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{"continue":{"imcontinue":"84268|Lei_\u00c1urea_img086.jpg","grncontinue":"0.257763009328|0.257763009328|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"5134772":{"pageid":5134772,"ns":0,"title":"Born to Be Bad","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n |t\u00edtulo = Born to Be Bad\n |t\u00edtulo-pt = A deusa do mal\n |t\u00edtulo-br = Alma sem pudor\n |imagem = Joan Fontaine in Born To Be Bad trailer 2.JPG\n |tamanho_imagem = 200px\n |legenda imagem = Joan Fontaine em cena do filme\n |pa\u00eds = {{EUA}}\n |ano = [[1950]]\n |cor-pb = P&B\n |produtor = Robert Sparks\n |m\u00fasica = [[Frederick Hollander]]\n |dura\u00e7\u00e3o = 94\n |dire\u00e7\u00e3o = [[Nicholas Ray]]
[[Fred Fleck]] (assistente)\n |roteiro = [[Charles Schnee]] (roteiro)
Edith R. Sommer(roteiro)
[[Anne Parrish]] (livro)\n |elenco = [[Joan Fontaine]]
[[Robert Ryan]]
[[Zachary Scott]]\n |g\u00eanero = [[Filmes de drama|Drama]]
[[Filmes noir|Noir]]\n |tipo = LF\n |idioma = [[L\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n |website = \n |imdb_id = 0042275\n}}\n'''''Born to Be Bad''''' (br.; Alma sem pudor / pt.: A deusa do mal) \u00e9 um [[filme de drama]] [[filme noir|noir]] estadunidense de 1950, dirigido por [[Nicholas Ray]] para a [[RKO Radio Pictures]]. O roteiro \u00e9 baseado no romance ''All Kneeling'' de [[Anne Parrish]] (1928) AFI film|id=26241|title=Born to Be Bad. Acessado: 6 de agosto de 2013.\n\n==Elenco==\n* [[Joan Fontaine]]...Christabel Caine Carey\n* [[Robert Ryan]]...Nick Bradley\n* [[Zachary Scott]]...Curtis Carey\n* [[Joan Leslie]]...Donna Foster\n* [[Mel Ferrer]]...Gabriel 'Gobby' Broome\n* Harold Vermilyea...John Caine\n* Virginia Farmer...Tia Clara Caine\n* [[Kathleen Howard]]...Madame Bolton\n* [[Bess Flowers]]...Madame Worthington\n\n==Sinopse==\nChristabel Caine \u00e9 uma \u00f3rf\u00e3 que viveu a inf\u00e2ncia com sua humilde Tia Clara numa pequena cidade do interior da Calif\u00f3rnia. Quando a menina cresce, Clara conversa com um parente, o editor e tamb\u00e9m tio de Christabel John Caine de [[S\u00e3o Francisco (Calif\u00f3rnia)|S\u00e3o Francisco]], e ele concorda em dar um emprego para a sobrinha assim que ela terminar de cursar a faculdade. Christabel ficar\u00e1 no lugar da eficiente secret\u00e1ria de John, Donna Foster, que est\u00e1 para se casar com o [[milion\u00e1rio]] Curtis Carey. Enquanto estuda, Christabel divide o apartamento com Donna e conhece o noivo e alguns amigos dela, o [[pintor]] Gabriel 'Gobby' Broome e o [[escritor]] Nick Bradley. Christabel e Nick se apaixonam mas ela aos poucos se revela uma grande manipuladora psicol\u00f3gica cujo objetivo \u00e9 roubar o noivo milion\u00e1rio de Donna.\n\n==Recep\u00e7\u00e3o==\n\nO cr\u00edtico de cinema Dennis Schwartz elaborou uma resenha mista, escrevendo (tradu\u00e7\u00e3o livre/aproximada como as demais): \"Nicholas Ray (''[[Rebel Without a Cause]]''/''[[Johnny Guitar]]'') desceu alguns n\u00edveis da sua obra ilustre ao aceitar dirigir esse melodrama pobre mas elegantemente divertido. \u00c9 aceit\u00e1vel como um filme rotineiro de Hollywood sobre uma mulher normal \u00e0s voltas com a maldosa alpinista social Christabel Caine (Joan Fontaine) ... Se move em c\u00edrculos de banalidades melodram\u00e1ticas com resultados previs\u00edveis; mas Ray mant\u00e9m todas as maldades a pleno vapor, desenhando assim uma pintura feia sobre estados de rupturas emocionais da vida em sociedade. Fontaine tem um desafio ao mudar da usual imagem de \"boa\" hero\u00edna[http://homepages.sover.net/~ozus/borntobebad.htm Schwartz, Dennis]. ''Ozus' World Movie Reviews'', resenha de cinema, 29 de dezembro de 2004. Acessado: 10 de julho de 2013.\n\nOutro cr\u00edtico, Craig Butler, deixou de lado a desconfian\u00e7a ao assistir o filme, escrevendo:\"Apesar de dificilmente poder ser considerado um grande filme, ''Born to Be Bad'' possui bastante divers\u00e3o \u2013 se estiver dispon\u00edvel para um mal-intencionado, ris\u00edvel, exagerado melodrama. ''Bad'' tem pouco tempo a perder com sutilezas; est\u00e1 muito mais concentrado em celebrar sua protagonista \"menina m\u00e1\" e na apresenta\u00e7\u00e3o de seu melodrama da forma mais oper\u00edstica poss\u00edvel ... Felizmente, as preocupa\u00e7\u00f5es art\u00edsticas s\u00e3o deixadas para tr\u00e1s em ''Bad''. \u00c9 realmente o tipo de filme que se deve sentar, deixar quest\u00f5es de arte de lado e apenas desfrutar de sua divers\u00e3o exagerada\"[http://www.allmovie.com/movie/born-to-be-bad-v6748/review Butler, Craig]. ''All Movie by Rovi'', resenha de filmes. Acessado: 10 de julho de 2013.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{IMDb title|id=0042275|title=Born to Be Bad}}\n* [http://www.dvdbeaver.com/film2/DVDReviews42/born_to_be_bad.htm ''Born to Be Bad''] site informativo e resenha do DVD de DVD Beaver (inclui imagens)\n\n{{Nicholas Ray}}\n\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 1950]]\n[[Categoria:Filmes de drama dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes noir]]\n[[Categoria:Filmes em preto e branco]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]\n[[Categoria:Filmes baseados em livros]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por Nicholas Ray]]\n[[Categoria:Filmes da RKO Pictures]]\n[[Categoria:Filmes de drama da d\u00e9cada de 1950]]"}]},"200121":{"pageid":200121,"ns":0,"title":"LHC@home","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''LHC@home''' simula o funcionamento do [[LHC]], maior [[acelerador de part\u00edcula]]s no [[mundo]], que j\u00e1 foi constru\u00eddo no [[CERN]]. Faz parte do [[sistema]] [[BOINC]].\n\nProcessar\u00e1 os dados coletados nos experimentos. Estima-se ter por volta de 60 mil m\u00e1quinas.{{Citar web |url=http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/10092008-6.shl |titulo=M\u00e1quina do fim do mundo tem maior grid de TI |acessodata=2008-09-10 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20080914032124/http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/10092008-6.shl |arquivodata=2008-09-14 |urlmorta=yes }}\n{{esbo\u00e7o-inform\u00e1tica}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* http://lhcathome.cern.ch/\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{BOINC}}\n\n[[Categoria:Computa\u00e7\u00e3o distribu\u00edda]]\n[[Categoria:Colabora\u00e7\u00e3o online]]"}]},"5666531":{"pageid":5666531,"ns":0,"title":"Boulevard Castilhos Fran\u00e7a","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Via de transporte\n| nome = Boulevard Castilhos Fran\u00e7a\n| tipo = [[Boulevard]]\n| pa\u00eds = {{BRA}}\n| localiza\u00e7\u00e3o = [[Bel\u00e9m]] ([[Par\u00e1|PA]])\n| foto =\n| foto_tamanho =\n| descri\u00e7\u00e3o_foto =\n| in\u00edcio = [[Avenida Marechal Hermes]]\n| final = [[Avenida Portugal (Bel\u00e9m)|Avenida Portugal]]\n}}\nO '''Boulevard Castilhos Fran\u00e7a''' (anteriormente chamada de '''Rua do Imperador''' ou '''Boulevard da Rep\u00fablica''') \u00e9 um logradouro municipal, uma via p\u00fablica de tr\u00e2nsito e, pertencente ao [[Mercado Ver-o-Peso|Complexo do Ver-o-Peso]], situado no bairro do Com\u00e9rcio, \u00e0s margens da [[ba\u00eda do Guajar\u00e1]], na [[cidade]] [[Brasil|brasileira]] de [[Bel\u00e9m (Par\u00e1)|Bel\u00e9m]], no [[Unidades federativas do Brasil|estado]] do [[Par\u00e1]].\n\n[[Ficheiro:Av. Castilho Fran\u00e7a-05.jpg|miniaturadaimagem|Boulevard Castilhos Fran\u00e7a atr\u00e1s da Igreja das Merc\u00eas]]\n\n== Hist\u00f3ria ==\n\u00c9 uma das primeiras vias largas da cidade de Bel\u00e9m do tipo [[Boulevard]], projetada com preocupa\u00e7\u00e3o paisag\u00edstica com influ\u00eancia [[Art Nouveau]],{{citar web|t\u00edtulo=Ver-o-Peso (PA)|url=http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/828|obra=Complexo arquitet\u00f4nico e paisag\u00edstico Ver-o-Peso|autor=Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional}} constru\u00eddo a partir do aterramento da \u00e1rea praiana do igarap\u00e9 do Piri, localizada pr\u00f3xima a alf\u00e2ndega comercial. Obras decorreram do enriquecimento de Bel\u00e9m durante o [[Ciclo da Borracha|Per\u00edodo \u00e1ureo da Borracha na Amaz\u00f4nia]], ocorrido a partir de 1870.{{citar web|t\u00edtulo=Boulevard Castilhos Fran\u00e7a : Bel\u00e9m (PA) |url=https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?id=42419&view=detalhes |obra=Biblioteca cat\u00e1logo on-line |autor=Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica}}\n\nMudan\u00e7as nas cidades afetadas pela [[Belle \u00c9poque]], com interven\u00e7\u00f5es urban\u00edsticas que modernizaram suas fei\u00e7\u00f5es, expressando os desejo da nova [[elite]] em se exibirem progressistas e ligadas no [[Europa|estilo europeu]]. A implanta\u00e7\u00e3o de uma est\u00e9tica que devia romper com os [[Col\u00f3nia|padr\u00f5es coloniais]] com urbanismo t\u00e9cnico, medidas higienizadoras, medidas de controle social, afastamento das classes pobres dos limites urbanos, constru\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios altos de sobrado de frente para o mar (de acordo com a determina\u00e7\u00e3o do governo municipal),{{citar peri\u00f3dico|ultimo=Soares|primeiro=Karol Gillet|data=|ano=2008|titulo=As formas de morar na Bel\u00e9m da belle \u00e9poque 1870 1910|url=http://pphist.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/dissertacoes/Ms%202006%20KAROL%20GILLET%20SOARES.pdf|jornal=Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Social da Amaz\u00f4nia|acessodata=28/02/2018}} ilumina\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, sistema de bondes el\u00e9tricos, remodela\u00e7\u00e3o das pra\u00e7as, [[Aterramento mar\u00edtimo|aterramento]] do igarap\u00e9 do Piri - \u00e1rea praiana na orla do bairro do Com\u00e9rcio - dando origem ao Boulevard Castilhos Fran\u00e7a e o novo [[Doca do Ver-o-Peso|cais da cidade]] em 1901.{{citar peri\u00f3dico|ultimo=Duarte|primeiro=Cristov\u00e3o Fernandes|data=|ano=2007|titulo=Asilo da mendicidade em Bel\u00e9m do Par\u00e1: a pobreza urbana como contra-face da belle \u00e9poque na amaz\u00f4nia|url=http://www.ufpa.br/xiienanpur/CD/ARQUIVOS/GT4-180-572-20070105215205.pdf|jornal=XII Encontro da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional|local-publicacao=UFPa|acessodata=28/02/2018}}\n\n== Patrim\u00f4nio hist\u00f3rico ==\nO logradouro faz parte do complexo arquitet\u00f4nico e paisag\u00edstico do Ver-o-Peso tombado pelo [[IPHAN]], em [[1977]],{{citar web|url=http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=768&Itemid=1|acessodata=20 de junho de 2016|obra=Portal Pesquisa Escolar|publicado=Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco - FUNDAJ|autor=Virg\u00ednia Barbosa|t\u00edtulo=Mercado Ver-o-Peso, Bel\u00e9m, Par\u00e1}} que compreende uma \u00e1rea de 35 mil metros quadrados, com uma s\u00e9rie de constru\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas, incluindo o [[Mercado da Carne]], a [[Pra\u00e7a do Rel\u00f3gio (Bel\u00e9m)|Pra\u00e7a do Rel\u00f3gio]], a [[Doca (Bel\u00e9m)|Doca]], a [[Feira do A\u00e7a\u00ed]], a [[Ladeira do Castelo (Bel\u00e9m)|Ladeira do Castelo]] e o [[Solar da Beira]], a [[Esta\u00e7\u00e3o das Docas]] e a [[Pra\u00e7a do Pescador (Bel\u00e9m)|Pra\u00e7a do Pescador]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Cultura e turismo de Bel\u00e9m (Par\u00e1)]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{Link||2=http://www.brasil.gov.br/cultura/2014/04/lista-indicativa-do-patrimonio-mundial-recebe-novos-bens-culturais |3=Lista Indicativa do Patrim\u00f4nio Mundial}}\n* {{Link||2=http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/828 |3=Ver-o-Peso - Par\u00e1}}\n* {{link||2=http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/index.php?option=com_content&view=article&id=768&Itemid=1|3=O Mercado do Ver-o-Peso}}\n* {{link|1=|2=http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/514/|3=Sobre o Patrim\u00f4nio Material do Par\u00e1 - Portal Iphan}}\n\n{{Portal3|Par\u00e1}}\n\n{{DEFAULTSORT:Mercado Ferro}}\n[[Categoria:Complexo Ver-o-Peso]]\n[[Categoria:Atra\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas do Par\u00e1]]\n[[Categoria:Patrim\u00f4nio cultural]]\n[[Categoria:Mercados municipais do Brasil]]\n[[Categoria:Belle \u00c9poque paraense]]"}]},"84268":{"pageid":84268,"ns":0,"title":"Segundo reinado","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais fontes|data=setembro de 2019}}\n[[imagem:Dom Pedro II 1889.jpg|miniaturadaimagem|327x327px|O [[Imperador]] [[Pedro II do Brasil|Dom Pedro II]] governou o Brasil por 49 anos, entre 1840 a 1889. Na foto, o imperador em 1889, aos 64 anos.]]\nO '''Segundo Reinado''' \u00e9 um per\u00edodo da [[hist\u00f3ria do Brasil]] inerente ao [[Imp\u00e9rio do Brasil]] que compreende 49 anos, iniciando-se com o fim do [[Per\u00edodo regencial (Brasil)|per\u00edodo regencial]] em 23 de julho de 1840, com a [[Golpe da maioridade|declara\u00e7\u00e3o de maioridade]] de [[Pedro II do Brasil|Pedro de Alc\u00e2ntara]], e tendo o seu t\u00e9rmino em 15 de novembro de 1889, quando a [[monarquia constitucional]] [[Parlamento|parlamentarista]] vigente foi derrubada pela [[Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica do Brasil|proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica]].\n\nO Segundo Reinado foi uma \u00e9poca de grande progresso cultural e de grande signific\u00e2ncia para o [[Brasil]], com o crescimento e a consolida\u00e7\u00e3o da na\u00e7\u00e3o brasileira como um pa\u00eds independente, e como importante membro entre as na\u00e7\u00f5es [[Am\u00e9rica|americanas]]. Denota-se nesta \u00e9poca a solidifica\u00e7\u00e3o do [[Ex\u00e9rcito Imperial Brasileiro|ex\u00e9rcito]] e da [[Armada Imperial Brasileira|marinha]], culminando na [[Guerra do Paraguai]] em 1865, e mudan\u00e7as profundas na esfera social, como a gradativa liberta\u00e7\u00e3o dos [[Escravid\u00e3o no Brasil|escravos negros]] e o incentivo da [[Imigra\u00e7\u00e3o no Brasil|imigra\u00e7\u00e3o europeia]] para se juntar \u00e0 for\u00e7a de trabalho brasileira. As artes visuais, a literatura e o teatro afloraram neste per\u00edodo. Embora muito influenciados por estilos europeus que variavam desde o [[neoclassicismo]] ao [[romantismo]], cada conceito era adaptado para criar uma [[Cultura do Brasil|cultura genuinamente brasileira]]. Nesse per\u00edodo, ocorreu a expans\u00e3o da urbaniza\u00e7\u00e3o das grandes cidades{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=70}} e a constru\u00e7\u00e3o em larga escala das estradas de ferro, visando este \u00faltimo o mobilizar mais eficiente do fluxo de bens de consumo e a interioriza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds; al\u00e9m da introdu\u00e7\u00e3o dos [[Telegrafia|tel\u00e9grafos]] el\u00e9tricos que interligavam as prov\u00edncias brasileiras e demais pa\u00edses sul-americanos, linhas de [[Barco a vapor|navios a vapor]] que atualizaram as marinhas mercante e de guerra e, em 1877, a aquisi\u00e7\u00e3o dos primeiros [[Telefone|aparelhos telef\u00f4nicos]].{{Citar web|url=https://alunosonline.uol.com.br/historia-do-brasil/urbanizacao-mudancas-sociais-no-imperio.html|titulo=Urbaniza\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7as sociais no Imp\u00e9rio - Alunos Online|acessodata=2018-09-12|obra=Alunos Online|lingua=pt-BR}}{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Malha ferrovi\u00e1ria produtiva do Brasil \u00e9 a mesma do Imp\u00e9rio - Economia - Estad\u00e3o|url=https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,malha-ferroviaria-produtiva-do-brasil-e-a-mesma-do-imperio,1539689|jornal=Estad\u00e3o|lingua=pt-BR}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2003|outros=Mamigonian, Armen [UNESP], Universidade Estadual Paulista (UNESP)|titulo=A import\u00e2ncia geoecon\u00f4mica das estradas de ferro no Brasil|url=https://repositorio.unesp.br/handle/11449/101439|lingua=pt-br}}{{Citar web|url=http://odiarioimperial.blogspot.com/2017/12/o-telegrafo-no-brasil.html|titulo=Di\u00e1rio Imperial: O TEL\u00c9GRAFO NO BRASIL|data=s\u00e1bado, 23 de dezembro de 2017|acessodata=2018-09-21|obra=Di\u00e1rio Imperial|ultimo=Gomes|primeiro=Eduardo}}{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Martins|primeiro=Magda|data=2018-05-25|titulo=Dom Pedro II e Graham Bell: um encontro revolucion\u00e1rio|url=https://seuhistory.com/noticias/dom-pedro-ii-e-graham-bell-um-encontro-revolucionario|jornal=HISTORY|lingua=pt-br}}{{Citar web|url=http://www.digitaleiro.com.br/a-saida-digital/o-brasil-dom-pedro-ii-mr-bell-e-o-telefone/|titulo=O Brasil, Dom Pedro II, Mr. Bell e o telefone|acessodata=2018-10-02|obra=Digitaleiro|lingua=pt-BR}}{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=68}} A segunda metade do {{s\u00e9c|XIX}} foi marcada por uma incipiente moderniza\u00e7\u00e3o brasileira baseada em pilares essenciais: a economia cafeeira no sudeste, o fim do tr\u00e1fico negreiro e extin\u00e7\u00e3o gradual da escravid\u00e3o, a substitui\u00e7\u00e3o do antigo sistema escravocrata pela m\u00e3o de obra assalariada, [[Economia do Imp\u00e9rio do Brasil|incentivos \u00e0 ind\u00fastria]] do pa\u00eds para amadurecer-se e assumir, at\u00e9 o fim do segundo reinado, uma posi\u00e7\u00e3o de destaque cada vez mais vigente.{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Segundo Reinado (1840-1889) - educa\u00e7\u00e3o|url=http://educacao.globo.com/historia/assunto/imperio-brasileiro/segundo-reinado-1840-1889.html|jornal=Hist\u00f3ria - educa\u00e7\u00e3o}}\n\n\u00c9 historicamente incorreto referir-se a este per\u00edodo como \"segundo imp\u00e9rio\", j\u00e1 que o Brasil teve um \u00fanico per\u00edodo imperial cont\u00ednuo, dividido em [[Primeiro reinado|primeiro]] e segundo reinados, e separados por um per\u00edodo de 9 anos conhecido como per\u00edodo regencial, quando ocorreu in\u00fameras revoltas nas prov\u00edncias (per\u00edodo este o mais conturbado da hist\u00f3ria do Brasil).\n\n== Maioridade de Dom Pedro II ==\n=== Reg\u00eancia Trina e Reg\u00eancia Una ===\n{{Artigo principal|Per\u00edodo regencial (Brasil)}}\nA abdica\u00e7\u00e3o do Imperador [[Pedro I do Brasil|Dom Pedro]] ao trono brasileiro ocorreu em 7 de abril de 1831, em favor de seu filho [[Pedro II do Brasil|D. Pedro de Alc\u00e2ntara]], futuro D. Pedro II, que se tornou imperador aos 5 anos. O ato marcou o fim do [[Primeiro Reinado]] e o in\u00edcio do [[Per\u00edodo regencial (Brasil)|per\u00edodo regencial]], no [[Brasil]].[[imagem:Dom-pedro-II-crianca.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|O imperador Dom Pedro II, aos 15 anos incompletos, \u00e9 emancipado e declarado apto a governar o Brasil, dando fim \u00e0 reg\u00eancia]]A Reg\u00eancia Trina Provis\u00f3ria foi convocada em 17 de julho de 1831, e tinha um representante das tr\u00eas grandes vertentes pol\u00edticas no pa\u00eds: os [[Partido Liberal (Brasil Imp\u00e9rio)|liberais]] (Senador [[Campos Vergueiro]]), os [[Partido Conservador (Brasil Imp\u00e9rio)|conservadores]] ([[Jos\u00e9 Joaquim Carneiro de Campos]]) e os militares (General [[Francisco de Lima e Silva]], o Chico Reg\u00eancia). A eles caberia a realiza\u00e7\u00e3o de elei\u00e7\u00f5es para a escolha da Reg\u00eancia Trina Permanente. Os eleitos foram [[Jo\u00e3o Br\u00e1ulio Muniz|Br\u00e1ulio Muniz]], [[Costa Carvalho]], e o pr\u00f3prio General Chico Reg\u00eancia. Eles governaram o pa\u00eds por 3 anos. Nesse \u00ednterim o [[Ministro da Justi\u00e7a]] Padre [[Diogo Feij\u00f3]] conseguiu influ\u00eancia pol\u00edtica suficiente para, em 1834, criar o [[Ato Adicional]], que fazia da Reg\u00eancia Trina uma Reg\u00eancia Una \u2013 ou seja, um s\u00f3 regente. Ele foi eleito como Regente Uno em elei\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas. O Ato Adicional, por\u00e9m, fracassou, ao somente alimentar as rivalidades entre as fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas das prov\u00edncias.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=85}}\n\n=== Fim da Reg\u00eancia ===\nO Regente Feij\u00f3 se mostrou democr\u00e1tico e de certa forma, federalista, pois criou Assembleias Legislativas provinciais, para dar maior autonomia \u00e0s prov\u00edncias brasileiras \u2013 descentraliza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, ele deu \u00e0 cidade do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] o status de munic\u00edpio neutro. Mas por n\u00e3o conseguir controlar as revoltas populares, foi afastado. Em seu lugar ficou o [[Marqu\u00eas de Olinda|Pedro de Ara\u00fajo Lima]], marqu\u00eas de Olinda, um pol\u00edtico mais centralizador e menos liberal. Foi em sua reg\u00eancia que a [[Declara\u00e7\u00e3o da Maioridade|declara\u00e7\u00e3o de maioridade de Pedro II]] foi dado.\n\nDe acordo com o historiador Roderick J. Barman, por volta de 1840 \"eles haviam perdido toda a f\u00e9 na sua capacidade de governar o pa\u00eds por conta pr\u00f3pria. Eles aceitaram [[Pedro II do Brasil|D. Pedro II]] como uma figura de autoridade, cuja presen\u00e7a era indispens\u00e1vel para a sobreviv\u00eancia do pa\u00eds\".{{citar livro|t\u00edtulo=Citizen Emperor: Pedro II and the Making of Brazil, 1825\u20131891|ultimo=Barman|primeiro=Roderick J.|editora=Stanford University Press.|ano=1999|local=Stanford, United States|p\u00e1ginas=317}} Alguns desses pol\u00edticos (que formariam o [[Partido Conservador (Brasil)|Partido Conservador]] em 1840) acreditavam que uma figura neutra era necess\u00e1ria, que poderia estar acima de fac\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e de interesses mesquinhos para enfrentar o descontentamento e disputas moderadas. Eles imaginaram um imperador que seria mais dependente do legislador do que o monarca constitucional imaginado por [[Pedro I do Brasil|D. Pedro I]], mas com mais poderes do que tinha sido defendido no in\u00edcio da reg\u00eancia por seus rivais (que mais tarde formaram o [[Partido Liberal (1831)|Partido Liberal]]). Os liberais, no entanto, conseguiram passar uma iniciativa para antecipar a maioridade de [[Pedro II do Brasil|D. Pedro II]] de 18 para 14 anos. O imperador foi declarado apto para governar em julho de 1840.\n\n== Parlamentarismo \"\u00e0s avessas\" e primeiros anos ==\n\n=== Tarifa Alves Branco ===\nEm 12 de agosto de 1844 implantou a pol\u00edtica tarif\u00e1ria que \u00e9 conhecida pelo seu nome (''[[Manuel Alves Branco|Tarifa Alves Branco]]''), aumentando as taxas [[Aduana|aduaneiras]] para 30% sobre produtos importados sem similar nacional, e 60% sobre produtos com similar nacional. Tal medida abrangeu cerca de tr\u00eas mil itens importados, despertando vivos protestos n\u00e3o apenas dos empres\u00e1rios [[Reino Unido|brit\u00e2nicos]], afetados com esta medida, mas tamb\u00e9m dos importadores no Brasil e das classes mais abastadas, que passaram a pagar mais caro pelos itens importados de que dependiam. Embora o objetivo da Tarifa Alves Branco fosse apenas gerar mais recursos para o Governo, a medida acabou por favorecer o crescimento de novas atividades econ\u00f4micas nacionais. Este aumento perdurou at\u00e9 meados da d\u00e9cada de 1860, quando o [[Imp\u00e9rio do Brasil|governo imperial]], pressionado pelos grupos exportadores, promoveu uma redu\u00e7\u00e3o das tarifas. O seu objetivo foi o de reduzir o [[D\u00e9fice p\u00fablico|d\u00e9ficit fiscal]] brasileiro, causado principalmente pela [[Guerra da Cisplatina]].\n\nCom a tarifa, o percentual do PIB para sustentar o imp\u00e9rio atrav\u00e9s da tributa\u00e7\u00e3o era de 13%, mantendo-se assim at\u00e9 meados de 1930.{{citar web|url=http://www.cesadufs.com.br/ORBI/public/uploadCatalago/10370606032012Temas_de_Historia_Economica_Aula_20.pdf|t\u00edtulo=A TRIBUTA\u00c7\u00c3O NA HIST\u00d3RIA DO BRASIL}}{{citar livro|t\u00edtulo=Por que o Brasil \u00e9 um pa\u00eds atrasado - O que fazer para entrarmos de vez no {{s\u00e9c|XXI}}|ultimo=de Orleans e Bragan\u00e7a|primeiro=Luiz Philippe|editora=Novo Conceito|ano=2017|local=Brasil|p\u00e1ginas=94}} A maior parte dos impostos provinha da alf\u00e2ndega atrav\u00e9s da importa\u00e7\u00e3o de produtos internacionais. Em compara\u00e7\u00e3o, os impostos no Brasil no ano de 2015 representavam um percentual de 35% em rela\u00e7\u00e3o ao PIB.{{Citar web|titulo=Imposto no Brasil \ufffd alto, mas o retorno em servi\ufffdos \ufffd baixo|url=https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/04/03/internas_economia,859247/imposto-no-brasil-e-alto-mas-o-retorno-em-servicos-e-baixo.shtml|obra=Estado de Minas|data=2017-04-03|acessodata=2019-04-15|lingua=pt-BR|primeiro=Estado de|ultimo=Minas|primeiro2=Estado de|ultimo2=Minas}}\n\n=== Cria\u00e7\u00e3o do parlamentarismo ===\nEm 1847, o imperador Dom Pedro II criou o Conselho de Ministros, \u00f3rg\u00e3o que aconselharia o imperador a dirigir o Brasil, em alguma medida espelhada no [[parlamentarismo]] brit\u00e2nico, mas a hierarquia do parlamentarismo cl\u00e1ssico brit\u00e2nico e o parlamentarismo brasileiro eram invertidos, da\u00ed o nome \"parlamentarismo \u00e0s avessas\".\n\nEm 1847, tamb\u00e9m foi criado o cargo de presidente do Conselho de Ministros ([[primeiro-ministro]]), que seria o chefe do minist\u00e9rio, encarregado de organizar o Gabinete do Governo. Assim, o imperador, em vez de nomear todos os ministros, passou a nomear somente o Presidente do Conselho brasileiro, e este escolhia os demais membros do Minist\u00e9rio, retirando um elemento de desgaste pol\u00edtico do imperador, sem que este tivesse diminu\u00edda sua autoridade.\n\n=== Modelo parlamentarista brit\u00e2nico ===\nNa Inglaterra, a Coroa, baseada na maioria do [[Parlamento]] e em quem eles aconselham, escolhe o [[primeiro-ministro]]. Ap\u00f3s isso o parlamento aprova ou n\u00e3o a decis\u00e3o da coroa. Ele ser\u00e1 o [[chefe de governo]] do pa\u00eds, dirigindo e administrando a Inglaterra. Como o primeiro-ministro \u00e9 um eleito do parlamento, ele deve prestar conta de suas a\u00e7\u00f5es ao \u00f3rg\u00e3o que, se quiser, pode destituir o primeiro-ministro de seu cargo, convocando outro. Ou mesmo \u00e0 coroa, que possui o mesmo poder de destituir o primeiro-ministro.\n\n=== Modelo parlamentarista brasileiro ===\n{{Artigo principal|Presidente do Conselho de Ministros do Imp\u00e9rio}}\n\n[[Imagem:Flag_of_Empire_of_Brazil_(1870-1889).svg|esquerda|thumb|Bandeira imperial do Brasil|235x235px]]\n\nNo Brasil, o imperador era o poder m\u00e1ximo, acumulando fun\u00e7\u00f5es de chefe de estado e de governo, at\u00e9 a d\u00e9cada de 1840 quando [[Pedro II do Brasil|Dom Pedro II]] decretou que o imperador n\u00e3o possu\u00eda mais os dois poderes, e sim apenas o Moderador.\n\nO [[poder executivo]] ficaria a cargo do Presidente do ''Conselho de Ministros'', escolhido pelo [[Imperador]]. O cargo de presidente do Conselho \u00e9 equivalente ao de primeiro-ministro, cargo este criado em 1847, pelo [[decreto]] 523 de 20 de julho, e que existiu at\u00e9 a [[Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica do Brasil|Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica]].\n\nO Presidente do Conselho escolhia o Gabinete, ou seja, os ministros quem formavam o Conselho de Ministros. Por fim, recebia ou n\u00e3o a aprova\u00e7\u00e3o do parlamento. O que aconteceu muito no Brasil e no resto do mundo foi que o parlamento muitas vezes n\u00e3o aprovava a decis\u00e3o do Chefe de Estado, e este se via obrigado a dissolver o parlamento (tanto em Monarquias Parlamentaristas como em Rep\u00fablicas Parlamentaristas da \u00e9poca). [[Espanha]] e [[Fran\u00e7a]] at\u00e9 chegaram a usar o ex\u00e9rcito para aplacar o povo na hora de dissolver o parlamento. No Brasil, era costume o povo estar de acordo com a decis\u00e3o do imperador. A [[Inglaterra]] foi uma exce\u00e7\u00e3o da \u00e9poca, mas principalmente por causa da c\u00e2mara dos lordes, que era toda controlada pela Coroa.\n\nApesar de o modelo parlamentarista brasileiro n\u00e3o parecer muito democr\u00e1tico, era bastante democr\u00e1tico para o seu tempo. O imperador detinha muitos poderes, sendo isso costume da \u00e9poca e em v\u00e1rias localidades do mundo, sobretudo na Inglaterra.\n\nDom Pedro II conseguiu criar uma m\u00e1quina eficiente para dire\u00e7\u00e3o do Brasil, baseada na troca de favores, fato este que pode ser considerado admiss\u00edvel na pol\u00edtica, mas que fez a Monarquia durar somente enquanto o apoio da sua elite econ\u00f4mica durou. Como a elite agr\u00e1ria detinha o poder do Brasil no {{s\u00e9c|XIX}}, Dom Pedro II sempre governou aliando-se a eles, realizando favores (como constru\u00e7\u00e3o de ferrovias, a\u00e7udes, aquisi\u00e7\u00e3o de maquin\u00e1rios etc.) em troca da estrutura que Pedro II necessitava para se manter no poder. Assim, Dom Pedro II conseguiu, ao longo dos 49 anos de seu governo, lidar com um Brasil est\u00e1vel e, em um certo ponto de vista, pr\u00f3spero.