic online]\n\nQuando se tratava de varejo e pequenos neg\u00f3cios, com o intuito de coordenar trabalhadores e pequenos empres\u00e1rios, foram criados conselhos de lojas e os chamados Tribunais de Honra para monitorar as unidades de varejo. Ao contr\u00e1rio do fascismo italiano, o nazismo via trabalhadores e patr\u00f5es em cada empresa como fam\u00edlias; cada um com pap\u00e9is diferentes. Isso pode ser visto em sua estrutura tribut\u00e1ria. Os nazistas permitiram que ind\u00fastrias deduzissem da sua receita tribut\u00e1vel todos os montantes usados para comprar novos equipamentos. Fam\u00edlias ricas que possu\u00edam uma empregada dom\u00e9stica foram autorizadas a contar a esta como dependente e usufruir do benef\u00edcio fiscal.Yeadon, Glen, and John Hawkins. The Nazi Hydra in America: Suppressed History of a Century. Progressive Press, 2008.\n\n=== Com\u00e9rcio exterior ===\nNa d\u00e9cada de 1930, os pre\u00e7os mundiais das mat\u00e9rias-primas (que constitu\u00edam a maior parte das importa\u00e7\u00f5es alem\u00e3s) estavam em ascens\u00e3o. Ao mesmo tempo, os pre\u00e7os mundiais de produtos manufaturados (principais exporta\u00e7\u00f5es da Alemanha) estavam caindo, o que tornava cada vez mais dif\u00edcil manter um balan\u00e7o de pagamentos. Um grande d\u00e9ficit comercial parecia quase inevit\u00e1vel, mas Hitler achou essa perspectiva inaceit\u00e1vel. A Alemanha come\u00e7ou a se afastar do com\u00e9rcio parcialmente livre na dire\u00e7\u00e3o da auto-sufici\u00eancia econ\u00f4mica.{{sfn|Braun|1990|p=86}}\n\nHitler estava ciente do fato de que a Alemanha n\u00e3o tinha reservas de mat\u00e9rias-primas e, portanto, a auto-sufici\u00eancia total era imposs\u00edvel. Assim, ele escolheu uma abordagem diferente. O governo nazista tentou limitar o n\u00famero de seus parceiros comerciais e, quando poss\u00edvel, negociar apenas com pa\u00edses dentro da esfera de influ\u00eancia alem\u00e3. Um certo n\u00famero de acordos comerciais bilaterais foram assinados entre a Alemanha e outros pa\u00edses europeus (principalmente pa\u00edses localizados no sul e sudeste da Europa) durante a d\u00e9cada de 1930. O governo alem\u00e3o incentivou fortemente o com\u00e9rcio com esses pa\u00edses, mas desestimulou o com\u00e9rcio com outros pa\u00edses.{{sfn|Braun|1990|p=101}}\n\nNo final da d\u00e9cada de 1930, o objetivos da pol\u00edtica comercial alem\u00e3 era usar o seu poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico para tornar os pa\u00edses do sul da Europa e os B\u00e1lc\u00e3s dependentes da Alemanha. A economia alem\u00e3 obteria mat\u00e9rias-primas daquela regi\u00e3o, e os pa\u00edses em quest\u00e3o receberiam produtos manufaturados alem\u00e3es em troca.{{sfn|Braun|1990|p=102}}A Alemanha tamb\u00e9m alavancaria rela\u00e7\u00f5es comerciais produtivas com a Espanha, a Su\u00ed\u00e7a e a Su\u00e9cia em \u00e1reas que v\u00e3o desde importa\u00e7\u00f5es de min\u00e9rio de ferro at\u00e9 servi\u00e7os de compensa\u00e7\u00e3o e pagamento.{{citar web|\u00faltimo1 =Golson|primeiro1 =Eric|t\u00edtulo=The Economics of Neutrality|url=http://etheses.lse.ac.uk/178/1/Golson_The_Economics_of_Neutrality.pdf|formato=PDF}} Ao longo da d\u00e9cada de 1930, as empresas alem\u00e3s tamb\u00e9m foram incentivadas a formar cart\u00e9is, monop\u00f3lios e oligop\u00f3lios, cujos interesses eram ent\u00e3o protegidos pelo Estado,{{sfn|Schweitzer|1964|p=265}} muito embora segundo [[Franz Neumann|Neumman]] o nazismo n\u00e3o era estruturado ou definido pela via estatal.[https://periodicos.ufsc.br/index.php/ethic/article/viewFile/1677-2954.2012v11n3p299/23928 FRANZ NEUMANN E O NAZISMO COMO A DESTRUI\u00c7\u00c3O DO ESTADO]\n\n=== Preparativos para guerra ===\nEm 1936, depois de anos de limita\u00e7\u00f5es impostas pelo Tratado de Versalhes, os gastos militares na Alemanha aumentaram para 10% do PIB, acima de qualquer outro pa\u00eds europeu na \u00e9poca e, a partir de 1936, at\u00e9 mais do que os investimentos civis.{{sfn|Braun|1990|p=85}} Hitler enfrentou uma escolha entre recomenda\u00e7\u00f5es conflitantes. De um lado, um grupo tecnocr\u00e1tico do \"livre mercado\" no governo, centrado no presidente do [[Reichsbank]], [[Hjalmar Schacht]], no ministro da Economia [[Walther Funk]] e no comiss\u00e1rio do Price, Dr. [[Carl Friedrich Goerdeler]], exigindo gastos militares reduzidos, livre com\u00e9rcio e modera\u00e7\u00e3o na interven\u00e7\u00e3o do Estado na economia. Esse grupo foi apoiado por alguns dos principais executivos da Alemanha,como Hermann Duecher, da AEG, [[Robert Bosch]], da Robert Bosch GmbH, e Albert Voegeler, da Vereinigte Stahlwerke.{{sfn|Tooze|2006|p=217}} Do outro lado, o grupo mais politizado preferia pol\u00edticas de auto-sufici\u00eancia e manuten\u00e7\u00e3o dos gastos militares.{{sfn|Carr|1972|p=49-52}}Hitler hesitou antes de se aliar ao \u00faltimo grupo mencionado, o qual estava de acordo com seus princ\u00edpios ideol\u00f3gicos fundamentais do nazismo: o darwinismo social e as pol\u00edticas agressivas do Lebensraum. Assim, em agosto de 1936, Hitler emitiu seu \"Memorando\" solicitando a [[Hermann G\u00f6ring]] uma s\u00e9rie de planos anuais (o termo \"Plano de Quatro Anos\" foi cunhado somente em setembro) para mobilizar toda a economia nos pr\u00f3ximos quatro anos e torn\u00e1-la pronta para a guerra: maximizando pol\u00edticas de auto-sufici\u00eancia, mesmo a um alto custo para o povo alem\u00e3o, e tendo as for\u00e7as armadas totalmente operacionais e prontas no final do per\u00edodo de quatro anos.[[Richard Overy|R. J. Overy]], \"Misjudging Hitler\" pages 93\u2013115 from ''The Origins of the Second World War Reconsidered'' edited by Gordon Martel, Routledge: London, 1999 pp. 98\u20139.Kershaw, Ian ''Hitler Nemesis'' W.W. Norton: New York, New York, United States of America, 2000 p. 21.\n\n[[Richard Overy]] argumentara sobre a import\u00e2ncia do memorando pelo fato dele ter sido escrito pessoalmente por Hitler, quem n\u00e3o tinha o costume de escrever.[[Richard Overy|R. J. Overy]], \"Misjudging Hitler\" pages 93\u2013115 from ''The Origins of the Second World War Reconsidered'' edited by Gordon Martel Routledge: London, United Kingdom, 1999 page 98. O \"Memorando do Plano de Quatro Anos\" previa uma luta, a qual exigia um esfor\u00e7o total de rearmamento, independentemente dos custos econ\u00f4micos, iminente e apocal\u00edptica entre o \"bolchevismo judeu\" e o socialismo nacional alem\u00e3o.{{sfn|Carr|1972|pp=56\u201357}}\n\nHitler pediu que a Alemanha tivesse o \"primeiro ex\u00e9rcito\" do mundo em termos de poder de luta nos pr\u00f3ximos quatro anos e que \"a extens\u00e3o dos nossos recursos usados para o desenvolvimento militar n\u00e3o pode ser considerada grande demais, nem seu ritmo r\u00e1pido demais\" e o papel da economia era de simplesmente apoiar \"a auto-afirma\u00e7\u00e3o da Alemanha e a extens\u00e3o de seu Lebensraum\".[[Manfred Messerschmidt|Messerschmidt, Manfred]] \"Foreign Policy and Preparation for War\" from ''[[Germany and the Second World War]]'' Oxford: Oxford University Press, 1990 pages 623\u2013624[[Manfred Messerschmidt|Messerschmidt, Manfred]] \"Foreign Policy and Preparation for War\" from ''[[Germany and the Second World War]]'' Oxford: Oxford University Press, 1990 pages 623\u2013624 Hitler escreveu ainda que, dada a magnitude da luta iminente, as preocupa\u00e7\u00f5es expressas pelos membros do grupo do \"livre mercado\", como Schacht e Goerdeler, de que o n\u00edvel atual de gastos militares estava levando \u00e0 fal\u00eancia da Alemanha eram irrelevantes. Hitler escreveu que: \"Por mais equilibrado que seja o padr\u00e3o geral da vida de uma na\u00e7\u00e3o, deve haver, em determinados momentos, certas perturba\u00e7\u00f5es do equil\u00edbrio \u00e0 custa de outras tarefas menos vitais. Se n\u00e3o conseguirmos tornar o ex\u00e9rcito alem\u00e3o o mais poderoso do mundo o mais r\u00e1pido poss\u00edvel ... a Alemanha estar\u00e1 perdida! \"{{sfn|Tooze|2006|p=220}} e \"A na\u00e7\u00e3o n\u00e3o vive para a economia, para os l\u00edderes econ\u00f4micos, ou para as teorias econ\u00f4micas ou financeiras; pelo contr\u00e1rio, s\u00e3o as finan\u00e7as e a economia, os l\u00edderes e as teorias econ\u00f4micas, que devem existir para a luta pela autonomia e autoafirma\u00e7\u00e3o da nossa na\u00e7\u00e3o \".{{sfn|Tooze|2006|p=220}}\n\nA Alemanha j\u00e1 estava rapidamente se rearmando e militarizando antes de 1936. No entanto, foi em seu memorando de 1936 que Hitler deixou claro que esperava que a guerra fosse iminente. Ele argumentou que a economia alem\u00e3 \"deve estar preparada para a guerra dentro de quatro anos\".{{sfn|Evans|2005|pp=357}}A auto-sufici\u00eancia deveria ser perseguida de forma mais agressiva, e o povo alem\u00e3o teria que come\u00e7ar a fazer sacrif\u00edcios em seus h\u00e1bitos de consumo, a fim de permitir que suprimentos de alimentos e mat\u00e9rias-primas fossem utilizados para fins militares.{{sfn|Evans|2005|pp=357}} Numa reuni\u00e3o com seus principais conselheiros econ\u00f4micos em 1937, Hitler insistiu que a popula\u00e7\u00e3o da Alemanha havia crescido a ponto de a na\u00e7\u00e3o logo se tornar incapaz de se alimentar, ent\u00e3o a guerra pela conquista do Lebensraum na Europa Oriental devia ser travada o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. Portanto, se a pol\u00edtica de rearmamento causou problemas econ\u00f4micos, a resposta seria aprofundar essa pol\u00edtica ainda mais, para que a Alemanha ficasse pronta para a guerra mais r\u00e1pido, ao inv\u00e9s de reduzir os gastos militares.{{sfn|Evans|2005|pp=359-360}}Vendo que Hitler havia assumido essa posi\u00e7\u00e3o, Schacht renunciou ao cargo de Ministro da Economia em novembro de 1937, e a administra\u00e7\u00e3o da economia passou efetivamente para Hermann G\u00f6ring.{{sfn|Evans|2005|pp=360}}\n\n=== Debates entre historiadores ===\nUm grande debate entre historiadores sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a economia alem\u00e3 antes da guerra e a tomada de decis\u00f5es de pol\u00edtica externa foi feito no final dos anos 80, quando o historiador Timothy Mason alegou que uma crise econ\u00f4mica havia causado uma \"fuga para a guerra\" em 1939. Mason argumentou que a classe oper\u00e1ria alem\u00e3 era contra a ditadura nazista na superaquecida economia alem\u00e3 do final da d\u00e9cada de 1930.Perry, Matt \"Mason, Timothy\" pages 780-781 from ''The Encyclopedia of Historians and Historical Writing'' edited by Kelly Boyd, Volume 2, London: Fitzroy Dearborn Publishing, 1999 page 780 No entanto, a tese de Mason foi contestada pelo historiador Richard Overy, que escreveu que os problemas econ\u00f4micos da Alemanha n\u00e3o poderiam explicar a agress\u00e3o contra a Pol\u00f4nia e que as raz\u00f5es para a eclos\u00e3o da guerra foram escolhas ideol\u00f3gicas feitas pela lideran\u00e7a nazista. Para Overy, o problema com a tese de Mason era que ela se baseava em suposi\u00e7\u00f5es ausentes em registros.Mason, Tim & Overy, R.J. \"Debate: Germany, `domestic crisis\u2019 and the war in 1939\" from ''The Origins of The Second World War'' edited by Patrick Finney, Edward Arnold: London, United Kingdom, 1997, p.102. Overy argumentou que havia uma diferen\u00e7a entre as press\u00f5es econ\u00f4micas induzidas pelos problemas do Plano de Quatro Anos e os motivos econ\u00f4micos para a apropria\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria, dos materiais e das reservas dos na\u00e7\u00f5es vizinhas.[[Richard Overy|R. J. Overy]], \"Germany, \u2018Domestic Crisis\u2019 and War in 1939\" from ''The Third Reich'' edited by Christian Leitz Blackwell: Oxford, 1999 pp.117-118. Enquanto isso, Adam Tooze argumentou que, a partir de 1939, apesar dos sucessos militares no Ocidente, a economia alem\u00e3 tornou-se dependente de importa\u00e7\u00f5es vitais do Oriente.{{sfn|Tooze|2006|p=420}}Tooze viu isso como uma raz\u00e3o para Hitler atacar a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, porque \"o Terceiro Reich n\u00e3o tinha a inten\u00e7\u00e3o de cair numa esp\u00e9cie de depend\u00eancia humilhante que a Gr\u00e3-Bretanha agora ocupava em rela\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos, hipotecando seus ativos e vendendo seus bens e segredos simplesmente para sustentar seu esfor\u00e7o de guerra\".{{sfn|Tooze|2006|p=422}}At\u00e9 a [[Opera\u00e7\u00e3o Barbarossa]], a economia alem\u00e3 n\u00e3o podia \"ficar sem entregas sovi\u00e9ticas de petr\u00f3leo, gr\u00e3os e metais\".Ericson, Edward E. (1999), Feeding the German Eagle: Soviet Economic Aid to Nazi Germany, 1933\u20131941, Greenwood Publishing Group, {{ISBN|0-275-96337-3}}, pp. 202-205 O Plano de Quatro Anos foi discutido no controverso Memorando de Hossbach, que fornece os \"minutos\" de um dos informes de Hitler. O Plano de Quatro Anos expirou tecnicamente em 1940.{{sfn|Tooze|2006|p=423}}\n\n== Economia em tempos de guerra: 1939-1945 ==\n[[Ficheiro:Bundesarchiv Bild 185-12-13, Bremen, U-Bootbunker \"Valentin\", Bau.jpg|250px|miniaturadaimagem|Uma f\u00e1brica de submarinos em [[Bremen]], utilizando prisioneiros como for\u00e7a de trabalho.]]\n=== Condi\u00e7\u00f5es iniciais ===\nO in\u00edcio da guerra resultou num bloqueio brit\u00e2nico que restringiu seriamente o acesso alem\u00e3o aos mercados mundiais. Petr\u00f3leo, a\u00e7\u00facar, caf\u00e9, chocolate e algod\u00e3o eram todos extremamente escassos. A Alemanha usou a gaseifica\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o para substituir as importa\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo de forma limitada e contou com campos de petr\u00f3leo romenos em Ploiesti. A Alemanha dependia da Su\u00e9cia para a maioria de sua produ\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro e confiava na Espanha e em Portugal para fornecer tungst\u00eanio. A Su\u00ed\u00e7a continuou a negociar com a Alemanha e foi muito \u00fatil como um pa\u00eds neutro. At\u00e9 a declara\u00e7\u00e3o de guerra \u00e0 Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, o Terceiro Reich recebia grandes quantidades de gr\u00e3os e mat\u00e9rias-primas da URSS, que eles pagavam com m\u00e1quinas industriais, armas e at\u00e9 desenhos alem\u00e3es para um navio de guerra. Na primavera de 1940, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica pediu duas f\u00e1bricas de produtos qu\u00edmicos como compensa\u00e7\u00e3o pelas mat\u00e9rias-primas. O governo alem\u00e3o recusou, por insist\u00eancia dos militares.{{sfn|Tooze|2006|p=422}}\n\nO racionamento foi introduzido para os consumidores alem\u00e3es em 1939. No entanto, enquanto a Gr\u00e3-Bretanha imediatamente colocou sua economia em p\u00e9 de guerra assim que o conflito come\u00e7ou, enquanto que a Alemanha resistiu a medidas equivalentes at\u00e9 mais tarde na guerra. Por exemplo, os nazistas estavam relutantes em aumentar os impostos de cidad\u00e3os alem\u00e3es para pagar pela guerra, de modo que a principal taxa de imposto de renda em 1941 era de 13,7% na Alemanha, contra 23,7% na Gr\u00e3-Bretanha.{{sfn|Braun|1990|p=114}}O governo alem\u00e3o, em vez disso, financiou grande parte do seu esfor\u00e7o militar atrav\u00e9s da pilhagem, especialmente saqueando a riqueza dos cidad\u00e3os judeus e afins, tanto no territ\u00f3rio nacional como nos territ\u00f3rios conquistados.Berlin, Allan Hall in. \u201cConfiscated Jewish Wealth 'Helped Fund the German War Effort'.\u201d The Telegraph, Telegraph Media Group, 9 Nov. 2010, www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/germany/8119805/Confiscated-Jewish-wealth-helped-fund-the-German-war-effort.html.\n\n=== Uso de territ\u00f3rios conquistados ===\nDurante a guerra, quando a Alemanha adquiriu novos territ\u00f3rios (seja por anexa\u00e7\u00e3o direta ou pela instala\u00e7\u00e3o de governos subordinados em pa\u00edses derrotados), esses novos territ\u00f3rios foram for\u00e7ados a vender mat\u00e9rias-primas e produtos agr\u00edcolas a compradores alem\u00e3es a pre\u00e7os extremamente baixos. A pol\u00edtica de lebensraum de Hitler enfatizava fortemente a conquista de novas terras no Oriente e a explora\u00e7\u00e3o dessas terras para fornecer mercadorias baratas \u00e0 Alemanha. Na pr\u00e1tica, no entanto, a intensidade dos combates na Frente Oriental e a pol\u00edtica sovi\u00e9tica de [[terra queimada]] significava que os alem\u00e3es encontravam pouco que pudessem usar e, por outro lado, uma grande quantidade de mercadorias flu\u00eda para a Alemanha de terras conquistadas no Ocidente. Por exemplo, dois ter\u00e7os de todos os trens franceses em 1941 foram usados para transportar mercadorias para a Alemanha. A Noruega perdeu 20% de sua renda nacional em 1940 e 40% em 1943.{{sfn|Braun|1990|p=121}}\n\nA pol\u00edtica fiscal tamb\u00e9m foi direcionada para a explora\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses conquistados, dos quais o capital seria reunido para investimentos alem\u00e3es. Bancos geridos por alem\u00e3es, como o Bank Emisyjny w Polsce, foram criados para administrar economias locais.{{citar web|url=http://www.nbp.pl/publikacje/bank_i_kredyt/2004_08/gojski.pdf|t\u00edtulo=Etapy i cele niemieckiej polityki bankowej w GG. Plany niemieckie wobec Generalnego Gubernatorstwa w latach 1939-1945|primeiro1 =Andrzej|\u00faltimo1 =G\u00f3jski|publicado=Bank i Kredyt|data=agosto de 2004|l\u00edngua=Polish|arquivourl=https://web.archive.org/web/20090305063225/http://www.nbp.pl/publikacje/bank_i_kredyt/2004_08/gojski.pdf|arquivodata=2009-03-05}} A destrui\u00e7\u00e3o causada pela guerra, no entanto, significava que os territ\u00f3rios conquistados nunca foram t\u00e3o produtivos quanto a Alemanha esperava. As cadeias de fornecimento agr\u00edcolas entraram em colapso, em parte devido \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da guerra e em parte devido ao bloqueio brit\u00e2nico que impediu a importa\u00e7\u00e3o de fertilizantes e outras mat\u00e9rias-primas de fora da Europa. {{sfn|Tooze|2006|pp=418-419}}A colheita de gr\u00e3os na Fran\u00e7a em 1940 foi menos da metade do que havia sido em 1938. Os rendimentos de gr\u00e3os tamb\u00e9m ca\u00edram (em compara\u00e7\u00e3o com os n\u00edveis pr\u00e9-guerra) na pr\u00f3pria Alemanha, assim como na Hungria e nos ocupados Pa\u00edses Baixos e Iugosl\u00e1via. As importa\u00e7\u00f5es de gr\u00e3os alem\u00e3es da Iugosl\u00e1via e da Hungria ca\u00edram quase 3 milh\u00f5es de toneladas, e isso s\u00f3 p\u00f4de ser parcialmente compensado pelo aumento das entregas da Rom\u00eania.