Casa Petra - Eventos Exclusivos em São Paulo SP - /corporativo/desfiles/

Desfiles
casa petra
casa petra
casa petra
casa petra
AV ARATÃS Nº 1010 - CEP: 04081-004 - SÃO PAULO, SP - BRASIL | TEL e  +55 (11) 5053.2231  

contato@casapetra.com.br / Mantido por 8ponto3 Comunicação
{"continue":{"imcontinue":"230|ErricoMalatesta.gif","grncontinue":"0.220400765986|0.220400765986|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"251882":{"pageid":251882,"ns":0,"title":"Le Charme","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Le Charme\n|regi\u00e3o = Centro\n|departamento = Loiret\n|\u00e1rea = 14.1\n|altitude = \n|latP = N | latG = 47 | latM = 48 | latS = 0\n|lonP = E | lonG = 3 | lonM = 0 | lonS = 0\n|popula\u00e7\u00e3o = 141\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 45079\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 45230 \n|mapa = Map commune FR insee code 45079.png\n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = \n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Le Charme''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] do [[Centro (Fran\u00e7a)|Centro]], no [[Departamentos franceses|departamento]] [[Loiret]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 14,1 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|45079|14.1}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n{{DEFAULTSORT:Charme}}\n[[Categoria:Comunas de Loiret]]"}]},"1910652":{"pageid":1910652,"ns":0,"title":"Gorilla Monsoon","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=agosto de 2020}}\n{{Info/Lutador de wrestling profissional\n|nome = Gorilla Monsoon\n|imagem = Gorilla Monsoon - Wrestling Program WWWF n.74 1977 (cropped).jpg\n|imagem_tamanho = \n|legenda = Gorilla Monsoon (1977)\n|alt = \n|nome de nascimento = \n|nomes no ringue = Gino Marella
Gorilla Monsoon\n|altura = 1,96 m\n|peso = 175 kg\n|data de nascimento = {{dni|4|6|1937|si}}\n|local de nascimento = [[New York City]], [[Nova Iorque (estado)|New York]]\n|data da morte = {{morte|6|10|1999|4|6|1937|lang=pt}}\n|local da morte = [[Willingboro]], [[Nova J\u00e9rsei]]\n|resid\u00eancia = \n|anunciado de = \n|treinado por = \n|estreia = [[1959]]\n|aposentadoria = \n|site = \n}}\n'''Robert James \"Gino\" Marella''' ([[Nova Iorque]], [[4 de junho]] de [[1937]] \u2014 [[Nova J\u00e9rsei]], [[6 de outubro]] de [[1999]]), mais conhecido pelo seu [[ring name]] '''Gorilla Monsoon''', foi um lutador de [[wrestling profissional]] [[Povo dos Estados Unidos|estadunidense]], comentarista, anunciador de ringue e booker. Ele ficou famoso por ser um apresentador de ringue muito pesado na [[WWE|World Wrestling Federation]], al\u00e9m de ser Presidente, de [[1995]] at\u00e9 [[1997]].\n\n== Carreira ==\nAp\u00f3s passar por pequenas promo\u00e7\u00f5es de [[wrestling]], Marella chegou a [[WWE|World Wide Wrestling Federation]] (WWWF) em [[1963]], onde foi conhecido como '''Gorilla Monsoon'''. Ele se tornou [[heel (wrestling profissional)|heel]] devido a [[feud (wrestling profissional)|feud]] com o [[face (wrestling profissional)|babyface]] e campe\u00e3o, [[Bruno Sammartino]].\n\nSe aliou a [[Ed Farhat|The Sheik]] contra Sammartino e [[Andr\u00e9 the Giant]], terminada em [[1977]], com a vit\u00f3ria de Giant e Sammartino.\n\nEm [[16 de Junho]] de [[1980]], foi nomeado por [[Hulk Hogan]] como o booker da WWWF, posi\u00e7\u00e3o em que ficou at\u00e9 in\u00edcio dos anos 80, sendo substitu\u00eddo pelo atual chefe [[Vince McMahon]].\n\nAssim, anunciou a sua retirada do [[wrestling]], mas continuou como anunciador de ringue, ao lado de [[Jesse Ventura]]. A dupla Monsoon/Ventura participou de seis [[Wrestlemania]]s.\n\nA partir de [[1992]], virou comentarista principal, destacando-se na [[WrestleMania IX]], onde ficou at\u00e9 Setembro de [[1997]], sendo substitu\u00eddo por [[Sgt. Slaughter]].\n\n== No wrestling ==\n* '''''Ataques'''''\n** '''Airplane spin'''\n** '''Manchurian Splash'''\n** Backbreaker rack\n** Giant swing\n** Gorilla press slam\n** Nerve hold\n\n== T\u00edtulos e pr\u00eamios ==\n* '''International Wrestling Alliance'''\n** IWA World Heavyweight Championship (1 vez)\n\n* '''World Wrestling Association (Los Angeles)'''\n** WWA World Tag Team Championship (2 vezes) - com Luke Graham (1) e El Mongol (1)\n\n* '''[[World Wrestling Council]]'''\n** WWC North American Heavyweight Championship (2 vezes)\n\n* '''[[WWE|World Wide Wrestling Federation / World Wrestling Federation]]'''\n** [[WWE Hall of Fame|Corredor da Fama da WWF]] (Classe de [[1994]])\n** [[WWWF United States Tag Team Championship]] (2 vezes) - com [[Wladek Kowalski|Killer Kowalski]] (1) e Bill Watts (1)\n\n* '''Wrestling Observer Newsletter awards'''\n** Melhor Anunciador de Televis\u00e3o (1985, 1991-1995)\n\n== Morte ==\nMarella morreu em [[6 de Outubro]] de [[1999]] de uma [[infarto|parada cardio-respirat\u00f3ria]], em consequ\u00eancia de [[diabete]]s, na sua casa, em Willingboro, [[Nova J\u00e9rsei]].\n\nEm abril de [[2007]], o lutador [[Anthony Carelli]] estreou na [[WWE]] como Santino Marella, em, um tributo para Marella.\n\n== Vida pessoal ==\nMarella foi casado com sua mulher, Maurren, durante 40 anos, e deixou dois filhos (Joey e Victor) e duas filhas (Sharon e Valerie).\n\nEle foi introduzido no [[WWE Hall of Fame|WWF Hall of Fame]] em [[9 de Junho]] de [[1994]].\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{WWE superstar|gorillamonsoon|Gorilla Monsoon}}\n\n{{WWE Hall of Fame (1993-1996)}}\n\n{{Portal3|Wrestling}}\n\n{{DEFAULTSORT:Monsoon, Gorilla}}\n[[Categoria:Lutadores de luta profissional de Nova Iorque]]\n[[Categoria:Executivos de luta profissional]]\n[[Categoria:Apresentadores de luta profissional]]\n[[Categoria:WWE Hall of Fame]]"}]},"5586544":{"pageid":5586544,"ns":0,"title":"Francisco Martins Veras","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Francisco Martins Veras''' ([[Campo Grande (Rio Grande do Norte)|Campo Grande]], [[26 de outubro]] de [[1905]] \u2014 ?, ?) foi um\u00a0[[pol\u00edtico]]\u00a0[[brasil]]eiro. Exerceu o mandato de\u00a0[[deputado federal]] [[constituinte]] pelo [[Rio Grande do Norte]] em [[1934]].{{citar web|url=http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/francisco-martins-veras|t\u00edtulo=Francisco Martins Veras - CPDOC|acessodata=21 de novembro de 2017|publicado=CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do Brasil}}\n\nFilho de Joaquim Martins Veras e de Francisca Dantas Saldanha, ''Francisco Martins Veras'' nasceu no dia 26 de outubro de 1905 na fazenda Maracan\u00e3 da cidade de Campo Grande, atual Augusto Severo, no Rio Grande do Norte. Seus pais eram de fam\u00edlias tradicionais do estado.\n\nInciou seus estudou no Ateneu Rio-Grandense e posteriormente formou-se na Faculdade de Direito de Recife, onde integrou o Centro Acad\u00eamico 11 de Agosto. Entrou na pol\u00edtica ao filiar-se no Partido Democr\u00e1tico de Pernambuco. Chegou a participar da campanha da Alian\u00e7a Liberal, que promovia a candidatura de Get\u00falio Vargas \u00e0 presid\u00eancia da Rep\u00fablica.\n\n{{Citar web|url=http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/francisco-martins-veras|titulo=FRANCISCO MARTINS VERAS {{!}} CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do Brasil|acessodata=2018-10-06|obra=CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do Brasil|ultimo=Brasil|primeiro=CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do|lingua=pt-br}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{Portal3|Biografias|Pol\u00edtica}}\n{{Esbo\u00e7o-pol\u00edticobra}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Deputados federais do Brasil pelo Rio Grande do Norte]]\n[[Categoria:Deputados federais da Assembleia Nacional Constituinte de 1934]]"}]},"4970336":{"pageid":4970336,"ns":0,"title":"Futebol Clube de Cabinda","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Clube de futebol\n |imagem = \n |imagem_tamanho = 120px \n |nome = Futebol Clube de Cabinda\n |nomeabrev = FCC\n |local = [[Cabinda (munic\u00edpio)|Cabinda]], [[Cabinda (prov\u00edncia)|Cabinda]], [[Angola]]\n |fundadoem = {{dtlink|5|7|1955|idade}}\n |liga = \n |temporada = \n |posi\u00e7\u00e3o = \n}}\n'''Futebol Clube de Cabinda''' \u00e9 um clube de futebol da cidade de [[Cabinda (munic\u00edpio)|Cabinda]], a capital da prov\u00edncia de [[Cabinda (prov\u00edncia)|Cabinda]], em [[Angola]]. Disputou o [[Girabola|Girabola - Primeira Divis\u00e3o Angolana de Futebol]] pela \u00faltima vez em 2011.[http://www.rsssf.com/tablesa/ango2011.html Angola 2011], RSSSF\n\nFoi vice-campe\u00e3o da [[Ta\u00e7a de Angola]] em 1988.Batalha, Jos\u00e9.. [http://www.rsssf.com/tablesa/angocuphist.html Angola - List of Cup Finals]. RSSSF. 20 de maio de 2020.\n\nO clube manda seus jogos no [[Est\u00e1dio Nacional do Chiazi]], em Cabinda. \n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-clubefutago}}\n{{Portal3|Futebol|Angola}}\n\n[[Categoria:Clubes de futebol de Angola]]"}]},"230":{"pageid":230,"ns":0,"title":"Anarquismo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|redir=Anarquia|o personagem de banda desenhada|Anarquia (DC Comics)}}\n{{Wikipedia aud\u00edvel|PT-Anarquismo.ogg|27/12/2016}}\n{{Socialismo libert\u00e1rio}}\n'''Anarquismo''' \u00e9 uma [[ideologia|ideologia pol\u00edtica]] que se op\u00f5e a todo tipo de [[hierarquia]] e domina\u00e7\u00e3o, seja ela pol\u00edtica, econ\u00f4mica, social ou cultural, como o [[Estado]], o [[capitalismo]], as institui\u00e7\u00f5es religiosas, o [[racismo]] e o [[patriarcado]].{{Citar enciclop\u00e9dia |ano= 2011|t\u00edtulo = Anarchism|enciclop\u00e9dia= International Encyclopedia of Political Science|editora= Bertrand Badie|local= Thousand Oaks|isbn= }} Atrav\u00e9s de uma an\u00e1lise cr\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o, o anarquismo pretende superar a ordem social na qual esta se faz presente atrav\u00e9s de um projeto construtivo baseado na defesa da [[autogest\u00e3o]],{{HarvRef|name=corr79a|Corr\u00eaa|2014|p=79}} tendo em vista a constitui\u00e7\u00e3o de uma sociedade libert\u00e1ria baseada na coopera\u00e7\u00e3o e na [[ajuda m\u00fatua]] entre os indiv\u00edduos e onde estes possam [[Livre associa\u00e7\u00e3o (comunismo e anarquismo)|associar-se livremente]].{{Citar enciclop\u00e9dia|t\u00edtulo = Anarchism|enciclop\u00e9dia= Encyclop\u00e6dia Britannica|url=https://global.britannica.com/topic/anarchism}}{{Citar enciclop\u00e9dia |ano= 2011|t\u00edtulo = Anarchism|enciclop\u00e9dia= The Concise Encyclopedia of Sociology|editora= Wiley-Blackwell|local= Chichester|isbn= }}\n\nOs meios para se alcan\u00e7ar tais objetivos s\u00e3o motivos de debates e diverg\u00eancias entre os anarquistas. {{HarvRef|name=corr159a|Corr\u00eaa|2014|p=159}} Com base em discuss\u00f5es estrat\u00e9gicas acerca da organiza\u00e7\u00e3o anarquista, das lutas de curto prazo e da [[viol\u00eancia]], estabelecem-se duas correntes do anarquismo: o [[anarquismo insurrecion\u00e1rio]] e o [[anarquismo social]] ou de massas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=255}} O anarquismo insurrecion\u00e1rio afirma que as lutas de curto prazo por reformas e que os movimentos de massa organizados s\u00e3o incompat\u00edveis com o anarquismo, dando \u00eanfase \u00e0 [[propaganda pelo ato]] como o principal meio para despertar uma revolta espont\u00e2nea revolucion\u00e1ria.{{harvy|name=schw123|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=123}} J\u00e1 o anarquismo social ou de massas enfatiza a no\u00e7\u00e3o de que apenas movimentos de massa podem ser capazes de provocar a [[Revolu\u00e7\u00e3o|transforma\u00e7\u00e3o social]] desejada pelos anarquistas, e que tais movimentos, constitu\u00eddos normalmente por meio de lutas por reformas e quest\u00f5es imediatas, devem contar com a presen\u00e7a dos anarquistas, que devem trabalhar no sentido de radicaliz\u00e1-los e transform\u00e1-los em agentes revolucion\u00e1rios.{{harvy|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=124}}\n\nHistoricamente, o anarquismo \u00e9 um fen\u00f4meno moderno, surgindo na segunda metade do {{s\u00e9c|XIX}} no contexto da [[Segunda Revolu\u00e7\u00e3o Industrial]], a partir da radicaliza\u00e7\u00e3o do [[mutualismo (economia)|mutualismo]] de [[Pierre-Joseph Proudhon]] no seio da [[Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores]] (AIT), durante o final da d\u00e9cada de 1860. Entre 1868 e 1894, o anarquismo j\u00e1 havia se desenvolvido significativamente e tamb\u00e9m havia sido difundido globalmente, exercendo, at\u00e9 1949, grande influ\u00eancia entre os movimentos oper\u00e1rios e revolucion\u00e1rios, embora tenha continuado a exercer influ\u00eancia significativa em diversos [[Movimento social|movimentos sociais]] do per\u00edodo [[p\u00f3s-guerra]] at\u00e9 a contemporaneidade, entre fluxos e refluxos.{{HarvRef|name=corr70b|Corr\u00eaa|2012|p=70}}\n\n== Etimologia e terminologia ==\nO termo ''[[wikt:anarquismo|anarquismo]]'' \u00e9 composto pela palavra ''[[wikt:anarquia|anarquia]]'' e pelo sufixo ''[[wikt:-ismo|-ismo]]'',{{citar web|url=http://www.etymonline.com/index.php?term=anarchism&allowed_in_frame=0|t\u00edtulo=Anarchism|acessodata=11 de setembro de 2015|publicado=Online Etymology Dictionary}} derivando do [[L\u00edngua grega|grego]] \u1f00\u03bd\u03b1\u03c1\u03c7\u03bf\u03c2, [[Translitera\u00e7\u00e3o|transliterado]] ''anarkhos'', que significa \"sem governantes\",{{citar web|url=http://www.merriam-webster.com/dictionary/anarchy|t\u00edtulo=Anarchy|acessodata=11 de setembro de 2015|publicado=[[Merriam-Webster]] Online}}{{citar web|url=http://www.perseus.tufts.edu/cgi-bin/ptext?doc=Perseus%3Atext%3A1999.04.0057%3Aentry%3D%237439|t\u00edtulo=A Greek-English Lexicon|autor=Liddell, Henry George|coautores=Scott, Robert|acessodata=11 de setembro de 2015|publicado=Perseus Digital Library}} a partir do [[Prefixo gramatical|prefixo]] \u1f00\u03bd-, ''an-'', \"sem\" + \u1f04\u03c1\u03c7\u03ae, ''arkh\u00ea'', \"soberania, reino, magistratura\" + o [[sufixo]] -\u03b9\u03c3\u03bc\u03cc\u03c2, ''-ism\u00f3s'', da [[Radical (lingu\u00edstica)|raiz]] [[Verbo|verbal]] -\u03b9\u03b6\u03b5\u03b9\u03bd, ''-izein''. O primeiro uso conhecido da palavra data de 1539. A palavra passou a ser amplamente utilizada no contexto da [[Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]],{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=41}} sendo utilizada por [[Maximilien de Robespierre|Robespierre]] para desqualificar grupos radicais de oposi\u00e7\u00e3o, como os ''[[enrag\u00e9s]]'' de [[Jacques Roux]], tendo uma conota\u00e7\u00e3o essencialmente negativa.{{HarvRef|name=corr42a|Corr\u00eaa|2014|p=42}} O primeiro fil\u00f3sofo a declarar-se anarquista foi [[Pierre-Joseph Proudhon]], em 1840, na sua obra ''[[O Que \u00c9 a Propriedade?]]'', ao perceber a ambiguidade da palavra grega ''anarchos'', que pode significar n\u00e3o apenas a desordem, mas tamb\u00e9m a falta de governo em situa\u00e7\u00f5es onde este \u00e9 considerado desnecess\u00e1rio, proclamando-se anarquista com base neste \u00faltimo significado, numa tentativa de ressaltar que a cr\u00edtica que se propunha fazer ao Estado e a autoridade n\u00e3o implicava na defesa da desordem,{{Sfn|Woodcock|2002a|p=10}} tentando assim atribuir ao termo um sentido positivo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=46}}\n\nEntretanto, apenas progressivamente o termo foi perdendo sua conota\u00e7\u00e3o negativa, e os primeiros militantes anarquistas, no contexto da Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores (AIT), jamais se declararam como tal,{{Sfn|Enckel|1991|p=199}} preferindo a utiliza\u00e7\u00e3o de termos como \"socialismo revolucion\u00e1rio\" ou \"coletivismo\". Os termos \"anarquia\" e \"anarquismo\" passaram a ser reivindicados pelos militantes de uma forma mais generalizada apenas ap\u00f3s a cis\u00e3o da AIT e a forma\u00e7\u00e3o da [[Internacional de Saint-Imier]], em 1872.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=47}} Entretanto, n\u00e3o houve uma homogeneiza\u00e7\u00e3o nesse sentido, e outros termos tais como \"[[socialismo libert\u00e1rio]]\", \"[[comunismo libert\u00e1rio]]\" e \"socialismo antiautorit\u00e1rio\" foram amplamente reivindicados por militantes anarquistas, embora n\u00e3o possam ser associados como sin\u00f4nimos do anarquismo em alguns casos, pois estendem-se tamb\u00e9m a outros setores da esquerda socialista e revolucion\u00e1ria.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=48}}\n\n== Hist\u00f3ria ==\n{{Artigo principal|Hist\u00f3ria do anarquismo}}\n{{Formas de governo}}\nO surgimento do anarquismo relaciona-se a um contexto hist\u00f3rico particular da segunda metade do {{s\u00e9c|XIX}}, que implicou mudan\u00e7as sociais amplas e significativas.{{HarvRef|name=corr14b|Corr\u00eaa|2012|p=14}} Os historiadores Lucien van der Walt e Steven Hirsch apontam que, durante o {{s\u00e9c|XIX}}, o capitalismo desenvolveu-se e [[globaliza\u00e7\u00e3o|globalizou-se]], a partir da integra\u00e7\u00e3o das estruturas econ\u00f4micas mundiais, dentro de marcos estabelecidos pela [[Segunda Revolu\u00e7\u00e3o Industrial]];{{harvy|name=hw34|Hirsch_Walt|Hirsch & van der Walt|2010|p=34}} ao mesmo tempo, os [[Estado Moderno|Estados Modernos]] consolidaram-se e levaram a cabo uma [[imperialismo|expans\u00e3o imperial]] significativa ligada em grande parte ao aumento da produ\u00e7\u00e3o mundial e \u00e0s novas [[tecnologia]]s desenvolvidas. Tais processos s\u00e3o acompanhados por um crescimento significativo da [[imigra\u00e7\u00e3o]] de trabalhadores, com aumentos sem precedentes na migra\u00e7\u00e3o transoce\u00e2nica e intracontinental e ao mesmo tempo por um desenvolvimento significativo das tecnologias em geral, em especial dos transportes e das comunica\u00e7\u00f5es. A promo\u00e7\u00e3o do [[racionalismo]] e a circula\u00e7\u00e3o de [[valor (\u00e9tica)|valores]] modernos como a [[liberdade individual]] e a [[igualdade perante a lei]], que ganharam relev\u00e2ncia com a [[Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]] e contribu\u00edram com o enfraquecimento da influ\u00eancia religiosa na sociedade,{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=16-17}} tamb\u00e9m s\u00e3o aspectos a serem levados em considera\u00e7\u00e3o no contexto de surgimento do anarquismo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=15}} Assim como a reorganiza\u00e7\u00e3o das [[classe social|classes sociais]] e seu [[protagonista|protagonismo]] em conflitos nas cidades e nos campos, que, em geral, acabaram contribuindo com o fortalecimento da no\u00e7\u00e3o de que a a\u00e7\u00e3o humana poderia modificar o futuro. Em especial, os conflitos de classe fortaleceram a no\u00e7\u00e3o de que os oprimidos, por meio de sua a\u00e7\u00e3o, poderiam transformar a sociedade,{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=17}} no\u00e7\u00e3o favorecida pelo pr\u00f3prio surgimento e desenvolvimento das [[socialismo|ideias socialistas]] durante o in\u00edcio do {{s\u00e9c|XIX}}. Nesse contexto, surgem movimentos que, n\u00e3o se sentindo contemplados pelas [[ideologia]]s pol\u00edticas em voga, desenvolvem, a partir de uma inter-rela\u00e7\u00e3o [[pr\u00e1tica]]-[[teoria|te\u00f3rica]], os elementos fundamentais do anarquismo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=18}} Este surge no seio da [[Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores]] (AIT) no final da d\u00e9cada de 1860 atrav\u00e9s da radicaliza\u00e7\u00e3o do mutualismo proudhonista.{{HarvRef|name=corr21b|Corr\u00eaa|2012|p=21}} O anarquismo, entre 1868 e 1894, j\u00e1 havia se desenvolvido significativamente e tamb\u00e9m havia sido difundido globalmente, e exerceu, at\u00e9 1949, grande influ\u00eancia entre os movimentos oper\u00e1rios e revolucion\u00e1rios, embora tenha continuado a exercer influ\u00eancia significativa em diversos movimentos sociais do per\u00edodo [[p\u00f3s-guerra]] at\u00e9 a contemporaneidade, entre fluxos e refluxos.\n\n=== Antecedentes ===\nAlguns autores v\u00eam identificando elementos considerados anarquistas em alguns autores anteriores \u00e0 segunda metade do {{s\u00e9c|XIX}}, como por exemplo, [[Lao Zi]], [[Chuang-Tzu]], [[Zen\u00e3o de C\u00edtio]], [[Di\u00f3genes de Sinope]] e os demais [[cinismo|c\u00ednicos]], al\u00e9m de [[Fran\u00e7ois Rabelais]], [[\u00c9tienne de La Bo\u00e9tie]],{{Sfn|Woodcock|2002a|p=40}} [[William Godwin]]{{Sfn|Pilla Vares|1988|p=20}} e [[Max Stirner]];{{Sfn|Pilla Vares|1988|p=22-23}} tamb\u00e9m apontam-se elementos do anarquismo em movimentos religiosos como o dos [[anabatista]]s e o dos [[hussitas]],{{Sfn|Woodcock|2002a|p=40}} e em movimentos radicais como o dos [[escavadores]] de [[Gerrard Winstanley]]{{Sfn|Woodcock|2002a|p=48-58}} e o dos ''[[enrag\u00e9s]]'' de [[Jacques Roux]] na [[Revolu\u00e7\u00e3o Francesa]].{{Sfn|Woodcock|2002a|p=59-64}} O proeminente anarquista russo [[Piotr Kropotkin]], ao buscar pelas origens do anarquismo, procurou encontr\u00e1-las n\u00e3o em [[filosofia|fil\u00f3sofos]] isolados, mas sim nas massas populares an\u00f4nimas.{{Sfn|Woodcock|2002a|p=39}} Kropotkin afirmava que, atrav\u00e9s dos tempos, sempre houve duas correntes de pensamento e de a\u00e7\u00e3o em conflito nas sociedades humanas, sendo elas, de um lado a tend\u00eancia ao [[apoio m\u00fatuo]], exemplificada pelos costumes [[tribo|tribais]], pelas comunidades [[aldeia|alde\u00e3s]], pelas [[guilda]]s medievais e por todas as outras [[institui\u00e7\u00e3o|institui\u00e7\u00f5es]] que Kropotkin afirmou serem \"criadas e mantidas n\u00e3o atrav\u00e9s de [[lei]]s mas pelo esp\u00edrito criativo das massas\"; e do outro lado, a tend\u00eancia ao [[autoritarismo]], representada pelas [[elite]]s e [[governo|governantes]].{{Sfn|Woodcock|2002a|p=39-40}} Para Kropotkin, as ra\u00edzes do anarquismo remontavam aos tempos [[pr\u00e9-hist\u00f3ria|pr\u00e9-hist\u00f3ricos]] e, a partir disso, passou a analisar toda a gama de movimentos [[Rebeli\u00e3o|rebeldes]] at\u00e9 os primeiros [[sindicalismo|sindicalistas]] franceses, ao tentar construir a sua hist\u00f3ria do anarquismo.{{Sfn|Woodcock|2002a|p=40}} Entretanto, novos historiadores do anarquismo t\u00eam criticado tais abordagens, consideradas \"ahist\u00f3ricas\",{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=8}} e defendem que a ideologia e o movimento anarquista s\u00e3o fen\u00f4menos relacionados ao contexto hist\u00f3rico particular da segunda metade do {{s\u00e9c|XIX}}.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=10}} Eles tamb\u00e9m t\u00eam argumentado que muitos dos fil\u00f3sofos considerados \"pr\u00e9-anarquistas\", tais como Godwin e Stirner, n\u00e3o tiveram qualquer impacto significativo no desenvolvimento do anarquismo, sendo resgatados pelos militantes anarquistas posteriormente, quando o anarquismo j\u00e1 estava bem estabelecido globalmente.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=149\u2013150}}\n\n[[Imagem:Portrait Pierre-Joseph Proudhon.jpg|thumb|180px|esquerda|O franc\u00eas [[Pierre-Joseph Proudhon]] \u00e9 considerado o precursor do anarquismo]]\n\nO [[socialismo ut\u00f3pico]] de [[Charles Fourier]] influenciou fortemente os primeiros anarquistas, inclusive [[Pierre-Joseph Proudhon]],{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=148}} cujo pensamento teve um impacto significativo entre os trabalhadores do {{s\u00e9c|XIX}} e constituiu as bases do anarquismo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=153}} As teorias econ\u00f4micas de Proudhon criticavam a [[propriedade privada]], a explora\u00e7\u00e3o e interpretavam a sociedade de classes e o processo de [[luta de classes]], afirmando que o \"regime propriet\u00e1rio\", colocando em oposi\u00e7\u00e3o as classes sociais, tem, como fundamento, a \"explora\u00e7\u00e3o do homem pelo homem\".{{Sfn|Berthier|2008|p=55}} Juntamente com a sua cr\u00edtica econ\u00f4mica, Proudhon criticou o Estado e o governo, unindo, numa mesma cr\u00edtica, desde suas primeiras obras, a propriedade capitalista e o estadismo governamentalista, relacionando o capitalismo, a \"explora\u00e7\u00e3o do homem pelo homem\", e o estadismo, \"governo do homem pelo homem\".{{Sfn|Bancal|1984|p=175}} H\u00e1 tamb\u00e9m em Proudhon a cr\u00edtica \u00e0 religi\u00e3o e \u00e0 [[educa\u00e7\u00e3o]], que, para ele, atuariam como instrumentos de legitima\u00e7\u00e3o do capitalismo e do Estado. Para a solu\u00e7\u00e3o do que chamou de \"problema social\", Proudhon prop\u00f5e o [[mutualismo (economia)|mutualismo]] na economia e o [[Federalismo libert\u00e1rio|federalismo]] na pol\u00edtica, de modo que os trabalhadores viessem a se organizar em uma sociedade que se autogerisse economicamente e se autoadministrasse politicamente.{{Sfn|Bancal|1984|p=179}} O mutualismo federalista de Proudhon teria ainda, como objetivo, tornar \"o trabalho do povo\" e \"a sociedade trabalhadora\" as for\u00e7as maiores que inverteriam as \"f\u00f3rmulas atuais da sociedade e envolva o capital e o Estado e os subjugue\", de modo que os trabalhadores, organizados de baixo para cima em associa\u00e7\u00f5es mutuais (agr\u00edcolas e industriais de produ\u00e7\u00e3o, de consumo e de cr\u00e9dito), deveriam \"simultaneamente inverter as rela\u00e7\u00f5es do [[capital (economia)|capital]] e do [[Trabalho (economia)|trabalho]] e inverter as rela\u00e7\u00f5es do governo e da sociedade\".{{Sfn|Bancal|1984|p=182}} Entretanto, h\u00e1 aspectos na obra de Proudhon que o distanciam do anarquismo, tais como posturas amb\u00edguas em rela\u00e7\u00e3o ao processo [[revolu\u00e7\u00e3o|revolucion\u00e1rio]], ora defendendo a viol\u00eancia e a revolu\u00e7\u00e3o social e ora defendendo um processo gradual de mudan\u00e7a atrav\u00e9s de cooperativas mutualistas; ao pr\u00f3prio Estado, que em alguns momentos \u00e9 duramente criticado e em outros considera-se a sua exist\u00eancia, ainda que de maneira descentralizada;{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=155}} al\u00e9m de ter sustentado, em alguns momentos, concilia\u00e7\u00f5es entre a [[burguesia]] e o [[proletariado]].{{Sfn|Berthier|2008|p=85-86}} Entretanto, a cr\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o e a defesa da autogest\u00e3o, al\u00e9m de sua \u00eanfase na organiza\u00e7\u00e3o autogestion\u00e1ria e federalista dos trabalhadores, constitu\u00edram as bases do anarquismo, que surge no seio da [[Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores]] (AIT) no final da d\u00e9cada de 1860, com a radicaliza\u00e7\u00e3o do mutualismo proudhoniano.\n\n=== A Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores, surgimento e desenvolvimento ===\n{{Artigo principal|Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores|Internacional de St. Imier}}\n\nEm meio ao contexto hist\u00f3rico da segunda metade do {{s\u00e9c|XIX}}, em setembro de 1864, um n\u00famero significativo de oper\u00e1rios reunidos no St. Martin's Hall, em [[Londres]], fundou a Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores (AIT), conhecida posteriormente como [[Primeira Internacional]]. A AIT tinha, por objetivo, criar um organismo internacional no qual a classe trabalhadora pudesse se associar para discutir projetos comuns, constituindo um espa\u00e7o que propiciou as condi\u00e7\u00f5es para o surgimento do movimento anarquista, alguns anos ap\u00f3s sua funda\u00e7\u00e3o.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=19}} No in\u00edcio, as organiza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias que integravam a AIT eram muito distintas entre si, incluindo [[sindicalismo|sindicalista]]s [[reformismo|reformistas]], [[republicanismo|republicanos]] e [[Democracia|democratas]] radicais, [[mutualismo (pol\u00edtica)|mutualistas]] proudhonianos e [[comunismo|comunistas]].{{Sfn|Musto|2014|p=21-22}} Em um primeiro momento, a organiza\u00e7\u00e3o buscou articular-se em n\u00edveis locais, por meio de suas se\u00e7\u00f5es e, ap\u00f3s o estabelecimento de suas bases de acordo, passa a agir internacionalmente. Em um primeiro momento, s\u00e3o realizados congressos anuais a partir de 1866.{{HarvRef|name=corr20b|Corr\u00eaa|2012|p=20}}\n\nO primeiro congresso, realizado em [[Genebra]], na [[Su\u00ed\u00e7a]], aprovou os [[estatuto]]s gerais da associa\u00e7\u00e3o, deliberou pela estrutura federalista e foi reconhecida a fun\u00e7\u00e3o fundamental dos [[sindicato]]s, por constitu\u00edrem eficientes centros de organiza\u00e7\u00e3o e luta da classe trabalhadora.{{Sfn|Musto|2014|p=31-32}} O segundo congresso, ocorrido em [[Lausana|Lausanne]] no ano de 1867, foi marcado pela forte presen\u00e7a dos mutualistas, que deliberaram o est\u00edmulo \u00e0s [[Cooperativa de cr\u00e9dito|cooperativas de cr\u00e9dito]] e de produ\u00e7\u00e3o, nas quais se deveria fazer penetrar o esp\u00edrito mutualista e federalista. {{Sfn|Musto|2014|p=37-38}} J\u00e1 o terceiro congresso, realizado em [[Bruxelas]], na [[B\u00e9lgica]], em 1868, marcou um momento de radicaliza\u00e7\u00e3o da AIT, onde foram aprovadas resolu\u00e7\u00f5es sobre a socializa\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o e o incentivo \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novos sindicatos e ao ingresso das massas na AIT. Nesse congresso, a AIT recomendou o m\u00e9todo federalista, devendo as decis\u00f5es nos sindicatos ser tomadas pelas bases e com as delega\u00e7\u00f5es submetidas ao controle dos trabalhadores. Tamb\u00e9m foi sugerido o uso da [[greve geral]] como instrumento revolucion\u00e1rio. Os pr\u00f3prios movimentos populares que constitu\u00edam as bases da AIT haviam se radicalizado nesse per\u00edodo.\n\n{{multiple image\n | direction = vertical\n | width = 180\n | header =\n | align = right\n | image1 = Baselerkongress 1869.jpg\n | alt1 =\n | caption1 = Delegados do [[Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores#Congresso da Basileia de 1869|Congresso da Basileia de 1869]].\n | image2 = Fanelli Madrid.JPG\n | alt2 =\n | caption2 = [[Giuseppe Fanelli]], militante da [[Alian\u00e7a da Democracia Socialista]], no centro e ao fundo, junto ao grupo fundador da AIT em [[Madrid]], na [[Espanha]], em outubro de 1869.\n}}\nO Congresso de Bruxelas havia representado o triunfo do [[anarquismo coletivista|coletivismo]] sobre o [[Mutualismo (economia)|mutualismo]] no seio da AIT,{{Sfn|Samis|2011|p=156}} consolidado pela radicaliza\u00e7\u00e3o de muitos antigos mutualistas proudhonianos e no Congresso da Basileia de 1869,{{Sfn|Samis|2011|p=149}} que contou com a presen\u00e7a de [[Mikhail Bakunin]] e outros coletivistas da [[Alian\u00e7a da Democracia Socialista]] (ADS), que haviam acabado de romper com a [[Liga da Paz e da Liberdade]]{{HarvRef|name=corr22b|Corr\u00eaa|2012|p=22}} e apresentado um pedido de ades\u00e3o \u00e0 Internacional, inicialmente rejeitado, sob o argumento de que a Alian\u00e7a da Democracia Socialista tamb\u00e9m era uma organiza\u00e7\u00e3o internacional por si mesma, e apenas organiza\u00e7\u00f5es nacionais eram permitidas enquanto membros da AIT. A Alian\u00e7a, ent\u00e3o, foi dissolvida e os v\u00e1rios grupos que a formavam uniram-se \u00e0 Internacional separadamente. A Alian\u00e7a \u00e9 tida como a primeira organiza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica anarquista{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=24}} e seu programa buscava estimular organiza\u00e7\u00f5es de massas e ve\u00edculos de [[propaganda]] p\u00fablica e, ao mesmo tempo, articular uma organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que teria, como objetivo, fortalecer a interven\u00e7\u00e3o da ADS entre as massas. Seus militantes foram os respons\u00e1veis pela cria\u00e7\u00e3o de se\u00e7\u00f5es da AIT em pa\u00edses onde ela ainda n\u00e3o existia, como na [[Espanha]], na [[It\u00e1lia]], em [[Portugal]] e mesmo na [[Am\u00e9rica Latina]] atrav\u00e9s de correspond\u00eancias, al\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o de novas se\u00e7\u00f5es em pa\u00edses onde a associa\u00e7\u00e3o j\u00e1 operava, como a [[Federa\u00e7\u00e3o do Jura]] na [[Su\u00ed\u00e7a]]. Criando ou participando das se\u00e7\u00f5es da AIT, esses anarquistas promoveram programas que sustentavam a necessidade de mobiliza\u00e7\u00f5es amplas de trabalhadores, articulados em movimentos classistas, para a realiza\u00e7\u00e3o de lutas populares combativas, independentes e organizadas em bases federalistas que fossem capazes de proporcionar conquistas imediatas aos trabalhadores e tamb\u00e9m caminhar rumo \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o social e ao socialismo, passando necessariamente pela derrubada do capitalismo e do Estado.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=24-25}}\n\nDesde o Congresso da Basileia de 1869, os conflitos entre os federalistas, dentre os quais se encontravam Mikhail Bakunin e os anarquistas coletivistas, e os centralistas, que se encontravam fundamentalmente ao redor de [[Karl Marx]] e do Conselho Geral, se tornaram cada vez maiores. A Confer\u00eancia de Londres, realizada em 1871, que teve participa\u00e7\u00e3o restrita, sem representa\u00e7\u00e3o das se\u00e7\u00f5es, constituiu as bases da cis\u00e3o que se daria em 1872, no quinto congresso da AIT, em [[Haia]].{{HarvRef|name=corr32b|Corr\u00eaa|2012|p=32}} Esse congresso marcou a cis\u00e3o definitiva da Internacional e do pr\u00f3prio movimento oper\u00e1rio europeu. Os centralistas, que exerciam influ\u00eancia nas se\u00e7\u00f5es da [[Alemanha]], [[Inglaterra]] e algumas dos [[Estados Unidos]], decidiram transferir o Conselho Geral de Londres para [[Nova Iorque]], declarando o fim da Internacional em 1876. Os federalistas, que exerciam influ\u00eancia nas se\u00e7\u00f5es da Espanha, It\u00e1lia, B\u00e9lgica, Su\u00ed\u00e7a, [[Fran\u00e7a]] e tamb\u00e9m algumas dos Estados Unidos, fundaram, ainda em 1872, a [[Internacional de Saint-Imier]], que esteve ativa at\u00e9 1877 e operou sob princ\u00edpios federalistas. Foi com a forma\u00e7\u00e3o da Internacional de Saint Imier que o anarquismo atingiu sua maturidade plena, tornando-se um corpo te\u00f3rico que organiza, [[sistema]]tiza, representa e justifica a luta, e os m\u00e9todos de luta, para chegar a uma pretendida transforma\u00e7\u00e3o profunda da sociedade.{{Sfn|Colombo|2011|p=127}}\n\nDe modo geral, durante a sua exist\u00eancia, a AIT havia estabelecido uma estrutura org\u00e2nica, com presen\u00e7a em diversos pa\u00edses, articulando, permanentemente, trabalhadores e movimentos classistas e internacionalistas que, em meio \u00e0s suas produ\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas, amadureceram e radicalizaram suas posi\u00e7\u00f5es. As mobiliza\u00e7\u00f5es locais de trabalhadores tiveram o apoio da associa\u00e7\u00e3o e estimularam a solidariedade entre os oper\u00e1rios. Experi\u00eancias positivas e negativas foram utilizadas como base de reflex\u00e3o cr\u00edtica para a continuidade do movimento e discutiram-se quest\u00f5es centrais do [[movimento oper\u00e1rio]] em geral, e do [[socialismo]] em particular, elementos que foram imprescind\u00edveis para o surgimento e o desenvolvimento do anarquismo. Os militantes da Alian\u00e7a da Democracia Socialista, atuando atrav\u00e9s da AIT, tiveram um papel determinante na difus\u00e3o do anarquismo em diversas partes do mundo, especialmente na [[Europa]], atuando de maneira significativa para o estabelecimento e crescimento das se\u00e7\u00f5es da Internacional na Espanha, It\u00e1lia, Portugal e Su\u00ed\u00e7a, onde ocorreram os primeiros grandes marcos hist\u00f3ricos do movimento anarquista.{{HarvRef|name=corr30b|Corr\u00eaa|2012|p=30}}\n\n=== Primeira onda (1868-1894) ===\nEsse per\u00edodo foi marcado pelo surgimento do anarquismo no interior da AIT, entre os coletivistas, e pela sua difus\u00e3o, por obra dos militantes da Alian\u00e7a da Democracia Socialista, em diversos pa\u00edses, principalmente na Europa mas tamb\u00e9m atrav\u00e9s de correspond\u00eancias com pa\u00edses fora do continente europeu, entre 1868 e 1872, e pelo amadurecimento do anarquismo no contexto da Internacional de Saint Imier.{{Sfn|Colombo|2011|p=127}} Nesse per\u00edodo, sua maior for\u00e7a encontrou-se na Europa e nas Am\u00e9ricas, e sua estrat\u00e9gia fundamental foi o sindicalismo de inten\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria, embora tamb\u00e9m tenha encontrado for\u00e7a em a\u00e7\u00f5es insurrecionais, tanto revoltas armadas como atentados, nas organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas, assim como em publica\u00e7\u00f5es e outras iniciativas culturais, como a cria\u00e7\u00e3o de centros de cultura e escolas libert\u00e1rias.{{HarvRef|name=corr31b|Corr\u00eaa|2012|p=31}}{{HarvRef|name=corr34b|Corr\u00eaa|2012|p=34}}\n\nAs primeiras iniciativas anarquistas ocorreram na Europa, em especial, na [[Espanha]], onde os anarquistas fundaram organiza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias, organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas e tiveram papel importante nas [[Revolu\u00e7\u00e3o Cantonal|Revoltas Cantonalistas]] de 1873, que buscaram estabelecer por meio das armas, um federalismo radical, implicando a autonomia das cidades e dos [[cant\u00e3o|cant\u00f5es]]; e na [[It\u00e1lia]], onde fundam-se organiza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias e organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas e tentam-se insurrei\u00e7\u00f5es em 1874 e 1877. A [[Comuna de Paris]], na [[Fran\u00e7a]], \u00e9 tida como o acontecimento mais relevante desse per\u00edodo; proclamada em 18 de mar\u00e7o de 1871, a Comuna \u00e9 considerada o primeiro governo oper\u00e1rio da hist\u00f3ria, e nela tomaram parte muitos membros federalistas da AIT, incluindo alguns anarquistas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=31-32}} Embora estes n\u00e3o estivessem em maioria, o historiador [[George Woodcock]] chamou a aten\u00e7\u00e3o para sua participa\u00e7\u00e3o nas atividades da Comuna:{{Sfn|Woodcock|2002b|p=68-69}}\n\n
''Uma importante contribui\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades da Comuna e, em particular, \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos, foi feita por membros de v\u00e1rias fac\u00e7\u00f5es anarquistas, incluindo-se os mutualistas [[Gustave Courbet|Courbet]], [[Charles Longuet|Longuet]] e Vermorel, os coletivistas libert\u00e1rios [[Louis Eug\u00e8ne Varlin|Varlin]], [[Beno\u00eet Malon|Malon]] e Lefran\u00e7ais e os bakuninistas \u00c9lie e [[\u00c9lis\u00e9e Reclus]] e [[Louise Michel]].''