\n\n=== Os partidos ''Conservador'' e ''Liberal'' ===\n[[imagem:Pedro II the moderating power.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|O [[poder moderador]] pertencente ao imperador, era definido como ''\u201ca chave de toda a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica\u201d'' do Brasil Imp\u00e9rio.]]\nConsolidaram-se, tamb\u00e9m, dois partidos pol\u00edticos importantes: o ''[[Partido Liberal (1831)|Liberal]]'' (defensor de um poder local forte, com autonomia das prov\u00edncias) e o ''[[Partido Conservador (Brasil)|Conservador]]'' (defensor do fortalecimento do poder central), ambos representantes dos propriet\u00e1rios rurais. A pol\u00edtica externa viria a ser priorit\u00e1ria para D. Pedro II, orientando-se no sentido de evitar o fortalecimento da Argentina, Uruguai e Paraguai, buscando o equil\u00edbrio da Regi\u00e3o da Prata. Pedro II intervinha, pol\u00edtica ou militarmente, nos vizinhos da regi\u00e3o do Cone Sul sempre que sentia import\u00e2ncia estrat\u00e9gica para os interesses do Brasil.\n\nOs Conservadores pregavam um sistema pol\u00edtico onde as autoridades governamentais deviam agir imparcialmente garantindo a liberdade de todos os cidad\u00e3os. Defendiam o governo centralizado e desejavam realiza\u00e7\u00f5es de progresso. Este partido tornou-se conhecido na d\u00e9cada de 1840 pela denomina\u00e7\u00e3o de \"Saquarema\" do nome do munic\u00edpio fluminense onde se localizava as propriedades agr\u00edcolas de um dos seus principais l\u00edderes, Jos\u00e9 Rodrigues Torres, Visconde de Itabora\u00ed.\n\nOs Liberais advogavam a libera\u00e7\u00e3o das prov\u00edncias, com um governo parlamentar mais aprimorado, com a abdica\u00e7\u00e3o do poder moderador, do vitaliciamente do senado e desejavam ainda a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura e a elei\u00e7\u00e3o bienal dos deputados. Os Liberais foram chamados \"Luzias\", nome derivado da Vila Santa Luzia do rio das Velhas, em Minas Gerais, onde se travou a batalha em que a revolta Liberal mineira de 1842 foi sufocada pelo General Lu\u00eds Aves de Lima e Silva, \u00e0 \u00e9poca Bar\u00e3o de Caxias.\n\nOs dois partidos n\u00e3o se respeitavam e nem se impunham a opini\u00e3o p\u00fablica, cada um possu\u00eda seu \u00f3rg\u00e3o de imprensa do qual utilizava para atacar o advers\u00e1rio. Ambos foram criados durante o per\u00edodo regencial (Conservador em 1836 e Liberal em 1831), por\u00e9m chegaram ao apogeu de sua fama durante o segundo reinado, com o Imperador mantendo-se neutro entre os dois, embora sempre vigilante, aconselhando a concilia\u00e7\u00e3o de suas ideias.\n\n=== Poder Moderador ===\n{{Artigo principal|Poder moderador}}\nO Poder moderador foi um dispositivo legal presente na primeira constitui\u00e7\u00e3o brasileira (Art. 98 da Constitui\u00e7\u00e3o de 1824), outorgada pelo imperador [[Pedro I do Brasil|Dom Pedro I]] em mar\u00e7o de 1824, que se baseava nos ideais pol\u00edticos de [[Benjamin Constant (escritor)|Benjamim Constant]] (1767-1830) sobre um poder neutro capaz de ajustar e regular os outros tr\u00eas poderes cl\u00e1ssicos: [[Poder Executivo|Executivo]], [[Poder Legislativo|Legislativo]] e [[Poder Judici\u00e1rio|Judici\u00e1rio]]. O poder moderador foi chave de organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Imp\u00e9rio e inicialmente considerado um mecanismo autorit\u00e1rio e centralizador, ocasionando revoltas em algumas prov\u00edncias durante a reg\u00eancia.\n\nEmbora o poder moderador tenha se difundido no Brasil a partir de Constant, \u00e9 importante destacar que o conceito adotado aqui foi distinto daquele expresso no livro ''Cours de Politique Constitutionelle''. Baseando-se na teoria de [[Montesquieu]] sobre o sistema do parlamentarismo ingl\u00eas e na divis\u00e3o dos tr\u00eas poderes, Constant defendia que houvesse na [[monarquia constitucional]] um poder neutro ou moderador que n\u00e3o estivesse sujeita \u00e0 disputa pol\u00edtica partid\u00e1ria e que fosse exercido pelo rei. Segundo ele, o poder moderador era um recurso importante para os momentos de crise, pois deveria ser um elemento conciliat\u00f3rio dos conflitos entre os demais poderes.\n\nA divis\u00e3o dos poderes institu\u00eddos na constitui\u00e7\u00e3o de 1824 era quadripartite, isso significa que era dividido em quatro poderes teoricamente iguais. O Poder Moderador era exercido unicamente pelo Imperador e tinha total autonomia sobre os outros tr\u00eas poderes. A defini\u00e7\u00e3o desse poder est\u00e1 descrita no Art. 98 da Constitui\u00e7\u00e3o de 1824 que diz o seguinte:\n\n''\u201cO Poder Moderador \u00e9 a chave de toda organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, e \u00e9 delegado privativamente ao imperador, como Chefe Supremo da Na\u00e7\u00e3o, e seu Primeiro Representante, para que incessantemente vele sobre a manuten\u00e7\u00e3o da Independ\u00eancia, equil\u00edbrio, e harmonia dos mais Poderes Pol\u00edticos\u201d''. Em outras palavras, o poder moderador serviria como um elemento de freio e contrapeso para garantir a harmoniza\u00e7\u00e3o dos demais poderes em fun\u00e7\u00e3o do bem estar da na\u00e7\u00e3o.{{Citar web|url=http://rede-imperial.blogspot.com/2018/02/o-poder-moderador-na-constituicao-de.html|titulo=Rede Imperial: O poder moderador na Constitui\u00e7\u00e3o de 1824|data=sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018|acessodata=2018-09-22|obra=Rede Imperial|ultimo=Jr|primeiro=Edemir Rosa}}{{Citar web|url=http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao24.htm|titulo=Constitui\ufffd\ufffdo24|acessodata=2018-09-22|obra=www.planalto.gov.br}}\n\n== Consolida\u00e7\u00e3o e campanhas militares ==\n\n=== Fim da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha ===\n{{Artigo principal|Guerra dos Farrapos}}\n\nAinda vigorava a [[Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha]] no sul do Brasil quando Dom Pedro II assumiu o trono. A Revolu\u00e7\u00e3o tomava propor\u00e7\u00f5es assustadoras, e estava pr\u00f3xima de conseguir a sua independ\u00eancia do resto do pa\u00eds, como a [[prov\u00edncia Cisplatina]]. A fim de impedir este acontecimento, Pedro II nomeou, como Comandante-chefe do Ex\u00e9rcito, o [[Lu\u00eds Alves de Lima e Silva|Lu\u00eds Alves de Lima e Silva, Bar\u00e3o de Caxias]] - que, anteriormente, havia sufocado as revoltas em Minas e em S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m da lideran\u00e7a no Ex\u00e9rcito, o bar\u00e3o foi agraciado com o t\u00edtulo de Presidente da prov\u00edncia do [[Rio Grande do Sul]].\n\nMesmo tendo a liberdade de agir com viol\u00eancia contra os ga\u00fachos, Caxias, numa atitude inteligente, usou da [[diplomacia]], negociando com l\u00edderes e fazendo manifestos patri\u00f3ticos aos insurretos. Por v\u00e1rias vezes, mencionava que o inimigo dos ga\u00fachos n\u00e3o era Pedro II e os brasileiros mas, sim, [[Manuel Oribe]] e [[Juan Manuel de Rosas]], presidentes respectivos do [[Uruguai]] e da [[Argentina]]. Estes buscavam a uni\u00e3o das duas rep\u00fablicas, o que criaria um estado muito poderoso na Prata. As negocia\u00e7\u00f5es e as revoltas vieram a um fim em 1845, quando da assinatura do [[Tratado de Poncho Verde]]. O bar\u00e3o de Caxias foi nomeado \"Pacificador do Brasil\" e recebeu o t\u00edtulo de Conde.\n\n=== Revolu\u00e7\u00e3o Praieira ===\n[[Imagem:Desembarque da Fam\u00edlia Imperial \u2014 Recife, 1859.jpg|thumb|330x330px|Dom Pedro II desembarcando no [[Recife]], prov\u00edncia de [[Pernambuco]], em 1859, cerca de uma d\u00e9cada ap\u00f3s o fim da [[Revolu\u00e7\u00e3o Praieira]], a maior e \u00faltima insurrei\u00e7\u00e3o ocorrida no Segundo Reinado.]]\nA [[Revolu\u00e7\u00e3o Praieira]], tamb\u00e9m denominada \"Insurrei\u00e7\u00e3o Praieira\", \"Revolta Praieira\" ou simplesmente \"Praieira\", foi um movimento de car\u00e1ter [[liberalismo cl\u00e1ssico|liberal]] e [[separatismo|separatista]] que eclodiu, durante o Segundo Reinado, na prov\u00edncia de [[Pernambuco]], entre 1848 e 1850. A \u00faltima das revoltas provinciais est\u00e1 ligada \u00e0s lutas pol\u00edtico-partid\u00e1rias que marcaram o Per\u00edodo Regencial e o in\u00edcio do Segundo Reinado. Sua derrota representou uma demonstra\u00e7\u00e3o de for\u00e7a do governo de [[Pedro II do Brasil|Dom Pedro II]].{{citar web|url=http://escola.britannica.com.br/article/483513/Praieira,%20Revolu%C3%A7%C3%A3o|t\u00edtulo=Revolu\u00e7\u00e3o Praieira|publicado=Britannica Escola Online|acessodata=20 de outubro de 2016}} Para al\u00e9m do descontentamento com o governo imperial, grande parte da popula\u00e7\u00e3o pernambucana mostrava-se insatisfeita com a concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e do poder pol\u00edtico na prov\u00edncia, a mais importante do Nordeste. Foi nesse contexto que surgiu o Partido da Praia, criado para opor-se ao Partido Liberal e ao Partido Conservador, ambos dominados por duas fam\u00edlias poderosas que viviam fazendo acordos pol\u00edticos entre si. Houve uma s\u00e9rie de disputas pelo poder, at\u00e9 que, em 7 de novembro de 1848, iniciou-se a luta armada. Em Olinda, os l\u00edderes praieiros lan\u00e7aram o \u201cManifesto ao Mundo\u201d, e passaram a lutar contra as tropas do governo imperial, que interveio e p\u00f4s fim \u00e0 maior e \u00faltima insurrei\u00e7\u00e3o ocorrida no Segundo Reinado.\n\nEm n\u00edvel local foi influenciada pelas ideias liberais dos que se queixavam da falta de autonomia provincial, sendo marcada pelo rep\u00fadio \u00e0 [[monarquia]], com manifesta\u00e7\u00f5es a favor da independ\u00eancia pol\u00edtica, da [[rep\u00fablica]] e por um reformismo radical.\n\nDe forma global, inscreveu-se no contexto das revolu\u00e7\u00f5es [[Liberalismo|liberais]], [[Socialismo|socialistas]] e [[Nacionalismo|nacionalistas]] que varreram a [[Europa]] neste per\u00edodo do {{s\u00e9c|XIX}}, incluindo a Revolu\u00e7\u00e3o de 1848 na Fran\u00e7a que promoveu a extin\u00e7\u00e3o do [[absolutismo]] no pa\u00eds.\n[[imagem:Quest\u00e3o Christie 9u9dvr3n3j101.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|330x330px|[[Quest\u00e3o Christie]] (1862 a 1865): o conflito diplom\u00e1tico e quase guerra entre o [[Imp\u00e9rio do Brasil]] e o [[Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico]].]]\n\n=== Quest\u00e3o Christie ===\n{{Artigo principal|Quest\u00e3o Christie}}\n\n==== Antecedentes ====\nA aplica\u00e7\u00e3o da [[Bill Aberdeen]] para a supress\u00e3o do com\u00e9rcio de escravos (''Slave Trade Suppression Act'') de 8 de agosto de 1845, e a aprova\u00e7\u00e3o da [[Lei Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]] (4 de setembro de 1850) destinada a frear o tr\u00e1fico de escravos para o Brasil, tiveram como resultado na pr\u00e1tica uma intensifica\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio e o crescimento do sentimento antibrit\u00e2nico no Brasil. Embora o l\u00edder [[Conservadorismo|conservador]] [[Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]] houvesse defendido diante dos legisladores a necessidade de tomar por si mesmos a decis\u00e3o de por fim ao tr\u00e1fico e preservar assim a imagem de na\u00e7\u00e3o soberana, n\u00e3o se ocultava para a opini\u00e3o p\u00fablica o papel da Gr\u00e3-Bretanha.{{Citar web|url=https://www.historiadobrasil.net/brasil_monarquia/questao_christie.htm|titulo=Quest\u00e3o Christie - o que foi, causas, resumo|acessodata=2018-10-22|obra=www.historiadobrasil.net|ultimo=daniel@loverde.com.br|primeiro=Daniel Arantes Loverde -}}\n\nApesar de que com o tratado as tens\u00f5es entre ambos pa\u00edses haviam diminu\u00eddo a raiz do t\u00e9rmino (ou melhor, redu\u00e7\u00e3o) do [[Com\u00e9rcio atl\u00e2ntico de escravos|tr\u00e1fico negreiro]], a percep\u00e7\u00e3o do acordo como uma humilha\u00e7\u00e3o nacional influiria nos futuros acontecimentos.\n\n==== A crise ====\nEm 1861, o mercante brit\u00e2nico ''Prince of Wales'' naufragou na costa do Rio Grande do Sul. Grande parte da mercadoria com carregamento de carbono, cer\u00e2mica, tecidos, azeite e vinho foi saqueada. O embaixador brit\u00e2nico exigiu que o Brasil fizesse a indeniza\u00e7\u00e3o.\n\nEm 1862, 3 arruaceiros foram presos por embriaguez no Rio de Janeiro, ent\u00e3o capital do Brasil. Ao serem detidos, foram identificados como marinheiros brit\u00e2nicos e, devido \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre Inglaterra e Brasil, os marinheiros foram liberados. Mesmo assim, o embaixador ingl\u00eas no Brasil, [[William Dougal Christie]], exigiu que o Imp\u00e9rio indenizasse a Inglaterra pela constrangedora pris\u00e3o da carga do navio ingl\u00eas ''Prince of Wales'', saqueado pr\u00f3ximo da prov\u00edncia do Rio Grande do Sul ocorrido em 1861, a demiss\u00e3o dos policiais que detiveram os marinheiros brit\u00e2nicos e um pedido oficial de desculpas do imperador \u00e0 coroa brit\u00e2nica.\n\nNo ano seguinte, como o Brasil n\u00e3o cedera \u00e0s press\u00f5es, navios brit\u00e2nicos bloquearam o [[porto do Rio de Janeiro]] e apreenderam cinco navios ancorados. Dom Pedro II, consentindo com a press\u00e3o popular, tentou uma sa\u00edda diplom\u00e1tica, chamando o rei [[Leopoldo I da B\u00e9lgica]] para conduzir uma arbitragem imparcial. Leopoldo I favoreceu o Brasil e, como a Inglaterra negou-se a pedir desculpas, o imperador cortou rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com a Inglaterra, no mesmo ano de 1863. A Inglaterra apenas desculpou-se em 1865, quando mostrou apoio ao Brasil na Guerra do Paraguai, reatando as rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas. A vit\u00f3ria do governo na disputa acabou por fortalecer a imagem do Brasil no exterior, pois o pa\u00eds ainda tinha 40 anos de exist\u00eancia, e temia n\u00e3o ter reconhecimento junto aos pa\u00edses europeus. Os outros pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul passavam por problemas parecidos.\n\n== Economia, imigra\u00e7\u00e3o e Industrializa\u00e7\u00e3o do Brasil Imp\u00e9rio ==\n\n=== Economia ===\n{{Artigo principal|Economia do Imp\u00e9rio do Brasil}}\nDurante o [[Primeiro Reinado]] a grande elite agr\u00e1ria (bar\u00f5es da cana) do [[Brasil]] era concentrada no [[Nordeste]]. Mas, nessa mesma \u00e9poca, o [[caf\u00e9]] come\u00e7ava a ser introduzido na [[Baixada Fluminense]] e no [[Vale do Para\u00edba]], e come\u00e7ou a fazer um r\u00e1pido sucesso, no s\u00e9c XIX. Com o fim da era do ouro brasileiro, os pioneiros do caf\u00e9 perceberam que era um investimento altamente rent\u00e1vel, pois as terras da regi\u00e3o eram muito baratas (por vezes gratuitas), a m\u00e3o de obra era escrava e, ap\u00f3s ser plantada, o cafezal era produtivo por vinte anos. O mercado consumidor internacional tamb\u00e9m era pr\u00f3spero, e a venda de caf\u00e9 era quase certa. Assim, em alguns anos uma nova elite come\u00e7ou a surgir no sudeste brasileiro. A elite cafeeira, em pouco tempo, se tornava mais poderosa e mais rica do que a elite nordestina.\n\nO desenvolvimento do [[com\u00e9rcio internacional]] baseado na exporta\u00e7\u00e3o do caf\u00e9 deveu-se a fatores externos e internos. Dentre os externos, destacam-se o crescimento da demanda internacional ao caf\u00e9 brasileiro, fruto do aumento do padr\u00e3o de vida da popula\u00e7\u00e3o norte-americana e europeia, o que estimulou o aumento dos n\u00edveis de consumo; a industrializa\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos e Europa, que necessitavam de [[Mat\u00e9ria-prima|mat\u00e9rias-primas]] para suas [[Ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o|ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o]]; o aperfei\u00e7oamento t\u00e9cnico, o qual beneficiou o com\u00e9rcio internacional, tanto atrav\u00e9s de meios de transporte quanto na nova organiza\u00e7\u00e3o dos setores mercantil e financeiro. E, sobretudo, ao grande momento que o final do {{s\u00e9c|XIX}} proporcionou ao com\u00e9rcio internacional, atrav\u00e9s do [[liberalismo]] econ\u00f4mico, o qual proporcionou a todos os pa\u00edses a oportunidade de com\u00e9rcio.\n\nInternamente, o que mais favoreceu o crescimento econ\u00f4mico foi a solu\u00e7\u00e3o do problema da m\u00e3o de obra atrav\u00e9s da imigra\u00e7\u00e3o europeia; a expans\u00e3o do cr\u00e9dito, atrav\u00e9s de uma reforma banc\u00e1ria, a qual forneceu recursos para a forma\u00e7\u00e3o de novas lavouras cafeeiras; e a expans\u00e3o das redes ferrovi\u00e1rias em [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]], as quais reduziram o custo de transporte para os propriet\u00e1rios das novas lavouras, localizadas no interior paulista. Al\u00e9m disso, o desenvolvimento da rede ferrovi\u00e1ria fez parte de uma das maiores conseq\u00fc\u00eancias do crescimento econ\u00f4mico do pa\u00eds, que foi a diversifica\u00e7\u00e3o das atividades econ\u00f4micas. A diversifica\u00e7\u00e3o, por sua vez, estimulou a [[urbaniza\u00e7\u00e3o]], j\u00e1 que toda a atividade comercial, a primeira induzida pela expans\u00e3o do caf\u00e9, se concentrava nas cidades portu\u00e1rias.\n\nUm problema da planta\u00e7\u00e3o do caf\u00e9 \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o do solo ap\u00f3s o fim da vida \u00fatil do cafezal. Uma vez finda essa vida \u00fatil, o solo fica muito pobre, e in\u00fatil para a replantagem. Desse modo, os cafeicultores eram obrigados a abandonar terras, para encontrar novas para sua planta\u00e7\u00e3o. Assim, em alguns anos, os cafeicultores passaram a migrar para o oeste da prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo. Em poucos anos, o oeste paulistano vivia em fun\u00e7\u00e3o do caf\u00e9, e o governo imperial tamb\u00e9m, gra\u00e7as \u00e0 alta taxa que era cobrada sobre o caf\u00e9.\n\nPor sua vez, o caf\u00e9 tinha rela\u00e7\u00f5es com a ind\u00fastria, ou seja, parte dos lucros gerados na produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 era tamb\u00e9m usado na montagem de f\u00e1bricas. A produ\u00e7\u00e3o havia sofrido uma queda devido a [[Lei Bill Aberdeen]] (proibi\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico negreiro). Por\u00e9m o Brasil continuou exportando o produto para os ingleses.\n\nA [[Lei Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]], de 1850, que punha fim ao tr\u00e1fico negreiro no Brasil, trouxe desenvolvimento \u00e0s ind\u00fastrias. O processo, que j\u00e1 havia come\u00e7ado com a revoga\u00e7\u00e3o da Lei de Proibi\u00e7\u00e3o das Manufaturas \u2013 que datava de 1785, e um dos estopins para a deflagra\u00e7\u00e3o da [[Conjura\u00e7\u00e3o Mineira]] \u2013, quando da chegada da fam\u00edlia real ao Brasil, melhorou, j\u00e1 que, naquele momento, os altos investimentos feitos com a compra de escravos eram direcionados para a mecaniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria e pagamento de sal\u00e1rios. Assim, podemos dizer que a [[ind\u00fastria brasileira]] come\u00e7a efetivamente com os investimentos feitos pelos grandes escravagistas. Antes da cria\u00e7\u00e3o da lei, e mesmo com a abertura econ\u00f4mica de 1822, eram pequenas as manifesta\u00e7\u00f5es empresariais, n\u00e3o se podendo falar, ainda, em uma industrializa\u00e7\u00e3o brasileira.\n\n=== Imigra\u00e7\u00e3o ===\n{{Artigo principal|Imigra\u00e7\u00e3o no Brasil}}\nDesde a [[Independ\u00eancia do Brasil]], diversas leis proibiram o tr\u00e1fico internacional de escravos para o Brasil, mas foi somente com press\u00e3o militar e pol\u00edtica da [[Gr\u00e3-Bretanha]] e a atua\u00e7\u00e3o do ministro [[Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]] a partir de 1850 que terminou o tr\u00e1fico negreiro no Atl\u00e2ntico. O Brasil come\u00e7ou ent\u00e3o a pensar em atrair imigrantes n\u00e3o portugueses. Nas fazendas, come\u00e7ou a se utilizar o [[colonato]], uma forma de trabalho semiassalariado. O imigrante e sua fam\u00edlia recebiam o sal\u00e1rio misto, entre dinheiro e um peda\u00e7o de terra para plantar seu pr\u00f3prio sustento. As jornadas de trabalho exaustivas e a explora\u00e7\u00e3o por parte dos fazendeiros faziam os primeiros imigrantes deixarem as planta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9 e partirem para os centros urbanos, onde se dedicaram ao com\u00e9rcio e \u00e0 ind\u00fastria.\n\nA entrada de escravos africanos no Brasil terminou bruscamente em 1850. A alta mortalidade infantil e a grande despropor\u00e7\u00e3o de homens em rela\u00e7\u00e3o a mulheres fazia com que a popula\u00e7\u00e3o escrava se reproduzisse muito lentamente. Por volta de 1880, a m\u00e3o de obra escrava estava notoriamente envelhecida. Em 1878, dez anos antes da Aboli\u00e7\u00e3o da Escravatura, o Congresso Agr\u00edcola realizado no Rio de Janeiro reuniu cafeicultores para discutir a quest\u00e3o da m\u00e3o de obra. Optou-se por pressionar o governo a fim de facilitar a vinda de imigrantes europeus.\n\nA partir da d\u00e9cada de 1870, a estrutura econ\u00f4mica brasileira passou por grandes mudan\u00e7as, que refletiram nas rela\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas existentes. Progressivamente, a m\u00e3o de obra escrava negra foi perdendo espa\u00e7o para o [[trabalho assalariado]] imigrante nas lavouras agr\u00edcolas brasileiras. O caf\u00e9 foi se consolidando como principal produto brasileiro para a exporta\u00e7\u00e3o, provocando uma onda de crescimento econ\u00f4mico como nunca havia aparecido no Brasil independente. A [[Imigra\u00e7\u00e3o no Brasil|imigra\u00e7\u00e3o europeia]] colaborou com a urbaniza\u00e7\u00e3o da sociedade brasileira, e junto com o assalariamento da m\u00e3o de obra, levou ao aparecimento de um incipiente mercado interno para bens de consumo popular no pa\u00eds, o que acabou por levar ao aparecimento das primeiras unidades industriais no Brasil. Em suma, o [[capitalismo]] se implantava nas estruturas socioecon\u00f4micas brasileiras, superando o antigo sistema mercantil-escravista.\n\nAs transforma\u00e7\u00f5es na estrutura produtiva brasileira iniciaram com o ac\u00famulo de capitais proporcionados pelo com\u00e9rcio internacional do caf\u00e9, possibilitando reinvestimentos dos lucros obtidos com a comercializa\u00e7\u00e3o no pr\u00f3prio setor produtivo, assim como pela substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra escrava pela m\u00e3o de obra assalariada nas atividades produtivas, motivada, entre outros fatores, pelo fim do [[Com\u00e9rcio atl\u00e2ntico de escravos|tr\u00e1fico de escravos no oceano Atl\u00e2ntico]] e pela press\u00e3o internacional contr\u00e1ria \u00e0 explora\u00e7\u00e3o escravista no Brasil. O assalariamento se deu a partir da introdu\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra emigrante europeia nas atividades produtivas do pa\u00eds, criando, assim, um mercado nacional para bens de consumo popular. Por outro lado, como nem todos os imigrantes europeus no Brasil se ocuparam com as lavouras de caf\u00e9, dedicando-se \u00e0s atividades comerciais, aos servi\u00e7os e ao artesanato, houve espa\u00e7o para o processo de urbaniza\u00e7\u00e3o da sociedade brasileira, sobretudo na regi\u00e3o [[Regi\u00e3o Sudeste do Brasil|Sudeste]], assim como a cria\u00e7\u00e3o de [[bancos comerciais]] no pa\u00eds. Todos esses fatores, assim como os investimentos p\u00fablicos imperiais em infraestrutura, principalmente em ferrovias e estradas na regi\u00e3o central do pa\u00eds ([[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]], [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] e [[Minas Gerais]]), foram determinantes para o surgimento das primeiras ind\u00fastrias no pa\u00eds.\n\n=== Bar\u00e3o de Mau\u00e1 e a industrializa\u00e7\u00e3o ===\n[[imagem:Inaugura\u00e7\u00e3o Estrada de ferro Mau\u00e1 (1854).jpg|miniaturadaimagem|300x300px|Lan\u00e7amento da pedra fundamental da E.F. Mau\u00e1, em 29 de agosto de 1852. O ato contou com a presen\u00e7a de Dom Pedro II e diversas outras autoridades]]\n[[Irineu Evangelista de Sousa|Irineu Evangelista de Souza, o '''Bar\u00e3o de Mau\u00e1''']] (1813-1889), foi a primeira figura proeminente entre a burguesia industrial na hist\u00f3ria do Brasil. Seus investimentos produtivos incidiram sobre v\u00e1rios ramos, desde os meios de transporte at\u00e9 a constitui\u00e7\u00e3o de um banco, evidenciando a diversidade de ramos em que ele atuou. Foi um not\u00e1vel empres\u00e1rio, industrial, banqueiro, pol\u00edtico e diplomata brasileiro, um s\u00edmbolo dos empreendedores do pa\u00eds no {{s\u00e9c|XIX}}.\n\nNascido no Rio Grande do Sul, na adolesc\u00eancia se mudou para o Rio de Janeiro, onde come\u00e7ou a trabalhar em uma empresa de importa\u00e7\u00e3o. Posteriormente, viajou \u00e0 Inglaterra onde entrou em contato com a sociedade urbana e industrial inglesa, que o fascinou. De volta ao Brasil, conseguiu um empr\u00e9stimo para a aquisi\u00e7\u00e3o de uma fundi\u00e7\u00e3o em Niter\u00f3i, no Rio de Janeiro, que foi transformada em [[Estaleiro|estaleiro naval]], onde foi produzido mais de sessenta navios a vapor e a vela.\n\nOs investimentos na produ\u00e7\u00e3o industrial naquele per\u00edodo da hist\u00f3ria imperial brasileira foram auxiliados pela [[Manuel Alves Branco|Tarifa Alves Branco]], que aumentou o imposto sobre produtos importados, estimulando a produ\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rio nacional e iniciando um surto de industrializa\u00e7\u00e3o, que, embora pequeno, mostrou as potencialidades de investimento do pa\u00eds.\n\nO Bar\u00e3o de Mau\u00e1 criou ainda a Companhia de Rebocadores da Barra de Rio Grande, conseguiu os direitos de tr\u00e1fico no Rio Amazonas por 30 anos, e investiu em companhias de bondes no Rio de Janeiro. Bar\u00e3o de Mau\u00e1 foi ainda um dos grandes incentivadores da implanta\u00e7\u00e3o de [[Transporte ferrovi\u00e1rio no Brasil|ferrovias no Brasil]], com o objetivo de transportar a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds com maior velocidade. A primeira delas foi a [[Estrada de Ferro Mau\u00e1|ferrovia Mau\u00e1]], que ligava o Rio de Janeiro ao Vale do Para\u00edba fluminense, cuja licen\u00e7a para sua constru\u00e7\u00e3o foi concedida em 1852.\n\nBar\u00e3o de Mau\u00e1, em conjunto com o governo imperial de Dom Pedro II, construiu ainda uma rede de tel\u00e9grafos submarinos ligando o Brasil \u00e0 Europa, investiu na Companhia de G\u00e1s do Rio de Janeiro, destinada \u00e0 ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica da cidade, e tamb\u00e9m na cria\u00e7\u00e3o de bancos, como o Mau\u00e1, MacGregor & Cia e a Casa Mau\u00e1 & Cia, com atua\u00e7\u00e3o significativa no Brasil, Inglaterra, Estados Unidos e pa\u00edses platinos.{{citar web|url=https://educacao.uol.com.br/biografias/irineu-evangelista-de-sousa-visconde-de-maua.jhtm|titulo=Irineu Evangelista de Sousa, Visconde de Mau\u00e1|data=05/06/2006}}{{Citar web|url=http://rioantigofotos.blogspot.com/2009/12/o-cabo-submarino-de-telegrafo-na-praia.html|titulo=Rio de Janeiro Antigo: O cabo submarino de tel\u00e9grafo na praia de Copacabana|data=29 de dezembro de 2009|acessodata=2018-12-25|obra=Rio de Janeiro Antigo}}{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=69}}\n\nEntretanto, seus projetos de industrializa\u00e7\u00e3o contrastavam com a base da economia brasileira \u00e0 \u00e9poca, cuja m\u00e3o de obra escrava n\u00e3o possibilitava um desenvolvimento industrial. Suas propostas contr\u00e1rias \u00e0 escravid\u00e3o n\u00e3o eram bem vistas pelos latifundi\u00e1rios brasileiros, o que resultou em sabotagens e atentados. Outro fator que contribuiu para a fal\u00eancia do Bar\u00e3o de Mau\u00e1 foi a diminui\u00e7\u00e3o da taxa de importa\u00e7\u00e3o com a Tarifa Silva Ferraz, o que desestimulou o investimento no Brasil, e colocando as empresas aqui instaladas em concorr\u00eancia com as empresas estrangeiras.{{Citar web|url=https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/barao-maua-industrializacao.htm|titulo=Bar\u00e3o de Mau\u00e1 e a Industrializa\u00e7\u00e3o no Brasil. Bar\u00e3o de Mau\u00e1|acessodata=2018-12-25|obra=Mundo Educa\u00e7\u00e3o}}\n\n== Quest\u00e3o do escravismo ==\n=== Press\u00e3o internacional e pessoal do Imperador ===\nDesde o fim do {{s\u00e9c|XVIII}}, a Europa passava por reformas no que tange as liberdades individuais e rela\u00e7\u00f5es de trabalho (ver [[Revolu\u00e7\u00e3o Industrial]]) e, por extens\u00e3o, o fim do [[Escravid\u00e3o|escravismo]]. A Inglaterra foi o pa\u00eds que mais pressionou o Brasil. Nos acordos assinados em 1810 e, posteriormente, como cl\u00e1usula para reconhecimento da independ\u00eancia do Brasil, a Inglaterra pedia a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura no pa\u00eds a m\u00e9dio prazo. Mas at\u00e9 que D. Pedro II chegasse ao cargo, nada de efetivo havia sido feito. Com a assinatura da tarifa [[Alves Branco]] (1844), que aumentava taxas sobre importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es, a coroa brit\u00e2nica decidiu reagir, assinando a lei [[Bill Aberdeen]]. Esta lei permitia aos navios brit\u00e2nicos apreender navios negreiros que cruzassem o [[Oceano Atl\u00e2ntico|Atl\u00e2ntico]]. De fato, v\u00e1rios navios negreiros foram abordados. Os brit\u00e2nicos chegavam a invadir \u00e1guas territoriais e, \u00e0s vezes, desembarcavam em terras brasileiras.