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DJ Gui Guerrero cria playlist de músicas para a Casa Petra 15 Anos

Pensando no público teen da Casa Petra, nós convidamos Gui Guerrero, um dos DJs mais requisitados pelas nossas debutantes, para contar sobre a carreira e dar dicas sobre a playlist de músicas para o momento da pista de dança nas festas de 15 anos. Para completar, ele preparou uma playlist exclusiva para as nossas aniversariantes! […]




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Entrou na Companhia aos 14 anos e estudou em [[\u00c9vora]] e [[Coimbra]] e, em seguida, ensinou [[filosofia]] em Santo Ant\u00f3nio e mais tarde escrituras na [[Universidade de \u00c9vora]]. Em [[1624]], quando ele tinha trinta e sete anos de idade, o Rei [[Filipe III de Portugal]] nomeou-o bispo de Niceia e coadjutor com direito de sucess\u00e3o a [[Afonso Mendes]], [[patriarca da Eti\u00f3pia]].. Padre Almeida escreveu ao rei duas vezes pedindo-lhe para reconsiderar a nomea\u00e7\u00e3o por ele sentir-se indigno da honra porque, como um jesu\u00edta, ele teria de recusar a dignidades eclesi\u00e1sticas. No entanto, ele finalmente concordou por causa da ordem real\n\nBispo Almeida partiu para a [[\u00cdndia Portuguesa|\u00cdndia]] em abril de [[1628]] depois de sua consagra\u00e7\u00e3o em \u00c9vora, mas ventos adversos atrasaram sua partida e ele finalmente p\u00f4s os p\u00e9s em [[Goa]] em outubro de [[1629]]. Mais tarde ele chegou em [[Massawa]], uma ilha ao largo da Eti\u00f3pia em [[20 de agosto]] de [[1630]]. Ele passou seus primeiros meses recolhendo informa\u00e7\u00f5es sobre a vida e as virtudes do Patriarca [[Andr\u00e9s de Oviedo]] que tinha morrido l\u00e1 em [[1577]] e tamb\u00e9m investigou a morte do Pe. Abra\u00e3o de Georgiis, martirizado em Massawa em [[1595]].\n\nEle foi formalmente apresentado ao Negus (imperador) [[Susenyos da Eti\u00f3pia|Susenyos]] em [[16 de dezembro]] de [[1630]] e, posteriormente, come\u00e7ou seu minist\u00e9rio em [[Dancaz]], a capital. O Negus foi convertido \u00e0 f\u00e9 cat\u00f3lica pelo Padre Pedro Paez em [[1622]] e a miss\u00e3o jesu\u00edta havia prosperado, com ele cedendo terras e resid\u00eancias aos jesu\u00edtas e constru\u00edram um semin\u00e1rio para educar o clero nativo... O Negus foi, por\u00e9m, era ciente de que sua aceita\u00e7\u00e3o do catolicismo era a principal causa da instabilidade do pa\u00eds e das dificuldades internas. Ent\u00e3o, em julho de [[1632]], ele abdicou do trono em favor de seu filho, [[Fasilides da Eti\u00f3pia|Fasilides]], e permitiu que o pa\u00eds voltasse a sua cren\u00e7a anterior Esta virada do Negus marcou a eventual extin\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o jesu\u00edta na Eti\u00f3pia. Ap\u00f3s a morte de Susenyos em [[1632]], Fasilidas recuperou as propriedades e as casas que o pai havia dado os jesu\u00edtas e em [[1633]] ordenou que os mission\u00e1rios que montaram sua sede em [[Fremona]] fossem expulsos\n\nBispo Almeida e seis mission\u00e1rios foram para a clandestinidade quando ouviram da ordem de expuls\u00e3o, enquanto os outros retornaram para a \u00cdndia. O Bispo e o Padre Jacinto Franceschi encontrou a seguran\u00e7a com um estadista cat\u00f3lico et\u00edope, [[Cafla Mariam]].\n\nQuando o Bispo Almeida e Padre Franceschi perceberam que come\u00e7aram a causar dificuldades para o anfitri\u00e3o, moveram-se para o deserto em [[Defalo]], perto do [[Mar Vermelho]] e se esconderam na mata. Eles sofreram fome e calor durante quatro meses, at\u00e9 que foram resgatados por um Portugu\u00eas, que o Padre Francisco Rodrigues enviou em busca deles. Enquanto o Padre Franceschi ficou com um fazendeiro vizinho, o Bispo Almeida juntou-se com Frei Rodrigues ficando com Joanes Akay, governador de uma prov\u00edncia costeira e um amigo do portugu\u00eas.\n\nBispo Almeida e frei Rodrigues foram apostolicamente ativos e capazes de livremente ministrar para os cat\u00f3licos, enquanto procuravam ref\u00fagio com Akay. O bispo tamb\u00e9m foi capaz de investigar as mortes dos Freis Gaspar Pais e Jo\u00e3o Pereira, cujos mart\u00edrios ocorreram em [[1635]].. Franceschi, entretanto, tinha sido praticamente feito prisioneiro por seu anfitri\u00e3o, j\u00e1 que ele foi colocado em uma pequena cabana em que poderia sair apenas \u00e0 noite e foi-lhe dado pouca comida e n\u00e3o tinha permiss\u00e3o para ver ningu\u00e9m. Ele tolerou esta solid\u00e3o durante um ano e saiu para se juntar aos seus dois irm\u00e3os jesu\u00edtas na propriedade de Akay\n\nQuando Fasilides soube que Akay deu abrigo para os mission\u00e1rios, ele ofereceu-lhe um indulto em troca dos prisioneiros. Pensando que o imperador permitiria que os mission\u00e1rios deixassem o pa\u00eds e temendo por sua vida, Akay entregou os mission\u00e1rios ao imperador que ent\u00e3o aprisionou em um mosteiro no [[Lago Tana]]. Depois que os mission\u00e1rios tinham sido acorrentados por um ano, o imperador cedeu \u00e0s s\u00faplicas dos monges cism\u00e1ticos e permitiu que os mission\u00e1rios fossem executados. Os tr\u00eas jesu\u00edtas foram levados a Oinadega em Dambea e foram enforcados em uma \u00e1rvore alta, enquanto uma justa estava em andamento. As pessoas que frequentavam a feira entraram para jogar pedras nos corpos suspensos.\n\nA data exata do mart\u00edrio dos tr\u00eas jesu\u00edtas n\u00e3o era conhecida, mas ocorreu na primeira metade de junho de 1638. Patriarca Mendes escreveu a Roma observando que o mart\u00edrio teve lugar entre os dias 9 e 15 de junho de 1638. Sua causa de [[beatifica\u00e7\u00e3o]], juntamente com cinco outros jesu\u00edtas martirizados na Eti\u00f3pia, foi introduzida em Roma em [[1902]].\n\n==Fontes==\n*{{link|en|2=http://www.catholic-hierarchy.org/bishop/bdalmap.html|3=Catholic Hierarchy}}\n*{{link|en|2=http://www.gcatholic.org/hierarchy/data/archbishops-5.htm#50342|3=GCatholic}}\n\n==Bibliografia==\n* {{Citar livro|nome= \u00c1ngel S. |sobrenome=Hern\u00e1ndez |t\u00edtulo=Jesuitas y obispados: Los jesuitas obispos misioneros y los obispos jesuitas de la extinci\u00f3n |l\u00edngua=es |local=[[Madrid]] |editora=Universidad Pontificia Comillas |ano=2001 |p\u00e1ginas=63-67 |volume=2 |isbn=84-89708-99-1 }}\n* {{Citar livro |url= http://books.google.com.br/books?id=WalYH_3aS9IC&pg=PA300&dq=M%C3%A1rtires+jesu%C3%ADtas+na+Eti%C3%B3pia+Apolin%C3%A1rio+de+Almeida&hl=pt-BR&sa=X&ei=c24ZUMPxN8bu0gHi24GgAw&ved=0CDIQ6AEwAA#v=snippet&q=Almeida&f=false|sobrenome=Auguste Henrion |nome=Mathieu Richard |t\u00edtulo=Historia general de las misiones, desde el siglo XIII hasta nuestros d\u00edas |l\u00edngua=es |local= [[Barcelona]]|editora=Librer\u00eda de Don Juan Oliveres |ano=1863 |p\u00e1ginas=708 |p\u00e1gina=305-308 |volume= \n3 |acessodata= }}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o|\n|t\u00edtulo = [[Ficheiro:ArcbishopCoA PioM.svg|60px|Bras\u00e3o episcopal]]
[[Arcebispo-titular]] de [[S\u00e9 Titular de Niceia|Niceia]]\n|anos = [[1627]] \u2014 [[1638]]\n|antes = Diego Secco\n|depois = Giacomo de La Haye\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{Portal3|Biografias|Catolicismo|Santos}}\n\n{{NF|1587|1638|Apolinario Almeida}}\n\n[[Categoria:Naturais de Lisboa]]\n[[Categoria:Arcebispos cat\u00f3licos de Portugal]]\n[[Categoria:Religi\u00e3o na Eti\u00f3pia]]\n[[Categoria:M\u00e1rtires cat\u00f3licos]]\n[[Categoria:Jesu\u00edtas de Portugal]]"}]},"2741157":{"pageid":2741157,"ns":0,"title":"Conus inquinatus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n|cor = pink\n|nome = ''Conus inquinatus''\n|imagem =\n|imagem_legenda =\n|estado =\n|reino = [[Animalia]]\n|filo = [[Mollusca]]\n|classe = [[Gastropoda]]\n|subclase = [[Caenogastropoda]]\n|ordem = [[Hypsogastropoda]]\n|subordem = [[Neogastropoda]]\n|superfam\u00edlia = [[Conoidea]]\n|fam\u00edlia = [[Conidae]]\n|subfam\u00edlia = [[Coninae]]\n|g\u00e9nero = ''[[Conus]]''\n|esp\u00e9cie = '''''Conus inquinatus'''''\n|binomial = ''Conus inquinatus''\n|binomial_autoridade =\n|sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Conus inquinatus''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[gastr\u00f3podes|gastr\u00f3pode]] do g\u00eanero ''[[Conus]]'', pertencente a fam\u00edlia [[Conidae]].{{Citar web|url=http://www.marinespecies.org/aphia.php?p=taxdetails&id=429510|t\u00edtulo=Conus inquinatus|obra=[[World Register of Marine Species|WORMS]]}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-gastr\u00f3pode}}\n{{Taxonbar}}\n\n{{DEFAULTSORT:Conus Inquinatus}}\n[[Categoria:Conus]]"}]},"4825953":{"pageid":4825953,"ns":0,"title":"Igreja Presbiteriana de Angola","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info denomina\u00e7\u00f5es crist\u00e3s\n| name = Igreja Presbiteriana de Angola\n| abbreviation = \n|image = \n|imagewidth = 160px\n| caption = \n| main_classification = [[Protestantismo|Protestante]]\n| orientation = Confessional, Conservadora e [[Calvinista]]\n| theology = [[Igrejas Reformadas|Reformada]] e [[Evangelicalismo|Evang\u00e9lica]]\n| governance = [[Presbiterianismo|Presbiteriano]]\n| parent = [[Igreja Presbiteriana do Brasil]]\n| founded_date = {{Dtlink|||1984|idade}}\n| founded_place = [[Neves Mussaqui]]\n| headquarters = \n| separated_from = [[Igreja Evang\u00e9lica Reformada de Angola]]\n| absorbed = \n| separations = \n| leader_name= Ant\u00f4nio Bento\n| associations = [[Fraternidade Reformada Mundial]] e [[Alian\u00e7a Evang\u00e9lica de Angola]]\n| area = [[Angola]]\n| congregations =100\n| members = 25.000{{citar web|url=http://www.mackenzie.br/7025.98.html|t\u00edtulo= Mackenzie: Tradi\u00e7\u00e3o Reformada no Sul Global|acessodata=10 Ago. 2015}}\n| ministers = \n| website =\n}}\n\nA '''Igreja Presbiteriana de Angola''' ('''IPA''') \u00e9 uma denomina\u00e7\u00e3o [[Cristianismo|crist\u00e3]] [[Protestantismo|protestante]] [[Igrejas Reformadas|reformada]], formada em 1984 em [[Angola]] por crist\u00e3os conservadores dissidentes da [[Igreja Evang\u00e9lica Reformada de Angola]]. Em sua forma\u00e7\u00e3o, teve acordo de coopera\u00e7\u00e3o com a [[Igreja Presbiteriana do Brasil]], que at\u00e9 hoje auxilia a igreja angolana. \n== Hist\u00f3ria == \nA Igreja Presbiteriana de Angola foi idealizada por [[Neves Mussaqui]], pastor dissidente da [[Igreja Evang\u00e9lica Reformada de Angola]]. Ele veio ao [[Brasil]] na d\u00e9cada de 1980 para estabelecer rela\u00e7\u00f5es com a [[Igreja Presbiteriana do Brasil]](IPB) e organizar a nova denomina\u00e7\u00e3o com apoio da [[Ag\u00eancia Presbiteriana de Miss\u00f5es Transculturais]].\nEm 1987 foi estabelecido acordo formal de coopera\u00e7\u00e3o inter-eclesi\u00e1stica entre a IPA e IPB. Atualmente, o acordo entre as denomina\u00e7\u00f5es continua,{{citar web|url=http://apmt.org.br/central-de-noticias/familia-missionaria-segue-para-angola-40|titulo=Ag\u00eancia Presbiteriana de Miss\u00f5es Transculturais: Envio de Mission\u00e1rios a Angola|acessodata=10 Ago. 2015}} sendo respons\u00e1vel por colabora\u00e7\u00f5es entre as igrejas do Brasil e de Angola em \u00e1reas s\u00f3cias, evangel\u00edsticas e na forma\u00e7\u00e3o de pastores para a igreja angolana.{{Citar livro |sobrenome=Benedetto |nome=Robert |autorlink= |coautor=Donald K. McKim |t\u00edtulo=Historical Dictionary of the Reformed Churches |subt\u00edtulo= |url=https://books.google.hu/books?id=edhZ_g-RvyMC&pg=PA442#v=onepage&q&f=false |l\u00edngua=Ingl\u00eas |formato= |edi\u00e7\u00e3o= |notasedi\u00e7\u00e3o= |local= |editora= |editor= |ano=2010 |puborig= |notapuborig= |p\u00e1gina= |p\u00e1ginas= |volume= |cap\u00edtulo= |cap\u00edtulourl= |cole\u00e7\u00e3o= |n\u00famero= |isbn= |isbn2= |isbn3= |issn= |oclc= |id= |acessodata=10. Ago 2015|se\u00e7\u00e3ourl= |ref= |notas=ISBN 9780810870239}} A Igreja Presbiteriana do Brasil envia por meio da [[Ag\u00eancia Presbiteriana de Miss\u00f5es Transculturais]], professores para a forma\u00e7\u00e3o de ministros da igreja na [[Angola]]. Al\u00e9m disso, muitos pastores da Igreja Presbiteriana de Angola fazem sua forma\u00e7\u00e3o em semin\u00e1rios presbiterianos brasileiros.{{citar web|url=http://www.ipmanaus.org/saf/saf_de_angola.htm|titulo=Carta da Igreja Presbiteriana de Angola para o Brasil|acessodata=10 Ago. 2015}} A [[Igreja Presbiteriana de Manaus]], Igreja Presbiteriana das Am\u00e9ricas e Igreja Presbiteriana Bet\u00e2nia s\u00e3o algumas das igrejas locais, que fazem parte da IPB que envolvem-se no trabalho mission\u00e1rio em ajuda a Igreja Presbiteriana de Angola.{{citar web|url=http://www.ipmanaus.org/saf/saf_de_angola.htm|titulo=Igreja Presbiteriana de Manaus: Trabalho Transcultural|acessodata=10 Ago. 2015}}{{citar web|url=http://www.ipamericas.org.br/index.php/igreja-americas/missoes-e-acao-social|titulo=Igreja Presbiteriana das Am\u00e9ricas: Trabalho Transcultural|acessodata=10 Ago. 2015|arquivourl=https://web.archive.org/web/20150630145037/http://www.ipamericas.org.br/index.php/igreja-americas/missoes-e-acao-social|arquivodata=2015-06-30|urlmorta=yes}}{{citar web|url=http://igrejabetania.org.br/j3/index.php/2-uncategorised/883-conheca-a-igreja-presbiteriana-da-angola|titulo=Igreja Presbiteriana Bet\u00e2nia: Trabalho Transcultural|acessodata=10 Ago. 2015|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160303210141/http://igrejabetania.org.br/j3/index.php/2-uncategorised/883-conheca-a-igreja-presbiteriana-da-angola|arquivodata=2016-03-03|urlmorta=yes}} Em 2011 a Igreja Presbiteriana Independente de Angola (IPIA) e Igreja Crist\u00e3 Presbiteriana de Angola (ICPA) uniram-se \u00e0 Igreja Presbiteriana de Angola (IPA).{{citar web|URL=http://jornaldeangola.sapo.ao/sociedade/igrejas_presbiterianas_unidas|t\u00edtulo=Uni\u00e3o da Igreja Presbiteriana de Angola, Igreja Presbiteriana Independente de Angola e Igreja Crist\u00e3 Presbiteriana de Angola|data=2011|acessodata=11 de mar\u00e7o de 2019}}\n\nAtualmente a denomina\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente em 15 das 18 prov\u00edncias da [[Angola]].\n\nA partir de 2015 as [[Protestantismo|igrejas protestantes]] na [[Angola]] com menos de 60.000 membros maiores de idade foram tidas como ilegais pelo governo.{{citar web|url=http://www.angonoticias.com/Artigos/item/46795/igrejas-em-angola-so-com-60000-fieis-e-nao-podem-vender-a-bencao|titulo=AngoNot\u00edcias: Igrejas em Angola precisam ter 60.000 membros maiores de idades|acessodata=10 Ago. 2015}}{{citar web|url=http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/sociedade/2015/1/7/Huambo-Governo-provincial-preocupado-com-proliferacao-igrejas-ilegais,06a68fd3-a22d-4480-b5f1-fa9ff258a5db.html|titulo=ANGOP: Prov\u00edncia de Huambo quer o encerramento das ativadade de todas as igrejas ilegais|acessodata=10 Ago. 2015}}\n\n== Doutrina == \nA igreja Presbiteriana de Angola \u00e9 uma igreja confessional conservadora, que adota o sistema de [[Presbiterianismo|governo presbiteriano]] e a [[Calvinismo|teologia reformada]].{{citar web|url=http://web.archive.org/web/20101113182445/http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=1289|titulo=Web Archive: Igreja Presbiteriana de Angola|acessodata=10 Ago. 2015}} A denomina\u00e7\u00e3o subscreve a [[Confiss\u00e3o de F\u00e9 de Westminster]] e o [[Credo dos Ap\u00f3stolos]].\nDevido sua forma\u00e7\u00e3o ter grande influ\u00eancia da [[Igreja Presbiteriana do Brasil]] a IPA tem a mesma constitui\u00e7\u00e3o e possui mesma forma de governo, baseando-se em igrejas e congrega\u00e7\u00f5es locais, que formam um presbit\u00e9rio, e os presbit\u00e9rios regionais, por sua vez, formam um s\u00ednodo, enquanto os s\u00ednodos nacionais d\u00e3o origem a Assembleia Geral da igreja. Outra marca do car\u00e1ter conservador doutrin\u00e1rio da igreja \u00e9 o fato de n\u00e3o admitir o sacerd\u00f3cio feminino, sendo que somente s\u00e3o eleg\u00edveis ao minist\u00e9rio da denomina\u00e7\u00e3o, membros do sexo masculino.{{citar web|url=http://www.wikiwand.com/en/Presbyterian_Church_of_Angola|t\u00edtulo=Wikiwand: Igreja Presbiteriana de Angola|acessodata=10 Ago. 2015}}\n\n== Organiza\u00e7\u00f5es inter-eclesi\u00e1sticas == \nAl\u00e9m da parceria estreita com a [[Igreja Presbiteriana do Brasil]] a IPA tamb\u00e9m faz parte da [[Fraternidade Reformada Mundial]].{{citar web|url=http://wrfnet.org/about/membership/denominational#.Vcjbz_lViko|t\u00edtulo=Word Reformed Fellowship: Membros da Fraternidade Reformada Mundial|acessodata=10 Ago. 2015}}\n\nAl\u00e9m disso, a igreja faz parte da [[Alian\u00e7a Evang\u00e9lica de Angola]], com a qual atua em trabalhos de combate ao v\u00edrus da [[S\u00edndrome da imunodefici\u00eancia adquirida]] (AIDS).{{citar web|url=http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/sociedade/2012/10/48/Religiosos-seminario-sobre-VIH-Sida-Matala,0b61e653-96d7-4a69-9722-508081885a3c.html|t\u00edtulo=ANGOP: Religiosos em semin\u00e1rio sobre HIV/AIDS na Matala|acessodata=10 Ago. 2015}}\n== Estat\u00edsticas == \nNo ano 2000 a Igreja Presbiteriana de Angola contava com cerca de 51 pastores, 12.000 membros, 30 congrega\u00e7\u00f5es e 50 casas com estudos b\u00edblicos. J\u00e1 em 2009 o n\u00famero de membros da igreja foi estimado para cerca de 23.000. Tal crescimento de mais de 100% em 9 anos, \u00e9 atribuindo ao fato do retorno de muitos imigrantes angolanos que se converteram ao [[presbiterianismo]] enquanto estavam no Congo. A estimativa da igreja \u00e9 que 12.500 novos membros foram recebidos nestas condi\u00e7\u00f5es. As l\u00ednguas oficiais na igreja s\u00e3o o [[Portugu\u00eas]] e o [[L\u00edngua kongo|Kikongo]].{{citar web|url=http://www.executivaipb.com.br/Atas_CE_SC/SC/SC%202010/doc31_320.pdf|t\u00edtulo=Secretaria Executiva: Rela\u00e7\u00f5es Ecum\u00eanicas da Igreja Presbiteriana do Brasil|acessodata=10 Ago. 2015}}\n== Semin\u00e1rio e Forma\u00e7\u00e3o Teol\u00f3gica == \nEm acordo com a [[Ag\u00eancia Presbiteriana de Miss\u00f5es Transculturais]] da [[Igreja Presbiteriana do Brasil]], a IPA, construiu em [[Luanda]] um semin\u00e1rio para capacita\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica de seus pastores.{{citar web|url=http://www.executivaipb.com.br/Atas_CE_SC/CE/CE%202012/doc1_215_097_147.pdf|titulo=Secretaria Executiva da Igreja Presbiteriana do Brasil: Ajuda a Igreja Presbiteriana de Angola|acessodata=10 Ago. 2015}}{{citar web|url=http://www.ipmontedasoliveiras.com/miss%C3%B5es/|titulo=Secretaria Executiva da Madalena Gomes: Semin\u00e1rio Presbiteriano em Angola|acessodata=10 Ago. 2015|arquivourl=https://web.archive.org/web/20151004234739/http://www.ipmontedasoliveiras.com/miss%C3%B5es/|arquivodata=2015-10-04|urlmorta=yes}} Anteriormente, alguns dos pastores angolanos se formavam em semin\u00e1rios presbiterianos no Brasil.{{citar web|url=http://ipcci.org/site/Pojeto_Angola_Final_2011.pdf|t\u00edtulo=Ag\u00eancia Presbiteriana de Miss\u00f5es Transculturais Projeto Angola|acessodata=10 Ago. 2015|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131102181514/http://ipcci.org/site/Pojeto_Angola_Final_2011.pdf#|arquivodata=2 de novembro de 2013|urlmorta=yes}}\n== Ver tamb\u00e9m == \n*[[Igreja Presbiteriana do Brasil]]\n*[[Ag\u00eancia Presbiteriana de Miss\u00f5es Transculturais]]\n== Refer\u00eancias == \n[[Categoria:Denomina\u00e7\u00f5es presbiterianas em Angola]]\n[[Categoria:Igrejas membras da Fraternidade Reformada Mundial]]"}]},"2840597":{"pageid":2840597,"ns":0,"title":"Mircea Rednic","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Treinador\n| nome = Mircea Rednic\n| imagem = [[Ficheiro:Rednic Mircea.jpg|270px]]\n| apelido = ''Puriul''\n| datadenascimento = {{dni|9|4|1962}}\n| cidadenatal = [[Hunedoara]] \n| paisnatal = [[Imagem:Flag of Romania (1965-1989).svg|border|23px]] [[Rom\u00e9nia]]\n| altura = 1.75 m \n| actualclube = {{ROUb}} [[FC Dinamo Bucure\u015fti|Dinamo Bucareste]]\n| posi\u00e7\u00e3o = [[Treinador]]