{{sfn|Tooze|2006|pp=419}}O carv\u00e3o e o petr\u00f3leo tamb\u00e9m estavam em falta, mais uma vez porque a Alemanha n\u00e3o podia acessar fontes fora da Europa. O suprimento de petr\u00f3leo da Alemanha, crucial para o esfor\u00e7o de guerra, dependia em grande parte das importa\u00e7\u00f5es anuais de 1,5 milh\u00e3o de toneladas de petr\u00f3leo, principalmente da Rom\u00eania.{{sfn|Tooze|2006|pp=411}}Embora a Alemanha tenha confiscado o suprimento de petr\u00f3leo dos estados conquistados - por exemplo, reduzindo o da Fran\u00e7a para apenas 8% de seu consumo de petr\u00f3leo antes da guerra - isso ainda n\u00e3o era suficiente para as necessidades da guerra.{{sfn|Tooze|2006|pp=411}}A escassez aguda de combust\u00edvel for\u00e7ou os militares alem\u00e3es a reduzir o treinamento de seus motoristas e pilotos, porque o treinamento seria um desperd\u00edcio de combust\u00edvel.{{sfn|Tooze|2006|pp=412}}Os sovi\u00e9ticos e os americanos tinham relat\u00f3rios precisos do suprimento de petr\u00f3leo da Alemanha, mas se recusavam a acreditar que o governo nazista correria o risco de iniciar uma guerra com t\u00e3o pouca seguran\u00e7a de combust\u00edvel, ent\u00e3o supuseram que a Alemanha devia ter uma grande quantidade de suprimentos bem escondidos e eles n\u00e3o foram capazes de detectar. {{sfn|Tooze|2006|pp=412}}A Alemanha tamb\u00e9m tinha um problema com o carv\u00e3o, embora neste caso a quest\u00e3o n\u00e3o fosse a falta de quantidade, mas a incapacidade de extra\u00ed-lo e transport\u00e1-lo para onde ele era necess\u00e1rio r\u00e1pido o suficiente. As ferrovias haviam sido seriamente danificadas pela guerra, e os mineradores de carv\u00e3o nos territ\u00f3rios ocupados reduziram drasticamente sua produtividade em compara\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis anteriores \u00e0 guerra. Esta foi, em parte, uma sabotagem intencional por parte dos mineiros, que desejavam prejudicar o esfor\u00e7o de guerra alem\u00e3o. Mas tamb\u00e9m foi em parte devido \u00e0 falta de nutri\u00e7\u00e3o adequada, pois os alimentos de seus pa\u00edses foram redirecionados para a Alemanha.{{sfn|Tooze|2006|pp=413-415}} Em 1942, ap\u00f3s a morte do ministro dos Armamentos Fritz Todt, Hitler nomeou Albert Speer como seu substituto. Os historiadores afirmam h\u00e1 muito tempo que os crescentes fardos da guerra levaram a Alemanha a uma economia de guerra plena sob a lideran\u00e7a eficiente de Speer.for a critical assessment of Speer's performance see, however, Tooze 2006, 552ff. No entanto, o historiador Richard Overy afirma que este \u00e9 um mito baseado nas fr\u00e1geis conclus\u00f5es do Strategic Bombing Survey, que contou com as opini\u00f5es de um oficial alem\u00e3o do Escrit\u00f3rio de Estat\u00edsticas da Alemanha, Ralf Wagenfuhr. Wagenfuhr estava num cargo baixo demais para estar ciente da tomada de decis\u00f5es que ocorriam em cargos mais altos. Overy mostra que os militares e a lideran\u00e7a nazista eram particularmente preocupados em preparar a economia para a guerra total, pois achavam que a Primeira Guerra Mundial tinha sido perdida na Frente Interna.[[Richard Overy|Overy, Richard]] (1994) ''War and Economy in the Third Reich''. Oxford: Clarendon Press. pp.28-30ff. {{isbn|9780198202905}}\n\n=== Trabalho for\u00e7ado ===\nMesmo antes da guerra, a Alemanha nazista j\u00e1 possu\u00eda trabalho escravo. \"Indesej\u00e1veis\" (em alem\u00e3o: unzuverl\u00e4ssige Elemente), como os sem-teto, homossexuais e supostos criminosos, bem como dissidentes pol\u00edticos, comunistas, judeus e qualquer outra pessoa que o regime quisesse foram aprisionados em campos de trabalho for\u00e7ado. Prisioneiros de guerra e civis foram trazidos para a Alemanha a partir de territ\u00f3rios ocupados ap\u00f3s a invas\u00e3o alem\u00e3 na Pol\u00f4nia. O trabalho necess\u00e1rio para a economia de guerra alem\u00e3 foi fornecido pelo novo sistema de campos de trabalho for\u00e7ado, servindo como um dos principais instrumentos do terror nazista. Historiadores estimam que cerca de 5 milh\u00f5es de cidad\u00e3os poloneses (incluindo judeus poloneses) passaram por eles.{{citar web|url=http://www.bibula.com/?p=13530|t\u00edtulo=Straty ludno\u015bci cywilnej|t\u00edtulotrad=Polish civilian losses|publicado=Bibula \u2013 pismo niezalezne|obra=Straty ludzkie poniesione przez Polsk\u0119 w latach 1939-1945|data=31 de agosto de 2009|autor =Dr Waldemar Grabowski, [[Institute of National Remembrance|IPN]] Centrala|cita\u00e7\u00e3o=Wed\u0142ug ustale\u0144 Czes\u0142awa \u0141uczaka, do wszelkiego rodzaju oboz\u00f3w odosobnienia deportowano ponad 5 mln obywateli polskich (\u0142\u0105cznie z \u017bydami i Cyganami). Z liczby tej zgin\u0119\u0142o ponad 3 miliony. ''Translation:'' According to postwar research by [[Czes\u0142aw \u0141uczak]] over 5 million [[Poles|Polish nationals]] (including [[Polish Jews]] and Roma) were deported to German camps, of whom over 3 million prisoners perished.|acessodata=9 de fevereiro de 2016}} Na Pol\u00f4nia ap\u00f3s a ocupa\u00e7\u00e3o alem\u00e3, a rede de campos de trabalho escravo continha 457 complexos com dezenas de campos subsidi\u00e1rios espalhados por uma ampla \u00e1rea. No campo de concentra\u00e7\u00e3o de Gross-Rosen (ao qual poloneses foram trazidos da parte anexada da Pol\u00f4nia), o n\u00famero de subcampos era de noventa e sete (97).{{citar web|url=http://www.gross-rosen.eu/historia-kl-gross-rosen/filie-obozu-gross-rosen/|t\u00edtulo=Filie obozu Gross-Rosen|publicado=Gross-Rosen Museum (''Muzeum Gross Rosen w Rogo\u017anicy'')|acessodata=15 de maio de 2015|t\u00edtulotrad=Subcamps of Gross-Rosen, interactive}} Sob Auschwitz, Birkenau e Auschwitz III (Monowitz), com milhares de prisioneiros cada, o n\u00famero de acampamentos sat\u00e9lites era de quarenta e oito (48).{{citar web|url=http://www.ess.uwe.ac.uk/genocide/gcpolint.htm|t\u00edtulo=Background and Introduction: German Crimes in Poland, Central Commission for Investigation of German Crimes in Poland. Volume I, Warsaw 1946|ano=2000|obra=Howard Fertig, New York, 1982|autor =Compiled by S.D. Stein|cita\u00e7\u00e3o=[http://www.ess.uwe.ac.uk/genocide/camps.htm Summary Details of Main Concentration, Slave Labour and Extermination Camps.]|urlmorta= sim|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120828100525/http://www.ess.uwe.ac.uk/genocide/gcpolint.htm|arquivodata=2012-08-28|df=}}[http://pl.auschwitz.org.pl/h/index.php?option=com_content&task=view&id=30&Itemid=42 List of Subcamps of KL Auschwitz (Podobozy KL Auschwitz).] {{webarchive|url=https://web.archive.org/web/20111012030036/http://pl.auschwitz.org.pl/h/index.php?option=com_content&task=view&id=30&Itemid=42|date=2011-10-12}} The [[Auschwitz-Birkenau State Museum]] in [[O\u015bwi\u0119cim]], [[Poland]] (Pa\u0144stwowe Muzeum Auschwitz-Birkenau w O\u015bwi\u0119cimiu), 1999-2010 {{pl icon}} O campo de concentra\u00e7\u00e3o de Stutthof tinha 40 (quarenta) subcampos oficiais e 105 subcampos em opera\u00e7\u00e3o,{{citar web|url=http://www.ushmm.org/wlc/en/article.php?ModuleId=10005197|t\u00edtulo=Stutthof|publicado=United States Holocaust Memorial Museum|data=20 de junho de 2014|acessodata=17 de maio de 2015|autor =Holocaust Encyclopedia}} alguns at\u00e9 Elbl\u0105g, Bydgoszcz e Toru\u0144, a 200 km do acampamento principal.{{citar web|url=http://www.jewishgen.org/Forgottencamps/Camps/StutthofEng.html|t\u00edtulo=Forgotten Camps: Stutthof|publicado=JewishGen|acessodata=15 de maio de 2015}}{{citar web|url=http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/cclist.html#pola|t\u00edtulo=Stutthof (Sztutowo): Full Listing of Camps, Poland|formato=[http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/stutthof.html Introduction]|publicado=Jewish Virtual Library|acessodata=15 de maio de 2015|cita\u00e7\u00e3o=''Source:'' \"Atlas of the Holocaust\" by Martin Gilbert (1982).}} A Deutsche Reichsbahn adquiriu uma nova infra-estrutura na Pol\u00f4nia, no valor de mais de 8.278.600.000 z\u0142oty,{{citar web|url=http://tetragon.com.pl/publikacje/CAW_Kolejnictwo_wprowadzenie.pdf|t\u00edtulo=Mo\u017cliwo\u015bci finansowe PKP w przebudowie i rozbudowie kolejnictwa|publicado=Wydawnictwo Tetragon Publishing|obra=Kolejnictwo w przygotowaniach obronnych Polski w latach 1935\u20131939|ano=2009|acessodata=8 de fevereiro de 2014|autor =Ireneusz Bujniewicz|p\u00e1gina=22|formato=PDF file, direct download 363 KB}} incluindo algumas das maiores f\u00e1bricas de locomotivas na Europa, o H. Cegielski - Pozna\u0144 (que passou a se chamar DWM), e Fablok em Chrzan\u00f3w (que passou a se chamar Oberschlesische Lokomotivwerke Krenau) bem como a f\u00e1brica de pe\u00e7as de locomotivas Babcock-Zieleniewski em Sosnowiec (que passou a se chamar Ferrum AG) mais tarde encarregada de fabricar pe\u00e7as para os foguetes V-1 e [[V-2 foguete de sondagem|V-2]].{{citar livro|url=http://www.nowezaglebie.pl/katalog.net.pdf|t\u00edtulo=Sosnowiec|publicado=Zag\u0142\u0119biowska Oficyna Wydawnicza Publishing|obra=Katalog Zabytk\u00f3w Techniki Przemys\u0142owej Zag\u0142\u0119bia D\u0105browskiego|ano=2012|acessodata=9 de fevereiro de 2014|autor1=Micha\u0142 Kubara|autor2=Beata Mamcarczyk|autor3=Marcin Pa\u017adziora|autor4=Sandra Schab|p\u00e1ginas=84\u201385|isbn=978-83-928381-1-1|formato=PDF file, direct download 9.97 MB|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131206163838/http://www.nowezaglebie.pl/katalog.net.pdf|arquivodata=2013-12-06|urlmorta=yes}} Sob a nova gest\u00e3o, empresas anteriormente polonesas come\u00e7aram a produzir os motores alem\u00e3es BR44, BR50 e BR86 j\u00e1 em 1940 com o uso de trabalho escravo.{{citar web|url=http://old.pkp.pl/sites/default/files/09-14_1.pdf|t\u00edtulo=Wojenne Drogi Polskich Kolejarzy|publicado=Kurier [[PKP]] No 35 / 2007|obra=Czy wiesz, \u017ce...|data=2 de setembro de 2007|acessodata=8 de fevereiro de 2014|autor=Teresa Mas\u0142owska|p\u00e1gina=13|formato=PDF file, direct download 644 KB}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}\n\nCentenas de milhares de pessoas nos territ\u00f3rios ocupados foram utilizadas como m\u00e3o de obra escrava pelas principais empresas alem\u00e3s, incluindo a Thyssen, Krupp, IG Farben, Bosch, Blaupunkt, Daimler-Benz, Demag, Henschel, Junkers, Messerschmitt, Philips, Siemens e Volkswagen.{{citar livro|t\u00edtulo=Slave Labor in Nazi Concentration Camps|autor =Marc Buggeln|publicado=OUP Oxford|ano=2014|ISBN=0191017647|url=https://books.google.ca/books?id=hsuSBQAAQBAJ&lpg=PA335&vq=Index%2BCompanies&pg=PA335#v=snippet&q=Index+Companies&f=false|p\u00e1gina=335|via=Google Books, preview|obra=Index of Companies}} Em 1944, o trabalho escravo constitu\u00eda um quarto da for\u00e7a de trabalho total da Alemanha, e a maioria das f\u00e1bricas alem\u00e3s tinha um contingente de prisioneiros.Michael Thad Allen, ''The Business of Genocide'', The University of North Carolina Press, 2002. p. 1 Nas \u00e1reas rurais, a escassez de m\u00e3o de obra agr\u00edcola era preenchida por trabalhos for\u00e7ados de pessoas provenientes dos territ\u00f3rios ocupados na Pol\u00f4nia e na Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. Os filhos desses trabalhadores eram indesejados na Alemanha,{{citar livro|t\u00edtulo=Wintergreen: Suppressed Murders|ano=2004|publicado=University of South Carolina Press|isbn=1-57003-509-1|p\u00e1ginas=1 to 34|autor =Anna Elisabeth Rosmus|autorlink =Anna Rosmus|l\u00edngua=English|translator-first=Imogen|translator-last=von Tannenberg|tipo=hardcover|cap\u00edtulo=Mass Murder of the \"Offspring of Alien Descent\"}} e geralmente eram mortos em centros especiais conhecidos como Ausl\u00e4nderkinder-Pflegest\u00e4tte.{{citar web|url=http://www.krieggegenkinder.org/cgi-bin/pageview.cgi|autor =Projekt \"Krieg Gegen Kinder\"|ano=2004|t\u00edtulo=War Against Children|obra=Database with information on over 400 confinement institutions in Nazi Germany for the children of Zwangsarbeiters|l\u00edngua=German|via=Internet Archive.|urlmorta= sim|arquivourl=https://web.archive.org/web/20080913105358/http://www.krieggegenkinder.org/cgi-bin/pageview.cgi|arquivodata=13 de setembro de 2008}}\n\n=== Produ\u00e7\u00e3o em tempos de guerra ===\nA propor\u00e7\u00e3o de gastos militares na economia alem\u00e3 come\u00e7ou a crescer rapidamente ap\u00f3s 1942, quando o governo nazista foi for\u00e7ado a dedicar mais recursos econ\u00f4micos do pa\u00eds para combater uma guerra perdida. F\u00e1bricas civis foram convertidas para uso militar e colocadas sob administra\u00e7\u00e3o militar. A partir de meados de 1943, a Alemanha mudou para uma economia de guerra completa, supervisionada por Albert Speer. No final de 1944, quase toda a economia alem\u00e3 era dedicada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o militar. O resultado foi um aumento dram\u00e1tico da produ\u00e7\u00e3o militar, com um aumento de 2 a 3 vezes de bens vitais, como tanques e avi\u00f5es, apesar da intensifica\u00e7\u00e3o da campanha a\u00e9rea dos Aliados e da perda de territ\u00f3rio e f\u00e1bricas. Restaurantes e outros servi\u00e7os foram fechados para focar a economia alem\u00e3 nas necessidades militares. Com exce\u00e7\u00e3o da muni\u00e7\u00e3o para o ex\u00e9rcito, o aumento na produ\u00e7\u00e3o foi insuficiente para se igualar aos Aliados em qualquer categoria de produ\u00e7\u00e3o. Parte da produ\u00e7\u00e3o foi movida para o subsolo em uma tentativa de coloc\u00e1-la fora do alcance dos bombardeiros Aliados.\n\nA partir do final de 1944, os bombardeios Aliados estavam destruindo f\u00e1bricas e cidades alem\u00e3s em um ritmo acelerado, levando ao colapso final da economia de guerra alem\u00e3 em 1945 (Stunde Null). A comida ficou drasticamente escassa. A produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel sint\u00e9tico caiu 86% em oito meses, a produ\u00e7\u00e3o de explosivos foi reduzida em 42% e a produ\u00e7\u00e3o de tanques diminuiu 35%.Webster and Frankland,''The Strategic Air Offensive against Germany 1939-1945, Volume IV'' page 516 A campanha de bombardeios dos Aliados tamb\u00e9m deslocou valiosa m\u00e3o-de-obra, com Albert Speer (ministro de Armamentos da Alemanha) estimando que no ver\u00e3o de 1944 entre 200.000 e 300.000 homens estivessem permanentemente empregados na repara\u00e7\u00e3o de instala\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo e transferindo a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo para o subsolo.[[Richard Overy|R. J. Overy]], in Modern History Review April 1999, ''The Bombing of germany \u2013 A Reappraisal'' page 30\n\n== Bibliografia ==\n* O modernismo reacion\u00e1rio: tecnologia, cultura e pol\u00edtica em Weimar e no Terceiro Reich. Front Cover. Jeffrey Herf. Ed. da Unicamp, 1993 - 283 p\u00e1ginas.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n*[[Reichsarbeitsdienst]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Nazismo|Alemanha}}\n[[Categoria:Economia da Alemanha Nazista| ]]"}]},"2187510":{"pageid":2187510,"ns":0,"title":"Gelukkig zijn","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{flagicon|B\u00e9lgica}} \"''Gelukkig zijn''\", Can\u00e7\u00e3o da [[B\u00e9lgica]] [[Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o 1975]].\n{{Info/M\u00fasica FEC\n| m\u00fasica = {{flagicon|B\u00e9lgica}} '''\"Gelukkig zijn\"'''\n| imagem =\n| caption =\n| ano = 1975\n| pa\u00eds = B\u00e9lgica\n| artista = [[Ann Christy]]\n| grupo = \n| com =\n| l\u00edngua =\n| l\u00ednguas = [[Holand\u00eas]], [[ingl\u00eas]]\n| letrista = Mary Boduin\n| compositor = Mary Boduin\n| condutor = Francis Bay\n| m\u00fasica_\u00e1udio = \n| lugar_semi = \n| pontos_semi = \n| lugar_final = 15.\u00ba\n| pontos_final = 17\n| anterior = Fleur de libert\u00e9\n| acto_anterior = Fleur de libert\u00e9\n| ano_anterior = 1974\n| pr\u00f3ximo = Judy et Cie\n| pr\u00f3ximo_acto = Judy et Cie\n| pr\u00f3ximo_ano = 1976\n}}\n'''\"Gelukkig zijn\"''' (\"Ser feliz\") foi a can\u00e7\u00e3o [[B\u00e9lgica|belga]] no [[Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o 1975]], interpretado em [[l\u00edngua neerlandesa|neerland\u00eas]] e [[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] por [[Ann Christy]]. A can\u00e7\u00e3o tinha letra e m\u00fasica de Mary Boduin e foi orquestrada por [[Francis Bay]].\nA can\u00e7\u00e3o foi a 11.\u00aa a ser interpretada na noite do festival, a seguir \u00e0 can\u00e7\u00e3o [[Malta|maltesa]] \"[[Singing this song]]\", interpretada por [[Renato Micallef]] e antes da can\u00e7\u00e3o de Israel \"[[At Va'Ani]], interpretada por [[Shlomo Artzi]]. No final, a can\u00e7\u00e3o [[B\u00e9lgica|belga]] obteve 17 pontos, classificando-se em 15.\u00ba lugar, entre 19 pa\u00edses participantes). \n\nA can\u00e7\u00e3o trata dos simples prazeres da vida e refere \"Isto \u00e9 o que chamamos ser feliz\". A cantora compara esses sentimentos com \"O sentimento que eu obtenho de ti\" e considera que isto, tamb\u00e9m \u00e9 felicidade. \n\n== Fontes e liga\u00e7\u00f5es ==\n* {{en}} [http://www.diggiloo.net/?1975be Letra e outras informa\u00e7\u00f5es sobre a can\u00e7\u00e3o.]\n\n{{esbo\u00e7o-eurovis\u00e3o}}\n{{esbo\u00e7o-can\u00e7\u00e3o}}\n{{portal-m\u00fasica}}\n\n[[Categoria:B\u00e9lgica no Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es do Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es da B\u00e9lgica]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es em neerland\u00eas]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es em ingl\u00eas]]\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es de 1975]]"}]},"1371054":{"pageid":1371054,"ns":0,"title":"Palaina dimorpha","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{semimagem-taxo}}\n{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Palaina dimorpha''\n| imagem = \n| estado = DD\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Mollusca]]\n| classe = [[Gastropoda]]\n| ordem = [[Mesogastropoda]]\n| fam\u00edlia = [[Diplommatinidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Palaina]]''\n| esp\u00e9cie = '''''P. dimorpha'''''\n| binomial = ''Palaina dimorpha''\n| binomial_autoridade = \n| sin\u00f3nimos = \n}}\n'''''Palaina dimorpha''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[gastr\u00f3pode]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Diplommatinidae]].\n\n\u00c9 end\u00e9mica de [[Palau]].\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{en}} Mollusc Specialist Group 1996. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Palaina%20dimorpha Palaina dimorpha]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species.] Dados de [[7 de Agosto]] de [[2007]].\n\n{{esbo\u00e7o-gastropoda}}\n\n{{DEFAULTSORT:Palaina Dimorpha}}\n[[Categoria:Fauna de Palau]]\n[[Categoria:Palaina]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1866]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app demo.png"}]},"2046178":{"pageid":2046178,"ns":0,"title":"Ana da Dinamarca","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Nobre\n| nome = Ana\n| titulo = \n| imagem = Anne of Denmark in mourning.jpg\n| imgw = 245px\n| legenda = Retrato por [[Marcus Gheeraerts, o Jovem]], c. 1612\n| sucess\u00e3o = [[Lista de consortes da Esc\u00f3cia|Rainha Consorte da Esc\u00f3cia]]\n| reinado = {{dtlink|20|8|1589}}