\n\nD. Pedro II se viu em uma situa\u00e7\u00e3o delicada. Ou tomava uma atitude contra a escravid\u00e3o ou entraria em guerra contra a Inglaterra. Pessoalmente, o imperador era abolicionista declarado, encarando a escravid\u00e3o como uma ''\"''vergonha nacional''\"''. D. Pedro II, em 1850, amea\u00e7ou abdicar do trono caso a Assembleia Geral n\u00e3o declarasse ilegal o tr\u00e1fico de escravos no Atl\u00e2ntico. No mesmo ano, quando se discutia a lei de repress\u00e3o do tr\u00e1fico de escravos, e se mostrava ao Imperador os perigos a que a lei exporia o trono, Pedro II, ent\u00e3o com 25 anos, replicou com energia: ''\"Prefiro perder a coroa a tolerar a continua\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico de escravos\"''.{{Citar web|url=http://www.ocaodeguardanoticias.com.br/2018/01/dom-pedro-ii-o-adeus.html|titulo=Dom Pedro II - O Adeus|acessodata=2018-09-16|obra=www.ocaodeguardanoticias.com.br|ultimo=YOUR-NAME|lingua=en-US}}{{Citar web|url=http://brasilmonarquico.blogspot.com/2011/07/o-imperio-abolicionista-parte-ii.html|titulo=O Brasil \u00e9 REAL: O Imp\u00e9rio Abolicionista (Parte II)|data=sexta-feira, 22 de julho de 2011|acessodata=2018-09-16|obra=O Brasil \u00e9 REAL|ultimo=Sensei|primeiro=Rodrigo}} Assim, em 1850, foi aprovada a [[lei Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]] pelo pr\u00f3prio Ministro da Justi\u00e7a [[Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]], a qual proibia o tr\u00e1fico negreiro no Brasil.{{Citar web|url=http://www.circulomonarquico.com.br/biografia_pedro2_2.php|titulo=Circulo Mon\u00e1rquico Brasileiro|acessodata=2018-09-16|obra=www.circulomonarquico.com.br}} Com a nova lei a situa\u00e7\u00e3o no Brasil muda, pois se torna muito dif\u00edcil adquirir m\u00e3o de obra escrava. Assim, o pre\u00e7o para comprar escravos de outros latif\u00fandios se torna muito alto, e os que mais sentem este golpe s\u00e3o os bar\u00f5es de caf\u00e9, no sudeste. Como seus cafezais estavam em franca expans\u00e3o, eles precisavam de mais escravos para continuar sua produ\u00e7\u00e3o. Assim, passaram a adquirir milhares de escravos dos produtores de cana no [[Regi\u00e3o nordeste do Brasil|nordeste]].\n\nO Imperador Dom Pedro II desejava por fim \u00e0 [[escravid\u00e3o]] gradualmente para pouco impactar a economia nacional e n\u00e3o causar revoltas. Ele conscientemente ignorava o crescente preju\u00edzo pol\u00edtico \u00e0 sua imagem e \u00e0 monarquia em consequ\u00eancia de seu suporte \u00e0 escravid\u00e3o, j\u00e1 que a figura do monarca necessitava ser neutra em qualquer quest\u00e3o. O Imperador n\u00e3o tinha autoridade constitucional para diretamente intervir e por um fim na escravid\u00e3o, e opositores frequentemente diziam que \"''a aboli\u00e7\u00e3o era seu desejo pessoal e n\u00e3o o desejo da na\u00e7\u00e3o''\".{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Ser\u00e1 que a Monarquia no Brasil era a favor da escravid\u00e3o?|url=https://monarquiaconstitucional.jusbrasil.com.br/noticias/374831864/sera-que-a-monarquia-no-brasil-era-a-favor-da-escravidao|jornal=Jusbrasil|lingua=pt-BR}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2017-04-14|titulo=A escravid\u00e3o no Brasil - Conservadorismo do Brasil|url=http://www.conservadorismodobrasil.com.br/2017/04/escravidao-no-brasil.html|jornal=Conservadorismo do Brasil|lingua=pt-BR}}\n\n=== Vale do Para\u00edba ===\nO caf\u00e9 foi introduzido no Brasil no ano de 1717, por\u00e9m a sua produ\u00e7\u00e3o s\u00f3 adquiriu import\u00e2ncia no in\u00edcio do {{s\u00e9c|XIX}}, tendo como causa principal a decad\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o do ouro, para onde estavam voltadas as aten\u00e7\u00f5es da economia da col\u00f4nia. O caf\u00e9 foi o fator de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mico-financeira do pa\u00eds: ele reintegrou a economia brasileira, essencialmente agr\u00edcola, nos setores em expans\u00e3o do mercado mundial.\n\nAl\u00e9m dos mercados europeus, o caf\u00e9 brasileiro come\u00e7a a invadir o mercado norte-americano, tornando, ainda neste s\u00e9culo, o principal consumidor do Brasil. Por volta de 1870, o caf\u00e9 representa 56% da pauta de exporta\u00e7\u00f5es, atingindo 61% na d\u00e9cada de 1880.\n\nA organiza\u00e7\u00e3o das fazendas de caf\u00e9 no [[Vale do Para\u00edba]] e em Minas Gerais defrontou-se com a falta de m\u00e3o de obra. A amplia\u00e7\u00e3o dos cafezais aumentou a necessidade de trabalhadores de tal forma que foi preciso comprar escravos do exterior, embora os ingleses, de quem depend\u00edamos economicamente, fizessem press\u00f5es para eliminar o tr\u00e1fico negreiro.\n\nDiante de tantas promessas n\u00e3o cumpridas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fico, os ingleses decretaram o [[Bill Aberdeen]], decreto atrav\u00e9s do qual a Inglaterra se dava o direito de aprisionar qualquer [[navio negreiro]] e julgar os traficantes. Este decreto, al\u00e9m de n\u00e3o diminuir o [[Tr\u00e1fico de escravos|com\u00e9rcio escravo]], aumentou sensivelmente seu pre\u00e7o.\n\nFinalmente, em 1850, cedeu-se \u00e0s press\u00f5es inglesas e promulgou-se a [[Lei Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]], extinguindo-se definitivamente o tr\u00e1fico. A solu\u00e7\u00e3o para a falta de m\u00e3o de obra na lavoura cafeeira apoiou-se no incentivo \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o.\n\nAs divisas provenientes do caf\u00e9, principal produto da economia, possibilitaram o pagamento dos financiamentos das obras do governo e posteriormente no setor industrial. A partir de 1850, o imp\u00e9rio alcan\u00e7ou o equil\u00edbrio or\u00e7ament\u00e1rio e a estabilidade cambial. Acumularam-se capitais, efetuando-se obras administrativas de grande porte.\n\nEm pouco tempo, as d\u00edvidas for\u00e7avam o imigrante a sujeitar-se a um regime de semiescravid\u00e3o. Em 1857, os colonos da Fazenda Ibicaba se revoltaram, levando as autoridades germ\u00e2nicas a proibir a imigra\u00e7\u00e3o para o Brasil. Fracassando o sistema de parceria, os fazendeiros passaram a pagar ou um pre\u00e7o fixo por alqueire trabalhado, ou uma remunera\u00e7\u00e3o fixa mensal: introduzia-se no pa\u00eds o trabalho assalariado.\n\nCom a implanta\u00e7\u00e3o da economia cafeeira em bases capitalistas, surgiu uma nova classe dominante: a burguesia cafeeira. Os propriet\u00e1rios ligados ao caf\u00e9 comandavam todos os setores da economia, coisa que n\u00e3o acontecia nos engenhos de a\u00e7\u00facar, onde os propriet\u00e1rios apenas cuidavam da produ\u00e7\u00e3o, ficando a comercializa\u00e7\u00e3o e o setor financeiro a cargo de outros setores.\n\n=== A situa\u00e7\u00e3o da elite cafeeira ===\nAinda que a importa\u00e7\u00e3o de escravos do nordeste tivesse aliviado na d\u00e9cada de 1860, a situa\u00e7\u00e3o dos bar\u00f5es do caf\u00e9 estava decadente. A ideia da ado\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra assalariada era a \u00fanica sa\u00edda, e at\u00e9 foi imaginado de onde viria a m\u00e3o de obra: os europeus viviam novos conflitos internos no fim do {{s\u00e9c|XIX}}, como as guerras de unifica\u00e7\u00e3o da [[Risorgimento|It\u00e1lia]] e [[Unifica\u00e7\u00e3o da Alemanha|Alemanha]]. O problema era que, por ter o regime escravocrata, o Brasil afugentava boa parte dos candidatos a imigrantes (que preferiam outros pa\u00edses, como os [[Estados Unidos]]).[[imagem:Lei \u00c1urea img086.jpg|miniaturadaimagem|358x358px|Lei \u00c1urea, assinada pela princesa imperial e regente, [[Isabel do Brasil|Isabel]].]]Mesmo assim, o governo n\u00e3o tomava novas medidas para a aboli\u00e7\u00e3o. Isso devia-se \u00e0 pol\u00edtica de favores vigente no pa\u00eds. Grande parte dos partidos [[Partido Liberal (Brasil Imp\u00e9rio)|Liberal]] e [[Partido Conservador (Brasil Imp\u00e9rio)|Conservador]], do Congresso Nacional e de outros \u00f3rg\u00e3os governamentais tinham liga\u00e7\u00f5es com a elite nordestina, que defendia fortemente a manuten\u00e7\u00e3o da escravatura no pa\u00eds. O Imp\u00e9rio tentou amenizar a press\u00e3o interna e externa, assinando duas leis: a [[Lei do Ventre Livre]] (1871) e a [[Lei dos Sexagen\u00e1rios]] (1885). Foi nessa \u00e9poca que o Imp\u00e9rio passou a financiar a imigra\u00e7\u00e3o de europeus para a agricultura no Brasil. Muitos italianos foram para as terras paulistas, cuidando do caf\u00e9. Alem\u00e3es, poloneses e italianos, tamb\u00e9m, imigravam para o sul, para fundar col\u00f4nias. E, no in\u00edcio do {{s\u00e9c|XX}}, j\u00e1 na Rep\u00fablica, come\u00e7ou a imigra\u00e7\u00e3o de japoneses. Embora as duas leis anteriores \u00e0 Lei \u00c1urea possam ser consideradas p\u00edfias, \u00e9 preciso considerar as condi\u00e7\u00f5es da sociedade na \u00e9poca. Ambas as leis foram promulgadas sob intensas cr\u00edticas dos parlamentares.\n\n=== A Lei \u00c1urea ===\nEm 1823, os escravos representavam 29% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, mas essa porcentagem caiu para 15,2% em 1872 e aproximadamente 5% em 1888. A aboli\u00e7\u00e3o da escravatura era um assunto delicado no Brasil, j\u00e1 que escravos eram usados por todos, do mais rico ao mais pobre. E o movimento abolicionista ganhava cada vez mais relev\u00e2ncia e ader\u00eancias, mesmo numa sociedade acostumada \u00e0 'normalidade' que a escravid\u00e3o representava. O tabu sobre a quest\u00e3o da aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o foi sendo posto de lado a partir da d\u00e9cada de 1880, quando viu-se surgir in\u00fameros clubes antiescravistas (Sociedade Abolicionista Cearense, Libertadora Pernambucana, Abolicionista do Esp\u00edrito Santo, Libertadora Rio-Grandense, Confedera\u00e7\u00e3o Abolicionista etc.) em ritmo acelerado em todas as prov\u00edncias do pa\u00eds, onde panfletos, manifestos, jornais e livros contra a escravid\u00e3o eram produzidos aos milhares no Brasil inteiro.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=Cap\u00edtulo 12}} Em mar\u00e7o de 1888, a aristocr\u00e1tica e imperial [[Petr\u00f3polis]] foi declarada livre da escravid\u00e3o. Liderada pela princesa Isabel, uma comiss\u00e3o de moradores arrecadara os fundos para comprar a liberdade de cativos existentes na cidade. O recado era claro: a tarefa de eliminar a escravid\u00e3o passava das ruas para o trono do Brasil.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=226}}\n\nNo dia 3 de maio de 1888, a [[Pr\u00edncipe Imperial do Brasil|Princesa imperial]] [[Isabel do Brasil|Isabel]], como regente, \u00e9 recebida por parlamentares no [[Pal\u00e1cio do Conde dos Arcos]], sede do Senado, para proferir a [[Fala do trono|Fala do Trono]]. \u00c9 l\u00e1 que, no discurso de abertura do ano legislativo, ela defende o fim do [[Escravid\u00e3o no Brasil|trabalho servil]] no pa\u00eds.{{Citar web|url=https://pt.scribd.com/document/305984049/Fallas-Do-Throno|titulo=Fallas Do Throno|acessodata=2018-12-04|obra=Scribd|lingua=pt}}
''\u201c[...] A extin\u00e7\u00e3o do elemento servil, pelo influxo do sentimento nacional e das liberalidades particulares, em honra do [[Brasil]], adiantou-se pacificamente do tal modo, que \u00e9 hoje aspira\u00e7\u00e3o aclamada por todas as classes, com admir\u00e1veis exemplos de abnega\u00e7\u00e3o da parte dos propriet\u00e1rios. Quando o pr\u00f3prio interesse privado vem espontaneamente colaborar para que o Brasil se desfa\u00e7a da infeliz heran\u00e7a, que as necessidades da [[lavoura]] haviam mantido, confio que n\u00e3o hesitareis em apagar do direito p\u00e1trio a \u00fanica excep\u00e7\u00e3o que nele figura em antagonismo com o esp\u00edrito [[crist\u00e3o]] e liberal das nossas institui\u00e7\u00f5es [...]\u201d.''{{Citar web|url=https://www12.senado.leg.br/institucional/arquivo#/arqhist.asp|titulo=Arquivo \u2014 Portal Institucional do Senado Federal|acessodata=2018-11-22|obra=www12.senado.leg.br|lingua=pt}}
Na abertura da sess\u00e3o legislativa, em 8 de maio de 1888, o ministro da Agricultura, conselheiro Rodrigo Augusto da Silva, apresentou um projeto de aboli\u00e7\u00e3o incondicional dos escravos, promulgada no prazo de apenas cinco dias.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=227}} Assim, a filha do Imperador e herdeira do trono assinou em 13 de maio de 1888, a [[Lei \u00c1urea]], que declarava extinta a [[escravid\u00e3o]] no Brasil e que revogava qualquer outra lei que dissesse o contr\u00e1rio. Mesmo com a Lei \u00c1urea muitos dos escravos continuaram a n\u00e3o ter trabalho pois eram considerados v\u00e2ndalos. Entretanto, a partir de 2006 foram divulgadas correspond\u00eancias in\u00e9ditas da princesa Isabel, datadas de agosto de 1889, que revelam suas inten\u00e7\u00f5es, num eventual terceiro reinado, em promover a indeniza\u00e7\u00e3o aos ex-escravos, uma ampla reforma agr\u00e1ria para distribui\u00e7\u00e3o de terras aos negros rec\u00e9m-libertos, al\u00e9m do [[sufr\u00e1gio feminino]]. Al\u00e9m disso, nos fins do imp\u00e9rio \u2013 precisamente em maio de 1889 \u2013 o gabinete de [[Jo\u00e3o Alfredo Correia de Oliveira|Jo\u00e3o Alfredo de Oliveira]] inclu\u00eda na Fala do Trono de abertura dos trabalhos legislativos, a necessidade de desapropria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas marginais \u00e0s estradas de ferro em constru\u00e7\u00e3o, e aos rios naveg\u00e1veis, a fim de que nelas fossem implantadas 'col\u00f4nias' agr\u00edcolas; que abrigariam agricultores pobres sem terra e os escravos rec\u00e9m-libertos pela Lei \u00c1urea. O poder dos latifundi\u00e1rios por\u00e9m, era t\u00e3o grande e influente, que em junho do mesmo ano o gabinete Jo\u00e3o Alfredo foi derrubado, ap\u00f3s uma campanha de desmoraliza\u00e7\u00e3o contra ele movida no parlamento e na imprensa. Em seu lugar foi escolhido o [[Afonso Celso de Assis Figueiredo|Visconde de Ouro Preto]], o \u00faltimo primeiro-ministro do imp\u00e9rio.{{Citar web|url=https://marconegro.blogspot.com/2006/05/polmica-carta-da-princesa-isabel.html|titulo=MARCO NEGRO: A pol\u00eamica Carta da Princesa Isabel|data=ter\u00e7a-feira, maio 09, 2006|acessodata=2018-09-12|obra=MARCO NEGRO|ultimo=Santos|primeiro=Marco Antonio Dos}}{{Citar web|url=https://monarquia-ja.blogspot.com/2009/08/princesa-d-isabel-e-indenizacao-aos.html|titulo=A Princesa D. Isabel e a indeniza\u00e7\u00e3o aos escravos.|acessodata=2018-09-12|obra=A Princesa D. Isabel e a indeniza\u00e7\u00e3o aos escravos.}}{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Princesa Isabel e a indeniza\u00e7\u00e3o para ex escravos que infelizmente nunca aconteceu|url=https://monarquiaconstitucional.jusbrasil.com.br/artigos/370972747/princesa-isabel-e-a-indenizacao-para-ex-escravos-que-infelizmente-nunca-aconteceu|jornal=Jusbrasil|lingua=pt-BR}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2012-12-01|titulo=Isabel defendia a indeniza\u00e7\u00e3o de ex-escravos, a reforma agr\u00e1ria e o sufr\u00e1gio feminino|url=https://lojatrix.com/2012/11/30/isabel-defendia-a-indenizacao-de-ex-escravos-a-reforma-agraria-e-o-sufragio-feminino/|jornal=Lojatrix|lingua=en-US}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2015-12-10|titulo=Princesa Isabel, a rebelde: conhe\u00e7a os planos da herdeira do trono brasileiro para indeniza\u00e7\u00e3o dos ex-escravos e mais!|url=https://rainhastragicas.com/2015/12/10/princesa-isabel-a-rebelde-conheca-os-planos-da-herdeira-do-trono-brasileiro-para-indenizacao-dos-ex-escravos-e-mais/|jornal=Rainhas Tr\u00e1gicas|lingua=pt-BR}}\n\nA Princesa foi condecorada com a [[Rosa de Ouro (condecora\u00e7\u00e3o)|Rosa de Ouro]] pelo [[Papa Le\u00e3o XIII]].{{Citar web|url=http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/magisterio/documentos-eclesiasticos/decretos-bulas/868-a-rosa-de-ouro-dada-pelo-papa-leao-xiii-a-princesa-isabel-pela-abolicao-da-escravatura|titulo=A Rosa de Ouro dada pelo Papa Le\u00e3o XIII \u00e0 Princesa Isabel pela Aboli\u00e7\u00e3o da Escravatura - Apologistas Cat\u00f3licos|acessodata=2019-01-15|obra=www.apologistascatolicos.com.br}}{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=234-235}} [[Jo\u00e3o Maur\u00edcio Wanderley]], bar\u00e3o de Cotegipe, o \u00fanico senador do imp\u00e9rio que votou contra o projeto de aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, ao cumprimentar a princesa logo ap\u00f3s esta ter assinado a Lei \u00c1urea, profetizou: ''\"A senhora acabou de redimir uma [[ra\u00e7a]] e perder o [[trono]]!\"'' tendo ela lhe respondido: ''\"Mil tronos tivesse, mil tronos eu daria para libertar os escravos do Brasil!\".''{{Citar web|url=http://amonarquiabrasileira.blogspot.com/2010/09/isabel-mil-tronos-eu-tivesse-mil-tronos.html|titulo=.: \"PRINCESA ISABEL: MIL TRONOS EU TIVESSE, MIL TRONOS EU DARIA PARA LIBERTAR OS ESCRAVOS DO BRASIL\"|data=quinta-feira, 30 de setembro de 2010|acessodata=2018-09-20|obra=.|ultimo=Madeira|primeiro=Claudia Virmond}}{{Citar web|url=https://opardal.com.br/mil-tronos-eu-tivesse-mil-tronos-eu-daria-para-libertar-os-escravos-do-brasil/|titulo=Mil tronos eu tivesse, mil tronos eu daria para libertar os escravos do Brasil - Jornal O Pardal|acessodata=2018-09-20|obra=opardal.com.br|lingua=pt-BR}} A [[Lei \u00c1urea]], que aboliu a escravid\u00e3o, foi aprovada em regime de urg\u00eancia, apenas dez dias ap\u00f3s a fala da princesa regente.\n\n=== A demora pela Aboli\u00e7\u00e3o da Escravatura ===\nPorque o Brasil demorou tanto para libertar seus escravos? Existem questionamentos e confus\u00e3o sobre a demora do Imp\u00e9rio do Brasil em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aboli\u00e7\u00e3o da escravatura no pa\u00eds, que acabam por transmitir a err\u00f4nea imagem de que a monarquia brasileira era favor\u00e1vel \u00e0 sua continuidade. Os historiadores, economistas e soci\u00f3logos brasileiros se esfor\u00e7am para explicar a aboli\u00e7\u00e3o, mas nunca perguntam por que ela foi t\u00e3o tardia. Nos pa\u00edses latino-americanos quase todos decidiram suprimir o tr\u00e1fico e a pr\u00f3pria escravid\u00e3o, durante as [[Guerras de independ\u00eancia na Am\u00e9rica espanhola|guerras de independ\u00eancia]] (1810-1825). Como exce\u00e7\u00e3o, tivemos a aboli\u00e7\u00e3o nas col\u00f4nias holandesas, em 1863, Estados Unidos da Am\u00e9rica, em 1865 e no Brasil, em 1888. Analisando os fatos, entretanto, pode-se enxergar uma realidade totalmente oposta.\n\nO Brasil era uma [[monarquia constitucional]], e como tal, o imperador n\u00e3o tinha poderes constitucionais suficientes para intervir e extinguir de vez com a escravid\u00e3o no pa\u00eds. Durante o reinado de D. Pedro II, ele e sua fam\u00edlia travaram uma batalha contra os poderosos cafeicultores pela aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, atrav\u00e9s de exemplos pessoais, como por exemplo, ainda em 1840, quando assumiu o trono, o imperador libertou todos os escravos que herdara. Ele precisava convencer os homens pol\u00edticos da import\u00e2ncia da aboli\u00e7\u00e3o, ou seja, precisaria usar todas seus esfor\u00e7os para convencer, influenciar e ganhar suporte entre os pol\u00edticos para atingir sua meta. A escravid\u00e3o foi sendo gradualmente extinguida no pa\u00eds para pouco abalar a estrutura econ\u00f4mica nacional e n\u00e3o causar revoltas.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=214}}\n\nNo passado, [[Dom Pedro I]], do mesmo modo era contra a escravid\u00e3o (tendo declarado em certa ocasi\u00e3o: ''\"Eu sei que o meu sangue \u00e9 da mesma cor que o dos negros\"''), e detinha poderes para declarar a extin\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o ainda em 1823, durante a constituinte que estruturou a [[Constitui\u00e7\u00e3o brasileira de 1824|constitui\u00e7\u00e3o de 1824]]. Por\u00e9m, [[Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio de Andrada e Silva|Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio de Andrada]] alertara desde cedo que, caso os escravos fossem libertados repentinamente, poderia ocorrer uma ruptura revolucion\u00e1ria em todo o pa\u00eds capaz de fragmentar o grande Brasil em in\u00fameras rep\u00fablicas menores, j\u00e1 que na \u00e9poca, a tend\u00eancia de algumas prov\u00edncias brasileiras era o [[Independentismo|separatismo]] e a economia nacional ser exclusivamente escravocrata. Na d\u00e9cada de 1860, os temores de Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio se confirmaram nos Estados Unidos quando [[Abraham Lincoln]], em seus esfor\u00e7os pela extin\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o no pa\u00eds, acabou sendo um dos principais fatores que fomentaram o in\u00edcio da [[Guerra de Secess\u00e3o|guerra civil americana]].{{Citar web|url=http://fatosdobrasilimperio.blogspot.com/2008/05/07-escravido-extinguindo-uma-herana.html|titulo=FATOS DO BRASIL IMP\u00c9RIO: 07 - A ESCRAVID\u00c3O - EXTINGUINDO UMA HERAN\u00c7A INGRATA|data=2008-05-29|acessodata=2018-10-22|obra=FATOS DO BRASIL IMP\u00c9RIO|ultimo=Beaugeste|primeiro=Leon}}{{Citar web|url=https://www.terra.com.br/noticias/brasil/dia-da-independencia-por-que-brasil-continuou-um-so-enquanto-america-espanhola-se-dividiu-em-varios-paises,6b2666ef64ba9cdd337b00a33b1b9b6512qj6q44.html|titulo=Dia da Independ\u00eancia: Por que Brasil continuou um s\u00f3 enquanto Am\u00e9rica espanhola se dividiu em v\u00e1rios pa\u00edses?|acessodata=2019-01-15|obra=Terra|lingua=pt-BR}} Portanto, para evitar um [[fratric\u00eddio]] semelhante ao norte-americano, a escravid\u00e3o foi sendo erradicada gradualmente.\n\nPela necessidade inicial de m\u00e3o de obra para a explora\u00e7\u00e3o do [[Paubrasilia echinata|Pau-Brasil]], o trabalho escravo acabou tornando-se o sistema vigente no Brasil desde meados de 1530. Isso fez a na\u00e7\u00e3o ficar, de tal modo viciada nessa f\u00f3rmula por mais de 350 anos,{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=211-212}} que tornou-se invi\u00e1vel social e economicamente uma s\u00fabita ruptura, mesmo na independ\u00eancia.{{citar livro|t\u00edtulo=1822: como um homem s\u00e1bio, uma princesa triste e um escoc\u00eas louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um pa\u00eds que tinha tudo para dar errado.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2010|local=Brasil|p\u00e1ginas=251-252}} O tr\u00e1fico de escravos era um neg\u00f3cio gigantesco, que movimentava centenas de navios e milhares de pessoas dos dois lados do Atl\u00e2ntico.{{citar livro|t\u00edtulo=1822: como um homem s\u00e1bio, uma princesa triste e um escoc\u00eas louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um pa\u00eds que tinha tudo para dar errado.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2010|local=Brasil|p\u00e1ginas=252}} Mesmo ap\u00f3s os acordos de 1815 e 1826, o n\u00famero de escravos somente aumentou; o motivo foi o crescimento das lavouras de caf\u00e9 \u2013 e o tr\u00e1fico era a solu\u00e7\u00e3o.{{citar livro|t\u00edtulo=1822: como um homem s\u00e1bio, uma princesa triste e um escoc\u00eas louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um pa\u00eds que tinha tudo para dar errado|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2010|local=Brasil|p\u00e1ginas=254}} Somente ap\u00f3s a assinatura da [[Lei Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]] (que proibia o tr\u00e1fico negreiro no Atl\u00e2ntico Sul), o incentivo da imigra\u00e7\u00e3o europeia ao Brasil e as Leis do Ventre Livre e dos Sexagen\u00e1rios \u00e9 que o quadro se inverte; criando assim a transi\u00e7\u00e3o entre o trabalho escravo pelo assalariado, e diminuindo de forma progressiva o n\u00famero de escravos na sociedade. Mas ainda n\u00e3o era o suficiente. J\u00e1 no segundo reinado, o abolicionista [[Joaquim Nabuco]] calculava que nesse ritmo, ainda haveria escravid\u00e3o no Brasil at\u00e9 meados do {{s\u00e9c|XX}}.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Brasil|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=215}} Portanto, havia a necessidade urgente de se combater o problema pela raiz \u2013 o que ocorreu com a assinatura da Lei \u00c1urea, em 1888, por parte da princesa Isabel. Al\u00e9m da quest\u00e3o moral e humanit\u00e1ria que cercava o assunto, o regime escravocrata ia contra os princ\u00edpios [[Capitalismo|capitalistas]] e [[Liberalismo|liberais]] que progressivamente se instauravam no pa\u00eds e ao redor do mundo.{{Citar peri\u00f3dico|data=2011-11-01|titulo=Beatifica\u00e7\u00e3o de Princesa Isabel tem pedido oficializado {{!}} Associa\u00e7\u00e3o Apostolado do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus|url=http://www.aascj.org.br/home/2011/11/beatificacao-de-princesa-isabel-tem-pedido-oficializado/|jornal=Associa\u00e7\u00e3o Apostolado do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus|lingua=pt-BR}}\n\n== Quest\u00e3o do Prata ==\nA '''quest\u00e3o do Prata''', as '''Guerras Platinas''' ou '''Campanhas Platinas''' foi um conjunto de conflitos diplom\u00e1ticos e militares que ocorreram no {{s\u00e9c|XIX}} entre os pa\u00edses da [[regi\u00e3o do Prata]]. Estas quest\u00f5es iniciaram-se em 1816, com a pretens\u00e3o do pr\u00edncipe regente [[Jo\u00e3o VI de Portugal|D. Jo\u00e3o VI]] de anexar a [[Prov\u00edncia Cisplatina|Banda Oriental]] e fixar a fronteira meridional na margem esquerda da [[bacia do rio da Prata]], na [[Guerra contra Artigas]], tamb\u00e9m chamada de Primeira Guerra Cisplatina.\n\nConflitos tamb\u00e9m ocorreram durante o reinado de [[Pedro I do Brasil|D. Pedro I]], como a Guerra da Cisplatina, de 1825 a 1828. Mas os mais not\u00f3rios conflitos foram as [[guerra]]s ocorridas durante o reinado de [[Pedro II do Brasil|D. Pedro II]], e que foram:\n\n* Guerra do Prata ou Guerra contra Oribe e Rosas, de 1851 a 1852;\n* Guerra do Uruguai ou Guerra contra Aguirre, de 1864 a 1865;\n* Guerra do Paraguai, tamb\u00e9m chamada de Guerra da Tr\u00edplice Alian\u00e7a, de 1864 a 1870.\n\nO Brasil n\u00e3o teve conflitos s\u00e9rios com os seus vizinhos do norte e oeste, devido \u00e0 quase impenetr\u00e1vel e escassamente povoada [[floresta amaz\u00f4nica]]. No sul, no entanto, as disputas coloniais herdadas de [[Imp\u00e9rio Portugu\u00eas|Portugal]] e [[Imp\u00e9rio Espanhol|Espanha]] sobre o controle da rios naveg\u00e1veis e de plan\u00edcies que formam as fronteiras continuaram depois das independ\u00eancias desses pa\u00edses da regi\u00e3o do Prata (Argentina, Uruguai, Paraguai, Brasil). A falta de fronteiras consolidadas nesta regi\u00e3o levou a v\u00e1rios conflitos internacionais.\n\n=== Guerra do Prata ===\n{{Artigo principal|Guerra contra Oribe e Rosas}}\n\n[[Manuel Oribe]] e [[Juan Manuel de Rosas]], respectivamente presidentes do [[Uruguai]] e da [[Argentina]], buscavam, na d\u00e9cada de 1850, criar um s\u00f3 pa\u00eds, o que desequilibraria as for\u00e7as na bacia do Prata, uma vez que o novo pa\u00eds controlaria sozinho os dois lados do estu\u00e1rio do [[rio da Prata]], vindo contra os interesses do [[Brasil]] na regi\u00e3o. Dom Pedro II declarou guerra aos dois pa\u00edses, e mandou organizar um novo ex\u00e9rcito no Sul, sob cuidados do ent\u00e3o conde de Caxias. Ele invadiu o Uruguai em 1851, derrubando Oribe e apagando a possibilidade do Uruguai se fundir com a Argentina. A passagem bem sucedida do imp\u00e9rio por este conflito e a pacifica\u00e7\u00e3o das j\u00e1 mencionadas Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha e Revolu\u00e7\u00e3o Praieira melhorou consideravelmente a estabilidade e o prest\u00edgio da na\u00e7\u00e3o, e o Brasil emergiu como uma pot\u00eancia hemisf\u00e9rica.\n\n=== Guerra do Uruguai ===\n{{Artigo principal|Guerra contra Aguirre}}\n\nNo ano de 1864, a [[Argentina]] cortou rela\u00e7\u00f5es com o presidente nacionalista uruguaio Anatasio Cruz Aguirre. Esta rixa diplom\u00e1tica elevou os \u00e2nimos dos uruguaios. Como resultado, propriedades de brasileiros no Rio Grande do Sul eram invadidas e saqueadas por revoltosos, e os brasileiros que viviam no [[Uruguai]] tamb\u00e9m eram perseguidos. Buscando uma sa\u00edda diplom\u00e1tica, D. Pedro II tentou negocia\u00e7\u00f5es com o presidente uruguaio, mas n\u00e3o houve sucesso. Este negou inclusive o ultimato que o Brasil deu, e amea\u00e7ou quebrar o Tratado de Limites de 1852, assinado entre os dois pa\u00edses.