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Desde aquela \u00e9poca Ravachol teve que buscar maneiras para sustentar sua m\u00e3e, uma irm\u00e3 e um irm\u00e3o mais novos e, posteriormente, tamb\u00e9m um sobrinho. Para isso perambulava pela Fran\u00e7a atr\u00e1s de trabalho pelo qual recebia quase nada.\n\nFoi assistente de pintor, trabalhou em uma tinturaria e, como forma de incrementar a renda familiar, chegou a tocar [[acordeon|acorde\u00e3o]] aos domingos, nos sal\u00f5es sociais, em [[Saint-\u00c9tienne]]. No entanto, nenhuma dessas tarefas durava o tempo suficiente ou garantia o m\u00ednimo que sua fam\u00edlia necessitava para a sobreviv\u00eancia. Dotado de uma intelig\u00eancia incomum, n\u00e3o demorou muito para que o jovem Ravachol passasse a relacionar sua mis\u00e9ria pessoal ao [[sistema capitalista]]. O escritor [[Paul Adam]] diria posteriormente, sobre o surgimento de Ravachol: {{quotation|\"''Neste tempo de cinismo e ironia, um santo nasceu para n\u00f3s''\".}} Mais tarde Ravachol recordaria, em seu julgamento, o in\u00edcio de sua juventude, quando era compelido a furtar de camponeses pobres para garantir a sobreviv\u00eancia de sua fam\u00edlia.{{quotation|\"''Naquele momento, minha irm\u00e3 acabava de ter um filho com seu companheiro. Meu irm\u00e3o e eu est\u00e1vamos sem trabalho e sem um centavo de reserva. N\u00e3o ter\u00edamos mais que o p\u00e3o que o padeiro poderia nos dar. Ao n\u00e3o encontrar trabalho em nenhuma parte, eu me vi obrigado a sair em busca de alimento. (...) Era-me penoso ir pegar as aves de desgra\u00e7ados camponeses que qui\u00e7\u00e1 n\u00e3o teriam mais que isso para viver, mas eu n\u00e3o sabia quais eram os ricos e n\u00e3o podia deixar que morr\u00eassemos de fome - minha m\u00e3e, minha irm\u00e3 e seu filho, meu irm\u00e3o e eu.''\"Monteiro 2009, p.217}}\n\n=== Crimes ===\nDepois de anos de dificuldade, em uma \u00e9poca na qual a [[classe trabalhadora]] n\u00e3o contava com quaisquer direitos, Ravachol acabou por encontrar, no crime, sua principal estrat\u00e9gia de sobreviv\u00eancia. Poucos revolucion\u00e1rios tiveram, entre suas ocupa\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias, a de [[ladr\u00e3o de t\u00famulos]]. Trabalhou como [[falsifica\u00e7\u00e3o|fals\u00e1rio]] (aplicando os conhecimentos de qu\u00edmica adquiridos quando trabalhando como diarista em uma tinturaria) e [[contrabandista]]. Mas Ravachol n\u00e3o era um [[crime comum|criminoso comum]], nem um anarquista comum.\n\nChamado no meio anarquista de \"''voz da dinamite''\", Ravachol se contrapunha \u00e0 [[Moral burguesa|moralidade burguesa]], tida por ele como uma forma de [[preconceito]], sempre em desfavor aos pobres. Nesse sentido, n\u00e3o admitia limites para a a\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria, considerando a propriedade e o Estado imorais e criminosos. Portanto justificava os atos aos quais recorrera, considerados repreens\u00edveis por muitos, como forma de sobreviv\u00eancia e apoio \u00e0 causa anarquista.\n\n==== Latroc\u00ednio a Rivollier ====\nNa noite de [[29 de Mar\u00e7o]] de [[1886]] Ravachol teria cometido os primeiros assassinatos, em um assalto nos arredores da vila de La Varizelle, pr\u00f3ximo \u00e0 St Chamond, na casa de um velho, chamado Rivollier que, como diziam boatos, guardava em sua casa uma quantia consider\u00e1vel acumulada.\n\nEm La Varizelle, Ravachol, armado com uma machadinha, teria arrombado a casa, surpreendendo Rivollier em sua cama. Com um s\u00f3 golpe na cabe\u00e7a, o teria ferido mortalmente o senhor Rivollier sem que esse sequer levantasse de sua cama. Uma servi\u00e7al que estava na casa fugira em desespero pela estrada, sendo supostamente perseguida e tamb\u00e9m morta por ele. Em seguida, Ravachol teria voltado para dentro da casa, e procurado desesperadamente por dinheiro, arrombando arm\u00e1rios e gavetas, encontrando poucas coisas de valor.\n\nAo contr\u00e1rio de outros crimes e mesmo assassinatos, este nunca fora assumido por Ravachol, historiadores atuais consideram ser grande a possibilidade de que a autoria deste duplo assassinato tenha sido forjada e induzida pela pol\u00edcia que precisava dar conta de um caso a anos sem solu\u00e7\u00e3o, nem suspeitos reais. Em grande medida, o testemunho da companheira de Ravachol, Rulhi\u00e8re, seria posteriormente utilizado como evid\u00eancia por ocasi\u00e3o do julgamento na Cour d'assises (tribunal para processos penais). Visivelmente transtornada durante as sess\u00f5es, Rulhi\u00e8re testemunhou provavelmente sob a amea\u00e7a de mais torturas.[http://dwardmac.pitzer.edu/Anarchist_Archives/vizetelly/vizetelly6.html Os Anarquistas, suas cren\u00e7as e registros. Cap\u00edtulo 6: O terror franc\u00eas: Ravachol]\n\n==== Viola\u00e7\u00e3o do t\u00famulo da Baronesa de Rochetaill\u00e9 ====\nCinco anos depois, na noite de [[14 de Maio]] de [[1891]] Ravachol violaria o t\u00famulo da Baronesa de Rochetaill\u00e9 no Cemit\u00e9rio de Saint Jean de Bonnefond, depois de dar ouvidos ao rumor que afirmava que a nobre teria sido enterrada com suas j\u00f3ias. Ap\u00f3s escalar o muro do cemit\u00e9rio, ergueu a pedra da tumba pesando 120 quilos e retirou um caix\u00e3o de carvalho colocado no lugar por tr\u00eas cabos de ferro. Quebrando os selos, Ravachol encontrou apenas uma cruz de madeira e sacos de serragem junto ao corpo putrefato. Em um trecho do relato escrito de pr\u00f3prio punho:\n\n{{quotation|\"\u2026sem emprego, fiz para mim mesmo dinheiro falso, um meio n\u00e3o muito lucrativo mas perigoso, logo eu o abandonei. Ouvi dizer que uma baronesa chamada de Rochetaill\u00e9 tinha sido enterrada havia pouco tempo. Pensei que ela deveria ter algumas j\u00f3ias consigo, ent\u00e3o eu resolvi violar a tumba. Um dia consegui para mim uma lanterna de gancho e um p\u00e9-de-cabra. (\u2026) Cheguei ao cemit\u00e9rio \u00e0s 11:00h. Antes de entrar, comi meu p\u00e3o e bebi um pouco de vinho, escalei a parede e me dirigi ao t\u00famulo que inspecionei com aten\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o usei meu p\u00e9-de-cabra para empurrar a pedra do mausol\u00e9u e entrei nele; vendo o nome, fui buscando na pedra de m\u00e1rmore. Eu mesmo abri a gaveta com o p\u00e9-de-cabra. Ent\u00e3o, como a pedra n\u00e3o podia cair sobre mim, fui para um compartimento vazio ao lado dela. Na queda a pedra fez um barulho muito alto e se quebrou em muitos peda\u00e7os. (\u2026) Depois tentei encaixar meu p\u00e9-de-cabra na fenda do caix\u00e3o e consegui faz\u00ea-lo. Forcei para abrir as t\u00e1buas pressionando sobre elas, mas tinha uma camada de tecido enrolada em torno do corpo. Eu rasguei-a com a ponta do p\u00e9-de-cabra e fiz uma abertura grande o suficiente para tirar para fora o bra\u00e7o para ver a m\u00e3o direita dela. Tive que tirar v\u00e1rios pacotes pequenos que eu n\u00e3o sabia o que continham. Uma vez que o bra\u00e7o dela estava para fora, eu o puxei para perto e olhei atentamente para os dedos que estavam cobertos de bolor. N\u00e3o consegui encontrar o que eu estava procurando. Olhei na garganta e n\u00e3o encontrei nada l\u00e1 tamb\u00e9m, e desde que minha lanterna se apagou por falta de \u00f3leo, para terminar minha opera\u00e7\u00e3o coloquei fogo num ramo de flores que encontrei na capela sobre os t\u00famulos. Ele espalhou uma fuma\u00e7a grossa enquanto queimava, o que me fez subir rapidamente se eu n\u00e3o quisesse morrer asfixiado. Quando abri o caix\u00e3o tive medo apenas de que o g\u00e1s asfixiante pudesse tomar conta do lugar, mas por eu estar com pressa de fazer o que era necess\u00e1rio n\u00e3o hesitei, porque era prefer\u00edvel morrer arriscando a pr\u00f3pria vida do que sucumbir de fome. Uma vez do lado de fora, coloquei a pedra de volta no lugar e comecei a voltar para casa, mas quando estava saindo, vi a 100 metros de dist\u00e2ncia dois homens vindo atrav\u00e9s dos campos que pareciam ter me visto e agora vinham para me parar. Coloquei minha m\u00e3o em meu rev\u00f3lver e me abaixei um pouco. Eles passaram na minha frente sem dizer uma palavra. Mais tarde na rua De La Monta encontrei com um homem que de uns 100 metros me perguntou o caminho para o Ch\u00e2teau Creux. Eu n\u00e3o o entendi muito bem e ele se aproximou repetindo a quest\u00e3o. Disse a ele para me seguir, que eu ia para aquele lado. Ele disse para mim que eu estava usando uma barba falsa no rosto, o que me fez sorrir, j\u00e1 que eu pensei que n\u00e3o tinha nada a temer desse homem que estava completamente sozinho. Isso aconteceu na Rua De La Monta. Subindo a esta\u00e7\u00e3o, eu mostrei a ele o caminho e continuei no meu. Voltei para casa\"[http://www.marxists.org/reference/archive/ravachol/1892/narrative.htm Uma narrativa de Ravachol]}}\n\nRefletindo sobre este ato posteriormente [[Paul Adam]] escreveria:{{quotation|De todos os atos de Ravachol, um deles talvez simboliza melhor tanto ele quanto seu contexto. Ao abrir a sepultura desta velha e, tateando sobre aquelas m\u00e3os apodrecidas, buscar a j\u00f3ia capaz de aliviar a fome de uma fam\u00edlia de miser\u00e1veis por meses, ele demonstrou o qu\u00e3o vergonhosa \u00e9 uma sociedade que enterra carca\u00e7as enfeitadas com luxo ao mesmo tempo em que, em um \u00fanico ano, 91.000 indiv\u00edduos morrem de inani\u00e7\u00e3o entre as fronteiras do rico pa\u00eds de Fran\u00e7a, sem que ningu\u00e9m pense nisso, a n\u00e3o ser ele e n\u00f3s.Fernand Drijkoningen, Dick Gevers, ''Anarchia'', Amsterdam, Rodopi, coll. \u00ab Avant Garde Critical Studies \u00bb, 1989 {{ISBN|9051831145}}}}\n\n==== Assassinato de Jacques Brunel ====\n[[Ficheiro:Assassinat d'un ermite.jpg|thumb|left|Capa do jornal Le Progr\u00e9ss Ilustr\u00ea sobre o assassinato de Jacques Brunel.]]Buscando se afastar de Saint Chamond, outro dos famosos crimes de Ravachol aconteceria nas proximidades de uma vila chamada Chambles, onde morava um anci\u00e3o chamado Jacques Brunel, conhecido localmente como \"O Ermit\u00e3o\". Talvez motivado por votos religiosos, Brunel por mais de meio s\u00e9culo habitara solitariamente uma cabana localizada num morro nas proximidades de Chambles, como os eremitas na [[Idade M\u00e9dia]]. Vivendo \u00e0s custas da caridade, Brunel recebia sempre alimentos, roupas e dinheiro que lhe davam os habitantes da regi\u00e3o, em troca afirmava que se lembraria deles no momento das suas ora\u00e7\u00f5es. Gastando quase nada ou muito pouco em comida e abrigo, Ravachol considerou a possibilidade do velho talvez possuir muito dinheiro guardado.