\n\nA grande repress\u00e3o que se seguiu \u00e0 Comuna de Paris \u2014 30 mil mortos, cerca de 40 mil deten\u00e7\u00f5es e milhares de fugitivos \u2014 arrasou o movimento oper\u00e1rio franc\u00eas, e o anarquismo naquele pa\u00eds ingressou numa onda insurrecional, com diversos atentados levados a cabo ao final de 1890.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=31-32}} Os principais atentados de anarquistas na Fran\u00e7a ocorreram entre 1892 e 1894, iniciados por [[Ravachol]]{{Sfn|Woodcock|2002b|p=89}} e sucedidos por L\u00e9authier, [[Th\u00e9odule Meunier]],{{Sfn|Woodcock|2002b|p=94}} [[Auguste Vaillant]],{{Sfn|Woodcock|2002b|p=95}} [[\u00c9mile Henry]]{{Sfn|Woodcock|2002b|p=96}} e [[Sante Geronimo Caserio|Sante Caserio]].{{Sfn|Woodcock|2002b|p=98}}\n\nO movimento anarquista, nesse per\u00edodo, tamb\u00e9m consolidou-se nas Am\u00e9ricas; no [[M\u00e9xico]], j\u00e1 em 1868 foi fundada uma organiza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica anarquista, ''La Social'', e entre 1877 e 1878, os anarquistas constitu\u00edram hegemonia no movimento oper\u00e1rio mexicano, articulados no ''Gran C\u00edrculo de Obreros en M\u00e9xico'' (GCOM). {{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=33}} O anarquismo tamb\u00e9m surgiu em [[Cuba]] entre 1883 e 1885, com a forma\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas e organiza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias; os anarquistas cubanos tamb\u00e9m tomaram parte na luta anticolonial e na [[Guerra de Independ\u00eancia Cubana]] nesse per\u00edodo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=33}} Na parte sul do continente, o anarquismo surgiu no [[Uruguai]] e no [[Chile]] em 1872, a partir da constitui\u00e7\u00e3o de se\u00e7\u00f5es da AIT nesses pa\u00edses, e come\u00e7a a se desenvolver logo em seguida.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=32-33}} Na [[Argentina]], o movimento anarquista surge em 1876, com a funda\u00e7\u00e3o do ''Centro de Propaganda Obrera'' e, depois, do ''C\u00edrculo Comunista An\u00e1rquico''; visitas de anarquistas italianos ao pa\u00eds em 1887 possibilitaram a funda\u00e7\u00e3o do sindicato dos padeiros e tamb\u00e9m trouxeram para a Argentina o debate acerca do organizacionismo e antiorganizacionismo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=33}}\n\n[[Imagem:HaymarketRiot-Harpers.jpg|thumb|Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica da [[Revolta de Haymarket]]]]\nNos [[Estados Unidos]], o movimento anarquista consolidou-se com o Congresso de Pittsburgh, em 1883, e com a funda\u00e7\u00e3o da ''International Working People's Association'' (IWPA), mais conhecida como [[Internacional Negra]], express\u00e3o de massas anarquista que, em 1886, chegou a ter {{fmtn|2500}} militantes e contar com {{fmtn|10000}} colaboradores; outros marcos significativos foram a funda\u00e7\u00e3o, em 1884, da ''[[Central Labor Union]]'' (CLU), que somente em [[Chicago]] chegou a ter 28 mil trabalhadores em 1886, e a greve pelas oito horas de trabalho ocorrida em maio daquele mesmo ano, que envolveu cerca de 300 mil trabalhadores ao redor dos EUA e terminou com a condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de cinco militantes anarquistas em Chicago, ap\u00f3s o incidente que ficou conhecido como [[Revolta de Haymarket]].{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=33-34}} Em 1889, o Primeiro de Maio foi estabelecido pela [[Segunda Internacional]] como o [[Dia Internacional dos Trabalhadores]], em homenagem aos cinco militantes anarquistas mortos, que ficaram conhecidos como M\u00e1rtires de Chicago.\n\nNa [[\u00c1frica]], o movimento anarquista surgiu em 1876 no [[Egito]], com imigrantes italianos que constitu\u00edram, em 1877, uma se\u00e7\u00e3o da [[Internacional de St. Imier]] e, em 1881, o C\u00edrculo Europeu de Estudos Sociais. Na [[\u00c1frica do Sul]], a propaganda anarquista surgiu em 1886, por obra de imigrantes ingleses, mas o movimento anarquista nesse pa\u00eds s\u00f3 foi se desenvolver alguns anos mais tarde.\n\nDentre os elementos que contribu\u00edram com o refluxo dessa onda, destacam-se a dura repress\u00e3o aos anarquistas, ocasionada como resposta \u00e0 Comuna de Paris, aos atentados na Fran\u00e7a e ao movimento oper\u00e1rio nos Estados Unidos, al\u00e9m do fortalecimento das estrat\u00e9gias eleitorais entre os trabalhadores.\n\n=== Segunda onda (1895-1923) ===\nA segunda onda do movimento anarquista \u00e9 considerada a maior e mais relevante, marcada pela consolida\u00e7\u00e3o do sindicalismo de inten\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria e das organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas em tempos de guerra e rea\u00e7\u00e3o. O contexto em que se insere esse per\u00edodo \u00e9 o da expans\u00e3o do capitalismo, potencializada nos anos 1890 com a abertura de col\u00f4nias africanas e v\u00e1rias partes da [[\u00c1sia]] \u00e0 domina\u00e7\u00e3o imperialista. A [[Primeira Guerra Mundial]] tamb\u00e9m teve grande impacto nesse per\u00edodo, e a posi\u00e7\u00e3o de parte do movimento anarquista, [[Manifesto dos Dezesseis|de apoio aos Aliados]], gerou conflitos internos relevantes. Durante a guerra, iniciou-se um processo lento de substitui\u00e7\u00f5es das importa\u00e7\u00f5es que possibilitou a forma\u00e7\u00e3o de um incipiente parque industrial em diversos pa\u00edses da [[Am\u00e9rica Latina]],{{HarvRef|name=corr36b|Corr\u00eaa|2012|p=36}} de modo que o movimento anarquista consolidou-se nessa regi\u00e3o atrav\u00e9s de estrat\u00e9gias e mobiliza\u00e7\u00f5es anarcossindicalistas e sindicalistas revolucion\u00e1rias.{{HarvRef|name=corr44b|Corr\u00eaa|2012|p=44}} O per\u00edodo tamb\u00e9m \u00e9 marcado por uma [[Revolu\u00e7\u00f5es de 1917-23|onda massiva de mobiliza\u00e7\u00f5es crescentes entre 1917 e 1923]], nas quais os anarquistas exerceram um papel fundamental. Influ\u00eancias individualistas se aproximaram dos anarquistas nesse per\u00edodo, em localidades como [[Alemanha]], [[Estados Unidos]], [[Inglaterra]] e [[R\u00fassia]].\n\nEm termos internacionais, as duas experi\u00eancias de maior influ\u00eancia no mundo, e que contaram, em sua forma\u00e7\u00e3o, com participa\u00e7\u00e3o anarquista determinante, foram a ''[[Confedera\u00e7\u00e3o Geral do Trabalho (Fran\u00e7a)|Conf\u00e9d\u00e9ration G\u00e9n\u00e9rale du Travail]]'' (CGT), fundada na [[Fran\u00e7a]], em 1895, e que, em 1906, elaborou a [[Carta de Amiens]], que teve impacto significativo no mundo hispano-lus\u00f3fono; e a ''[[Industrial Workers of the World]]'' (IWW), fundada em 1905 nos Estados Unidos, que teve um impacto muito relevante no mundo angl\u00f3fono, mesmo com a cis\u00e3o de 1908, entre a IWW de [[Chicago]] e a IWW de [[Detroit]], que se reproduziu em outros pa\u00edses.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=36-37}} A CGT chegou a ter 400 mil membros e 850 mil em 1914; criou estruturas de mobiliza\u00e7\u00e3o sindical e um aparato de educa\u00e7\u00e3o popular sem precedentes, enquanto a IWW configurou-se como uma organiza\u00e7\u00e3o internacional e estabeleceu-se em diversos pa\u00edses. Outra experi\u00eancia internacional relevante foi o [[Congresso Internacional Anarquista de Amsterd\u00e3|Congresso Anarquista de Amsterd\u00e3]], que reuniu 80 delegados de diversos pa\u00edses; durante o congresso, diversos temas foram debatidos, em particular sobre as mobiliza\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias do movimento anarquista, a [[educa\u00e7\u00e3o popular]], a greve geral e o [[antimilitarismo]]. Al\u00e9m disso, em 1922, foi fundada, em [[Berlim]], uma [[Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores (anarcossindicalista)|nova Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores]], de orienta\u00e7\u00e3o anarcossindicalista, que em seu auge, chegou a representar mais de um milh\u00e3o de trabalhadores mundialmente.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=37}}\n\nNa Europa, diversos sindicatos foram formados baseados nos princ\u00edpios do [[sindicalismo revolucion\u00e1rio]], sendo o caso mais expressivo a CGT francesa, e do [[anarcossindicalismo]], cujo maior expoente foi a ''[[Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Trabalho|Confederaci\u00f3n Nacional del Trabajo]]'' (CNT) espanhola. O continente europeu tamb\u00e9m foi marcado por uma s\u00e9rie de atentados levados a cabo por anarquistas que preconizavam a [[propaganda pelo ato]], especialmente na Fran\u00e7a e na It\u00e1lia durante o final do {{s\u00e9c|XIX}} e in\u00edcio do {{s\u00e9c|XX}}, e tamb\u00e9m pelo estabelecimento e pelas atividades de agrupamentos especificamente anarquistas. Os anarquistas tamb\u00e9m tiveram papel relevante nos acontecimentos do ''[[Bi\u00eanio Vermelho|Biennio Rosso]]'' na It\u00e1lia, atuando principalmente nas ocupa\u00e7\u00f5es das f\u00e1bricas e dos campos, bem como nos acontecimentos revolucion\u00e1rios na Alemanha entre 1918 e 1923.{{HarvRef|name=corr38b|Corr\u00eaa|2012|p=38}}\n\nOutro elemento relevante na Europa desse per\u00edodo foi o alto investimento dos anarquistas nos processos de educa\u00e7\u00e3o popular; na Fran\u00e7a, no come\u00e7o do {{s\u00e9c|XX}}, havia 150 ''bourses du travail'', ligadas \u00e0 CGT, e uma de suas principais atividades era a educa\u00e7\u00e3o em tr\u00eas eixos: t\u00e9cnico/profissional, cultural e forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica; tamb\u00e9m ligadas \u00e0 CGT estavam 250 universidades populares, que funcionaram at\u00e9 1914. Foram criadas [[escola Moderna|escolas modernas]] e universidades populares em v\u00e1rios outros pa\u00edses: na Espanha, a Escola Moderna de [[Barcelona]] (1901-1906); na It\u00e1lia, a Escola Moderna Racionalista de [[Clivio]] (1909-1922), que foi uma das muitas que floresceram at\u00e9 a chegada dos [[fascismo|fascistas]] ao poder; a Escola Ferrer (1910-1921), na Su\u00ed\u00e7a; entre outras muitas iniciativas na Inglaterra entre 1907 e 1921.\n\nNo [[leste europeu]], os anarquistas maced\u00f4nios tiveram uma atua\u00e7\u00e3o determinante na [[revolta de Ilinden-Preobrazhenie]], um levante armado contra o [[Imp\u00e9rio Otomano]] liderado pela [[Organiza\u00e7\u00e3o Revolucion\u00e1ria Interna da Maced\u00f4nia]] (ORIM) que se dividiu em dois epis\u00f3dios: o primeiro, em 2 de agosto, no qual os rebeldes haviam tomado a regi\u00e3o de [[Kru\u0161evo]], estabelecendo um governo provis\u00f3rio revolucion\u00e1rio; e em 19 de agosto, ap\u00f3s a captura de Kru\u0161evo, os rebeldes tomaram a regi\u00e3o de Strandzha, proclamando uma comuna revolucion\u00e1ria. A [[Comuna de Strandzha]] estabeleceu uma s\u00e9rie de experi\u00eancias de [[autogest\u00e3o]] durante vinte e seis dias, constituindo assim a primeira tentativa local de construir uma nova sociedade baseada nos princ\u00edpios do [[comunismo libert\u00e1rio]]. Ap\u00f3s a repress\u00e3o que culminou no fim das revoltas e das experi\u00eancias por ela estabelecidas, grupos anarquistas vieram a fundar a Federa\u00e7\u00e3o dos Anarco-Comunistas da Bulg\u00e1ria (FAKB) em 1919.{{HarvRef|name=corr39b|Corr\u00eaa|2012|p=39}}\n[[Imagem:Makhno group.jpg|thumb|180px|[[Nestor Makhno]] ao lado de membros do [[Ex\u00e9rcito Insurgente Makhnovista]]]]\nNa R\u00fassia, os anarquistas participaram das revolu\u00e7\u00f5es de [[Revolu\u00e7\u00e3o Russa de 1905|1905]] e de [[Revolu\u00e7\u00e3o Russa de 1917|1917]]. Em um primeiro momento, os anarquistas dividiram-se entre insurrecionalistas e anarcossindicalistas; participaram da funda\u00e7\u00e3o dos [[soviete]]s de [[S\u00e3o Petersburgo]] e [[Moscovo|Moscou]], al\u00e9m de terem fundado a [[Cruz Negra Anarquista]] para auxiliar presos pol\u00edticos, organiza\u00e7\u00e3o que se espalhou por diversos pa\u00edses. Durante a [[Revolu\u00e7\u00e3o de Outubro]], os anarquistas participaram ativamente das atividades revolucion\u00e1rias em Moscou e Petrogrado; em 1918, destacaram-se confer\u00eancias sindicalistas impulsionadas pelos anarquistas. Na [[Revolu\u00e7\u00e3o Ucraniana|Ucr\u00e2nia]], destacou-se a experi\u00eancia do [[Ex\u00e9rcito Insurgente Makhnovista]], articulado com a [[Confedera\u00e7\u00e3o Anarquista Ucraniana]] (''Nabat''), que chegou a 110 mil volunt\u00e1rios em 1918 e que protagonizou lutas decisivas contra o [[Ex\u00e9rcito Branco]] durante a [[Guerra Civil Russa]]; o ex\u00e9rcito de [[Nestor Makhno]] tamb\u00e9m realizou grandes expropria\u00e7\u00f5es de terras para os camponeses e teve em seu controle uma \u00e1rea bastante ampla da Ucr\u00e2nia, onde a articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica se dava por meio de Congressos de Camponeses, Oper\u00e1rios e Insurgentes, que era a inst\u00e2ncia de base respons\u00e1vel pelas decis\u00f5es do movimento.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=39-40}} O movimento makhnovista foi duramente reprimido pelos bolcheviques durante o fim da Guerra Civil Russa e ap\u00f3s a [[Revolta de Kronstadt]], em 1921, que contou com uma participa\u00e7\u00e3o anarquista relevante, os bolcheviques consolidam-se no poder e o anarquismo praticamente desaparece dentro do territ\u00f3rio sovi\u00e9tico.{{HarvRef|name=corr40b|Corr\u00eaa|2012|p=40}}\n\nNas Am\u00e9ricas, a funda\u00e7\u00e3o da ''[[Industrial Workers of the World]]'' (IWW) nos Estados Unidos em 1905 e no [[Canad\u00e1]] em 1906, com influ\u00eancia anarquista significativa em ambas as localidades e defendendo um sindicalismo revolucion\u00e1rio e combativo, constitui uma das experi\u00eancias mais relevantes do movimento oper\u00e1rio da [[Am\u00e9rica do Norte]]. O movimento oper\u00e1rio nos Estados Unidos, entretanto, passou por um momento de dura repress\u00e3o ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o Russa, quando um crescente temor diante da possibilidade de uma revolu\u00e7\u00e3o mundial fez com que o governo tomasse uma s\u00e9rie de medidas contra o movimento sindical e em especial contra os socialistas e anarquistas, medidas que atingiram seu ponto m\u00e1ximo com os [[Atos de Exclus\u00e3o Anarquista]] de 1918 e as ''[[Palmer Raids]]'' de 1919,{{Sfn|Woodcock|2002b|p=285}} acompanhadas por uma s\u00e9rie de [[pris\u00e3o|pris\u00f5es]] e [[deporta\u00e7\u00e3o|deporta\u00e7\u00f5es]] de militantes anarquistas.{{Sfn|Woodcock|2002b|p=285-286}}\n[[Imagem:Tijuana Tierra y Libertad 1911.jpg|thumb|esquerda|180px|Guerrilheiros [[magonismo|magonistas]] com a bandeira \"Tierra y Libertad\" em [[Tijuana]], 1911]]\nEm Cuba, o anarquismo continuou a ser for\u00e7a hegem\u00f4nica nos sindicatos durante esse per\u00edodo, enquanto no M\u00e9xico, os anarquistas protagonizaram epis\u00f3dios relevantes durante a [[Revolu\u00e7\u00e3o Mexicana]], iniciada em 1910. O [[Partido Liberal Mexicano]], fundado alguns anos antes pelos irm\u00e3os [[Enrique Flores Mag\u00f3n|Enrique]] e [[Ricardo Flores Mag\u00f3n]], j\u00e1 em 1908 era uma organiza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica anarquista, e colocou-se \u00e0 frente da [[rebeli\u00e3o da Baixa Calif\u00f3rnia]], em 1911, que se estendeu a outras cidades e recebeu o apoio da IWW. [[Emiliano Zapata]], um dos principais l\u00edderes da Revolu\u00e7\u00e3o Mexicana, foi fortemente influenciado pelo anarquismo e, em 1915, contava com um ex\u00e9rcito de 70 mil combatentes.\n\nNa [[Am\u00e9rica do Sul]], a experi\u00eancia de maior destaque foi a ''[[Federa\u00e7\u00e3o Oper\u00e1ria Regional Argentina|Federaci\u00f3n Obrera Regional Argentina]]'' (FORA), fundada na Argentina em 1904; o movimento oper\u00e1rio no pa\u00eds era hegemonicamente anarquista, raz\u00e3o que possibilitou, em 1905, um v\u00ednculo program\u00e1tico entre o anarquismo e o sindicalismo na FORA, constituindo a primeira experi\u00eancia anarcossindicalista da Am\u00e9rica Latina. Epis\u00f3dios como a [[Semana Tr\u00e1gica de 1919 (Argentina)|Semana Tr\u00e1gica de 1919]] e as [[Patag\u00f4nia rebelde|revoltas na Patag\u00f4nia]] entre 1920 e 1921, al\u00e9m do [[atentado]] ao coronel [[Ram\u00f3n Lorenzo Falc\u00f3n]], marcaram a for\u00e7a do movimento anarquista argentino. No [[Brasil]], a funda\u00e7\u00e3o da [[Confedera\u00e7\u00e3o Oper\u00e1ria Brasileira]] (COB) em 1906 \u2014 que incluiu federa\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias locais de [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]], [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], [[Santos]] e [[Porto Alegre]] \u2014, al\u00e9m de uma [[Greve Geral de 1917|greve geral em 1917]] e de uma [[Insurrei\u00e7\u00e3o anarquista de 1918|insurrei\u00e7\u00e3o em 1918]], marcaram a hegemonia anarquista no movimento oper\u00e1rio do pa\u00eds nesse per\u00edodo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=41}} No Uruguai, [[Chile]], [[Bol\u00edvia]], [[Col\u00f4mbia]], [[Equador]], [[Paraguai]], [[Peru]] e [[Venezuela]], os anarquistas tiveram participa\u00e7\u00e3o relevante no movimento oper\u00e1rio e, em alguns desses pa\u00edses, ajudaram a fundar novos sindicatos de inten\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=41-42}} Na regi\u00e3o do [[Rio da Prata]], houve a\u00e7\u00f5es levadas a cabo por anarquistas expropriadores. Tamb\u00e9m uma s\u00e9rie de iniciativas no campo da educa\u00e7\u00e3o foram tomadas pelos anarquistas na Am\u00e9rica Latina, destacando-se as experi\u00eancias da Argentina, Brasil, Peru e Cuba.{{HarvRef|name=corr42b|Corr\u00eaa|2012|p=42}}\n\nNa [[\u00c1sia]], experi\u00eancias anarquistas na [[China]], no [[Jap\u00e3o]] e na [[Coreia]] entrela\u00e7aram-se, a partir de viagens de estudantes para o exterior. Na China, os anarquistas participaram da funda\u00e7\u00e3o do [[Kuomintang]] e, durante toda a segunda onda, constitu\u00edram a for\u00e7a hegem\u00f4nica do movimento revolucion\u00e1rio chin\u00eas, criando os primeiros sindicatos do pa\u00eds, pautando a mobiliza\u00e7\u00e3o na cidade e no campo, a liberta\u00e7\u00e3o da mulher e a educa\u00e7\u00e3o universal. No Jap\u00e3o, o anarquismo consolidou-se na d\u00e9cada de 1910, como uma das tr\u00eas maiores for\u00e7as do movimento revolucion\u00e1rio; entre 1918 e 1922, os anarquistas japoneses criaram e participaram de v\u00e1rios sindicatos. Na Coreia, o anarquismo j\u00e1 havia se desenvolvido desde 1910, na regi\u00e3o da [[Manch\u00faria]], consolidando-se em 1919, a partir de um v\u00ednculo estreito com o movimento de liberta\u00e7\u00e3o nacional; neste ano, os anarquistas envolveram-se de forma determinante no [[Movimento Primeiro de Mar\u00e7o]], que mobilizou 2 milh\u00f5es de pessoas na luta pela independ\u00eancia do pa\u00eds.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=42-43}}\n\nNa \u00c1frica, o anarquismo se consolidou principalmente no Egito e na \u00c1frica do Sul, atrav\u00e9s de atividades sindicais e de propaganda. No Egito, foi fundada pelos anarquistas uma Universidade Popular em 1901 e realizado um congresso anarquista em 1909; na \u00c1frica do Sul, sindicatos pautados no programa do sindicalismo revolucion\u00e1rio conseguiram mobilizar um grande n\u00famero de trabalhadores de diferentes [[etnia]]s, superando o problema do [[racismo]] que assolava o movimento oper\u00e1rio no pa\u00eds.{{HarvRef|name=corr43b|Corr\u00eaa|2012|p=43}}\n\nNa [[Oceania]], o anarquismo constituiu uma pequena corrente da [[esquerda (pol\u00edtica)|esquerda]], tendo surgido com o ''Melbourne Anarchist Club'', ainda em 1886. Entretanto, foi o sindicalismo revolucion\u00e1rio da IWW, que se estabeleceu em 1911 na [[Austr\u00e1lia]] e em 1912 na [[Nova Zel\u00e2ndia]], que potencializou as lutas oper\u00e1rias e deu visibilidade a elas no continente.\n\nAl\u00e9m de problemas e insufici\u00eancias internas do movimento anarquista, a dura repress\u00e3o, a perda de todas as revolu\u00e7\u00f5es, incluindo a russa, na qual os anarquistas foram liquidados pelos [[bolcheviques]] em 1921, bem como a pr\u00f3pria ascens\u00e3o do [[bolchevismo]], e tamb\u00e9m do [[nacionalismo]] e do [[fascismo]], s\u00e3o apontados como os principais fatores respons\u00e1veis pelo refluxo dessa onda.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=43-44}}\n\n=== Terceira onda (1924-1949) ===\nA terceira onda do movimento anarquista, apesar de ter sido menor que a segunda, pode ser considerada como uma das mais relevantes. O per\u00edodo caracterizou-se pelas revolu\u00e7\u00f5es contra o [[imperialismo]] e a resist\u00eancia ao fascismo e ao bolchevismo. A ascens\u00e3o do fascismo e do bolchevismo teve duras consequ\u00eancias aos anarquistas; o primeiro, por meio de uma aberta e fort\u00edssima [[Repress\u00e3o pol\u00edtica|repress\u00e3o]] [[Contrarrevolu\u00e7\u00e3o|contrarrevolucion\u00e1ria]], de [[direita (pol\u00edtica)|direita]], que imp\u00f4s grandes derrotas ao movimento anarquista em diversos pa\u00edses; o segundo, por meio de uma incid\u00eancia enorme nas classes trabalhadoras, utilizando-se de um discurso libertador e do bem-sucedido exemplo da [[Revolu\u00e7\u00e3o de Outubro]], apesar de ter investido em muitos casos na repress\u00e3o aberta aos anarquistas. Esse contexto tamb\u00e9m contou, em diversos pa\u00edses, com a participa\u00e7\u00e3o de antigos anarquistas na cria\u00e7\u00e3o de partidos comunistas, com um processo de bolcheviza\u00e7\u00e3o desses partidos e um alinhamento com a R\u00fassia.{{HarvRef|name=corr45b|Corr\u00eaa|2012|p=45}} Esse per\u00edodo tamb\u00e9m foi marcado pela [[Crise de 1929]] e pela [[Segunda Guerra Mundial]], al\u00e9m do avan\u00e7o do [[conservadorismo]], do [[reformismo]] e das medidas de [[Estado de bem-estar social|bem-estar social]] em v\u00e1rios pa\u00edses, como nos casos do Uruguai, Su\u00e9cia e Estados Unidos, assim com a institucionaliza\u00e7\u00e3o dos sindicatos promovida pelos governos e o surgimento do [[populismo]] em pa\u00edses como Brasil e Argentina, que prejudicaram diretamente o desenvolvimento do movimento anarquista ao integrar parte significativa das classes oper\u00e1rias aos projetos pol\u00edticos dos governantes. A luta contra o fascismo e alguns processos revolucion\u00e1rios protagonizados por anarquistas t\u00eam destaque nesse per\u00edodo. Nesse per\u00edodo, tamb\u00e9m surgem quest\u00f5es internas relevantes, como o debate acerca de um modelo organizativo e as pol\u00eamicas em torno da ''[[Plataformismo|Plataforma]]'' e da ''[[Anarquismo sintetista|S\u00edntese]]''.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=51}}\n\nEntre as iniciativas internacionais relevantes desse per\u00edodo, est\u00e3o a ''East Asian Anarchist Federation'' (EAAF), fundada em 1928, com organiza\u00e7\u00f5es dos pa\u00edses do [[leste asi\u00e1tico]]; a ''Asociaci\u00f3n Continental Americana de Trabajadores'' (ACAT), que se constituiu como o ramo da AIT anarcossindicalista na Am\u00e9rica Latina; a funda\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais Anarquistas (CRIA) na Europa, em 1948, que, na Am\u00e9rica Latina, ficou conhecida como ''Comisi\u00f3n Continental de Relaciones Anarquistas'' (CCRA), durando at\u00e9 a d\u00e9cada de 1960; ambas constituindo rela\u00e7\u00f5es entre organiza\u00e7\u00f5es, peri\u00f3dicos e individualidades anarquistas de diversos pa\u00edses da Europa, \u00c1sia, \u00c1frica e Am\u00e9rica Latina durante o per\u00edodo em que estiveram em atividade.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=45-46}}\n\nNa Europa, houve uma s\u00e9rie de experi\u00eancias relevantes nesse per\u00edodo; na Bulg\u00e1ria, a FAKB protagonizou experi\u00eancias envolvendo sindicalismo urbano e rural, cooperativas, guerrilha e mobiliza\u00e7\u00e3o da juventude. Durante esse per\u00edodo, o anarquismo constituiu a terceira maior for\u00e7a pol\u00edtica de esquerda do pa\u00eds, e a FAKB adotou a ''[[Plataformismo|Plataforma]]'' do grupo [[Dielo Truda]]. Entre 1941 e 1944, uma poderosa guerrilha anarquista combateu o fascismo, aliando-se \u00e0 [[Frente Patri\u00f3tica]] na organiza\u00e7\u00e3o da [[Golpe de Estado na Bulg\u00e1ria em 1944|insurrei\u00e7\u00e3o de setembro de 1944]], contra a ocupa\u00e7\u00e3o nazista. Lutando, ao mesmo tempo, contra os fascistas e contra o comunismo, o fim da terceira onda do movimento anarquista no pa\u00eds foi marcada pela repress\u00e3o [[stalinismo|stalinista]] e cerca de mil militantes da FAKB acabaram nos [[Campo de concentra\u00e7\u00e3o|campos de concentra\u00e7\u00e3o]] comunistas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=46}}\n[[Imagem:CNT-AIT-FAI.jpg|thumb|180px|Manifesta\u00e7\u00e3o em [[Barcelona]] em 1936, onde trabalhadores seguram uma faixa do peri\u00f3dico ''Solidaridad Obrera'', ligado \u00e0 [[Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Trabalho|CNT]]-[[Associa\u00e7\u00e3o Internacional dos Trabalhadores (anarcossindicalista)|AIT]]]]\nNa [[Espanha]], ap\u00f3s um [[Golpe de Estado na Espanha em julho de 1936|tentativa de golpe de Estado]] em 1936 que desencadeou a [[Guerra Civil Espanhola]], os trabalhadores tomaram o controle de [[Barcelona]] e de grandes [[zona rural|\u00e1reas rurais]] da Espanha, dando in\u00edcio \u00e0 [[Revolu\u00e7\u00e3o Espanhola]]; os anarquistas, que haviam se articulado na ''[[Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Trabalho|Confederaci\u00f3n Nacional del Trabajo]]'' (CNT) e na [[Federa\u00e7\u00e3o Anarquista Ib\u00e9rica]] (FAI), estabeleceram fortalezas na [[Catalunha]], [[Arag\u00e3o]] e [[Val\u00eancia (Espanha)|Val\u00eancia]].{{HarvRef|name=corr47b|Corr\u00eaa|2012|p=47}} Segundo Woodcock:{{Sfn|Woodcock|2002b|p=152}}\n\n
''Durante v\u00e1rios meses, as [[for\u00e7as armadas]] dessas regi\u00f5es foram, em geral, [[mil\u00edcia]]s controladas pelos anarquistas. As [[f\u00e1brica]]s foram, em grande parte, tomadas pelos trabalhadores e dirigidas pelos [[comit\u00ea]]s da CNT, enquanto centenas de aldeias ou dividiam ou coletivizavam a terra, e muitas tentaram organizar comunidades libert\u00e1rias do tipo defendido por [[Piotr Kropotkin|Kropotkin]].''
\n\nApesar do relativo sucesso das experi\u00eancias libert\u00e1rias na Espanha, no decorrer da guerra civil os anarquistas foram perdendo espa\u00e7o em uma luta cada vez mais dura com os stalinistas. Tropas lideradas pelo [[Partido Comunista de Espanha|Partido Comunista da Espanha]] (PCE) suprimiram as \u00e1reas coletivizadas e perseguiram tanto os anarquistas como os [[Marxismo|marxistas]] dissidentes do [[Partido Oper\u00e1rio de Unifica\u00e7\u00e3o Marxista]] (POUM); al\u00e9m disso, o avan\u00e7o do fascismo, a problem\u00e1tica guerra-revolu\u00e7\u00e3o e a pr\u00f3pria participa\u00e7\u00e3o de alguns anarquistas no governo deram um fim ao processo revolucion\u00e1rio.\n[[Imagem:Members of the Maquis in La Tresorerie.jpg|thumb|esquerda|Os ''[[Maquis (resist\u00eancia)|maquis]]'' franceses resistiram \u00e0 [[ocupa\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a pela Alemanha nazista]]]]\n\nDentre outra experi\u00eancias europeias importantes, destacaram-se a [[resist\u00eancia francesa|resist\u00eancia contra a ocupa\u00e7\u00e3o nazista na Fran\u00e7a]]{{citar web|url= http://flag.blackened.net/revolt/anarchism/texts/war/anarFranceWW2.html|t\u00edtulo= Anarchist Activity in France during World War Two|acessodata= 12 de setembro de 2015|publicado= blackened.flag.net|arquivourl= https://web.archive.org/web/20120306024016/http://flag.blackened.net/revolt/anarchism/texts/war/anarFranceWW2.html|arquivodata= 2012-03-06|urlmorta= yes}} e a resist\u00eancia contra o fascismo na It\u00e1lia;{{Citar web|url=http://libcom.org/history/articles/italian-resistance-anarchist-partisans-1943|t\u00edtulo=1943\u20131945: Anarchist partisans in the Italian Resistance|publicado=libcom.org|acessodata=12 de setembro de 2015}} nesses dois pa\u00edses, tamb\u00e9m foram formados sindicatos com bases sindicalistas revolucion\u00e1rias e federa\u00e7\u00f5es anarquistas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=47-48}} Na Alemanha, militantes anarquistas proeminentes, como [[Erich M\u00fchsam]], foram [[assassinato|assassinados]] pelo [[Alemanha Nazi|regime nazista]]; ap\u00f3s o fim da guerra, os anarquistas reorganizaram-se em sindicatos e em organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas.{{HarvRef|name=corr48b|Corr\u00eaa|2012|p=48}} Na [[Ucr\u00e2nia]], a ''Nabat'' foi restabelecida e protagonizou um levante armado em 1943, que teve continuidade at\u00e9 1945; tamb\u00e9m h\u00e1 ind\u00edcios da exist\u00eancia de uma organiza\u00e7\u00e3o maknhovista secreta dentro do [[Ex\u00e9rcito Vermelho]] do p\u00f3s-guerra.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=448}}\n\nEm toda a Am\u00e9rica Latina, houve a forma\u00e7\u00e3o de sindicatos, organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas e [[Centro cultural|centros culturais]] em Cuba, M\u00e9xico, Brasil, Chile, Argentina e Venezuela. {{HarvRef|name=corr49b|Corr\u00eaa|2012|p=49}} Na \u00c1frica, os anarquistas tomaram parte em movimentos de liberta\u00e7\u00e3o nacional na [[Arg\u00e9lia]], [[Marrocos]] e [[Tun\u00edsia]]. Na [[\u00c1sia]], destacou-se a experi\u00eancia da [[Comuna de Shinmin]], entre 1929 e 1931, que constituiu um dos epis\u00f3dios mais importantes da hist\u00f3ria do anarquismo. Fundada em 1929, a Federa\u00e7\u00e3o Anarquista Coreana na Manch\u00faria (KAF-M) e a Federa\u00e7\u00e3o Anarquista Comunista Coreana (KACF) protagonizaram, depois de um acordo com o [[Ex\u00e9rcito de Independ\u00eancia Coreano]], a transforma\u00e7\u00e3o da prefeitura de Shinmin em uma estrutura administrativa socialista libert\u00e1ria. Levado a cabo em um contexto de luta anti-imperialista contra o [[Jap\u00e3o]], esse processo revolucion\u00e1rio foi liderado, em termos militares, por [[Kim Jwa-Jin]], criando a Liga Geral dos Coreanos (HCH), uma estrutura autogestion\u00e1ria comunal, conformada em um territ\u00f3rio que compreendia 2 milh\u00f5es de habitantes, a qual teve de lidar com quest\u00f5es como a guerra, agricultura, educa\u00e7\u00e3o, [[finan\u00e7a]]s, propaganda, juventude e sa\u00fade, criando alternativas construtivas libert\u00e1rias. A experi\u00eancia durou at\u00e9 a entrada do Jap\u00e3o na regi\u00e3o, em 1931, quando os anarquistas coreanos recuaram, deslocando-se para o sul da China, onde permaneceram combatendo, em armas, o imperialismo japon\u00eas at\u00e9 1945.\n\nO refluxo da terceira onda pode ser atribu\u00eddo tamb\u00e9m \u00e0 repress\u00e3o, levada a cabo pelos fascistas e tamb\u00e9m pelos comunistas, cuja ascens\u00e3o representou outro motivo desse refluxo, al\u00e9m do pr\u00f3prio contexto marcado pela [[Segunda Guerra Mundial]], que modificou completamente o plano [[geopol\u00edtica|geopol\u00edtico]] mundial e teve impacto determinante no anarquismo e nas pr\u00f3prias lutas populares.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=50}}\n\n=== Quarta onda (1950-1989) ===\nA quarta onda do movimento anarquista, menor que as tr\u00eas primeiras, foi marcada pela [[Guerra Fria]] e pela [[Hist\u00f3ria da descoloniza\u00e7\u00e3o de \u00c1frica|descoloniza\u00e7\u00e3o da \u00c1frica]] e [[Descoloniza\u00e7\u00e3o da \u00c1sia e da Oceania|da \u00c1sia]]. Mesmo constituindo um per\u00edodo de refluxo, apesar das tentativas de uma articula\u00e7\u00e3o internacional, observa-se o desenvolvimento significativo do anarquismo em algumas regi\u00f5es, como no [[M\u00e9dio Oriente|Oriente M\u00e9dio]].{{HarvRef|name=corr58x|Corr\u00eaa|2012|p=58}} O contexto desse per\u00edodo foi marcado pelo ''boom'' capitalista p\u00f3s-Segunda Guerra, pelas [[ditadura]]s de direita na Am\u00e9rica Latina, que tiveram apoio direto dos Estados Unidos, pela vit\u00f3ria do [[maoismo]] na China, em 1949, e pelo [[totalitarismo]] branco e vermelho na Coreia, a partir de 1953.{{HarvRef|name=corr52b|Corr\u00eaa|2012|p=52}} Guerrilhas anarquistas surgem em resposta \u00e0s ditaduras de direita e de esquerda. Destacaram-se, tamb\u00e9m, os [[protestos de 1968]], com uma crise que implicou na piora de condi\u00e7\u00f5es no [[ocidente|mundo ocidental]] e na R\u00fassia, al\u00e9m da influ\u00eancia da [[Nova Esquerda]] em diversos pa\u00edses, assim como o surgimento de novos [[movimento social|movimentos sociais]], os quais passaram a promover bandeiras como a [[ecologia]] e as lutas contra a opress\u00e3o de [[g\u00e9nero (sociedade)|g\u00eanero]] e de [[orienta\u00e7\u00e3o sexual]]. Nesse contexto, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, surgiram grupos de influ\u00eancia anarquista promovendo o [[Anarcoprimitivismo|primitivismo]] e estilos de vida alternativos; diversos movimentos da juventude, como os [[provos]], [[hippie]]s e [[Cultura punk|punks]], adotaram ideias anarquistas; tamb\u00e9m nessa onda, surgiram os [[okupa]]s. Principalmente na Europa, tamb\u00e9m foram comuns as tentativas de s\u00edntese do anarquismo com outras ideologias como o [[marxismo]], [[Internacional Situacionista|situacionismo]] e [[autonomismo]].{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=59}}\n\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0s iniciativas internacionais, destacaram-se a rearticula\u00e7\u00e3o da AIT anarcossindicalista em 1951, a rearticula\u00e7\u00e3o da [[Cruz Negra Anarquista]] no final da d\u00e9cada de 1960 e a funda\u00e7\u00e3o da [[Internacional de Federa\u00e7\u00f5es Anarquistas]] (IFA) em 1968, baseada nos princ\u00edpios [[Anarquismo sintetista|sintetistas]].{{Sfn|2012|p=52}}\n\nNa Europa, os anarquistas continuaram a investir em iniciativas sindicais e na forma\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas.{{HarvRef|name=corr53b|Corr\u00eaa|2012|p=53}} Os anarquistas tiveram participa\u00e7\u00e3o ativa nos [[protestos de 1968]], em especial, no [[maio de 1968]] franc\u00eas, em que [[greve]]s de [[estudante]]s articularam-se com ocupa\u00e7\u00f5es de f\u00e1bricas e levaram a uma greve geral que abalou o governo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=52-53}} Durante essa onda de mobiliza\u00e7\u00f5es de 1968, os anarquistas tiveram participa\u00e7\u00e3o importante entre os setores estudantis mais radicais. Nesse per\u00edodo, tamb\u00e9m apareceram [[guerrilha]]s anarquistas e grupos insurrecionalistas, tais como os grupos ''Defensa Interior'' e ''Grupo Primero de Mayo'', na [[Espanha Franquista]]; o [[Movimento 2 de Junho]] e o ''[[Rote Armee Fraktion]]'' (RAF) na Alemanha; a ''[[Angry Brigade]]'' na Inglaterra e o grupo ''[[Action Directe]]'' na Fran\u00e7a. Os anarquistas tamb\u00e9m integraram-se nos processos de luta armada do [[autonomismo]] italiano e atuaram na insurrei\u00e7\u00e3o de 1973 na [[Gr\u00e9cia]]. O [[Anarquismo na Gr\u00e9cia|anarquismo grego]] ganhou for\u00e7a nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, desenvolvendo [[t\u00e1tica]]s insurrecionais que buscavam aliar [[Manifesta\u00e7\u00e3o|manifesta\u00e7\u00f5es]] de rua e confrontos com a pol\u00edcia a a\u00e7\u00f5es armadas.\n\nNo [[Oriente M\u00e9dio]], o anarquismo surgiu com for\u00e7a durante a d\u00e9cada de 1970; organiza\u00e7\u00f5es do [[Ir\u00e3o|Ir\u00e3]], como a ''The Scream of the People'' (CHK), e do [[Iraque]], como a ''Workers Liberation Group'' (JS, ou ''Shagila''), articularam, juntas, quase mil militantes e participaram por meio de uma guerrilha da [[Revolu\u00e7\u00e3o Iraniana]], na qual alguns processos radicais foram levados a cabo: organiza\u00e7\u00e3o de mulheres, tomada de terra por camponeses, mobiliza\u00e7\u00f5es de trabalhadores, cria\u00e7\u00e3o de conselhos de base (''shoras'') e de comit\u00eas de bairro armados (''komitehs'').{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=54}}\n\nNas Am\u00e9ricas, destacaram-se, nos [[Estados Unidos]] e [[Canad\u00e1]], a presen\u00e7a renovada da IWW e de anarquistas envolvidos em movimentos inspirados pela Nova Esquerda, sustentando quest\u00f5es [[ambientalismo|ambientais]], de g\u00eanero e [[pacifismo|contra as guerras]].{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=54-55}} Em [[Cuba]], os anarquistas participaram de guerrilhas contra a ditadura de [[Fulgencio Batista]]. Durante a [[Revolu\u00e7\u00e3o Cubana]], que culminou em 1959, os anarquistas participaram de maneira determinante nas lutas, articulados na ''Asociaci\u00f3n Libertaria de Cuba'' (ALC) e at\u00e9 mesmo no [[Movimento 26 de Julho]] de [[Fidel Castro]]. Com o passar dos anos, no entanto, o governo cubano reprimiu fortemente os anarquistas, que foram presos, [[tortura]]dos ou partiram para o [[ex\u00edlio]].{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=55}} Na Am\u00e9rica do Sul, destacaram-se as experi\u00eancias da ''[[Federaci\u00f3n Anarquista Uruguaya]]'' (FAU), fundada em 1956 e defendendo o que chamou de \"[[anarquismo especifista]]\", organizando movimentos sindicais, estudantis e de resist\u00eancia, inclusive armados, contra a ditadura.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=55-56}} Na Argentina, continuaram as atividades da FORA e em 1974 foi fundado o grupo ''Resistencia Libertaria'', organiza\u00e7\u00e3o que destacou-se por seus trabalhos de massa nos sindicatos, [[bairro]]s e [[Gr\u00eamio estudantil|gr\u00eamios estudantis]], e tamb\u00e9m por um bra\u00e7o armado de resist\u00eancia contra a [[Processo de Reorganiza\u00e7\u00e3o Nacional|ditadura]], articulado com a FAU. Experi\u00eancias sindicais relevantes se deram tamb\u00e9m no Chile, antes da ditadura de [[Augusto Pinochet|Pinochet]], e na Venezuela.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=56}} No Brasil, durante a [[Ditadura militar no Brasil (1964\u20131985)|ditadura militar]], os anarquistas atuaram atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de grupos culturais, editoriais e peri\u00f3dicos.{{HarvRef|name=corr57b|Corr\u00eaa|2012|p=57}}\n\nNa \u00c1frica, os anarquistas participaram das diversas lutas de liberta\u00e7\u00e3o nacional no continente, com destaque na [[Guerra de Independ\u00eancia Argelina|luta de independ\u00eancia da Arg\u00e9lia]], em 1962. Na \u00c1sia, os acontecimentos mais relevantes envolveram a participa\u00e7\u00e3o de anarquistas coreanos na [[Revolu\u00e7\u00e3o de Abril]], em 1960, que inaugurou a [[Segunda Rep\u00fablica da Coreia do Sul|Segunda Rep\u00fablica Coreana]], e nas mobiliza\u00e7\u00f5es que culminaram no [[Massacre de Gwangju|levante de Gwangju]] em 1980, contra o regime do general ditador [[Chun Doo-Hwan]]; e na China, quando ap\u00f3s a [[Revolu\u00e7\u00e3o comunista chinesa|Revolu\u00e7\u00e3o de 1949]], cerca de 10 mil anarquistas passaram para a clandestinidade, e algumas guerrilhas, como a de [[Chu Cha-pei]], se instalaram na prov\u00edncia de [[Yunnan]] para combater o novo regime. Na Oceania, ocorrem experi\u00eancias sindicais relevantes na Austr\u00e1lia e Nova Zel\u00e2ndia.{{HarvRef|name=corr58b|Corr\u00eaa|2012|p=58}}\n\nO refluxo do anarquismo nesse per\u00edodo deu-se em grande parte por conta das ditaduras, tanto de direita como de esquerda, em diversos pa\u00edses, acompanhadas da repress\u00e3o ao movimento anarquista. A quarta onda terminou com o fim do [[bloco sovi\u00e9tico]] e do [[socialismo real]], com a [[queda do Muro de Berlim]] e o [[Dissolu\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica|desmantelamento da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]], fen\u00f4meno que, novamente, modificou radicalmente a geopol\u00edtica mundial e proporcionou, em muitos dos antigos pa\u00edses sovi\u00e9ticos, as condi\u00e7\u00f5es para a rearticula\u00e7\u00e3o do anarquismo e do sindicalismo de inten\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria.\n\n=== Quinta onda (1990 ao presente) ===\nA quinta onda \u00e9 caracterizada pelo momento posterior ao colapso do modelo socialista sovi\u00e9tico e pela generaliza\u00e7\u00e3o do [[neoliberalismo]] ao redor do mundo. O fim da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica possibilitou a reorganiza\u00e7\u00e3o do movimento anarquista em v\u00e1rios pa\u00edses do antigo bloco e movimentos antes [[Clandestinidade|clandestinos]] tornaram-se p\u00fablicos; na Am\u00e9rica Latina, o fim das ditaduras tamb\u00e9m fez com que fosse poss\u00edvel a rearticula\u00e7\u00e3o dos anarquistas; bem como o fim do ''[[apartheid]]'' na \u00c1frica do Sul e o fim das ditaduras na \u00c1sia e no Leste Europeu.{{HarvRef|name=corr60b|Corr\u00eaa|2012|p=60}} Na quinta onda, configurou-se a influ\u00eancia anarquista minorit\u00e1ria no campo da [[esquerda pol\u00edtica|esquerda]] em geral, e das lutas populares em particular, ainda que a queda do Muro de Berlim e o fim da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica tenham proporcionado uma potencializa\u00e7\u00e3o do anarquismo nos pa\u00edses ent\u00e3o socialistas.{{HarvRef|name=corr64b|Corr\u00eaa|2012|p=64}} Tamb\u00e9m permaneceram as quest\u00f5es que chegaram com a influ\u00eancia da Nova Esquerda{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=65}} e diversos setores do movimento anarquista v\u00eam enfatizando a necessidade de os anarquistas retomarem o protagonismo em movimentos sociais e lutas populares.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=64-65}}\n\nA quinta onda continuou a ser marcada pelas iniciativas internacionais precedentes como a IFA e a AIT anarcossindicalista; entre as novas iniciativas internacionais, destaca-se o projeto ''[[Anarkismo.net]]'', criado em 2005 e que re\u00fane, em torno de um ''[[site]]'', organiza\u00e7\u00f5es plataformistas de diversas partes do mundo. Com o advento da [[internet]], surgiram [[F\u00f3rum de discuss\u00e3o|f\u00f3runs de discuss\u00e3o]] e projetos para divulga\u00e7\u00e3o de not\u00edcias, como o [[Centro de M\u00eddia Independente]] (CMI) e o ''[[A-Infos]]''; tamb\u00e9m passaram a ser articuladas em diversos pa\u00edses [[Feira do Livro|Feiras do Livro]] Anarquistas.\n\nOs anarquistas tamb\u00e9m tiveram papel relevante no [[movimento antiglobaliza\u00e7\u00e3o]], entre os meados da d\u00e9cada de 1990 e o in\u00edcio da d\u00e9cada de 2000, e estiveram articulados, em grande medida, na [[A\u00e7\u00e3o Global dos Povos]], criada em 1998. Com o foco das mobiliza\u00e7\u00f5es em torno da luta contra o neoliberalismo, o movimento desdobrou-se em protestos massivos em todo o mundo, contra institui\u00e7\u00f5es como a [[Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio]] (OMC), o [[Banco Mundial]], o [[Fundo Monet\u00e1rio Internacional]] (FMI) e tamb\u00e9m contra acordos como o [[Tratado Norte-Americano de Livre Com\u00e9rcio]] (NAFTA) e a [[\u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio das Am\u00e9ricas]] (ALCA), al\u00e9m de manifesta\u00e7\u00f5es contra as guerras promovidas pelos Estados Unidos no Oriente M\u00e9dio.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=61}} Durante esses protestos, a t\u00e1tica [[black bloc]] ganhou popularidade.{{citar web|url=http://www.ainfos.ca/01/jun/ainfos00170.html|t\u00edtulo=Autonomia and the Origin of the Black Bloc|publicado=A-Infos|acessodata=12 de setembro de 2015}}\n\nNa Europa, os anarquistas continuam investindo em iniciativas sindicais e em organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas; na Gr\u00e9cia em especial, desde 1990, vem crescendo uma tradi\u00e7\u00e3o insurrecionalista muito forte.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=61-62}} Com o fim do regime sovi\u00e9tico, destaca-se o surgimento e o crescimento de organiza\u00e7\u00f5es na [[Pol\u00f4nia]], [[Checoslov\u00e1quia|Tchecoslov\u00e1quia]] e na pr\u00f3pria R\u00fassia, al\u00e9m da [[Arm\u00e9nia|Arm\u00eania]], [[Bielorr\u00fassia]], [[Cazaquist\u00e3o]] e Ucr\u00e2nia.{{HarvRef|name=corr62b|Corr\u00eaa|2012|p=62}}\n[[Imagem:Subcomandante Marcos.jpg|thumb|[[Subcomandante Marcos]], l\u00edder do [[Ex\u00e9rcito Zapatista de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional|EZLN]], organiza\u00e7\u00e3o que liderou o [[Revolta em Chiapas em 1994|levante em Chiapas em 1994]]]]\nNas Am\u00e9ricas, o anarquismo foi significativamente marcado pelo movimento antiglobaliza\u00e7\u00e3o. Nos Estados Unidos, os [[Manifesta\u00e7\u00f5es contra o encontro da OMC em Seattle|protestos contra o encontro da OMC em Seattle]] destacaram-se como um dos mais significativos eventos com participa\u00e7\u00e3o anarquista durante o movimento antiglobaliza\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m destacou-se a participa\u00e7\u00e3o dos anarquistas no movimento [[Occupy Wall Street]] em 2011.{{citar web |url= http://www.theguardian.com/commentisfree/cifamerica/2011/nov/15/occupy-anarchism-gift-democracy|t\u00edtulo= Occupy and anarchism's gift of democracy|acessodata=12 de setembro de 2015 |autor= Graeber, David|publicado= [[The Guardian]]}} No M\u00e9xico, o [[Ex\u00e9rcito Zapatista de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional]], de significativa influ\u00eancia anarquista, realizou um [[Revolta em Chiapas em 1994|levante em 1994]], e ap\u00f3s a revolta, formaram-se v\u00e1rios grupos anarquistas de apoio aos zapatistas no pa\u00eds; em 2006, os anarquistas mexicanos tamb\u00e9m participaram da [[rebeli\u00e3o de Oaxaca]] em 2006, onde, a partir de uma greve de 70 mil professores, articularam-se trabalhadores sindicalizados, camponeses e estudantes na luta contra o governo de [[Ulises Ruiz Ortiz]], estabelecendo a ''[[Asamblea Popular de los Pueblos de Oaxaca]]'' (APPO), que tomou pr\u00e9dios p\u00fablicos, estabeleceu organiza\u00e7\u00f5es de mulheres, como a ''Comisi\u00f3n de Mujeres de Oaxaca'', tomou r\u00e1dios e televis\u00f5es e terminou sendo duramente reprimida pelo governo.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=62-63}}\n\nNa regi\u00e3o sul do continente, destacou-se a influ\u00eancia da FAU na difus\u00e3o do [[especifismo]], auxiliando no estabelecimento de organiza\u00e7\u00f5es anarquistas em outros pa\u00edses, como no Brasil, com a [[Federa\u00e7\u00e3o Anarquista Ga\u00facha]] (FAG) e a [[Federa\u00e7\u00e3o Anarquista do Rio de Janeiro]] (FARJ). Organiza\u00e7\u00f5es especifistas tamb\u00e9m foram fundadas na Argentina e no Chile. Essas organiza\u00e7\u00f5es v\u00eam tendo participa\u00e7\u00e3o relevante, ainda que na maioria dos casos minorit\u00e1ria, em movimentos sociais do continente, dentre os quais se encontram sindicatos, associa\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias e de bairro, movimentos rurais, de estudantes, desempregados, sem-teto, sem-terra e outros; dentre as grandes mobiliza\u00e7\u00f5es ocorridas na Am\u00e9rica do Sul que contaram com participa\u00e7\u00e3o anarquista relevante, destacam-se as manifesta\u00e7\u00f5es de 2001 na Argentina, em resposta \u00e0 [[Crise econ\u00f4mica da Argentina|crise econ\u00f4mica]] que assolava o pa\u00eds;{{sfn|Corr\u00eaa|2012|p=63}} as [[Mobiliza\u00e7\u00e3o estudantil no Chile em 2006|mobiliza\u00e7\u00f5es estudantis em 2006 no Chile]]{{citar web|autor=Moraga Lovera, Marcos|t\u00edtulo=En las revueltas estudiantiles hay un germen anarquista potente |url=http://www.lanacion.cl/prontus_noticias/site/artic/20060607/pags/20060607191302.html |publicado= La Naci\u00f3n |acessodata=10 de agosto de 2015}} e as [[Protestos no Brasil em 2013|manifesta\u00e7\u00f5es de 2013]] no Brasil.{{citar web|autor=Avelino, Nildo|t\u00edtulo=As revoltas de junho no Brasil e o anarquismo|url=https://espacoacademico.wordpress.com/2013/07/17/as-revoltas-de-junho-no-brasil-e-o-anarquismo/|publicado= Espa\u00e7o Acad\u00eamico|acessodata=10 de agosto de 2015}}\n\nNa \u00c1frica, experi\u00eancias baseadas no sindicalismo revolucion\u00e1rio tem tido relev\u00e2ncia, bem como a forma\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas como a ''[[Zabalaza Anarchist Communist Federation]]'' (ZACF), na \u00c1frica do Sul.{{Sfn|Corr\u00eaa|2012|p=63-64}} No Oriente M\u00e9dio, o anarquismo surgiu na [[Turquia]] durante a d\u00e9cada de 1990, com a cria\u00e7\u00e3o de grupos como a ''Anarchist Youth Federation'' (AGF), ''Anatolian Anarchists'' (AA) e o ''Karasin Anarchist Group'' (KAG); o anarquismo ganhou tamb\u00e9m influ\u00eancia entre os [[curdos]] e tanto no norte da \u00c1frica como no Oriente M\u00e9dio os anarquistas tiveram participa\u00e7\u00e3o significativa na chamada [[Primavera \u00c1rabe]].{{citar web|url=http://www.strategicoutlook.org/publications/The_fruits_of_Arab_Spring_Islamism_Anarchism_Feminism.pdf|t\u00edtulo=The Fruits of \u201cArab Spring\u201d; Islamism, Anarchism & Feminism|autor=Tashjian, Yeghig|acessodata=26 de setembro de 2015|publicado=Strategic Outlook}} Na \u00c1sia, h\u00e1 pouqu\u00edssimas refer\u00eancias anarquistas contempor\u00e2neas. Na Oceania, algumas experi\u00eancias anarcossindicalistas t\u00eam tido relev\u00e2ncia na Austr\u00e1lia.\n\n== Princ\u00edpios pol\u00edticos e ideol\u00f3gicos do anarquismo ==\n{{Artigo principal|Princ\u00edpios do anarquismo}}\nO anarquismo se fundamenta em tr\u00eas princ\u00edpios b\u00e1sicos: uma cr\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o, que a considera como injusta e constru\u00edda socialmente; uma defesa da autogest\u00e3o, que tem em vista a constitui\u00e7\u00e3o de uma sociedade libert\u00e1ria baseada na [[ajuda m\u00fatua]] e na [[Livre associa\u00e7\u00e3o (comunismo e anarquismo)|livre associa\u00e7\u00e3o]]; e os meios e estrat\u00e9gias que possam realizar essa transforma\u00e7\u00e3o social e que devem ser coerentes com os fins.