\n\nDesistindo das sa\u00eddas diplom\u00e1ticas, o Imperador buscou entendimentos com o general [[Ven\u00e2ncio Flores]], que disputava o poder no Uruguai. Assim, ele deu apoio a uma invas\u00e3o brasileira. Em mar\u00e7o de 1864 a ''Divis\u00e3o de Observa\u00e7\u00e3o'' do Ex\u00e9rcito (mais tarde, ''Divis\u00e3o Auxiliadora'') cruzou a fronteira, passaram a invadir o Uruguai. A invas\u00e3o durou 11 meses. Em 15 de fevereiro de 1865, ap\u00f3s alguns dias de s\u00edtio na capital do Uruguai, [[Montevid\u00e9u]], o presidente Aguirre rendeu-se, e foi deposto do cargo. Em seu lugar, foi nomeado Ven\u00e2ncio Flores, que assinou o acordo de paz com o Brasil em 20 de fevereiro. A invas\u00e3o do Uruguai, bem como a deposi\u00e7\u00e3o de Aguirre, foram algumas das causas que levaram \u00e0 Guerra do Paraguai, pois o presidente paraguaio, Solano Lopez, era aliado de Aguirre e do Partido Blanco no Uruguai.\n\n=== Guerra do Paraguai ===\n{{Artigo principal|Guerra do Paraguai|Armada Imperial Brasileira|Causas da Guerra do Paraguai}}\n'''Guerra do Paraguai''' foi o maior conflito armado internacional ocorrido na [[Am\u00e9rica do Sul]]. Foi travada entre o [[Paraguai]] e a [[Tr\u00edplice Alian\u00e7a (Guerra do Paraguai)|Tr\u00edplice Alian\u00e7a]], composta pelo [[Brasil]], [[Argentina]] e [[Uruguai]].{{citar web|url=https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/guerra-do-paraguai-triplice-alianca-entre-argentina-brasil-e-uruguai.htm|titulo=Guerra do Paraguai: Tr\u00edplice Alian\u00e7a entre Argentina, Brasil e Uruguai.}} A guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a mar\u00e7o de 1870. \u00c9 tamb\u00e9m chamada '''Guerra da Tr\u00edplice Alian\u00e7a''' (''Guerra de la Triple Alianza''), na Argentina e no Uruguai, e de '''Guerra Grande''', no Paraguai.{{Citar web|url=https://www.historiadobrasil.net/guerraparaguai/|titulo=A Guerra do Paraguai - Hist\u00f3ria - Resumo|acessodata=2018-09-24|obra=www.historiadobrasil.net|ultimo=daniel@loverde.com.br|primeiro=Daniel Arantes Loverde -}}\n\nEm 1864, o Brasil estava envolvido num conflito armado no Uruguai, que p\u00f4s fim \u00e0 [[guerra civil uruguaia]] ao depor o governo interino uruguaio de [[Atanasio Aguirre]] (sucessor de [[Bernardo Prudencio Berro]]), do [[Partido Blanco]] e aliado de [[Francisco Solano L\u00f3pez]]. O ditador paraguaio se op\u00f4s \u00e0 invas\u00e3o brasileira do Uruguai, porque contrariava seus interesses. O conflito iniciou-se com o aprisionamento no porto de Assun\u00e7\u00e3o, em 11 de novembro de 1864, do barco a [[Barco a vapor|vapor]] brasileiro ''[[Vapor Marqu\u00eas de Olinda|Marqu\u00eas de Olinda]]'', que transportava o presidente da [[prov\u00edncia de Mato Grosso]], [[Frederico Carneiro de Campos]], que nunca chegou a [[Cuiab\u00e1]], morrendo em uma pris\u00e3o paraguaia. Seis semanas depois, o [[ex\u00e9rcito do Paraguai]] sob ordens de [[Francisco Solano L\u00f3pez]] invadiu pelo sul a prov\u00edncia brasileira de Mato Grosso. Antes da interven\u00e7\u00e3o brasileira no Uruguai, [[Solano L\u00f3pez]] j\u00e1 vinha produzindo material b\u00e9lico moderno, em prepara\u00e7\u00e3o para um futuro conflito com a Argentina mitrista, e n\u00e3o com o Imp\u00e9rio.{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20160310041423/http://www.historiamilitar.com.br/artigo2RBHM10.pdf|titulo=Wayback Machine|data=2016-03-10|acessodata=2018-09-24}} Solano L\u00f3pez alimentava o sonho expansionista e militarista de formar o ''Grande Paraguai'',{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas='66'}} que abrangeria as regi\u00f5es argentinas de Corrientes e Entre Rios, o Uruguai, o Rio Grande do Sul, o Mato Grosso e o pr\u00f3prio Paraguai.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=66}} Objetivando a expans\u00e3o imperialista, Solano L\u00f3pez instalou o servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio, organizou um ex\u00e9rcito de 80 000 homens, reaparelhou a Marinha e criou ind\u00fastrias b\u00e9licas.\n\nEm maio de 1865, o Paraguai tamb\u00e9m fez v\u00e1rias incurs\u00f5es armadas em territ\u00f3rio argentino, com objetivo de conquistar o Rio Grande do Sul. Contra as pretens\u00f5es do governo paraguaio, o Brasil, a Argentina e o Uruguai reagiram, firmando o acordo militar chamado de Tr\u00edplice Alian\u00e7a. O Imp\u00e9rio do Brasil, Argentina mitrista e Uruguai florista, aliados, derrotaram o Paraguai ap\u00f3s mais de cinco anos de lutas durante os quais o Imp\u00e9rio enviou em torno de 150 mil homens \u00e0 guerra. Cerca de 50 mil n\u00e3o voltaram \u2014 alguns autores asseveram que as mortes no caso do Brasil podem ter alcan\u00e7ado 60 mil se forem inclu\u00eddos civis, principalmente nas ent\u00e3o prov\u00edncias do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso. [[Argentina]] e [[Uruguai]] sofreram perdas proporcionalmente pesadas \u2014 mais de 50% de suas tropas faleceram durante a guerra \u2014 apesar de, em n\u00fameros absolutos, serem menos significativas. J\u00e1 as perdas humanas sofridas pelo [[Paraguai]] s\u00e3o calculadas em at\u00e9 300 mil pessoas, entre [[Civismo|civis]] e [[militar]]es, mortos em decorr\u00eancia dos combates, das [[epidemias]] que se alastraram durante a guerra e da fome.\n[[imagem:Pal\u00e1cio Pedro Ernesto - Batalha do Riachuelo - c\u00f3pia.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|330x330px|[[Batalha Naval do Riachuelo|Batalha Naval de Riachuelo]], de [[Victor Meirelles]].]]\nA derrota marcou uma reviravolta decisiva na [[hist\u00f3ria do Paraguai]], tornando-o um dos pa\u00edses mais atrasados da [[Am\u00e9rica do Sul]], devido ao seu decr\u00e9scimo populacional, ocupa\u00e7\u00e3o militar por quase dez anos, pagamento de pesada indeniza\u00e7\u00e3o de guerra, no caso do Brasil at\u00e9 a [[Segunda Guerra Mundial]], e perda de praticamente 40% do territ\u00f3rio em lit\u00edgio para o Brasil e Argentina. No p\u00f3s-guerra, o Paraguai manteve-se sob a hegemonia brasileira.{{Citar livro|url=https://books.google.com.br/books?id=8rA4DwAAQBAJ&pg=PT293&dq=%22ficou+sob+a+tutela+do+Brasil%22&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjk8tCJq_PXAhVKFZAKHfMgBIQQ6AEIJjAA#v=onepage&q=%22ficou%20sob%20a%20tutela%20do%20Brasil%22&f=false|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria Geral do Brasil|ultimo=Silva|primeiro=Francisco|ultimo2=Linhares|primeiro2=Maria|ultimo3=Schurster|primeiro3=Karl|ultimo4=Pinto|primeiro4=Ricardo Albuquerque|ultimo5=Mendon\u00e7a|primeiro5=Sonia|ultimo6=Basile|primeiro6=Marcelo Ot\u00e1vio Neri de Campo|ultimo7=Ara\u00fajo|primeiro7=Rafael Pinheiro de|ultimo8=Fragoso|primeiro8=Jo\u00e3o Luis Ribeiro|ultimo9=Cardoso|primeiro9=Ciro|data=2017-04-19|editora=Elsevier Brasil|lingua=pt-BR|isbn=9788535285444}} Foi o \u00faltimo de quatro conflitos armados internacionais, na chamada [[Quest\u00e3o do Prata]], em que o Imp\u00e9rio do Brasil lutou, no {{s\u00e9c|XIX}}, pela supremacia sul-americana, tendo o primeiro sido a [[Guerra da Cisplatina]], o segundo a [[Guerra do Prata]], e o terceiro a [[Guerra do Uruguai]].\n\nA guerra terminou, contra todas as expectativas, somente em 1870. Mais de 50 mil soldados brasileiros morreram e os custos da guerra foram onze vezes superiores ao or\u00e7amento anual do governo.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=66}}{{citar livro|t\u00edtulo=Maldita Guerra: Nova hist\u00f3ria da Guerra do Paraguai.|ultimo=Doratioto|primeiro=Francisco|editora=Companhia das Letras|ano=2002|local=S\u00e3o Paulo, Brasil|p\u00e1ginas=462}} No entanto, o pa\u00eds era t\u00e3o pr\u00f3spero que o governo foi capaz de superar a d\u00edvida da guerra em apenas dez anos.{{citar livro|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria da Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira.|ultimo=Calmon|primeiro=Pedro|editora=Senado Federal|ano=2002|local=Bras\u00edlia|p\u00e1ginas=201}}{{citar livro|t\u00edtulo=The Latin American Republics: A History|ultimo=Munro|primeiro=Dana Gardner|editora=D. Appleton|ano=1942|local=Nova Iorque|p\u00e1ginas=277}} O conflito tamb\u00e9m foi um est\u00edmulo para a produ\u00e7\u00e3o e o crescimento econ\u00f4mico nacional,{{citar livro|t\u00edtulo=Citizen Emperor: Pedro II and the Making of Brazil, 1825\u20131891|ultimo=Barman|primeiro=Roderick J.|editora=Stanford University Press.|ano=1999|local=Stanford, United States|p\u00e1ginas=243}} al\u00e9m do reavivamento da campanha abolicionista.\n\n== Apogeu do Imp\u00e9rio, crises e Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica ==\n[[imagem:World heads of state in 1889.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|330x330px|''\"Os soberanos do mundo\"''. Uma fotomontagem feita na Europa em 1889 com os principais chefes de estado do mundo. Dom Pedro II, ent\u00e3o [[Imperador do Brasil]], \u00e9 o 8\u00ba da esquerda para a direita.]]{{Artigo principal|Decl\u00ednio e queda de Pedro II do Brasil}}\n{{VT|Atentado de Julho de 1889}}\nAlguns fatores contribu\u00edram para a queda da monarquia brasileira e sua substitui\u00e7\u00e3o pelo regime republicano. Durante toda a d\u00e9cada de 1870 e 1880 o Brasil prosseguiu com sua prosperidade em todas as esferas sociais: a escravid\u00e3o j\u00e1 estava fadada \u00e0 extin\u00e7\u00e3o; a economia do pa\u00eds, pautada no [[liberalismo]], evoluiu ao passar por uma transi\u00e7\u00e3o que permitia cada vez mais o crescimento da industrializa\u00e7\u00e3o e a substitui\u00e7\u00e3o do antigo sistema escravocrata pela m\u00e3o de obra assalariada \u2013 fazendo o capitalismo aos poucos tornar-se o sistema econ\u00f4mico hegem\u00f4nio do pa\u00eds \u2013, tornando assim o Brasil uma pot\u00eancia emergente sem equivalentes nas Am\u00e9ricas, com exce\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos;{{Citar web|url=http://www.histedbr.fe.unicamp.br/navegando/glossario/verb_c_liberalismo.htm|titulo=LIBERALISMO NO BRASIL . Gloss\u00e1rio. Hist\u00f3ria, Sociedade e Educa\u00e7\u00e3o no Brasil - HISTEDBR - Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o - UNICAMP|acessodata=2018-09-11|obra=www.histedbr.fe.unicamp.br}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2012-09-13|titulo=Panorama da hist\u00f3ria do liberalismo no Brasil|url=https://direitasja.com.br/2012/09/13/panorama-da-historia-do-liberalismo-no-brasil/|jornal=Direitas J\u00e1!|lingua=pt-BR}} ap\u00f3s a [[Guerra do Paraguai]], o Brasil vivenciou sua ''[[Belle \u00c9poque brasileira|Belle \u00c9poque]]'', que deu-se, principalmente, nas duas regi\u00f5es mais pr\u00f3speras do pa\u00eds na \u00e9poca: a regi\u00e3o do [[ciclo da borracha]] (Amazonas, Rond\u00f4nia e Par\u00e1) e a regi\u00e3o cafeeira (S\u00e3o Paulo e Minas Gerais), vindo o caf\u00e9 a tornar-se um dos principais pilares da economia brasileira, chamado agora de 'ouro verde'.{{Citar web|url=http://cozinhaacademica.blogspot.com/2016/07/ouro-verde-do-brasil-historia-do-cafe-e.html|titulo=Ouro verde do Brasil: A Hist\u00f3ria do Caf\u00e9 e Benef\u00edcios \u00e0 Sa\u00fade|acessodata=2018-09-11|lingua=pt-BR}}{{Citar web|url=http://revistacafeicultura.com.br/?mat=3903|titulo=Origem do caf\u00e9 no Brasil - Revista Cafeicultura|acessodata=2018-09-11|obra=Revista Cafeicultura|ultimo=Impacto|primeiro=Antonio Sergio Souza, Ag\u00eancia|lingua=pt-br}}{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=79}} O Brasil teve sua [[Era dourada|era de ouro]] a partir do fim da Guerra do Paraguai, onde havia conquistado uma estabilidade econ\u00f4mica e paz social nunca antes vista, mantendo uma estabilidade interna desde 1850, algo in\u00e9dito no mundo. O pa\u00eds gozava de um consider\u00e1vel prest\u00edgio estrangeiro durante os \u00faltimos anos do imp\u00e9rio e tornou-se uma [[pot\u00eancia emergente]] no cen\u00e1rio internacional. Pedro II havia colocado o Imp\u00e9rio do Brasil numa posi\u00e7\u00e3o de destaque e import\u00e2ncia incontest\u00e1vel no contexto mundial; por volta de 1889, o monarca brasileiro alcan\u00e7ara proemin\u00eancia no cen\u00e1rio mundial tanto para o Brasil quanto para si mesmo. Ironicamente, a queda da monarquia brasileira ocorreu em seu momento de maior popularidade.\n\nA partir da d\u00e9cada de 1880, o imperador era visto frequentemente desanimado ou sem entusiasmo, embora continuasse meticuloso quanto \u00e0s quest\u00f5es de estado e sua fun\u00e7\u00e3o de \u201cvigilante\u201d das institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas at\u00e9 o fim de seu reinado. As viagens que o imperador fizera aos EUA, Europa e Oriente M\u00e9dio entre 1876 e 1877 lhe causaram um profundo impacto psicol\u00f3gico, pois enquanto viajava, estava praticamente livre das restri\u00e7\u00f5es impostas pelo seu cargo. Sob o pseud\u00f4nimo \"Pedro de Alc\u00e2ntara\", ele aproveitava a satisfa\u00e7\u00e3o de se mover como uma pessoa comum, at\u00e9 mesmo viajando por trem apenas com sua esposa.{{citar livro|t\u00edtulo=Citizen Emperor: Pedro II and the Making of Brazil, 1825\u20131891|ultimo=Barman|primeiro=Roderick J.|editora=Stanford University Press|ano=1999|local=United States|p\u00e1ginas=245}} Dom Pedro II tornou-se imperador aos 05 anos de idade, e com o tempo tornou-se ressentido quanto ao peso da coroa e suas responsabilidades. Quanto \u00e0 possibilidade da exist\u00eancia de um terceiro reinado ap\u00f3s sua morte, o imperador, assim como muitos brasileiros na \u00e9poca e a classe pol\u00edtica, n\u00e3o ambientavam da ideia de que o Brasil poderia ser governado por uma mulher, sua filha Isabel.{{citar livro|t\u00edtulo=Citizen Emperor: Pedro II and the Making of Brazil, 1825\u20131891|ultimo=Barman|primeiro=Roderick J.|editora=Stanford University Press|ano=1999|local=United States|p\u00e1ginas=130-268}} A morte de seus dois filhos ainda jovens e a falta de um herdeiro do sexo masculino eram um sinal de que o imp\u00e9rio estava destinado a ser suplantado.\n\n[[Cear\u00e1]] e [[Amazonas]] libertaram seus escravos em 1884. O motivo era que a escravid\u00e3o n\u00e3o representava mais viabilidade econ\u00f4mica \u00e0quelas prov\u00edncias. A ideia era abolir a escravid\u00e3o prov\u00edncia por prov\u00edncia, at\u00e9 deixar o \"''tril\u00e1tero da escravid\u00e3o\"'' isolado somente nas prov\u00edncias de Minas Gerais, S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro. Por\u00e9m, a decis\u00e3o do Cear\u00e1 aumentou a press\u00e3o da opini\u00e3o p\u00fablica sobre as autoridades imperiais.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 - Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=221, 222}}\n\nSob press\u00e3o das ruas, em 28 de setembro de 1885 promulgou-se a [[Lei dos Sexagen\u00e1rios]], que regulava a \"extin\u00e7\u00e3o gradual do elemento servil\" e que garantia liberdade aos [[escravos]] com 60 anos de idade ou mais, cabendo aos propriet\u00e1rios de escravos indeniza\u00e7\u00e3o.{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20160303165709/http://legis.senado.leg.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=66550|titulo=Texto Integral de Norma Jur\u00eddica (Lei Saraiva-Cotegipe)}} Em 1887, o imperador viajou para a Fran\u00e7a para tratar-se de uma doen\u00e7a, deixando Isabel como [[reg\u00eancia (governo)|regente]] do pa\u00eds. Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assina a [[Lei \u00c1urea]], abolindo de vez a escravid\u00e3o no pa\u00eds e libertando os \u00faltimos 720 mil escravos existentes no pa\u00eds ([[Censo demogr\u00e1fico do Brasil de 1872|5% da popula\u00e7\u00e3o]]). O imperador tem conhecimento da not\u00edcia em 22 de maio, e com voz fraca e l\u00e1grimas nos olhos, murmurou: \"Demos gra\u00e7as a Deus. Grande povo! Grande povo!\" e desatou a chorar copiosamente.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=254}} Ao retornar para o Brasil em agosto de 1888, ele e sua esposa foram aclamados fervorosamente. \"O pa\u00eds inteiro o recebeu com um entusiasmo jamais visto. Da capital, das prov\u00edncias, de todos os lugares, chegaram provas de afei\u00e7\u00e3o e venera\u00e7\u00e3o\". Seguiram-se tr\u00eas dias de celebra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. \"Foi o \u00fanico del\u00edrio popular que me lembro de ter visto\", relatou o escritor Machado de Assis. A monarquia aparentava gozar de apoio inabal\u00e1vel e parecia estar no \u00e1pice de sua popularidade.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=211-227}}\n\nEntretanto, o fim da escravid\u00e3o desencadeou em uma transfer\u00eancia expl\u00edcita do apoio ao [[republicanismo]] pelos grandes fazendeiros de caf\u00e9, sendo isso o golpe final para qualquer cren\u00e7a restante na neutralidade da coroa. Os grandes cafeicultores sentiram-se lesados ao perderem sua propriedade e n\u00e3o serem indenizados.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=233}} O governo imperial pretendeu explorar o cr\u00e9dito f\u00e1cil dispon\u00edvel no Brasil como resultado de sua prosperidade e disponibilizou grandes empr\u00e9stimos a juros baixos aos cafeicultores, al\u00e9m de distribuir fartamente [[T\u00edtulo nobili\u00e1rquico|t\u00edtulos de nobreza]] e outras honrarias a figuras pol\u00edticas influentes que haviam se tornado descontentes. \"Eu vejo a Monarquia em s\u00e9rio perigo e quase condenada. A princesa tornou-se muito popular, mas as classes (conservadoras) fogem dela e a lavoura est\u00e1 republicana\", escreveu Joaquim Nabuco ao [[Francisco In\u00e1cio de Carvalho Moreira|bar\u00e3o de Penedo]], 12 dias ap\u00f3s a assinatura da Lei \u00c1urea.\n\nEssas medidas alarmaram os republicanos civis e os militares positivistas. Embora o republicanismo fosse uma ideologia elitista adotada somente em altas patentes militares \u2013 sendo que a popula\u00e7\u00e3o em geral sentia certa avers\u00e3o, pois preferiam a monarquia \u2013, sua combina\u00e7\u00e3o com ideais [[Positivismo|positivistas]] tornou-se uma amea\u00e7a ao pa\u00eds. Apesar de n\u00e3o haver o desejo entre a maioria dos brasileiros de mudar [[forma de governo]] do pa\u00eds, os republicanos come\u00e7aram a pressionar os oficiais do ex\u00e9rcito para derrubarem a monarquia.{{Citar peri\u00f3dico|data=2013-10-07|titulo=Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, o maior golpe de estado da hist\u00f3ria brasileira: A hist\u00f3ria que seu professor n\u00e3o contou|url=https://direitasja.com.br/2013/10/07/proclamacao-da-republica-o-maior-golpe-de-estado-da-historia-brasileira-a-historia-que-seu-professor-nao-contou/|jornal=Direitas J\u00e1!|lingua=pt-BR}}{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Por que proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica e n\u00e3o golpe? - A Hist\u00f3ria Como Ela Foi|url=https://ahistoriacomoelafoi.blogfolha.uol.com.br/2015/11/15/por-que-proclamacao-da-republica-e-nao-golpe/?loggedpaywall#_=_|jornal=A Hist\u00f3ria Como Ela Foi|lingua=pt-BR}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2012-11-15|titulo=Golpe militar de 1889 \u2013 Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica|url=http://monarquista.com.br/golpe-militar-de-1889-proclamacao-da-republica/|jornal=Monarquia J\u00e1|lingua=en-US}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2017-11-15|titulo=Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, golpe? - Conex\u00e3o Pol\u00edtica|url=https://conexaopolitica.com.br/brasil/proclamacao-da-republica-golpe/|jornal=Conex\u00e3o Pol\u00edtica|lingua=pt-BR}}\n[[imagem:Pa\u00e7o Imperial de76b69242fd688e2b722616a27f94c3.jpg|miniaturadaimagem|300x300px|Princesa Isabel no [[Pa\u00e7o Imperial]], momentos ap\u00f3s a assinatura da Lei \u00c1urea, 1888. Mais de 5 mil pessoas reuniram-se na ocasi\u00e3o.]]\n\n=== Quest\u00e3o escravocrata ===\n[[Imagem:Retrato da Princesa Isabel, pintura de Auguste Petit 1869 b908d2118ad411bf8e38851ff49c29ba.jpg|miniaturadaimagem|301x301px|A regente, [[Isabel do Brasil|Princesa Isabel]], pintura de Auguste Petit 1869.]]\nOs grandes cafeicultores e latifundi\u00e1rios n\u00e3o se conformaram com a aboli\u00e7\u00e3o da [[escravid\u00e3o]] e com o fato de n\u00e3o terem sido indenizados. Sentindo-se abandonados pela monarquia passaram a apoiar a causa republicana, surgindo os chamados ''[[Republicanos de \u00daltima Hora|republicanos de 13 de maio]]'' (chamada assim por causa da data em que a [[Lei \u00c1urea]] foi assinada, 13 de maio de 1888).{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=62}} As principais leis que contribu\u00edram para o fim da escravid\u00e3o no Brasil foram:\n* 1850 ([[Lei Eus\u00e9bio de Queir\u00f3s]]): extinguiu o tr\u00e1fico negreiro;\n*([[Guerra do Paraguai]]): muitos escravos eram incentivados \u00e0 lutarem como [[Volunt\u00e1rios da P\u00e1tria]] em troca de sua [[alforria]] caso sobrevivessem \u00e0 guerra.{{Citar web|url=http://www.conservadorismodobrasil.com.br/2017/04/guerra-paraguai-negros-escravidao-e-liberdade.html|titulo=Guerra do Paraguai: Negros, escravid\u00e3o e liberdade|data=2017-04-20|acessodata=2018-12-25|obra=Conservadorismo do Brasil|ultimo=Garcia|primeiro=Everthon|lingua=pt-BR}}\n* 1871 ([[Lei do Ventre Livre]]): os filhos de escravos s\u00e3o considerados livres, devendo aos propriet\u00e1rios cri\u00e1-los at\u00e9 os oito anos;\n* 1885 ([[Lei dos Sexagen\u00e1rios]]): quando o escravo completasse mais de 60 anos estaria liberto;\n* 13 de maio de 1888 ([[Lei \u00c1urea]]): aboli\u00e7\u00e3o total da escravid\u00e3o, assinada pela [[princesa Isabel]], que substitu\u00eda provisoriamente o imperador, que nesta \u00e9poca estava na Fran\u00e7a cuidando da sua sa\u00fade.\n\n=== Quest\u00e3o religiosa ===\n{{Artigo principal|Quest\u00e3o religiosa}}\n\nDesde o per\u00edodo colonial a [[igreja cat\u00f3lica]] era uma institui\u00e7\u00e3o submetida ao estado, pelo regime do padroado, que dava ao imperador controle sobre o clero e assuntos eclesi\u00e1sticos. O imperador tinha o direito de exercer o \"benepl\u00e1cito\", ou seja, nenhuma ordem do papa poderia vigorar no [[Brasil]] sem antes ter sido aprovada por ele.\n\nMas, em 1872, D. Vital e D. Macedo, bispos de Olinda e de Bel\u00e9m, respectivamente, resolveram seguir ordens do [[papa Pio IX]], punindo os religiosos que apoiavam o ma\u00e7onismo (membros da [[ma\u00e7onaria]]), que frequentassem a institui\u00e7\u00e3o e proibindo o casamento entre cat\u00f3licos e ma\u00e7ons. Dom Pedro II, simpatizante da ma\u00e7onaria mas n\u00e3o adepto, solicitou aos bispos que suspendessem as puni\u00e7\u00f5es. Como eles se recusaram a obedecer ao imperador, foram condenados a quatro anos de pris\u00e3o. Em 1875, receberam o perd\u00e3o imperial e foram libertados, mas o epis\u00f3dio abalou as rela\u00e7\u00f5es entre a igreja e o imperador.\n\n=== Quest\u00e3o militar ===\nDurante o imp\u00e9rio havia sido aprovado o projeto [[montepio]], pelo qual as fam\u00edlias dos militares mortos ou mutilados na [[Guerra do Paraguai]] recebiam uma pens\u00e3o. A guerra terminara em 1870 e, em 1883 o montepio ainda n\u00e3o estava pago. Os militares encarregaram ent\u00e3o o [[Ant\u00f4nio Sena Madureira|tenente-coronel Sena Madureira]] de defender os seus direitos. Este, depois de se pronunciar pela imprensa, atacando o projeto montepio, foi punido. A partir de ent\u00e3o os militares foram proibidos de dar declara\u00e7\u00f5es \u00e0 [[imprensa]] sem pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o imperial.\n\nO descaso que alguns pol\u00edticos e ministros conservadores tinham pelo [[EB|Ex\u00e9rcito]] levava-os a punir elevados oficiais, por motivos qualificados como indisciplina militar. As puni\u00e7\u00f5es disciplinares conferidas ao tenente-coronel Sena Madureira e ao coronel [[Ernesto Augusto da Cunha Matos]] provocaram revolta em importantes chefes de Ex\u00e9rcito, como o Marechal [[Deodoro da Fonseca]]. Al\u00e9m disso, ap\u00f3s a Guerra do Paraguai, a institui\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a sentir-se desprezada pelo governo, entendendo que o mesmo mantinha prefer\u00eancia pela [[Armada Imperial Brasileira|marinha imperial]]. As inconformidades do ex\u00e9rcito alimentaram as insubordina\u00e7\u00f5es nos quart\u00e9is na d\u00e9cada de 1880, sendo esse um dos motivos que culminariam na proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica em 1889.\n\n=== Golpe republicano de 15 de novembro ===\n[[Imagem:Deodoro da Fonseca por Valle 2.jpg|esquerda|thumb|Marechal Deodoro da Fonseca]]\n{{Artigo principal|Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil}}\n\nDesde a cria\u00e7\u00e3o do [[Partido Republicano Paulista]] em 1873, o movimento pr\u00f3-rep\u00fablica atraiu pouqu\u00edssimos adeptos, e para que a altera\u00e7\u00e3o na forma de governo se desse de forma democr\u00e1tica, seria necess\u00e1rio uma Assembl\u00e9ia Geral majoritariamente republicana, o que parecia distante de ocorrer, pois a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o demonstrava afinidade \u00e0 derrocada da monarquia e simpatizava com o imperador. A ideia da mudan\u00e7a de regime pol\u00edtico n\u00e3o ecoava no pa\u00eds. Em 1884, foram eleitos, para a [[C\u00e2mara dos Deputados do Brasil|C\u00e2mara dos Deputados]], apenas tr\u00eas republicanos, entre eles os futuros presidentes da Rep\u00fablica [[Prudente de Morais]] e [[Campos Sales]]. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na \u00faltima elei\u00e7\u00e3o parlamentar realizada no [[Imp\u00e9rio do Brasil]], a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano s\u00f3 elegeu dois deputados.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=19}}{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=159}} Cientes desse problema, os republicanos optaram por concretizar suas ideias atrav\u00e9s de um [[golpe militar]].\n\nO governo do \u00faltimo [[primeiro-ministro]] do imp\u00e9rio, [[Afonso Celso de Assis Figueiredo|Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto]], apresentou \u00e0 C\u00e2mara dos Deputados um audacioso programa de reformas pol\u00edticas, do qual constavam: liberdade de f\u00e9 religiosa, liberdade de ensino e seu aperfei\u00e7oamento, a expans\u00e3o dos direitos de voto ao abolir o voto censit\u00e1rio, o fim dos mandatos vital\u00edcios para o [[Senado Federal do Brasil|senado]] e, o mais importante de todos, aumentar a descentraliza\u00e7\u00e3o \u2013 que por sua vez iria transformar o pa\u00eds em uma [[federa\u00e7\u00e3o]] ao permitir a elei\u00e7\u00e3o de prefeitos municipais e presidentes provinciais.{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=257}} Ouro Preto era um monarquista ferrenho e estava determinado a salvar o regime n\u00e3o importando os custos. Seu programa de reformas era altamente ambicioso e tinha a inten\u00e7\u00e3o de resolver antigas quest\u00f5es que os pol\u00edticos h\u00e1 muito reclamavam. Dois itens que notavelmente ficaram de fora foi qualquer movimento para resolver a [[Quest\u00e3o Militar|indisciplina militar]] e a urgente necessidade de restaurar a autoridade do governo sobre as for\u00e7as armadas. Isso se mostraria um erro fatal.\n\nEntretanto, as reformas chegaram tarde demais. Na manh\u00e3 do dia 15 de novembro de 1889, o Marechal [[Deodoro da Fonseca]] assumiu o comando das tropas revoltadas, ocupando o Quartel General do Rio de Janeiro e destituindo, em primeiro momento, o Visconde de Ouro Preto. Na noite do dia 15 de novembro constituiu-se o Governo Provis\u00f3rio da Rep\u00fablica dos Estados Unidos do Brasil. Pedro II, que estava em [[Petr\u00f3polis]] durante esses acontecimentos, recebeu, no dia seguinte, um documento do novo governo, solicitando que se retirasse do Pa\u00eds, juntamente com sua fam\u00edlia. O ex-imperador foi obrigado a embarcar para a [[Europa]] com a fam\u00edlia no dia 17 de novembro de 1889, durante a madrugada e sob chuva, a fim de n\u00e3o gerar uma revolta popular. Proclamada a rep\u00fablica, no mesmo dia 15 de novembro de 1889, forma-se um governo provis\u00f3rio, sendo o chefe do governo Marechal Deodoro da Fonseca, o primeiro presidente do Brasil, acabando assim com o segundo reinado e com o per\u00edodo imperial brasileiro. Estava declarada assim, a [[Primeira Rep\u00fablica Brasileira|Rep\u00fablica dos Estados Unidos do Brasil]].\n\nN\u00e3o houve nenhuma participa\u00e7\u00e3o popular na [[proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica do Brasil]]. O que ocorreu, tecnicamente foi um golpe militar. O povo brasileiro apoiava o Imperador. O correspondente do jornal \"Di\u00e1rio Popular\", de S\u00e3o Paulo, [[Aristides Lobo]], escreveu na edi\u00e7\u00e3o de 18 de novembro daquele jornal, sobre a derrubada do imp\u00e9rio, a frase hist\u00f3rica:{{citar livro|t\u00edtulo=1889 \u2013 Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injusti\u00e7ado contribu\u00edram para o fim da Monarquia e a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica no Brasil.|ultimo=Gomes|primeiro=Laurentino|editora=Globo Livros|ano=2013|local=Brasil|p\u00e1ginas=305}}
''\"[...] Por ora, a cor do governo \u00e9 puramente militar e dever\u00e1 ser assim. O fato foi deles, deles s\u00f3 porque a colabora\u00e7\u00e3o do elemento civil foi quase nula. O povo assistiu \u00e0quilo tudo bestializado, at\u00f4nito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada''! [...]\".