\n\nAssim que chegou a Chambles, em [[19 de Junho]] de [[1891]], Ravachol foi ao encontro de Brunel em sua cabana, encontrando o velho (de oitenta, ou noventa e dois anos de idade) deitado sobre uma cama miser\u00e1vel no canto da cabana. Segundo seu pr\u00f3prio depoimento Ravachol chegou e disse-lhe que lhe daria vinte francos para que rezasse por ele, se ele lhe desse em troca uma nota de cinquenta francos. Brunel respondeu que n\u00e3o possu\u00eda nada para dar em troca, e que estava prestes a se levantar, talvez por desconfiar de seu visitante. Ao se levantar, o velho foi agarrado. Ravachol rapidamente colocou um len\u00e7o em sua boca e depois em seu pesco\u00e7o, finalmente o estrangulando. Ap\u00f3s uma busca r\u00e1pida pela cabana, Ravachol encontrou moedas e notas por todos os lados, em panelas e copos, sob a cama, nos arm\u00e1rios e atr\u00e1s deles. De acordo com o pr\u00f3prio Ravachol o valor total encontrado na cabana do Ermit\u00e3o ultrapassava os quinze mil [[franco]]s (mil e seiscentas libras esterlinas) entre moedas de cobre, prata e ouro.\n\nRavachol conseguira mais ouro e prata do que ele poderia carregar. Trancando a cabine saiu para almo\u00e7ar em um caf\u00e9 pr\u00f3ximo \u00e0 esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria. O atendente do estabelecimento diria depois em testemunho que Ravachol, faminto, comera uma omelete de seis ovos, peixes assados, um bife, bebendo muito vinho. Estando seu trabalho sem conclus\u00e3o, voltou \u00e0 cabana do eremita e se fechou dentro dela, empilhando o dinheiro que encontrara. Existia mais do que ele poderia convenientemente levar embora, ent\u00e3o ele foi para casa em [[Saint Etienne]] e contou para sua companheira sobre seus feitos, e na manh\u00e3 seguinte, tomando uma condu\u00e7\u00e3o, ambos foram para Chambles.\n\nVoltando \u00e0 cabana, levaram consigo uma mala, onde empilharam todo o ouro e prata e diversos outros bens de valor que encontraram no lugar. Junto com Rulhi\u00e8re, ele partira, n\u00e3o para sua casa em Saint Chamond, mas para Saint Etienne ao encontro de amigos. No dia seguinte dividiram parte da quantia entre as fam\u00edlias de trabalhadores e anarquistas presos ou executados. Poucas horas depois de Ravachol e Rulhi\u00e8re terem deixado Chambles, uma pessoa da localidade encontraria o eremita morto em sua cama, com cinquenta francos em moedas de bronze, jogados sobre o ch\u00e3o da cabana.\n\n=== Primeira pris\u00e3o e fuga ===\nNo entanto, sem perceber, Ravachol havia sido visto em suas idas e vindas a Chambles, sendo procurado e detido por policiais, junto com sua companheira e dois outros homens - [[Pierre Crozet]] e [[Claude Fachard]] - com os quais havia deixado algumas das coisas roubadas da cabana de Brunel.\n\nPor sorte ou ironia do destino, no momento em que estava sendo conduzido para a pris\u00e3o pelos guardas, sua escolta deu de encontro com um homem alcoolizado que cambaleava em dire\u00e7\u00e3o ao grupo, em meio \u00e0 confus\u00e3o Ravachol conseguiu escapar de seus captores. Rulhi\u00e8re, Fachard e Crozet n\u00e3o tiveram a mesma sorte, sendo presos e interrogados sob severas torturas. Posteriormente foram julgados e condenados respectivamente a penas de sete, cinco e um anos de pris\u00e3o.\n\nAp\u00f3s a fuga, Ravachol procurara por seus amigos, [[Jus-Beala]] e sua companheira [[Mariette Soubert]], em [[Saint Etienne]], encontrando ref\u00fagio na casa deste casal por algum tempo. Neste mesmo per\u00edodo outro duplo latroc\u00ednio aconteceria em Saint Etienne. Na noite de [[27 de Julho]], uma velha vi\u00fava e sua filha seriam mortas a golpes de martelo em um assalto a sua loja. Posteriormente, durante o julgamento de Ravachol, os promotores tentariam vincular tal crime a ele e a Jus-Beala, responsabilizando-os pelos assassinatos. Na vers\u00e3o da promotoria, [[Mariette Soubert]] teria por sua vez servido de olheira para o crime em frente \u00e0 loja. No entanto, todas as provas se mostraram incongruentes. Jus-Beala e Soubert foram inocentados e, como o motivo do crime era claramente roubo e este acontecera a apenas cinco semanas ap\u00f3s o assassinato em Chambles, Ravachol provavelmente n\u00e3o agiria com receio de atrair a aten\u00e7\u00e3o das autoridades, ainda mais quando teria ainda algum dinheiro roubado de Brunel.\n\n=== Aproxima\u00e7\u00e3o ao Anarquismo ===\nPouco tempo depois, Beala, Mariette e Ravachol, o \u00faltimo assumindo o pseud\u00f4nimo de Louis Leger, deixaram Saint Etienne em dire\u00e7\u00e3o a Saint Denis, um sub\u00farbio ao norte de Paris. L\u00e1 tiveram contato com diversas organiza\u00e7\u00f5es anarquistas. Ravachol que aprendera a ler e escrever por conta pr\u00f3pria e que, at\u00e9 ent\u00e3o, se considerava [[ateu]] e [[socialista]] desde ler, aos 18 anos, \"''[[Le juif errant]]''\" de [[Eug\u00e8ne Sue]], encontraria entre os empregados das f\u00e1bricas e trabalhadores de Saint Denis, verdadeiros entusiastas dos ideais libert\u00e1rios. Em pouco tempo passaria a se considerar um anarquista, assumindo para a si a tarefa de combater o [[capitalismo]] e o [[Estado]].\n\nEntre as vertentes anarquistas da \u00e9poca Ravachol e Beala se identificaram prontamente com os [[ilegalismo|ilegalistas]] defensores da [[Propaganda pelo Ato]]; anarquistas que n\u00e3o estavam interessados em organizar movimentos de massa para derrubada da ordem burguesa. Ao inv\u00e9s disso, acreditavam que junto com a recusa ao pagamento de impostos e \u00e0 participa\u00e7\u00e3o no servi\u00e7o militar, o assassinato de representantes do capitalismo e do Estado, os piores inimigos dos trabalhadores, seria a forma mais adequada para alcan\u00e7ar um mundo melhor.\n\n=== Atentados ===\n==== Motiva\u00e7\u00f5es ====\n[[Ficheiro:1ermai1891.jpg|thumb|right|300px|Desenho de reconstitui\u00e7\u00e3o do massacre de [[1 de maio]] de [[1891]] no largo de Clichy]]\nEm [[1 de Maio]] de [[1891]], em Fourmies, uma manifesta\u00e7\u00e3o realizada por trabalhadores e suas fam\u00edlias em exig\u00eancia de uma jornada laboral di\u00e1ria de oito horas acabou em um massacre. Pela primeira vez na Fran\u00e7a a rec\u00e9m-inventada metralhadora seria utilizada contra manifestantes desarmados, homens, mulheres e crian\u00e7as, algumas carregando flores e folhas de palmeira. Catorze pessoas foram mortas e mais de quarenta acabaram gravemente feridas.[http://www.spunk.org/library/fiction/mirbeau/sp001687.html Ravachol por Octave Mirbeu]\n\nNo mesmo dia, no largo de [[Clichy]], um grupo de anarquistas tamb\u00e9m protestando por melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho foi violentamente abordado pela pol\u00edcia. Houve troca de tiros entre manifestantes e policiais. Ap\u00f3s o confronto, dezenas de pessoas estavam mortas, tr\u00eas anarquistas - [[Henri Decamps]], [[Charles Dardare]] e [[Louis L\u00e9veill\u00e9]] - foram ent\u00e3o detidos e levados ao Comiss\u00e1rio de Pol\u00edcia para que sobre eles fosse colocada toda a responsabilidade do confronto. Dois deles foram condenados \u00e0 morte em Agosto de [[1891]] com base em acusa\u00e7\u00f5es falsas de assassinatos e delitos.\n\nEntre os anarquistas de Saint Denis, Ravachol saberia dos ocorridos em Clichy, Fourmies e Levallois e das penas infligidas a Decamp e Dardare, vistos na \u00e9poca como m\u00e1rtires da causa. Teria contato tamb\u00e9m com narrativas sobre a execu\u00e7\u00e3o dos anarquistas espanh\u00f3is em [[Jerez de la Frontera|Jeres]].\n\nA viol\u00eancia policial aos trabalhadores juntamente com a repress\u00e3o aos [[communards]] sobreviventes (que datava j\u00e1 desde os tempos da insurrei\u00e7\u00e3o da [[Comuna de Paris]] em [[1871]]), bem como a condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de anarquistas na Fran\u00e7a e na [[Espanha]] levaria Ravachol a promover uma s\u00e9rie de vingan\u00e7as, na forma de sucessivos atentados \u00e0 bomba contra operadores do Estado.\n\n==== O roubo da dinamite ====\nCom o objetivo de vingar os tr\u00eas m\u00e1rtires, juntou-se a um grupo de anarquistas que inclu\u00eda Faugoux, Drouhet, Chalbret e Chaumentin, para roubar caixas de dinamite de um empreiteiro local, em Soisy-Sous-Etiolles, ao sul de Paris. Cento e vinte bananas de dinamite foram roubadas e deixadas em segredo sob os cuidados de um carpinteiro chamado Bricou, ele pr\u00f3prio tamb\u00e9m um anarquista. Ao serem notificadas sobre o roubo, as autoridades realizaram opera\u00e7\u00f5es e batidas nos sub\u00farbios de Saint Denis, Puteaux, Levallois e Asnieres \u00e0 \u00e9poca conhecidos redutos de anarquistas. No entanto, nada foi descoberto nos primeiros dias. Ravachol por quest\u00f5es de seguran\u00e7a havia se retirado de Saint Denis para Saint Mande, um localidade mais afastada ao leste de Paris.\n\nAo ser perguntado por seus amigos se ele tinha planos contra Guilhem, o oficial de pol\u00edcia que havia detido a ele, a Rulhi\u00e8re e aos seus amigos, Ravachol respondia que sua inten\u00e7\u00e3o era atingir pessoas em cargos muito mais elevados do que um simples policial. Os alvos escolhidos por ele estavam no minist\u00e9rio p\u00fablico e no judici\u00e1rio e tinham responsabilidade direta pelo resultado do julgamento de Clichy-Levallois.\n\n==== Atentado ao presidente da corte de justi\u00e7a ====\n[[Ficheiro:Bombaravachol.jpg|thumb|right|Fotografia do estrago causado pela bomba plantada por Ravachol \u00e0 casa do procurador da Rep\u00fablica, M. Bulot]]\nPara realizar sua primeira a\u00e7\u00e3o Ravachol contaria com a ajuda de um jovem perspicaz chamado [[Charles Achille Simon]], um t\u00edpico [[gavroche]] parisiense cujo apelido era \"Biscoito\". Simon auxiliaria Ravachol no reconhecimento da casa no Boulevard Saint Germain onde M. Benoit, o juiz, ocupava um flat.\n\nEm [[2 de Mar\u00e7o]] de [[1892]], Ravachol, vestido com uma fina casaca e cartola, com dois revolveres nos bolsos, foi de [[bonde]] para Saint Germain, levando consigo um dispositivo explosivo preparado por ele em Saint Mande. Logo ap\u00f3s colocar o explosivo no segundo andar da casa, partiu de uma maneira apressada e deselegante. Quando estava afastado j\u00e1 algumas centenas de metros, p\u00f4de ser ouvida por v\u00e1rios quarteir\u00f5es a grande explos\u00e3o. Como a casa estava vazia no momento da explos\u00e3o ningu\u00e9m acabara ferido, no entanto, os danos causados somariam uma pequena fortuna, tornando-se mat\u00e9ria de destaque e sensacionalismo nos principais jornais.