\n\n=== Cr\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o ===\nO anarquismo formulou uma cr\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o, fundamentada na cr\u00edtica da explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica dos sistemas capitalista e pr\u00e9-capitalista; da domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-burocr\u00e1tica e da [[coa\u00e7\u00e3o]] f\u00edsica, levadas a cabo pelo Estado; da domina\u00e7\u00e3o cultural e ideol\u00f3gica, perpetrada pela religi\u00e3o, pela escola e mais recentemente, pela [[m\u00eddia]]. Essa cr\u00edtica possui, como base, uma no\u00e7\u00e3o \u00e9tica, que considera, por meio de an\u00e1lises racionais da sociedade, que a domina\u00e7\u00e3o \u00e9 constru\u00edda socialmente e que \u00e9 injusta, e por isso, deve ser modificada. Por meio de uma leitura classista da realidade, o anarquismo critica a domina\u00e7\u00e3o de classe, junto com as domina\u00e7\u00f5es imperialistas, das rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e de ra\u00e7a.{{HarvRef|name=corr115a|Corr\u00eaa|2014|p=115}}\n\n==== Explora\u00e7\u00e3o capitalista e pr\u00e9-capitalista ====\nTendo surgido como um tipo de [[socialismo libert\u00e1rio]], o anarquismo possui uma cr\u00edtica ao [[capitalismo]] similar \u00e0s outras correntes socialistas, sustentando que o capitalismo implica a explora\u00e7\u00e3o dos trabalhadores pelos propriet\u00e1rios dos meios de produ\u00e7\u00e3o.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=104}} As cr\u00edticas econ\u00f4micas de Proudhon, e em certa medida, at\u00e9 mesmo as de [[Karl Marx]],{{nota de rodap\u00e9|[[Mikhail Bakunin]], anarquista russo, apesar de suas diverg\u00eancias com o comunista alem\u00e3o [[Karl Marx]], havia se comprometido com a tradu\u00e7\u00e3o do primeiro volume de ''[[Das Kapital]]'' para o [[l\u00edngua russa|russo]], afirmando que a obra apresentava uma \"an\u00e1lise t\u00e3o profunda, t\u00e3o iluminada, t\u00e3o cient\u00edfica, t\u00e3o decisiva\", ao \"expor a forma\u00e7\u00e3o do capital burgu\u00eas e a explora\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica e cruel que o capital continua a exercer sobre o trabalho do proletariado\".{{Sfn|Bakunin|2007|p=17}} Al\u00e9m disso, o anarquista italiano [[Carlo Cafiero]] elaborou uma vers\u00e3o popular deste volume de ''Das Kapital'', de maneira que ele pudesse ser difundido entre os trabalhadores, a qual foi aprovada pelo pr\u00f3prio Marx.{{HarvRef|name=corr105a|Corr\u00eaa|2014|p=105}}}} influenciaram os anarquistas significativamente, e os argumentos de ambos constituem as bases da cr\u00edtica anarquista da explora\u00e7\u00e3o. Segundo Michael Schmidt e Lucien van der Walt, os anarquistas compreendem como explora\u00e7\u00e3o a \"transfer\u00eancia de recursos de uma classe produtiva para outra dominante, por\u00e9m improdutiva\", e que a explora\u00e7\u00e3o no sistema capitalista \"ocorre no trabalho e por meio do salariato\".{{harvy|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=49-50}} Para os anarquistas, o trabalho assalariado do capitalismo permite aos propriet\u00e1rios se apropriarem de um excedente produzido pelos trabalhadores, o que caracterizaria a explora\u00e7\u00e3o.\n\nEntretanto, a cr\u00edtica econ\u00f4mica anarquista n\u00e3o se restringe ao capitalismo; outros modos de produ\u00e7\u00e3o, considerados pr\u00e9-capitalistas, cujos tra\u00e7os permanecem em sociedades modernas por raz\u00e3o dos distintos n\u00edveis de [[desenvolvimento econ\u00f4mico]], tamb\u00e9m s\u00e3o levados em conta. Por n\u00e3o sustentar um imperativo da evolu\u00e7\u00e3o dos modos de produ\u00e7\u00e3o para que o socialismo libert\u00e1rio seja atingido, os anarquistas sustentam ser poss\u00edvel impulsionar, com sucesso, dentro de modos de produ\u00e7\u00e3o predominantemente pr\u00e9-capitalistas, processos de luta por uma sociedade socialista libert\u00e1ria, sem que se tenha de passar, necessariamente, por uma fase capitalista.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=106}} Para os anarquistas, os propriet\u00e1rios de terra exercem, em sociedades menos desenvolvidas, o mesmo papel da burguesia industrial, explorando o trabalho dos camponeses.{{harvy|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=49}} Sendo assim, a propriedade da terra nos moldes das economias pr\u00e9-capitalistas tamb\u00e9m \u00e9 alvo de cr\u00edticas pelos anarquistas, fundamentalmente, por se basear na explora\u00e7\u00e3o do campesinato. Al\u00e9m disso, os anarquistas criticam as rela\u00e7\u00f5es de domina\u00e7\u00e3o que envolvem aqueles que realizam trabalhos prec\u00e1rios, desempregados e marginalizados.{{HarvRef|name=corr107a|Corr\u00eaa|2014|p=107}}\n\nA explora\u00e7\u00e3o capitalista, caracterizada pelo trabalho assalariado, e tamb\u00e9m pr\u00e9-capitalista, fundamentada na propriedade da terra, juntamente com as domina\u00e7\u00f5es que atingem trabalhadores precarizados e marginalizados em geral, constituem, na esfera econ\u00f4mica, os fundamentos sobre os quais os anarquistas v\u00eam formulando sua cr\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o.\n\n==== Estado ====\n[[Errico Malatesta]], anarquista italiano, define o [[Estado]] como sendo \"um conjunto de [[institui\u00e7\u00e3o|institui\u00e7\u00f5es]] pol\u00edticas, legislativas, judici\u00e1rias, militares e financeiras\".{{Sfn|Malatesta|2001|p=15}} Para os anarquistas, o Estado \u00e9 respons\u00e1vel por alguns tipos de domina\u00e7\u00e3o, como a coa\u00e7\u00e3o f\u00edsica e a domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-burocr\u00e1tica. H\u00e1, na cr\u00edtica anarquista ao Estado, uma dupla perspectiva: primeiro, uma oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 hierarquia, e segundo, uma liga\u00e7\u00e3o entre o Estado e as classes sociais. Nesses dois casos, o Estado constitui um meio para que uma minoria governe uma maioria.{{HarvRef|name=corr108a|Corr\u00eaa|2014|p=108}}\n[[Imagem:Bakunin Nadar.jpg|thumb|180px|O russo [[Mikhail Bakunin]], em sua obra ''[[Estatismo e Anarquia]]'', de 1873, desenvolve sua teoria do Estado. Sua cr\u00edtica ao estatismo se estende para todas as suas formas, desde as mais [[autoritarismo|autorit\u00e1rias]] at\u00e9 as mais [[liberalismo|liberais]]]]\nNa teoria do Estado desenvolvida pelos anarquistas, constata-se que a domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica existe tanto pelo [[Monop\u00f3lio da viol\u00eancia|monop\u00f3lio da for\u00e7a]], quanto pelo monop\u00f3lio das tomadas de decis\u00e3o da sociedade. Para os anarquistas, Estado e domina\u00e7\u00e3o s\u00e3o indissoci\u00e1veis; posi\u00e7\u00e3o enfatizada por Bakunin ao afirmar que \"quem diz Estado, diz necessariamente domina\u00e7\u00e3o e, em consequ\u00eancia, escravid\u00e3o; um Estado sem escravid\u00e3o, declarada ou disfar\u00e7ada, \u00e9 inconceb\u00edvel; eis porque somos inimigos do Estado\".{{Sfn|Bakunin|2003|p=114}} Os anarquistas sustentam que o Estado submete as classes dominadas que est\u00e3o sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o \u00e0 coa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, utilizada quando sua legitimidade n\u00e3o \u00e9 suficiente; al\u00e9m disso, sustentam que as classes dominadas est\u00e3o submetidas tamb\u00e9m a uma domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-burocr\u00e1tica, respons\u00e1vel por sua [[aliena\u00e7\u00e3o]] pol\u00edtica, que se evidencia na hierarquia existente entre governantes e governados, a qual implica na exist\u00eancia de um grupo que toma as decis\u00f5es para uma dada popula\u00e7\u00e3o. Essa cr\u00edtica anarquista ao Estado estendeu-se amplamente, para todas as suas formas e seus distintos sistemas de governo, desde os mais autorit\u00e1rios at\u00e9 os mais liberais.\n\nPara os anarquistas, o Estado \u00e9 um elemento central na estrutura social que caracteriza os sistemas de domina\u00e7\u00e3o. Essa cr\u00edtica \u00e0 domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica protagonizada pelo Estado \u00e9 um fundamento central do anarquismo, principalmente por raz\u00e3o de o Estado n\u00e3o ser considerado um simples reflexo das rela\u00e7\u00f5es que se d\u00e3o na esfera econ\u00f4mica; para os anarquistas, o Estado \u00e9, ao mesmo tempo, consequ\u00eancia e causa do capitalismo, ao possibilitar elementos para sua constitui\u00e7\u00e3o, ao mesmo tempo em que por ele \u00e9 constitu\u00eddo.{{HarvRef|name=corr109a|Corr\u00eaa|2014|p=109}} Ao defender tal posi\u00e7\u00e3o, Kropotkin afirmou que o Estado \u00e9 a \"prote\u00e7\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o, da [[especula\u00e7\u00e3o]], da propriedade privada\", e que o prolet\u00e1rio, \"que s\u00f3 possui como riqueza seus bra\u00e7os, nada tem a esperar do Estado\", encontrando nele \"apenas uma organiza\u00e7\u00e3o feita para impedir a qualquer pre\u00e7o sua emancipa\u00e7\u00e3o\".{{Sfn|Kropotkin|2005|p=30}} Por acreditarem nessa rela\u00e7\u00e3o de interdepend\u00eancia entre o Estado e o capitalismo, constituindo um elemento central no sistema de domina\u00e7\u00e3o, os anarquistas sustentam que a tomada ou participa\u00e7\u00e3o nas inst\u00e2ncias do Estado n\u00e3o podem constituir meios de luta para o estabelecimento de poderes autogestion\u00e1rios e sistemas de autogest\u00e3o.\n\nA cr\u00edtica da democracia representativa, fundamentada parcialmente na cr\u00edtica do Estado, realiza-se por raz\u00e3o dessa no\u00e7\u00e3o de que Estado e domina\u00e7\u00e3o, Estado Moderno e capitalismo, s\u00e3o indissoci\u00e1veis, interdependentes. A \u00eanfase progressiva que se deu, entre os anarquistas, \u00e0 n\u00e3o participa\u00e7\u00e3o nas [[elei\u00e7\u00e3o|elei\u00e7\u00f5es]], fato que se consolidou ap\u00f3s experi\u00eancias pr\u00e1ticas e v\u00e1rios [[debate]]s, tomou, por base, o v\u00ednculo entre Estado e domina\u00e7\u00e3o.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=109-110}} Para os anarquistas, a utiliza\u00e7\u00e3o do Estado como um meio de luta constitui um processo de legitima\u00e7\u00e3o da domina\u00e7\u00e3o. Tais concep\u00e7\u00f5es t\u00eam subsidiado a rejei\u00e7\u00e3o dos anarquistas ao [[socialismo estatal]]; para os anarquistas, ainda que a economia seja modificada, passando a ser propriedade do Estado, como resultado de um eventual processo de reformas ou revolu\u00e7\u00e3o, isso n\u00e3o colocaria em xeque o modelo de [[poder]] vigente, que continuaria a ser dominador.{{HarvRef|name=corr110a|Corr\u00eaa|2014|p=110}}\n\n==== Religi\u00e3o, educa\u00e7\u00e3o e m\u00eddia ====\nAs institui\u00e7\u00f5es respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o cultural e ideol\u00f3gica s\u00e3o tamb\u00e9m fundamentais para a legitima\u00e7\u00e3o dos sistemas de domina\u00e7\u00e3o, segundo os anarquistas, e por isso t\u00eam sido alvo de suas cr\u00edticas. Classicamente, institui\u00e7\u00f5es como a religi\u00e3o e a educa\u00e7\u00e3o receberam bastante aten\u00e7\u00e3o.\n\nDe acordo com os anarquistas, a moral religiosa forja uma no\u00e7\u00e3o de certo e errado que tem, por objetivo, fortalecer o ''[[status quo]]'' dos sistemas de domina\u00e7\u00e3o; para eles, se a ordem, caracterizada pelas estruturas sociais, \u00e9 estabelecida pelas [[divindade]]s, qualquer questionamento evidencia um mau comportamento, pass\u00edvel de puni\u00e7\u00e3o; o mais adequado seria conformar-se e obedecer. Os anarquistas tamb\u00e9m sustentam que as religi\u00f5es seriam fundamentais para a sustenta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e pol\u00edtica do capitalismo e do Estado, aos instituir alian\u00e7as com as classes dominantes.{{HarvRef|name=corr111a|Corr\u00eaa|2014|p=111}}\n\nSobre a escola, o anarquista brasileiro [[Jos\u00e9 Oiticica]] sustentava que, por meio de suas pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas, ela transmite uma s\u00e9rie de valores, \"gravando, \u00e0 for\u00e7a de repeti\u00e7\u00f5es, sem demonstra\u00e7\u00f5es ou com argumentos falsos, certas ideias capitais, favor\u00e1veis ao regime [[burguesia|burgu\u00eas]], no c\u00e9rebro das crian\u00e7as, dos adolescentes, dos adultos\", de modo que, aos poucos, tais ideias v\u00e3o se tornando \"verdadeiros [[dogma]]s indiscut\u00edveis\".{{Sfn|Oiticica|2006|p=53}} Para os anarquistas, a escola tamb\u00e9m funciona, na maioria dos casos, como uma institui\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel por forjar culturas e ideologias capazes de promover a perman\u00eancia do sistema vigente.\n\nAmbas as institui\u00e7\u00f5es, a religi\u00e3o e a educa\u00e7\u00e3o, teriam um papel fundamental na manuten\u00e7\u00e3o do ''status quo'', conforme explicitou o anarquista lituano [[Alexander Berkman]], ao afirmar que a [[igreja]] e a escola est\u00e3o do lado \"dos [[riqueza|ricos]] contra os pobres, ao lado dos poderosos contra suas v\u00edtimas, com a lei e a ordem contra a liberdade e a justi\u00e7a\". Para ele, a obedi\u00eancia \u00e9 o \"eterno brado da igreja e da escola, independente da vileza do tirano, independente do qu\u00e3o opressivas e injustas s\u00e3o suas leis e ordens\".{{Sfn|Berkman|2003|p=40}}\n\nAl\u00e9m da cr\u00edtica da religi\u00e3o e da escola, mais recentemente, por raz\u00e3o dos desenvolvimentos da sociedade, o anarquismo vem criticando tamb\u00e9m o papel da m\u00eddia, que, durante o {{s\u00e9c|XX}}, ganhou relev\u00e2ncia central na problem\u00e1tica ideol\u00f3gica e cultural do poder. Os anarquistas sustentam que a m\u00eddia capitalista e demais institui\u00e7\u00f5es elaboram discursos v\u00e1lidos que fundamentam a forma de domina\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=111-112}}\n\n==== Domina\u00e7\u00e3o de classe ====\nOs anarquistas consideram, desde o surgimento do anarquismo, que a sociedade capitalista \u00e9 uma sociedade de classes.{{HarvRef|name=corr112a|Corr\u00eaa|2014|p=112}} Segundo os anarquistas, essas classes s\u00e3o antag\u00f4nicas e implicam, necessariamente, um processo de [[luta de classes]]. Defendendo essa posi\u00e7\u00e3o, o anarquista mexicano [[Ricardo Flores Mag\u00f3n]] afirmou que \"a [[desigualdade social]] torna as classes sociais inimigas naturais umas das outras\".{{Sfn|Mag\u00f3n|2003|p=66}} Destaca-se, assim, no anarquismo, a relev\u00e2ncia das [[classe social|classes sociais]] e da luta de classes. Entretanto, essa centralidade da luta de classes n\u00e3o pode ser confundida com um [[determinismo]] econ\u00f4mico ou com a exclusiva centralidade da explora\u00e7\u00e3o das classes trabalhadoras, j\u00e1 que o classismo anarquista \u00e9, em geral, definido pelo conceito de domina\u00e7\u00e3o, sendo a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica apenas um dos tipos de domina\u00e7\u00e3o.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=112-113}} Lucien van der Walt afirma que esse classismo leva em conta \"tanto a propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o\", como \"a propriedade injusta dos meios de coer\u00e7\u00e3o e dos meios de administra\u00e7\u00e3o\".{{Sfn|van der Walt|2011|p=30}} Nessa concep\u00e7\u00e3o, estariam, no campo das classes dominantes, os propriet\u00e1rios dos meios de produ\u00e7\u00e3o, tanto a burguesia industrial quanto os propriet\u00e1rios de terras, bem como os gestores do capitalismo, do Estado, os militares, ju\u00edzes e parlamentares em geral. Dentre as classes dominadas, estariam os trabalhadores, o campesinato e os precarizados e marginalizados de maneira geral.{{HarvRef|name=corr113a|Corr\u00eaa|2014|p=113}}\n\nPara os anarquistas, nessa estrutura de classes, as classes dominantes exercem a domina\u00e7\u00e3o sobre as classes dominadas. Por raz\u00e3o de terem interesses de classe antag\u00f4nicos, umas e outras est\u00e3o em permanente conflito. Os anarquistas sustentam que as classes sociais concretas representam, em cada tempo e lugar, os agrupamentos que constituem esses conjuntos mais amplos de dominantes e dominados. Para os anarquistas, rela\u00e7\u00f5es nas esferas pol\u00edtica, econ\u00f4mica, ideol\u00f3gica e cultural contribuem para que essas classes sejam estabelecidas e que, entre elas, se estabele\u00e7a permanentemente um conflito social, que \u00e9 a base din\u00e2mica da mudan\u00e7a e da transforma\u00e7\u00e3o social.\n\n==== Imperialismo, domina\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e de ra\u00e7a ====\n[[Imagem:Emma Goldman seated.jpg|thumb|180px|A anarquista lituana [[Emma Goldman]] elaborou muitas cr\u00edticas \u00e0 domina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero]]\nAinda que o anarquismo afirme a centralidade da luta de classes, ele se op\u00f5e \u00e0 domina\u00e7\u00e3o de maneira geral. Tr\u00eas outros tipos de domina\u00e7\u00e3o foram, e ainda s\u00e3o, objeto da cr\u00edtica anarquista: o [[imperialismo]], as domina\u00e7\u00f5es de [[g\u00e9nero (sociedade)|g\u00eanero]] e de [[ra\u00e7a]]. Historicamente, os anarquistas estiveram envolvidos em lutas contra essas opress\u00f5es mais espec\u00edficas. Ao integrarem essas lutas, os anarquistas, em geral, apresentam programas pr\u00f3prios de a\u00e7\u00f5es, visando a ligar essas lutas com o objetivo da revolu\u00e7\u00e3o social e dar, a elas, um car\u00e1ter classista e [[internacionalismo|internacionalista]].{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=142}}\n\nNas regi\u00f5es que conviveram com as consequ\u00eancias do imperialismo, o [[anti-imperialismo]] foi central nas lutas dos anarquistas. A participa\u00e7\u00e3o dos anarquistas em lutas anti-imperialistas e de liberta\u00e7\u00e3o nacional pautou-se, historicamente, em programas classistas que possu\u00edam objetivos revolucion\u00e1rios e se opunham, constantemente, ao [[nacionalismo]], que defendia a colabora\u00e7\u00e3o de classes em prol dos interesses do pa\u00eds na luta contra os inimigos imperiais.{{HarvRef|name=corr114a|Corr\u00eaa|2014|p=114}}\n\nA cr\u00edtica \u00e0 domina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero tamb\u00e9m \u00e9 outro tra\u00e7o caracter\u00edstico do anarquismo. As mulheres anarquistas tiveram papel determinante na constru\u00e7\u00e3o dessa cr\u00edtica, por\u00e9m os elementos [[feminismo|feministas]] do anarquismo n\u00e3o foram campo exclusivo das mulheres militantes e as atividades das mulheres anarquistas militantes n\u00e3o podem ser reduzidas \u00e0 defesa da perspectiva feminista.{{harvy|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=23}} [[Emma Goldman]], anarquista lituana que atuou a maior parte de sua vida nos Estados Unidos, sustentou que o combate \u00e0 domina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero deveria ser encampado por homens e mulheres, j\u00e1 que a liberdade da mulher estaria inteiramente ligada \u00e0 liberdade do homem. [[Lucy Parsons]], anarquista norte-americana, relacionando g\u00eanero e classe, enfatizava que as mulheres seriam \"[[escravid\u00e3o|escravas]] dos escravos\", sendo exploradas pelo capitalismo e sendo v\u00edtimas da domina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=114-115}}\n\nOs anarquistas tamb\u00e9m criticaram a domina\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a, \u00e0 qual as [[minoria \u00e9tnica|minorias \u00e9tnicas]] estariam expostas, para al\u00e9m da domina\u00e7\u00e3o de classe. Os anarquistas tiveram papel fundamental em diversos pa\u00edses nas lutas contra o [[racismo]], por meio de lutas pela [[Igualdade perante a lei|igualdade de direitos]] e contra a [[segrega\u00e7\u00e3o racial]].\n\n=== Defesa da autogest\u00e3o ===\nA defesa anarquista da autogest\u00e3o envolve, igualmente, a mesma no\u00e7\u00e3o \u00e9tica que norteia sua cr\u00edtica da domina\u00e7\u00e3o. Se, atrav\u00e9s de uma an\u00e1lise social racional, os anarquistas identificam certas rela\u00e7\u00f5es de domina\u00e7\u00e3o, e se elas s\u00e3o consideradas injustas, realiza-se uma proposi\u00e7\u00e3o que visa a superar esse problema; tais s\u00e3o as bases da defesa anarquista da autogest\u00e3o.{{HarvRef|name=corr125a|Corr\u00eaa|2014|p=125}} A defesa da autogest\u00e3o defendida pelos anarquistas tamb\u00e9m tem, como foco, as esferas econ\u00f4mica, pol\u00edtica, ideol\u00f3gica e cultural.{{HarvRef|name=corr116a|Corr\u00eaa|2014|p=116}}\n\n==== Socializa\u00e7\u00e3o da propriedade ====\n[[Imagem:General_Autobus_Company_1936.jpg|thumb|esquerda|A socializa\u00e7\u00e3o dos meios de transporte urbanos na [[Revolu\u00e7\u00e3o Espanhola]] foi uma bem-sucedida experi\u00eancia de autogest\u00e3o econ\u00f4mica sob os moldes anarquistas]]\nOs anarquistas defendem a socializa\u00e7\u00e3o da [[propriedade privada]] dos [[meios de produ\u00e7\u00e3o]] como um aspecto central na defesa da autogest\u00e3o econ\u00f4mica. Isso implicaria, necessariamente, na [[coletiviza\u00e7\u00e3o]] das [[m\u00e1quina]]s, equipamentos, ferramentas, tecnologias, instala\u00e7\u00f5es, fontes de energia, meios de transporte, [[mat\u00e9ria-prima|mat\u00e9rias-primas]] e [[Terra (economia)|terra]]. O anarquista luso-brasileiro [[Neno Vasco]], nesse sentido, afirmou que tal socializa\u00e7\u00e3o significa \"confiar a produ\u00e7\u00e3o ao trabalho coletivo organizado\", sendo que \"os meios de produ\u00e7\u00e3o devem ser postos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de todos\" em \"uma sociedade em que o trabalho, tendendo \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades dos indiv\u00edduos, seja escolhido por cada um e organizado pelos pr\u00f3prios trabalhadores\".{{Sfn|Vasco|1984|p=20}} Os anarquistas sustentam que, com a autogest\u00e3o econ\u00f4mica, a l\u00f3gica condutora do trabalho n\u00e3o seria a busca do lucro, envolvendo a explora\u00e7\u00e3o levada a cabo por meio da apropria\u00e7\u00e3o de parte do trabalho realizado pelos trabalhadores pelos propriet\u00e1rios; o trabalho assalariado, da maneira como funciona nos sistemas capitalistas, deixaria de existir.{{HarvRef|name=corr117a|Corr\u00eaa|2014|p=117}} Como afirmou Berkman, uma sociedade fundada nos princ\u00edpios anarquistas reorganizaria a produ\u00e7\u00e3o \"com base nas necessidades do povo\".{{Sfn|Berkman|2003|p=225}} As necessidades populares norteariam a economia autogestion\u00e1ria. Sob a autogest\u00e3o econ\u00f4mica, sustentam os anarquistas, os trabalhadores usufruiriam de todos os frutos de seu trabalho, e seu envolvimento nos processos decis\u00f3rios econ\u00f4micos seria realizado de maneira proporcional a quanto eles s\u00e3o afetados.\n\nSegundo os anarquistas, a socializa\u00e7\u00e3o autogestion\u00e1ria deveria ser levada a cabo tanto no [[zona rural|campo]] como na [[zona urbana|cidade]], em localidades com modos de produ\u00e7\u00e3o mais ou menos desenvolvidos; no campo, poderia se optar pela coletiviza\u00e7\u00e3o ou pela propriedade individual ou familiar, num sistema de posse, onde n\u00e3o haveria explora\u00e7\u00e3o do trabalho. Estariam envolvidos, na socializa\u00e7\u00e3o urbana e rural, produtores e consumidores, articulados por meio de conselhos populares. Tais conselhos teriam, por objetivo, romper com a [[divis\u00e3o social do trabalho]] e garantir a equidade na remunera\u00e7\u00e3o, por meio de processos de trabalho que estejam em harmonia com a [[natureza]] e aproveitem as tecnologias para benef\u00edcio dos trabalhadores.{{HarvRef|name=corr118a|Corr\u00eaa|2014|p=118}}\n\n==== Autogoverno democr\u00e1tico ====\nA autogest\u00e3o pol\u00edtica defendida pelos anarquistas implicaria na aboli\u00e7\u00e3o do Estado, a qual deveria ser levada a cabo ainda durante o processo revolucion\u00e1rio, acabando com a divis\u00e3o entre governantes e governados. As propostas de socialismo de Estado, como per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o veementemente rejeitadas pelos anarquistas, da mesma maneira que os procedimentos da [[democracia representativa]], que implicariam uma delega\u00e7\u00e3o de poder sem controle da base, segundo sustentam os anarquistas. A proposta anarquista de autogest\u00e3o pol\u00edtica \u00e9 o autogoverno democr\u00e1tico, onde o poder pol\u00edtico seria totalmente socializado (isto \u00e9, o poder decis\u00f3rio ficaria nas m\u00e3os de todos). As institui\u00e7\u00f5es que substituiriam o Estado e as bases da autogest\u00e3o pol\u00edtica seriam os [[conselhos oper\u00e1rios|conselhos]], associa\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias que, conforme sustentou Kropotkin, \"representariam uma rede entrela\u00e7ada, composta por uma infinita variedade de grupos e federa\u00e7\u00f5es de todos os tamanhos e graus, locais, regionais, nacionais e internacionais, tempor\u00e1rias, mais ou menos permanentes, para todos os objetivos poss\u00edveis\".{{Sfn|Kropotkin|1987|p=19}} Tais associa\u00e7\u00f5es fundamentariam-se em um modelo de poder autogestion\u00e1rio que permitiria a participa\u00e7\u00e3o efetiva de todos nas mais diversas decis\u00f5es. O conjunto de conselhos, cuja base seria constitu\u00edda por grupos e associa\u00e7\u00f5es livres, tomariam as decis\u00f5es de maneira local e democr\u00e1tica, com as decis\u00f5es fluindo de baixo para cima, com participa\u00e7\u00e3o generalizada e ampla, controlando a execu\u00e7\u00e3o dessas decis\u00f5es e solucionando conflitos, reunindo as fun\u00e7\u00f5es tradicionais dos [[teoria da separa\u00e7\u00e3o dos poderes|tr\u00eas poderes]] sob uma perspectiva autogestion\u00e1ria. Tais organismos seriam os respons\u00e1veis por deliberarem e executarem todas as medidas relativas aos [[servi\u00e7o p\u00fablico|servi\u00e7os p\u00fablicos]].{{HarvRef|name=corr119a|Corr\u00eaa|2014|p=119}}\n\nTodo o processo pol\u00edtico autogestion\u00e1rio, para funcionar em larga escala, implicaria uma articula\u00e7\u00e3o que teria, por base, o mecanismo [[federalismo|federalista]], que, segundo o anarquista brasileiro [[Domingos Passos]], congregaria \"homens diversos em organismos ou sociedades na federa\u00e7\u00e3o, sem a perda da autonomia societ\u00e1ria\".{{citar web |url=http://www.nodo50.org/insurgentes/textos/passos/06federalismo.htm |t\u00edtulo= Federalismo e Centralismo|acessodata=22 de setembro de 2015 |autor= Passos, Domingos|publicado= Coletivo de Estudos Anarquistas Domingos Passos}} O federalismo permitiria a articula\u00e7\u00e3o das estruturas por meio de delega\u00e7\u00f5es que levam \u00e0s inst\u00e2ncias mais amplas (isto \u00e9, a federa\u00e7\u00f5es municipais, estaduais, nacionais e talvez at\u00e9 internacionais) as decis\u00f5es das bases e garantindo sua execu\u00e7\u00e3o; os delegados possuiriam autonomia relativa, seriam controlados pela base, suas fun\u00e7\u00f5es seriam rotativas e seus mandatos revog\u00e1veis a qualquer momento. Esse modelo federalista, desenvolvido inicialmente por Proudhon, foi posto em pr\u00e1tica em algumas se\u00e7\u00f5es da AIT, durante a [[Comuna de Paris|Comuna de Paris.]]{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=122}} \n\nNo autogoverno democr\u00e1tico, haveria amplas [[liberdades civis]], conforme explicitou Mag\u00f3n; para ele, \"o [[Liberdade de pensamento|direito de pensar]], [[Liberdade de express\u00e3o|emitir seu pensamento]], [[Liberdade de reuni\u00e3o|reunir-se]], exercer o of\u00edcio, a profiss\u00e3o ou a ind\u00fastria que o acomode, [[Liberdade de circula\u00e7\u00e3o|transitar pelo territ\u00f3rio nacional]], entre muitos outros direitos e prerrogativas\", seriam garantidos.{{Sfn|Mag\u00f3n|2003|p=69}} Ainda que conciliadas com a liberdade coletiva, as liberdades individuais tamb\u00e9m seriam garantidas.\n\n==== Cultura autogestion\u00e1ria ====\nJuntamente com as propostas para a economia e a pol\u00edtica, o anarquismo, historicamente, preocupou-se com quest\u00f5es ideol\u00f3gicas e culturais. Para os anarquistas, se a religi\u00e3o, a educa\u00e7\u00e3o e a [[m\u00eddia]] v\u00eam sendo respons\u00e1veis por legitimar a domina\u00e7\u00e3o, os anarquistas devem propor uma cultura distinta, que legitime sua proposta de autogest\u00e3o.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=123}} Ent\u00e3o, para al\u00e9m da autogest\u00e3o econ\u00f4mica e pol\u00edtica, os anarquistas prop\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o de uma cultura autogestion\u00e1ria, forjada em bases ideol\u00f3gicas e em uma [[\u00e9tica]] pautada em valores, capaz de sustentar seu projeto econ\u00f4mico e pol\u00edtico. Essa \u00e9tica anarquista \u00e9 o elemento universal promovido transversalmente em todos os contextos, pautada nos seguintes valores: [[liberdade]] individual e coletiva, no sentido do desenvolvimento pleno das faculdades, capacidades e [[pensamento cr\u00edtico]] de cada um e de todos; [[igualdade]], em termos econ\u00f4micos, pol\u00edticos e sociais, promovida por meio da autogest\u00e3o e incluindo quest\u00f5es de g\u00eanero e [[ra\u00e7a]]; [[solidariedade]] e [[apoio m\u00fatuo]], sustentando rela\u00e7\u00f5es fraternas e colaborativas entre as pessoas e n\u00e3o de individualismo e [[competi\u00e7\u00e3o]]; est\u00edmulo permanente \u00e0 [[felicidade]], \u00e0 motiva\u00e7\u00e3o e \u00e0 vontade. A interven\u00e7\u00e3o dos anarquistas de acordo com esses valores \u00e9ticos deve fortalecer as associa\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias, de maneira a promover a cultura autogestion\u00e1ria defendida pelos anarquistas.{{HarvRef|name=corr124a|Corr\u00eaa|2014|p=124}}\n[[Imagem:Francisco Ferrer Guardia.jpg|thumb|180px|[[Francesc Ferrer|Francisco Ferrer y Guardia]] foi um dos maiores defensores da [[pedagogia libert\u00e1ria]] e fundou a [[Escola Moderna]] em [[Barcelona]], na [[Espanha]], em 1901]]\nUm dos aspectos muito desenvolvidos no anarquismo foi a educa\u00e7\u00e3o, por meio da discuss\u00e3o sobre a [[pedagogia libert\u00e1ria]]. Para o franc\u00eas [[\u00c9lis\u00e9e Reclus]], \"o ideal dos anarquistas n\u00e3o \u00e9 suprimir a [[escola]], ao contr\u00e1rio, \u00e9 faz\u00ea-la crescer, fazer da pr\u00f3pria sociedade um imenso organismo de ensinamento m\u00fatuo, onde todos seriam simultaneamente alunos e [[professor]]es\".{{Sfn|Reclus|2002|p=108}} Para os anarquistas, essa amplia\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o, estendendo-a ao conjunto da sociedade, \u00e9 fundamental para estimular os valores condizentes com a pr\u00e1tica da autogest\u00e3o. Essa educa\u00e7\u00e3o seria integral, pois buscaria fortalecer completamente o desenvolvimento individual; intelectualmente, por meio do conhecimento [[ci\u00eancia|cient\u00edfico]] das distintas \u00e1reas da vida e do est\u00edmulo permanente \u00e0 cultura; [[t\u00e9cnica|tecnicamente]], preparando para o trabalho e capacitando para a realiza\u00e7\u00e3o de tarefas manuais e intelectuais; fisicamente, tendo, por objetivo, promover a [[sa\u00fade]] e o [[bem-estar]]. O espanhol [[Francesc Ferrer|Francisco Ferrer y Guardia]] enfatizou que o objetivo anarquista na educa\u00e7\u00e3o seria criar \"homens capazes de evoluir incessantemente; capazes de destruir, de renovar constantemente os meios, renovar-se a si mesmos; homens cuja independ\u00eancia intelectual seja a for\u00e7a suprema, que nunca se sujeitem ao que quer que seja, dispostos a aceitar sempre o melhor, feliz pelo triunfo das novas ideias e que aspirem a viver vidas m\u00faltiplas em uma \u00fanica vida\".{{Sfn|Ferrer y Guardia|2006|p=67-68}}\n\nTamb\u00e9m faz parte dessa cultura autogestion\u00e1ria o investimento em [[lazer]]; no tempo livre, os anarquistas consideram fundamental a participa\u00e7\u00e3o em atividades que envolvem [[esporte]]s, [[arte]]s, [[m\u00fasica]], [[televis\u00e3o]], [[cinema]], [[teatro]] e [[literatura]], tanto para o descanso, como para a pr\u00f3pria instru\u00e7\u00e3o cultural. Os valores \u00e9ticos do anarquismo constituem os fundamentos dessa produ\u00e7\u00e3o popular e autogestion\u00e1ria do lazer. Os [[meios de comunica\u00e7\u00e3o]] defendidos pelos anarquistas seriam autogeridos, possuiriam ampla participa\u00e7\u00e3o e promoveriam a [[diversidade]] e o [[pensamento cr\u00edtico]], informando, discutindo e divertindo.\n\n=== Estrat\u00e9gia do anarquismo ===\nOs anarquistas n\u00e3o possuem uma estrat\u00e9gia \u00fanica de atua\u00e7\u00e3o; ainda assim, h\u00e1 uma concep\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica comum, que constitui parte dos princ\u00edpios anarquistas.{{HarvRef|name=corr127a|Corr\u00eaa|2014|p=127}} Historicamente, os anarquistas estiveram envolvidos nas mais diversas lutas populares e incidiram sobre as esferas econ\u00f4mica, pol\u00edtica, cultural e a ideol\u00f3gica; a preocupa\u00e7\u00e3o em desenvolver estrat\u00e9gias que pudessem combater a domina\u00e7\u00e3o em todos esses n\u00edveis \u00e9 um tra\u00e7o comum entre os anarquistas.{{HarvRef|name=corr135a|Corr\u00eaa|2014|p=135}}\n\n==== Sujeitos revolucion\u00e1rios ====\nA perspectiva classista do anarquismo fornece as bases para que se forje uma no\u00e7\u00e3o de [[sujeito]] revolucion\u00e1rio, compreendido como o agente social que, inserido no processo de luta de classes, possui capacidade de realiza\u00e7\u00e3o e interesses, mas, fundamentalmente, [[consci\u00eancia de classe]] para investir ativamente em um processo de transforma\u00e7\u00e3o social revolucion\u00e1ria. Os anarquistas, de modo geral, sustentam que a a\u00e7\u00e3o humana possui capacidade significativa de transformar as estruturas sociais, e que essa transforma\u00e7\u00e3o deve ser dada pelos sujeitos revolucion\u00e1rios. A concep\u00e7\u00e3o anarquista de sujeito revolucion\u00e1rio tem, como base, as classes dominadas de maneira geral e, historicamente, envolveu trabalhadores da cidade e do campo, empregados, precarizados, desempregados e [[marginal]]izados, assalariados e pequenos propriet\u00e1rios, fundamentalmente camponeses e artes\u00e3os.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=129}} Para os anarquistas, o sujeito revolucion\u00e1rio deve ser criado em um processo longo, que exige a constru\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o dos tecidos sociais, mobiliza\u00e7\u00f5es, lutas, derrotas e vit\u00f3rias; elementos [[objetividade|objetivos]] e [[subjetividade|subjetivos]], [[raz\u00e3o|racionais]] e emocionais, n\u00e3o estando esse sujeito determinado ''[[a priori]]''; dentro da concep\u00e7\u00e3o anarquista, ele se forja [[hist\u00f3ria|historicamente]], dentro dos processos de luta das classes dominadas contra as classes dominantes.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=129-130}}\n\n==== Revolu\u00e7\u00e3o social e viol\u00eancia ====\nA estrat\u00e9gia do anarquismo \u00e9 revolucion\u00e1ria e, portanto, sustenta-se na perspectiva de realizar uma revolu\u00e7\u00e3o social, que possa ir al\u00e9m das mudan\u00e7as pol\u00edticas.{{HarvRef|name=corr132a|Corr\u00eaa|2014|p=132}} Como afirmou Mag\u00f3n, \"uma revolu\u00e7\u00e3o que n\u00e3o garanta, ao povo o direito de viver, \u00e9 uma revolta de pol\u00edticos a quem devemos, n\u00f3s, os deserdados, dar as costas; n\u00f3s, os [[pobreza|pobres]], necessitamos de uma revolu\u00e7\u00e3o social, e n\u00e3o de uma revolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica\".{{Sfn|Mag\u00f3n|2003|p=45}} Os anarquistas sustentam que apenas uma revolu\u00e7\u00e3o social, concebida como um processo de transforma\u00e7\u00e3o social profundo, com implica\u00e7\u00f5es significativas em todas as esferas sociais, poderia trazer a perspectiva de uma sociedade libert\u00e1ria; as classes dominadas, por meio de sua for\u00e7a social, iriam impor suas posi\u00e7\u00f5es no processo da luta de classes a fim de proporcionar as transforma\u00e7\u00f5es sociais capazes de superar a sociedade de classes, tornando-se imprescind\u00edvel, para os anarquistas, a derrubada do capitalismo e do Estado.{{HarvRef|name=corr133a|Corr\u00eaa|2014|p=133}}\n\nPara os anarquistas, um processo revolucion\u00e1rio dessa magnitude n\u00e3o poderia descartar completamente a possibilidade da utiliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia; ainda que se tenha discutido o n\u00edvel de viol\u00eancia necess\u00e1rio em um processo revolucion\u00e1rio, foi constante a cren\u00e7a de que ela seria, muito provavelmente, necess\u00e1ria. \u00c9 not\u00e1vel a preocupa\u00e7\u00e3o de se diminuir o n\u00edvel de viol\u00eancia t\u00e3o logo o processo revolucion\u00e1rio esteja estabilizado, instaurando a paz assim que o funcionamento pleno do poder autogestion\u00e1rio estivesse garantido; por\u00e9m, durante o processo revolucion\u00e1rio, a viol\u00eancia provavelmente teria de ser utilizada.{{HarvRef|name=corr134a|Corr\u00eaa|2014|p=134}}\n\nEntretanto, h\u00e1 anarquistas que acreditam na possibilidade de uma revolu\u00e7\u00e3o praticamente sem viol\u00eancia, como \u00e9 o caso daqueles que conferem centralidade \u00e0 propaganda e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o em suas estrat\u00e9gias, acreditando ser poss\u00edvel transformar a sociedade pelo convencimento, praticamente sem viol\u00eancia; Reclus, por exemplo, afirma que quanto maior for a consci\u00eancia dos trabalhadores e de sua for\u00e7a potencial, \"mais as revolu\u00e7\u00f5es ser\u00e3o f\u00e1ceis e pac\u00edficas\", podendo toda a oposi\u00e7\u00e3o \"ceder, at\u00e9 mesmo sem luta\".{{Sfn|Reclus|2011|p=44}} A possibilidade de uma revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta, para esses anarquistas, \u00e9, entretanto, uma probabilidade; as a\u00e7\u00f5es pac\u00edficas, na maioria dos casos, s\u00e3o defendidas uma quest\u00e3o de estrat\u00e9gia e n\u00e3o de princ\u00edpios. Ainda assim, posi\u00e7\u00f5es externas ao anarquismo, que consideram a [[n\u00e3o viol\u00eancia]] um [[princ\u00edpio]], como as de [[Henry David Thoreau]] e [[Liev Tolst\u00f3i]], exerceram alguma influ\u00eancia entre os anarquistas.\n\nO processo revolucion\u00e1rio, de acordo com as distintas avalia\u00e7\u00f5es anarquistas, \u00e9 concebido por alguns como um processo lento, fundamentalmente pela envergadura da transforma\u00e7\u00e3o; para outros, \u00e9 um processo que, inserido numa conjuntura favor\u00e1vel, pode ser acelerado significativamente.\n\n==== Estrat\u00e9gia de luta ====\nA estrat\u00e9gia revolucion\u00e1ria do anarquismo \u00e9 formulada a partir de tr\u00eas elementos: a cr\u00edtica do sistema de domina\u00e7\u00e3o, o objetivo de um sistema de autogest\u00e3o e o conjunto de meios a serem utilizados, por meio de uma pr\u00e1tica pol\u00edtica coerente para promover a transforma\u00e7\u00e3o social desejada. Para os anarquistas, o sistema de domina\u00e7\u00e3o \u00e9 o resultado de uma imposi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a por parte das classes dominantes \u00e0s classes dominadas; assim, a estrat\u00e9gia fundamental do anarquismo deve contar com sujeitos revolucion\u00e1rios, criados no seio das classes dominadas, que consigam modificar a correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as colocada e implantar um sistema de autogest\u00e3o. A for\u00e7a social das classes dominadas \u00e9, para os anarquistas, o que h\u00e1 de mais relevante para impulsionar essa transforma\u00e7\u00e3o; fazer das classes dominadas os sujeitos revolucion\u00e1rios e protagonistas da transforma\u00e7\u00e3o social desejada \u00e9 um dos elementos fundamentais da estrat\u00e9gia anarquista.{{HarvRef|name=corr130a|Corr\u00eaa|2014|p=130}}\n\nOs anarquistas sustentam que h\u00e1 uma necessidade de coer\u00eancia em termos estrat\u00e9gicos; defendendo uma congru\u00eancia entre [[t\u00e1tica]]s, [[estrat\u00e9gia]]s e [[objetivo]]s. Tal quest\u00e3o foi levada em considera\u00e7\u00e3o entre os anarquistas frequentemente por meio da discuss\u00e3o entre meios e fins; para Malatesta, \u00e9 preciso \"empregar os meios adaptados\" \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o daquilo que se deseja, \"esses meios n\u00e3o s\u00e3o arbitr\u00e1rios\", para ele, \"derivam necessariamente dos fins\" a que os anarquistas se prop\u00f5em e das circust\u00e2ncia nas quais lutam.{{Sfn|Malatesta|2000|p=11}} Malatesta ainda sustentou que se os anarquistas se equivocassem na escolha dos meios, inevitavelmente afastariam-se dele \"rumo a realidades frequentemente opostas\", que seriam \"a consequ\u00eancia natural e necess\u00e1ria\" aos m\u00e9todos empregados de maneira equivocada.{{Sfn|Malatesta|2000|p=11}} Os anarquistas em geral sustentam a necessidade de uma subordina\u00e7\u00e3o dos meios aos fins, da t\u00e1tica \u00e0 estrat\u00e9gia e da estrat\u00e9gia ao objetivo; para se chegar \u00e0 autogest\u00e3o generalizada, devem-se utilizar meios autogestion\u00e1rios. \u00c9 por esse motivo que os anarquistas descartam a utiliza\u00e7\u00e3o do Estado como um meio de atua\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o social; para os anarquistas, a [[a\u00e7\u00e3o direta]] implica a prioriza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica pol\u00edtica das classes dominadas fora do Estado e, em grande medida, contra ele.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=131}} Ao criar e participar de organiza\u00e7\u00f5es, os anarquistas defendem um modelo org\u00e2nico pautado na autogest\u00e3o; esse modelo envolve rela\u00e7\u00f5es autogestion\u00e1rias entre os militantes de um grupo ou organiza\u00e7\u00e3o, assim como rela\u00e7\u00f5es autogestion\u00e1rias entre grupos, organiza\u00e7\u00f5es e os movimentos populares, refor\u00e7ando a independ\u00eancia e autonomia de classe, que garante o protagonismo das classes dominadas na constru\u00e7\u00e3o de uma pr\u00e1tica pol\u00edtica desenvolvida a partir das bases sem que haja submiss\u00e3o a rela\u00e7\u00f5es de domina\u00e7\u00e3o internas ou externas.\n\nDe modo geral, os anarquistas sustentam que para romper com o sistema de domina\u00e7\u00e3o e constituir um sistema de autogest\u00e3o, \u00e9 fundamental utilizar meios autogestion\u00e1rios nas distintas estrat\u00e9gias e t\u00e1ticas empregadas, em todas as esferas sociais. Historicamente, diferentes estrat\u00e9gias foram levadas a cabo pelos anarquistas em diversos contextos, priorizando algumas a\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a outras, mas sempre levando esse princ\u00edpio em considera\u00e7\u00e3o. Na esfera econ\u00f4mica, os anarquistas atuaram criando cooperativas de produ\u00e7\u00e3o nos moldes [[mutualismo (economia)|mutualistas]], participando em ocupa\u00e7\u00f5es de f\u00e1bricas, greves expropriadoras e da luta dos trabalhadores articulando-se em organiza\u00e7\u00f5es sindicais e articulando organiza\u00e7\u00f5es camponesas para a luta pela terra;{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=135-138}} na esfera pol\u00edtica, os anarquistas v\u00eam afirmando a necessidade de a\u00e7\u00f5es que envolvam a interven\u00e7\u00e3o direta contra o capitalismo e o Estado, atrav\u00e9s da organiza\u00e7\u00e3o das classes populares ou do uso da viol\u00eancia;{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=138-139}} na esfera cultural e ideol\u00f3gica, os anarquistas preconizaram a propaganda e iniciativas no campo da educa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das pr\u00f3prias mobiliza\u00e7\u00f5es populares, no sentido em que elas pudessem fortalecer uma certa [[consci\u00eancia de classe]].{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=139-140}} Entretanto, houve diversos debates relevantes acerca dessas estrat\u00e9gias entre os anarquistas,{{HarvRef|name=corr168a|Corr\u00eaa|2014|p=168}} embora as lutas promovidas pelos anarquistas nas tr\u00eas esferas sustentaram, de modo geral, a\u00e7\u00f5es reivindicativas, insurrecionais, revolucion\u00e1rias, mais ou menos violentas em determinados contextos e buscaram, permanentemente, promover a revolu\u00e7\u00e3o social, a partir de transforma\u00e7\u00f5es estruturais nas tr\u00eas esferas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=141}}\n\n== Debates e quest\u00f5es internas ==\n{{Artigo principal|Debates no anarquismo}}\nAs posi\u00e7\u00f5es dos anarquistas em rela\u00e7\u00e3o a certas quest\u00f5es n\u00e3o constituem um todo homog\u00eaneo, e o anarquismo tem sido marcado por diversos debates e diverg\u00eancias. Os debates mais relevantes entre os anarquistas se d\u00e3o em torno da defesa da [[autogest\u00e3o]] e da [[estrat\u00e9gia]].\n\n=== Debates relevantes em torno da autogest\u00e3o ===\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 defesa da autogest\u00e3o econ\u00f4mica e a socializa\u00e7\u00e3o da propriedade, apresentam-se dois debates relevantes, entre os anarquistas que defendem o mercado autogestion\u00e1rio e os que defendem a planifica\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, e entre os que defendem o coletivismo e os que defendem o comunismo como forma de distribui\u00e7\u00e3o do trabalho. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 defesa da autogest\u00e3o pol\u00edtica, os debates se d\u00e3o entre os que sustentam que a articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica deve se dar no local de trabalho e os que sustentam que ela deve se dar no local de moradia. H\u00e1 ainda um debate sobre os limites e as possibilidades da cultura na cria\u00e7\u00e3o de uma sociedade autogestion\u00e1ria.{{HarvRef|name=corr160a|Corr\u00eaa|2014|p=160}}\n\n==== Mercado autogestion\u00e1rio ou planifica\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica ====\nH\u00e1 anarquistas que defendem que, em termos econ\u00f4micos, a sociedade futura dever\u00e1 ter por base um [[mercado]] autogestion\u00e1rio; anarquistas que defendem essa posi\u00e7\u00e3o afirmam que o mercado \u00e9 um ambiente de circula\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de mercadorias que sempre existiu, mesmo antes do capitalismo, e sendo o mercado um espa\u00e7o em que circulam as informa\u00e7\u00f5es a respeito da [[Lei da oferta e da procura|oferta e da demanda de bens]], ele seria a \u00fanica forma eficiente de equilibr\u00e1-las. Anarquistas que defendem essa posi\u00e7\u00e3o sustentam que a sociedade \u00e9 muito complexa para que uma [[Economia planificada|planifica\u00e7\u00e3o]] eficiente e que atenda todas as demandas sociais seja poss\u00edvel; somente o mercado poderia constituir esse canal de informa\u00e7\u00f5es imprescind\u00edveis para a economia e sua supress\u00e3o geraria, necessariamente, uma planifica\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria e autorit\u00e1ria, contrariando os princ\u00edpios da autogest\u00e3o.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=160-161}}\n\nOutros anarquistas, entretanto, defendem um tipo de planifica\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, com a necessidade da supress\u00e3o do mercado e do [[dinheiro]].{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=161}} [[Alexander Berkman]], que defendeu essa posi\u00e7\u00e3o, sustentou que na sociedade libert\u00e1ria \"a troca ser\u00e1 livre\", \"sem a intermedia\u00e7\u00e3o do dinheiro e sem [[lucro]], tendo por base as requisi\u00e7\u00f5es e o abastecimento \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o\".{{Sfn|Berkman|2003|p=217}} Outros anarquistas que defendem essa perspectiva econ\u00f4mica afirmam que a intera\u00e7\u00e3o entre locais de moradia e trabalho, produtores e consumidores, permitiria a planifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica democr\u00e1tica, n\u00e3o s\u00f3 participativa, mas em larga escala. N\u00e3o havendo o Estado para coordenar a produ\u00e7\u00e3o com um planejamento central ou uma produ\u00e7\u00e3o ajustada pelo mercado e pelo sistema de pre\u00e7os, surgiria uma economia socializada e autogestionada fundada em uma federa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de empresas e comunidades autogeridas, com uma assembleia no topo, que balancearia oferta e demanda, direcionando e distribuindo a produ\u00e7\u00e3o com base nas demandas que surgiriam de baixo para cima.{{harvy|name=schw68|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=68}} Essa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 maiorit\u00e1ria entre os militantes do anarquismo.{{HarvRef|name=corr167a|Corr\u00eaa|2014|p=167}}\n\n==== Coletivismo ou comunismo ====\n[[Imagem:Peter_Kropotkin_circa_1900.jpg|thumb|180px|O russo [[Piotr Kropotkin]] foi um dos maiores defensores do que se convencionou a chamar de [[anarquismo comunista]]. Para ele, o coletivismo, na medida em que defendia a remunera\u00e7\u00e3o baseada no trabalho realizado, seria inadmiss\u00edvel, e que o modo de distribui\u00e7\u00e3o comunista seria o mais adequado em uma sociedade libert\u00e1ria]]\nO debate entre anarquistas que defendem o coletivismo e os que defendem o comunismo como modo de distribui\u00e7\u00e3o, evidenciou-se, marcadamente, em meados da d\u00e9cada de 1870 e teve, depois disso, algum impacto entre os anarquistas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=161-162}} At\u00e9 aquela \u00e9poca, a maioria dos anarquistas defendia o coletivismo, sistema de remunera\u00e7\u00e3o baseado no trabalho realizado, reconhecido na m\u00e1xima \"a cada um segundo seu trabalho\".