Ex-[[zagueiro]]\n| ano = [[1980]]\u2013[[1983]]
[[1983]]\u2013[[1990]]
[[1990]]\u2013[[1991]]
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[[1997]]\u2013[[2000]]\n| clubes = {{ROUb}} [[FC Corvinul Hunedoara|Corvinul Hunedoara]]
{{ROUb}} [[FC Dinamo Bucure\u015fti|D\u00ednamo Bucareste]]
{{TURb}} [[Bursaspor Kul\u00fcb\u00fc Derne\u011fi|Bursaspor]]
{{BELb}} [[Standard de Li\u00e8ge]]
{{BELb}} [[K. Sint-Truidense V.V.|Sint-Truiden]]
{{ROUb}} [[Rapid Bucure\u015fti|Rapid Bucareste]]
'''Total'''\n|jogos(golos) = {{0|00}}96 {{0|0000}}(6)
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{{0}}'''583 {{0|000}}(33)'''\n|anoselecao = [[1981]]\u2013[[1991]]\n|selecaonacional = {{ROUf}} \n|partidasselecao = {{0|00}}83 {{0|0000}}(2)\n| treinadoranos = [[2000]]\u2013[[2001]]
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[[2018]]\u2013\n| treinadorclubes = {{ROUb}} [[Rapid Bucure\u015fti|Rapid Bucareste]]
{{ROUb}} [[FCM Bac\u0103u]]
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{{SAUb}} [[Al-Nassr]]
{{ROUb}} [[FC Universitatea Craiova|Universitatea Craiova]]
{{ROUb}} [[Fotbal Club Vaslui|Vaslui]]
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{{RUSb}} [[FC Alania Vladikavkaz|Alania Vladikavkaz]]
{{AZEb}} [[Khazar Lankaran]]
{{ROUb}} [[Fotbal Club Astra Ploie\u015fti|Astra Ploie\u015fti]]
{{ROUb}} [[Fotbal Club Petrolul Ploie\u015fti|Petrolul Ploie\u015fti]]
{{BELb}} [[Standard de Li\u00e8ge]]
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{{BELb}} [[Koninklijke Atletiek Associatie Gent|KAA Gent]]
{{ROUb}} [[Fotbal Club Petrolul Ploie\u015fti|Petrolul Ploie\u015fti]]
{{ROUb}} [[FC Dinamo Bucure\u015fti|Dinamo Bucareste]]
{{BELb}} [[Royal Excel Mouscron]]
{{SAUb}} [[Al-Faisaly Football Club|Al-Faisaly]]
{{ROUb}} [[FC Dinamo Bucure\u015fti|Dinamo Bucareste]]\n| treinadorjogos = \n}}\n'''Mircea Rednic''' ([[9 de abril]] de [[1962]]) \u00e9 um ex-[[futebolista]] e treinador de futebol [[Romenos|romeno]]. \n\n== Carreira ==\nComo jogador, competiu no [[Campeonato Europeu de Futebol de 1984]].{{citar web|url=http://sportpedia.mysport.ro/Nationala_Romaniei_de_Fotbal_la_Turneele_Finale_(2)|titulo=Nationala Romaniei de Fotbal la Turneele Finale|autor=|data=|lingua2=ro|publicado=|acessodata=7 de agosto de 2010|obra=Sportpedia|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100713082655/http://sportpedia.mysport.ro/Nationala_Romaniei_de_Fotbal_la_Turneele_Finale_%282%29#|arquivodata=13 de julho de 2010|urlmorta=yes}}\n\nAtualmente \u00e9 treinador do [[Koninklijke Atletiek Associatie Gent|Gent]] na [[B\u00e9lgica]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Sele\u00e7\u00e3o Romena de Futebol de 1984}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Romena de Futebol de 1990}}\n{{Portal3|Futebol|Rom\u00eania}}\n{{DEFAULTSORT:Rednic, Mircea}}\n[[Categoria:Futebolistas da Rom\u00e9nia]]\n[[Categoria:Futebolistas do FC Dinamo Bucure\u0219ti]]\n[[Categoria:Futebolistas do Bursaspor]]\n[[Categoria:Futebolistas do Real Standard de Li\u00e8ge]]\n[[Categoria:Futebolistas do Rapid Bucure\u0219ti]]\n[[Categoria:Jogadores da Copa do Mundo FIFA de 1990]]\n[[Categoria:Treinadores de futebol da Rom\u00eania]]\n[[Categoria:Treinadores do Al-Nassr Football Club]]\n[[Categoria:Treinadores do FC Dinamo Bucure\u0219ti]]\n[[Categoria:Treinadores do Real Standard de Li\u00e8ge]]\n[[Categoria:Jogadores da Sele\u00e7\u00e3o Romena de Futebol]]\n[[Categoria:Jogadores da Eurocopa de 1984]]"}]},"5689437":{"pageid":5689437,"ns":0,"title":"Aurseulles","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a\n|nome = Aurseulles\n|regi\u00e3o = Normandia\n|departamento = Calvados\n|\u00e1rea = 46.00\n|altitude = \n|latP = N| latG = 49| latM = 06|latS = 18\n|lonP = W| lonG = 0| lonM = 42|lonS = 25\n|popula\u00e7\u00e3o = 1947\n|densidade = auto\n|censo = 2014\n|insee = 14011\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 14240, 14250\n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = \n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Aurseulles''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] da [[Normandia (regi\u00e3o francesa)|Normandia]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Calvados]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 46,00 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|14011|46.00}}\n\nA municipalidade foi estabelecida em 1 de janeiro de 2017 e consiste na fus\u00e3o das antigas comunas de [[Anctoville]], [[Longraye]], [[Saint-Germain-d'Ectot]] e [[Torteval-Quesnay]].[https://www.legifrance.gouv.fr/eli/arrete/2016/9/8/INTB1629483A/jo/texte Arr\u00eat\u00e9 pr\u00e9fectoral] 8 de setembro de 2016 {{fr}} A comuna tem sua prefeitura em Anctoville.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n[[Categoria:Comunas de Calvados]]\n[[Categoria:Funda\u00e7\u00f5es na Fran\u00e7a em 2017]]"}]},"2832356":{"pageid":2832356,"ns":0,"title":"Rio Alunul Mare","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Rio\n|nome = Rio Alunul Mare\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|mapa = \n|legenda mapa = \n|comprimento_n = \n|posi\u00e7\u00e3o = \n|lat_deg = |lat_min = |lat_sec = \n|lon_deg = |lon_min = |lon_sec = \n|lat_NS = N |lon_EW = E |abrev_pais = RO\n|nascente = [[Montanha Apuseni]] \n|alt_nascente = \n|foz = [[Rio Some\u015ful Cald]] \n|alt_foz_n = \n|d\u00e9bito_n = \n|d\u00e9bito_local_n = \n|d\u00e9bito_max_n = \n|d\u00e9bito_max_local_n= \n|d\u00e9bito_min_n = \n|d\u00e9bito_min_local_n= \n|\u00e1rea_bacia_n = \n|delta = \n|afluentes = \n|afluentes_esquerda= \n|afluentes_direita = \n|pa\u00eds = {{ROM}}\n|pa\u00eds_bacia = {{ROM}}\n|regi\u00e3o = \n|distrito = [[Bihor (distrito)|Bihor]]\n|cidade = \n}}\nO '''Rio Alunul Mare''' \u00e9 um rio da Rom\u00eania afluente do [[rio Some\u015ful Cald]], localizado no distrito de [[Bihor (distrito)|Bihor]].Administra\u0163ia Na\u0163ional\u0103 Apelor Rom\u00e2ne - Cadastrul Apelor - Bucure\u015ftiInstitutul de Meteorologie \u015fi Hidrologie - R\u00eeurile Rom\u00e2niei - Bucure\u015fti 1971\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-hidrografia}}\n{{Esbo\u00e7o-georo}}\n{{Portal3|Rom\u00eania}}\n\n{{DEFAULTSORT:Alunul Mare, Rio}}\n[[Categoria:Rios da Rom\u00e9nia]]"}]},"1357283":{"pageid":1357283,"ns":0,"title":"Clark's Point","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos EUA|\n|nome = Clark's Point\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|estado = Alasca\n|condado = [[Distrito de Dillingham]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 75\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 8.1\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 2.4\n|latG = 58\n|latM = 49\n|latS = 57\n|latP = N\n|lonG = 158\n|lonM = 33\n|lonS = 9\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 15450\n|tipo = cidade\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Clark's Point''' \u00e9 uma [[cidade]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|americano]] de [[Alasca]], no [[Dillingham Census Area]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 75 [[habitante]]s.{{Citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-11 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 75,[http://www.census.gov/popest/datasets.html U.S. Census Bureau. Estimativa da popula\u00e7\u00e3o (julho de 2006)] um aumento de 0 (0.0%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n10,5 km\u00b2, dos quais 8,1 km\u00b2 cobertos por terra e 2,4 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[raio]] de 72 km ao redor de Clark's Point.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Clark's Point]]'''Clark's Point'''}}\n{{Image label|x=0.475|y=0.190|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 221 habitantes (2000).]] [[Aleknagik (Alasca)|Aleknagik]] (50 km) }}\n{{Image label|x=0.516|y=0.351|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidade com 2466 habitantes (2000).]] [[Dillingham (Alasca)|Dillingham]] (24 km) }}\n{{Image label|x=0.319|y=0.397|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 399 habitantes (2000).]] [[Manokotak (Alasca)|Manokotak]] (33 km) }}\n{{Image label|x=0.801|y=0.449|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|6px|Localidade com 36 habitantes (2000).]] [[Portage Creek (Alasca)|Portage Creek]] (49 km) }}\n

\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Clark's-Point|Alaska}}\n\n[[Categoria:Cidades do Alasca]]"}]},"1183034":{"pageid":1183034,"ns":0,"title":"Graphite","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Graphite''' \u00e9 um formato de fontes compat\u00edvel com [[Unicode]] desenvolvido pela [[SIL international]]. \u00c9 baseado no formato [[TrueType]]; originalmente implementado para [[Microsoft Windows|Windows]], foi portado posteriormente para [[Linux]] e [[Mac OS X]]. De acordo com a p\u00e1gina de desenvolvimento no [[SourceForge]]http://sourceforge.net/projects/silgraphite/, o Graphite \u00e9 distribu\u00eddo nos termos da [[GNU Lesser General Public License]] e [[Common Public License]], tornando-o [[software livre]].\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n* [[OpenType]]\n* [[Apple Advanced Typography]]\n* [[Uniscribe]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://graphite.sil.org S\u00edtio oficial]\n* [http://silgraphite.sf.net P\u00e1gina de desenvolvimento na SourceForge]\n\n{{esbo\u00e7o-inform\u00e1tica}}\n{{esbo\u00e7o-tipografia}}\n\n[[Categoria:Tipografia]]\n[[Categoria:Programas de computador]]"}]},"6212932":{"pageid":6212932,"ns":0,"title":"Sasinkovo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n|nome = Sasinkovo\n|assentamento_tipo = Munic\u00edpio\n|imagem_horizonte = Sasinkovo ka\u0161tie\u013e zo zapadu.JPG\n|imagem_tamanho = 280px\n|imagem_legenda = \n|imagem_escudo = \n|bandeira_tamanho = \n|apelido = \n|lema = \n|mapa_alfinete = Eslov\u00e1quia\n|mapa_alfinete_posi\u00e7\u00e3o = top\n|mapa_alfinete_tamanho = 280\n|mapa_alfinete_legenda = Localiza\u00e7\u00e3o de Sasinkovo na Eslov\u00e1quia\n|latd = 48 |latm = 22 |lats = 15 |latNS = N\n|longd = 17 |longm = 51 |longs = 00 |longEW = E\n|subdivis\u00e3o_tipo = [[Pa\u00edses do Mundo|Pa\u00eds]]\n|subdivis\u00e3o_nome = [[Eslov\u00e1quia]]\n|subdivis\u00e3o_tipo1 = [[Regi\u00f5es da Eslov\u00e1quia|Regi\u00e3o]]\n|subdivis\u00e3o_nome1 = [[Trnava (regi\u00e3o)|Trnava]]\n|subdivis\u00e3o_tipo2 = [[Distritos da Eslov\u00e1quia|Distrito]]\n|subdivis\u00e3o_nome2 = [[Hlohovec (distrito)|Hlohovec]]\n|\u00e1rea_total_km2 = 12.41\n|popula\u00e7\u00e3o_notas = \n|popula\u00e7\u00e3o_total = 858\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2018\n|c\u00f3digo_postal = 920 65\n}}\n'''Sasinkovo''' (em {{ling|hu}}: ''S\u00e1g'') \u00e9 um [[munic\u00edpio]] da [[Eslov\u00e1quia]], situado no [[Distritos da Eslov\u00e1quia|distrito]] de [[Hlohovec (distrito)|Hlohovec]], na [[Regi\u00f5es da Eslov\u00e1quia|regi\u00e3o]] de [[Trnava (regi\u00e3o)|Trnava]]. Tem {{fmtn|12.41|[[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]}} de \u00e1rea e sua popula\u00e7\u00e3o em 2018 foi estimada em 858 habitantes.{{citar web|URL=http://datacube.statistics.sk/#!/view/sk/VBD_DEM/om7101rr/Po\u010det%20obyvate\u013eov%20pod\u013ea%20pohlavia%20-%20obce%20(ro\u010dne)%20%5Bom7101rr%5D|t\u00edtulo=Po\u010det obyvate\u013eov pod\u013ea pohlavia \u2013 obce (ro\u010dne)|lingua=sk|publicado=Escrit\u00f3rio de Estat\u00edsticas da Eslov\u00e1quia|acessodata=7 de mar\u00e7o de 2020}}\n\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geosk}}\n\n{{Predefini\u00e7\u00e3o:Eslov\u00e1quia/Munic\u00edpios de Hlohovec}}\n\n{{Portal3|Geografia|Eslov\u00e1quia}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Eslov\u00e1quia]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Hlohovec (distrito)]]"}]},"395835":{"pageid":395835,"ns":0,"title":"Time Out with Britney Spears","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/\u00c1lbum\n| Nome = Time Out with Britney Spears\n| Tipo = v\u00eddeo\n| Artista = [[Britney Spears]]\n| Capa = Time Out with Britney Spears.jpg\n| Lan\u00e7ado = [[29 de Novembro]] de [[1999]] ([[VHS]])
[[13 de Fevereiro]] de [[2001]] ([[DVD]])\n| G\u00eanero = [[Pop]], [[Dance-pop]], [[Teen pop]], [[Bubblegum]]\n| Dura\u00e7\u00e3o = 53 min\n| Idioma = [[Ingl\u00eas]]\n| Gravadora = [[Jive Records]]\n| Diretor = \n| Produtor = \n|Cr\u00edtica = *''[[Amazon.com]]'' {{Rating|4.5|5}} [http://www.amazon.com/dp/B00002ZMNO link]\n* ''DVD Verdicts'' [http://www.dvdverdict.com/reviews/britneyspearsto.php link]\n| \u00daltimo \u00e1lbum = \n| Este \u00e1lbum = '''''Time Out with Britney Spears'''''
([[1999]])\n| Pr\u00f3ximo \u00e1lbum = [[Britney Spears: Live and More!]]
([[2000]])\n|}}\n\n'''Time Out With britney Spears''' \u00e9 o primeiro [[DVD]] da cantora [[Britney Spears]] lan\u00e7ado em [[1999]] no formato de [[VHS]] e relan\u00e7ado em [[13 de Fevereiro]] de [[2001]] no formato de [[DVD]].[http://www.amazon.com/Britney-Spears-Time-Out/dp/B00002ZMNO Time Out with Britney Spears DVD].\n\n== Conte\u00fado do DVD ==\n=== Informa\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas ===\n* [[legendas]] dispon\u00edveis: [[L\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n* [[\u00c1udio]]: Ingl\u00eas, Dolby Digital 5.1\n\n=== V\u00eddeos ===\n* ''Growing Up'' - 08:30 (exibi\u00e7\u00e3o de fotos de fam\u00edlia)\n* ''Recording My First Album'' - 05:12 (Cenas da grava\u00e7\u00e3o do seu primeiro [[\u00e1lbum|disco]])\n* ''[[Making of]] dos Videos'':\n:# ''\"[[...Baby One More Time]]\"'' - 03:56\n:# ''\"[[Sometimes]]\"'' - 03:50\n:# ''\"[[(You Drive Me) Crazy]]\"'' (''The Stop [[Remix]]'') - 03:18\n* ''On the Road''\n* ''Disney Channel in Concert'' (Com a op\u00e7\u00e3o de legenda na tela)\n:# ''[[Born to Make You Happy]]'' - 04:00\n:# ''[[From the Bottom of My Broken Heart]]'' - 04:11\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Britney Spears}}\n{{Portal3|Arte|M\u00fasica}}\n\n[[Categoria:\u00c1lbuns de v\u00eddeo de Britney Spears]]"}]},"88672":{"pageid":88672,"ns":0,"title":"Librizzi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da It\u00e1lia\n |regiao = Sic\u00edlia \n |provincia = Messina \n |nome = Librizzi\n |bandeira = \n |brasao = \n |imagem = \n |lat_deg =38 |lat_min = 6 |lat_sec = |latNS = N\n |lon_deg =14 |lon_min = 57 |lon_sec = |longEW = E\n |coord_t\u00edtulo = s\n |altitude = 501\n |area = 23\n |populacao = 1 871\n |densidade = 81\n |adjacentes = [[Montagnareale]], [[Montalbano Elicona]], [[Patti]], [[San Piero Patti]], [[Sant'Angelo di Brolo]]\n |cap = 98064\n |pref_tel = 0941\n |istat = 083039\n |fical = \n |habitantes = \n |nomepatrono = \n |datapatrono = \n |site = \n}}\n'''Librizzi''' \u00e9 uma [[comuna italiana]] da [[regi\u00e3o da Sic\u00edlia]], [[prov\u00edncia de Messina]], com cerca de 1.871 habitantes. Estende-se por uma \u00e1rea de 23 [[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]], tendo uma [[densidade populacional]] de 81 hab/km\u00b2. Faz fronteira com [[Montagnareale]], [[Montalbano Elicona]], [[Patti]], [[San Piero Patti]], [[Sant'Angelo di Brolo]].{{citar web|url=http://demo.istat.it/pop2011/index.html|t\u00edtulo=Statistiche demografiche ISTAT|autor=|data=|publicado=Dato istat|acessodata=|l\u00edngua2=it}}{{citar web|url=http://demo.istat.it/bil2010/index.html|t\u00edtulo=Popolazione residente al 31 dicembre 2010|autor=|data=|publicado=Dato istat|acessodata=|l\u00edngua2=it}}{{citar web|url=http://dati.istat.it/Index.aspx|t\u00edtulo=[[Istituto Nazionale di Statistica]]|autor=|data=|publicado=Statistiche I.Stat|acessodata=|l\u00edngua2=it}}\n\n==Demografia==\n{{Gr\u00e1fico de evolu\u00e7\u00e3o|1861|1905|1871|2162|1881|2213|1901|2859|1911|3061|1921|2946|1931|2983|1936|3301|1951|3272|1961|2814|1971|2211|1981|2112|1991|2161|2001|1908|2011|1771|\n|t\u00edtulo = Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre [[1861]] e [[2011]]\n|texto = \n|cor_16 = blue\n|notas = '''Fonte''': Istituto Nazionale di Statistica (ISTAT) - Elabora\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica da Wikipedia\n}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geoit}}\n{{Portal3|Geografia|It\u00e1lia}}\n\n{{Comunas da prov\u00edncia de Messina}}\n\n{{DEFAULTSORT:Librizzi}}\n[[Categoria:Comunas de Messina (prov\u00edncia)]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app demo.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Italy.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Sicily.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Italy location map.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Italy looking like the flag.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Map of Metropolitan city of Messina (region Sicily, Italy).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Red pog.svg"}]},"5189163":{"pageid":5189163,"ns":0,"title":"Maur\u00edcio nos Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Contextualizar|data=setembro de 2016}}\n{{Infobox Paralympics Maur\u00edcio\n|jogos=Ver\u00e3o de 2016\n|competidores=2\n|esportes=3\n|bandeira=\n|ouro=\n|prata=\n|bronze=\n|posi\u00e7\u00e3o=\n}}\n\n'''[[Maur\u00edcio]]''' participou dos '''[[Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016]]''', que foram realizados na cidade do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], no [[Brasil]], entre os dias 7 e 18 de setembro de 2016.{{citar web|URL=https://www.rio2016.com/paralimpiadas/mauricio|t\u00edtulo=Pa\u00edses Paral\u00edmpicos|autor=|data=|publicado=Portal Rio 2016|acessodata=8 de setembro de 2016}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Maur\u00edcio nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n\n{{Pa\u00edses nos Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016}}\n{{Portal3|Jogos Paral\u00edmpicos|Eventos multidesportivos|Esporte|Maur\u00edcio}}\n\n[[Categoria:Pa\u00edses nos Jogos Paral\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016|Maur\u00edcio]]\n[[Categoria:Maur\u00edcio nos Jogos Paral\u00edmpicos|2016]]\n[[Categoria:2016 na Maur\u00edcia]]"}]},"1868133":{"pageid":1868133,"ns":0,"title":"Euzko Gaztedi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{em tradu\u00e7\u00e3o}}\n{| border=1 align=right cellpadding=4 cellspacing=0 width=300 style=\"margin: 0 0 1em 1em; background: #f9f9f9; border: 1px #aaa solid; border-collapse: collapse; font-size: 85%;\"\n|+ ''' Euzko Gaztedi ''' \n!align=center colspan=2 style=\"background: #FFFFFF\"|\n|-\n| '''Partido '''\n| Grupo Xuvenil de [[EAJ-PNV]]\n|- style=\"vertical-align: top;\"\n| '''Fundaci\u00f3n'''\n| [[1904]]\n|- style=\"vertical-align: top;\"\n| '''Ideolox\u00eda'''\n| [[Nacionalismo vasco]]\n|- style=\"vertical-align: top;\"\n| '''Europa'''\n| [[Federalismo europeo|Europe\u00edstas]]\n|- style=\"vertical-align: top;\"\n| '''Afiliados'''\n| 3.000\n|- style=\"vertical-align: top;\"\n| '''Web Oficial'''\n| [http://www.euzkogaztedi.org/ www.euzkogaztedi.org]\n|}\n\n'''Euzko Gaztedi-EGI''' (em Idioma basco significa Juventude Force) \u00e9 a ala juvenil do maior partido pol\u00edtico basco, o [[Partido Nacionalista Basco]]. Sua presen\u00e7a est\u00e1 no Pa\u00eds Basco, na Comunidade Aut\u00f3noma Basca, e Navarra, no Norte do Pa\u00eds Basco. Segundo os seus estatutos \u00e9 definida como uma organiza\u00e7\u00e3o basca, democr\u00e1tica, pluralista e participativa, independ\u00eancia e humanista que pretenda alcan\u00e7ar um quadro de respeito pela identidade dos povos e dos direitos humanos.\n\nExistem outras associa\u00e7\u00f5es relacionadas com a EGI como:\n\n*Lurgorri Ikasle Elkartea, estudante sindicato.