\n\n==== Explos\u00e3o do quartel Lobau ====\nO caso ganharia ainda mais cobertura quando em [[18 de Mar\u00e7o]] de [[1892]], no anivers\u00e1rio do levante da [[Comuna de Paris]], o quartel Lobau, local onde centenas de [[communard]]s foram executados em [[1871]], foi palco de uma grande explos\u00e3o. Esta no entanto, n\u00e3o fora uma a\u00e7\u00e3o de Ravachol, mas sim de [[Th\u00e9odule Meunier]], um anarquista carpinteiro que era amigo de Bricou, o respons\u00e1vel por esconder as bananas de dinamite roubadas.\n\nNingu\u00e9m se feriu na explos\u00e3o do quartel, mas ainda assim ela seria utilizada como motivo para in\u00fameras persegui\u00e7\u00f5es e pris\u00f5es que a seu tempo se mostraram infrut\u00edferas. A \u00e9poca tamb\u00e9m foi apresentado por [[\u00c9mile Loubet]] (mais tarde Presidente da Rep\u00fablica) e aprovado na Assembleia Nacional um projeto de lei que previa pena capital aos respons\u00e1veis pelos atentados.\n\n==== Atentado \u00e0 resid\u00eancia do promotor da rep\u00fablica ====\nA medida no entanto, n\u00e3o conseguiu intimidar nem a Ravachol, nem a Meunier. Em [[27 de Mar\u00e7o]] Ravachol se dirigiria a uma casa na Rua de Clichy onde morava M. Bulot, o promotor p\u00fablico do caso de Decamp e Dardare. Carregava consigo uma pequena mala onde estava outro dispositivo explosivo, mais potente do que o utilizado na a\u00e7\u00e3o anterior. Como resultado da explos\u00e3o, as paredes de pedra da casa racharam e a escada desabou por inteira, os gastos somados chegaram a mais de cento e vinte mil francos e seis pessoas acabaram gravemente feridas.\n\nAlardeados pela imprensa burguesa, este e outros atos foram tratados como crimes de terrorismo. Esvaziados de sentido pol\u00edtico, os atentados de Ravachol e Meunier serviram com subterf\u00fagio para perseguir anarquistas e socialistas e espalhar o terror pela cidade de [[Paris]]. Atrav\u00e9s dos jornais, os principais preocupados, estadistas e membros da elite, buscaram por todos os meios alarmar os habitantes das camadas medianas e pobres da cidade.\n\n=== Segunda pris\u00e3o ===\n[[Ficheiro:Ravachol - Arrestation.jpg|thumb|right|Desenho reconstituindo a pris\u00e3o de Ravachol publicado em [[Le Petit Journal]].]]\n[[Ficheiro:Arrestation de Ravachol.jpg|thumb|right|Desenho reconstituindo a pris\u00e3o de Ravachol publicado no Le Progr\u00e8s illustr\u00e9.]]\n[[Ficheiro:Ravachol - Interrogat\u00f3rio.jpg|thumb|right|Imagem de reconstitui\u00e7\u00e3o do interrogat\u00f3rio a Ravachol publicada no [[Le Petit Journal]].]]\n[[Ficheiro:Lherot.jpg|thumb|right|Imagem de Lherot, o gar\u00e7om que delatou Ravachol]]\n\nSatisfeito, Ravachol foi jantar no Boulevard Magenta em um estabelecimento que funcionava como loja de vinhos e restaurante, de propriedade de M. V\u00e9ry. Este tinha como atendente seu cunhado, um homem chamado Jules Lherot. Ao ser servido por Lherot, Ravachol n\u00e3o se conteve e passou a se vangloriar sobre os atentados do Boulevard Saint Germain e da Rua Clichy. Dias depois Lherot denunciaria Ravachol para a pol\u00edcia esperando por uma grande recompensa.\n\nNo dia [[30 de Mar\u00e7o]] de [[1892]] Ravachol foi preso pela segunda vez junto a seus amigos Jus-Beala, Mariette, Simon \"Biscoito\" e Chaumentin. Este \u00faltimo se revelara um hip\u00f3crita, que prontamente entregou \u00e0 pol\u00edcia uma s\u00e9rie de evid\u00eancias contra os outros, com o fim de se livrar da cadeia.\n\nAp\u00f3s ser detido, Ravachol foi interrogado durante horas e falou abertamente aos policiais oferecendo em detalhes todas as informa\u00e7\u00f5es solicitadas sobre seus atos e motiva\u00e7\u00f5es. Seu interrogat\u00f3rio cuja transcri\u00e7\u00e3o permaneceu perdida por mais de meio s\u00e9culo, n\u00e3o viria a p\u00fablico at\u00e9 que o historiador [[Jean Maitr\u00f3n]] a encontrasse nos Arquivos da Pol\u00edcia de Paris em 1964.{{quote|\"''O nomeado acima, ap\u00f3s sua refei\u00e7\u00e3o, falou o que se segue:''\n\n''\"Senhores, \u00e9 um de meus h\u00e1bitos, sempre estou fazendo trabalho de propaganda. Voc\u00eas sabem o que \u00e9 anarquismo?\"''\n''N\u00f3s respondemos \"N\u00e3o\" a esta pergunta.''\n''\"Isso n\u00e3o me surpreende\", ele respondeu. \"A classe trabalhadora, assim como voc\u00eas, \u00e9 for\u00e7ada a trabalhar para ganhar seu p\u00e3o, n\u00e3o tem tempo para se dedicar \u00e0 leitura de livretos que lhes s\u00e3o dados. E o mesmo acontece com voc\u00eas.''\n''\"Anarquia \u00e9 a oblitera\u00e7\u00e3o dos bens\".\n''\"Atualmente existem muitas coisas in\u00fateis; muitas profiss\u00f5es s\u00e3o in\u00fateis, como por exemplo, contabilidade. Com a anarquia n\u00e3o h\u00e1 mais a necessidade de dinheiro, j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 mais necessidade de escrituras e de outras formas de trabalho que existem atualmente.''\n''\"Existem nos dias de hoje muitos cidad\u00e3os sofrendo enquanto outros nadam em opul\u00eancia, em abund\u00e2ncia. Essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode durar; n\u00f3s todos dever\u00edamos receber o excedente dos ricos; e mais ainda, obter como eles tudo o que nos \u00e9 necess\u00e1rio. Na sociedade atual, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7armos esse objetivo. Nada, nem mesmo uma taxa\u00e7\u00e3o sobre o lucro, poderia mudar a face das coisas. Todavia muitos trabalhadores pensam que se ag\u00edssemos dessa forma, as coisas poderiam melhorar. \u00c9 um erro pensar dessa maneira. Se taxamos um locat\u00e1rio, ele ir\u00e1 aumentar seus alugu\u00e9is e dessa forma vai dar um jeito de fazer com que aqueles que sofrem paguem pelos novos tributos impostos a ele. De forma alguma, nenhuma lei pode impedir os locat\u00e1rios de serem senhores de seus pr\u00f3prios bens, n\u00f3s n\u00e3o podemos impedi-los de fazerem o que quer que queiram fazer com eles. O que ent\u00e3o poder\u00edamos fazer? Acabar com a propriedade e, fazendo isso, acabar com aqueles que a tudo tomam. Se essa aboli\u00e7\u00e3o acontecer, tamb\u00e9m teremos que nos livrar do dinheiro, de forma a evitar qualquer id\u00e9ia de acumula\u00e7\u00e3o, que poderia nos for\u00e7ar a uma volta ao atual regime''\".\n\n\"''\u00c9 fato que o dinheiro \u00e9 a causa de toda a disc\u00f3rdia, de todo o \u00f3dio e de todas as ambi\u00e7\u00f5es; ele \u00e9, em uma palavra, o criador da propriedade. Esse metal, na verdade, nada \u00e9 al\u00e9m de um pre\u00e7o acordado, surgido de sua raridade. Se n\u00f3s n\u00e3o f\u00f4ssemos mais obrigados a dar algo em troca das coisas que precisamos para viver, o ouro perderia seu valor e ningu\u00e9m se interessaria por ele. Nem poderiam eles enriquecer a si pr\u00f3prios, porque nada que eles pudessem acumular poderia servir-lhes para que obtivessem uma vida melhor que a dos outros. E j\u00e1 n\u00e3o seriam mais necess\u00e1rias as leis, nem necess\u00e1rios seriam os mestres''\".\n\n\"''Quanto \u00e0s religi\u00f5es, elas seriam destru\u00eddas, porque sua influ\u00eancia moral n\u00e3o mais possuiria qualquer raz\u00e3o para existir. N\u00e3o haveria mais o absurdo da cren\u00e7a em um Deus que n\u00e3o existe, desde que depois da morte tudo est\u00e1 acabado. Ent\u00e3o poder\u00edamos nos agarrar a vida, mas quando digo vida quero dizer vida, o que n\u00e3o significa escravid\u00e3o di\u00e1ria para fazer os patr\u00f5es gordos, enquanto morremos de fome fazendo de n\u00f3s os respons\u00e1veis pelo bem estar deles.''\"\n\n\"''Mestres n\u00e3o seriam necess\u00e1rios, essa gente que ociosamente \u00e9 mantida pelo nosso trabalho; todo mundo se faria \u00fatil \u00e0 sociedade, pela qual eu digo trabalhando de acordo com suas habilidades e aptid\u00f5es. Dessa forma, um poderia ser um padeiro, outro um professor, etc. Seguindo esse princ\u00edpio, o trabalho por si mesmo diminuiria, e cada um de n\u00f3s teria apenas uma ou duas horas de trabalho di\u00e1rio. Aquele que n\u00e3o fosse capaz de permanecer sem algum tipo de ocupa\u00e7\u00e3o, encontraria sua distra\u00e7\u00e3o no trabalho; haveria ainda alguns pregui\u00e7osos, e se eles existissem, haveria t\u00e3o poucos deles que poder\u00edamos deix\u00e1-los em paz e, sem queixa, deix\u00e1-los viver do trabalho de outros''\".\n\n\"''N\u00e3o existiriam mais leis, o casamento seria destru\u00eddo. N\u00f3s poder\u00edamos nos unir por inclina\u00e7\u00e3o, e a fam\u00edlia seria fundada no amor de um pai e de uma m\u00e3e por seus filhos. Por exemplo, se uma mulher n\u00e3o mais amasse aquele a quem ela havia escolhido como companheiro, ela poderia se separar dele e buscar um novo relacionamento. Em uma palavra, completa liberdade para viver com aqueles a quem amamos. Como no caso em que eu falei se houvesse crian\u00e7as, a sociedade poderia cri\u00e1-las, isso \u00e9 para dizer, aqueles que gostassem das crian\u00e7as poderiam cri\u00e1-las.''\".\n\n\"''Com essa uni\u00e3o livre, n\u00e3o existiria mais a prostitui\u00e7\u00e3o. N\u00e3o haveria mais doen\u00e7as \u00edntimas, uma vez que elas nascem somente do abuso de ambos os sexos; um abuso ao qual as mulheres s\u00e3o for\u00e7adas a se submeterem, j\u00e1 que as condi\u00e7\u00f5es atuais da sociedade obriga-as a suport\u00e1-lo como um trabalho para sobreviver. Ser\u00e1 o dinheiro a necessidade de uma vida, mesmo que ganho a qualquer custo?''\".\n \n\"''Pelos meus princ\u00edpios, os quais n\u00e3o posso explicar em t\u00e3o pouco tempo t\u00e3o cheios de detalhes, o ex\u00e9rcito n\u00e3o mais possuiria raz\u00e3o para existir, desde que n\u00e3o existiram mais na\u00e7\u00f5es distintas; a propriedade privada seria destru\u00edda, e todas as na\u00e7\u00f5es se juntariam em uma s\u00f3, que poderia ser o Universo''\".\n\n\"''N\u00e3o mais guerra, n\u00e3o mais disputas, n\u00e3o mais ci\u00fames, n\u00e3o mais roubos, n\u00e3o mais assassinatos, n\u00e3o mais sistema penal, n\u00e3o mais pol\u00edcia, n\u00e3o mais governo''\".\n\n\"''Os anarquistas ainda n\u00e3o alcan\u00e7aram os pormenores de seu projeto; os marcos apenas foram assentados. Hoje os anarquistas s\u00e3o em n\u00famero suficiente para derrubar o atual estado de coisas, e se isso ainda n\u00e3o aconteceu, \u00e9 porque precisamos completar a educa\u00e7\u00e3o daqueles que nos seguem, fazendo surgir neles a energia e a for\u00e7a de vontade capaz de auxiliar na realiza\u00e7\u00e3o dos seus projetos. Tudo o que \u00e9 necess\u00e1rio para isso \u00e9 um empurr\u00e3o, que alguns coloquem em suas pr\u00f3prias cabe\u00e7as, e a revolu\u00e7\u00e3o tomar\u00e1 seu lugar''\".