a {{dtlink|2|3|1619}}\n| coroa\u00e7\u00e3o = {{dtlink|17|5|1590}}\n| predecessor = [[Henrique Stuart, Lorde Darnley]]\n| sucessor = [[Henriqueta Maria de Fran\u00e7a]]\n| tipo-suc = Sucessora\n| sucess\u00e3o2 = [[Lista de consortes reais ingleses|Rainha Consorte da Inglaterra e Irlanda]]\n| reinado2 = {{dtlink|24|3|1603}}
a {{dtlink|2|3|1619}}\n| coroa\u00e7\u00e3o2 = {{dtlink|25|7|1603}}\n| predecessor2 = [[Felipe II]]\n| tipo-pre2 = Predecessor\n| sucessor2 = [[Henriqueta Maria de Fran\u00e7a]]\n| tipo-suc2 = Sucessora\n| conjugue = [[Jaime VI da Esc\u00f3cia e I de Inglaterra|Jaime VI & I]]\n| tipo-conjugue = Marido\n| descendencia = [[Henrique Frederico, Pr\u00edncipe de Gales]]
[[Isabel da Bo\u00e9mia]]
[[Margarida da Esc\u00f3cia]]
[[Carlos I de Inglaterra]]
[[Roberto, Duque de Kintyre]]
[[Maria de Inglaterra]]
[[Sofia de Inglaterra]]\n| nome completo = Ana Frederiksdotter\n| casa = [[Casa de Oldemburgo|Oldemburgo]] {{small|(por nascimento)}}
[[Casa de Stuart|Stuart]] {{small|(por casamento)}}\n| tipo-casa = Casas\n| pai = [[Frederico II da Dinamarca]]\n| m\u00e3e = [[Sofia de Mecklemburgo-G\u00fcstrow]]\n| data de nascimento = {{dni|12|12|1574|lang=br|sem idade}}\n| local de nascimento = Castelo de Skanderborg, [[Skanderborg]], [[Reino da Dinamarca e Noruega|Dinamarca]]\n| data da morte = {{nowrap|{{morte|2|3|1619|12|12|1574}}}}\n| local da morte = [[Hampton Court|Pal\u00e1cio de Hampton Court]], [[Londres]], [[Reino da Inglaterra|Inglaterra]]\n| data de enterro = {{dtlink|13|5|1619}}\n| local de enterro = [[Abadia de Westminster]], [[Londres]], [[Inglaterra]]\n| religi\u00e3o = [[Luteranismo]]\n| bras\u00e3o = Coat of Arms of Anne of Denmark.svg\n}}\n'''Ana da Dinamarca''' ([[Skanderborg]], {{dtlink|12|12|1574}} \u2013 [[Londres]], {{dtlink|2|3|1619}}) foi a esposa do rei [[Jaime VI da Esc\u00f3cia e I de Inglaterra|Jaime VI & I]] e [[Lista de consortes reais da Inglaterra|rainha consorte]] do [[Reino da Esc\u00f3cia]] de 1589 at\u00e9 sua morte, e tamb\u00e9m do [[Reino da Inglaterra]] e [[Reino da Irlanda]] a partir de 1603.\n\nA segunda filha do rei [[Frederico II da Dinamarca]] e [[Sofia de Mecklemburgo-G\u00fcstrow]], Ana se casou com Jaime aos catorze anos. Eles tiveram tr\u00eas filhos que sobreviveram \u00e0 inf\u00e2ncia, incluindo o futuro rei [[Carlos I de Inglaterra|Carlos I]]. Ela demonstrou ser uma rainha independente e ter uma vontade de usar as pol\u00edticas escocesas de fac\u00e7\u00f5es em seus conflitos com Jaime sobre a cust\u00f3dia do pr\u00edncipe [[Henrique Frederico, Pr\u00edncipe de Gales|Henrique Frederico]] e do tratamento de sua amiga Beatriz Ruthven. Ana aparentemente amava o rei no in\u00edcio do casamento, por\u00e9m o casal gradualmente se distanciou e eventualmente passaram a viver separados, apesar de manterem um grau de respeito m\u00fatuo e afei\u00e7\u00e3o.\n\nNa Inglaterra, Ana mudou suas energias para patrocinar \u00e0s artes e construir sua pr\u00f3pria corte, hospedando um dos [[Sal\u00e3o liter\u00e1rio|sal\u00f5es]] culturais mais ricos da Europa. Ela sofreu v\u00e1rios ataques de doen\u00e7as depois de [[1612]] e gradualmente se retirou do centro da vida da corte. Apesar de ter sido relatado que Ana sempre foi uma [[protestante]], evid\u00eancias sugerem que ela se converteu ao [[catolicismo]] em algum momento de sua vida.\n\nHistoriadores tradicionalmente consideraram Ana como uma rainha sem-peso, fr\u00edvola e auto-indulgente. Por\u00e9m, reavalia\u00e7\u00f5es recentes reconheceram sua independ\u00eancia e, particularmente, sua signific\u00e2ncia como patrona das artes durante a era [[jacobita]].\n\n==In\u00edcio de vida==\nAna nasceu em {{dtlink|12|12|1574}} no Castelo de , [[Skanderborg]] [[Reino da Dinamarca e Noruega|Dinamarca]]. Seu nascimento foi um grande golpe para seu pai, o rei [[Frederico II da Dinamarca|Frederico II]], que desesperadamente esperava por um filho.{{harvnb|Williams|1970|p=1}} Sua m\u00e3e [[Sofia de Mecklemburgo-G\u00fcstrow]] tinha apenas dezessete anos; tr\u00eas anos depois ela deu \u00e0 luz um menino, o futuro rei [[Cristiano IV da Dinamarca]].{{harvnb|Williams|1970|p=3}}\n\nAna foi enviada para ser criada em G\u00fcstrow por seus av\u00f3s maternos [[Isabel da Dinamarca (1524-1586)|Isabel]] e [[Ulrico III de Mecklemburgo-G\u00fcstrow|Ulrico III, Duque de Mecklemburgo-G\u00fcstrow]], junto com sua irm\u00e3 mais velha [[Isabel da Dinamarca (1573-1626)|Isabel]]. Ao contr\u00e1rio da itinerante corte dinamarquesa, onde Frederico era not\u00f3rio por seus banquetes grandiosos, bebedeiras e comportamento inadequado (incluindo infidelidade conjugal), G\u00fcstrow deu a Ana uma vida frugal e est\u00e1vel durante seus primeiros anos de vida.{{harvnb|Williams|1970|p=2}} Cristiano tamb\u00e9m foi enviado a G\u00fcstrow em 1579, depois do Riksr\u00e5d (conselho privado dinamarqu\u00eas) ter conseguido pedir sua retirada da Dinamarca, com Ana e Isabel eventualmente retornando com ele.{{harvnb|Williams|1970|p=5}}\n\nAna teve um crescimento familiar feliz e int\u00edmo na Dinamarca principalmente gra\u00e7as a sua m\u00e3e, que cuidava pessoalmente dos filhos quando estavam doentes.{{nota de rodap\u00e9|O agente ingl\u00eas Daniel Rogers relatou a [[William Cecil|Guilherme Cecil, 1.\u00ba Bar\u00e3o Burghley]], que Sofia era \"uma princesa correta, virtuosa e piedosa, que governa seus filhos com cuidado maternal e grande sabedoria\".{{harvnb|Williams|1970|p=4}}}} Pretendentes de toda a [[Europa]] procuraram as m\u00e3os de Ana e Isabel em casamento, incluindo o rei [[Jaime VI da Esc\u00f3cia e I de Inglaterra|Jaime VI da Esc\u00f3cia]], que via a Dinamarca como um reino reformado em religi\u00e3o e um lucrativo parceiro comercial.{{harvnb|Croft|2003|p=24}}\n\nA outra s\u00e9ria pretendente de Jaime era [[Catarina de Bourbon]], oito anos mais velha, irm\u00e3 do rei [[Henrique IV de Fran\u00e7a|Henrique III de Navarra]], que era a escolha preferida da rainha [[Isabel I de Inglaterra]].{{nota de rodap\u00e9|Um dos motivos de Jaime ter deixado de lado essa op\u00e7\u00e3o era a condi\u00e7\u00e3o de Henrique para aux\u00edlio militar.{{harvnb|Willson|1963|p=86}} }}{{harvnb|Stewart|2003|pp=105\u2013106}}; {{harvnb|Williams|1970|p=12}} Os embaixadores escoceses haviam primeiro concentrado-se em Isabel, por\u00e9m Frederico acabou prometendo-a ao duque [[Henrique J\u00falio de Brunsvique-Luneburgo]], prometendo aos escoceses \"a segunda [filha] Ana, se o Rei gostar dela, ele ir\u00e1 t\u00ea-la\".{{harvnb|Williams|1970|p=10}}; {{harvnb|Willson|1963|pp=87\u201388}}\n\n===Noivado===\n[[Ficheiro:James VI of Scotland aged 20, 1586..jpg|thumb|Jaime em 1586, tr\u00eas anos antes de seu casamento com Ana.]]\nA posi\u00e7\u00e3o constitucional de Sofia tornou-se dif\u00edcil em 1588 com a morte de Frederico,{{nota de rodap\u00e9|Cl\u00e9rigos comentaram no funeral de Frederico que \"caso o rei tivesse bebido um pouco menos, ele poderia ter vivido ainda muitos dias\". }}{{harvnb|Williams|1970|p=6}} e ela ficou envolvida em uma luta por poder contra o Riksr\u00e5d pelo controle de Cristiano. Como casamenteira Sofia mostrou-se mais diligente que seu marido e, superando pontos de atrito como a quantia do dote e a situa\u00e7\u00e3o de [[\u00d3rcades]],{{nota de rodap\u00e9|As ilhas \u00d3rcades havia sido uma parte provis\u00f3ria do dote de [[Margarida da Dinamarca, Rainha da Esc\u00f3cia|Margarida da Dinamarca]] ao se casar com o rei [[Jaime III da Esc\u00f3cia]] em 1489, que seriam devolvidas a Dinamarca assim que o dote completo fosse pago. }}{{harvnb|Williams|1970|p=10}} conseguiu selar um acordo em julho de 1589.{{nota de rodap\u00e9|Os dinamarqueses abriram m\u00e3o de sua reivindica\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00d3rcades e Jaime declarou que n\u00e3o trataria sua esposa como mercadoria, abaixando o valor do dote. }}{{harvnb|Williams|1970|p=14}}; {{harvnb|Willson|1963|p=88}} Ana aparentemente ficou animada com a uni\u00e3o.{{harvnb|Williams|1970|p=14\u201315}} O espi\u00e3o ingl\u00eas Tom\u00e1s Fowler relatou em 28 de julho de 1589 que ela estava \"t\u00e3o apaixonada pela Majestade do Rei como se fosse a morte para ter isso quebrado, tendo feito v\u00e1rias e boas provas para mostrar a afei\u00e7\u00e3o que sua Majestade \u00e9 apto em nenhuma maneira de retribuir\".{{harvnb|Williams|1970|p=15}} A insinua\u00e7\u00e3o de Fowler que Jaime preferia homens{{nota de rodap\u00e9|\"Durante toda sua vida, exceto talvez por seis pequenos meses, o Rei Jaime n\u00e3o gostava de mulheres, considerando-as como seres inferiores. Todos os seus interesses estavam centrados nas atra\u00e7\u00f5es de apresent\u00e1veis homens jovens\". }} foi escondida da jovem Ana, que bordou camisas para seu noivo enquanto trezentos costureiros trabalhavam em seu vestido de casamento.{{harvnb|Williams|1970|p=14}}; {{harvnb|Willson|1963|p=87}}\n\nN\u00e3o importando a verdade dos rumores, Jaime precisava de um casamento real para continuar a linhagem da [[Casa de Stuart]].{{harvnb|Croft|2003|pp=23\u201324}} \"Deus \u00e9 minha testemunha\", ele explicou, \"Eu poderia ter me abstido mais tempo do que o bem-estar do meu pa\u00eds poderia ter permitido, [n\u00e3o tivesse] o meu atraso criados nos seios de muitos um grande ci\u00fame da minha incapacidade, como se eu fosse um estoque est\u00e9ril\".{{harvnb|Willson|1963|p=85}} Ana se casou por procura\u00e7\u00e3o com Jaime em 20 de agosto de 1589 no [[Castelo de Kronborg]], com Jorge Keith, 5.\u00ba Conde Marischal e representante do rei, deitando-se ao lado de Ana na cama matrim\u00f4nial ao final da cerim\u00f4nia.{{harvnb|McManus|2002|p=61}}; {{harvnb|Williams|1970|p=15}}\n\n===Casamento===\nAna partiu para a Esc\u00f3cia dez dias depois, por\u00e9m sua frota foi aflingida por v\u00e1rios infort\u00fanios: em duas ocasi\u00f5es em [[Helsingor|Helsing\u00f8r]] os canh\u00f5es navais dispararam e feriram ou mataram pessoas pr\u00f3ximas e tripulantes, tempestades atrapalharam a viagem, dois navios que a acompanhavam colidiram, seu navio ''Gideon'' teve v\u00e1rios vazamentos e foi obrigado a parar na Noruega para realizar reparados, por\u00e9m come\u00e7ou a vazar novamente mais tarde e as tripula\u00e7\u00f5es come\u00e7aram a ficar inseguras quanto a viagem. Eles foram for\u00e7ados a voltar para a costa da Noruega, de onde ela viajou para [[Oslo]] por terra acompanhada por Keith e outros embaixadores escoceses e dinamarqueses.{{harvnb|Stewart|2003|p=109}}\n\n[[Ficheiro:Coat of arms of Anne of Denmark as Queen consort of Scots.png|thumb|left|Bras\u00e3o de Ana como rainha consorte da Esc\u00f3cia.]]\nA 12 de Setembro Lord Dingwall desembarca em [[Leith]], reportando que ''\"tinha vindo na companhia da frota da rainha durante trezentas milhas e foi deles separado por uma grande tempestade: temia-se que a rainha estivesse em perigo nos mares.\"'' Stewart, 107. Alarmado, Jaime apela a jejum nacional e ora\u00e7\u00f5es publicas, fica de vig\u00edlia no estu\u00e1rio de Forth pela chegada da rainha,Stewart, 108. escreve v\u00e1rias can\u00e7\u00f5es, comparando, numa delas, a situa\u00e7\u00e3o que vivia ao apuro de [[Hero (mitologia)|Hero]] e envia um pequeno destacamento para procurar Ana, levando consigo uma carta escrita para ela em franc\u00eas: ''\"S\u00f3 aquele que me conhece t\u00e3o bem como o seu reflexo no espelho poderia expressar, minha adorada, os terrores que tenho passado por causa dos ventos contr\u00e1rios e tempestades violentas que enfrenta desde que embarcou...\"'' Willson, 89; Stewart, 108; Williams, 19. Informado em Outubro de que os dinamarqueses cessariam travessias mar\u00edtimas pelo inverno e, naquilo que Willson chama de ''\"o \u00fanico epis\u00f3dio rom\u00e2ntico da sua vida\"'',Willson, 85; Stewart, 109. Jaime parte de Leith com uma frota de trezentos homens para ir buscar a sua rainha em pessoa, tendo chegado a Oslo no dia 19 de Novembro depois de ter viajado por terra desde Flekkefjord.McManus, 63. Segundo um relato escoc\u00eas, Jaime apresentou-se a Ana \"com botas e tudo\" e, desarmando-a dos seus protestos, deu-lhe um beijo \u00e0 maneira escocesa.Willson, 90\u20131\n\nAna e Jaime casam-se formalmente no Pal\u00e1cio do Velho Bispo em Oslo a 23 de Novembro de [[1589]], ''\"com todo o esplendor poss\u00edvel que permitia a altura e o lugar.\"'' Stewart, 112. Para que tanto o noivo como a noiva compreendessem a cerim\u00f3nia, o ministro David Lindsay conduz o servi\u00e7o em franc\u00eas, descrevendo Ana como ''\"uma princesa tanto pura como bonita (...) d\u00e1 grande consentimento a sua majestade.\"'' Stewart, 112; Willson, 91. Segue-se um m\u00eas de celebra\u00e7\u00f5es e, a 22 de Dezembro, depois de cortar a sua comitiva para cinquenta membros, Jaime visita os seus novos parentes no Castelo de Kronborg em Elsinore onde os rec\u00e9m-casados s\u00e3o recebidos pela rainha-vi\u00fava Sofia, Cristiano IV, de doze anos e os seus quatro regentes.Stewart, 113; Williams, 23 O casal viaja para Copenhaga a 7 de Mar\u00e7o onde participa na cerim\u00f3nia de casamento da irm\u00e3 mais velha de Ana, Isabel, partindo dois dias depois para a Esc\u00f3cia.Stewart, 117. Chegam a Leith a 1 de Maio e, cinco dias depois, Ana faz a sua entrada de estado em Edimburgo numa carruagem de ouro trazida da Dinamarca e com Jaime a cavalgar a seu lado.Stewart, 118.\n\n=== Coroa\u00e7\u00e3o ===\n\nAna \u00e9 coroada no dia 17 de Maio de [[1590]] na [[Abadia de Holyrood]] na primeira coroa\u00e7\u00e3o protestante da hist\u00f3ria escocesa.Croft, 24; Stewart, 119 Durante a cerim\u00f3nia de sete horas, o seu vestido foi aberto pela condessa de Mar para que o padre Robert Bruce vertesse ''\"uma boa quantidade de \u00f3leo\"'' em ''\"partes do seu seio e bra\u00e7o\"'', tornando-a assim rainha.Williams, 30; McManus, 70, (os padres da igreja escocesa mostram-se completamente contra este elemento da cerim\u00f3nia, considerando-o um ritual pag\u00e3o e judeu, mas Jaime insistia que este tinha a sua origem no [[Velho Testamento]].) Willson, 93; Williams, 29. O rei entregou a coroa ao chanceler Maitland que a colocou na cabe\u00e7a de Ana.Williams, 31. Depois Ana pronunciou um juramento onde prometia defender a verdadeira religi\u00e3o, a venera\u00e7\u00e3o a Deus e ''\"opor-se e desprezar todas as supersti\u00e7\u00f5es papistas e qualquer cerim\u00f3nia ou ritual contr\u00e1rios \u00e0 palavra de Deus.\"'' Stewart, 119; Williams, 31; McManus, 71.\n\n== Rela\u00e7\u00e3o com Jaime ==\n[[Ficheiro:King James I of England and VI of Scotland; Henry, Prince of Wales; Anne of Denmark from NPG.jpg|thumb|right|300px|Jaime I e Ana da Dinamarca com o filho mais velho, Henrique Frederico.]]\n\nSegundo todos os relatos da \u00e9poca, Jaime teria, a principio, ficado enfeiti\u00e7ado pela sua noiva, mas esta paix\u00e3o evapora-se rapidamente e o casal passa a discutir frequentemente apesar de nos primeiros anos de casamento Jaime ter tratado Ana com paci\u00eancia e afecto.Willson, 85\u201395, 94\u20135. Entre 1593 e 1595 Jaime tem uma rela\u00e7\u00e3o com Anne Murray, depois Lady Glamis, a quem se dirigiu em verso como \"minha amante e meu amor\"; e a pr\u00f3pria rainha Ana passa tamb\u00e9m a ser alvo de boatos escandalosos.Croft, 24. Em ''[[Basilikon Doron]]'', escrito pelo rei entre [[1597]] e [[1598]], Jaime descreve o casamento como ''\"o maior tormento ou mis\u00e9ria terrena que pode acontecer a um homem.\"'' Croft, 134.\n\nDesde o primeiro momento do casamento que Ana \u00e9 colocada sob press\u00e3o para dar um herdeiro masculino a Jaime e \u00e0 Esc\u00f3cia,Mesmo antes de Ana chegar \u00e0 Esc\u00f3cia j\u00e1 circulavam boatos de que estava gr\u00e1vida. Stewart, 139. mas os anos de 1591 e 1592 passam sem sinais de uma gravidez, levando a que as cal\u00fanias sobre o gosto de Jaime por companhia masculina e trazendo sussurros contra Ana ''\"pois ela se demonstra ainda sem crian\u00e7a.\"'' Stewart, 139\u201340. Assim, h\u00e1 um grande al\u00edvio quando, a 19 de Fevereiro de [[1594]], Ana d\u00e1 \u00e0 luz o seu primeiro filho, o pr\u00edncipe [[Henrique Stuart, Pr\u00edncipe de Gales|Henrique Frederico]].Stewart, 140;\n\n=== Cust\u00f3dia do pr\u00edncipe Henrique ===\n\nAna \u00e9 rapidamente informada de que n\u00e3o ter\u00e1 qualquer influ\u00eancia na educa\u00e7\u00e3o do seu filho. Jaime escolhe a sua antiga ama, Helen Little, como chefe do ber\u00e7\u00e1rio e Henrique \u00e9 colocado no mesmo ber\u00e7o de carvalho que tinha pertencido ao seu pai.Williams, 47. Para ang\u00fastia de Ana, Jaime insiste em enviar o filho para o Castelo de Stirling sob os cuidados do conde de Mar para cumprir a tradi\u00e7\u00e3o escocesa.Os condes de Mar eram os tradicionais guardi\u00e3s dos herdeiros ao trono escoc\u00eas. Stewart, 140; Williams, 53.\n\nEm finais de [[1594]], Ana come\u00e7a uma campanha furiosa pela cust\u00f3dia de Henrique, recrutando uma fac\u00e7\u00e3o de apoiantes da sua causa, incluindo o chanceler John Maitland de Thirlestane.Stewart, 140\u2013141 Temendo at\u00e9 onde Ana poderia ir, Jaime exigiu que Mar prometesse por escrito que nunca entregaria Henrique a ningu\u00e9m excepto se tivesse ordens para o fazer vindas da pr\u00f3pria boca do rei, ''\"porque na seguran\u00e7a do meu filho est\u00e1 a minha seguran\u00e7a\"'', e nunca entregar Henrique \u00e0 rainha, nem no caso da sua pr\u00f3pria morte.Stewart, 141 Ana exige que o assunto seja levado ao Conselho, mas Jaime recusa-se a faz\u00ea-lo.Williams, 54. Depois de v\u00e1rias cenas publicas em que Jaime a reduz a l\u00e1grimas por causa deste assunto, Ana fica t\u00e3o perturbada que em Julho de 1595 sobre um aborto espont\u00e2neo.Williams, 56. A partir desse momento, Ana abandona a sua campanha, mas acredita-se que os danos no casamento foram incur\u00e1veis. Em Agosto de 1595, John Colville escreve: ''\"N\u00e3o h\u00e1 nada mais sen\u00e3o \u00f3dio escondido com dissimula\u00e7\u00e3o astuta entre o rei e a rainha, cada um tentando com desrespeito superar o outro.\"'' Stewart, 141.\n\nAna encontra uma tentativa tardia de recuperar a cust\u00f3dia do filho em 1603, quando Jaime parte para Londres com o conde de Mar para assumir o trono ingl\u00eas ap\u00f3s a morte da rainha [[Isabel I de Inglaterra|Isabel I]].Jaime organizou uma despedida publica e sentida de Ana antes de partir. Willson, 160; Williams, 70\u20131 Gr\u00e1vida na altura, Ana viaja at\u00e9 Stirling acompanhada por uma for\u00e7a de nobres \"bem posicionados\" com a inten\u00e7\u00e3o de retirar de l\u00e1 Henrique de nove anos que mal a tinha visto nos cinco anos anteriores; mas a m\u00e3e e o irm\u00e3o de Mar n\u00e3o permitiram que a rainha entrasse no castelo com mais de dois acompanhantes.Stewart, 169\u201372. A inflexibilidade dos guardi\u00f5es de Henrique deixa-a t\u00e3o furiosa que Ana sofre outro aborto: segundo David Calderwood, a rainha ''\"foi para a cama enfurecida e deu \u00e0 luz uma crian\u00e7a no dia dez de Maio.