\n*Gogorregi Konpartsa em Bilbau da festa\n*Gaztetxoak, lazer grupo.\n*Ausartu Euskaraz, grupo cultural, promovendo a l\u00edngua basca\n\n==Antigos membros de EGI==\n\n*[[I\u00f1aki Anasagasti|Anasagasti, I\u00f1aki]]\n*[[Asier Arambarri|Arambarri, Asier]]\n*[[Rikardo Arregi|Arregi, Rikardo]]\n*[[Jose Luis Bilbao|Bilbao, Jose Luis]]\n*[[Leire Caridad|Caridad, Leire]]\n*[[Leire Corrales|Corrales, Leire]]\n*[[Joseba Egibar|Egibar, Joseba]]\n*[[El\u00edas Gallastegi|Gallastegi, El\u00edas]]\n*[[I\u00f1aki Gerenabarrena|Gerenabarrena, I\u00f1aki]]\n*[[Jon Idigoras|Idigoras, Jon]]\n*[[Josu Jon Imaz|Imaz, Josu Jon]]\n*[[I\u00f1igo Urkullu|Urkullu, I\u00f1igo]]\n\n==Relaci\u00f3ns internacionais==\nEGI mant\u00e9n relaci\u00f3ns e contactos con varias organizaci\u00f3ns e partidos doutros pobos de [[Espa\u00f1a]] e doutros pa\u00edses. Entre estas oranizaci\u00f3ns est\u00e1n:\n* Xuventudes do Partido Democr\u00e1ta Europeo ([[EDPY]]-[[JPDE]]), [[Europa]], das que EGI \u00e9 cofundadora.\n* [[JNC]] [[Joventut Nacionalista de Catalunya]], [[Catalu\u00f1a]].\n* [[UdJ]] [[Uni\u00f3 de Joves]], [[Catalu\u00f1a]].\n* [[Galiza Nova]], [[Galiza]].\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.euzkogaztedi.org/ P\u00e1gina oficial] \n\n{{esbo\u00e7o-pol\u00edtica}}\n\n[[Categoria:Nacionalismo basco]]"}]},"3464945":{"pageid":3464945,"ns":0,"title":"Sigoyer","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o|Sigoyer}}\n\n==Localidades==\n{{FRA}}\n*[[Sigoyer (Altos-Alpes)]]\n*[[Sigoyer (Alpes da Alta Proven\u00e7a)]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00f5es de top\u00f4nimos]]"}]},"2428229":{"pageid":2428229,"ns":0,"title":"Elsa Schiaparelli","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|nome =Elsa Schiaparelli\n|imagem =\n|imagem_tamanho =\n|imagem_legenda =\n|nascimento_data ={{dni|lang=br|10|9|1890|si}} \n|nascimento_local=[[Roma]], It\u00e1lia\n|morte_data ={{nowrap|{{morte|lang=br|13|11|1973|10|9|1890}}}}\n|morte_local =[[Paris]], Fran\u00e7a\n|resid\u00eancia =\n|nacionalidade =[[Italianos|Italiana]]\n|ocupa\u00e7\u00e3o =[[Estilista]] \n}}\n'''Elsa Schiaparelli''' ([[Roma]], [[10 de setembro]] de [[1890]] \u2013 [[Paris]], [[13 de novembro]] de [[1973]]) foi uma [[Moda|estilista]] [[It\u00e1lia|italiana]]. \n\n== Biografia ==\nNascida no [[Palazzo Corsini]], Elsa era filha de um decano da [[Universidade de Roma]] e uma autoridade em [[s\u00e2nscrito]]. Era sobrinha de [[Giovanni Schiaparelli]], com o qual passou muito tempo estudando os c\u00e9us. Estudou [[Filosofia]] na Universidade de Roma e nesta \u00e9poca, publicou um livro de [[poesia]] [[erotismo|er\u00f3tica]] que chocou sua conservadora fam\u00edlia. A Fam\u00edlia Schiaparelli a enviou para um [[convento]] at\u00e9 que se declarou em greve de fome. Aos 22 anos aceitou um trabalho em [[Londres]] como bab\u00e1. A viagem a Londres lhe deu sua primeira oportunidade no mundo da moda, ao ser convidada a um baile em [[Paris]].\n\nPassou o in\u00edcio de sua vida de casada nas cidades [[EUA|norteamericanas]] de [[Boston]] e [[Nova York]] e em 1920 mudou-se para Paris. Em 1928 abriu uma loja chamada ''Pour le Sport''. Sua pr\u00f3pria ''[[Maison]]'', viria a ser lan\u00e7ada um ano depois (1929). \n\nContratou [[Artista pl\u00e1stico|artistas pl\u00e1sticos]] e outros criadores famosos para criarem seus acess\u00f3rios e tecidos, como por exemplo o grande pintor [[Salvador Dali]] e [[Jean Cocteau]]. Os movimentos art\u00edsticos do [[cubismo]] e do [[surrealismo]] tiveram influ\u00eancia sobre suas cria\u00e7\u00f5es. Em 1933, introduziu a chamada manga pagode, influenciada pela moda [[Egito|eg\u00edpcia]], e os ombros largos que caracterizariam a moda at\u00e9 o chamado ''[[New Look]]''.\n\nElsa Schiaparelli lan\u00e7ou [[broche]]s [[fosforescente]]s, bot\u00f5es semelhantes a pesos, [[cadeado]]s nos casacos, o [[tingimento]] de peles. Desenvolveu tecidos com estampas de jornal com os quais fazia len\u00e7os e bordava em suas roupas signos do [[zod\u00edaco]]. Criou o tom de rosa que passou a chamar \u201c[[rosa choque]]\u201d.\n\nAo realizar a fus\u00e3o de [[arte]] com moda, Elza Schiaparelli ofereceu as mulheres uma nova op\u00e7\u00e3o de vestir. Durante a [[Segunda Guerra Mundial]] proferiu palestras nos [[EUA|Estados Unidos]] e em 1949 abriu uma loja filial em Nova York. Realizou seu \u00faltimo desfile em 1954, vindo a falecer em 1973.\n\n{{Portal3|Moda|Mulheres}}\n{{Esbo\u00e7o-biografia}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Schiaparelli, Elsa}}\n[[Categoria:Estilistas da It\u00e1lia]]\n[[Categoria:Surrealismo]]"}]},"252339":{"pageid":252339,"ns":0,"title":"Im\u00e9court","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Im\u00e9court\n|regi\u00e3o = Grande Leste\n|departamento = Ardenas\n|\u00e1rea = 8.63\n|altitude = \n|latP = N | latG = 49 | latM = 22 | latS = 0\n|lonP = E | lonG = 4 | lonM = 59 | lonS = 0\n|popula\u00e7\u00e3o = 69\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 08233\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 08240 \n|mapa = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = Eglise Imecourt.jpg\n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Im\u00e9court''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Grande Leste]], no [[Departamentos franceses|departamento]] [[Ardenas]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 8,63 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|08233|8.63}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n{{DEFAULTSORT:Imecourt}}\n[[Categoria:Comunas de Ardenas (departamento)]]"}]},"4872387":{"pageid":4872387,"ns":0,"title":"George Lambert","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/esporte/atleta\n| nome = George Lambert\n| subt\u00edtulo = \n| imagem = \n| tamanho = 200px\n| legenda = \n| nomecompleto = George Lambert\n| apelido =\n| nacionalidade = {{EUAb}} estadunidense\n| data_nascimento = {{nowrap|{{dnibr|1|9|1928|si|lang=br}}}}\n| local_nascimento = [[Hampton (Iowa)|Hampton]], [[Estados Unidos]]\n| data_morte = {{morte|30|1|2012|1|9|1928}}\n| local_morte = [[River Falls]], [[Estados Unidos]]\n| peso = \n| altura = \n| disciplina = [[Pentatlo moderno]], [[Esgrima]]\n| nivel = \n| clube = \n| atividade = \n| medalhas =\n{{MedalCompetition|Jogos Ol\u00edmpicos}}\n{{MedalSilver|[[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1956|Melbourne 1956]]|[[Pentatlo moderno nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1956|Individual]]}}\n{{MedalBronze|[[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1960|Roma 1960]]|[[Pentatlo moderno nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1960|Equipe]]}}\n}}\n'''George Lambert''' ([[Hampton (Iowa)|Hampton]], [[1 de setembro]] de [[1928]] - [[River Falls]], [[30 de janeiro]] de [[2012]]) foi um [[pentatlo moderno|pentatleta]] [[estadunidense]]. \n\n== Carreira ==\nGeorge Lambert representou seu pa\u00eds nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1956|Jogos Ol\u00edmpicos de 1956]] e 1960, na qual conquistou a [[medalha de prata]], por equipes em 1956, e bronze em 1960. {{citar web|URL=http://www.sports-reference.com/olympics/athletes/la/george-lambert-1.html|t\u00edtulo=Biografia, perfil e estat\u00edsticas ol\u00edmpico do(a) atleta no Sports-Reference.com|lingua=ingl\u00eas|autor=|data=|publicado=[[Sports Reference, LLC]]|acessodata=15 de setembro de 2015}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-desportista|Pentatlo Moderno}}\n{{Portal3|Olimp\u00edadas|EUA}}\n\n{{DEFAULTSORT:Lambert, George}}\n[[Categoria:Naturais de Hampton (Iowa)]]\n[[Categoria:Pentatletas ol\u00edmpicos dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Pentatletas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1956]]\n[[Categoria:Pentatletas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1960]]\n[[Categoria:Medalhistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1956]]\n[[Categoria:Medalhistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1960]]\n[[Categoria:Medalhistas ol\u00edmpicos do pentatlo moderno\u200e]]"}]},"2108746":{"pageid":2108746,"ns":0,"title":"Igreja Matriz de Belver","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Igreja de Belver.jpg|thumb|300px|Igreja Matriz de Belver]]\n'''Igreja Matriz de Belver''' \u00e9 uma [[igreja]] dedicada a [[Lista de nomes de Nossa Senhora#Lista dos nomes de Maria|Nossa Senhora da Visita\u00e7\u00e3o]], existente na vila de [[Belver (Gavi\u00e3o)|Belver]], no concelho de [[Gavi\u00e3o (Portugal)|Gavi\u00e3o]], em [[Portugal]]. A sua constru\u00e7\u00e3o data do [[s\u00e9culo XVI]]http://www.belver.org/html/historia.html, tendo, no entanto, sofrido altera\u00e7\u00f5es posterioreshttp://www.jf-belver.pt/mainBase.asp?secao=interesse.\n\nNo seu interior, existe um painel atribu\u00eddo a [[Pedro Alexandrino de Carvalho]] retratando [[Miguel (arcanjo)|S\u00e3o Miguel]] no [[purgat\u00f3rio]], no chamado Altar das Almas. No [[altar-mor]], existe uma outra pintura que n\u00e3o se encontra assinada, admitindo-se, contudo, que seja do mesmo autor.\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Belver]]\n[[Categoria:Igrejas no distrito de Portalegre|Belver]]"}]},"3942970":{"pageid":3942970,"ns":0,"title":"Canoinhas Atl\u00e9tico Clube","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Clube de futebol\n|img = Canoinhas2016.jpg\n|nome = Canoinhas Atl\u00e9tico Clube
Esporte Clube Oper\u00e1rio de Mafra\n|nomeabrev = Canoinhas AC\n|alcunhas = ''CAC''\n|torcedor = \n|mascote = \n|fundadoem = {{Dtlink|16|6|2011|idade}} (''como Esporte Clube Bigua\u00e7u'')\n|extintoem = \n|est\u00e1dio = [[Est\u00e1dio Municipal Benedito Ther\u00e9zio J\u00fanior|Dit\u00e3o]]\t\n|capacidade = 5000\n|local = [[Canoinhas(Santa Catarina)|Canoinhas]], [[Santa Catarina|SC]]\n|presidente = {{BRAb}}\n|treinador = {{BRAb}} Hedmar Eiler\n|material = \n|patrocinio = \n|liga = {{SCc2}}\n|temporada = {{BR-SCb}} [[Campeonato Catarinense de Futebol de 2014 - S\u00e9rie B|S\u00e9rie B SC 2014]]\n|posi\u00e7\u00e3o = 9\u00ba lugar\n|modelo = padr\u00e3o\n|skin1=_canoinhas14h\n|skin_be1= \n|skin_bd1= \n|skin_cal\u00e7\u00e3o1=\n|skin_meia1=\n|bra\u00e7oesquerdo1=005AB4\n|corpo1=005AB4\n|bra\u00e7odireito1=005AB4\n|cal\u00e7\u00f5es1=FFFFFF\n|meias1=FFFFFF\n|skin2=_canoinhas14a\n|skin_be2= \n|skin_bd2= \n|skin_cal\u00e7\u00e3o2= \n|skin_meia2=\n|bra\u00e7oesquerdo2=FFFFFF\n|corpo2=FFFFFF\n|bra\u00e7odireito2=FFFFFF\n|cal\u00e7\u00f5es2=005AB4\n|meias2=005AB4\n}}\n'''Canoinhas Atl\u00e9tico Clube''' foi um clube de futebol [[brasil]]eiro, originalmente sediado em [[Canoinhas]], [[Santa Catarina]]. Participou da Segunda Divis\u00e3o do Campeonato Catarinense em 1987, e voltou anos depois em 2011 com uma parceria com o Esporte Clube Bigua\u00e7u que mudou de nome.\n\nFundado em 16 de junho de 2011, sob o nome de '''Esporte Clube Bigua\u00e7u,''' em seu ano inicial conquistou a Divis\u00e3o de Acesso do Campeonato Catarinense (atual [[Campeonato Catarinense de Futebol - S\u00e9rie C|S\u00e9rie C]]). Em 2012, j\u00e1 na divis\u00e3o de acesso (atual [[Campeonato Catarinense de Futebol - S\u00e9rie B|S\u00e9rie B]]), realizou uma campanha mediana ficando na sexta coloca\u00e7\u00e3o.\n\nEm 2013,\u00a0alegando falta de investimentos da regi\u00e3o, o clube mudou-se para a cidade de [[Canoinhas]], reativando o nome fantasia do extinto Clube Atl\u00e9tico Canoinhasc.{{Citar web|t\u00edtulo = Time de Bigua\u00e7u se transfere para Canoinhas e vai disputar a Segunda Divis\u00e3o do Catarinense|URL = http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/noticia/2013/02/time-de-biguacu-se-transfere-para-canoinhas-e-vai-disputar-a-segunda-divisao-do-catarinense-4036090.html|acessadoem = 2015-06-30}} Na disputa da divis\u00e3o de acesso acabou ficando na 7\u00ba coloca\u00e7\u00e3o. Em 2014, o '''Canoinhas Atl\u00e9tico Clube''', popular CAC, realizou novamente uma p\u00e9ssima campanha ficando nas \u00faltimas posi\u00e7\u00f5es.\n\nUtilizando o mesmo CNPJ do ano de funda\u00e7\u00e3o, em 2015 o CAC muda para a cidade de [[Mafra (Santa Catarina)|Mafra]]{{Citar web|t\u00edtulo = Oper\u00e1rio de Mafra compra direitos federativos do CAC e vai disputar 2\u00aa Divis\u00e3o - Portal de Canoinhas|URL = http://www.portaldecanoinhas.com.br/noticias/14929|obra = www.portaldecanoinhas.com.br|acessadoem = 2015-06-30}} com o apoio do governo municipal e de empres\u00e1rios locais, agora com uma nova raz\u00e3o social, sob o nome de '''Esporte Clube Oper\u00e1rio de Mafra''',{{Citar web|t\u00edtulo = CBF referenda troca de Canoinhas AC para EC Oper\u00e1rio de Mafra {{!}} O Site Oficial do Futebol Catarinense|URL = http://www.fcf.com.br/cbf-referenda-troca-de-canoinhas-ac-para-ec-operario-de-mafra/|obra = www.fcf.com.br|acessadoem = 2015-06-30}} herdando assim a torcida do tradicional [[Sociedade Esportiva e Recreativa Oper\u00e1rios Mafrenses|Clube Atl\u00e9tico Oper\u00e1rio]]. Com essa domina\u00e7\u00e3o, o clube ir\u00e1 disputar o [[Campeonato Catarinense de Futebol - S\u00e9rie B|Campeonato Catarinense - S\u00e9rie B]].\n\n== T\u00edtulos ==\n* [[Campeonato Catarinense de Futebol de 2011 - Divis\u00e3o de Acesso|Divis\u00e3o de Acesso do Campeonato Catarinense - 2011]] ''(como EC Bigua\u00e7u)''\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Futebol]]\n* [[Clubes brasileiros de futebol]]\n\n{{Campeonato catarinense de futebol}}\n{{Portal3|Santa Catarina|Futebol}}\n{{Esbo\u00e7o-timebr}}\n\n{{DEFAULTSORT:Canoinhas Atletico Clube}}\n[[Categoria:Clubes de futebol de Santa Catarina]]\n[[Categoria:Esporte de Canoinhas]]\n[[Categoria:Clubes de futebol fundados em 1980]]"}]},"5612825":{"pageid":5612825,"ns":0,"title":"Viola brasileira","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Instrumento|nome=Viola brasileira|imagem=Brazdaviola.jpg|legenda=Viola caipira com trabalho de marchetaria de Braz Roberto da Costa (Braz da Viola), 2010.|tamanho=250px|som=|classe=cordofone composto|fam\u00edlia=cordofone de m\u00e3o com cordas duplas|extens\u00e3o=|afina\u00e7\u00e3o=vari\u00e1vel|instrumentos=[[viola caipira]], viola angrense ou do litoral, viola branca, [[viola de Queluz]], [[Viola de cocho |viola de cocho]], viola machete, viola de caba\u00e7a, viola de buriti, viola nodestina|m\u00fasicos=|artigos=}}\n\n'''Viola brasileira''' \u00e9 a designa\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica de uma categoria diversificada dos [[Instrumento de cordas|cordofones]] de m\u00e3o com caixa de resson\u00e2ncia (a maioria em forma de 8), bra\u00e7o e ordens duplas de cordas, derivada da fam\u00edlia das violas aristocr\u00e1ticas [[Europa latina|euro-latinas]] dos s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII, recebida no [[Brasil]] ao longo desse per\u00edodo, popularizada no s\u00e9culo XIX (ou talvez antes) e constitu\u00edda por variantes regionais, algumas delas mais r\u00fasticas e outras aparentadas \u00e0s [[violas portuguesas]] do s\u00e9culo XIX. Seu repert\u00f3rio, pelo menos desde o s\u00e9culo XIX, \u00e9 predominantemente de tradi\u00e7\u00e3o oral, por\u00e9m desde o s\u00e9culo XX proliferaram-se m\u00e9todos impressos para o aprendizado das violas e, a partir do in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, somaram-se a essa tradi\u00e7\u00e3o os primeiros cursos superiores de viola brasileira.\n\n== Violas europeias ==\nAs violas europeias que deram origem \u00e0s violas brasileiras foram desenvolvidas na [[Europa latina|Europa Latina]] [[Renascimento|renascentista]] (principalmente na'''\u00a0'''[[Europa latina|Rom\u00e2nia ocidental]] e ainda mais na [[Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica]]), provavelmente a partir de um instrumento medieval de origem latina (a guitarra latina), mas possivelmente tamb\u00e9m a partir de um instrumento de origem \u00e1rabe (a guitarra mourisca). Suas caracter\u00edsticas essenciais s\u00e3o a caixa de resson\u00e2ncia em forma de 8 e fundo plano, o emprego de cordas duplas ou triplas (na \u00e9poca denominadas ordens) e a execu\u00e7\u00e3o com os dedos, nas vers\u00f5es ponteado e rasqueado.ALMEIDA, Renato Teixeira. Viola de dez cordas: entre a tradi\u00e7\u00e3o e a contemporaneidade. Disserta\u00e7\u00e3o (mestrado) - Escola de M\u00fasica da Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2013. 122p.[http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/AAGS-9G3H4H]CORR\u00caA, Roberto Nunes: Viola caipira: das pr\u00e1ticas populares \u00e0 escritura da arte. Tese (doutorado) - Escola de Comunica\u00e7\u00e3o e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo. S\u00e3o Paulo, 2014. 283p.[http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27157/tde-22092015-112350/pt-br.php]{{citar livro|url=http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-15052009-140811/pt-br.php|t\u00edtulo=A viola con anima: uma constru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica. Tese (doutorado)|ultimo=NOGUEIRA|primeiro=Gisela Gomes Pupo|editora=Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo|ano=2008|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1ginas=233|acessodata=}} A estrutura e a forma das violas n\u00e3o deve ser confundida com a dos [[ala\u00fade]]s, diretamente relacionados ao [[Oud|ud \u00e1rabe]] ([[Oud|\u0639\u0648\u062f]]), ainda que, no renascimento, tenha havido afina\u00e7\u00f5es e t\u00e9cnicas de execu\u00e7\u00e3o comum entre algumas [[Viola de m\u00e3o (Vihuela)|violas]] e [[ala\u00fade]]s.{{citar livro|t\u00edtulo=Guitars: Music, History, Construction and Players From the Renaissance to Rock|ultimo=EVANS|primeiro=Tom|ultimo2=EVANS|primeiro2=Mary|editora=Paddington Press|ano=1977|local=New York, London|p\u00e1ginas=479|acessodata=}}\n\nAs violas de m\u00e3o foram denominadas, no s\u00e9culo XVI, a partir de duas ra\u00edzes etimol\u00f3gicas: 1) do [[Occitano proven\u00e7al|proven\u00e7al]] ''violla'' ou, segundo alguns autores, do [[latim]] ''fidicula'', palavras que designam instrumento gen\u00e9rico de cordas (dedilhadas ou friccionadas) e geralmente usadas nos instrumentos de maior tamanho; 2) do [[Grego \u00e1tico|grego]] ''kithara'' ou do [[latim]] ''chitara'', que tamb\u00e9m indicam instrumento de cordas, por\u00e9m geralmente aplicada a instrumentos de tamanho menor e tocados com dedos ou plectros. Nesse per\u00edodo, os instrumentos de tamanho maior (em torno de 6 ordens) foram denominados ''[[Viola de m\u00e3o (Vihuela)|vihuela]]'' na [[Espanha]] e ''viola'' em [[Portugal]], enquanto os de tamanho menor (em torno de 4 ordens) eram chamados ''guitarra'' na Espanha, mas provavelmente mantiveram o nome ''viola'' em Portugal. Nos s\u00e9culos XVII e XVIII circularam guitarras de 5 ordens em toda a [[Europa latina|Europa Latina]], com algumas varia\u00e7\u00f5es nacionais ou locais e, no atual ambiente da m\u00fasica de concerto, denominadas guitarras barrocas.\n\n[[Ficheiro:El maestro - orfeo.jpg|miniaturadaimagem|[[Viola de m\u00e3o (Vihuela)|Viola de m\u00e3o]] (vihuela) representada na capa do ''El Maestro'' (1536), de [[Luis de Mil\u00e1n|Luis Mil\u00e1n]].]]\n[[Ficheiro:Guitarra_espa\u00f1ola_(16th_century_guitar)_-_MIM_PHX.jpg|miniaturadaimagem|Viola de 5 ordens por Belchior Dias ([[Lisboa]], 1581). [[Royal College of Music]], [[Londres]].]]\n[[Ficheiro:Tom\u00e1s Yepes-Hiepes (c.1595-1674).jpg|miniaturadaimagem|Natureza morta com viola, por Tom\u00e1s Yepes/Hiepes ([[Val\u00eancia]], c.1595-1674).]]