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Decoração dourada para Thássia, Junior e M.A.C.

Decoração dourada marca o evento de lançamento de batom e gloss criado por Thássia Naves e Junior Mendes para a M.A.C.   No início de setembro, a nossa Casa recebeu a festa de lançamento da coleção cápsula da M.A.C. com a influenciadora digital Thássia Naves e o maquiador Junior Mendes. O evento, que aconteceu no […]




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{"continue":{"imcontinue":"54007|Princess_Charlotte_of_Wales_Signature_1.svg","grncontinue":"0.675369116126|0.675369116126|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"3962432":{"pageid":3962432,"ns":0,"title":"Bac Lieu (cidade)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais fontes|data=abril de 2013}}\n{{Info/Cidade\n|nome_oficial = B\u1eafc Li\u00eau\n|nome_nativo = \n|outro_nome = \n|pa\u00eds = {{flag|Vietname}}\n|apelido = \n|lema = \n|imagem_paisagem = Ksctbl.jpg\n|tamanho_imagem = \n|legenda_imagem = \n|imagem_bandeira = \n|imagem_bras\u00e3o = \n|link_bandeira = \n|link_bras\u00e3o = \n|imagem_mapa = \n|tamanho_mapa = \n|legenda_mapa = \n|imagem_mapa_coordenada = Vietn\u00e3\n|tamanho_mapa_coordenada = \n|marca =\n|tipo_subdivis\u00e3o = [[subdivis\u00f5es do Vietn\u00e3|Prov\u00edncia]]\n|nome_subdivis\u00e3o = [[Bac Lieu]]\n|t\u00edtulo_l\u00edder = \n|nome_l\u00edder = \n|t\u00edtulo_estabelecido = \n|data_estabelecido = \n|\u00e1rea_magnitude = \n|\u00e1rea_total = 171,84\n|area_land = \n|\u00e1rea_\u00e1gua = \n|\u00e1rea_\u00e1gua_porcento = \n|\u00e1rea_urbana = \n|\u00e1rea_metro = \n|popula\u00e7\u00e3o_referente_a = 2009\n|popula\u00e7\u00e3o_nota = \n|popula\u00e7\u00e3o_total = 149.071 habitantes\n|popula\u00e7\u00e3o_metro = \n|popula\u00e7\u00e3o_urbana = \n|densidade_popula\u00e7\u00e3o = \n|densidade_popula\u00e7\u00e3o_metro_km2=\n|fuso_hor\u00e1rio = [[UTC+7]]\n|diferen\u00e7a_utc = +7\n|fuso_hor\u00e1rio_DST = N\u00e3o h\u00e1 DST\n|diferen\u00e7a_utc_DST = +7\n|latg=9 |latm=17 |lats= |latNS=N\n|longg=105| longm=43 |longs= |longEW=E\n|altitude = 22\n|website = \n|notas = \n}}\n'''Bac Lieu''' (em [[L\u00edngua vietnamita|vietnamita]]: Bac Li\u00eau) \u00e9 uma [[Lista de cidades do Vietname|cidade]] no [[Vietname]] e capital da [[Subdivis\u00f5es do Vietname|prov\u00edncia]] de [[Bac Lieu]].{{citar web|url = https://catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb144942583 |t\u00edtulo = Bac Lieu |publicado = [[data.bnf.fr]] |l\u00edngua = fr |acessodata = 20 de dezembro de 2019}} A cidade est\u00e1 localizada no na regi\u00e3o do [[Delta do Rio Mekong]], no sul do Vietn\u00e3. \u00c9 uma cidade de m\u00e9dio porte, com uma popula\u00e7\u00e3o de aproximadamente 150.000 habitantes. O antigo nome da cidade era Vinh Loi.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Vietname]]\n* [[Bac Lieu|Prov\u00edncia de Bac Lieu]]\n* [[Lista de cidades no Vietname]]\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Cidades do Vietname]]"}]},"475582":{"pageid":475582,"ns":0,"title":"Monoharpur","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{India zonas urbanas |\nnative_name = Monoharpur | \ntype = city | \nlatd = 22.11 | longd = 88.08|\nlocator_position = right | \nstate_name = Bengala Ocidental |\ndistrict = [[distrito de Hugli|Hugli]] |\nleader_title = |\nleader_name = |\naltitude = 4|\npopulation_as_of = 2001 |\npopulation_total = 20 825| \npopulation_density = |\narea_magnitude= sq. km |\narea_total = |\narea_telephone = |\npostal_code = |\nvehicle_code_range = |\nsex_ratio = |\nunlocode = |\nwebsite = |\nfootnotes = |\n}}\n'''Monoharpur''' \u00e9 uma vila no [[distrito de Hugli]], no estado [[\u00cdndia|indiano]] de [[Bengala Ocidental]].\n\n== Geografia ==\nMonoharpur est\u00e1 localizada a {{coor d|22.11|N|88.08|E|}}[http://www.fallingrain.com/world/IN/28/Monoharpur.html Falling Rain Genomics, Inc - Monoharpur]. Tem uma altitude m\u00e9dia de 4 [[metro]]s (13 [[P\u00e9 (unidade)|p\u00e9s]]).\n\n== Demografia ==\nSegundo o censo de [[2001]], Monoharpur tinha uma [[popula\u00e7\u00e3o]] de 20 825 habitantes. Os indiv\u00edduos do sexo masculino constituem 53% da popula\u00e7\u00e3o e os do sexo feminino 47%. Monoharpur tem uma taxa de [[literacia]] de 72%, superior \u00e0 m\u00e9dia nacional de 59,5%: a literacia no sexo masculino \u00e9 de 75% e no sexo feminino \u00e9 de 69%. Em Monoharpur, 11% da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 abaixo dos 6 anos de idade.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geoin}}\n\n{{DEFAULTSORT:Monoharpur}}\n[[Categoria:Localidades de Bengala Ocidental]]"}]},"1164704":{"pageid":1164704,"ns":0,"title":"Carta ao povo brasileiro","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Distinguir|Carta aos Brasileiros}}\n{{Info/Documento/Wikidata\n}}\n'''Carta ao povo brasileiro''' foi o t\u00edtulo dado a um texto assinado em junho de [[2002]] pelo ent\u00e3o candidato \u00e0 presid\u00eancia da rep\u00fablica do [[Brasil]], [[Luiz In\u00e1cio Lula da Silva]], assegurando que, em caso de sua vit\u00f3ria, a sua agremia\u00e7\u00e3o, o [[Partido dos Trabalhadores]] (PT), respeitaria os contratos nacionais e internacionais. A carta foi lida no dia 22 de junho de 2002 durante encontro sobre o programa de governo do partido.{{Citar web|titulo=Folha Online - Brasil - Leia \u00edntegra da carta de Lula para acalmar o mercado financeiro - 24/06/2002|url=https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u33908.shtml|obra=www1.folha.uol.com.br|acessodata=2019-06-09}}\n\nO documento foi interpretado como um importante marco de concilia\u00e7\u00e3o da campanha de Lula a presidente. Em especial, a carta foi entendida como uma indica\u00e7\u00e3o de apoio ao setor econ\u00f4mico financeiro. Esse apoio era sem precedentes na trajet\u00f3ria do PT e motivou cr\u00edticas, como do [[Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra]], que, num documento intitulada \"Carta ao Povo Brasileiro e ao Presidente Lula\", ainda em 2002, conclamou o PT e Lula a atuarem para transforma\u00e7\u00f5es sociais radicais no Brasil, indicando a elei\u00e7\u00e3o do candidato petista como uma oportunidade hist\u00f3rica.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Bianchi|primeiro=Alvaro|ultimo2=Braga|primeiro2=Ruy|data=2005|titulo=Brazil: The Lula Government and Financial Globalization|url=https://www.jstor.org/stable/3598413|jornal=Social Forces|volume=83|numero=4|paginas=1745\u20131762|issn=0037-7732}}\n\nPara o economista [[Luiz Gonzaga Belluzzo]], a carta de 2002 foi um marco. Em especial, indicou a continuidade do governo Lula em rela\u00e7\u00e3o ao de seu predecessor, [[Fernando Henrique Cardoso]].{{Citar web|titulo=O marco foi a Carta ao Povo Brasileiro|url=https://www.revistaforum.com.br/o-marco-foi-a-carta-ao-povo-brasileiro/|obra=Revista F\u00f3rum|data=2011-10-20|acessodata=2019-06-23}} Para o cientista pol\u00edtico [[Andr\u00e9 Singer]], o documento \u00e9 o principal indicador da ado\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas em prol do capital financeiro como diretriz de do governo de Lula, a partir de 2003.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Singer|primeiro=Andr\u00e9|data=2019-12-1|titulo=A segunda alma do partido dos trabalhadores|url=http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0101-33002010000300006&lng=en&nrm=iso&tlng=pt|jornal=Novos estudos CEBRAP|numero=88|paginas=89\u2013111|doi=10.1590/S0101-33002010000300006|issn=0101-3300|acessodata=}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Governo Lula]]\n* [[Manifesto dos Mineiros]]\n* [[Uma Ponte para o Futuro]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Governo Lula}}\n{{Portal3|Brasil|Hist\u00f3ria|Pol\u00edtica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Carta Aos Brasileiros (Lula)}}\n[[Categoria:Governo Lula]]\n[[Categoria:2002 no Brasil]]\n[[Categoria:Cartas]]"}]},"399102":{"pageid":399102,"ns":0,"title":"Garbologia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Garbologia''' \u00e9 um ramo de [[pesquisa]] da [[arqueologia]] que estuda os res\u00edduos deixados por uma [[popula\u00e7\u00e3o]] e analisa-os para tentar obter informa\u00e7\u00f5es sobre os seus [[costume]]sHATAE, Marcia. [http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-261X2006000200013&script=sci_arttext Aplica\u00e7\u00e3o de geof\u00edsica como subs\u00eddio para estudos de arqueologia do lixo]. Revista Brasileira de Geof\u00edsica, vol.24 no.2 S\u00e3o Paulo Apr./June 2006.\n\nO nome veio de ''garbage'', que em [[idioma ingl\u00eas|ingl\u00eas]] significa ''lixo'', e foi adotado pelo arque\u00f3logo William L. Rathje. Ao longo de seus estudos sobre a cultura [[maia]], Rathje percebeu que boa parte dos artefatos encontrados era material que havia sido descartado. ecidiu ent\u00e3o aplicar o mesmo m\u00e9todo ao lixo encontrado nas cidades dos [[EUA]], lan\u00e7ando assim o Projeto Lixo (''Garbage Project''), em [[1973]][http://uanews.org/story/william-l-rathje-1945-2012 William L. Rathje: 1945-2012]. USA News, 5 de junho de 2012 (em ingl\u00eas).\n\nAntes disso, garbologia era um termo pejorativo usado para rotular trabalhos como o do jornalista americano A.J. Weberman, que escrevia reportagens baseadas no que encontrava no lixo de [[Bob Dylan]][http://expectingrain.com/dok/who/w/webermanaj.html Weberman, A.J.]. The Bob Dylan who's who (em ingl\u00eas).\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{esbo\u00e7o-arqueologia}}\n\n[[Categoria:Arqueologia]]\n\n[[en:Garbology]]"}]},"4567280":{"pageid":4567280,"ns":0,"title":"Ba\u010dvi\u0161te","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade da S\u00e9rvia\n|Nome = Ba\u010dvi\u0161te\n|Nome Cir\u00edlico = {{lang|sr|\u0411\u0430\u0447\u0432\u0438\u0448\u0442\u0435}}\n|Imagem = \n|Legenda = \n|Bras\u00e3o = \n|Mapa =\n|Lema =\n|Prov\u00edncia = [[S\u00e9rvia central]]\n|Regi\u00e3o = [[Ju\u017eno Pomoravlje (regi\u00e3o)|Ju\u017eno Pomoravlje]]\n|Distrito = [[P\u010dinja (distrito)|P\u010dinja]]\n|Munic\u00edpio = [[Vladi\u010din Han]]\n|lat_deg =42|lat_min = 39|lat_sec = 41|latNS= N\n|lon_deg =22|lon_min = 01|lon_sec =05 |longEW= E\n|Altitude = 460\n|\u00c1rea = \n|Popula\u00e7\u00e3o = 40\n|Censo = 2011\n|Densidade =\n|Placa =\n|C\u00f3digo postal = \n|C\u00f3digo telefone=\n|Endere\u00e7o =\n|Website sem www=\n|e-mail =\n|Prefeito = \n|Partido =\n|Nuts =\n|Mapa distrito =\n|Mapa regi\u00e3o =\n}}\n'''Ba\u010dvi\u0161te''' (em [[Alfabeto cir\u00edlico|cir\u00edlico]]:'' {{lang|sr|\u0411\u0430\u0447\u0432\u0438\u0448\u0442\u0435}}'') \u00e9 uma vila da [[S\u00e9rvia]] localizada no munic\u00edpio de [[Vladi\u010din Han]], pertencente ao distrito de [[P\u010dinja (distrito)|P\u010dinja]], na regi\u00e3o de [[Ju\u017eno Pomoravlje (regi\u00e3o)|Ju\u017eno Pomoravlje]]. A sua popula\u00e7\u00e3o era de 40 habitantes segundo o censo de 2011.{{citar web|url=http://media.popis2011.stat.rs/2011/prvi_rezultati.pdf|t\u00edtulo=Recensement de la population, des m\u00e9nages et des logements dans la R\u00e9publique de Serbie 2011|data=10 de novembro de 2011|publicado=Site de l'Institut de statistiques de la [[S\u00e9rvia|R\u00e9publique de Serbie]]|acessodata=}}{{Hist\u00f3rico da popula\u00e7\u00e3o (S\u00e9rvia)}}\n\n== Demografia ==\n{{Demografia|1948= 324\n|1953= 345\n|1961= 260\n|1971= 191\n|1981= 134\n|1991= 97\n|2002= 65{{Historique de la population (Serbie)}}\n|2011= 40\n}}\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{citar web|url=http://www.maplandia.com/serbia-and-montenegro/srbija/bacviste/ |t\u00edtulo=Ba\u010dvi\u0161te Map|data=|publicado=Maplandia.com|acessodata=|l\u00edngua=en}}\n* {{citar web|url=http://www.fallingrain.com/world/RI/00/Bacviste.html |t\u00edtulo=Ba\u010dvi\u0161te Map|data=|publicado=Fallingrain.com|acessodata=|l\u00edngua=en}}\n\n{{Distrito de P\u010dinja}}\n{{Esbo\u00e7o-geo-servia}}\n{{Portal3|S\u00e9rvia}}\n\n[[Categoria:Vilas de P\u010dinja]]"}]},"4978060":{"pageid":4978060,"ns":0,"title":"Greg Mottola","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Ator\n |nome = Greg Mottola\n |pseud\u00f4nimo = \n |imagem = GregMottolaJuly09.jpg\n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda = Mottola no ''set'' de filmagem de ''[[Paul (filme)|Paul]]'' em julho de 2009.\n |nome_completo = Gregory J. \"Greg\" Mottola\n |nascimento_data = {{nowrap|{{dni|11|7|1964}}}}\n |nascimento_local = [[Dix Hills]], Nova Iorque \n |resid\u00eancia = \n |nacionalidade = {{EUAb}} [[Povo dos Estados Unidos|Estadunidense]]\n |ocupa\u00e7\u00e3o = [[Cineasta]] e [[roteirista]]\n |nome_m\u00e3e = \n |nome_pai = \n |parentesco = \n |c\u00f4njuge = Sarah Allentuch\n |filhos = \n |influ\u00eancias = \n |influenciados = \n |pr\u00e9mios = \n |religi\u00e3o = \n |principais_trabalhos = ''[[Superbad]]'' (2007)
''[[Adventureland]]'' (2009)\n |website = [https://twitter.com/gregmottola P\u00e1gina no Twitter]\n |IMDB_id = 0609549\n}}\n'''Gregory J \"Greg\" Mottola''' ([[11 de julho]] de [[1964]], Dix Hills, Nova Iorque) \u00e9 um [[cineasta]] e [[roteirista]] [[Cinema nos Estados Unidos|estadunidense]]. Mottola escreveu e dirigiu o filme independente ''The Daytrippers'' em 1996, e concentrou durante v\u00e1rios anos de sua vida dirigindo s\u00e9ries e programas na televis\u00e3o, como ''Undeclared'' e ''Arrested Development''. Recentemente, ele dirigiu filmes de sucesso como ''[[Superbad]]'', ''[[Adventureland]]'' e ''[[Paul (filme)|Paul]]''.{{citar web|t\u00edtulo=Greg Mottola|l\u00edngua=ingl\u00eas|url=http://archive.is/20130103120940/http://www.hollywood.com/celebrity/186918/Greg_Mottola|obra=Hollywood.com|acessodata=24 de janeiro de 2016|data=janeiro de 2013}}\n\n== Vida e carreira ==\nMottola cresceu em Dix Hills, Nova Iorque,{{citar web|\u00faltimo=Guzm\u00e1n|primeiro=Rafer|t\u00edtulo=Dix Hills 'Greg Mottola revive' Adventureland '|url=http://www.newsday.com/lifestyle/dix-hills-greg-mottola-relives-adventureland-1.1216503|obra=NewsDay |l\u00edngua=ingl\u00eas|acessodata=24 de janeiro de 2016|data=26 de mar\u00e7o de 2009}} em uma fam\u00edlia cat\u00f3lica de descend\u00eancia \u00edtalo-irlandesa. Fez bacharelado em arte pela Universidade Carnegie Mellon e mestrado em Cinema na [[Universidade de Columbia]].{{citar web|t\u00edtulo=Columbia University\u2019s School of the Arts |l\u00edngua=ingl\u00eas|url=http://arts.columbia.edu/film?&home=3219|acessodata=24 de Janeiro de 2016}} Mottola \u00e9 casado com Sarah Allentuch e tem tr\u00eas filhos.{{citar web|l\u00edngua=ingl\u00eas|t\u00edtulo=Max Abbie Mottola|url=http://variety.com/2007/scene/people-news/max-abbie-mottola-2-1117973342/|obra=[[Variety]]|acessodata=24 de janeiro de 2016|data=4 de outubro de 2007}}\n\nMottola dirigiu o filme ''[[Adventureland]]'' em 2009, que se ambienta nos anos 1980, com a hist\u00f3ria de um grupo do colegial que acabam conseguindo o primeiro emprego em um parque de divers\u00f5es.{{citar web|t\u00edtulo=Exclusive: Greg Mottola is Superbad! | l\u00edngua=ingl\u00eas|url=http://www.comingsoon.net/movies/features/36303-exclusive-greg-mottola-is-superbad|obra=ComingSoon|acessodata=24 de janeiro de 2016|data=agosto de 2007}} Em 2001 dirigiu ''[[Paul (filme)|Paul]]'' que \u00e9 sobre dois nerds \u2014 interpretados por roteiristas do filme, [[Simon Pegg]] e [[Nick Frost]] \u2014, que encontram um alien\u00edgena chamado Paul enquanto estavam de f\u00e9rias nos Estados Unidos.{{citar web|\u00faltimo=Russo|primeiro=Francisco|t\u00edtulo=Paul - O Alien Fugitivo - Curiosidades | l\u00edngua=portugu\u00eas|url=http://www.adorocinema.com/filmes/filme-131015/curiosidades/|obra=[[AdoroCinema]]|publicado=[[AlloCin\u00e9]]|acessodata=24 de janeiro de 2016}}\n\n== Filmografia ==\n\n=== Filmes (como diretor)===\n{| class=\"wikitable\"\n|- bgcolor=\"#CCCCCC\"\n! Ano !! T\u00edtulo !! Notas\n|-\n|rowspan=\"1\"| [[1989 no cinema|1989]] || ''Swingin' in the Painter's Room'' || Curta-metragem\n|-\n|rowspan=\"1\"| [[1996 no cinema|1996]] || ''[[The Daytrippers]]'' || Tamb\u00e9m roteirizou\n|-\n|rowspan=\"1\"| [[2007 no cinema|2007]] || ''[[Superbad]]'' ||\n|-\n| [[2009 no cinema|2009]] || ''[[Adventureland]]'' || Tamb\u00e9m roteirizou\n|-\n| [[2011 no cinema|2011]] || ''[[Paul (filme)|Paul]]'' ||\n|-\n| [[2013 no cinema|2013]] || ''Clear History'' || Filme para televis\u00e3o\n|-\n| 2016 || ''Keeping Up with the Joneses'' || \n|}\n\n===Televis\u00e3o===\n{| class=\"wikitable\"\n|- bgcolor=\"#CCCCCC\"\n! Ano !! Atra\u00e7\u00e3o !! Epis\u00f3dio !! Notas\n|-\n|rowspan=\"3\"| 2001 || rowspan=\"6\"| ''Undeclared'' || \"Addicts\" ||\n|-\n| \"Sick in the Head\" ||\n|-\n| \"Eric Visits Again\" ||\n|-\n|rowspan=\"3\"| 2002 || \"Jobs, Jobs, Jobs\" ||\n|-\n| \"Truth or Dare\" ||\n|-\n| \"The Perfect Date\" ||\n|-\n|rowspan=\"3\"| 2003 || ''The Big Wide World
of Carl Laemke'' || \"Piloto\" || \n|-\n|rowspan=\"3\"| ''[[Arrested Development]]'' || \"Charity Drive\" ||\n|-\n| \"Visiting Ours\" ||\n|-\n|rowspan=\"2\"| 2004 || \"Storming the Castle\" ||\n|-\n| ''[[Cracking Up]]'' || \"Scared Straight ||\n|-\n|rowspan=\"2\"| 2005 ||rowspan=\"2\"| ''[[The Comeback]]'' || \"Valerie Demands Dignity\" ||\n|-\n| \"Valerie Saves the Show\" ||\n|-\n| rowspan=\"3\"|2012 || rowspan=\"3\"|''[[The Newsroom]]'' || \"We Just Decided To\" {{citar web|t\u00edtulo=We Just Decided To|url=http://www.imdb.com/title/tt2289479/|obra=IMDb | l\u00edngua=ingl\u00eas|acessodata=24 de janeiro de 2016}} ||\n|-\n| \"The 112th Congress\" {{citar web|t\u00edtulo=The 112th Congress|url=http://www.imdb.com/title/tt2299123/|obra=IMDb |l\u00edngua=ingl\u00eas|acessodata=24 de janeiro de 2016}} ||\n|-\n| \"The Greater Fool\"{{citar web|t\u00edtulo=The Greater Fool|url=http://www.imdb.com/title/tt2391725/|obra=IMDb |l\u00edngua=ingl\u00eas|acessodata=24 de janeiro de 2016}} ||\n|}\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n{{DEFAULTSORT:Mottola, Greg}}\n[[Categoria:Naturais de Nova Iorque (estado)]]\n[[Categoria:Cineastas dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Diretores de televis\u00e3o dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Norte-americanos de ascend\u00eancia irlandesa]]\n[[Categoria:Nascidos em 1964]]"}]},"3559814":{"pageid":3559814,"ns":0,"title":"TSV Rain am Lech","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Clube de futebol\n |img = TSV 1896 Rain.svg.png\n |logo =\n |nomeabrev= TSV Rain am Lech\n |alcunhas =\n |torcedor =\n |mascote =\n |fundadoem= {{Dtlink|10|01|1886|idade|lang=pt}}\n |est\u00e1dio= Georg-Weber-Stadion\n |capacidade= 3.400\n |presidente= Martin Kollmann\n |treinador= Tobias Luderschmid\n |liga = Regionalliga S\u00fcd (IV) \n |div2012= 5\u00aa (Bayernliga) (V) \u2191\n |patrocinio =\n |rankingnac =\n |site = [http://www.tsvrain.de Site oficial]\n |modelo = padr\u00e3o\n |skin1 = _tambov1819h\n |skin_be1 =_tambov1819h\n |skin_bd1 =_tambov1819h\n |skin_cal\u00e7\u00e3o1 =\n |skin_meia1 =\n |bra\u00e7oesquerdo1= FF0000\n |corpo1 = FF0000\n |bra\u00e7odireito1= FF0000\n |cal\u00e7\u00f5es1= FF0000\n |meias1 = FF0000\n |skin2 = _jakostriker1718wb\n |skin_be2 =_jakostriker1718wb\n |skin_bd2 =_jakostriker1718wb\n |bra\u00e7oesquerdo2= FFFFFF\n |corpo2 = FFFFFF\n |bra\u00e7odireito2= FFFFFF\n |cal\u00e7\u00f5es2= FFFFFF\n |meias2 = FFFFFF\n |skin3 = _jakoleeds1rb\n |skin_be3 =_jakoleeds1rb\n |skin_bd3 =_jakoleeds1rb\n |bra\u00e7oesquerdo3= 000060\n |corpo3 = 0000FF\n |bra\u00e7odireito3= 000060\n |cal\u00e7\u00f5es3= 000060\n |meias3 = 0000FF\n}}\n'''Turn- und Sportverein 1896 e.V. Rain am Lech''' \u00e9 uma agremia\u00e7\u00e3o esportiva alem\u00e3, fundada a [[10 de janeiro]] de [[1886 no desporto|1886]], sediada em Rain am Lech, na [[Baviera]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nO clube foi formado em [[1886 no desporto|1886]] sob o nome de TV Rain am Lech como um clube de gin\u00e1stica. Contudo, o FC Rain am Lech surgiria apenas a [[31 de agosto]] de [[1920]].\n\nEnquanto os dois clubes existiam de forma independente por muitos anos, em [[1941 no desporto|1941]], uma fus\u00e3o for\u00e7ada formou a TSG Rain am Lech. A situa\u00e7\u00e3o piorou com a guerra e as atividades foram severamente limitada nos anos seguintes.\n\nCom o fim da [[Segunda Guerra Mundial]], a fus\u00e3o for\u00e7ada terminou e ambos os clubes se tornaram independentes novamente. O FC brevemente se restabeleceu, mas o TV estava se esfor\u00e7ando para faz\u00ea-lo devido a um elevado n\u00famero de perdas de seus membros durante a guerra. Na primavera de [[1946]], os dois clubes decidiram se unir mais uma vez, dessa vez por livre escolha e, ent\u00e3o, o TSV Rain am Lech foi formado. O novo clube manteve as cores antigas do TV, vermelho e branco. Uma nova constitui\u00e7\u00e3o foi redigida a [[30 de abril]] de 1946 e as autoridades de ocupa\u00e7\u00e3o dos [[EUA]] sancioram o novo clube a [[6 de maio]] de 1946. At\u00e9 o final de junho de 1946, a nova agremia\u00e7\u00e3o j\u00e1 tinha 180 membros. Enquanto a associa\u00e7\u00e3o ofereceu uma s\u00e9rie de desportos, o futebol era praticamente o \u00fanico jogado em n\u00edvel competitivo.\n\nO FC Rain entrou na segunda Kreisklasse Schwaben Nord ap\u00f3s a sua forma\u00e7\u00e3o, em 1920, um campeonato em que obteve resultados bastante satisfat\u00f3rios nas temporadas seguintes. Depois de seu terceiro t\u00edtulo, em [[1929]]-[[1930]], finalmente ganhou a promo\u00e7\u00e3o para a primeira Kreisklasse, na qual passou duas temporadas antes de ser rebaixado novamente. O clube mais uma conquistou a promo\u00e7\u00e3o em [[1937]] mas, dessa vez, a equipe durou apenas um ano no n\u00edvel mais elevado. Apesar de ganhar o t\u00edtulo e promo\u00e7\u00e3o novamente, em [[1938]]-[[1939]], o FC Rain decidiu abandonar a disputa o devido \u00e0 eclos\u00e3o da guerra.\n\nO clube continuou, em [[1945]], ganhando bons resultados na Kreisliga 2. Sob o novo nome de TSV Rain, a tend\u00eancia de ascend\u00eancia continuou.\n\nEm [[1949]], a Kreisliga 2 foi renomeada B-Klasse e o clube veio a pertencer a essa liga por duas temporadas at\u00e9 ganhar o acesso, em [[1951]], para a rec\u00e9m-criada A-Klasse Nordschwaben. O TSV permaneceu nessa divis\u00e3o at\u00e9 [[1962]], com exce\u00e7\u00e3o de [[1953]]-[[1954]], quando disputou um n\u00edvel abaixo.