\"'' Williams, 71; Stewart, 169; McManus, 91.\n\nQuando o conde de Mar regressa com instru\u00e7\u00f5es de Jaime ordenando que Ana se juntasse a ele em Inglaterra, a rainha escreve ao marido, dizendo que se recusava a faz\u00ea-lo a n\u00e3o ser que tivesse cust\u00f3dia de Henrique.Stewart, 170. Esta \"ac\u00e7\u00e3o maternal for\u00e7osa\" como a descreveu a historiadora Pauline Croft, obriga finalmente Jaime a ceder apesar de desaprovar a atitude de Ana e descrever o seu comportamento numa carta a Mar como \"teimoso\".Croft, 55; Willson, 160; Williams, 71; Both Barroll, 30, and McManus, 81 Ap\u00f3s uma breve convalescencia do seu aborto, Ana viaja contrariada para sul com o pr\u00edncipe Henrique,McManus, 91. causando sensa\u00e7\u00e3o em Inglaterra. Lady Anne Clifford reporta que ela e a sua m\u00e3e matam tr\u00eas cavalos na pressa de ver a rainha e que quando Jaime se encontra com Ana perto de Windsor \"havia um n\u00famero infinito de senhores e senhores e uma corte t\u00e3o grande que acho que nunca vi nada parecido outra vez.\" Willson, 164\u20135\n\n=== Zangas matrimoniais ===\n\n[[Ficheiro:Anne of Denmark by John de Critz the Elder.jpg|thumb|left|220px|Ana em 1605 por John de Critz]]\n\nOs observadores da \u00e9poca notam v\u00e1rios incidentes de disc\u00f3rdia matrimonial entre Ana e Jaime. A chamada Conspira\u00e7\u00e3o de Gowrie em [[1600]], na qual o jovem conde de Gowrie, [[John Ruthven]], e o seu irm\u00e3o [[Alexander Ruthven]] s\u00e3o mortos por criados de Jaime por supostamente terem atacado o rei, levando \u00e0 expuls\u00e3o das suas irm\u00e3s Beatrix e Barbara Ruthven como damas-de-companhia de Ana que tinha delas ''\"o maior cr\u00e9dito\"''.Williams, 61\u20133; Barroll, 25. A rainha, gr\u00e1vida de cinco meses,Ana d\u00e1 \u00e0 luz o seu segundo filho, Carlos, na noite de 19 de Novembro de 1600, ao mesmo tempo que os corpos dos irm\u00e3os Ruthven s\u00e3o enforcados, arrastados e esquartejado. Williams, 66; Barroll, 26. recusa-se a sair da cama a n\u00e3o ser que as suas damas sejam chamadas de volta e passou tamb\u00e9m dois dias sem comer. Quando Jaime a tenta for\u00e7ar, a rainha avisa-o para ter cuidado com a forma como a trata j\u00e1 que ela n\u00e3o \u00e9 o conde de Gowrie.Williams, 63. Jaime acalma-a temporariamente, pagando a um famoso acrobata para a entreter,Williams, 63\u20134. mas ela nunca desiste e o seu apoio incans\u00e1vel pelos Ruthvens nos tr\u00eas anos seguinte \u00e9 levado suficientemente a s\u00e9rio pelo governo para ser visto como um problema de seguran\u00e7a.Barroll, 28. Em [[1602]], depois de se descobrir que Ana tinha feito Beatrix Ruthven passar clandestinamente para Holyrood, Jaime examina minuciosamente a casa;Barroll, 27; Williams, 64\u201365. em 1603 Jaime cede finalmente \u00e0 campanha de Ana e providencia Beatrix Ruthven com uma pens\u00e3o de 200 libras por ano.Williams, 65.\n\nOcorre uma breve confronta\u00e7\u00e3o em [[1613]] quando Ana dispara acidentalmente contra o c\u00e3o preferido de Jaime depois de uma ca\u00e7ada; ap\u00f3s a sua f\u00faria inicial, Jaime acaba por resolver a disputa oferecendo um diamante no valor de 2000 libras \u00e0 sua esposa em mem\u00f3ria do c\u00e3o que se chamava \u201cJewel\u201d (j\u00f3ia em ingl\u00eas).Williams, 164\u20135. Em 1603, Jaime tem uma discuss\u00e3o com Ana sobre os criados da sua casa inglesa, enviando-lhe mensagem onde diz que ''\u201csua majestade viu a sua cont\u00ednua obstina\u00e7\u00e3o de forma horrenda.\u201d'' Williams, 76. Por sua vez, Ana mostra-se contra o abuso excessivo de Jaime com a bebida: em 1604 confidencia a um diplomata franc\u00eas que ''\u201co rei bebe tanto e comporta-se se forma t\u00e3o desfavor\u00e1vel em todos os aspectos que espero um resultado prematuro e infeliz.\"'' Croft, 56.\n\n=== Vidas separadas ===\n\n[[Ficheiro:Anne of Denmark by Paul Van Somer.jpg|thumb|right|250px|Ana da Dinamarca em 1617 por Paul Van Somer.]]\n\nEm Londres, Ana adopta um estilo de vida cosmopolita enquanto Jaime prefere refugiar-se da capital no seu chal\u00e9 de ca\u00e7a em [[Royston]].Stewart, 181. O capel\u00e3o de Ana, Godfrey Goodman, resume mais tarde a rela\u00e7\u00e3o real: \u201cO pr\u00f3prio rei era um homem muito casto e havia pouco na rainha que o tornasse dedicado a ela; contudo amavam-se como marido e mulher conseguiam, quando n\u00e3o viviam juntos.\u201d Stewart, 182 Ana muda-se para o [[Pal\u00e1cio de Placentia|Pal\u00e1cio de Greenwich]] e depois para [[Somerset House]] que rebaptiza de Casa da Dinamarca. Depois de [[1607]], Ana e Jaime raramente vivem juntos,Willson, 403. numa altura em que a rainha tinha j\u00e1 tido sete crian\u00e7as e sofrido pelo menos tr\u00eas abortos espont\u00e2neos. Ap\u00f3s a curta vida da sua \u00faltima beb\u00e9, Sofia, em 1607, Ana decide que n\u00e3o quer ter mais filhos, algo que pode ter aumentado ainda mais a dist\u00e2ncia entre o casal.Williams, 112.\n\nA morte do pr\u00edncipe [[Henrique Stuart, Pr\u00edncipe de Gales|Henrique]] em [[1612]], aos dezoito anos de idade, provavelmente de [[tifo]], e a partida da princesa [[Isabel Stuart|Isabel]] de dezasseis anos para se casar com o eleitor [[Frederico V do Palatinado]] em Abril de [[1613]],Ana tinha-se oposto a este casamento e recusou-se a estar presente na cerim\u00f3nia. Stewart, 247, 250; Williams, 154\u2013156. contribuem para enfraquecer mais ainda os la\u00e7os entre Ana e Jaime.Croft, 89. A morte de Henrique constitui um golpe particularmente duro para Ana; o embaixador veneziano \u00e9 aconselhado a n\u00e3o prestar os seus p\u00easames \u00e0 rainha ''\u201cuma vez que ela n\u00e3o aguenta que o mencionem; nem o recorda alguma vez sem uma abund\u00e2ncia de l\u00e1grimas e suspiros.\"'' A partir desta altura, a sa\u00fade de Ana come\u00e7a a deteriorar-se, levando-a a afastar-se do centro das actividades pol\u00edticas e culturais, organizando o seu \u00faltimo baile de m\u00e1scaras conhecido em [[1604]], depois do qual deixa de manter uma corte nobre.Croft, 89 A sua influ\u00eancia sobre Jaime come\u00e7a a enfraquecer visivelmente, visto que este se torna abertamente dependente de favoritos poderosos.\n\n=== Reac\u00e7\u00e3o aos favoritos ===\n\nApesar de Jaime sempre ter escolhido favoritos masculinos entre os seus cortes\u00e3os, nesta altura come\u00e7a a encoraj\u00e1-los a desempenhar um papel no governo. Ana reage de forma muito diferente aos dois mais poderosos que dominaram a segunda metade do reinado ingl\u00eas, [[Robert Carr, conde de Somerset]] e [[George Villiers, 1.\u00b0 Duque de Buckingham|George Villiers]], o futuro duque de Buckingham. Odiava Carr, mas encorajou a subida ao poder de Villiers, que Jaime viria a nomear duque no quarto da rainha,170; Willson, 352; Stewart, 268\u20139. e cria uma amizade com ele, chamando-lhe o seu \u201cc\u00e3o\u201d.Williams, 172. Mesmo assim, Ana sente-se cada vez mais ignorada ap\u00f3s a subida ao poder de Buckingham e torna-se numa figura cada vez mais solit\u00e1ria perto do final da sua vida.Croft, 100.\n\n== Religi\u00e3o ==\n\n[[Ficheiro:Anne of Denmark Gheeraerts.jpg|thumb|left|250px|Ana em 1611 por Marcus Gheeraerts.]]\n\nOutra fonte de disc\u00f3rdia entre Ana e Jaime \u00e9 a quest\u00e3o da religi\u00e3o; por exemplo, Ana absteve-se da comunh\u00e3o anglicana durante a sua coroa\u00e7\u00e3o.Willson, 221; McManus, 92\u20133. A rainha tinha sido criada como luterana, mas pode ter-se convertido discretamente ao catolicismo em alguma altura, um cen\u00e1rio pol\u00edtico embara\u00e7oso que alarma ministros da igreja protestante escocesa e levanta suspeitas na [[Inglaterra anglicana]].Hogge, 303\u20134.\n\nA rainha [[Isabel I de Inglaterra|Isabel I]] tamb\u00e9m se preocupa com esta possibilidade e envia v\u00e1rias mensagens a Ana, avisando-a para que n\u00e3o desse ouvidos a conselheiros papistas e pedindo nomes de qualquer pessoa que a tentasse converter; Ana responde que n\u00e3o h\u00e1 necessidade de dar nomes j\u00e1 que todos os esfor\u00e7os nesse sentido tinham falhado.Barroll, 25; Stewart, 143. Ana chega a ser alvo de cr\u00edticas por parte da igreja protestante escocesa por manter [[Henrietta Gordon]], esposa do cat\u00f3lico exilado [[George Gordon, Marqu\u00eas de Huntly|George Gordon]], marqu\u00eas de Huntly, como confidente.Williams, 45. ap\u00f3s o regresso de Huntley em [[1596]], o padre de St. Andrews David Black apelida Ana de ate\u00edsta e afirma durante um serm\u00e3o que ''\"a rainha da Esc\u00f3cia era uma mulher por quem, em nome da moda, o cl\u00e9rigo pode ter rezado, mas de quem n\u00e3o se poderia esperar nenhum bem.\"'' Stewart, 144; Williams, 59.\n\nQuando o antigo informante, Sir Anthony Standen \u00e9 descoberto levando um ter\u00e7o a Ana, prenda do papa [[Clemente VIII]], em [[1608]], Jaime prende-o na [[Torre de Londres]] durante dez meses.Willson, 221\u2013222 Ana mostra a sua irrita\u00e7\u00e3o para com o presente, mas eventualmente consegue obter a liberta\u00e7\u00e3o de Standen.\n\nTal como Jaime, Ana viria a apoiar partidos cat\u00f3licos para ambos os filhos e a sua correspond\u00eancia com uma das poss\u00edveis noivas, a infanta espanhola [[Maria Ana de Espanha|Maria Ana]], inclu\u00eda um pedido para que dois frades fossem enviados para [[Jerusal\u00e9m]] para rezarem por ela e pelo rei.Willson, 221\u2013222. O pr\u00f3prio papado nunca teve a certeza de que lado estaria Ana; em 1612 o papa [[Papa Paulo V|Paulo V]] aconselha um [[n\u00fancio]]: ''\u201cN\u00e3o considerando a inconsist\u00eancia daquela rainha e as muitas mudan\u00e7as que realizou em quest\u00f5es religiosas e mesmo na possibilidade de que seja verdade que seja cat\u00f3lica, uma pessoa n\u00e3o deve fazer qualquer julgamento.\"'' Williams, 200.\n\n== Corte e pol\u00edtica ==\n\n[[Ficheiro:Portrait of Anne of Danemark.jpg|thumb|right|200px|Ana da Dinamarca.]]\n\nNa Esc\u00f3cia, Ana explora divis\u00f5es na corte para seu beneficio, particularmente apoiando inimigos do conde de Mar.Williams, 53. Como resultado, Jaime n\u00e3o lhe conta segredos de estado. Henry Howard, um homem activo na diplomacia mais secreta relacionada com a sucess\u00e3o inglesa, relembrava frequentemente Jaime que apesar de Ana possuir todas as virtudes, Eva tinha sido corrompida pela serpente.Willson, 156\u20137 Na pr\u00e1tica, Ana interessava-se pouco pela pol\u00edtica mais importante a n\u00e3o ser que esta dissesse respeito aos seus filhos ou amigos.Williams, 93.\n\nEm Inglaterra Ana vira-se largamente da pol\u00edtica para as actividades art\u00edsticas.Barroll, 35. Apesar de participar completamente na vida da corte de Jaime e de manter a sua pr\u00f3pria corte, onde recebia frequentemente aqueles que n\u00e3o eram aceites pelo marido, raramente escolhia lados na pol\u00edtica contra ele. Quaisquer que fossem as dificuldades que tinham em privado, a rainha provou ser uma boa possess\u00e3o para Jaime em Inglaterra, levando uma conduta discreta e graciosa em p\u00fablico. Ana teve um papel crucial, por exemplo, em convencer visitantes e embaixadores estrangeiros do prest\u00edgio da dinastia Stuart e das suas liga\u00e7\u00f5es dinamarquesas.Croft, 25.\n\nO enviado veneziano, Nicolo Molin, escreveu a seguinte descri\u00e7\u00e3o de Ana em 1606:\n\n{{quote2|''\u00c9 inteligente e prudente; e tem conhecimento das desordens do governo, no qual n\u00e3o tem nenhum papel, apesar de muitos acreditarem que, como o rei lhe \u00e9 muito devoto, ela pode ter um papel mais importante do que o que deseja. Mas \u00e9 jovem e imune aos problemas; v\u00ea que aqueles que governam desejam ser deixados em paz e ent\u00e3o professa indiferen\u00e7a. Tudo o que faz \u00e9 pedir favores para outras pessoas. \u00c9 muito gentil para quem a apoia, mas por outro lado \u00e9 terr\u00edvel, orgulhosa e insuport\u00e1vel para aqueles de quem n\u00e3o gosta''.}} \n\n=== Reputa\u00e7\u00e3o ===\n\nAna \u00e9 tradicionalmente vista pelos historiadores, que enfatizam a sua trivialidade e extravag\u00e2ncia, com desd\u00e9m.Croft, 55. Juntamente com Jaime, h\u00e1 uma tend\u00eancia por parte da tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica para lhe dar pouca import\u00e2ncia, tradi\u00e7\u00e3o essa que come\u00e7a com os historiadores anti-Stuart em meados do [[s\u00e9culo XVII]], que viam no comodismo e vaidade da corte jacobina as origens da [[Guerra civil inglesa|Guerra Civil inglesa]]. O historiador [[David Harris Wilson]], nos seus instintos [[liberais]], d\u00e1 o seguinte veredicto condenat\u00f3rio na sua biografia de Jaime de [[1956]]: ''\"Ana tinha pouca influ\u00eancia sobre o seu marido. N\u00e3o conseguia partilhar dos seus interesses intelectuais e confirmava a advers\u00e3o rid\u00edcula com a qual Jaime via as mulheres. Valha-nos Deus! O rei casou-se com uma esposa est\u00fapida.\u201d '' Willson, 95. A bi\u00f3grafa do s\u00e9culo XIX, Agnes Strickland condena as ac\u00e7\u00f5es de Ana para ganhar a cust\u00f3dia do pr\u00edncipe Henrique: ''\u201cO car\u00e1cter de Ana da Dinamarca deve ter sido muito baixo aos olhos de todos, tanto como mulher como rainha por ter (\u2026) preferido ceder o mero instinto da maternidade com o risco de envolver o marido, o filho e o seu reino no conflito e mis\u00e9ria de um bem-estar pouco natural.\"'' Strickland (1848), 276.\n\nContudo, nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas tem havido uma reavalia\u00e7\u00e3o de Jaime como um governante capaz que alargou o poder real na Esc\u00f3cia e manteve os seus reinos em paz durante o seu reinado,Croft que tem sido acompanhada por uma reavalia\u00e7\u00e3o de Ana como uma figura pol\u00edtica influente e m\u00e3e assertiva, pelo menos no per\u00edodo em que o casamento real permaneceu est\u00e1vel.McManus, 82. [[John Leeds Barroll]] defende na sua biografia cultural de Ana que as suas interven\u00e7\u00f5es pol\u00edticas na Esc\u00f3cia foram mais significantes, e certamente mais inc\u00f3modas do que o que foi anteriormente dito; e [[Clare McManus]], entre outros historiadores culturais, destaca a influ\u00eancia de Ana no florescer cultural jacobino, n\u00e3o s\u00f3 como mecenas de escritores e artistas, mas tamb\u00e9m como uma artista em nome pr\u00f3prio.Barroll, Anna of Denmark, Queen of England: A Cultural Biography\n\n== Mecenas das artes ==\n\n[[Ficheiro:Queens House.jpg|thumb|left|250px|A casa da rainha em Greenwich.]]\n\nAna partilha com Jaime o defeito da extravag\u00e2ncia, apesar de ter levado v\u00e1rios anos a gastar o seu vasto dote.Croft, 25 Adorava dan\u00e7as e concursos de beleza, actividades geralmente condenadas pela igreja presbiteriana escocesa, mas que tinham muito sucesso na Londres jacobina, onde a rainha cria um clima cultural \"rico e hospitaleiro\" na corte real,Barroll, 161 torna-se uma frequentadora ass\u00eddua do teatro e organiza festas de m\u00e1scaras prodigiosas. Sir Walter Cope, quando lhe \u00e9 pedido por Robert Cecil para escolher uma pe\u00e7a para a rainha durante a visita do duque Ulrich de Holstein, escreve, ''\"Burbage esteve aqui e diz que n\u00e3o existe nenhuma pe\u00e7a recente que a rainha n\u00e3o tenha visto, mas renovaram uma antiga chamada \"Love's Labour's Lost\" que, diz ele, pela sua perspic\u00e1cia e j\u00fabilo, a agradaram tremendamente.\u201d'' Williams, 99 Os bailes de mascaras de Ana, marcados por uma grande escala de representa\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas e espect\u00e1culo,Barroll, 58. s\u00e3o muito frequentados por embaixadores e dignit\u00e1rios estrangeiros, servindo como uma demonstra\u00e7\u00e3o poderosa da import\u00e2ncia da coroa inglesa na Europa. Zorzi Giustinian, embaixador veneziano, escreve no Natal de [[1604]] sobre um baile de m\u00e1scaras que ''\u201cna opini\u00e3o de todos, n\u00e3o existe outra corte que tenha mostrado tanta pompa e riqueza.\u201d'' Barroll, 108\u20139.\n\nOs bailes de mascaras de Ana foram respons\u00e1veis por quase todas as actua\u00e7\u00f5es femininas nas primeiras duas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XVII e s\u00e3o vistos como cruciais na hist\u00f3ria da representa\u00e7\u00e3o feminina.McManus, 3 Por vezes Ana representa com as suas senhoras, ofendendo ocasionalmente os membros da audi\u00eancia. Em ''\u201cThe Visiono f the Twelve Goddesses\u201d'' de 1604, tem o papel de Pallas Atenas, usando uma t\u00fanica que alguns observadores acham demasiado curta; em \"The Masque of Blackness\" de 1605, Ana representa estando gr\u00e1vida de seis meses, causando esc\u00e2ndalo quando aparece juntamente com as suas senhores com a pele pintada de \u201cblackamores\u201d. O escritor de cartas Dudley Carleton reporta que quando a rainha dan\u00e7a depois com o embaixador espanhol, este beija-lhe a m\u00e3o, ''\"mesmo apesar de haver perigo de que a tinta lhe deixasse uma marca nos l\u00e1bios\u201d''.McManus, 11. Ana contrata os maiores talentos da \u00e9poca para criar as suas m\u00e1scaras, incluindo [[Ben Jonson]] e [[Inigo Jones]].Williams, 157; Stewart, 183.\n\nJones, um arquitecto de talento e de gosto europeu, tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel pelo projecto da casa da rainha em [[Greenwich]], constru\u00edda para Ana, um dos primeiros edif\u00edcios [[Palladianismo|palladianos]] em Inglaterra;Croft, 3; e o inventor dinamarqu\u00eas [[Salomon de Caus]] organizou os seus jardins de Greenwich e Somerset. Ana gostava principalmente de m\u00fasica e foi mecenas do compositor luterano [[John Dowland]], antes empregado na corte do seu irm\u00e3o na Dinamarca, bem como um n\u00famero ''\"mais do que generoso\u201d'' de m\u00fasicos franceses.Barroll, 58; Stewart, 182.\n\nAna tamb\u00e9m se torna mecenas de artistas como [[Paul van Somer]], [[Isaac Oliver]] e [[Dani\u00ebl Mijtens]] que lideraram o gosto ingl\u00eas por artes visuais na sua gera\u00e7\u00e3o. Com Ana, a Colec\u00e7\u00e3o Real ([[Royal Collection]]) come\u00e7a expandir-se, uma tend\u00eancia seguida pelo seu filho Carlos. O historiador Alan Stewart sugere que muitas das tend\u00eancias vistas como jacobinas podem ser mais identificadas com os contributos de Ana do que com os de Jaime que ''\u201cadormeceu durante algumas das mais celebradas pe\u00e7as inglesas\u201d''.Stewart, 183; Williams, 106.