Na avalia\u00e7\u00e3o do [[Visconde de Ouro Preto]], deposto da [[presid\u00eancia do conselho de ministros]] em 15 de novembro, a proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica foi um erro, e, assim se expressou em seu livro \"Advento da ditadura militar no Brasil\":\n\n{{quote2|''O Imp\u00e9rio n\u00e3o foi a ru\u00edna. Foi a conserva\u00e7\u00e3o e o progresso. Durante meio s\u00e9culo manteve \u00edntegro, tranq\u00fcilo e unido territ\u00f3rio colossal. O imp\u00e9rio converteu um pa\u00eds atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira pot\u00eancia sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O Imp\u00e9rio aboliu de fato a [[pena de morte]], extinguiu a escravid\u00e3o, deu ao Brasil gl\u00f3rias imorredouras, paz interna, ordem, seguran\u00e7a e, mas que tudo, liberdade individual como n\u00e3o houve jamais em pa\u00eds algum. Quais as faltas ou crimes de D. Pedro II, que em quase cinq\u00fcuenta anos de reinado nunca perseguiu ningu\u00e9m, nunca se lembrou de uma ingratid\u00e3o, nunca vingou uma inj\u00faria, pronto sempre a perdoar, esquecer e beneficiar? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposi\u00e7\u00e3o e ex\u00edlio quando, velho e enfermo, mais devia contar com o respeito e a venera\u00e7\u00e3o de seus concidad\u00e3os? A Rep\u00fablica brasileira, como foi proclamada, \u00e9 uma obra de iniquidade. A Rep\u00fablica se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na Hist\u00f3ria e ter\u00e1 uma exist\u00eancia ef\u00eamera!|Visconde de Ouro Preto}}\nO segundo reinado pode ser divido em tr\u00eas etapas principais:\n\n* a chamada fase de ''consolida\u00e7\u00e3o'', que se estende de 1840 a 1850. As lutas internas s\u00e3o pacificadas, o [[Cafeeiro|caf\u00e9]] inicia a sua expans\u00e3o, a tarifa [[Alves Branco]] permite a [[Irineu Evangelista de Sousa|Era Mau\u00e1]].\n* o chamado ''apogeu'' do Imp\u00e9rio, um per\u00edodo marcado por grande estabilidade pol\u00edtica, quando de 1849 at\u00e9 1889 n\u00e3o aconteceu no Brasil nenhuma revolu\u00e7\u00e3o, algo in\u00e9dito no mundo: 50 anos de paz interna em um pa\u00eds, permitida pelo sistema parlamentarista, (o ''[[parlamentarismo \u00e0s avessas]]'') e pela pol\u00edtica de troca de favores. Em termos de [[Rela\u00e7\u00f5es Internacionais]], o per\u00edodo \u00e9 marcado pela [[Quest\u00e3o Christie]] e pela [[Guerra do Paraguai]].\n* o chamado ''decl\u00ednio'' do Imp\u00e9rio, marcado pela [[Quest\u00e3o Militar]], pela [[Quest\u00e3o Religiosa]], pelas lutas abolicionistas e pelo movimento republicano, que conduzem ao fim do regime mon\u00e1rquico.\n== Ver tamb\u00e9m ==\n\n* [[Imp\u00e9rio do Brasil]]\n* [[Quest\u00e3o Christie]]\n* [[Hist\u00f3ria econ\u00f4mica do Brasil]]\n* [[Pedro II do Brasil|Dom Pedro II]]\n* [[Isabel do Brasil|Princesa Isabel]]\n* [[Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica do Brasil|Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica]]\n* [[Rep\u00fablica da Espada]]\n* [[Primeira Rep\u00fablica Brasileira|Rep\u00fablica do Caf\u00e9 com Leite]]\n* [[Legado de Pedro II do Brasil]]\n* [[Encilhamento]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.monarquia.org.br/ Casa Imperial do Brasil]\n* [http://www.museuimperial.gov.br/ Museu Imperial do Brasil]\n* [http://www.idisabel.org.br Instituto D. Isabel I]\n* [http://www.libertaria.pro.br Jornal Libert\u00e1ria]\n\n== Bibliografia ==\n* [[Bibliografia da Hist\u00f3ria do Brasil]]\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n |antes = [[Per\u00edodo regencial (Brasil)|Per\u00edodo regencial]]\n|t\u00edtulo = Segundo reinado\n|depois = [[Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica do Brasil|Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica]]\n|anos = 1840 \u2014 1889\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{T\u00f3picos sobre o Imp\u00e9rio do Brasil}}\n\n[[Categoria:Hist\u00f3ria do Imp\u00e9rio do Brasil]]\n[[Categoria:1831 no Brasil]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Coat of arms of the Empire of Brazil.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Deodoro da Fonseca por Valle 2.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Desembarque da Fam\u00edlia Imperial \u2014 Recife, 1859.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Dom-pedro-II-crianca.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Dom Pedro II 1889.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Brazil (1822\u20131870).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Brazil (1870\u20131889).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Empire of Brazil (1822-1870).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Inaugura\u00e7\u00e3o Estrada de ferro Mau\u00e1 (1854).jpg"}]},"4294216":{"pageid":4294216,"ns":0,"title":"666 Park Avenue","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Televis\u00e3o\n |t\u00edtulo = 666 Park Avenue\n |t\u00edtulo-or =\n |t\u00edtulo-pt =666 Park Avenue\n |t\u00edtulo-br =666 Park Avenue\n |imagem = [[Imagem:666 Park Avenue.jpg|250px]]\n |formato = Seriado\n |genero = [[Drama]],\n |class et\u00e1ria = [[ABC]]\n |dura\u00e7\u00e3o = 43 minutos aprox.\n |criador = [[David Wilcox]]\n |pa\u00eds = {{USA}}\n |idioma = [[L\u00edngua inglesa|Ingl\u00eas]]\n |elenco = [[Rachael Taylor]]
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{{BRAb}} [[FOX Brasil]]
{{PRTb}} [[FOX Life]]
{{PRTb}} [[TVI]]\n |form_exibi\u00e7\u00e3o = [[1080i]] ([[Televis\u00e3o de alta defini\u00e7\u00e3o|HDTV]])\n |transmiss\u00e3o = \t30 de setembro de 2012 - 13 de julho de 2013\n |temporadas = 1\n |epis\u00f3dios = 13\n |status = Cancelada\n |g\u00eanero = Drama, Suspence, Horror Sobrenatural\n}}\n'''666 Park Avenue''' \u00e9 uma s\u00e9rie de drama sobrenatural americano que foi ao ar na ABC a partir de 30 de setembro de 2012 a 13 de julho de 2013.A s\u00e9rie foi criada e produzida por David Wilcox , e foi livremente baseado no romance de mesmo nome por Gabriella Pierce.O show conta com [[Rachael Taylor]],[[Dave Annable]],[[Vanessa Williams]],e [[Terry O'Quinn]] o show segue um casal do interior que se mudam para o pr\u00e9dio de Manhattan no endere\u00e7o 999 Park Avenue. {{citar web|url=http://insidetv.ew.com/2012/11/16/last-resort-666-cancelled|t\u00edtulo=ABC cancels '666,' 'Last Resort'|\u00faltimo =Hibberd|primeiro =James|obra=[[Entertainment Weekly]]|data=16 de novembro de 2012|acessodata=16 de novembro de 2012}}\n\nO elaborada [[Beaux-Arts]] edif\u00edcio localizado no antigo Upper East Side de Manhattan o pr\u00e9dio ficticcio Chamado de \"The Drake\" na s\u00e9rie \u00e9 um verdadeiro edif\u00edcio de apartamentos, [[The Ansonia]] em Nova York.{{citar web|url=http://www.nypost.com/p/entertainment/tv/building_hit_oNkYPVFxgbMaT9ysgGwRwM|t\u00edtulo=Iconic Ansonia stars in '666 Park Ave'|\u00faltimo =Ekizian|primeiro =John|obra=New York Post|data=19 de agosto de 2012|acessodata=2 de outubro de 2012}}\nABC encomendou o piloto em 20 de Janeiro de 2012, a s\u00e9rie \u00e9 completa com uma primeira temporada que cont\u00e9m treze epis\u00f3dios em 11 de maio de 2012.{{citar web|url=http://tvbythenumbers.zap2it.com/2012/05/11/abc-picks-up-comedies-the-neighbors-and-comeback-jack-and-dramas-nashville-red-window-and-zero-hour/133721|t\u00edtulo=Updated (5): ABC Picks Up Comedies 'The Neighbors' and 'The Family Tools' and Dramas 'Nashville,' 'Red Widow' and 'Zero Hour' + More|\u00faltimo =Seidman|primeiro =Robert|obra=TV by the Numbers|data=11 de maio de 2012|acessodata=11 de maio de 2012}} \n\nFoi ao ar nas noites de domingo \u00e0s 10:00pm Central, com a s\u00e9rie Revenge servindo como sua lideran\u00e7a Em 16 de novembro de 2012, a ABC anunciou que a s\u00e9rie tinha sido cancelada, mas que ela iria terminar com seus treze epis\u00f3dios em prazo.Os epis\u00f3dios finais foram transmitido pela primeira vez na Espanha, e tamb\u00e9m, desde ent\u00e3o, foi ao ar na Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia e Reino Unido, \u00e0 frente de sua exibi\u00e7\u00e3o original no ABC.{{citar web|url=http://blog.zap2it.com/frominsidethebox/2012/07/abc-fall-2012-premiere-dates-revenge-and-modern-family-plus-suburgatory-gets-a-new-timeslot.html|t\u00edtulo=ABC fall 2012 premiere dates: 'Revenge' and 'Modern Family,' plus 'Suburgatory' gets a new timeslot|\u00faltimo =Porter|primeiro =Rick|data=26 de julho de 2012|obra=[[Zap2it]]|acessodata=26 de julho de 2012}} {{citar web|url=http://tvbythenumbers.zap2it.com/2012/05/15/abc-2012-13-primetime-schedule-revenge-to-sunday-happy-endings-dont-trust-the-b-to-tuesday-last-man-standing-to-friday/134231|t\u00edtulo=ABC 2012-13 Primetime Schedule: 'Revenge' To Sunday, 'Happy Endings,' 'Don't Trust The B' To Tuesday, 'Last Man Standing' To Friday|\u00faltimo =Gorman|primeiro =Bill|obra=TV by the Numbers|acessodata=22 de junho de 2012}}. No Brasil, o [[SBT]] comprou os direitos de exibi\u00e7\u00e3o e come\u00e7ou a exibir a s\u00e9rie nas madrugadas de sexta para s\u00e1bado, a partir do dia 23/05/2014.\n\n==Enredo==\n666 Park Avenue concentra-se em Jane Van Veen (Rachael Taylor) e seu parceiro Henry Martin (Dave Annable),os novos co-gestores do hotel residencial Drake, localizada em 999 Park Avenue. O Drake \u00e9 de propriedade do bilion\u00e1rio misterioso Gavin Doran (Terry O'Quinn) e sua esposa Olivia (Vanessa Williams).A trama segue dois Jane e Henry,e os outros moradores do Drake que vivem na sombra das for\u00e7as sobrenaturais escuras do Drake e seu dono.{{citar web|t\u00edtulo=666 Park Avenue: Synopsis|url=http://www.imdb.com/title/tt2197797/synopsis?ref_=tt_ov_pl|obra=IMDb}}{{citar web|t\u00edtulo=666 Park Avenue|url=http://www.tv.com/shows/666-park-avenue|obra=TV.COM|acessodata=15 de maio de 2013}}\n\n==Personagens ==\n*[[Rachael Taylor]] como Jane Van Veen, a assistente de Gavin.{{citar web|url=http://www.deadline.com/2012/02/victor-garber-rachael-taylor-book-pilots|t\u00edtulo=Victor Garber & Rachael Taylor Book Pilots|\u00faltimo =Andreeva|primeiro =Nellie|obra=Deadline Hollywood|data=28 de fevereiro de 2012|acessodata=11 de mar\u00e7o de 2012}}\n*[[Dave Annable]] como Henry Martin, o Noivo de Jane.{{citar web|url=http://www.tvline.com/2012/02/dave-annable-666-park-avenue|t\u00edtulo=Exclusive: Brothers & Sisters' Dave Annable Joins ABC's Supernatural Pilot 666 Park Avenue|\u00faltimo =Mitovich|primeiro =Matt Webb|obra=TV Line|data=24 de fevereiro de 2012|acessodata=11 de mar\u00e7o de 2012}}\n*[[Robert Buckley]] como Brian Leonard, um dramaturgo, que mora no pr\u00e9dio com sua Namorrada Louise.{{citar web|url=http://www.tvline.com/2012/03/mercedes-masohn-robert-buckley-666-park-avenue|t\u00edtulo=Pilot News: The Finder's Mercedes Mas\u00f6hn, Tree Hill's Robert Buckley Join 666 Park Avenue|\u00faltimo =Mitovich|primeiro =Matt Webb|obra=TV Line|data=8 de mar\u00e7o de 2012|acessodata=11 de mar\u00e7o de 2012}}\n*[[Mercedes Masohn]] como Louise Leonard, a fot\u00f3grafa e Namorada de Brian.\n*[[Helena Mattsson]] como Alexis Blume, assistente e amiga de Louise.{{citar web|url=http://www.horror-asylum.com/news/article.asp?item=9046|t\u00edtulo=Super Sexy Swede Helena Mattsson Joins ABC's '666 Park Avenue' Pilot|\u00faltimo =Davies|primeiro =Steven|obra=Horror Asylum|data=22 de mar\u00e7o de 2012|acessodata=7 de abril de 2012}}\n*[[Erik Palladino]] como Tony DeMeo, o porteiro do edif\u00edcio.{{citar web|url=http://www.digitalspy.com/tv/s198/666-park-avenue/news/a390702/terry-oquinns-666-park-avenue-promotes-erik-palladino.html|t\u00edtulo=Terry O'Quinn's '666 Park Avenue' promotes Erik Palladino|\u00faltimo =Morgan|primeiro =Jeffery|obra=Digital Spy|data=29 de junho de 2012|acessodata=29 de junho de 2012}}\n*[[Samantha Logan]] como Nona Clark, uma moradora que esconde um pequeno secreto.{{citar web|url=http://www.thefutoncritic.com/news/2012/03/29/development-update-thursday-march-29-224324/9685|t\u00edtulo=Breaking News - Development Update: Thursday, March 29|data=29 de abril de 2012|obra=The Futon Critic|acessodata=18 de maio de 2012}}\n*[[Vanessa Williams]] como Olivia Doran, a elegante e sofisticada esposa do propriet\u00e1rio do edif\u00edcio Gavin.{{citar web|url=http://www.deadline.com/2012/03/desperate-housewives-vanessa-williams-to-co-star-in-abc-pilot-666-park-avenue|t\u00edtulo='Desperate Housewives' Vanessa Williams To Co-Star In ABC Pilot '666 Park Avenue'|\u00faltimo =Andreeva|primeiro =Nellie|obra=Deadline Hollywood|data=9 de mar\u00e7o de 2012 |acessodata=11 de mar\u00e7o de 2012}}\n*[[Terry O'Quinn]] como Gavin Doran, o dono do pr\u00e9dio e que esconde muitos segredos diab\u00f3licos.{{citar web|url=http://www.deadline.com/2012/02/terry-o-quinn-666-park-avenue-abc-supernatural|\u00faltimo =Andreeva|primeiro =Nellie|t\u00edtulo='Lost' Alum Terry O'Quinn's Next TV Gig: Starring Role In ABC Supernatural Pilot|obra=Deadline Hollywood|data=15 de fevereiro de 2012|acessodata=11 de mar\u00e7o de 2012}}\n\n==Secundarios==\n*[[Richard Short]] como Harlan Moore.\n* Misha Kuznetsov como Kandinsky.\n* [[Teddy Sears]] como Detective Hayden Cooper.\n* [[Aubrey Dollar]] como Annie Morgan.{{citar web|url=http://www.tvguide.com/News/Kecks-Exclusives-666-Park-1051788.aspx|t\u00edtulo=Keck's Exclusives: New Bodies Check in to ABC's ''666 Park Avenue''|\u00faltimo =Keck|primeiro =William|obra=TV Guide|data=8 de agosto de 2012|acessodata=8 de agosto de 2012}}\n* [[Enrique Murciano]] como Dr. Todd Scott Evans.{{citar web|url=http://www.dreadcentral.com/news/58302/two-more-actors-join-abcs-666-park-avenue-recurring-roles|t\u00edtulo=Two More Actors Join ABC's 666 Park Avenue Recurring Roles|autor =The Woman in Black|obra=Dread Central|data=16 de agosto de 2012|acessodata=16 de agosto de 2012}}\n* [[Tessa Thompson]] como Laurel Harris/Sasha Doran.{{citar web|url=http://www.deadline.com/2012/08/kimberly-williams-paisley-joins-nashville-666-park-ave-royal-pains-book-actors|t\u00edtulo=Kimberly Williams-Paisley Joins 'Nashville', '666 Park Ave' & 'Royal Pains' Book Actors|\u00faltimo =Andreeva|primeiro =Nellie|obra=Deadline Hollywood|data=29 de agosto de 2012|acessodata=30 de agosto de 2012}}\n* [[Nick Chinlund]] como Victor Shaw.{{citar web|url=http://www.deadline.com/2012/09/black-sails-666-park-ave-add-to-casts|t\u00edtulo='Black Sails', '666 Park Ave' Add To Casts|\u00faltimo =Andreeva|primeiro =Nellie|obra=Deadline Hollywood|data=11 de setembro de 2012|acessodata=11 de setembro de 2012}}\n\n==Recep\u00e7\u00e3o==\nMetacritic deu-lhe uma pontua\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 62%, com base em 22 avalia\u00e7\u00f5es.{{citar web|url=http://blog.zap2it.com/frominsidethebox/2012/11/666-park-avenue-sets-heavily-damaged-by-hurricane-sandy.html|t\u00edtulo='666 Park Avenue' sets heavily damaged by Hurricane Sandy|\u00faltimo=MacKenzie|primeiro=Carina|obra=Zap2It|data=3 de novembro de 2012|acessodata=4 de novembro de 2012|arquivourl=https://web.archive.org/web/20140202174001/http://blog.zap2it.com/frominsidethebox/2012/11/666-park-avenue-sets-heavily-damaged-by-hurricane-sandy.html|arquivodata=2014-02-02|urlmorta=yes}}{{citar web|url=http://insidetv.ew.com/2012/10/31/hurricane-sandy-damages-666-park-sets|t\u00edtulo=Hurricane Sandy damages '666 Park' sets|\u00faltimo =Gonzalez|primeiro =Sandra|obra=Entertainment Weekly|data=31 de outubro de 2012|acessodata=1 de novembro de 2012}}\n\n==Cr\u00edticas==\nOne Million Moms, a extrema-direita, grupo ativista crist\u00e3o conhecido por tentar mobilizar as mulheres conservadoras em protesto contra v\u00e1rios meios de comunica\u00e7\u00e3o, fez 666 Park Avenue uma meta de seu protesto. A organiza\u00e7\u00e3o, tendo tomado exce\u00e7\u00e3o a utiliza\u00e7\u00e3o do programa da marca do diabo e acreditar que a exposi\u00e7\u00e3o a que era inapropriado, levou seus membros a um e-mail os patrocinadores da rede instando-os a retirar a receita do show.{{citar web|url=http://www.huffingtonpost.com/2012/10/16/one-million-moms-the-new-normal_n_1970927.html |t\u00edtulo=One Million Moms Targets ABC's '666 Park Avenue' |obra=Huffington Post |primeiro = |\u00faltimo = |data=25 de outubro de 2012 |acessodata=24 de agosto de 2013}}{{citar web|url=http://tvseriesfinale.com/tv-show/666-park-avenue-one-million-moms-cancelled-25681/ |t\u00edtulo=666 Park Avenue: Cancelled Because of One Million Moms? |obra=TVSeriesFinale |primeiro = |\u00faltimo = |data=17 de novembro de 2012 |acessodata=24 de agosto de 2013}}\n\n{{referencias|col=2}}\n{{Portal3|Televis\u00e3o}}\n[[Categoria:S\u00e9ries de televis\u00e3o de drama dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:S\u00e9ries de televis\u00e3o de drama da d\u00e9cada de 2010]]\n[[Categoria:S\u00e9ries de televis\u00e3o de suspense dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:S\u00e9ries de televis\u00e3o de suspense da d\u00e9cada de 2010]]\n[[Categoria:S\u00e9ries de televis\u00e3o de terror dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:S\u00e9ries de televis\u00e3o de terror da d\u00e9cada de 2010]]\n[[Categoria:Programas da ABC]]\n[[Categoria:S\u00e9ries de televis\u00e3o ambientadas em Nova Iorque]]\n[[Categoria:Programas de televis\u00e3o dos Estados Unidos que estrearam em 2012]]\n[[Categoria:Programas de televis\u00e3o dos Estados Unidos encerrados em 2013]]\n[[Categoria:Programas de televis\u00e3o em l\u00edngua inglesa]]\n[[Categoria:Programas de televis\u00e3o produzidos pela Warner Bros. Television]]"}]},"960315":{"pageid":960315,"ns":0,"title":"Espelta","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais notas|data=outubro de 2013}}\n{{Info/Taxonomia\n |nome = trigo\n |cor =lightgreen\n |imagem = Spelt.jpg\n |imagem_legenda = \n |reino = [[Plantae]]\n |superdivis\u00e3o = [[Spermatophyta]]\n |divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n |classe = [[Liliopsida]]\n |ordem = [[Poales]]\n |fam\u00edlia = [[Poaceae]]\n |g\u00e9nero = ''Triticum''\n |esp\u00e9cie = '''''T. spelta'''''\n |subdivis\u00e3o = \n}}\n\nA '''espelta''' ou '''trigo-vermelho'''[[Dicion\u00e1rio Houaiss]], verbete \"espelta\". (''Triticum spelta'') \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] das [[gram\u00ednea]]s, pr\u00f3xima do [[trigo]]. Muito consumida em partes da [[Europa]] desde a [[Idade do Bronze]] at\u00e9 a [[Idade M\u00e9dia]], hoje \u00e9 pouco plantada, embora ainda seja cultivada na [[Europa Central]] e na [[It\u00e1lia]] e tenha encontrado um novo mercado na \u00e1rea de alimentos saud\u00e1veis. Algumas classifica\u00e7\u00f5es consideram a espelta uma [[subesp\u00e9cie]] do trigo comum (''T. aestivum''), dando-lhe o nome cient\u00edfico ''Triticum aestivum subsp. spelta''.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-gram\u00ednea}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n\n[[Categoria:Cereais]]\n[[Categoria:Poaceae]]"}]},"5219195":{"pageid":5219195,"ns":0,"title":"Gutieri Tomelin","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n |nome = Gutieri Tomelin\n |imagem = \n |imagem_tamanho = 200px\n |imagem_legenda = \n |nomecompleto = Gutieri Tomelin\n |apelido =\n |datadenascimento = {{Dnibr|29|6|1991}}\n |cidadenatal = [[S\u00e3o Bento do Sul]]\n |paisnatal = [[Brasil]]\n |nacionalidade = {{BRAn|o}}
{{ITAn|o}}\n |altura = 1,87 m\n |p\u00e9 = [[Destro]]\n |actualclube = [[NK Osijek]]\n |clubenumero = 4\n |posi\u00e7\u00e3o = [[Zagueiro (futebol)|Zagueiro]]\n |jovemanos =\n |jovemclube = [[Figueirense Futebol Clube]]\n |ano = 2011\u20132014
2014
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2018\u2013\n |clubes = [[Figueirense Futebol Clube|Figueirense]]
\u2192 [[Duque de Caxias Futebol Clube|Duque de Caxias]] (wyp.)
[[Joinville EC|Joinville]]
[[Jagiellonia Bia\u0142ystok]]
[[NK Osijek]]\n |jogos(golos) = 16 (0)
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1 (1)\n |anoselecao = \n |selecaonacional = \n |partidasselecao = \n |pcupdate = [[31 de julho]] de [[2018]]\n |medalhas = \n}}\n'''Gutieri Tomelin''', mais conhecido como '''Guti''' ([[S\u00e3o Bento do Sul]], [[29 de junho]] de [[1991]]), \u00e9 um [[futebol]]ista [[brasil]]eiro que atua como [[zagueiro]]. Atualmente, joga pelo [[NK Osijek]].{{citar web|URL=http://www.90minut.pl/kariera.php?id=31270|t\u00edtulo=Estatisticas do jogador|autor=90minut.pl|data=|publicado=|acessodata=}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.90minut.pl/kariera.php?id=31270 Gutieri Tomelin] (90minut.pl) {{pl}}\n*[http://int.soccerway.com/players/gutieri-tomelin/197955/ Gutieri Tomelin] (soccerway.com) {{en}}\n*[http://www.transfermarkt.pl/guti/profil/spieler/175208 Gutieri Tomelin] (Transfer Market) {{pl}}\n\n{{Elenco Joinville - Campeonato Brasileiro de 2014 - S\u00e9rie B}}\n{{DEFAULTSORT:Gutieri Tomelin}}\n[[Categoria:Naturais de S\u00e3o Bento do Sul]]\n[[Categoria:Futebolistas do Figueirense Futebol Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Duque de Caxias Futebol Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Joinville Esporte Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Jagiellonia Bia\u0142ystok]]\n[[Categoria:Futebolistas do NK Osijek]]"}]},"3750546":{"pageid":3750546,"ns":0,"title":"Sergei Ovchinnikov","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Sergei Ovchinnikov''' ([[25 de junho]] de [[1969]] \u2014 [[Porec]], [[29 de agosto]] de [[2012]]) foi um treinador de [[voleibol]] [[R\u00fassia|russo]].\n\nFoi treinador do [[FC Dinamo Moscovo|Dinamo Moscou]] e da [[Sele\u00e7\u00e3o Russa de Voleibol Feminino]] que disputou a [[Voleibol nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2012 - Feminino|Olimp\u00edada de Londres 2012]]. Em 29 de agosto de 2012 foi encontrado morto em quarto de hotel na cidade de Porec, na [[Cro\u00e1cia]], onde a equipe do Dinamo realizava treinamento de pre-temporada.[http://sports.yahoo.com/news/volleyball-russia-coach-ovchinnikov-dies-aged-43-104753599--oly.html Russia coach Ovchinnikov found dead aged 43 {{en}}]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-voleibol}}\n\n{{DEFAULTSORT:Ovchinnikov, Sergei}}\n[[Categoria:Treinadores de voleibol da R\u00fassia]]"}]},"251406":{"pageid":251406,"ns":0,"title":"Ferri\u00e8re-Lar\u00e7on","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Ferri\u00e8re-Lar\u00e7on\n|regi\u00e3o = Centro\n|departamento = Indre-et-Loire\n|\u00e1rea = 20.86\n|altitude = \n|latP = N | latG = 46 | latM = 59 | latS = 0\n|lonP = E | lonG = 0 | lonM = 53 | lonS = 0\n|popula\u00e7\u00e3o = 292\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 37107\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 37350 \n|mapa = \n|escudo = Blason_de_la_ville_de_Ferri\u00e8re-Lar\u00e7on_(37).svg\n|bandeira = \n|imagem = FerriereLarconBandeau.jpeg\n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Ferri\u00e8re-Lar\u00e7on''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] do [[Centro (Fran\u00e7a)|Centro]], no [[Departamentos franceses|departamento]] [[Indre-et-Loire]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 20,86 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|37107|20.86}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n[[Categoria:Comunas de Indre-et-Loire]]"}]},"5863436":{"pageid":5863436,"ns":0,"title":"Sopo (arquitetura)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:COLLECTIE TROPENMUSEUM 'Het dorpsgebouw in een Batak-kampong vrouwen bezig potten te vormen Bataklanden' TMnr 10014161.jpg|300px|thumb|Uma imagem do in\u00edcio do s\u00e9culo XX de um sopo.]]\n\nO '''sopo''' \u00e9 uma estrutura de tesouraria na arquitetura do [[Batak|povo Toba Batak]] da [[Sumatra Setentrional]], na [[Indon\u00e9sia]]. Sua forma \u00e9 semelhante \u00e0 de uma casa tradicional de Batak, com exce\u00e7\u00e3o de ser menor em tamanho e um ritual de constru\u00e7\u00e3o \u00e9 feito numa casa de Batak. O Sopo \u00e9 usado como um reposit\u00f3rio para v\u00e1rios itens, por exemplo [[arroz]], [[Magia|itens m\u00e1gicos]] ou trof\u00e9us. Sopo tamb\u00e9m pode ser usado como um ponto de encontro para atividades sociais.\n\n==Descri\u00e7\u00e3o==\n\nA palavra ''sopo'' \u00e9 uma palavra Batak que representa uma estrutura que \u00e9 usada para armazenar itens, seja para armazenar arroz (''sopo eme'', ''eme'' significa \"arroz\"), para armazenar trof\u00e9us de guerra (por exemplo, javali ou cr\u00e2nios humanos, ou as defumadas e secas m\u00e3os dos inimigos), ou para armazenar itens rituais m\u00e1gicos (por exemplo, os [[pustaha]]s ou [[tunggal panaluan|bast\u00f5es m\u00e1gicos]]).Beekman 1988, p. 156.\n\nO ''sopo'' geralmente tem apar\u00eancia similar com a casa de [[Batak]] Toba (''ruma''), mas no caso do sopo, ele \u00e9 projetado como uma estrutura aberta em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 estrutura fechada de uma casa. O espa\u00e7o aberto em forma de pavilh\u00e3o \u00e9 usado como um espa\u00e7o p\u00fablico para os moradores, para ser usado como local de descanso tempor\u00e1rio para os viajantes, local de descanso para os homens celibat\u00e1rios ou como um pequeno f\u00f3rum onde as pessoas se encontram e conversam.Beekman 1988, p. 157. Atualmente, a maioria das aldeias j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam um sopo tradicional \"aberto\".Domenig 2013, p. 196.\n\n==Arquitetura e fun\u00e7\u00e3o==\n\n[[Imagem:COLLECTIE TROPENMUSEUM Model van een Toba-Batak rijstschuur TMnr 137-4.jpg|200px|thumb|Modelo de um sopo do povo Batak Toba. A decora\u00e7\u00e3o de [[Singa (mitologia)|singa]] no topo tem a apar\u00eancia de uma criatura semelhante a um [[b\u00fafalo]].]]\n\nSopo \u00e9 geralmente pensado para confrontar a tradicional casa de Batak em um eixo norte-sul. Semelhante \u00e0s casas tradicionais de [[Batak]] Toba (''ruma''), um sopo \u00e9 hierarquicamente dividido em tr\u00eas se\u00e7\u00f5es representando os tr\u00eas reinos do cosmos Batak Toba. A parte inferior \u00e9 onde o [[gado]] \u00e9 mantido. A parte do meio \u00e9 usada como um local de descanso ou para as atividades di\u00e1rias das mulheres, e de [[costura]]. A parte superior \u00e9 usada como armazenamento no [[s\u00f3t\u00e3o]].Domenig 2013, p. 198.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Bibliografia==\n\n* Beekman, E.M. (1988). ''[https://books.google.co.id/books?id=8MmLCXWy8SUC Fugitive Dreams: An Anthology of Dutch Colonial Literature]''. Amherst: University of Massachusetts Press. {{ISBN|9780870235757}}.\n\n* Domenig, Gaudenz (2013). Howell, Signe; Sparkes, Stephen, eds. ''[https://books.google.co.id/books?id=wcMCawRmO3sC Inverted posts for the granary - The House in Southeast Asia: A Changing Social, Economic and Political Domain]''. Routledge. {{ISBN|9781136824456}}.\n\n[[Categoria:Arquitetura da Indon\u00e9sia]]"}]},"1744298":{"pageid":1744298,"ns":0,"title":"Vermelho de etila","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Vermelho de etila''' ('''\u00e1cido 2-[4-(Dietilamino)fenilazo]benz\u00f3ico''') \u00e9 um [[composto qu\u00edmico]] de [[formula qu\u00edmica|f\u00f3rmula]] [[Carbono|C]]17[[Hidrog\u00eanio|H]]19[[Nitrog\u00eanio|N]]3[[Oxig\u00eanio|O]]2. [[Peso molecular]] de 297,36. [[N\u00famero CAS]] 76058-33-8. \u00c9 um corante az\u00f3ico, [[azo-composto]].\n\nPossui absorb\u00e2ncia m\u00e1xima em 447 [[nan\u00f3metro|nm]].[http://www.gccdiagnostics.co.uk/Dyes_Stains.htm Dyes & Stains - '''www.gccdiagnostics.co.uk''']\n\n\u00c9 usado em determina\u00e7\u00e3o de pH em solos \u00e1cidos por m\u00e9todos [[espectrofotometria|espectrofotom\u00e9tricos]].[http://www.springerlink.com/content/l063374r524p2235/ Qiu Xing-chu, Zhang Yu-sheng and Zhu Ying-quan; Determination of the pH-value in acidic soil by means of the ethyl red spectrophotometric method; Fresenius' Journal of Analytical Chemistry; Volume 316, Number 7 / January, 1983 - '''www.springerlink.com'''] {{en}}\n\nO vermelho de etila \u00e9 usado em conjunto com o [[p\u00farpura de bromocresol]] como indicador de processos em membranas de [[cloroplasto]]s.[http://www.jbc.org/cgi/content/abstract/247/9/2917 Bromocresol Purple and Ethyl Red as Indicators of Events Linked to Changes in the Energization of Chloroplast Membranes; Robert L. Heath and Geoffrey Hind; September 23, 1971 - '''www.jbc.org'''] {{en}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Vermelho de metila]]\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.sciencelab.com/xMSDS-Ethyl_Red-9927170 Material Safety Data Sheet - Ethyl Red - MSDS - '''www.sciencelab.com'''] {{en}}\n*[http://www.rsc.org/publishing/jornals/article.asp?doi=FT9959100499 Alison Bisset and Trevor J. Dines; Resonance Raman spectroscopic study of Methyl Red and Ethyl Red adsorbed on silica; J. Chem. Soc., Faraday Trans., 1995, 91, 499 - 505, DOI: 10.1039/FT9959100499 - '''www.rsc.org'''] {{en}}\n\n\n\n{{esbo\u00e7o-composto-org\u00e2nico}}\n\n[[Categoria:Indicadores de pH]]\n[[Categoria:Compostos org\u00e2nicos]]"}]},"368173":{"pageid":368173,"ns":0,"title":"Burnatia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{semimagem-taxo}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Burnatia''\n| cor =lightgreen \n| reino = [[Plantae]] \n| divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]] \n| classe = [[Liliopsida]] \n| ordem = [[Alismatales]] \n| fam\u00edlia = [[Alismataceae]]\n| g\u00e9nero = '''''Burnatia'''''\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o =\n''Ver texto''\n}}\n\n'''''Burnatia''''' \u00e9 um [[g\u00eanero (biologia)|g\u00eanero bot\u00e2nico]] da [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[alismataceae]].\n\n==Sinon\u00edmia==\n* '''Rautanenia'''\n\n==Esp\u00e9cies==\n* ''[[Burnatia alismatoides]]''\n* ''[[Burnatia enneandra]]''\t\n* ''[[Burnatia oblonga]]''\n\n{{esbo\u00e7o-monocotiled\u00f3nea}}\n\n[[Categoria:Alismatales]]"}]},"2852003":{"pageid":2852003,"ns":0,"title":"Saint-Louis (Guadalupe)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|outras cidades contendo este nome|Saint-Louis}}\n{{Info/Assentamento\n|nome_oficial = Saint-Louis \n|nome_nativo = \n|assentamento_tipo = Cidade\n|imagem_horizonte = Saint-LouisMG.jpg\n|imagem_tamanho = \n|imagem_legenda = Vista de Saint-Louis \n|imagem_bandeira = \n|bandeira_tamanho = \n|imagem_selo = \n|selo_tamanho = \n|imagem_escudo = \n|escudo_tamanho = \n|imagem_emblema_vazio = \n|apelido = \n|lema = \n|imagem_mapa = Saint-Louis.png\n|mapa_tamanho = \n|mapa_legenda = Localiza\u00e7\u00e3o de Saint-Louis em Guadalupe\n|imagem_mapa_ponto = \n|mapa_ponto_tamanho = \n|mapa_ponto_legenda = \n|ponto_x = |ponto_y = \n|mapa_alfinete = Guadalupe\n|mapa_alfinete_posi\u00e7\u00e3o = \n|mapa_alfinete_tamanho = 270\n|mapa_alfinete_legenda = \n|latd=15 |latm=57 |lats=0 |latNS=N\n|longd=61 |longm=19 |longs=0 |longEW=W\n|subdivis\u00e3o_tipo = [[Pa\u00edses do Mundo|Pa\u00eds]]\n|subdivis\u00e3o_nome = {{FRA}}\n|subdivis\u00e3o_tipo1 = [[Regi\u00f5es da Fran\u00e7a|Regi\u00e3o]]\n|subdivis\u00e3o_nome1 = [[Guadalupe]]\n|subdivis\u00e3o_tipo2 = [[Arrondissement de Guadalupe|Arrondissement]]\n|subdivis\u00e3o_nome2 = [[Pointe-\u00e0-Pitre (arrondissement)|Pointe-\u00e0-Pitre]] \n|subdivis\u00e3o_tipo3 = [[Cant\u00f5es de Guadalupe|Cant\u00e3o]]\n|subdivis\u00e3o_nome3 = [[Cant\u00e3o de Saint-Louis|Saint-Louis]]\n|subdivis\u00e3o_tipo4 = \n|subdivis\u00e3o_nome4 = \n|estabelecido_t\u00edtulo = Funda\u00e7\u00e3o\n|estabelecido_data = [[1648]]\n|fundador = \n|nomeado_por = \n|sede_tipo = \n|sede = \n|governo_notas = \n|governo_tipo = \n|l\u00edder_partido = \n|l\u00edder_t\u00edtulo = Prefeito\n|l\u00edder_nome = Jacques Cornano\n|l\u00edder_t\u00edtulo1 = Vice-prefeito\n|l\u00edder_nome1 = \n|total_tipo = \n|unid_pref = \n|\u00e1rea_notas = \n|\u00e1rea_magnitude = \n|\u00e1rea_total_km2 = 56,28\n|\u00e1rea_terra_km2 = \n|\u00e1rea_\u00e1gua_km2 = \n|\u00e1rea_\u00e1gua_percent = \n|altitude_notas = \n|altitude_m = 1\n|altitude_ft = \n|popula\u00e7\u00e3o_notas = \n|popula\u00e7\u00e3o_total = 2 833 \n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2006\n|popula\u00e7\u00e3o_densidade_km2 = 50 hab\n|popula\u00e7\u00e3o_est = \n|popula\u00e7\u00e3o_est_em = \n|popula\u00e7\u00e3o_vazio1_t\u00edtulo = \n|popula\u00e7\u00e3o_vazio1 = \n|popula\u00e7\u00e3o_obs = \n|gent\u00edlico = \n|timezone = \n|utc_offset = \n|timezone_DST = \n|utc_offset_DST = \n|c\u00f3digo_postal_tipo = \n|c\u00f3digo_postal = 97134\n|c\u00f3digo_\u00e1rea_tipo = \n|c\u00f3digo_\u00e1rea = \n|s\u00edtio = \n}}\n\n'''Saint-Louis ''' \u00e9 uma [[comuna francesa]], situada no departementoa de [[Guadalupe]]. Conta com mais de 2 833 habitantes. Esta situada na ilha de [[Marie Galante]].\n\n== Liga\u00e7\u00f5es Externas ==\n\n* {{fr}} [http://www.lagalette.net Portal Tur\u00edstico de Marie-Galante.]\n* {{fr}} [https://web.archive.org/web/20090614192008/http://www.cg971.fr/musees/ecomusee/index_ecomuse.htm Visite o guia de habita\u00e7\u00e3o Murat pelo Conselho Geral de Guadeloupe.]\n* {{fr}} [http://www.ot-mariegalante.com Site Oficial de Turismo de Marie Galante.]\n{{Comunas de Guadeloupe}}\n[[Categoria:Comunas de Guadalupe]]"}]},"1303055":{"pageid":1303055,"ns":0,"title":"Willem Schouten","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Willem Cornelisz Schouten 1625.png|right|thumb|200px|Willem Schouten]]\n'''Willem Cornelisz Schouten''' ([[1567]] - [[1625]]) foi um navegador [[Pa\u00edses Baixos|neerland\u00eas]] natural da cidade de [[Hoorn]]. Com [[Jacob Le Maire]] realizou uma viagem de explora\u00e7\u00e3o do [[Oceano Pac\u00edfico]] descobrindo o [[Cabo Horn]]. As [[ilhas Schouten]], a norte da [[Nova Irlanda]], [[Papua-Nova Guin\u00e9]], receberam o seu nome.\n\nWillem Schouten era um navegante com experi\u00eancia que j\u00e1 tinha feito tr\u00eas viagens pela [[Companhia Holandesa das \u00cdndias Orientais]]. Juntou-se \u00e0 Companhia Australiana, organizada em Hoorn, como capit\u00e3o do ''Eendracht'' na expedi\u00e7\u00e3o de Jacob Le Maire (1615-1616). O seu irm\u00e3o, Jan Schouten, era o capit\u00e3o do ''Hoorn'' que se incendiou mesmo antes de dobrar o cabo de Horn, e pouco depois Jan morreu de [[escorbuto]].\n\nCruzou o Pac\u00edfico descobrindo, entre outras ilhas, as [[ilhas Hoorn]] ([[Futuna (Wallis e Futuna)|Futuna]] e [[Ilha Alofi|Alofi]] em [[Wallis e Futuna]]), nome da sua cidade natal. Convenceu Le Maire a seguir a rota pelo norte da [[Nova Guin\u00e9]], de outro modo teriam ido parar ao perigoso [[Mar de Coral]] a norte de [[Austr\u00e1lia]].\n\nO navio foi confiscado em [[Java (ilha)|Java]] por quebrar o monop\u00f3lio da Companhia Holandesa das \u00cdndias Orientais, e Schouten foi enviado a [[Amesterd\u00e3o]]. Rapidamente publicou o relato da viagem, em [[1618]], com grande \u00eaxito popular e m\u00faltiplas reedi\u00e7\u00f5es e tradu\u00e7\u00f5es.\n\nNuma quinta viagem morreu, em [[1625]], pr\u00f3ximo de Antongil, em [[Madag\u00e1scar]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n*[[Edward Duyker]] Mirror of the Australian Navigation by Jacob Le Maire: A Facsimile of the \u2018Spieghel der Australische Navigatie . . .\u2019 Being an Account of the Voyage of Jacob Le Maire and Willem Schouten 1615-1616 published in Amsterdam in 1622, Hordern House for the Australian National Maritime Museum, Sydney, 1999, pp. 202, ISBN 1 875567 25 9.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Jacob Le Maire]]\n \n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.ub.uni-bielefeld.de/diglib/2005/lemaire/ Relato da viagem por Schouten, trad. de 1619] ({{nl}})\n\n{{NF|1567|1625|Schouten, Willem}}\n[[Categoria:Exploradores dos Pa\u00edses Baixos]]"}]},"1443201":{"pageid":1443201,"ns":0,"title":"Lista de epis\u00f3dios de Full Metal Panic!","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"== Full Metal Panic: Epis\u00f3dios ==\n=== [[Full Metal Panic!]] ===\n\n{|class=\"wikitable\" width=\"100%\"\n|-\n!width=\"128\"| # !! T\u00edtulo (Portugu\u00eas) !! T\u00edtulo (Japon\u00eas) !! Data de exibi\u00e7\u00e3o\n|-\n| colspan=\"4\" bgcolor=\"#CCCCFF\"|\n|-\n!width=\"125\"| 1 !! Aquele cara que me deixa preocupada \u00e9 Sargento !! Ki ni Naru Aitsu wa Gunsou
(\u6c17\u306b\u306a\u308b\u3042\u3044\u3064\u306f\u8ecd\u66f9) !! 8 de janeiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 2 !! Eu Quero Proteger Voc\u00ea !! Mamotte Age Tai
(\u5b88\u3063\u3066\u3042\u3052\u305f\u3044) !! 15 de janeiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 3 !! Lingerie Panic !! Ranjer\u012b Panikku
(\u30e9\u30f3\u30b8\u30a7\u30ea\u30fc\u30fb\u30d1\u30cb\u30c3\u30af) !! 22 de janeiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 4 !! Seq\u00fcestro !! Kiddo Nappu
(\u30ad\u30c3\u30c9\u30fb\u30ca\u30c3\u30d7) !! 29 de janeiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 5 !! Aqueles para serem Whispered !! Sasayaka re Shi Sha (Wisupaado)
(\u56c1\u304b\u308c\u3057\u8005\uff08\u30a6\u30a3\u30b9\u30d1\u30fc\u30c9\uff09) !! 5 de fevereiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 6 !! Still Alive !! STILL ALIVE !! 12 de fevereiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 7 !! Garoto encontra garota !! Booi Miitsu Gaaru
(\u30dc\u30fc\u30a4\u30fb\u30df\u30fc\u30c4\u30fb\u30ac\u30fc\u30eb) !! 19 de fevereiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 8 !! Meio namorado !! Paatotaimu Sutedi
(\u30d1\u30fc\u30c8\u30bf\u30a4\u30e0\u30fb\u30b9\u30c6\u30c7\u30a3) !! 26 de fevereiro, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 9 !! Perigosa Casa Segura !! Abunai Seefu Hausu
(\u3042\u3076\u306a\u3044\u30bb\u30fc\u30d5\u30cf\u30a6\u30b9) !! 5 de mar\u00e7o, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 10 !! Corra, corra, corra !! Ran Ranningu Ran
(\u30e9\u30f3\u30fb\u30e9\u30f3\u30cb\u30f3\u30b0\u30fb\u30e9\u30f3) !! 12 de mar\u00e7o, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 11 !! O Despertar de Behemoth !! Behemosu Kakusei
(\u30d9\u30d8\u30e2\u30b9\u899a\u9192) !! 19 de mar\u00e7o, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 12 !! Uma Noite de Resist\u00eancia !! Wan Naito Sutando
(\u30ef\u30f3\u30fb\u30ca\u30a4\u30c8\u30fb\u30b9\u30bf\u30f3\u30c9) !! 26 de mar\u00e7o, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 13 !! Rock & Roll entre a Gata e a Gatinha !! Neko to Koneko no R & R (Rokkunrooru)\"
(\u732b\u3068\u5b50\u732b\u306eR\uff06R\uff08\u30ed\u30c3\u30af\u30f3\u30ed\u30fc\u30eb\uff09) !! 2 de abril, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 14 !! Narashino Est\u00e1 Queimando? !! Narashino wa Moete iru ka?