{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=162}} [[Mikhail Bakunin]], que sustentou essa perspectiva, afirmou que na sociedade libert\u00e1ria \"cada um dever\u00e1 trabalhar para viver, cada um ser\u00e1 livre para morrer de fome por n\u00e3o trabalhar, a menos que encontre uma associa\u00e7\u00e3o ou uma comuna que consinta aliment\u00e1-lo por piedade\", excluindo, entretanto, crian\u00e7as, velhos e pessoas sem condi\u00e7\u00f5es para o trabalho.{{Sfn|Bakunin|2009|p=85}} O comunismo, modo de distribui\u00e7\u00e3o reconhecido pela m\u00e1xima \"de cada um segunda suas possibilidades, a cada um segundo suas necessidades\", passou a ser defendido por alguns anarquistas entre 1874 e 1876, e a partir de 1880, tornou-se hegem\u00f4nico. Nesse sistema, defendido por anarquistas not\u00e1veis, como [[Piotr Kropotkin]], cada um trabalharia nas medidas de suas possibilidades e consumiria nas medidas de suas necessidades, exigindo um aprofundamento \u00e9tico sem precedentes e a garantia de que se cooperar\u00e1 em tal sentido. Cientes disso, houve anarquistas que defenderam posi\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias, como [[James Guillaume]] e [[Errico Malatesta]], aceitando o coletivismo em uma primeira fase da sociedade libert\u00e1ria e tentando-se chegar progressivamente ao comunismo.{{HarvRef|name=corr163a|Corr\u00eaa|2014|p=163}}\n\n==== Pol\u00edtica no local de moradia ou de trabalho ====\nTratando do local mais adequado para a articula\u00e7\u00e3o das inst\u00e2ncias pol\u00edticas da sociedade autogestion\u00e1ria, h\u00e1, fundamentalmente, tr\u00eas perspectivas: uma que defende a articula\u00e7\u00e3o pelo local de moradia (comunas), outra, que defende a articula\u00e7\u00e3o pelo local de trabalho (sindicatos), e uma terceira, que sustenta uma perspectiva moderada entre ambas.\n[[Imagem:Murray Bookchin.jpg|thumb|esquerda|180px|O anarquista americano [[Murray Bookchin]] foi um defensor da organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica no local de moradia, tendo como base o munic\u00edpio. Seu conjunto de ideias ficou conhecido como [[municipalismo|municipalismo libert\u00e1rio]]]]\nDefensor da primeira perspectiva, [[Murray Bookchin]] sustentava que o munic\u00edpio deveria ser a base para rela\u00e7\u00f5es sociais diretas, servindo como base para uma \"[[democracia]] frontal\" e para a \"interven\u00e7\u00e3o pessoal do indiv\u00edduo\", \"para que as freguesias, comunidades e cooperativas convirjam na forma\u00e7\u00e3o de uma nova esfera p\u00fablica\".{{Sfn|Bookchin|1999|p=33-44}} Para ele, somente uma [[confedera\u00e7\u00e3o]] desses munic\u00edpios poderia lan\u00e7ar um movimento popular capaz de produzir condi\u00e7\u00f5es para a aboli\u00e7\u00e3o do Estado.{{Sfn|Bookchin|1999|p=33-44}} Sua defesa da organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria como um poder popular dual, que se antagoniza com o poder estatal, marca sua cren\u00e7a exclusiva na mobiliza\u00e7\u00e3o em n\u00edvel comunit\u00e1rio.{{HarvRef|name=corr164a|Corr\u00eaa|2014|p=164}}\n\nDefensores da segunda perspectiva, em geral defensores do sindicalismo, acreditam que o poder autogestion\u00e1rio deveria ser articulado pelo local de trabalho, a partir da produ\u00e7\u00e3o e do [[consumo]], tendo uma base [[economia|econ\u00f4mica]]. [[Diego Abad de Santill\u00e1n]] afirmou que \"a rep\u00fablica dos trabalhadores n\u00e3o se faz no [[parlamento]] nem por [[decreto]] do Estado, h\u00e1 que se constru\u00ed-la com os trabalhadores, nos locais de trabalho, e n\u00e3o fora deles\".{{Sfn|Santill\u00e1n|1980|p=87}} Para [[Neno Vasco]], de modo semelhante, \"o sindicato \u00e9 o grupo essencial, o \u00f3rg\u00e3o espec\u00edfico de luta de classes e o n\u00facleo reorganizador da sociedade futura\", e constitui o agrupamento que \"manter\u00e1 a continuidade da vida social, assegurando a produ\u00e7\u00e3o do indispens\u00e1vel\".{{Sfn|Vasco|1984|p=76}}\n\nA terceira perspectiva, mais moderada, \u00e9 maiorit\u00e1ria entre os anarquistas, e sustenta que grupos locais democr\u00e1ticos no local de trabalho e de moradia seriam o n\u00facleo do movimento social que criaria o socialismo libert\u00e1rio. Os defensores dessa perspectiva acreditam que o poder da sociedade futura deveria ser compartilhada entre os locais de trabalho e de moradia, conciliando decis\u00f5es econ\u00f4micas e pol\u00edticas.{{HarvRef|name=corr165a|Corr\u00eaa|2014|p=165}}\n\n==== Limites e possibilidades da cultura ====\nNo anarquismo, o debate que envolve a [[cultura]] se d\u00e1 em torno das distintas expectativas em rela\u00e7\u00e3o aos seus limites e possibilidades, envolvendo duas concep\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas distintas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s esferas sociais e os limites e possibilidades da esfera cultural e ideol\u00f3gica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s esferas pol\u00edtica e econ\u00f4mica, variando entre dois polos com algumas posi\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias.\n\nDe um lado, compreende-se que a cria\u00e7\u00e3o de uma cultura autogestion\u00e1ria com todos os [[valor (\u00e9tica)|valores]] que ela implica \u00e9 significativamente limitada por elementos pol\u00edticos e principalmente econ\u00f4micos. [[Mikhail Bakunin]], que sustentava posi\u00e7\u00f5es [[materialismo|materialistas]], afirmava que, embora as esferas pol\u00edtica e cultural pudessem determinar a esfera econ\u00f4mica, esta \u00faltima constituiria sempre uma base sobre a qual se desenvolvem as outras. Bakunin afirmava que a quest\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era a mais importante para a luta dos anarquistas e que, \"em primeiro lugar\", estaria a sua \"emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, que engendra necessariamente sua emancipa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e, mais tarde, sua emancipa\u00e7\u00e3o intelectual e moral\",{{Sfn|Bakunin|2003|p=93-94}} e para ele, uma educa\u00e7\u00e3o libert\u00e1ria s\u00f3 poderia se desenvolver plenamente sob um regime de autogest\u00e3o econ\u00f4mica.{{HarvRef|name=corr166a|Corr\u00eaa|2014|p=166}}\n\nDe outro lado, h\u00e1 anarquistas que compreendem que a cria\u00e7\u00e3o de uma cultura autogestion\u00e1ria \u00e9 imprescind\u00edvel para a sustenta\u00e7\u00e3o da autogest\u00e3o nas esferas pol\u00edtica e econ\u00f4mica e que ela possui relev\u00e2ncia de primeira ordem. Para [[Rudolf Rocker]], um dos anarquistas que mais concederam relev\u00e2ncia para a esfera cultural e ideol\u00f3gica no processo de estrutura\u00e7\u00e3o social, a economia certamente possui influ\u00eancia relevante na sociedade; todavia, ele sustentou que \"h\u00e1 na hist\u00f3ria milhares de fatos que n\u00e3o se deixam explicar unicamente por bases puramente econ\u00f4micas\", e que al\u00e9m da pol\u00edtica, \"a [[vontade de poder]]\" \u00e9 \"em geral uma das for\u00e7as motrizes mais significativas da hist\u00f3ria\", e portanto, a esfera cultural e ideol\u00f3gica possui lugar de destaque na determina\u00e7\u00e3o de fatos econ\u00f4micos ou mesmo pol\u00edticos.{{Sfn|Rocker|1956|p=11-24}} Estudando a relev\u00e2ncia da cultura na determina\u00e7\u00e3o dos fatos sociais, Rocker ainda afirmou que \"\u00e9 ineg\u00e1vel o influxo da conforma\u00e7\u00e3o [[psicologia|psicol\u00f3gica]] do homem sobre a forma\u00e7\u00e3o do ambiente social\", ressaltando a relev\u00e2ncia central da esfera cultural e ideol\u00f3gica, tanto pelo papel da cultura nos embates contra a domina\u00e7\u00e3o e da vontade na determina\u00e7\u00e3o das estruturas sociais, quanto pela cren\u00e7a de que a pol\u00edtica emana, em grande medida, da concep\u00e7\u00e3o religiosa, e que a economia possui naturezas culturais.{{Sfn|Rocker|1956|p=31-56}} Tamb\u00e9m defendendo a relev\u00e2ncia central da esfera cultural e ideol\u00f3gica, o anarquista chin\u00eas [[Wu Zhihui]] afirmava que \"quando a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 popularizada, todos abandonam os velhos h\u00e1bitos e come\u00e7am uma nova vida\", sendo a revolu\u00e7\u00e3o \"apenas um claro efeito dessa transforma\u00e7\u00e3o\".{{Sfn|Zhihui|2005|p=347-348}}\n\nEntre essas duas posi\u00e7\u00f5es antag\u00f4nicas, h\u00e1 uma s\u00e9rie de posi\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias, sendo uma das mais relevantes a dos anarquistas que consideram que as a\u00e7\u00f5es da esfera cultural e ideol\u00f3gica s\u00e3o necess\u00e1rias e possuem potencial significativo, ainda que reconhe\u00e7am os limites estruturais e a necessidade de intervirem, ao mesmo tempo, nas esferas pol\u00edtica e econ\u00f4mica. De modo geral, as posi\u00e7\u00f5es que atribuem menos capacidade \u00e0 esfera cultural e ideol\u00f3gica priorizam como estrat\u00e9gias de luta o sindicalismo e as cooperativas, enquanto as posi\u00e7\u00f5es que atribuem a essa esfera maior capacidade priorizam a educa\u00e7\u00e3o e a propaganda.\n\n=== Debates relevantes em torno da estrat\u00e9gia ===\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0s estrat\u00e9gias anarquistas, apresentam-se quatro debates relevantes. O primeiro trata das distintas posi\u00e7\u00f5es em torno da organiza\u00e7\u00e3o, com concep\u00e7\u00f5es anarquistas contr\u00e1rias e favor\u00e1veis \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o; o segundo apresenta as diferentes concep\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s reformas e lutas de curto prazo e as distintas compreens\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao seu papel para se atingir a revolu\u00e7\u00e3o; o terceiro trata das posi\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao momento e ao contexto da utiliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia; o quarto, transversal aos outros, apresenta as diferentes concep\u00e7\u00f5es sobre a organiza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica anarquista.\n\n==== Antiorganizacionismo e organizacionismo ====\nO debate sobre a quest\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o no anarquismo envolve tr\u00eas posi\u00e7\u00f5es fundamentais: o antiorganizacionismo, dos anarquistas que s\u00e3o contr\u00e1rios \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o e que defendem, de modo geral, a atua\u00e7\u00e3o individual ou em pequenas redes ou grupos informais; o sindicalismo e o comunitarismo, dos anarquistas que sustentam que a organiza\u00e7\u00e3o dos anarquistas deve se dar somente no n\u00edvel social e de massas, e que criar organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas seria algo redundante na medida em que os movimentos populares poderiam levar a cabo toda a estrat\u00e9gia anarquista; e o dualismo organizacional, que sustenta serem necess\u00e1rias, al\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es de massa, as organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para promover o anarquismo de maneira mais consistente.\n[[Imagem:Lugi_Gallean2.jpg|thumb|180px|O \u00edtalo-americano [[Luigi Galleani]] foi um dos mais not\u00f3rios anarquistas antiorganizacionistas. Para ele, os anarquistas deveriam atuar por meio da educa\u00e7\u00e3o, da propaganda e da a\u00e7\u00e3o violenta]]\nOs antiorganizacionistas sustentam que qualquer organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, ainda que fosse anarquista, conduziria necessariamente a uma hierarquia de tipo governamental, violando a liberdade individual, e sustentam tamb\u00e9m que os anarquistas deveriam se associar em redes pouco org\u00e2nicas, quase informais, pois a organiza\u00e7\u00e3o conduziria, necessariamente, \u00e0 domina\u00e7\u00e3o.{{HarvRef|name=corr169a|Corr\u00eaa|2014|p=169}} Tais posi\u00e7\u00f5es s\u00e3o assumidas tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o aos movimentos populares. [[Luigi Galleani]], not\u00f3rio antiorganizacionista, afirmava que \"o movimento anarquista e o movimento oper\u00e1rio percorrem caminhos paralelos e a constitui\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica de linhas paralelas \u00e9 feita de maneira que elas nunca possam se encontrar ou coincidir\", sendo o anarquismo e o movimento oper\u00e1rio corpos distintos, ainda para Galleani, as organiza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias seriam v\u00edtimas de um \"conservadorismo cego e parcial\", respons\u00e1vel por \"estabelecer um obst\u00e1culo, muitas vezes um perigo\" aos objetivos anarquistas.{{citar web|url=http://theanarchistlibrary.org/pdfs/a4/Luigi_Galleani__The_End_of_Anarchism__a4.pdf|t\u00edtulo=The End of Anarchism?|autor=Galleani, Luigi|acessodata=26 de setembro de 2015|publicado=The Anarchist Library}} Em geral, os antiorganizacionistas sustentam que os anarquistas deveriam atuar por meio da educa\u00e7\u00e3o, da propaganda e da a\u00e7\u00e3o violenta. Muitas vezes, as posi\u00e7\u00f5es dos antiorganizacionistas foram sustentadas tendo, como base, alguns argumentos individualistas de origem exterior ao anarquismo, em especial de autores como Stirner e [[Friedrich Nietzsche|Nietzsche]].{{HarvRef|name=corr170a|Corr\u00eaa|2014|p=170}}\n[[Imagem:ErricoMalatesta.gif|thumb|180px|esquerda|O italiano [[Errico Malatesta]] defendeu o organizacionismo dual. Para ele, os anarquistas deveriam se organizar no n\u00edvel social, dos sindicatos, como trabalhadores, e no n\u00edvel pol\u00edtico, como anarquistas]]\nOs sindicalistas e comunitaristas acreditam que o movimento popular possui as condi\u00e7\u00f5es de abarcar posi\u00e7\u00f5es libert\u00e1rias, de maneira a cumprir todas as fun\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas necess\u00e1rias a um processo revolucion\u00e1rio, opondo-se \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas. Entre os anarquistas que defendem as organiza\u00e7\u00f5es exclusivamente comunit\u00e1rias, posi\u00e7\u00f5es relevantes encontram-se na obra de Bookchin, que defendia mobiliza\u00e7\u00f5es de massa exclusivamente no campo comunit\u00e1rio, envolvendo trabalhadores, camponeses, profissionais e t\u00e9cnicos e superando os interesses corporativos e setoriais, vinculados necessariamente aos sindicatos. Entre os anarquistas que defendem o sindicalismo, encontram-se, ainda, duas estrat\u00e9gias fundamentais: o [[anarcossindicalismo]] e o [[sindicalismo revolucion\u00e1rio]]. A primeira defende uma vincula\u00e7\u00e3o program\u00e1tica entre o anarquismo e o sindicalismo, enquanto a segunda sustenta fundamentalmente a neutralidade, a independ\u00eancia e a autonomia dos sindicatos, n\u00e3o vinculando-se a nenhuma ideologia espec\u00edfica.\n\nO dualismo organizacional apoia-se na ideia de que deve haver dois n\u00edveis de organiza\u00e7\u00e3o: um social, de massas, e outro pol\u00edtico e ideol\u00f3gico, anarquista; no n\u00edvel social, dos sindicatos, os anarquistas organizariam-se como trabalhadores; no n\u00edvel pol\u00edtico, como anarquistas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=172}} [[Errico Malatesta]], um dos mais not\u00f3rios defensores dessa posi\u00e7\u00e3o, afirmava que \"o partido anarquista\" como \"o conjunto daqueles que querem contribuir para realizar a anarquia, e que, por consequ\u00eancia, precisam fixar um objetivo a alcan\u00e7ar e um caminho a percorrer\", deveria ser o respons\u00e1vel pela concep\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia dos anarquistas e por sua aplica\u00e7\u00e3o no campo popular.{{Sfn|Malatesta|2000|p=56}}\n\n==== Reformas e lutas de curto prazo ====\nTodos os anarquistas defendem uma perspectiva revolucion\u00e1ria de transforma\u00e7\u00e3o social, entretanto, h\u00e1 um debate relevante entre os anarquistas a respeito das reformas e lutas curto prazo. Alguns anarquistas defendem a posi\u00e7\u00e3o de que as lutas de curto prazo e as reformas seriam meios para se chegar \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o, enquanto outros s\u00e3o contr\u00e1rios a essas lutas e \u00e0s pr\u00f3prias reformas. Geralmente, os primeiros s\u00e3o chamados de possibilistas e os segundos de impossibilistas.{{HarvRef|name=corr173a|Corr\u00eaa|2014|p=173}}\n\nPosi\u00e7\u00f5es impossibilistas foram defendidas constantemente entre os anarquistas e, em alguns contextos, tiveram express\u00f5es bastante significativas. Anarquistas que defendem tais posi\u00e7\u00f5es argumentam que as greves seriam eficazes apenas se tivessem por objetivo imediato a revolu\u00e7\u00e3o social; nesse sentido, [[Emma Goldman]] criticou os oper\u00e1rios norte-americanos que lutavam pela jornada de oito horas, dizendo que isso era \"uma perda de energia e de tempo\" e que seria uma \"estupidez os trabalhadores lutarem por t\u00e3o pouco\".{{Citar web|url=http://theanarchistlibrary.org/library/emma-goldman-living-my-life.pdf|t\u00edtulo=Living My Life|acessodata=26 de setembro de 2015|autor=Goldman, Emma|publicado=The Anarchist Library}} Os impossibilistas defendem diferentes meios para a atua\u00e7\u00e3o anarquista; enquanto uns defendem a [[propaganda pelo ato]] e sustentam que a utiliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia por meio de atentados deveria ser a principal estrat\u00e9gia anarquista, outros defendem estrat\u00e9gias insurrecionais distintas, al\u00e9m da propaganda e da educa\u00e7\u00e3o popular como meio de atua\u00e7\u00e3o.{{HarvRef|name=corr174a|Corr\u00eaa|2014|p=174}}\n[[Imagem:F-exhibiciones-ciudad-libertaria-9.jpg|thumb|Manifesta\u00e7\u00e3o da [[Federa\u00e7\u00e3o Oper\u00e1ria Regional Argentina|FORA]] pela jornada de oito horas de trabalho]]\nPosi\u00e7\u00f5es possibilistas tamb\u00e9m foram bastante comuns entre os anarquistas, muitos dos quais envolvidos com a milit\u00e2ncia sindical ou comunit\u00e1ria. Para esses anarquistas, as lutas reivindicativas podem ser respons\u00e1veis pelo desenvolvimento daquilo que alguns chamam de \"gin\u00e1stica revolucion\u00e1ria\" e, dependendo de como forem levadas a cabo, podem contribuir com o objetivo revolucion\u00e1rio anarquista. Malatesta foi um defensor dessa posi\u00e7\u00e3o, ao afirmar que os anarquistas deveriam tomar ou conquistar as eventuais reformas \"no mesmo esp\u00edrito daquele que arranca pouco a pouco do inimigo o terreno que ele ocupa, para avan\u00e7ar cada vez mais\".{{Sfn|Malatesta|1989|p=146}} Entretanto, a participa\u00e7\u00e3o dos anarquistas em lutas de curto prazo n\u00e3o significa a ado\u00e7\u00e3o de uma postura reformista; Neno Vasco, nesse sentido, afirmou que os anarquistas deveriam favorecer \"as reformas ou melhoramentos que sejam uma vantagem verdadeira para o proletariado ou que pelo menos n\u00e3o contrariem ou retardem o fim essencial\",{{Sfn|Vasco|1984|p=108}} devendo os anarquistas defender lutas classistas, combativas, aut\u00f4nomas, constru\u00eddas pela base por mecanismos autogestion\u00e1rios e com uma perspectiva revolucion\u00e1ria.\n\n==== Momento e contexto da utiliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia ====\n[[Imagem:Gadewar.jpg|thumb|esquerda|O momento e o contexto da utiliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia t\u00eam gerado debates relevantes entre os anarquistas]]\nA maioria dos anarquistas considera que, muito provavelmente, a viol\u00eancia dever\u00e1 ser utilizada, em maior ou menor grau, para promover a transforma\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria desejada. De qualquer forma, h\u00e1 um debate fundamental em rela\u00e7\u00e3o ao momento e ao contexto da utiliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia, envolvendo seus objetivos. Nesse debate, existem duas posi\u00e7\u00f5es fundamentais: uma, que sustenta que a viol\u00eancia funciona como uma ferramenta para criar movimentos revolucion\u00e1rios, sendo ela uma forma de propaganda que inspira os membros das classes populares a ingressarem em um processo revolucion\u00e1rio de luta; e outra, que defende que a viol\u00eancia deve ser utilizada a partir de movimentos populares previamente estabelecidos, de maneira a aumentar sua for\u00e7a nos conflitos de classe, sendo a viol\u00eancia, nesse caso, uma ferramenta para favorecer as lutas de massas j\u00e1 existentes.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=176}}\n\n[[Alfredo Bonanno]], defensor da primeira posi\u00e7\u00e3o, afirmou que \"a viol\u00eancia \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o preventiva e o ataque preventivo sobre as for\u00e7as burguesas\".{{Citar web|url=http://theanarchistlibrary.org/pdfs/a4/Alfredo_M._Bonanno__The_Insurrectional_Project_a4.pdf|t\u00edtulo=The Insurrectional Project|autor=Bonanno, Alfredo|acessodata=26 de setembro de 2015|publicado=The Anarchist Library}} Galleani, tamb\u00e9m not\u00f3rio defensor dessa posi\u00e7\u00e3o, sustentava que \"em vez das inefetivas conquistas de curto prazo, as t\u00e1ticas de corros\u00e3o e de ataque cont\u00ednuo devem ser priorizadas\", somente as greves gerais teriam condi\u00e7\u00f5es de promover a revolu\u00e7\u00e3o, a qual deveria ser buscada \"por meio da inevit\u00e1vel utiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a e da viol\u00eancia\".{{Citar web|url=http://theanarchistlibrary.org/pdfs/a4/Luigi_Galleani_The_Principal_of_Organization_to_the_Light_of_Anarchism_a4.pdf|t\u00edtulo=The Principal of Organization to the Light of Anarchism|autor=Galleani, Luigi|acessodata=26 de setembro de 2015|publicado=The Anarchist Library}} Anarquistas como [[Ravachol]] e [[Severino di Giovanni]], que realizaram atentados durante suas vidas, acreditavam que seus atos de viol\u00eancia seriam, al\u00e9m de uma forma de propaganda, uma vingan\u00e7a contra os capitalistas. Embora historicamente minorit\u00e1ria,{{HarvRef|name=corr186a|Corr\u00eaa|2014|p=186}} a defesa dessa posi\u00e7\u00e3o foi adotada por um certo per\u00edodo por anarquistas not\u00f3rios como Kropotkin e Malatesta.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=177}}\n\nAnarquistas que defendem a segunda posi\u00e7\u00e3o enfatizam que a viol\u00eancia deveria dar suporte ao movimento sindical e de massas durante um processo revolucion\u00e1rio.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=177-178}} Nesse sentido, a viol\u00eancia \u00e9 reivindicada como uma forma de autodefesa dos anarquistas e deveria ser utilizada somente nos momentos e contextos em que se vislumbre o fortalecimento do movimento de massas. Em geral, anarquistas envolvidos com o movimento sindical defenderam essa posi\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m foi adotada pela maior parte dos anarquistas, inclusive Kropotkin e Malatesta, durante a maior parte de suas vidas.{{HarvRef|name=corr178a|Corr\u00eaa|2014|p=178}}\n\n==== Organiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas ====\nMuitos anarquistas defenderam a necessidade, criaram e participaram de organiza\u00e7\u00f5es anarquistas ao longo da hist\u00f3ria. Bakunin teorizou sobre o tema e, juntamente com outros outros anarquistas, fundou a [[Alian\u00e7a da Democracia Socialista]] em 1868.{{HarvRef|name=corr179a|Corr\u00eaa|2014|p=179}} Kropotkin, defendendo a organiza\u00e7\u00e3o anarquista, afirmou que \"o partido que mais fez agita\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria, que mais manifestou vida e aud\u00e1cia, esse partido ser\u00e1 mais escutado no dia em que for preciso agir, em que for preciso avan\u00e7ar para a revolu\u00e7\u00e3o\".{{Sfn|Kropotkin|2005|p=212}} Malatesta sustentava que \"permanecer isolado, agindo ou querendo agir cada um por sua conta, sem se entender com os outros, sem preparar-se, sem enfeixar as fracas for\u00e7as dos isolados\", significa, para os anarquistas, \"condenar-se \u00e0 fraqueza, desperdi\u00e7ar sua energia em pequenos atos ineficazes, perder rapidamente a f\u00e9 no objetivo e cair na completa ina\u00e7\u00e3o\".{{Sfn|Malatesta|2000|p=55}} Emma Goldman sustentava que a organiza\u00e7\u00e3o anarquista deveria se fundamentar no respeito absoluto por todas as iniciativas individuais. [[Voltairine de Cleyre]] afirmava que a associa\u00e7\u00e3o dos anarquistas deveria encontrar sua forma organizativa a partir da experi\u00eancia. [[Max Nettlau]], que os anarquistas deveriam organizar-se conservando sua autonomia, mas apoiando-se reciprocamente. E [[Jos\u00e9 Oiticica]] reivindicava o dualismo organizacional, sustentando que a organiza\u00e7\u00e3o anarquista deveria ser separada da organiza\u00e7\u00e3o sindical, e as duas deveriam trabalhar em dois n\u00edveis complementares de organiza\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o.\n\nOrganiza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas anarquistas tamb\u00e9m tiveram papel fundamental em diversos acontecimentos relevantes na hist\u00f3ria do anarquismo,{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=179-180}} e v\u00e1rios anarquistas defenderam a necessidade de tais organiza\u00e7\u00f5es, articulando e participando de associa\u00e7\u00f5es do tipo. Entretanto, dentre esses anarquistas, h\u00e1 um debate que tem, como foco, o modelo dessa organiza\u00e7\u00e3o, envolvendo quest\u00f5es como o n\u00edvel de afinidade te\u00f3rica, ideol\u00f3gica, estrat\u00e9gica e program\u00e1tica, crit\u00e9rio de ingresso e grau de autonomia dos membros. Destacam-se duas posi\u00e7\u00f5es fundamentais entre os anarquistas sobre essa quest\u00e3o. A primeira, defende um modelo de organiza\u00e7\u00e3o flex\u00edvel, que insiste na necessidade de agrupar o maior n\u00famero poss\u00edvel de anarquistas, ainda que com distintas perspectivas estrat\u00e9gicas. A segunda, defende um modelo de organiza\u00e7\u00e3o program\u00e1tico, que prioriza, entre os anarquistas, aqueles que possuam maior afinidade pol\u00edticas e estrat\u00e9gias.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=180}} Historicamente, o debate mais rico sobre esses modelos de organiza\u00e7\u00e3o anarquista ocorreu em meados da d\u00e9cada de 1920 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 1930, em torno da pol\u00eamica entre a ''[[Plataformismo|Plataforma Organizacional dos Comunistas Libert\u00e1rios]]'' e a ''[[Anarquismo sintetista|S\u00edntese Anarquista]]'', com os defensores da primeira sustentando um modelo de organiza\u00e7\u00e3o program\u00e1tico, e os defensores da segunda, um modelo de organiza\u00e7\u00e3o mais flex\u00edvel.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=180-184}}\n\nAnarquistas que defendem um modelo de organiza\u00e7\u00e3o program\u00e1tico partem do pressuposto que h\u00e1 contradi\u00e7\u00f5es fundamentais entre aqueles que se consideram anarquistas, sendo a solu\u00e7\u00e3o para isso a cria\u00e7\u00e3o de uma organiza\u00e7\u00e3o forte, com afinidade ampla entre os membros para incidir de maneira mais adequada nas lutas populares, devendo a organiza\u00e7\u00e3o se dar de modo federalista e autogestion\u00e1rio, com uma organicidade bem definida, direitos e deveres, autodisciplina e responsabilidade, al\u00e9m da defesa de uma unidade t\u00e1tica, ideol\u00f3gica, te\u00f3rica e estrat\u00e9gica. Os anarquistas que defendem um modelo de organiza\u00e7\u00e3o flex\u00edvel, por sua vez, partem do pressuposto que h\u00e1 grandes afinidades entre aqueles que se consideram anarquistas, e que deve-se buscar o fim das rusgas entre os anarquistas e a sua uni\u00e3o em torno da luta pelos mesmos objetivos, devendo a organiza\u00e7\u00e3o se dar tamb\u00e9m de modo federalista e autogestion\u00e1rio, por\u00e9m com uma organicidade limitada e com a participa\u00e7\u00e3o de todos os anarquistas e prezando a autonomia dos indiv\u00edduos e grupos organizados, a diversidade nas posi\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas, te\u00f3ricas e estrat\u00e9gicas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=185}}\n\n== Correntes do anarquismo ==\n{{Artigo principal|Correntes do anarquismo}}\nA s\u00e9rie de diverg\u00eancias existentes entre os anarquistas constitu\u00edram as bases para uma reflex\u00e3o acerca do estabelecimento de correntes anarquistas. Entretanto, as diferencia\u00e7\u00f5es entre as correntes anarquistas foram estabelecidas de acordo com diferentes crit\u00e9rios pelos autores,{{Sfn|Bonomo|2007|p=178}} n\u00e3o havendo nenhum consenso definido.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=187}} Os crit\u00e9rios mais utilizados pelos autores cl\u00e1ssicos, como [[Max Nettlau]] e [[George Woodcock]], para definir as correntes do anarquismo, foram a distribui\u00e7\u00e3o dos produtos do trabalho na sociedade futura, subsidiando uma distin\u00e7\u00e3o entre coletivistas e comunistas; os sujeitos mobilizados pelos anarquistas e as estrat\u00e9gias adotadas por eles \u2014 subsidiando uma distin\u00e7\u00e3o entre anarcossindicalismo, sindicalismo revolucion\u00e1rio, \"anarquismo terrorista\" e \"anarquismo pacifista\" \u2014 e crit\u00e9rios de ordem pol\u00edtica e filos\u00f3fica, como a defesa da liberdade individual.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=190}} Para Woodcock, por exemplo, haveria tr\u00eas correntes anarquistas: mutualismo, coletivismo e [[anarcocomunismo]]; baseadas respectivamente nas obras de Proudhon, Bakunin e Kropotkin, levando em conta os modos de distribui\u00e7\u00e3o do trabalho na sociedade libert\u00e1ria; anarcossindicalismo ou sindicalismo revolucion\u00e1rio, levando em conta os sujeitos mobilizados e as estrat\u00e9gias de luta; anarquismo pacifista, levando em conta tamb\u00e9m as estrat\u00e9gias de luta, baseadas no rep\u00fadio \u00e0 viol\u00eancia e fundamentadas na obra de [[Tolst\u00f3i]]; e anarco individualismo, levando em conta crit\u00e9rios de ordem filos\u00f3fica, como a defesa radical das liberdades individuais e baseada nas obras de Godwin e Stirner.{{Sfn|Woodcock|2002a|p=19-22}} Entretanto, novos estudiosos do anarquismo, como Michael Schmidt e Lucien van der Walt, t\u00eam contestado esses crit\u00e9rios, argumentando que tais defini\u00e7\u00f5es s\u00e3o insuficientes e que elas foram forjadas levando em conta um conjunto de pensadores muito restrito, alguns dos quais n\u00e3o seriam anarquistas \u2014 como Godwin, Stirner e Tolst\u00f3i \u2014; para eles, foram os debates acerca da estrat\u00e9gia que historicamente dividiram os anarquistas; a centralidade e a relev\u00e2ncia desses debates indicariam que \u00e9 em meio a eles que se devem buscar elementos para estabelecer as correntes anarquistas.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=194-195}} Seguindo esse crit\u00e9rio, os novos estudiosos do anarquismo estabeleceram duas correntes: o anarquismo insurrecion\u00e1rio e o anarquismo social ou de massas.{{HarvRef|name=corr195a|Corr\u00eaa|2014|p=195}}\n\n=== Anarquismo insurrecion\u00e1rio ===\n{{Artigo principal|Anarquismo insurrecion\u00e1rio}}\n[[Imagem:Ravachol_-_Arrestation_crop.jpg|thumb|Representa\u00e7\u00e3o art\u00edstica da segunda pris\u00e3o de [[Ravachol]], ap\u00f3s um de seus atentados. Embora historicamente minorit\u00e1rio, o anarquismo insurrecion\u00e1rio foi a corrente anarquista que mais se difundiu no imagin\u00e1rio popular e que ficou forjada na imagem do anarquista conspirador e terrorista]]\nO anarquismo insurrecion\u00e1rio, segundo Michael Schmidt e Lucien van der Walt,\n\n
''... afirma que as reformas s\u00e3o ilus\u00f3rias e que os movimentos de massa organizados s\u00e3o incompat\u00edveis com o anarquismo, dando \u00eanfase \u00e0 a\u00e7\u00e3o armada \u2014 a propaganda pelo ato \u2014 contra a classe dominante e suas institui\u00e7\u00f5es, como o principal meio de despertar uma revolta espont\u00e2nea revolucion\u00e1ria.''
\n\nSendo assim, os anarquistas insurrecion\u00e1rios fazem parte do campo antiorganizacionista e posicionam-se, na maioria dos casos, contr\u00e1rios aos movimentos de massa organizados. Para eles, o sindicalismo \u00e9, em geral, considerado um movimento que tende \u00e0 [[burocracia|burocratiza\u00e7\u00e3o]] e \u00e0 busca exclusiva de reformas, constituindo um perigo ao anarquismo, que \u00e9, para esses anarquistas, essencialmente revolucion\u00e1rio. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 articula\u00e7\u00e3o com outros anarquistas, os insurrecion\u00e1rios preferem [[grupo de afinidade|grupos de afinidade]] sem muita organicidade \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es mais estruturadas e program\u00e1ticas.{{HarvRef|name=corr196a|Corr\u00eaa|2014|p=196}}\n\nPara os anarquistas insurrecion\u00e1rios, as lutas reivindicativas s\u00e3o in\u00fateis e, em \u00faltima inst\u00e2ncia, ajudam a fortalecer o ''[[status quo]]''; para eles, somente a revolu\u00e7\u00e3o social \u00e9 que poderia promover a transforma\u00e7\u00e3o social desejada. As reformas s\u00e3o condenadas ou consideradas sup\u00e9rfluas, j\u00e1 que afastam as classes populares dos objetivos prioritariamente revolucion\u00e1rios, na vis\u00e3o desses anarquistas.\n\nOs anarquistas insurrecion\u00e1rios s\u00e3o defensores da [[propaganda pelo ato]], ou seja, acreditam que o anarquismo deve ser propagado por atos de viol\u00eancia contra a [[burguesia]] e membros do Estado, tomando corpo em assassinatos, atentados \u00e0 [[bomba]] ou insurrei\u00e7\u00f5es sem bases populares organizadas de antem\u00e3o. Esses anarquistas consideram que esses atos individuais de viol\u00eancia teriam a capacidade de funcionar como um [[gatilho]] para influenciar trabalhadores e camponeses, gerando, a partir deles, movimentos insurrecionais e revoltas populares, capazes de levar, a cabo, a revolu\u00e7\u00e3o social. Essa estrat\u00e9gia sustenta que a viol\u00eancia pode ocorrer fora dos movimentos populares organizados e sem o respaldo destes.\n\nMuitos dos que foram rotulados ou se identificaram como \"anarquistas individualistas\" foram incentivadores ou adeptos destas estrat\u00e9gias, principalmente por conta de suas posi\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o. Apesar de ser historicamente [[minoria|minorit\u00e1ria]], essa corrente foi a que mais se difundiu no imagin\u00e1rio popular e que ficou forjada na imagem do anarquista [[Conspira\u00e7\u00e3o (crime)|conspirador]] e [[terrorismo|terrorista]]. O anarquismo insurrecion\u00e1rio foi defendido por anarquistas como [[Luigi Galleani]], [[\u00c9mile Henry]], [[Ravachol]], [[Nicola Sacco]], [[Bartolomeo Vanzetti]] e [[Severino Di Giovanni|Severino di Giovanni]] e grupos como o [[Bando Bonnot]], franc\u00eas, e o ''[[Chernoe znamia]]'', russo; encontrou respaldo tamb\u00e9m, por algum tempo, em anarquistas como [[Nestor Makhno]], Kropotkin e Malatesta.\n\n=== Anarquismo social ou de massas ===\n{{Artigo principal|Anarquismo social}}\n[[Imagem:S\u00e3o_Paulo_(Greve_de_1917).jpg|thumb|Oper\u00e1rios e anarquistas marcham portando bandeiras negras pela cidade de [[S\u00e3o Paulo]] durante a [[Greve Geral de 1917|greve de 1917]]. O anarquismo social ou de massas sustenta que os anarquistas devem participar dos movimentos populares de massa para radicaliz\u00e1-los e transform\u00e1-los em alavancas para a transforma\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria]]\nO anarquismo social ou de massas, como definido por Michael Schmidt e Lucien van der Walt,\n\n
''... enfatiza a vis\u00e3o de que somente os movimentos de massa podem criar uma transforma\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria na sociedade, que tais movimentos s\u00e3o normalmente constru\u00eddos por meio de lutas em torno de quest\u00f5es imediatas e de reformas (em torno de [[sal\u00e1rio]]s, [[Viol\u00eancia policial|brutalidade policial]] ou [[infla\u00e7\u00e3o|altos pre\u00e7os]] etc.), e que os anarquistas devem participar desses movimentos para radicaliz\u00e1-los e transform\u00e1-los em alavancas para a transforma\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria.''{{harvy|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=124}}
\n\nOs defensores do anarquismo social ou de massas constituem o setor organizacionista do anarquismo, sendo favor\u00e1veis \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o; defendem que a transforma\u00e7\u00e3o social s\u00f3 pode se dar pelo protagonismo dos movimentos populares, sejam eles constru\u00eddos nos locais de trabalho ou nas comunidades.{{HarvRef|name=corr197a|Corr\u00eaa|2014|p=197}} Entretanto, houve alguns casos de antiorganizacionistas que se vincularam ao anarquismo social ou de massas, embora constituam exce\u00e7\u00e3o.{{Sfn|Corr\u00eaa|2014|p=199}}\n\nAo contr\u00e1rio dos anarquistas insurrecion\u00e1rios, os anarquistas que defendem o anarquismo social ou de massas se posicionam favor\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s lutas de curto prazo e sustentam que as reformas \u2014 desde que sejam conquistadas pelos pr\u00f3prios movimentos populares e n\u00e3o vindas \"de cima\" como obra da burguesia ou dos governos \u2014 s\u00e3o os primeiros objetivos da luta popular de massas. Essa luta, que deve constituir-se com a mobiliza\u00e7\u00e3o social em torno de reivindica\u00e7\u00f5es, segundo eles, fortalece a consci\u00eancia e solidariedade de classe e melhora as condi\u00e7\u00f5es do povo, quando h\u00e1 conquistas. Assim, para esses anarquistas, reformas e revolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o necessariamente contradit\u00f3rias; dependendo de como forem conquistadas, podem ser complementares; \u00e9 na luta pelas reformas que se forjam as condi\u00e7\u00f5es para realizar a revolu\u00e7\u00e3o, segundo eles.\n\nSobre a quest\u00e3o da viol\u00eancia, esses anarquistas concordam que as ideias anarquistas tamb\u00e9m devem ser difundidas por atos, ainda que entendam por atos as mobiliza\u00e7\u00f5es populares de massa, e n\u00e3o os atos isolados de viol\u00eancia; atos que tamb\u00e9m devem ser conciliados com as interven\u00e7\u00f5es por meio de [[discurso]]s e escritos. A viol\u00eancia n\u00e3o deve, deste ponto de vista, ser realizada com o objetivo de criar movimentos insurrecionais, mas ser perpetrada a partir de movimentos populares amplos j\u00e1 existentes, e, portanto, ter significativo respaldo popular; uma viol\u00eancia que deve ser levada a cabo pela pr\u00f3pria classe organizada, de maneira a fortalec\u00ea-la nos conflitos de classe.\n\nEssa corrente foi historicamente majorit\u00e1ria e teve, como adeptos, [[ativismo|militantes]] e te\u00f3ricos proeminentes como [[Mikhail Bakunin]], [[Buenaventura Durruti]], [[Fernand Pelloutier]], [[Rudolf Rocker]], [[Voline]], [[Ricardo Flores Mag\u00f3n]], [[Ba Jin]] e [[Edgard Leuenroth]], al\u00e9m de Makhno, Kropotkin e Malatesta, que, durante a maior parte de suas vidas, defenderam essa abordagem.{{HarvRef|name=corr198a|Corr\u00eaa|2014|p=198}}\n\nO anarquismo social ou de massas, entretanto, teria duas subdivis\u00f5es de ordem estrat\u00e9gica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s abordagens sindicais e antissindicais.{{harvy|Schmidt_Walt|Schmidt & van der Walt|2009|p=171}} Dentre as abordagens sindicais, est\u00e3o as posi\u00e7\u00f5es anarcossindicalistas e sindicalistas revolucion\u00e1rias; entre as abordagens antissindicalistas, est\u00e3o as posi\u00e7\u00f5es que defendem as mobiliza\u00e7\u00f5es de massa pelos locais de moradia.\n\n== Cr\u00edticas ==\n[[Imagem:Murray Rothbard.jpg|thumb|180px|[[Murray Rothbard]]]]\n\nAs cr\u00edticas mais comuns ao anarquismo sustentam que este seria uma ideologia [[utopia|ut\u00f3pica]] e invi\u00e1vel, na medida em que, para esses cr\u00edticos, as for\u00e7as repressivas seriam absolutamente necess\u00e1rias para a manuten\u00e7\u00e3o da ordem social, relacionando o anarquismo com a destrui\u00e7\u00e3o, o caos, a desorganiza\u00e7\u00e3o e com posturas antissociais e desagregadoras, geralmente violentas ou [[crime|criminosas]]. Tamb\u00e9m s\u00e3o comuns cr\u00edticas no sentido de que o anarquismo se trataria de uma ideologia [[juventude|juvenil]], visto que por raz\u00e3o da idade, os jovens estariam mais naturalmente envolvidos em problemas com a [[autoridade]] e em revolta contra as concep\u00e7\u00f5es [[moral|morais]] e sociais dos mais velhos.{{Sfn|Joll|1970|p=330}}\n\nO anarquismo tamb\u00e9m tem sido apontado por diversos cr\u00edticos como uma ideologia incoerente, e sustentam que a \"disputa e a disc\u00f3rdia sempre fizeram parte de sua mais genu\u00edna natureza\",{{Sfn|Kedward|1971|p=6}} e ainda apontam que o anarquismo jamais teve impacto popular relevante e que encontrou a oposi\u00e7\u00e3o de todas as classes.{{Sfn|Kedward|1971|p=120}} [[Murray Rothbard]], um dos expoentes do [[libertarismo|libertarianismo]], sustentou que o programa anarquista \"n\u00e3o faz sentido\", ao alegar que, tentando derrubar o capitalismo e o Estado simultaneamente e propondo sua substitui\u00e7\u00e3o por federa\u00e7\u00f5es de comunas, \"uma ag\u00eancia central iria planejar e dirigir os v\u00e1rios subgrupos\" e, com isso, essas ag\u00eancias teriam o poder de \"usar a for\u00e7a para colocar suas decis\u00f5es em pr\u00e1tica\"; para ele, o \"resultado inevit\u00e1vel\" desse fen\u00f4meno seria o restabelecimento do Estado.{{Citar web|url=https://mises.org/library/are-libertarians-anarchists|t\u00edtulo=Are Libertarians \"Anarchists\"?|autor=Rothbard, Murray|acessodata=3 de outubro de 2015|publicado=Mises Institute}} Rothbard ainda sustentou que os anarquistas \"salientam a espontaneidade, as [[emo\u00e7\u00e3o|emo\u00e7\u00f5es]] e os [[instinto]]s, ao inv\u00e9s da supostamente fria e cruel [[l\u00f3gica]]\", e ao fazerem isso, \"permanecem cegos para a [[irracionalidade]] de suas posi\u00e7\u00f5es\".\n\nCr\u00edticos [[marxismo|marxistas]], por sua vez, geralmente afirmam que o anarquismo seria uma doutrina [[Pequena burguesia|pequeno-burguesa]], alheia ao proletariado, sem fundamentos, [[voluntarismo|voluntarista]], [[idealismo|idealista]], [[individualismo|individualista]] e [[sectarismo|sect\u00e1ria]],{{Sfn|Kolpinsky|1976|p=333}} muitas vezes argumentando que o anarquismo se sustenta em vers\u00f5es extremadas do [[liberalismo]] individualista e que ele n\u00e3o teria qualquer contribui\u00e7\u00e3o significativa para a teoria socialista e o movimento oper\u00e1rio de modo geral.{{Sfn|Hobsbawm|1985|p=96}} Marxista not\u00f3rio, o historiador ingl\u00eas [[Eric Hobsbawm]] afirmou que, em todos os pa\u00edses onde o anarquismo teve um papel importante na vida pol\u00edtica, as estrat\u00e9gias dos anarquistas foram totalmente ineficazes,{{Sfn|Hobsbawm|1985|p=92}} considerando-o \"um cap\u00edtulo definitivamente encerrado no desenvolvimento dos movimentos revolucion\u00e1rios e oper\u00e1rios modernos\", tratando-o como um fen\u00f4meno pr\u00e9-pol\u00edtico e pr\u00e9-industrial que encontrou express\u00e3o apenas em pa\u00edses menos desenvolvidos economicamente;{{Sfn|Hobsbawm|1985|p=90}} para ele, \"o principal atrativo do anarquismo era emocional e n\u00e3o intelectual\".{{Sfn|Hobsbawm|1985|p=91}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Anarquismo no Brasil]]\n* [[Anarquismo em Portugal]]\n\n{{Notas}}\n{{Refer\u00eancias|col=3}}\n\n== Bibliografia ==\n{{Refbegin|2}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Bakunin|nome=Mikhail|t\u00edtulo=A Instru\u00e7\u00e3o Integral|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2003|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Bakunin|nome=Mikhail|t\u00edtulo=Estatismo e Anarquia|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2003|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Bakunin|nome=Mikhail|t\u00edtulo=O Sistema Capitalista|local=S\u00e3o Paulo|editora=Fa\u00edsca|ano=2007|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Bakunin|nome=Mikhail|t\u00edtulo=Catecismo Revolucion\u00e1rio e Programa da Sociedade da Revolu\u00e7\u00e3o Internacional|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2009|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Bancal|nome=Jean|t\u00edtulo=Proudhon: pluralismo e autogest\u00e3o|local=Bras\u00edlia|editora=Novos Tempos|ano=1984|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Berkman|nome=Alexander|t\u00edtulo=What is Anarchism?|l\u00edngua=ingl\u00eas|local=Oakland|editora=AL Press|ano=2003|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Berthier|nome=Ren\u00e9|t\u00edtulo=Philosophie Politique de l\u2019Anarchisme|subt\u00edtulo=Essai sur les fondements th\u00e9oriques de l\u2019anarchisme|l\u00edngua=franc\u00eas|local=Paris|editora=Mounde Nouveau|ano=2008|ref=harv}}\n*{{Citar tese|sobrenome=Bonomo|nome=Alex Buzeli|t\u00edtulo=O Anarquismo em S\u00e3o Paulo: as raz\u00f5es do decl\u00ednio (1920-1935)|grau=Mestrado em Hist\u00f3ria|tipo=disserta\u00e7\u00e3o|ano=2007|universidade=[[Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo]]|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Bookchin|nome=Murray|t\u00edtulo=Municipalismo Libert\u00e1rio|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=1999|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Colombo|nome=Eduardo|t\u00edtulo=Democracia e poder: a escamotea\u00e7\u00e3o da vontade|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2011|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Corr\u00eaa|nome=Felipe|t\u00edtulo=Bandeira Negra|subt\u00edtulo=Rediscutindo o anarquismo|local=Curitiba|editora=Prismas|ano=2014|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Corr\u00eaa|nome=Felipe|t\u00edtulo=Surgimento e Breve Perspectiva Hist\u00f3rica do Anarquismo|url=https://ithanarquista.files.wordpress.com/2013/01/felipe-corrc3aaa-surgimento-e-breve-perspectiva-histc3b3rica-do-anarquismo.pdf|local=S\u00e3o Paulo|editora=Fa\u00edsca|ano=2012|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Enckel|nome=Marianne|t\u00edtulo=La F\u00e9d\u00e9ration Jurassiene|subt\u00edtulo=Les origines de l'anarchisme en Suisse|local=Saint-Imier|editora=Canevas|ano=1991|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Ferrer y Guardia|nome=Francisco|t\u00edtulo=Educa\u00e7\u00e3o Libert\u00e1ria|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2006|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Gu\u00e9rin|nome=Daniel|t\u00edtulo=O Anarquismo|subt\u00edtulo=Da doutrina \u00e0 a\u00e7\u00e3o|local=Rio de Janeiro|editora=Germinal|ano=1968|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Hirsch|nome=Steven|coautor=van der Walt, Lucien|t\u00edtulo=Rethinking Anarchism and Syndicalism|subt\u00edtulo=The colonial and postcolonial experience, 1873 - 1940|l\u00edngua=ingl\u00eas|local=Leiden|editora=Koninklijke NV|ano=2010|ref=Hirsch_Walt}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Hobsbawm|nome=Eric|ano=1985|t\u00edtulo=Revolucion\u00e1rios|local=Rio de Janeiro|editora=Paz e Terra|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Joll|nome=James|t\u00edtulo=Anarquistas e Anarquismo|local=Liboa|editora=Dom Quixote|ano=1970|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Kedward|nome=Roderick|t\u00edtulo=The Anarchists|subt\u00edtulo=The men who shocked an era|l\u00edngua=ingl\u00eas|local=Londres|editora=Library of the Twentieth Century|ano=1971|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Kolpinsky|nome=N.Y|t\u00edtulo=Acerca del Anarquismo y Anarcossindicalismo|l\u00edngua=espanhol|local=Moscou|editora=Progresso|ano=1976|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Kropotkin|nome=Piotr|t\u00edtulo=Textos Escolhidos|local=Porto Alegre|editora=L&PM|ano=1987|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Kropotkin|nome=Piotr|t\u00edtulo=Palavras de um Revoltado|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2005|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Mag\u00f3n|nome=Ricardo Flores|t\u00edtulo=A Revolu\u00e7\u00e3o Mexicana|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2003|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Malatesta|nome=Errico|ano=1989|t\u00edtulo=Anarquistas, Socialistas e Comunistas|editora=Cortez|local=S\u00e3o Paulo|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Malatesta|nome=Errico|ano=2000|t\u00edtulo=Escritos Revolucion\u00e1rios|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Malatesta|nome=Errico|ano=2001|t\u00edtulo=A Anarquia|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Musto|nome=Marcello|t\u00edtulo=Trabalhadores, uni-vos!|subt\u00edtulo=Antologia Pol\u00edtica da Primeira Internacional|local=S\u00e3o Paulo|editora=Boitempo|ano=2014|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Nettlau|nome=Max|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria da Anarquia|local=S\u00e3o Paulo|editora=Hedra|ano=2008|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Oiticica|nome=Jos\u00e9|t\u00edtulo=A Doutrina Anarquista ao Alcance de Todos|local=Rio de Janeiro|editora=Achiam\u00e9|ano=2006|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Pilla Vares|nome=Luiz|t\u00edtulo=O Anarquismo|local=Porto Alegre|editora=Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul|ano=1988|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Reclus|nome=\u00c9lis\u00e9e|t\u00edtulo=A Evolu\u00e7\u00e3o, a Revolu\u00e7\u00e3o e o Ideal Anarquista|local=S\u00e3o Paulo|editora=Imagin\u00e1rio|ano=2002|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Reclus|nome=\u00c9lis\u00e9e|t\u00edtulo=A Anarquia pela Educa\u00e7\u00e3o|local=S\u00e3o Paulo|editora=Hedra|ano=2011|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Rocker|nome=Rudolf|t\u00edtulo=A Insufic\u00eancia do Materialismo Hist\u00f3rico|local=Rio de Janeiro|editora=Sim\u00f5es|ano=1956|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Samis|nome=Alexandre|t\u00edtulo=Negras Tormentas|subt\u00edtulo=O federalismo e o internacionalismo na Comuna de Paris|local=S\u00e3o Paulo|editora=Hedra|ano=2011|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Santill\u00e1n|nome=Diego Abad de|t\u00edtulo=Organismo Econ\u00f4mico da Revolu\u00e7\u00e3o|subt\u00edtulo=A autogest\u00e3o na Revolu\u00e7\u00e3o Espanhola|local=S\u00e3o Paulo|editora=Brasiliense|ano=1980|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Schmidt|nome=Michael|coautor=van der Walt, Lucien|t\u00edtulo=Black Flame|subt\u00edtulo=The revolutionary class politics of anarchism and syndicalism|l\u00edngua=ingl\u00eas|local=Oakland|editora=AK Press|ano=2009|ref=Schmidt_Walt}}\n*{{Citar livro|sobrenome=van der Walt|nome=Lucien|t\u00edtulo=Debating Power and Revolution in Anarchism|l\u00edngua=ingl\u00eas|local=Johanesburgo|ano=2011|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Vasco|nome=Neno|t\u00edtulo=Concep\u00e7\u00e3o Anarquista do Sindicalismo|local=Porto|editora=Afrontamento|ano=1984|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Woodcock|nome=George|t\u00edtulo=A Hist\u00f3ria das Ideias e Movimentos Anarquistas, vol. I|subt\u00edtulo=A Ideia|local=Porto Alegre|editora=L&PM|ano=2002a|ref=harv}}\n*{{Citar livro|sobrenome=Woodcock|nome=George|t\u00edtulo=A Hist\u00f3ria das Ideias e Movimentos Anarquistas, vol. II|subt\u00edtulo=O Movimento|local=Porto Alegre|editora=L&PM|ano=2002b|ref=harv}}\n*{{Citar livro|nome=Wu|sobrenome=Zhihui|cap\u00edtulo=Education as Revolution|editor=GRAHAM, Robert (org.)|t\u00edtulo=Anarchism: a documentary history of libertarian ideas|l\u00edngua=ingl\u00eas|local=Montreal|editora=Black Rose Books|ano=2005|ref=harv}}\n{{Refend}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Correlatos\n|commonscat =Anarchism\n|wikiquote =Anarquismo\n}}\n*{{Lk|lingnome=br|pt|de|en|es|fr|it| url=http://www.anarkismo.net/| titulo=Anarkismo.net}}\n*{{Lk|lingnome=br|en|url=|http://dwardmac.pitzer.edu/anarchist_archives/kropotkin/britanniaanarchy.html| titulo=\"Anarchism\" - Verbete da Encyclop\u00e6dia Britannica de 1910| desc=dwardmac.pitzer.edu}}\n*{{Lk|lingnome=br|en|url=http://theanarchistlibrary.org/special/index| titulo=The Anarchist Library| desc=theanarchistlibrary.org}}\n*{{Lk||url=https://ithanarquista.wordpress.com/| titulo=Instituto de Teoria e Hist\u00f3ria Anarquista| desc=ithanarquista.wordpress.com}}\n*{{Lk|lingnome=br|en|url=https://libcom.org/| titulo=Libcom}}\n*{{Lk|lingnome=br|es|url=http://www.regeneracionlibertaria.org| titulo=Regeneraci\u00f3n| desc=www.regeneracionlibertaria.org}}\n* [https://web.archive.org/web/20101028163000/http://flag.blackened.net/liberty/libertarians.html \"Prominent Anarchists and Left-Libertarians\"], de flag.blackened.net\n* [https://web.archive.org/web/20150502052423/http://recollectionbooks.com/bleed/gallery/galleryindex.htm The Antiauthoritarian Encyclopedia]from the [https://web.archive.org/web/20151018044646/http://recollectionbooks.com/bleed/calmast.htm Daily Bleed Calendar]\n\n{{anarquismo}}\n{{Portal3|Anarquia|Pol\u00edtica|Sociologia}}\n{{Controle de autoridade}}\n{{Categoriza\u00e7\u00e3o AD e AB de outras wikis}}\n\n{{artigo destacado}}\n\n[[Categoria:Anarquismo]]\n[[Categoria:Anticapitalismo]]\n[[Categoria:Cultura pol\u00edtica]]\n[[Categoria:Extrema-esquerda]]\n[[Categoria:Esquerda (pol\u00edtica)]]\n[[Categoria:Ideologias pol\u00edticas]]\n[[Categoria:Sociologia]]\n[[Categoria:Socialismo libert\u00e1rio]]\n[[Categoria:Regimes pol\u00edticos]]\n[[Categoria:Teorias sociais]]\n[[Categoria:Filosofia pol\u00edtica]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:A coloured voting box.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Anarchist flag.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bakunin Nadar.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Baselerkongress 1869.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:CNT-AIT-FAI.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cscr-featured1.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Drapeau noir.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Emma Goldman seated.jpg"}]},"2835414":{"pageid":2835414,"ns":0,"title":"Basquetebol nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010 - Masculino","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Basquetebol nas Olimp\u00edadas da Juventude 2010}}\nO '''torneio masculino de [[Basquetebol nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010|basquetebol]] nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010]]''' ocorreu entre [[15 de agosto|15]] e [[23 de agosto]] no [[*scape Youth Space]]. Vinte equipes participaram do evento que foi disputado no formato 3 por 3 (''3-on-3'').{{citar web|url=http://www.olympic.org/en/content/YOG/Programme/Yog-program-sports/?programmeId=BK|titulo=Sport Programme \u2013 Basketball|autor=|data=|publicado=Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional|acessodata=3 de agosto de 2010}}\n\n==Medalhistas==\n{{Medalhistas Equipe|tipo=Jogos Ol\u00edmpicos\n| jogos = Ver\u00e3o da Juventude de 2010\n|ouro_pais = SRB\n|ouro_equipe = [[Sasa Avramovi\u0107]]