\n\n== Morte ==\n\nEm finais de [[1617]], os per\u00edodos de doen\u00e7a de Ana tornam-se mais frequentes e debilitantes; o escritor de cartas John Chamberlain relata que \u201ca rainha ainda continua mal disposta e apesar de colocar todas as queixas na gota, a maioria dos m\u00e9dicos teme que a doen\u00e7a ou estado se esteja a espalhar por todo o seu corpo.\u201d Em Janeiro de [[1619]], o m\u00e9dico real Sir [[Theodore de Mayerne]] aconselha Ana a serrar madeira para melhorar a sua circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea, mas estas actividades pioram ainda mais o seu estado de sa\u00fade.Williams, 194\u2013198. Jaime visita Ana apenas tr\u00eas vezes durante a sua doen\u00e7a final,Croft, 100 apesar de o pr\u00edncipe Carlos dormir frequentemente no quarto adjunto ao da rainha em Hampton Court e estar a seu lado durante as suas horas finais, quando a m\u00e3e tinha j\u00e1 perdido a vis\u00e3o.Stewart, 300. Tamb\u00e9m com ela at\u00e9 ao fim esteve a sua criada, Anna Roos, que a tinha acompanhado da Dinamarca em 1590.Williams, 201; Stewart, 121, 300. A rainha Ana morre aos quarenta e quatro anos de idade, no dia 2 de Mar\u00e7o de [[1619]] de um edema grave.\n\nApesar de ter negligenciado Ana nos seus \u00faltimos anos de vida, Jaime fica muito afectado pela sua morte.Croft, 101 N\u00e3o a tinha visitado durante os seus \u00faltimos dias, nem esteve presente no seu funeral, estando tamb\u00e9m ele doente, com sintomas que inclu\u00edam ''\u201cdesmaios, enjoos, pavor, tristeza incr\u00edvel\u2026\u201d'' Stewart, 300 Na aut\u00f3psia descobriu-se que Ana estava ''\u201cmuito estragada por dentro, principalmente o f\u00edgado\u201d''. Depois de um prolongado atraso, Ana \u00e9 enterrada no capela do rei Henrique na [[Abadia de Westminster]], no dia 13 de Maio de 1619. A sepultura, criada por Maximilian Colt, foi destru\u00edda durante a guerra civil.Williams, 219.\n\n== Descend\u00eancia ==\n\n*[[Henrique Stuart, Pr\u00edncipe de Gales|Henrique Frederico]] ([[1594]] - [[1612]]), [[Duque de Rothesay]] desde seu nascimento e com a ascens\u00e3o de seu pai ao trono ingl\u00eas, duque de [[Cornualha]] ([[1603]]) e pr\u00edncipe de [[Pa\u00eds de Gales|Gales]] (1610).\n* Aborto espont\u00e2neo ([[1595]]).\n* [[Isabel da Bo\u00e9mia|Isabel]] ([[1596]] - [[1662]]), casada com [[Frederico V, Eleitor Palatino|Frederico V]], eleitor palatino e pretendente ao trono da [[Bo\u00e9mia]].\n* Margarida ([[1598]] - [[1600]]).\n*[[Carlos I da Inglaterra|Carlos]] ([[1600]] - [[1649]]), nomeado [[duque de Albany]] (1603) e de [[Duque de York|York]] (1605); rei da [[Inglaterra]] como '''Carlos I''', sucedendo seu pai devido \u00e0 morte de seu irm\u00e3o maior.\n* Roberto ([[1602]]), nomeado [[duque de Kintyre]].Willson, 452; Barroll, 27..\n* Aborto espont\u00e2neo ([[1603]]).\n* Maria ([[1605]] - [[1607]]).\n* [[Sofia de Inglaterra]] ([[1606]]).\n\n==Ancestrais==\n{{ahnentafel top|width=100%|Ancestrais de Ana da Dinamarca{{citar web|url=http://www.royalist.info/execute/ancestors?person=265|t\u00edtulo=Anne of Denmark (wife of King James I of England) > Ancestors|obra=RoyaList|acessodata=20 de julho de 2014 }} }}\n
{{ahnentafel-compact5\n|style=font-size: 90%; line-height: 110%;\n|border=1\n|boxstyle=padding-top: 0; padding-bottom: 0;\n|boxstyle_1=background-color: #fcc;\n|boxstyle_2=background-color: #fb9;\n|boxstyle_3=background-color: #ffc;\n|boxstyle_4=background-color: #bfc;\n|boxstyle_5=background-color: #9fe;\n|1= '''Ana da Dinamarca'''\n|2= [[Frederico II da Dinamarca]]\n|3= [[Sofia de Mecklemburgo-G\u00fcstrow]]\n|4= [[Cristiano III da Dinamarca]]\n|5= [[Doroteia de Saxe-Lauemburgo]]\n|6= [[Ulrico III de Mecklemburgo-G\u00fcstrow|Ulrico III, Duque de Mecklemburgo-G\u00fcstrow]]\n|7= [[Isabel da Dinamarca (1524-1586)|Isabel da Dinamarca]]\n|8= [[Frederico I da Dinamarca]]\n|9= [[Ana de Brandemburgo]]\n|10= Magno I, Duque de Saxe-Lauemburgo\n|11= Catarina de Brunsvique-Volfembutel\n|12= Alberto VII, Duque de Mecklemburgo-G\u00fcstrow\n|13= Ana da Brandemburgo\n|14= [[Frederico I da Dinamarca]]\n|15= [[Sofia da Pomer\u00e2nia]]\n|16= [[Cristiano I da Dinamarca]]\n|17= [[Doroteia de Brandemburgo]]\n|18= Jo\u00e3o II C\u00edcero, Eleitor de Brandemburgo\n|19= Margarida da Turungia\n|20= Jo\u00e3o V, Duque de Saxe-Lauemburgo\n|21= Doroteia de Brandemburgo\n|22= Henrique IV, Duque de Brunsvique-Luneburgo\n|23= Catarina da Pomer\u00e2nia\n|24= Magno II, Duque de Mecklemburgo-Schwerin-G\u00fcstrow\n|25= Sofia da Pomer\u00e2nia\n|26= Joaquim I Nestor, Eleitor de Brandemburgo\n|27= Isabel da Dinamarca\n|28= [[Cristiano I da Dinamarca]]\n|29= [[Doroteia de Brandemburgo]]\n|30= Bogislau X, Duque da Pomer\u00e2nia\n|31= [[Anna Jagiellon|Ana Jagel\u00e3o]]\n}}
\n{{ahnentafel bottom}}\n\n{{Notas}}\n\n{{refer\u00eancias|col=3}}\n\n== Bibliografia ==\n{{refbegin|2}}\n* Akrigg, G.P.V ([1962] 1978 edition). ''Jacobean Pageant: or the Court of King James I''. Nova Iorque: Athenaeum. ISBN 0-689-70003-2.\n* Ackroyd, Peter (2006). ''Shakespeare: The Biography''. Londres: Vintage. ISBN 0-7493-8655-X.\n* Barroll, J. Leeds (2001). Anna of Denmark, Queen of England: A Cultural Biography. Philadelphia: University of Pennsylvania. ISBN 0-8122-3574-6.\n* Cerasano, Susan, and Marion Wynne-Davies (1996). ''Renaissance Drama by Women: Texts and Documents''. Londres e Nova Iorque: Routledge. ISBN 0-415-09806-8.\n*{{citar livro|sobrenome=Croft|nome=Pauline|t\u00edtulo=King James|local=Basingstoke e Nova Iorque|editora=Palgrave Macmillan|ano=2003|isbn=0-333-61395-3|ref=harv }}\n* Fraser, Antonia ([1996] 1997 edition). ''The Gunpowder Plot: Terror and Faith in 1605''. Londres: Mandarin Paperbacks. ISBN 0-7493-2357-4.\n* Haynes, Alan ([1994] 2005 edition). ''The Gunpowder Plot. Stroud'': Sutton Publishing. ISBN 0-7509-4215-0.\n* Hogge, Alice (2005). ''God's Secret Agents: Queen Elizabeth's Forbidden Priests and the Hatching of the Gunpowder Plot''. Londres: Harper Collins. ISBN 0-00-715637-5.\n* McCrea, Scott (2005). ''The Case For Shakespeare: The End of the Authorship Question''. Westport, Connecticut: Praeger/Greenwood. ISBN 0-275-98527-X.\n*{{citar livro|sobrenome=McManus|nome=Clare|t\u00edtulo=Women on the Renaissance Stage: Anna of Denmark and Female Masquing in the Stuart Court (1590\u20131619)|local=Manchester|editora=Manchester University Press|ano=2002|isbn=0-7190-6092-3|ref=harv }}\n* Sharpe, Kevin (1996). ''\"Stuart Monarchy and Political Culture,\" in The Oxford Illustrated History of Tudor & Stuart Britain''. Ed. John.S.Morrill. Oxford: Oxford University Press. ISBN 0-19-289327-0.\n*{{citar livro|sobrenome=Stewart|nome=Alan|t\u00edtulo=The Cradle King: A Life of James VI & I|local=Londres|editora=Chatto and Windus|ano=2003|isbn=0-7011-6984-2|ref=harv }}\n* Strickland, Agnes (1848). ''Lives of the Queens of England: From the Norman Conquest. Vol VII''. Philadelphia: Lea and Blanchard. Original from Stanford University, digitized 20 abril 2006. Full view at Google Books. Consultado em 10 maio 2007.\n*{{citar livro|sobrenome=Williams|nome=Ethel Carleton|t\u00edtulo=Anne of Denmark|local=Londres|editora=Longman|ano=1970|isbn=0-582-12783-1|ref=harv }}\n*{{citar livro|sobrenome=Willson|nome=David Harris|t\u00edtulo=King James VI & I|local=Londres|editora=Jonathan Cape|ano=1963|isbn=0-224-60572-0|ref=harv }}\n{{refend}}\n{{Commonscat|Anne of Denmark}}{{-}}\n\n{{come\u00e7a caixa}}\n|-\n! colspan=\"3\" style=\"background: #FBEC5D;\" | Ana da Dinamarca
[[Casa de Oldemburgo]]
12 de dezembro de 1574 \u2013 2 de mar\u00e7o de 1619\n|- style=\"text-align:center;\"\n|width=\"30%\" align=\"center\" | Precedida por
'''[[Henrique Stuart, Lorde Darnley]]'''\n|width=\"40%\" style=\"text-align: center;\"|[[Ficheiro:Coat of arms of Anne of Denmark as Queen consort of Scots.png|110px]]
'''Rainha Consorte da Esc\u00f3cia'''
20 de agosto de 1589 \u2013 2 de mar\u00e7o de 1619\n|width=\"30%\" align=\"center\" rowspan=2 | Sucedida por
'''[[Henriqueta Maria de Fran\u00e7a]]'''\n|-\n|width=\"30%\" align=\"center\" | Precedida por
'''[[Catarina Parr]]'''\n|width=\"40%\" style=\"text-align: center;\"|[[Ficheiro:Coat of Arms of Anne of Denmark.svg|110px]]
'''[[Lista de consortes reais da Inglaterra|Rainha Consorte da Inglaterra e Irlanda]]'''
24 de mar\u00e7o de 1603 \u2013 2 de mar\u00e7o de 1619\n|}\n\n{{Consortes ingleses}}\n{{Consortes escoceses}}\n\n[[Categoria:Casa de Oldemburgo]]\n[[Categoria:Princesas da Dinamarca]]\n[[Categoria:Princesas da Noruega]]\n[[Categoria:Dinastia de Stuart]]\n[[Categoria:Rainhas da Esc\u00f3cia]]\n[[Categoria:Rainhas consorte brit\u00e2nicas]]\n[[Categoria:Rainhas cat\u00f3licas]]\n[[Categoria:Rainhas cat\u00f3licas da Inglaterra]]\n[[Categoria:Sepultados na Abadia de Westminster]]\n[[Categoria:Convertidos do protestantismo ao catolicismo]]\n[[Categoria:Jacobitas]]\n[[Categoria:Mulheres do s\u00e9culo XVI]]\n[[Categoria:Mecenas]]\n[[Categoria:Filantropos da Dinamarca]]\n[[Categoria:Mulheres do s\u00e9culo XVII]]\n[[Categoria:Naturais de Skanderborg]]\n[[Categoria:Luteranos da Dinamarca]]"}]},"3087568":{"pageid":3087568,"ns":0,"title":"Wine (desambigua\u00e7\u00e3o)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|Wine}}\n\n*''[[Vinho|Wine]]'' - vinho, em ingl\u00eas\n*[[Wine]]\n*[[Wine TV]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"6077562":{"pageid":6077562,"ns":0,"title":"Mosquete estriado","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Em tradu\u00e7\u00e3o|data=Setembro de 2019}}\n\n[[Imagem:Springfield Model 1855 - AM.030363.jpg|thumb|right|300px|O primeiro ''mosquete estriado'' de f\u00e1brica, o [[Springfield Model 1855]].]]\n\n'''Mosquete estriado''' ou '''mosquete raiado''', \u00e9 um tipo de [[arma de fogo]] fabricado em meados do s\u00e9culo 19. Os termos se referem apenas aqueles [[mosquete]]s que tiveram a \"alma\" do cano, originalmente lisa, trabalhada de forma a passar a ter estrias ou raias, como nas armas mais modernas.{{citar livro |ultimo=Fuller |primeiro=Claud E |data=1958 |titulo=The rifled musket |url= |volume= |lingua=ingl\u00eas |local= |editora=Bonanza Books |pagina= |p\u00e1ginas=302 |isbn=978-0517031100 |cita\u00e7\u00e3o= }}\n\nJ\u00e1 os termos ''mosquete com estrias'' ou ''mosquete com raias'', referem-se a mosquetes que foram fabricados j\u00e1 com estrias na alma do cano. Na pr\u00e1tica, os termos se confundem e acabam sendo usados indistintamente.Justin Stanage (2002). [https://scholarworks.iu.edu/journals/index.php/iusburj/article/view/19841/25918 The Rifle-Musket vs. The Smoothbore Musket, a Comparison of the Effectiveness of the Two Types of Weapons Primarily at Short Ranges.] Class paper, Indiana University.\n\n==Alguns exemplos==\n[[Imagem:SniderMkIIIC bore.jpg|thumb|right|290px|''Estrias'', ou ''raias'' no cano de um [[mosquete]].]]\n\n* [[Springfield Model 1816]] - mosquete de alma lisa\n* [[Springfield Model 1840]] - mosquete de alma lisa, alguns foram convertidos ''estriados''.\n* [[Springfield Model 1842]] - \u00faltimo mosquete ''Springfield'' de alma lisa, v\u00e1rios foram convertidos para ''estriados''.\n* [[Springfield Model 1855]] - primeiro modelo de '''mosquete com estrias''' da linha ''Springfield''.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n* [[Mosquete]]\n* [[Mosquete Springfield]]\n* [[Estriamento]]\n\n{{referencias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [https://www.encyclopedia.com/history/encyclopedias-almanacs-transcripts-and-maps/rifled-musket The Rifled Musket]\n* [https://svartkrutt.net/articles/vis.php?id=2 The P-1856 Enfield Project]\n* [https://www.gunsandammo.com/editorial/the-exotic-nepalese-snider-rifle/248800 The Exotic Nepalese Snider Rifle]\n* [http://historymaking.org/textbook/items/show/275 From Smoothbore to Rifled Musket]\n* [http://www.n-ssa.org/blog/riflesandmusketnomenclature Musket, Rifle, Rifle-Musket, and Rifled Musket \u2013 a Guide to Nomenclature]\n* [https://pdfs.semanticscholar.org/a844/c8bdd615283df9ed76867bb1b6b3fad71ea1.pdf Violent Trajectories - A Cultural History of the Enfield Rifle in the British Empire]\n\n{{esbo\u00e7o-arma de fogo}}\n\n[[Categoria:Mosquetes]]"}]},"5165047":{"pageid":5165047,"ns":0,"title":"Mazraeh-ye Khalil Rowshan va Amir Khamushi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n|nome_oficial = Mazraeh-ye Khalil Rowshan va Amir Khamushi\n|nome_nativo = {{lang|fa|\u0645\u0632\u0631\u0639\u0647 \u062e\u0644\u064a\u0644 \u0631\u0648\u0634\u0646 \u0648\u0627\u0645\u064a\u0631\u062e\u0627\u0645\u0648\u0634\u064a}}\n|imagem_horizonte = \n|imagem_tamanho = \n|assentamento_tipo = aldeia\n|subdivis\u00e3o_tipo = [[Lista de Estados soberanos|Pa\u00eds]]\n|subdivis\u00e3o_nome = {{IRNb}} [[Ir\u00e3]]\n|subdivis\u00e3o_tipo1 = [[Prov\u00edncias do Ir\u00e3|Prov\u00edncia]]\n|subdivis\u00e3o_nome1 = [[Yazd (prov\u00edncia)|Yazd]]\n|subdivis\u00e3o_tipo2 = Condado\n|subdivis\u00e3o_nome2 = [[Condado de Abarkuh|Abarkuh]]\n|subdivis\u00e3o_tipo3 = Distrito rural\n|subdivis\u00e3o_nome3 = [[Distrito rural de Faragheh|Faragheh]]\n|mapa_alfinete = Ir\u00e3o\n|mapa_alfinete_posi\u00e7\u00e3o = bot\u00e3o\n|mapa_alfinete_tamanho = 250\n}}\n'''Mazraeh-ye Khalil Rowshan va Amir Khamushi''' ({{lang-fa|\u0645\u0632\u0631\u0639\u0647 \u062e\u0644\u064a\u0644 \u0631\u0648\u0634\u0646 \u0648\u0627\u0645\u064a\u0631\u062e\u0627\u0645\u0648\u0634\u064a}}, tamb\u00e9m [[Romaniza\u00e7\u00e3o (lingu\u00edstica)|romanizada]] como '''Mazra\u2018eh-ye Khal\u012bl Rowshan va Am\u012br Kh\u0101m\u016bsh\u012b''') \u00e9 uma aldeia do distrito rural de Faragheh, no condado de Abarkuh, na prov\u00edncia de [[Yazd (prov\u00edncia)|Yazd]], [[Ir\u00e3]].{{IranCensus2006|21}} \n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Condado de Abarkuh}}\n{{Portal3|Ir\u00e3}}\n{{esbo\u00e7o-geoir}}\n\n[[Categoria:Aldeias do Ir\u00e3o]]"}]},"2546566":{"pageid":2546566,"ns":0,"title":"Alone (filme)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{sem-notas|data=Janeiro de 2010}}\n{{Info/Filme\n |t\u00edtulo=Alone\n |t\u00edtulo-br=Esp\u00edritos 2 Voc\u00ea nunca est\u00e1 sozinho\n |t\u00edtulo-pt=\n |ano=[[2007]]\n |dura\u00e7\u00e3o=93\n |idioma=[[l\u00edngua tailandesa|tailand\u00eas]]\n |g\u00e9nero=[[Terror (g\u00eanero)|terror]]\n |distribuidora= Downtown\n |dire\u00e7\u00e3o=Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpooml\n |elenco=Masha Wattanapanichl
Vittaya Wasukraipaisan
Namo Tongkumnerd
Ratchanoo Bunchootwong\n |cor-pb=cor\n |pa\u00eds={{THA}}\n}}\n\n'''Alone''' \u00e9 um [[filme]] [[Tail\u00e2ndia|tailand\u00eas]] de [[2007]], g\u00eanero [[terror (g\u00eanero)|terror]], dirigido por [[Banjong Pisanthanakun]] e [[Parkpoom Wongpooml]].\n\nPara aproveitar o sucesso do filme ''[[Shutter]]'' (chamado no Brasil de \"Esp\u00edritos\"), ''Alone'', dos mesmos produtores, foi comercializado como ''Esp\u00edritos 2'', embora sua hist\u00f3ria n\u00e3o tenha nenhuma rela\u00e7\u00e3o.\n\n== Hist\u00f3ria ==\nPim ([[Masha Wattanapanich]]) mudou-se para a [[Coreia]] para recome\u00e7ar sua vida ao lado do marido. \nNo entanto, a sua m\u00e3e sofre um [[AVC]] fazendo com que ela tenha de voltar \u00e0 sua terra natal, na Tail\u00e2ndia. \nL\u00e1, Pim passa a ser assombrada pelo [[esp\u00edrito]] de sua irm\u00e3 siamesa, j\u00e1 morta.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://www.faddthemovie.com// |3=Site oficial do Filme}}\n\n{{esbo\u00e7o-filme-horror}}\n\n[[Categoria:Filmes da Tail\u00e2ndia de 2007]]\n[[Categoria:Filmes de terror da Tail\u00e2ndia]]\n[[Categoria:Filmes de terror da d\u00e9cada de 2000]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua tailandesa]]\n[[Categoria:Filmes com fantasmas]]"}]},"2821656":{"pageid":2821656,"ns":0,"title":"Ekaterina Svanidze","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Ekaterina \"Katia\" Semyonovna Svanidze''' (em [[L\u00edngua georgiana|georgiano]]: \u10d4\u10d9\u10d0\u10e2\u10d4\u10e0\u10d8\u10dc\u10d4 \"\u10d9\u10d0\u10e2\u10dd\" \u10e1\u10d5\u10d0\u10dc\u10d8\u10eb\u10d4; em [[Idioma russo|russo]]: \u0415\u043a\u0430\u0442\u0435\u0440\u0438\u043d\u0430 \u0421\u0435\u043c\u0435\u043d\u043e\u0432\u043d\u0430 \u0421\u0432\u0430\u043d\u0438\u0434\u0437\u0435; [[2 de abril]] de [[1885]] \u2013 [[5 de dezembro]] de [[1907]]{{citar web|url = http://www.hrono.ru/biograf/bio_s/svanidze_k.html |t\u00edtulo = \u0421\u0432\u0430\u043d\u0438\u0434\u0437\u0435 \u041a\u0430\u0442\u043e (Svanidze Kato)|acessodata = 20-07-2008 |\u00faltimo = |primeiro = |data = |outros = XPOHOC (Jronos)|idioma = russo}}) foi a [[Ge\u00f3rgia|georgiana]] primeira esposa de [[Joseph Stalin]]. Casaram-se em [[1903]].Fernando Jorge. ''Get\u00falio Vargas e o seu tempo: um retrato com luz e sombra'', Volume 1, ed. T.A. Queiroz, 1985, p\u00e1g. 60. ISBN 8585008407; Alguns autores, como Vivian Green (A Loucura dos Reis - Hist\u00f3ria de Poder e Destrui\u00e7\u00e3o, de Cal\u00edgula a Saddam Hussein, Ediouro, ISBN 8500017791), d\u00e3o como sendo 1902 o casamento.\n\n== Biografia ==\nTinha duas irm\u00e3s: Alexandra (apelidada \"Sashiko\") e Maria (\"Mariko\"); acredita-se que tinha ainda mais de um irm\u00e3o, mas s\u00f3 se conhece [[Alexander Svanidze]] que, por ter morado na [[Alemanha]], ensinou \u00e0 irm\u00e3 o idioma daquele pa\u00eds e tamb\u00e9m o [[l\u00edngua francesa|franc\u00eas]].{{citar web|url=http://www.hrono.ru/biograf/bio_s/svanidze_as.html |titulo=\u0421\u0432\u0430\u043d\u0438\u0434\u0437\u0435 \u0410\u043b\u0435\u043a\u0441\u0430\u043d\u0434\u0440 \u0421\u0435\u043c\u0435\u043d\u043e\u0432\u0438\u0447 (Svanidze Aleksandr Semenovich)|data=|publicado=XPOHOC (Jronos)|acessodata=20-07-2008 }}\n\nFoi a primeira esposa de Stalin, que era amigo de seu irm\u00e3o.{{citar livro|autor=\u041c\u0443\u0441\u0441\u043a\u0438\u0439 \u0418. \u0410. (I. A. Musskiy) |t\u00edtulo=\u0421\u0442\u043e \u0432\u0435\u043b\u0438\u043a\u0438\u0445 \u0434\u0438\u043a\u0442\u0430\u0442\u043e\u0440\u043e\u0432 (Cem Grandes Ditadores) |editora=\u0412\u0435\u0447\u0435 |outros=Moscou, 2002 }} O casal teve somente um filho, [[Yakov Dzhugashvili]] em [[18 de mar\u00e7o]] de [[1907]]. Deste matrim\u00f4nio n\u00e3o se sabe muito.{{citar livro|autor=Walter Laqueur|t\u00edtulo=Stalin: La estrategia del terror|editora=Ediciones B - M\u00e9xico|ano= 2003|p\u00e1ginas=18, 176 e 177 |isbn = 8466613161 }} Durante certo tempo viveu sob o sobrenome falso de \"Galiaschvili\", para mais tarde adotar o de Dzhugasvili.\n\nTrabalhou como costureira para as damas do [[Ex\u00e9rcito Imperial Russo]], e junto com as irm\u00e3s Aleksandra (Saschiko) e Maria (Mariko) dirigiu o \"Atelier Hervieu\", em [[Tbilisi]].\n\nSeu \u00fanico filho, Yakov, morreria mais tarde num [[campo de concentra\u00e7\u00e3o]] nazista.Fernando Jorge, op. cit.