\n\n\"''Aqueles que explodem casas t\u00eam como objetivo o exterm\u00ednio de todos aqueles que, por sua posi\u00e7\u00e3o social ou por seus atos, s\u00e3o nocivos \u00e0 anarquia. Se fosse permitido atacar abertamente estas pessoas sem temer a pol\u00edcia, pela pr\u00f3pria vida, n\u00e3o sair\u00edamos a destruir suas casas com dispositivos explosivos que poderiam matar pessoas das classes sofredoras que t\u00eam a seu servi\u00e7o ao seu redor.''\".[http://www.marxists.org/reference/archive/ravachol/1892/principes.htm Un saint nous est n\u00e9, edited by Philippe Oriol. L'\u00e9quipement de la pens\u00e9e, Paris. 1992;]}}Este depoimento tornou-se um c\u00e9lebre documento da forma como Ravachol pensava seus princ\u00edpios em articula\u00e7\u00e3o com a dif\u00edcil realidade das camadas populares da [[Fran\u00e7a]] em fins do [[s\u00e9culo XIX]].\n\n=== Julgamentos ===\n==== Primeiro julgamento na Cour d'Assises no Seine ====\n[[Ficheiro:AffCMontbrise.jpg|thumb|300px|left|Sal\u00e3o da Court d'assises, ou seja, do Tribunal Penal]]\n\nO primeiro julgamento ocorrido em [[24 de Abril]] come\u00e7aria em meio ao p\u00e2nico causado pela explos\u00e3o do restaurante V\u00e9ry onde trabalhava o delator de Ravachol Lherot. No atentado orquestrado por Mernieur morreriam o dono do restaurante e um dos clientes, deixando muitos feridos. Lherot fugiria do pa\u00eds sem receber nenhuma recompensa al\u00e9m da perda do cunhado que tamb\u00e9m era seu patr\u00e3o.\n\nAp\u00f3s a pris\u00e3o de Ravachol e da pris\u00e3o ou deporta\u00e7\u00e3o de tantos anarquistas suspeitos quanto a pol\u00edcia conseguira agarrar, as autoridades n\u00e3o esperavam que novos atentados pudessem acontecer.\n\nNa ocasi\u00e3o, Ravachol surpreendera os presentes por sua atitude firme diante dos ju\u00edzes, que mesmo antes de sua captura j\u00e1 tinham definido por lei seu veredito. Chaumentin que de vontade pr\u00f3pria dera provas contra seus companheiros sa\u00edra livre como um ato de benevol\u00eancia por parte do procurador M. Quesnay de Beaurepaire. Tamb\u00e9m Jus-Beala e Mariette Soubert foram absolvidos pela falta de evid\u00eancias, fazendo com que a acusa\u00e7\u00e3o focasse sua aten\u00e7\u00e3o em Ravachol e no jovem Simon.\n\nDe acordo com os relatos da \u00e9poca, Ravachol possu\u00eda em suas m\u00e3os uma folha onde havia escrito sua declara\u00e7\u00e3o, n\u00e3o propriamente de defesa, mas chamando seus ju\u00edzes \u00e0 reflex\u00e3o. Quando inquerido sobre sua responsabilidade sobre os atos pelos quais estava sendo julgado, come\u00e7ou a l\u00ea-la, no entanto, foi interrompido depois de algumas palavras sem jamais poder retom\u00e1-la at\u00e9 o fim do julgamento.[http://www.marxists.org/reference/archive/ravachol/1892/forbidden-speech.htm A declara\u00e7\u00e3o proibida de Ravachol]\n[[Ficheiro:Ravachol - Julgamento Progres Illustre.jpg|thumb|right|Capa do jornal Progr\u00e8s illustr\u00e9 mostrando Ravachol e seus c\u00famplices no Tribunal Penal (Cour d'Assises em franc\u00eas) do Seine]]\n[[Ficheiro:Le restaurant V\u00e9ry - int.png|thumb|right|Desenho publicado no jornal [[Le Figaro]] do interior do restaurante V\u00e9ry ap\u00f3s a explos\u00e3o orquestrada por [[Th\u00e9odule Meunier]].]] \n[[Ficheiro:Le restaurant V\u00e9ry - ext.png|thumb|right|Desenho publicado no jornal [[Le Figaro]] do exterior do restaurante V\u00e9ry ap\u00f3s a explos\u00e3o por [[Th\u00e9odule Meunier]].]]\n\n{{quotation|\"Se tomo a palavra n\u00e3o \u00e9 para me defender dos atos de que me acusam, pois \u00e9 somente a sociedade a respons\u00e1vel, que por causa da sua organiza\u00e7\u00e3o p\u00f5e os homens em luta cont\u00ednua uns contra os outros.
De fato, n\u00e3o vemos hoje em todas as classes e em todas as profiss\u00f5es pessoas que desejam, n\u00e3o direi a morte, j\u00e1 que soaria mal, mas sim a desgra\u00e7a de seus semelhantes, se esta puder lhes trazer algum benef\u00edcio. Por exemplo, um patr\u00e3o que deseja ver desaparecer um concorrente? Todos os comerciantes geralmente n\u00e3o guerreiam uns contra os outros com o objetivo de serem os \u00fanicos a desfrutarem dos benef\u00edcios que resultam deste tipo de ocupa\u00e7\u00e3o? O trabalhador sem trabalho n\u00e3o deseja, para obter um trabalho, que por um motivo qualquer que um que esteja empregado seja despedido de sua fun\u00e7\u00e3o? Pois bem, em uma sociedade onde se produzem tais fatos, n\u00e3o devemos nos surpreender com o tipo de atos que agora me censuram, que n\u00e3o s\u00e3o mais que a consequ\u00eancia l\u00f3gica da luta pela exist\u00eancia que t\u00eam os homens que para viver, s\u00e3o obrigados a recorrer a todo tipo de meios. E j\u00e1 que cada um por si pr\u00f3prio, se preocupa consigo, em suas pr\u00f3prias necessidades se limita a pensar \"Pois bem, j\u00e1 que as coisas s\u00e3o assim, eu n\u00e3o tenho porque duvidar, quando tenho fome, em recorrer a todos os meios ao meu alcance, ainda e com o risco de provocar v\u00edtimas! Os patr\u00f5es quando despedem os trabalhadores, se preocupam se estes v\u00e3o morrer de fome? Todos os que t\u00eam benef\u00edcios se preocupam se existem pessoas que lhes falta at\u00e9 mesmo o necess\u00e1rio?\"
Certamente existem alguns que ajudam, mas s\u00e3o incapazes de aliviar a todos aqueles necessitados e aos que morrer\u00e3o antes de seu tempo em consequ\u00eancia das priva\u00e7\u00f5es de todo tipo, ou voluntariamente pelos suic\u00eddios de todo tipo para colocar fim a uma exist\u00eancia miser\u00e1vel e n\u00e3o ter que suportar as agruras da fome, as vergonhas, as in\u00fameras humilha\u00e7\u00f5es e desesperos sem fim. Nesta situa\u00e7\u00e3o se encontra a fam\u00edlia Hayem e a senhora Souhain que levou a morte a seus filhos para n\u00e3o os ver sofrer por mais tempo, e todas as mulheres que por medo de n\u00e3o poder alimentar a um filho, n\u00e3o hesitam em comprometer sua sa\u00fade e sua vida destruindo em seu seio o fruto de seus amores.
E todas essas coisas acontecem em meio \u00e0 abund\u00e2ncia de todo tipo de produtos. Compreender\u00edamos que tudo isto tivesse lugar em um pa\u00eds onde os produtos s\u00e3o escassos, onde n\u00e3o h\u00e1 alimentos. Mas na Fran\u00e7a, onde reina a abund\u00e2ncia, onde os a\u00e7ougues transbordam de carne, as padarias de p\u00e3o, onde a roupa, o cal\u00e7ado est\u00e3o amontoado nas lojas, onde existem casas vazias! Como admitir que tudo est\u00e1 bem na sociedade, quando se v\u00ea t\u00e3o claramente o contr\u00e1rio?
Haver\u00e1 gente que se compadecer\u00e1 de todas estas v\u00edtimas, mas que dir\u00e3o que n\u00e3o podem fazer nada. Que cada um ajude como possa! Que pode fazer a quem falta o necess\u00e1rio mesmo enquanto trabalho, quando est\u00e1 desocupado? N\u00e3o mais que desejar morrer de fome. Ent\u00e3o se lan\u00e7ar\u00e3o algumas palavras de piedade sobre o seu cad\u00e1ver. Isto \u00e9 o que gostaria de ter deixado para os outros. Eu preferi me fazer contrabandista, falsificador, ladr\u00e3o e assassino. Poderia ter mendigado, mas \u00e9 degradante e covarde, e at\u00e9 castigado pelas suas leis que transformam em delito a mis\u00e9ria. Se todos os necessitados, em lugar de esperarem, tomassem de onde existe o que precisam, n\u00e3o importando de que forma, entenderiam talvez mais depressa como \u00e9 perigoso desejar manter o estado social atual, onde a inquieta\u00e7\u00e3o \u00e9 permanente e a vida est\u00e1 amea\u00e7ada a cada instante.
Acabar\u00edamos, sem d\u00favida, compreendendo mais rapidamente que os anarquistas t\u00eam raz\u00e3o quando dizem que para conseguir tranquilidade moral e f\u00edsica, \u00e9 necess\u00e1rio destruir as causas que geram os crimes e os criminosos: n\u00e3o \u00e9 suprimindo \u00e0quele que, ao inv\u00e9s de morrer de uma morte lenta em consequ\u00eancia das priva\u00e7\u00f5es que teve e ter\u00e1 que suportar, sem esperan\u00e7as de v\u00ea-las acabar, prefere, se tem um pouco de energia, tomar violentamente aquilo que lhe pode assegurar o bem estar, ainda que sob o risco de sua morte, que n\u00e3o \u00e9 mais que um fim para seus sofrimentos.
E \u00e9 aqui que est\u00e1 o porque cometi os atos que me reprovam e que n\u00e3o s\u00e3o mais que a consequ\u00eancia l\u00f3gica do estado b\u00e1rbaro de uma sociedade que n\u00e3o faz mais que aumentar o n\u00famero de suas v\u00edtimas pelo rigor de suas leis que se al\u00e7am contra os efeitos sem jamais tocar nas causas; dizem que se tem que ser cruel para matar a um semelhante, mas os que falam isto n\u00e3o veem que decidimos faz\u00ea-lo t\u00e3o somente para evitarmos a nossa pr\u00f3pria morte.
Igualmente, voc\u00eas, senhores ju\u00edzes, que sem d\u00favida v\u00e3o me condenar \u00e0 pena de morte, porque acreditam que \u00e9 uma necessidade e que meu desaparecimento ser\u00e1 uma satisfa\u00e7\u00e3o para voc\u00eas que t\u00eam horror em ver correr o sangue humano, mas que quando acreditam que ser\u00e1 \u00fatil derram\u00e1-lo para garantir a seguran\u00e7a da vossa exist\u00eancia, n\u00e3o duvidar\u00e3o mais do que eu em faz\u00ea-lo, com a diferen\u00e7a que voc\u00eas o fazem sem correr nenhum risco, enquanto que eu agi colocando em risco e perigo minha liberdade e minha vida.
Bem, senhores, existe mais criminosos a serem julgados, mas as causas do crime n\u00e3o s\u00e3o destru\u00eddas. Criando os artigos do C\u00f3digo, os legisladores se esqueceram que eles n\u00e3o atacam as causas mas somente os efeitos, e, efeitos que todavia se desencadear\u00e3o. Sempre existir\u00e3o criminosos, ainda que destruam um, amanh\u00e3 nascer\u00e3o outros dez.
O que fazer ent\u00e3o? Destruir a mis\u00e9ria, esta semente do crime, assegurando a cada qual a satisfa\u00e7\u00e3o de todas suas necessidades! E qu\u00e3o dif\u00edcil \u00e9 de realizar! Seria suficiente estabelecer a sociedade sobre novas bases onde tudo seria de todos, e onde cada um produzindo segundo suas aptid\u00f5es e suas for\u00e7as, poderia consumir segundo suas necessidades. Desta forma n\u00e3o veremos mais gente como o ermit\u00e3o de Notredame-de-Gr\u00e2ce, mendigando por moedas daqueles que se tornam escravos e v\u00edtimas! N\u00e3o veremos mais mulheres cedendo seus corpos, como uma mercadoria vulgar em troca destas mesmas moedas que nos impede frequentemente de reconhecer se o afeto \u00e9 realmente sincero. N\u00e3o veremos mais homens como Pranzini, Prado, Berland, Anastay e outros que, para obter esse mesmo metal chegam a dar morte! Isto demonstra claramente que a causa de todos os crimes \u00e9 sempre a mesma e que \u00e9 necess\u00e1rio ser realmente insensato para n\u00e3o enxerg\u00e1-la.