\n[[Ficheiro:Instrucci\u00f2n de M\u00f9sica sobre la Guitarra Espa\u00f1ola - Passacalles.jpg|miniaturadaimagem|[[Tablatura]] para viola (guitarra espanhola) da ''Instrucci\u00f2n de M\u00f9sica sobre la Guitarra Espa\u00f1ola'' (1674) de [[Gaspar Sanz]]]]\n\n== Violas portuguesas ==\n\n{| class=\"toccolours\" width=\"300\" style=\"float:right; margin-left: 1em; background:#F4F4F4\" border=\"0\"\n|'''Cita\u00e7\u00e3o:'''\n\u201c''E o oficial do dito of\u00edcio, que tenda houver de ter, far\u00e1 uma viola de seis ordens, de costilhas de pau preto ou vermelho laurada de fogo muito bem moldada e laurada, tamp\u00e3o e fundo de duas metades, junta pelo meio muito bem feita e marchetada com um marchete de oito e outro de quatro muito bem feitos, e pelo pesco\u00e7o arriba levar\u00e1 um r\u00f3tulo ou uma trena com umas encaixaduras com seus remates e ser\u00e1 grudada com grude de peixe, fundo e tamp\u00e3o, e ser\u00e1 forrada por dentro com forros de pano. Far\u00e1 um la\u00e7o de talha fundo ou raso muito bem feito. Regrar\u00e1 muito bem a dita viola e a limpar\u00e1 e por esta maneira ser\u00e1 acabada. Encordoar\u00e1 a dita viola muito bem segundo pertencer ao tamanho dela, e apontar\u00e1 e afinar\u00e1 de maneira que possam nela tanger. Far\u00e1 um tabuleiro de xadrez e t\u00e1buas acostumado muito bem desempenado que seja para passar com as casas do tabuleiro muito bem assentadas. Far\u00e1 uma harpa do tamanho que quiserem bem laurada e bem junta e bem grudada com grude de peixe e de bom compasso das cordas que n\u00e3o v\u00e3o umas mais largas que outras. Far\u00e1 uma viola de arco tiple ou contrabaixa qual quiserem laurada de fogo e do tamp\u00e3o cavado de muito boa grossura toda igual e da regra que venha conforme ao cavalete que n\u00e3o seja muito alto nem muito baixo. Mandam que os violeiros que tenda houverem que fa\u00e7am as violas de seis ordens de duas costilhas, e sejam forradas com pi\u00f5es ou len\u00e7os, e os la\u00e7os delas de talha ser\u00e3o de folha, e se os quiserem fazer no tamp\u00e3o dela sejam forrados de pergaminho.''\u201d\n\n'''Regimento dos violeiros\u00a0(1572)'''{{citar peri\u00f3dico|ultimo=MORAIS|primeiro=Manuel|data=2008|titulo=A viola de m\u00e3o em Portugal (c.1450-1789)|url=https://ifc.dpz.es/recursos/publicaciones/23/97/_ebook.pdf|jornal=Nassarre: Revista Aragonesa de Musicolog\u00eda, Zaragoza|volume=n.22, p.393-462|via=}}\n|}\n\nAl\u00e9m das ricas fontes espanholas de repert\u00f3rio para [[Viola de m\u00e3o (Vihuela)|vihuela]] do s\u00e9culo XVI, existem comp\u00eandios (te\u00f3ricos e/ou pr\u00e1ticos) ib\u00e9ricos para viola de m\u00e3o publicados no s\u00e9culo XVII, como o ''Nuevo modo de cifra para ta\u00f1er la guitarra'', do portugu\u00eas [[Nicolau Dias de Velasco]] (1640),{{citar livro|url=http://bdh.bne.es/bnesearch/detalle/bdh0000160011|titulo=Nuevo Modo de Cifra Para Ta\u00f1er La Guitarra|ultimo=Velasco|primeiro=Nicolao Doizi|editora=Egidio Longo|ano=1640|local=N\u00e1poles}} e a ''Instrucci\u00f3n de m\u00fasica sobre la guitarra espa\u00f1ola'', do espanhol [[Gaspar Sanz]].{{Citar web|url=http://bdh.bne.es/bnesearch/CompleteSearch.do?languageView=es&field=todos&text=gaspar+sanz&showYearItems=&exact=on&textH=&advanced=false&completeText=&pageSize=1&pageSizeAbrv=30&pageNumber=10|titulo=Instruccion de musica sobre la guitarra espa\u00f1ola y metodo de sus primeros rudimentos, hasta ta\u00f1erla con destreza : con dos laberintos ingeniosos, variedad de sones y dances de rasgueado ... ; con un breue Tratado para acompa\u00f1ar con perfecci\u00f3n, sobre la parte muy essencial para la Guitarra, Arpa, y Organo, resumido en doze reglas, ... compuesto por el licenciado Gaspar Sanz, aragones, ... - Sanz, Gaspar (1640-1710) - M\u00fasica impresa - 1674|acessodata=2017-12-19|obra=bdh.bne.es}} Importantes fontes portuguesas de repert\u00f3rio da transi\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XVII para o XVIII s\u00e3o o C\u00f3dice da [[Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian]], o C\u00f3dice da [[Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra]] e o C\u00f3dice da [[Biblioteca Nacional de Portugal|Biblioteca Nacional de Lisboa]] (tamb\u00e9m conhecido como o C\u00f3dice do [[Conde de Redondo]]), al\u00e9m da ''Nova arte de viola'' de Manuel da Paix\u00e3o Ribeiro (1798), j\u00e1 contempor\u00e2nea do ''Estudo de guitarra'' de Ant\u00f4nio da Silva Leite (1796), este dedicado \u00e0 [[guitarra portuguesa]]. De acordo com Rog\u00e9rio Budasz, os c\u00f3dices do s\u00e9culo XVII da [[Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian]] e da [[Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra]] possuem principalmente ''fantasias'' e ''roj\u00f5es'' (passacalhes), incluindo poss\u00edveis obras de origem afro-brasileira, enquanto o C\u00f3dice do Conde de Redondo, da segunda ou terceira d\u00e9cada do s\u00e9culo XVIII, enfatiza ''marchas'' e ''minuetos''. Paix\u00e3o Ribeiro, por outro lado, apresenta apenas ''minuetos'' e ''modinhas'', enquanto Ant\u00f4nio da Silva Leite imprime exclusivamente ''minuetos'', ''marchas'', ''alegros'' e ''contradan\u00e7as''.{{citar livro|t\u00edtulo=\u201cThe Five-Course Guitar (Viola) in Portugal and Brazil in the Late Seventeenth and Early Eighteenth Centuries\u201d|ultimo=BUDASZ|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Tese (Doutoramento) - Faculty of the Graduate School / University of Southern California|ano=2001|local=Los Angeles.|p\u00e1ginas=403|acessodata=}}\n\nQuanto \u00e0s particularidades organol\u00f3gicas das violas portuguesas dos s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII, principalmente estudadas por [[Manuel Morais]], existem importantes documentos portugueses e espanh\u00f3is dos s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII, sendo estes os portugueses:\n\n\u2666 ''Regimento dos violeiros'', parte do ''Regimento dos oficiais mec\u00e2nicos da mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa'' (1572)\n\n\u2666 ''Regimento dos que fazem cordas de violas'' (1615)\n\n\u2666 ''Acrescentamento do regimento do of\u00edcio de violeiro'' (1712)\n\n\u2666 ''Factura da viola de m\u00e3o que em Espanha chamam guitarra'', de Jo\u00e3o Vaz Barradas Muito P\u00e3o e Morato (1762)\n\n\u2666 ''Nova arte de viola'' de Manoel da Paix\u00e3o Ribeiro (1789){{Citar web|url=http://purl.pt/168|titulo=Nova arte de viola que ensina a tocalla com fundamento sem mestre..., Coimbra, 1789 - Biblioteca Nacional Digital|acessodata=2017-12-12|obra=purl.pt}}{{citar livro|t\u00edtulo=Nova arte de viola: contextualiza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e an\u00e1lise cr\u00edtica de um tratado setecentista. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado)|ultimo=RUAS J\u00daNIOR|primeiro=Jos\u00e9 Jarbas Pinheiro|editora=UFRJ|ano=2013|local=Rio de Janeiro|p\u00e1ginas=144|acessodata=}}[http://www.anppom.com.br/congressos/index.php/24anppom/SaoPaulo2014/paper/viewFile/3157/862 RUAS J\u00daNIOR, Jos\u00e9 Jarbas Pinheiro. Nova arte de viola: analise cr\u00edtica de um tratado setecentista. XXIV CONGRESSO DA ANPPOM, S\u00e3o Paulo, 24-29 ago. 2014. S\u00e3o Paulo, ANPPOM e Instituto de Artes da UNESP, 2014.]\n\n\u2666 ''Estudo de guitarra'' de Antonio da Silva Leite (1796).{{Citar web|url=http://purl.pt/165|titulo=Estudo de guitarra, em que se expoem o meio mais facil para aprender a tocar este instrumento..., Porto, 1796 - Biblioteca Nacional Digital|acessodata=2017-12-12|obra=purl.pt}}\n\nEm [[Portugal]] esse tipo de instrumento seguiu at\u00e9 hoje denominado [[Violas portuguesas|viola]], pois nesse pa\u00eds o termo [[Guitarra portuguesa|guitarra]] designa um instrumento distinto, na origem, forma, repert\u00f3rio e t\u00e9cnica de execu\u00e7\u00e3o. Nos s\u00e9culos XVII e XVIII foram comuns as [[violas portuguesas]] de 5 e 6 ordens duplas, por\u00e9m no final do s\u00e9culo XVIII surgiu a viola com duas ordens triplas e tr\u00eas ordens duplas, descrita por Manuel da Paix\u00e3o Ribeiro em 1798, instrumento que utilizava cordas de metal (na \u00e9poca denominadas \"de arame\") ou de tripa.\n\nNos s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII, as violas e guitarras ib\u00e9ricas foram principalmente cultivadas pela aristocracia, a julgar por descri\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e iconogr\u00e1ficas e por fontes organol\u00f3gicas, e somente na transi\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XVIII para o s\u00e9culo XIX, come\u00e7aram a se popularizar, quando o [[Guitarra cl\u00e1ssica|viol\u00e3o]] de 6 cordas simples (em Portugal denominado ''viola francesa'') passou a ser o principal cordofone de m\u00e3o usado pela elite lusitana. At\u00e9 o s\u00e9culo XVIII a principal forma de representa\u00e7\u00e3o e leitura musical era feita por meio de [[tablatura]]s num\u00e9ricas (tanto para notas ponteadas quanto para acordes rasqueados), por\u00e9m o cultivo popular das violas, a partir do s\u00e9culo XIX deu lugar \u00e0 transmiss\u00e3o da m\u00fasica preferencialmente pela mem\u00f3ria.\n\nAs violas portuguesas de 5 e 6 ordens duplas ou triplas desdobraram-se no s\u00e9culo XX em diferentes tipos, sendo os principais a ''viola amarantina'', a ''viola beiroa'', a ''viola braguesa'', a ''viola campani\u00e7a'', a ''viola toeira'' e a ''viola de arame'' (esta nas variedades ''madeirense'', ''micaelense'' e ''terceirense'').{{citar livro|t\u00edtulo=Instrumentos Musicais Populares Portugueses|ultimo=OLIVEIRA|primeiro=Ernesto Veiga de|editora=Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian|ano=1982|local=Lisboa|p\u00e1ginas=|acessodata=}}{{citar livro|t\u00edtulo=Cantando a pr\u00f3pria hist\u00f3ria: m\u00fasica caipira e enraizamento; pref\u00e1cio de Alfredo Bosi|ultimo=VILELA|primeiro=Ivan|editora=EDUSP|ano=2013|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1ginas=328|acessodata=}}\n\n==Recep\u00e7\u00e3o da viola no Brasil ==\n\nA recep\u00e7\u00e3o da viola no Brasil ocorreu ao longo dos s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII, com a imigra\u00e7\u00e3o principalmente de portugueses e espanh\u00f3is (estes numerosos no per\u00edodo da [[Uni\u00e3o Ib\u00e9rica]], entre 1580-1640). Sendo as violas, naquela \u00e9poca, instrumentos de uso urbano, sua difus\u00e3o iniciou-se nas vilas mais ricas da costa brasileira, como [[Salvador (Bahia)|Salvador]], [[Recife]], [[Olinda]], [[S\u00e3o Lu\u00eds (Maranh\u00e3o)|S\u00e3o Lu\u00eds]], [[Bel\u00e9m (Par\u00e1)|Bel\u00e9m]] e [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], por\u00e9m j\u00e1 em in\u00edcios do s\u00e9culo XVII est\u00e1 documentada em [[S\u00e3o Paulo (cidade)|S\u00e3o Paulo]] e localidades pr\u00f3ximas.{{citar livro|url=https://archive.org/details/FontesBibliograficasParaAPesquisaDaPraticaMusicalNoBrasilNosSeculos|t\u00edtulo=Fontes bibliogr\u00e1ficas para a pesquisa da pr\u00e1tica musical no Brasil nos s\u00e9culos XVI e XVII. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado)|ultimo=CASTAGNA|primeiro=Paulo|editora=Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da USP|ano=1991|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1ginas=3v.|acessodata=19 dez. 2016}}\n\nA refer\u00eancia mais antiga ao uso da viola e instrumentos correlatos no Brasil, embora indireta, est\u00e1 na carta de 26 de junho de 1578 do ingl\u00eas John Whithall (radicado na [[Santos|Vila de Santos]] - [[Capitania de S\u00e3o Vicente]]), para o comerciante Richard Staper em [[Londres]]. Destinada a tentar estabelecer um com\u00e9rcio regular com a Inglaterra e publicada em [[Londres]] em 1600, a carta solicitava o envio, para a [[Santos|Vila de Santos]], de \u201cFoure mases of gitterne strings\u201d, o que pode ser traduzido como \u201cquatro ma\u00e7os de cordas de guitarra\u201d.HAKLUYT, Richard. ''The principall navigations''. The third volume. London: George Bishop, Ralfe Newberie, and Robert Barker, 1600. A solicita\u00e7\u00e3o demonstra que instrumentos de cordas dedilhadas j\u00e1 estavam em uso na [[Santos|Vila de Santos]], para estimular a proposta de importa\u00e7\u00e3o de cordas, j\u00e1 em 1578.[http://objdigital.bn.br/acervo_digital/anais/anais_126_2006.pdf HUE, Sheila Moura. Ingleses no Brasil: relatos de viagem 1526-1608. ''Anais da Biblioteca Nacional'', Rio de Janeiro, v.126, p.7-68, 2006.]\n\nOs relatos jesu\u00edticos participaram da primeira fase de documenta\u00e7\u00e3o da recep\u00e7\u00e3o das violas no Brasil. Os primeiros relatos jesu\u00edticos que mencionam instrumentos denominados \u201cviola\u201d est\u00e3o nas cartas de [[Jos\u00e9 de Anchieta]] datadas de 19 de janeiro de 1584 e de 27 de dezembro do mesmo ano. O jesu\u00edta [[Fern\u00e3o Cardim]], na \u201cInforma\u00e7\u00e3o da Miss\u00e3o do P. Crist\u00f3v\u00e3o Gouveia \u00e0s partes do Brasil\u201d, de 16 de outubro de 1585, afirma ter assistido, no [[Vit\u00f3ria (Esp\u00edrito Santo)|Esp\u00edrito Santo]] em junho de 1583, dan\u00e7as de meninos ind\u00edgenas \u201cao som da viola, pandeiro e tamboril e frauta\u201d. Fern\u00e3o Cardim tamb\u00e9m deixou o interessante relato sobre as aldeias ind\u00edgenas do Esp\u00edrito Santo, Santo Ant\u00f4nio e S\u00e3o Jo\u00e3o em janeiro de 1584: \u201cEm todas estas tr\u00eas aldeias h\u00e1 escola de ler e escrever, aonde os padres ensinam os meninos \u00edndios; e alguns mais h\u00e1beis tamb\u00e9m ensinam a contar, cantar e tanger; tudo tomam bem, e h\u00e1 j\u00e1 muitos que tangem frautas, violas, cravos, e oficiam missas em canto d\u2019\u00f3rg\u00e3o, cousas que os pais estimam muito.\u201d O jesu\u00edta Francisco Soares ressaltou, em c.1590, as habilidades musicais dos meninos ind\u00edgenas nas aldeias do Brasil: \u201calguns tangem e dan\u00e7am, a saber, viola, flautas 7 juntas, cravo e \u00f3rg\u00e3os e o que lhes ensinam tudo tomam\u201d.\n\nPor outro lado, tais relatos n\u00e3o explicitam se as referidas violas s\u00e3o de m\u00e3o ou de arco: [[Jo\u00e3o Felipe Bettendorff|Jo\u00e3o Felipe Bettendorf]] em um manuscrito de 25 de maio de 1698, informa que, entre 1690 e 1692 o padre Diogo da Costa, no Col\u00e9gio de [[S\u00e3o Lu\u00eds (Maranh\u00e3o)|S\u00e3o Lu\u00eds]] (MA) \u201csabia cantar e tocar admiravelmente bem a viola, ensinou os rapazes a cantarem e tocarem\u201d, informa\u00e7\u00e3o que pode se referir tanto a uma viola de m\u00e3o quanto a uma viola de arco, pois em 1695 o mesmo recebeu, em uma aldeia do Maranh\u00e3o, \u201cos dom\u00e9sticos de Diogo Pereira, que eram os meus m\u00fasicos, e acompanhavam canto com suas rabecas e violas, que toavam com muita des\u00adtreza, e sobre todos ele Manoel Pereira, filho morgado de Diogo Pereira\u201d. Em aldeias ind\u00edgenas do [[Rio S\u00e3o Francisco]], entre 1671-1686, quando l\u00e1 esteve o padre Martin de Nantes, este informou, no livro ''Relation succinte et sincere de la mission du pere Martin de Nantes'' ([[Quimper]], c.1707), que presenciou casamentos, nos quais \u201cEncontra-se sempre, nessas ocasi\u00f5es, bom n\u00famero de portugueses, que trazem violas e rabecas para a solenidade, cantam motetos e d\u00e3o, eles pr\u00f3prios, muitos tiros de espin\u00adgarda, para que haja maior regozijo\u201d. A representa\u00e7\u00e3o de uma viola de m\u00e3o no teto da sacristia do [[Convento de Santo Ant\u00f4nio (Igarassu)|Convento de Santo Ant\u00f4nio de Igarassu]] ([[Pernambuco|PE]]), al\u00e9m da exist\u00eancia de uma vihuela de c.1600 na igreja da Companhia de Jesus em [[Quito]] ([[Equador]]),{{Citar web|url=http://www.vihuelademano.com/quito/quito-vihuela.htm|titulo=The Quito vihuela|acessodata=2017-12-29|obra=www.vihuelademano.com}} que provavelmente pertenceu a Santa Mariana de Jesus, indicam a utiliza\u00e7\u00e3o religiosa da viola de m\u00e3o naquele per\u00edodo.\n[[Ficheiro:Viola Igarassu.jpg|miniaturadaimagem|Anjo tocando viola, pintura do final do s\u00e9culo XVII ou in\u00edcio do s\u00e9culo XVIII no teto da sacristia do [[Convento de Santo Ant\u00f4nio (Igarassu)|Convento de Santo Ant\u00f4nio de Igarassu]] ([[Pernambuco|PE]]).\u00a0 \u00a0\u00a0]]\nEm fun\u00e7\u00e3o da perda de grande parte da documenta\u00e7\u00e3o administrativa brasileira do [[Coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil|per\u00edodo colonial]], ao lado da profus\u00e3o de cartas e relat\u00f3rios produzidos e preservados pelos [[Companhia de Jesus|jesu\u00edtas]] (v\u00e1rias das quais mencionam o uso da viola), surgiu entre os antigos historiadores da m\u00fasica brasileira a vers\u00e3o incorreta de que a viola havia sido introduzida na [[Coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa da Am\u00e9rica|Am\u00e9rica Portuguesa]] por esses religiosos no final do s\u00e9culo XVI,{{citar livro|t\u00edtulo=Comp\u00eandio de hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira|ultimo=ALMEIDA|primeiro=Renato|editora=F. Briguiet & CIA Editores|ano=1948|local=Rio de Janeiro|p\u00e1ginas=183|acessodata=}} por\u00e9m a documenta\u00e7\u00e3o do per\u00edodo demonstra que a viola j\u00e1 estava em pleno uso nos ambientes laicos e urbanos brasileiros desse per\u00edodo, sem conex\u00e3o direta com o trabalho jesu\u00edtico,{{citar livro|url=http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/CAMP_99f4bcbfac75699498e5ffb43169706b|t\u00edtulo=Uma hist\u00f3ria de cantares de Sion na terra dos brasis: a m\u00fasica na atua\u00e7\u00e3o dos jesu\u00edtas na Am\u00e9rica Portuguesa (1549-1759). Tese (Doutoramento)|ultimo=HOLLER|primeiro=Marcos|editora=Instituto de Artes da Unicamp|ano=2006|local=Campinas|p\u00e1ginas=3v.|acessodata=19 dez. 2017}} como se observa, entre outros, nos invent\u00e1rios e testamentos paulistas do s\u00e9culo XVII at\u00e9 agora publicados:INVENT\u00c1RIOS e Testamentos, S\u00e3o Paulo, Departamento do Arquivo do Estado de S\u00e3o Paulo e Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o, 1920-1977. 44v.\n\n[[Ficheiro:Stradavarius_Guitar,_violin,_mandolin_and_case,_National_Music_Museum,_Vermillion.jpg|miniaturadaimagem|Viola (1700), violino, bandolim e sua caixa, por [[Antonio Stradivari]].]]\n[[Ficheiro:Chitarra Spagnola.jpg|miniaturadaimagem|\"Chitarra Spagnola\", do Gabinetto Armonico pieno d'istromenti sonori (1722) de Filippo Bonanni (1638-1723).]]\n\n{| class=\"wikitable\"\n|+\nInstrumentos musicais citados nos invent\u00e1rios e testamentos paulistas (1604-1700)\n!'''Instrumento'''\n!'''Propriet\u00e1rio\u00a0'''\n!'''Documento\u00a0'''\n!'''Local\u00a0'''\n!'''Data'''\n!'''Valor'''\n|-\n|''Pandeiro''\n|Manuel Chaves\n|Invent\u00e1rio\n|S\u00e3o Paulo\n|04/10/1604\n|$160\n|-\n|''Viola''\n|M\u00e9cia Roiz\n|Invent\u00e1rio\n|S\u00e3o Paulo\n|entre 01/08/1605 e 04/02/1606\n|$320\n|-\n|''Viola / guitarra''\n|Paula Fernandes\n|Invent\u00e1rio\n|S\u00e3o Paulo\n|19/09/1614\n|$640\n|-\n|''C\u00edtara''\n|Francisco Ribeiro\n|Invent\u00e1rio\n|S\u00e3o Paulo\n|22/08/1615\n|1$280\n|-\n|''Viola''\n|Jo\u00e3o do Prado\n|Invent\u00e1rio\n|S\u00e3o Paulo\n|23/09/1615\n|1$280\n|-\n|''Viola''\n|Balthazar Nunes\n|Invent\u00e1rio\n|S\u00e3o Paulo\n|?/06/1623\n|1$280\n|-\n|''C\u00edtara''\n|Francisco Le\u00e3o\n|Invent\u00e1rio\n|Parna\u00edba\n|19/02/1632\n|$480\n|-\n|''Harpa''\n|Sim\u00e3o da Mota Requeixo\n|Invent\u00e1rio\n|S\u00e3o Paulo\n|?/03/1650\n|6$000\n|-\n|''Viola''\n|Leonardo do Couto\n|Invent\u00e1rio\n|Parna\u00edba\n|03/08/1650\n|$320\n|-\n|''Viola''\n|Sebasti\u00e3o Paes de Barros\n|Invent\u00e1rio\n|Parna\u00edba\n|24/12/1688\n|2$000\n|-\n|''Harpa''\n|Sebasti\u00e3o Paes de Barros\n|Invent\u00e1rio\n|Parna\u00edba\n|24/12/1688\n|$160\n|-\n|''Violas''\n|Afonso Dias de Macedo\n|Testamento\n|Itu\n|20/03/1700\n| -\n|-\n|-\n|}\n\n{| class=\"wikitable toccolours\" width=\"180\" style=\"float:right; margin-left: 1em; background:#F4F4F4\" border=\"0\"\n|+'''[[Greg\u00f3rio de Matos]] (1636-1696)''' '''''Romance'''''\n|''Um cruzado pede o homem,''\n\n''Anica, pelos sapatos,''\n\n''mas eu ponho isso \u00e0 viola''\n\n''na postura do cruzado:''\n\n