\n\n== Morte ==\nEkaterina faleceu em [[1907]]. A morte teria sido causada por [[tifo]] ou de colite ulcerosa, contra\u00edda durante o ver\u00e3o que passou em [[Baku]]Simon Sebag Montefiore: ''Der junge Stalin'', S. Fischer Verlag, Frankfurt a. Main 2007, p\u00e1gina 266 e seguintes. (em alem\u00e3o), embora outras fontes d\u00e3o como tendo morrido do parto.Green, op. cit.\n\nEm seu funeral, teria Stalin declarado que: \"''Esta criatura abrandou meu cora\u00e7\u00e3o duro. Quando ela morreu, todos os meus sentimentos ternos pelas pessoas morreram com ela''\".Green, op. cit., p\u00e1g. 410 Colocando a m\u00e3o sobre o peito, adicionou: \"''Aqui dentro est\u00e1 vazio, inexpressivamente vazio!''\".Maximilien Rubel: ''Josef W. Stalin'', Rowohlt Monographien, Reinbek 2006, p\u00e1gina 29. (em alem\u00e3o)\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Josef Stalin}}\n{{esbo\u00e7o-biografia}}\n\n{{NM|1880|1907|Svanidze, Ekaterina}}\n\n[[Categoria:Georgianos]]\n[[Categoria:Naturais de Tbilisi]]\n[[Categoria:Fam\u00edlia de Josef Stalin]]\n[[Categoria:Mortes por tifo]]"}]},"3228384":{"pageid":3228384,"ns":0,"title":"Vincent & Theo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais-fontes|data=abril de 2013}}\n{{info/Filme/Wikidata}}\n'''Vincent & Theo''' (''[[Brasil|br]]'' '''Van Gogh - Vida e Obra de um G\u00eanio'''[http://www.cineplayers.com/filme/van-gogh--vida-e-obra-de-um-genio/13556 ''Van Gogh - Vida e Obra de um G\u00eanio''] no CinePlayers (Brasil); ''[[Portugal|pt]]'' '''Vincent & Theo'''[https://mag.sapo.pt/cinema/filmes/vincent-theo ''Vincent & Theo''] no SapoMag (Portugal)) \u00e9 um filme biogr\u00e1fico que foi dirigido por [[Robert Altman]] em [[1990]].\n\nA hist\u00f3ria dos dois irm\u00e3os Van Gogh, Vincent ([[Tim Roth]]) e Theo ([[Paul Rhys]]) que fazem pinturas com as suas obras-primas no s\u00e9culo XIX. A rela\u00e7\u00e3o de Vincent e Theo precisam de fazer pinturas que vai fazer hist\u00f3ria, mas v\u00e3o fazer esc\u00e2ndalo e ningu\u00e9m podem contribuir.\n\nOs irm\u00e3os Van Gogh v\u00e3o mostrar as pinturas de sucesso com a hist\u00f3ria da pintura das obras-primas mais conhecidas e promete para fazer uma cultura de verdade. \n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal|Cinema|Pa\u00edses Baixos|Reino Unido|Fran\u00e7a|It\u00e1lia|Alemanha}}\n{{esbo\u00e7o-filme}}\n{{Robert Altman}}\n{{controlo de autoria}}\n{{DEFAULTSORT:Vincent Theo 1990}}\n[[Categoria:Filmes dos Pa\u00edses Baixos de 1990]]\n[[Categoria:Representa\u00e7\u00f5es culturais de Vincent van Gogh]]\n[[Categoria:Filmes com trilha sonora de Gabriel Yared]]\n[[Categoria:Filmes da It\u00e1lia de 1990]]\n[[Categoria:Filmes da Alemanha de 1990]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por Robert Altman]]\n[[Categoria:Filmes de drama biogr\u00e1fico da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Filmes de drama biogr\u00e1fico do Reino Unido]]\n[[Categoria:Filmes de drama biogr\u00e1fico dos Pa\u00edses Baixos]]\n[[Categoria:Representa\u00e7\u00f5es culturais de Paul Gauguin]]\n[[Categoria:Filmes de drama biogr\u00e1fico da Alemanha]]\n[[Categoria:Filmes da Fran\u00e7a de 1990]]\n[[Categoria:Cinebiografias de pintores]]\n[[Categoria:Filmes do Reino Unido de 1990]]\n[[Categoria:Filmes ambientados na d\u00e9cada de 1880]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em 1890]]\n[[Categoria:Filmes de drama biogr\u00e1fico da It\u00e1lia]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em 1891]]\n{{sem infocaixa|Filme}}\n{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}"}]},"4322434":{"pageid":4322434,"ns":0,"title":"Resolu\u00e7\u00e3o 123 do Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Resolu\u00e7\u00e3o da ONU\n|n\u00famero = 123\n|\u00f3rg\u00e3o = CS\n|data = 21 de fevereiro\n|ano = 1957\n|reuni\u00e3o = 774\n|c\u00f3digo = S/3793\n|documento = http://www.un.org/Docs/journal/asp/ws.asp?m=S/RES/123(1957)\n|a favor = 10\n|absten\u00e7\u00e3o = 1\n|contra = 0\n|assunto = A quest\u00e3o entre a \u00cdndia e o Paquist\u00e3o\n|resultado = Aprovada\n|imagem = \n|legenda = \n}}\n'''Resolu\u00e7\u00e3o 123 do [[Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas]]''', foi aprovada em 21 de fevereiro de 1957, ap\u00f3s o conflito em [[Jammu e Caxemira]] se intensificar. O [[Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas|Conselho]] solicitou que o Presidente do Conselho de Seguran\u00e7a visitasse o subcontinente e, junto com os governos da [[\u00cdndia]] e do [[Paquist\u00e3o]], para examinar quaisquer propostas que eram suscept\u00edveis a contribuir para a resolu\u00e7\u00e3o do lit\u00edgio. O Conselho solicitou que ele informasse a eles, at\u00e9 15 de abril, e o relat\u00f3rio resultante formou a base da [[Resolu\u00e7\u00e3o 126 do Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas]], que foi aprovada em dezembro do mesmo ano.\n\nFoi aprovada com 10 votos, a [[Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]] se absteve.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Anexo:Lista de Resolu\u00e7\u00f5es de 101 a 200 do Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas|Lista de Resolu\u00e7\u00f5es de 101 a 200 do Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{en}} [http://www.un.org/Docs/journal/asp/ws.asp?m=S/RES/123(1957) Texto da Resolu\u00e7\u00e3o 123 do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU.] ([[PDF]])\n\n{{UNSCR 1957}}\n\n[[Categoria:Resolu\u00e7\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas de 1957]]\n[[Categoria:Resolu\u00e7\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o conflito da Caxemira]]"}]},"4597908":{"pageid":4597908,"ns":0,"title":"Seo Yu-na","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Nome coreano|[[Seo]]}}\n{{Info/Biografia\n|nome = Seo Yu-na\n|imagem = Seo Yu-na at Psychokinesis VIP premiere in January 2018 01.jpg\n|imagem_tamanho = 250px\n|imagem_legenda = Seo Yu-na na estreia VIP de ''[[:en:Psychokinesis (film)|Psychokinesis]]'', em 29 de janeiro de 2018.\n|nome_nascimento = Seo Yu-na\n|pseud\u00f4nimo = Yuna, E.NA\n|nascimento_data = {{dni|30|12|1992}}\n|nascimento_local = [[Busan]], [[Coreia do Sul]]\n|resid\u00eancia = [[Seul]], [[Regi\u00e3o Metropolitana de Seul|Sudogwon]], [[Coreia do Sul]]\n|ocupa\u00e7\u00e3o = {{hlist|[[Canto (m\u00fasica)|Cantora]]|[[Ator|Atriz]]}}\n|per\u00edodo_atividade = 2012\u2013presente\n|g\u00eanero_musical = {{hlist|''[[K-pop]]''|''[[R&B contempor\u00e2neo|R&B]]''|''[[Dance-pop|Dancepop]]''}}\n|tipo_vocal = [[Soprano l\u00edrico]]\n|instrumento = [[Canto (m\u00fasica)|Vocais]]\n|per\u00edodo_musical = \n|gravadora = [[FNC Entertainment]]\n|afilia\u00e7\u00f5es = {{hlist|[[AOA]]|[[AOA Black]]|[[AOA Cream]]}}\n}}\n\n'''Seo Yu-na''' ({{coreano|hangul=\uc11c\uc720\ub098|hanja=\u5f90\u5ba5\u5948|rr=Seo Yu-na|mr=S\u014f Yu-na}}; [[Busan]], [[30 de dezembro]] de [[1992]]), mais frequentemente creditada na carreira musical apenas como '''Yuna''' ({{coreano|hangul=\uc720\ub098}}), \u00e9 uma [[Canto (m\u00fasica)|cantora]] e [[Ator|atriz]] [[Coreia do Sul|sul-coreana]]. Ela \u00e9 popularmente conhecida por ser integrante do [[Girl group|grupo feminino]] [[AOA]], formado pela [[FNC Entertainment]] em 2012.\n\n== Biografia ==\nYuna nasceu em [[30 de dezembro]] de [[1992]], em [[Busan]], [[Coreia do Sul]].[http://fncent.com/AOA/b/introduce/1303 AOA Profile on FNC Official Website] Ela toca piano desde os sete anos de idade. Aos dezoito anos, Yuna teve a permiss\u00e3o de seus pais para ir para [[Seul]], tudo por conta pr\u00f3pria, e viver com seu tio para a pr\u00e1tica de canto e perseguir seus sonhos de se tornar uma cantora, participando de audi\u00e7\u00f5es na cidade.{{Citar web |url=http://aceofangels8.com/AOAProfiles |titulo=AOA Yuna Profile on Aceofangles8.com |acessodata=2017-12-09 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20150811003433/http://aceofangels8.com/AOAProfiles |arquivodata=2015-08-11 |urlmorta=yes }} Yuna possui uma irm\u00e3 mais nova chamada Seo-Yuri que estreou em 2014 como integrante do grupo [[Berry Good]], adotando o [[nome art\u00edstico]] Seoyul.{{citar web|t\u00edtulo=AOA Member Yuna's Younger Sister To Debut As A Member Of Berry Good|url=http://www.kpopstarz.com/articles/167265/20150123/aoa-yunas-sister-will-debut-as-a-member-off-berry-good.htm|publicado=kpopstarz|acessodata=24 de setembro de 2015}}{{citar web|t\u00edtulo=Berry Good\u2019s Seo Yul Says She has More Aegyo than Her Sister AOA\u2019s Yuna|url=http://mwave.interest.me/enewsworld/en/article/88915/berry-goods-seo-yul-says-she-has-more-aegyo-than-her-sister-aoas-yuna|publicado=Newsen|acessodata=24 de setembro de 2015}}{{citar web|t\u00edtulo=AOA Yuna\u2019s Sister to Make Debut as New Member of Berry Good|url=http://mwave.interest.me/enewsworld/en/article/85808/aoa-yunas-sister-to-make-debut-as-new-member-of-berry-good|publicado=Newsen|acessodata=24 de setembro de 2015}}{{citar web|t\u00edtulo=5\uc778\uc870 \uac78\uadf8\ub8f9 BERRY GOOD - \uc11c \uc728(\uc11c\uc720\ub9ac)|url=http://www.genie.co.kr/genie_Magazine/f_sub_main.asp?ctid=1&mgz_seq=625|publicado=genie Magazine|acessodata=24 de setembro de 2015}}\n\n== Carreira ==\n=== AOA ===\n{{Artigo principal|AOA}}\nYuna foi formalmente apresentada como integrante oficial do AOA no dia 16 de julho de 2012.{{citar web|url=http://enewsworld.mnet.com/enews/contents.asp?idx=9907 |t\u00edtulo=FNC Unveils First Member Teaser For FT Island and CN Blue\u2019s Sister Group, Ace of Angels |publicado=Enewsworld.mnet.com |data=16 de julho de 2012 |acessodata=12 de fevereiro de 2014}}{{citar web|autor = |url=http://www.allkpop.com/2012/07/fncs-new-girl-group-aoa-reveals-eighth-member-half-angel-y |t\u00edtulo=FNC's new girl group, AOA, reveals eighth member, half angel, Y |publicado=allkpop.com |data=23 de julho de 2012 |acessodata=12 de fevereiro de 2014}} Sua estreia oficial com o grupo ocorreu em 30 de julho no programa musical ''[[M! Countdown]]'', onde elas apresentaram o ''single'' ''Elvis''.{{citar web|t\u00edtulo=[Interview Part I] AOA Lands on Earth on Angel Wings and Guitars|autor=Park HyunMin|obra=enewsWorld|data=2 de setembro de 2012|acessodata=26 de mar\u00e7o de 2016|url=http://mwave.interest.me/enewsworld/en/article/13549/interview-part-i-aoa-lands-on-earth-on-angel-wings-and-guitars|publicado=[[CJ E&M]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160408001057/http://mwave.interest.me/enewsworld/en/article/13549/interview-part-i-aoa-lands-on-earth-on-angel-wings-and-guitars|arquivodata=2016-04-08|urlmorta=yes}} Em 2013, Yuna se tornou integrante da primeira unidade oficial do AOA, chamado AOA Black.{{citar web|url=http://mwave.interest.me/enewsworld/en/article/40391/aoa-to-launch-band-unit-aoa-black|t\u00edtulo=AOA to Launch Band Unit AOA Black|data=11 de julho de 2013|acessodata=14 de agosto de 2015|obra=enewsWorld|publicado=[[CJ E&M]]|autor=Lee KyungNam|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160408001101/http://mwave.interest.me/enewsworld/en/article/40391/aoa-to-launch-band-unit-aoa-black|arquivodata=2016-04-08|urlmorta=yes}} Em meados de 2016, Yuna estreou como integrante mais velha da segunda unidade do AOA, [[AOA Cream]].{{citar web|t\u00edtulo=AOA \uce21 \"\ucc2c\ubbf8 \uc720\ub098 \ud61c\uc815 3\uc778\uc870 \uc720\ub2db, 2\uc6d4 \ucd9c\uaca9\"[\uacf5\uc2dd\uc785\uc7a5]|url=http://news.chosun.com/site/data/html_dir/2016/01/27/2016012701329.html|obra=[[The Chosun Ilbo]]|data=27 de janeiro de 2016|l\u00edngua=coreano}}[http://www.kpopstarz.com/articles/268075/20160203/aoa-cream-teaser-im-jelly-baby.htm AOA Cream To Debut With 'I'm Jealous, Baby' On February 12] Kpopstarz. Consultado em 26 de setembro de 2016.\n\n=== Atividades individuais ===\nEm 11 de mar\u00e7o de 2013 foi revelado que Yuna faria o principal papel feminino no teatro musical japon\u00eas ''Summer Snow Musical''.{{citar web |url=http://www.allkpop.com/article/2013/03/aoas-yuna-to-play-the-female-lead-in-musical-summer-snow-alongside-male-idol-stars |t\u00edtulo=AOA's Yuna to play the female lead in musical 'Summer Snow' alongside male idol stars |publicado=allkpop |data=11 de mar\u00e7o de 2013}} Yuna tamb\u00e9m obteve um papel principal no drama ''Prince's Prince'', em fevereiro de 2015.[http://www.allkpop.com/article/2015/02/ft-islands-jonghun-cast-as-male-lead-in-web-drama-princes-prince-with-aoas-yuna-as-his-sister AllKpop | Yuna to play female roll in \"Prince's Prince\"]\n\nEm 20 de outubro de 2013, Yuna forneceu a [[Trilha sonora|OST]] ''I'm Ok'' para o drama ''Marry Him If You Dare'', exibido pela [[Korean Broadcasting System|KBS]]. A can\u00e7\u00e3o descreve perfeitamente a protagonista do drama, Na Mi-rae.[http://www.allkpop.com/article/2013/10/aoas-yuna-sings-yoon-eun-hyes-theme-im-ok-for-the-future-choice-ost AOA's Yuna sings Yoon Eun Hye's theme 'I'm OK' for 'The Future Choice' OST] Allkpop. Consultado em 26 de setembro de 2016.\n\nEm outubro de 2016, foi revelado que Yuna iria se juntar ao elenco do drama ''Hot And Sweet'', onde ela interpretaria a personagem Joon Young.[http://www.allkpop.com/article/2016/10/ft-islands-minhwan-and-aoas-yuna-make-a-cute-couple-in-making-film-for-their-upcoming-web-drama F.T. Island's Minhwan and AOA's Yuna make a cute couple in making film for their upcoming web drama] O drama de oito epis\u00f3dios come\u00e7ou a ser exibido em 20 de outubro. Yuna tamb\u00e9m lancou duas can\u00e7\u00f5es para o drama; ''Hot And Sweet'', uma colabora\u00e7\u00e3o com Choi Min-hwan, e ''Everything'', uma can\u00e7\u00e3o solo.{{ko}} [http://www.melon.com/album/detail.htm?albumId=10010246 \ub9e4\ucf64\ub2ec\ucf64 OST \ucd5c\ubbfc\ud658 (FT \uc544\uc77c\ub79c\ub4dc), \uc720\ub098 (AOA)]\n\nEm 2016, Yuna foi lan\u00e7ada no drama ''My Old Friend''. O drama come\u00e7ou a ser exibido em meados de novembro no [[Naver|Naver TVCast]].{{ko}} [http://www.kyongbuk.co.kr/?mod=news&act=articleView&idxno=972947 \u2018\ud560\ub9e4\ud560\ubc30\uc758 \ub0a0\u2019 \ub4dc\ub77c\ub9c8 \u2018\ub9c8\uc774 \uc62c\ub4dc \ud504\ub79c\ub4dc\u2019 \ud06c\ub7ad\ud06c\uc778]\n\nEm 2017, Yuna entrou para o elenco do drama ''Single Wife'', que come\u00e7ou a ser exibido em 23 de agosto.{{ko}} http://www.sportsseoul.com/news/read/507951 \uc131\ud601, \ub4dc\ub77c\ub9c8 '\uc2f1\uae00 \uc640\uc774\ud504' \uccab \uc8fc\uc5f0 \uc2e0\uace0\uc2dd] Em junho de 2017, ela forneceu uma OST para o drama ''My Only Love Song'', intitulada ''Another You''.{{ko}} [http://www.melon.com/album/detail.htm?albumId=10069817 \ub9c8\uc774 \uc628\ub9ac \ub7ec\ube0c\uc1a1 OST, \uc720\ub098 (AOA)]\n\n== Discografia ==\n{{Artigo principal|Discografia de AOA}}\n\n=== Trilhas sonoras ===\n{| border=\"2\" cellpadding=\"4\" cellspacing=\"0\" style=\"margin: 1em 1em 1em 0; background: #f9f9f9; border: 1px #aaa solid; border-collapse: collapse; \"\n|- bgcolor=\"#B0C4DE\" align=\"center\"\n! Ano\n! T\u00edtulo\n! Can\u00e7\u00e3o\n! Dura\u00e7\u00e3o\n! Artista\n|-\n| align=\"center\" | 2013\n| align=\"center\" | ''Marry Him If You Dare'' OST\n| align=\"center\" | \"I'm Ok\"\n| align=\"center\" | 03:13\n| align=\"center\" | Solo\n|-\n|rowspan=\"2\" | 2016\n|rowspan=\"2\" | ''Hot and Sweet'' OST\n| align=\"center\" | \"Hot and Sweet\"\n| align=\"center\" | 03:29\n| align=\"center\" | com Choi Min-hwan\n|-\n| align=\"center\" | \"Everything\"\n| align=\"center\" | 03:51\n| align=\"center\" | Solo\n|-\n| align=\"center\" | 2017\n| align=\"center\" | ''My Only Love Song'' OST\n| align=\"center\" | \"Another You\"\n| align=\"center\" | 03:35\n| align=\"center\" | Solo\n|}\n\n== Filmografia ==\n=== Dramas ===\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Ano\n! T\u00edtulo\n! Papel\n! Emissora\n! Notas\n|-\n| align=\"center\" | 2015\n| align=\"center\" | ''Prince's Prince''\n| align=\"center\" | Park Yu-na\n| align=\"center\" | [[Korean Broadcasting System|KBS]]\n| align=\"center\" |\n|-\n|rowspan=\"3\"| 2016\n| align=\"center\" | ''Click Your Heart''\n| align=\"center\" | ela mesma\n| align=\"center\" | [[Naver]]\n| align=\"center\" | Apari\u00e7\u00e3o especial\n|-\n| align=\"center\" | ''Hot and Sweet''\n| align=\"center\" | Joon-young\n| align=\"center\" | [[Naver]]\n| align=\"center\" |\n|-\n| align=\"center\" | ''My Old Friend''\n| align=\"center\" | Eun-jae\n| align=\"center\" | [[Naver]]\n| align=\"center\" |\n|-\n| align=\"center\" | 2017\n| align=\"center\" | ''Single Wife''\n| align=\"center\" | Hwang Hyo-rim\n| align=\"center\" | Drama X\n| align=\"center\" |\n|}\n\n=== Teatro musicais ===\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Ano\n! T\u00edtulo\n! Papel\n! Notas\n|-\n| align=\"center\" | 2013\n| align=\"center\" | ''Summer Snow Musical''\n| align=\"center\" | Seol-hee\n| align=\"center\" | Papel principal feminino\n|}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link|ko |2=http://fncent.com/AOA/b/introduce/1303 |3=AOA |4=P\u00e1gina oficial}}\n\n{{AOA}}\n\n{{Portal3|Arte|M\u00fasica|Televis\u00e3o|Biografias}}\n\n{{DEFAULTSORT:Seo, Yuna}}\n[[Categoria:Membros de AOA]]\n[[Categoria:Cantores da Coreia do Sul]]\n[[Categoria:Atores de teatro musical da Coreia do Sul]]\n[[Categoria:Naturais de Busan]]\n[[Categoria:\u00cddolos sul-coreanos]]\n[[Categoria:Cantores de K-pop]]\n[[Categoria:Cantores de K-pop da Coreia do Sul]]\n[[Categoria:Cantores de l\u00edngua coreana da Coreia do Sul]]\n[[Categoria:Dan\u00e7arinos da Coreia do Sul]]\n[[Categoria:Atores da Coreia do Sul]]\n[[Categoria:Atores de televis\u00e3o da Coreia do Sul]]"}]},"326669":{"pageid":326669,"ns":0,"title":"Educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos (Brasil)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|prefixo=Se procura|a freguesia portuguesa|Eja}}\n\n'''Educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos''' ('''EJA''') \u00e9 a modalidade de ensino{{citar web|url=http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/eja/legislacao/resolucao_01_2000.pdf|t\u00edtulo=BRASIL, Resolu\u00e7\u00e3o CNE/CEB N\u00ba 1, de 5 de julho de [[2000]]. C\u00e2mara de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica do Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o|acessodata=5 de maio de 2010 |publicado=dispon\u00edvel no Portal do MEC|l\u00edngua= portugu\u00eas}} nas etapas dos [[ensino fundamental|ensinos fundamental]] e [[ensino m\u00e9dio|m\u00e9dio]] da rede escolar p\u00fablica brasileira e adotada por algumas redes particulares que recebe os jovens e adultos que n\u00e3o completaram os anos da [[educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica]] em idade apropriada por qualquer motivo (entre os quais \u00e9 frequente a men\u00e7\u00e3o da necessidade de trabalho e participa\u00e7\u00e3o na renda familiar desde a inf\u00e2ncia). O programa \u00e9 dividido em etapas, que abrange do ensino fundamental ao m\u00e9dio sendo que a EJA no ensino fundamental destina-se a jovens a partir de 15 anos e a do Ensino M\u00e9dio, incluem alunos maiores de 18 anos, tendo o prazo m\u00e1ximo para conclus\u00e3o de 2 anos para o fundamental, e de 18 meses para o m\u00e9dio. Al\u00e9m da modalidade presencial a EJA disponibiliza o curso online com certificado, possibilitando ao aluno estudar aonde estiver, e no hor\u00e1rio mais adequado a sua rotina.