Repito, se \u00e9 a sociedade quem cria os criminosos, e voc\u00eas, ju\u00edzes, no lugar de golpe\u00e1-los, deveriam usar vossa intelig\u00eancia e vossas for\u00e7as para transformar a sociedade. Com um golpe s\u00f3 fariam desaparecer todos os crimes; e vossa obra, atacando as causas, seria maior e mais fecunda que vossa justi\u00e7a que se limita a castigar seus efeitos.
N\u00e3o sou mais que um trabalhador sem estudo, mas por ter vivido a vida dos pobres, tenho mais capacidade que um burgu\u00eas rico para sentir a perversidade das suas leis repressivas. Onde foi que conseguiram o direito de matar ou prender um homem que, colocado sobre a terra com a necessidade de viver, se viu na necessidade de tomar aquilo que lhe faltava para se alimentar?
Trabalhei para viver e para sustentar a minha fam\u00edlia; para que nem eu nem meus parentes sofr\u00eassemos demais. Mantive-me da forma que voc\u00eas chamam \"honesto\". Depois o trabalho faltou e sem ele veio a fome. S\u00f3 ent\u00e3o veio essa grande lei da natureza, esse brado imperioso que n\u00e3o admite ficar sem resposta, o instinto de preserva\u00e7\u00e3o me levou a cometer alguns dos crimes e infra\u00e7\u00f5es dos quais sou acusado e que admito ser o autor.
Me julguem, senhores do j\u00fari, mas se v\u00f3s me compreendestes, ao me julgarem julguem todos os desafortunados cuja pobreza combinada com orgulho natural, transformou em criminosos, e \u00e0queles cuja riqueza ou o benef\u00edcio transformou em homens honestos.
Uma sociedade inteligente teria feito deles homens, como quaisquer outros\".''}}\n\nTanto Ravachol quanto Simon foram considerados culpados e condenados a trabalhos for\u00e7ados para o resto de suas vidas. As investiga\u00e7\u00f5es n\u00e3o parariam a\u00ed, um outro julgamento teatral seria armado com a inten\u00e7\u00e3o de condenar Ravachol finalmente \u00e0 guilhotina.\n\nEm um artigo publicado em [[1 de Maio]], [[Octave Mirbeau]] apresenta uma das mais balanceadas vis\u00f5es sobre as motiva\u00e7\u00f5es das atividades terroristas de Ravachol.\n\n{{quote|''Quem \u00e9 - o autor de toda essa intermin\u00e1vel prociss\u00e3o de torturas que tem sido a hist\u00f3ria da ra\u00e7a humana - quem \u00e9 respons\u00e1vel por estes banhos de sangue, sempre com a mesma crueldade, sem descanso nem miseric\u00f3rdia? Governos, religi\u00f5es, ind\u00fastrias, campos de trabalho for\u00e7ado, todos eles est\u00e3o encharcados de sangue.''|Octave Mirbeau, Ravachol}}\n\n==== Segundo julgamento em Montbrison ====\n[[Ficheiro:Ravachol - Tribunal Montbrison.jpg|thumb|left|300px|Segundo julgamento de Ravachol em [[Montbrison]], na corte de justi\u00e7a de [[Loire]].]]\nAp\u00f3s ser mantido durante dois meses em uma esp\u00e9cie de jaula sob vigil\u00e2ncia constante, Ravachol foi finalmente enviado da Corte de Assisses para Montbrison para responder pelos assassinatos dos quais era acusado. Com a apar\u00eancia cansada ele se colocou frente \u00e0 Corte; na plat\u00e9ia estavam presentes homens ilustres, jornalistas e curiosos an\u00f4nimos. Seus amigos Beal e Mariette compareceram junto com ele, mas apenas na qualidade de c\u00famplices por oferecerem abrigo ap\u00f3s o assassinato do eremita de Chambles. Entre as testemunhas trazidas pela acusa\u00e7\u00e3o estava a companheira de Ravachol, La Rulhi\u00e8re. Ao v\u00ea-la, pela primeira vez ele choraria em um local p\u00fablico, enquanto ela por sua parte declararia que ainda o amava e que o acusara falsamente.\n\nDurante o julgamento, Ravachol confessaria alguns dos crimes dos quais era acusado, negando absolutamente sua participa\u00e7\u00e3o em outros assassinatos que n\u00e3o o de Chambles. Sobre este epis\u00f3dio em que matara o eremita em Chambles, ele afirmaria ser ele o resultado da situa\u00e7\u00e3o miser\u00e1vel na qual ele vivia.\n \nPor fim, a Corte de Justi\u00e7a de [[Loire]] condenaria Ravachol \u00e0 [[guilhotina]] pelos tr\u00eas assassinatos, diversos delitos e dois outros crimes comuns ocorridos em [[1886]] e [[1891]]. Ap\u00f3s ouvir o pronunciamento da senten\u00e7a, ele gritaria:\n\n{{quote|''Vive l'Anarchie!''}}\n\nAp\u00f3s o julgamento Ravachol se recusou a apelar para a Corte ou solicitar uma prorroga\u00e7\u00e3o junto ao Presidente da Rep\u00fablica. At\u00e9 hoje sua participa\u00e7\u00e3o em dois dos assassinatos pelos quais foi condenado \u00e9 motivo de d\u00favidas entre os historiadores.\n\n=== Execu\u00e7\u00e3o ===\n[[Ficheiro:Partition de La Ravachole.png|thumb|300px|right|Partitura de ''[[La Ravachole]]'']]No dia [[11 de Julho]] de [[1892]] Ravachol foi [[guilhotina]]do em [[Montbrison]], aos 32 anos de idade, pelo Estado franc\u00eas. Naquela mesma manh\u00e3 um telegrama seria emitido pelo Estado que o executou descrevendo as \u00faltimas a\u00e7\u00f5es de Ravachol e o contexto em que se deu sua decapita\u00e7\u00e3o.\n\n{{quotation|''A Justi\u00e7a foi feita esta manh\u00e3 \u00e0s 4:05 sem incidentes ou protestos de qualquer tipo. Ele acordou \u00e0s 3:40. O condenado recusou a presen\u00e7a do capel\u00e3o e declarou que n\u00e3o tinha nada para confessar. Inicialmente p\u00e1lido e tr\u00eamulo logo ele demonstrou um cinismo afetado e exacerba\u00e7\u00e3o aos p\u00e9s do pat\u00edbulo momentos antes da execu\u00e7\u00e3o. Em voz alta ele cantou rapidamente uma curta can\u00e7\u00e3o blasfema e revoltantemente obscena. Ele n\u00e3o pronunciou a palavra 'anarquia', e quando sua cabe\u00e7a foi colocada no buraco ele emitiu um \u00faltimo grito de \"Longa Vida \u00e0 Re\u2026\" Uma calma completa reinou na cidade. E assim aconteceu como reportado.''[http://www.marxists.org/reference/archive/ravachol/1892/telegram.htm Telegrama de An\u00fancio da Execu\u00e7\u00e3o]}}\n\nA can\u00e7\u00e3o descrita pelas autoridades como 'obscena' e 'blasfema' cantada por Ravachol aos p\u00e9s do pat\u00edbulo foi a \"''[[La Ravachole]]''\", uma par\u00f3dia da \"''[[La Carmagnole]]''\" popularmente criada em sua homenagem.http://increvablesanarchistes.org/articles/avan1914/pere_peinard.htm#bas Seus executores consideraram que a palavra cortada pela l\u00e2mina da [[guilhotina]] era \"Rep\u00fablica\", no entanto, \u00e9 evidente que a palavra era de fato \"Revolu\u00e7\u00e3o\".\n\n== Ciclo de [[vingan\u00e7a|revanche]]s ==\n[[Ficheiro:Ravachol Portrait.jpg|thumb|Foto de Ravachol enviada por [[Sante Caserio]] \u00e0 vi\u00fava de [[Sadi Carnot]], o presidente que acabara de assassinar. Junto um escrito ''Est\u00e1 bem vingado''.]] \nAl\u00e9m da bomba de [[Th\u00e9odule Meunier]] colocada no Caf\u00e9 V\u00e9ry, na noite do primeiro julgamento de Ravachol, muitas outras a\u00e7\u00f5es violentas seriam orquestradas por anarquistas ilegalistas depois de sua morte.\n\nEm [[8 de Novembro]] de 1892 uma bomba deixada na delegacia de pol\u00edcia da rua des Bons Enfants explodiu matando seis pessoas. Seu autor, o anarquista [[espanha|hispano]]-[[franc\u00eas]] [[\u00c9mile Henry]] escapa da pol\u00edcia com a qual chega a trocar tiros em meio \u00e0s ruas de Paris.\n\nEm [[9 de Dezembro]] de [[1893]], [[Auguste Vaillant]] lan\u00e7a uma bomba dentro do [[Pal\u00e1cio Bourbon]], no sal\u00e3o da [[Assembleia geral|Assembleia Nacional Francesa]]. A bomba feita de pregos fere 80 dos pol\u00edticos que l\u00e1 estavam, sem, no entanto, matar nenhum deles. Por esse ato Auguste Vaillant foi ca\u00e7ado, preso e tamb\u00e9m guilhotinado em [[3 de Fevereiro]] de [[1894]].\n\nA morte de Vaillant, por sua vez, seria vingada tamb\u00e9m por [[\u00c9mile Henry]] que, em [[12 de Fevereiro]] de [[1894]] lan\u00e7a outra bomba no luxuoso Caf\u00e9 do Hotel Terminus, matando uma pessoa e ferindo outras vinte. Desta vez Henry seria preso e enviado para guilhotina em [[21 de Maio]] daquele mesmo ano.\n\nMeses depois, em [[24 de Junho]] de [[1894]], o anarquista italiano [[Sante Geronimo Caserio]] vingaria Vaillant, Ravachol e Henry apunhalando at\u00e9 a morte o Presidente da Rep\u00fablica Francesa [[Marie Fran\u00e7ois Sadi Carnot]].\n\nRavachol \u00e9 mais um elo vis\u00edvel da cadeia de [[a\u00e7\u00e3o direta|a\u00e7\u00f5es diretas]], [[assassinato|execu\u00e7\u00f5es]] e [[vingan\u00e7a]]s que marcariam inexoravelmente o final do [[s\u00e9culo XIX]] bem como o in\u00edcio do [[s\u00e9culo XX]]. A partir dela, governantes e capitalistas da Am\u00e9rica e da Europa especulariam sobre a exist\u00eancia de um gigantesco compl\u00f4 internacional anarquista para assassinar l\u00edderes e burgueses de todo o mundo. \u00c0 sua \u00e9poca, esta suposta conspira\u00e7\u00e3o, chamada tamb\u00e9m de a [[Internacional Negra]], foi utilizada amplamente pelos jornais para demonizar as ideias anarquistas e, de quebra, ampliar a margem de vendas.\n\n== Legado ==\n[[Ficheiro:LoroRavachol2008.JPG|thumb|left|O louro Ravachol desfila pelas ruas de Pontevedra no carnaval.]]\n[[Ficheiro:Ravacholcolor.gif|thumb|Gravura de Ravachol diante da guilhotina por Charles Maurin, colorida por Eric Beaunie.]]A respeito da mem\u00f3ria de Ravachol, as diferentes correntes anarquistas seguem se dividindo at\u00e9 os dias de hoje. Enquanto grupos adeptos das vertentes pacifistas se negaram a lhe conceder um lugar, considerando-o um simples delinquente que tomaria posteriormente a causa anarquista como justificativa de seus atos,{{es}} [http://www.nggabua.com/terrorismoanarquista/introduccion.html LA REPRESI\u00d3N DEL TERRORISMO ANARQUISTA] por Jos\u00e9 Luis Garc\u00eda Ma\u00f1as] consult\u00e9 le 25 juillet 2011. outros, adeptos das a\u00e7\u00e3o direta radical, transformaram-no em um s\u00edmbolo rom\u00e2ntico da revolta desesperada, um \u00edcone de seu tempo.Arag\u00f3n, Luis [http://madrid.indymedia.org/newswire/display/315/index.php Ravachol vuelve!] {{Wayback|url=http://madrid.indymedia.org/newswire/display/315/index.php |date=20070504181855 }} consultado el 17 de abril de 2007.