\n''Diz, que s\u00e3o de sete pontos,''\n\n''mas como eu tanjo rasgado''\n\n''nem nesses pontos me meto,''\n\n''nem me tiro desses trastos.''\n\n
\n''Indo assim se eu n\u00e3o soubera''\n\n''o como tens trastejado''\n\n''na banza dos meus sentidos''\n\n''pondo-me a viola em cacos:''\n\n
\n''O cruzado pagaria,''\n\n''j\u00e1 que fui t\u00e3o desgra\u00e7ado,''\n\n''que buli co\u2019a escaravelha,''\n\n''e toquei sobre o buraco.''\n\n
\n''Por\u00e9m como j\u00e1 conhe\u00e7o''\n\n''que o teu instrumento \u00e9 baixo,''\n\n''e s\u00e3o t\u00e3o falsas as cordas,''\n\n''que quebram a cada passo:''\n\n
\n''N\u00e3o te rasgo, nem ponteio,''\n\n''n\u00e3o te ato nem desato,''\n\n''que pelo tom, que me tanges,''\n\n''pelo mesmo tom te dan\u00e7o.''\n\n
\n''Busca a outros temperilhos,''\n\n''que eu j\u00e1 estou destemperado,''\n\n''estou para me rasgar,''\n\n''minhas cousas cachimbando.''\n|}\n\nEntre os 6 instrumentos relacionados \u00e0s violas e registrados nos invent\u00e1rios paulistas at\u00e9 agora impressos, seus valores sugerem duas categorias de instrumentos: os grandes (e portanto mais caros) e os menores e mais baratos. Esses documentos fornecem algumas informa\u00e7\u00f5es adicionais: a viola de Jo\u00e3o do Prado (1615) possu\u00eda \"oito tastos de cordas\", ou seja, oito trastes de cordas enroladas no bra\u00e7o (situa\u00e7\u00e3o usual para esse instrumento nessa \u00e9poca), enquanto a viola de Baltazar Nunes (1623) possu\u00eda \"seis cordas\" (provavelmente duplas); as violas de Afonso Dias de Macedo (1700) eram de \"pinho do reino\", o que indica que foram provavelmente constru\u00eddas em [[Portugal]]. De fato, segundo a \u201cPauta da d\u00edzima da Alf\u00e2ndega da Vila de [[Santos]] pela do [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]]\u201d, de 1739,PAUTA da dizima da Alf\u00e2ndega da Villa de Santos pela do Rio de Janeiro anno 1739. ''Documentos Interessantes para a Hist\u00f3ria e Costumes de S\u00e3o Paulo'', S\u00e3o Paulo, v.45, 1924, p.133-175.\u00a0 entravam frequentemente no [[Brasil]] violas feitas em [[Portugal]], sendo seus valores, nesse ano, os seguintes:\n\n\u2666 ''Violas comuns - a d\u00fazia 6$000''\n\n\u2666 ''Violas marchetadas - cada uma $800''\n\n\u2666 ''Violas pequenas - a d\u00fazia 1$800''\n\n\u2666 ''Cordas de viola - o ma\u00e7o $500''\n\nSomente em 1796 entraram no [[Maranh\u00e3o]] 1123 violas a $600 r\u00e9is e 389 violas pequenas a $300 r\u00e9is origin\u00e1rias de [[Portugal]], o que revela a intensidade da recep\u00e7\u00e3o desse instrumento no Brasil colonial.\n\nTais informa\u00e7\u00f5es indicam a primeira grande via receptiva das violas no Brasil, constitu\u00edda pela transfer\u00eancia de exemplares acabados, seja como bagagem, seja como produto importado. A segunda grande via, j\u00e1 comprovada no caso do violeiro portugu\u00eas [[Domingos Ferreira]], falecido em [[Ouro Preto|Vila Rica]] em 1771, consistiu na constru\u00e7\u00e3o de violas, em territ\u00f3rio brasileiro, a partir de modelos europeus (especialmente portugueses). A terceira grande via, cuja investiga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica \u00e9 mais dif\u00edcil, em fun\u00e7\u00e3o da raridade de informa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e documentos organol\u00f3gicos, mas cuja exist\u00eancia \u00e9 facilmente demonstr\u00e1vel a partir do estudo dos tipos atuais, foi a difus\u00e3o de variantes locais mais ou menos distantes dos modelos europeus, como a [[viola de cocho]], a viola de caba\u00e7a, a viola din\u00e2mica e v\u00e1rias outras, variantes nas quais existem caracter\u00edsticas simultaneamente europeias e brasileiras.\n\nA recep\u00e7\u00e3o das violas no Brasil, pelas tr\u00eas grandes vias acima descritas, ocorreu tanto a partir dos modelos aristocr\u00e1ticos durante o per\u00edodo colonial (s\u00e9culos XVI, XVII e XVIII), quando a partir dos modelos populares portugueses ao longo dos s\u00e9culos XIX e XX, como \u00e9 demonstr\u00e1vel no caso das [[Viola de Queluz|violas\u00a0de Queluz]], produzidas \u00a0entre o final do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX\u00a0pelas fam\u00edlias Meirelles e Salgado na cidade de [[Conselheiro Lafaiete|Queluz]] (atual [[Conselheiro Lafaiete]] - MG), a partir das violas toeiras, de Portugal. A representa\u00e7\u00e3o de instrumentos musicais em gravuras de [[Jean-Baptiste Debret|Debret]] e [[Johann Moritz Rugendas|Rugendas]] demonstra a variedade dos cordofones dedilhados que estavam em uso no Brasil, j\u00e1 na primeira metade do s\u00e9culo XIX, incluindo instrumentos de corpo piriforme.[https://www.revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/33248 CASTRO, Renato Moreira Varoni de. Musical iconography by travel artists in nineteenth century Brazil. ''Visualidades'', Goi\u00e2nia v.13 n.1 p. 10-39, jan.-jun. 2015.]\n\nTais processos produziram grande diversidade nos tipos de violas brasileiras, cujo estudo acad\u00eamico ainda est\u00e1 em fase inicial.\n\n==Antigos int\u00e9rpretes de viola no Brasil ==\n\n[[Ficheiro:Violeiro_de_Diamantina_por_Paulo_Castagna.jpg|miniaturadaimagem|392x392px|Tangedor de viola, em pintura do s\u00e9culo XVIII em teto residencial de [[Diamantina]] (MG), exposta no [[Museu Regional de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei]] (MG). ]]\n[[Ficheiro:Joaquim_Candido_Guillobel.jpg|miniaturadaimagem|[[Joaquim C\u00e2ndido Guilhobel|Joaquim C\u00e2ndido Guillobel]]\u00a0- ''Festa do Divino'' ([[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], 1812-1816).|300x300px]]\n\nO mais c\u00e9lebre int\u00e9rprete brasileiro de viola do s\u00e9culo XVII foi [[Greg\u00f3rio de Matos]] (1636-1696), cujas obras po\u00e9ticas possuem importantes informa\u00e7\u00f5es sobre a pr\u00e1tica da viola no per\u00edodo: sua poesia er\u00f3tica \"Um cruzado pede o homem\", por exemplo, associa a nomenclatura da viola ao cortejo de uma dama. A documenta\u00e7\u00e3o dos s\u00e9culos XVII e XVIII menciona outros int\u00e9rpretes de viola no Brasil, como Frei Pl\u00e1cido em [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]] e Francisco Rodrigues Penteado em [[Pernambuco]], citados por [[Pedro Taques de Almeida Pais Leme|Pedro Taques de Almeida Paes Leme]], o mestre da capela Jo\u00e3o de Lima, citado por [[Domingos do Loreto Couto]] em 1757, e o afro-descendente Manuel de Almeida Botelho, pernambucano nascido em 1721 e transferido para [[Lisboa]] em 1749, onde comp\u00f4s \u201c''v\u00e1rias sonatas e tocatas, tanto para viola como para cravo''\u201d, infelizmente perdidas. Jos\u00e9 Mazza cita [[Lu\u00eds \u00c1lvares Pinto]] na segunda metade do s\u00e9culo XVIII e, em [[Minas Gerais]] atuava, em 1798, \u201co Alferes Caetano Furtado de Mendon\u00e7a, homem pardo morador de presente nesta Vila Rica, que vive de jornais de seus escravos e de ensinar a tocar viola\u201d.{{citar livro|t\u00edtulo=A produ\u00e7\u00e3o de arquitetura nas Minas Gerais na Prov\u00edncia do Brasil\u201d. Tese (doutoramento)|ultimo=TRINDADE|primeiro=Jaelson Bitran|editora=Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas da Universidade de S\u00e3o Paulo.|ano=2002|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1ginas=|acessodata=}} No in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, \u00e9 mais conhecido o caso de [[Joaquim Manoel da C\u00e2mara]], int\u00e9rprete de viola e machete, e a maioria desses casos parece estar relacionada ao uso da viola aristocr\u00e1tica portuguesa a partir de fontes escritas.\n\n[[Greg\u00f3rio de Matos]] \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o aos registros dos s\u00e9culos XVII e XVIII, pois o poeta usava uma viola de caba\u00e7a feita por ele mesmo (portanto j\u00e1 distante do modelo aristocr\u00e1tico portugu\u00eas), e a m\u00fasica que praticava parece ter sido de tradi\u00e7\u00e3o oral, embora a maior parte das dan\u00e7as que o poeta menciona fossem conhecidas em [[Portugal]]. A exist\u00eancia de obras de poss\u00edvel origem afro-brasileira nos c\u00f3dices de m\u00fasica para viola do s\u00e9culo XVII, da [[Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian]] e da [[Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra]] soma-se \u00e0 possibilidade de que a viola j\u00e1 estaria sendo usada a partir de tradi\u00e7\u00f5es orais, por tocadores nem sempre integrantes da elite colonial.\n\nIn\u00fameras not\u00edcias em jornais brasileiros do s\u00e9culo XIX indicam que [[Escravid\u00e3o|escravos]] [[\u00c1frica|africanos]] frequentemente tocavam viola e guitarra, embora seja dif\u00edcil saber exatamente a quais instrumentos tais not\u00edcias se referem. Humberto Amorim encontrou documentou dezenas de ocorr\u00eancias desse tipo somente no per\u00edodo de 1808-1830, em 10 peri\u00f3dicos do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], [[Pernambuco]], [[Bahia]], [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]] e [[Minas Gerais]],{{citar peri\u00f3dico|ultimo=AMORIM|primeiro=Humberto|data=ago. 2017|titulo=\u201cA carne mais barata do mercado \u00e9 a carne negra\u201d: com\u00e9rcio e fuga de escravos m\u00fasicos nas primeiras d\u00e9cadas do Brasil oitocentista (1808-1830)|url=http://dx.doi.org/10.20504/opus2017b2304|jornal=Opus|volume=v. 23, n. 2, p. 89-115|via=}} o que atesta a populariza\u00e7\u00e3o desse instrumento j\u00e1 no in\u00edcio desse nesse s\u00e9culo. Constata\u00e7\u00f5es como essa apontam para uma prov\u00e1vel populariza\u00e7\u00e3o dos cordofones dedilhados no Brasil antes do s\u00e9culo XIX, ainda na fase colonial.\n\n{| class=\"toccolours\" width=\"300\" style=\"float:right; margin-left: 1em; background:#F4F4F4\" border=\"0\"\n|'''Cita\u00e7\u00e3o:'''\n\u201cViola. Instrumento m\u00fasico de cordas. Tem corpo c\u00f4ncavo, costas, tampa, bra\u00e7o, espelho, cavalete para prender as cordas e pestana para as dividir, e para as por em propor\u00e7\u00e3o igual; tem onze trastes, para se dividirem as vozes e para se formarem as consonancias. Tem cinco [ordens de] cordas, a saber: a primeira, a segunda e corda prima, a contraprima e o bordao. H\u00e1 violas de cinco requintadas, violas de cinco sem requinte, violas de arco, etc. Chamam-lhe comumente ''cithara'', posto que o instrumento a que os latinos chamaram ''cithara'' podia ser rriuito diverso do que chamamos Viola\u201d\n\n'''[[Rafael Bluteau|Raphael\u00a0Bluteau]] - ''Dicion\u00e1rio portugu\u00eas e latino'' (1713)'''\n|}\n\n==A constru\u00e7\u00e3o de violas no Brasil colonial ==\n\n{{Artigo principal|[[Domingos Ferreira]]}}\n\nOs mais antigos documentos relacionados \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de violas no Brasil est\u00e3o no processo de invent\u00e1rio de [[Domingos Ferreira]]\u00a0([[Braga]], [[Portugal]], 1709 - [[Ouro Preto|Vila Rica]], [[Brasil]], [[1771]]), mestre violeiro que estabeleceu, em data ainda desconhecida (por\u00e9m anterior a 1761), uma oficina de constru\u00e7\u00e3o de violas em [[Ouro Preto|Vila Rica]] (atual [[Ouro Preto]] - [[Minas Gerais|MG]]). O processo, pertencente ao Arquivo do [[Museu da Inconfid\u00eancia]] de [[Ouro Preto]] (Casa do Pilar, c\u00f3d. 35, auto 427, 1\u00ba Of\u00edcio, de 99 folhas, aberto em [[1771]] e encerrado em [[1777]]), foi estudado e parcialmente publicado por [[Paulo Castagna]], Maria Teresa Gon\u00e7alves Pereira e Maria Jos\u00e9 Ferro de Sousa.{{citar livro|url=https://archive.org/details/DomingosFerreiraUmVioleiroPortuguesEmVilaRica|t\u00edtulo=Domingos Ferreira: um violeiro portugu\u00eas em Vila Rica. In: LUCAS, Maria Elisabeth; NERY, Ruy Vieira. As m\u00fasicas luso-brasileiras no final do antigo regime: repert\u00f3rios, pr\u00e1ticas e representa\u00e7\u00f5es; col\u00f3quio internacional, Lisboa, 7 a 9 de junho de 2008|ultimo=CASTAGNA|primeiro=Paulo|ultimo2=SOUZA|primeiro2=Maria Jos\u00e9 Ferro de|ultimo3=PEREIRA|primeiro3=Maria Teresa Gon\u00e7alves|editora=Imprensa Nacional - Casa da Moeda e Funda\u00e7\u00e3o Calouste-Gulbenkian.|ano=2012|local=Lisboa|p\u00e1ginas=667-704|isbn=978-972-27-2026-7|acessodata=11 dez. 2017}}{{citar peri\u00f3dico|ultimo=D\u2019AMBR\u00d3SIO|primeiro=Oscar|data=set. 2013|titulo=Violeiro colonial: testamento do construtor de instrumentos Domingos Ferreira revela condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e uso de violas, ajudando a esclarecer panorama musical brasileiro no s\u00e9culo XVIII|url=https://issuu.com/acireitoria/docs/jornal292|jornal=Jornal Unesp, S\u00e3o Paulo|volume=ano XXVII, n.292, p.16.|via=}}{{citar peri\u00f3dico|ultimo=KUGLER|primeiro=Henrique|data=dez. 2013|titulo=Violeiro dos tempos antigos: testamento de \u2018luthier\u2019 portugu\u00eas revela novas informa\u00e7\u00f5es sobre a m\u00fasica brasileira do per\u00edodo colonial|url=http://www.cienciahoje.org.br/revista/materia/id/796/n/violeiro_dos_tempos_antigos|jornal=Ci\u00eancia Hoje, S\u00e3o Paulo|volume=v.52, n.310, p.50-51|via=}}{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=KUGLER|primeiro=Henrique|data=06/11/2013|titulo=Hist\u00f3ria de um violeiro: documento ajuda a desvendar que tipo de m\u00fasica as pessoas ouviam no Brasil colonial|url=http://chc.cienciahoje.uol.com.br/historia-de-um-violeiro/|jornal=Ci\u00eancia Hoje das Crian\u00e7as, S\u00e3o Paulo.|volume=|via=|acessodata=2017-12-24|arquivourl=https://web.archive.org/web/20171212142323/http://chc.cienciahoje.uol.com.br/historia-de-um-violeiro/|arquivodata=2017-12-12|urlmorta=yes}}\n\nDe acordo com essa documenta\u00e7\u00e3o, [[Domingos Ferreira]] produzia e vendia, com aux\u00edlio do escravo Ant\u00f4nio \"Angola\", grande quantidade de ''violas grandes (ou ordin\u00e1rias)'', ''meias violas'', ''descantes grandes e pequenos'', e ''machinhos de quatro cordas duplas, grandes e pequenos''. Nenhum desses instrumentos foi preservado e n\u00e3o s\u00e3o totalmente claras as suas caracter\u00edsticas, por\u00e9m a an\u00e1lise do seu processo de invent\u00e1rio revela que as violas produzidas por [[Domingos Ferreira]] e Ant\u00f4nio \u201cAngola\u201d seguiam os padr\u00f5es portugueses de constru\u00e7\u00e3o e eram dependentes de v\u00e1rios itens importados de [[Portugal]], como os \u201ctampos de Veneza\u201d (na verdade origin\u00e1rios das cidades de [[Veneza]], [[Flandres]] e [[Hamburgo]]) e os ma\u00e7os de cordas de tripa e bord\u00f5es cobertos de prata para encordoar seus instrumentos, importados por altos pre\u00e7os, de [[Lisboa]] e do [[Porto]]. Os violeiros produziam os fundos e as costilhas (ripas para a produ\u00e7\u00e3o de fundos mais elaborados) de \u201cpau de mangue\u201d, que adquiriam de extra\u00e7\u00e3o local e provavelmente tamb\u00e9m produziam as partes do bra\u00e7o dos instrumentos, embora sobre estas n\u00e3o figure qualquer informa\u00e7\u00e3o no processo.\u00a0Para guardar as violas rec\u00e9m fabricadas, Domingos e Ant\u00f4nio adquiriam caix\u00f5es de pinho dos artes\u00e3os locais.\n\nO processo de invent\u00e1rio de [[Domingos Ferreira]] comprova, portanto, a produ\u00e7\u00e3o de violas no [[Brasil]] em meados do s\u00e9culo XVIII, ao lado da importa\u00e7\u00e3o de violas europeias. Essas duas maneiras de obten\u00e7\u00e3o de violas parecem ter coexistido at\u00e9 o final do [[Coloniza\u00e7\u00e3o do Brasil|per\u00edodo colonial]], por\u00e9m ao longo do s\u00e9culo XIX, com a ado\u00e7\u00e3o do [[Guitarra cl\u00e1ssica|viol\u00e3o]] pelas elites e a populariza\u00e7\u00e3o das violas no Brasil, a quantidade de mestres violeiros (e de f\u00e1bricas a partir do s\u00e9culo XX) passou a suprir a demanda, gerando as variantes locais que chegaram ao presente.\n[[Ficheiro:Rugendas - detalhe de Costumes de S\u00e3o Paulo.jpg|miniaturadaimagem|Poss\u00edvel viola de caba\u00e7a na gravura \"Costumes de S\u00e3o Paulo\" (1835), de [[Johann Moritz Rugendas]] (1802-1858).]]\n[[Guitarra cl\u00e1ssica|Viol\u00f5es]] j\u00e1 eram frequentes no [[Brasil]] na primeira metade do s\u00e9culo XIX, figurando na iconografia da \u00e9poca, como na gravura an\u00f4nima \"Negra ao viol\u00e3o, padre dan\u00e7ando\" (pertencente a uma cola\u00e7\u00e3o particular) e na gravura de Nachtmann,\u00a0[[Johann Baptist von Spix|Spix]] e [[Carl Friedrich Philipp von Martius|Martius]] intitulada \"Festa da Rainha in Minas\" (1823-1831). A literatura do per\u00edodo tamb\u00e9m apresenta ind\u00edcios da populariza\u00e7\u00e3o da viola e da ado\u00e7\u00e3o do viol\u00e3o pela elite brasileira, especialmente no Rio de Janeiro.[http://www.anppom.com.br/revista/index.php/opus/article/view/47/248 CASTRO, Renato Moreira Varoni de. Musical Artefacts in Literary Texts: the Viola in Nineteenth Century Rio de Janeiro. ''Opus'', Porto Alegre, v. 21, n. 1, p. 9-42, jun. 2015.] Por outro lado, h\u00e1 uma certa confus\u00e3o no Brasil entre as designa\u00e7\u00f5es ''viola'' e ''viol\u00e3o'' no s\u00e9culo XIX,{{citar peri\u00f3dico|ultimo=TABORDA|primeiro=M\u00e1rcia|data=2006|titulo=Guardei minha viola, ou viol\u00e3o? Organizando o samba do crioulo doido|url=|jornal=VI ENCONTRO DE MUSICOLOGIA HIST\u00d3RICA. Juiz de Fora: Centro Cultural Pr\u00f3-M\u00fasica, 22-25 de julho de 2004. Anais... Juiz de Fora: Centro Cultural Pr\u00f3-M\u00fasica|volume=p.463-469|via=}} acarretada, entre outros fatores, pelo uso portugu\u00eas da express\u00e3o ''viola francesa'' para designar o instrumento que no Brasil \u00e9 denominado ''viol\u00e3o'', o que torna necess\u00e1rio bastante cuidado na interpreta\u00e7\u00e3o da documenta\u00e7\u00e3o desse per\u00edodo sobre tais instrumentos.[http://rbm.musica.ufrj.br/edicoes/rbm29-1/rbm29-1-06.pdf CASTRO, Renato Moreira Varoni de. Towards a classificatory organology of the viola and the viol\u00e3o in nineteenth-century Rio de Janeiro. ''Revista Brasileira de M\u00fasica'', Rio de janeiro, v.29, n.1, p.125-147, jan./jun. 2016.]\n\n[[Ficheiro:Negra_ao_viol\u00e3o,_padre_dan\u00e7ando.jpg|miniaturadaimagem|Desconhecido - ''Negra ao viol\u00e3o, padre dan\u00e7ando'' (c.1829).|300x300px]]\n[[Ficheiro:Festa da Rainha in Minas.jpg|miniaturadaimagem|Nachtmann, [[Johann Baptist von Spix|Spix]] e [[Carl Friedrich Philipp von Martius|Martius]] - ''Festa da Rainha in Minas'' (1823-1831).|300x300px]]\n\n==O repert\u00f3rio antigo para viola ==\n\nAs\u00a0fontes brasileiras desse per\u00edodo relacionadas \u00e0 viola s\u00e3o apenas liter\u00e1rias. De acordo com as mesmas, as violas eram usadas principalmente para o acompanhamento de can\u00e7\u00f5es e para a execu\u00e7\u00e3o sol\u00edstica de dan\u00e7as (ou pe\u00e7as aparentadas, como a ''fantasia''). Nos dois casos eram empregados o ''ponteado'' (ou ponteio) e o ''rasgado'' (ou [[rasqueado]]).\n\nNa transi\u00e7\u00e3o do s\u00e9culo XVII para o XVIII, foram comuns no Brasil as dan\u00e7as de origem lusitana e algumas de origem afro-brasileira. [[Greg\u00f3rio de Matos]] (1636-1696), em sua obra po\u00e9tica,{{citar livro|t\u00edtulo=Obra po\u00e9tica; edi\u00e7\u00e3o de James Amado; prepara\u00e7\u00e3o e notas de Emanuel Ara\u00fajo|ultimo=MATOS|primeiro=Greg\u00f3rio de|editora=Record|ano=1990|local=Rio de Janeiro|p\u00e1ginas=2v|acessodata=}} cita pelo menos 12 dan\u00e7as, sendo 7 delas em apenas dois versos de sua \u201cRegra de bem viver, que a persuas\u00f5es de alguns amigos deu a uns noivos, que se casavam\u201d, enquanto [[Rafael Bluteau|Raphael Bluteau]] (Suplemento, parte 2, 1728, p.220) indica a exist\u00eancia, em [[Portugal]], de 11 \u201csons, ou pe\u00e7as mais ordinarias, que na viola se tocam\u201d (quadro 13).