\n\nEm 1962, o t\u00edtulo da A-Klassen lhes valeu a promo\u00e7\u00e3o para a Bezirksliga pela primeira vez. A equipe disputou a Bezirksliga Schwaben (V) at\u00e9 [[1967]]. De 1967 a [[1974]], viriam a disputar a A-Klasse, mais uma vez. Um outro t\u00edtulo nesse campeonato, em [[1973]]-1974, significou um retorno para a ent\u00e3o regionalizada Bezirksliga Schwaben-Nord. Nesse certame, o TSV terminou no topo em sua primeira temporada e ganhou a promo\u00e7\u00e3o pela primeira vez \u00e0 Landesliga Bayern-S\u00fcd (IV). Contudo, o n\u00edvel desse m\u00f3dulo se tornara aqu\u00e9m das possibilidades do clube e o mesmo acabou rebaixado.\n\nDepois de cinco anos na Bezirksliga anos e t\u00edtulo, em [[1981]], o clube voltou mais uma vez \u00e0 Landesliga, com o mesmo resultado de antes, o rebaixamento, ap\u00f3s uma temporada. Depois de um lugar respeit\u00e1vel na Bezirksliga, em [[1983]], na temporada seguinte, o time foi rebaixado para a A-Klasse. O TSV retornou \u00e0 Bezirksliga para [[1986]]-[[1987]], mas n\u00e3o conseguiu manter o mesmo n\u00edvel e experimentou um acentuado decl\u00ednio, caindo para a B-Klasse em [[1988]]. O time, por\u00e9m, se recuperou rapidamente ao vencer a B-Klasse na temporada 1988-[[1989]].\n\nO maior sucesso adveio em [[1994]], quando, ap\u00f3s cinco temporadas no A-Klasse, conquistou a promo\u00e7\u00e3o para a Bezirksliga. O clube marchou \u00e0 Bezirksoberliga Schwaben, em [[1995]], um certame criado em 1989. Em sua segunda temporada, conquistou o acesso de volta \u00e0 Landesliga pela terceira vez.\n\nAgora muito mais forte do que em suas duas tentativas anteriores, a equipe estabeleceu-se na metade superior da liga. Nas seguintes onze temporadas obteve tr\u00eas terceiros lugares em [[2005]], [[2007]] e [[2008]].\n\nO TSV ganhou a Copa de Schwaben pela primeira vez em [[2000]]. O t\u00edtulo qualificou a equipe para a Copa da Baviera, na qual terminou em segundo lugar. Essa coloca\u00e7\u00e3o significava a qualifica\u00e7\u00e3o para a DFB-Cup, a [[Copa da Alemanha]], na temporada 2000-[[2001]], na qual foi eliminado pelo vencedor daquele ano, o [[FC Schalke 04]]. A derrota em casa por 7 a 0 de um time de quinta divis\u00e3o contra um da Bundesliga faz parte da hist\u00f3ria para a equipe.\n\nDevido \u00e0s altera\u00e7\u00f5es do sistema de ligas alem\u00e3, em 2008, o terceiro lugar classificou o clube para participar da fase de promo\u00e7\u00e3o para a Oberliga Bayern, algo normalmente reservado para o time segundo colocado. O time conseguiu o acesso pela primeira vez \u00e0 maior liga de futebol da [[Baviera]], batendo o [[1. FC Schweinfurt 05]] por 3 a 0, ap\u00f3s a prorroga\u00e7\u00e3o.\n\nEm [[1987]], o clube comemorou um novo recorde no n\u00famero de membros, tendo atingido 1.000 s\u00f3cios.\n\n== T\u00edtulos ==\n{{col-begin}}\n{{col-2}}\n\n; Ligas\n* '''Bezirksoberliga Schwaben''' (VI)\n** Campe\u00e3o: [[1997]];\n* '''Bezirksliga Schwaben-Nord''' (V-VII)\n** Campe\u00e3o: (3) [[1975]], [[1981]], [[1995]];\n* '''A-Klasse Schwaben'''\n** Campe\u00e3o: (3) [[1962]], [[1974]], [[1986]];\n* '''B-Klasse Schwaben'''\n** Campe\u00e3o: (3) [[1951]], [[1954]], [[1989]];\n* '''2nd Kreisklasse Schwaben'''\n** Campe\u00e3o: (7) [[1925]], [[1929]], [[1930]], [[1935]], [[1937]], [[1939]], [[1949]];\n{{col-2}}\n\n; Copas\n* '''Bavarian Cup'''\n** Vice-campe\u00e3o: [[2000]];\n* '''Schwaben Cup'''\n** Vencedor: [[2000]];\n{{Fim}}\n\n== Est\u00e1dio ==\nO Georg-Weber-Stadion foi nomeado ap\u00f3s Georg Weber, um ex-presidente e fundador da Dehner, uma empresa local, que patrocina o clube. Possui cerca de 2.700 lugares.\n\nO est\u00e1dio \u00e9 utilizado para partidas decisivas que envolvem acessos e rebaixamentos que precisam ser realizadas em campos neutros. Em [[2007]], sediou a final da Copa Schwaben entre TSV 1861 N\u00f6rdlingen e FC Augsburg II.\n\n== Cronologia recente ==\nA recente performance do clube:[http://www.f-archiv.de/ Das deutsche Fu\u00dfball-Archiv] {{de}} Historical German domestic league tables[http://www.fussball.de/fussball-ergebnisse-die-top-ligen-bei-fussball-de/id_45692854/index Fussball.de - Ergebnisse] {{de}} Resultados ao longo das temporadas\n{| class=\"wikitable\"\n|- align=\"center\" bgcolor=\"#dfdfdf\"\n| '''Temporada'''\n| '''Divis\u00e3o'''\n| '''M\u00f3dulo'''\n| '''Posi\u00e7\u00e3o'''\n|- align=\"center\"\n| 1999\u20132000\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| rowspan=13| V\n| 4\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2000\u201301\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 10\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2001\u201302\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 10\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2002\u201303\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 7\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2003\u201304\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 5\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2004\u201305\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 3\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2005\u201306\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 7\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2006\u201307\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 3\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2007\u201308\n| align=\"left\"| Landesliga Bayern-S\u00fcd\n| 3\u00aa \u2191\n|- align=\"center\"\n| 2008\u201309\n| align=\"left\"| Oberliga Bayern\n| 16\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2009\u201310\n| align=\"left\"| Oberliga Bayern\n| 5\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2010\u201311\n| align=\"left\"| Oberliga Bayern\n| 12\u00aa\n|- align=\"center\"\n| 2011\u201312\n| align=\"left\"| Oberliga Bayern\n| 5\u00aa \u2191\n|- align=\"center\"\n| 2012\u201313\n| align=\"left\"| Regionalliga S\u00fcd\n| rowspan=1| IV\n| \u00aa \n|}\n\n== Apari\u00e7\u00f5es na Copa da Alemanha ==\nO clube se qualificou para a Copa a Alemanha, a DFB Cup apenas uma vez.\n{| class=\"wikitable\"\n|- align=\"center\" bgcolor=\"#dfdfdf\"\n| '''Temporada'''\n| '''Roada'''\n| '''Data'''\n| '''Casa'''\n| '''Fora'''\n| '''Resultado'''\n| '''P\u00fablico'''\n|- align=\"center\"\n| [[2000]]\u2013[[2001]]\n| Primeira fase\n| [[27 de agosto]] de [[2000]]\n| TSV Rain am Lech\n| '''[[FC Schalke 04]]'''\n| 0 a 7\n| 6.000[http://www.fussballdaten.de/dfb/2001/runde1/tsvrainamlech-schalke/ Spielstatistik TSV 1896 Rain am Lech \u2013 FC Schalke] {{Wayback|url=http://www.fussballdaten.de/dfb/2001/runde1/tsvrainamlech-schalke/ |date=20110828203331 }} Game statistics, Fusballdaten.de, accessed: 26 June 2009\n|}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.tsvrain.de/index.htm Site oficial]\n* [http://www.weltfussball.de/teams/tsv-1896-rain-am-lech/ TSV Rain am Lech profil on Weltfussball.de]\n\n== Fontes ==\n* {{Link|de|2=http://www.f-archiv.de/ |3=Das deutsche Fu\u00dfball-Archiv |4=historical German domestic league tables}}\n* ''S\u00fcddeutschlands Fussball Geschichte in Tabellenform 1897\u20131988'' {{de}} History of Southern German football in tables, author: Ludolf Hyll\n\n{{Portal3|Futebol}}\n\n[[Categoria:Clubes de futebol da Alemanha]]\n[[Categoria:Clubes de futebol fundados em 1886]]"}]},"4257578":{"pageid":4257578,"ns":0,"title":"Helianthemum angustatum","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Helianthemum angustatum''\n| imagem = \n| imagem_legenda = \n| reino = [[Plantae]]\n| clado1 = [[Angiosperma|angiosp\u00e9rmicas]]\n| clado2 = [[Eudicotiled\u00f4neas|eudicotiled\u00f3neas]]\n| clado3 = \n| ordem = [[Violales]]\n| fam\u00edlia = [[Cistaceae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Helianthemum]]''\n| esp\u00e9cie = '''''H. angustatum'''''\n| binomial = ''Helianthemum angustatum''\n| binomial_autoridade = Pomel\n}}\n'''''Helianthemum angustatum''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[Angiosperma|planta com flor]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Cistaceae]]. \n\nA autoridade cient\u00edfica da esp\u00e9cie \u00e9 [[Pomel]], tendo sido publicada em ''[[Nouv. Mat. Fl. Atl.]]'' 218.\n\n\n\n\n\n== Portugal ==\n\nTrata-se de uma esp\u00e9cie presente no territ\u00f3rio portugu\u00eas, nomeadamente em [[Portugal Continental]].\n\nEm termos de naturalidade \u00e9 nativa da regi\u00e3o atr\u00e1s indicada.\n\n== Protec\u00e7\u00e3o ==\n\nN\u00e3o se encontra protegida por legisla\u00e7\u00e3o portuguesa ou da Comunidade Europeia.\n\n== Refer\u00eancias ==\n* [http://www3.uma.pt/alfa/checklist_flora_pt/output_db.php?familia=Cistaceae&Genero_mais=Helianthemum&restritivo_mais=angustatum&submit=Procurar Helianthemum angustatum]'' - Checklist da Flora de Portugal (Continental, A\u00e7ores e Madeira) - Sociedade Lusitana de Fitossociologia \n* [http://www4.uma.pt/gbm/checklist/lista_flora.php Checklist da Flora do Arquip\u00e9lago da Madeira] (Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens) - Grupo de Bot\u00e2nica da Madeira\n* [http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/listagens.php?lang=pt&pesquisar=Helianthemum%20angustatum&sstr=4 Helianthemum angustatum]'' - Portal da Biodiversidade dos A\u00e7ores\n* Tropicos.org. Missouri Botanical Garden. 25 de dezembro de 2013 \n* ''[http://www.theplantlist.org/tpl/search?q=Helianthemum+angustatum Helianthemum angustatum]'' - The Plant List (2010). Version 1. Published on the Internet; http://www.theplantlist.org/ (consultado em 25 de dezembro de 2013).\n* ''[http://www.ipni.org/ipni/advPlantNameSearch.do?find_genus=Helianthemum&find_species=angustatum&find_rankToReturn=spec Helianthemum angustatum]'' - International Plant Names Index\n* Castroviejo, S. (coord. gen.). 1986-2012. ''[http://www.floraiberica.es/ Flora iberica]'' 1-8, 10-15, 17-18, 21. Real Jard\u00edn Bot\u00e1nico, CSIC, Madrid.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n\n\n* ''[http://jb.utad.pt/especie/Helianthemum_angustatum Helianthemum angustatum]'' - ''Flora Digital de Portugal''. jb.utad.pt/flora.\n* ''[http://www.flora-on.pt/index.php?q=Helianthemum+angustatum Helianthemum angustatum]'' - Flora-on\n* ''[http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Helianthemum%20angustatum Helianthemum angustatum]'' - The Euro+Med PlantBase\n* ''[http://www.floravascular.com/index.php?spp=Helianthemum%20angustatum Helianthemum angustatum]'' - Flora Vascular\n* ''[http://www.biodiversitylibrary.org/name/Helianthemum_angustatum Helianthemum angustatum]'' - [[Biodiversity Heritage Library]] - Bibliografia\n* ''[http://plants.jstor.org/search?qtype=all&query=Helianthemum+angustatum Helianthemum angustatum]'' - [[JSTOR]] Global Plants\n* ''[http://rbg-web2.rbge.org.uk/cgi-bin/nph-readbtree.pl/feout?FAMILY_XREF=&GENUS_XREF=Helianthemum&SPECIES_XREF=angustatum Helianthemum angustatum]'' - ''[[Flora Europaea]]''\n* ''[http://www.ncbi.nlm.nih.gov/taxonomy/?term=Helianthemum%angustatum Helianthemum angustatum]'' - NCBI Taxonomy Database\n* ''[http://www.gbif.org/species/search?q=Helianthemum+angustatum Helianthemum angustatum]'' - [[Global Biodiversity Information Facility]]\n* ''[http://eol.org/search?q=Helianthemum+angustatum&search=Go Helianthemum angustatum]'' - [[Encyclopedia of Life]]\n\n{{esbo\u00e7o-planta}}\n\n{{Portal3|Bot\u00e2nica|Flora de Portugal}}\n\n{{!FDP}}\n\n[[Categoria:Flora de Portugal]]\n[[Categoria:Helianthemum|angustatum]]\n[[Categoria:Flora de Portugal Continental]]"}]},"54007":{"pageid":54007,"ns":0,"title":"Carlota de Gales","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Nobreza\n|nome =Carlota\n|titulo =Princesa Leopoldo de Saxe-Coburgo-Saafield
Duquesa da Sax\u00f4nia\n|imagem =Princess Charlotte of Wales by Dawe (1817).jpg\n|legenda =Retrato por [[George Dawe]], 1817\n|imgw =245px\n|nome completo =Carlota Augusta\n|conjugue =[[Leopoldo I da B\u00e9lgica|Leopoldo de Saxe-Coburgo-Saalfeld]]\n|tipo-conjugue =Marido\n|casa =[[Casa de Han\u00f4ver|Han\u00f4ver]]\n|pai =[[Jorge IV do Reino Unido|Jorge, Pr\u00edncipe de Gales]]\n|m\u00e3e =[[Carolina de Brunsvique]]\n|data de nascimento ={{dni|lang=br|7|1|1796|si}}\n|local de nascimento=[[Carlton House|Casa Carlton]], [[Londres]], [[Inglaterra]]\n|data da morte ={{nowrap|{{morte|lang=br|6|11|1817|7|1|1796}}}}\n|local da morte =[[Surrey]], [[Inglaterra]]\n|local de enterro =[[Capela de S\u00e3o Jorge (Castelo de Windsor)|Capela de S\u00e3o Jorge]], [[Inglaterra]]\n|assinatura =Princess Charlotte of Wales Signature 1.svg\n|bras\u00e3o =Coat of Arms of Charlotte Augusta of Wales.svg\n|descend\u00eancia}}\n'''Carlota de Gales''' ([[Londres]], [[7 de janeiro]] de [[1796]] \u2014 [[Surrey]], [[6 de novembro]] de [[1817]]) foi a \u00fanica filha do casamento malfadado entre [[Jorge IV do Reino Unido|Jorge, Pr\u00edncipe de Gales]] (futuro rei Jorge IV do Reino Unido) e [[Carolina de Brunsvique]].\n\nOs pais de Carlota odiavam-se ainda antes de o seu casamento ser [[Casamento arranjado|arranjado]] e separaram-se pouco depois. O pr\u00edncipe Jorge deixou Carlota ao cuidado de v\u00e1rias governantas e criadas, mas ainda assim n\u00e3o permitia que houvesse muito contacto entre ela e a sua m\u00e3e, a princesa Carolina, que eventualmente acabaria por deixar o pa\u00eds. \u00c0 medida que Carlota chegava \u00e0 idade adulta, o seu pai pressionou-a para se casar com o pr\u00edncipe-herdeiro [[Guilherme II dos Pa\u00edses Baixos|Guilherme de Orange]], que se tornaria mais tarde rei dos [[Pa\u00edses Baixos]], mas, pouco depois de o ter aceitado, Carlota rompeu o noivado. Esta decis\u00e3o resultou numa s\u00e9rie de brigas entre a princesa e o pai at\u00e9 que, finalmente, o Pr\u00edncipe de Gales lhe deu permiss\u00e3o para se casar com o duque [[Leopoldo I da B\u00e9lgica|Leopoldo de Saxe-Coburgo-Saalfeld]], que se tornaria depois rei da [[B\u00e9lgica]]. Depois de um casamento feliz que pouco durou, Carlota morreu ao dar \u00e0 luz um filho natimorto.\n\nA morte de Carlota provocou uma grande onda de luto por toda a Gr\u00e3-Bretanha, que tinha considerado a princesa como um sinal de esperan\u00e7a, por contrastar com o seu pai pouco popular, e com o seu av\u00f4, que era considerado louco. Como era a \u00fanica neta legitima do rei Jorge III, passou a existir uma press\u00e3o cada vez mais crescente para que os filhos solteiros do rei se casassem e tivessem herdeiros leg\u00edtimos. O quarto filho do rei, [[Eduardo Augusto, Duque de Kent e Strathearn]], foi pai da rainha [[Vit\u00f3ria do Reino Unido|Vit\u00f3ria]].\n\n== Antecedentes ==\n[[Imagem:George IV, when Prince of Wales - After Gainsborough 1782-85.jpg|thumb|left|Jorge c. 1782\u201385, por Thomas Gainsborough. Na [[Royal Collection]].]]\nEm 1794, [[Jorge IV do Reino Unido|Jorge, Pr\u00edncipe de Gales]], estava \u00e0 procura de uma noiva adequada. N\u00e3o o fez por ter o desejo de assegurar a sucess\u00e3o, mas sim porque o primeiro-ministro, [[William Pitt, o Novo]], prometera-lhe um aumento no rendimento se ele se casasse. Apesar de receber rendimentos generosos por ser Pr\u00edncipe de Gales e Duque da Cornualha, Jorge vivia muito acima das suas possibilidades e, em 1794, o dinheiro passou a ser insuficiente para pagar os juros das suas d\u00edvidas.Chambers, p. 6\n\nJorge j\u00e1 se tinha tentado casar uma vez, com a sua amante, [[Maria Anne Fitzherbert|Maria Fitzherbert]], mas este casamento foi considerado inv\u00e1lido aos olhos da lei porque o pr\u00edncipe nunca tentou obter o consentimento do seu pai, o rei [[Jorge III do Reino Unido|Jorge III]], um requisito obrigat\u00f3rio consagrado no Decreto de Casamentos Reais de 1772. Apesar de tudo, Jorge manteve Maria Fitzherbert como sua amante, pelo menos enquanto outras amantes, como [[Frances Villiers|Lady Jersey]], n\u00e3o recebiam mais aten\u00e7\u00f5es.Chambers, p. 7\n\nEntre as candidatas, Jorge seleccionou duas noivas princesas alem\u00e3s, ambas suas primas direitas. A primeira, [[Lu\u00edsa de Mecklemburgo-Strelitz]], era filha do seu tio materno e a segunda, [[Carolina de Brunsvique]], era filha da sua tia paterna. A m\u00e3e de Jorge, a rainha [[Carlota de Mecklemburgo-Strelitz|Carlota]], tinha ouvido rumores preocupantes acerca do comportamento de Carolina e, por isso, preferia a princesa Lu\u00edsa, que considerava mais bonita e que era sua sobrinha de sangue e n\u00e3o por casamento. Dizia-se que a princesa Carolina se tinha comportado de forma pouco correcta com um oficial irland\u00eas do ex\u00e9rcito do seu pai e outras negocia\u00e7\u00f5es de casamento que se tinham realizado anteriormente tinham sido interrompidas sem raz\u00e3o aparente. Jorge, influenciado por Lady Jersey, que considerava Carolina uma rival menos desafiante do que Lu\u00edsa, escolheu a princesa de Brunsvique, apesar de nunca a ter conhecido, e enviou um diplomata, James Harris, 1.\u00ba Conde de Malmesbury, para a acompanhar de Brunsvique para a Gr\u00e3-Bretanha.Chambers, pp. 8\u20139\n\nHarris encontrou a princesa vestida de forma desgrenhada e pareceu-lhe \u00f3bvio que ela j\u00e1 n\u00e3o se lavava h\u00e1 v\u00e1rios dias. Achou a sua conversa grosseira e demasiado familiar. Harris passou quase quatro meses com ela, esfor\u00e7ando-se por melhorar o seu comportamento e h\u00e1bitos antes viajarem para Inglaterra, uma viagem que foi prolongada pelo inverno rigoroso e atrasos frequentes provocados pela guerra contra a Fran\u00e7a.Chambers, pp. 10\u201312 O diplomata levou Carolina para o [[Pal\u00e1cio de St. James]] e, ao ver a sua noiva pela primeira vez, o Pr\u00edncipe de Gales disse: \"''Harris n\u00e3o me sinto bem, por favor traga-me um copo de brandy''\".Chambers, p. 13 Depois de o pr\u00edncipe sair, Carolina disse: \"''Acho-o muito gordo e n\u00e3o parece nada bonito como nos retratos.''\"Chambers, pp. 13\u201314 Quando jantaram juntos nessa noite, Carolina, irritada, faz v\u00e1rias refer\u00eancias grosseiras \u00e0 rela\u00e7\u00e3o do noivo com Lady Jersey. Segundo Harris, este comportamento fez com que o pr\u00edncipe passasse a gostar ainda menos dela. Antes do casamento, que se celebrou a 8 de Abril de 1795, Jorge mandou chamar o seu irm\u00e3o [[Guilherme IV do Reino Unido|Guilherme, Duque de Clarence e St. Andrews]], para lhe dizer que Maria Fitzherbert era a \u00fanica mulher que ele ia amar na vida e apareceu na cerim\u00f3nia b\u00eabado.Chambers, p. 14\n\nJorge disse mais tarde que o casal s\u00f3 teve rela\u00e7\u00f5es sexuais tr\u00eas vezes e que, durante uma dessas ocasi\u00f5es, a princesa tinha feito um coment\u00e1rio sobre o tamanho do seu \u00f3rg\u00e3o sexual, o que o levou a concluir que a sua esposa tinha uma base de compara\u00e7\u00e3o e, por isso, o mais prov\u00e1vel era j\u00e1 n\u00e3o ser virgem. Carolina, por seu lado, disse indiretamente que Jorge era impotente.Williams, p. 24 O casal separou-se poucas semanas depois, apesar de continuarem a viver no mesmo pal\u00e1cio. Um dia antes de completarem nove meses de casamento, Carolina deu \u00e0 luz uma filha.Chambers, pp. 15\u201316\n\n== Inf\u00e2ncia ==\n[[Imagem:Princess Charlotte of Wales and Duchess Caroline of Brunswick.jpg|thumb|right|Carolina e Carlota, por [[Thomas Lawrence]].]]\nCarlota nasceu na [[Carlton House|Casa Carlton]], a resid\u00eancia oficial do Pr\u00edncipe de Gales em [[Londres]], no dia 7 de Janeiro de 1796. Embora Jorge tenha ficado um pouco desiludido por n\u00e3o ter tido um filho, o av\u00f4 da princesa, o rei, que preferia meninas, ficou encantado com o nascimento da sua primeira neta leg\u00edtima e esperava que a beb\u00ea conseguisse reconciliar Jorge e Carolina.Williams, p. 26 Tal n\u00e3o aconteceu. Tr\u00eas dias depois do nascimento de Carlota, Jorge redigiu um testamento onde estipulava que, caso morresse, a sua esposa n\u00e3o teria qualquer papel na educa\u00e7\u00e3o da sua filha, e onde deixava todos os seus bens a Maria Fitzherbert. Na altura, a grande maioria dos membros da fam\u00edlia real n\u00e3o era popular com o povo brit\u00e2nico, mas o nascimento de Carlota foi muito festejado.Williams, p. 27 A 11 de Fevereiro de 1796, a pequena princesa foi baptizada na Grande Sala de Estar do Pal\u00e1cio de St. James, recebendo os nomes de Carlota Augusta em honra das suas av\u00f3s, a rainha Carlota e a duquesa Augusta de Brunsvique-Luneburgo. O rei esteve presente no papel de padrinho.Williams, p. 28\n\nApesar de Carolina pedir para ser melhor tratada em v\u00e1rias ocasi\u00f5es depois de dar \u00e0 luz a princesa que estava em segundo lugar na linha de sucess\u00e3o, Jorge restringiu o seu contacto com a filha, proibindo a esposa de a ver se n\u00e3o estivesse acompanhada da ama e das governantas. Carolina tinha permiss\u00e3o para fazer a visita di\u00e1ria \u00e0 sua filha que era costume nesta \u00e9poca para os pais de alta classe, mas n\u00e3o tinha direito de intervir nas decis\u00f5es feitas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de Carlota.Plowden, pp. 32\u201333 Os criados tinham pena de Carolina e desobedeciam ao Pr\u00edncipe de Gales, permitindo que Carolina passasse tempo sozinha com a filha. Jorge n\u00e3o sabia que tal acontecia, pois ele pr\u00f3prio tinha pouco contacto com a filha. Carolina teve mesmo a coragem de andar de carruagem sozinha com a sua filha pelas ruas de Londres, enquanto ambas recebiam o aplauso das multid\u00f5es que se juntavam para as ver passar.