(\u7fd2\u5fd7\u91ce\u306f\u71c3\u3048\u3066\u3044\u308b\u304b\uff1f) \t !! 9 de abril, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 15 !! O Vento Sopra em Casa, Parte 1 !! Kokyou ni Mau Kaze Zenpen
(\u6545\u90f7\u306b\u821e\u3046\u98a8\u30fb\u524d\u7de8) !! 16 de abril, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 16 !! O Vento Sopra em Casa, Parte 2 !! Kokyou ni Mau Kaze Ch\u016bhen
(\u6545\u90f7\u306b\u821e\u3046\u98a8\u30fb\u4e2d\u7de8) !! 23 de abril, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 17 !! O Vento Sopra em Casa, Parte 3 !! Kokyou ni Mau Kaze Koohen
(\u6545\u90f7\u306b\u821e\u3046\u98a8\u30fb\u5f8c\u7de8) !! 30 de abril, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 18 !! Festa em Alto Mar !! Shinkai Paati
(\u6df1\u6d77\u30d1\u30fc\u30c6\u30a3) !! 7 de maio, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 19 !! Incorporando o 6 e o 7 !! Engeeji Shikkusu Sebun
(\u30a8\u30f3\u30b2\u30fc\u30b8\u30fb\u30b7\u30c3\u30af\u30b9\u30fb\u30bb\u30d6\u30f3) !! 14 de maio, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 20 !! Chama de Venom !! Venomu no Hi
(\u30f4\u30a7\u30ce\u30e0\u306e\u706b) !! 21 de maio, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 21 !! Armadilha !! Diipu Torappu
(\u30c7\u30a3\u30fc\u30d7\u30fb\u30c8\u30e9\u30c3\u30d7) !! 28 de maio, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 22 !! Caixa de surpresa !! Jakku in za Bokkusu
(\u30b8\u30e3\u30c3\u30af\u30fb\u30a4\u30f3\u30fb\u30b6\u30fb\u30dc\u30c3\u30af\u30b9) !! 4 de junho, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 23 !! Campo de Gigantes !! Kyojin no Fiirudo
(\u5de8\u4eba\u306e\u30d5\u30a3\u30fc\u30eb\u30c9) !! 11 de junho, 2002\n|-\n!width=\"125\"| 24 !! Mergulho no azul !! Intu za Burou
(\u30a4\u30f3\u30c8\u30a5\u30fb\u30b6\u30fb\u30d6\u30eb\u30fc) !! 18 de junho, 2002\n|-\n|}\n
\n
\n
\n=== Full Metal Panic? Fumoffu! ===\n\n{|class=\"wikitable\" width=\"100%\"\n|-\n!width=\"128\"| # !! T\u00edtulo (Portugu\u00eas) !! T\u00edtulo (Japon\u00eas) !! Data de exibi\u00e7\u00e3o\n|-\n| colspan=\"4\" bgcolor=\"#CCCCFF\"|\n|-\n!width=\"125\"| 1a !! O Homem que Veio do Sul !! Minami Kara Kita Otoko
(\u5357\u304b\u3089\u6765\u305f\u7537) !! 26 de agosto, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 1b !! N\u00e3o Tem Neg\u00f3cio Por Ref\u00e9m !! Dakyou Muyou no Hosuteeji
(\u59a5\u5354\u7121\u7528\u306e\u30db\u30b9\u30c6\u30fc\u30b8) !! Especial\n|-\n!width=\"125\"| 2a !! Hostilidade que Cruza Caminhos !! Surechigai no Hosutiriti
(\u3059\u308c\u9055\u3044\u306e\u30db\u30b9\u30c6\u30a3\u30ea\u30c6\u30a3) !! Especial\n|-\n!width=\"125\"| 2b !! Recreio da Futilidade !! Karamawari no Ranchitaimu
(\u7a7a\u56de\u308a\u306e\u30e9\u30f3\u30c1\u30bf\u30a4\u30e0) !! 26 de agosto, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 3 !! Ilus\u00e3o no Ver\u00e3o de Lascar !! Kootetsu no Samaa Iryuujon
(\u92fc\u9244\u306e\u30b5\u30de\u30fc\u30a4\u30ea\u30e5\u30fc\u30b8\u30e7\u30f3) !! 2 de setembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 4 !! Montanha do Hamb\u00farger Art\u00edstico !! Geijutsu no Hanbaagaa Hiru !! 2 de setembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 5 !! Uma Vigil\u00e2ncia de Cora\u00e7\u00e3o !! Ichizu na Suteikuauto
(\u4e00\u9014\u306a\u30b9\u30c6\u30a4\u30af\u30a2\u30a6\u30c8) !! 9 de setembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 6 !! Lutador Puro e Impuro !! Jun de Fujun na Gurappuraa
(\u7d14\u3067\u4e0d\u7d14\u306a\u30b0\u30e9\u30c3\u30d7\u30e9\u30fc) !! 7 de outubro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 7 !! Ofensa com Boas Inten\u00e7\u00f5es !! Zeni no Toresupasu
(\u5584\u610f\u306e\u30c8\u30ec\u30b9\u30d1\u30b9) !! 7 de setembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 8 !! Fetiche Inacredit\u00e1vel !! Oshiuri no Fetisshu
(\u62bc\u3057\u58f2\u308a\u306e\u30d5\u30a7\u30c6\u30a3\u30c3\u30b7\u30e5) !! 16 de setembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 9 !! Paciente da Escurid\u00e3o !! Kurayami no Peishento
(\u6697\u95c7\u306e\u30da\u30a4\u30b7\u30a7\u30f3\u30c8) !! 16 de setembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 10 !! Grito de Guerra Exagerado !! Yari Sugi no Wookurai
(\u3084\u308a\u3059\u304e\u306e\u30a6\u30a9\u30fc\u30af\u30e9\u30a4) !! 14 de outubro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 11 !! A Deusa Visita o Jap\u00e3o !! Megami no Rainichi (Junan Hen)
(\u5973\u795e\u306e\u6765\u65e5\uff08\u53d7\u96e3\u7de8\uff09)!! 21 de outubro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 12 !! A Deusa Visita o Jap\u00e3o (Epis\u00f3dio da Fonte Termal) !! Megami no Rainichi (Onsen Hen)
(\u5973\u795e\u306e\u6765\u65e5\uff08\u6e29\u6cc9\u7de8\uff09)!! 28 de outubro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 13 !! Fantasiado sem C\u00f3digo Moral !! Jingi Naki Fanshii
(\u4ec1\u7fa9\u306a\u304d\u30d5\u30a1\u30f3\u30b7\u30fc) !! 4 de novembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 14 !! P\u00e1ssaro Azul Que N\u00e3o Pode Ser Controlado !! Mamanaranai Buruubaado
(\u307e\u307e\u306a\u3089\u306a\u3044\u30d6\u30eb\u30fc\u30d0\u30fc\u30c9) !! 11 de novembro, 2003\n|-\n!width=\"125\"| 15 !! O Conflito do Quinto Per\u00edodo !! Go Jikan Me no Hotto Supotto
(\u4e94\u6642\u9593\u76ee\u306e\u30db\u30c3\u30c8\u30fb\u30b9\u30dd\u30c3\u30c8) !! 18 de novembro, 2003\n|-\n|}\n
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\n=== Full Metal Panic: The Second Raid ===\n{|class=\"wikitable\" width=\"100%\"\n|-\n!width=\"128\"| # !! T\u00edtulo (Portugu\u00eas) !! T\u00edtulo (Japon\u00eas) !! Data de exibi\u00e7\u00e3o\n|-\n| colspan=\"4\" bgcolor=\"#CCCCFF\"|\n|-\n!width=\"125\"| 1 !! O Fim de Cada Dia !! Owaru Hibi
(\u7d42\u308f\u308b\u65e5\u3005) !! 13 de julho, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 2 !! Cen\u00e1rio submarino !! Suimenka no Jookei
(\u6c34\u9762\u4e0b\u306e\u72b6\u666f) !! 20 de julho, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 3 !! O Labirinto e o Drag\u00e3o !! Meikyuu to Ryuu
(\u8ff7\u5bae\u3068\u7adc) !! 27 de julho, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 4 !! Alvorada !! Deiraito
(\u30c7\u30a4\u30e9\u30a4\u30c8) !! 3 de agosto, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 5 !! A maravilhosa Sic\u00edlia !! Uruwashiki Shichiria
(\u3046\u308b\u308f\u3057\u304d\u30b7\u30c1\u30ea\u30a2) !! 10 de agosto, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 6 !! A fronteira do Para\u00edso !! Ejji Obu Hevun
(\u30a8\u30c3\u30b8\u30fb\u30aa\u30d6\u30fb\u30d8\u30f4\u30f3) !! 17 de agosto, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 7 !! Deixada para tr\u00e1s !! Tori no Kosarete
(\u3068\u308a\u306e\u3053\u3055\u308c\u3066) !! 24 de agosto, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 8 !! Jungle Groove !! Janguru Guruubu
(\u30b8\u30e3\u30f3\u30b0\u30eb\u30fb\u30b0\u30eb\u30fc\u30d6) !! 14 de setembro, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 9 !! Os problemas dela !! Kanojo no Mondai
(\u5f7c\u5973\u306e\u554f\u984c) !! 21 de setembro, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 10 !! As duas Hong Kongs !! Futatsu no Honkon
(\u3075\u305f\u3064\u306e\u9999\u6e2f) !! 28 de setembro, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 11 !! Os problemas dele !! Kare no Mondai
(\u5f7c\u306e\u554f\u984c) !! 5 de outubro, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 12 !! Hong Kong em chamas !! Moeru Honkon
(\u71c3\u3048\u308b\u9999\u6e2f) !! 12 de outubro, 2005\n|-\n!width=\"125\"| 13 !! Continuando o dia-a-dia !! Tsuzuku Hibi
(\u3064\u3065\u304f\u65e5\u3005)!! 19 de outubro, 2005\n|-\n!width=\"125\"| OVA !! O dia at\u00e9 que tranq\u00fcilo da Capit\u00e3 !! Wari to Hima na Sentaichou no Ichinichi
(\u308f\u308a\u3068\u30d2\u30de\u306a\u6226\u968a\u9577\u306e\u4e00\u65e5\uff09)!! 26 de maio, 2006\n|-\n|}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=844&page=25/ Anime News Network, Guia de Epis\u00f3dios]\n\n\n[[Categoria:Listas de epis\u00f3dios de animes|Full Metal Panic!]]"}]},"3971099":{"pageid":3971099,"ns":0,"title":"Noboru Yamaguchi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Nihongo|'''Noboru Yamaguchi'''|\u30e4\u30de\u30b0\u30c1 \u30ce\u30dc\u30eb|Yamaguchi Noboru|[[11 de fevereiro]] de [[1972]] \u2013 [[4 de abril]] de [[2013]]{{citar web|url=http://www.animenewsnetwork.com/news/2013-04-10/zero-no-tsukaima-author-noboru-yamaguchi-passes-away|t\u00edtulo=Zero no Tsukaima Author Noboru Yamaguchi Passes Away|publicado=[[Anime News Network]]|data=10 de Abril de 2013|acessodata=11 de Abril de 2013}}}} foi um escritor [[Japoneses|japon\u00eas]] de [[light novel]]. Ele era bem conhecido por ser o autor de ''[[Zero no Tsukaima]]'' e por trabalhar no est\u00fadio de v\u00eddeo games ''Front Wing''.\n\nEm julho de 2011, ele revelou no site da [[Media Factory]], que ele tinha c\u00e2ncer em est\u00e1gio avan\u00e7ado que foi descoberto em fevereiro de 2013 e que era intrat\u00e1vel na \u00e9poca, {{citar web|url=http://www.animenewsnetwork.com/news/2011-07-15/zero-no-tsukaima-yamaguchi-confirms-he-has-cancer|t\u00edtulo=Zero no Tsukaima's Yamaguchi Confirms He Has Cancer|publicado=[[Anime News Network]]|data=15 de julho de 2011|acessodata=11 de abril de 2013}} o que afetou o seu trabalho nos dois \u00faltimos volumes de Zero no Tsukaima. Depois de uma cirurgia para retirada de [[pedra na ves\u00edcula]], o crescimento canceroso foi encontrado encolhido permitindo que a cirurgia acontecesse no in\u00edcio de Agosto de 2011. {{citar web|url=http://www.animenewsnetwork.com/news/2011-08-04/zero-no-tsukaima-yamaguchi-ends-trouble-free-surgery|t\u00edtulo=Zero no Tsukaima's Yamaguchi Ends Trouble-Free Surgery|publicado=[[Anime News Network]]|data=4 de agosto de 2011|acessodata=10 de abril de 2013}} Mais tarde ele foi readmitido no hospital em dezembro de 2011,{{citar web|url=http://www.animenewsnetwork.com/news/2011-12-03/zero-no-tsukaima-author-yamaguchi-readmitted-into-hospital|t\u00edtulo=Zero no Tsukaima Author Yamaguchi Readmitted Into Hospital|publicado=[[Anime News Network]]|data=3 de dezembro de 2011|acessodata=10 de abril de 2013}} e teve outra cirurgia em novembro de 2012. {{citar web|url=http://www.animenewsnetwork.com/news/2012-11-18/zero-no-tsukaima-author-yamaguchi-readmitted-for-surgery|t\u00edtulo=Zero no Tsukaima Author Yamaguchi Readmitted for Surgery|publicado=[[Anime News Network]]|data=18 de novembro de 2012|acessodata=10 de abril de 2013}} Yamaguchi morreu em 4 de abril de 2013, aos 41 anos, com o seu funeral realizado em 10 de abril. Sua morte foi anunciada publicamente em 11 de abril por sua fam\u00edlia e editores. {{citar web|url=http://www.mediafactory.co.jp/bunkoj/20130411/index.html|t\u00edtulo=20130411|publicado=[[Media Factory]]|data=11 de abril de 2013|acessodata=11 de abril de 2013}}\n\n==Trabalhos==\n===Light novels===\n*''[[Green Green]]''\n*''[[Im\u014dto Lesson Koko wa Otome no Sono]]''\n*''[[Kakikake no Love Letter]]''\n*''[[Kaze no Kishi Hime]]''\n*''[[Potion Uri no Marea]]''\n*''[[Nibun no Ichi]]''\n*''[[Santa Claris Crisis]]''\n*''[[Sister Spring]]''\n*''[[Strike Witches]]''\n*''[[Tabitha no B\u014dken]]''\n*''[[T\u014dku 6 Mile no Kanojo]]''\n*''[[Zero no Tsukaima]]''\n\n===Cen\u00e1rios de games===\n*''[[Boy Meets Girl (visual novel)|Boy Meets Girl]]''\n*''[[Canary (anime)|Canaria Kono Omoi wo Uta ni Nosete]]''\n*''[[Gonna Be??]]''\n*''[[Hoshiuta]]''\n**''Hoshiuta: Starlight Serenade''\n*''[[Jiburiru - The Devil Angel]]''\n*''[[Kimi Hagu]]''\n*''[[Shiritsu Akihabara Gakuen]]''\n*''[[Sorauta]]''\n*''[[Yukiuta]]''\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Links externos==\n*[http://gonzui.hp.infoseek.co.jp/ Noboru Yamaguchi's personal website] {{ja icon}}\n\n{{NF|1972|2013|Yamaguchi, Noboru}}"}]},"1957339":{"pageid":1957339,"ns":0,"title":"Betty Davis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{n\u00e3o confundir com|Bette Davis}}\n{{Sem imagem|bio|mus|data=agosto de 2015}}\n{{Sem-fontes-bpv||mus|data=agosto de 2015}}\n{{Info/M\u00fasica/artista\n| nome = Betty Davis\n| imagem = \n| legenda = \n| fundo = cantor_solo\n| Nome Completo = Betty Mabry\n| origem = [[Nova Iorque]]\n| pa\u00eds = {{EUA}}\n| nascimento = {{dni|26|7|1945}} [[Durham (Carolina do Norte)|Durham]]\n| atividade = 1972-presente\n| g\u00eanero = [[Funk]], [[Funk rock]], [[Glam rock]], [[Soul]]\n| gravadora = MPC\n| afilia\u00e7\u00f5es = [[Miles Davis]]\n}}\n\n'''Betty Davis''', (nascida '''Betty Mabry''', [[26 de julho]] de [[1945]], [[Durham (Carolina do Norte)|Durham]]) \u00e9 uma cantora de m\u00fasica [[funk]] e [[soul]] [[EUA|estadunidense]]. Ela \u00e9 conhecida como umas mais influentes vozes da Era do Funk, al\u00e9m de ser uma artista lembrada por seus shows ao vivo. Foi casada com o astro do [[jazz]] [[Miles Davis]], da\u00ed seu sobrenome.\n\n== Discografia ==\n=== \u00c1lbuns de est\u00fadio ===\n* Betty Davis (1973)\n* They Say I'm Different (1974)\n* Nasty Gal (1975)\n=== Compila\u00e7\u00f5es ===\n* Hangin' Out In Hollywood (1995)\n* Crashin' From Passion (1996)\n* Anti Love: The Best of Betty Davis (2000)\n* This Is It (2005)\n* Betty Davis - Betty Davis (2007)\n* Betty Davis - They Say I'm Different (2007)\n\n{{esbo\u00e7o-cantora}}\n\n{{DEFAULTSORT:Davis, Betty}}\n[[Categoria:Cantores dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:M\u00fasicos de funk]]\n[[Categoria:Cantores de soul]]"}]},"1916044":{"pageid":1916044,"ns":0,"title":"Atletismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008 - Salto em altura feminino","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Atletismo nas Olimp\u00edadas 2008}}\n\nO '''[[salto em altura]] feminino''' do [[atletismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008]], teve suas qualificat\u00f3rias realizadas no dias [[21 de agosto]] e a final realizada no dia [[23 de agosto]], no [[Est\u00e1dio Nacional de Pequim]].\n\nOriginalmente a russa [[Anna Chicherova]] conquistou a medalha de bronze na prova, mas foi desclassificada em 6 de outubro de 2016 ap\u00f3s a rean\u00e1lise de seu teste antidoping acusar o uso da subst\u00e2ncia turinabol.{{citar web|url=https://www.olympic.org/news/ioc-sanctions-anna-chicherova-for-failing-anti-doping-test-at-beijing-2008|t\u00edtulo=IOC SANCTIONS ANNA CHICHEROVA FOR FAILING ANTI-DOPING TEST AT BEIJING 2008|data=6 de outubro de 2016|publicado=Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional|acessodata=12 de outubro de 2016|l\u00edngua=en}} Sexta colocada da final, a estadunidense [[Chaunt\u00e9 Lowe|Chaunt\u00e9 Howard]] foi realocada ao terceiro lugar ap\u00f3s as desclassifica\u00e7\u00f5es da russa [[Yelena Slesarenko]] e da ucraniana [[Vita Palamar]], tamb\u00e9m nos exames retroativos de doping.{{citar web|url=http://ftw.usatoday.com/2016/11/us-olympics-beijing-high-jump-bronze-chaunte-lowe|t\u00edtulo=How a 6th-place U.S. Olympic high jumper got awarded a bronze medal 8 years later|data=17 de novembro de 2016|publicado=For The Win|acessodata=14 de julho de 2017|l\u00edngua=en}}\n \n{{Medalhistas|tipo=Jogos Ol\u00edmpicos\n|ouro_pais =BEL\n|ouro_atleta =[[Tia Hellebaut]]\n|prata_pais =CRO\n|prata_atleta =[[Blanka Vla\u0161i\u0107]]\n|bronze_pais =USA\n|bronze_atleta =[[Chaunt\u00e9 Lowe|Chaunt\u00e9 Howard]]\n}}\n\n==Recordes==\nAntes desta prova, os recordes mundial e ol\u00edmpico eram:\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n| '''Mundial'''\n| {{flagicon|BUL}} [[Stefka Kostadinova]] [[Bulg\u00e1ria|(BUL)]]\n| 2.09\t \t\n| [[Roma]], [[It\u00e1lia]]\n| [[30 de Agosto]] [[1987]]\n|-\n| '''Ol\u00edmpico'''\n| {{flagicon|RUS}} [[Elena Slesarenko]] [[R\u00fassia|(RUS)]]\n| 2.06 \t \t \t \n| [[Atenas]], [[Gr\u00e9cia]]\n| [[28 de Agosto]] [[2004]]\n|}\n\n==Resultados==\n===Eliminat\u00f3rias===\nRegras de qualifica\u00e7\u00e3o: performance m\u00ednima de 1.96 (Q) e as 12 melhores seguintes (q) avan\u00e7aram para a final.\n\n{| class=\"wikitable sortable\" style=\"text-align: center\"\n!#!! Grupo !! Nome !! Pa\u00eds !!1.80 !!1.85!!\t1.89 !!1.93!! Resultado !! Notas\n|- bgcolor=ccffcc\n| 1 || B || align=\"left\" | [[Marina Aitova]] || align=\"left\" | {{flagIOC|KAZ|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || o || '''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 1 || B || align=\"left\" | [[Ruth Beitia]] || align=\"left\" | {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || o || '''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 1 || A || align=\"left\" | [[Tia Hellebaut]] || align=\"left\" | {{flagIOC|BEL|Ver\u00e3o de 2008}} || - || o || o || '''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 1 || B || align=\"left\" | [[Vita Styopina]] || align=\"left\" | {{flagIOC|UKR|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || o || '''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 5 || B || align=\"left\" | [[Antonietta di Martino]] || align=\"left\" | {{flagIOC|ITA|Ver\u00e3o de 2008}}|| xo || o || o || '''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 5 || A || align=\"left\" | [[Ariane Friedrich]] || align=\"left\" | {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 2008}} || - || o || xo || '''o''' ||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 7 || B || align=\"left\" | [[Iva Strakov\u00e1]] || align=\"left\" | {{flagIOC|CZE|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || xxo || '''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 8 || B || align=\"left\" | [[Chaunt\u00e9 Lowe|Chaunt\u00e9 Howard]] || align=\"left\" | {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || o || x'''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 8 || A || align=\"left\" | [[Vita Palamar]] || align=\"left\" | {{flagIOC|UKR|Ver\u00e3o de 2008}} || - || o || o || x'''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 8 || A || align=\"left\" | [[Svetlana Shkolina]] || align=\"left\" | {{flagIOC|RUS|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || o || x'''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 8 || B || align=\"left\" | [[Blanka Vla\u0161i\u0107]] || align=\"left\" | {{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || o || x'''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 12 || A || align=\"left\" | [[Anna Chicherova]] || align=\"left\" | {{flagIOC|RUS|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || xo || x'''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 13 || B || align=\"left\" | [[Emma Green]] || align=\"left\" | {{flagIOC|SWE|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || o || xx'''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 14 || A || align=\"left\" | [[Romana Dubnov\u00e1]] || align=\"left\" | {{flagIOC|CZE|Ver\u00e3o de 2008}} || o || xo || o || xx'''o'''||'''1.93'''||q\n|- bgcolor=ccffcc\n| 14 || B || align=\"left\" | [[Elena Slesarenko]] || align=\"left\" | {{flagIOC|RUS|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || xo || xx'''o'''||'''1.93'''||q\n|-\n| 16 || A || align=\"left\" | [[Doreen Amata]] || align=\"left\" | {{flagIOC|NGR|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || '''o''' || xxx||'''1.89'''||\n|-\n| 16 || B || align=\"left\" | [[Melanie Skotnik]] || align=\"left\" | {{flagIOC|FRA|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || '''o''' || xxx||'''1.89'''||\n|-\n| 18 || A || align=\"left\" | [[Svetlana Radzivil]] || align=\"left\" | {{flagIOC|UZB|Ver\u00e3o de 2008}} || o || xo || '''o''' || xxx||'''1.89'''||\n|-\n| 19 || A || align=\"left\" | [[Amy Acuff]] || align=\"left\" | {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 2008}} || o || o || x'''o''' || xxx||'''1.89'''||\n|-\n| 19 || B || align=\"left\" | [[Nicole Forrester]] || align=\"left\" | {{flagIOC|CAN|Ver\u00e3o de 2008}}|| o || o || x'''o''' || xxx||'''1.89'''||\n|-\n| 21 || B || align=\"left\" | [[Anna Ilju\u0161t\u0161enko]] || align=\"left\" | {{flagIOC|EST|Ver\u00e3o de 2008}} || o || xxo || x'''o''' || xxx||'''1.89'''||\n|-\n| 22 || A || align=\"left\" | [[Zheng Xingjuan]] || align=\"left\" | {{flagIOC|CHN|Ver\u00e3o de 2008}} || xo || o || xx'''o''' || xxx||'''1.89'''||\n|-\n| 23 || A || align=\"left\" | [[Karina Vnukova]] || align=\"left\" | {{flagIOC|LTU|Ver\u00e3o de 2008}} || o || '''o''' || xxx || ||'''1.85'''||\n|-\n| 24 || A || align=\"left\" | [[Sharon Day]] || align=\"left\" | {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 2008}} || xo || '''o''' || xxx || ||'''1.85'''||\n|-\n| 24 || A || align=\"left\" | [[Antonia Stergiou]] || align=\"left\" | {{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o de 2008}}|| xo || '''o''' || xxx || ||'''1.85'''||\n|-\n| 26 || B || align=\"left\" | [[Nadiya Dusanova]] || align=\"left\" | {{flagIOC|UZB|Ver\u00e3o de 2008}} || xxo || '''o''' || xxx || ||'''1.85'''||\n|-\n| 27 || B || align=\"left\" | [[Levern Spencer]] || align=\"left\" | {{flagIOC|LCA|Ver\u00e3o de 2008}} || - || x'''o''' || xxx || ||'''1.85'''||\n|-\n| 28 || A || align=\"left\" | [[Yekaterina Yevseyeva]] || align=\"left\" | {{flagIOC|KAZ|Ver\u00e3o de 2008}} || o || xx'''o''' || xxx || ||'''1.85'''||\n|-\n| 29 || A || align=\"left\" | [[Noeng-Ruthai Chaipech]] || align=\"left\" | {{flagIOC|THA|Ver\u00e3o de 2008}} || '''o''' || xxx || || || '''1.80''' ||\n|-\n| 29 || A || align=\"left\" | [[Inna Gliznuta]] || align=\"left\" | {{flagIOC|MDA|Ver\u00e3o de 2008}}|| '''o''' || xxx || || || '''1.80''' ||\n|-\n| {{Sort|99|}} || B || align=\"left\" | [[Tatiana Efimenko]] || align=\"left\" | {{flagIOC|KGZ|Ver\u00e3o de 2008}} || xxx || || || || '''{{Sort|0.00|NM}}''' ||\n|-\n| {{Sort|99|}} || B || align=\"left\" | [[Romary Rifka]] || align=\"left\" | {{flagIOC|MEX|Ver\u00e3o de 2008}} || xxx || || || || '''{{Sort|0.00|NM}}''' ||\n|}\n\n===Final===\n{| class=\"wikitable\" border=\"1\" style=\"text-align:center\"\n|-\n! Pos.\n! Nome !! Pa\u00eds\n! 1.85!!1.89!!1.93!!1.96!!1.99!!2.01!!2.03!!2.05!!2.07!!Marca!!Nota\n|- bgcolor=\"#F7F6A8\"\n| {{Medalha de ouro|Olimp\u00edadas}}\n| align=\"left\"| [[Tia Hellebaut]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|BEL|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||o||o||xo||xo||xo||'''o'''||x--||2.05|| '''NR'''\n|- bgcolor=\"#DCE5E5\"\n| {{Medalha de prata|Olimp\u00edadas}}\n| align=\"left\"| [[Blanka Vla\u0161i\u0107]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||o||o||o||o||o||x'''o'''||xxx||2.05|| \n|- bgcolor=\"#FFDAB9\"\n| {{Medalha de bronze|Olimp\u00edadas}}\n| align=\"left\"| [[Chaunt\u00e9 Lowe|Chaunt\u00e9 Howard]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||xo||xo||xx'''o'''||xxx|| colspan=\"3\"| || 1.99 || '''SB'''\t\n|-\n| 4\n| align=\"left\"| [[Ariane Friedrich]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||---||o||'''o'''||xxx|| colspan=\"4\"| || 1.96 || \n|-\n| 4\n| align=\"left\"| [[Ruth Beitia]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||o||'''o'''||xxx|| colspan=\"4\"| || 1.96 || \n|-\n| 6\n| align=\"left\"| [[Emma Green]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|SWE|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||o||xx'''o'''||xxx|| colspan=\"4\"| || 1.96 || '''SB'''\n|-\n| 7\n| align=\"left\"| [[Marina Aitova]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|KAZ|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||'''o'''||xxx|| colspan=\"5\"| || 1.93 || \n|-\n| 7\n| align=\"left\"| [[Antonietta Di Martino]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|ITA|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||'''o'''||xxx|| colspan=\"5\"| || 1.93 || \n|-\n| 9\n| align=\"left\"| [[Iva Strakov\u00e1]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|CZE|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||xx'''o'''||xxx|| colspan=\"5\"|\t || 1.93 || \n|-\n| 9\n| align=\"left\"| [[Vita Styopina]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|UKR|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||xx'''o'''||xxx|| colspan=\"5\"| || 1.93 || \n|-\n| 11\n| align=\"left\"| [[Svetlana Shkolina]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|RUS|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||xo||xx'''o'''||xxx|| colspan=\"5\"| || 1.93 || \n|-\n| 12\n| align=\"left\"| [[Romana Dubnov\u00e1]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|CZE|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||x'''o'''||x|| colspan=\"6\"| || 1.89 || \n|- bgcolor=pink\n| DSQ\n| align=\"left\"| [[Anna Chicherova]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|RUS|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||o||xo||xxo||o||'''o'''||xxx|| || 2.03 || '''PB'''\n|- bgcolor=pink\n| DSQ{{citar web|URL=https://stillmed.olympic.org/media/Document%20Library/OlympicOrg/IOC/Who-We-Are/Commissions/Disciplinary-Commission/IOC-Disciplinary-Commission-Decision-BRT-III-058-ELENA-SLESARENKO.pdf|t\u00edtulo=IOC DISCIPLINARY COMMISSION DECISION REGARDING ELENA SLESARENKO|autor=|data=17 de novembro de 2016|publicado=Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional|acessodata=26 de dezembro de 2016|l\u00edngua2=en}}\n| align=\"left\"| [[Yelena Slesarenko]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|RUS|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||xo||xo||xo||x'''o'''||xxx|| colspan=\"2\"| || 2.01 || \n|- bgcolor=pink\n| DSQ{{citar web|URL=https://stillmed.olympic.org/media/Document%20Library/OlympicOrg/IOC/Who-We-Are/Commissions/Disciplinary-Commission/IOC-Disciplinary-Commission-Decision-BRT-III-052-VITA-PALAMAR.pdf|t\u00edtulo=IOC DISCIPLINARY COMMISSION DECISION REGARDING VITA PALAMAR|autor=|data=17 de novembro de 2016|publicado=Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional|acessodata=26 de dezembro de 2016|l\u00edngua2=en}}\n| align=\"left\"| [[Vita Palamar]] ||align=\"left\"| {{flagIOC|UKR|Ver\u00e3o de 2008}}\n| o||o||o||xo||x'''o'''||xx-||x|| colspan=\"2\"| || 1.99 || \n|}\n\n{{Legenda Recordes}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Atletismo nos Jogos Ol\u00edmpicos}}\n{{Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008}}\n\n{{Portal3|Eventos multiesportivos}}\n\n[[Categoria:Eventos do atletismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008|Salto em distancia feminino]]"}]},"2947068":{"pageid":2947068,"ns":0,"title":"Forma\u00e7\u00e3o Adamantina","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Unidade geol\u00f3gica\n| nome = Forma\u00e7\u00e3o Adamantina\n| per\u00edodo = Cret\u00e1ceo Superior\n| idade = Cret\u00e1ceo Superior \n| imagem = \n| legenda = \n| tipo = [[Forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica]]\n| prim\u00e1ria = \n| outraslito = \n| homenagem = [[Adamantina]], SP\n| autoridade = Soares ''et al.'', 1980\n| regi\u00e3o = \n| pa\u00eds = {{flag|Brasil}}\n| coordenadas = \n| unidade = [[Bacia do Paran\u00e1]] (Grupo Bauru)\n| sub-unidade = \n| precede = \n| sucede = \n| espessura = \n| extens\u00e3o = \n| \u00e1rea = \n| mapa = \n| mapa_legenda = \n}}\n\nA '''Forma\u00e7\u00e3o Adamantina''' \u00e9 uma [[forma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica]] localizada nos estados de [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]], [[Minas Gerais]], [[Goi\u00e1s]] e [[Mato Grosso do Sul]]. \n\n\u00c8 constitu\u00edda por arenitos finos, siltitos e argilitos dispostos em camadas de aspecto maci\u00e7o ou plano-paralelos, e estratifica\u00e7\u00f5es cruzadas de pequeno e m\u00e9dio porte. Correspondem \u00e0 por\u00e7\u00e3o inferior da Bacia Bauru, Cret\u00e1ceo Superior e tem ampla distribui\u00e7\u00e3o no oeste e noroeste do estado de S\u00e3o Paulo e oeste de Minas Gerais, representando nessas regi\u00f5es um rico jazigo fossil\u00edfero com uma fauna de vertebrados e invertebrados bastante diversificada, representada por crocodilianos, quel\u00f4nios, dinossauros -incluindo aves- peixes, anf\u00edbios, lagartos, moluscos e microf\u00f3sseis. Seu ambiente deposicional refletiria um sistema fl\u00favio-lacustre, sob regime de clima quente e s\u00eaco, e fases de maior umidade que contribu\u00edram para a preserva\u00e7\u00e3o dos restos de organismos.