{{citar livro|t\u00edtulo=Vocabulario portuguez, e Latino|ultimo=BLUTEAU|primeiro=Raphael|editora=Collegio das Artes da Companhia de Jesu|ano=1712-1728|local=Coimbra|p\u00e1ginas=8v. e 2 suplementos|acessodata=}}\n\nAs poesias de Greg\u00f3rio de Matos apresentam fortes ind\u00edcios de que j\u00e1 havia alguma populariza\u00e7\u00e3o das violas na [[Bahia]] e [[Pernambuco]] do s\u00e9culo XVII, com varia\u00e7\u00f5es em sua constru\u00e7\u00e3o e com a pr\u00e1tica de repert\u00f3rios tamb\u00e9m locais. Uma an\u00e1lise das refer\u00eancias a dan\u00e7as de viola nas poesias de [[Greg\u00f3rio de Matos|Greg\u00f3rio de Matos Guerra]] e no ''Dicion\u00e1rio portugu\u00eas e latino'' (1712-1728) de [[Rafael Bluteau|Raphael Bluteau]] revela a exist\u00eancia de 19 tipos de dan\u00e7as, que devem ter sido comuns em Portugal e no Brasil desse per\u00edodo:\n[[Ficheiro:Almeida_J\u00fanior_-_O_Violeiro_(1899).jpg|miniaturadaimagem|300x300px|[[Almeida J\u00fanior]] - ''O Violeiro'' (1899).]]\n{| class=\"wikitable\" border=\"4\" cellpadding=\"2\"\n|+\nDan\u00e7as de viola, de acordo com Greg\u00f3rio de Matos (1636-1696) e Raphael Bluteau (1638-1734)\n\n!'''Dan\u00e7as'''\n!'''[[Greg\u00f3rio de Matos]]'''\n!'''[[Rafael Bluteau|Raphael Bluteau]]'''\n|-\n|''Amorosa''\n|\n|\u2666\n|-\n|''Arrepia''\n|\n|\u2666\n|-\n|''Arromba''\n|\u2666\n|\u2666\n|-\n|''Can\u00e1rio''\n|\u2666\n|\u2666\n|-\n|''C\u00e3ozinho''\n|\u2666\n|\u2666\n|-\n|''Cubango''\n|\u2666\n|\n|-\n|''Espanholeta''\n|\u2666\n|\n|-\n|''Fantasia''\n|\n|\u2666\n|-\n|''Gaturda''\n|\n|\u2666\n|-\n|''Guandu''\n|\u2666\n|\u2666\n|-\n|''Marinheira''\n|\n|\u2666\n|-\n|''Pandunga''\n|\u2666\n|\n|-\n|''[[Passacaglia|Passacalhe]]''\n|\n|\u2666\n|-\n|''Paturi''\n|\u2666\n|\n|-\n|''Pavana''\n|\u2666\n|\n|-\n|''Saltarelo''\n|\u2666\n|\n|-\n|''[[Sarabanda]]''\n|\u2666\n|\n|-\n|''Sarau''\n|\n|\u2666\n|-\n|''Vil\u00e3o''\n|\u2666\n|\n|}\n\nNo s\u00e9culo XVIII, a julgar pelas publica\u00e7\u00f5es portuguesas conhecidas, difundiram-se as ''marchas'', [[minueto]]s e [[modinha]]s, estas \u00faltimas intensamente cultivadas como g\u00eanero refinado e por tradi\u00e7\u00e3o escrita no s\u00e9culo XIX, por\u00e9m derivada em muitos tipos brasileiros de can\u00e7\u00f5es populares de tradi\u00e7\u00e3o oral, no decorrer dos s\u00e9culos XIX e XX. O s\u00e9culo XIX marca o per\u00edodo de populariza\u00e7\u00e3o da viola e a pr\u00e1tica quase exclusiva de repert\u00f3rio de tradi\u00e7\u00e3o oral, que, portanto, pode ser conhecido apenas de forma limitada, por descri\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias. Somente a partir do in\u00edcio do s\u00e9culo XX o repert\u00f3rio da viola brasileira come\u00e7ou a ser gravado, anotado, descrito e estudado, iniciando-se um per\u00edodo de difus\u00e3o do conhecimento e repert\u00f3rio da viola brasileira em grava\u00e7\u00f5es, livros, artigos e document\u00e1rios.{{citar livro|url=https://www.projetomemoriabrasileira.com.br|t\u00edtulo=Violeiros do Brasil: m\u00fasicas e conversas com Adelmo Arcoverde, Almir Sater, Braz da Viola, Ivan Vilela, Passoca, Paulo Freire, Pena Branca, Pereira da Viola, Roberto Corr\u00eaa, Tavinho Moura, Z\u00e9 Mulato & Cassiano e uma homenagem a Renato Andrade e Z\u00e9 do Coco do Riach\u00e3o|ultimo=TAUBKIN|primeiro=Myriam|ultimo2=ROIZENBLIT|primeiro2=S\u00e9rgio|editora=Gravadora N\u00facleo Contempor\u00e2neo|ano=2008|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1ginas=CD|acessodata=23 dez. 2017}}\n\n== Tipos de violas brasileiras ==\n\n=== Viola caipira ===\n\n{{Artigo principal|[[Viola caipira]]}}\n\n[[Ficheiro:Violas Sorocaba Castagna.jpg|miniaturadaimagem|Instrumentos da primeira metade do s\u00e9culo XX do Museu Hist\u00f3rico Sorocabano ([[Sorocaba]] - SP): 1 - viola Saturnino Rodrigues; 2 - viola de lata sem indica\u00e7\u00e3o de autoria; 3 - viola [[Tranquillo Giannini]].|esquerda]]\nComum nos estados de [[Goi\u00e1s]], [[Paran\u00e1]], [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]], [[Minas Gerais]] e [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]]. Possui grande diversidade de denomina\u00e7\u00f5es, sendo constru\u00edda desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX tanto de forma artesanal quanto fabril.[http://www.ufscar.br/ppgas/wp-content/uploads/rainer-miranda-brito-m.pdf BRITO, Rainer Miranda. O regime fabril-artesanal de violas paulistas. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) \u2013 Centro de Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancias Humanas da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos. S\u00e3o Carlos, 2015p.] Utiliza diversas afina\u00e7\u00f5es, sendo as mais\u00a0comuns [[Cebol\u00e3o]],\u00a0[[Rio Abaixo]], Boiadeira e Natural. A afina\u00e7\u00e3o\u00a0[[Paragua\u00e7u]], mais comum no [[Regi\u00e3o Nordeste do Brasil|Nordeste]], tamb\u00e9m \u00e9 encontrada no\u00a0[[Vale do Para\u00edba]]. \u00c9 utilizada em\u00a0folguedos tradicionais, como [[Catira]],\u00a0[[Fandango]],\u00a0[[Folia de Reis]], [[Dan\u00e7a de S\u00e3o Gon\u00e7alo]], Dan\u00e7a de Santa Cruz e outras.[[Ficheiro:Miguelzinho Dutra - Festa do Divino, 1841.jpg|miniaturadaimagem|300x300px|Violas caipiras na \"Festa do Divino\" (1841), de [[Miguelzinho Dutra]].]]\n\n=== Viola angrense ou do litoral ===\nComum no litoral dos estados do [[Paran\u00e1]], [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]] e [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], e associada \u00e0 cultura [[cai\u00e7ara]]. Frequentemente possui, al\u00e9m das cinco ordens de cordas, uma corda aguda instalada entre o rastilho e um suporte de [[cravelha]] denominado ''periquito'' (aplicado entre o lado esquerdo do bra\u00e7o e a caixa de resson\u00e2ncia), para ser tangida pelo polegar, mas n\u00e3o ponteada pela m\u00e3o esquerda, uma vez que n\u00e3o passa pelo bra\u00e7o do instrumento. Em fun\u00e7\u00e3o desse dispositivo, tal corda costuma ser denominada ''periquito'' ou ''turina''.{{citar livro|t\u00edtulo=Na trilha da viola branca: aspectos s\u00f3cio-culturais e t\u00e9cnico-musicais do seu uso no fandango de iguape e canan\u00e9ia, SP. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em M\u00fasica)|ultimo=FERRERO|primeiro=Cintia Bisconsin|editora=Instituto de Artes da UNESP|ano=2007|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1ginas=204p|acessodata=}}\n\n=== Viola branca ===\nEspec\u00edfica da regi\u00e3o de [[Iguape]] e [[Canan\u00e9ia]], no litoral do [[S\u00e3o Paulo (estado)|estado de S\u00e3o Paulo]]. Provavelmente baseada na viola beiroa (da regi\u00e3o de [[Beira Baixa]], [[Portugal]]), possui dez trastes, utiliza as antigas cravelhas de madeira ao inv\u00e9s das modernas tarraxas met\u00e1licas. \u00c9 constru\u00edda com a madeira da [[Caixeta|caixeta ou caxeta]] (''Tabebuia cassinoides'') - tamb\u00e9m denominada pau-de-tamanco,\u00a0tabebuia\u00a0e\u00a0pau-de-viola - cuja colora\u00e7\u00e3o clara \u00e9 a origem da designa\u00e7\u00e3o viola branca. As violas brancas de Canan\u00e9ia frequentemente possuem a corda periquito ou turina, mais raras nas violas de Iguape. \u00c9 o principal instrumento do [[fandango]] de [[Iguape]] e [[Canan\u00e9ia]].\n\n=== Viola de Queluz ===\n\n{{Artigo principal|[[Viola de Queluz]]}}\n\nEspec\u00edfica da antiga cidade de [[Queluz]] (atual [[Conselheiro Lafaiete]] - [[Minas Gerais|MG]]), foi produzida entre o final do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX pelas fam\u00edlias de imigrantes portugueses Meireles e Salgado, a partir do modelo da ''viola toeira'' de [[Portugal]].{{citar web|url=http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/violas-de-queluz-homenageadas-em-exposi%C3%A7%C3%A3o|t\u00edtulo=Violas de Queluz homenageadas em exposi\u00e7\u00e3o|acessodata=20 de Maio de 2016|publicado=Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio}}{{citar web|url=http://www.violaeponteios.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=70&Itemid=74|titulo=Viola e Ponteios: A viola de Queluz|data=|acessodata=24/08/2010|publicado=|autor=Ramon Coelho e S\u00e9rgio Donizeti|arquivourl=https://web.archive.org/web/20091227070859/http://www.violaeponteios.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=70&Itemid=74|arquivodata=2009-12-27|urlmorta=yes}}{{citar web|url=http://conselheirolafaiete.mg.gov.br/portal/modo-de-fabricacao-das-violas-de-queluz-e-registrada-como-patrimonio-de-lafaiete/|t\u00edtulo=Modo de fabrica\u00e7\u00e3o das Violas de Queluz \u00e9 registrada como patrim\u00f4nio de Lafaiete|data=11 de Dezembro de 2014|acessodata=20 de Maio de 2016|publicado=Prefeitura de Conselheiro Lafaiete}} Existem antigos exemplares de [[Viola de Queluz|violas de Queluz]], ricos em trabalhos criativos de marchetaria, na cole\u00e7\u00e3o Max Rosa, luthier especializado no estudo e restaura\u00e7\u00e3o desse tipo de instrumento.{{Citar web|url=http://maxrosaluthier.com.br/acervo.php|titulo=Max Rosa Guitars - Acervo de Violas Queluz|acessodata=2017-12-27|obra=maxrosaluthier.com.br}}\n\n=== Viola machete ===\n\n[[Ficheiro:O Pedesto.jpg|miniaturadaimagem|Machete, no desenho \"O Pedesto\" (S\u00e3o Paulo, 1821), de Arnaud Julien Palli\u00e8re (1784-1862).]]\n\nTamb\u00e9m denominada machete, machim, machinho, machetinho ou mochinho, e possivelmente origin\u00e1ria da [[Ilha da Madeira]], possui quatro ou cinco ordens de cordas, geralmente afinadas em quintas e corpo menor que a viola ordin\u00e1ria. Foi documentada no cururu rural de S\u00e3o Paulo e encontra-se ainda em uso no rec\u00f4ncavo baiano e outras regi\u00f5es brasileiras.[https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/9143/1/Dissertacao%20Cassio%20Leonardo%20Nobre%20de%20Souza%20Lima.pdf SOUZA LIMA, C\u00e1ssio Leonardo Nobre de. Viola nos sambas do rec\u00f4ncavo baiano. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) \u2013 Escola de M\u00fasica da Universidade Federal da Bahia. Salvador: 2008. 181p.] Domingos Ferreira j\u00e1 produzia \"''machinhos de quatro cordas duplas, grandes e pequenos''\" em [[Ouro Preto|Vila Rica]], na d\u00e9cada de 1760,{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Viola nos Sambas do Rec\u00f4ncavo Baiano|url=https://ethnomusicologyreview.ucla.edu/journal/volume/14/piece/487|jornal=Ethnomusicology Review}} e Arnaud Julien Palli\u00e8re (1784-1862) representou um machete em seu desenho \"O Pedesto\" (S\u00e3o Paulo, 1821).\n\n=== Viola de cocho ===\n\n{{Artigo principal|[[Viola de cocho]]}}\n\n[[Ficheiro:Violadecocho.jpg|381x381px|alt=\u00a0Viola de cocho.|miniaturadaimagem|Viola de cocho.|esquerda]]\n\nComum nos estados de [[Mato Grosso]] e [[Mato Grosso do Sul]]. \u00c9 produzida em uma pe\u00e7a de madeira inteiri\u00e7a, cuja forma lembra o antigo cocho rural (pe\u00e7a lavrada em tronco maci\u00e7o de \u00e1rvore, para coloca\u00e7\u00e3o de alimentos para animais), e sobre a pe\u00e7a escavada s\u00e3o afixados o tampo, o cavalete, o espelho, o rastilho e as cravelhas.{{citar livro|t\u00edtulo=Cocho mato-grossense: um ala\u00fade brasileiro|ultimo=ANDRADE|primeiro=Julieta de|editora=Escola de Folclore/Editorial Livramento|ano=1981|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1ginas=85|acessodata=}} As madeiras mais usadas s\u00e3o a ximbuva e o sar\u00e3 (para a caixa de resson\u00e2ncia), a raiz de figueira branca (para o tampo) e o\u00a0[[cedro]] (para as demais partes). Com a fun\u00e7\u00e3o de trastes, s\u00e3o enrolados no bra\u00e7o tiras de barbante comum revestido com cera de abelha, o que aumenta sua ader\u00eancia \u00e0 madeira. A [[viola de cocho]] utiliza cinco cordas, denominadas prima, contra, corda do meio, canotio e resposta, sendo quatro cordas de tripa ou de linhas de pescar e uma revestida de metal.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Vianna|primeiro=Let\u00edcia|autorlink=|ano=2005|titulo=O caso do registro da Viola-de-cocho como patrim\u00f4nio imaterial|url=http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/703/70380204.pdf|formato=|jornal=Sociedade e Cultura|l\u00edngua=|local=Goi\u00e2nia, GO|editora=Universidade federal de Goi\u00e1s|volume=8|numero=2|paginas=53-62|bibcode=|doi=|issn=1980-8194|oclc=|pmid=|id=|acessadoem=2010-05-05|coautores=|mes=|aspas=|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110726103743/http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/703/70380204.pdf|arquivodata=2011-07-26|urlmorta=yes}} As principais afina\u00e7\u00f5es s\u00e3o ''canotio solto'' (de baixo para cima: r\u00e9, l\u00e1, mi, r\u00e9, sol) e ''canotio preso'' (de baixo para cima: r\u00e9, l\u00e1, mi, d\u00f3, sol). Por meio do Decreto n\u00ba 3.551, de 4 ago. 2000, o [[Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional|IPHAN]] registrou o \u201cmodo de fazer viola de cocho\u201d como Bem Cultural no Livro do Registro dos Saberes (v.1, f.4, reg. n\u00ba 2).{{Citar web|url=http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/57|titulo=P\u00e1gina - IPHAN - Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional|acessodata=2018-01-08|obra=portal.iphan.gov.br}}[http://revistamuseologiaepatrimonio.mast.br/index.php/ppgpmus/article/viewFile/263/203 COSTA, Marli Lopes da; CASTRO, Ricardo Vieiralves de. Mem\u00f3rias da preserva\u00e7\u00e3o e patrimonializa\u00e7\u00e3o da viola de cocho sob uma perspectiva psicossocial. ''Revista Eletr\u00f4nica do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Museologia e Patrim\u00f4nio da Unirio'', Rio de Janeiro, v.5 n.2, 2012. p.73-86.]\n\n===Viola de caba\u00e7a ===\n\n[[Ficheiro:Rugendas - Detalhe de Costumes de Rio de Janeiro.jpg|miniaturadaimagem|Poss\u00edvel viola de caba\u00e7a na gravura \"Costumes de Rio de Janeiro\" (1835), de [[Johann Moritz Rugendas]] (1802-1858).]]\n\nFoi inicialmente referida na obra po\u00e9tica de [[Greg\u00f3rio de Matos]], no s\u00e9culo XVII, particularmente na s\u00e9rie po\u00e9tica ''Andan\u00e7as de uma\u00a0viola de caba\u00e7a''. V\u00e1rios cordofones dedilhados representados na iconografia de [[Jean-Baptiste Debret|Debret]] e [[Johann Moritz Rugendas|Rugendas]], na primeira metade do s\u00e9culo XIX, podem ter tido como modelos violas de caba\u00e7a, particularmente o instrumento representado na imagem \u201cCostumes de Rio de Janeiro\u201d, que repousa sobre um \u00e1lbum de m\u00fasica em uma almofada (e do qual infelizmente n\u00e3o foi representada a cravelheira), cujo corpo \u00e9 piriforme, o fundo visivelmente convexo e o bra\u00e7o longo, configura\u00e7\u00e3o desconhecida em cordofones europeus desse per\u00edodo, apesar de Rugendas referir-se a esse tipo de viola como \u201cmandolino\u201d. Considerando-se que uma parte substancial das representa\u00e7\u00f5es de cordofones dedilhados no Brasil da primeira metade do s\u00e9culo XIX exibe instrumentos de corpo piriforme, \u00e9 preciso considerar, al\u00e9m da tentativa de fidelidade, tamb\u00e9m a poss\u00edvel \"europeiza\u00e7\u00e3o\" da iconografia musical em imagens como as de [[Jean-Baptiste Debret|Debret]] e [[Johann Moritz Rugendas|Rugendas]], evidente em outros autores, como [[Jean de L\u00e9ry]] e [[Th\u00e9odore de Bry]].\n\nA viola de caba\u00e7a foi revitalizada a partir da segunda metade do s\u00e9culo XX, sendo atualmente produzida na oficina de v\u00e1rios [[luthier]]s brasileiros{{Citar web|url=http://camaraclara.org.br/violapaulista/links/|titulo=Links \u2013 Intergera\u00e7\u00f5es \u2013 Viola Paulista|acessodata=2017-12-24|obra=camaraclara.org.br}} e utilizada por v\u00e1rios int\u00e9rpretes, com destaque para o violeiro Fabr\u00edcio Conde.{{Citar web|url=http://www.fabricioconde.tnb.art.br|titulo=Fabr\u00edcio Conde {{!}} Toque no Brasil|acessodata=2017-12-29|obra=www.fabricioconde.tnb.art.br}} Atualmente \u00e9 um instrumento cuja lateral da caixa de resson\u00e2ncia \u00e9 feita com a metade de uma caba\u00e7a grande \u00e0 qual s\u00e3o aplicados o tampo e o fundo, o que resulta em uma caixa de resson\u00e2ncia parcialmente [[piriforme]], com leve reentr\u00e2ncia que mant\u00e9m a forma de 8 e com fundo plano, menor que o tampo.\n\n=== Viola de buriti (ou violinha de vereda) ===\n\n{{Artigo principal|[[Viola de buriti]]}}\n\nComum no estado de de [[Tocantins]], a partir da utiliza\u00e7\u00e3o da maderia do [[buriti]]. Criada na d\u00e9cada de 1940 na comunidade [[Mumbuca]] do [[Jalap\u00e3o]], a [[viola de buriti]], tamb\u00e9m denominada [[violinha de vereda]]'','' utiliza, em lugar da caixa de resson\u00e2ncia, troncos escavados do buriti, com 4 cordas de [[n\u00e1ilon]].{{Citar web|url=http://www.dicionariompb.com.br/viola-de-buriti/dados-artisticos|titulo=Viola de buriti|data=|acessodata=2017-12-23|obra=|publicado=Dicion\u00e1rio Cravo Albin da M\u00fasica Popular Brasileira|ultimo=|primeiro=}} A mesma estrutura \u00e9 usada na rabeca de buriti, tocada com arco.\n\n===Viola din\u00e2mica (ou nordestina) ===\nComum nos estados do [[Regi\u00e3o Nordeste do Brasil|Nordeste brasileiro]] e muito associada aos [[repentista]]s, que utilizam frequentemente a afina\u00e7\u00e3o\u00a0[[Paragua\u00e7u]]. Possui amplificadores ac\u00fasticos na forma de cones de alum\u00ednio aplicados ao tampo harm\u00f4nico, que produzem seu timbre caracter\u00edstico, e suas 12 cordas met\u00e1licas est\u00e3o agrupadas em duas ordens triplas e tr\u00eas ordens duplas, portanto com evidente heran\u00e7a das violas portuguesas.\n\n== Patrim\u00f4nio cultural ==\nApesar da representatividade das violas no Brasil, ainda n\u00e3o existe um registro nacional de sua pr\u00e1tica e somente o \u201cmodo de fazer viola de cocho\u201d foi registrado pelo [[Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional|IPHAN]] como Bem Cultural. Por outro lado, j\u00e1 foi apresentado \u00e0 Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em 10 de junho de 2015, o Projeto de Lei N\u00ba 1.921/2015, que declara patrim\u00f4nio hist\u00f3rico, cultural e imaterial do Estado a manifesta\u00e7\u00e3o musical Viola Caipira Mineira,{{Citar web|url=https://www.almg.gov.br/atividade_parlamentar/tramitacao_projetos/texto.html?a=2015&n=1921&t=PL|titulo=PL 1921 2015 - Texto Original - Assembleia de Minas|acessodata=2018-06-11|obra=Assembleia de Minas|ultimo=Cidad\u00e3o|primeiro=Assembleia de Minas - Poder e Voz do|lingua=pt-BR}}{{Citar web|url=https://www.almg.gov.br/atividade_parlamentar/tramitacao_projetos/interna.html?a=2015&n=1921&t=PL&aba=js_tab|titulo=PL 1921 2015 - Assembleia de Minas|acessodata=2018-06-11|obra=Assembleia de Minas|ultimo=Cidad\u00e3o|primeiro=Assembleia de Minas - Poder e Voz do|lingua=pt-BR}} ainda em tramita\u00e7\u00e3o, enquanto o [[Instituto Estadual do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico de Minas Gerais]] \u00a0([[Instituto Estadual do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico de Minas Gerais|IEPHA]]) prepara a apresenta\u00e7\u00e3o de um Dossi\u00ea de Registro dos \u201cSaberes, Linguagens e Express\u00f5es Musicais da Viola em Minas Gerais\u201d ao Conselho Estadual de Patrim\u00f4nio Cultural de Minas Gerais (CONEP), para seu reconhecimento como bem imaterial do [[Minas Gerais|Estado de Minas Gerais]].