[[Marko Radonji\u0107]]
[[Nemanja Bezbradica]]
[[Stefan Popovski-Turanjanin]]\n|prata_pais = CRO\n|prata_equipe = [[Matej Buovac]]
[[Tomislav Grubi\u0161i\u0107]]
[[Stipe Krstanovi\u0107]]
[[Marko Ramljak]]\n|bronze_pais = GRE\n|bronze_equipe = [[Theodoros Tsiloulis]]
[[Spyridon Panagiotaras]]
[[Lampros Vlachos]]
[[Emmanuel Tselentakis]]\n|sem_secao =sim\n}}\n\n== Formato ==\nAs vinte equipes foram divididas em quatro grupos de cinco equipes, enfrentando-se dentro do grupo. As duas primeiras colocadas de cada grupo classificaram-se para os jogos eliminat\u00f3rias, iniciando das quartas-de-final, onde foram definidas as posi\u00e7\u00f5es do primeiro ao oitavo lugar. As equipes que finalizaram em terceiro e quarto lugar nos grupos da primeira fase disputaram jogos eliminat\u00f3rios para definir as posi\u00e7\u00f5es entre o 9\u00ba e o 16\u00ba lugar, e as \u00faltimas colocadas nos grupos integraram um grupo \u00fanico onde foi definido as posi\u00e7\u00f5es de 17\u00ba a 20\u00ba.\n\n== Regras FIBA 33 ==\nO basquetebol 3 por 3 possui algumas regras espec\u00edficas de disputa:{{citar web|url=http://www.fiba.com/pages/eng/fc/news/lateNews/arti.asp?newsid=23545|titulo=PR N\u00b013 - Youth Olympic Games: It's Singapore\u2026 and it's FIBA 33!|autor=|data=21 de fevereiro de 2008|publicado=FIBA|acessodata=3 de agosto de 2010}}\n\n* Apenas metade da quadra de basquetebol \u00e9 usada para o jogo;\n* Cada equipe \u00e9 composta por tr\u00eas jogadores titulares e um reserva; \n* O tempo de jogo consiste de 2 per\u00edodos de 5 minutos ou at\u00e9 umas das equipes marcar 33 pontos;\n* A equipe com a posse da bola deve tentar um arremesso em at\u00e9 10 segundos. \n* A bola deve ser retirada da linha de 3 pontos e tocada por dois companheiros (receptor da bola/driblador e um outro companheiro) antes de um arremesso ser tentado.\n\n== Resultados ==\n=== Preliminares ===\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: left;\"\n|-\n|bgcolor=#CCFFCC style=\"width: 20px;\"|\n||Classificados \u00e0s quartas-de-final\n|}\n\n==== Grupo A ====\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: center;\"\n|-\n!width=\"180\"|Equipe\n!width=\"20\"|{{Tooltip|P|Pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PF|Pontos a favor}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PC|Pontos contra}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|SP|Saldo de pontos}}\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''8'''||4||4||0||128||76||+52\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''7'''||4||3||1||92||94||-2\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||79||90||-11\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''5'''||4||1||3||110||99||+11\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''4'''||4||0||4||66||116||-50\n|}\n\nTodas as partidas seguem o hor\u00e1rio da Cingapura ([[UTC+8]])\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A01_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''22'''\n | scoreB = 19\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Lampros Vlachos (8)\n | rebounds1 = Vlachos (4)\n | assist1 = Theodoros Tsiloulis (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Ben Fraser (7)\n | rebounds2 = Reuben Te Rangi (5)\n | assist2 = James Ashby (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SIN|SIN|Poh Seng Steve Goh}}
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A02_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 15\n | scoreB = '''33'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Shyam Sunder (10)\n | rebounds1 = Sukhjeet (4)\n | assist1 = Amit Kanarjee (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Kristian Medina (16)\n | rebounds2 = Medina, \u00c1ngel Torres (6 cada)\n | assist2 = Onix Collazo (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}
{{Arbitro|KOR|KOR|Kim Bo-Hui}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A03_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''33'''\n | scoreB = 19\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Nemanja Bezbradica (15)\n | rebounds1 = Sasa Avramovic (8)\n | assist1 = Avramovic, Stefan Popovski-Turanjanin, Marko Radonjic (2 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Shyam Sunder (10)\n | rebounds2 = Sunder (2)\n | assist2 = Kirti Goswani (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A04_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 21\n | scoreB = '''23'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kristian Medina (9)\n | rebounds1 = Medina, Onix Collazo (6 cada)\n | assist1 = Collazo, \u00c1ngel Torres (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Spyridon Panagiotaras (9)\n | rebounds2 = Panagiotaras (7)\n | assist2 = Lampros Vlachos (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A05_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''30'''\n | scoreB = 26\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = James Ashby (12)\n | rebounds1 = Reuben te Rangi (9)\n | assist1 = te Rangi (4)\n | otherstat1 = \n | points2 = Kristian Medina (13)\n | rebounds2 = Abdiel Badillo (6)\n | assist2 = \u00c1ngel Torres (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|TUR|TUR|Elif Inci}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A06_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 14\n | scoreB = '''34'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Theodoros Tsiloulis (10)\n | rebounds1 = Lampros Vlachos, Emmanuel Tselentakis, Spyridon Panagiotaras (2 cada)\n | assist1 = Panagiotaras (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Marko Radonjic (14)\n | rebounds2 = Stefan Popovski-Turanjanin (8)\n | assist2 = Radonjic, Sasa Avramovic (2 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A07_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 20\n | scoreB = '''33'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kirti Goswani (9)\n | rebounds1 = Shyam Sunder (3)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Theodoros Tsiloulis (12)\n | rebounds2 = Tsiloulis, Lampros Vlachos (5 cada)\n | assist2 = Tsiloulis (4)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A08_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''30'''\n | scoreB = 13\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Sasa Avramovic (12)\n | rebounds1 = Stefan Popovski-Turanjanin (7)\n | assist1 = Avramovic (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = James Ashby (7)\n | rebounds2 = Ashby (6)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|JPN|JPN|Yoko Tomita}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A09_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 30\n | scoreB = '''31'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kristian Medina (20)\n | rebounds1 = Onix Collazo (6)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Sasa Avramovic, Marko Radonjic, Nemanja Bezbradica (8 cada)\n | rebounds2 = Radonjic (5)\n | assist2 = Stefan Popovski-Turanjanin (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400A10_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''17'''\n | scoreB = 12\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Michael Karena, Reuben te Rangi (6 cada)\n | rebounds1 = James Ashby (7)\n | assist1 = Ashby (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Amit Kanarjee, Sukhjeet (4 cada)\n | rebounds2 = Kanarjee (6)\n | assist2 = Kanarjee, Shyam Sunder (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}\n}}\n\n==== Grupo B ====\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: center;\"\n|-\n!width=\"180\"|Equipe\n!width=\"20\"|{{Tooltip|P|Pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PF|Pontos a favor}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PC|Pontos contra}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|SP|Saldo de pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|CD|Confronto direto}}\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''8'''||4||4||0||112||88||+24||\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||120||96||+24||+9\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||108||95||+13||-4\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||95||95||0||-5\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''4'''||4||0||4||58||119||-61||\n|}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B01_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''27'''\n | scoreB = 21\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Amir Sedighi (10)\n | rebounds1 = Arman Zangeneh (7)\n | assist1 = Sedighi, Sajjad Mashayekhi (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Romeh Elsadani (9)\n | rebounds2 = Khaled Ibrahim (9)\n | assist2 = Elsadani, Assem Elgindy (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B02_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 14\n | scoreB = '''33'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Enrique Grenald, Alejandro Grant (5 cada)\n | rebounds1 = Grenald, Darwin Archibold (3 cada)\n | assist1 = Bryan Waithe (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Marijus Uzupis (18)\n | rebounds2 = Rokas Narkevicius (7)\n | assist2 = Narkevicius (3)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}
{{Arbitro|MNP|MNP|Gabriel White}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B03_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''27'''\n | scoreB = 16\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Carlos Ben\u00edtez (14)\n | rebounds1 = Tom\u00e1s Zanzottera, Juan Rossi (10 cada)\n | assist1 = Rossi (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Enrique Grenald, Darwin Archibold (5 cada)\n | rebounds2 = Alejandro Grant (5)\n | assist2 = Bryan Waithe (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}
{{Arbitro|CUB|CUB|Judith Hodelin}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B04_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''29'''\n | scoreB = 18\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Rokas Narkevicius (11)\n | rebounds1 = Narkevicius (10)\n | assist1 = Martynas Paliukenas (4)\n | otherstat1 = \n | points2 = Amir Sedighi (14)\n | rebounds2 = Sedighi (10)\n | assist2 = Sedighi, Arman Zangeneh, Sajjad Mashayekhi (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}
{{Arbitro|TUR|TUR|Elif Inci}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B05_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''33'''\n | scoreB = 31\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Assem Elgindy (16)\n | rebounds1 = Khaled Ibrahim (6)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Rokas Narkevicius (11)\n | rebounds2 = Narkevicius, Martynas Paliukenas (5 cada)\n | assist2 = Mantas Mockevicius, Paliukenas (2 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}
{{Arbitro|SIN|SIN|Poh Seng Steve Goh}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B06_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 21\n | scoreB = '''24'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Amir Sedighi (13)\n | rebounds1 = Sedighi (11)\n | assist1 = Sajjad Mashayekhi (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Carlos Ben\u00edtez (11)\n | rebounds2 = Mart\u00edn Massone (5)\n | assist2 = Massone (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B07_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 21\n | scoreB = '''29'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Darwin Archibold (9)\n | rebounds1 = Enrique Grenald (8)\n | assist1 = Grenald (4)\n | otherstat1 = \n | points2 = Mohammad Ojaghi, Amir Sedighi (10 cada)\n | rebounds2 = Arman Zangeneh (16)\n | assist2 = Ojaghi, Sedighi, Zangeneh (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}
{{Arbitro|SIN|SIN|Poh Seng Steve Goh}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B08_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''30'''\n | scoreB = 24\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Tom\u00e1s Zanzottera (15)\n | rebounds1 = Juan Rossi (12)\n | assist1 = Rossi (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Khaled Ibrahim, Assem Elgindy (10 cada)\n | rebounds2 = Romeh Elsadani (6)\n | assist2 = Ibrahim (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MNP|MNP|Gabriel White}}
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B09_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 27\n | scoreB = '''31'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Marijus Uzupis, Rokas Narkevicius (9 cada)\n | rebounds1 = Uzupis (13)\n | assist1 = Martynas Paliukenas (3)\n | otherstat1 = \n | points2 = Tom\u00e1s Zanzottera (11)\n | rebounds2 = Mart\u00edn Massone (7)\n | assist2 = Zanzottera (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400B10_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''30'''\n | scoreB = 7\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Khaled Ibrahim (13)\n | rebounds1 = Assem Elgindy (9)\n | assist1 = Elgindy (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Enrique Grenald (5)\n | rebounds2 = Alejandro Grant (6)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}
{{Arbitro|MNP|MNP|Gabriel White}}\n}}\n\n==== Grupo C ====\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: center;\"\n|-\n!width=\"180\"|Equipe\n!width=\"20\"|{{Tooltip|P|Pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PF|Pontos a favor}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PC|Pontos contra}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|SP|Saldo de pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|CD|Confronto direto}}\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''8'''||4||4||0||113||86||+27||\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||96||85||+11||+5\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||103||96||+7||+3\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||94||104||-10||-8\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''4'''||4||0||4||76||111||-35||\n|}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C01_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 17\n | scoreB = '''25'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Mingrong Jabez Su (9)\n | rebounds1 = Wen Qiang Russell Low (3)\n | assist1 = Larry Hua Sen Liew (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Rochris Gouzhy (12)\n | rebounds2 = Neil Londoumon (6)\n | assist2 = Gouzhy, Londoumon (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 12:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C02_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''23'''\n | scoreB = 17\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Angelo Chol (10)\n | rebounds1 = Chol (7)\n | assist1 = Brandan Kearney (3)\n | otherstat1 = \n | points2 = Kerem Hotic, Burak Can Yildizli (7 cada)\n | rebounds2 =Yildizli, Samet Geyik (7 cada)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}
{{Arbitro|JPN|JPN|Yoko Tomita}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C03_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 20\n | scoreB = '''27'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Oleksander Chernuvych (15)\n | rebounds1 = Sergey Zelikman, Tom Maayan, Igor Mayor (3 cada)\n | assist1 = Maayan (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Sterling Gibbs (12)\n | rebounds2 = Gibbs, Angelo Chol (6 cada)\n | assist2 = Gibbs (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 12:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C04_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''28'''\n | scoreB = 24\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Burak Cin Yildizli (15)\n | rebounds1 = Yildizli (9)\n | assist1 = Yildizli, Kerem Hotic (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Mingrong Jabez Su (13)\n | rebounds2 = Su, Wen Qiang Russell Low, Larry Hua Sen Liew (4 cada)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}
{{Arbitro|KOR|KOR|Kim Bo-Hui}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C05_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 25\n | scoreB = '''30'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Neil Londoumon (15)\n | rebounds1 = Rochris Gouzhy (6)\n | assist1 = Gouzhy, Jean Mbakoutou (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Burak Can Yildizli (16)\n | rebounds2 = Samet Geyik (7)\n | assist2 = Kerem Hotic (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MNP|MNP|Gabriel White}}
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 12:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C06_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 14\n | scoreB = '''27'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Mingrong Jabez Su, Wen Qiang Russell Low (4 cada)\n | rebounds1 = Larry Hua Sen Liew (5)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Tom Maayan, Igor Mayor (10 cada)\n | rebounds2 = Mayor (9)\n | assist2 = Maayan (3)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}
{{Arbitro|JPN|JPN|Yoko Tomita}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C07_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''31'''\n | scoreB = 21\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Sterling Gibbs (14)\n | rebounds1 = Gibbs (9)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Mingrong Jabez Su (9)\n | rebounds2 = Su (6)\n | assist2 = Su, Larry Hua Sen Liew (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}
{{Arbitro|TUR|TUR|Elif Inci}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 12:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C08_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 17\n | scoreB = '''25'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Oleksander Chernuvych (10)\n | rebounds1 = Igor Mayor (6)\n | assist1 = Tom Maayan (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Neil Londoumon (12)\n | rebounds2 = Londoumon, Rochris Gouzhy (6 cada)\n | assist2 = Londoumon (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}
{{Arbitro|CUB|CUB|Judith Hodelin}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C09_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 19\n | scoreB = '''32'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Samet Geyik, Mertcan Ozen (7 cada)\n | rebounds1 = Burak Can Yildizli (6)\n | assist1 = Ozen (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Oleksander Chernuvych (14)\n | rebounds2 = Tom Maayan (6)\n | assist2 = Maayan (4)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 12:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400C10_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 28\n | scoreB = '''32'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Neil Londoumon (16)\n | rebounds1 = Londoumon (7)\n | assist1 = Londoumon (3)\n | otherstat1 = \n | points2 = Angelo Chol (14)\n | rebounds2 = Chol (15)\n | assist2 = Sterling Gibbs, Brandan Kearney (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}\n}}\n\n==== Grupo D ====\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: center;\"\n|-\n!width=\"180\"|Equipe\n!width=\"20\"|{{Tooltip|P|Pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PF|Pontos a favor}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PC|Pontos contra}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|SP|Saldo de pontos}}\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''8'''||4||4||0||111||67||+44\n|-bgcolor=\"#CCFFCC\"\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''7'''||4||3||1||104||70||+34\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||4||2||2||90||84||+6\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''5'''||4||1||3||98||95||+3\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''4'''||4||0||4||33||120||-87\n|}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D01_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 27\n | scoreB = '''29'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Mikel Motos (15)\n | rebounds1 = Motos (5)\n | assist1 = Lluis Costa (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Matej Buovac (23)\n | rebounds2 = Buovac (9)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[15 de agosto]]\n | time = 12:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D02_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''28'''\n | scoreB = 12\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kadeem Jones, Rasheed Swanston (10 cada)\n | rebounds1 = Swanston (7)\n | assist1 = Jones, Swanston (2 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Siyabonga Mahlinza (6)\n | rebounds2 =Mahlinza (5)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}
{{Arbitro|TUR|TUR|Elif Inci}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D03_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 28\n | scoreB = '''34'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Jeron Teng (12)\n | rebounds1 = Bobby Parks (5)\n | assist1 = Parks (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Kadeem Jones (16)\n | rebounds2 = Amadius der Weer, Javier Martinez (5 cada)\n | assist2 = Jones (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SIN|SIN|Poh Seng Steve Goh}}
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vujinovic}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[16 de agosto]]\n | time = 12:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D04_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 5\n | scoreB = '''33'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Siyabonga Mahlinza (3)\n | rebounds1 = Mahlinza (3)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Lluis Costa (12)\n | rebounds2 = Mikel Motos (9)\n | assist2 = Costa (5)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MNP|MNP|Gabriel White}}
{{Arbitro|JPN|JPN|Yoko Tomita}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D05_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''33'''\n | scoreB = 4\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Stipe Krstanovic (12)\n | rebounds1 = Krstanovic (9)\n | assist1 = Matej Buovac (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Nkosinathi Festile, Siyabonga Mahlinza (2 cada)\n | rebounds2 = Duke Lazarus (3)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}
{{Arbitro|KOR|KOR|Kim Bo-Hui}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[17 de agosto]]\n | time = 12:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D06_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''27'''\n | scoreB = 25\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Javier Medori (14)\n | rebounds1 = Lluis Costa (7)\n | assist1 = Costa (3)\n | otherstat1 = \n | points2 = Bobby Parks (15)\n | rebounds2 = Jeron Teng, Cris Tolomia (5 cada)\n | assist2 = Tolomia (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|CUB|CUB|Judith Hodelin}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D07_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 11\n | scoreB = '''17'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Rasheed Swanston (4)\n | rebounds1 = Swanston (6)\n | assist1 = Swanston, Javier Martinez (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Lluis Costa (7)\n | rebounds2 = Mikel Motos (12)\n | assist2 = Motos (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|KOR|KOR|Kim Bo-Hui}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[18 de agosto]]\n | time = 12:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D08_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 19\n | scoreB = '''22'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Bobby Parks, Michael Pate (7 cada)\n | rebounds1 = Parks (6)\n | assist1 = Jeron Teng (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Marko Ramljak (14)\n | rebounds2 = Ramljak, Stipe Krstanovic (7 cada)\n | assist2 = Matej Buovac (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D09_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 12\n | scoreB = '''26'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Siyabonga Mahlinza (6)\n | rebounds1 = Mahlinza (10)\n | assist1 = Justin Paton (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Jeron Teng (11)\n | rebounds2 = Michael Pate (5)\n | assist2 = Cris Tolomia (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[19 de agosto]]\n | time = 12:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400D10_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''27'''\n | scoreB = 17\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Matej Bouvac (17)\n | rebounds1 = Marko Ramljak, Stipe Krstanovic (8 cada)\n | assist1 = Ramljak (3)\n | otherstat1 = \n | points2 = Javier Martinez (7)\n | rebounds2 = Martinez (6)\n | assist2 = Amadius der Weer (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SIN|SIN|Poh Seng Steve Goh}}
{{Arbitro|TUR|TUR|Elif Inci}}\n}}\n\n=== Classifica\u00e7\u00e3o 17\u201320 ===\n\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align: center;\"\n|-\n!width=\"180\"|Equipe\n!width=\"20\"|{{Tooltip|P|Pontos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|J|Jogos}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|D|Derrotas}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PF|Pontos a favor}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|PC|Pontos contra}}\n!width=\"20\"|{{Tooltip|SP|Saldo de pontos}}\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''6'''||3||3||0||85||52||+33\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''5'''||3||2||1||75||64||+11\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''4'''||3||1||2||44||61||-17\n|-\n|style=\"text-align:left;\"|{{flagIOC|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}||'''3'''||3||0||3||55||82||-27\n|}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400E01_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''28'''\n | scoreB = 22\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kirti Goswani (10)\n | rebounds1 = Sukhjeet (6)\n | assist1 = Sukhjeet (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Enrique Grenald (11)\n | rebounds2 = Darwin Archibold (6)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400E02_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''21'''\n | scoreB = 12\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Mingrong Jabez Su (7)\n | rebounds1 = Larry Hua Sen Liew (7)\n | assist1 = Su, Wen Qiang Russell Low, Liew (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Nkosinathi Festile (4)\n | rebounds2 = Siyabonga Mahlinza (13)\n | assist2 = Festile (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400E03_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 11\n | scoreB = '''27'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Justin Paton (5)\n | rebounds1 = Siyabonga Mahlinza (9)\n | assist1 = Nkosinathi Festile (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Kirti Goswani (9)\n | rebounds2 = Amit Kanarjee (7)\n | assist2 = Shyam Sunder (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}
{{Arbitro|KOR|KOR|Kim Bo-Hui}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400E04_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 20\n | scoreB = '''33'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Enrique Grenald (8)\n | rebounds1 = Alejandro Grant (11)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Mingrong Jabez Su (10)\n | rebounds2 = Wen Qiang Russell Low (7)\n | assist2 = Su, Larry Hua Sen Liew (3 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MNP|MNP|Gabriel White}}
{{Arbitro|TUR|TUR|Elif Inci}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 09:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400E05_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 20\n | scoreB = '''31'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kirti Goswani (10)\n | rebounds1 = Goswani, Amit Kanarjee (5 cada)\n | assist1 = Shyam Sunder (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Wen Qiang Russell Low (19)\n | rebounds2 = Low, Larry Hua Sen Liew, Mingrong Jabez Su (5 cada)\n | assist2 = Liew (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}\n}}\n\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 09:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400E06_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''21'''\n | scoreB = 13\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Nkosinathi Festile (11)\n | rebounds1 = Duke Lazarus (4)\n | assist1 = Festile, Siyabonga Mahlinza, Lazarus (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Enrique Grenald (8)\n | rebounds2 = Alejandro Grant (10)\n | assist2 = Grenald, Grant (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}\n}}\n\n=== Classifica\u00e7\u00e3o 9\u201316 ===\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400305_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 17\n | scoreB = '''29'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Michael Karena (9)\n | rebounds1 = Karena (9)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Amir Sedighi (15)\n | rebounds2 = Arman Zangeneh (7)\n | assist2 = Sedighi (3)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400306_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 16\n | scoreB = '''29'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Khaled Ibrahim (7)\n | rebounds1 = Romeh Elsadani (7)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Abdiel Badillo (16)\n | rebounds2 = Badillo (10)\n | assist2 = Onix Collazo (5)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400307_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 13\n | scoreB = '''22'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Jean Mbakoutou (7)\n | rebounds1 = Rochris Gouzhy (6)\n | assist1 = Neil Londoumon (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Jeron Teng (9)\n | rebounds2 = Bobby Parks (9)\n | assist2 = Teng, Parks (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400308_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 16\n | scoreB = '''31'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kadeem Jones, Rasheed Swanston (6 cada)\n | rebounds1 = Javier Martinez (4)\n | assist1 = Jones (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Samet Geyik (9)\n | rebounds2 = Kerem Hotic (8)\n | assist2 = Burak Can Yildizli (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}
{{Arbitro|BRA|BRA|Fl\u00e1via Almeida}}\n}}\n\n==== Classifica\u00e7\u00e3o 13\u201316 ====\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400207_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''29'''\n | scoreB = 21\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Michael Karena (10)\n | rebounds1 = James Ashby (7)\n | assist1 = Ashby, Reuben te Rangi (2 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Neil Londoumon (15)\n | rebounds2 = Londoumon (7)\n | assist2 = Rochris Gouzhy (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}
{{Arbitro|SIN|SIN|Poh Seng Steve Goh}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400208_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''28'''\n | scoreB = 26\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Khaled Ibrahim (10)\n | rebounds1 = Ibrahim (7)\n | assist1 = Ahmed Karkoura (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Rasheed Swanston, Javier Martinez (9 cada)\n | rebounds2 = Kadeem Jones (9)\n | assist2 = Swanston, Jones (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|JPN|JPN|Yoko Tomita}}\n}}\n\n==== Classifica\u00e7\u00e3o 9\u201312 ====\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400205_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 19\n | scoreB = '''28'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Amir Sedighi (10)\n | rebounds1 = Arman Zangeneh (5)\n | assist1 = Sajjad Mashayekhi (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Bobby Parks (10)\n | rebounds2 = Parks (5)\n | assist2 = Parks, Jeron Teng (2 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}
{{Arbitro|CUB|CUB|Judith Hodelin}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400206_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''30'''\n | scoreB = 28\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Kristian Medina (13)\n | rebounds1 = Abdiel Badillo (8)\n | assist1 = Onix Collazo (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Samet Geyik (10)\n | rebounds2 = Geyik, Kerem Hotic (5 cada)\n | assist2 = Burak Can Yildizli, Hotic (2 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}\n}}\n\n==== Disputa pelo 15\u00ba lugar ====\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 10:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400108_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''29'''\n | scoreB = 16\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Neil Londoumon (16)\n | rebounds1 = Jean Mbakoutou (8)\n | assist1 = Rochris Gouzhy (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Rasheed Swanston (9)\n | rebounds2 = Swanston (8)\n | assist2 = Kadeem Jones (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}\n}}\n\n==== Disputa pelo 13\u00ba lugar ====\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 10:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400107_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 26\n | scoreB = '''29'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = James Ashby, Ben Fraser (8 cada)\n | rebounds1 = Ashby (8)\n | assist1 = Ashby (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Assem Elgindy (12)\n | rebounds2 = Elgindy (8)\n | assist2 = Ahmed Karkoura (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}\n}}\n\n==== Disputa pelo 11\u00ba lugar ====\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 11:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400106_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''31'''\n | scoreB = 25\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Mohammad Ojaghi (14)\n | rebounds1 = Ojaghi, Amir Sedighi (6 cada)\n | assist1 = Sedighi (4)\n | otherstat1 = \n | points2 = Kerem Hotic (10)\n | rebounds2 = Mertcan Ozen (5)\n | assist2 = Burak Can Yildizli (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}\n}}\n\n==== Disputa pelo 9\u00ba lugar ====\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 11:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400105_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''34'''\n | scoreB = 23\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Bobby Parks (13)\n | rebounds1 = Parks (7)\n | assist1 = Jeron Teng (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = \u00c1ngel Torres, Kristian Medina (9 cada)\n | rebounds2 = Medina, Abdiel Badillo (6 cada)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}\n}}\n\n=== Fase final ===\n{{Round8-with third\n|RD1=Quartas-de-final\n|RD2=Semifinais\n|RD3=Final\n|Consol=3\u00ba lugar\n\n|[[21 de agosto]] \u2013 14:00| '''{{flagIOC|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |33| {{flagIOC|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |22\n|[[21 de agosto]] \u2013 15:00| '''{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |28| {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |19\n|[[21 de agosto]] \u2013 14:30| {{flagIOC|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |24| '''{{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |25\n|[[21 de agosto]] \u2013 15:30| '''{{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |24| {{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |21\n\n|[[22 de agosto]] \u2013 14:30| '''{{flagIOC|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |34| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |29\n|[[22 de agosto]] \u2013 15:00| {{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |30| '''{{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |33\n\n|[[23 de agosto]] \u2013 16:00| '''{{flagIOC|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |22| {{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |9\n\n|[[23 de agosto]] \u2013 15:00| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}} |25| '''{{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}''' |34 \n}}\n\n==== Quartas-de-final ====\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 14:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400301_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''33'''\n | scoreB = 22\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Marko Radonjic (20)\n | rebounds1 = Nemanja Bezbradica (6)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Rokas Narkevicius (12)\n | rebounds2 = Mantas Mockevicius (7)\n | assist2 = Mockevicius (3)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 14:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400302_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 24\n | scoreB = '''25'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Tom\u00e1s Zanzottera (11)\n | rebounds1 = Zanzottera (7)\n | assist1 = Zanzottera, Juan Rossi, Mart\u00edn Massone (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Spyridon Panagiotaras (9)\n | rebounds2 = Emmanuel Tselentakis (7)\n | assist2 = Panagiotaras (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|USA|USA|Angelica Suffren}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 15:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400303_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''28'''\n | scoreB = 18\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Sterling Gibbs (12)\n | rebounds1 = Angelo Chol (10)\n | assist1 = Chol, Brandan Kearney (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Mikel Motos (9)\n | rebounds2 = Lluis Costa (4)\n | assist2 = Costa (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[21 de agosto]]\n | time = 15:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400304_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''24'''\n | scoreB = 21\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Matej Buovac (11)\n | rebounds1 = Marko Ramljak (6)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Oleksander Chernuvych (6)\n | rebounds2 = Igor Mayor (6)\n | assist2 = Tom Maayan (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}\n}}\n\n==== Classifica\u00e7\u00e3o 5\u20138 ====\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 14:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400203_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''34'''\n | scoreB = 14\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Marijus Uzupis (15)\n | rebounds1 = Uzupis (8)\n | assist1 = Martynas Paliukenas, Mantas Mockevicius, Rokas Narkevicius (2 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Lluis Costa (5)\n | rebounds2 = Javier Medori (3)\n | assist2 = Costa (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 15:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400204_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 22\n | scoreB = '''33'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Tom\u00e1s Zanzottera (13)\n | rebounds1 = Zanzottera (6)\n | assist1 = 0\n | otherstat1 = \n | points2 = Sergey Zelikman (14)\n | rebounds2 = Zelikman (8)\n | assist2 = Oleksander Chernuvych, Tom Maayan (2 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}
{{Arbitro|CUB|CUB|Judith Hodelin}}\n}}\n\n==== Semifinal ====\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 14:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400201_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''34'''\n | scoreB = 29\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Sasa Avramovic (15)\n | rebounds1 = Avramovic (9)\n | assist1 = Stefan Popovski-Turanjanin (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Sterling Gibbs (13)\n | rebounds2 = Angelo Chol (9)\n | assist2 = Brandan Kearney, Kyle Caudill (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}\n}}\n----\n{{Basketballbox\n | date = [[22 de agosto]]\n | time = 15:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400202_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 30\n | scoreB = '''33'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Theodoros Tsiloulis (14)\n | rebounds1 = Lampros Vlachos (9)\n | assist1 = Spyridon Panagiotaras (2)\n | otherstat1 = \n | points2 = Marko Ramljak (24)\n | rebounds2 = Ramljak (11)\n | assist2 = Ramljak, Matej Buovac (1 cada)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}\n}}\n\n==== Disputa pelo 7\u00ba lugar ====\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 14:00\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400104_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 13\n | scoreB = '''23'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Lluis Costa (7)\n | rebounds1 = Javier Medori (6)\n | assist1 = Costa (1)\n | otherstat1 = \n | points2 = Juan Rossi (13)\n | rebounds2 = Rossi (8)\n | assist2 = Tom\u00e1s Zanzottera (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|BEL|BEL|Renaud Geller}}
{{Arbitro|SUI|SUI|David Musard}}\n}}\n\n==== Disputa pelo 5\u00ba lugar ====\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 14:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400103_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''28'''\n | scoreB = 24\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Rokas Narkevicius (13)\n | rebounds1 = Narkevicius (5)\n | assist1 = Mantas Mockevicius (3)\n | otherstat1 = \n | points2 = Oleksander Chernuvych (12)\n | rebounds2 = Tom Maayan (7)\n | assist2 = Sergey Zelikman (2)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|RUS|RUS|Alexey Davydov}}
{{Arbitro|MOZ|MOZ|Naftal Chongo}}\n}}\n\n==== Disputa pelo bronze ====\n{{Basketballbox\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 15:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400102_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = 25\n | scoreB = '''34'''\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Sterling Gibbs (15)\n | rebounds1 = Angelo Chol (5)\n | assist1 = Gibbs, Brandan Kearney, Chol (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Theodoros Tsiloulis (16)\n | rebounds2 = Tsiloulis, Emmanuel Tselentakis (4 cada)\n | assist2 = Tselentakis (1)\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|SRB|SRB|Milija Vojinovic}}
{{Arbitro|URU|URU|Alejandro S\u00e1nchez Varela}}\n}}\n\n==== Final ====\n{{Basketballbox |bg=#ffffd0\n | date = [[23 de agosto]]\n | time = 16:30\n | report = [http://gis.singapore2010.sg/Nav/RES/ENG/BK/results/BK_400101_M_results.html Relat\u00f3rio]\n | teamA = {{flagIOC|esquerda=sim|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | scoreA = '''22'''\n | scoreB = 9\n | Q1 = \n | Q2 = \n | Q3 = \n | Q4 = \n | OT = \n | teamB = {{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n | points1 = Sasa Avramovic (10)\n | rebounds1 = Marko Radonjic (14)\n | assist1 = Avramovic, Nemanja Bezbradica (1 cada)\n | otherstat1 = \n | points2 = Matej Buovac (4)\n | rebounds2 = Buovac, Marko Ramljak (7 cada)\n | assist2 = 0\n | otherstat2 =\n | place =\n | attendance = \n | referee =
{{Arbitro|FRA|FRA|Joseph Bissang}}