\n\nCarlota era uma crian\u00e7a saud\u00e1vel e, segundo o seu bi\u00f3grafo, Thea Holme, \"''a impress\u00e3o que uma pessoa tem das primeiras hist\u00f3rias registadas da Carlota, mostram que tinha um cora\u00e7\u00e3o temer\u00e1rio e quente''\".Holme, p. 45 \u00c0 medida que Carlota crescia, os seus pais continuaram a lutar, e a usar a sua filha como escudo no seu conflito, usando-a para apelar ao rei e \u00e0 rainha que tomassem o seu lado.Williams, pp. 28\u201329 Em Agosto de 1797, Carolina deixou [[Carlton House]], instalando-se numa casa arrendada perto de Blackheath, e deixando a sua filha para tr\u00e1s. Na altura, a lei inglesa considerava que o pai tinha todos os direitos sobre os filhos. Contudo, o pr\u00edncipe n\u00e3o tomou mais medidas para restringir o acesso de Carolina \u00e0 sua filha.Plowden, pp. 43\u201344 Em Dezembro de 1798, o pr\u00edncipe convidou a sua esposa para passar o inverno em Carlton House, algo que ela se recusou a fazer. Foi o \u00faltimo esfor\u00e7o para uma reconcilia\u00e7\u00e3o e o facto de ter falhado significava que havia poucas hip\u00f3teses de Jorge vir a ter um filho legitimo que ultrapassasse Carlota na linha de sucess\u00e3o.Holme, pp. 46\u201347 Carolina visitava a sua filha em Carlton House e, por vezes, Carlota era levada a Blackheath para visitar a m\u00e3e, mas nunca podia ficar em casa dela.Chambers, p. 16 Durante os ver\u00e3o, o pr\u00edncipe arrendava Shrewsbury Lodge em Blackheath para a sua filha, o que tornava as visitas mais f\u00e1ceis e, segundo Alison Plowden, que escreveu sobre a rela\u00e7\u00e3o de Jorge com a sua esposa e filha, Carolina via a filha as vezes que queria.Plowden, p. 47\n\nQuando Carlota tinha oito anos, o seu pai, que tinha reatado a sua rela\u00e7\u00e3o com Maria Fitzherbert, decidiu que queria Carlton House s\u00f3 para si. Apoderou-se dos aposentos da esposa (Carolina passou a ter aposentos no [[Pal\u00e1cio de Kensington]]), e mudou a sua filha para [[Montagu House (Whitehall)|Montague House]] que ficava colada a Carlton House. Tal como James Chambers, outro bi\u00f3grafo de Carlota, escreveu, a pequena princesa \"''vivia numa casa s\u00f3 sua, na companhia de pessoas que eram pagas para estar l\u00e1''\". A mudan\u00e7a aconteceu sem a presen\u00e7a da governanta de Carlota, Lady Elgin, vi\u00fava de Charles Bruce, 5.\u00ba Conde de Elgin, de quem a princesa era muito chegada. Lady Elgin tinha sido for\u00e7ada a reformar-se, supostamente devido \u00e0 sua idade avan\u00e7ada, mas principalmente porque tinha levado Carlota para visitar o rei sem a permiss\u00e3o de Jorge.Chambers, p. 17 Jorge tamb\u00e9m despediu a sub-governanta, Miss Hayman, por ser demasiado amig\u00e1vel com Carolina, e a sua esposa n\u00e3o demorou a contrat\u00e1-la para a sua casa. A substituta de Lady Elgin, Lady de Clifford, vi\u00fava de Edward Sothwell, 20.\u00ba Bar\u00e3o de Clifford, gostava de Carlota, mas era demasiado simp\u00e1tica para conseguir disciplinar a crian\u00e7a, que se tinha tornado uma maria-rapaz exuberante. Lady de Clifford levava muitas vezes consigo um dos seus netos, o honor\u00e1vel [[George Keppel]], tr\u00eas anos mais novo que Carlota, para brincar com ela. Quarenta anos depois, Kappel, na altura conde de Albemarle, recordou Carlota nas suas mem\u00f3rias, contando v\u00e1rias das suas aventuras de crian\u00e7a. Al\u00e9m de contos sobre a sua tend\u00eancia de maria-rapaz, o seu gosto por cavalos e por lutas, recordou tamb\u00e9m uma ocasi\u00e3o em que uma multid\u00e3o se tinha reunido em volta da casa dele em Earl's Court para ver a pequena princesa. As suas crian\u00e7as juntaram-se \u00e0 multid\u00e3o e n\u00e3o foram reconhecidas.Chambers, pp. 18\u201319\n\nEm 1805, o rei come\u00e7ou a fazer planos para a educa\u00e7\u00e3o de Carlota e contratou um grande n\u00famero de instrutores para a sua \u00fanica neta leg\u00edtima, encarregando o bispo de Exeter de a instruir na religi\u00e3o anglicana, na esperan\u00e7a de que Carlota, quando se tornasse rainha, a defendesse. O rei esperava que estes professores lhe conferissem \"''honra e conforto nas suas rela\u00e7\u00f5es, e uma b\u00ean\u00e7\u00e3o para os dom\u00ednios que, daqui a diante, pode vir a representar''\".Holme, p. 53 Segundo Holme, esta prepara\u00e7\u00e3o teve pouco efeito em Carlota que escolhia aprender apenas aquilo que queria aprender. A sua professora de piano era a compositora [[Jane Mary Guest]],Raessler, Daniel M. (2004). \"Miles (nee Guest), Jane Mary (c. 1762\u20131846)\". In Matthew, H.C.G.; Harrison, Brian. Oxford e a princesa tornou-se uma pianista talentosa.Holme, p. 69\n\nO comportamento pouco convencional da princesa Carolina levou a acusa\u00e7\u00f5es, em 1807, de que a princesa tinha mantido rela\u00e7\u00f5es sexuais com outros homens desde que se tinha separado. Na altura, Carolina estava a cuidar de uma crian\u00e7a, William Austin, que, alegadamente, era seu filho com outro homem. O Pr\u00edncipe de Gales esperava que aquela que foi apelidada de \"a Investiga\u00e7\u00e3o Delicada\" descobrisse provas de adult\u00e9rio que lhe iriam permitir avan\u00e7ar com o processo de div\u00f3rcio, e proibiu Carlota de ver a m\u00e3e.Holme, pp. 62\u201363 Os investigadores n\u00e3o questionaram Carolina sobre os seus supostos amantes, preferindo centrar as suas aten\u00e7\u00f5es nos criados. Quando lhes foi perguntado se Carolina tinha parecido gr\u00e1vida, alguns disseram que sim, outros disseram que n\u00e3o, outros disseram que n\u00e3o tinham a certeza e houve ainda os que disseram que a princesa tinha excesso de peso e era imposs\u00edvel dizer se tal tinha acontecido ou n\u00e3o. Nenhum dos criados conseguiu indicar o nome de um amante em particular, apesar de o seu lacaio, Joseph Roberts, ter dito que a princesa \"''gostava muito de f(\u2026)''\".Chambers, pp. 26\u201329 Carlota sabia da exist\u00eancia da investiga\u00e7\u00e3o. Tinha dez anos na altura e ficou muito magoada quando viu a m\u00e3e no parque e Carolina, obedecendo \u00e0s ordens do marido para n\u00e3o ter qualquer contacto com a filha, fingiu n\u00e3o ter reparado nela.Williams, p. 42 Para desespero de Jorge, o comit\u00e9 de investiga\u00e7\u00e3o n\u00e3o conseguiu descobrir qualquer prova de que Carolina tinha tido um segundo filho, apesar de terem reparado que o comportamento da princesa era muito prop\u00edcio a interpreta\u00e7\u00f5es erradas. O rei, que gostava de Carolina, tinha-se recusado a v\u00ea-la durante a investiga\u00e7\u00e3o, mas voltou a receb\u00ea-la pouco depois. Depois de a investiga\u00e7\u00e3o ser conclu\u00edda, o Pr\u00edncipe de Gales voltou a permitir que Carlota visse a sua m\u00e3e com alguma relut\u00e2ncia, mas apenas na condi\u00e7\u00e3o de que William Austin n\u00e3o estivesse presente.Plowden, p. 86\n\n== Adolesc\u00eancia ==\n[[Imagem:Princess Charlotte Augusta of Wales.jpg|thumb|left|Carlota por Richard Golding. Na [[National Portrait Gallery]].]]\n\u00c0 medida que Carlota entrava na adolesc\u00eancia, os membros da corte come\u00e7aram a achar o seu comportamento pouco digno.Williams, p. 50 Lady de Clifford queixava-se por Carlota mostrar a sua roupa interior, que chegava aos tornozelos, por baixo do vestido.Holme, p. 68 Lady [[Charlotte Bury]], uma dama-de-companhia de Carolina e diarista cujos relatos escritos sobreviveram at\u00e9 hoje, descreveu a princesa como \"''uma bela rapariga''\" que tinha modos c\u00e2ndidos e raramente \"''se mostrava digna''\".Plowden, p. 88 O seu pai orgulhava-se do seu talento para montar. A princesa gostava de [[Mozart]] e [[Haydn]] e identifica-se muito com a personagem Marianne do livro [[Sense and Sensibility|Raz\u00e3o e Sensibilidade]] de [[Jane Austen]].\n\nEm finais de 1810, a loucura do rei Jorge III come\u00e7ou a piorar. Carlota e o av\u00f4 gostavam muito um do outro e a princesa ficou muito afectada com a sua doen\u00e7a. A 6 de Fevereiro de 1811, o pai de Carlota foi nomeado pr\u00edncipe-regente perante o Conselho Privado,Holme, p. 72 ao mesmo tempo que Carlota cavalgava para tr\u00e1s e para a frente nos jardins de Carlton House, tentando ter um vislumbre da cerim\u00f3nia atrav\u00e9s de uma das janelas do primeiro andar.Plowden, pp. 94\u201395 Carlota defendia o partido liberal, tal como o seu pai tinha sido. Contudo, agora que estava a come\u00e7ar a exercer os seus poderes, Jorge n\u00e3o chamou os [[liberais]] ao poder, como muitos tinham esperado. Carlota ficou furiosa e considerou a atitude do pai uma trai\u00e7\u00e3o, mostrando a sua indigna\u00e7\u00e3o na \u00f3pera quando atirou beijos na direc\u00e7\u00e3o do l\u00edder liberal, [[Charles Grey, 2.\u00ba Conde Grey]].Chambers, pp. 43\u201345\n\nJorge tinha sido educado num ambiente rigoroso contra o qual se tinha revoltado. Apesar disso, tentou colocar a filha, que j\u00e1 tinha a apar\u00eancia de uma mulher adulta aos quinze anos, em condi\u00e7\u00f5es ainda mais rigorosas. Deu-lhe menos dinheiro para comprar roupa do que o necess\u00e1rio para uma princesa adulta e insistiu que, quando ela fosse \u00e0 \u00f3pera, devia sentar-se na parte de tr\u00e1s do camarim e sair antes de o espect\u00e1culo acabar.Williams, p. 51 Com o pr\u00edncipe regente ocupado com assuntos de estado, Carlota tinha de passar grande parte do tempo em Windsor com as suas tias solteiras. Aborrecida, Carlota come\u00e7ou a apaixonar-se pelo seu primo, [[Jorge FitzClarence, 1.\u00ba Conde de Munster|Jorge FitzClarence]], filho ileg\u00edtimo do seu tio, o [[Guilherme IV do Reino Unido|Duque de Clarence]]. Pouco depois, George foi chamado para [[Brighton]] para se juntar ao seu regimento, e a aten\u00e7\u00e3o de Carlota virou-se para o tenente Charles Hesse, dos Drag\u00f5es Brilhantes, que supostamente seria filho ileg\u00edtimo de outro tio de Carlota, [[Frederico, Duque de Iorque e Albany]].Plowden, p. 102 Charles e Carlota encontraram-se clandestinamente v\u00e1rias vezes. Lady de Clifford temia que o pr\u00edncipe regente ficasse fora de si quando descobrisse, mas a princesa Carolina ficou encantada por ver a filha apaixonada. Fez tudo o que p\u00f4de para encorajar a rela\u00e7\u00e3o, chegando mesmo a permitir que os dois estivessem sozinhos num quarto dos seus apartamentos.Williams, pp. 60\u201363 Estes encontros acabaram quando Charles se juntou \u00e0s for\u00e7as brit\u00e2nicas em Espanha.Chambers, p. 47 A maioria da fam\u00edlia real, com excep\u00e7\u00e3o do pr\u00edncipe regente, sabia destes encontros, mas n\u00e3o fez nada para interferir, j\u00e1 que n\u00e3o concordavam com a forma como Jorge tratava a sua filha.Chambers, pp. 39\u201340\n\nEm 1813, quando o rumo das [[Guerras Napole\u00f3nicas]] come\u00e7ou a mostrar-se, finalmente, mais favor\u00e1vel para a Gr\u00e3-Bretanha, Jorge come\u00e7ou a considerar seriamente a quest\u00e3o do casamento de Carlota. O pr\u00edncipe-regente e os seus conselheiros decidiram que o melhor candidato era o pr\u00edncipe-herdeiro [[Guilherme II dos Pa\u00edses Baixos|Guilherme de Orange]], filho e herdeiro do pr\u00edncipe [[Guilherme I dos Pa\u00edses Baixos|Guilherme Frederico de Orange]]. Tal casamento aumentaria a influ\u00eancia da Gr\u00e3-Bretanha no noroeste europeu. Guilherme n\u00e3o impressionou Carlota quando os dois se conheceram na festa de anivers\u00e1rio de Jorge, celebrada a 12 de Agosto desse ano, na qual o pr\u00edncipe holand\u00eas ficou b\u00eabado na companhia do pr\u00f3prio pr\u00edncipe-regente e de v\u00e1rios outros convidados. Apesar de ningu\u00e9m ter falado oficialmente com Carlota sobre os planos de casamento, a princesa sabia deles atrav\u00e9s de rumores que corriam pelo pal\u00e1cio.Chambers, pp. 68\u201369 O doutor Henry Halford, foi encarregue de perguntar a Carlota o que ela achava sobre o casamento, mas achou-a relutante e a princesa afirmou que a futura rainha de Inglaterra n\u00e3o devia casar-se com um estrangeiro.Plowden, pp. 130\u2013131 Acreditando que a sua filha tinha a inten\u00e7\u00e3o de se casar com [[Frederico Guilherme de Gloucester e Edimburgo|Guilherme, Duque de Gloucester e Edimburgo]], o pr\u00edncipe-regente abusou verbalmente dos dois. Segundo Carlota, \"''ele falou como se tivesse as ideias mais impr\u00f3prias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s minhas inclina\u00e7\u00f5es. Vejo que est\u00e1 completamente envenenado contra mim e que nunca vai mudar de ideias.''\"Plowden, p. 132 Escreveu ao Conde de Grey, pedindo-lhe conselhos e ele sugeriu-lhe que fosse adiando o assunto o maior tempo poss\u00edvel.Holme, pp. 122\u2013123 O assunto n\u00e3o demorou a surgir nos jornais que se questionavam se Carlota se iria casar com \"o Orange ou com o Queijo\" (uma refer\u00eancia ao queijo de Gloucester), o \"Billy Magricelas\" de Orange ou o \"Billy Tolo\".Chambers, p. 73 O pr\u00edncipe-regente tentou abordar a filha mais gentilmente, mas n\u00e3o conseguiu convenc\u00ea-la e Carlota escreveu que \"''nunca poderia deixar este pa\u00eds, e como rainha de Inglaterra ainda menos''\", e que, se eles se casassem, o Pr\u00edncipe de Orange teria de \"''visitar os seus sapos sozinho''\".Chambers, pp. 81\u201382 Contudo, no dia 12 de Dezembro, o pr\u00edncipe-regente fez com que Carlota e o Pr\u00edncipe de Orange se encontrassem durante um jantar e pediu-lhe uma resposta a Carlota. A princesa disse que tinha gostado do que tinha visto at\u00e9 \u00e0 altura e Jorge pensou que isso significava que a filha aceitava o casamento, por isso chamou rapidamente o Pr\u00edncipe de Orange para o informar.Plowden, pp. 134\u2013135\n\n[[Imagem:YoungwilliamII.jpg|thumb|right|Guilherme de Orange em 1815.]]\nAs negocia\u00e7\u00f5es para o contrato de casamento arrastaram-se durante v\u00e1rios meses porque Carlota insistia que n\u00e3o queria deixar a Gr\u00e3-Bretanha. Os diplomatas n\u00e3o desejavam ver estes dois tronos unidos, e por isso o acordo determinava que o trono brit\u00e2nico iria para o filho mais velho do casal, enquanto que o segundo filho iria herdar o trono holand\u00eas. Se houvesse apenas um filho, os Pa\u00edses Baixos passariam a ser reinados pelo ramo alem\u00e3o da Casa de Orange.Chambers, pp. 82\u201383 A 10 de Junho de 1814, Carlota assinou o contrato de casamento.Chambers, p. 91 Carlota ficou enamorada de um pr\u00edncipe prussiano cuja identidade n\u00e3o \u00e9 certa. Segundo Charles Greville, tratava-se do pr\u00edncipe [[Augusto da Pr\u00fassia]],Greville's Diary, 18 de setembro de 1832, citado em Aspinall, p. xvii mas o historiador Arthur Aspinall discorda e pensa que faria mais sentido que a princesa estivesse apaixonada pelo pr\u00edncipe [[Frederico da Pr\u00fassia (1794\u20131863)|Frederico da Pr\u00fassia]], que era mais novo.Aspinall, p. xvii Numa festa realizada no Hotel Pulteney em Londres, Carlota conheceu o tenente-general da cavalaria russa, o pr\u00edncipe [[Leopoldo I da B\u00e9lgica|Leopoldo de Saxe-Coburgo-Saalfeld]].Williams, pp. 88\u201389 A princesa convidou Leopoldo a visit\u00e1-la, um convite que o pr\u00edncipe aceitou, tendo passado tr\u00eas quartos de hora com Carlota. Depois escreveu uma carta ao pr\u00edncipe-regente, onde pedia desculpa se tinha cometido alguma indiscri\u00e7\u00e3o. A carta deixou Jorge muito impressionado, apesar de nunca ter considerado Leopoldo como poss\u00edvel pretendente para a sua filha devido ao seu rendimento reduzido.Holme, pp.196\u2013197\n\nA m\u00e3e de Carlota op\u00f4s-se ao casamento da filha com o Pr\u00edncipe de Orange e tinha o apoio do p\u00fablico: sempre que Carlota aparecia em p\u00fablico, as multid\u00f5es pediam-lhe que n\u00e3o abandonasse a m\u00e3e ao casar-se com o Pr\u00edncipe de Orange. A princesa informou o Pr\u00edncipe de Orange que, caso se casassem, a m\u00e3e dela teria de ser bem-vinda na sua casa, uma condi\u00e7\u00e3o que iria certamente desagradar o pr\u00edncipe-regente. Quando o Pr\u00edncipe de Orange n\u00e3o concordou, Carlota rompeu o noivado.Plowden, pp. 149\u2013150 A resposta do seu pai foi ordenar que Carlota n\u00e3o sa\u00edsse de Warwick House, ao lado de Carlton House, at\u00e9 ser enviada para Cranbourne Lodge, em Windsor, onde n\u00e3o teria permiss\u00e3o para ver mais ningu\u00e9m al\u00e9m da av\u00f3. Quando soube disto, Carlota correu para a rua. Um homem, ao v\u00ea-la t\u00e3o perturbada da sua janela, ajudou a princesa, que n\u00e3o tinha experi\u00eancia no mundo exterior, a encontrar uma carro\u00e7a que a levou para casa da sua m\u00e3e. Carolina estava a visitar amigas, mas voltou rapidamente para casa quando soube o que tinha acontecido, ao mesmo tempo que Carlota chamava pol\u00edticos liberais para a aconselharem. Um grande n\u00famero de familiares tamb\u00e9m se juntou a ela, incluindo o seu tio, o pr\u00edncipe Frederico, duque de Iorque, que trazia um mandato no bolso para assegurar que ela regressava se tal fosse necess\u00e1rio. Depois de uma longa discuss\u00e3o, os liberais acharam que seria melhor se Carlota voltasse a casa do pai, o que ela fez no dia seguinte.Plowden, pp. 156\u2013160\n\n== Isolamento e corte ==\n[[Imagem:CharlotteofWales1.jpg|thumb|left|Carlota por James Lonsdale. Na Guildhall Art Gallery.]]\nA hist\u00f3ria da fuga e regresso de Carlota n\u00e3o demorou a tornar-se o assunto mais falado da cidade. Henry Brougham, um antigo pol\u00edtico e futuro chanceler liberal, escreveu que \"todos est\u00e3o contra o pr\u00edncipe\", e a imprensa da oposi\u00e7\u00e3o escreveu muito sobre o conto da princesa fugitiva.Plowden, pp. 161\u2013163 Apesar de se reconciliar emocionalmente com a sua filha, o pr\u00edncipe-regente enviou-a para Cranbourne Lodge, onde os seus criados tinham ordens para nunca a perder de vista. Carlota conseguiu enviar uma carta \u00e0s escondidas para o seu tio preferido, o pr\u00edncipe [[Augusto Frederico, Duque de Sussex|Augusto, Duque de Sussex]]. O duque respondeu questionando o primeiro-ministro conservador, [[Robert Jenkinson, 2.\u00ba Conde de Liverpool]] na C\u00e2mara dos Lordes. Perguntou-lhe se Carlota era livre de entrar e sair de casa, se podia visitar a zona costeira, como os m\u00e9dicos tinham recomendado anteriormente, e, agora que ela j\u00e1 tinha dezoito anos, se o governo tinha a inten\u00e7\u00e3o de lhe dar casa pr\u00f3pria. Liverpool fugiu \u00e0s perguntas, e o duque foi convocado a Carlton House e ofendido pelo irm\u00e3o que nunca mais voltou a falar com ele.Chambers, p. 120\n\nApesar do seu isolamento, Carlota achou a vida em Cranbourne surpreendentemente agrad\u00e1vel e come\u00e7ou lentamente a aceitar a situa\u00e7\u00e3o.Smith, p. 163 No final de Julho de 1814, o pr\u00edncipe-regente visitou a filha e informou-a de que a sua m\u00e3e estava prestes a deixar Inglaterra para passar um longo per\u00edodo na Europa. Esta not\u00edcia afectou muito Carlota, mas ela sentia que nada do que dissesse ia fazer a m\u00e3e mudar de ideias e ficou ainda mais entristecida com a casualidade com que a sua m\u00e3e preparava a partida, \"''sabe Deus quanto tempo vai passar ou que pode acontecer antes de nos voltarmos a ver''\".Plowden, pp. 164\u2013165 Carlota nunca mais voltaria a ver a m\u00e3e.Holme, p. 177 No final de Agosto, Carlota teve permiss\u00e3o para viajar at\u00e9 \u00e0 zona costeira. Tinha pedido para ir para [[Brighton]] que era muito frequentada pela alta sociedade, mas o pr\u00edncipe-regente recusou, enviando-a antes para [[Weymouth (Dorset)|Weymouth]].Williams, p. 102 \u00c0 medida que a carruagem da princesa ia fazendo paragens pelo caminho, reuniam-se grandes multid\u00f5es amig\u00e1veis \u00e0 sua volta para a ver. Segundo Holme, \"''a recep\u00e7\u00e3o calorosa que recebeu mostra que as pessoas j\u00e1 a v\u00eaem como futura rainha''\".Holme, p. 183 Ao chegar a Weymouth, esperavam-na ilumina\u00e7\u00f5es com as palavras \"''Viva a princesa Carlota, a esperan\u00e7a da Europa e a gl\u00f3ria da Gr\u00e3-Bretanha''\" escritas no centro.Holme, p. 186 Carlota passou o seu tempo a explorar as zonas de interesse pr\u00f3ximas, a comprar sedas francesas roubadas e, a partir de fins de Setembro, a fazer um tratamento de banhos quentes de \u00e1gua salgada. Ainda continuava enamorada do seu prussiano e esperava em v\u00e3o que ele declarasse o seu interesse por ela ao pr\u00edncipe-regente. Se ele n\u00e3o o fizesse, segundo escreveu a uma amiga, Carlota \"iria aceitar a segunda melhor op\u00e7\u00e3o, ou seja, um homem de temperamento brando e com senso comum (\u2026), esse homem \u00e9 o P. de S-C [pr\u00edncipe de Saxe-Coburgo].Aspinall, p. 165; Williams, p. 107 Em meados de Dezembro, pouco antes de deixar Weymouth, Carlota recebeu \"''um choque muito grande e repentino''\" quando recebeu a not\u00edcia de que o seu prussiano se tinha apaixonado por outra pessoa.Aspinall, p. 169; Williams, p. 107 Durante uma longa conversa depois do jantar de Natal, pai e filha reconciliaram-se.\n\n[[Imagem:BetrothalofCharlotteandLeopold.jpg|thumb|right|O noivado de Carlota e Leopoldo c. 1816, por George Clint.]]\nNo in\u00edcio de 1815, Carlota decidiu fazer de Leopoldo (a quem chamava \"o Le\u00e3o\") seu esposo.Chambers, p. 138 O seu pai recusou-se a desistir da esperan\u00e7a de que a sua filha se casasse com o Pr\u00edncipe de Orange, contudo, Carlota escreveu-lhe dizendo: \"''Nenhum argumento nem amea\u00e7a me far\u00e1 alguma vez casar com este odioso holand\u00eas''.\"Williams, p. 111 Confrontado com a oposi\u00e7\u00e3o un\u00e2nime da fam\u00edlia real, Jorge finalmente desistiu da ideia de casar a filha com o Pr\u00edncipe de Orange que ficou noivo da gr\u00e3-duquesa [[Ana Pavlovna da R\u00fassia]] nesse ver\u00e3o.Plowden, p. 176 Carlota entrou em contacto com Leopoldo atrav\u00e9s de intermedi\u00e1rios e achou-o receptivo, mas com Napole\u00e3o a renovar o conflito na Europa, Leopoldo foi for\u00e7ado a juntar-se ao seu regimento para lutar.Plowden, p. 178 Em Julho, pouco antes de regressar a Weymouth, Carlota pediu formalmente permiss\u00e3o ao pai para se casar com Leopoldo. O pr\u00edncipe-regente respondeu que, devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica perturbada que se vivia na Europa, n\u00e3o poderia considerar tal pedido.Plowden, p. 181 Para frustra\u00e7\u00e3o de Carlota, Leopoldo n\u00e3o visitou a Gr\u00e3-Bretanha depois de a paz ser restaurada, apesar de estar a prestar servi\u00e7o militar em Paris, que Carlota achava ser perto de Weymouth ou Londres.Holme, pp. 206\u2013207\n\nEm Janeiro de 1816, o pr\u00edncipe-regente convidou a sua filha a visitar o Pavilh\u00e3o Real em Brighton e ela voltou a pedir-lhe para permitir o casamento. Quando estava de regresso a Windsor, a princesa escreveu numa carta ao pai que, \"J\u00e1 n\u00e3o hesito em declarar o favor que sinto pelo pr\u00edncipe de Coburgo e asseguro-te que ningu\u00e9m ser\u00e1 mais est\u00e1vel e consistente neste compromisso do que eu\".Holme, p. 210 Jorge cedeu e convocou Leopoldo, que estava em Berlim a caminho da R\u00fassia, \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha.Holme, p. 211 Leopoldo chegou \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha em finais de Fevereiro de 1816, e foi at\u00e9 Brighton para ser questionado pelo pr\u00edncipe-regente. Depois Carlota tamb\u00e9m foi convidada e jantou com Leopoldo e o pai, escrevendo mais tarde:\n\n{{cquote|''Acho-o encantador e vou para a cama mais feliz do que nunca em toda a minha vida (\u2026). Sou uma criatura com muita sorte e tenho de agradecer a Deus. Penso que uma princesa nunca iniciou a vida (ou se casou) com uma perspectiva de felicidade e uma verdadeira vida dom\u00e9stica semelhante \u00e0 de outras pessoas.''Holme, p. 213}}\n\nO pr\u00edncipe-regente ficou impressionado com Leopoldo e disse \u00e0 sua filha que ele \"tinha todas as qualifica\u00e7\u00f5es para fazer uma mulher feliz.