\n\nO historiador franc\u00eas [[Jean Maitr\u00f3n]] escreveria um livro intitulado ''Ravachol e os Anarquistas''; tal obra trata amplamente da influ\u00eancia das a\u00e7\u00f5es de Ravachol sobre os grupos anarquistas subsequentes.Agapea [http://www.agapea.com/Ravachol-y-los-anarquistas-n153864i.htm Ravachol y los Anarquistas] consultado el 17 de abril de 2007.\n\nDe fato Ravachol e outros ilegalistas de seu tempo, muitos dos quais vingaram sua execu\u00e7\u00e3o com bombas e assassinatos, se tornariam refer\u00eancias vigorosas que atravessaram os s\u00e9culos influenciando coletivos anarquistas como o [[Bando Bonnot]] na Fran\u00e7a da d\u00e9cada de 1910, e [[Los Solidarios]] na [[Espanha]] dos anos 1920, e gera\u00e7\u00f5es de anarquistas expropriadores que at\u00e9 os dias de hoje permanecem ativos em todo o mundo.\n\n{{quote|''Deixemos de lado o suic\u00eddio induzido pelo cansa\u00e7o, que como um \u00faltimo sacrif\u00edcio coroam todos aqueles que se foram antes. \u00c9 melhor uma \u00faltima risada \u00e0 [[Arthur Cravan|Cravan]], ou uma \u00faltima can\u00e7\u00e3o \u00e0 Ravachol.''|[[Raoul Vaneigem]], A Revolu\u00e7\u00e3o da Vida Cotidiana}}\n\n=== Na cultura popular ===\n\nRavachol continuou vivo na mem\u00f3ria popular francesa, sendo motivo de muitas m\u00fasicas em sua honra e mem\u00f3ria.. Seu nome inspirou a inven\u00e7\u00e3o an\u00f4nima do termo ''ravacholiser'' utilizado para descrever o ato pol\u00edtico de lan\u00e7ar bombas.\n\nO nome Ravachol tamb\u00e9m aparece em diversas m\u00fasicas criadas ao longo do [[s\u00e9culo XX]]. Ele \u00e9 citado na primeira estrofe do Hino [[Anarcoindividualismo|Anarco-individualista]] - \"''Antes de morrermos a beira da estrada, Imitemos a [[Gaetano Bresci|Bresci]] e a Ravachol\u2026''\".\n\nNo final do s\u00e9culo XIX o botic\u00e1rio Perfecto Feijoo da cidade [[Espanha|espanhola]] de [[Pontevedra]] nomeou seu [[papagaio]] de estima\u00e7\u00e3o de Ravachol em homenagem ao famoso anarquista. Ganhando grande popularidade o papagaio acabou tornando-se um s\u00edmbolo do Carnaval daquela cidade at\u00e9 os dias atuais.\n\nOs f\u00e3s do desenho animado [[Tintin]] tamb\u00e9m podem notar que ''Ravachol'' \u00e9 um termo utilizado por diversas vezes pelo [[Capit\u00e3o Haddock]] como uma forma de insulto.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Leon Czolgosz]]\n* [[Severino di Giovanni]]\n* [[Paulino Pall\u00e1s]]\n* [[Jules Bonnot]]\n* [[Sh\u016bsui K\u014dtoku]]\n* [[Salvador Puig Antich]]\n\n{{refer\u00eancias|col=3}}\n\n=== Bibliografia ===\n* MAITRON. ''Ravachol et les Anarchistes''. Paris, Julliard, 1964. Tradu\u00e7\u00e3o portuguesa (1981). ''Ravachol e os Anarquistas''. Lisboa: Ant\u00edgona. \n* MONTEIRO, Fabr\u00edcio Pinto. \u00abO anarquista terrorista na imprensa escrita no s\u00e9culo XIX\u00bb. ''Temporalidades \u2013 Revista Discente do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da UFMG'', vol. 1, n.\u00ba 2, ago./dez. 2009. [http://www.fafich.ufmg.br/temporalidades/pdfs/2p202.pdf]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1=data=maio de 2019 }}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{link|en|2=http://query.nytimes.com/mem/archive-free/pdf?_r=1&res=9507E0DD1438E233A25752C0A9629C94639ED7CF|3=Reportagem sobre a pris\u00e3o de Ravachol no New York Times}}\n* {{link|fr|2=http://rebellyon.info/11-juillet-1892-execution-de.html|3=11 juillet 1892, ex\u00e9cution de Ravachol \u00e0 Montbrison}}\n* {{link|en|2=http://www.marxists.org/reference/archive/ravachol/|3=Arquivo de Refer\u00eancias sobre Ravachol}} \n* {{link|en|2=http://www.spunk.org/library/fiction/mirbeau/sp001687.html|3=\"Ravachol\"}}, por [[Octave Mirbeau]]\n* {{link|pt|2=http://pt.wikisource.org/wiki/O_perigo_anarquista|3=O perigo anarquista, onde Rui Barbosa cita Ravachol, no Wikisource}}. \n* {{link|en|2=http://query.nytimes.com/mem/archive-free/pdf?_r=1&res=9804EEDA1438E233A25754C2A9629C94639ED7CF|3=Anarquistas s\u00e3o considerados culpados; dois deles s\u00e3o mandados para a servid\u00e3o penal perp\u00e9tua}}. Mat\u00e9ria de 27 de Abril de 1892, no New York Times.\n\n{{Anarcoilegalistas}}\n{{controle de autoridade}}\n{{Portal3|Anarquismo}}\n\n[[Categoria:Anarquistas executados]]\n[[Categoria:Anarquistas da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Anarquistas bombardeadores]]\n[[Categoria:Anarquistas da Internacional Negra]]"}]},"4154505":{"pageid":4154505,"ns":0,"title":"Helena Argira","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Monarca\n|nome =Helena Argira\n|t\u00edtulo =Rainha consorte da Ge\u00f3rgia\n|imagem =[[Imagem:Oshki 2.jpg|250px]]\n|legenda =Fragmento de um [[afresco]] no [[mosteiro de Oshki]], possivelmente representando o casamento de Helena e Pancr\u00e1cio IV{{sfn|name=East204|Eastmond|1998|p=204}}\n|reinado = {{dtlink|||1032}} \u2014 {{dtlink|||1033}}\n|antecessor =[[Alda da Al\u00e2nia]]\n|sucessor =[[Borena da Al\u00e2nia]]\n|consorte =[[Pancr\u00e1cio IV da Ge\u00f3rgia]]\n|filhos =Sem descend\u00eancia\n|dinastia =[[Bagrationi]]\n|pai =[[Bas\u00edlio Argiro]]\n|morte ={{morte|||1033}}\n|cidademorte =[[Cutaisi]]\n|sepultamento=\n}}\n[[Imagem:Bagrat IV of Georgia (coin).jpg|thumb|upright=1.05|Moeda de [[Pancr\u00e1cio IV da Ge\u00f3rgia]] {{nwrap|r.|1027|1072}}]]\n\n'''Helena Argira''' ou '''Argiropolaina''' ({{langx|el|\u1f19\u03bb\u03ad\u03bd\u03b7 \u1f08\u03c1\u03b3\u03c5\u03c1\u03ae/\u1f08\u03c1\u03b3\u03c5\u03c1\u03bf\u03c0\u03bf\u03cd\u03bb\u03b1\u03b9\u03bd\u03b1}}; {{langx|ka|\u10d4\u10da\u10d4\u10dc\u10d4||elene}}; c. {{morte|||1033}}) foi uma nobre bizantina da [[fam\u00edlia Argiro]] e [[listas de consortes georgianas|rainha consorte da Ge\u00f3rgia]] como a primeira esposa do rei [[Pancr\u00e1cio IV da Ge\u00f3rgia|Pancr\u00e1cio IV]] {{nwrap|r.|1027|1072}}. Foi dada em casamento por seu tio, o [[imperador bizantino]] [[Romano III Argiro]] {{nwrap|r.|1028|1034}}, ao rei-garoto Pancr\u00e1cio ca. 1032. Helena morreu dentro de um ano ou mais, sem descend\u00eancia.{{sfn|name=Vanni48|Vannier|1975|p=47\u201348}}\n\n== Fam\u00edlia ==\n\nHelena foi a filha do [[magistro]] [[Bas\u00edlio Argiro]] e, assim, uma sobrinha do imperador Romano III Argiro. O casamento de Helena com o rei Pancr\u00e1cio, ent\u00e3o com ca. 14 anos, foi arranjado como parte de um acordo de paz negociado, c. 1032, pela m\u00e3e e regente [[Maria de Vaspurac\u00e2nia|Maria]] durante sua visita \u00e0 [[Constantinopla]], que trouxe um fim ao [[Guerras bizantino-georgianas|surto de hostilidades bizantino-georgianas]].{{sfn|Thomson|1996|p=287-288}} A fam\u00edlia de Helena era bem-conhecida dos l\u00edderes georgianos; a rainha vi\u00fava Maria foi uma filha do monarca arm\u00eanio [[Senequerim-Jo\u00e3o]] {{nwrap|r.|1003|1021}}, o \u00faltimo [[rei de Vaspurac\u00e2nia]], que tinha rendido seu patrim\u00f4nio ao imperador {{Lknb|Bas\u00edlio|II Bulgar\u00f3ctono}} {{nwrap|r.|960|1025}}. O primeiro governador bizantino de Vaspurac\u00e2nia foi Bas\u00edlio Argiro, pai de Helena.\n\n== Casamento ==\n\nMaria retornou para a [[Reino da Ge\u00f3rgia|Ge\u00f3rgia]] com a noiva e a alta dignidade imperial de [[curopalata]] para seu filho. O casamento foi celebrado na [[catedral de Bana]], uma das principais igrejas reais dos [[bagr\u00e1tidas georgianos]], que tinham tamb\u00e9m servido como um palco para a coroa\u00e7\u00e3o do rei [[Pancr\u00e1cio IV da Ge\u00f3rgia|Pancr\u00e1cio IV]] em 1027.{{sfn|Eastmond|1998|p=233}} O casamento \u00e9 provavelmente o assunto do afresco 1036 do [[mosteiro de Oshki]], que descreve um evento real em Bana.\n\nDe acordo com a tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica georgiana, Helena trouxe, como parte do dote, \"uma dos [[pregos da cruz|pregos]] de [[Jesus Cristo]], o [[\u00edcone de Okona]] e grandes riquezas\".{{sfn|name=Allen89|Allen|1932|p=89}} Al\u00e9m disso, um n\u00fameros de artistas e artes\u00e3os bizantinos a acompanharam para a Ge\u00f3rgia.{{sfn|Allen|1932|p=297}} A fam\u00edlia real georgiana de [[Garsevanichevili]] mais tarde alegou descender do corista de Helena e foram privilegiados por servir como guardi\u00f5es do \u00edcone de Ocona. O \u00edcone de marfim bizantino da [[Te\u00f3toco|M\u00e3e de Deus]], ap\u00f3s uma hist\u00f3ria conturbada, encontrou sua morada no [[Museu de Arte da Ge\u00f3rgia]], em [[Tbilisi]], em 2004. Helena \u00e9 tamb\u00e9m creditada com o embelezamento da igreja de Gordi, em [[Mingr\u00e9lia]].{{sfn|Allen|1932|p=305}}\n\nHelena morreu dentro de um ano ou mais ap\u00f3s seu casamento, na cidade de [[Cutaisi]], sem descend\u00eancia. Todas as crian\u00e7as de Pancr\u00e1cio nasceram de seu segundo casamento com a [[Al\u00e2nia|princesa alana]] [[Borena da Al\u00e2nia|Borena]]. A morte de Helena terminou o breve reaproximamento dos bagr\u00e1tidas georgianos e a corte bizantino e as rela\u00e7\u00f5es logo tornaram-se inst\u00e1veis.\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n\n{{refbegin|2}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Allen|nome=William Edward David|t\u00edtulo=A History of the Georgian People: From the Beginning Down to the Russian Conquest in the Nineteenth Century|ano=1932|editora=Taylor & Francis|isbn=0-7100-6959-6|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Eastmond|nome=Antony|t\u00edtulo=Royal Imagery in Medieval Georgia|ano=1998|editora=Penn State Press|isbn=0-271-01628-0|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Thomson|nome=Robert W.