{{Arbitro|GER|GER|Robert Lottermoser}}\n}}\n\n==Classifica\u00e7\u00e3o final==\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! width=30|Pos. !! width=200|Equipe\n|- bgcolor=\"#F7F6A8\"\n| {{medalha de ouro|Olimp\u00edadas}} || '''{{flagIOC|SRB|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}'''\n|- bgcolor=\"#DCE5E5\"\n| {{medalha de prata|Olimp\u00edadas}} || '''{{flagIOC|CRO|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}'''\n|- bgcolor=\"#FFDAB9\"\n| {{medalha de bronze|Olimp\u00edadas}} || '''{{flagIOC|GRE|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}'''\n|-\n| 4 || {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 5 || {{flagIOC|LTU|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 6 || {{flagIOC|ISR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 7 || {{flagIOC|ARG|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 8 || {{flagIOC|ESP|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 9 || {{flagIOC|PHI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 10 || {{flagIOC|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 11 || {{flagIOC|IRI|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 12 || {{flagIOC|TUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 13 || {{flagIOC|EGY|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 14 || {{flagIOC|NZL|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 15 || {{flagIOC|CAF|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 16 || {{flagIOC|ISV|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 17 || {{flagIOC|SIN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 18 || {{flagIOC|IND|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 19 || {{flagIOC|RSA|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|-\n| 20 || {{flagIOC|PAN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n|}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{link|pt|2=http://tickets.singapore2010.sg/pdf/yogbask0810.pdf|3=Programa do basquetebol nos Jogos Ol\u00edmpicos da Juventude de 2010}}\n\n{{Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n{{Portal3|Eventos multiesportivos}}\n\n[[Categoria:Eventos do basquetebol nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010|Masculino]]"}]},"2542721":{"pageid":2542721,"ns":0,"title":"Sankt Stefan am Walde","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da \u00c1ustria\n| nome = Sankt Stefan am Walde\n| imagem = St. Stefan am Walde (Denkmal).JPG\n| texto da imagem = \n| bras\u00e3o = Wappen at st stefan am walde.png\n| mapa = \n| lema = \n| estado = [[Alta \u00c1ustria]]\n| distrito = [[distrito de Rohrbach]]\n| lat_deg = 48\n| lat_min = 34\n| lat_sec = 06\n| lon_deg = 14\n| lon_min = 06\n| lon_sec = 08\n| \u00e1rea = 16\n| altitude = 807\n| popula\u00e7\u00e3o = 864\n| censo = 2005-12-31\n| densidade = \n| placa = RO\n| codigopostal = 4170\n| codigotelefone = 07216\n| endere\u00e7o = \n| website = st-stefan.at/\n| e-mail = \n| prefeito = Franz Anzinger\n| partido = \u00d6VP\n| nuts = AT313\n| mapa distrito = Sankt Stefan am Walde im Bezirk RO.png\n| mapa estado = \n}}\n\n'''Sankt Stefan am Walde''' \u00e9 um munic\u00edpio da [[\u00c1ustria]] localizado no [[distrito de Rohrbach]], no [[Estados da \u00c1ustria|estado]] de [[Alta \u00c1ustria]].{{citar web|url=http://www.statistik.at/blickgem/gemDetail.do?gemnr=41335|t\u00edtulo=Ein Blick auf die Gemeinde|autor=|data=|publicado=Statistik.at|acessodata=15 de agosto de 2012|l\u00edngua2=de}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|\u00c1ustria}}\n{{Esbo\u00e7o-geoat}}\n\n{{\u00c1ustria/Distrito de Rohrbach}}\n\n\n[[Categoria:Distrito de Rohrbach]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Alta \u00c1ustria]]"}]},"4775158":{"pageid":4775158,"ns":0,"title":"Tetsuji Miwa","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata\n|nome =Tetsuji Miwa\n|imagem =Tetsuji Miwa.jpg\n|legenda =Tetsuji Miwa no [[Instituto de Pesquisas Matem\u00e1ticas de Oberwolfach]] em 2006\n|data_nascimento={{dni|10|2|1949|si}}\n|campo =[[f\u00edsica matem\u00e1tica]]\n|premio ={{nowrap|[[Pr\u00eamio Dannie Heineman de F\u00edsica Matem\u00e1tica]] (2013)}}\n}}\n'''Tetsuji Miwa''' ({{lang|ja|\u4e09\u8f2a \u54f2\u4e8c}}, ''Miwa Tetsuji''; {{dni|10|2|1949|si}}) \u00e9 um [[matem\u00e1tico]] [[Japoneses|japon\u00eas]]. Trabalha com [[f\u00edsica matem\u00e1tica]].\n\nMiwa estudou na [[Universidade de T\u00f3quio]], onde no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970 trabalhou com [[an\u00e1lise microlocal]] e [[Hiperfun\u00e7\u00e3o|hiperfun\u00e7\u00f5es]], sob a influ\u00eancia de [[Mikio Sat\u014d]] e [[Masaki Kashiwara]]. Foi professor da [[Universidade de Quioto]] e do [[Research Institute for Mathematical Sciences]] (RIMS) em Quioto.\n\nCom Mikio Sat\u014d e [[Michio Jimbo]] descobriu na d\u00e9cada de 1970 uma conex\u00e3o com deforma\u00e7\u00f5es que preservam a monodromia (''isomonodr\u00f4micas'') de equa\u00e7\u00f5es diferenciais lineares e fun\u00e7\u00f5es de correla\u00e7\u00e3o no [[modelo Ising]].Jimb\u014d, Miwa, Sat\u014d, Yasuko Mori ''Holonomic quantum fields an unanticipated link between deformation theory of differential equations and quantum fields'', in: Lecturenotes in Physics, Springer, Vol. 116, 1980, p. 119-142. Anteriormente em uma longa s\u00e9rie de trabalhos nos Proc. Japan Academy und Pub. RIMS ''Holonomic quantum fields'', ''Studies on holonomic quantum fields'' Com Jimb\u014d investigou em seguida deforma\u00e7\u00f5es isomonodr\u00f4micas gerais de equa\u00e7\u00f5es diferenciais lineares (estudo iniciado no in\u00edcio do s\u00e9culo XX por [[Ludwig Schlesinger]]).\n\nCom [[Michio Jimbo]] e [[Etsur\u014d Date]] pesquisou o papel de [[\u00c1lgebra de Lie|\u00e1lgebras de Lie]] afins in equa\u00e7\u00f5es de [[S\u00f3liton|solitons]], e com Jimb\u014d o papel de grupos qu\u00e2nticos na solu\u00e7\u00e3o exata de modelos de malha de mec\u00e2nica estat\u00edstica.\n\nRecebeu em 1987 juntamente com [[Michio Jimbo]] o Pr\u00eamio de Outono da [[Sociedade Matem\u00e1tica do Jap\u00e3o]].\n\nEm 1998 apresentou uma palestra plen\u00e1ria no [[Congresso Internacional de Matem\u00e1ticos]] (ICM) em Berlim (''Solvable Lattice Models and Representation Theory of Quantum Affine Algebras'') e em 1986 foi palestrante convidado (\"Invited Speaker\") no ICM em [[Berkeley (Calif\u00f3rnia)|Berkeley]] (''Integrable lattice models and branching coefficients'').\n\nRecebeu o Pr\u00eamio Dannie Heineman de F\u00edsica Matem\u00e1tica de 2013 juntamente com [[Michio Jimbo]], por ''seus desenvolvimentos fundamentais na \u00e1rea de sistemas integr\u00e1veis e suas fun\u00e7\u00f5es de correla\u00e7\u00e3o em mec\u00e2nica estat\u00edstica e teoria qu\u00e2ntica dos campos, com aplica\u00e7\u00f5es de grupos qu\u00e2nticos, an\u00e1lise alg\u00e9brica e teoria das deforma\u00e7\u00f5es''.Lauda\u00e7\u00e3o oficial: ''for their profound developments in integrable systems and their correlation functions in statistical mechanics and quantum field theory, making use of quantum groups, algebraic analysis and deformation theory.''\n\n==Obras==\n*com Masaki Kashiwara (Eds.): ''Physical Combinatorics''. Birkh\u00e4user 2000, ISBN 3-7643-4175-0/ISBN 0-8176-4175-0\n*com Michio Jimb\u014d, Etsur\u014d Date: ''Solitons \u2013 differential equations, symmetries and infinite dimensional algebras''. Cambridge University Press 2000, ISBN 0-521-56161-2\n*com Jimb\u014d: ''Algebraic analysis of solvable lattice models''. American Mathematical Society 1993, ISBN 0-8218-0320-4\n*com Jimb\u014d: ''Solitons and infinite dimensional Lie algebras''. Pub. RIMS, Vol. 19, 1983, p. 943, {{DOI|10.2977/prims/1195182017}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo={{nowrap|[[Pr\u00eamio Dannie Heineman de F\u00edsica Matem\u00e1tica]]}}\n|anos=2013
{{nowrap|com [[Michio Jimbo]]}}\n|antes=[[Giovanni Jona-Lasinio]]\n|depois=[[Gregory Winthrop Moore]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n\n{{Pr\u00eamio Dannie Heineman de F\u00edsica Matem\u00e1tica}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Miwa, Tetsuji}}\n[[Categoria:Professores da Universidade de Quioto]]\n[[Categoria:Matem\u00e1ticos do Jap\u00e3o]]\n[[Categoria:Matem\u00e1ticos do Jap\u00e3o do s\u00e9culo XX]]\n[[Categoria:Matem\u00e1ticos do s\u00e9culo XXI]]"}]},"233814":{"pageid":233814,"ns":0,"title":"Jesse James","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|o [[ator]] [[Estados Unidos|estadunidense]] mais conhecido por seu trabalho em [[The Amityville Horror (2005)|The Amityville Horror]]|Jesse James (ator)}}\n{{Info/Criminoso\n|nome = Jesse James\n|imagem = Jesse james portrait.jpg\n|imagem_tamanho = 250px\n|imagem_legenda = James c. 1882\n|nome_completo = \n|nome_nascimento = Jesse Woodson James\n|data_nascimento = {{dni|5|9|1847|si}}\n|local_nascimento = [[Kearney (Missouri)|Kearney]], [[Missouri]]
{{USA}}\n|data_morte = {{morte e idade|3|4|1882|5|9|1847}}\n|local_morte = [[St. Joseph (Missouri)|St. Joseph]], [[Missouri]]
{{USA}}\n|causa_morte = Assassinato\n|sepultado = \n|residencia = \n|nacionalidade = {{USAn|o}}\n|apelido = \n|ocupa\u00e7\u00e3o = \n|reconhecido = \n|altura = \n|peso = \n|predecessor = \n|sucessor = \n|religi\u00e3o = [[Igreja Batista|Batista]] {{citar web|url=http://www.pbs.org/wgbh/americanexperience/features/timeline/james/|t\u00edtulo=Life and Death of Jesse James|autor=American Experience|data=|publicado=|acessodata=30 de dezembro de 2012}}\n|crime = [[Roubo|Roubos a banco]]
[[Assalto|Roubo de trem e cargas]]
[[Assassinatos]]\n|pena = \n|estado = \n|esposa = [[Zerelda Mimms]] (1874\u20131882)\n|marido = \n|crian\u00e7a = [[Jesse Edward James]]
[[Mary James Barr]]\n|parente = [[Frank James]] (irm\u00e3o)\n|afilia\u00e7\u00f5es = [[Frank James]]
[[Estados Confederados da Am\u00e9rica]]
Gangue James-Younger\n|inimigos = [[Ag\u00eancia Nacional de Detetives Pinkerton]]
[[Robert Ford]]\n|motivo = \n|condenado = \n|recompensa = US$ 5 000\n|situa\u00e7\u00e3o_captura = Morto\n|procurado_por = \n|procurado_desde = \n|tempo_prescrito = \n|fuga = \n|fuga_fim = \n|comentarios = \n|vitimas = \n|data = \n|tempo = \n|ano_inicio = \n|ano_fim = \n|pa\u00eds = \n|subdivis\u00e3o_t\u00edtulo = \n|subdivis\u00e3o_nome = \n|localiza\u00e7\u00e3o = \n|alvos = \n|vitima_fatal = \n|ferido = \n|armas = \n|data_apreens\u00e3o = \n|pris\u00e3o = \n|notas = \n}}\n\n'''Jesse Woodson James''' ([[Kearney (Missouri)|Kearney]], [[5 de setembro]] de [[1847]] \u2013 [[Saint Joseph (Missouri)|Saint Joseph]], [[Missouri]], [[3 de abril]] de [[1882]]) foi um [[criminoso|fora da lei]] do [[Velho Oeste]] dos [[Estados Unidos]], conhecido por seus roubos. Por\u00e9m, nem sempre Jesse foi um fora da lei. Antes de entrar para o mundo do crime, Jesse e seu irm\u00e3o [[Frank James|Frank]] eram [[agricultor]]es.\n\n\u00c9 considerado por muitos historiadores como um dos melhores [[cowboy]]s a utilizar uma [[arma]]. Alguns dizem que seu primeiro assassinato ocorreu com 14 anos de idade. Ao longo de sua vida, Jesse teria matado pelo menos vinte pessoas.Ronald M. Homes: ''Serial Murderer'' (SAGE, 21/07/2009), p.5\n\n==Biografia== \nJesse Woodson James nasceu no [[Condado de Clay (Missouri)|Condado de Clay]], Missouri, na atual [[Kearney (Missouri)|Kearney]]. Seu pai, Robert S. James, foi um agricultor, comerciante de [[c\u00e2nhamo]] e pastor da [[Igreja Batista]] no [[Kentucky]]. Mudou-se para o Missouri ap\u00f3s se casar, tendo l\u00e1 prosperado, comprando seis escravos e 100 acres de terra. Viajou para a [[Calif\u00f3rnia]] durante a [[Febre do ouro|corrida do ouro]] para pregar entre os mineradores{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=3cHhY4qAvdcC|t\u00edtulo=Jesse James Was His Name, or, Fact and Fiction Concerning the Careers of the Notorious James Brothers of Missouri|data=1977|publicado=University of Nebraska Press|p\u00e1ginas=7, 12, 16, 26|acessodata=2008-12-07|ISBN=0803258607}} e morreu quando Jesse tinha tr\u00eas anos de idade.{{citar livro|\u00faltimo =Stiles |primeiro =T.J. |t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War |publicado=Knopf Publishing |url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ |ano=2002 |p\u00e1ginas=23-6 |ISBN 0375405836}}\n\nAp\u00f3s a morte do seu marido, a m\u00e3e de Jesse, Zerelda James, voltou a se casar, primeiro com Benjamin Simms e depois com um m\u00e9dico chamado Reuben Samuel. Ap\u00f3s esse casamento, em 1855, Samuel se mudou para o lar dos James. James tinha dois irm\u00e3os, o mais velho, [[Frank James|Alexander Franklin \"Frank\" James]] e a irm\u00e3, Susan Lavenia James. Reuben Samuel e Zerelda tiveram mais quatro filhos.{{citar livro|primeiro =William A. |ast=Settle |t\u00edtulo=Jesse James Was His Name, or, Fact and Fiction Concerning the Careers of the Notorious James Brothers of Missouri |publicado=University of Nebraska Press|data=1977 |url=http://books.google.com/books?id=3cHhY4qAvdcC |acessodata=2008-12-07 |ISBN=0803258607 |p\u00e1ginas=6-11}}{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=26-8}} Zerelda e Reuben Samuel compraram sete escravos que plantaram [[tabaco]] em sua fazenda.{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=26-55|isbn=0375405836}}\n\nCom a proximidade da [[Guerra Civil Americana]] as coisas ficariam dif\u00edceis no Missouri. O estado ficava na divisa dos lados beligerantes e tinha caracter\u00edsticas tanto do Norte como do Sul, mas 75% da popula\u00e7\u00e3o era do Sul ou arredores. A escravid\u00e3o no condado de Clay era maior do que outras \u00e1reas do estado. Os escravos eram 10% da popula\u00e7\u00e3o do Missouri, mas em Clay, a percentagem subia para 25%.{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=37-46|isbn=0375405836}}\n\nO condado de Clay veria tumultos ap\u00f3s a autoriza\u00e7\u00e3o da [[Ato de Kansas-Nebraska|lei Kansas-Nebraska]] em 1854, quando a quest\u00e3o da escravatura irrompeu no vizinho territ\u00f3rio do Kansas. Os confrontos entre as mil\u00edcias pr\u00f3 e contra escravid\u00e3o come\u00e7aram.{{citar livro|\u00faltimo =Hurt |primeiro =R. Douglas |t\u00edtulo=Agriculture and Slavery in Missouri's Little Dixie |url=http://books.google.com/books?id=pVSdAQAACAAJ |publicado=University of Missouri Press |data=1992 |ISBN=0826208541}}\n\n===Guerra Civil=== \nA Guerra Civil esfacelaria o Missouri e mudaria a vida de Jesse James. A guerrilha come\u00e7ou no estado logo ap\u00f3s uma s\u00e9rie de campanhas militares e batalhas do ex\u00e9rcito regular, em 1861. Os separatistas, conhecidos por \"bushwhackers\", confrontavam-se com as mil\u00edcias da Uni\u00e3o, sendo que ambos os lados cometeram atrocidades. As guerrilhas assassinaram civis da Uni\u00e3o, executaram prisioneiros e escalpelaram os mortos. As for\u00e7as da Uni\u00e3o declararam [[lei marcial]] e invadiram lares, prenderam civis e executaram sumariamente e expulsaram simpatizantes dos Confederados.{{citar livro|\u00faltimo =Fellman |primeiro =Michael |t\u00edtulo=Inside War: The Guerrilla Conflict in Missouri onto the American Civil War |url=http://books.google.com/books?id=LldHnF7CB3kC |publicado=Oxford University Press |data=1990 |ISBN=0195064712 |p\u00e1ginas=61-143}}\n\nA fam\u00edlia James-Samuel ficou do lado dos confederados. Frank James reuniu-se \u00e0 companhia local que fazia recrutamento para os separatistas, a Missouri State Guard, e lutou na [[batalha do Wilson's Creek]]. Logo depois ele voltaria para casa. Em 1863 foi denunciado como membro da guerrilha que operava no condado de Clay. Em maio daquele ano, uma mil\u00edcia da Uni\u00e3o invadiu o s\u00edtio dos James-Samuel, \u00e0 procura do grupo de Frank. Eles torturaram Reuben Samuel e tentaram enforc\u00e1-lo numa \u00e1rvore, quando ent\u00e3o a lenda diz que foi salvo por Jesse que fugiu para o campo. Frank havia fugido e se acreditava que ele entrara para os guerrilheiros liderados por [[William Quantrill|William C. Quantrill]]. Ele teria tomado parte do Massacre de [[Lawrence (Kansas)|Lawrence]] no Kansas, quando 200 homens e crian\u00e7as foram mortos. Contrariando a lenda, n\u00e3o existem evid\u00eancias de que Jesse esteve com os cavaleiros de Quantrill.{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=30-45}}{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=61-2, 84-91|isbn=0375405836}}\n\nFrank seguiu com Quantrill para o [[Texas]] durante o inverno de 1863\u20134, e voltou na primavera com um pelot\u00e3o liderado por Fletch Taylor. Quando ele retornou ao condado de Clay, Jesse contava com 16 anos de idade e entrou para o grupo de Taylor com seu irm\u00e3o. No ver\u00e3o de 1864, Taylor foi severamente ferido, perdendo o bra\u00e7o direito atingido por um canh\u00e3o. Os irm\u00e3os James ent\u00e3o se juntaram ao grupo bushwhacker liderados por [[William T. Anderson]], o \"sanguin\u00e1rio\" Bill Anderson. Nessa \u00e9poca houve um relato do delegado de Clay que dizia que Frank e Jesse tomaram parte do Massacre de Centralia (Missouri) em setembro, quando 22 soldados desarmados da Uni\u00e3o foram mortos ou feridos; os membros da guerrilha escalpelaram e desmembraram alguns dos mortos. Uma emboscada das guerrilhas derrotou e perseguiu um regimento comandado pelo Major A.V.E. Johnson, matando quem tentou se render (mais de 100). Frank mais tarde seria identificado como o membro do bando que deu o tiro fatal no Major Johnson.{{citar livro|primeiro =William A. |\u00faltimo =Settle |t\u00edtulo=Jesse James Was His Name |url=http://books.google.com/books?id=3cHhY4qAvdcC |publicado=University of Nebraska Press |data=1977 |acessodata=2008-12-07 |p\u00e1gina=28-35}} Como resultado das atividades dos irm\u00e3os James, sua fam\u00edlia no Condado de Clay foi for\u00e7ada ao ex\u00edlio pelas autoridades militares da Uni\u00e3o; com ordens de se mudarem para o Sul, al\u00e9m das linhas da Uni\u00e3o. Eles atravessaram a fronteira at\u00e9 [[Nebraska]].{{citar livro|primeiro =William A. |\u00faltimo =Settle |t\u00edtulo=Jesse James Was His Name |url=http://books.google.com/books?id=3cHhY4qAvdcC |publicado=University of Nebraska Press |data=1977 |acessodata=2008-12-07 |p\u00e1gina=140-41}}\n\nAnderson foi morto numa emboscada em outubro e os James escaparam em diferentes dire\u00e7\u00f5es. Frank seguiu com Quantrill para o [[Kentucky]]; James foi para o Texas sob o comando de um dos tenentes de Anderson, [[Archie Clement]]. Ele voltaria para o Missouri na primavera. Contrariando a lenda, James n\u00e3o foi ferido quando tentava se render. Ele e Clement ainda estavam discutindo qual rumo seguir depois da rendi\u00e7\u00e3o dos Confederados quando foram alcan\u00e7ados por uma cavalaria da Uni\u00e3o, pr\u00f3ximo a [[Lexington (Missouri)|Lexington]], Missouri.{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=48-58, 62-3, 72-5}}{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=100-11, 121-3, 136-7, 140-1, 150-4|isbn=0375405836}}\n\n===Ap\u00f3s a Guerra Civil===\n[[Imagem:Jesse and Frank James.gif|thumb|Jesse e [[Frank James]], 1872|254x254px]]\nO fim da Guerra Civil deixou o Missouri convulsionado. O conflito havia levado a popula\u00e7\u00e3o a se dividir em fac\u00e7\u00f5es antagonistas: os antiescravagistas radicais e \u201cde paz\u201d da Uni\u00e3o, que formariam o Partido Democrata, e os pr\u00f3-escravagistas, que formariam o Partido Democrata, al\u00e9m dos separatistas. Havia sido colocada uma constitui\u00e7\u00e3o que libertava os escravos do Missouri mas os confederados foram exclu\u00eddos da vota\u00e7\u00e3o. Houve viol\u00eancia entre os grupos.{{citar livro|t\u00edtulo=Missouri Under Radical Rule, 1865-1870|\u00faltimo=Parrish|primeiro=William E.|data=|publicado=University of Missouri Press}}{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=149-67|isbn=0375405836}}\n\nJesse, ferido, foi para a casa de um tio, onde foi atendido pela prima, Zerelda \"Zee\" Mimms, que tinha o mesmo nome da m\u00e3e dele. Jesse e Mimms come\u00e7aram um prolongado relacionamento, casando-se nove anos depois. O comandante de Jesse James, Archie Clement, mantinha sua gangue de bushwhackers em a\u00e7\u00e3o. Eles roubaram o primeiro banco americano durante a \u00e9poca de paz: o Savings Association do condado de Clay em [[Liberty (Missouri)|Liberty]], [[Missouri]], em 13 de fevereiro de 1866. O banco era de propriedade de um Republicano oficial da mil\u00edcia. Um inocente, o estudante da Faculdade William Jewell (que o pai de James havia ajudado a fundar), foi morto a tiros na rua, durante a fuga dos quadrilheiros.{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=168-75, 179-87|isbn=0375405836|}} N\u00e3o est\u00e1 claro que Jesse e Frank participaram do roubo, mas quando ganharam fama foram citados como os l\u00edderes do assalto. [[Archie Clement]] continuou a praticar crimes e ataques a alvos ligados aos governos Republicanos. Ocupara a cidade de Lexington, Missouri, no dia da elei\u00e7\u00e3o de 1866, quando foi morto por tiros da mil\u00edcia.{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=83-9}}\n\nOs sobreviventes da quadrilha de Clement continuaram a roubar bancos durante os dois anos seguintes. Em 23 de maio de 1867, eles roubaram um banco em [[Richmond (Missouri)|Richmond]], Missouri, assalto durante o qual foi morto um major e dois outros, mas tamb\u00e9m n\u00e3o era certo que os James participaram.{{citar web|url=http://www.odmp.org/officer/5742-deputy-sheriff-frank-s.-griffin |t\u00edtulo=Deputy Sheriff Frank S. Griffin, Ray County Sheriff's Department |publicado=Officer Down Memorial Page |acessodata=2008-10-03}} Em 1868, Frank e Jesse James juntaram-se a [[Cole Younger]] e assaltaram um banco em [[Russellville (Kentucky)|Russelville]], Kentucky. Jesse James n\u00e3o era famoso, at\u00e9 que em Dezembro de 1869 ele e Frank roubaram o Savings Association em [[Gallatin (Missouri)|Gallatin]], [[Missouri]]. Jesse, pelo que se conta, atirou e matou o banc\u00e1rio Capit\u00e3o John Sheets, pois o teria confundido com Samuel P. Cox, o oficial da mil\u00edcia que matou William T. Anderson durante a Guerra Civil. Esse crime levou os nomes de Jesse e Frank para os jornais pela primeira vez.{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=190-206|isbn=0375405836}}{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=91-8}}{{citar livro|primeiro =William A. |\u00faltimo =Settle |t\u00edtulo=Jesse James Was His Name |url=http://books.google.com/books?id=3cHhY4qAvdcC |publicado=University of Nebraska Press |data=1977 |acessodata=2008-12-07 |p\u00e1gina=32-42}}\n\nO roubo deu notoriedade aos James como os mais famosos guerrilheiros fora da lei. O governador do Missouri, [[Thomas Theodore Crittenden|Thomas T. Crittenden]] colocou uma recompensa pela captura dos irm\u00e3os. John Newman Edwards, editor e fundador do ''Kansas City Times'', se aliou aos bandoleiros contra essa ofensiva. Edwards, um ex-cavalariano dos Confederados, estava em campanha para retomar o poder dos separatistas no Missouri. Seis meses ap\u00f3s o roubo de Gallatin, Edwards publicou a primeira de muitas cartas de Jesse James, que alegou inoc\u00eancia. As cartas foram aumentando o tom pol\u00edtico e denunciavam os Republicanos. Juntos aos editoriais de Edwards, as cartas transformaram os James num s\u00edmbolo do desafio Confederado contra a [[Reconstru\u00e7\u00e3o]] defendida pelos legalistas. Gra\u00e7as a Edwards, os bandidos ganharam a fama de [[Robin Hood]].\n\nOs irm\u00e3os James se juntaram a Cole Younger e seus irm\u00e3os John, Jim e Bob, al\u00e9m de Clell Miller e outros ex-Confederados, e formaram aquela que ficou conhecida como a Gangue dos James-Younger. Com Jesse James como a face atemorizadora da gangue, eles roubaram bancos de [[Iowa]] at\u00e9 o [[Texas]] e do Kansas at\u00e9 [[Virg\u00ednia Ocidental]]. Al\u00e9m de bancos, assaltaram escrit\u00f3rios de dilig\u00eancias e uma feira em [[Kansas City]], Missouri. Em 21 de julho de 1873 eles roubaram um trem vindo de Chicago, descarrilhando-o em [[Adair (Iowa)|Adair]], Iowa. O roubo rendeu a quadrilha tr\u00eas mil d\u00f3lares (equivalente a US$ 51 000 em 2007). Eles ficaram conhecidos como assaltantes de trens e em apenas duas vezes eles roubaram os passageiros, pois basicamente se concentravam no vag\u00e3o de cargas.\n\n===Pinkertons===\nA Adams Express Company foi at\u00e9 a [[Ag\u00eancia Nacional de Detetives Pinkerton|Ag\u00eancia de Detetives Pinkerton]] em 1874 e a contratou para perseguir a gangue de James-Younger. Um agente, Joseph Whicher, foi enviado para se infiltrar na fazenda de Zerelda Samuel, mas foi morto. Dois outros, Louis J. Lull e John Boyle, n\u00e3o tiveram melhor sorte: Lull foi morto por dois dos Youngers em 17 de mar\u00e7o de 1874, mas matou John Younger antes de morrer. Um auxiliar do xerife chamado Edwin Daniels morreu tamb\u00e9m num tiroteio.{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=111-20}}{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=249-58|isbn=0375405836}}\n\n[[Allan Pinkerton]], o fundador e chefe da ag\u00eancia, tomou o caso como pessoal e contatou legalistas que moraram pr\u00f3ximos do s\u00edtio dos James. Eles atacaram na noite de 25 de janeiro de 1875. Com um inc\u00eandio iniciado pelos detetives, houve uma explos\u00e3o na qual morreria o jovem meio-irm\u00e3o dos James de nome Archie (em honra a Archie Clement) e mutilaram a m\u00e3e Zerelda Samuel, que perdeu um bra\u00e7o. Ted Yeatman localizou uma carta de Pinkerton na Biblioteca do Congresso, na qual ele declarou sua inten\u00e7\u00e3o de \"queimar e destruir a casa.\", contrariando o que afirmara \u00e0 \u00e9poca.{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=128-44}}{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=272-85|isbn=0375405836}}\n\nO sangrento fiasco ajudou a Edwards a tornar Jesse James numa figura simp\u00e1tica ao p\u00fablico. Tentou-se uma anistia aos irm\u00e3os James e Younger e conseguiu se votar um limite aos pr\u00eamios oferecidos pelo governador.{{citar livro|primeiro =William A. |\u00faltimo =Settle |t\u00edtulo=Jesse James Was His Name |url=http://books.google.com/books?id=3cHhY4qAvdcC |publicado=University of Nebraska Press |data=1977 |acessodata=2008-12-07 |p\u00e1gina=76-84}}{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=286-305}}\n\n===A derrocada da gangue===\nJesse e sua prima [[Zerelda Mimms|Zee]] se casaram em 24 de abril de 1874 e tiveram dois filhos que sobreviveram a idade adulta: Jesse E. James (nascido em 1875) e Mary James Barr (nascida em 1879). Os g\u00eameos Gould e Montgomery James (nascidos em 1878) morreram durante a inf\u00e2ncia. Jesse, Jr. se tornou um advogado e teve uma carreira de respeitado membro da bancada de Kansas City, Missouri.\n\nEm 7 de setembro de 1876, a gangue James-Younger tentou o seu maior golpe at\u00e9 aquela data, ao atacar o [[First National Bank]] em [[Northfield (Minnesota)|Northfield]], [[Minnesota]]. Ap\u00f3s o roubo, apenas Frank e Jesse James foram deixados livres e vivos.{{citar web |t\u00edtulo=St. Joseph History - Jesse James |publicado=St. Joseph, Missouri |url=http://www.ci.st-joseph.mo.us/history/jessejames.cfm |acessodata=2008-12-07 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20090124034733/http://ci.st-joseph.mo.us/history/jessejames.cfm# |arquivodata=24 de janeiro de 2009 |urlmorta=yes }} Cole e Bob Younger contaram que escolheram o banco por causa da conex\u00e3o com a Uni\u00e3o do pol\u00edtico [[Adelbert Ames]], o governador do [[Mississippi]] durante a Reconstru\u00e7\u00e3o, e [[Benjamin Butler]], parente de Ames e um comandante da Uni\u00e3o que ocupara [[New Orleans]], Louisiana. Ames era fundador do banco, mas Butler n\u00e3o influenciava na dire\u00e7\u00e3o.{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=324-5|isbn=0375405836|}}\n\nA gangue havia se dividido em dois grupos. Tr\u00eas homens entraram no banco, dois guardaram a portaria pelo lado de fora e tr\u00eas ficaram pr\u00f3ximos do pr\u00e9dio. O tesoureiro Joseph Lee Heywood se recusou a abrir o cofre, mentindo sobre a fechadura ser um dispositivo de tempo e foi atacado. O assistente Alonzo Enos Bunker foi ferido quando ele correu para a porta. Com suspeitas dos homens na porta do banco, os cidad\u00e3os soaram o alarme. Os cinco bandidos do lado de fora dispararam para o ar para desimpedir a rua, mas receberam tiros de volta. Dois bandidos foram mortos e o resto foi ferido. Os bandidos de dentro do banco, tentaram fugir. Na fuga, eles atiraram na cabe\u00e7a de Heywood. O atirador n\u00e3o foi identificado.\n\nA gangue fugiu de Northfield, com dois companheiros mortos e duas v\u00edtimas inocentes (Heywood e um imigrante sueco da comunidade de Millersburg chamado Nicholas Gustafson). Mesmo com intensa persegui\u00e7\u00e3o, os irm\u00e3os James fugiram para o Missouri. Os Youngers e Charlie Pitts, foram descobertos. Pitts morreu e todos os Youngers foram presos. A gangue James-Younger fora destru\u00edda, com apenas Frank e Jesse James ainda livres.{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=169-86}}{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=326-47|isbn=0375405836}}\n\nEm 1876, Jesse e Frank James foram at\u00e9 [[Nashville (Tennessee)|Nashville]], [[Tennessee]], usando os nomes de Thomas Howard e B. J. Woodson. Em 1879 foi recrutada uma nova gangue, que atacou um trem em [[Glendale (Missouri)|Glendale]], Missouri, em 8 de outubro de 1879. Os roubos come\u00e7aram e inclu\u00edram o pagamento a trabalhadores de um canal em [[Muscle Shoals (Alabama)|Muscle Shoals]], [[Alabama]], al\u00e9m de mais dois trens assaltados. A nova gangue n\u00e3o tinha a experi\u00eancia em guerrilha da antiga e muitos foram presos, deixando James paran\u00f3ico. Ele mesmo assassinou membros da gangue. Os irm\u00e3os acabaram voltando ao Missouri. Em dezembro, Jesse alugou uma casa em [[Saint Joseph]], Missouri, n\u00e3o muito longe de onde ele nasceu e cresceu. Frank, contudo, decidiu se mudar para a [[Virginia]].{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=193-270}}{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=351-73|isbn=0375405836}}\n\n===Assassinato===\n[[Imagem:Jesse-james-home1.jpg|thumb|O lar de Jesse James em St. Joseph, onde ele foi assassinado]]\nCom sua gangue debandada por pris\u00f5es, mortes e desist\u00eancias, Jesse achou que s\u00f3 restavam dois homens em que ele podia confiar: os irm\u00e3os [[Robert Ford]] e Charley Ford.{{citar jornal|t\u00edtulo=One more shot at the legend of Jesse James |obra=[[Los Angeles Times]] |data= 2007-09-17|url=http://articles.latimes.com/2007/sep/17/entertainment/et-weekmovie17 |acessodata=2008-12-07}} Charley j\u00e1 conhecia Jesse, mas Bob era um rec\u00e9m-recrutado. Jesse levou os irm\u00e3os Ford para acompanhar ele e a fam\u00edlia. Houve rumores de que Jesse tinha tido um caso com a irm\u00e3 dos Fords, Martha Bolton. Jesse n\u00e3o sabia que Bob Ford havia secretamente negociado com Thomas Theodore Crittenden, o governador do Missouri, para entreg\u00e1-lo. Crittenden tinha como prioridade a captura dos irm\u00e3os James. Impedido pela lei de oferecer uma boa recompensa, ele conseguiu que a Estrada-de-Ferro oferecesse um pr\u00eamio de US$ 5 mil por cada um dos irm\u00e3os. O presidente [[Ulysses S. Grant]] tamb\u00e9m queria a pris\u00e3o dos James.\n\nEm 3 de abril de 1882, ap\u00f3s comer o caf\u00e9 da manh\u00e3, os Fords e Jesse James faziam os preparativos para outro roubo e cuidavam dos cavalos. Jesse estava sem o palet\u00f3 e sem as armas e foi descrito que ele removia o p\u00f3 de um quadro, subindo em uma cadeira. Robert Ford aproveitou a oportunidade e atirou em Jesse na cabe\u00e7a. A lenda diz que Jesse James vinha tendo pensamentos suicidas e que no dia da sua morte deixou as armas que nunca tirava da cintura em cima da mesa, dando as costas aos Fords para tirar a poeira de um quadro, como quem sabe que vai ser tra\u00eddo, assim preferindo deixar que o matassem para n\u00e3o ter mais duas mortes na conta. H\u00e1 relatos at\u00e9 de que Jesse viu pelo reflexo do quadro quando apontaram a arma em sua dire\u00e7\u00e3o.\n\nO assassinato de Jesse James foi uma grande sensa\u00e7\u00e3o nacional. Os Fords n\u00e3o tentaram se esconder ap\u00f3s o feito. Robert Ford queria a recompensa. Uma multid\u00e3o dirigiu-se \u00e0 casa de St. Joseph para ver o corpo do bandido, enquanto os irm\u00e3os Ford se rendiam \u00e0s autoridades. Os irm\u00e3os Ford foram sentenciados \u00e0 forca, mas, duas horas antes da execu\u00e7\u00e3o, receberam o perd\u00e3o do governador Crittenden.{{citar jornal|t\u00edtulo=Jesse James's Murderers. The Ford Brothers Indicted, Plead Guilty, Sentenced To Be Hanged, And Pardoned All In One Day |obra=[[New York Times]] |data=1882-04-18 |url=http://query.nytimes.com/gst/abstract.html?res=9D04E3DB113EE433A2575BC1A9629C94639FD7CF |acessodata=2008-12-07}}\n\nAs implica\u00e7\u00f5es da conspira\u00e7\u00e3o do chefe do executivo do Missouri para matar um cidad\u00e3o criaram novas lendas sobre Jesse James.{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=376-81|isbn=0375405836}}{{citar livro|\u00faltimo =Yeatman |primeiro =Ted P. |t\u00edtulo=Frank and Jesse James: The Story Behind the Legend |publicado=Cumberland House Publishing |data=2000 |ISBN=1581823258 |url=http://books.google.com/books?id=u4WlW39O8-UC |p\u00e1ginas=270-2}}{{citar livro|primeiro =William A. |\u00faltimo =Settle |t\u00edtulo=Jesse James Was His Name |url=http://books.google.com/books?id=3cHhY4qAvdcC |publicado=University of Nebraska Press |data=1977 |acessodata=2008-12-07 |p\u00e1gina=117-36}}\n\nOs Fords receberam uma pequena parte da recompensa e fugiram do Missouri. Eles come\u00e7aram uma viagem teatral pelo pa\u00eds, onde reencenaram a morte de Jesse James.{{citar livro|url=http://books.google.com/books?id=uAINAAAACAAJ|t\u00edtulo=Jesse James: Last Rebel of the Civil War|\u00faltimo=Stiles|primeiro=T.J.|publicado=Knopf Publishing|ano=2002|p\u00e1ginas=378, 395-95|isbn=0375405836}}\n\nCharley Ford suicidou-se em 6 de maio de 1884 em Richmond, Missouri ap\u00f3s ser acometido de [[tuberculose]] e tomar [[morfina]]. Robert Ford foi assassinado por um pistoleiro em [[Creede]], [[Colorado]], em 8 de junho de 1892. O assassino, Edward Capehart O'Kelley, foi sentenciado \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua. A senten\u00e7a de O'Kelley foi comutada por causa da sua sa\u00fade e ele foi solto em 3 de outubro de 1902.{{citar livro|\u00faltimo =Ries |primeiro =Judith |url=http://books.google.com/books?id=B5B9AAAACAAJ |t\u00edtulo=Ed O'Kelley: The Man Who Murdered Jesse James' Murderer |publicado=Stewart Printing and Publishing Co. |data=1994 |ISBN=0-934426-61-9}}\n\nA vi\u00fava de Jesse James morreu sozinha e pobre. Seu corpo foi enterrado em Kearney, Missouri e foi exumado em 1995 para um teste de DNA.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =Stone |primeiro =A. C. |coautor=J. E. Starrs and M. Stoneking |data=2001 |t\u00edtulo=Mitochondrial DNA analysis of the presumptive remains of Jesse James |peri\u00f3dico=Journal of Forensic Sciences'', 46:173-176}}\n\n==Cita\u00e7\u00f5es na cultura popular==\nDesde a sua morte, Jesse James se tornou uma figura muito popular, parte do [[folclore]] estadunidense. Tamanha fama fez com que fosse citado nos mais diferentes meios, al\u00e9m de ter sua vida retratada em livros, filmes e gibis.\n\n===Cinema===\n[[Ficheiro:Poster - Jesse James (1939) 13.jpg|Os Irm\u00e3os James em p\u00f4ster do filme de 1939|thumb|direita|200px]]\n*Em 1921, nos filmes ''Jesse James Under the Black Flag''{{Citation|title=Jesse James Under the Black Flag|url=https://www.imdb.com/title/tt0135481/|publisher=Mesco Pictures|accessdate=2021-04-04|first=Jesse James|last=Jr|first2=Franklin B.|last2=Coates|first3=Diana|last3=Reed|first4=Jack|last4=Neil}} e ''Jesse James as the Outlaw'',{{Citation|title=Jesse James as the Outlaw|url=https://www.imdb.com/title/tt0135482/|publisher=Mesco Pictures|date=1930-04-09|accessdate=2021-04-04|first=Jesse James|last=Jr|first2=Diana|last2=Reed|first3=Jack|last3=Neil|first4=Marguerite|last4=Hungerford}} James foi interpretado por seu pr\u00f3prio filho, Jesse James Jr.{{Citar web |url=http://www.imdb.com/name/nm0416245/ |titulo=Jesse James Jr. |acessodata=2021-04-04 |website=IMDb}}\n\n*Em 1927, Jesse James foi interpretado por [[Fred Thomson]], no filme ''Jesse James''.[http://www.imdb.com/title/tt0018038/ ''Jesse James'' (1927) no IMDB]\n\n*O fora da lei j\u00e1 foi biografado diversas vezes no cinema, como em ''Jesse James - Lenda de uma era sem lei'' (''[[Jesse James (filme)|Jesse James]]''), dirigido por [[Henry King]] em [[1939]], com [[Tyrone Power]] no papel de Jesse, e ''Quem foi Jesse James'' (''[[The True Story of Jesse James]]''), dirigido por [[Nicholas Ray]] em [[1957]], com [[Robert Wagner]] no papel do famoso bandido. Ali\u00e1s, esta vers\u00e3o teve sua metragem original de 105 minutos, reduzida pela produ\u00e7\u00e3o para 92 minutos porque o diretor Ray estava dando um \"tratamento benevolente e generoso\" para com o personagem Jesse James, dando a ver que ele n\u00e3o passou de mais uma v\u00edtima da viol\u00eancia e das injusti\u00e7as sociais, provocadas pela [[Guerra Civil Americana]] e que s\u00f3 agiu como agiu movido pelas circunst\u00e2ncias.\n*Em 1965, O cantor Bob Dylan fez referencia a Jesse James e Robert Ford em sua musica \"Outlaw Blues\".\n\n*Em \"Cavalgada dos Proscritos\" (''[[The Long Riders]]''), de 1980, dirigido por [[Walter Hill]], irm\u00e3os interpretaram irm\u00e3os: os James foram James Keach (Jesse) e Stacy Keach (Frank); e os Younger, mostrados de forma mais simp\u00e1tica, David Carradine (Cole), Keith Carradine (Jim) e Robert Carradine (Bob).\n\n*Jesse James foi tema de tr\u00eas [[seriado]]s de cinema produzidos pela [[Republic Pictures]]: ''[[Jesse James Rides Again]]'', 1947, ''[[Adventures of Frank and Jesse James]]'', 1948, e ''[[The James Brothers of Missouri]]'', de 1949. Os dois primeiros foram estrelados por [[Clayton Moore]], o mesmo int\u00e9rprete do [[Lone Ranger|''Cavaleiro Solit\u00e1rio'' / ''The Lone Ranger'']] na televis\u00e3o (o her\u00f3i mascarado confundido com [[Zorro]] no Brasil), mas a trajet\u00f3ria do bandoleiro conduzida pelos seriados da Republic n\u00e3o tinha rela\u00e7\u00e3o com os reais acontecimentos de sua vida.\n* Em 1986 Kris Kristofferson interpreta Jesse James e Johnny Cash interpreta seu irm\u00e3o mais velho Frank James. No filme The Last days of Frank and Jesse James.\n\n*[[Colin Farrell]] interpretou Jesse James no filme ''[[American Outlaws|Jovens Justiceiros]]'', em [[2001]].\n\n*[[Brad Pitt]] interpretou o criminoso em ''[[The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford]]'', filme lan\u00e7ado em [[2007]].\n\n*De acordo com o filme lan\u00e7ado em 2007, onde Brad Pitt interpreta Jesse James, seu assassino foi Robert Ford. Ele teria sido morto covardemente com um tiro pelas costas, dentro de sua pr\u00f3pria casa, enquanto limpava um quadro. Profundamente analisada e admirada, a cena explicita, de forma factual acerca de todo filme, que Jesse, mesmo sendo passivo no momento de sua morte, almejou e conseguiu que Ford fosse destru\u00eddo por tudo aquilo que ele sempre invejou querer ser, que fosse punido pela sua falsa ingenuidade, acobertando uma gan\u00e2ncia sem precedentes, Jesse entendeu que Ford, assim como ele, amargaria a morte em vida, por\u00e9m Ford seria vitima da conseq\u00fc\u00eancia de seu ato, esclarecendo assim sua covardia e insignific\u00e2ncia perante os motivos que levaram Jesse a ser o que era. De qualquer maneira a trama se destaca por ser um thriller psicol\u00f3gico eficiente, mas que exige sensibilidade e intelig\u00eancia para ser apreciada de forma adequada e racional.\n\n*No Filme ''[[Cowboys & Aliens]]'', Jesse James foi citado como um grande ladr\u00e3o.\n\n*No Filme ''[[R\u00e1pida e Mortal]]'', Jesse James \u00e9 citado pelo personagem Kid, interpretado por [[Leonardo di Caprio]], como um apreciador de uma arma [[Smith & Wesson]] que ele mostrava ao personagem Cort, de [[Russel Crowe]].\n\n===Televis\u00e3o===\n*Em ''[[Bang Bang (telenovela)|Bang Bang]]'', [[telenovela]] da [[Rede Globo]], o personagem Jesse James era vivido pelo ator [[Kadu Moliterno]]. Ao lado de [[Evandro Mesquita]], que interpretava [[Billy the Kid]].\n*Em ''[[Pok\u00e9mon (anime)|Pok\u00e9mon]]'', Jesse James inspirou os nomes das personagens fora da lei da [[Equipe Rocket (anime)|Equipe Rocket]]: [[Jessie (Pok\u00e9mon)#Jessie|Jessie]], [[James (Pok\u00e9mon)#James|James]] e [[Equipe Rocket (anime)#Meowth|Meowth]].\n*Em ''[[Breaking Bad]]'', [[seriado]] do canal de televis\u00e3o [[AMC (canal de televis\u00e3o)|AMC]], Jesse James \u00e9 citado pelo personagem \" Mike Ehrmantraut\"[[Jonathan banks]] na quinta temporada.\n*''[[Falcon Crest]]'', teless\u00e9rie da [[Columbia Broadcasting System|CBS]] dos Estados Unidos, Jesse James \u00e9 citado pela personagem Richard Channing, no in\u00edcio da s\u00e9tima temporada.\n*No epis\u00f3dio 17 da s\u00e9rie [[The Flash (2014)|Flash]] Jesse James \u00e9 citado ao ser lembrado por seu nome ser o reverso de James Jesse, o alter-ego do vil\u00e3o \"[[Trickster]]\",\n* Em 2016 Jesse James tem sua hist\u00f3ria de vida modificada na s\u00e9rie de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica TIMELESS na primeira temporada no epis\u00f3dio doze .\n\n===[[M\u00fasica]]===\n*Em 1966, o cantor e compositor de Blues [[John Lee Hooker]] lan\u00e7ou um \u00e1lbum ao vivo [[Live At The Cafe Au Go-Go - And Soledad Prison]],que continha uma faixa com o nome de \"[[I'm Bad Like Jesse James]]\"\n*Em 1975, o cantor e compositor [[Elton John]] lan\u00e7ou o \u00e1lbum [[Rock of the Westies]], que inclui a can\u00e7\u00e3o \"I Feel Like A Bullet (In The Gun Of Robert Ford)\", composta pelo pr\u00f3prio John com o letrista Bernie Taupin.\n*Em 1978, a cantora [[Kate Bush]] lan\u00e7ou o \u00e1lbum [[The Kick Inside]], que inclui a m\u00fasica \"[[James and the Cold Gun]]\", composta pela mesma.\n*Em 1989, a cantora [[Cher]] lan\u00e7ou o \u00e1lbum [[Heart Of Stone]], que inclui a m\u00fasica \"[[Just Like Jesse James]]\", composta por [[Diane Warren]] e Desmond Child.\n*Em 1968, o cantor [[Serge Gainsbourg]] e [[Brigitte Bardot]] lan\u00e7am um album intitulado Bonnie And Clyde, Onde Na musica \u00e9 citado o Nome de Jesse James.\n*Vale tamb\u00e9m o registro feito pela banda ga\u00facha Cowboys Espirituais (de grandes nomes da m\u00fasica ga\u00facha, como Frank Jorge, J\u00falio Reny e M\u00e1rcio Petracco), onde o segundo \u00e1lbum da mesma (\"De Luxe\") come\u00e7a com a faixa Jesse James, faixa que narra a trajet\u00f3ria de um \"fora da lei\" inspirado em Jesse James.\n*Uma curiosidade bastante inusitada de Jesse James, \u00e9 que ele supostamente seria primo distante do cantor e compositor ingl\u00eas [[Ozzy Osbourne]]. Conclus\u00e3o essa tirada depois de um exame de DNA feito pelo artista.\n*A banda de rock brasileiro \"Inimigos do Rei\" comp\u00f4s uma m\u00fasica narrando a hist\u00f3ria de um bandido residente em uma favela, chamado Jesse James.\n*\"6 balas\" \u00e9 uma m\u00fasica escrita por Rafael Kamaitachi que cita Jesse James em um de seus versos\n*'Jesse James' \u00e9 a m\u00fasica composta em 2018 pela banda italiana de Power Metal SpellBlast, no \u00e1lbum 'Of Gold and Guns' e narra a hist\u00f3ria de Jesse James.\n\n{{refer\u00eancias|col=3}}\n\n==Relacionados==\n*[[Billy The Kid]]\n*[[Butch Cassidy]]\n*[[Doc Holliday]]\n\n{{DEFAULTSORT:James, Jesse}}\n[[Categoria:Criminosos dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Batistas dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Mortes por armas de fogo]]\n[[Categoria:Naturais do Missouri]]\n[[Categoria:Pessoas do Velho Oeste dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Jesse James| ]]"}]},"6626096":{"pageid":6626096,"ns":0,"title":"Bohuslav","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n|nome = Bohuslav\n|assentamento_tipo = Cidade\n|imagem_horizonte = \u0411\u043e\u0433\u0443\u0441\u043b\u0430\u0432 \u0456\u0437 \u043f\u0440\u0430\u0432\u043e\u0433\u043e \u0431\u0435\u0440\u0435\u0433\u0430 \u0420\u043e\u0441\u0456. \u0424\u043e\u0442\u043e \u0420\u043e\u043c\u0430\u043d\u0430 \u041c\u0430\u043b\u0435\u043d\u043a\u043e\u0432\u0430.jpg\n|imagem_tamanho = 280px\n|imagem_legenda = Vista de Bohuslav.\n|imagem_bandeira = Boguslav town prapor.png\n|imagem_escudo = Gerb-boguslav.png\n|mapa_alfinete = Ucr\u00e2nia\n|mapa_alfinete_posi\u00e7\u00e3o = top\n|mapa_alfinete_tamanho = 280\n|mapa_alfinete_legenda = Localiza\u00e7\u00e3o de Bohuslav na Ucr\u00e2nia\n|latd = 49 |latm = 32 |lats = 48 |latNS = N\n|longd = 30 |longm = 52 |longs = 22 |longEW = E\n|subdivis\u00e3o_tipo = [[Pa\u00edses do Mundo|Pa\u00eds]]\n|subdivis\u00e3o_nome = [[Ucr\u00e2nia]]\n|subdivis\u00e3o_tipo1 = [[Oblasts da Ucr\u00e2nia|Oblast]]\n|subdivis\u00e3o_nome1 = [[Oblast de Kiev|Kiev]]\n|\u00e1rea_total_km2 = 71\n|popula\u00e7\u00e3o_notas = \n|popula\u00e7\u00e3o_total = 16190 \n|popula\u00e7\u00e3o_densidade_km2 = auto\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2020\n|c\u00f3digo_postal = 09700 \u2014 09702\n|s\u00edtio= \n}}\n'''Bohuslav''' ({{lang-uk|\u0411\u043e\u0433\u0443\u0441\u043b\u0430\u0432}}) \u00e9 uma [[cidade]] da [[Ucr\u00e2nia]], situada no [[Oblasts da Ucr\u00e2nia|Oblast]] de [[Oblast de Kiev|Kiev]]. Tem {{fmtn| 71 |[[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]}} de \u00e1rea e sua popula\u00e7\u00e3o em 2020 foi estimada em 16.190 habitantes.{{citar web|url=http://database.ukrcensus.gov.ua/PXWEB2007/ukr/publ_new1/2020/zb_chuselnist%202019.pdf|t\u00edtulo=\u0427\u0438\u0441\u0435\u043b\u044c\u043d\u0456\u0441\u0442\u044c \u043d\u0430\u044f\u0432\u043d\u043e\u0433\u043e \u043d\u0430\u0441\u0435\u043b\u0435\u043d\u043d\u044f \u0423\u043a\u0440\u0430\u0457\u043d\u0438 (Popula\u00e7\u00e3o Atual da Ucr\u00e2nia)|autor=|data=|publicado=Servi\u00e7o Estatal de Estat\u00edsticas da Ucr\u00e2nia|acessodata=6 de julho de 2021|ling=uk}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-geoua}}\n{{Controle de autoridade}}\n{{Portal3|Ucr\u00e2nia}}\n[[Categoria:Cidades do oblast de Kiev]]"}]},"3282414":{"pageid":3282414,"ns":0,"title":"Gustav Adolf Deissmann","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:Deissmann.jpg| direita| 200px]]\n'''Gustav Adolf Deissmann''' (1866-1937) foi um te\u00f3logo [[protestantismo|protestante]] [[alem\u00e3o]], melhor conhecido por sua pioneira obra sobre a [[l\u00edngua grega]] utilizada no [[Novo Testamento]], que ele demonstrou ser o ''[[koin\u00e9]]'', ou a l\u00edngua comum utilizada no mundo [[helenismo|hel\u00eanico]] daquele tempoA. Gerber, 'Gustav Adolf Deissmann (1866-1937): trailblazer in biblical studies, in the archaeology of Ephesus, and in international reconciliation\u2019, ''Buried History, Journal of the Australian Institute of Archaeology'', 41, 2005, pp. 2-3..\n\n== Vida ==\nDeissmann era professor de [[teologia]] na Universidade Ruprecht Karl em [[Heidelberg]] (1897 - 1908) e depois na Universidade Friedrich Wilhelms de [[Berlim]] (1908 - 1935). Ele foi nominado por duas vezes para o [[Pr\u00eamio Nobel da Paz]] e tinha oito doutorados honor\u00e1rios em seis pa\u00edses diferentesA. Gerber, ''Deissmann the Philologist'', Berlin, 2010, p. 1..\n\nEm 1904 ele fundou, junto com [[Albrecht Dieterich]], um c\u00edrculo de eruditos chamado ''Eranos'', em Heidelberg. Entre os membros estavam [[Ernst Troeltsch]], [[Max Weber]], [[Eberhard Gothein]], [[Georg Jellinek]], [[Karl Rathgen]] e [[Wilhelm Windelband]]A. Gerber, ''Deissmann the Philologist'', pp. 69-71..\n\nEm Berlim, o foco acad\u00eamico de Deissman come\u00e7ou a mudar da [[filologia]] grega para o [[movimento ecum\u00eanico]], a reforma da igreja e, significativamente, \na ''V\u00f6lkerverst\u00e4ndigung'' internacional (um entendimento m\u00fatuo entre as na\u00e7\u00f5es e culturas com o objetivo de promover a paz). Entre 1914 e 1922 ele produziu um ''comuniqu\u00e9'' semi-pol\u00edtico internacional, o ''Evangelischer Wochenbrief'', juntamente com o seu equivalente ingl\u00eas, o ''Protestant Weekly Letters'' (1914-1917). Sua audi\u00eancia era primordialmente os crist\u00e3os influentes na [[Alemanha]] e nos [[Estados Unidos]] e ambos proveram um f\u00f3rum para fomentar o avan\u00e7o da paz e a compreens\u00e3o entre as na\u00e7\u00f5esA. Gerber, ''Deissmann the Philologist'', pp. 245-281..\n\nEm 1925, Deissman tomou conhecimento da desintegra\u00e7\u00e3o da antiga [[\u00c9feso]], um importante s\u00edtio arqueol\u00f3gico, parcialmente escavado antes da [[Primeira Guerra Mundial]] sob os [[:wikt:ausp\u00edcio|ausp\u00edcio]]s do Instituto Arqueol\u00f3gico da \u00c1ustria. Deissman fez campanha sozinho por muitos anos, tanto a n\u00edvel nacional quanto internacional, para aumentar o conhecimento geral sobre o destino de \u00c9feso e conseguiu juntar fundos para que o trabalho arqueol\u00f3gico fosse retomado em 1926 e continuasse anualmente at\u00e9 1929A. Gerber, \u2018Gustav Adolf Deissmann (1866-1937) and the revival of archaeological excavations at Ephesus after the First World War\u2019, ''Jahresheft des \u00f6sterreichischen arch\u00e4ologischen Institutes'', 75, 2006 [2007], pp. 39-46..\n\nDeissman morreu em 5 de abril de 1937, em [[W\u00fcnsdorf]], perto de Berlim, onde est\u00e1 enterrado num cemit\u00e9rio local.\n\n== Obras selecionadas ==\n{{col-begin}}\n{{col-1-of-2}}\n* 1892, ''Die neutestamentliche Formel \"in Christo Jesu\" untersucht'' (Habilitationsschrift)\n* 1895, ''Bibelstudien. Beitr\u00e4ge, zumeist aus den Papyri und Inschriften, zur Geschichte der Sprache, des Schrifttums und der Religion des hellenistischen Judentums und des Urchristentums'', Marburg\n* 1897, ''Neue Bibelstudien. Sprachgeschichtliche Beitr\u00e4ge, zumeist aus den Papyri und Inschriften, zur Erkl\u00e4rung des Neuen Testaments'', Marburg\n* 1901, ''Bible Studies: Contributions chiefly from papyri and inscriptions, to the history of language, the literature and the religion of Hellenistic Judaism and primitive Christianity'', A. Grieve, transl., Edinburgh\n* 1905, ''Ver\u00f6ffentlichungen aus der Heidelberger Papyrus-Sammlung. I, Die Septuaginta-Papyri und andere altchristliche Texte'', Heidelberg\n* 1908, ''The philology of the Greek bible: its present\tand its future'', L.R.M. Strachan, transl., London\n{{col-2-of-2}}\n* 1908, ''Licht vom Osten. Das Neue Testament und die neuentdeckten Texte der hellenistisch-r\u00f6mischen Welt'', T\u00fcbingen (best edition: 1923)\n* 1910, ''Light from the ancient East. The New Testament illustrated by recently discovered texts of the Graeco-Roman world'', L.R.M. Strachan, transl., London\n* 1911, ''Paulus. Eine kultur- und religionsgeschichtliche Skizze'', T\u00fcbingen\n* 1914-21, ''Evangelischer Wochenbrief''\n* 1914-17, ''Protestant Weekly Letter''\n* 1923, \t''The religion of Jesus and the faith of Paul. The Selly Oak Lectures, 1923 on the communion of Jesus with God & the communion of Paul with Christ'', W.E. Wilson, transl., London\n* 1925, \u2018Adolf Deissmann\u2019, in ''Die Religionswissenschaft der Gegenwart in Selbstdarstellungen'', E. Stange, ed., Leipzig, pp. 42-78\n{{Fim}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{BBKL|d/deissmann_a|band=1|autor= Friedrich Wilhelm Bautz|artikel= Dei\u00dfmann, Adolf|spalten=1248-1249}}\n* {{citar web| url = http://www.abcog.org/moulton1.htm| t\u00edtulo = Sobre as ideias lingu\u00edsticas de Deissmann| autor = [[James Hope Moulton]]| ano = 1914| publicado = ABCOG: Christian Living and Literature| l\u00edngua = ingl\u00eas | acessodata = 01/06/2011}}\n* {{citar web| url = http://www.bible-researcher.com/hellenistic.html| t\u00edtulo = Verbete \"Hellenistic Greek\" em Schaff-Herzog| autor = Deissmann| publicado = Biblical Researcher| l\u00edngua = ingl\u00eas | acessodata = 01/06/2011}}\n\n== Bibliografia ==\n* A. Gerber, ''Deissmann the Philologist'', Berlin, 2010\n* C. Markschies, \u2018Adolf Dei\u00dfmann \u2013 ein Heidelberger Pionier der \u00d6kumene\u2019, in ''Zeitschrift f\u00fcr neuere Theologiegeschichte'', 12, 2005, pp. 47-88.\n* C. Markschies, \u2018Adolf Dei\u00dfmann. Ein Pionier der \u00d6kumene\u2019, in C. M\u00f6ller, et al., eds., ''Wegbereiter der \u00d6kumene im 20. Jahrhundert'', G\u00f6ttingen, 2005, pp. 32-53.\n* C. Nottmeier, \u2018Ein unbekannter Brief Max Webers an Adolf Dei\u00dfmann\u2019, in ''Mitteilungen der Ernst-Troeltsch-Gesellschaft'', vol. 13, Augsburg, 2000, pp. 99-131.\n* C. Nottmeier, \t\u2018Hermann Cohen und Adolf Dei\u00dfmann: Dokumente aus dem Nachla\u00df Adolf Dei\u00dfmanns\u2019, in ''Zeitschrift f\u00fcr neuere Theologiegeschichte'', 9, 2002, pp. 302-25.\n* G. Harder / G/ Deissmann, ''Zum Gedenken an Adolf Deissmann. Vortrag anl\u00e4\u00dflich des 100. Geburtstages von Adolf Deissmann am 7. November 1966, gehalten am 26. April 1967 vor den Dozenten und Studenten der Kirchlichen Hochschule in Berlin'', Bremen, 1967.\n\n[[Categoria:Te\u00f3logos da Alemanha]]"}]},"146499":{"pageid":146499,"ns":0,"title":"Orsingen-Nenzingen","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da Alemanha\n|nome = Orsingen-Nenzingen\n|imagem = Langenstein 120306.jpg\n|texto da imagem = \n|lema = \n|bras\u00e3o = Wappen Orsingen-Nenzingen.png\n|estado = [[Baden-W\u00fcrttemberg]]\n|regi\u00e3o = [[Friburgo (regi\u00e3o)|Friburgo]]\n|distrito = [[Constan\u00e7a (distrito da Alemanha)|Constan\u00e7a]]\n|lat_deg = 47 |lat_min = 50 |lat_sec = 08 \n|lon_deg = 08 |lon_min = 55 |lon_sec = 59 \n|Amt = \n|Gemeindeverwaltungsverband = \n|Samtgemeinde = \n|Verbandsgemeinde = \n|Verwaltungsgemeinschaft = \n|Verwaltungsverband = \n|altitude = 444\n|\u00e1rea = 22,23\n|popula\u00e7\u00e3o = 3.125\n|censo = 31/12/[[2006]]\n|densidade = 140,58\n|placa = KN \n|codigopostal = 78359 (antigo: 7769)\n|codigotelefone = 07771, 07774\n|endere\u00e7o = Stockacher Stra\u00dfe 2\n|end adm central = \n|website = orsingen-nenzingen.de/\n|prefeito = Bernhard Volk\n|partido = \n|nuts = \n|mapa distrito = \n|mapa estado = \n|email =\n}}\n'''Orsingen-Nenzingen''' \u00e9 um munic\u00edpio da [[Alemanha]], no distrito de [[Constan\u00e7a (distrito da Alemanha)|Constan\u00e7a]], na regi\u00e3o administrativa de [[Friburgo (regi\u00e3o)|Friburgo]], estado de [[Baden-W\u00fcrttemberg]].{{citar web|url=http://statistik-bw.de/Veroeffentl/Statistische_Berichte/3126_11001.pdf|t\u00edtulo=Bev\u00f6lkerung und Erwerbst\u00e4tigkeit 2011|data=|publicado=Statistisches Landesamt Baden-W\u00fcrttemberg|l\u00edngua=alem\u00e3o|acessodata=2012-09-15|arquivourl=https://web.archive.org/web/20121017132834/http://statistik-bw.de/Veroeffentl/Statistische_Berichte/3126_11001.pdf|arquivodata=2012-10-17|urlmorta=yes}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Pal\u00e1cio de Langenstein]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-geode}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Baden-W\u00fcrttemberg]]"}]},"977175":{"pageid":977175,"ns":0,"title":"Boler\u00e1z","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n|nome = Boler\u00e1z\n|assentamento_tipo = Munic\u00edpio\n|imagem_horizonte = Boleraz.jpg\n|imagem_tamanho = 280px\n|imagem_legenda = Igreja de S\u00e3o Miguel Arcanjo.\n|imagem_escudo = \n|bandeira_tamanho = \n|apelido = \n|lema = \n|mapa_alfinete = Eslov\u00e1quia\n|mapa_alfinete_posi\u00e7\u00e3o = top\n|mapa_alfinete_tamanho = 280\n|mapa_alfinete_legenda = Localiza\u00e7\u00e3o de Boler\u00e1z na Eslov\u00e1quia\n|latd = 48 |latm = 27 |lats = 57 |latNS = N\n|longd = 17 |longm = 29 |longs = 35 |longEW = E\n|subdivis\u00e3o_tipo = [[Pa\u00edses do Mundo|Pa\u00eds]]\n|subdivis\u00e3o_nome = [[Eslov\u00e1quia]]\n|subdivis\u00e3o_tipo1 = [[Regi\u00f5es da Eslov\u00e1quia|Regi\u00e3o]]\n|subdivis\u00e3o_nome1 = [[Trnava (regi\u00e3o)|Trnava]]\n|subdivis\u00e3o_tipo2 = [[Distritos da Eslov\u00e1quia|Distrito]]\n|subdivis\u00e3o_nome2 = [[Trnava (distrito)|Trnava]]\n|\u00e1rea_total_km2 = 25.46\n|popula\u00e7\u00e3o_notas = \n|popula\u00e7\u00e3o_total = 2385\n|popula\u00e7\u00e3o_em = 2019\n|c\u00f3digo_postal = 919 08\n}}\n'''Boler\u00e1z''' \u00e9 um [[munic\u00edpio]] da [[Eslov\u00e1quia]], situado no [[Distritos da Eslov\u00e1quia|distrito]] de [[Trnava (distrito)|Trnava]], na [[Regi\u00f5es da Eslov\u00e1quia|regi\u00e3o]] de [[Trnava (regi\u00e3o)|Trnava]]. Tem {{fmtn|25.46|[[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]}} de \u00e1rea e sua popula\u00e7\u00e3o em 2019 foi estimada em 2385 habitantes.{{citar web|URL=http://datacube.statistics.sk/#!/view/sk/VBD_DEM/om7101rr/Po\u010det%20obyvate\u013eov%20pod\u013ea%20pohlavia%20-%20obce%20(ro\u010dne)%20%5Bom7101rr%5D|t\u00edtulo=Po\u010det obyvate\u013eov pod\u013ea pohlavia \u2013 obce (ro\u010dne)|lingua=sk|publicado=Escrit\u00f3rio de Estat\u00edsticas da Eslov\u00e1quia|acessodata=15 de Outubro de 2020}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-geosk}}\n\n{{Eslov\u00e1quia/Munic\u00edpios de Trnava}}\n{{Portal3|Geografia|Eslov\u00e1quia}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios em Trnava (distrito)]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Eslov\u00e1quia]]"}]},"1750118":{"pageid":1750118,"ns":0,"title":"Kolponomos","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=junho de 2019}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = Kolponomos\n| cor = lightgrey\n| estado = PRE\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Mammalia]]\n| ordem = [[Carnivora]]\n| fam\u00edlia = [[Ursidae]]\n| g\u00e9nero = '''Kolponomos'''\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o =\n''Kolponomos clallamensis''