\"Plowden, p. 187 \"and the P.R. should have been an authority on the subject\" Carlota foi enviada de volta para Cranbourne a 2 de Mar\u00e7o, deixando Leopoldo com o pr\u00edncipe-regente. A 14 de Mar\u00e7o, foi feito o an\u00fancio na C\u00e2mara dos Lordes e foi recebido com grande entusiasmo. Ambos os partidos ficaram aliviados por o drama dos romances da princesa ter chegado finalmente ao fim.Plowden, pp. 188\u2013189 O parlamento decidiu oferecer um rendimento de \u00a3 50 mil por ano a Leopoldo, comprou [[Claremont House]] para o casal viver e tamb\u00e9m disponibilizou uma soma generosa para o casal preparar a casa como desejassem.Chambers, p. 164 Temendo que o fiasco de Orange se voltasse a repetir, Jorge limitou o contacto entre Carlota e Leopoldo. Quando a princesa regressou a Brighton, o pr\u00edncipe-regente s\u00f3 permitiu que o casal se encontrasse ao jantar e nunca os deixava sozinhos.Holme, p. 215\n\nO casamento foi marcado para 2 de Maio de 1816. No dia de casamento, juntaram-se grandes multid\u00f5es em Londres. Os convidados tiveram grande dificuldade para se deslocarem pelas ruas da cidade. \u00c0s nove da noite, na Sala-de-Estar Carmesim em Carlton House, Carlota e Leopoldo casaram. Foi a primeira vez que Leopoldo usou o uniforme de general brit\u00e2nico enquanto que o pr\u00edncipe-regente usou o uniforme de marechal-de-campo. O vestido de casamento de Carlota custou mais de \u20a4 10 mil. O \u00fanico incidente do casamento aconteceu quando Carlota se come\u00e7ou a rir no momento em que Leopoldo prometeu dot\u00e1-la de todos os seus bens terrenos.Chambers, pp. 164\u2013167\n\n== Casamento e morte ==\n[[Imagem:Princess Charlotte Augusta of Wales and Leopold I after George Dawe.jpg|thumb|left|Carlota e Leopoldo em 1817, por William Thomas Fry, ap\u00f3s George Dawe. Na National Portrair Gallery.]]\nO casal passou a lua-de-mel no Pal\u00e1cio de Oatlands, a resid\u00eancia do Duque de Iorque no Surrey. Nenhum deles estava bem e a casa estava cheia com os c\u00e3es do duque e o seu cheiro. Apesar de tudo, a princesa escreveu que Leopoldo era \"''a perfei\u00e7\u00e3o de um amante''\".Holme, p. 223 Dois dias depois do casamento, o casal visitou o pr\u00edncipe-regente em Oatlands e ele passou horas a descrever os pormenores dos uniformes a Leopoldo que, segundo Carlota \"''\u00e9 um grande exemplo do mais perfeito bom-humor''\".Smith, p. 164 O pr\u00edncipe Leopoldo e a sua esposa regressaram a Londres para a \u00e9poca social, e quando iam ao teatro, eram sempre aplaudidos pela audi\u00eancia e a companhia de teatro cantava \"Deus Salve o Rei\". Quando Carlota adoeceu durante uma actua\u00e7\u00e3o na \u00d3pera, o p\u00fablico ficou muito preocupado com o seu estado. Pouco depois foi anunciado que a princesa tinha sofrido um aborto.Holme, pp. 224\u2013225 A 24 de Agosto de 1816, o casal instalou-se em Claremont.Chambers, p. 174\n\nO m\u00e9dico de Leopoldo, Christian Stockmar (que se tornaria mais tarde Bar\u00e3o Stockmar, conselheiro da rainha Vit\u00f3ria e do seu marido, o pr\u00edncipe Alberto),Pakula, Hannah (1997). ''An uncommon woman: the Empress Frederick, daughter of Queen Victoria, wife of the Crown Prince of Prussia, mother of Kaiser Wilhelm''. New York: Simon and Schuster. p. 33. ISBN 978-0-684-84216-5 escreveu que, nos primeiros seis meses de casamento, nunca tinha visto Carlota a usar nada que n\u00e3o fosse simples e de bom-gosto. Tamb\u00e9m reparou que ela estava muito mais calma e controlada do que antes e atribu\u00eda estas mudan\u00e7as \u00e0 influ\u00eancia de Leopoldo. Leopoldo escreveu mais tarde: \"''S\u00f3 quando eu ia ca\u00e7ar \u00e9 que n\u00e3o est\u00e1vamos juntos, pod\u00edamos estar sempre juntos e nunca nos cans\u00e1vamos.''\"Chambers, p. 177 Quando Carlota come\u00e7ava a ficar mais agitada, Leopoldo dizia apenas \"''Doucement, ch\u00e8rie''\" (Com calma, querida). Carlota aceitou a correc\u00e7\u00e3o e passou a chamar o marido \"Doucement\".Holme, p. 228\n\nOs Coburgos, como passaram a ser chamados, passavam as f\u00e9rias de Natal no Pavilh\u00e3o de Brighton com v\u00e1rios outros membros da realeza. A 7 de Janeiro, o pr\u00edncipe-regente deu um grande baile l\u00e1 para celebrar o vig\u00e9simo-primeiro anivers\u00e1rio de Carlota, mas o casal n\u00e3o esteve presente por j\u00e1 estar de regresso a Claremont e preferir a vida calma de l\u00e1. No final de Abril de 1817, Leopoldo informou o pr\u00edncipe-regente de que Carlota estava gr\u00e1vida novamente e que tinha todas as possibilidades de levar a gravidez at\u00e9 ao fim.Plowden, p. 201\n\nA gravidez de Carlota foi tema de grande interesse p\u00fablico. As lojas de aposta criaram rapidamente concursos para adivinhar qual seria o sexo da crian\u00e7a. Os economistas calcularam que o nascimento de uma princesa iria aumentar o valor das ac\u00e7\u00f5es da bolsa 2,5% enquanto que o nascimento de um pr\u00edncipe significaria um aumento de 6%. Carlota passou a sua gravidez calmamente, passando a maior parte do tempo a pousar para um retrato de Sir [[Thomas Lawrence]].Williams, p. 133 Comia muito e fazia pouco exerc\u00edcio. Quando os seus m\u00e9dicos deram in\u00edcio aos cuidados pr\u00e9-natais em Agosto de 1817, impuseram-lhe uma dieta rigorosa, esperando conseguir reduzir o tamanho da crian\u00e7a na altura do nascimento. A dieta, bem como sangramentos ocasionais enfraqueceram Carlota. Stockmar ficou chocado com este tratamento que considerava antiquado e recusou juntar-se \u00e0 equipa m\u00e9dica acreditando que, como estrangeiro, seria culpado por tudo que corresse mal.Chambers, pp. 188\u2013189\n\nA maioria dos cuidados di\u00e1rios de Carlota eram feitos por Sir Richard Croft. Croft n\u00e3o era m\u00e9dico, mas sim parteiro, algo que estava muito na moda na altura na alta sociedade.Chambers, p. 1 Inicialmente achava-se que Carlota ia dar \u00e0 luz a 19 de Outubro, mas o m\u00eas chegou ao fim e n\u00e3o havia sinais de que o parto estivesse pr\u00f3ximo, por isso, no domingo, dia 2 de Novembro, Carlota foi passear como de costume com Leopoldo.Holme, pp. 237\u2013238 Na noite de 3 de Novembro, come\u00e7aram as contrac\u00e7\u00f5es. Sir Richard encorajou-a a fazer exerc\u00edcio, mas n\u00e3o a deixou comer. Mais tarde, nessa noite, mandou chamar os oficiais que seriam as testemunhas do nascimento real. J\u00e1 no dia 5 de Novembro, tornou-se claro que Carlota n\u00e3o ia ter possibilidade de dar \u00e0 luz sozinha, por isso Croft e o seu m\u00e9dico pessoal, Matthew Baillie, decidiram chamar o obstetra [[John Sims]].Williams, pp. 134\u2013135 Contudo, Croft n\u00e3o deixou que Sims visse a paciente e n\u00e3o foram usados forcepes. Segundo o que Plowden escreveu no seu livro, os m\u00e9dicos podiam ter salvo a m\u00e3e e a crian\u00e7a, apesar de a taxa de mortalidade ser elevada quando estes instrumentos eram usados antes da inven\u00e7\u00e3o dos anti-s\u00e9pticos.Plowden, p. 206\n\n\u00c0s nove da noite do dia 5 de Novembro, Carlota finalmente deu \u00e0 luz um grande rapaz natimorto. Os esfor\u00e7os para o ressuscitar foram em v\u00e3o e os observadores nobres confirmaram que era um rapaz bonito, parecido com a fam\u00edlia real. Receberam garantias de que a m\u00e3e estava bem e deixaram o quarto. Carlota, exausta, ouviu a not\u00edcia com calma, dizendo que era a vontade de Deus. Comeu finalmente depois de um longo jejum e parecia estar a recuperar bem.Plowden, pp. 206\u2013207 Leopoldo, que tinha permanecido com a esposa ao longo de todo o processo, ter\u00e1 tomado um opiato e caiu na cama.Williams, p. 136\n\nAlgures por volta da meia-noite, Carlota come\u00e7ou a vomitar violentamente e queixou-se de dores no est\u00f4mago. Sir Richard foi chamado e ficou alarmado quando sentiu a sua paciente fria ao tocar-lhe, a respirar com dificuldade e a sangrar. Colocou-lhe uma compressa quente, o tratamento mais comum na \u00e9poca para sangramentos p\u00f3s-parto, mas o sangue n\u00e3o parou. Chamou Stockmar e pediu-lhe para chamar Leopoldo. Stockmar teve dificuldade em acordar Leopoldo e voltou para junto da princesa que lhe agarrou a m\u00e3o e disse: \"''Eles deixaram-me tonta''\". Stockmar deixou o quarto, com a inten\u00e7\u00e3o de acordar o pr\u00edncipe, mas foi chamado novamente por Carlota que gritava \"Stocky! Stocky!\" Quando entrou no quarto, encontrou-a morta.Chambers, pp. 193\u2013194\n\n==Descend\u00eancia==\nCom seu marido [[Leopoldo I da B\u00e9lgica|Leopoldo de Saxe-Coburgo-Saalfeld]], Carlota ficou gr\u00e1vida duas vezes:\n\n* Aborto espont\u00e2neo ([[1816]])\n* Filho natimorto ([[5 de Novembro]] de [[1817]])\n\n== Consequ\u00eancias ==\n[[Imagem:Princess Charlotte by Dawe.jpg|thumb|right|200px|Carlota representada alegoricamente por George Dawe.]]\n\nHenry Brougham escreveu sobre a reac\u00e7\u00e3o do p\u00fablico \u00e0 morte de Carlota: \"Foi como se todas as casas da Gr\u00e3-Bretanha tivessem perdido uma filha preferida\".Williams, p. 137 O reino entrou em luto profundo ao ponto de as f\u00e1bricas de tecido esgotarem o tecido preto. Mesmo os pobres e sem-abrigo usavam braceletes negras nas roupas. As lojas fecharam durante duas semanas, assim como a Casa de C\u00e2mbio Real, os tribunais e as docas. At\u00e9 as casas de apostas fecharam no dia do funeral, em sinal de respeito.Holme, pp. 240\u2013241 O ''[[The Times]]'' escreveu: \"''N\u00e3o nos cabe a n\u00f3s lamentar as visitas da Provid\u00eancia (\u2026) n\u00e3o h\u00e1 nada \u00edmpio em estar de luto por isto como uma calamidade''\".Plowden, pp. 208\u2013209 O luto era t\u00e3o completo que os fabricantes de fitas e outros adornos (que n\u00e3o podiam ser usados durante per\u00edodos de luto), pediram ao governo para diminuir o luto, temendo chegar \u00e0 bancarrota. Houve apenas uma nota contr\u00e1ria, escrita pelo poeta [[Percy Bysshe Shelley]] que, num artigo intitulado \"''Uma Mensagem \u00e0s Pessoas Sobre a Morte da Princesa Carlota''\", disse que a execu\u00e7\u00e3o de tr\u00eas homens no dia a seguir \u00e0 morte da princesa por terem conspirado contra a governo foi uma trag\u00e9dia muito maior.Williams, p. 240\n\nO pr\u00edncipe-regente sentiu com muito pesar a morte da filha e n\u00e3o conseguiu estar presente no seu funeral. A princesa Carolina soube da not\u00edcia por correio e desmaiou com o choque. Depois de recuperar, disse: \"''A Inglaterra, esse grande pa\u00eds, perdeu tudo ao perder a minha adorada filha''\".Williams, pp. 138\u2013139 At\u00e9 o Pr\u00edncipe de Orange se desfez em l\u00e1grimas quando soube da not\u00edcia e a sua esposa ordenou que todas as damas da corte holandesa entrassem em luto. O mais afectado com esta morte foi o pr\u00edncipe Leopoldo. Anos mais tarde, Stockmar escreveu: \"''Novembro foi a ru\u00edna desta casa feliz e a destrui\u00e7\u00e3o, num golpe s\u00f3, de toda a esperan\u00e7a e felicidade do pr\u00edncipe Leopoldo. At\u00e9 hoje nunca conseguiu recuperar aquele sentimento de felicidade que aben\u00e7oou a sua curta vida de casado''\".Holme, p. 241 Segundo Holme, \"''sem Carlota, o pr\u00edncipe sentia-se incompleto. Foi como se tivesse perdido o cora\u00e7\u00e3o''\".\n\nO pr\u00edncipe Leopoldo escreveu numa carta dirigida a Sir Thomas Lawrence:\n\n{{cquote|''Duas gera\u00e7\u00f5es perdidas \u2014 perdidas de uma s\u00f3 vez! Tenho sentido muita dor, mas tamb\u00e9m a sinto pelo pr\u00edncipe regente. A minha Carlota desapareceu deste pa\u00eds \u2014 o pa\u00eds perdeu-a. Ela era boa, uma mulher admir\u00e1vel. Ningu\u00e9m poderia conhecer Carlota melhor do que eu. Era o meu estudo e o meu dever conhec\u00ea-la, mas tamb\u00e9m meu deleite.''
\u2014 Pr\u00edncipe Leopoldo para Sir [[Thomas Lawrence]]Chambers, p. 201 }}\n\nA princesa foi enterrada, com o filho a seus p\u00e9s, na Capela de S\u00e3o Jorge no Castelo de Windsor, a 19 de novembro de 1817. Foi erguido um monumento por pedido p\u00fablico na sua campa. N\u00e3o demorou at\u00e9 que o p\u00fablico come\u00e7asse a procurar culpados pela trag\u00e9dia. A rainha Carlota e o pr\u00edncipe-regente foram culpados por n\u00e3o estarem presentes na altura do nascimento, apesar de Carlota lhes ter pedido precisamente para se manterem afastados. Apesar da aut\u00f3psia se ter revelado inconclusiva, muitos culparam Croft pela forma como tratou a princesa. O pr\u00edncipe-regente recusou-se a culp\u00e1-lo, contudo, tr\u00eas meses ap\u00f3s a morte de Carlota, enquanto tratava de outra jovem, Croft pegou numa arma e suicidou-se. A \"tripla trag\u00e9dia de obstetr\u00edcia\" (a morte do beb\u00e9, m\u00e3e e do parteiro), levou a mudan\u00e7as significativas nas t\u00e9cnicas de obstetr\u00edcia que inclu\u00edram um uso mais liberalizado de f\u00f3rceps que rapidamente ultrapassou o n\u00famero de pessoas que n\u00e3o os utilizavam.Ronald S. Gibbs, David N. Danforth, Beth Y Karlan, Arthur F Haney (2008). ''Danforth's obstetrics and gynecology''. Lippincott Williams & Wilkins. p.471. ISBN 978-0-7817-6937-2\n\nA morte de Carlota deixou o rei sem netos leg\u00edtimos e o seu filho mais novo tinha j\u00e1 mais de quarenta anos. Os jornais instaram os filhos solteiros do rei a casar. Um destes artigos de jornal chegou \u00e0s m\u00e3os do quarto filho do rei, o pr\u00edncipe [[Eduardo, Duque de Kent e Strathearn]], que vivia na altura em [[Bruxelas]] com a sua amante, Julie de St. Laurent. Eduardo dispensou rapidamente a sua amante e pediu a irm\u00e3 do pr\u00edncipe Leopoldo, a [[Vit\u00f3ria de Saxe-Coburgo-Saalfeld|Princesa-Vi\u00fava de Leiningen]], em casamento.Chambers, pp. 202\u2013204 A \u00fanica filha do casal, a princesa [[Vit\u00f3ria do Reino Unido|Alexandrina Vit\u00f3ria de Kent]], acabaria por se tornar rainha do Reino Unido em 1837. Leopoldo, que na altura era j\u00e1 rei da B\u00e9lgica, foi um conselheiro a longa dist\u00e2ncia da sua sobrinha e foi tamb\u00e9m um dos respons\u00e1veis pelo seu casamento com outro dos seus sobrinhos, o pr\u00edncipe [[Alberto de Saxe-Coburgo-Gota]].\n\n== T\u00edtulos ==\n* 7 de janeiro de 1796 - 2 de maio de 1816: \"[[Sua Alteza Real]], a Princesa Carlota Augusta de Gales\"\n* 2 de maio de 1816 - 6 de novembro de 1817: \"Sua Alteza Real, Princesa Leopoldo de Saxe-Coburgo-Saalfeld, Duquesa da Sax\u00f4nia\"\n\n==Ancestrais==\n{{ahnentafel top|width=100%}}\n
{{ahnentafel-compact5\n|style=font-size: 90%; line-height: 110%;\n|border=1\n|boxstyle=padding-top: 0; padding-bottom: 0;\n|boxstyle_1=background-color: #fcc;\n|boxstyle_2=background-color: #fb9;\n|boxstyle_3=background-color: #ffc;\n|boxstyle_4=background-color: #bfc;\n|boxstyle_5=background-color: #9fe;\n|1= '''Carlota de Gales'''\n|2= [[Jorge IV do Reino Unido|Jorge, Pr\u00edncipe de Gales]]\n|3= [[Carolina de Brunsvique]]\n|4= [[Jorge III do Reino Unido]]\n|5= [[Carlota de Mecklemburgo-Strelitz]]\n|6= [[Carlos Guilherme Fernando de Brunswick-Wolfenb\u00fcttel|Carlos Guilherme Fernando de Brunsvique-Volfenbutel]]\n|7= [[Augusta da Gr\u00e3-Bretanha]]\n|8= [[Frederico, Pr\u00edncipe de Gales]]\n|9= [[Augusta de Saxe-Gota]]\n|10= [[Carlos Lu\u00eds Frederico de Mecklemburgo-Strelitz]]\n|11= [[Isabel Albertina de Saxe-Hildburghausen]]\n|12= [[Carlos I de Brunswick-Wolfenb\u00fcttel|Carlos I de Brunsvique-Volfenbutel]]\n|13= [[Filipina Carlota da Pr\u00fassia]]\n|14= [[Frederico, Pr\u00edncipe de Gales]]\n|15= [[Augusta de Saxe-Gota]]\n|16= [[Jorge II da Gr\u00e3-Bretanha]]\n|17= [[Carolina de Ansbach]]\n|18= [[Frederico II de Saxe-Gota-Altenburg]]o\n|19= [[Madalena Augusta de Anhalt-Zerbst]]\n|20= [[Adolfo Frederico II de Mecklemburgo-Strelitz]]\n|21= [[Cristiana Em\u00edlia de Schwarzburg-Sondershausen]]\n|22= [[Ernesto Frederico I de Saxe-Hildburghausen]]\n|23= [[Sofia Albertina de Erbach-Erbach]]\n|24= [[Fernando Alberto II de Brunswick-Wolfenb\u00fcttel|Fernando Alberto II de Brunsvique-Volfenbutel]]\n|25= [[Ant\u00f3nia Am\u00e1lia de Brunswick-Wolfenb\u00fcttel|Ant\u00f4nia Am\u00e1lia de Brunsvique-Volfenbutel]]\n|26= [[Frederico Guilherme I da Pr\u00fassia]]\n|27= [[Sofia Doroteia de Han\u00f4ver]]\n|28= [[Jorge II da Gr\u00e3-Bretanha]]\n|29= [[Carolina de Ansbach]]\n|30= [[Frederico II de Saxe-Gota-Altenburg]]o\n|31= [[Madalena Augusta de Anhalt-Zerbst]]\n}}
\n{{ahnentafel bottom}}\n\n{{refer\u00eancias|Notas e refer\u00eancias|col=4}}\n\n{{Tradu\u00e7\u00e3o/ref|en|Princess Charlotte of Wales|479959911}}\n\n== Bibliografia ==\n{{commonscat|Princess Charlotte Augusta of Wales}}\n* Aspinall, Arthur (1949). ''Letters of the Princess Charlotte 1811\u20131817''. Londres: Home and Van Thal.\n* Chambers, James (2007). ''Charlotte and Leopold''. Londres: Old Street Publishing. ISBN 978-1-905847-23-5.\n* Holme, Thea (1976). ''Prinny's Daughter''. Londres: Hamish Hamilton. ISBN 978-0-241-89298-5. OCLC 2357829.\n* Plowden, Alison (1989). ''Caroline and Charlotte''. Londres: Sidgwick & Jackson. ISBN 978-0-283-99489-0.\n* Smith, E.A. (2001). ''George IV. New Haven, Conn''.: Yale University Press. ISBN 978-0-300-08802-1.\n* Williams, Kate (2008). ''Becoming Queen Victoria''. New York: Ballantine Books. ISBN 978-0-345-46195-7.\n\n{{Princesas do Reino Unido}}\n{{Princesas de Han\u00f4ver}}\n{{Portal3|Reino Unido|Biografias|Mulheres}}\n{{artigo destacado}}\n\n[[Categoria:Casa de Han\u00f4ver]]\n[[Categoria:Naturais de Westminster]]\n[[Categoria:Princesas do Reino Unido]]\n[[Categoria:Sepultados na Capela de S\u00e3o Jorge]]\n[[Categoria:Ingleses do s\u00e9culo XIX]]\n[[Categoria:Princesas de Han\u00f4ver]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:BetrothalofCharlotteandLeopold.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:CharlotteofWales1.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Coat of Arms of Charlotte Augusta of Wales.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app Login Manager.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cscr-featured1.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:George IV, when Prince of Wales - After Gainsborough 1782-85.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Princess Charlotte Augusta of Wales.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Princess Charlotte Augusta of Wales and Leopold I after George Dawe.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Princess Charlotte by Dawe.jpg"}]},"564663":{"pageid":564663,"ns":0,"title":"Teorema de Stevin","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais-notas|data=Junho de 2011}}\nO '''Teorema de Stevin''', ou '''Lei de Stevin''' \u00e9 um princ\u00edpio f\u00edsico, estabelecido pelo matem\u00e1tico, engenheiro, e f\u00edsico [[Simon Stevin]] , que estabelece que a [[press\u00e3o]] absoluta num ponto de um [[l\u00edquido]] [[homog\u00eaneo]] e incompress\u00edvel, de [[densidade]] '''\\rho''' e \u00e0 [[profundidade]] '''h''', \u00e9 igual \u00e0 [[press\u00e3o atmosf\u00e9rica]] (exercida sobre a superf\u00edcie desse l\u00edquido) mais a press\u00e3o efetiva{{citar livro\n | autor = UENO, Toru e YAMAMOTO\n | t\u00edtulo = Estudos de F\u00edsica\n | edi\u00e7\u00e3o = 1\n | local-publicacao = S\u00e3o Paulo\n | editora = Moderna\n | ano = 1977\n | volume = 3}}\n, e n\u00e3o depende da forma do recipiente: \n[[Ficheiro:Wet van pascal.png|direita|thumb|200px|A press\u00e3o hidrost\u00e1tica em um ponto]]\n\n:P_{abs} = P_{atm} + P_{ef}\\,\\!\n\nou seja,\n\n:P_{abs} = P_{atm} + \\rho gh\\,\\!\n\nonde, no [[Sistema Internacional de Unidades|SI]]:\n\nP_{abs} corresponde \u00e0 [[press\u00e3o hidrost\u00e1tica]],\n\n'''\\rho''' \u00e9 a [[densidade]] do l\u00edquido,\n\n'''g''' \u00e9 a [[acelera\u00e7\u00e3o da gravidade]],\n\n'''h''' \u00e9 a medida da coluna de l\u00edquido acima do ponto \u2014 ou seja, a profundidade na qual o l\u00edquido se encontra (em [[metro]]s) \u2014, e\n\nP_{atm} corresponde \u00e0 press\u00e3o atmosf\u00e9rica (em pascals).\n\nA lei de Stevin est\u00e1 relacionada \u00e0s verifica\u00e7\u00f5es que podemos fazer sobre a press\u00e3o atmosf\u00e9rica e a press\u00e3o nos l\u00edquidos. Como se sabe, dos estudos no campo da [[hidrost\u00e1tica]], quando se considera um l\u00edquido qualquer que est\u00e1 em equil\u00edbrio, as grandezas a considerar s\u00e3o:\n* massa espec\u00edfica (densidade),\n* acelera\u00e7\u00e3o da gravidade (g), e\n* altura da coluna de l\u00edquido (h).\n\n== Hist\u00f3ria ==\n[[Simon Stevin]] foi um f\u00edsico e matem\u00e1tico de [[Flandres]] que concentrou suas pesquisas nos campos da est\u00e1tica e da hidrost\u00e1tica, no final do [[s\u00e9culo XVI]], e desenvolveu estudos tamb\u00e9m no campo da geometria vetorial. Entre outras coisas, ele demonstrou, experimentalmente, que a press\u00e3o exercida por um fluido depende exclusivamente da sua altura.\n\n== Demonstra\u00e7\u00e3o ==\n\u00c9 poss\u00edvel escrever a press\u00e3o para dois pontos distintos da seguinte forma:\n\n* P_{A} = \\rho gh_{A}, para um ponto na superf\u00edcie do l\u00edquido\n* P_{B} = \\rho gh_{B}, para um ponto a certa profundidade no l\u00edquido\n\nNesse caso, a press\u00e3o do ponto B \u00e9 superior \u00e0 press\u00e3o no ponto A. Isso ocorre porque o ponto B est\u00e1 numa profundidade maior e, portanto, deve suportar uma coluna maior de l\u00edquido.