{{Citar web|url=http://iepha.mg.gov.br/index.php/noticias/196-iepha-inicia-os-estudos-para-o-reconhecimento-das-violas-de-minas-como-patrimonio-cultural|titulo=Iepha inicia os estudos para o reconhecimento das violas de Minas como patrim\u00f4nio cultural - IEPHA|acessodata=2018-01-08|obra=iepha.mg.gov.br|ultimo=User|primeiro=Super}}{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=TEMPO|primeiro=O|data=2017-02-12|titulo=Projeto quer reconhecer a viola caipira como patrim\u00f4nio imaterial|url=http://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine/projeto-quer-reconhecer-a-viola-caipira-como-patrim%C3%B4nio-imaterial-1.1434763|jornal=Magazine}}{{Citar web|url=http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/cultura/2017/01/31/ARTISTAS-SE-MOBILIZAM-PARA-FAZER-DA-VIOLA-CAIPIRA-PATRIMONIO-IMATERIAL-DO-BRASIL.htm|titulo=CBN - Cultura - Artistas se mobilizam para fazer da viola caipira patrim\u00f4nio imaterial do Brasil|acessodata=2018-01-08|obra=cbn.globoradio.globo.com}}{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Rural|primeiro=Canal|titulo=Movimento quer tornar viola brasileira patrim\u00f4nio imaterial do pa\u00eds|url=http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/movimento-quer-tornar-viola-brasileira-patrimonio-imaterial-pais-65585|jornal=Canalrural}}{{Citar web|url=https://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2015/07/08_ccj_viola_caipira.html|titulo=Viola caipira pode se tornar patrim\u00f4nio cultural de Minas - Assembleia de Minas|acessodata=2018-01-08|obra=Assembleia de Minas|ultimo=Cidad\u00e3o|primeiro=Assembleia de Minas - Poder e Voz do}}{{Citar web|url=http://www.iepha.mg.gov.br/index.php/noticias/339-show-ao-ar-livre-reune-grandes-nomes-da-viola-de-minas-gerais-na-praca-da-liberdade-na-proxima-quinta-feira-14-de-junho|titulo=Show re\u00fane grandes nomes da viola na Pra\u00e7a da Liberdade, na quinta, 14 de junho - IEPHA|acessodata=2018-06-11|obra=www.iepha.mg.gov.br|ultimo=Cardoso|primeiro=Leandro|lingua=pt-br}} Paralelamente, a Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura de Belo Horizonte apresentou, em 1\u00ba de dezembro de 2016, um Requerimento para Instaura\u00e7\u00e3o de Processo Administrativo de Registro, no [[Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional|IPHAN]], do Movimento da Viola Brasileira no Livro III de Registro de Bens Culturais e Natureza Imaterial que constituem Patrim\u00f4nio Cultural Brasileiro.\n\n== Difus\u00e3o e ensino ==\nAs principais formas de ensino e aprendizado da viola, desde o per\u00edodo colonial, foram a partir da rela\u00e7\u00e3o entre mestre e disc\u00edpulo, da observa\u00e7\u00e3o e do [[Autodidata|autodidatismo]]. A necessidade de descobrir por si pr\u00f3prio o funcionamento do instrumento e a produ\u00e7\u00e3o de efeitos atrativos gerou lendas como a do pacto com o [[diabo]] e entrega da alma em troca do virtuosismo, provavelmente originada na antiga lenda do [[Fausto]] e j\u00e1 aplicada a m\u00fasicos do s\u00e9culo XIX, como [[Niccol\u00f2 Paganini]].\n\nO ensino formal de m\u00fasica estabelecido no Brasil a partir do s\u00e9culo XIX, por outro lado, adotou exclusivamente os instrumentos musicais europeus, desconsiderando a viola brasileira, ao contr\u00e1rio de pa\u00edses como a [[\u00cdndia]], em cujas escolas desse per\u00edodo ensinava-se a execu\u00e7\u00e3o dos seus instrumentos tradicionais.{{citar peri\u00f3dico|ultimo=|primeiro=|data=28 fev. 1880|titulo=ETNOGRAPHIA dos instrumentos de m\u00fasica|url=|jornal=Revista musical e de belas artes|local-publicacao=Rio de Janeiro|volume=ano 2, n.5|paginas=35-36|via=}} O surgimento de cursos coletivos de viola brasileira em escolas privadas, a partir da segunda metade do s\u00e9culo XX, bem como o surgimento de grava\u00e7\u00f5es, m\u00e9todos impressos, orquestras de viola e document\u00e1rios (para a televis\u00e3o e em v\u00eddeo) n\u00e3o extinguiram a a\u00e7\u00e3o dos mestres de viola e a necessidade de observa\u00e7\u00e3o e [[autodidatismo]], que ainda existem em muitas regi\u00f5es do pa\u00eds.\n\nNa segunda metade do s\u00e9culo XX a viola come\u00e7ou a ser usada de maneira formal em composi\u00e7\u00f5es eruditas, como nos 7 ''Prel\u00fadios para viola'', no ''Concertino para a viola e orquestra e''\u00a0na ''Missa a Nossa Senhora dos Navegantes'' (em portugu\u00eas) de Ascendino Theodoro Nogueira, obras gravados pela [[Grava\u00e7\u00f5es El\u00e9tricas S.A.|Chantecler]] em 16 de agosto de 1964.PEREIRA, Vin\u00edcius Muniz. Entre o Sert\u00e3o e a Sala de Concerto: um estudo da obra de Renato Andrade. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) \u2013 Instituto de Artes da UNICAMP. Campinas, 2011. 157 p., anexos.{{Citar web|url=http://revista.brasil-europa.eu/149/Lira-Maracatu-Viola.html|titulo=Lira de Orfeu, Maracatu e Viola. Revista BRASIL-EUROPA 149. Ed.A.A.Bispo|acessodata=2018-01-12|obra=revista.brasil-europa.eu|ultimo=Bispo|primeiro=Prof. Dr. Antonio Alexandre|lingua=de}}\n\nMesmo na maior parte do s\u00e9culo XX, a viola foi vista pela sociedade brasileira como instrumento inculto, e somente em suas \u00faltimas d\u00e9cadas passou a ser mais respeitado, em fun\u00e7\u00e3o da atua\u00e7\u00e3o de violeiros de destaque, como [[Renato Andrade]], e de programas de televis\u00e3o de grande audi\u00eancia, como [[Viola, Minha Viola|''Viola, minha viola'']], com [[Inezita Barroso]], e ''Senhor Brasil'', com [[Rolando Boldrin]], ambos na [[TV Cultura]], al\u00e9m de uma vis\u00e3o cada vez mais aberta sobre as [[Cultura popular|culturas populares]]. Por conta desses fatores, em 2008 a [[Universidade de S\u00e3o Paulo]] abriu o primeiro curso de Bacharelado em Viola Brasileira, com [[Ivan Vilela]],{{Citar peri\u00f3dico|data=2008-11-06|titulo=USP oferece bacharelado em viola caipira|url=https://catracalivre.com.br/geral/agenda/indicacao/usp-inaugura-aulas-de-bacharelado/|jornal=Catraca Livre}} ocorrendo o mesmo em 2010 na [[Universidade de Bras\u00edlia]], com [[Roberto Corr\u00eaa (m\u00fasico)|Roberto Correa]].{{Citar web|url=https://www.letras.com.br/biografia/roberto-correa|titulo=Biografia de Roberto Correa {{!}} LETRAS|acessodata=2017-12-20|obra=www.letras.com.br|ultimo=letras}}\n== V\u00eddeos ==\n\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/e-udPV9k5Jc|Renato Andrade - Viola Enfeiti\u00e7ada (TV C\u00e2mara)}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/O7VaqnZ9im4|Sou Viola Caipira - Epis\u00f3dio 1}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/gVSBfEQ9XiY|A viola - hist\u00f3ria, resist\u00eancia e transforma\u00e7\u00e3o}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/HDaBYwK0g9Y|\"Viola Caipira\" - v\u00eddeo document\u00e1rio}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/aCRk2a4mR3E|Viola encantada: intergera\u00e7\u00f5es viola paulista}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/puBYcr6MHSI|Chora viola - document\u00e1rio}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/huYPDSdEuuQ|Programa Via\u00e7\u00e3o Cip\u00f3 - Violas de Queluz F\u00e9rias - bloco 2}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/uMnObMTmEmI|Luthieria - viola de caba\u00e7a (TV UNESP)}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/3yjhnsK3D7I|Viola de caba\u00e7a (Fabr\u00edcio Conde)}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/2peSbjjtff0|Constru\u00e7\u00e3o da viola de caba\u00e7a}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/nl4ntj-48hg|Sobre a viola de cocho - Roberto Corr\u00eaa}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/nxjdeS_NX6o|Modo de Fazer Viola de Cocho (IPHAN) - Parte 1}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/LlRq7HmMjrU|Modo de Fazer Viola de Cocho (IPHAN) - Parte 2}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/MQHEev7vTgM|Modo de Fazer Viola de Cocho (IPHAN) - Parte 3}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/oDDjbvAA1to|Viola de buriti}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/vzqwfqnLVvA|Viola de buriti (dueto)}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/cwYwLHTb76I|Um Brasil de viola: Oliveira de Panelas 1 - Jo\u00e3o Pessoa (PB)}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/I5htZ0mdIY8|Os acordes na viola caipira de Ivan Vilela}}\n* {{link||https://www.youtube.com/embed/FiL7uUCe1xc|Almir Sater e Ti\u00e3o Carreiro - solos de viola}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [[M\u00fasica do Brasil]]\n* [[Cultura do Brasil]]\n* [[Cultura de Portugal]]\n* [[Cultura da Espanha]]\n* [[Instrumentos musicais tradicionais portugueses]]\n* [http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Dossie_modo_fazer_viola_cocho.pdf Registro do modo de fazer viola de cocho no IPHAN]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Instrumentos musicais}}\n{{Portal3|Brasil|M\u00fasica popular}}\n\n{{DEFAULTSORT:Viola brasileira}}\n[[Categoria:Instrumentos musicais]]\n[[Categoria:Instrumentos musicais do Brasil]]\n[[Categoria:Cordofones beliscados]]\n[[Categoria:Cordofones compostos]]\n[[Categoria:Viola (m\u00fasica)]]\n[[Categoria:Cultura do Brasil]]\n[[Categoria:Cultura popular do Brasil]]\n[[Categoria:M\u00fasica popular brasileira]]\n[[Categoria:M\u00fasica do Brasil]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria da m\u00fasica]]\n[[Categoria:Patrim\u00f4nio art\u00edstico]]\n[[Categoria:Patrim\u00f4nio cultural]]\n[[Categoria:Patrim\u00f4nio cultural imaterial do Brasil]]"}]},"152266":{"pageid":152266,"ns":0,"title":"Leix\u00f5es","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o}}\n\nO termo '''Leix\u00f5es''' pode designar:\n\n* [[Porto de Leix\u00f5es]], um porto de mar de dimens\u00e3o internacional, situado na costa norte de Portugal (freguesia de Matosinhos).\n* [[Leix\u00f5es Sport Club]], um clube desportivo portugu\u00eas.\n* [[Plataforma Log\u00edstica de Leix\u00f5es]]\n* [[Roca (geologia)]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"4142584":{"pageid":4142584,"ns":0,"title":"Tapeceiro","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[File:Tapissier 1.JPG|thumb|250px|Um tapeceiro restaurando uma cadeira]]\n'''Tapeceiro''' \u00e9 o [[artes\u00e3o]] que exerce o of\u00edcio de forrar com [[tecido]] ou [[couro]] assentos dom\u00e9sticos, de [[autom\u00f3veis]], [[motocicleta]]s ou [[barco]]s, fixando o material com [[prego]]s ou [[grampo]]s. O tapeceiro tamb\u00e9m se dedica a restaurar e melhorar a comodidade dos m\u00f3veis{{citar web|URL=http://www1.folha.uol.com.br/fsp/imoveis/ci08119802.htm|t\u00edtulo=Pe\u00e7a veste m\u00f3vel em diferentes esta\u00e7\u00f5es |autor=[[Folha de S. Paulo]]|data=8 de novembro de 1998|publicado=|acessodata=25 de setembro de 2013}}.\n\n== Bibliografia ==\n:{{Citar livro|autor= GIBERT, Vicen\u00e7; L\u00d3PEZ Josep|t\u00edtulo= Tapicer\u00eda|subt\u00edtulo= |idioma= [[l\u00edngua castelhana|castelhano]]|edi\u00e7\u00e3o= 2012|local= |editora= Parram\u00f3n Ediciones S.A.|ano= 2012 |p\u00e1ginas= |volumes= |isbn= 84-342-2219-1}}[http://books.google.com.br/books?id=S0MrQgAACAAJ&dq=isbn:8434222191&hl=pt-BR&sa=X&ei=lu1CUtayNILw8QTpvoDoCQ&redir_esc=y Google Books][http://www.amazon.com/AULA-MADERA-TAPICER%C3%8CA-Spanish-Parramon/dp/8434222191/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1380117905&sr=1-1 AULA DE MADERA TAPICER\u00cdA (Spanish Edition) Hardcover \u2013 April 9, 2012 by Parramon]\n:{{Citar livro|autor= JAMES, David |t\u00edtulo=Upholstery, A Complete Course |subt\u00edtulo= |idioma= [[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]] |edi\u00e7\u00e3o= |local= |editora=Guild of Master Craftsmen |ano= 1990|p\u00e1ginas= |volumes= |isbn=0-946819-19-X }}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n{{commonscat|Upholstery}}\n*[http://www.sp.senai.br/Senaisp/cursos/54798/101/tapeceiro.html Curso de tapeceiro] no [[SENAC]].\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Artesanato]]\n[[Categoria:Mobili\u00e1rio]]\n[[Categoria:Profiss\u00f5es]]"}]},"2509196":{"pageid":2509196,"ns":0,"title":"Werner Beschnidt","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|bgcolour = silver\n|nome = Werner Beschnidt\n|imagem =\n|imagem_tamanho = 200px\n|legenda = {{DEUNb}}\n|data_nascimento = [[29 de julho]] de [[1918]]\n|local_nascimento = [[Annaberg]], [[Alemanha]]\n|data_morte = [[10 de dezembro]] de [[1994]]\n|local_morte = [[Bad W\u00f6rishofen]]/[[Baviera]], [[Alemanha]]\n|nacionalidade = [[alem\u00e3o]]\n|patente = Oberleutnant\n|Servi\u00e7o =\n|Comando =\n|Tempo de Servi\u00e7o =\n|Unidades = F\u00fchrer 2. / Panzer-Abteilung 103 / [[362\u00aa Divis\u00e3o de Infantaria (Alemanha)|362\u00aa Divis\u00e3o de Infantaria]]\n|Batalhas/Guerras = [[Segunda Guerra Mundial]]\n|Condecora\u00e7\u00f5es = [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]] [[4 de outubro]] de [[1944]]\n}}\n'''Werner Beschnidt''' ([[29 de julho]] de [[1918]] - [[10 de dezembro]] de [[1994]]) foi um oficial [[alem\u00e3o]] que serviu durante a [[Segunda Guerra Mundial]]. Foi condecorado com a [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]].{{Citar web |url = http://www.ww2awards.com/person/35985 |titulo = WW2 Awards |obra = Werner Beschnidt |acessodata= 13 de dezembro de 2009 |lingua = ingl\u00eas}}\n\n\n\n== Condecora\u00e7\u00f5es ==\n{|\n| [[Cruz de Ferro|Cruz de Ferro 2\u00aa Classe]]\n|-\n| [[Cruz de Ferro|Cruz de Ferro 1\u00aa Classe]]\n|-\n| [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]] [[4 de outubro]] de [[1944]]\n|}\n\n\n{{refer\u00eancias}}\n* Fellgiebel W.P., Elite of the Third Reich, The recipients of the Knight's Cross of the Iron Cross 1939-1945: A Reference, Helion & Company Limited, Solihull, 2003, ISBN 1-874622-46-9.\n* Fellgiebel, Walther-Peer (2000). Die Tr\u00e4ger des Ritterkreuzes des Eisernen Kreuzes 1939-1945. Friedburg, Germany: Podzun-Pallas, 2000. ISBN 3-7909-0284-5.\n* Scherzer, Veit (2007). Ritterkreuztr\u00e4ger 1939 - 1945 Die Inhaber des Ritterkreuzes des Eisernen Kreuzes 1939 von Heer, Luftwaffe, Kriegsmarine, Waffen-SS, Volkssturm sowie mit Deutschland verb\u00fcndeter Streitkr\u00e4fte nach den Unterlagen des Bundesarchives (in German). Jena, Germany: Scherzers Miltaer-Verlag. ISBN 978-3-938845-17-2.\n\n{{Portal3|Segunda Guerra Mundial}}\n{{Esbo\u00e7o-SGM}}\n\n{{DEFAULTSORT:Beschnidt, Werner}}\n[[Categoria:Recebedores da Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]]\n[[Categoria:Pessoas da Segunda Guerra Mundial (Alemanha)]]\n[[Categoria:Mortos em 1994]]"}]},"40846":{"pageid":40846,"ns":0,"title":"Narcolepsia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Patologia\n| Nome = Narcolepsia\n| Imagem = 1R02 crystallography.png\n| Legenda = A concentra\u00e7\u00e3o de neuropept\u00eddeos de [[Hipocretina|orexina-A]] no [[l\u00edquido cefalorraquidiano]] das pessoas com narcolepsia \u00e9 geralmente muito baixa\n| Especialidade = [[Medicina do sono]]\n| Sintomas = Sonol\u00eancia excessiva durante o dia de segundos a minutos, [[Cataplexia|perda s\u00fabita de for\u00e7a muscular]]\n| Complica\u00e7\u00f5es = [[Acidente rodovi\u00e1rio|Acidentes de via\u00e7\u00e3o]], quedas\n| In\u00edcio = Inf\u00e2ncia\n| Dura\u00e7\u00e3o = Cr\u00f3nica\n| Causas = Desconhecidas\n| Riscos = [[Antecedentes familiares]]\n| Diagn\u00f3stico = Baseado nos sinais e sintomas e estudos de sono\n| Diferencial = [[Apneia do sono]], [[depress\u00e3o nervosa]], [[anemia]], [[insufici\u00eancia card\u00edaca]], consumo de \u00e1lcool, falta de sono\n| Preven\u00e7\u00e3o = \n| Tratamento = Sestas curtas e regulares, [[higiene do sono]]\n| Medica\u00e7\u00e3o = [[Modafinil]], [[oxibato de s\u00f3dio]], [[metilfenidato]]\n| Progn\u00f3stico = \n| Frequ\u00eancia = 0,2 a 600 em cada {{formatnum:100000}}\n| Mortes = \n | DiseasesDB = 8801\n | CID10 = {{CID10|G|47|4|g|40}}\n | CID9 = {{CID9|347}}\n | OMIM = 161400\n | MedlinePlus = 000802\n | eMedicineSubj = neuro\n | eMedicineTopic = 522\n | MeshID = D009290\n}}\n\n\n'''Narcolepsia''' \u00e9 uma [[Transtorno neurol\u00f3gico|perturba\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica]] [[doen\u00e7a cr\u00f3nica|cr\u00f3nica]] caracterizada pela diminui\u00e7\u00e3o da capacidade de regula\u00e7\u00e3o do [[ritmo circadiano|ritmo de sono e de despertar]].{{citar web|t\u00edtulo=Narcolepsy Fact Sheet|url=http://www.ninds.nih.gov/disorders/narcolepsy/detail_narcolepsy.htm|website=NINDS|series=NIH Publication No. 03-1637|autor =|acessodata=19 de agosto de 2016|urlmorta= n\u00e3o|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160727232102/http://www.ninds.nih.gov/disorders/narcolepsy/detail_narcolepsy.htm|arquivodata=27 de julho de 2016|df=dmy-all}} O sintoma mais comum \u00e9 sonol\u00eancia excessiva durante o dia, que pode ocorrer a qualquer hora e geralmente dura de alguns segundos a alguns minutos. Cerca de 70% das pessoas afetadas tamb\u00e9m manifesta epis\u00f3dios de [[cataplexia]], uma perda s\u00fabita de for\u00e7a muscular. Os sintomas podem ser espoletados por emo\u00e7\u00f5es intensas. Ainda que de forma pouco comum, pode tamb\u00e9m ocorrer [[paralisia do sono]] ou [[Alucina\u00e7\u00e3o|alucina\u00e7\u00f5es]] ao adormecer ou acordar. As pessoas com narcolepsia tendem a [[Sono|dormir]] aproximadamente o mesmo n\u00famero de horas que as restantes pessoas, embora a qualidade do sono tenda a ser pior.\n\n\nDesconhece-se a causa exata da narcolepsia, existindo diversas potenciais causas.{{citar web|t\u00edtulo=Narcolepsy Information Page|url=https://www.ninds.nih.gov/Disorders/All-Disorders/Narcolepsy-Information-Page|website=NINDS|acessodata=7 de janeiro de 2017|urlmorta= n\u00e3o|arquivourl=https://web.archive.org/web/20170107171305/https://www.ninds.nih.gov/Disorders/All-Disorders/Narcolepsy-Information-Page|arquivodata=7 de janeiro de 2017|df=dmy-all}} Em cerca de 10% dos casos existem [[antecedentes familiares]] da condi\u00e7\u00e3o. Nas pessoas com a condi\u00e7\u00e3o \u00e9 frequente observar-se baixos n\u00edveis do [[neuropept\u00eddeo]] [[orexina]], o que pode ser devido a uma [[doen\u00e7a autoimune|perturba\u00e7\u00e3o autoimune]]. Eventuais traumas, infe\u00e7\u00f5es, [[toxina]]s ou [[stresse|stresse psicol\u00f3gico]] podem tamb\u00e9m estar implicados. O diagn\u00f3stico geralmente baseia-se nos sinais e sintomas e em estudos de sono, depois de serem descartadas outras potenciais causas. A sonol\u00eancia excessiva durante o dia pode tamb\u00e9m ser causada por outras condi\u00e7\u00f5es que perturbam o sono, como [[apneia do sono]], [[depress\u00e3o nervosa]], [[anemia]], [[insufici\u00eancia card\u00edaca]], consumo de \u00e1lcool e n\u00e3o dormir horas suficientes. A cataplexia pode ser confundida com [[Epilepsia|ataques epil\u00e9pticos]].\n\n\nEmbora n\u00e3o exista cura, os sintomas podem ser atenuados mediante diversas altera\u00e7\u00f5es no estilo de vida e medicamentos. Entre as altera\u00e7\u00f5es no estilo de vida est\u00e3o sestas curtas e regulares e medidas de [[higiene do sono]]. Os medicamentos usados incluem [[modafinil]], [[oxibato de s\u00f3dio]] e [[metilfenidato]]. Embora os medicamentos sejam eficazes numa fase inicial, ao longo do tempo a pessoa pode desenvolver toler\u00e2ncia aos seus benef\u00edcios. A cataplexia pode ser melhorada com [[Antidepressivo tric\u00edclico|antidepressivos tric\u00edclicos]] e [[Inibidor seletivo de recapta\u00e7\u00e3o de serotonina|inibidores seletivos de recapta\u00e7\u00e3o de serotonina]].\n\n\nA doen\u00e7a afeta entre 0,2 e 600 em cada {{formatnum:100000}} pessoas.{{citar livro|\u00faltimo1 =Goswami|primeiro1 =Meeta|\u00faltimo2 =Thorpy|primeiro2 =Michael J.|\u00faltimo3 =Pandi-Perumal|primeiro3 =S. R.|t\u00edtulo=Narcolepsy: A Clinical Guide|data=2016|publicado=Springer|isbn=9783319237398|p\u00e1gina=39|edi\u00e7\u00e3o=2|url=https://books.google.ca/books?id=j4F-CwAAQBAJ&pg=PA39|l\u00edngua=en|urlmorta= n\u00e3o|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160823033451/https://books.google.ca/books?id=j4F-CwAAQBAJ&pg=PA39|arquivodata=23 de agosto de 2016|df=dmy-all}} Na maior parte dos casos a condi\u00e7\u00e3o tem in\u00edcio na inf\u00e2ncia, e afeta homens e mulheres em igual propor\u00e7\u00e3o. Caso n\u00e3o seja tratada, a narcolepsia aumenta o risco de [[Acidente rodovi\u00e1rio|acidentes de via\u00e7\u00e3o]] e de quedas. O termo \"narcolepsia\" foi usado pela primeira vez em 1880 por [[Jean-Baptiste-\u00c9douard G\u00e9lineau]] e tem origem no grego \u03bd\u03ac\u03c1\u03ba\u03b7 (''nark\u0113''), significando \"dorm\u00eancia\" e \u03bb\u1fc6\u03c8\u03b9\u03c2 (''lepsis'') com o significado de \"ataque\".