\n\n== Paleofauna ==\n\n{| class=\"wikitable\" align=\"center\" width=\"100%\"\n|-\n! colspan=\"7\" align=\"center\" |'''[[Crocodylomorpha]]'''\n|-\n! G\u00eanero\n! Esp\u00e9cie\n! Localiza\u00e7\u00e3o\n! Posi\u00e7\u00e3o estratigr\u00e1fica\n! Material\n! Notas\n! Imagens\n|-\n|\n''[[Adamantinasuchus]]''\n|\n''A. navae''{{citar peri\u00f3dico|autor=NOBRE, P.H.; CARVALHO, I.S.|ano=2006|t\u00edtulo=''Adamantinasuchus navae'': A new Gondwanan Crocodylomorpha (Mesoeucrocodylia) from the Late Cretaceous of Brazil|jornal=Gondwana Research|volume=10|paginas=370\u2013378|doi=10.1016/j.gr.2006.05.008}}\n|\n|\n|\n|\n[[Notosuchia]]\n| rowspan=\"99\" |\n[[Ficheiro:Adamantinasuchus BW.jpg|thumb|center|200px|''[[Adamantinasuchus navae]]'']][[Ficheiro:Armadillosuchus.jpg|thumb|center|200px|''[[Armadillosuchus arrudai]]'']]\n[[Ficheiro:Baurusuchus BW.jpg|thumb|center|200px|''[[Baurusuchus|Baurusuchus salgadoensis]]'']]\n[[Ficheiro:Mariliasuchus BW.jpg|thumb|center|200px|''[[Mariliasuchus|Mariliasuchus amarali]]'']]\n|-\n|\n''[[Armadillosuchus]]''\n|\n''A. arrudai''{{citar peri\u00f3dico|autor=MARINHO, T.S.; CARVALHO, I.S.|ano=2009|t\u00edtulo=An armadillo-like sphagesaurid crocodyliform from the Late Cretaceous of Brazil|jornal=Journal of South American Earth Sciences|volume=27|numero=1|paginas=36\u201341|doi=10.1016/j.jsames.2008.11.005}}\n|\n|\n|\n|\nNotosuchia\n|-\n| rowspan=\"3\" |\n''[[Baurusuchus]]''\n|\n''B. albertoi''{{citar peri\u00f3dico|autor=NASCIMENTO, P.M.; ZAHER, H.|ano=2010|t\u00edtulo=A new species of ''Baurusuchus'' (Crocodyliformes, Mesoeucrocodylia) from the Upper Cretaceous of Brazil, with the first complete postcranial skeleton described from the family Baurusuchidae|jornal=Papeis Avulsos de Zoologia|volume=50 |numero=21|paginas=323\u2011361}}\n|\n|\n|\n|\n[[Baurusuchidae]]\n|-\n|\n''B. pachechoi''{{Citar peri\u00f3dico|autor=PRICE, L.I.|ano=1945|t\u00edtulo=A new reptile from the Cretaceous of Brazil|jornal=Notas Preliminares e Estudos - Divisao de Geologia e Mineralogia, Departamento Nacional da Produao Mineral|volume=25}}\n|\n|\n|\n|\nBaurusuchidae\n|-\n|\n''B. salgadoensis''{{citar peri\u00f3dico|autor=CARVALHO, I.S.; CAMPOS, A.C.A.; NOBRE, P.H.|ano=2005|t\u00edtulo=''Baurusuchus salgadoensis'', a new Crocodylomorpha from the Bauru Basin (Cretaceous), Brazil|jornal=Gondwana Research|volume=8|numero=1|paginas=11\u201330}}\n|\n|\n|\n|\nBaurusuchidae\n|-\n|\n''[[Goniopholis]]''\n|\n''G. paulistanus''{{Citar peri\u00f3dico|autor=ROXO, M.G.O.|ano=1936|t\u00edtulo=On a new species of fossil Crocodilia from Brazil, ''Goniopholis paulistanus'' sp. n.|jornal=Anais Acadedmia Brasileira de\nCi\u00eancias|volume=8|paginas=33-34}}\n|\n|\n|\n|\n[[Goniopholididae]]\n|-\n| rowspan=\"2\" |\n''[[Mariliasuchus]]''\n|\n''M. amarali''{{Citar peri\u00f3dico|autor=CARVALHO, I.S.; BERTINI, R.J.|ano=1999|t\u00edtulo=''Mariliasuchus'', um novo Crocodylomorpha (Notosuchia) do Cret\u00e1ceo da Bacia Bauru, Brasil|jornal=Revista Geologica Colombiana|volume=24|paginas=83-105}}\n|\n|\n|\n|\nNotosuchia\n|-\n|\n''M. robustus''{{citar peri\u00f3dico|autor=NOBRE, P.H.; CARVALHO, I.S.; VASCONCELLOS, F.M.; NAVA, W.R.|ano=2007|t\u00edtulo=''Mariliasuchus robustus'', a new Crocodylomorpha (Mesoeucrocodylia) from the Bauru Basin, Brazil|jornal=Anu\u00e1rio do Instituto de Geoci\u00eancias|volume=30|numero=1|paginas=38\u201349|ISSN=0101-9759}}\n|\n|\n|\n|\nNotosuchia\n|-\n|\n''[[Montealtosuchus]]''\n|\n''M. arrudacamposi''{{citar peri\u00f3dico|autor=CARVALHO, I.S.; VASCONCELLOS, F.M.; TAVARES, S.A.S.|ano=2007|t\u00edtulo=''Montealtosuchus arrudacamposi'', a new peirosaurid crocodile (Mesoeucrocodylia)from the Late Cretaceous Adamantina Formation of Brazil|jornal=Zootaxa|volume=1607|paginas=35\u201346}}\n|\n|\n|\n|\n[[Peirosauridae]]\n|-\n|\n''[[Morrinhosuchus]]''\n|\n''M. luziae''{{citar peri\u00f3dico|autor=IORI, F.V.; CARVALHO, I.S.|ano=2009|t\u00edtulo=''Morrinhosuchus luziae'', um novo Crocodylomorpha Notosuchia da Bacia Bauru, Brasil|jornal=Revista Brasileira de Geoci\u00eancias|volume=39|numero=4|paginas=717\u2013725}}\n|\n|\n|\n|\nNotosuchia\n|-\n| rowspan=\"2\" |\n''[[Sphagesaurus]]''\n|\n''S. huenei''{{Citar peri\u00f3dico|autor=PRICE, L.I.|ano=1950|t\u00edtulo=On a new crocodilian, ''Sphagesaurus'', from the Cretaceous of the State of S\u00e3o Paulo, Brazil|jornal=Anais da Academia Brasileira de Ci\u00eancias|volume=22|numero=1|paginas=77-85}}\n|\n|\n|\n|\nNotosuchia\n|-\n|\n''S. montealtensis''{{citar peri\u00f3dico|autor=ANDRADE, M.B.; BERTINI, R.J.|ano=2008 |t\u00edtulo=A new ''Sphagesaurus'' (Mesoeucrocodylia: Notosuchia) from the Upper Cretaceous of Monte Alto City (Bauru Group, Brazil), and a revision of the Sphagesauridae|jornal=Historical Biology|volume=20|numero=2|paginas=101\u2013136}}\n|\n|\n|\n|\nNotosuchia\n|-\n|\n''[[Stratiotosuchus]]''\n|\n''S. maxhechti''{{Citar peri\u00f3dico|autor=CAMPOS, D.A.; SUAREZ, J.M.; RIFF, D.; KELLNER, A.W.A.|ano=2001|t\u00edtulo=Short note on a new Baurusuchidae (Crocodyliformes, Metasuchia) from the Upper Cretaceous of Brazil|jornal=Boletim do Museu Nacional, Geologia|volume=57|paginas=1-7}}\n|\n|\n|\n|\nBaurusuchidae\n|-\n|}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geologia}}\n\n[[Categoria:Forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas do Brasil]]"}]},"2809116":{"pageid":2809116,"ns":0,"title":"Danton Richlin da Rocha Loures","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Danton Richlin da Rocha Loures''' ([[Joinville]], [[27 de outubro]] de [[1943]] - [[Curitiba]], [[20 de junho]] de [[2010]]) foi um [[m\u00e9dico]] [[brasil]]eiro.{{citar web|url=http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-76382010000300024&script=sci_arttext |titulo=Ao Mestre, com carinho (1943-2010)|data=2010 |acessodata=30 de agosto de 2015 |publicado=Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular|lingua2=}}{{citar web|url=http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/morre-aos-66-anos-o-cirurgiao-danton-richlin-da-rocha-loures-18dc74lqi0sm8qsc3g3v1o9ji |titulo=Morre, aos 66 anos, o cirurgi\u00e3o Danton Richlin da Rocha Loures|data=20 de junho de 2010 |acessodata=30 de agosto de 2015 |publicado=Gazeta do Povo|lingua2=}}\n\nO Dr. Danton foi o respons\u00e1vel pelo primeiro transplante de cora\u00e7\u00e3o no estado do [[Paran\u00e1]], realizado em [[1985]].\n\n== Biografia ==\nFilho do m\u00e9dico Josino Alves da Rocha Loures e Carmen Richlin da Rocha Loures, a sua fam\u00edlia transferiu resid\u00eancia de [[Santa Catarina]] para [[Londrina]] em [[1946]], quando Danton tinha apenas tr\u00eas anos e desta feita, Danton formou-se em medicina na capital paranaense, na Universidade Federal do Paran\u00e1, e logo em seguida especializou-se em [[cardiologia]].\n\nEm 1985 o Dr. Danton Richlin realizou o primeiro transplante de cora\u00e7\u00e3o do estado do Paran\u00e1, que aconteceu no [[Hospital Evang\u00e9lico de Curitiba]].\n\nAl\u00e9m de m\u00e9dico cirurgi\u00e3o, foi [[professor catedr\u00e1tico]] da [[Universidade Federal do Paran\u00e1]] e da Faculdade Evang\u00e9lica de Medicina e nos \u00faltimos anos realizava pesquisas com [[c\u00e9lula-tronco]] visando benef\u00edcios destes para com a cardiologia. Foi membro da [[Academia Paranaense de Medicina]] e da Sociedade Paranaense e Brasileira de Cardiologia e de Cirurgia Cardiovascular.\n\nDanton Richlin da Rocha Loures foi casado com Regina Schrappe da Rocha e faleceu em Curitiba na manh\u00e3 do dia 20 de junho de 2010.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.jornalportaldoparana.com.br/index2.php?ctg=52&nt=5149&old_edit= Morre, aos 66 anos, Danton Ricklin] Jornal Portal do Paran\u00e1 edi\u00e7\u00e3o de 21 de junho de 2010 - acesso em 3 de julho de 2010\n*[http://ufprtv.wordpress.com/2010/06/21/programacao-especial-homenagem-a-danton-richlin-da-rocha-loures/ Homenagem a Danton Richlin da Rocha Loures] UFPR - TV - acesso em 3 de julho de 2010\n*[http://ademirparmezan.com.br/noticias/morre-aos-66-anos-o-cirurgiao-danton-richlin-da-rocha-loures/ Danton Richlin] ademirparmezan.com.br - acesso em 3 de julho de 2010\n\n{{Esbo\u00e7o-m\u00e9dico}}\n{{Portal3|Medicina}}\n[[Categoria:Cirurgi\u00f5es do Brasil]]\n[[Categoria:M\u00e9dicos do Paran\u00e1]]\n[[Categoria:Membros da Academia Paranaense de Medicina]]\n[[Categoria:Professores da Universidade Federal do Paran\u00e1]]\n[[Categoria:Alunos da Universidade Federal do Paran\u00e1]]\n[[Categoria:Naturais de Joinville]]"}]},"163427":{"pageid":163427,"ns":0,"title":"Empresa offshore","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{ver desambig|n\u00e3o_confundir=[[Empresa deslocalizada]]|| desambig=offshore|Offshore (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n[[Imagem:HMRC offshore evasion poster February 2014.jpg|thumb|direita|220px|Cartaz de sensibiliza\u00e7\u00e3o para o uso legal das entidades ''offshore''.]]\n'''''Offshore''''' \u00e9 o nome comum dado \u00e0s [[empresa]]s e [[conta banc\u00e1ria|contas banc\u00e1rias]]{{citar web|url=https://www.economias.pt/significado-de-contas-offshore/|t\u00edtulo=O significado de contas ''offshore''|obra=Economias.pt}} abertas em territ\u00f3rios onde h\u00e1 menor tributa\u00e7\u00e3o (em compara\u00e7\u00e3o ao pa\u00eds de origem dos seus propriet\u00e1rios, e geralmente referidos como [[para\u00edso fiscal]]){{citar web|url=https://www.economias.pt/paraiso-fiscal-o-que-e/|t\u00edtulo=Para\u00edso fiscal: o que \u00e9?|obra=Economias.pt}} para fins l\u00edcitos (mas, por vezes, il\u00edcitos, quando estas ocultam a origem do dinheiro seja por [[crime]] ou [[corrup\u00e7\u00e3o]]). Essas '''empresas ''offshore''''' ({{langx|en|''offshore company''}}) tamb\u00e9m s\u00e3o chamadas de '''sociedade extraterritorial''' ou '''empresa extraterritorial'''.{{citar web|url=http://www.alpineroseltd.com/alpine.swf|t\u00edtulo=100 % \u00bb Empresa \u00bb Servi\u00e7os \u00bb Contato international ltd. A Alpine|acessodata=2017-11-11}}{{Citar peri\u00f3dico|data=2014-01-22|titulo=22.000 clientes da China ocultos em para\u00edsos fiscais|jornal=EL PA\u00cdS|url=https://brasil.elpais.com/brasil/2014/01/21/internacional/1390321114_112551.html|acessodata=2017-11-11}}{{Citar web|url=http://sadekya.com/index-portuguese.html|titulo=Forma\u00e7\u00e3o de Empresa Extraterritorial / Conta Banc\u00e1ria de Neg\u00f3cios Extraterritoriais/ Planejamento & Aconselhamento Tribut\u00e1rio|acessodata=2017-11-11|obra=sadekya.com|ultimo=Sadekya.com|primeiro=SEO by ImtiazHami.com :}}\n\nDado que a grande maioria dos pa\u00edses que permitem a cria\u00e7\u00e3o desse tipo de empresa an\u00f4nima \u2014 ou a abertura desse tipo de contas banc\u00e1rias an\u00f4nimas \u2014 fica em ilhas (tais como as [[Bahamas]], as [[Bermudas]], a ilha de [[Nevis]], a ilha de [[Jersey]], as [[ilhas Caim\u00e3o]], as [[ilhas Virgens Brit\u00e2nicas]], as [[Seicheles]], etc.), por extens\u00e3o de sentido, esse tipo de empresa an\u00f4nima ou de conta banc\u00e1ria an\u00f4nima passou a ser chamado de ''offshore'', embora alguns pa\u00edses continentais chamados de ''onshore'', tais como [[Andorra]], o [[Belize]], o [[Luxemburgo|Gr\u00e3o-Ducado do Luxemburgo]],{{citar web|url=http://www.iht.com/articles/2006/02/08/business/luxtax.php|t\u00edtulo=EU set to investigate Luxembourg's tax exemptions for multinationals|obra=International herald Tribune|data=9 de fevereiro de 2006}} o [[Panam\u00e1]] ou mesmo o [[M\u00f3naco]], tamb\u00e9m as permitam, usando esquemas legais diferentes, por\u00e9m de resultados equivalentes. O termo vem dos tempos dos [[cors\u00e1rio]]s que saqueavam os mares e depositavam a pilhagem ''offshore'' (fora da costa).\n\n== Conceito ==\nTais empresas s\u00e3o entidades situadas fora do pa\u00eds de domic\u00edlio de seus propriet\u00e1rios e, portanto, n\u00e3o sujeitas ao regime legal e fiscal vigente naquele pa\u00eds. Nestes casos, os processos que evitam a tributa\u00e7\u00e3o de impostos s\u00e3o os da [[elis\u00e3o e evas\u00e3o fiscal]]. O mesmo ocorre com as contas banc\u00e1rias ''offshore'', que s\u00e3o geralmente abertas em pa\u00edses de [[legisla\u00e7\u00e3o]] de origem [[brit\u00e2nica]], usando-se um conceito jur\u00eddico de ''[[:en:trust law|trust law]]'', origin\u00e1rio da ''[[common law]]'' inglesa e que foi trazido para a [[Inglaterra]] pelos [[cruzadas|cruzados]]. O conceito de ''[[:en:trust|trust]]'' refere-se a uma rela\u00e7\u00e3o em que a propriedade (real ou pessoal, tang\u00edvel ou intang\u00edvel) \u00e9 mantida por uma parte, em benef\u00edcio de outra. Deriva do conceito [[isl\u00e2mico]] de ''\"waqf\"'' e se refere a um contrato (''trust instrument'' ou ''deed of trust''), atrav\u00e9s do qual uma pessoa f\u00edsica ou jur\u00eddica det\u00e9m a titularidade de um [[Bem (economia)|bem]] (intang\u00edvel ou tang\u00edvel), em benef\u00edcio de outrem. Assim, nos pa\u00edses que adotam a ''common law'', os ''trustees'' (isto \u00e9, aqueles que det\u00eam o [[Propriedade (direito)|t\u00edtulo de propriedade]]) s\u00e3o obrigados a manter e administrar a propriedade em benef\u00edcio de outrem - que \u00e9 o propriet\u00e1rio ''[[de facto]]''. Tal expediente pode ser usado, portanto, quando se pretende proteger ou ocultar a identidade do verdadeiro dono do neg\u00f3cio. Nos pa\u00edses que adotam o [[Direito Romano]], tal artif\u00edcio \u00e9 substitu\u00eddo pela cria\u00e7\u00e3o de [[Funda\u00e7\u00e3o (institui\u00e7\u00e3o)|funda\u00e7\u00f5es]], que, formalmente, s\u00e3o propriet\u00e1rias de bens.\n\nNos pa\u00edses ditos (os [[para\u00edso fiscal|para\u00edsos fiscais]]) ou que permitem a opera\u00e7\u00e3o desse tipo de ''trusts'' ou funda\u00e7\u00f5es, os [[banco]]s t\u00eam conhecimento apenas do nome dos ''trustees'' (ou seja, dos administradores ou procuradores) das contas ou dos gestores da funda\u00e7\u00e3o, ignorando completamente quem seja o real benefici\u00e1rio do dinheiro depositado. Assim, mesmo que haja determina\u00e7\u00e3o judicial, \u00e9 imposs\u00edvel que esses bancos forne\u00e7am informa\u00e7\u00f5es sobre quem s\u00e3o os propriet\u00e1rios do dinheiro depositado nessas contas.\n\nPor norma as estruturas jur\u00eddicas ''offshore'' s\u00e3o do tipo ''International Business Company'' (''IBC''), mas igualmente chamadas de ''Business Corporation'') que se caracterizam por serem empresas do tipo [[sociedade an\u00f3nima]] (com o capital social dividido por ac\u00e7\u00f5es). Essas s\u00e3o as empresas ''offshore'' puras. No entanto, existem ainda, sobretudo nos casos ''onshore'' (ou seja, dentro da costa) nos [[Estados Unidos|Estados Unidos da Am\u00e9rica]] (nos estados de [[Delaware]], [[Wyoming]] ou [[Oregon]]), a incorpora\u00e7\u00e3o de empresas do tipo ''Limited Liability Corporation'' (''LLC''), que se caracterizam por serem empresas do tipo [[sociedade de responsabilidade limitada]].\n\n[[Ficheiro:British_Virgin_Islands_Companies_Registry_(2).jpg|miniaturadaimagem|Sede de registo empresarial nas [[Ilhas Virgens Brit\u00e2nicas]].]]\nPode haver confus\u00e3o entre \"empresa extraterritorial\" e \"empresa deslocalizada\", devido ao termo \"''offshore''\" ser usado para ambas na l\u00edngua inglesa. Assim, uma empresa ''offshore'' pode ser uma refer\u00eancia para:\n* uma [[corpora\u00e7\u00e3o]] ou (\u00e0s vezes) outro tipo de [[Personalidade jur\u00eddica|entidade jur\u00eddica]] que \u00e9 incorporada sob as leis de um pa\u00eds diferente do pa\u00eds (ou pa\u00edses) na qual esta desenvolve a sua atividade, e/ou cuja sede social n\u00e3o pode ou n\u00e3o implementa atividades econ\u00f4micas, e de que o benefici\u00e1rio reside (ou tem a sua sede) em outro pa\u00eds, de onde a empresa ''offshore'' tem o seu assento legal.T.J. van Koningsveld, 2016. De Offshore Wereld Ontmaskerd. Kerckebosch.\n* uma empresa ou grupo de empresas (ou, \u00e0s vezes, uma divis\u00e3o da mesma), que se envolve em [[deslocaliza\u00e7\u00e3o industrial]]\u00a0(''offshoring'') de fabrica\u00e7\u00e3o ou de neg\u00f3cios de servi\u00e7os.{{citar web|url=http://www.investopedia.com/terms/o/offshore.asp|t\u00edtulo=Definition: offshore|publicado=Investopedia|acessodata=6 de setembro de 2014}}\n\n== Caracter\u00edsticas ==\nApesar de que todas empresas ''offshore'' diferem em grau, dependendo do direito empresarial na jurisdi\u00e7\u00e3o relevante, todas\u00a0 tendem a desfrutar de certas caracter\u00edsticas fundamentais:\n* Eles s\u00e3o, em geral, n\u00e3o sujeitas \u00e0 tributa\u00e7\u00e3o, na sua jurisdi\u00e7\u00e3o de origem.\n* O regime corporativo ser\u00e1 projetado para promover a flexibilidade empresarial.\n* A regulamenta\u00e7\u00e3o das atividades empresariais, normalmente, \u00e9 mais leve do que em um pa\u00eds desenvolvido.Classic offshore jurisdictions are very fond of the phrase \"light touch\" regulation, although in practice many offshore centres are witnessing increasingly invasive regulation. This is probably reflective of the global trend towards greater regulation of the financial system rather than a change within the offshore financial world in particular.\n\n== Condena\u00e7\u00e3o papal ==\n[[Imagem:Panama-papers.jpg|thumb|direita|220px|Ilustra\u00e7\u00e3o que caricatura o famoso caso dos ''[[Panama Papers]]''.]]\nSegundo o jornal ''[[The New York Times]]'', o [[Papa Bento XVI]], antes da sua ren\u00fancia, estava preparando uma [[enc\u00edclica]] que teria um cap\u00edtulo especial intitulado ''\"Fraude e Fisco\"''. Este cap\u00edtulo estabeleceria condena\u00e7\u00e3o moral aos [[fraude|fraudador]]es e aos [[para\u00edso fiscal|para\u00edsos fiscais]] que se abrem \u00e0 oculta\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nios il\u00edcitos.\n\nNa sua primeira enc\u00edclica, o Papa Bento XVI j\u00e1 havia estabelecido como ''\"moralmente inaceit\u00e1vel\"'' a conduta de pessoas que transferem, para fraudar o [[fisco]] e deixar de recolher [[tributo]]s, parte do seu patrim\u00f4nio para para\u00edsos fiscais ou \"zonas ''off-shore''\",MAIEROVITCH, W\u00e1lter Fanganiello. [https://archive.is/20121218011543/http://ibgf.org.br/index.php?data%5Bid_secao%5D=3&data%5Bid_materia%5D=1323 ''Lavagem de Dinheiro e Para\u00edsos Fiscais. Papa prepara enc\u00edclica.''] IBGF, 13 de agosto de 2007. embora o pr\u00f3prio [[Vaticano]] tenha estado envolvido em pr\u00e1ticas similares. Em 2010, a Justi\u00e7a italiana determinou, por suspeitar de [[lavagem de dinheiro]], a apreens\u00e3o de 23 milh\u00f5es de [[euro]]s do [[Instituto para as Obras de Religi\u00e3o]], depositados no banco Credito Artigiano. Segundo a imprensa italiana, haveria 13 contas em nome de laicos, cuja identidade o Vaticano mantinha em segredo.{{Citar web |url=http://maierovitch.blog.terra.com.br/2010/09/29/lavagem-de-dinheiro-vaticano-fala-em-transparencia-mas-se-fecha-sobre-13-contas-correntes-explosivas/ |titulo=Lavagem de dinheiro: Vaticano fala em transpar\u00eancia, mas mant\u00e9m sigilo de 13 contas correntes dadas como explosivas. |acessodata=2012-02-24 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20120314112816/http://maierovitch.blog.terra.com.br/2010/09/29/lavagem-de-dinheiro-vaticano-fala-em-transparencia-mas-se-fecha-sobre-13-contas-correntes-explosivas/ |arquivodata=2012-03-14 |urlmorta=yes }}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Para\u00edso fiscal]]\n* [[Elis\u00e3o e evas\u00e3o fiscal]]\n* [[Planejamento fiscal]]\n* ''[[Panama Papers]]''\n* ''[[Swiss Leaks]]''\n* ''[[Paradise Papers]]''\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [https://pt.sfm-offshore.com/ Cria\u00e7\u00e3o de empresas e contas ''offshore'']\n* {{Link|en|2=https://www.offshore-companies.co.uk/ |3=Cria\u00e7\u00e3o de empresas e contas ''offshore''}}\n\n{{Portal3|Economia}}\n{{DISPLAYTITLE:Empresa ''offshore''}}\n\n[[Categoria:Direito tribut\u00e1rio]]\n[[Categoria:Economia internacional]]\n[[Categoria:Globaliza\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Finan\u00e7as]]\n[[Categoria:Corrup\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Terminologia de neg\u00f3cios]]\n[[Categoria:Tipos de empresas]]\n[[Categoria:Palavras, frases e express\u00f5es em ingl\u00eas]]"}]},"6100475":{"pageid":6100475,"ns":0,"title":"Santa F\u00e9 do Pirap\u00f3","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Distrito do Brasil\n | nome = Santa F\u00e9 do Pirap\u00f3\n | foto = \n | tamanho_foto = \n | leg_foto = \n | mapa = \n | tamanho_mapa = \n | leg_mapa = \n | estado = [[Paran\u00e1]]\n | munic\u00edpio = [[Marialva (Paran\u00e1)|Marialva]]\n | funda\u00e7\u00e3o = {{dtlink|lang=br|10|4|1968|idade}} \n | altitude = \n | \u00e1rea = \n | popula\u00e7\u00e3o = \n | popula\u00e7\u00e3o_ano =\n | densidade = \n | rendimento m\u00e9dio mensal = \n | limites = \n}}\n'''Santa F\u00e9 do Pirap\u00f3''' \u00e9 um [[distrito]] do [[Munic\u00edpio (Brasil)|munic\u00edpio brasileiro]] de [[Marialva (Paran\u00e1)|Marialva]], no estado do [[Paran\u00e1]].{{citar web|url=https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/parana/marialva.pdf|t\u00edtulo=Hist\u00f3rico - Marialva|autor=Biblioteca [[Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica]] (IBGE)|data=|acessodata=10 de outubro de 2019}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=https://www.marialva.pr.gov.br/ |3=Prefeitura Municipal de Marialva}}\n\n{{esbo\u00e7o-distrito}}\n{{Portal3|Paran\u00e1}}\n[[Categoria:Distritos de Marialva (Paran\u00e1)]]"}]},"1777082":{"pageid":1777082,"ns":0,"title":"Condado de K\u0119pno","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Condado da Pol\u00f3nia\n | nome = K\u0119pno\n | nome_nativo = k\u0119pi\u0144ski\n | bras\u00e3o = POL_powiat_k\u0119pi\u0144ski_COA.svg\n | mapa = POL wojew\u00f3dztwo wielkopolskie powiat k\u0119pi\u0144ski map.svg\n | bandeira = \n | voivodia = [[Grande Pol\u00f3nia]]\n | sede = K\u0119pno\n | starosta = [[Jerzy Trzmiel]]\n | \u00e1rea = 608,39\n | popula\u00e7\u00e3o = 55 194\n |data= 2005\n | densidade = 90,72\n | urbaniza\u00e7\u00e3o = 26,73\n | matr\u00edculas = PKE\n | TERYT = 4.30.40.08.00.0\n | gmina mapa = \n | gmina urbano = -\n | gmina urbano-rural = 1\n | gmina rural = 6\n | morada = ul. Ko\u015bciuszki 5\n | c\u00f3digo postal = 63-600\n | telefone = 62 782-89-00\n | fax = 62 782-89-01\n | email = \n | site = http://www.kepno.com.pl\n}}\n{{Notalingua|tema=N\u00e3o confundir '''''hrabstwo''''' ([[condado]]) com '''''powiat''''' (divis\u00e3o administrativa).}}\n\n'''K\u0119pno''' ([[L\u00edngua polaca|polaco]]: ''powiat k\u0119pi\u0144ski'') \u00e9 um [[powiat]] (condado) da [[Pol\u00f3nia]], na [[voivodia]] de [[Grande Pol\u00f3nia]]. A sede \u00e9 a cidade de [[K\u0119pno]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 608,39 km\u00b2, com 55 194 habitantes, segundo os [[censo]]s de 2005, com uma [[densidade populacional|densidade]] 90,72 hab/km\u00b2.\n\n== Divis\u00f5es admistrativas ==\nO [[Powiat|condado]] possui:\n\n:'''[[Gmina|Comunas urbana-rurais]]''': [[Comuna de K\u0119pno|K\u0119pno]]\n:'''Comunas rurais''': [[Comuna de Baran\u00f3w|Baran\u00f3w]], [[Comuna de Bralin|Bralin]], [[Comuna de \u0141\u0119ka Opatowska|\u0141\u0119ka Opatowska]], [[Comuna de Perz\u00f3w|Perz\u00f3w]], [[Comuna de Rychtal|Rychtal]], [[Comuna de Trzcinica|Trzcinica]]\n\n:'''[[Cidade]]s''': [[K\u0119pno]]\n\n== Demografia ==\n{{Pol\u00f3nia/Condado/Demografia\n | popula\u00e7\u00e3o = 55 194\n | homens = 27 194\n | homens% = 49,3\n | mulheres = 28 000\n | mulheres% = 50,7\n\n | cidades = 14 725\n | homens-cidades = 6976\n | homens%-cidades = 47,4\n | mulheres-cidades = 7749\n | mulheres%-cidades = 52,6\n\n | povoados = 40 469\n | homens-povoados = 20 218\n | homens%-povoados = 50\n | mulheres-povoados = 20 251\n | mulheres%-povoados = 50\n\n | dia = 30 de Junho\n | ano = 2005\n}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://www.kepno.com.pl |3=S\u00edtio Oficial}}\n\n{{esbo\u00e7o-geopl}}\n\n{{DEFAULTSORT:Kepno}}\n[[Categoria:Condados da Pol\u00f4nia]]"}]},"4866661":{"pageid":4866661,"ns":0,"title":"1689 na religi\u00e3o","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{tem\u00e1ticas dos anos2|1689}}\nNesta p\u00e1gina encontrar\u00e1 refer\u00eancias aos acontecimentos directamente relacionados com [[religi\u00e3o]] ocorridos durante o ano de [[1689]].\n== Festas m\u00f3veis na liturgia cat\u00f3lica ==\n{| border=1 width=\"12%\"\n|-\n| [[Letra dominical]] || bgcolor=\"F5F5DC\" |