\n\nPodemos utilizar um artif\u00edcio matem\u00e1tico para obter uma express\u00e3o que relacione a press\u00e3o de B em fun\u00e7\u00e3o da press\u00e3o do ponto A (diferen\u00e7a entre as press\u00f5es), observando:\n\n:P_{B} - P_{A} = \\rho g h_{B} - \\rho gh_{A}\n:P_{B} - P_{A} = \\rho g(h_{B} - h_{A})\n:P_{B} - P_{A} = \\rho gh\n:P_{B} = P_{A} + \\rho gh\n\nUtilizando essa constata\u00e7\u00e3o, para um l\u00edquido em equil\u00edbrio cuja superf\u00edcie est\u00e1 sob a\u00e7\u00e3o da press\u00e3o atmosf\u00e9rica, a press\u00e3o absoluta (P) exercida em um ponto submerso qualquer do l\u00edquido seria:\n\n:P_{abs} = P_{atm} + P_{ef}\\,\\!\n\nou seja,\n\n:P_{abs} = P_{atm} + \\rho gh\\,\\!\n\n== Vasos comunicantes ==\n{{Artigo principal|Vasos comunicantes}}\n\nUma das aplica\u00e7\u00f5es do Teorema de Stevin s\u00e3o os vasos comunicantes. Num l\u00edquido que est\u00e1 em recipientes interligados, cada um deles com formas e capacidades diversas, observaremos que a altura do l\u00edquido ser\u00e1 igual em todos eles depois de estabelecido o equil\u00edbrio. Isso ocorre porque a press\u00e3o exercida pelo l\u00edquido depende apenas da altura da coluna.\n\nAs demais grandezas s\u00e3o constantes para uma situa\u00e7\u00e3o desse tipo (press\u00e3o atmosf\u00e9rica, densidade e acelera\u00e7\u00e3o da gravidade). As caixas e reservat\u00f3rios de \u00e1gua, por exemplo, aproveitam-se desse princ\u00edpio para receberem ou distribu\u00edrem \u00e1gua sem precisar de bombas para auxiliar esse deslocamento do l\u00edquido.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-f\u00edsica}}\n{{Portal3|F\u00edsica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Teorema Stevin}}\n[[Categoria:Hidr\u00e1ulica]]\n[[Categoria:!Artigos a revisar sobre Ambiente]]\n[[Categoria:Din\u00e2mica de fluidos]]"}]},"1675980":{"pageid":1675980,"ns":0,"title":"Terebinto","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Pistacia therebinthus''\n| imagem = Pistachier2.JPG\n| imagem_legenda = ''Flores de terebinto''\n| reino = [[Plantae]]\n| clado1 = [[Angiosperma|angiosp\u00e9rmicas]]\n| clado2 = [[Eudicotiled\u00f4neas|eudicotiled\u00f3neas]]\n| clado3 = \n| ordem = [[Sapindales]]\n| fam\u00edlia = [[Anacardiaceae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Pistacia]]''\n| esp\u00e9cie = '''''P. therebinthus'''''\n| binomial = ''Pistacia therebinthus''\n| binomial_autoridade = L.\n}}\n'''''Pistacia therebinthus''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[Angiosperma|planta com flor]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Anacardiaceae]]. \n\nA autoridade cient\u00edfica da esp\u00e9cie \u00e9 [[L.]], tendo sido publicada em ''[[Species Plantarum]]'' 1025. 1753.Tropicos.org. Missouri Botanical Garden. 29 de setembro de 2014 \n\nOs seus nomes comuns s\u00e3o '''terebinto''' ou '''cornalheira'''.[http://aguiar.hvr.utad.pt/pt/herbario/cons_reg_esp2.asp?especie=Pistacia&ID=1686 Flora digital de Portugal] \u00c9 nativa da regi\u00e3o [[Mediterr\u00e2neo|mediterr\u00e2nica]] desde [[Marrocos]], [[Espanha]] e [[Portugal]] e [[Ilhas Can\u00e1rias]] a ocidente, at\u00e9 \u00e0 [[Turquia]] e [[S\u00edria]] a oriente.\n\nTrata-se de uma pequena \u00e1rvore ou grande arbusto [[Caducif\u00f3lia|dec\u00edduo]] que pode atingir os 10 metros de altura. As [[folha]]s s\u00e3o compostas, com 10 a 20 cm de comprimento. As flores s\u00e3o de cor p\u00farpura avermelhada, aparecendo com as folhas novas no come\u00e7o da [[primavera]]. O fruto consiste de pequenas [[drupa]]s globulares com 5 a 7 mm de comprimento, de cor vermelha a negra quando maduro. Todas as partes da planta t\u00eam um forte odor [[resina|resinoso]].\n\n\u00c9 utilizada como fonte de [[terebintina]], e possivelmente a mais antiga fonte deste composto.\n[[File:Pistacia terebinthus MHNT.BOT.2009.13.55.jpg|thumb|''Pistacia terebinthus'' - [[MHNT]]]]\n\n== Portugal ==\n\nTrata-se de uma esp\u00e9cie presente no territ\u00f3rio portugu\u00eas, nomeadamente em [[Portugal Continental]].\n\nEm termos de naturalidade \u00e9 nativa da regi\u00e3o atr\u00e1s referida.\n\n== Protec\u00e7\u00e3o ==\n\nN\u00e3o se encontra protegida por legisla\u00e7\u00e3o portuguesa ou da Comunidade Europeia.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* [http://www3.uma.pt/alfa/checklist_flora_pt/output_db.php?familia=##familia##&Genero_mais=Pistacia&restritivo_mais=therebinthus&submit=Procurar Pistacia therebinthus]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=maio de 2019 }}'' - Checklist da Flora de Portugal (Continental, A\u00e7ores e Madeira) - Sociedade Lusitana de Fitossociologia \n* [http://www4.uma.pt/gbm/checklist/lista_flora.php Checklist da Flora do Arquip\u00e9lago da Madeira] (Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens) - Grupo de Bot\u00e2nica da Madeira\n* [http://www.azoresbioportal.angra.uac.pt/listagens.php?lang=pt&pesquisar=Pistacia%20therebinthus&sstr=4 Pistacia therebinthus]'' - Portal da Biodiversidade dos A\u00e7ores\n* ''[http://www.theplantlist.org/tpl/search?q=Pistacia+therebinthus Pistacia therebinthus]'' - The Plant List (2010). Version 1. Published on the Internet; http://www.theplantlist.org/ (consultado em 29 de setembro de 2014).\n* ''[http://www.ipni.org/ipni/advPlantNameSearch.do?find_genus=Pistacia&find_species=therebinthus&find_rankToReturn=spec Pistacia therebinthus]'' - International Plant Names Index\n* Castroviejo, S. (coord. gen.). 1986-2012. ''[http://www.floraiberica.es/ Flora iberica]'' 1-8, 10-15, 17-18, 21. Real Jard\u00edn Bot\u00e1nico, CSIC, Madrid.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n\n\n* ''[http://jb.utad.pt/especie/Pistacia_therebinthus Pistacia therebinthus]'' - ''Flora Digital de Portugal''. jb.utad.pt/flora.\n* ''[http://www.flora-on.pt/index.php?q=Pistacia+therebinthus Pistacia therebinthus]'' - Flora-on\n* ''[http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Pistacia%20therebinthus Pistacia therebinthus]'' - The Euro+Med PlantBase\n* ''[http://www.floravascular.com/index.php?spp=Pistacia%20therebinthus Pistacia therebinthus]'' - Flora Vascular\n* ''[http://www.biodiversitylibrary.org/name/Pistacia_therebinthus Pistacia therebinthus]'' - [[Biodiversity Heritage Library]] - Bibliografia\n* ''[http://plants.jstor.org/search?qtype=all&query=Pistacia+therebinthus Pistacia therebinthus]'' - [[JSTOR]] Global Plants\n* ''[http://rbg-web2.rbge.org.uk/cgi-bin/nph-readbtree.pl/feout?FAMILY_XREF=&GENUS_XREF=Pistacia&SPECIES_XREF=therebinthus Pistacia therebinthus]'' - ''[[Flora Europaea]]''\n* ''[http://www.ncbi.nlm.nih.gov/taxonomy/?term=Pistacia%therebinthus Pistacia therebinthus]'' - NCBI Taxonomy Database\n* ''[http://www.gbif.org/species/search?q=Pistacia+therebinthus Pistacia therebinthus]'' - [[Global Biodiversity Information Facility]]\n* ''[http://eol.org/search?q=Pistacia+therebinthus&search=Go Pistacia therebinthus]'' - [[Encyclopedia of Life]]\n* [http://aguiar.hvr.utad.pt/pt/herbario/cons_reg_esp2.asp?especie=Pistacia&ID=1686 Flora digital de Portugal]\n\n{{esbo\u00e7o-sapindales}}\n\n{{Portal3|Bot\u00e2nica|Flora de Portugal}}\n\n[[Categoria:Flora de Portugal]]\n[[Categoria:Pistacia|therebinthus]]"}]},"2385219":{"pageid":2385219,"ns":0,"title":"Hora (desambigua\u00e7\u00e3o)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|Hora|Horas|wkt=Hora}}\n\n*[[Hora]]\n*[[Hora (can\u00e7\u00e3o)]]\n*[[Hora (dan\u00e7a)]]\n*[[Hora (mitologia)]]\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Horas]] - na mitologia grega, as deusas da ordem da natureza e das esta\u00e7\u00f5es\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"128780":{"pageid":128780,"ns":0,"title":"Mew","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|prefixo=Se procura| o [[pok\u00e9mon]]|Mew (Pok\u00e9mon)}}\n{{Info/M\u00fasica/artista\n |nome = Mew\n |imagem = [[Ficheiro:Mew signing.jpg|250px]]\n |legenda = A banda assinando aut\u00f3grafos\n |fundo = grupo_ou_banda\n |origem = [[Hellerup]]\n |pa\u00eds = {{DNK}}\n |atividade = [[1995 na m\u00fasica|1995]] - presente\n |g\u00eanero = [[New prog]], [[indie rock]], [[shoegaze]], [[post-rock]], [[dream pop]]\n |gravadora = [[Sony Music]]
[[Epic Records]]\n | integrantes = Jonas Bjerre
Bo Madsen
Silas Utke Graae J\u00f8rgensen
Johan Wohlert\n |afilia\u00e7\u00f5es = \n |website = [http://www.mewsite.com www.MewSite.com]\n}}\n'''Mew''' \u00e9 uma banda de [[rock]] da [[Dinamarca]].\n\nO primeiro \u00e1lbum foi lan\u00e7ado em abril de [[1997]]. Produzido por [[Damon Tutunjian]], \"A Triumph for Man\" saiu pelo selo dinamarqu\u00eas Exlibris, e fez a banda adquirir certa notoriedade devido ao hit I Should Have Been A Tsin-Tsi (For You) e \u00e0s boas cr\u00edticas recebidas. No natal deste mesmo ano, saiu o single \"She Came Home For Christmas\", produzido por [[Kasper Winding]]. A banda logo ganhou de seus f\u00e3s o r\u00f3tulo de \"dream-pop\" por causa sua sonoridade caracter\u00edstica - principalmente pelo vocal de Jonas Bjerre.\n\nAp\u00f3s tr\u00eas anos foi lan\u00e7ado o seu segundo LP. \"Half The World Is Watching Me\" chegou \u00e0s lojas em maio de [[2000]], desta vez pelo selo Evil Office, fundado pelos membros do Mew. O disco foi produzido pela pr\u00f3pria banda, com o aux\u00edlio de [[Flemming Rasmussen]], o homem por tr\u00e1s do disco \"Master of Puppets\", do [[Metallica]]. Novamente incensado pela cr\u00edtica dinamarquesa, o \u00e1lbum rendeu alguns hits, entre eles a faixa Am I Wry? No.\n\nO pr\u00f3ximo passo dado pelo Mew foi no sentido de derrubar as fronteiras: em mar\u00e7o de [[2001]], o grupo assinou com a [[Epic/Sony]]. O contrato feito previa o lan\u00e7amento de um primeiro disco contendo regrava\u00e7\u00f5es das melhores can\u00e7\u00f5es do grupo, lan\u00e7adas em seus dois primeiros \u00e1lbuns, com a banda tendo liberdade de colocar algumas faixas novas. Depois de algumas turn\u00eas fora da Dinamarca, o Mew voltou aos est\u00fadios e fechou 2002 lan\u00e7ando dois singles: as j\u00e1 conhecidas \"Am I Wry? No\" e \"She Came Home For Christmas\".\n\nA banda entrou 2003 com mais um single no mercado, logo antes de soltar o seu novo LP. O single chama-se \"Comforting Sounds\", outra faixa que j\u00e1 havia sido lan\u00e7ada pela banda em seu \u00e1lbum \"Half The World Is Watching Me\". \"Frengers\", o terceiro disco - considerado por muitos como o primeiro, devido ao fato dos anteriores terem sido lan\u00e7ados somente na Dinamarca -, foi finalmente lan\u00e7ado na [[Europa]] em abril de 2003. Na Dinamarca o lan\u00e7amento havia acontecido no m\u00eas anterior. Produzido por Rich Costey (profissional que j\u00e1 trabalhou com [[The Mars Volta]], [[Bloc Party]], [[The Secret Machines]], [[Polyphonic Spree]], [[Franz Ferdinand (banda)|Franz Ferdinand]], [[Audioslave]], [[Muse]] e [[System of a Down]]), o \u00e1lbum traz em sua maioria can\u00e7\u00f5es j\u00e1 lan\u00e7adas nos trabalhos anteriores, em vers\u00f5es regravadas, e somente quatro can\u00e7\u00f5es novas.\n\nDepois de um 2004 cheio de compromissos, a banda resolveu entrar em est\u00fadio novamente, para trabalhar em um novo \u00e1lbum, \u201cThe Glass Handed Kites\u201d, o \u00e1lbum teve produ\u00e7\u00e3o de Michael Beinhorn.\n\n== Discografia ==\n* ''[[A Triumph for Man]]'' - ([[1997]])\n* ''[[Half the World Is Watching Me]]'' - ([[2000]])\n* ''[[Frengers]]'' - ([[2003]])\n* ''[[And the Glass Handed Kites]]'' - ([[2005]])\n* ''[[No More Stories Are Told Today, I'm Sorry, They Washed Away]]'' - ([[2009]])\n* ''+- (''[[2015]]'')''\n* Visuals (2017)\n\n== Integrantes ==\n=== Forma\u00e7\u00e3o atual ===\n* Jonas Bjerre - voz e guitarra\n* Bo Madsen - guitarra e vocal\n* Silas Graae - bateria\n* Johan Wohlert - baixo e vocal\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.mewsite.com P\u00e1gina oficial]\n* [http://www.allmusic.com/artist/mew-p558553 Allmusic.com - Mew]\n[https://web.archive.org/web/20091009105642/http://www.thealternateside.org/news/2009/sep/28/video--studio-mew/ www.thealternateside.org video--studio-mew]\n\n{{Portal3|Dinamarca|M\u00fasica|Rock}}\n\n[[Categoria:Mew| ]]\n[[Categoria:Bandas da Dinamarca]]\n[[Categoria:Bandas de indie rock]]"}]},"1629661":{"pageid":1629661,"ns":0,"title":"GBU-39 SDB","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Arma\n| nome = GBU-39 SDB\n| imagem = [[Ficheiro:SDB3.jpg|300px]]\n| legenda = 4 SDBs carregadas em um [[F-15E Strike Eagle]]\n| origem = {{USA}}\n| tipo = [[Bomba]]\n\n| \u00e9_arma = \n| \u00e9_lamina = \n| \u00e9_explosivo = \n| \u00e9_artilharia = \n| \u00e9_veiculo = \n| \u00e9_missil = \n\n| servi\u00e7o = [[2006]]\n| usado_por = {{USA}}
{{ISR}}
{{ITA}}\n| guerras = \n\n| criador = \n| data_da_cria\u00e7ao = \n| fabricante = \n| custo_unitario = \n| data_de_produ\u00e7ao = \n| quantidade = \n| variantes = \n\n| etiqueta_especif = \n| peso = \n| comprimento =\n| comprimento_parte = \n| largura = \n| altura = \n| diametro = \n| tripula\u00e7ao = \n\n| cartucho = \n| calibre = \n| cano_disparo = \n| a\u00e7ao = \n| cadencia = \n| velocidade_saida = \n| alcance =\n| alcance_maximo = \n| suprimento = \n| mira = \n\n| culatra = \n| recuo = \n| deslocamento = \n| eleva\u00e7ao = \n| movimento_transversal = \n\n| tipo_lamina = \n| tipo_empunhadura = \n| tipo_bainha = \n| tipo_ponta = \n| tipo_punho = \n\n| carga_explosiva = \n| peso_cargaexplo = \n| detonador = \n| poderexplo = \n\n| blindagem = \n| armamento_primario = \n| armamento_secundario = \n| motor = \n| potencia_motor = \n| rela\u00e7ao_potencia = \n| transmissao = \n| capacidade_carga = \n| suspensao = \n| curso = \n| envergadura = \n| propelente = \n|capacidade_combustivel = \n| alcance_veiculo = \n| teto = \n| altitude = \n| impulso = \n| velocidade = \n| orienta\u00e7ao = \n| dire\u00e7ao = \n| precisao = \n| plataforma_lan\u00e7amento = \n| transporte = \n}}\n\nA '''GBU-39 SDB''' \u00e9 uma [[bomba planadora]] de fabrica\u00e7\u00e3o [[Estados Unidos|norte-americana]] que se destina a prover as [[Avia\u00e7\u00e3o militar|aeronaves militares]] com a capacidade de transportar um maior n\u00famero de bombas. A maior parte das aeronaves da [[For\u00e7a A\u00e9rea dos Estados Unidos]] ser\u00e1 capaz de transportar um pacote de quatro SDBs no lugar de uma \u00fanica bomba [[Mark 84]].\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n* [http://www.globalsecurity.org/military/systems/munitions/sdb.htm GBU-39 Small Diameter Bomb / Small Smart Bomb - Global Security] {{en}}\n* [http://www.globalsecurity.org/military/systems/munitions/sdb-flm.htm Small Diameter Bomb SDB Focused Lethality Munition (FLM) - Global Security] {{en}}\n* [http://www.ausairpower.net/APA-SDB.html GBU-39/40/42/B Small Diameter Bomb I/II] {{en}}\n\n{{esbo\u00e7o-mil}}\n\n[[Categoria:Bombas guiadas dos Estados Unidos|GBU-39 SDB]]"}]},"3162541":{"pageid":3162541,"ns":0,"title":"The Hot Scots","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n |t\u00edtulo = The Hot Scots\n |t\u00edtulo-pt = \n |t\u00edtulo-br = Limpeza profissional\n |imagem = \n |tamanho_imagem = \n |legenda imagem = \n |pa\u00eds = {{EUA}}\n |ano = [[1948]]\n |cor-pb = pb\n |dura\u00e7\u00e3o = 17\n |dire\u00e7\u00e3o = [[Edward Bernds]]\n |roteiro = [[Elwood Ullman]]\n |elenco = [[Moe Howard]]
[[Larry Fine]]
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[[Herbert Evans (ator)|Herbert Evans]]
[[Charles Knight (ator)|Charles Knight]]
[[Theodore Lorch|Ted Lorch]]
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[[James Logan (ator)|James Logan]]\n |g\u00e9nero = [[Filmes de com\u00e9dia|Com\u00e9dia]]\n |tipo = curta-metragem\n |idioma = [[l\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n |website = \n |imdb_id = 0040451\n}}\n'''''The Hot Scots''''' (br.: Limpeza profissional) \u00e9 um filme [[curta metragem]] estadunidense de 1948 do g\u00eanero Com\u00e9dia, dirigido por [[Edward Bernds]]. \u00c9 o 108\u00ba de um total de 190 da s\u00e9rie com os [[Tr\u00eas Patetas]] produzida entre 1934 e 1959 pela [[Columbia Pictures]].\n\n==Enredo==\nOs Tr\u00eas Patetas est\u00e3o na Europa e respondem a um an\u00fancio de jornal da [[Scotland Yard]] que procurava por \"detetives\". S\u00e3o contratados para a miss\u00e3o de \"buscarem pap\u00e9is perdidos\", ou seja, como jardineiros (uma piada para a palavra em ingl\u00eas \"Yard men\", como s\u00e3o chamados os investigadores da Scotland Yard, mas que literalmente \u00e9 traduzido como \"homens do jardim\" ou jardineiros).\n\nQuando recolhem pap\u00e9is no jardim, os Patetas encontram uma mensagem que pede tr\u00eas detetives para investigarem um castelo na [[Esc\u00f3cia]] com fama de mal-assombrado. Achando que \u00e9 uma nova miss\u00e3o, os Patetas viajam at\u00e9 l\u00e1 e se apresentam ao Conde Glenheather ([[Herbert Evans (actor)|Herbert Evans]]), o dono do castelo, como os [[detetive]]s McMoe, McLarry e McShemp, vestidos com trajes tradicionais da Esc\u00f3cia. O Conde se ausenta do [[castelo]] e pede aos Patetas para que vigiem seus bens. Mas, durante a noite, um trio de ladr\u00f5es que estava disfar\u00e7ado de criados, come\u00e7a a saquear o castelo. Depois de muitos sustos, com os ladr\u00f5es tentando se passar por [[fantasma]]s, os Patetas conseguem prend\u00ea-los. Na cena final, o Conde abre um arm\u00e1rio para pegar uma empoeirada garrafa de uisque e comemorar com os Patetas o fato deles terem provado n\u00e3o haver fantasmas no castelo, mas correm assustados ao verem ali um [[esqueleto]] dan\u00e7ando e tocando uma [[gaita de foles]].\n\n==Notas==\n*Como acontecera em ''[[Squareheads of the Round Table]]'' e ''[[Fiddlers Three]]'', ''The Hot Scots'' foi filmado no cen\u00e1rio constru\u00eddo para ''[[The Bandit of Sherwood Forest]]''.\n*''The Hot Scots'' foi refilmado em 1954 com o t\u00edtulo de ''[[Scotched in Scotland]]'', com o uso de cenas de arquivo.{{citar livro|\u00faltimo = Maurer|primeiro = Joan Howard|autorlink = Joan Howard Maurer|coautor= Jeff Lenburg, Greg Lenburg|t\u00edtulo= The Three Stooges Scrapbook|publicado= Citadel Press|ano= 1982|local= |p\u00e1ginas= | doi =| id = | isbn = 0806509465}}\n*O personagem de [[Christine McIntyre]] \u00e9 chamada de \"Lorne Doone\" em refer\u00eancia ao romance ''[[Lorna Doone]]''.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Filmografia d'Os Tr\u00eas Patetas]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{imdb title|0040451|The Hot Scots}}\n* {{Amg movie|139594|The Hot Scots}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{The Three Stooges}}\n\n{{DEFAULTSORT:Hot Scots, The}}\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 1948]]\n[[Categoria:Filmes de com\u00e9dia da d\u00e9cada de 1940]]\n[[Categoria:Filmes de curta-metragem]]\n[[Categoria:Filmes de com\u00e9dia dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]\n[[Categoria:Filmes em preto e branco]]\n[[Categoria:Filmes da Columbia Pictures]]"}]},"1178604":{"pageid":1178604,"ns":0,"title":"O Amigo da Minha Amiga","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n|t\u00edtulo=L'ami de mon ami\n|t\u00edtulo-pt=\n|t\u00edtulo-br=O Amigo da Minha Amiga\n|imagem=\n|ano=1987\n|dura\u00e7\u00e3o=103\n|idioma=franc\u00eas\n|g\u00e9nero=com\u00e9dia\n|dire\u00e7\u00e3o=[[Eric Rohmer]]\n|roteiro=\n|elenco=\n|c\u00f3digo-IMDB=\n|tipo=LF\n|pa\u00eds={{FRA}}\n|cor-pb=cor \n|}}\n\n'''L'ami de mon amie''' (br / pt: '''O Amigo da Minha Amiga''') \u00e9 um [[filme]] [[Fran\u00e7a|franc\u00eas]] de [[1987]], do g\u00eanero [[com\u00e9dia]], realizado por [[Eric Rohmer]]. \n\n==Sinopse==\nBlanche \u00e9 uma jovem secret\u00e1ria que fica amiga de Lea, uma t\u00e9cnica de [[computador]]es. Lea est\u00e1 namorando Fabien, e Blanche neste momento n\u00e3o est\u00e1 com ningu\u00e9m. At\u00e9 que ela conhece Alexandre, um belo [[engenharia|engenheiro]] por quem se apaixona de imediato. Por\u00e9m, quando Lea acaba com Fabien, ele come\u00e7a a demonstrar um forte interesse por Blanche.\n\n== Elenco ==\n*Emmanuelle Chaulet .... Blanche\n*Sophie Renoir .... Lea\n*Anne-Laure Meury .... Adrienne\n*Eric Viellard .... Fabien\n*Fran\u00e7ois-Eric Gendron .... Alexandre\n\n== Complemento de ficha t\u00e9cnica ==\n*Est\u00fadio: Les Films du Losange / Animation, Art Graphique, Audiovisuel\n*Distribui\u00e7\u00e3o: Orion Classics / Filmes do Esta\u00e7\u00e3o\n*Argumento: Eric Rohmer\n*Produ\u00e7\u00e3o: Margaret M\u00e9n\u00e9goz\n*M\u00fasica: Jean-Louis Val\u00e9ro\n*Fotografia: Bernard Lutic\n*Desenho de Produ\u00e7\u00e3o: Sophie Mantigneux\n*Edi\u00e7\u00e3o: Maria Luisa Garcia\n\n== Pr\u00e9mios e nomea\u00e7\u00f5es ==\nRecebeu duas nomea\u00e7\u00f5es ao [[C\u00e9sar (cinema)|C\u00e9sar]], nas categorias de melhor [[Roteiro|argumento]] e melhor revela\u00e7\u00e3o feminina (Sophie Renoir).\n\n==Refer\u00eancias==\n*''Os Melhores Filmes de Todos os Tempos'', de Alan Smithee, 1995\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.imdb.com/title/tt0092550/ ''L'ami de mon ami'' no IMDB].\n\n{{esbo\u00e7o-filme}}\n{{Portal3|Cinema|Arte}}\n{{sem imagem}}\n\n{{DEFAULTSORT:Amigo Minha Amiga}}\n[[Categoria:Filmes da Fran\u00e7a de 1987]]\n[[Categoria:Filmes de com\u00e9dia da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por \u00c9ric Rohmer]]"}]},"2118777":{"pageid":2118777,"ns":0,"title":"Love, Love, Love","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Single\n |nome = Love, Love, Love\n |artista = [[James Blunt]]\n |\u00e1lbum = [[All the Lost Souls]]\n |capa = \n |lan\u00e7ado = {{ENGb}} Novembro de [[2008]]\n |formato = [[Download digital]], [[CD]]\n |A-side = \n |B-side = \n |gravado = 2008\n |g\u00eanero = [[Pop Rock]]\n |dura\u00e7\u00e3o = 3:46\n |gravadora = [[Warner Music Group|WEA International]]\n |compositor = [[James Blunt]], Eg White\n |produtor = Eg White, Tom Rothrock\n |\u00faltimo single = \"[[I Really Want You]]\"
(2008)\n |este single = '''''Love, Love, Love'''''
(2008)\n |pr\u00f3ximo single = \"[[Primavera in anticipo (It is my song)]]\"