\n''Kolponomos newportensis''
\n}}\n\nO '''Kolponomos''' foi uma esp\u00e9cie de [[urso]] pr\u00e9-hist\u00f3rico marinho do per\u00edodo [[Mioceno]]. Vivendo no oceano, esse urso primitvo provavelmente se alimentava de moluscos e crust\u00e1ceos e possivelmente possuia um estilo de vida semelhante ao das lontras marinhas atuais. Quando foi descoberto, em [[1960]], pensava-se que pertencia a fam\u00edlia dos [[procion\u00eddeo]]s, mas hoje sabe-se que se tratava de um urso.\n\n{{esbo\u00e7o-carn\u00edvoro pr\u00e9-hist\u00f3rico}}\n[[Categoria:Ursos pr\u00e9-hist\u00f3ricos]]\n[[Categoria:Mam\u00edferos do Mioceno]]\n[[Categoria:Mam\u00edferos marinhos]]"}]},"2942384":{"pageid":2942384,"ns":0,"title":"Walter Winterbottom","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Treinador\n |nome = Walter Winterbottom\n |nomecompleto = Walter Winterbottom\n |imagem =\n |datadenascimento = [[31 de Janeiro]] de [[1913]]\n |cidadenatal = [[Oldham]]\n |paisnatal = [[Reino Unido]]\n |datadefalecimento = {{falecimento e idade|16|2|2002|31|1|1913}}\n |cidadedamorte = [[Oldham]]\n |paisdamorte = [[Reino Unido]]\n |altura = 1,76 m\n |posi\u00e7\u00e3o = [[Meia (futebol)|Meio-campo]]\n |ano = [[1936]]\u2013[[1938]]\n |clubes = [[Manchester United Football Club|Manchester United]]\n |jogos(golos) = {{0|000}}26 {{0|000}}(0)\n |anoselecao = \n |selecaonacional = \n |partidasselecao = \n |treinadoranos = [[1946]]\u2013[[1962]]
[[1952]]\n |treinadorclubes = [[Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol|Inglaterra]]
[[Sele\u00e7\u00e3o Brit\u00e2nica de Futebol|Gr\u00e3-Bretanha]]\n |treinadorjogos = \n}}\n''[[Sir]]'' '''Walter Winterbottom''' [[Ordem do Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico|CBE]] ([[Oldham]], [[31 de Janeiro]] de [[1913]] \u2013 [[Oldham]], [[16 de Fevereiro]] de [[2002]]) foi um [[futebolista]] e [[treinador]] [[Ingleses|ingl\u00eas]]. Foi o primeiro treinador na hist\u00f3ria da [[Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol|Sele\u00e7\u00e3o Inglesa]].\n\n== Carreira ==\nNascido em [[Oldham]], Winterbottom tinha como primeira op\u00e7\u00e3o de carreira virar professor, tendo estudado no [[Chester Diocesan Training College]], onde se formou em [[Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica]] em [[1933]]. Ao mesmo tempo, tamb\u00e9m defendia pequenas equipes amadoras no futebol. Suas atua\u00e7\u00f5es era destacados dos demais, o que lhe renderia uma proposta para se tornar profissional no [[Manchester United Football Club|Manchester United]],{{citar web | url= http://www.worldfootball.net/spieler_profil/walter-winterbottom/ | titulo= \"Walter Winterbottom\" |acessodata=2-11-2010}} fazendo sua estreia quando tinha 23 anos. Ficaria no clube durante apenas duas temporadas, fazendo parte da equipe conquistou o acesso para a [[Primeira Divis\u00e3o]] em sua \u00faltima temporada, por conta de um grave problemas nas costas.\n\nTendo estado presente na [[Segunda Guerra Mundial]] atrav\u00e9s da [[For\u00e7a A\u00e9rea Real]],{{citar web | url= http://books.google.com/books?id=KKidfbTe8i4C | titulo= \"Sports in the Western world\" |acessodata=2-11-2010}} seria desginado como o primeiro treinador na hist\u00f3ria da [[Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol|Sele\u00e7\u00e3o Inglesa]] no ano seguinte ao t\u00e9rmino da guerra,{{citar web | url= http://books.google.com/books?id=i1158WHUTvwC | titulo= \"The Ball Is Round: A Global History of Soccer\" |acessodata=2-11-2010}} se tornando al\u00e9m do primeiro t\u00e9cnico a Inglaterra, o \u00fanico at\u00e9 hoje a exercer a fun\u00e7\u00e3o sem nunca ter treinado uma equipe antes. Por\u00e9m, apesar de sua fun\u00e7\u00e3o, Winterbottom n\u00e3o podia fazer as convoca\u00e7\u00f5es, ficando a cargo de uma comiss\u00e3o t\u00e9cnica da [[FA]]. Sua estreia aconteceu numa vit\u00f3ria sobre a [[Sele\u00e7\u00e3o Irlandesa de Futebol|Irlanda]] por 7 x 2 no mesmo de sua nomea\u00e7\u00e3o.\n\nWinterbottom estaria presente com a [[Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol|Inglaterra]] em suas primeiras quatro [[Copa do Mundo|Copas do Mundo]] (apesar de disputada desde [[Copa do Mundo de 1930|1930]] e a Inglaterra ter um dos times mais temidos da \u00e9poca, n\u00e3o reconhecia o torneio como oficial, logo n\u00e3o participando das tr\u00eas primeiras edi\u00e7\u00f5es): [[Copa do Mundo de 1950|1950]], [[Copa do Mundo de 1954|1954]], [[Copa do Mundo de 1958|1958]] e [[Copa do Mundo de 1962|1962]]. Winterbottom \u00e9 o \u00fanico treinador da hist\u00f3ria da Inglaterra a dirigi-la em quatro Copas do Mundo. Seu recorde tamb\u00e9m equivale ao torneio, sendo ao lado de [[Helmut Sch\u00f6n]], que dirigiu a [[Sele\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 de Futebol|Alemanha Ocidental]], o \u00fanico a comandar a mesma sele\u00e7\u00e3o em quatro Copas seguidas.\n\nA Inglaterra conseguiu sua classifica\u00e7\u00e3o para a Copa do Mundo disputada no [[Brasil]] ap\u00f3s vencer o Campeonato Brit\u00e2nico, no mesmo ano da Copa. No torneio, acabaria sendo um dos respons\u00e1veis pelo hist\u00f3ria derrota por 1 x 0 para os [[Estados Unidos]], por conta de ter deixado de fora da partida a estrela inglesa [[Stanley Matthews]], assim como outros, poupando os das partidas seguintes,{{citar web | url= http://books.google.com/books?id=OTZexfpmyDwC | titulo= \"Offside: soccer and American exceptionalism\" |acessodata=2-11-2010}} devido a grande confian\u00e7a na conquista do t\u00edtulo (a Inglaterra se julgava a maior Sele\u00e7\u00e3o na \u00e9poca, sempre convidando para um amistoso as outras sele\u00e7\u00f5es que se destacavam para provar sua superioridade). Acabaria sendo eliminado na primeira fase quanto tamb\u00e9m perdeu por 1 x 0 para a [[Sele\u00e7\u00e3o Espanhola de Futebol|Espanha]], mesmo tendo estreado com uma vit\u00f3ria por 2 x 0 sobre o [[Sele\u00e7\u00e3o Chilena de Futebol|Chile]].\n\nDurante o intervado entre a sua primeira e segunda Copa, treinaria a [[Sele\u00e7\u00e3o Brit\u00e2nica de Futebol|Sele\u00e7\u00e3o Brit\u00e2nica]] nos [[Futebol nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1952|Jogos Ol\u00edmpicos de 1952]], onde seria eliminado nas fases preliminares ap\u00f3s uma derrota por 5 x 3 para [[Luxemburgo]] na prorroga\u00e7\u00e3o. J\u00e1 na Copa seguinte, disputada na [[Su\u00ed\u00e7a]], conseguiria sua classifica\u00e7\u00e3o para a segunda fase, ap\u00f3s empate em 4 x 4 com a [[Sele\u00e7\u00e3o Belga de Futebol|B\u00e9lgica]] e vit\u00f3ria por 2 x 0 sobre a pr\u00f3pria [[Sele\u00e7\u00e3o Su\u00ed\u00e7a de Futebol|Su\u00ed\u00e7a]], sendo elimada na segunda fase, ap\u00f3s derrota por 4 x 2 para o [[Sele\u00e7\u00e3o Uruguaia de Futebol|Uruguai]], ent\u00e3o detentor do t\u00edtulo. No ano anteior, sofreria a primeira derrota da Inglaterra no [[Wembley]], perdendo de 6 x 3 para a hist\u00f3rica equipe da [[Sele\u00e7\u00e3o H\u00fangara de Futebol|Hungria]] e, na partida seguinte, uma revanche para os ingleses, perderia dessa vez por uns humilhantes 7 x 1, sendo a maior derrota da Inglaterra at\u00e9 hoje.\n\nEm sua terceira Copa, seria novamente elimado na primeira fase (fora a primeira e \u00fanica Copa na hist\u00f3ria onde todas as sele\u00e7\u00f5es brit\u00e2nicas estiveram presentes e, Inglaterra e [[Sele\u00e7\u00e3o Escocesa de Futebol|Esc\u00f3cia]], as duas brit\u00e2nicas favoritas, seriam elimadas ainda na primeira fase), ap\u00f3s empatar todos os tr\u00eas jogos na fase de grupos (2 x 2 com a [[Sele\u00e7\u00e3o Sovi\u00e9tica de Futebol|Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica]], 0 x 0 com o [[Sele\u00e7\u00e3o Brasileira de Futebol|Brasil]] e novamente 2 x 2 com a [[Sele\u00e7\u00e3o Austr\u00edaca de Futebol|\u00c1ustria]]) e, na partida desempate com a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, perderia por 1 x 0. J\u00e1 em sua quarta e \u00faltima, passaria para a segunda fase novamente. Iniciaria perdendo para a Hungria por 2 x 1, vencendo a [[Sele\u00e7\u00e3o Argentina de Futebol|Argentina]] por 3 x 1 e empatando em 0 x 0 com a [[Bulg\u00e1ria]], mas acabaria caindo para o ent\u00e3o detentor do t\u00edtulo, o Brasil, ap\u00f3s derrota por 3 x 1. Logo em seguida a elimina\u00e7\u00e3o no torneio, Winterbottom renunciaria ao cargo, n\u00e3o treinando mais nenhuma equipe desde ent\u00e3o. Ironicamente, seu substituto na Sele\u00e7\u00e3o, [[Alf Ramsey]], conquistaria o t\u00edtulo da [[Copa do Mundo]] logo no torneio seguinte.\n\n{{wikiquote|Walter Winterbottom}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Hall da Fama do Futebol Ingl\u00eas}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol de 1950}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Brit\u00e2nica de Futebol de 1952}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol de 1954}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol de 1958}}\n{{Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol de 1962}}\n{{Portal3|Futebol|Reino Unido}}\n\n{{DEFAULTSORT:Winterbottom, Walter}}\n[[Categoria:Futebolistas da Inglaterra]]\n[[Categoria:Futebolistas do Manchester United Football Club]]\n[[Categoria:Jogadores da Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol]]\n[[Categoria:Treinadores de futebol da Inglaterra]]\n[[Categoria:Ordem do Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico]]\n[[Categoria:Treinadores da Copa do Mundo FIFA de 1950\u200e]]\n[[Categoria:Treinadores da Copa do Mundo FIFA de 1954]]\n[[Categoria:Treinadores da Copa do Mundo FIFA de 1958]]\n[[Categoria:Treinadores da Copa do Mundo FIFA de 1962]]"}]},"4091654":{"pageid":4091654,"ns":0,"title":"Esther Marley Conwell","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cientista\n|nome =Esther Marley Conwell\n|imagem =\n|tamanho =\n|legenda =\n|nome_nativo =\n|data_nascimento ={{dni|lang=br|23|5|1922}}\n|local_nascimento =[[Nova Iorque]]\n|data_morte =\n|local_morte =\n|causa_morte =\n|pais_de_residencia =\n|nacionalidade ={{USAb}} [[Estados Unidos|Estadunidense]]\n|etnicidade =\n|campo =[[F\u00edsica]]\n|instituicao_trabalho={{nowrap|[[Universidade de Rochester]]}}, {{nowrap|[[Bell Labs]]}}\n|alma_mater =\n|tese =\n|orientador =\n|orientado =\n|conhecido_por =\n|influenciado =\n|premio ={{nowrap|[[Medalha Edison IEEE]] (1997)}}, {{nowrap|[[Medalha Nacional de Ci\u00eancias]] (2009)}}\n|conjuge =\n|religiao =\n|assinatura =\n|notas =\n}}\n'''Esther Marley Conwell''' ([[Nova Iorque]], {{dtlink|lang=br|23|5|1922}}) \u00e9 uma f\u00edsica [[Estados Unidos|estadunidense]]. Investigou propriedades de [[semicondutor]]es e condutores org\u00e2nicos, especialmente o transporte.\n\n{{em tradu\u00e7\u00e3o|:en:Esther M. Conwell}}\n\n\n==Condecora\u00e7\u00f5es==\n*In November 2002, Discover Magazine listed Prof. Conwell as one of the 50 most important female scientists of all time.\n*The [[ACS Award for Encouraging Women into Careers in the Chemical Sciences]] was awarded to her in 2008\n*On November 17, 2010, President [[Barack Obama]] presented a [[National Medal of Science]] to Esther Conwell, during a White House ceremony.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.chem.rochester.edu/faculty/faculty.php?name=conwell Prof Conwell's home page]\n*[http://www.aip.org/history/ohilist/29913.html Oral History interview transcript with Esther M. Conwell 22 January 2007, American Institute of Physics, Niels Bohr Library and Archives]\n*[http://www.ieeeghn.org/wiki/index.php/Esther_Conwell Biography of Conwell from IEEE]\n*http://discovermagazine.com/2002/nov/feat50#.UTUsvNvkdUx\n\n\n{{Medalha Edison IEEE}}\n{{Medalha Nacional de Ci\u00eancias|physical}}\n\n{{Esbo\u00e7o-engenheiro}}\n\n{{Normdaten|VIAF=55843953}}\n\n{{DEFAULTSORT:Conwell, Esther Marley}}\n[[Categoria:Medalha Edison IEEE]]\n[[Categoria:Membros da Academia Nacional de Ci\u00eancias dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Fellows do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletr\u00f4nicos]]\n[[Categoria:Membros da Academia Nacional de Engenharia dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Engenheiros eletricistas dos Estados Unidos]]"}]},"1036064":{"pageid":1036064,"ns":0,"title":"Fatores de produ\u00e7\u00e3o","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Imagem:Wheat Harvesting.jpg|thumb|300px|Terra, trabalho e capital, os tr\u00eas recursos fundamentais.]]\nEm [[economia]], '''fatores de produ\u00e7\u00e3o''', ou '''recursos''' s\u00e3o elementos indispens\u00e1veis ao [[produ\u00e7\u00e3o|processo produtivo]] de bens materiais. Tradicionalmente, consideram-se como fatores de produ\u00e7\u00e3o, a [[Terra (economia)|terra]], o [[trabalho (economia)|trabalho]] e o [[Capital (economia)|capital]].[[Paulo Sandroni|SANDRONI, Paulo]] (org.) [http://sinus.org.br/2014/wp-content/uploads/2013/11/FMI.BMNov%C3%ADssimo-Dicion%C3%A1rio-de-Economia.pdf ''Nov\u00edssimo Dicion\u00e1rio de Economia'']. \"Fatores de produ\u00e7\u00e3o\". Best Seller, 1999; p. 235.{{citar livro|coautor= Steven M. Sheffrin|\u00faltimo = Sullivan|primeiro = Arthur|autorlink = |t\u00edtulo= Economics: Principles in action| url = https://www.savvas.com/index.cfm?locator=PSZu4y&PMDbSiteId=2781&PMDbSolutionId=6724&PMDbSubSolutionId=&PMDbCategoryId=815&PMDbSubCategoryId=24843&PMDbSubjectAreaId=&PMDbProgramId=23061|ano= 2003|publicado= Prentice Hall|local= Upper Saddle River, New Jersey 07458| isbn = 978-0-13-063085-8|p\u00e1gina= 4 }}\n\n== Fatores naturais, trabalho e capital ==\nTradicionalmente, os economistas, e particularmente desde [[Jean-Baptiste_Say|Jean Baptiste Say]], os ''fatores de produ\u00e7\u00e3o'' t\u00eam sido apontados em todo o processo produtivo como sendo: a '''terra''' (terras cultiv\u00e1veis, floresta, minas, recursos naturais), '''trabalho''' (o homem) e o '''capital''' (m\u00e1quinas, equipamentos, instala\u00e7\u00f5es).\n\nMas aqueles economistas, j\u00e1 inclu\u00edam no conceito econ\u00f3mico de terra, n\u00e3o apenas o solo, o que era ar\u00e1vel, mas todos os ''fatores naturais'' de [[produ\u00e7\u00e3o]]. Assim, para al\u00e9m do solo, inclu\u00edam o subsolo, a capacidade energ\u00e9tica do mar, os cursos de \u00e1gua, do vento, da luz solar, etc. Por esta raz\u00e3o, alguns autores preferem referir-se aos ''fatores naturais'' de produ\u00e7\u00e3o, abrangendo nesta no\u00e7\u00e3o a terra, o solo e tamb\u00e9m outras for\u00e7as naturais.\n\nO homem tem de empregar trabalho, com maior ou menor esfor\u00e7o, para aproveitamento dos ''fatores naturais'', ou seja, \u00e9 necess\u00e1rio revolver a terra, semeando, plantando, fertilizando, colhendo, e tamb\u00e9m ca\u00e7ando, pescando, domesticando animais, etc. Deste modo, o trabalho insere-se entre os ''fatores produtivos''.\n\nPara melhor aproveitar a natureza, o homem, tem de construir ''instrumentos'', que embora n\u00e3o lhe ofere\u00e7am satisfa\u00e7\u00f5es diretas, ir\u00e3o a breve trecho, facilitar o aproveitamento. Os instrumentos usados para um melhor aproveitamento da natureza constituem o ''capital''. Assim, tamb\u00e9m este ''capital'', verdadeiramente fundamental, se inclui entre os ''fatores produtivos''.Mart\u00ednez, Soares, ''Economia Pol\u00edtica'', 8\u00aa ed., Coimbra:Almedina, 1998, pp 407-410 ISBN 972-40-1146-1 O Capital pode ser material, financeiro, humano e intelectual. Esta separa\u00e7\u00e3o do capital intelectual e humano visa esclarecer a diferen\u00e7a entre a pessoa f\u00edsica e a capacidade racional do homem.\n\nO n\u00famero e defini\u00e7\u00e3o dos fatores variam, dependendo do prop\u00f3sito te\u00f3rico, \u00eanfase emp\u00edrica, ou escola econ\u00f4mica.{{citar livro|autor = Milton Friedman|t\u00edtulo= Price Theory| url = http://books.google.com/?id=BxaSUfPV2WkC&pg=PA201|ano= 2007|publicado= Transaction Publishers| isbn = 978-0-202-30969-9|p\u00e1gina= 201 }}{{citar livro|\u00faltimo =Parkin |primeiro =Michael |\u00faltimo2 =Esquivel |primeiro2 =Gerardo |t\u00edtulo=Macroeconom\u00eda |local=Mexico |publicado=Addison Wesley |edi\u00e7\u00e3o=Fifth |ano=1999 |p\u00e1gina=160 |isbn = 968-444-441-9 |l\u00edngua=es}}\n\n== Fatores da organiza\u00e7\u00e3o, das institui\u00e7\u00f5es sociais e dos riscos ==\nAos tr\u00eas fatores apontados: '''terra''', '''trabalho''' e '''capital''' o economista ingl\u00eas [[Alfred Marshall]], acrescentou um fator que designou por ''organiza\u00e7\u00e3o''.Mart\u00ednez, Soares, ''Economia Pol\u00edtica'', 8\u00aa ed., Coimbra:Almedina, 1998, pp 407-410 ISBN 972-40-1146-1 A organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o social atrav\u00e9s da qual se agrupam meios variados para atingir os objetivos, podendo ser imaginados como ''insumos'' necess\u00e1rios para produzir o servi\u00e7o ou o produto final.Marques, Wagner Luiz, ''Recursos Humanos'', 2\u00aa ed., Brasil, p. 75\n\nNo princ\u00edpio, n\u00e3o se mostraram os economistas muito favor\u00e1veis a admitir entre os fatores produtivos as ''institui\u00e7\u00f5es sociais''. No entanto, \u00e9 incontest\u00e1vel a import\u00e2ncia destas institui\u00e7\u00f5es, tendo em conta que o n\u00edvel moral das popula\u00e7\u00f5es se reflete na produtividade do trabalho, na forma\u00e7\u00e3o do capital e nos h\u00e1bitos de consumo. Tamb\u00e9m, no dom\u00ednio do ''risco'' e o ''dom\u00ednio da incerteza ''a dificuldade em entender que estes s\u00e3o ''fatores produtivos'', aos quais corresponder\u00e3o, o pr\u00e9mio de seguro e o lucro, duas formas de remunera\u00e7\u00e3o bem particulares.Mart\u00ednez, Soares, ''Economia Pol\u00edtica'', 8\u00aa ed., Coimbra:Almedina, 1998, pp 407-410 ISBN 972-40-1146-1\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* Casta\u00f1eda, Jos\u00e9, ''Lecciones de Teoria Economica'', 5\u00aa reimpr., Madrid, 1982, pp.241-392.\n* Samuelson, Paul Anthony e Nordhaus, William, ''Economia'', 12\u00aa ed.,trad, port., Lisboa,1992, pp.126 e s.\n* Saloz\u00e1bal, Jos\u00e9 Maria, ''Curso de Economia'', 4\u00aa ed.,Bilbau, 1985, pp.77 e s., 197 e s.\n* Weber, Adolfo, ''Tratado de Economia Pol\u00edtica'', trad. esp., 4 vols., Barcelona, 1935-1941, II, pp. 9-20 e 61-72\n\n{{Produ\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica|estado=expanded}}\n{{Portal3|Administra\u00e7\u00e3o}}\n\n{{DEFAULTSORT:Fatores Producao}}\n[[Categoria:Terminologia econ\u00f4mica]]\n[[Categoria:Microeconomia]]\n[[Categoria:Empresas]]"}]},"4030128":{"pageid":4030128,"ns":0,"title":"Felinto Alcino Braga Cavalcanti","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Felinto Alcino Braga Cavalcanti''' ( [[Sobral]], [[3 de agosto]] de [[1862]] - [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]]) foi um [[engenheiro]], [[ge\u00f3grafo]], [[Cartografia|cart\u00f3grafo]], explorador e [[marechal]] do [[ex\u00e9rcito brasileiro]]. {{citar web|URL=http://www.ceara.pro.br/cearenses/listapornomedetalhe.php?pid=33345|t\u00edtulo=Felinto Alcino Braga Cavalcanti|autor=|data=|publicado=Diccionario Bio-bibliographico Cearense - Bar\u00e3o de Studart|acessodata=18 de julho de 2013}}Filho de Ant\u00f4nio Raimundo Cavalcanti e Rita de C\u00e1ssia Braga Cavalcanti(cf. LIRA, op. cit.) e irm\u00e3o e genro do romancista [[Domingos Ol\u00edmpio]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nAssentou pra\u00e7a no Exercito a 9 de Janeiro de 1879. Matriculando-se na Escola Militar do Rio de Janeiro, a 24 de Fevereiro de 1883 conquistou os gal\u00f5es de Alferes-Aluno, sendo confirmado no posto de 2.o Tenente de Artilharia a 11 de Julho de 1885. A 24 de Janeiro de 1890 foi promovido a 1.o Tenente com antiguidade de 7, e a 8 de Outubro do mesmo ano foi promovido a Capit\u00e3o. A 14 de dezembro de 1900, foi promovido, por merecimento, ao posto de Major. Como capit\u00e3o foi transferido para o corpo de Estado-Maior de 1.a classe.\n\nNovamente foi promovido a 5 de Agosto de 1908, por merecimento, ao posto de Tenente-Coronel e a 15 de Maio de 1912 tamb\u00e9m por merecimento ao de Coronel. Em Junho de 1914 foi nomeado Diretor da Escola do Estado Maior. Seguiu a carreira das Armas, fazendo o curso da Escola Militar do Rio de Janeiro. Atingiu o marechalato. Graduou-se Engenheiro. (cf. SILVA NOBRE e STUDART [[Guilherme Studart, bar\u00e3o de Studart]], op. cit.).\n\nEnquanto cart\u00f3grafo e ge\u00f3grafo tra\u00e7ou os Mapas das fronteiras do Estado do [[Amazonas]] com o [[Mato Grosso]] e, cf. [[\u00c9lis\u00e9e Reclus]] (op. cit.), foi Membro da Comiss\u00e3o de limites da fronteira do [[Brasil]] com a [[Guiana Francesa]],{{citar web|URL=http://www.ceara.pro.br/fatos/MenuHistoriaVerbete.php?pageNum_leituraselecao=79&totalRows_leituraselecao=31932|t\u00edtulo=Fato Hist\u00f3rico relevante para o Cear\u00e1|autor= Gild\u00e1cio S\u00e1.|data=|publicado=|acessodata=18 de julho de 2013}} explorando o [[Rio Araguari]], no Estado do [[Amap\u00e1]] e integrou, tamb\u00e9m, a de limites com a [[Argentina]] no territ\u00f3rio das Miss\u00f5es , a qual ficou conhecida como a [[Quest\u00e3o de Palmas]].\nProfessor de Matem\u00e1tica Elementar e Superior na [[Escola Militar do Rio de Janeiro]]. Secret\u00e1rio do [[Ministro da Guerra]].\n\n== Obras ==\n* \"O Rio Apurema e os lagos at\u00e9 o Amap\u00e1\"\n* \"Conquista da Amaz\u00f4nia\"\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n{{refbegin|2}}\n* {{Aut|France }}\"R\u00e9ponse du gouvernement de la R\u00e9publique fran\u00e7aise au M\u00e9moire des Etats-Unis du Br\u00e9sil sur la question de fronti\u00e8re, soumise \u00e0 l'arbitrage du gouvernement de la Conf\u00e9d\u00e9ration suisse\", Auteur : Tribunal d'arbitrage (1897-04-10),\u00c9diteur : Impr. nationale (Paris),Date d'\u00e9dition : 1899, Type : monographie imprim\u00e9e , Langue : Fran\u00e7ais ,Format : 1 vol. (IX-396 p.-[4] f. de d\u00e9pl.) : cartes en coul. ; 26 cm ,Format : application/pdf, Droits : domaine public, Identifiant : ark:/12148/bpt6k57498040, Source : Biblioth\u00e8que nationale de France, d\u00e9partement Collections num\u00e9ris\u00e9es, 2009-56831.\n* {{Aut|Lira, Padre Jo\u00e3o Mendes.}} \"A VIDA E OBRA DE DOMINGOS OLIMPIO\", 70 pp. Sobral, CE: Ed. do Autor-1977.\n* {{Aut|Myahiro, Marcelo,}} \u201cHist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o territorial da fronteira do Brasil com a Europa\u201d, in \u201cCol\u00f3quio Internacional: Elis\u00e9e Reclus e a Geografia do Novo Mundo.\u201d\n* {{Aut|Silvia Nobre, Francisco da}} - \"1001 Cearenses Not\u00e1veis\" - Impressso pela Casa do Cear\u00e1 Editora - Rio de Janeiro - 1996.\n* {{Aut|Reclus, \u00c9lis\u00e9e,}} \u201cEstados Unidos do Brazil: geographia, etnographia e estat\u00edstica.\u201d Garnier, (p.477/8) Rio de Janeiro, RJ-1900.\n* {{Aut|Studart, Guilherme,}} (Bar\u00e3o de Studart), \"Diccionario Bio-Bibliographico Cearense de 1910,1913,1915\"-Imprensa Universit\u00e1ria da U.F.C .,[[Universidade Federal do Cear\u00e1]]- 1980.\n{{refend}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2= http://www.arquivonacional.gov.br/media/Academia%20Brasileira%20de%20Letras.pdf|3=Cole\u00e7\u00e3o Academia Brasileira de Letras (DS): instrumento provis\u00f3rio dos documentos cartogr\u00e1ficos.}}\n* {{Link||3= http://www.catalogue.bnf.fr/ark:/12148/cb339038337}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n{{Portal3|Literatura}}\n\n[[Categoria:Naturais de Sobral (Cear\u00e1)]]\n[[Categoria:Militares do Cear\u00e1]]\n[[Categoria:Cart\u00f3grafos do Brasil]]\n[[Categoria:Ge\u00f3grafos do Cear\u00e1]]\n[[Categoria:Marechais do Brasil]]"}]},"2170763":{"pageid":2170763,"ns":0,"title":"The Jakarta Post","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=julho de 2020}}\nO '''The Jakarta Post''' \u00e9 um jornal di\u00e1rio em [[l\u00edngua inglesa]] que circula pela [[Indon\u00e9sia]]. Com cerca de 50.000 c\u00f3pias vendidas, \u00e9 o jornal na l\u00edngua inglesa mais popular na Indon\u00e9sia. O escrit\u00f3rio oficial do jornal fica em [[Jakarta]]. A sua primeira edi\u00e7\u00e3o saiu em [[25 de Abril]] de [[1983]].\n\n{{esbo\u00e7o-jornal}}\n{{Portal3|Jornalismo|Imprensa|Indon\u00e9sia}}\n[[Categoria:Jornais da Indon\u00e9sia]]\n[[Categoria:Jornais em l\u00edngua inglesa]]"}]},"1801923":{"pageid":1801923,"ns":0,"title":"\u00c9paumesnil","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = \u00c9paumesnil\n|regi\u00e3o = Altos da Fran\u00e7a\n|departamento = Somme\n|\u00e1rea = 4.74\n|altitude = \n|latP = N| latG = 49| latM = 54|latS = 46\n|lonP = E| lonG = 1| lonM = 51|lonS = 13\n|popula\u00e7\u00e3o = 107\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 80269\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 80140 \n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = Epaumesnil \u00e9glise 1.jpg\n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''\u00c9paumesnil''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Altos da Fran\u00e7a]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Somme (departamento)|Somme]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 4,74 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|80269|4.74}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n{{DEFAULTSORT:Epaumesnil}}\n[[Categoria:Comunas de Somme]]"}]},"3982281":{"pageid":3982281,"ns":0,"title":"Isadora Williams","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/esporte/atleta\n| nome = Isadora Williams\n| imagem = 2012 World Junior FS Isadora Williams2.jpg\n| tamanho = 200px\n| legenda = \n| nomecompleto = Isadora Marie Williams\n| data_nascimento = {{dni|8|2|1996|lang=br}}\n| local_nascimento = [[Marietta (Ge\u00f3rgia)|Marietta]], [[Ge\u00f3rgia (estado)|Ge\u00f3rgia]]\n| nacionalidade = {{EUAn|a}}
{{BRAn|a}}\n| data_morte = \n| local_morte = \n| apelido = \n| esporte = [[Patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica no gelo|Patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica]]\n| modalidade = \n| estilo = \n| categoria = [[Patina\u00e7\u00e3o individual|Individual feminino]]\n| especialidade = \n| representante = {{BRA}}\n| subt\u00edtulo = \n| peso = \n| altura = 1,62 m\n| n\u00edvel = S\u00eanior\n| parceiro = \n| primeiro parceiro = \n| treinador = [[Igor Lukanin]], [[Kristin Fraser]]\n| primeiro treinador = [[Andrei Kriukov]]\n| core\u00f3grafo = [[Natasha Timoshenko]]\n| primeiro core\u00f3grafo = \n| clube = Montclair State University\n| atividade = 2000\u2013presente\n| esconder = \n| medalhas = \n}}\n[[Ficheiro:Isadora Williams at the 2019 Four Continents Championships - SP.jpg|miniaturadaimagem|Isadora Williams no ISU Four Continents 2019]]\n'''Isadora Marie Williams''' ([[Marietta (Ge\u00f3rgia)|Marietta]], [[8 de fevereiro]] de [[1996]]) \u00e9 uma [[Patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica no gelo|patinadora art\u00edstica]] [[Povo dos Estados Unidos|estadunidense]]-[[Brasileiros|brasileira]], que compete representando o [[Brasil]]. Ela conquistou a medalha de bronze no ''[[Golden Spin of Zagreb de 2012]]''.\n\n== Biografia e pessoal ==\nWilliams nasceu na cidade de [[Marietta (Ge\u00f3rgia)|Marietta]], no estado da [[Ge\u00f3rgia (estado)|Ge\u00f3rgia]] nos [[Estados Unidos]]. Ela tem de nascen\u00e7a, a [[cidadania brasileira]] atrav\u00e9s de sua m\u00e3e, e a [[Nacionalidade estadunidense|cidadania estadunidense]] por nascimento e por seu pai.{{Citar web |url=https://www.patinandoecantando.com.br/2014/01/entrevista-da-atleta-isadora-williams.html |titulo=Entrevista da atleta Isadora Williams |acessodata=2020-12-19}} Sendo assim, ela \u00e9 a filha da brasileira ''Alexa Williams'' de [[Minas Gerais]] e do designer [[Povo dos Estados Unidos|estadunidense]] Charles Williams.{{Citar web |url=https://www.patinandoecantando.com.br/2014/01/entrevista-da-atleta-isadora-williams.html |titulo=Entrevista da atleta Isadora Williams |acessodata=2020-12-19}}\n\nMesmo tendo visitado poucas vezes o [[Brasil]] e n\u00e3o tendo vivido no pa\u00eds, partiu da pr\u00f3pria atleta o interesse de competir sob a bandeira brasileira. Segundo a m\u00e3e: \"''ela tinha nove anos quando come\u00e7ou com essa ideia de representar o Brasil''\" e n\u00e3o tinha chances de competir pela bandeira estadunidense.\n\n== Carreira ==\nEm 2001, Williams come\u00e7ou a patinar aos cinco anos, quando apaixonando-se pelo esporte enquanto patinava em uma sess\u00e3o p\u00fablica no ringue de patina\u00e7\u00e3o ''Cooler Ice Rink'', localizado na cidade de [[Marietta (Ge\u00f3rgia)|Marietta]].\n\nEm 2005, aos 9 anos, j\u00e1 manifestava o desejo de competir pela bandeira do [[Brasil]].\n\nEm 2009, aos 13 anos, ap\u00f3s enviar um v\u00eddeo \u00e0 [[Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Desportos no Gelo|CBDG]], foi convidada a representar o [[Brasil]] no evento do ''[[Campeonato Mundial J\u00fanior de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo de 2010]]'', e a partir da\u00ed passou a treinar em ritmo intenso.\n\nAtualmente reside na cidade de [[Ashburn (Virg\u00ednia)|Ashburn]], localizada na [[Virg\u00ednia]] nos [[Estados Unidos]], e treina com Natasha Tymonshenko, Serguei Kouznetsov e a core\u00f3grafa Danielle Rose.\n\nDesde 2012 compete como S\u00e9nior. Foi a primeira patinadora art\u00edstica a ganhar uma medalha pelo Brasil em uma competi\u00e7\u00e3o internacional, com a medalha de bronze no [[Golden Spin of Zagreb de 2012]].\n\nNo [[Nebelhorn Trophy de 2013]], que serviu como repescagem ol\u00edmpica, Williams terminou a competi\u00e7\u00e3o na 12\u00aa posi\u00e7\u00e3o, conquistando pela primeira vez uma vaga na patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica em [[Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno]] para o Brasil.\n\nEm 2014 representou a patina\u00e7\u00e3o do pa\u00eds nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno de 2014|Jogos Ol\u00edmpicos de Sochi]], na [[R\u00fassia]].\n\nEm dezembro de 2016, Isadora conquistou a medalha de prata no [[Santa Claus Cup]], na Hungria, e tamb\u00e9m o \u00edndice para competir no [[Campeonato Mundial de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo de 2017]] em [[Helsinque]]. Em fevereiro de 2017, ela conquistou a medalha de ouro no [[Sofia Trophy]], o primeiro ouro do Brasil na modalidade em uma competi\u00e7\u00e3o de n\u00edvel internacional. Em setembro de 2017, ap\u00f3s ficar em 30\u00ba no Mundial,{{Citar web|url=http://www.isuresults.com/results/season1617/wc2017/CAT002RS.HTM|titulo=ISU World Figure Skating Championships 2017 - Ladies|acessodata=2017-11-13|obra=www.isuresults.com}} Isadora ficou em 5\u00ba lugar no [[Nebelhorn Trophy]],{{Citar web|url=http://www.isuresults.com/results/season1718/csger2017/CAT002RS.HTM|titulo=49th Nebelhorn Trophy 2017 - Ladies|acessodata=2017-11-13|obra=www.isuresults.com}} que serviu de repescagem ol\u00edmpica, e garantiu outra vez a vaga ol\u00edmpica para o Brasil nas [[Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno de 2018]], em [[Pyeongchang]], na [[Coreia do Sul]]. Nesta competi\u00e7\u00e3o, a patinadora conseguiu as suas melhores pontua\u00e7\u00f5es nos programas curto e longo at\u00e9 agora. Isadora fez hist\u00f3ria ao classificar-se para a final, com 55,74 de pontua\u00e7\u00e3o na 17\u00ba posi\u00e7\u00e3o, se tornando a primeira patinadora latino-americana a realizar tal feito. Com uma pontua\u00e7\u00e3o total de 144,18, terminou a competi\u00e7\u00e3o em 24\u00ba lugar{{Citar web |url=http://www.isuresults.com/results/season1718/owg2018/CAT002RS.HTM |titulo=Olympic Winter Games PyeongChang 2018 - Ladies Single Skating |acessodata=2021-08-04 |website=www.isuresults.com}}.\n\n== Programas ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:center\"\n|-\n! Temporada\n! Programa curto\n! Patina\u00e7\u00e3o livre\n!{{tooltip|Ref.|Refer\u00eancias}}\n|-\n!2019-2021\n|\n* Take Five por [[Dave Brubeck]]\n|\n* Never Enough (from The Greatest Showman) \nby Benj Pasek and Justin Paul \nperformed by Loren Allred\n|\n|-\n!2018-2019\n|\n* Take Five por [[Dave Brubeck]]\n|\n* Malaguen\u00e3 por Ernesto Lecuona\n* Rocio de todos los campos por Natalia Lafourcade\n|{{Citar web |url=http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |acessodata=2021-08-04 |website=www.isuresults.com}}\n|-\n!2017-2018\n|\n* Hallelujah \npor [[K.D. Lang]]\n|\n* Nyah \n(from Mission: Impossible II)\npor [[Hans Zimmer]]\n|{{Citar web |url=http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |acessodata=2021-08-04 |website=www.isuresults.com}}\n|-\n!2016-2017\n|\n* Black Magic Woman por [[Santana (banda)|Santana]]\n|\n* Nyah \n(from Mission: Impossible II)\npor [[Hans Zimmer]]\n|{{Citar web |url=https://web.archive.org/web/20170530200331/http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |titulo=Biography |data=2017-05-30 |acessodata=2021-08-04 |website=web.archive.org}}\n|-\n!2015-2016\n|\n* At Last por [[Etta James]]\n|\n* Pout-Pourri brasileiro por [[Jorge Ben Jor]]\n|{{Citar web |url=https://web.archive.org/web/20160528061132/http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |titulo=Biography |data=2016-05-28 |acessodata=2021-08-04 |website=web.archive.org}}\n|-\n!2014-2015\n|\n* Stairway to Heaven\n\npor [[Led Zeppelin]]\n|\n* Pout-Pourri brasileiro por Jorge Ben Jor\n|{{Citar web |url=https://web.archive.org/web/20150521042335/http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |titulo=Biography |data=2015-05-21 |acessodata=2021-08-04 |website=web.archive.org}}\n|-\n!2013-2014\n|\n* Dark Eyes por Devotchka\n|\n* [[Memoirs of a Geisha (filme)|Memoirs of a Geisha]]
por [[John Williams]] \n|{{Citar web |url=https://web.archive.org/web/20140622033452/http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |titulo=Biography |data=2014-06-22 |acessodata=2021-08-04 |website=web.archive.org}}\n|-\n! 2012\u20132013\n|\n* Maria and the Violin String
por Amrash \n|\n* [[Memoirs of a Geisha (filme)|Memoirs of a Geisha]]
por [[John Williams]] \n| \n|-\n! 2011\u20132012\n|\n* Tango de los Exilados
por [[Walter Taieb]], [[Vanessa-Mae]] \n|\n* [[Scheherazade (Rimsky-Korsakov)|Sheherazade]]
por [[Nikolai Rimsky-Korsakov]] \n| \n|-\n! 2009\u20132011\n|\n* Bolero
by [[Maurice Ravel]] \n|\n* Sheherazade
by [[Nikolai Rimsky-Korsakov]] \n|{{citar web |url= http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |t\u00edtulo= Isadora WILLIAMS: 2010/2011 |obra= International Skating Union |arquivourl= https://web.archive.org/web/20110216220216/http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm# |arquivodata= 16 de fevereiro de 2011 |urlmorta= yes |acessodata= 21 de abril de 2013 }}{{citar web |url= http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm |t\u00edtulo= Isadora WILLIAMS: 2009/2010 |obra= International Skating Union |arquivourl= https://web.archive.org/web/20100313045450/http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm# |arquivodata= 13 de mar\u00e7o de 2010 |urlmorta= yes |acessodata= 21 de abril de 2013 }}\n|}\n\n== Principais resultados ==\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:left; font-size:95%; width=100%\"\n|-\n! colspan=\"14\" align=\"center\" | '''Resultados'''\n|-\n! colspan=\"14\" style=\"background-color: #ff8888; \" align=\"center\" | '''Internacional'''\n|-\n! Evento/Temporada\n! 2009\u2013
2010\n! 2010\u2013
2011\n! 2011\u2013
2012\n! 2012\u2013
2013\n! 2013\u2013
2014\n! 2014\u2013
2015\n! 2015\u2013
2016\n! 2016\u2013
2017\n! 2017\u2013
2018\n! 2018\u2013
2019\n|-\n| [[Patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica nos Jogos Ol\u00edmpicos|Jogos Ol\u00edmpicos]]\n|\n! colspan=\"3\" style=\"background:#ddd\" |\n| align=\"center\" | '''30.\u00aa'''\n! colspan=\"3\" style=\"background:#ddd\" |\n| align=\"center\" | '''24.\u00aa'''\n|\n|-\n| [[Campeonato Mundial de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo|Campeonato Mundial]]\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''25.\u00aa'''\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''30.\u00aa'''\n| align=\"center\" | '''35.\u00aa'''\n| align=\"center\" | '''24.\u00aa'''\n|-\n| [[Campeonato dos Quatro Continentes de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo|Campeonato dos Quatro Continentes]]\n|\n|\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''18.\u00aa'''\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''17.\u00aa'''\n|-\n| {{small|CS}} [[Golden Spin of Zagreb]]\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n|\n|\n| \n| \n|\n|-\n| {{small|CS}} [[Nebelhorn Trophy]]\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n|\n|\n| align=\"center\" | '''WD'''\n| align=\"center\" | '''5.\u00aa'''\n|\n|-\n| {{small|CS}} [[Volvo Open Cup]]\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n| align=\"center\" | '''8.\u00aa'''\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n|-\n| {{small|CS}} [[U.S. International Figure Skating Classic|U.S. International Classic]]\n! colspan=\"3\" style=\"background:#ddd\" |\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddc\" | \n|\n| align=\"center\" | '''14.\u00aa'''\n|\n|\n| align=\"center\" | '''12.\u00aa'''\n|-\n| [[Asian Figure Skating Trophy]]\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddd\" |\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''5.\u00aa'''\n|\n|\n|\n|\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n|-\n| [[Golden Spin of Zagreb]]\n|\n|\n|\n| align=\"center\" bgcolor=\"#FFDAB9\" | {{Medalha de bronze|N\u00famero a}}\n| align=\"center\" | '''6.\u00aa'''\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n|-\n| [[Ice Star]]\n! colspan=\"3\" style=\"background:#ddd\" |\n|\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''4.\u00aa'''\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n| align=\"center\" | '''5.\u00aa'''\n|-\n| [[Mentor Toru\u0144 Cup]]\n! colspan=\"4\" style=\"background:#ddd\" | \n| \n| \n| \n| \n| \n| align=\"center\" bgcolor=\"#DCE5E5\" | {{Medalha de prata|N\u00famero a}}\n|-\n| [[Nebelhorn Trophy]]\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''11.\u00aa'''\n| align=\"center\" | '''12.\u00aa'''\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n|-\n| [[Philadelphia Summer International]]\n! colspan=\"6\" style=\"background:#ddd\" |\n| align=\"center\" bgcolor=\"#DCE5E5\" | {{Medalha de prata|N\u00famero a}}\n| \n| align=\"center\" | '''8.\u00aa'''\n| align=\"center\" | '''6.\u00aa'''\n|-\n| [[Santa Claus Cup]]\n|\n|\n|\n|\n|\n|\n| align=\"center\" | '''4.\u00aa'''\n| align=\"center\" bgcolor=\"#DCE5E5\" | {{Medalha de prata|N\u00famero a}}\n| align=\"center\" | '''5.\u00aa'''\n|\n|-\n| [[Skate Canada Autumn Classic]]\n! colspan=\"5\" style=\"background:#ddd\" |\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n| align=\"center\" | '''7.\u00aa'''\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n|-\n| [[Sofia Trophy]]\n! colspan=\"6\" style=\"background:#ddd\" |\n|\n| align=\"center\" bgcolor=\"#F7F6A8\" | {{Medalha de ouro|N\u00famero a}}\n|\n|\n|-\n| [[Sportland Trophy]]\n! colspan=\"3\" style=\"background:#ddd\" |\n|\n|\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddd\" |\n| align=\"center\" bgcolor=\"#DCE5E5\" | {{Medalha de prata|N\u00famero a}}\n|\n|\n|\n|-\n| [[U.S. International Figure Skating Classic|U.S. International Classic]]\n! colspan=\"3\" style=\"background:#ddd\" |\n| align=\"center\" | '''5.\u00aa'''\n|\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n|-\n| [[Volvo Open Cup]]\n|\n|\n|\n|\n|\n! colspan=\"1\" style=\"background:#D1EEEE\" | \n|\n|\n| align=\"center\" bgcolor=\"#DCE5E5\" | {{Medalha de prata|N\u00famero a}}\n|\n|-\n! colspan=\"14\" style=\"background-color: #ff8888; \" align=\"center\" | '''Internacional \u2013 J\u00fanior'''\n|-\n| [[Campeonato Mundial J\u00fanior de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo|Campeonato Mundial J\u00fanior]]\n| align=\"center\" | '''41.\u00aa'''\n|\n| align=\"center\" | '''16.\u00aa'''\n| align=\"center\" | '''26.\u00aa'''\n|\n|\n|\n|\n|\n|\n|-\n| {{small|JGP}} [[Grand Prix J\u00fanior de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo na Alemanha|JGP Alemanha]]\n|\n| align=\"center\" | '''27.\u00aa'''\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddd\" |\n|\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddd\" |\n|\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddd\" |\n|\n|\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddd\" |\n|-\n| {{small|JGP}} [[Grand Prix J\u00fanior de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo na It\u00e1lia|JGP It\u00e1lia]]\n! colspan=\"2\" style=\"background:#ddd\" |\n| align=\"center\" | '''18.\u00aa'''\n! colspan=\"5\" style=\"background:#ddd\" |\n!\n! colspan=\"1\" style=\"background:#ddd\" |\n|-\n! colspan=\"14\" style=\"background-color: #ff8888; \" align=\"center\" | '''Nacional'''\n|-\n| [[Campeonato Brasileiro de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo|Campeonato Brasileiro]]\n! colspan=\"6\" style=\"background:#ddd\" |\n| align=\"center\" bgcolor=\"#F7F6A8\" | {{Medalha de ouro|N\u00famero a}}\n|\n|\n|{{Medalha de ouro|N\u00famero a}}\n|-\n! colspan=\"14\" style=\"background-color: #ff8888; \" |\n|-\n| colspan=\"14\" align=\"center\" | '''Legenda:''' CS = Challenger Series; JGP = Grand Prix J\u00fanior; {{colorbox|#ddd}} Competi\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi disputada nesta temporada;