|t\u00edtulo=Rewriting Caucasian History|ano=1996|editora=Oxford University Press|isbn=0-19-826373-2|ref=harv}}\n\n* {{Citar livro|sobrenome=Vannier|nome=Jean F.|t\u00edtulo=Familles byzantines, les Argyroi: IXe-XIIe si\u00e8cles|ano=1975|local=Paris|editora=Publications de la Sorbonne|ref=harv}}\n\n{{refend}}\n\n[[Categoria:Fam\u00edlia Argiro]]\n[[Categoria:Mulheres do Imp\u00e9rio Bizantino]]\n[[Categoria:Bizantinos do s\u00e9culo XI]]\n[[Categoria:Rainhas consortes da Ge\u00f3rgia]]"}]},"2950113":{"pageid":2950113,"ns":0,"title":"V\u00edtor de Marselha","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem-fontes|data=fevereiro de 2017}}\n{{Info/Santos\n |nome = V\u00edtor de Marselha\n |data_nascimento = Marselha\n |local_nascimento = \n |data_morte = c. [[303]] ou [[304]]\n |local_morte = \n |dia_consagrado = 21 de julho\n |St_venerado_pela =[[Igreja Cat\u00f3lica Romana]], [[Igreja Ortodoxa]]\n |imagem =Woudrichem - Nooit Gedagt - Victor van Marseille.jpg\n |tamanho =198px \n |legenda =Representa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o V\u00edtor em Nooit Gedagt (Pa\u00edses Baixos)\n |t\u00edtulos = \n |data_beatifica\u00e7\u00e3o = \n |local_beatifica\u00e7\u00e3o = \n |beatificado_por = \n |data_canoniza\u00e7\u00e3o = \n |local_canoniza\u00e7\u00e3o = \n |canonizado_por = \n |atribui\u00e7\u00f5es = representado como soldado romano\n |patrono = \n |patrona = \n |principal_templo = \n |data_supress\u00e3o = \n |pol\u00eamicas = \n |passagem = \n |autor_passagem = \n}}\n'''S\u00e3o V\u00edtor de Marselha''' foi um [[m\u00e1rtir]] crist\u00e3o executado durante a [[persegui\u00e7\u00e3o de Diocleciano]]. \u00c9 venerado como [[santo]] tanto pela [[Igreja Cat\u00f3lica Romana]] como pela [[Igreja Ortodoxa]].\n\u00c9 tido como soldado da [[Legi\u00e3o Tebana]]. Como crist\u00e3o, recusou o sacrif\u00edcio aos deuses e foi torturado e executado por tritura\u00e7\u00e3o numa [[m\u00f3]].\n\n\u00c9 o santo padroeiro de [[Marselha]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{DEFAULTSORT:Vitor Marselha}}\n[[Categoria:Santos do Imp\u00e9rio Romano]]\n[[Categoria:Romanos antigos do s\u00e9culo III]]\n[[Categoria:Romanos antigos do s\u00e9culo IV]]\n[[Categoria:Persegui\u00e7\u00e3o religiosa de Diocleciano]]"}]},"1490198":{"pageid":1490198,"ns":0,"title":"Casa-forte de Duarte Coelho","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Fortifica\u00e7\u00e3o-BR\n |nome = Casa-forte de Duarte Coelho\n |imagem = Detalhe da gravura Cerco a Igarassu, de Theodor de Bry - Olinda (1549).jpg\n |legenda = Detalhe da gravura de [[Th\u00e9odore de Bry]] representando os \u201ccercos de Igarassu\u201d na Capitania de Pernambuco em 1549. Olinda aparece representada como um castelo.\n |constru\u00eddo_por = [[Duarte Coelho]]\n |constru\u00eddo_em = a partir de [[1536]]\n |estilo = \n |estado = \n |visit\u00e1vel = \n |loc_x = \n |loc_y = \n}}\nA '''Casa-forte de Duarte Coelho''', tamb\u00e9m referida como '''Torre Duarte Coelho''', '''Castelo de Duarte Coelho''' e '''Castelo de Olinda''', foi uma resid\u00eancia fortificada [[brasil]]eira. Primeira casa-forte do Brasil, localizava-se no entorno da [[Catedral de Olinda|Igreja da S\u00e9]], na povoa\u00e7\u00e3o de [[Olinda]], litoral do atual estado de [[Pernambuco]].{{citar web|url=http://www.brasilarqueologico.com.br/arqueologia-forte-duarte-coelho.php|t\u00edtulo=Arqueologia do Forte Duarte Coelho|publicado=Brasil Arqueol\u00f3gico|acessodata=17-12-2019}}\n\nFoi erguida a partir de [[1536]] pelo primeiro [[capit\u00e3o-donat\u00e1rio]] da [[Capitania de Pernambuco]], [[Duarte Coelho]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nA resid\u00eancia fortificada foi erguida pelo donat\u00e1rio da [[Capitania de Pernambuco]], [[Duarte Coelho]], quando este se estabeleceu com os seus colonos numa colina ao sul da [[ilha de Itamarac\u00e1]], ao fundar Olinda, a [[9 de mar\u00e7o]] de [[1535]].\n\nPara defesa da nascente povoa\u00e7\u00e3o e de suas gentes contra os gentios e os [[cors\u00e1rio]]s, a partir de [[1536]] o donat\u00e1rio faz levantar uma Casa-forte no formato de uma [[torre]], em pedra e cal, no [[estilo manuelino]] em uso no ultramar portugu\u00eas do in\u00edcio do [[s\u00e9culo XVI]] \u2014 o chamado '''Castelo de Olinda''', ou '''Casa-forte de Duarte Coelho'''. De acordo com BUENO (1999), ela ficava:\n[[Imagem:S\u00e9 de Olinda 01.jpg|thumb|O Castelo de Duarte Coelho ficava situado no entorno da [[Catedral de Olinda|Igreja da S\u00e9 de Olinda]] (foto).]]\n\n:\"''\u2026exatamente no centro e no topo da colina, onde hoje corre a rua Nova (antes chamada Rua dos Nobres e, depois Rua dos Ourives), ao lado do s\u00edtio no qual, em [[1599]], seria constru\u00edda a igreja da Miseric\u00f3rdia, ainda existente. At\u00e9 fins do s\u00e9culo 17, as ru\u00ednas da 'torre' de Duarte Coelho ainda podiam ser vistas, antes de serem derrubadas para dar lugar ao desenvolvimento urbano de Olinda e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de novos pr\u00e9dios.''\" (op. cit., p. 201-202).\n\nA povoa\u00e7\u00e3o de Olinda, visitada por [[Hans Staden]] em sua primeira viagem (1547-1548), aparece representada como um [[castelo]] sobre uma colina numa [[gravura]] em sua obra (\"Descri\u00e7\u00e3o verdadeira de um pa\u00eds de selvagens nus, ferozes e canibais, situado no Novo Mundo, Am\u00e9rica\", 1557). Est\u00e1 identificada como \"Marin\", segundo alguns autores o primitivo top\u00f4nimo da aldeia ind\u00edgena que existira no local (STADEN, 1974:45).\n\n== Caracter\u00edsticas ==\n\nDe acordo com o historiador [[Francisco Adolfo de Varnhagen]], esta estrutura constituir-se-ia em \"''uma esp\u00e9cie de castelo quadrado, \u00e0 maneira das [[torre de menagem|torres de menagem]] dos [[solar]]es da [[Idade M\u00e9dia]]''\".VARNHAGEN, Francisco Adolfo de. ''Hist\u00f3ria Geral do Brasil''. Notas da sec\u00e7\u00e3o XXIV, v. 1, p. 173.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Casa-forte de Dona Anna Paes]]\n* [[Casa da Torre]]\n* [[Lista de fortifica\u00e7\u00f5es do Brasil#Pernambuco|Lista de fortifica\u00e7\u00f5es em Pernambuco]]\n\n{{Refer\u00eancias|Notas}}\n\n== Bibliografia ==\n* [[Eduardo Bueno|BUENO, Eduardo]]. ''Capit\u00e3es do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores.'' Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. 288p. il. ISBN 8573022523\n* [[Hans Staden|STADEN, Hans]]. ''[[Duas viagens ao Brasil]].'' Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; S\u00e3o Paulo: Ed. da Universidade de S\u00e3o Paulo, 1974. 218 p. il.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaInicial.do |3=Iphan}}\n* {{Link||2=http://www.funceb.org.br/espacocultural.html |3=Funda\u00e7\u00e3o Cultural Ex\u00e9rcito Brasileiro}}\n\n{{esbo\u00e7o-patrim\u00f4niobr}}\n\n{{DEFAULTSORT:Casa Forte Duarte Coelho}}\n[[Categoria:Fortifica\u00e7\u00f5es de Pernambuco|Duarte Coelho]]\n[[Categoria:Constru\u00e7\u00f5es de Olinda]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria de Olinda]]\n[[Categoria:Constru\u00e7\u00f5es demolidas do Brasil]]\n[[Categoria:Funda\u00e7\u00f5es no Brasil em 1535]]"}]},"5297699":{"pageid":5297699,"ns":0,"title":"Pr\u00eamio Memorial Edward Harrison","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''Pr\u00eamio Memorial Edward Harrison''' foi concedido de 1926 a 1979 pela [[Chemical Society]] e de 1980 a 2007 pela [[Royal Society of Chemistry]] a um qu\u00edmico com menos de 32 amos de idade, trabalhando nas \u00e1reas de [[qu\u00edmica te\u00f3rica]] e [[f\u00edsico-qu\u00edmica]]. Celebra o trabalho do qu\u00edmico [[Edward Frank Harrison]], a quem \u00e9 creditado a produ\u00e7\u00e3o da primeira [[m\u00e1scara de g\u00e1s]].{{citar web|url=http://www.rsc.org/ScienceAndTechnology/Awards/Archive/HarrisonMemorial/index.asp |t\u00edtulo=Harrison Memorial Prize |acessodata=2009-05-15}}\n\nEm 2008 o pr\u00eamio foi aglutinado com a [[Medalha e Pr\u00eamio Meldola]], formando o [[Pr\u00eamio Memorial Harrison-Meldola]].\n\n==Recipientes==\n*1926 [[Charles Robert Harington]]\n*1929 [[Patrick Linstead]]\n*1932 [[Harry Julius Emel\u00e9us]]\n*1935 [[Leslie Sutton]]\n*1938 [[Alexander King]]\n*1941 [[H. Norman Rydon]]\n*1944 [[Leslie F. Wiggins]]\n*1947 [[Derek Barton]]\n*1950 [[Hugh Christopher Longuet-Higgins]]\n*1953 [[Ronald Gillespie]]\n*1956 [[Leslie Orgel]]\n*1959 [[Amyand Buckingham]]\n*1962 [[Alan Carrington]]\n*1965 [[G Williams]]\n*1968 [[Geoffrey Luckhurst]]\n*1971 [[G. Michael Bancroft]]\n*1974 [[C Masters]]\n*1978 [[Myron Evans]]\n*1981 [[Anthony Barrett]]\n*1984 [[S. K. Scott]]\n*1987 [[Kenneth Dawson]]\n*1988 [[Peter J. Knowles]]\n*1989 [[Joe Crayston]]\n*1990 [[Luet-Lok Wong]]\n*1991 [[M. J. Rosseinsky]]\n*1992 [[Colin D. Bain]]\n*1993 [[Jas Pal Badyal]]\n*1994 [[Andrew J. Orr-Ewing]]\n*1995 [[M. G. Davidson]]\n*1996 [[Helen H. Fielding]]\n*1997 [[M. Wilson]]\n*1998 N\u00e3o houve premia\u00e7\u00e3o\n*1999 [[A. E. H. Wheatley]]\n*2000 [[Jonathan P. K. Doye]]\n*2001 [[N. E. Leadbeater]], [[Jonathan P. Reid]]\n*2002 [[C. A. Morrison]]\n*2003 [[C. Vallance]]\n*2004 [[Sharon Ashbrook]]\n*2005 [[R. J. Allen]]\n*2006 [[Saif A. Haque]]\n*2007 [[Katherine Holt]]{{citar web|url=http://www.rsc.org/ScienceAndTechnology/Awards/HarrisonMeldolaMemorialPrizes/CurrentWinner1.asp |t\u00edtulo=Edward Harrison Memorial Prize 2007 Winner |acessodata=2009-05-15}}\n\n*A partir de 2009 ver [[Harrison-Meldola Memorial Prizes]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{Royal Society of Chemistry}}\n\n{{DEFAULTSORT:Premio Memorial Edward Harrison}}\n[[Categoria:Pr\u00eamios de qu\u00edmica]]\n[[Categoria:Pr\u00eamios estabelecidos em 1926]]"}]},"65370":{"pageid":65370,"ns":0,"title":"Escorpi\u00e3o","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Reciclagem|data=outubro de 2013}}\n{{ver desambigua\u00e7\u00e3o}}\n{{Info/Taxonomia\n |nome = Escorpi\u00e3o\n |per\u00edodo_f\u00f3ssil = [[Siluriano|Siluriano Inferior]]-Recente, {{Per\u00edodo f\u00f3ssil|430|0}}\n |imagem = Asian forest scorpion in Khao Yai National Park.JPG\n |imagem_legenda = Escorpi\u00e3o das florestas da \u00c1sia (''Heterometrus laoticus'')\n |reino = [[Animalia]]\n |filo = [[Arthropoda]]\n |subfilo = [[Chelicerata]]\n |classe = [[Arachnida]]\n |ordem = Scorpiones\n |ordem_autoridade = C. L. Kock, 1837\n |subdivis\u00e3o_nome = [[Fam\u00edlia (biologia)|Fam\u00edlias]]\n |subdivis\u00e3o =[[Akravidae]]