(2009)\n}}\n\n\"'''Love, Love, Love'''\" \u00e9 o quinto single do segundo \u00e1lbum de est\u00fadio ''[[All the Lost Souls]]'' de [[James Blunt]] e seu nono single da carreira, lan\u00e7ado em [[7 de Novembro]] de [[2008]]. A data de lan\u00e7amento foi mais tarde confirmada em seu site oficial.[http://www.jamesblunt.com/ Confirmed release date of Love, Love, Love as a single]\n\n== Videoclipe ==\nO v\u00eddeo, filmado em [[9 de outubro]], \u00e9 dirigido por ''Kinga Burza'', mostra James tocando viol\u00e3o e cantando.[http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/showbiz/bizarre/article1871736.ece Artigo que relata sobre videoclipe de Love, Love, Love] O v\u00eddeo foi disponibilizado no [[iTunes Store]] no [[Reino Unido]] em 30 de outubro de 2008.\n\n{{Refer\u00eancias|Notas e refer\u00eancias}}\n\n{{James Blunt}}\n\n{{Esbo\u00e7o-single|James Blunt}}\n{{Portal3|M\u00fasica}}\n\n[[Categoria:Can\u00e7\u00f5es gravadas por James Blunt]]\n[[Categoria:Singles de 2008]]"}]},"6139911":{"pageid":6139911,"ns":0,"title":"Guerra Anglo-Francesa (1778\u20131783)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Conflito militar|nome=Guerra Anglo-Francesa (1778\u20131783)|imagem=Combat_naval_en_rade_de_Gondelour,_20_juin_1783.jpg|legenda=[[Batalha de Cuddalore]] (20 de junho de 1783) entre a marinha francesa, comandada por Pierre Andr\u00e9 de Suffren e a brit\u00e2nica comandada pelo almirante Edward Hughes|data=junho de 1778 - setembro de 1783|resultado=Vit\u00f3ria da Fran\u00e7a, [[Paz de Paris (1783)|Paz de Paris]]|territ\u00f3rio=[[Tobago]], [[Senegal]] e territ\u00f3rios na \u00cdndia foram adquiridos pela Fran\u00e7a|combatente1={{Flag|Reino da Fran\u00e7a}}|combatente2={{Flag|Reino da Gr\u00e3-Bretanha}}|comandante1=[[Louis Guillouet, conde de Orvilliers|Louis Guillouet]]
[[Charles Henri Hector d'Estaing|Charles Henri Hector]]
[[Fran\u00e7ois Joseph Paul de Grasse|Fran\u00e7ois Joseph Paul]]
[[Pierre Andr\u00e9 de Suffren]]|comandante2=[[Augustus Keppel, 1\u00ba Visconde Keppel|Augustus Keppel]]
[[John Byron]]
[[George Brydges Rodney, 1\u00ba Bar\u00e3o Rodney|George Brydges Rodney]]
[[Edward Hughes (oficial da marinha brit\u00e2nica)|Edward Hughes]]}}\n\nA '''Guerra Anglo-Francesa (1778-1783)''' foi um conflito militar entre a [[Reino da Fran\u00e7a|Fran\u00e7a]] e a [[Reino da Gr\u00e3-Bretanha|Gr\u00e3-Bretanha]] ao lado de seus respectivos aliados entre 1778 e 1783. Em 1778, a Fran\u00e7a havia assinado um [[Tratado de Alian\u00e7a (1778)|tratado de amizade]] com os [[Estados Unidos]]. A Gr\u00e3-Bretanha, com isso, terminou declarando guerra contra Fran\u00e7a, e tamb\u00e9m com a [[Reino da Espanha (1874-1931)|Espanha]] em 1779.{{Citar livro|url=https://books.google.com.br/books?id=NWdnAAAAMAAJ&redir_esc=y|t\u00edtulo=George the Third|ultimo=Ayling|primeiro=Stanley Edward|editora=Collins|ano=1972|local=Londres|p\u00e1ginas=275\u2013276|lingua=en|ref=harv}} Como consequ\u00eancia disso, os brit\u00e2nicos foram for\u00e7ados a realocar recursos que estavam sendo usados para lutar na [[Guerra de Independ\u00eancia dos Estados Unidos|guerra da America do Norte]] para [[Teatro de opera\u00e7\u00f5es|teatros]] da Europa, da [[\u00cdndia brit\u00e2nica|\u00cdndia]] e das [[\u00cdndias Ocidentais]]; tendo que confiar no apoio dos [[Lealista (Revolu\u00e7\u00e3o Americana)|Lealistas]] para as suas opera\u00e7\u00f5es na America do Norte.{{Citar livro|url=http://archive.org/details/saratogaturningp00ketc|t\u00edtulo=Saratoga : turning point of America's Revolutionary War|ultimo=Ketchum|primeiro=Richard M.|editora=H. Holt|ano=1997|local=Nova Iorque|p\u00e1gina=447|ref=harv}} De 1778 a 1783, com ou sem seus aliados, a Fran\u00e7a e a Bretanha lutaram pela conquista de hegemonia no [[Canal da Mancha]], no [[Mar Mediterr\u00e2neo|Mediterr\u00e2neo]], no [[Oceano \u00cdndico]] e nas \u00cdndias Ocidentais.{{Citar livro|url=https://books.google.com.br/books?id=3k9_AgAAQBAJ&redir_esc=y|t\u00edtulo=Strategy in the American War of Independence: A Global Approach|ultimo=Stoker|primeiro=Donald|ultimo2=Hagan|primeiro2=Kenneth J.|ultimo3=McMaster|primeiro3=Michael T.|editora=Routledge|ano=2009|local=Londres|p\u00e1gina=51|lingua=en|isbn=978-1-134-21039-8|ref=harv}}\n\nCom as noticias sobre a [[Campanha de Saratoga]] alcan\u00e7ando a Fran\u00e7a, o rei [[Lu\u00eds XVI de Fran\u00e7a|Lu\u00eds XVI]] decidiu entrar em negocia\u00e7\u00f5es com os independentistas estado-unidenses, o que resultou na [[Alian\u00e7a franco-americana]] e na entrada da Fran\u00e7a na Guerra de Independ\u00eancia dos Estados Unidos, fazendo este se tornar um conflito de alcance global.{{Sfn|Ketchum|1997|pp=405\u2013448}} A Espanha entrou no conflito somente em 1779, quando o fez como aliado da Fran\u00e7a nos termos do secreto [[Tratado de Aranjuez (1779)|Tratado de Aranjuez]].{{Citar livro|url=http://archive.org/details/turningpointof01nick|t\u00edtulo=The turning point of the Revolution; or, Burgoyne in America|ultimo=Nickerson|primeiro=Hoffman|editora=Kennikat Press|ano=1967|local=[[Port Washington (Nova Iorque)|Port Washington]]|p\u00e1gina=413|ref=harv}} Os movimentos diplom\u00e1ticos do ent\u00e3o ministro das rela\u00e7\u00f5es exteriores da Fran\u00e7a, [[Charles Gravier, conde de Vergennes|Charles Gravier]], tiveram influ\u00eancia significativa na posterior entrada da [[Rep\u00fablica das Sete Prov\u00edncias Unidas dos Pa\u00edses Baixos|Rep\u00fablica das Sete Prov\u00edncias]] na guerra contra a Gr\u00e3-Bretanha, e nas [[Primeira Liga da Neutralidade Armada|declara\u00e7\u00f5es de neutralidade]] feitas por outros pa\u00edses importantes geopoliticamente, como o [[Imp\u00e9rio Russo]].{{Sfn|Nickerson|1967|p=415}} A oposi\u00e7\u00e3o a essa guerra, considerada custosa, estava aumentando com o passar do tempo e, em junho de 1780, contribuiu para perturba\u00e7\u00f5es em Londres que ficaram conhecidas como [[Revoltas de Gordon]].{{Sfn|Ayling|1972|p=284}}\n\nOs dois protagonistas do duelo naval no Oceano \u00cdndico tiveram como objetivo de dominar politicamente o [[subcontinente indiano]], e uma s\u00e9rie de batalhas foi lutada pelos almirantes [[Edward Hughes (oficial da marinha brit\u00e2nica)|Edward Hughes]] e [[Pierre Andr\u00e9 de Suffren]] em 1782 e 1783, que ofereceu \u00e0 Fran\u00e7a a posi\u00e7\u00e3o de tomar territ\u00f3rios da Gr\u00e3-Bretanha.{{Citar livro|url=https://books.google.com.br/books?id=axD1xQEACAAJ&dq=The+Influence+of+Sea+Power+Upon+History,+1660%E2%80%931783+1957&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwign5nx047mAhUfILkGHdJeDhYQ6AEILDAA|t\u00edtulo=The Influence of Sea Power Upon History, 1660-1783|ultimo=Mahan|primeiro=Alfred Thayer|editora=Hill & Wang|ano=1957|local=Nova Iorque|p\u00e1gina=416|lingua=en}} Oportunidade que terminou somente quando Suffren e Hughes tiveram que parar de lutar devido aos [[Paz de Paris (1783)|tratados de paz]] de 1783.{{Sfn|Hagan|2009|p=51}}\n\n{{Refer\u00eancias}}{{Portal3|Guerra|Inglaterra|Fran\u00e7a}}\n[[Categoria:Guerra anglo-francesa]]\n[[Categoria:Conflitos em 1778]]\n[[Categoria:Conflitos em 1779]]\n[[Categoria:Conflitos em 1780]]\n[[Categoria:Conflitos em 1781]]\n[[Categoria:Conflitos em 1782]]\n[[Categoria:Conflitos em 1783]]\n[[Categoria:D\u00e9cada de 1770 no Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico]]\n[[Categoria:D\u00e9cada de 1780 no Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico]]\n[[Categoria:D\u00e9cada de 1770 na Europa]]\n[[Categoria:D\u00e9cada de 1780 na Europa]]\n[[Categoria:Guerra de Independ\u00eancia dos Estados Unidos]]"}]},"279777":{"pageid":279777,"ns":0,"title":"Sholom Dovber Schneersohn","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=setembro de 2020}}\n{{Info/Sacerdote|\n|nome_sacerdote =Rabbi Sholom Dovber Schneersohn\n|imagem =[[Imagem:Image-RebbeRashab.jpg|100px]]\n|nome =Lubavitcher Rebbe\n|data_nascimento =[[Outubro]] de [[1860]]\n|local_nascimento =\n|predecessor/a =[[Shmuel Schneersohn]]\n|sucessor/a =[[Joseph Isaac Schneersohn]]\n|data_morte =[[Mar\u00e7o]] de [[1920]]\n|local_morte =[[Rostov do Don]]\n|ordem =[[Chabad Lubavitch]]\n}}\n'''Rabi Sholom Dovber Schneersohn''' ([[1860]] - [[1920]]), ou '''Sholom Dovber''' ou ainda '''Rashab''', foi um [[rabino]] ortodoxo, e o quinto [[Rebe]] do movimento [[Chabad Lubavitch]]. Filho do quarto [[Rebe]] [[Shmuel Schneersohn]] , rabi Sholom foi o pai do sexto [[Rebe]], rabi [[Joseph Isaac Schneersohn]]. Rabi Sholom \u00e9 reconhecido por estabelecer a primeira [[yeshiv\u00e1]] chass\u00eddica , Tomchei Temimim ,e tamb\u00e9m por ter sido um proeminente opositor do [[sionismo]] secular.\n\n{{esbo\u00e7o}}\n\n[[Categoria:Chassidismo]]\n[[Categoria:Rabinos|Sholom Dovber Schneersohn]]\n[[Categoria:Rebes de Lubavitch|Sholom Dovber Schneersohn]]\n[[Categoria:Judeus da R\u00fassia|Schneersohn, Sholom]]"}]},"1819656":{"pageid":1819656,"ns":0,"title":"Saint-Appolinard (Loire)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a\n|nome = Saint-Appolinard\n|regi\u00e3o = Auv\u00e9rnia-R\u00f3dano-Alpes\n|departamento = Loire\n|\u00e1rea = 9.84\n|altitude = \n|latP = N| latG = 45| latM = 20|latS = 34\n|lonP = E| lonG = 4| lonM = 39|lonS = 11\n|popula\u00e7\u00e3o = 526\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 42201\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 42520 \n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = Saint Appolinard (Loire).jpg\n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Saint-Appolinard''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Auv\u00e9rnia-R\u00f3dano-Alpes]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Loire]]. 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Propagou o arianismo entre os povos germ\u00e2nicos, particularmente os [[visigodos]], [[ostrogodos]] e [[v\u00e2ndalos]].\n\nEra parente afastado da fam\u00edlia imperial de [[Constantino I|Constantino I, o Grande]], o que lhe proporcionou os meios para ascender da insignificante sede episcopal de Berito at\u00e9 \u00e0 de Constantinopla, e al\u00e9m disso permitiu-lhe alcan\u00e7ar grande poder eclesi\u00e1stico. Gozou de completa confian\u00e7a por parte de Constantino I e de [[Const\u00e2ncio II]] excepto por um breve per\u00edodo, e foi ele que batizou o primeiro no seu leito de morte em Maio de [[337]], momento em que est\u00e1 ainda em comunh\u00e3o com a Igreja.\n\nComo [[\u00c1rio]], era disc\u00edpulo de [[Luciano de Antioquia]], e \u00e9 prov\u00e1vel que mantivesse os mesmos pontos de vista que \u00c1rio desde muito jovem. Posteriormente modificou parcialmente as suas ideias em alguns aspectos, ou talvez sob press\u00e3o das circunst\u00e2ncias, mas de todos os modos foi, se n\u00e3o o mestre, o l\u00edder da corrente [[Arianismo|arianista]].\n\nDurante o [[Primeiro Conc\u00edlio de Niceia]] ([[325]]) fixou a Confiss\u00e3o, mas s\u00f3 ap\u00f3s uma longa e desesperada oposi\u00e7\u00e3o. A sua defesa de \u00c1rio e suas teses encolerizou o imperador e apenas dois meses depois do conc\u00edlio foi condenado ao ex\u00edlio. Ap\u00f3s um intervalo de tr\u00eas anos, conseguiu recuperar a confian\u00e7a imperial e com o seu regresso em [[329]] conseguiu que toda a maquinaria do governo se pusesse do seu lado para impor as suas teses sobre toda a [[Cristandade]].\n\nN\u00e3o deve ser confundido com o seu contempor\u00e2neo [[Eus\u00e9bio de Cesareia]], autor de um conhecido livro sobre a Hist\u00f3ria da Igreja.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n{{Sucess\u00e3oPatriarcasEcumenicos|\n|nome=Eus\u00e9bio de Nicomedia\n|per\u00edodo = 339 - 341\n|num=29\n|ant=[[Paulo I de Constantinopla|Paulo I]]\n|seg=[[Paulo I de Constantinopla|Paulo I]]}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Schaff-Herzog}}\n; Correspond\u00eancias de Eus\u00e9bio\n* {{citar web |url = http://www.fourthcentury.com/index.php/urkunde-1/ | publicado = Wisconsin Luteran College | autor = | obra = | t\u00edtulo = \u00c1rio para Eus\u00e9bio | l\u00edngua = ingl\u00eas | data= | acessodata= 4 de abril de 2011}}\n* {{citar web |url = http://www.fourthcentury.com/index.php/urkunde-2/ | publicado = Wisconsin Luteran College | autor = | obra = | t\u00edtulo = Eus\u00e9bio para \u00c1rio | l\u00edngua = ingl\u00eas | data= | acessodata= 4 de abril de 2011}}\n* {{citar web |url = http://www.fourthcentury.com/index.php/urkunde-8/ | publicado = Wisconsin Luteran College | autor = | obra = | t\u00edtulo = Eus\u00e9bio para Paulino de Tiro | l\u00edngua = ingl\u00eas | data= | acessodata= 4 de abril de 2011}}\n* {{citar web |url = http://www.fourthcentury.com/index.php/urkunde-21 | publicado = Wisconsin Luteran College | autor = | obra = | t\u00edtulo = Eus\u00e9bio para o Conc\u00edlio de Niceia | l\u00edngua = ingl\u00eas | data= | acessodata= 4 de abril de 2011}}\n* {{citar web |url = http://www.fourthcentury.com/index.php/urkunde-27 | publicado = Wisconsin Luteran College | autor = | obra = | t\u00edtulo = Constantino, sobre a deposi\u00e7\u00e3o de Eus\u00e9bio | l\u00edngua = ingl\u00eas | data= | acessodata= 4 de abril de 2011}}\n* {{citar web |url = http://www.fourthcentury.com/index.php/urkunde-31 | publicado = Wisconsin Luteran College | autor = | obra = | t\u00edtulo = Confiss\u00e3o de f\u00e9 de Eus\u00e9bio | l\u00edngua = ingl\u00eas | data= | acessodata= 4 de abril de 2011}}\n\n\n{{Portal|Biografias|Catolicismo|Roma antiga}}\n\n\n{{controlo de autoria}}\n{{DEFAULTSORT:Eusebio Nicomedia}}\n[[Categoria:Mortos em 341]]\n[[Categoria:Padres da Igreja]]\n[[Categoria:Bispos arianos]]\n[[Categoria:Arcebispos de Constantinopla]]\n[[Categoria:Romanos antigos do s\u00e9culo IV]]\n[[Categoria:Bispos de Berito]]\n[[Categoria:Conc\u00edlio de S\u00e1rdica]]\n[[Categoria:Bispos de Nicom\u00e9dia]]"}]},"6368407":{"pageid":6368407,"ns":0,"title":"Embaixada da S\u00e9rvia em Bras\u00edlia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Miss\u00e3o diplom\u00e1tica|nome=Embaixada da S\u00e9rvia em Bras\u00edlia|pa\u00eds de origem=S\u00e9rvia|pa\u00eds de miss\u00e3o=Brasil|imagem=|legenda=|endere\u00e7o=SES 803, Lote 15, [[Avenida das Na\u00e7\u00f5es]], Setor de Embaixadas Sul - Asa Sul, Bras\u00edlia, DF 70409-900 Brasil|coordenadas={{coord|15|49|28.1|S|47|53|24.0|W|type:landmark|display=inline}}|embaixador=Veljko Lazi\u0107|data_cargo=|embaixada_contr\u00e1ria=[[Embaixada do Brasil em Belgrado]]|site_oficial=http://brasilia.mfa.gov.rs/index.php}}\n\nA '''Embaixada da [[S\u00e9rvia]] em [[Bras\u00edlia]]''' \u00e9 a principal [[representa\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica]] s\u00e9rvia no [[Brasil]]. Est\u00e1 localizada na [[Estrada Parque das Na\u00e7\u00f5es (DF-004)|Avenida das Na\u00e7\u00f5es]], na quadra SES 803, Lote 15, no [[Setor de Embaixadas Sul]], na [[Asa Sul]]. O atual embaixador \u00e9 Veljko Lazi\u0107.{{citar web |ultimo= |primeiro= |url=http://brasilia.mfa.gov.rs/index.php |titulo=Contact |data= |acessodata=5 de setembro de 2020 |publicado=Embassy of The Republic of Serbia |lingua=en}}{{citar web |ultimo=Ceyhan |primeiro=Fabiana |url=https://brasiliainfoco.com/entrevista-com-o-embaixador-da-servia-no-brasil-veljko-lazic-as-eleicoes-parlamentares-serao-realizadas-em-21-de-junho/ |titulo=Entrevista com o embaixador da S\u00e9rvia no Brasil Veljko Lazi\u0107 \u201cas elei\u00e7\u00f5es parlamentares ser\u00e3o realizadas em 21 de junho\u201d |data=12 de junho de 2020 |acessodata=5 de setembro de 2020 |publicado=Bras\u00edlia in Foco}}\n\nA embaixada s\u00e9rvia foi aberta como Embaixada da [[Jugosl\u00e1via|Iugosl\u00e1via]] em 1965, sendo a primeira embaixada definitiva da cidade. Mais tarde, com as mudan\u00e7as pol\u00edticas do pa\u00eds, se tornou a Embaixada de [[S\u00e9rvia e Montenegro]] entre 2003 e 2006, se tornando apenas Embaixada da S\u00e9rvia depois disso. \n\n== Hist\u00f3ria ==\nAssim como outros pa\u00edses, a antiga [[Jugosl\u00e1via|Iugosl\u00e1via]] recebeu de gra\u00e7a um terreno no Setor de Embaixadas Sul na \u00e9poca da constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, medida que visava a instala\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida das representa\u00e7\u00f5es estrangeiras na nova capital. Diferente da maioria, no entanto, a transfer\u00eancia aconteceu nos primeiros anos da cidade, tendo sido a embaixada mais r\u00e1pida a construir seu pr\u00e9dio definitivo.{{citar web |ultimo= |primeiro= |url=https://agenciabrasilia.df.gov.br/2019/12/26/embaixadas-um-capitulo-importante-na-construcao-de-brasilia/ |titulo=Embaixadas: um cap\u00edtulo importante na constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia |data=26/12/19 |acessodata=28-07-2020 |publicado=Ag\u00eancia Bras\u00edlia}}{{citar web |ultimo= |primeiro= |url=https://www.embaixadas.net/1/13643/Servia-em-Brasilia |titulo=S\u00e9rvia em Bras\u00edlia |data= |acessodata=3 de setembro de 2020 |publicado=Embaixadas.net}} \n\nO projeto da embaixada \u00e9 de Alexander Brezovski, com o pr\u00e9dio tendo formas ortogonais t\u00edpicas do modernismo, alinhado ao estilo arquitet\u00f4nico da nova cidade.{{citar web |ultimo=Ficher |primeiro=Sylvia |url=http://www.archdaily.com.br/br/625286/conexoes-internacionais-arquiteturas-estrangeiras-em-brasilia-sylvia-ficher |titulo=Conex\u00f5es internacionais: arquiteturas estrangeiras em Bras\u00edlia / Sylvia Ficher e Paulo Roberto Alves dos Santos |data=9 de agosto de 2014 |acessodata=3 de setembro de 2020 |publicado=ArchDaily Brasil}}\n\n== Servi\u00e7os ==\nA embaixada realiza os servi\u00e7os protocolares das representa\u00e7\u00f5es estrangeiras, como o aux\u00edlio a s\u00e9rvios que morem no Brasil e aos visitantes vindos da S\u00e9rvia e tamb\u00e9m para os brasileiros que desejam visitar ou se mudar para o pa\u00eds balc\u00e2nico - apesar da pouca comunidade brasileira na S\u00e9rvia em rela\u00e7\u00e3o a outros pa\u00edses europeus.{{citar web |ultimo= |primeiro= |url=http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/seu-destino/servia |titulo=S\u00e9rvia |data= |acessodata=3 de setembro de 2020 |publicado=Portal Consular - Itamaraty}} A embaixada em Bras\u00edlia \u00e9 a \u00fanica que presta os servi\u00e7os de consulado do pa\u00eds, sendo que al\u00e9m dela, o Brasil s\u00f3 tem cinco consulados honor\u00e1rios s\u00e9rvios no [[Rio de Janeiro]], em [[S\u00e3o Paulo]], em [[Porto Alegre]], em [[Curitiba]] e em [[Juiz de Fora]].{{citar web |ultimo= |primeiro= |url=http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/representacoes-diplomaticas-estrangeiras-no-brasil/18166-embaixadas#servia |titulo=Embaixadas e Consulados estrangeiros no Brasil |data= |acessodata=3 de setembro de 2020 |publicado=Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores}}\n\nOutras a\u00e7\u00f5es que passam pela embaixada s\u00e3o as rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com o governo brasileiro nas \u00e1reas pol\u00edtica, econ\u00f4mica, cultural e cient\u00edfica. Os pa\u00edses possuem coopera\u00e7\u00f5es nas \u00e1rea de infraestrutura e energia, e a embaixada tem feito eventos de divulga\u00e7\u00e3o cultural de seu pa\u00eds.{{citar web |ultimo= |primeiro= |url=http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/notas-a-imprensa/3030-visita-ao-brasil-do-ministro-dos-negocios-estrangeiros-da-servia-vuk-jeremic-brasilia-20-e-21-de-abril-de-2012 |titulo=Visita ao Brasil do Ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros da S\u00e9rvia, Vuk Jeremi\u0107 \u2013 Bras\u00edlia, 20 e 21 de abril de 2012 |data=19 de Abril de 2012 |acessodata=5 de setembro de 2020 |publicado=Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores}}{{citar web |ultimo=Lacerda |primeiro=Maryna |url=https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2018/04/05/estudantes-da-rede-publica-conhecem-embaixada-da-servia/ |titulo=Estudantes da rede p\u00fablica conhecem Embaixada da S\u00e9rvia |data=5/4/2018 |acessodata=5 de setembro de 2020 |publicado=Ag\u00eancia Bras\u00edlia}}{{citar web |ultimo=Ceyhan |primeiro=Fabiana |url=https://brasiliainfoco.com/embaixada-da-servia-comemora-a-data-nacional-no-palacio-do-buriti-em-brasilia/ |titulo=Embaixada da Servia comemora a Data Nacional no Pal\u00e1cio do Buriti em Bras\u00edlia |data=24 de fevereiro de 2018 |acessodata=5 de setembro de 2020 |publicado=Bras\u00edlia in Foco}}\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n* [[Miss\u00f5es diplom\u00e1ticas da S\u00e9rvia]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n* {{Link|en|http://brasilia.mfa.gov.rs/index.php|P\u00e1gina oficial}}\n* {{Link|sr|http://brasilia.mfa.gov.rs/cir/|P\u00e1gina oficial}}\n{{Miss\u00f5es diplom\u00e1ticas/Brasil}}{{Portal3|Rela\u00e7\u00f5es Internacionais|S\u00e9rvia|Bras\u00edlia}}\n[[Categoria:Miss\u00f5es diplom\u00e1ticas em Bras\u00edlia|S\u00e9rvia]]\n[[Categoria:Rela\u00e7\u00f5es entre Brasil e S\u00e9rvia]]\n[[Categoria:Setor de Embaixadas Sul]]"}]},"5586243":{"pageid":5586243,"ns":0,"title":"Jo\u00e3o Oreste Dalazen","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Magistrado\n| nome = Jo\u00e3o Oreste Dalazen\n| imagem = \n| imagem_tamanho = \n| imagem_legenda =\n| t\u00edtulo =[[Lista de ministros do Tribunal Superior do Trabalho|Ministro do Tribunal Superior do Trabalho]] do [[Brasil]]\n| mandato =Julho de 1996