\n\nNo Brasil, o campo consolidou-se com influ\u00eancia das ideias do educador [[Paulo Freire]] e em forte rela\u00e7\u00e3o com o movimento de [[educa\u00e7\u00e3o popular]].{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo=FREITAS|primeiro=Maria de F\u00e1tima Quintal de|t\u00edtulo=Educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos, educa\u00e7\u00e3o popular e processos de conscientiza\u00e7\u00e3o: intersec\u00e7\u00f5es na vida cotidiana|jornal=Educ. rev. [online]|ano=2007|n\u00famero=n.29|doi=http://dx.doi.org/10.1590/S0104-40602007000100005|pmid=ISSN 0104-4060|url=http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-40602007000100005&lng=pt&nrm=iso|acessadoem=19-04-2015}} O professor paranaense [[An\u00edsio Alves da Silva]] \u00e9 considerado o pioneiro nesta modalidade de ensino, pois no in\u00edcio de [[d\u00e9cada de 1960]], no antigo minigin\u00e1sio (atual [[Liceu M\u00e1rio de Andrade]], em [[Londrina]]), implantou um curso r\u00e1pido e preparat\u00f3rio para o [[Exame de Madureza]] e a ideia foi ampliada para o ensino geral de pessoas que tinham desistido do ensino regular.[http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1098627&tit=O-homem-que-inventou-o-curso-supletivo O homem que inventou o curso supletivo] Portal GRPCOM - edi\u00e7\u00e3o de 20 de fevereiro de 2011\n\nO segmento \u00e9 regulamentado pelo artigo 37 da Lei de Diretrizes e Bases da educa\u00e7\u00e3o (a [[LDB]], ou lei n\u00ba 9394.{{citar web|url=http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf|t\u00edtulo=BRASIL, Lei 9394 de [[1996]]. Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Cultura|acessodata=5 de maio de 2010 |publicado=dispon\u00edvel no Portal do MEC|l\u00edngua= portugu\u00eas}} de [[20 de Dezembro]] de [[1996]]). \u00c9 um dos segmentos da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica que recebem repasse de verbas do [[Fundeb]].\n\nA partir de [[2002]], o governo federal criou o '''[[Exame Nacional para Certifica\u00e7\u00e3o de Compet\u00eancias de Jovens e Adultos]]''' ('''Encceja'''), por meio do qual pode, mediante conv\u00eanio com estados e munic\u00edpios, substitu\u00ed-los na realiza\u00e7\u00e3o de exames supletivos .Criada pelo Decreto Presidencial n\u00ba 4.834/2003{{citar web|url=http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2003/d4834.htm|t\u00edtulo=Decreto 4.834. C\u00e2mara de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica do Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o|acessodata= |publicado=dispon\u00edvel no Portal do MEC|l\u00edngua= portugu\u00eas}} para tratar exclusivamente da alfabetiza\u00e7\u00e3o de jovens e adultos, a Comiss\u00e3o Nacional de Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (Cnaeja) teve seu \u00e2mbito e composi\u00e7\u00e3o ampliados pelo Decreto n\u00ba 5.475, de junho [[2004]], reafirmados pelo Decreto n\u00ba 6.093, de abril de [[2007]]. Sua composi\u00e7\u00e3o recente foi estabelecida pela Portaria n\u00ba 1.285, de dezembro de [[2013]].{{citar web|\u00faltimo=Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o|t\u00edtulo=Portaria N\u00ba 1.285, de 27 de dezembro de 2013|url=http://www.lex.com.br/legis_25196965_PORTARIA_N_1285_DE_27_DE_DEZEMBRO_DE_2013.aspx|publicado=Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o|acessodata=20 de Abril de 2015|data=27-12-2013}} \u00c9 formada por 17 membros, sendo quatro representantes dos governos federal (Secad e SEB/[[MEC]]), estaduais (Conselho Nacional de Secret\u00e1rios de Educa\u00e7\u00e3o) e municipais (Uni\u00e3o Nacional dos Dirigentes Municipais de Educa\u00e7\u00e3o); um representante da [[UNESCO]] e um das institui\u00e7\u00f5es de ensino superior; e dez representantes da sociedade civil (f\u00f3runs de EJA, movimentos de alfabetiza\u00e7\u00e3o, trabalhadores da educa\u00e7\u00e3o, movimentos sociais do campo, de ind\u00edgenas, afrodescendentes e juvenis, bem como organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais dedicadas a quest\u00f5es da educa\u00e7\u00e3o e do meio ambiente.\n\n'''Papel do Professor'''\n\nO papel do professor na Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos deve ocorrer de modo dial\u00f3gico, no qual o educador construa o conhecimento, por meio, das percep\u00e7\u00f5es e compreens\u00f5es do mundo que adv\u00e9m dos seus alunos, ou seja, conhecimentos que os educandos apreendem no seu cotidiano, trazendo praticidade e dinamismo as aulas.\n\nDesse modo, a preocupa\u00e7\u00e3o do educador na EJA n\u00e3o deve ser focado na domina\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados tradicionais, mas sim nos conhecimentos que trazem significa\u00e7\u00e3o ao cotidiano do aluno, evitando que os saberes sejam ensinados da mesma forma que para crian\u00e7as. Com base nesse pensamento, Paulo Freire argumenta: \"A asa \u00e9 da ave. Eva viu a uva, o galo canta, o cachorro ladra, s\u00e3o contextos lingu\u00edsticos que, mecanicamente memorizados e repetidos, esvaziados de seu conte\u00fado enquanto pensamento-linguagem referido ao mundo, se transformam em meros clich\u00eas\".\n\n== Breve contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica ==\nNo [[Brasil Col\u00f4nia]], os religiosos cat\u00f3licos rec\u00e9m-chegados da Europa praticavam a a\u00e7\u00e3o educativa no Brasil de forma mission\u00e1ria. Ensinavam preceitos de comportamento e da economia colonial.\n\nCom a expuls\u00e3o dos [[Companhia de Jesus|jesu\u00edtas]] do Brasil (1759), somente no Imp\u00e9rio, em 1824, com a primeira Constitui\u00e7\u00e3o brasileira, institui-se na letra da lei uma preocupa\u00e7\u00e3o por parte do poder p\u00fablico em oferecer a educa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e gratuita aos cidad\u00e3os livres, excetuando-se um grande contingente de escravos para o qual n\u00e3o s\u00f3 os direitos eram negados como a possibilidade de escolariza\u00e7\u00e3o. Esse movimento [[Iluminismo|Iluminista]] fixou-se de modo a inspirar a cultura jur\u00eddica agregando nas Constitui\u00e7\u00f5es posteriores. Todavia, quanto \u00e0 a\u00e7\u00e3o educativa pouco foi feito.\n\nNa [[Primeira Rep\u00fablica Brasileira|Primeira Rep\u00fablica]] (1889-1930), o primeiro avan\u00e7o na oferta da educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica ocorreu com a Constitui\u00e7\u00e3o de 1891, quando a responsabilidade p\u00fablica pelo ensino prim\u00e1rio foi descentralizada para as Prov\u00edncias e Munic\u00edpios.\n\n\u00c0 Uni\u00e3o reservou-se o papel de \u201canimador\u201d dessa atividade, assumindo uma presen\u00e7a maior no ensino secund\u00e1rio e superior. Mais uma vez garantiu-se a forma\u00e7\u00e3o das elites em detrimento de uma educa\u00e7\u00e3o para as amplas camadas sociais marginalizadas, quando novamente as decis\u00f5es relativas \u00e0 oferta de ensino elementar ficaram dependentes da fragilidade financeira das Prov\u00edncias e dos interesses das oligarquias regionais que as controlavam politicamente. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 109){{citar web|url=http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n14/n14a07.pdf|titulo=Escolariza\u00e7\u00e3o de jovens e adultos.|data=|acessodata=|publicado=|ultimo=|primeiro=}}\n\nEssa nova Constitui\u00e7\u00e3o exclu\u00eda os analfabetos de algumas participa\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, como o voto, cabe ressaltar que nesse momento a maioria da popula\u00e7\u00e3o adulta era iletrada,\n\nApesar do descompromisso da Uni\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ensino elementar, o per\u00edodo da Primeira Rep\u00fablica se caracterizou pela grande quantidade de reformas educacionais que, de alguma maneira procuraram em princ\u00edpio de normatiza\u00e7\u00e3o e preocuparam-se com o estado prec\u00e1rio do ensino b\u00e1sico. Por\u00e9m, tais preocupa\u00e7\u00f5es pouco efeito pr\u00e1tico produziram, uma que n\u00e3o havia dota\u00e7\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria que pudessem garantir que as propostas resultassem numa a\u00e7\u00e3o eficaz. O censo de 1920, realizado 30 anos ap\u00f3s o estabelecimento da Rep\u00fablica no pa\u00eds, indicou que 72% da popula\u00e7\u00e3o acima de cinco anos permanecia analfabeta. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 109-110)\n\nNo Per\u00edodo da Ditadura de Vargas (1937-1945), ao final da d\u00e9cada de 1940, a Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos se estabelece como uma quest\u00e3o de pol\u00edtica nacional; em 1942 institui-se o Fundo Nacional do Ensino Prim\u00e1rio que tem por objetivo um programa que amplie a educa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e realize o Ensino Supletivo para os jovens e adultos.\n\nNeste per\u00edodo, diversos programas de educa\u00e7\u00e3o foram propostos, como por exemplo: a) Campanha de Educa\u00e7\u00e3o de Adolescentes e Adultos \u2013 CEAA, iniciada em 1947 e estendida at\u00e9 o final da d\u00e9cada de 1950; b) Campanha Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Rural (1952); c) Campanha Nacional de Erradica\u00e7\u00e3o do Analfabetismo (1958).\n\nPara a EJA, esse per\u00edodo foi de grande relev\u00e2ncia, \u00e0 medida que, os esfor\u00e7os empreendidos durante as d\u00e9cadas de 1940 e 1950 fizeram cair os \u00edndices de analfabetismo das pessoas acima de cinco anos de idade para 46,7% no ano de 1960. Os n\u00edveis de escolariza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira permaneciam, no entanto, em patamares reduzidos quando comparadas \u00e0 m\u00e9dia dos pa\u00edses do primeiro mundo e mesmo de v\u00e1rios dos vizinhos latino-americanos. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 111).\n\nPodemos atribuir para a primeira metade da d\u00e9cada de 1960, do s\u00e9culo passado, um per\u00edodo de luz para a Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos, pois, al\u00e9m de mais programas de educa\u00e7\u00e3o voltados a essa modalidade, tamb\u00e9m houve uma reformula\u00e7\u00e3o no campo educacional com o que diz respeito ao reconhecimento e a exig\u00eancia de se propor um tratamento especifico dos planos pedag\u00f3gicos e did\u00e1ticos. Agora, o cidad\u00e3o deveria ter acesso aos diversos conhecimentos, o que acarretou na visibilidade da EJA como um instrumento de a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, ou seja, finalmente, foi-lhe atribu\u00edda uma forte miss\u00e3o de resgate e valoriza\u00e7\u00e3o do saber popular, tornando a educa\u00e7\u00e3o de adultos o motor de um movimento amplo de valoriza\u00e7\u00e3o da cultura popular. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 113).\n\nDevido ao [[Golpe militar brasileiro de 1964|Golpe Militar]], ocorrido em 1964, o qual perdurou at\u00e9 1985, houve uma ruptura pol\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o aos movimentos de educa\u00e7\u00e3o e cultura popular, a repress\u00e3o se estabelecia entre as camadas sociais e cada vez mais tinham ideais censurados.\n\nNo plano oficial, enquanto as a\u00e7\u00f5es repressivas ocorriam, alguns programas de car\u00e1ter conservador foram consentidos ou mesmo incentivados, como a Cruzada de A\u00e7\u00e3o B\u00e1sica Crist\u00e3 (ABC). Nascido no Recife, o programa ganhou car\u00e1ter nacional, tentando ocupar os espa\u00e7os deixados pelos movimentos de cultura popular. Dirigida por evang\u00e9licos norte-americanos, a Cruzada servia de maneira assistencialista aos interesses do regime militar, tornando-se praticamente um programa semi-oficial. A partir de 1968, por\u00e9m, uma s\u00e9rie de cr\u00edticas \u00e0 condu\u00e7\u00e3o da Cruzada foi se acumulando e ela foi progressivamente se extinguindo nos v\u00e1rios estados entre os anos de 1970 e 1971. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 114).\n\nA partir dessa quest\u00e3o, surge, [...] a necessidade de dar respostas a um direito de cidadania cada vez mais identificado como leg\u00edtimo, mediante estrat\u00e9gias que atendessem tamb\u00e9m aos interesses hegem\u00f4nicos do modelo socioecon\u00f4mico implementado pelo regime militar.(HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 114).\n\nA resposta para essa a\u00e7\u00e3o veio em 1967 com a cria\u00e7\u00e3o do Movimento Brasileiro de Alfabetiza\u00e7\u00e3o ([[Movimento Brasileiro de Alfabetiza\u00e7\u00e3o|MOBRAL]]).\n\nCriado pela Lei 5.379, de 15 de dezembro de 1967, o [[Movimento Brasileiro de Alfabetiza\u00e7\u00e3o|MOBRAL]] tinha por objetivo alcan\u00e7ar uma pol\u00edtica educacional que compreendesse n\u00e3o somente os interesses das camadas marginalizadas do sistema escolar, mas tamb\u00e9m os objetivos pol\u00edticos dos governos militares.\n\nO [[Movimento Brasileiro de Alfabetiza\u00e7\u00e3o|MOBRAL]] foi implantado com tr\u00eas caracter\u00edsticas b\u00e1sicas. A primeira delas foi o paralelismo em rela\u00e7\u00e3o aos demais programas de educa\u00e7\u00e3o. Seus recursos financeiros tamb\u00e9m independiam de verbas or\u00e7ament\u00e1rias. A segunda caracter\u00edstica foi a organiza\u00e7\u00e3o operacional descentralizada, atrav\u00e9s de Comiss\u00f5es Municipais espalhadas por quase todos os munic\u00edpios brasileiros, e que se encarregaram de executar a campanha nas comunidades, promovendo-as, recrutando analfabetos, providenciando salas de aula, professores e monitores. Eram formadas pelos chamados \u201crepresentantes\u201d das comunidades, os setores sociais da municipalidade mais identificados com a estrutura do governo autorit\u00e1rio: as associa\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias de servi\u00e7os, empres\u00e1rios e parte dos membros do [[clero]]. A terceira caracter\u00edstica era a centraliza\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o do processo educativo, atrav\u00e9s da Ger\u00eancia Pedag\u00f3gica do [[Movimento Brasileiro de Alfabetiza\u00e7\u00e3o|MOBRAL]] Central, encarregada da organiza\u00e7\u00e3o, da programa\u00e7\u00e3o, da execu\u00e7\u00e3o e da avalia\u00e7\u00e3o do processo educativo, como tamb\u00e9m do treinamento de pessoal para todas as fases, de acordo com as diretrizes que eram estabelecidas pela Secretaria Executiva. O planejamento e a produ\u00e7\u00e3o de material did\u00e1tico foram entregues a empresas privadas que reuniram equipes pedag\u00f3gicas para este fim e produziram um material de car\u00e1ter nacional, apesar da conhecida diversidade de perfis lingu\u00edsticos, ambientais e socioculturais das regi\u00f5es brasileiras. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 115).\nO Ensino Supletivo: como o pr\u00f3prio nome se refere, esse ensino tinha como intuito suprir a escolariza\u00e7\u00e3o regular dos jovens e adultos que n\u00e3o haviam conclu\u00eddo seus estudos.\n\nO Ensino Supletivo, por sua flexibilidade, seria a nova oportunidade dos que perderam a possibilidade de escolariza\u00e7\u00e3o em outras \u00e9pocas, ao mesmo tempo em que seria a chance de atualiza\u00e7\u00e3o para os que gostariam de acompanhar o movimento de moderniza\u00e7\u00e3o da nova sociedade que se implantava dentro da l\u00f3gica de \u201cBrasil Grande\u201d da era M\u00e9dici. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 118).\n\nCom a intensifica\u00e7\u00e3o dos movimentos de resist\u00eancia e luta pela [[redemocratiza\u00e7\u00e3o]] da sociedade, a partir do autoritarismo e viol\u00eancia implementados pelo regime civil-militar implantado em 1964, novas possibilidades e formas de organiza\u00e7\u00e3o reivindicat\u00f3rias v\u00e3o se firmando na sociedade civil organizada em meio \u00e0s lutas dos cidad\u00e3os comprometidos com a [[democracia]] e sua realiza\u00e7\u00e3o no contexto social e pol\u00edtico mais amplos. Particularmente, com a [[anistia]] em 1979, muitos dos que foram exilados do pa\u00eds voltam, assumindo a bandeira da educa\u00e7\u00e3o como primordial para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade democr\u00e1tica e plural.\n\nPara a Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos, os acontecimentos do final da d\u00e9cada de 1970 e a de 1980, exigindo-se uma nova Constitui\u00e7\u00e3o (a de 1988) e a [[redemocratiza\u00e7\u00e3o]] do pa\u00eds contribu\u00edram para a constar na pauta pol\u00edtica e institucional a import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o, incluindo-se a EJA e sua expans\u00e3o, uma educa\u00e7\u00e3o que se estenda aos jovens e adultos que, por algum motivo, tiveram seus direitos aos estudos negados. A hist\u00f3ria \u00e9 cont\u00ednua e est\u00e1 em constante processo, sendo assim, cabe a permanente luta para que a educa\u00e7\u00e3o seja um direito de fato conquistado.\n\nNo contexto dos anos 1990, a EJA toma um novo rumo, baseada, principalmente, na press\u00e3o decorrente de agumas lutas implementadas pela sociedade organizada e por acordos internacionais ligados \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o (TAMAROZZI ; COSTA, 2009 p. 17).\n\nAs articula\u00e7\u00f5es entre as institui\u00e7\u00f5es representativas da sociedade civil e o pr\u00f3prio contexto dos anos 1990 favorecem a constru\u00e7\u00e3o de inst\u00e2ncias de mobiliza\u00e7\u00e3o em \u00e2mbito nacional, como \u00e9 o caso da Rede de Apoio \u00e0 A\u00e7\u00e3o Alfabetizadora do Brasil (RAAAB), e os F\u00f3runs Estaduais de EJA. Outras discuss\u00f5es tamb\u00e9m passam a ganhar maior peso, como \u00e9 o caso da Educa\u00e7\u00e3o Continuada e da institucionaliza\u00e7\u00e3o do EJA nas redes p\u00fablicas de ensino. Essas discuss\u00f5es v\u00e3o criando espa\u00e7o para que a EJA v\u00e1 aos poucos deixando de ser marginal, extraoficial e comece a ocupar gradativamente um lugar nos espa\u00e7os de mobiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica (TAMAROZZI ; COSTA, 2009 p. 17-18).{{citar livro|t\u00edtulo=Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos|ultimo=TAMAROZZI|primeiro=Edna|ultimo2=COSTA|primeiro2=Renato Pontes|editora=IESDE Brasil|ano=2009|local=Curitiba}}\n\nA partir do ano de 2003, foram criados alguns programas denominados como programas emergenciais, dentre eles o Programa Brasil Alfabetizado, lan\u00e7ado nesse mesmo ano por meio da Secretaria Extraordin\u00e1ria de Erradica\u00e7\u00e3o do Analfabetismo (CORTE, 2016).{{citar web|url=http://bibliotecatede.uninove.br/handle/tede/1215|titulo=A mudan\u00e7a do perfil do p\u00fablico da EJA: desafios e perspectivas.