{{colorbox|#ddc}} Competi\u00e7\u00e3o n\u00e3o fez parte do GP/CS; {{colorbox|#D1EEEE}} Competi\u00e7\u00e3o fez parte do GP/CS\n|}\n\n{{refer\u00eancias|col=2|refs=\n{{citar web|url=http://globoesporte.globo.com/olimpiadas-de-inverno/noticia/2012/12/apos-vaquinha-brasileira-de-16-anos-faz-indice-para-o-mundial-de-patinacao.html?unfold=9300fb86f51ba4a8d894ab9ba7ebb277|titulo=Ap\u00f3s \u2018vaquinha\u2019, brasileira de 16 anos faz \u00edndice para o Mundial de patina\u00e7\u00e3o|publicado=GloboEsporte.com|data=15 de dezembro de 2012|acessodata=21 de abril de 2013|arquivourl=https://web.archive.org/web/20130822122825/http://globoesporte.globo.com/olimpiadas-de-inverno/noticia/2012/12/apos-vaquinha-brasileira-de-16-anos-faz-indice-para-o-mundial-de-patinacao.html#|arquivodata=22 de agosto de 2013|urlmorta=no}}\n\n{{citar web|url=http://www.isuresults.com/bios/isufs00012577.htm|titulo=Isadora Williams Biography||publicado=International Skating Union|lingua=ingl\u00eas|acessodata=21 de abril de 2013}}\n\n{{citar web|url=http://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espetacular/noticia/2013/03/nascida-nos-eua-jovem-representa-o-brasil-na-patinacao-artistica-no-gelo.html#atleta-iIsadora-williams|titulo=Nascida nos EUA, jovem representa o Brasil na patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica no gelo|publicado=GloboEsporte.com|data=10 de mar\u00e7o de 2013|acessodata=21 de abril de 2013|arquivourl=https://web.archive.org/web/20130824213345/http://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espetacular/noticia/2013/03/nascida-nos-eua-jovem-representa-o-brasil-na-patinacao-artistica-no-gelo.html#atleta-iIsadora-williams#atleta-iIsadora-williams|arquivodata=24 de agosto de 2013|urlmorta=no}}\n\n{{citar web|url=http://globoesporte.globo.com/olimpiadas-de-inverno/noticia/2013/08/patinadora-que-quer-defender-o-brasil-em-sochi-e-fa-de-comida-brasileira.html|t\u00edtulo=Patinadora que quer defender o Brasil em Sochi \u00e9 f\u00e3 de comida brasileira|publicado=GloboEsporte.com|data=20 de agosto de 2013|acessodata=30 de julho de 2014|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131026195659/http://globoesporte.globo.com/olimpiadas-de-inverno/noticia/2013/08/patinadora-que-quer-defender-o-brasil-em-sochi-e-fa-de-comida-brasileira.html#|arquivodata=26 de outubro de 2013|urlmorta=no}}\n\n{{citar web|url=http://esporte.uol.com.br/esportes-de-inverno/ultimas-noticias/2013/09/27/patinadora-de-17-anos-obtem-vaga-inedita-para-o-brasil-nos-jogos-de-inverno.htm|titulo=Patinadora de 17 anos obt\u00e9m vaga in\u00e9dita para o Brasil nos Jogos de Inverno|publicado=UOL Esportes|primeiro=Bruno|\u00faltimo=Freitas|data=27 de setembro de 2013|acessodata=27 de setembro de 2013|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131002100949/http://esporte.uol.com.br/esportes-de-inverno/ultimas-noticias/2013/09/27/patinadora-de-17-anos-obtem-vaga-inedita-para-o-brasil-nos-jogos-de-inverno.htm#|arquivodata=2 de outubro de 2013|urlmorta=no}}\n\n{{citar web|url=https://esporte.uol.com.br/ultimas-noticias/2017/02/12/isadora-williams-conquista-primeiro-ouro-do-brasil-na-patinacao-artistica.htm|t\u00edtulo=Isadora Williams conquista primeiro ouro do Brasil na patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica|publicado=UOL Esportes|data=12 de fevereiro de 2017|acessodata=12 de fevereiro de 2017}}\n\n{{citar web | titulo= Isadora WILLIAMS: 2012/2013 | trabalho = International Skating Union | url = http://www.webcitation.org/6Cw898PN9 | data = 15 de dezembro de 2012 }}\n\n{{citar web | titulo= Isadora WILLIAMS: 2011/2012 | trabalho = International Skating Union | url = http://www.webcitation.org/66B17HPqx | data = 15 de mar\u00e7o de 2012}}\n\n{{citar web| url = http://www.isuresults.com/bios/isufs_cr_00012577.htm |t\u00edtulo= Competition Results: Isadora WILLIAMS | publicado=International Skating Union|lingua=ingl\u00eas|acessodata=21 de abril de 2013}}\n\n{{citar web|url=http://www.cbdg.org.br/2016/12/13/isadora-williams-conquista-vaga-no-mundial-de-patinacao-artistica-no-gelo-em-2017/|titulo=Isadora Williams conquista vaga no Mundial de Patina\u00e7\u00e3o Art\u00edstica no Gelo em 2017|data=13 de dezembro de 2016|acessodata=11 de janeiro de 2017|obra=CBDG}}\n}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{link|pt,en|2=http://www.isadorawilliams.com/|3=P\u00e1gina oficial}}\n* {{isu nome|id=00012577.htm|nome=Isadora Williams}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Williams, Isadora}}\n[[Categoria:Naturais de Marietta (Ge\u00f3rgia)]]\n[[Categoria:Norte-americanos de ascend\u00eancia brasileira]]\n[[Categoria:Patinadores art\u00edsticos dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Patinadores art\u00edsticos do Brasil]]\n[[Categoria:Patinadores art\u00edsticos ol\u00edmpicos do Brasil]]\n[[Categoria:Patinadores art\u00edsticos nos Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno de 2014]]\n[[Categoria:Patinadores art\u00edsticos nos Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno de 2018]]"}]},"1390164":{"pageid":1390164,"ns":0,"title":"Pristimantis bicumulus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Pristimantis bicumulus''{{citar ASW |url=http://research.amnh.org/vz/herpetology/amphibia/Amphibia/Anura/Craugastoridae/Ceuthomantinae/Pristimantis/Pristimantis-bicumulus |data=2015 |t\u00edtulo=''Pristimantis bicumulus'' |acessodata=24 de junho de 2015}}\n| imagem = \n| estado = VU\n| sistema_estado = iucn3.1\n| estado_ref = {{Citar IUCN |assessores=Manzanilla, J.; La Marca, E. |ano=2004 |id=56461 |t\u00edtulo=Pristimantis bicumulus |anoIUCN1=2015 |anoIUCN2=2015 |vers\u00e3o=2 |acessodata=24 de junho de 2015}}\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Amphibia]]\n| ordem = [[Anura]]\n| fam\u00edlia = [[Craugastoridae]]\n| subfam\u00edlia = [[Ceuthomantinae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Pristimantis]]''\n| esp\u00e9cie = '''''P. bicumulus'''''\n| binomial = ''Pristimantis bicumulus''\n| binomial_autoridade = ([[Wilhelm Peters|Peters]], 1863)\n| sin\u00f3nimos = \n*''Eleutherodactylus orocostalis'' Rivero, 1961\n*''Eleutherodactylus racenisi'' Rivero, 1961\n}}\n\n'''''Pristimantis bicumulus''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[anf\u00edbio]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Craugastoridae]]. \u00c9 end\u00e9mica da [[Venezuela]]. Os seus [[habitat]]s naturais s\u00e3o: regi\u00f5es subtropicais ou tropicais h\u00famidas de alta altitude. Est\u00e1 amea\u00e7ada por [[Destrui\u00e7\u00e3o de habitat|perda de habitat]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{wikispecies|Pristimantis bicumulus}}\n\n{{esbo\u00e7o-anuro}}\n\n{{Portal3|Anf\u00edbios e r\u00e9pteis}}\n\n[[Categoria:Pristimantis]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios da Venezuela]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios descritos em 1863]]"}]},"3759005":{"pageid":3759005,"ns":0,"title":"Phi2 Cancri","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo errado|Phi2 Cancri}}\n{{Info/Estrela\n|nome = \u03c62 Cancri\n|imagem = \n|legenda = \u03c62 Cancri\n|epoca = J2000\n|constelacao = [[Cancer]]\n|variabilidade = \n|asc = 08h 26m 47.08s\n|decl = +26\u00b0 56\u2032 07.7\u2033{{Citar web|url=http://simbad.u-strasbg.fr/simbad/sim-id?Ident=HD+71150|t\u00edtulo=Object query : HD 71150|l\u00edngua=ingl\u00eas|obra=Simbad|acessodata=7 de setembro de 2012}}\n|magnitudeapar = 6.30\n|espectral = A3V+...\n|u-b = \n|b-v = \n|tipovariavel = \n|velradial = \n|ramovprop = \n|ascmovprop = \n|angpos = \n|paralaxe = \n|erroparalaxe = \n|distanoluz = 277\n|distparsec = \n|magnitudeabs = 1.66\n|massa = \n|raio = \n|gravidade = \n|luminosidade = \n|temperatura = \n|metal = \n|rotacao = \n|idade = \n|outrosnomes =23 Cancri ([[Designa\u00e7\u00e3o de Flamsteed]]), HD 71150, HIP 41404\n|basemap = Cancer constellation map.png\n|locator_x = \n|locator_y = \n|tamanho = \n}}\n'''Phi2 Cancri''' (23 Cancri) \u00e9 uma [[estrela]] na dire\u00e7\u00e3o da [[constela\u00e7\u00e3o]] de [[Cancer]]. Possui uma [[ascens\u00e3o reta]] de 08h 26m 47.08s e uma [[declina\u00e7\u00e3o]] de +26\u00b0 56\u2032 07.7\u2033. Sua [[magnitude aparente]] \u00e9 igual a 6.30. Considerando sua dist\u00e2ncia de 277 [[anos-luz]] em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 [[Terra]], sua [[magnitude absoluta]] \u00e9 igual a 1.66. Pertence \u00e0 [[classifica\u00e7\u00e3o estelar|classe espectral]] A3V+....\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n*[[Designa\u00e7\u00e3o de Bayer]]\n*[[Designa\u00e7\u00e3o de Flamsteed]]\n*[[Cat\u00e1logo Henry Draper]]\n*[[Cat\u00e1logo Hipparcos]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-estrela}}\n\n[[Categoria:Estrelas]]\n[[Categoria:Objetos de Bayer]]\n{{Estrelas de Cancer}}\n\n[[Categoria:Constela\u00e7\u00e3o de Cancer]]\n\n"}]},"846909":{"pageid":846909,"ns":0,"title":"J\u00falia Wanderley","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''J\u00falia Wanderley''' ([[Ponta Grossa]], [[Paran\u00e1]], [[26 de agosto]] de [[1874]] \u2014 [[Curitiba]], [[18 de abril]] de [[1918]]), cujo nome completo era '''J\u00falia Augusta de Souza Wanderley Petrich''', foi uma [[educador]]a [[brasil]]eira.\n\nSeus pais foram Afonso Guilhermino Wanderley e Laurinda de Souza Wanderley. Ele foi um dos pintores do interior da Catedral de Curitiba e esmerado orientador da filha que contraiu n\u00fapcias com Frederico Petrich. N\u00e3o tendo filhos, o casal adotou o sobrinho, J\u00falio Wanderley da Costa Petrich.\n\n==Biografia==\nEm [[1877]], J\u00falia Wanderley transferiu-se com sua fam\u00edlia para Curitiba. Estudou com professores particulares antes de frequentar os col\u00e9gios Curitiba, Saldanha, Nossa Senhora da Gl\u00f3ria e Santo In\u00e1cio. Ingressou no curso secund\u00e1rio em [[1889]], concluindo-o no [[Gin\u00e1sio Paranaense]].\n\nEnfrentando preconceitos do seu tempo, especialmente contra as liberdades da mulher, conseguiu matricular-se na Escola Normal, em [[1890]]. Naquele ano liderou o movimento para o ingresso de mo\u00e7as no educand\u00e1rio at\u00e9 ent\u00e3o aberto somente para o sexo masculino. Foi a primeira aluna da tradicional casa de ensino, recebendo o diploma de ''professora normalista'' em [[21 de novembro]] de [[1892]].\n\nA seguir, foi regente da 9\u00aa Cadeira de Instru\u00e7\u00e3o Prim\u00e1ria de Curitiba. Entre seus t\u00edtulos, merece destaque o fato de ter sido ''a primeira mulher nomeada pelo Poder Executivo do Paran\u00e1 para exercer o magist\u00e9rio''.\n\nA partir de [[1894]] passou a dirigir a [[Escola Tiradentes]], criada por iniciativa da Associa\u00e7\u00e3o Comercial do Paran\u00e1. Naquele primeiro estabelecimento de ensino complementar de segundo grau do estado, J\u00falia Wanderley foi tamb\u00e9m dedicada professora.\n\nOs bi\u00f3grafos registram que durante 25 anos a filha de Ponta Grossa \"exerceu as fun\u00e7\u00f5es docentes com excepcional dedica\u00e7\u00e3o e not\u00e1vel compet\u00eancia\". A maior parte daquele per\u00edodo foi dedicado \u00e0 Escola Tiradentes.\n\nEscreveu sobre variados assuntos relacionados \u00e0 [[educa\u00e7\u00e3o]] e aos problemas sociais, tendo sido colaboradora de jornais em Curitiba, como ''Oper\u00e1rio Livre'' e ''O Artista''. Revelando sensibilidade no trato de temas cient\u00edficos, aos 18 anos escreveu artigos sobre a evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, com a desenvoltura t\u00edpica de especialista.\n\nDe forma\u00e7\u00e3o [[cat\u00f3lica]] e id\u00e9ias [[socialistas]], J\u00falia Wanderley adotou o pseud\u00f4nimo de Augusta de Souza para assinar muitos artigos.[http://www.uepg.br/dicion/verbetes/n-z/petrich.htm Julia Wanderley Petrich] N\u00e3o h\u00e1 registros se aquela atitude foi determinada por mod\u00e9stia ou por constrangimento imposto pelos preconceitos da \u00e9poca que n\u00e3o admitiam a participa\u00e7\u00e3o da mulher na vida pol\u00edtica. Realmente, o direito ao voto feminino somente foi consagrado pelo C\u00f3digo Eleitoral de [[1932]], baixado pelo Decreto n\u00b0 21.076, de [[24 de fevereiro]] daquele ano.\n[[Imagem:Julia Wandeley.jpg|thumb|left|160px|Foto da mestra de [[1915]]]]\nA respeito da vida e da obra de J\u00falia Wanderley assim se pronunciou o Dr. Vitor Ferreira do Amaral: ''\"Era o tipo mais completo de professora que conheci, durante os anos em que fui diretor da Institui\u00e7\u00e3o. Intelig\u00eancia l\u00facida, de uma intui\u00e7\u00e3o que quase atingia as raias da adivinha\u00e7\u00e3o, com uma cultura n\u00e3o vulgar e uma decidida voca\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica que a tornava querida e admirada de seus disc\u00edpulos e a colocava em destaque entre as suas colegas como '''primus inter pares.'''\"''\n\nJ\u00falia Wanderley faleceu em Curitiba, no dia [[18 de abril]] de [[1918]]. O busto da educadora, talhado por [[Jo\u00e3o Turin]], encontra-se em bronze na Pra\u00e7a Santos Andrade enquanto o original, em gesso, est\u00e1 no Museu que tem o nome do escultor paranaense.\n\nO Diret\u00f3rio Acad\u00eamico da Faculdade Dr. Leoc\u00e1dio Jos\u00e9 Correia, homenageou J\u00falia Wanderley designando-se como D.A.J.U.W Diret\u00f3rio Acad\u00eamico Professora J\u00falia Wanderley.\n\n==Iconografia==\nA professora J\u00falia fazia fotos, e as colecionava, sobre temas da sociedade paranaense, imagens do seu cotidiano, do povo, dos costumes, das atividades laborativas, dos eventos e de muitos outros assuntos. Muitos dados que os histori\u00f3grafos do Paran\u00e1 hoje utilizam foram obtidos atrav\u00e9s da pesquisa desse material [[iconografia|iconogr\u00e1fico]].{{Citar web |url=http://catalogos.bn.br/redememoria/galerias/Juliaw_3/index.htm |titulo=Cole\u00e7\u00e3o Julia Wanderley |acessodata=4 de outubro de 2008 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20080621225003/http://catalogos.bn.br/redememoria/galerias/Juliaw_3/index.htm |arquivodata=21 de junho de 2008 |urlmorta=yes }}\n\n{{refer\u00eancias}}\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.millarch.org/artigo/mulheres-o-que-fazem-2 As mulheres & o que fazem]\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Julia Wanderley}}\n[[Categoria:Naturais de Ponta Grossa]]\n[[Categoria:Educadores do Brasil]]\n[[Categoria:Professores do Paran\u00e1]]"}]},"5670366":{"pageid":5670366,"ns":0,"title":"Elei\u00e7\u00e3o municipal de Fortaleza em 1996","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Elei\u00e7\u00e3o municipal brasileira\n|nome = Elei\u00e7\u00e3o municipal de Fortaleza em 1996[[Ficheiro:Bandeira de Fortaleza.svg|30px]]\n|ongoing = no\n|local_bras\u00e3o = [[Imagem:Bras\u00e3o de Fortaleza.svg|50px]]\n|anterior = Elei\u00e7\u00e3o municipal de Fortaleza em 1992\n|anterior_ano = 1992\n|pr\u00f3xima = Elei\u00e7\u00e3o municipal de Fortaleza em 2000\n|pr\u00f3xima_ano = 2000\n|data = {{dtlink|3|10|1996}} (Primeiro turno)\n|imagem1 = [[Ficheiro:Juraci Magalh\u00e3es Cear\u00e1.jpg|150x150px]]\n|Candidato1 = '''[[Juraci Magalh\u00e3es]]'''\n|Partido1_cor = {{Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro/meta/cor}}\n|Partido1 = Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro\n|Partido1_sigla = '''PMDB'''\n|origem1 =[[Senador Pompeu]], [[Cear\u00e1|CE]]\n|candidato_vice1 ='''Marlon Cambraia''' ([[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro |PMDB]])\n|votos1 = '''520.074'''\n|porcentagem1 = '''63,25%'''\n|imagem2 = [[Ficheiro:Inacio arruda.jpg|150x150px]]\n|Candidato2 = [[In\u00e1cio Arruda]]\n|Partido2_cor = {{Partido Comunista do Brasil/meta/cor}}\n|Partido2 = Partido Comunista do Brasil\n|Partido2_sigla = PCdoB\n|origem2 =[[Fortaleza]], [[Cear\u00e1|CE]] \n|candidato_vice2 =M\u00e1rio Mamede ([[Partido dos Trabalhadores|PT]])\n|votos2 = 149.476\n|porcentagem2 = 18,18%\n\n|titular = [[Ant\u00f4nio Cambraia]]\n|titular_partido = [[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]]\n|eleito = [[Juraci Magalh\u00e3es]]\n|eleito_partido = [[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]]\n|cargo=Prefeito|local_preposi\u00e7\u00e3o=de|local=Fortaleza}}\nA '''elei\u00e7\u00e3o municipal de [[Fortaleza]] em 1996''' ocorreu em [[3 de outubro]] do mesmo ano, para a elei\u00e7\u00e3o de um prefeito, um vice-prefeito e mais 41 vereadores. O prefeito era [[Ant\u00f4nio Cambraia]] (PMDB) que terminaria seu mandato em [[1 de janeiro]] de [[1997]]. [[Juraci Magalh\u00e3es]] (PMDB) foi eleito prefeito de [[Fortaleza]] no primeiro turno, obtendo 63,25% dos votos v\u00e1lidos, com o apoio do ent\u00e3o prefeito [[Ant\u00f4nio Cambraia]].[http://www.tse.jus.br/eleitor-e-eleicoes/eleicoes/eleicoes-anteriores/eleicoes-1996/resultados-das-eleicoes Resultados das Elei\u00e7\u00f5es 1996 - Tribunal Superior Eleitoral]Juraci Magalh\u00e3es governou a cidade pelo per\u00edodo de 1\u00ba de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000.\n\n==Candidatos==\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n!width=\"1%\"|\n!width=\"1%\"|N\u00ba\n!width=\"26%\" colspan=\"2\"|Candidato(a) a prefeito\n!width=\"26%\" colspan=\"2\"|Candidato(a) a vice-prefeito\n!Coliga\u00e7\u00e3o\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Progressista (Brasil)/meta/cor}}\"|\n|11\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''[[Edson Queiroz Filho]]''' (PPB)
Edson Queiroz Filho\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''[[Roberto Pessoa]]''' (PFL)
Roberto Soares Pessoa\n|\"''Hora de Mudar''\"
\n* [[Progressistas|Partido Progressista Brasileiro]] (PPB)\n* [[Democratas (Brasil)|Partido da Frente Liberal]] (PFL)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Social Liberal/meta/cor}}\"|\n|17\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Gil Guerra''' (PSL)
Gil Guerra Pereira\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Cristovam Pimenta''' (PSL)
Cristovam Aguiar Pimenta\n|''Partido n\u00e3o coligado''
\n* [[Partido Social Liberal]] (PSL)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Comunista do Brasil/meta/cor}}\"|\n|65\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''[[In\u00e1cio Arruda]]''' (PCdoB)
In\u00e1cio Francisco de Assis Nunes Arruda\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''[[M\u00e1rio Mamede Filho]]''' (PT)
M\u00e1rio Mamede Filho\n|\"''Fortaleza na Frente''\"
\n* [[Partido Comunista do Brasil]] (PCdoB)\n* [[Partido dos Trabalhadores]] (PT)\n* [[Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado]] (PSTU)\n* [[Partido Comunista Brasileiro]] (PCB)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Verde (Brasil)/meta/cor}}\"|\n|43\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Jo\u00e3o Francisco''' (PV)
Jo\u00e3o Francisco Saraiva Menezes\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Geraldo Markan''' (PV)
Geraldo Markan Ferreira Gomes\n|''Partido n\u00e3o coligado''
\n* [[Partido Verde (Brasil)|Partido Verde]] (PV)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Trabalhista do Brasil/meta/cor}}\"|\n|70\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Jo\u00e3o Souza de Oliveira''' (PTdoB)
Jo\u00e3o Souza de Oliveira\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''N\u00e3o dispon\u00edvel'''\n|''Partido n\u00e3o coligado''
\n* [[Avante|Partido Trabalhista do Brasil]] (PTdoB)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro/meta/cor}}\"|\n|15\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''[[Juraci Magalh\u00e3es]]''' (PMDB)
Juraci Vieira de Magalh\u00e3es\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Marlon Cambraia''' (PMDB)
Marlon Carvalho Cambraia\n|\"''PMDB/PL''\"
\n* [[Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (1980)|Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro]] (PMDB)\n* [[Partido Liberal (Brasil)|Partido Liberal]] (PL)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Social Crist\u00e3o/meta/cor}}\"|\n|20\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Luciano Monteiro''' (PSC)
Jos\u00e9 Luciano Monteiro\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Nerildo Machado''' (PSC)
Nerildo Machado\n|''Partido n\u00e3o coligado''
\n* [[Partido Social Crist\u00e3o]] (PSC)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Democr\u00e1tico Trabalhista/meta/cor}}\"|\n|12\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Oscar Filho''' (PDT)
Oscar Costa Filho\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Victor Neto''' (PDT)
Victor Neto\n|''Partido n\u00e3o coligado''
\n* [[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista]] (PDT)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido da Social Democracia Brasileira/meta/cor}}\"|\n|45\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image female.svg|centro|50px]]\n|'''Socorro Fran\u00e7a''' (PSDB)
Maria do Perp\u00e9tuo Socorro Fran\u00e7a Pinto\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''[[Marco Penaforte]]''' (PSDB)
Marco Ant\u00f4nio de Holanda Penaforte\n|\"''Fortaleza de Corpo e Alma''\"
\n* [[Partido da Social Democracia Brasileira]] (PSDB)\n* [[Partido Trabalhista Brasileiro]] (PTB)\n* [[Partido Popular Socialista]] (PPS)\n* [[Partido Social Democr\u00e1tico (1987)|Partido Social Democr\u00e1tico]] (PSD)\n|-\n|bgcolor=\"{{Partido Humanista da Solidariedade/meta/cor}}\"|\n|31\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Tarc\u00edsio Leite''' (PSN)
Francisco Tarc\u00edsio Leite\n|[[Ficheiro:Silver - replace this image male.svg|centro|50px]]\n|'''Francisco das Chagas''' (PSDC)
Francisco das Chagas\n|\"''\"Fortaleza Solid\u00e1ria e Crist\u00e3''\"
\n* [[Partido da Solidariedade Nacional]] (PSN)\n* [[Democracia Crist\u00e3 (Brasil)|Partido Social Democrata Crist\u00e3o]] (PSDC)\n* [[Partido dos Aposentados da Na\u00e7\u00e3o]] (PAN)\n|}\n\n==Resultado da elei\u00e7\u00e3o para prefeito==\n{| class=\"wikitable\"\n! colspan=\"4\"|1\u00ba Turno
{{small|[[3 de outubro]] de [[1996]]}}{{Citar web|url=http://www.tse.jus.br/eleicoes/estatisticas/repositorio-de-dados-eleitorais-1/|titulo=Reposit\u00f3rio de dados eleitorais|acessodata=2018-12-07|obra=www.tse.jus.br|lingua=pt-br}}\n|-\n! rowspan=\"2\"|Candidato(a)\n! rowspan=\"2\"|Vice\n! colspan=\"2\"|Vota\u00e7\u00e3o\n|-\n! {{small|Total}}\n! {{small|Porcentagem}}\n|-style=\"background-color: #adff2f\"\n|'''[[Juraci Magalh\u00e3es]] (PMDB)'''\n|'''Marlon Cambraia (PMDB)'''\n|align=\"right\"|'''520.074'''\n|align=\"right\"|'''63,25%'''\n|-\n|[[In\u00e1cio Arruda]] (PCdoB)\n|[[M\u00e1rio Mamede Filho]] (PT)\n|align=\"right\"|149.476\n|align=\"right\"|18,18%\n|-\n|Socorro Fran\u00e7a (PSDB)\n|[[Marco Penaforte]] (PSDB)\n|align=\"right\"|85.293\n|align=\"right\"|10,37%\n|-\n|[[Edson Queiroz Filho]] (PPB)\n|[[Roberto Pessoa]] (PFL)\n|align=\"right\"|50.444\n|align=\"right\"|6,14%\n|-\n|Oscar Filho (PDT)\n|Victor Neto (PDT)\n|align=\"right\"|5.506\n|align=\"right\"|0,67%\n|-\n|Jo\u00e3o Souza de Oliveira (PTdoB)\n|N\u00e3o dispon\u00edvel\n|align=\"right\"|4.822\n|align=\"right\"|0,59%\n|-\n|Luciano Monteiro (PSC)\n|Nerildo Machado (PSC)\n|align=\"right\"|2.642\n|align=\"right\"|0,32%\n|-\n|Jo\u00e3o Francisco (PV)\n|Geraldo Markan (PV)\n|align=\"right\"|1.864\n|align=\"right\"|0,23%\n|-\n|Tarc\u00edsio Leite (PSN)\n|Francisco das Chagas (PSDC)\n|align=\"right\"|1.348\n|align=\"right\"|0,16%\n|-\n|Gil Guerra (PSL)\n|Cristovam Pimenta (PSL)\n|align=\"right\"|746\n|align=\"right\"|0,09%\n|-\n! colspan=\"2\" |Total de votos v\u00e1lidos\n!align=\"right\"|822.215\n!100,00%\n|-\n! colspan=\"4\" |Votos apurados\n|-\n| colspan=\"2\" |Votos v\u00e1lidos\n|align=\"right\"|822.215\n|align=\"right\"|93,37%\n|-\n| colspan=\"2\" |Votos em branco\n|align=\"right\"|9.492\n|align=\"right\"|1,08%\n|-\n| colspan=\"2\" |Votos nulos\n|align=\"right\"|48.911\n|align=\"right\"|5,55%\n|-\n! colspan=\"2\" |Total de votos apurados\n!align=\"right\"|880.618\n!100,00%\n|-\n! colspan=\"4\" |Eleitores\n|-\n| colspan=\"2\" |Comparecimento\n|align=\"right\"|880.618\n|align=\"right\"|81,95%\n|-\n| colspan=\"2\" |Absten\u00e7\u00f5es\n|align=\"right\"|193.969\n|align=\"right\"|18,05%\n|-\n! colspan=\"2\" |Total de eleitores\n!align=\"right\"|1.074.587\n!100,00%\n|}\n{{legenda|#adff2f|Eleito(a)}}{{Elei\u00e7\u00e3o|t\u00edtulo=Elei\u00e7\u00e3o municipal de [[Fortaleza]] em 1996 - Primeiro turno; Apura\u00e7\u00e3o: 100%|barras=sim|cor1={{Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro/meta/cor}}|partido1=[[Partido do Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro|PMDB]]|candidato1='''[[Juraci Magalh\u00e3es]]'''|votos1=520074|cor2={{Partido Comunista do Brasil/meta/cor}}|partido2=[[Partido Comunista do Brasil|PCdoB]]|candidato2=[[In\u00e1cio Arruda]]|votos2=149476|cor3={{Partido da Social Democracia Brasileira/meta/cor}}|partido3=[[Partido da Social Democracia Brasileira|PSDB]]|candidato3=Socorro Fran\u00e7a|votos3=85293|cor4={{Partido da Frente Liberal/meta/cor}}|partido4=[[Partido da Frente Liberal|PFL]]|candidato4=Roberto Pessoa|votos4=50444|cor5={{Partido Democr\u00e1tico Trabalhista/meta/cor}}|partido5=[[Partido Democr\u00e1tico Trabalhista|PDT]]|candidato5=Oscar Filho|votos5=5506|cor6={{Partido Trabalhista do Brasil/meta/cor}}|partido6=[[Partido Trabalhista do Brasil|PTdoB]]|candidato6=Jo\u00e3o Oliveira|votos6=4822|cor7={{Partido Social Crist\u00e3o/meta/cor}}|partido7=[[Partido Social Crist\u00e3o|PSC]]|candidato7=Luciano Monteiro|votos7=2642|candidato8=Jo\u00e3o Menezes|candidato9=Tarc\u00edsio Leite|candidato10=Gil Guerra|cor8={{Partido Verde (Brasil)/meta/cor}}|cor9=orange|cor10={{Partido Social Liberal/meta/cor}}|partido8=[[Partido Verde|PV]]|partido9=[[Partido da Solidariedade Nacional|PSN]]|partido10=[[Partido Social Liberal|PSL]]|votos8=1864|votos9=1348|votos10=746}}\n\n* Obs.: Edson Queiroz Filho (PPB) renunciou a candidatura, alegando raz\u00f5es de foro \u00edntimo, sendo substitu\u00eddo por Roberto Pessoa (PFL).\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Elei\u00e7\u00f5es municipais das capitais 1996}}\n\n[[Categoria:Elei\u00e7\u00f5es municipais no Brasil em 1996|Fortaleza/CE]]\n[[Categoria:Elei\u00e7\u00f5es em Fortaleza|1996]]\n[[Categoria:1996 no Cear\u00e1]]"}]},"2730319":{"pageid":2730319,"ns":0,"title":"Propebela pribilova","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n|cor = pink\n|nome = ''Propebela pribilova''\n|imagem = Propebela pribilova 001.jpg\n|estado =\n|reino = [[Animalia]]\n|filo = [[Mollusca]]\n|classe = [[Gastropoda]]\n|subclase = [[Caenogastropoda]]\n|ordem = [[Hypsogastropoda]]\n|subordem = [[Neogastropoda]]\n|superfam\u00edlia = [[Conoidea]]\n|fam\u00edlia = [[Mangeliidae]]\n|subfam\u00edlia =\n|g\u00e9nero = ''[[Propebela]]''\n|binomial = ''Propebela pribilova''\n|binomial_autoridade = (Dall, 1919)\n|sin\u00f3nimos = ''Lora pribilova'' Dall, 1919\n}}\n\n'''''Propebela pribilova''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[Gastropoda|gastr\u00f3pode]] do g\u00eanero ''[[Propebela]]'', pertencente a fam\u00edlia [[Mangeliidae]].\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Citar web |url = http://www.marinespecies.org/aphia.php?p=taxdetails&id=434738 |t\u00edtulo = Marinespecies |obra = Propebela pribilova |acessodata= 2 de maio de 2010|lingua = en}}\n* [http://ia700304.us.archive.org/15/items/proceedingsofuni561920unit/proceedingsofuni561920unit.pdf Dall (1919) Descriptions of new species of Mollusca from the North Pacific Ocean; Proceedings of the U.S. National Museum, vol. 56 (1920)]\n\n{{Esbo\u00e7o-gastropoda}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Mangeliidae]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1919]]"}]},"3952969":{"pageid":3952969,"ns":0,"title":"Bom Dia para os Defuntos","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Livro\n | nome = Redoble por Rancas\n | imagem = [[Imagem:Bomdiadefuntos.jpg|175px]]\n | legenda = capa da 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o brasileira\n | tempo =\n | autor = [[Manuel Scorza]]\n | artista_capa =\n | origem = {{PER}}\n | idioma = Castelhano\n| lan\u00e7amento = 1970 \n | serie =\n | preco =\n | assunto =Lutas do campesinato peruano dos Andes Centrais\n | genero = [[Realismo fant\u00e1stico]]Scorza, em entrevista a Jos\u00e9 Julio Perlado, refuta o \u201cm\u00e1gico\u201d e prefere o termo \u201con\u00edrico\u201d. Ele diz que, ao escrever, trata de \u201csonhar a hist\u00f3ria, de v\u00ea-la, de se submergir em busca das grandes profundidades on\u00edricas\u201d. O autor n\u00e3o faz men\u00e7\u00e3o ao \u201cmaravilhoso\u201d, que, todavia, parece ser v\u00e1lido para a sua obra, j\u00e1 que, segundo Irlemar Chiampi, esse termo \u201ctem servido para designar a forma primordial do imagin\u00e1rio de obras [...] como as can\u00e7\u00f5es de gesta [...]\u201d (CHIAMPI, 1980, p.49). Sendo estas influ\u00eancias declaradas pelo pr\u00f3prio escritor, o termo \u201cmaravilhoso\u201d parece ser bastante pertinente.\n| t\u00edtulo_br = Bom dia para os defuntos\n | editora_br = Editora [[Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira]]\n | lan\u00e7amento_br = 1972 \n | paginas_br = 227\n | isbn_br = ISBN 8520097928\n | precedido_por =''Poes\u00eda incompleta''\n | seguido_por =''[[Garabombo o Invisivel]]''\n| t\u00edtulo_pt = Rufam tambores por Rancas\n| tradutor_pt = Pedro Tamen\n| editora_pt = [[Bertrand]]\n| lan\u00e7amento_pt = [[1974]]\n| p\u00e1ginas_pt = 294\n| isbn_pt = \n}}\n'''''Redoble por Rancas''''' ('''''{{BRPT|Literatura|Bom dia para os defuntos|Rufam tambores por Rancas}}'''''), no original peruano (Editorial Planeta, [[1970]]), \u00e9 uma obra da [[literatura latino-americana]] do escritor [[peru]]ano [[Manuel Scorza]].{{citar web|URL=http://www.fflch.usp.br/df/site/publicacoes/discurso/pdf/D07_Nota_sobre_Manuel_Scorza.pdf|t\u00edtulo= Nota sobre Manuel Scorza|autor=Franklin Leopoldo e Silva|data=|publicado=Departamento de Filosofia da USP|acessodata=22/3/13}}\n\n== Sobre o livro==\n\nNesta obra, Scorza nos conta os relatos da luta do povo ind\u00edgena peruano, entre os anos de [[1950]] e [[1962]], onde os camponeses e montanheiros se organizaram para recuperar suas terras que foram roubadas com o apoio do governo por grandes latifundi\u00e1rios e por uma empresa norte-americana, a [[Cerro de Pasco Corporation]], que estavam explorando as ricas jazidas em min\u00e9rios da regi\u00e3o do altiplano do Peru.{{citar web|URL=http://www.academia.edu/538541/A_race_of_sleepless_people_breaks_into_history|t\u00edtulo=''A RACE OF SLEEPLESS PEOPLE BREAKS INTO HISTORY''|autor=Adriana Churampi Ram\u00edrez|data=2006|publicado=Cultural Identity and Postmodern Writing. D\u2019Haen, Theo and Pieter Vermeulen (Eds). Amsterdam/New York, NY: Editions Rodopi|acessodata=23/3/13}} A hist\u00f3ria acaba com um desfecho tr\u00e1gico que resultou no [[massacre]] de camponeses revoltados com a explora\u00e7\u00e3o da burguesia nacional e internacional contra o povo peruano.\n\nEm seu [[realismo m\u00e1gico]], Scorza faz um relato bastante real e comovente deste fato da hist\u00f3ria do Peru. Esta obra foi um grande sucesso no Peru e depois de sua publica\u00e7\u00e3o e sua enorme repercuss\u00e3o entre a popula\u00e7\u00e3o peruana fez com que as autoridades do pa\u00eds libertassem o principal l\u00edder da revolta dos camponeses, [[H\u00e9ctor Chac\u00f3n]], que ficou preso durante onze anos em uma pris\u00e3o localizada no meio da floresta amaz\u00f4nica peruana{{citar web|URL=http://www.pco.org.br/novidades-da-livraria/bom-dia-para-os-defuntos--manuel-scorza/js,e.html|t\u00edtulo=''Bom Dia Para os Defuntos - Manuel Scorza''|autor=|data=14 de outubro de 2007|publicado=Imprensa do Partido da Causa Oper\u00e1ria|acessodata=23/3/13}}.\n==Personagens==\n* A Cerca\nO que vale a pena resgatar a partir Rancas \u00e9 a chegada da Cerca. No romance, a pr\u00f3pria Cerca se torna um personagem; na verdade, torna-se o pr\u00edncipal antagonista do segundo linha narrativa, paralelo ao juiz Montenegro - o subofficial gananciosos e corruptos - na primeira discuss\u00e3o. Scorza apresenta a Cerca como um organismo invasor que rasga uma ruptura atrav\u00e9s do tecido da vida andina comum, mas o que \u00e9 mais interessante \u00e9 que o romance detalha da chegada do Cerca na comunidade.\n\nA Cerca aparece pela primeira vez em um estado incipiente, transportada pela outra marca registrada da tardia chegada da modernidade a uma fronteira selvagem: a estrada de ferro. O trem \"vomita\" diante de dos moradores um grupo de homens desconhecidos, homens que iremos aprender mais tarde, que trabalham para o Cerro de Pasco Corporation, uma empresa de minera\u00e7\u00e3o multinacionalCerro de Pasco Corporation (1902-1974) foi uma empresa de minera\u00e7\u00e3o multinacional propriedade norte-americana, que exercia o controle quase monop\u00f3lio sobre a minera\u00e7\u00e3o no Peru por uma parte significativa do s\u00e9culo XX, at\u00e9 que foi nacionalizada durante o de esquerda golpe militar do general Juan Velasco Alvarado (1968-1975) De acordo com a \"nota hist\u00f3rica\", que acompanha a cole\u00e7\u00e3o de manuscritos Julian D. Smith na Biblioteca da Universidade de Saint Louis, \"a empresa [...] consolidou a sua terra de pastagem pela expropria\u00e7\u00e3o da propriedade das comunidades locais.[http://archon.slu.edu/?p=creators/creator&id=47 Cerro foi, portanto, acusada de ter criado um grupo de trabalho n\u00e3o qualificado para si mesma, for\u00e7ando a popula\u00e7\u00e3o local a abandonar de sua terra \"] Smith foi o gerente do escrit\u00f3rio Lima o Cerro de Pasco Corporation; um estudo comparativo de seus di\u00e1rios e documentais e narrativas relatos dos eventos da vida real retratados na pentalogia ''Guerra silenciosa'' de Scorza, \u00e9 uma promissora, que ainda n\u00e3o foi explorada, linha de investiga\u00e7\u00e3o.. Os homens descarregam rolos de arame; ap\u00f3s um breve almo\u00e7o, eles come\u00e7am a cavar buracos de estacas. No in\u00edcio, os \"ranque\u00f1os\" assistem, com divertimento, a Cerca (a partir deste ponto na hist\u00f3ria, sempre capitalizada como um nome pr\u00f3prio) envolve o seu caminho em torno Huiska, um dos picos est\u00e9reis na regi\u00e3o:\n
'' \"Huiska \u00e9 um pico pelado e est\u00e9ril. Ele n\u00e3o esconde nenhum mineral N\u00e3o tem \u00e1gua Nele se recusa a crescer at\u00e9 a grama mais miser\u00e1vel. Por que cerc\u00e1-lo? Com o seu colar de arame farpado Huiska parecia uma vaca aperta em um curral Os comuneros quase morraram de rir \" ''(Bom Dia para os Defuntos 24).Z. Zimmer. Transmodernity (Fall 2013)
\n\nLogo, por\u00e9m, o riso dos comuneros diminuem e se silenciam, da mesma forma que a Cerca cresce quil\u00f4metros diariamente e devora tudo em seu caminho. Torna-se uma minhoca voraz, que engole lagos, picos e at\u00e9 mesmo cidades. Os moradores t\u00eam agora de andar quil\u00f4metros ao longo da extens\u00e3o da barreira simplesmente para atravessar suas aldeias: \"''Agora a terra, toda a terra, estava envelhecendo como uma solteirona atr\u00e1s de uma cerca que os p\u00e9s de homem nenhum poderia seguir. As aldeias mais pr\u00f3ximas estavam dias de dist\u00e2ncia.'' (Bom Dia para os Defuntos 181).\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-livro}}\n\n{{Portal3|Literatura|Peru}}\n\n{{DEFAULTSORT:Bom Dia Para os Defuntos}}\n[[Categoria:Livros do Peru]]\n[[Categoria:Livros de 1972]]\n[[Categoria:Realismo m\u00e1gico]]"}]},"3451494":{"pageid":3451494,"ns":0,"title":"Leandro Bernardi Silva","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Futebolista\n| nome = Leandro Silva\n| imagem = \n| imagem_tamanho = \n| imagem_legenda = \n| nomecompleto = Leandro Bernardi Silva\n| apelido = ''Zagueiro Artilheiro''\n| datadenascimento = {{Dni|10|6|1979|lang=br}}\n| cidadenatal = [[Osasco]], [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]]\n| paisnatal = [[Brasil]]\n| nacionalidade = {{BRAn|a}}\n| altura = 1,83 m\n| peso = 84 kg\n| p\u00e9 = [[Destro]]\n| atividade = 2000\u2013presente\n| actualclube = {{Futebol Capivariano}}\n| clubenumero = \n| posi\u00e7\u00e3o = [[Zagueiro (futebol)|Zagueiro]]\n| jovemanos = \n| jovemclubes = \n| ano = 2000\u20132003
2004
2005\u20132006
2006
2006
2006
2007
2007\u20132008
2008
2009
2009
2010
2010
2012\u20132013
2014
2014
2015
2016
2016
2017
2018\u2013\n| clubes = {{Futebol Osasco}}
{{Futebol Cianorte}}
[[Associa\u00e7\u00e3o Desportiva Atl\u00e9tica do Paran\u00e1|ADAP]]
[[Toledo Col\u00f4nia Work|Toledo CW]]
{{Futebol CSA}}
[[Adap Galo Maring\u00e1 Football Club|Adap Galo Maring\u00e1]]
{{Seta fut}} {{Futebol Coritiba}} {{Emp fut}}
{{Seta fut}} [[Al-Ahli (Ar\u00e1bia Saudita)|Al-Ahli]] {{Emp fut}}
{{Seta fut}} [[Daegu Football Club|Daegu]] {{Emp fut}}
{{Seta fut}} {{Futebol Paran\u00e1}} {{Emp fut}}
{{Futebol Am\u00e9rica-RN}}
{{Futebol Itumbiara}}
{{Futebol Ponte Preta}}
{{Futebol Ava\u00ed}}
{{Futebol Paysandu}}
{{Futebol Foz do Igua\u00e7u}}
{{Futebol Bragantino}}
{{Futebol Capivariano}}
[[J.Malucelli Futebol S/A|J. Malucelli]]
{{Futebol Capivariano}}
{{Futebol Foz do Igua\u00e7u}}\n| jogos(golos) =







{{0|000}}11 {{0|000}}(0)
{{0|000}}10 {{0|000}}(0)
{{0|000}}19 {{0|000}}(0)

{{0|000}}61 {{0|000}}(3)
{{0|000}}48 {{0|000}}(1)
{{0|0000}}1 {{0|000}}(0)
{{0|0000}}8 {{0|000}}(1)
{{0|000}}22 {{0|000}}(1)
{{0|000}}13 {{0|000}}(2)
{{0|0000}}0 {{0|000}}(0)
{{0|000}}10 {{0|000}}(1)\n| anoselecao = \n| selecaonacional = \n| partidasselecao = \n| pcupdate = \n| tupdate = \n| ntupdate = \n}}\n'''Leandro Bernardi Silva''', mais conhecido como '''Leandro Silva''' ([[Osasco]], [[10 de junho]] de [[1979]]), \u00e9 um [[futebolista]] [[brasileiros|brasileiro]] que atua como [[zagueiro (futebol)|zagueiro]]. Atualmente joga pelo [[Foz do Igua\u00e7u Futebol Clube|Foz do Igua\u00e7u]].http://www.ogol.com.br/player.php?id=105105&epoca_id=0\n\n==Carreira==\nPassou por diversos clubes do [[Brasil]], e alguns de fora do pa\u00eds, at\u00e9 ser contratado pela {{Futebol Ponte Preta}},[http://justicadesportiva.uol.com.br/19141-PONTE-PRETA-CONTRATA-ZAGUEIRO.html Justi\u00e7a Desportiva - Ponte Preta contrata zagueiro]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} aonde conseguiu o sonhado Acesso \u00e0 [[Campeonato Brasileiro de Futebol de 2012 - S\u00e9rie A|S\u00e9rie A do campeonato Brasileiro]].[http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/ponte-preta-goleia-o-abc-e-conquista-acesso-na-serie-b Abril - Ponte Preta goleia o ABC e conquista acesso na S\u00e9rie B]\n\nDevido a boa campanha na Macaca em [[2011]], Leandro Silva chamou a aten\u00e7\u00e3o dos dirigentes do time do {{Futebol Ava\u00ed}}, e sua contrata\u00e7\u00e3o para a temporada de [[2012]] foi anunciada em [[7 de dezembro]] de [[2011]].[http://www.avai.com.br/avainews/novidades/noticias/interna/313444-Leandro_Silva__o_novo_reforco_para_2012.html Ava\u00ed FC - Leandro Silva, o novo refor\u00e7o para 2012][http://futebolsc.com/noticia/15882/9/avai-anuncia-zagueiro-leandro-silva-da-ponte-preta Futebol SC - Ava\u00ed anuncia zagueiro Leandro Silva, da Ponte Preta]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} Sua estreia pelo time, foi contra a {{Futebol Chapecoense}} na [[Arena Cond\u00e1]] em [[Chapec\u00f3]] no dia [[22 de janeiro]] de [[2012]] pelo [[Campeonato Catarinense de Futebol de 2012|Campeonato Catarinense]]. O resultado n\u00e3o foi bom, j\u00e1 que o Ava\u00ed saiu derrotado por 1 a 0,{{Citar web |url=http://www.futebolsc.com/noticia/16132/9/chapecoense-vence-o-avai-na-arena-conda# |titulo=Futebol SC - Chapecoense vence o Ava\u00ed na Arena Cond\u00e1 |acessodata=25 de janeiro de 2012 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20120208020415/http://www.futebolsc.com/noticia/16132/9/chapecoense-vence-o-avai-na-arena-conda# |arquivodata=8 de fevereiro de 2012 |urlmorta=yes }} apesar de muitas oportunidades de gol perdidas pelo [[Ava\u00ed Futebol Clube|Le\u00e3o da Ilha]].[http://globoesporte.globo.com/futebol/times/avai/noticia/2012/01/mauro-ovelha-lamenta-chances-desperdicadas-pelo-avai-na-estreia.html Globo Esporte - Mauro Ovelha lamenta chances desperdi\u00e7adas pelo Ava\u00ed na estreia]\n\nAcertou, em [[dezembro]] de [[2013]], para a temporada de [[2014]], com o {{Futebol Paysandu}}.{{Citar web|url=http://www.paysandu.com.br/noticias/572/paysandu-contrata-zagueiro-leandro-silva|publicado=Paysandu SC|t\u00edtulo=Paysandu contrata zagueiro Leandro Silva|data=23 de dezembro de 2013|acessodata=29 de janeiro de 2014}} Leandro teve apenas uma oportunidade de atuar pelo ''Pap\u00e3o'', e ainda na pr\u00e9-temporada sofreu uma grave les\u00e3o no p\u00e9 direito e ficou afastado por bastante tempo. No dia 30 de junho foi dispensado pelo clube.{{Citar web|url=http://globoesporte.globo.com/pa/futebol/times/paysandu/noticia/2014/06/papao-divulga-lista-de-dispensados-e-procura-clube-para-emprestar-atacante.html|publicado=[[GloboEsporte.com]]|t\u00edtulo=Pap\u00e3o divulga lista de dispensados e procura clube para emprestar atacante|data=26 de junho de 2014|acessodata=1 de outubro de 2014}}{{Citar web|url=http://globoesporte.globo.com/pa/futebol/times/paysandu/noticia/2014/06/leandro-silva-reune-com-diretoria-e-assina-rescisao-com-o-paysandu.html|publicado=GloboEsporte.com|t\u00edtulo=Leandro Silva re\u00fane com diretoria e assina rescis\u00e3o com o Paysandu|data=30 de junho de 2014|acessodata=1 de outubro de 2014}}\n\n==T\u00edtulos==\n;Coritiba\n*[[Campeonato Brasileiro de Futebol - S\u00e9rie B|Campeonato Brasileiro - S\u00e9rie B]]: [[Campeonato Brasileiro de Futebol de 2007 - S\u00e9rie B|2007]]\n\n;Ava\u00ed\n*[[Campeonato Catarinense de Futebol|Campeonato Catarinense]]: [[Campeonato Catarinense de Futebol de 2012|2012]]\n\n=== Pr\u00eamios individuais ===\n* Sele\u00e7\u00e3o do [[Campeonato Catarinense de Futebol|Campeonato Catarinense]]: [[Campeonato Catarinense de Futebol de 2012|2012]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.ogol.com.br/jogador.php?id=105105&epoca_id=0 Ogol]\n*[http://sambafoot.com/pt/jogadores/5067_leandro_silva.html Sambafoot]\n*[http://br.soccerway.com/players/leandro-bernardi-silva/85908/ SoccerWay]\n*[http://esporte.ig.com.br/futebol/leandro+silva/l1237865245082.html IG]\n\n{{Portal3|Futebol|Brasil}}\n\n[[Categoria:Naturais de Osasco]]\n[[Categoria:Futebolistas de S\u00e3o Paulo]]\n[[Categoria:Futebolistas do Cianorte Futebol Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Toledo Esporte Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Centro Sportivo Alagoano]]\n[[Categoria:Futebolistas do Adap Galo Maring\u00e1 Football Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Coritiba Foot Ball Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Al-Ahli Saudi Football Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Paran\u00e1 Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Am\u00e9rica Futebol Clube (Rio Grande do Norte)]]\n[[Categoria:Futebolistas do Itumbiara Esporte Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas da Associa\u00e7\u00e3o Atl\u00e9tica Ponte Preta]]\n[[Categoria:Futebolistas do Ava\u00ed Futebol Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Paysandu Sport Club]]\n[[Categoria:Futebolistas do Red Bull Bragantino]]\n[[Categoria:Futebolistas do Capivariano Futebol Clube]]\n[[Categoria:Futebolistas do Foz do Igua\u00e7u Futebol Clube]]"}]},"2963233":{"pageid":2963233,"ns":0,"title":"Alchemilla vulgaris var. minor","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n |cor = lightgreen\n |nome = ''Alchemilla vulgaris var. minor''\n |imagem =\n |imagem_legenda=\n |estado =\n |reino = [[Plantae]]\n| clado1 = [[Angiosperma|angiosp\u00e9rmicas]]\n| clado2 = [[Eudicotiled\u00f4neas|eudicotiled\u00f3neas]]\t\n| clado3 = [[ros\u00eddeas]]\n |ordem = [[Rosales]]\n |fam\u00edlia = [[Rosaceae]]\n |g\u00e9nero = ''[[Alchemilla]]''\n |esp\u00e9cie = '''''Alchemilla vulgaris var. minor'''''\n |binomial = ''Alchemilla vulgaris var. minor''\n |binomial_autoridade =\n |sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Alchemilla vulgaris var. minor''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de ros\u00e1cea do g\u00eanero ''[[Alchemilla]]'', pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Rosaceae]].{{Citar web |url = http://zipcodezoo.com/Plants/A/Alchemilla_vulgaris_var._minor |t\u00edtulo = Zipcodezoo |obra = Alchemilla vulgaris var. minor |acessodata = 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = [[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]}}\n\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* Alexander A. Notov, Tatyana V. Kusnetzova: Architectural units, axiality and their taxonomic implications in Alchemillinae. Wulfenia 11, 2004, S. 85-130. ISSN 1561-882X\n* B. Gehrke, C. Br\u00e4uchler, K. Romoleroux, M. Lundberg, G. Heubl, T. Eriksson: Molecular phylogenetics of Alchemilla, Aphanes and Lachemilla (Rosaceae) inferred from plastid and nuclear intron and spacer DNA sequences, with comments on generic classification. Molecular Phylogenetics and Evolution, Band 47, 2008, S. 1030-1044 ([http://www.bergianska.se/pub/publikationer/Eriksson/Gehrke_et_al_2008.pdf ver]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=maio de 2019 }})\n* M.A. Fischer, K. Oswald, W. Adler: Exkursionsflora f\u00fcr \u00d6sterreich, Liechtenstein und S\u00fcdtirol. Dritte Auflage, Land Ober\u00f6sterreich, Biologiezentrum der O\u00d6 Landesmuseen, Linz 2008, S. 489, ISBN 978-3-85474-187-9\n* Sigurd Fr\u00f6hner: Alchemilla. In: Hans. J. Conert u.a. (Hrsg.): Gustav Hegi. Illustrierte Flora von Mitteleuropa. Band 4 Teil 2B: Spermatophyta: Angiospermae: Dicotyledones 2 (3). Rosaceae 2. Blackwell 1995, S. 13-242. ISBN 3-8263-2533-8\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Citar web |url = http://www.ppp-index.de/L1BQUF9TVEFSVFFVRVJZP1NFQVJDSFRZUD1QTEFOVCZOQlRfUEdBVD1BbGNoZW1pbGxhJk5CVF9QQVJUPSomTkJUX1BTT1I9KiZNSUQ9MzY5Ng.html?UID=4181F66BF0C72063D58D0AAD976798A511DA626034A3F5F16DAA |t\u00edtulo = PPP-Index |obra = Lista completa das esp\u00e9cies do g\u00eanero Alchemilla |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = [[l\u00edngua alem\u00e3|alem\u00e3o]]}}\n* {{Citar web |url = http://www.ppp-index.de/pppindex.dll?MID=2756 |t\u00edtulo = PPP-Index |obra = Alchemilla vulgaris var. minor |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = [[l\u00edngua alem\u00e3|alem\u00e3o]]}}\n* {{Citar web |url = http://plants.usda.gov/java/nameSearch?keywordquery=Alchemilla&mode=Scientific%20Name&sort=1 |t\u00edtulo = USDA Plants Database |obra = Alchemilla vulgaris var. minor |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = [[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]}}\n* {{Citar web |url = http://www.itis.gov/servlet/SingleRpt/SingleRpt?search_topic=TSN&search_value=184563 |t\u00edtulo = ITIS |obra = Alchemilla vulgaris var. minor |acessodata= 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = [[l\u00edngua inglesa|ingl\u00eas]]}}\n* {{Citar web |url = http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/genus.pl?361 |t\u00edtulo = Germplasm Resources Information Network (GRIN) |obra = Alchemilla vulgaris var. minor |acessodata = 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = [[l\u00edngua alem\u00e3|alem\u00e3o]] |arquivourl = https://web.archive.org/web/20090115060723/http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/genus.pl?361 |arquivodata = 2009-01-15 |urlmorta = yes }}\n* {{Citar web |url = http://www.tela-botanica.org/eflore/BDNFF/4.02/nn/103538 |t\u00edtulo = Botanique |obra = Alchemilla vulgaris var. minor |acessodata = 15 de novembro de 2010 |l\u00edngua = [[l\u00edngua francesa|franc\u00eas]] }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=maio de 2019 }}\n\n{{Esbo\u00e7o-rosales}}\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Alchemilla Vulgaris Var. Minor}}\n[[Categoria:Alchemilla]]"}]},"2086285":{"pageid":2086285,"ns":0,"title":"Aporum babiense","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n | nome = ''Aporum babiense''\n | cor =lightgreen\n | imagem = \n | dom\u00ednio = [[Eukaryota]]\n | reino = [[Plantae]]\n | divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n | classe = [[Liliopsida]]\n | ordem = [[Asparagales]]\n | fam\u00edlia = [[Orchidaceae]]\n | g\u00e9nero = ''[[Aporum]]''\n | esp\u00e9cie = '''''A. babiense'''''\n | binomial = ''Aporum babiense''\n | binomial_autoridade = ([[J.J.Sm.]]) [[Rauschert]] [[1983]]\n | sin\u00f3nimos =
''Dendrobium babiense''
\n}}\n'''''Aporum babiense''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[orqu\u00eddea]] [[ep\u00edfita]] de h\u00e1bito pendente e flores pequenas, end\u00eamica de [[Borneu]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* ''[[Aporum]]''\n* ''[[Ceraia]]''\n* ''[[Oxystophyllum]]''\n* ''[[Dendrobium]]''\n* [[Lista de g\u00eaneros de Orchidaceae]]\n* [[Taxonomia da fam\u00edlia Orchidaceae]]\n\n== Refer\u00eancias ==\n* Rauschert: ''Aporum babiense'' em Feddes Repert. 94: 438 (1983).\n* Clements, M.A. (1989): Catalogue of Australian Orchidaceae. ''Australian Orchid Research'' '''1''': 1\u201362. [http://www.anbg.gov.au/cpbr/cd-keys/orchidkey/Aust-Orch-gen-sp-list-07-01-31.pdf PDF - Texto completo, em ingl\u00eas]\n* Clements, M. A.(2003): Molecular phylogenetic systematics in the Dendrobiinae (Orchidaceae). Telopea 10: 247 - 298.\n* Clements, M.A. and D.L. Jones (2002): Nomenclatural changes in the Dendrobieae (Orchidaceae) 1: The Australasian region. Orchadian 13(11): 485-497.\n* Clements, M. A.(2006): Molecular phylogenetic systematics in Dendrobieae (Orchidaceae). Aliso 22: 465 - 480.\n* Lavarack, Bill(2006): Dendrobium and its relatives. Timber Press. ISBN 0881928054\n* Wood, Howard(2006): The Dendrobiums. Timber Press. ISBN 9780881926866\n* Vernon, Frank (1995): Cultivating Australian Native Dendrobiums in Perth. Hesperian Press. ISBN 0859052192\n* M.A. Campacci (Brazil, 2005), D. Holland Baptista (Brazil, 2005), P.Cribb (K, 2003), Alex George (K, 2003), K.Kreuz (2004, Europe), J.Wood (K, 2003, Europe), World Checklist of Orchidaceae. The Board of Trustees of the Royal Botanic Gardens, Kew. {{link|en|2=http://www.kew.org/wcsp|3=Published on the Internet |4=(janeiro 2009).}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://www.orchidstudium.com/Estrangeiras/Aporum.shtml |3=Fotos de ''Aporum''.}}\n\n{{Aporum}}\n{{esbo\u00e7o-orqu\u00eddea}}\n\n{{DEFAULTSORT:Aporum Babiense}}\n[[Categoria:Aporum| ]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1983]]"}]}}}}