at\u00e9 16 de novembro de 2017\n| designado =[[Fernando Henrique Cardoso]]\n| antes =\n| t\u00edtulo2 = Presidente do [[Tribunal Superior do Trabalho]]\n| mandato2 = 2011-2013{{citar web|url=http://tst.jus.br/web/guest/presidencia-ex-presidentes|t\u00edtulo=Ex-Presidentes - TST|website=tst.jus.br}}\n| antes2 = Milton de Moura Fran\u00e7a\n| depois2 = [[Carlos Alberto Reis de Paula]]\n| data_nascimento = {{dni|12|1|1953}}\n| local_nascimento = [[Get\u00falio Vargas (Rio Grande do Sul)|Get\u00falio Vargas]], [[Rio Grande do Sul|RS]]\n| data_morte = {{morte||||||}}\n| local_morte =\n| conjuge-tipo = \n| conjuge = \n| alma-mater = [[Universidade Federal do Paran\u00e1]]\n| religi\u00e3o = \n| assinatura =\n}}\n'''Jo\u00e3o Oreste Dalazen''' ([[Get\u00falio Vargas (Rio Grande do Sul)|Get\u00falio Vargas]], 12 de janeiro de 1953){{citar web |url= http://www.tst.jus.br/ministros/-/asset_publisher/vKn1/content/04-joao-oreste-dalazen|t\u00edtulo= Jo\u00e3o Oreste Dalazen|publicado= Tribunal Superior do Trabalho|acessodata= 21 de novembro de 2017|citacao=}} \u00e9 um [[magistrado]] [[brasileiro]]. Foi ministro do [[Tribunal Superior do Trabalho]] (TST) de 1996 a 2017, e presidiu a mesma institui\u00e7\u00e3o no bi\u00eanio 2011-2013.\n\n== Biografia ==\nFormou-se em [[direito]] pela [[Universidade Federal do Paran\u00e1]], onde posteriormente concluiu o [[mestrado]] e lecionou como professor assistente. Lecionou tamb\u00e9m na [[Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Paran\u00e1]] (PUC-PR), de 1986 a 1989, e na [[Universidade de Bras\u00edlia]] (unB), de 2004 a 2012.\n\nFoi procurador da [[Caixa Econ\u00f4mica Federal]] (CEF) entre 1978 a 1980, e foi aprovado em primeiro lugar em concurso p\u00fablico para o cargo de [[promotor de Justi\u00e7a]] do [[Paran\u00e1]] em 1978, n\u00e3o tendo tomado posse.\n\nIngressou na magistratura trabalhista em 1980 como juiz do trabalho substituto, sendo promovido para o [[Tribunal Regional do Trabalho da 9\u00aa Regi\u00e3o]] em 1993.\n\nEm 1996, foi nomeado para o cargo de ministro do Tribunal Superior do Trabalho pelo presidente [[Fernando Henrique Cardoso]], em vaga destinada a magistrado de carreira. Foi corregedor-geral da Justi\u00e7a do Trabalho (2007-2009), vice-presidente (2009-2011) e presidente (2011-2013) do tribunal, aposentando-se em 16 de novembro de 2017.{{citar web |url=http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=2&pagina=2&data=10/10/2017|t\u00edtulo= Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, Se\u00e7\u00e3o 2, p. 2|autor= |data= 10 de outubro de 2017|obra= |publicado= |acessodata= 21 de novembro de 2017|citacao=}}\n\nO an\u00fancio de sua aposentadoria se deu ap\u00f3s discuss\u00e3o com o ent\u00e3o presidente do TST, [[Ives Gandra Martins Filho|Ives Gandra Filho]], cujos atos na presid\u00eancia foram alvo de cr\u00edticas de Dalazen.{{citar web |url=http://veja.abril.com.br/blog/radar/ministros-do-tst-atacam-presidente-do-tribunal-em-reuniao/|t\u00edtulo= Ministros do TST atacam duramente presidente do tribunal|autor= |data= 1 de setembro de 2017|obra= |publicado= Veja|acessodata= 21 de novembro de 2017|citacao=}}\n\n\u00c9 membro da Academia Nacional de Direito do Trabalho e da Academia Paranaense de Letras Jur\u00eddicas.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Alunos da Universidade Federal do Paran\u00e1]]\n[[Categoria:Juristas do Brasil]]\n[[Categoria:Ju\u00edzes do Brasil]]\n[[Categoria:Desembargadores do Brasil]]\n[[Categoria:Ministros do Tribunal Superior do Trabalho]]\n[[Categoria:Naturais de Get\u00falio Vargas (Rio Grande do Sul)]]\n[[Categoria:Presidentes do Tribunal Superior do Trabalho]]"}]},"5139845":{"pageid":5139845,"ns":0,"title":"Dieta sem gl\u00faten","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Triticum monococcum0.jpg|thumb|200px||Trigo]]\nA '''dieta sem gl\u00faten''' \u00e9 uma [[dieta]] que exclui o [[gl\u00faten]], uma\u00a0mistura de\u00a0[[prote\u00edna]]s\u00a0que se encontram naturalmente no\u00a0[[endosperma]]\u00a0da\u00a0[[semente]]\u00a0de\u00a0[[Cereal|cereais]]\u00a0da fam\u00edlia das gram\u00edneas ([[Poaceae]]), subfam\u00edlia\u00a0[[Pooideae]], principalmente das esp\u00e9cies da\u00a0[[Tribo (biologia)|tribo]]\u00a0[[Triticeae]], como o\u00a0[[trigo]],\u00a0a [[cevada]],\u00a0\u00a0e\u00a0\u00a0[[centeio|o centeio]],{{citar peri\u00f3dico| vauthors = Tovoli F, Masi C, Guidetti E, Negrini G, Paterini P, Bolondi L|t\u00edtulo= Clinical and diagnostic aspects of gluten related disorders|peri\u00f3dico= World J Clin Cases| volume = 3|n\u00famero= 3|p\u00e1ginas= 275\u201384|data=16 de mar\u00e7o de 2015| pmid = 25789300|pmc= 4360499| doi = 10.12998/wjcc.v3.i3.275}} incluindo todas as suas esp\u00e9cies e h\u00edbridos (como a [[espelta]], o [[trigo de Khorasan]] e o [[triticale]]). A inclus\u00e3o da [[aveia]] na dieta sem gl\u00faten \u00e9 controversa. A avenina, prote\u00edna presente na aveia, tamb\u00e9m pode ser t\u00f3xica para portadores da [[doen\u00e7a cel\u00edaca]]. Sua toxicidade depende do [[cultivar]] consumido.{{citar peri\u00f3dico| vauthors = Comino I, Moreno Mde L, Sousa C |t\u00edtulo= Role of oats in celiac disease |peri\u00f3dico= World J Gastroenterol | volume = 21 |n\u00famero= 41 |p\u00e1ginas= 11825\u201331 |data=7 de novembro de 2015 | pmid = 26557006 |pmc= 4631980 | doi = 10.3748/wjg.v21.i41.11825}} Al\u00e9m disso, geralmente h\u00e1 contamina\u00e7\u00e3o cruzada da aveia com cereais que cont\u00eam gl\u00faten.\n\nO gl\u00faten \u00e9 capaz de causar problemas de sa\u00fade em portadores de doen\u00e7as relacionadas ao gl\u00faten, que incluem a [[doen\u00e7a cel\u00edaca]], a [[sensibilidade ao gl\u00faten n\u00e3o-cel\u00edaca]], a [[ataxia|ataxia por gl\u00faten]], a [[dermatite herpetiforme]] e a [[alergia ao trigo]].{{citar peri\u00f3dico|vauthors=Ludvigsson JF, Leffler DA, Bai JC, Biagi F, Fasano A, Green PH, Hadjivassiliou M, Kaukinen K, Kelly CP, Leonard JN, Lundin KE, Murray JA, Sanders DS, Walker MM, Zingone F, Ciacci C |t\u00edtulo=The Oslo definitions for coeliac disease and related terms |peri\u00f3dico=Gut |volume=62 |n\u00famero=1 |p\u00e1ginas=43\u201352 |data=janeiro de 2013 |pmid=22345659 |pmc=3440559 |doi=10.1136/gutjnl-2011-301346 |url=}} Nesses pacientes, a dieta sem gl\u00faten tem se demonstrado um tratamento efetivo.{{citar peri\u00f3dico|vauthors=Mulder CJ, van Wanrooij RL, Bakker SF, Wierdsma N, Bouma G |t\u00edtulo=Gluten-free diet in gluten-related disorders |peri\u00f3dico=Dig Dis. |volume=31|n\u00famero=1|p\u00e1ginas=57\u201362|data=2013|pmid=23797124|doi=10.1159/000347180 |tipo= Review |cita\u00e7\u00e3o= The only treatment for CD, dermatitis herpetiformis (DH) and gluten ataxia is lifelong adherence to a GFD.}}{{citar peri\u00f3dico|vauthors=Hischenhuber C, Crevel R, Jarry B, M\u00e4ki M, Moneret-Vautrin DA, Romano A, Troncone R, Ward R|t\u00edtulo=Review article: safe amounts of gluten for patients with wheat allergy or coeliac disease |peri\u00f3dico=Aliment Pharmacol Ther |volume=23|n\u00famero=5|p\u00e1ginas=559\u201375|data=1 de mar\u00e7o de 2006|pmid =16480395|doi=10.1111/j.1365-2036.2006.02768.x|cita\u00e7\u00e3o=For both wheat allergy and coeliac disease the dietary avoidance of wheat and other gluten-containing cereals is the only effective treatment.}}{{citar peri\u00f3dico|vauthors=Volta U, Caio G, De Giorgio R, Henriksen C, Skodje G, Lundin KE|t\u00edtulo=Non-celiac gluten sensitivity: a work-in-progress entity in the spectrum of wheat-related disorders |peri\u00f3dico=Best Pract Res Clin Gastroenterol |volume=29|n\u00famero=3|p\u00e1ginas=477\u201391|data=junho de 2015|pmid=26060112 |doi=10.1016/j.bpg.2015.04.006|cita\u00e7\u00e3o=A recently proposed approach to NCGS diagnosis is an objective improvement of gastrointestinal symptoms and extra-intestinal manifestations assessed through a rating scale before and after GFD. Although a standardized symptom rating scale is not yet applied worldwide, a recent study indicated that a decrease of the global symptom score higher than 50% after GFD can be regarded as confirmatory of NCGS (Table 1) [53]. (\u2026) After the confirmation of NCGS diagnosis, according to the previously mentioned work-up, patients are advized to start with a GFD [49].}} Al\u00e9m disso, pelo menos em alguns casos, a dieta sem gl\u00faten pode melhorar os sintomas gastrointestinais e/ou sist\u00eamicos em outras doen\u00e7as, como na [[s\u00edndrome do intestino irrit\u00e1vel]], [[artrite reumatoide]], [[esclerose m\u00faltipla]] ou enteropatia do [[HIV]], entre outras.{{citar peri\u00f3dico|vauthors=El-Chammas K, Danner E|t\u00edtulo=Gluten-free diet in nonceliac disease|peri\u00f3dico=Nutr Clin Pract|volume=26|n\u00famero=3|p\u00e1ginas=294\u20139|data=junho de 2011|pmid=21586414|doi=10.1177/0884533611405538|tipo=Review|cita\u00e7\u00e3o=The prescription of a GFD has been recommended for patients with IBS-like symptoms without histologic evidence of CD and who have positive IgA tTG antibodies or have the at-risk haplotypes DQ2 or DQ8.46 (\u2026) Historically, a GFD was occasionally used in the management of multiple sclerosis (MS), because anecdotal reports indicated a positive effect (reversal of symptoms) of a GFD in MS patients. (\u2026) what has been demonstrated so far is that a glutenfree vegan diet for 1 year significantly reduced disease activity and levels of antibodies to \u03b2-lactoglobulin and gliadin in patients with RA. (...) The beneficial effect of a GFD on diarrhea and weight gain in patients with HIV enteropathy has been demonstrated in a few case series. Treatment with a GFD has been observed to decrease the frequency of diarrhea and thus allow weight gain.84 ''(IBS=irritable bowel syndrome; RA=rheumatoid arthritis; GFD=gluten-free diet)''}}\n\nAs prote\u00ednas do gl\u00faten apresentam um baixo valor nutricional e biol\u00f3gico e os gr\u00e3os que cont\u00eam gl\u00faten n\u00e3o s\u00e3o essenciais para os seres humanos.{{citar peri\u00f3dico|vauthors=Lamacchia C, Camarca A, Picascia S, Di Luccia A, Gianfrani C |t\u00edtulo=Cereal-based gluten-free food: how to reconcile nutritional and technological properties of wheat proteins with safety for celiac disease patients |peri\u00f3dico=Nutrients |volume=6 |n\u00famero=2 |p\u00e1ginas=575\u201390 |ano=2014 |pmid=24481131 |pmc=3942718 |doi=10.3390/nu6020575 |tipo=Review}} Por\u00e9m, uma sele\u00e7\u00e3o desbalanceada de alimentos e uma escolha incorreta de produtos sem gl\u00faten na alimenta\u00e7\u00e3o podem levar a defici\u00eancias nutricionais. A substitui\u00e7\u00e3o de cereais contendo gl\u00faten por farinhas sem gl\u00faten em produtos comerciais tradicionalmente produzidos com trigo ou outros cereais contendo gl\u00faten pode levar a uma menor ingest\u00e3o de alguns nutrientes, como [[ferro]] e [[complexo B|vitaminas do complexo B]]. Alguns produtos sem gl\u00faten vendidos no mercado n\u00e3o s\u00e3o enriquecidos/fortificados como os alimentos similares com gl\u00faten e, frequentemente, apresentam maior teor de [[lip\u00eddio]]s e [[carboidrato]]s. As complica\u00e7\u00f5es nutricionais podem ser prevenidas por uma correta educa\u00e7\u00e3o diet\u00e9tica.\n\nUma dieta sem gl\u00faten deve ser baseada, naturalmente, em alimentos sem gl\u00faten com um bom equil\u00edbrio de [[micronutriente|micro]] e [[macronutriente]]s. Carne, peixe, ovos, legumes, castanhas, frutas, vegetais, batatas, arroz e mandioca s\u00e3o todos apropriados. Se produtos sem gl\u00faten comercialmente preparados forem utilizados, \u00e9 prefer\u00edvel que se escolham formas enriquecidas ou fortificadas com vitaminas e minerais.{{citar peri\u00f3dico| vauthors = Penagini F, Dilillo D, Meneghin F, Mameli C, Fabiano V, Zuccotti GV|t\u00edtulo= Gluten-free diet in children: an approach to a nutritionally adequate and balanced diet |peri\u00f3dico= Nutrients | volume = 5|n\u00famero= 11|p\u00e1ginas= 4553\u201365|data=18 de novembro de 2013| pmid = 24253052|pmc= 3847748| doi = 10.3390/nu5114553|cita\u00e7\u00e3o=For CD patients on GFD, the nutritional complications are likely to be caused by the poor nutritional quality of the GFPs mentioned above and by the incorrect alimentary choices of CD patients. (...) the limited choice of food products in the diet of children with CD induces a high consumption of packaged GFPs, such as snacks and biscuits. (..) It has been shown that some commercially available GFPs have a lower content of folates, iron and B vitamins or are not consistently enriched/fortified compared to their gluten containing counterparts. (...) The first step towards a balanced diet starts from early education on CD and GFD, possibly provided by a skilled dietitian and/or by a physician with expert knowledge in CD. (...) It is advisable to prefer consumption of naturally GF foods, since it has been shown that they are more balanced and complete under both the macro- and micro-nutrient point of view. In fact, these foods are considered to have a higher nutritional value in terms of energy provision, lipid composition and vitamin content as opposed to the commercially purified GF products. Within the range of naturally GF foods, it is preferable to consume those rich in iron and folic acid, such as leafy vegetables, legumes, fish and meat. During explanation of naturally GF foods to patients, it is a good approach for healthcare professionals to bear in mind the local food habits and recipes of each country. This may provide tailored dietary advice, improving acceptance and compliance to GFD. Furthermore, increasing awareness on the availability of the local naturally GF foods may help promote their consumption, resulting in a more balanced and economically advantageous diet. Indeed, these aspects should always be addressed during dietary counseling. With regards to the commercially purified GFPs, it is recommended to pay special attention to the labeling and chemical composition. (...) Increasing awareness on the possible nutritional deficiencies associated with GFD may help healthcare professionals and families tackle the issue by starting from early education on GFD and clear dietary advice on how to choose the most appropriate gluten-free foods.}} Al\u00e9m disso, uma alternativa saud\u00e1vel a esses produtos s\u00e3o os [[pseudocereal|pseudocereais]] (como a [[quinoa]], o [[amaranto]] e o [[trigo sarraceno]]) e outros cereais menores, que t\u00eam um alto valor nutricional e biol\u00f3gico.\n\nApesar de serem altamente recomendadas para cel\u00edacos, as dietas sem gl\u00faten t\u00eam sido alvo de estudos. Uma recente pesquisa descobriu que pessoas que adotaram dieta gl\u00faten free possu\u00edam n\u00edveis mais elevados de merc\u00fario e ars\u00eanico decorrente da contamina\u00e7\u00e3o dos campos de produ\u00e7\u00e3o de arroz (principal substituto do gl\u00faten) {{citar web|url=https://noticiaalternativa.com.br/dietas-sem-gluten/|titulo=Not\u00edcia Alternativa|data=14/02/2017|acessodata=|publicado=Epidemiology|ultimo=Argos|primeiro=Maria}}\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n[[Categoria:Dietas]]"}]},"5122861":{"pageid":5122861,"ns":0,"title":"Ant\u00f3nio Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo, Jr.","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Pol\u00edtico\n |nome = Ant\u00f3nio Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo, Jr.\n |nome_alt = \n |nome_comp = \n |nobel = \n |imagem = \n |imagem-tamanho = \n |legenda = \n |pa\u00eds = \n |politico = \n |ministro = \n |imperador = \n |t\u00edtulo = [[Deputado]] do [[Reino de Portugal]]\n |mandato = [[1899]] a [[1900]] e [[1908]] a [[1910]]\n |vice-presidente = \n |vice_t\u00edtulo = \n |vice = \n |antecessor = \n |sucessor = \n |t\u00edtulo2 = \n |mandato2 = \n |vice-presidente2 = \n |vice_t\u00edtulo2 = \n |vice2 = \n |antes2 = \n |depois2 = \n |t\u00edtulo3 = \n |mandato3 = \n |vice-presidente3 = \n |vice_t\u00edtulo3 = \n |vice3 = \n |antes3 = \n |depois3 = \n |nascimento_data = {{dni|13|3|1855|si}}\n |nascimento_local = [[Cumieira (Santa Marta de Penagui\u00e3o)|Cumieira]], [[Santa Marta de Penagui\u00e3o]], {{PRT1830}} [[Reino de Portugal|Portugal]]\n |morte_data = {{morte|lang=pt|19|5|1935|||}}\n |morte_local = [[Lisboa]], {{PRTb}} [[Estado Novo (Portugal)|Portugal]]\n |nacionalidade = [[Portugal|portugu\u00eas]]\n |nome_m\u00e3e = Elvira Lucinda Augusta Borges Peixoto\n |nome_pai = Ant\u00f3nio Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo\n |casamento_progenit = \n |alma_mater = \n |premio = \n |primeira-dama = \n |primeiro-cavalheiro = \n |c\u00f4njuge-tipo = Esposa\n |c\u00f4njuge = Maria Ludovina de Sousa Horta Almeida e Vasconcelos\n |partido = \n |religi\u00e3o = [[Catolicismo]]\n |profiss\u00e3o = [[Advogado]], [[Magistrado]]\n |nome_t\u00edtulo1 = \n |data_t\u00edtulo1 = \n |nome_t\u00edtulo2 = \n |data_t\u00edtulo2 = \n |nome_t\u00edtulo3 = \n |data_t\u00edtulo3 = \n |imagem_bras\u00e3o = \n |imagem_bras\u00e3o_tamanho = \n |legenda_bras\u00e3o = \n |assinatura = \n |website = \n |apelido = \n |lealdade = \n |ramo = \n |anos_de_servi\u00e7o = \n |gradua\u00e7\u00e3o = \n |unidade = \n |comandos = \n |batalhas = \n |condecora\u00e7\u00f5es = \n |livre_militar1 = \n |livre_militar2 = \n |notas de rodap\u00e9 = \n |projecto = \n}}\n'''Ant\u00f3nio Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo, Jr.''' ([[Santa Marta de Penagui\u00e3o]], [[Cumieira (Santa Marta de Penagui\u00e3o)|Cumieira]], 13 de Mar\u00e7o de 1855 - [[Lisboa]], 19 de Maio de 1935) foi um advogado, magistrado e pol\u00edtico portugu\u00eas.{{citar livro|autor=Maria Filomena M\u00f3nica (coordenadora)|t\u00edtulo=Dicion\u00e1rio Biogr\u00e1fico Parlamentar (1834-1910)|editora=Assembleia da Rep\u00fablica (ISBN 972-671-167-3)|ano=Lisboa, 2006|p\u00e1ginas=Vol. II|id=179}}\n\n== Biografia ==\n=== Filia\u00e7\u00e3o ===\nFilho de Ant\u00f3nio Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo, primo em segundo grau do 1.\u00ba [[Bar\u00e3o de Moimenta da Beira]] e 1.\u00ba [[Visconde de Moimenta da Beira]] e do 1.\u00ba [[Bar\u00e3o de Almeidinha]], este pai do 2.\u00ba Bar\u00e3o de Almeidinha e 1.\u00ba [[Visconde de Almeidinha]], e de sua mulher Elvira Lucinda Augusta Borges Peixoto, ambos de Santa Marta de Penagui\u00e3o, Cumieira, e irm\u00e3o g\u00e9meo mais velho de Jos\u00e9 Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo (Santa Marta de Penagui\u00e3o, Cumieira, 13 de Mar\u00e7o de 1855 - ?) e de Afonso Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo (Santa Marta de Penagui\u00e3o, Cumieira, 25 de Junho de 1856 - ?).\n\n=== Forma\u00e7\u00e3o ===\nFormou-se em [[Direito]] pela [[Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra|Faculdade de Direito]] da [[Universidade de Coimbra]] em data desconhecida de 1878.\n\n=== Carreira Jur\u00eddica e na Magistratura ===\nFoi [[Advogado]] e fez carreira na [[Magistratura]], tendo sido [[Delegado]] do Procurador-Geral da Coroa. A bibliografia activa dispon\u00edvel corresponde \u00e8 impress\u00e3o dum recurso judicial.\n\n=== Casamento e descend\u00eancia ===\nCasou com Maria Ludovina de Sousa Horta Almeida e Vasconcelos, filha unig\u00e9nita do primeiro casamento do 2.\u00ba [[Bar\u00e3o de Santa Comba D\u00e3o]] com sua prima-irm\u00e3, filha do 1.\u00ba [[Bar\u00e3o de Alvai\u00e1zere]], e foi pai de [[Ant\u00f3nio de Sousa Horta Sarmento Os\u00f3rio]], que tamb\u00e9m foi Deputado, e de [[Jos\u00e9 de Sousa Horta Sarmento Os\u00f3rio]].\n\n=== Carreira Pol\u00edtica ===\nAlinhado com o [[Partido Progressista (Portugal)|Partido Progressista]], foi eleito [[Deputado]] pelo [[C\u00edrculo Eleitoral]] Plurinominal do [[Peso da R\u00e9gua]], em 1899, e pelo C\u00edrculo Eleitoral Plurinominal de [[Vila Real]], em 1908. Integrou a Comiss\u00e3o da [[Marinha]] em 1909, e usou da palavra no Plen\u00e1rio Parlamentar apenas em tr\u00eas ocasi\u00f5es. Na primeira [[Legislatura]], cingiu-se a apresentar um [[Projecto de Lei]] em benef\u00edcio dum [[Capit\u00e3o]] de [[Cavalaria]], a 26 de Mar\u00e7o de 1900, e na segunda Legislatura, al\u00e9m da entrega de Requerimentos, Representa\u00e7\u00f5es e Projectos de Lei para satisfazer interesses particulares, interveio no Plen\u00e1rio, a 25 de Maio de 1908, para dar conta dum [[telegrama]] enviado pela Associa\u00e7\u00e3o Comercial de Vila Real sobre a crise do [[Rio Douro]]. Ant\u00f3nio Os\u00f3rio Sarmento de Figueiredo, Jr. pediu, ent\u00e3o, medidas urgentes, alertou para o perigo de altera\u00e7\u00e3o da ordem p\u00fablica, e apoiou o pedido dos [[viticultor]]es para o [[transporte]] gratuito do [[vinho]] nos [[caminhos-de-ferro]] do Estado e para a suspens\u00e3o do [[imposto]] de [[consumo]].\n\n=== Obra publicada ===\n* ''As terras do Cacuaco [recurso de [[revista]]], [[Lisboa]], 1902\n* ''O Progresso do Norte'', 10 de Fevereiro de 1905, p. 1\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{NF|1882|1960|Antonio Sousa Horta Sarmento Osorio}}\n[[Categoria:Naturais de Santa Marta de Penagui\u00e3o]]\n[[Categoria:Alumni da Universidade de Coimbra]]\n[[Categoria:Advogados de Portugal]]\n[[Categoria:Membros do Partido Progressista (Portugal)]]\n[[Categoria:Deputados do Reino de Portugal]]\n[[Categoria:Escritores de Portugal]]"}]},"1411909":{"pageid":1411909,"ns":0,"title":"Little Mountain","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos EUA|\n|nome = Little Mountain\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|estado = Carolina do Sul\n|condado = [[Condado de Newberry]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 262\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 2.7\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n|latG = 34\n|latM = 11\n|latS = 42\n|latP = N\n|lonG = 81\n|lonM = 24\n|lonS = 50\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = 187\n|c\u00f3digoFIPS = 41965\n|tipo = cidade \n|mapa_detalhado = \n|data_funda\u00e7\u00e3o = \n|incorpora\u00e7\u00e3o = \n|web = \n}}\n\n'''Little Mountain''' \u00e9 uma cidade localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|norte-americano]] de [[Carolina do Sul]], no [[Condado de Newberry]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] norte-americano de [[2000]], a sua [[popula\u00e7\u00e3o]] era de 255 [[habitante]]s.{{Citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-30 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\nEm [[2006]], foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 262,[http://www.census.gov/popest/datasets.html U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006)] um aumento de 7 (2.7%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n2,7 [[km\u00b2]], dos quais 2,7 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]]. Little Mountain localiza-se a aproximadamente 187[http://geonames.usgs.gov/domestic/download_data.htm U.S. Board on Geographic Names. Topical Gazetteers Populated Places. Gr\u00e1ficos do banco de dados de altitudes dos Estados Unidos da Am\u00e9rica] m acima do [[N\u00edvel m\u00e9dio das \u00e1guas do mar|n\u00edvel do mar]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[raio]] de 16 km ao redor de Little Mountain.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Little Mountain]]'''Little Mountain'''}}\n{{Image label|x=0.673|y=0.592|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|8px|Localidade com 628 habitantes (2000).]] [[Chapin (Carolina do Sul)|Chapin]] (7 km)}}\n{{Image label|x=0.893|y=0.727|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|12px|Localidade com 3526 habitantes (2000).]]