'''B'''\n|-\n| [[N\u00famero \u00e1ureo nos calend\u00e1rios|N\u00famero \u00e1ureo]] || bgcolor=\"F5F5DC\" |
{{Romano|18}}\n|-\n| [[Epacta]] || bgcolor=\"F5F5DC\" |
8\n|-\n| [[Indic\u00e7\u00e3o]] || bgcolor=\"F5F5DC\" |
12\n|-\n|}\n{{Festas m\u00f3veis ano comum 20}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{Navecaixa ano-tema|1689|na|religi\u00e3o}}\n{{DEFAULTSORT:1689 Na Religiao}}\n[[Categoria:1689 na religi\u00e3o| ]]"}]},"1369515":{"pageid":1369515,"ns":0,"title":"Apodemus uralensis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Apodemus uralensis''\n| imagem = Apodemus uralensis 3.jpg\n| estado = LR/lc\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Mammalia]]\n| ordem = [[Rodentia]]\n| fam\u00edlia = [[Muridae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Apodemus]]''\n| esp\u00e9cie = '''''A. uralensis'''''\n| binomial = ''Apodemus uralensis''\n| binomial_autoridade = Pallas, 1811\n| sin\u00f3nimos = }}\n'''''Apodemus uralensis''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[roedor]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Muridae]].\n\nPode ser encontrada nos seguintes pa\u00edses: [[Arm\u00e9nia]], [[\u00c1ustria]], [[Azerbaij\u00e3o]], [[Bielorr\u00fassia]], [[Bulg\u00e1ria]], [[Rep\u00fablica Popular da China|China]], [[Cro\u00e1cia]], [[Eslov\u00e1quia]], [[Est\u00f3nia]], [[Ge\u00f3rgia]], [[Hungria]], [[Cazaquist\u00e3o]], [[Let\u00f3nia]], [[Liechtenstein]], [[Mong\u00f3lia]], [[Pol\u00f3nia]], [[Rep\u00fablica Checa]], [[Rom\u00e9nia]], [[R\u00fassia]], [[S\u00e9rvia]], [[Turquia]] e [[Ucr\u00e2nia]].\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{Commonscat|Apodemus uralensis}}\n* {{((en))}} Amori, G. 1996. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Apodemus%20uralensis Apodemus uralensis]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species. ] Dados de 9 de Julho de 2007.\n{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}} \n{{esbo\u00e7o-roedor}}\n\n[[Categoria:Apodemus]]\n[[Categoria:Animais descritos em 1811\u200e]]\n[[Categoria:Mam\u00edferos do Azerbaij\u00e3o]]"}]},"141141":{"pageid":141141,"ns":0,"title":"Pelarrodr\u00edguez","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Espanha|\n|nome = Pelarrodr\u00edguez\n|nome_es = Pelarrodr\u00edguez\n|num = 241\n|prov\u00edncia = [[Prov\u00edncia de Salamanca|Salamanca]] \n|comun_aut = [[Castela e Le\u00e3o]] \n|imagem = \n|bandeira = \n|bras\u00e3o = \n|funda\u00e7\u00e3o = \n|\u00e1rea = 14.64\n|altitude = 759\n|popula\u00e7\u00e3o = 184\n|censo = 2007\n|densidade = 13,21\n|latG = | latM = | latS = | latP =\n|lonG = | lonM = | lonS = | lonP =\n|alcaide = \n|alcaide_ano= \n|gent\u00edlico = \n|cp = 37209 \n|website = \n}}\n'''Pelarrodr\u00edguez''' \u00e9 um [[Lista de munic\u00edpios da Espanha|munic\u00edpio]] da [[Espanha]] na [[Prov\u00edncias da Espanha|prov\u00edncia]] de [[Prov\u00edncia de Salamanca|Salamanca]], [[Comunidades aut\u00f3nomas da Espanha|comunidade aut\u00f3noma]] de [[Castela e Le\u00e3o]], de \u00e1rea 14,64 [[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]] com popula\u00e7\u00e3o de 184 habitantes ([[2007]]) e [[densidade populacional]] de 13,21 hab/km\u00b2.{{citar web|URL=http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&path=%2Ft20%2Fe260%2Fa2011%2F&file=pcaxis&N=&L=0|t\u00edtulo=Censo 2011|autor=|data=|publicado=[[Instituto Nacional de Estat\u00edstica (Espanha)]]|acessodata=|arquivourl=https://web.archive.org/web/20120215081451/http://www.ine.es/jaxi/menu.do?type=pcaxis&path=%2Ft20%2Fe260%2Fa2011%2F&file=pcaxis&N=&L=0|arquivodata=2012-02-15|urlmorta=yes}}\n\n==Demografia==\n{{Evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica\n|t\u00edtulo= Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre [[1991]] e [[2004]]\n|cor_ano= #C0C0C0\n|ano1 = 1991 |ano2 = 1996 |ano3 = 2001 |ano4 = 2004 \n|pop1 = 215 |pop2 = 211 |pop3 = 205 |pop4 = 194 \n}}\n\n{{Espanha/Castela e Le\u00e3o/Salamanca}}\n\n{{esbo\u00e7o-munic\u00edpios-es}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Salamanca (prov\u00edncia)|Pelarrodr\u00edguez]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Espanha por nome]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios por nome de Castela e Le\u00e3o]]\n[[Categoria:Localidades da Espanha]]\n[[Categoria:Localidades de Castela e Le\u00e3o]]\n[[Categoria:Localidades de Salamanca (prov\u00edncia)]]"}]},"5894572":{"pageid":5894572,"ns":0,"title":"Vinicius Farah","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Pol\u00edtico\n |nome = Vinicius Farah\n |nome_alt = \n |nome_comp = Vinicius Medeiros Farah\n |imagem = Discuro - Pr\u00eamio Prefeito Empreendedor.jpg\n |imagem-tamanho = \n |legenda = Vinicius Farah discursando em evento do [[SEBRAE]].\n |t\u00edtulo = [[Deputado federal]] pelo [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]]\n |mandato = {{dtlink|1\u00ba|2|2019}}{{Citar web |url=https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/02/01/deputados-federais-eleitos-pelo-rj-tomam-posse-nesta-sexta-veja-lista.ghtml |t\u00edtulo=Deputados federais eleitos pelo RJ tomam posse nesta sexta; veja lista |publicado=[[G1]] |data=1\u00ba de fevereiro de 2019 |acessodata=2 de fevereiro de 2019}}
at\u00e9 a atualidade\n |t\u00edtulo2 = Prefeito de [[Tr\u00eas Rios]]\n |mandato2 = {{dtlink|1\u00ba|1|2009}}
at\u00e9 {{dtlink|31|12|2016}}\n |antes2 = [[Celso Jacob]]\n |depois2 = [[Josimar Salles]]\n |t\u00edtulo3 = Vice-prefeito de [[Tr\u00eas Rios]]\n |mandato3 = {{dtlink|1\u00ba|1|2005}}
at\u00e9 {{dtlink|31|12|2008}}\n |vice_t\u00edtulo3 = Prefeito\n |vice3 = [[Celso Jacob]]\n |antes3 = [[Waldeth Brasiel]]\n |depois3 = [[Jose Ricardo Salgueiro de Castro|Ze Ricardo]]\n |nascimento_data = {{dni|21|6|1965}}\n |nascimento_local = [[Tr\u00eas Rios]], [[Rio de Janeiro (estado)|RJ]]\n |morte_data = \n |morte_local = \n |nacionalidade = {{BRAn|o}}\n |nome_m\u00e3e = \n |nome_pai = Jos\u00e9 Michel Farah\n |prole = \n |casamento_progenit = \n |alma_mater = [[Centro Universit\u00e1rio Carioca]]\n |premio = \n |primeira-dama = \n |primeiro-cavalheiro = \n |c\u00f4njuge-tipo = \n |c\u00f4njuge = \n |partido = [[MDB]]\n |religi\u00e3o = \n |profiss\u00e3o = [[Empres\u00e1rio]]
[[Pol\u00edtico]]\n |website = [http://www.viniciusfarah.com.br/]\n}}\n'''Vinicius Medeiros Farah''' ([[Tr\u00eas Rios]], {{dtlink|21|6|1965}}) \u00e9 um [[empres\u00e1rio]] e [[pol\u00edtico]] brasileiro. Filiado ao [[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro]] (MDB), Vinicius Farah foi prefeito de [[Tr\u00eas Rios]] entre 2009 e 2016 e vice-prefeito do munic\u00edpio entre 2005 e 2008. Desde fevereiro de 2019 \u00e9 [[deputado federal]] pelo estado do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] na [[Lista de deputados federais do Brasil da 56.\u00aa legislatura|56\u00aa Legislatura]] da [[C\u00e2mara dos Deputados do Brasil]].\n\n== Biografia ==\nVinicius Farah \u00e9 formado em [[marketing]] pelo [[Centro Universit\u00e1rio Carioca]]. Iniciou sua carreira na [[pol\u00edtica]] aos 23 anos, quando foi o quarto vereador mais votado de [[Tr\u00eas Rios]] em 1988. Foi prefeito do munic\u00edpio de [[Tr\u00eas Rios]] de 2009 a 2016, tendo sido anteriormente vice-prefeito entre 2005 e 2008. Por ocasi\u00e3o de sua gest\u00e3o na prefeitura trirriense, Vinicius foi o vencedor das edi\u00e7\u00f5es de 2012 e de 2014 do Pr\u00eamio Sebrae Prefeito Empreendedor, tanto no \u00e2mbito estadual quanto no federal, na categoria Melhor Projeto.{{Citar web |url=http://www.viniciusfarah.com.br/sobre |t\u00edtulo=Sobre |publicado=Site pessoal de Vinicius Farah |acessodata=19 de fevereiro de 2019}}\n\nDe fevereiro de 2017 a abril de 2018, foi presidente do [[Departamento de Tr\u00e2nsito do Estado do Rio de Janeiro]] (Detran-RJ).{{Citar web |url=https://www.entreriosjornal.com.br/noticia-vinicius-farah-e-o-novo-presidente-do-detran-rj-62974 |t\u00edtulo=Vin\u00edcius Farah \u00e9 o novo presidente do Detran RJ |ultimo=Gasparian |primeiro=Levy |publicado=Entre Rios Jornal |data=21 de fevereiro de 2017 |acessodata=19 de fevereiro de 2019}}{{Citar web |url=https://oglobo.globo.com/rio/estado-municipio-do-rio-trocam-15-cargos-de-comando-em-uma-semana-22564166 |t\u00edtulo=Estado e munic\u00edpio do Rio trocam 15 cargos de comando em uma semana |ultimo=Teixeira |primeiro=F\u00e1bio |publicado=[[O Globo]] |data=6 de abril de 2018 |acessodata=19 de fevereiro de 2019}} Nas [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Rio de Janeiro em 2018|elei\u00e7\u00f5es de 2018]], Vinicius Farah foi candidato a deputado federal pelo estado do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], ocasi\u00e3o em que foi eleito para a [[Lista de deputados federais do Brasil da 56.\u00aa legislatura|56\u00aa legislatura]] (2019\u20132023) da [[C\u00e2mara dos Deputados do Brasil]]. No pleito, como candidato do [[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro]] (MDB), Farah obteve 57.707 votos.{{Citar web |url=https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/eleicoes/2018/noticia/2018/10/07/veja-quais-foram-os-deputados-federais-eleitos-no-rj.ghtml |t\u00edtulo=Deputados federais eleitos no RJ; veja lista |publicado=[[G1]] |data=7 de outubro de 2018 |acessodata=26 de dezembro de 2018}}{{Citar web |url=https://especiais.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/resultados/eleitos-deputado-federal-rj-quem-ganhou/ |t\u00edtulo=Deputados federais eleitos no Rio de Janeiro |publicado=[[Gazeta do Povo]] |data=7 de outubro de 2018 |acessodata=19 de dezembro de 2018}}\n\n== Controv\u00e9rsias ==\n=== Apreens\u00e3o de ve\u00edculos do Detran-RJ ===\nNo dia 21 de agosto de 2018, uma equipe de fiscaliza\u00e7\u00e3o do [[Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro]] (TRE-RJ) apreendeu 30 ve\u00edculos, sendo 6 [[\u00f4nibus]], 2 [[van]]s e 22 [[Autom\u00f3vel|carros]], que teriam sido alugados pelo [[Departamento de Tr\u00e2nsito do Estado do Rio de Janeiro]] (Detran-RJ) para o transporte de pessoas para o local onde a candidatura de Vinicius Farah ao cargo de [[deputado federal]] nas [[Elei\u00e7\u00f5es estaduais no Rio de Janeiro em 2018|elei\u00e7\u00f5es de 2018]] seria lan\u00e7ada, em [[Tr\u00eas Rios]]. Outros 6 carros do Detran-RJ foram apreendidos no dia seguinte junto com seus Boletins de Transporte Di\u00e1rio (BDTs), que comprovaram o deslocamento dos ve\u00edculos at\u00e9 [[Tr\u00eas Rios]] no dia anterior. A a\u00e7\u00e3o de fiscaliza\u00e7\u00e3o foi realizada ap\u00f3s o TRE-RJ receber den\u00fancias e colher informa\u00e7\u00f5es em dilig\u00eancias a respeito do uso da m\u00e1quina administrativa do Detran-RJ em benef\u00edcio da campanha eleitoral de Farah.{{Citar web |url=https://oglobo.globo.com/brasil/tre-acusa-detran-de-alugar-veiculos-para-levar-eleitores-lancamento-de-candidatura-23006162 |t\u00edtulo=TRE acusa Detran de alugar ve\u00edculos para levar eleitores a lan\u00e7amento de candidatura |ultimo=Heringer |primeiro=Carolina |publicado=[[O Globo]] |data=23 de agosto de 2018 |acessodata=20 de fevereiro de 2019}}\n\nA assessoria de imprensa de Vinicius Farah afirmou que os carros apreendidos pelo TRE-RJ foram alugados pela coordena\u00e7\u00e3o da campanha eleitoral do pol\u00edtico e que os \u00f4nibus e vans apreendidos n\u00e3o tinham qualquer v\u00ednculo com a campanha. J\u00e1 a assessoria de imprensa do Detran-RJ negou a informa\u00e7\u00e3o de que teria alugado ve\u00edculos para o lan\u00e7amento da candidatura de Farah.\n\n=== Opera\u00e7\u00e3o Furna da On\u00e7a ===\n{{AP|Opera\u00e7\u00e3o Furna da On\u00e7a}}\nNo dia 8 de novembro de 2018, Vinicius Farah foi preso por policiais federais que cumpriam mandado de [[pris\u00e3o tempor\u00e1ria]] expedido pelo [[Tribunal Regional Federal da 2\u00aa Regi\u00e3o]] (TRF-2) no \u00e2mbito da [[Opera\u00e7\u00e3o Furna da On\u00e7a]].{{Citar web |url=https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/11/08/deputado-preso-na-lava-jato-e-corregedor-parlamentar-na-alerj.ghtml |t\u00edtulo=Corregedor e candidato \u00e0 presid\u00eancia da Alerj est\u00e3o entre presos da Lava Jato; entenda quem \u00e9 quem |ultimo=Barreira |primeiro=Gabriel |publicado=[[G1]] |data=8 de novembro de 2018 |acessodata=18 de fevereiro de 2019}} O pol\u00edtico entregou-se \u00e0 [[Pol\u00edcia Federal do Brasil|Pol\u00edcia Federal]] em [[Bras\u00edlia]] no mesmo dia da deflagra\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o.{{Citar web |url=https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/11/08/procurados-presidente-do-detran-e-deputado-eleito-se-apresentam-a-pf.ghtml |t\u00edtulo=Procurados na opera\u00e7\u00e3o Furna da On\u00e7a, atual e ex-presidente do Detran se apresentam \u00e0 PF |ultimo=Martins |primeiro=Marco |publicado=[[G1]] |data=8 de novembro de 2018 |acessodata=18 de fevereiro de 2019}} Farah havia presidido de 2017 a 2018 o [[Departamento de Tr\u00e2nsito do Estado do Rio de Janeiro]] (Detran-RJ), um dos \u00f3rg\u00e3os estaduais onde, de acordo com as investiga\u00e7\u00f5es da for\u00e7a-tarefa da [[Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato]], parlamentares da [[Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro]] (Alerj) alocavam m\u00e3o de obra comissionada ou terceirizada por votarem favoravelmente aos interesses do Grupo Facility/Prol, vencedora dos contratos para fornecimento de m\u00e3o de obra nos postos do Detran-RJ, na Alerj.{{Citar web |url=https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/11/09/deputados-presos-pela-pf-lotearam-postos-do-detran-em-20-municipios-do-rj-diz-mpf.ghtml |t\u00edtulo=Deputados presos pela PF lotearam postos do Detran em 20 munic\u00edpios do RJ, diz MPF |ultimo=Martins |primeiro=Marco |publicado=[[G1]] |data=9 de novembro de 2018 |acessodata=18 de fevereiro de 2019}} Outro alvo da opera\u00e7\u00e3o foi [[Leonardo Jacob|Leonardo Silva Jacob]], sucessor de Vinicius Farah na presid\u00eancia do Detran-RJ.\n\nPor meio de sua assessoria de imprensa, Vinicius Farah declarou que confia na Justi\u00e7a e que a situa\u00e7\u00e3o seria devidamente elucidada.{{Citar web |url=https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/11/08/mensalinho-da-alerj-movimentou-ao-menos-r-54-milhoes-diz-pf.ghtml |t\u00edtulo='Mensalinho' da Alerj movimentou ao menos R$ 54 milh\u00f5es: 'Propinol\u00e2ndia', diz procurador |ultimo=Coelho |primeiro=Henrique |publicado=[[G1]] |data=8 de novembro de 2018 |acessodata=20 de fevereiro de 2019}} O mandado de pris\u00e3o tempor\u00e1ria de Farah n\u00e3o foi renovado e nem convertido para [[pris\u00e3o preventiva]], sendo o pol\u00edtico solto poucos dias ap\u00f3s ser preso.{{Citar web |url=http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2018-11/trf-2-torna-deputados-estaduais-do-rio-presos-preventivos |t\u00edtulo=TRF-2 torna deputados estaduais do Rio presos preventivos |ultimo=Lisboa |primeiro=Vin\u00edcius |publicado=[[Ag\u00eancia Brasil]] |data=13 de novembro de 2018 |acessodata=18 de fevereiro de 2019}}\n\n=== Opera\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Entre-Rios ===\nEm 30 de janeiro de 2019, a [[Pol\u00edcia Civil do Estado do Rio de Janeiro]] (PCERJ) deflagrou uma opera\u00e7\u00e3o, denominada ''Opera\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Entre-Rios'', que visa investigar o suposto enriquecimento il\u00edcito de Vinicius Farah. Os agentes cumpriram 18 mandados de [[busca e apreens\u00e3o]] e 10 de bloqueio de contas banc\u00e1rias nos munic\u00edpios do [[Rio de Janeiro]] e de [[Tr\u00eas Rios]]. Investiga\u00e7\u00f5es feitas anteriormente indicaram que o patrim\u00f4nio do pol\u00edtico \u00e9 incompat\u00edvel com o declarado em elei\u00e7\u00f5es passadas.{{Citar web |url=https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2019/01/5616100-deputado-federal-eleito-e-alvo-de-operacao-da-policia-civil.html#foto=1 |t\u00edtulo=Deputado federal eleito \u00e9 alvo de opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil |ultimo=Nascimento |primeiro=Rafael |publicado=[[O Dia]] |data=30 de janeiro de 2019 |acessodata=18 de fevereiro de 2019}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Tr\u00eas Rios]]\n* [[Departamento de Tr\u00e2nsito do Estado do Rio de Janeiro]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commonscat|Vinicius Farah}}\n* {{Link |1= |2=http://www.viniciusfarah.com.br/ |3=Vinicius Farah}}\n* {{Link |1= |2=http://www.tresrios.rj.gov.br/ |3=Prefeitura de Tr\u00eas Rios-RJ | Pra\u00e7a S\u00e3o Sebasti\u00e3o, 81 - Centro}}\n* {{Link |1= |2=http://www.detran.rj.gov.br/ |3=Detran-RJ}}\n\n{{Atuais parlamentares do Rio de Janeiro no Congresso Nacional do Brasil}}\n{{Portal3|Biografias|Pol\u00edtica|Rio de Janeiro}}\n\n[[Categoria:Naturais de Tr\u00eas Rios]]\n[[Categoria:Empres\u00e1rios do Rio de Janeiro]]\n[[Categoria:Prefeitos de Tr\u00eas Rios]]\n[[Categoria:Deputados federais do Brasil pelo Rio de Janeiro]]\n[[Categoria:Membros do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)]]\n[[Categoria:Parlamentares do Mercosul pelo Brasil]]"}]},"3037432":{"pageid":3037432,"ns":0,"title":"(37529) 1977 EL8","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Asteroide\n|numero = 37529\n|nome = 1977 EL8\n|imagem =\n|data_descoberta = 12 de mar\u00e7o de 1977\n|descobridor = [[Hiroki Kosai]] e [[Kiichiro Hurukawa]]\n|homenagem =\n|categoria = [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]\n|semieixo_maior = 2.5879342\n|perelio =\n|afelio =\n|excentricidade = 0.18811080\n|T_orb_dia =\n|T_orb_ano =\n|V_orb_media =\n|inclinacao = 12.55586\n|anomalia_media = 38.2267200\n|arg_periastro = 310.13299\n|long_no_asc = 177.03639\n|dimens\u00e3o =\n|massa =\n|densidade =\n|gravidade =\n|V_escape =\n|T_rotacao =\n|distancia_sol =\n|classe_espectro =\n|magnitude_abs = 15,20\n|albedo =\n|temp_media_C =\n|satelites =\n}}\n'''1977 EL8''' (asteroide 37529) \u00e9 um [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]. Possui uma [[excentricidade orbital|excentricidade]] de 0.18811080 e uma [[inclina\u00e7\u00e3o]] de 12.55586\u00ba.{{citar web|URL=http://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=37529|t\u00edtulo=37529 1977 EL8|autor=|data=|publicado=NASA|acessodata=23 de dezembro de 2013|l\u00edngua2=en}}\n\nEste [[asteroide]] foi descoberto no dia 12 de mar\u00e7o de 1977 por [[Hiroki Kosai]] e [[Kiichiro Hurukawa]] em [[Kiso]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Lista de asteroides]]\n* [[Cintura de asteroides|Asteroide da cintura principal]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{LinksAsteroide|37529}}\n\n\n\n{{Esbo\u00e7o-asteroide}}\n{{Portal3|Astronomia}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{DEFAULTSORT:37529 1977 El8}}\n[[Categoria:Asteroides da cintura principal]]"}]},"5358649":{"pageid":5358649,"ns":0,"title":"Samra Rahimli","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/M\u00fasica/artista\n |nome = Samra Rahimli\n |imagem = ESC2016 - Azerbaijan Meet & Greet 10 (crop).jpg\n |imagem_tamanho = 250px\n |imagem_legenda = \n |fundo = cantor_solo\n |nome completo = S\u0259mra R\u0259himli\n |apelido = \n |nascimento = {{flagicon|Azerbaij\u00e3o}} [[Baku]], [[Azerbaij\u00e3o]], {{nowrap|{{dni|20|10|1994}}}}\n |origem = \n |pa\u00eds = {{AZE}}\n |falecimento = \n |g\u00eanero = [[Pop]]\n |ocupa\u00e7\u00e3o = [[Vocalista|Cantor]]\n |instrumento = [[voz]]\n |modelos = \n |tipo vocal = \n |atividade = \n |per\u00edodo = 2015 - presente\n |outras ocupa\u00e7\u00f5es = \n |gravadora = \n |afilia\u00e7\u00f5es = \n |influ\u00eancias = \n |assinatura = \n |website = \n}}\n'''Samra Rahimli''' (em [[azeri]]: ''''S\u0259mra R\u0259himli'''',{{citar web|url=http://www.alleurovision.ru/azerbajdzhan-evrovidenie-2016/1151-samra-rahimli-miracle.html|t\u00edtulo=Samra Rahimli - Miracle|publicado=alleurovision.ru}} [[Baku]], [[Azerbaij\u00e3o]] [[20 de outubro]] de [[1994]]{{citar web|t\u00edtulo=\u201cO s\u0259s T\u00fcrkiy\u0259\u201dd\u0259n \u201cEurovision\u201da\u2026 - 21 ya\u015fl\u0131 S\u0259mra|trans_title=From \"O Ses T\u00fcrkiye\" to Eurovision - 21-years-old Samra|url=http://www.qafqazinfo.az/medeniyyet-10/o-ses-turkiye-den-eurovision-a-21-yasli-semra-140493|website=qafqazinfo.az|publicado=Qafqaz \u0130nfo|acessodata=11 de mar\u00e7o de 2016|l\u00edngua=az|data=10 de mar\u00e7o de 2016}}) \u00e9 uma [[Vocalista|cantora]] [[Azerbaij\u00e3o|azeri]] que representou o seu pa\u00eds, o [[Azerbaij\u00e3o no Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o|Azerbaij\u00e3o]], no [[Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o]] em [[2016]].{{citar web|url=http://www.eurovision.tv/page/news?id=samra_will_represent_azerbaijan_in_stockholm|t\u00edtulo=Samra will represent Azerbaijan in Stockholm!|data=9 de mar\u00e7o de 2016|\u00faltimo =Omelyanchuk|primeiro =Olena|publicado=EBU}}\n\n== Discografia ==\n=== Como solista ===\n* \"O Sevir\" (2015)\n* \"Miracle\" (2016)\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-cantor}}\n{{Portal3|M\u00fasica|Azerbaij\u00e3o|Eurovis\u00e3o}}\n\n[[Categoria:Participantes no Festival Eurovis\u00e3o da Can\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Cantores do Azerbaij\u00e3o]]"}]},"4983878":{"pageid":4983878,"ns":0,"title":"Adaval","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem infocaixa|Assentamento/Portugal/Antiga freguesia}}\t\n\n'''Adaval''' era, em [[1747]], uma [[freguesia]] [[Portugal|portuguesa]] do termo da vila de [[Redondo]], [[Arcebispado de \u00c9vora|Arcebispado]] e [[Comarca]] da cidade de [[\u00c9vora]], na [[Prov\u00edncia do Alentejo]].\n\nA [[igreja paroquial]] estava fundada nas bicadas de um [[mato]], de onde se descobriam as vilas de [[\u00c9vora-Monte]], a de Redondo, a [[Serra de Ossa]] e o convento de [[religiosos paulistas]] que nela estava fundado. N\u00e3o havia ao p\u00e9 da igreja mais vizinhan\u00e7a que o [[cura (catolicismo)|cura]], e um [[ermit\u00e3o]], e era seu [[orago]] o [[Arcanjo S\u00e3o Miguel]]. Constava de uma s\u00f3 [[nave (arquitetura)|nave]] e tr\u00eas [[altar]]es, o maior com a imagem do Santo Arcanjo, e dois colaterais, um dedicado a [[Nossa Senhora das Neves]], e outro a [[Nossa Senhora do Ros\u00e1rio]]. Tinha esta a sua [[irmandade]], erguida pelos [[religiosos de S\u00e3o Domingos]] da cidade de \u00c9vora, com renda limitada. Havia neste mesmo altar um [[ret\u00e1bulo]] com a imagem do [[Menino Jesus Circuncidado]], ao qual se erigiu uma irmandade em tempo do Senhor [[Cardeal Rei]], sendo Arcebispo de \u00c9vora. N\u00e3o tinha renda, mas elegiam os fregueses dois [[mordomo]]s, que festejavam ao Senhor. Era a [[f\u00e1brica da igreja]] somente o que rendiam as [[sepultura]]s, e \u00e0 custa desta se festejava o Santo Arcanjo com [[missa cantada]] e [[serm\u00e3o]] no seu dia.\n\nA [[apresenta\u00e7\u00e3o (catolicismo)|apresenta\u00e7\u00e3o]] estava a cargo do [[Arcebispo de \u00c9vora]], e na [[S\u00e9 vaga]], do [[de\u00e3o]] e do [[cabido]]. O [[p\u00e1roco]] era [[cura (catolicismo)|cura]], com [[c\u00f4ngrua]] de tr\u00eas [[moio]]s de [[trigo]] e [[cevada]], que lhe pagavam os fregueses pelas [[herdade]]s. O trigo e o [[centeio]] s\u00e3o os frutos que estas produziam em mais abund\u00e2ncia.\n\nNo distrito desta freguesia havia uma [[ermida]] de [[Nossa Senhora da Piedade]], muito frequentada de [[romagem]] todo o ano, mas com mais frequ\u00eancia nas sextas-feiras de [[Quaresma]]. Tinha sua renda para os reparos da casa, e seu ornato.\n\nHavia aqui uma herdade, a que chamavam '''Val do Mato''', que era parte terra de cultura, parte [[mato]] de [[charneca]], com uma bastante [[lagoa]] que s\u00f3 tinha \u00e1gua de Inverno. Era esta mata abundante de [[ca\u00e7a]] mi\u00fada de [[perdiz]]es, [[lebre]]s e [[coelho]]s, criando tamb\u00e9m [[lobo]]s e [[raposa]]s.\n\nPassavam pelos limites desta terra a [[Ribeira de Alcorouvisca]], e a de [[Ribeira de S\u00e3o Bento|S\u00e3o Bento]].{{citar livro|autor=Lu\u00eds Cardoso (Pde.)|t\u00edtulo=Diccionario Geografico ou Noticia Historica de Todas as Cidades, Villas, Lugares e Aldeas, Rios, Ribeiras e Serras dos Reynos de Portugal e Algarve com todas as cousas raras que nelles se encontrao assim antigas como modernas Que escreve e offerece Ao Muito Alto e Muito Poderoso Rey D. Jo\u00e3o V Nosso Senhor o P. Luiz Cardoso da Congrega\u00e7ao do Oratorio de Lisboa Acad\u00e9mico Real do Numero da Historia Portugueza|volume=I|editora=Regia Officina Sylviana|ano=1747|p\u00e1gina=48|url=https://books.google.pt/books?id=J9MGPGfwSdQC}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geopt}}\n\n[[Categoria:Antigas freguesias de Redondo]]"}]}}}}