{{citar web|\u00faltimo1 =Harper|primeiro1 =Douglas|t\u00edtulo=Narcolepsy|url=http://dictionary.reference.com/browse/Narcolepsy|website=Dictionary.com|publicado=Online Etymology Dictionary|acessodata=19 de agosto de 2016|data=2010|urlmorta= n\u00e3o|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131409432000/http://dictionary.reference.com/browse/narcolepsy|arquivodata=8 de setembro de 2017|df=dmy-all}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Medicina}}\n\n[[Categoria:Dist\u00farbios do sono]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:1R02 crystallography.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Star of life.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Star of life caution.svg"}]},"4271066":{"pageid":4271066,"ns":0,"title":"Corazones sin rumbo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Televis\u00e3o\n | t\u00edtulo = Corazones sin rumbo\n | t\u00edtulo-or = \n | t\u00edtulo-pt = \n | t\u00edtulo-br = \n | imagem = \n | tamanho = \n | legenda = \n | formato = Telenovela\n | g\u00eanero = Drama\n | dura\u00e7\u00e3o = \n | criador = \n | adapta\u00e7\u00e3o = \n | pa\u00eds = {{MEX}}\n | idioma = [[L\u00edngua castelhana|Espanhol]]\n | diretor = \n | produtor = \n | apresentador = \n | narrador = \n | elenco = [[#Elenco|ver]]\n | abertura = \n | encerramento = \n | emissora orig = {{MEXb}} [[El Canal de las Estrellas]]\n | form_exibi\u00e7\u00e3o = \n | transmiss\u00e3o = 1980\n | temporadas = \n | epis\u00f3dios = 20\n | precedida_por = \n | seguida_por = \n | relacionados = \n}}\n'''''Corazones sin rumbo''''' \u00e9 uma telenovela mexicana, produzida pela [[Televisa]] e exibida em 1980 pelo [[El Canal de las Estrellas]].{{citar web|url=http://novelasyseries.univision.com/corazones-sin-rumbo|t\u00edtulo=Corazones sin rumbo, telenovela|publicado=Univisi\u00f3n|acessodata=4 de janeiro de 2014}}\n\n==Elenco==\n\n*[[Beatriz Aguirre]] - Lorenza\n*[[V\u00edctor Alcocer]] - Esteban\n*[[Humberto Caba\u00f1as]] - Taruffi\n*[[Silvia Caos]] - Concha\n*[[Eloisa Capilla]] - Chabela\n*[[Ernesto Casillas]] - Cura\n*[[Florencio Castell\u00f3]] - Don Jos\u00e9\n*[[Antonio Castro]] - Carlos\n*[[Roc\u00edo Chazaro]] - ''La'' Chata\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*{{imdb t\u00edtulo|0395385}}\n\n{{Telenovelas da Televisa-1980}}\n\n[[Categoria:Telenovelas do M\u00e9xico]]\n[[Categoria:Telenovelas da Televisa]]\n[[Categoria:Programas de televis\u00e3o do M\u00e9xico que estrearam em 1980]]\n[[Categoria:Programas de televis\u00e3o do M\u00e9xico encerrados em 1980]]\n[[Categoria:Telenovelas da d\u00e9cada de 1980]]\n[[Categoria:Telenovelas em espanhol]]"}]},"1962566":{"pageid":1962566,"ns":0,"title":"No Way Out (2008)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Evento de wrestling profissional\n|nome = No Way Out (2008)\n|imagem = \n|imagem_tamanho = \n|legenda = \n|alt = \n|frase = \n|m\u00fasica tema = \"[[Fake It]]\" por [[Seether]]{{citar web|url=http://www.100megsfree4.com/wiawrestling/pages/wwf/wwfother.htm|t\u00edtulo=Other WWE Information - WWE PPV Theme Songs|publicado=Wrestling Information Archive|acessodata=23-09-2011|arquivourl=https://web.archive.org/web/20080415225723/http://www.100megsfree4.com/wiawrestling/pages/wwf/wwfother.htm|arquivodata=2008-04-15|urlmorta=yes}}\n|promo\u00e7\u00e3o = [[WWE|World Wrestling Entertainment]]\n|programa = [[WWE Raw|Raw]]
[[WWE SmackDown|SmackDown]]
[[ECW (WWE)|ECW]]\n|patrocinador =[[Frontlines: Fuel of War]]\n|data = [[17 de fevereiro]] de [[2008]]{{citar web|url=http://www.prowrestlinghistory.com/supercards/usa/wwf/nowayout.html#2008|titulo=No Way Out 2008|publicado=Pro Wrestling History|acessodata=23-09-2011}}\n|exibido em = \n|assist\u00eancia = 13,306\n|local = Thomas & Mack Center\n|cidade = [[Las Vegas]], [[Nevada]]\n|evento anterior = \n|evento posterior = \n|evento = [[WWE No Way Out|No Way Out]]\n|evento anterior1 = [[Royal Rumble (2008)]]\n|evento posterior1 = [[WrestleMania XXIV]]\n|evento anterior2 = [[No Way Out (2007)]]\n|evento posterior2 = [[No Way Out (2009)]]\n}}\n'''No Way Out (2008)''' foi um evento [[pay-per-view]] de [[wrestling profissional]] realizado pela [[WWE|World Wrestling Entertainment]], ocorreu no dia 17 de fevereiro de 2008 no [[Thomas & Mack Center]] na cidade de [[Las Vegas]], [[Nevada]]. Esta foi a d\u00e9cima edi\u00e7\u00e3o da cronologia do [[WWE No Way Out|No Way Out]].\n\n{{-}}\n==Resultados==\n{| style=\"font-size: 85%; text-align: left;\" class=\"wikitable\"\n|-\n!style=\"border-style: none none solid solid; background: #e3e3e3\"|'''#'''\n!style=\"border-style: none none solid solid; background: #e3e3e3\"|'''Lutas'''{{citar web|url=http://slam.canoe.ca/Slam/Wrestling/PPVReports/2008/02/18/4856515.html|t\u00edtulo=Chamber matches dominate No Way Out|autor=Dave Hillhouse|data=18-02-2008|publicado=[[Canadian Online Explorer]]|trabalho=SLAM! Sports - Wrestling|acessodata=23-09-2011}}\n!style=\"border-style: none none solid solid; background: #e3e3e3\"|'''Estipula\u00e7\u00e3o'''\n!style=\"border-style: none none solid solid; background: #e3e3e3\"|'''Tempo'''\n|-\n|[[luta preliminar|Dark]]\n|[[Kane (lutador)|Kane]] derrotou [[Shelton Benjamin]]\n|[[Tipos de combate de luta profissional#Lutas individuais|Luta individual]]\n|N/A\n|-\n|1\n|[[Chavo Guerrero, Jr.|Chavo Guerrero]] (c) derrotou [[CM Punk]]\n|Luta individual pelo [[ECW World Heavyweight Championship|ECW Championship]]{{citar web|url=http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6387918|t\u00edtulo=ECW Champion Chavo Guerrero def. CM Punk|data=17-02-2008|publicado=[[WWE]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110923050914/http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6387918|arquivodata=2011-09-23|acessodata=23-09-2011|urlmorta=yes}}\n|12:06\n|-\n|2\n|[[The Undertaker]] derrotou [[Dave Batista|Batista]], [[The Great Khali]] (com Ranjin Singh), [[Dave Finlay|Finlay]], [[Montel Vontavious Porter]] e [[Nelson Frazier, Jr.|Big Daddy V]] (com [[Matt Striker]])\n|[[Elimination Chamber]]1 por uma luta pelo [[World Heavyweight Championship (WWE)|World Heavyweight Championship]] no [[WrestleMania XXIV]]{{citar web|url=http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6364982|t\u00edtulo=Undertaker wins SmackDown/ECW Elimination Chamber|data=17-02-2008|publicado=[[WWE]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110923051038/http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6364982|arquivodata=2011-09-23|acessodata=23-09-2011|urlmorta=yes}}\n|30:28\n|-\n|3\n|[[Ric Flair]] derrotou [[Ken Anderson|Mr. Kennedy]]\n|[[Tipos de combate de luta profissional#Retirement match|Luta individual; se Flair perdesse, deveria se aposentar]]{{citar web|url=http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6323434|t\u00edtulo=Ric Flair def. Mr. Kennedy|data=17-02-2008|publicado=[[WWE]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110923051120/http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6323434|arquivodata=2011-09-23|acessodata=23-09-2011|urlmorta=yes}}\n|07:13\n|-\n|4\n|[[Edge (lutador)|Edge]] (c) derrotou [[Rey Mysterio, Jr.|Rey Mysterio]]\n|Luta individual pelo [[World Heavyweight Championship (WWE)|World Heavyweight Championship]]{{citar web|url=http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6323422|t\u00edtulo=World Heavyweight Champion Edge def. Rey Mysterio|data=17-02-2008|publicado=[[WWE]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110923043854/http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6323422|arquivodata=2011-09-23|acessodata=23-09-2011|urlmorta=no}}\n|14:27\n|-\n|5\n|[[John Cena]] derrotou [[Randy Orton]] (c) por desqualifica\u00e7\u00e3o\n|Luta individual pelo [[WWE Championship]]{{citar web|url=http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6235888|t\u00edtulo=John Cena def. WWE Champion Randy Orton (DQ, Orton retains)|data=17-02-2008|publicado=[[WWE]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110923043854/http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/6235888|arquivodata=2011-09-23|acessodata=23-09-2011|urlmorta=no}}\n|15:51\n|-\n|6\n|[[Triple H]] derrotou [[Shawn Michaels]], [[John Layfield|John \"Bradshaw\" Layfield]], [[Eddie Fatu|Umaga]], [[Chris Jericho]] e [[Jeff Hardy]]\n|Elimination Chamber2 por uma luta pelo [[WWE Championship]] no WrestleMania XXIV{{citar web|url=http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/5908216|t\u00edtulo=Triple H wins Raw Elimination Chamber|data=17-02-2008|publicado=[[WWE]]|arquivourl=https://web.archive.org/web/20110923043854/http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008/matches/5908216|arquivodata=2011-09-23|acessodata=23-09-2011|urlmorta=no}}\n|32:54\n|-\n!colspan=\"5\"|{{centro|{{small|''(c) - Campe\u00e3o(s) antes da luta''}}}}\n|-\n|}\n\n;Elimination Chamber entradas e elimina\u00e7\u00f5es (SmackDown/ECW)1\n{| style=\"font-size: 85%; text-align: left;\" class=\"wikitable\"\n|-\n|'''Elimina\u00e7\u00e3o #'''\n|'''Lutador'''\n|'''Entrada'''\n|'''Eliminado por'''\n|'''Golpe'''\n|'''Tempo'''\n|-\n|1\n|Big Daddy V\n|3\n|Batista\n|DDT no ch\u00e3o de metal por Undertaker.\n|09:07\n|-\n|2\n|The Great Khali\n|4\n|Undertaker\n|Hell's Gate\n|12:38\n|-\n|3\n|MVP\n|6\n|Finlay\n|Chokeslam do topo da c\u00e2mara por Undertaker\n|22:31\n|-\n|4\n|Finlay\n|5\n|Undertaker\n|Chokeslam no ch\u00e3o de metal.\n|24:11\n|-\n|5\n|Batista\n|2\n|Undertaker\n|[[Tombstone piledriver]]\n|29:28\n|-\n|'''Vencedor'''\n|'''The Undertaker'''\n|'''1'''\n|N/A\n|N/A\n|N/A\n|}\n\n;Elimination Chamber entradas e elimina\u00e7\u00f5es (Raw)2\n{| style=\"font-size: 85%; text-align: left;\" class=\"wikitable\"\n|-\n|'''Elimina\u00e7\u00e3o #'''\n|'''Lutador'''\n|'''Entrada'''\n|'''Eliminado por'''\n|'''Golpe'''\n|'''Tempo'''\n|-\n|1\n|John \"Brandshaw\" Layfield\n|4\n|Jericho\n|Codebreaker de Jericho.\n|13:44\n|-\n|2\n|Umaga\n|3\n|Jericho\n|Eliminado depois de um Sweet Chin Music de Michaels, um Codebreaker de Jericho, um Pedigree de Triple H e um Swantom Bomb do topo da c\u00e2mara por Jeff Hardy.\n|19:45\n|-\n|3\n|Chris Jericho\n|1\n|Jeff Hardy\n|Sweet Chin Music de Michaels.\n|19:57\n|-\n|4\n|Shawn Michaels\n|2\n|Triple H\n|Twist of Fate de Hardy e um Pedigree de Triple H\n|20:25\n|-\n|5\n|Jeff Hardy\n|6\n|Triple H\n|Pedigree numa cadeira.\n|23:54\n|-\n|'''Vencedor'''\n|'''Triple H'''\n|'''5'''\n|N/A\n|N/A\n|N/A\n|-\n|}\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*{{oficial|http://liveweb.archive.org/http://www.wwe.com/shows/nowayout/2008}}\n{{WWE PPV|No Way Out}}\n{{Eventos em pay-per-view da WWE em 2008}}\n{{Portal3|Wrestling}}\n[[Categoria:No Way Out]]\n[[Categoria:Pay-per-views da WWE]]\n\n[[es:WWE No Way Out#2008]]"}]},"2207928":{"pageid":2207928,"ns":0,"title":"Neversoft","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Empresa\n |nome_empresa = Neversoft Entertainment\n |logo_empresa = \n |slogan_empresa =\n |funda\u00e7\u00e3o = [[1994]]\n |fundador = Joel Jewett
Mick West
Chris Ward\n |sede = [[Woodland Hills]], [[Calif\u00f3rnia]], [[EUA]]\n |locais = \n |principais_pessoas = \n |num_empregados = \n |tipo_empresa = [[Subsidi\u00e1ria]]\n |ind\u00fastria = [[Jogos eletr\u00f4nicos]]\n |produtos = [[Tony Hawk's|''Tony Hawk's'' series]]
([[1999]]-[[2007]])
[[Guitar Hero|''Guitar Hero'' series]]
([[2007]]-[[2010]])\n |lucro =\n |LAJIR =\n |encerramento = [[10 de Julho]] de [[2014]]\n |renda_l\u00edquida =\n |p\u00e1gina = \n |rodap\u00e9 =\n}}\n'''Neversoft''' ou '''Neversoft Entertainment''' foi um [[desenvolvedora de jogos eletr\u00f4nicos]] [[estadunidense]] que foi fundada em 1994 por Joel Jewett, Mick West e Chris Ward. Neversoft \u00e9 melhor reconhecida por sua linha de jogos de [[skateboarding]] de [[Tony Hawk]], conhecida como a s\u00e9rie ''[[Tony Hawk's (s\u00e9rie)|Tony Hawk's]]''. A empresa foi obtida pela [[Activision]] em 1999.{{citar web|url=http://www.mobygames.com/company/neversoft-entertainment-inc |t\u00edtulo=Mat\u00e9ria sobre a hist\u00f3ria da Neversoft |obra=[[MobyGames]] |l\u00edngua=Ingl\u00eas}}\n\nA Neversoft tamb\u00e9m ficou respons\u00e1vel pelo jogo musical [[Guitar Hero]], sucessora da t\u00e3o aclamada [[Harmonix Music Systems|Harmonix]] na atualiza\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de novas vers\u00f5es para um dos jogos de musica mais jogados do mundo.\n\nConhecida tamb\u00e9m por desenvolver o jogo [[Call of Duty: Ghosts|Call Of Duty Ghosts]] e [[Gun (jogo eletr\u00f4nico)]].\n\nEm 2014, foi relatado que Neversoft tinha sido fundida com a criadora de [[Call of Duty]], [[Infinity Ward]], para criar o que foi encaminhado internamente como um \"super-est\u00fadio\".\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*{{Link|en|2=http://www.neversoft.com/|3=Site da Neversoft}}\n*{{Link|en|2=http://www.activision.com/|3=Site da Activision}}\n\n{{Guitar Hero}}\n{{esbo\u00e7o-empresa de jogos eletr\u00f4nicos}}\n\n[[Categoria:Empresas de jogos eletr\u00f4nicos dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Desenvolvedoras de jogos eletr\u00f4nicos]]\n[[Categoria:Empresas extintas em 2014]]"}]},"4558113":{"pageid":4558113,"ns":0,"title":"Observat\u00f3rio Astron\u00f4mico de Maiorca","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Observat\u00f3rio/Wikidata}}\nO '''Observat\u00f3rio Astron\u00f4mico de Maiorca''' ('''OAM'''), em [[L\u00edngua castelhana|espanhol]]: ''Observatorio Astron\u00f3mico de Mallorca'', \u00e9 um [[observat\u00f3rio astron\u00f4mico]] localizado no sul de [[Costitx]], [[Maiorca]], [[Espanha]].{{citar web|l\u00edngua2=es | url = http://www.20minutos.es/noticia/454688/0/asteroide/tierra/astronomia/ | t\u00edtulo = Un gran asteroide pasa 'rozando' la Tierra | publicado = 20minutos.es | acessodata = 19 de novembro de 2014}} Seu c\u00f3digo ''[[Minor Planet Center|MPC]]'' \u00e9 '''620 Observatorio Astronomico de Mallorca'''.{{citar web|l\u00edngua2=en | url = http://www.minorplanetcenter.org/iau/lists/ObsCodes.html | t\u00edtulo = Lista de c\u00f3digos de observat\u00f3rios | publicado = [[Minor Planet Center|IAU Minor Planet Center]] | acessodata = 19 de novembro de 2014}}{{citar web|l\u00edngua2=en | url = http://www.minorplanetcenter.org/iau/ECS/MPCArchive/1998/MPC_19980313.pdf | t\u00edtulo=Circolare MPC 31320 del 13 de marzo de 1998 | publicado = [[Minor Planet Center|IAU Minor Planet Center]] | acessodata = 19 de novembro de 2014}}\n\n== Hist\u00f3ria ==\nFoi inaugurado em [[maio]] de [[1991]] e se tornou o primeiro centro astron\u00f4mico nas [[Ilhas Baleares]].{{citar web | l\u00edngua2 = es | url = http://www.oam.es/ | t\u00edtulo = Observatorio Astron\u00f3mico de Mallorca | publicado = Observatorio Astron\u00f3mico de Mallorca | acessodata = 19 de novembro de 2014 | arquivourl = https://web.archive.org/web/20180307030208/http://oam.es/ | arquivodata = 2018-03-07 | urlmorta = yes }} O [[Minor Planet Center]] (MPC) credita-o com a descoberta de cinquenta e nove [[asteroide]]s entre [[1999]] e [[2009]]. Alguns de seus astr\u00f4nomos tamb\u00e9m descobriram v\u00e1rios asteroides pessoalmente.\n\n\u00c9 o pioneiro entre os observat\u00f3rios [[espanh\u00f3is]] e utiliza [[Telesc\u00f3pio rob\u00f3tico|telesc\u00f3pios rob\u00f3ticos]] para descobrir e rastrear asteroides.{{citar web|l\u00edngua2=es | url = http://www.mallorcadiario.com/index.php?option=com_content&task=view&id=20318&Itemid=29 | t\u00edtulo = El observatorio de Costitx descubre un asteroide que amenaza la Tierra | publicado = | acessodata = 19 de novembro de 2014}} Os pesquisadores do OAM j\u00e1 encontraram asteroides que s\u00e3o potenciais amea\u00e7as \u00e0 [[Terra]], como o {{mpl|(216258) 2006 WH|1}}. Salvador Sanchez \u00e9 diretor do OAM.\n\nEm [[2008]], o asteroide [[128036 Rafaelnadal|128036]], descoberto em [[2003]] pelo OAM, foi nomeado de [[Rafael Nadal]].{{citar web | l\u00edngua2 = es | url = http://www.larazon.com.ar/notas/2008/07/29/01725783.html | t\u00edtulo = Nadal tendr\u00e1 su propio asteroide | publicado = | acessodata = 19 de novembro de 2014 | arquivourl = https://archive.is/20121230083525/http://www.larazon.com.ar/notas/2008/07/29/01725783.html | arquivodata = 2012-12-30 | urlmorta = yes }}{{citar web|l\u00edngua2=es | url = http://www.elmundo.es/elmundodeporte/2008/07/11/tenis/1215805534.html | t\u00edtulo = Un asteroide llamado Rafa Nadal | publicado = El Mundo | acessodata = 19 de novembro de 2014}} At\u00e9 2008, o OAM rastreava mais de 2.000 asteroides.{{citar web|l\u00edngua2=es | url = http://actualidad.terra.es/ciencia/articulo/telescopios-mallorca-cazan-asteroides-peligroso-2759399.htm | t\u00edtulo = Telescopios Mallorca 'cazan' unos 2.000 asteroides, uno de ellos 'peligroso' | publicado = | acessodata = 19 de novembro de 2014}}\n\nEm [[2013]] ele descobriu uma poderosa [[supernova]] em uma [[gal\u00e1xia]] localizada h\u00e1 575 milh\u00f5es de [[Ano-luz|anos-luz]]. Foi classificada pelo c\u00f3digo ''SN 2013dv''. A descoberta foi confirmada por pesquisadores da [[Universidade de Harvard]] e do [[MIT]].{{citar web|l\u00edngua2=es | url = http://www.abc.es/ciencia/20130730/abci-observatorio-mallorca-descubre-supernova-201307301754.html | t\u00edtulo = El Observatorio de Mallorca descubre una supernova a 575 millones a\u00f1os luz | publicado = | acessodata = 19 de novembro de 2014}}\n\nH\u00e1 um grande [[planet\u00e1rio]] perto do observat\u00f3rio, o que muitas vezes faz apresenta\u00e7\u00f5es abertas ao p\u00fablico.\n\n== Principais asteroides descobertos pelo OAM ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"margin: 1em; margin-top: 0;\"\n|+ '''[[Asteroide]]s descobertos:{{citar web|l\u00edngua2=en | url = http://www.minorplanetcenter.org/iau/lists/MPDiscsAlpha.html | t\u00edtulo = Lista alfab\u00e9tica de descubrimientos de asteroides | publicado = [[Minor Planet Center|IAU Minor Planet Center]] | acessodata = 19 de novembro de 2014}}Lista atualizada em julho de 2012. Nesta lista s\u00f3 aparecem os asteroides com nome definitivo. 59'''\n|-\n| [[73533 Alonso]] || 25 de julho de 2003\n|-\n| [[120141 Lucaslara]] || 7 de abril de 2003\n|-\n| [[128036 Rafaelnadal]] || 28 de maio de 2003\n|-\n| [[164589 La Sagra]]Do [[Observat\u00f3rio Astron\u00f4mico de La Sagra]]. || 11 de agosto de 2007\n|-\n| [[171458 Pepaprats]] || 7 de outubro de 2007\n|-\n| [[185164 Ingeburgherz]] || 27 de setembro de 2006\n|-\n| [[185638 Erwinschwab]] || 1 de mar\u00e7o de 2008\n|-\n| [[185639 Rainerkling]] || 2 de mar\u00e7o de 2008\n|-\n| [[187700 Zagreb]] || 2 de mar\u00e7o de 2008\n|-\n| [[189848 Eivissa]] || 23 de mar\u00e7o de 2003\n|-\n| [[202787 Kestecher]] || 25 de julho de 2008\n|-\n| [[212981 Majalitovi\u0107]] || 14 de fevereiro de 2009\n|-\n| [[228133 Ripoll]] || 20 de agosto de 2009\n|-\n| [[236987 Deustua]] || 26 de agosto de 2008\n|-\n| [[236988 Robberto]] || 25 de agosto de 2008\n|-\n| [[367943 Duende]] ||23 de fevereiro de 2012\n|}\n\n== Veja tamb\u00e9m ==\n* [[Observat\u00f3rio Astron\u00f4mico de La Sagra]]\n* [[Observat\u00f3rio de Calar Alto]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [https://web.archive.org/web/20180307030208/http://oam.es/ P\u00e1gina oficial]\n* [http://www.mallorcaplanetarium.com/ Sito web del planetario]\n\n[[Categoria:Observat\u00f3rios astron\u00f4micos da Espanha]]"}]}}}}