|data=2016|acessodata=01-12-2018|publicado=Universidade Nove de Julho|ultimo=CORTE|primeiro=Luciane Cristina}}\n\nCriou-se, em julho de 2004, no Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, a Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Continuada, Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Diversidade \u2013 SECAD, uma secretaria espec\u00edfica \u00e0 EJA, na qual s\u00e3o elaboradas estruturas espec\u00edficas para essa modalidade de ensino que deveriam ser desenvolvidas junto \u00e0s Secretarias Estaduais e Municipais de todo o pa\u00eds. Em 2005, surgiu o Programa Nacional de Inclus\u00e3o de Jovens (PROJOVEM) e o Programa Nacional de Integra\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o Profissional \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica na Modalidade de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (PROEJA) (CORTE, 2016).\n\nCom a aprova\u00e7\u00e3o do Fundo de Financiamento da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica \u2013 FUNDEB, em 2007, caracterizou um marco na institucionaliza\u00e7\u00e3o da EJA, uma vez que contribuiu para a inclus\u00e3o desta modalidade na pol\u00edtica de financiamento da educa\u00e7\u00e3o, tendo uma garantia de recursos para Munic\u00edpios e Estados que mantivessem ou ampliassem a oferta da EJA, o que n\u00e3o ocorria, anteriormente, com o FUNDEF, uma vez que a Emenda Constitucional n\u00ba 14/1996 que o instituiu suprimiu das Disposi\u00e7\u00f5es Transit\u00f3rias da Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988 o artigo que responsabilizava o governo por erradicar o analfabetismo e universalizar o Ensino Fundamental no prazo de dez anos. Contribuindo n\u00e3o apenas para o descaso com essa modalidade de ensino, mas tamb\u00e9m para o retrocesso das pol\u00edticas (CORTE, 2016). \u00a0\n\nBrasil que ingressa no s\u00e9culo XXI est\u00e1 integrado cultural, tecnol\u00f3gica e economicamente a essas sociedades p\u00f3s-industriais, e comporta dentro de si realidades t\u00e3o desiguais que fazem com que as possibilidades e os desafios da educa\u00e7\u00e3o permanente tamb\u00e9m estejam colocados para extensas parcelas de nossa popula\u00e7\u00e3o. O desafio maior, entretanto, ser\u00e1 encontrar os caminhos para fazer convergir as metodologias e pr\u00e1ticas da educa\u00e7\u00e3o continuada em favor da supera\u00e7\u00e3o de problemas do s\u00e9culo XIX, como a universaliza\u00e7\u00e3o da alfabetiza\u00e7\u00e3o. (HADDAD; DI PIERRO, 2000, p. 128).\n\n== Desafios da Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos ==\nA Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EJA) ainda \u00e9 vista por muitos como uma forma de alfabetizar quem n\u00e3o teve oportunidade de estudar na inf\u00e2ncia ou aqueles que, por algum motivo, tiveram de abandonar a escola durante o per\u00edodo de escolariza\u00e7\u00e3o. Mas, felizmente, este conceito vem mudando cada vez mais. E este \u00e9 um grande desafio da EJA: al\u00e9m do incluir o aluno e ampliar os seus conhecimentos, preparar o mesmo para o mercado de trabalho, pois sabemos que o grande valor da aprendizagem continua em todas as fases da vida, e n\u00e3o somente durante a inf\u00e2ncia e a juventude (GRIFANTE; BERTOTTI, 2013).{{citar web|url=https://upplay.com.br/restrito/nepso2013/uploads/Projetos_EJA/Trabalho/08_03_25_Artigo_-_Os_desafios_da_EJA_e_sua_relacao_com_a_evasao.pdf|titulo=OS DESAFIOS DA EJA E SUA RELA\u00c7\u00c3O COM A EVAS\u00c3O|data=2013|acessodata=30-11-2018|publicado=|ultimo=GRIFFANTE|primeiro=Adriana I|ultimo2=BERTOTTI|primeiro2=Liane Ang\u00e9lica}}\n\nEncontramos tamb\u00e9m nessa trajet\u00f3ria de ensino e aprendizagem, o desafio da participa\u00e7\u00e3o, do envolvimento, da inclus\u00e3o e da equidade frente a nossa vasta diversidade cultural, pela qual precisamos trabalhar diante do conceito de transforma\u00e7\u00e3o: precisamos aprender a ser, a viver juntos, a fazer e a conhecer; s\u00f3 assim poderemos dizer que inclu\u00edmos e somos inclu\u00eddos (GRIFANTE; BERTOTTI, 2013).\n\nPara o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), os n\u00fameros refletem a taxa de insucesso dos anos finais do Fundamental e Ensino M\u00e9dio. Do total de matriculados na EJA, 2,17 milh\u00f5es tentam completar o Ensino Fundamental, enquanto 1,42 milh\u00e3o est\u00e3o em busca do diploma do Ensino M\u00e9dio. \"H\u00e1 um analfabetismo jovem. \u00c9 inaceit\u00e1vel que pessoas nascidas no final da d\u00e9cada de 1990, que tiveram oportunidade de acesso \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o, componham esse percentual t\u00e3o alto\", disse Maria Helena Guimar\u00e3es, secret\u00e1ria-executiva do MEC.\n\nAs a\u00e7\u00f5es alfabetizadoras de adultos que, at\u00e9 ent\u00e3o, tendiam, de modo geral, a reproduzir um modelo presente nas cartilhas de alfabetiza\u00e7\u00e3o, no qual trabalhavam com frases e palavras isoladas, fora de um contexto real, entre outras coisas, a produ\u00e7\u00e3o de sentido pelo aluns, foram, gradativamente, cedendo espa\u00e7o para uma a\u00e7\u00e3o alfabetizadora mais pr\u00f3xima das novas concep\u00e7\u00f5es de ensino-aprendizagem da l\u00edngua escrita (PEREIRA, 2017).{{citar livro|t\u00edtulo=A constru\u00e7\u00e3o do letramento na educa\u00e7\u00e3o de jovens e adultos.|ultimo=PEREIRA|primeiro=Marina L\u00facia|editora=Aut\u00eantica|ano=2017}}\n\nNa busca de fazer uma alfabetiza\u00e7\u00e3o de adultos que leve, efetivamente, ao dom\u00ednio da linguagem escrita e n\u00e3o s\u00f3 das tecnologias e buscando inserir, de modo mais completo, o jovem e o adulto no mundo da escrita, as experi\u00eancias tomam consist\u00eancias diferentes e v\u00e3o construindo novos paradigmas (PEREIRA, 2017).\n\nPereira (2017) afirma que o desafio colocado para a alfabetiza\u00e7\u00e3o seria propiciar uma inser\u00e7\u00e3o plena dos sujeitos no mundo da escrita; da\u00ed a necessidade das pr\u00e1ticas de alfabetiza\u00e7\u00e3o enfatizarem seus usos e n\u00e3o apenas a decodifica\u00e7\u00e3o.\n\nGarcia et al (2013) destaca outros desafios, quest\u00f5es relativas ao processo de planejamento e gest\u00e3o do ensino, \u00e0 falta de recursos did\u00e1ticos, \u00e0 forma\u00e7\u00e3o continuada dos professores, \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre teoria e pr\u00e1tica, \u00e0 articula\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o de um curr\u00edculo adequado, \u00e0 inseguran\u00e7a demonstrada por grande parte dos alunos quando retornam \u00e0 escola, \u00e0s dificuldades na compreens\u00e3o e dom\u00ednio da leitura e escrita, no saber matem\u00e1tico, em quest\u00f5es relativas \u00e0 natureza e sociedade, na pertin\u00eancia das avalia\u00e7\u00f5es aplicadas e nas quest\u00f5es de g\u00eanero.{{citar web|url=http://publicacoes.unifran.br/index.php/dialogospertinentes/article/view/765|titulo=O PAPEL DO DOCENTE NA EDUCA\u00c7\u00c3O DE JOVENS E ADULTOS|data=2013|acessodata=01-12-2018|publicado=Di\u00e1logos Pertinentes|ultimo=GARCIA|primeiro=Juliana De Vietro|ultimo2=MACHADO|primeiro2=Thais|ultimo3=ZERO|primeiro3=Maria Aparecida}}\n\n== Bibliografia ==\nPaulo Freire. Educa\u00e7\u00e3o e Mudan\u00e7a. Pref\u00e1cio de Moacir Gadotti e Tradu\u00e7\u00e3o de Moacir Gadotti e Lilian Lopes Martin. 12\u00aa edi\u00e7\u00e3o. Editora Paz e Terra.\n\nAlfabetiza\u00e7\u00e3o de jovens e adultos no Brasil: li\u00e7\u00f5es da pr\u00e1tica.\u2014 Bras\u00edlia : UNESCO, 2008. 212 pp.\n\nFREIRE, Paulo. A\u00c7\u00c3O CULTURA PARA A LIBERDADE E OUTROS ESCRITOS. Rio de Janeiro: Paz e Terra, p. 46, 1976.\n\n{{refer\u00eancias|extra=}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://portal.mec.gov.br/agenda-territorial-de-eja Agenda Territorial de EJA] - Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o\n*[http://www.forumeja.org.br/ F\u00f3runs Estaduais de EJA]\n* [https://eja55.webnode.com/ Blog EJA - Como Conhecer o conhecimento ]\n\n[http://www.forumeja.org.br/enejas/ Encontros Nacionais de Jovens e Adultos]\n*[http://portal.mec.gov.br/secad/ MEC - Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o Continuada, Alfabetiza\u00e7\u00e3o e Diversidade]\n*[http://eja.sb2.construnet.com.br/ Portal dos Professores de EJA]\n*[http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&ct=res&cd=7&ved=0CCUQFjAG&url=http%3A%2F%2Fwww.todosnos.unicamp.br%3A8080%2Flab%2Facervo%2Fartigos-de-periodicos%2FHADDAD%2C%2520Sergio%2520%2520DI%2520PIERRO%2C%2520Maria%2520C.%2520Escolarizacao%2520de%2520jovens%2520e%2520adultos.doc&ei=IAPFS4XNB4KKlwe6192CDA&usg=AFQjCNHHdTzmZfB37gwa_jmZgiIzinqiIgEscolariza\u00e7\u00e3oEscolariza\u00e7\u00e3o Escolariza\u00e7\u00e3o de jovens e adultos: hist\u00f3rico e atuais pol\u00edticas]\n\n[[Categoria:Educa\u00e7\u00e3o no Brasil]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"}]},"24471":{"pageid":24471,"ns":0,"title":"Parte real","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=setembro de 2011|angola=|arte=|Brasil=|ci\u00eancia=|geografia=|m\u00fasica=|Portugal=|sociedade=|1=|2=|3=|4=|5=|6=}}\nEm [[Matem\u00e1tica]], a '''parte real''' \u00e9 o primeiro elemento do [[par ordenado]] de [[n\u00fameros reais]] que representam um [[n\u00fameros complexos|n\u00famero complexo]]. Um n\u00famero cuja parte real seja 0 \u00e9 chamado de [[n\u00famero imagin\u00e1rio]].\n\n== Nota\u00e7\u00e3o ==\nA nota\u00e7\u00e3o para a ''parte real'' de um [[n\u00famero complexo]] n\u00e3o \u00e9 universal. Por\u00e9m, \u00e9 comum o uso de \\operatorname{Re}(z)\\,\\! ou \\mathfrak{R}(z)\\,\\! para represent\u00e1-la.\n\n== Formas de c\u00e1lculo ==\nPodemos obter a parte real de um complexo z\\,\\! de diversas maneiras:\n\n* Dado z = x + yi\\,\\! ([[forma retangular]] de um n\u00famero complexo), temos \\mathfrak{R}(z) = x\\,\\!;\n* Dado z = r (\\cos\\theta + i\\sin\\theta) = r e^{i\\theta}\\,\\! ([[forma polar]] e [[forma exponencial]] de um n\u00famero complexo), temos \\mathfrak{R}(z) = r \\cos\\theta;\n* Recorrendo ao [[conjugado]] de um n\u00famero complexo, podemos calcular \\mathfrak{R}(z) = \\frac{z + \\overline{z}}{2}.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[N\u00fameros Complexos]]\n* [[N\u00fameros Reais]]\n\n{{Portal3|Matem\u00e1tica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Parte Real}}\n[[Categoria:N\u00fameros complexos]]\n\n[[de:Komplexe Zahl#Definition]]\n[[en:Complex number#Definition]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Nuvola apps edu mathematics-p.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"}]},"2300758":{"pageid":2300758,"ns":0,"title":"Hysterionica pinnatisecta","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Hysterionica pinnatisecta''\n| estado =\n| imagem = \n| imagem_legenda = \n| reino = [[Plantae]]\n| clado1 = [[Angiosperma|angiosp\u00e9rmicas]]\n| clado2 = [[Eudicotiled\u00f4neas|eudicotiled\u00f3neas]]\n| ordem = [[Asterales]]\n| fam\u00edlia = [[Asteraceae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Hysterionica]]''\n| esp\u00e9cie = '''''H. pinnatisecta'''''\n| binomial = ''Hysterionica pinnatisecta''\n| binomial_autoridade = Matzenb. & Sobral 1996\n| mapa = \n| mapa_legenda = \n}}\nA '''''Hysterionica pinnatisecta''''' \u00e9 uma rara esp\u00e9cie de [[planta]] que ocorre em fendas de penhascos bas\u00e1lticos, de 900 a 1.200 metros, na forma\u00e7\u00e3o [[Rio do Rastro]], em [[Santa Catarina]], e na [[Serra Geral]], no estado brasileiro do [[Rio Grande do Sul]].[http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/07/01/ult4477u1815.jhtm UOL: ONG e universidade lan\u00e7am livro com plantas raras do Brasil - se\u00e7\u00e3o \"Fotos\"] http://www.theplantlist.org/tpl1.1/record/gcc-105758 The Plant List\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Esbo\u00e7o-aster\u00e1cea}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Hysterionica Pinnatisecta}}\n[[Categoria:Asteraceae]]"}]},"3290250":{"pageid":3290250,"ns":0,"title":"Al\u00e9m (peri\u00f3dico)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Al\u00e9m: mens\u00e1rio de espiritismo, filosofia e \u00e9tica''' foi um peri\u00f3dico [[espiritismo|esp\u00edrita]] [[Portugal|portugu\u00eas]]. Foi o \u00f3rg\u00e3o de divulga\u00e7\u00e3o oficial da [[Sociedade Portuense de Investiga\u00e7\u00f5es Ps\u00edquicas]] (SPIP).\n\n== Hist\u00f3ria ==\nPublicada desde [[1930]], na cidade do [[Porto]], tinha como diretor [[Manuel Francisco Cavaco]], e por editor Cruz Ferreira. De periodicidade mensal, com 28 cm, circulou at\u00e9 [[1950]].[http://catalogolx.cm-lisboa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=130778Q728UV2.193500&profile=rbml&uri=link=3100018~!28548~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=1&source=~!rbml&term=Sociedade+Portuense+de+Investiga%C3%A7%C3%B5es+Ps%C3%ADquicas&index=AUTHOR Al\u00e9m: mens\u00e1rio de espiritismo, filosofia e \u00e9tica.] in: [[Rede Municipal de Bibliotecas de Lisboa]]. Consultado em 11 Jun 2011.\n\nEm suas p\u00e1ginas colaboraram nomes como os de [[Adelaide Yvone de Sousa]], [[Ant\u00f3nio Castanheira de Moura]], [[Artur Dias Pratas]], entre outros.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-m\u00eddia}}\n\n{{DEFAULTSORT:Alem: Mensario Espiritismo, Filosofia Etica}}\n[[Categoria:Espiritismo em Portugal]]\n[[Categoria:Revistas esp\u00edritas]]"}]},"3476980":{"pageid":3476980,"ns":0,"title":"Montes Cir\u00e9nia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Coor title dms|35|16|59|N|33|32|2|E|region:CY_type:mountain|display=title}}\n{{Sem-fontes||geo-eu|geo-mo|data=fevereiro de 2014}}\n{{Info/Cordilheira\n|Nome = Montes Cir\u00e9nia\n|Imagem = KyreniaMountainRange.jpg\n|Imagem tamanho = 250\n|Imagem legenda = Montes Cir\u00e9nia\n|Altitude max = 1024\n|Altitude p\u00e9s max= \n|Cumes = [[Kyparissovouno]]\n|latd=35 |latm=16 |lats=59 |latNS=N\n|longd=33 |longm=32 |longs=2 |longEW=E\n|Coordenadas escala= 500000\n|Localiza\u00e7\u00e3o = Ilha de Chipre\n|Pa\u00edses = {{CYP}} (ocupado pela [[Rep\u00fablica Turca do Chipre do Norte]])\n|Comprimento = \n|Sop\u00e9 = \n|Subsistemas =\n|Geologia = \n}}\n[[Imagem:Pentadaktylos-1.JPG|thumb|256px|Pentad\u00e1ctilos]]\nOs {{PEPB|montes Cir\u00e9nia|montes Cir\u00eania}} ({{langx|el|\u03a0\u03b5\u03bd\u03c4\u03b1\u03b4\u03ac\u03ba\u03c4\u03c5\u03bb\u03bf\u03c2||'''''Pentad\u00e1ktylos'''''}}, \"cinco dedos\"; {{langx|tr|Be\u015fparmak Da\u011flar\u0131, com o mesmo significado}}) s\u00e3o uma [[cordilheira]] do centro-norte de [[Chipre]] com cerca de 160 km de comprimento (no territ\u00f3rio ocupado pela [[Rep\u00fablica Turca do Chipre do Norte]]). T\u00eam o nome da cidade portu\u00e1ria de [[Cir\u00e9nia]]. Por vezes os nomes [[Montes Pentad\u00e1ctilos|Pentad\u00e1ctilos]]/Be\u015fparmaklar s\u00e3o sin\u00f3nimos de toda a cordilheira dos montes Cir\u00e9nia, e por vezes referem apenas a parte ocidental. A montanha mais alta, chamada [[Kyparissovouno]] (grego) ou [[Selvili Tepe]] (turco), atinge 1024 m de altitude. A metade ocidental da cordilheira \u00e9 conhecida pela montanha dos \"cinco dedos\". \n\nEstas montanhas desempenham um importante papel na [[cultura do Chipre]]. H\u00e1 nelas muitos castelos e mosteiros, incluindo o famoso [[castelo de Santo Hilari\u00e3o]], [[Buffavento]], e o [[castelo de Kantara]]. Tal \u00e9 motivado pela sua localiza\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima do mar. A maioria das fortifica\u00e7\u00f5es data dos s\u00e9culos X a XV, tendo sido constru\u00eddos pelos [[bizantinos]].\n\nEstas montanhas s\u00e3o uma s\u00e9rie de forma\u00e7\u00f5es sedimentares do [[P\u00e9rmico]] ao [[Mioc\u00e9nio]] M\u00e9dio, criadas pela colis\u00e3o da [[placa africana]] com a [[placa euroasi\u00e1tica]]. Embora a m\u00e1xima altitude seja cerca de metade da outra grande cordilheira do Chipre, os [[Troodos|Montes Troodos]], as montanhas Cir\u00e9nia s\u00e3o rugosas e sobressaem abruptamente da plan\u00edcie [[Mesaoria]].\n\n\n{{Commonscat|Kyrenia mountain range}}\n{{Portal3|Geografia|Chipre}}\n\n[[Categoria:Montanhas do Chipre|Cirenia]]"}]},"1703614":{"pageid":1703614,"ns":0,"title":"Clube de Regatas Gua\u00edba-Porto Alegre","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''Clube de Regatas Gua\u00edba-Porto Alegre (GPA)''' \u00e9 um clube [[brasil]]eiro de [[remo]], sediado na cidade de [[Porto Alegre]], capital do estado do [[Rio Grande do Sul]]. \u00c9 o mais antigo clube de regatas do [[Brasil]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nNo dia [[21 de novembro]] de [[1888]], foi fundado por um grupo de jovens de origem germ\u00e2nica, o '''Ruder-Club Porto Alegre''' (''Clube de Regatas Porto Alegre''). A reuni\u00e3o de funda\u00e7\u00e3o ocorreu no Restaurante Continental, sob a lideran\u00e7a do major [[Alberto Bins]], que seria prefeito de Porto Alegre anos mais tarde.\n\nA primeira diretoria do '''Ruder-Club Porto Alegre''' ficou assim estabelecida:\n* ''Presidente:'' Alfredo Schuett\n* ''Vice-presidente:'' F. Igwersen\n* ''Primeiro Secret\u00e1rio:'' Julio Issler Jor\n* ''Segundo Secret\u00e1rio:'' John Day\n* ''Tesoureiro:'' Luiz Koehler\n* ''Zelador:'' H. Schewrin\n\nEm [[1889]], o clube traz da [[Alemanha]] dois barcos: gigs de quatro e de seis remos, os quais foram comprados com o empr\u00e9stimos de 700 mil r\u00e9is doados pela m\u00e3e de [[Alberto Bins]].\n\nNo dia [[29 de outubro]] de [[1892]], surge o '''Ruder-Verein Germania''' (''Clube de Remo Germ\u00e2nia''). A nova agremia\u00e7\u00e3o cria em [[1894]], juntamente com o Ruder-Club Porto Alegre, o ''\"Comit\u00ea de Regatas\"'', para a disputa de competi\u00e7\u00f5es de remo. O Comit\u00ea \u00e9 a mais antiga liga desportiva do [[Rio Grande do Sul]].\n\nAp\u00f3s a [[Primeira Guerra Mundial]], em [[1917]], o Ruder-Club decide nacionalizar seu nome, mudando para '''Clube de Remo Porto Alegre''', enquanto o Ruder-Verein Germania passa a se chamar '''Clube de Regatas Guahyba'''\n\nEm [[28 de novembro]] de [[1936]], Club de Regatas Porto Alegre e Club de Regatas Guahyba se fundem, resultando no atual '''Clube de Regatas Gua\u00edba-Porto Alegre'''.\n\nSua sede \u00e9 na Cidade de Porto Alegre, Rua Jo\u00e3o Moreira Maciel, 470\n\n*T\u00edtulos*\n\n'''Campeonato Ga\u00facho de Remo (12)'''\n:1917,1918,1919,1922,1931,1947,1956,1957,1958,1981,1982,1983 \n\n'''Campeonato Brasileiro M\u00e1ster (2)'''\n:1997, 2016\n:'''Campeonato Sul Americano M\u00e1ster (13)'''\n:2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://www.gpa1888.com.br/ |3=Site oficial}}\nhttp://www.remobrasil.com/\n{{esbo\u00e7o-remo}}\n{{Portal3|Rio Grande do Sul}}\n\n{{DEFAULTSORT:Clube Regatas Guaiba Porto Alegre}}\n[[Categoria:Clubes de remo do Rio Grande do Sul|Gua\u00edba-Porto Alegre]]\n[[Categoria:Clubes de Porto Alegre|Gua\u00edba-Porto Alegre]]\n[[Categoria:Esporte em Porto Alegre]]"}]}}}}