[[Lake Murray of Richland]]
(16 km)
}}\n{{Image label|x=0.729|y=0.369|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 61 habitantes (2000).]] [[Peak]] (9 km)}}\n{{Image label|x=0.486|y=0.277|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 177 habitantes (2000).]] [[Pomaria]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.189|y=0.451|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidade com 1047 habitantes (2000).]] [[Prosperity (Carolina do Sul)|Prosperity]] (11 km)}}\n

\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Little-Mountain|South-Carolina}}\n\n[[Categoria:Cidades da Carolina do Sul]]"}]},"5565514":{"pageid":5565514,"ns":0,"title":"Alves Palma","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Jos\u00e9 Alves Palma''' ([[Cajuru]], [[4 de novembro]] de [[1892]]\u00a0\u2014\u00a0?) foi um\u00a0[[pol\u00edtico]]\u00a0[[brasil]]eiro. Exerceu o mandato de\u00a0[[deputado federal]] [[constituinte]] por [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]] em [[1946]].{{citar web|url=http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/jose-alves-palma|t\u00edtulo=Jos\u00e9 Alves Palma - CPDOC|acessodata=26 de outubro de 2017|publicado=CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do Brasil}}\n\n== In\u00edcio da Vida e Trajet\u00f3ria Pol\u00edtica ==\n\nFilho de Mariana Alves F. Palma e Jos\u00e9 Vieira de Andrade Palma, Jos\u00e9 Alves Palma se formou em direito e se elegeu como deputado federal pelo estado de S\u00e3o Paulo no ano de [[1934]], pelo [[Partido Republicano Paulista]] (PRP), assumindo seu mandato apenas em maio do ano seguinte, [[1935]], e exercendo-o at\u00e9 o m\u00eas de novembro de 1937, quando o surgimento do [[Estado Novo]] anulou todos os \u00f3rg\u00e3os legislativos do [[Brasil]]. \n\nEm dezembro do ano 1945, Palma se elegeu como deputado pelo estado de [[S\u00e3o Paulo]], \u00e0 Assembleia Nacional Constituinte, pelo [[Partido Social Democr\u00e1tico]] (PSD), assumindo seu posto em fevereiro de 1945. Participou de trabalhos constituintes e se tornou integrante das comiss\u00f5es permanentes da \u00e1rea de Agricultura e Pol\u00edtica Rural e de Legisla\u00e7\u00e3o Social da C\u00e2mara dos Deputados, isso devido \u00e0 nova Carta (1946) e \u00e0s mudan\u00e7as da Assembleia em Congresso ordin\u00e1rio. \n\nJ\u00e1 em janeiro do ano 1948, foi favor\u00e1vel \u00e0 cassa\u00e7\u00e3o de mandato dos parlamentares comunista. Palma permaneceu em seu posto at\u00e9 1951. \n\nEnquanto isso, em 1950 e 1954, novamente, candidatou-se a deputado federal por S\u00e3o Paulo. Da primeira vez, pela legenda do PSD, j\u00e1 na segunda, na legenda de uma alian\u00e7a entre o PSD e o [[Partido Republicano]] (PR), conquistando em ambas as situa\u00e7\u00f5es apenas uma supl\u00eancia. \n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{Portal3|Biografias|Pol\u00edtica}}\n{{Esbo\u00e7o-pol\u00edticobra}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Deputados federais do Brasil por S\u00e3o Paulo]]\n[[Categoria:Deputados federais da Assembleia Nacional Constituinte de 1946]]\n[[Categoria:Naturais de Cajuru]]"}]},"4598172":{"pageid":4598172,"ns":0,"title":"Ret\u00e1bulo de Beaune","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}[[File:Weyden-beaune-achterkant.jpg|thumb|360px|Vista com as alas fechadas de seis pain\u00e9is, com os [[retrato de doador|doadores]] ajoelhados nas alas externas.]]\nO '''''Ret\u00e1bulo de Beaune''''' (c. 1445\u201350), tamb\u00e9m designado por '''''O Ju\u00edzo Final''''', \u00e9 um [[pol\u00edptico]] de grandes dimens\u00f5es do [[Pintura flamenga (s\u00e9culos XV e XVI)|pintor flamengo]] [[Rogier van der Weyden]]. \u00c9 uma [[Pintura sobre painel|pintura a \u00f3leo sobre carvalho]], com algumas partes transferidas para tela. O ret\u00e1bulo consiste de 15 pain\u00e9is; seis destes est\u00e3o pintados em ambos os lados. Mant\u00e9m algumas das suas molduras originais.Campbell (2004), 74\n\nSeis pain\u00e9is exteriores (ou estores) s\u00e3o articulados e, quando fechados, mostram uma vista exterior de santos e dos [[retrato de doador|doadores]]. Os pain\u00e9is interiores cont\u00eam cenas do [[Ju\u00edzo Final]] e est\u00e3o organizados em dois grupos. O grande painel central que separa os dois registos, mostra Cristo sentando num arco-\u00edris em pose de julgamento, com o seus p\u00e9s em cima de um globo dourado. Por baixo dele, o [[Miguel (arcanjo)|anjo Miguel]] segura numa balan\u00e7a enquanto pesa as almas. O painel mais \u00e0 direita de Cristo mostra os port\u00f5es do [[C\u00e9u (religi\u00e3o)#Cristianismo|C\u00e9u]]; e o painel mais \u00e0 esquerda a entrada para o [[Inferno#Cristianismo|Inferno]]. Os pain\u00e9is de baixo formam uma paisagem cont\u00ednua, com as figuras a movimentarem-se a partir do painel central para o seu destino final depois de terem recebido a sua senten\u00e7a.\n\nO ret\u00e1bulo foi encomendado em 1443 para o [[H\u00f4tel-Dieu de Beaune]], um hospital para pobres, por [[Nicolas Rolin]], chanceler do [[Ducado da Borgonha]], e pela sua esposa Guigone de Salins, que se encontra sepultada de fronte para o local original do ret\u00e1bulo no hosp\u00edcio.Campbell (2004), 78 Este trabalho \u00e9 um dos mais ambiciosos de van der Weyden tal como o seu ''[[A Deposi\u00e7\u00e3o da Cruz (Rogier van der Weyden) |Deposi\u00e7\u00e3o da Cruz]] '', no [[Museu do Prado]], e o desaparecido ''[[A Justi\u00e7a de Trajano e Herkinbald|Justi\u00e7a de Trajano e Herkinbald]]''.Campbell (2004), 26 O ret\u00e1bulo ainda se encontra no hosp\u00edcio, embora numa posi\u00e7\u00e3o diferente. O seu estado de conserva\u00e7\u00e3o \u00e9 mau, tendo sido removido no s\u00e9culo XX para o proteger da luz directa do sol, e dos cerca de {{formatnum:300000}} visitantes anuais. Sofre de perda acentuada da tinta, do escurecimento das suas cores, e acumula\u00e7\u00e3o de sujidade. Mais ainda, uma pesada camada de tinta foi aplicada durante uma restaura\u00e7\u00e3o. Os dois lados pintados dos pain\u00e9is exteriores foram separados para poderem ser mostrados em simult\u00e2neo; tradicionalmente, os estores s\u00f3 eram abertos em alguns domingos e feriados religiosos.\n\n{{wide image|Rogier van der Weyden - The Last Judgment Polyptych - WGA25625.jpg|900px|'' Ret\u00e1bulo de Beaune'', c. 1445\u20131450. 220 cm x 548 cm (sem moldura). [[Pintura sobre painel|pintura a \u00f3leo sobre carvalho]], [[H\u00f4tel-Dieu de Beaune]], vista interior.}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Bibliografia==\n{{refbegin}}\n* Acres, Alfred. \"Rogier van der Weyden's Painted Texts\". ''Artibus et Historiae'', Volume 21, No. 41, 2000\n* Blum, Shirley Neilsen. ''Early Netherlandish Triptychs: A Study in Patronage''. Berkeley: California Studies in the History of Art, 1969. ISBN 0-520-01444-8\n* [[Lorne Campbell (art historian)|Campbell, Lorne]]. ''Van der Weyden''. London: Chaucer Press, 2004. ISBN 1-904449-24-7\n* Campbell, Lorne. \"Early Netherlandish Triptychs: A Study in Patronage by Shirley Neilsen Blum\" (review). ''Speculum'', Volume 47, No. 2, 1972\n* Drees, Clayton. ''The Late Medieval Age of Crisis and Renewal, 1300\u20131500''. Westport CT: Greenwood, 2000. ISBN 0-313-30588-9\n* Hall, James. ''A History of Ideas and Images in Italian Art''. London: John Murray, 1983. ISBN 0-7195-3971-4\n* Hayum, Andr\u00e9e. \"The Meaning and Function of the Isenheim Altarpiece: The Hospital Context Revisited\". ''Art Bulletin'', Volume 59, No. 4, 1977\n* Jacobs, Lynn. ''Opening Doors: The Early Netherlandish Triptych Reinterpreted''. University Park, PA: Pennsylvania State University Press, 2011. ISBN 0-271-04840-9\n* Jacobs, Lynn. \"The Inverted \"T\"-Shape in Early Netherlandish Altarpieces: Studies in the Relation between Painting and Sculpture\". ''Zeitschrift f\u00fcr Kunstgeschichte'', Volume 54, No. 1, 1991\n* [[Barbara G. Lane|Lane, Barbara]]. \"Requiem aeternam dona eis: The Beaune ''Last Judgment'' and the Mass of the Dead\". ''Simiolus: Netherlands Quarterly for the History of Art'', Volume 19, No. 3, 1989\n* Lane, Barbara. \"The Patron and the Pirate: The Mystery of Memling's Gda\u0144sk Last Judgment\". ''The Art Bulletin'', Volume 73, No. 4, 1991\n* McNamee, Maurice. ''Vested Angels: Eucharistic Allusions in Early Netherlandish paintings''. Leuven: Peeters Publishers, 1998. ISBN 90-429-0007-5\n* [[Erwin Panofsky|Panofsky, Erwin]]. ''Early Netherlandish Painting: Its Origins and Character''. New York: Harper & Row, 1953 \n* Ridderbos, Bernhard; Van Buren, Anne; Van Veen, Henk. ''Early Netherlandish Paintings: Rediscovery, Reception and Research''. Amsterdam: Amsterdam University Press, 2005. ISBN 0-89236-816-0\n* [[Jeffrey Chipps Smith|Smith, Jeffrey Chipps]]. ''The Northern Renaissance''. London: Phaidon Press, 2004. ISBN 0-7148-3867-5\n* Smith, Molly Teasdale. \"On the Donor of Jan van Eyck's Rolin Madonna\". ''Gesta'', Volume 20, No. 1, 1981\n* Upton, Joel Morgan. ''Petrus Christus: his place in Fifteenth-Century Flemish painting''. University Park, PA: Pennsylvania State University Press, 1989. ISBN 0-271-00672-2\n* Vaughan, Richard. ''Philip the Good''. Martlesham: Boydell and Brewer, 2012. ISBN 978-0-85115-917-1 \n{{refend}}\n\n{{Portal|Arte}}\n\n{{esbo\u00e7o-pintura}}\n\n{{Rogier van der Weyden}}\n\n[[Categoria:Pinturas de Rogier van der Weyden]]\n[[Categoria:Pintura da Flandres]]\n[[Categoria:Pinturas com temas b\u00edblicos]]\n[[Categoria:Pol\u00edpticos]]\n[[Categoria:Pintura flamenga (s\u00e9culos XV e XVI)]]"}]},"5956244":{"pageid":5956244,"ns":0,"title":"John Refoua","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''John Refoua''' ([[Estados Unidos]], [[20 de agosto]] de [[1960]]) \u00e9 um [[Montador (cinema)|editor de cinema]] [[canadense]]. Como reconhecimento, foi nomeado ao [[Oscar 2010]] na categoria de [[Oscar de melhor edi\u00e7\u00e3o|Melhor Edi\u00e7\u00e3o]] por ''[[Avatar (filme)|Avatar]]''.{{citar web|url=https://www.theguardian.com/film/2010/feb/02/oscar-nominations-2010-full-list|t\u00edtulo=Oscar nominations 2010: the full list|publicado=''[[The Guardian]]''|data=2 de fevereiro de 2010|acessodata=19 de mar\u00e7o de 2019}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{Esbo\u00e7o-pessoa}}\n[[Categoria:Editores de cinema]]"}]},"4849572":{"pageid":4849572,"ns":0,"title":"Augusto Neuparth","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem imagem-biografia}}\n{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Augusto Neuparth''' [[Ordem Militar de Cristo|CvC]] \u2022 [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada|CvSE]] ([[Lisboa]], [[M\u00e1rtires (Lisboa)|M\u00e1rtires]], [[3 de Maio]] de [[1830]] \u2014 [[Lisboa]], [[20 de Junho]] de [[1887]]) foi um insigne instrumentista e um dos mais extraordin\u00e1rios tocadores de fagote do seu tempo em Portugal.{{citar livro|autor=V\u00e1rios|t\u00edtulo=[[Grande Enciclop\u00e9dia Portuguesa e Brasileira]]|editora=Editorial Enciclop\u00e9dia, L.da|ano=|p\u00e1ginas=Volume 18|id=642}}{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0077.html|t\u00edtulo=Augusto Neuparth|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}}\n\n== Biografia ==\nFilho do tamb\u00e9m m\u00fasico [[Eduardo Neuparth]] e de sua segunda mulher Margarida Boehmler, [[Judeus]] [[Asquenazes]] [[Judeus Alem\u00e3es|Alem\u00e3es]].\n\nDisc\u00edpulo de seu pai e de [[Filipe Titel]], estreou-se como [[Concertista]], aos dezassete anos, na [[Academia Melpomenense]], sendo logo admitido na [[Associa\u00e7\u00e3o Musical 24 de Junho]]. Em 1848, entrou para a [[Orquestra]] do [[Real Teatro de S\u00e3o Carlos]] como Primeiro [[Fagote]], sendo, pelo mesmo tempo, nomeado [[M\u00fasico]] da [[Real C\u00e2mara]].\n\nDepois de receber li\u00e7\u00f5es de [[Harmonia]] com o insigne Mestre e [[Compositor]] [[Santos Pinto]], empreendeu, em 1852, uma viagem pelo estrangeiro, com o intuito de se aperfei\u00e7oar na sua Arte. Esteve em [[Londres]], na [[Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda]], [[Hamburgo]], [[Poelwitz]], vila natal de seu pai, e [[Leipzig]], na [[Reino da Sax\u00f3nia|Sax\u00f3nia]], mas em nenhuma parte encontrou mestre capaz de o exceder em conhecimentos e perfei\u00e7\u00e3o na execu\u00e7\u00e3o do fagote. S\u00f3 em Leipzig estudou [[Contraponto]] com [[Moritz Hauptmann]], Professor no [[Conservat\u00f3rio]] daquela cidade e um dos mais conceituados compositores que se dedicavam ao ensino. Desse estudo deixou mem\u00f3ria nos exerc\u00edcios que escreveu e reuniu num livro, que deixou in\u00e9dito, assim intitulado: ''Li\u00e7\u00f5es de Harmonia, Contraponto e Fuga de Augusto Neuparth, dirigidas pelo professor de contraponto dobrado e Fuga no Conservat\u00f3rio, o Il.m\u00ba Sr. M. Hauptmann'', Leipzig - ''1.\u00aa Li\u00e7\u00e3o a 19 de Outubro de 1852 \u00e0s 4 horas da tarde''; ''45.\u00aa Li\u00e7\u00e3o e \u00faltima em 26 de Abril de 1853''.{{citar livro|autor=V\u00e1rios|t\u00edtulo=[[Grande Enciclop\u00e9dia Portuguesa e Brasileira]]|editora=Editorial Enciclop\u00e9dia, L.da|ano=|p\u00e1ginas=Volume 18|id=642-3}}\n\nEntretanto, algumas composi\u00e7\u00f5es produziu, principalmente fantasias para os instrumentos que tocava. Uma delas foi publicada pelo [[Editor]] Brandus, de [[Paris]], e tem este t\u00edtulo: ''Fantaisie sur le Robert le Diable de G. Meyerbeer pour Basson avec acc.t de Piano par Augusto Neuparth Musicien de la Chambre de S. M. Tres-Fid\u00e9le et 1.r Basson au Th\u00e9atre S.t Charles \u00e0 Lisbonne''.{{citar livro|autor=V\u00e1rios|t\u00edtulo=[[Grande Enciclop\u00e9dia Portuguesa e Brasileira]]|editora=Editorial Enciclop\u00e9dia, L.da|ano=|p\u00e1ginas=Volume 18|id=643}}\n\nPassando por [[Bruxelas]], [[B\u00e9lgica]], e [[Paris]], [[Segundo Imp\u00e9rio Franc\u00eas|Fran\u00e7a]], onde aprendeu a tocar [[saxofone]], de que foi \u00f3ptimo executor, com [[Adolphe Sax]], [[inventor]] deste [[instrumento musical]], regressou a [[Lisboa]]. Foi o introdutor do [[saxofone]] em [[Reino de Portugal|Portugal]].{{citar web|URL=http://www.meloteca.com/historico-tabela-cronologica.htm|t\u00edtulo=|autor=[[Meloteca]]|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}}\n\nEm 1860, organizou, com [[Guilherme Cossoul]], a [[Sociedade de Concertos Populares]], e, a 29 de Dezembro de 1862, foi nomeado [[Professor]] da aula de [[Rudimentos]] no [[Conservat\u00f3rio Real de Lisboa]], nomea\u00e7\u00e3o que se tornou efectiva em 1870, depois de realizado um concurso em que Augusto Neuparth mostrou, da maneira mais brilhante e completa, todo o seu imenso valor de executante.\n\nComo [[obo\u00e9]], ocupou, tamb\u00e9m, durante dois anos, o primeiro lugar na Orquestra do Real Teatro de S\u00e3o Carlos, e, como [[clarinete]], tocou muitas vezes a solo em diversos [[concerto]]s, muitos deles celebrados no primeiro Teatro de M\u00fasica Portugu\u00eas. Mas, sendo not\u00e1vel tocador destes instrumentos, na execu\u00e7\u00e3o do fagote \u00e9 que ele era, contudo, verdadeiramente extraordin\u00e1rio.\n\nDepois de Professor Efectivo no Conservat\u00f3rio Real de Lisboa, recebeu a nomea\u00e7\u00e3o de [[Secret\u00e1rio]], e, nesse lugar, prestou \u00f3ptimos servi\u00e7os na organiza\u00e7\u00e3o daquele estabelecimento de ensino. Foi, tamb\u00e9m, eleito [[Delegado]] ao [[Conselho Superior de Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica]].\n\nFoi Propriet\u00e1rio da casa [[Augusto Neuparth e Neuparth & C.\u00aa]] de produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de instrumentos e edi\u00e7\u00f5es musicais,{{citar web|URL=https://www.google.pt/search?site=&source=hp&ei=8HvoVbOkN8joUqjBprAC&q=\"augusto+neuparth\"+m\u00fasico&oq=&gs_l=mobile-gws-hp.1.0.41.0.0.0.2575.1.0.0.1.1.0.0.0..0.0.ccynfh...0...1..64.mobile-gws-hp..0.1.58.1.7b7JPWXOtFw#q=%22Augusto+Neuparth+e+Neuparth+%26+C%C2%AA%22|t\u00edtulo=|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} na qual sucedeu seu filho secundog\u00e9nito var\u00e3o [[J\u00falio C\u00e2ndido Neuparth]].{{citar livro|autor=V\u00e1rios|t\u00edtulo=[[Grande Enciclop\u00e9dia Portuguesa e Brasileira]]|editora=Editorial Enciclop\u00e9dia, L.da|ano=|p\u00e1ginas=Volume 18|id=644}}\n\nEscreveu 86 obras de cariz musical.{{citar web|URL=http://porbase.bnportugal.pt/ipac20/ipac.jsp?session=1441307H15F9R.10133&profile=porbase&uri=link=3100018~!63096~!3100024~!3100022&aspect=basic_search&menu=search&ri=5&source=~!bnp&term=Neuparth%2C+Augusto%2C+1830-1887&index=AUTHOR|t\u00edtulo=|autor=[[Biblioteca Nacional de Portugal]]|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}}\n\nEra condecorado com o [[H\u00e1bito religioso|H\u00e1bito]] do grau de Cavaleiro da [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]], com o grau de Cavaleiro da [[Ordem Militar de Cristo]] e com o grau de Cavaleiro da [[Ordem de Carlos III]] de [[Espanha]], etc.\n\nAugusto Neuparth era, frequentemente, chamado ao [[Pa\u00e7o]] por D. [[Lu\u00eds I de Portugal]] para tomar parte em concertos de car\u00e1cter \u00edntimo.\n\nEra S\u00f3cio da [[Irmandade de Santa Cec\u00edlia]], S\u00f3cio Honor\u00e1rio dos [[Albergues Nocturnos]] e S\u00f3cio Honor\u00e1rio da [[Comiss\u00e3o de Benefic\u00eancia dos Pobres da Caparica]] e [[Propriet\u00e1rio]] e [[Redactor]] da [[revista]] [[musical]] \"Amphion\".\n\nFaleceu na sua casa da [[Rua das Salgadeiras]], N.\u00ba 36. No ano de 1901, organizou-se uma Comiss\u00e3o, que tomou a iniciativa de colocar uma l\u00e1pide comemorativa na casa da Rua das Salgadeiras, N.\u00ba 36, onde faleceu Augusto Neuparth. A cerim\u00f3nia realizou-se a 3 de Maio, anivers\u00e1rio do nascimento de Neuparth, pelas 4 horas da tarde. A l\u00e1pide estava coberta com a [[Lista de bandeiras de Portugal|Bandeira Nacional]], e foi o [[Vereador]] da [[C\u00e2mara Municipal (Portugal)|C\u00e2mara Municipal]] de Lisboa, [[Martinho Guimar\u00e3es]], que a descerrou, depois do 3.\u00ba [[Marqu\u00eas de Borba]] e 16.\u00ba [[Conde de Redondo]], etc, D. [[Fernando Lu\u00eds de Sousa Coutinho Castelo Branco e Meneses]], ter lido o [[Auto (direito)|auto]], que foi assinado por todos os presentes. A inscri\u00e7\u00e3o que se l\u00ea na l\u00e1pide \u00e9 a seguinte: ''Nesta casa faleceu em 20-VI-1887, Augusto Neuparth, m\u00fasico distinto, professor do Conservat\u00f3rio Real de Lisboa''.\n\n== Casamento e descend\u00eancia ==\nCasou em Lisboa, [[Sacramento (Lisboa)|Sacramento]], a 30 de Setembro de 1858, com Virg\u00ednia J\u00falia de Oliveira Basto ([[Porto]], [[Santo Ildefonso]], 22 de Junho de 1830 - Lisboa, [[Benfica (Lisboa)|Benfica]], 18 de Setembro de 1891),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0250.html|t\u00edtulo=Virg\u00ednia J\u00falia de Oliveira Basto|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} filha de Ant\u00f3nio Joaquim de Oliveira Basto (c. 1800 - c. 1865){{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1490.html|t\u00edtulo=Ant\u00f3nio Joaquim de Oliveira Basto|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} e de sua mulher Maria Guilhermina Moreira (c. 1805 - c. 1875),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1491.html|t\u00edtulo=Maria Guilhermina Moreira|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} neta paterna de Jos\u00e9 Bernardo de Basto ([[Fafe]], [[Fafe (freguesia)|Fafe]], c. 1770 - c. 1835){{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1492.html|t\u00edtulo=Jos\u00e9 Bernardo de Basto|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} e de sua mulher Maria Josefa de Oliveira ([[Fafe]], [[Fafe (freguesia)|Fafe]], c. 1775 - c. 1845),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1493.html|t\u00edtulo=Maria Josefa de Oliveira|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} e neta materna de Manuel Jos\u00e9 Gon\u00e7alves Moreira (Porto, [[S\u00e9 (Porto)|S\u00e9]], c. 1775 - c. 1840){{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1494.html|t\u00edtulo=Manuel Jos\u00e9 Gon\u00e7alves Moreira|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} e de sua mulher Teresa Miquelina Rosa (Porto, S\u00e9, c. 1780 - c. 1850),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1495.html|t\u00edtulo=Teresa Miquelina Rosa|autor=|data=|publicado=|acessodata=3 de Setembro de 2015}} e prima-irm\u00e3 hom\u00f3nima de [[Virg\u00ednia de Oliveira Basto]]. Tiveram dois filhos e duas filhas: \n* [[Augusto Eduardo Neuparth]] (Lisboa, 11 de Outubro de 1859 - Lisboa, 24 de Agosto de 1925),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0079.html|t\u00edtulo=Augusto Eduardo Neuparth|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} casado com J\u00falia Zeferina da Silva Heitor (c. 1865 - [[Porto]], 27 de Novembro de 1935),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1496.html|t\u00edtulo=J\u00falia Zeferina da Silva Heitor|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} com gera\u00e7\u00e3o\n* Virg\u00ednia Neuparth (c. 1861 - 14 de Julho de 1889, sepultada em Lisboa, [[Cemit\u00e9rio dos Prazeres]], Rua 21, Jazigo 318),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0069.html|t\u00edtulo=Virg\u00ednia Neuparth|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} casada com [[Manuel Emygdio da Silva]] (Lisboa, [[M\u00e1rtires (Lisboa)|M\u00e1rtires]], [[Rua V\u00edtor Cordon]], 18 de Outubro de 1858 - Lisboa, [[Rua da Imprensa Nacional]], N.\u00ba 13, 15 de Julho de 1936),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0015.html|t\u00edtulo=Manuel Eygdio da Silva|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} [[Presidente]] da [[Administra\u00e7\u00e3o]] do [[Jardim Zool\u00f3gico de Lisboa]], pais de [[Fernando Emygdio da Silva]]\n* [[J\u00falio C\u00e2ndido Neuparth]] (Lisboa, 29 de Mar\u00e7o de 1863 - Lisboa, [[Encarna\u00e7\u00e3o (Lisboa)|Encarna\u00e7\u00e3o]], [[Rua do Loreto]], N.\u00ba 13, 3.\u00ba, 16 de Mar\u00e7o de 1919),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0901.html|t\u00edtulo=J\u00falio C\u00e2ndido Neuparth|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} casado no Porto, Igreja de [[S\u00e3o Nicolau (Porto)|S\u00e3o Nicolau]], a 7 de Setembro de 1891 com Herz\u00edlia Laura de Sousa Melo (Porto, [[Miragaia (Porto)|Miragaia]], 8 de Maio de 1867 - 1943),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-1500.html|t\u00edtulo=Herz\u00edlia Laura de Sousa Melo|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} com gera\u00e7\u00e3o\n* Adelaide Guilhermina de Oliveira Basto Neuparth (Lisboa, [[Encarna\u00e7\u00e3o (Lisboa)|Encarna\u00e7\u00e3o]], 11 de Janeiro de 1866 - 4 de Janeiro de 1957),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0078.html|t\u00edtulo=Adelaide Guilhermina de Oliveira Basto Neuparth|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} casada em Lisboa, Encarna\u00e7\u00e3o, 28 de Janeiro de 1888 com Jos\u00e9 Augusto Vieira (7 de Maio de 1866 - Lisboa, 8 de Novembro de 1942),{{citar web|URL=http://www.genealogy.com/ftm/d/a/s/Fernando-E-Da-silva/WEBSITE-0001/UHP-0080.html|t\u00edtulo=Jos\u00e9 Augusto Vieira|autor=|data=|publicado=|acessodata=31 de Outubro de 2015}} com gera\u00e7\u00e3o, dois filhos e uma filha, o mais velho dos quais [[Augusto Neuparth Vieira]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* ''Mem\u00f3rias Geneal\u00f3gicas de Lisboa'', de Lu\u00eds Filipe de Lara Everard do Amaral, 1990, Cap\u00edtulo - Neuparth.\n* ''Miscel\u00e2nea'', de Jaime Croner de Sant'Ana e Vasconcelos Moniz de Bettencourt, Edi\u00e7\u00e3o do Autor, Lisboa, 2000, p. 75.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* https://www.google.pt/search?site=&source=hp&ei=8HvoVbOkN8joUqjBprAC&q=\"Augusto+Neuparth\"&oq=\"Augusto+Neuparth\"&gs_l=mobile-gws-hp.12..0i22i30l2.5158.16715.0.20909.11.9.0.2.2.0.1298.5307.0j4j1j6-1j3.9.0.ccynfh...0...1.1j4.64.mobile-gws-hp..2.9.4496.0.KMu1sk4w8qs\n\n{{esbo\u00e7o-m\u00fasico}}\n\n{{NF|1830|1987|Augusto Neuparth}}\n\n[[Categoria:Judeus de Portugal]]\n[[Categoria:Fam\u00edlia Neuparth]]\n[[Categoria:Naturais de Lisboa]]\n[[Categoria:Clarinetistas de Portugal]]\n[[Categoria:Fagotistas de Portugal]]\n[[Categoria:Saxofonistas de Portugal]]\n[[Categoria:M\u00fasicos da Real C\u00e2mara]]\n[[Categoria:Professores de Portugal]]\n[[Categoria:Compositores de Portugal]]\n[[Categoria:Cavaleiros da Ordem de Santiago da Espada]]\n[[Categoria:Cavaleiros da Ordem de Cristo]]"}]}}}}