[[Bothriuridae]]
[[Buthidae]]
[[Caraboctonidae]]
[[Chactidae]]
[[Chaerilidae]]
[[Euscorpiidae]]
[[Hemiscorpiidae]]
[[Iuridae]]
[[Microcharmidae]]
[[Pseudochactidae]]
[[Scorpionidae]]
[[Superstitioniidae]]
[[Vaejovidae]]\n}}\nO '''escorpi\u00e3o''', tamb\u00e9m conhecido por '''lacrau''' ou '''alacrau''', \u00e9 um animal [[invertebrado]] [[artr\u00f3pode]] (com patas formadas por v\u00e1rios segmentos) que pertence \u00e0 ordem '''Scorpiones''' estando enquadrado na classe dos [[aracn\u00eddeo]]s.\n\n''Scorpiones'' \u00e9 a ordem de artr\u00f3podes ar\u00e1cnidos terrestres que re\u00fane cerca de 2.000 esp\u00e9cies de '''escorpi\u00f5es''' que apresentam comprimento de 10cm a 12cm, corpo alongado e quel\u00edceras com tr\u00eas art\u00edculos. S\u00e3o animais geralmente discretos e noturnos, escondendo-se durante o dia sob troncos e cascas de \u00e1rvores.\n\n== Etimologia e origens ==\nO nome escorpi\u00e3o \u00e9 derivado do [[latim]] ''scorpio/scorpionis''. Lacrau vem do [[l\u00edngua \u00e1rabe|\u00e1rabe]] ''al-'aqrab''.\n\nExistem registros cient\u00edficos da exist\u00eancia dos escorpi\u00f5es h\u00e1 mais de 400 milh\u00f5es de anos. Segundo pesquisas, foram eles os primeiros [[artr\u00f3pode]]s a conquistar o [[ambiente]] terrestre. Nesta adapta\u00e7\u00e3o, lhes foi muito \u00fatil a carapa\u00e7a de [[quitina]] que comp\u00f5e o seu [[exoesqueleto]] e que evita a evapora\u00e7\u00e3o excessiva.\n\nAtualmente j\u00e1 est\u00e3o catalogadas cerca de 1600 esp\u00e9cies e subesp\u00e9cies distribu\u00eddas em 116 g\u00eaneros diferentes em todo o mundo. No Brasil existem cerca de 160 esp\u00e9cies.\n\nExistem escorpi\u00f5es em todos os continentes, exceto na [[Ant\u00e1rtida]]. Encontramos esp\u00e9cies nos [[Alpes]] su\u00ed\u00e7os e [[Europa]] em geral, no [[M\u00e9xico]], [[Estados Unidos]] e [[Canad\u00e1]], na [[Am\u00e9rica do Sul]] em geral, entre lixo e entulhos das pequenas e grandes cidades, na Floresta Amaz\u00f4nica (Brasil), na [[Oceania]], no norte do [[Mediterr\u00e2neo]], no [[Oriente M\u00e9dio]], na [[\u00cdndia]], no norte e sul da [[\u00c1frica]] e [[\u00c1sia]]. Suas cores variam do amarelo palha ao negro total, passando por tons intermedi\u00e1rios, como o amarelo-avermelhado, vermelho-amarronzado, marrom e tons de verde ou mesmo de azul.\n\n== Vida, alimenta\u00e7\u00e3o e h\u00e1bitos ==\nAs diferentes esp\u00e9cies de escorpi\u00f5es t\u00eam tempos de vida muito diferentes e o tempo de vida real da maioria das esp\u00e9cies n\u00e3o \u00e9 conhecido. A gama do tempo de vida parece situar-se entre os 4 a 25 anos, tendo sido 25 anos o tempo de vida m\u00e1ximo registado para a esp\u00e9cie ''H. arizonensis''.\n\nPreferem viver em \u00e1reas com uma temperatura entre 20 \u00b0C e 37 \u00b0C, mas sobrevivem em temperaturas de 0 \u00b0C a 56 \u00b0C. Perfeitamente adaptados \u00e0s condi\u00e7\u00f5es climat\u00e9ricas do deserto, suportam uma amplitude t\u00e9rmica di\u00e1ria na ordem dos 40 \u00b0C. Escorpi\u00f5es do g\u00eanero Scorpiops, alguns da fam\u00edlia bothriurid que vivem na Patag\u00f4nia e pequenos Euscorpius da Europa central podem sobreviver \u00e0 temperaturas de inverno que chegam a -25\u00baC (\u221213 \u00b0F). Em Repetek (Turcomenist\u00e3o) vivem sete esp\u00e9cies de escorpi\u00e3o (das quais a Pectinibuthus birulai \u00e9 end\u00eamica) em temperaturas que variam de -31\u00baC a 51\u00baC.\n\n[[Imagem:Black scorpion.jpg|thumb|esquerda|200px|Escorpi\u00e3o-negro (''Androctonus crassicauda'').]]\n\nS\u00e3o animais carn\u00edvoros e t\u00eam geralmente h\u00e1bitos de sair de noite, quando ca\u00e7am e se reproduzem. Detectam suas presas por vibra\u00e7\u00f5es no ar, no solo e sinais qu\u00edmicos, todos detectados por sens\u00edveis pelos distribu\u00eddos principalmente nas suas pin\u00e7as e patas. Sua alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada em principalmente em insetos e aranhas, mas podem se alimentar de outros escorpi\u00f5es (o canibalismo \u00e9 uma pr\u00e1tica comum entre todos os aracn\u00eddeos), lagartos e at\u00e9 pequenos roedores e p\u00e1ssaros. Os escorpi\u00f5es conseguem comer quantidades imensas de alimento, mas conseguem sobreviver com 10% da comida de que necessitam, podendo passar at\u00e9 um ano sem comer e consumindo pouqu\u00edssima \u00e1gua, quase nada durante sua vida inteira.\n\nUsam seu veneno normalmente para imobilizar a presa, mas tamb\u00e9m serve para pr\u00e9 digerir os \u00f3rg\u00e3os internos e v\u00edsceras do animal. Em seguida, usam suas quel\u00edceras (pequeno par de \"presas\" na parte frontal do prossoma) para dilacerar sua comida enquanto os sucos digestivos do intestino s\u00e3o regurgitados para fazer uma digest\u00e3o externa, que ent\u00e3o \u00e9 sugada sob a forma l\u00edquida. Qualquer mat\u00e9ria s\u00f3lida indigest\u00edvel (pelo, exoesqueleto, etc) \u00e9 preso por cerdas na cavidade pr\u00e9-oral, o que \u00e9 ejetado pelo escorpi\u00e3o. Ou seja, assim como as aranhas, eles n\u00e3o conseguem ingerir material s\u00f3lido.\n\nOs predadores naturais do escorpi\u00e3o s\u00e3o aves, alguns [[r\u00e9pteis]] (cobras e alguns [[lagarto]]s), algumas [[aranha]]s, [[formiga]]s, entre outros. Na natureza, o tamanho \u00e9 essencial para determinar quem \u00e9 presa ou predador.\n\n== Reprodu\u00e7\u00e3o ==\n[[Ficheiro:Scorpion Photograph By Shantanu Kuveskar.jpg|miniaturadaimagem|''[[Hottentotta tamulus]]'']]\nA [[reprodu\u00e7\u00e3o]] da grande maioria das esp\u00e9cies \u00e9 sexuada, exigindo a interven\u00e7\u00e3o de [[macho]]s e [[f\u00eamea]]s. Por\u00e9m, algumas esp\u00e9cies possuem [[reprodu\u00e7\u00e3o monoica]] (tamb\u00e9m chamada [[partenog\u00eanese]]), ou seja, n\u00e3o exige a presen\u00e7a de machos. Neste processo, \u00f3vulos n\u00e3o fertilizados d\u00e3o origem a embri\u00f5es vivos. Na reprodu\u00e7\u00e3o sexuada, tal como em outras esp\u00e9cies, h\u00e1 uma dan\u00e7a nupcial que antecede o acasalamento. O macho limpa o ch\u00e3o com os pentes e deposita a\u00ed uma c\u00e1psula contendo [[espermatoz\u00f3ide]]s (espermat\u00f3foro). De seguida, arrasta a f\u00eamea para cima dos espermatoz\u00f3ides a fim de que ela os receba.\n\nH\u00e1 esp\u00e9cies de escorpi\u00f5es que s\u00e3o [[viv\u00edparo|viv\u00edpara]]s (Se desenvolvem dentro do corpo da f\u00eamea em uma placenta), mas a maioria \u00e9 [[ovoviviparidade|ovoviv\u00edpara]] (se desenvolvem em um ovo dentro do corpo da f\u00eamea, que eclode internamente). Podem gerar de 6 a 90 filhotes e o tempo de gesta\u00e7\u00e3o varia com a temperatura, esp\u00e9cie e alimenta\u00e7\u00e3o da m\u00e3e, podendo estar entre 2 meses e 2 anos. Os filhotes nascem completamente brancos e por meio de parto, atrav\u00e9s de uma fenda genital. Eles ficam colados ao dorso materno por cerca de 10 a 14 dias at\u00e9 completar-se a primeira muda (quanto mais jovem o escorpi\u00e3o, mais mudas ele far\u00e1) at\u00e9 que consigam obter seu pr\u00f3prio alimento sozinhos. A idade adulta \u00e9 alcan\u00e7ada com cerca de um ano de vida.\n\n== Caracter\u00edsticas ==\n[[Ficheiro:Vista ventral de un escorpi\u00f3n.jpg|miniaturadaimagem|Ap\u00eandice sensorial, O pente.]]\nO corpo dos escorpi\u00f5es \u00e9 dividido em [[prossoma]] e opistossoma, sendo esse dividido em [[mesossoma]] e [[metassoma]].\n* O prossoma possui segmentos fundidos em um escudo cef\u00e1lico em forma de carapa\u00e7a, \u00e9 a regi\u00e3o anterior, onde se encontram os olhos, quel\u00edceras, [[pedipalpo]]s terminados em quelas (pin\u00e7as) e pernas.\n* O opistossoma \u00e9 a regi\u00e3o alongada do [[corpo]], subdividida em mesossoma, com sete segmentos, e metassoma, com cinco segmentos. No primeiro segmento do mesossoma apresenta um gon\u00f3poro recoberto por um op\u00e9rculo genital, no segundo segmento se encontra um ap\u00eandice sensorial \u00fanico dentre os aracn\u00eddeos chamado pente. Do terceiro ao sexto segmento do mesossoma apresentam, cada um, um par de pulm\u00f5es foli\u00e1ceos.{{citar livro|titulo=Invertebrados|ultimo=Brusca|primeiro=Richard C.|ultimo2=Brusca|primeiro2=Gary J.|editora=Guanabara Koogan|ano=2007|local=Rio de Janeiro|paginas=693-694|acessodata=}} O metassoma n\u00e3o apresenta ap\u00eandices. Respectivamente se encontra no fim do metassoma uma estrutura cil\u00edndrica com um espinho na ponta, chamada ''[[telson]],'' contendo duas [[gl\u00e2ndula]]s de [[veneno]] e o aguilh\u00e3o (o ferr\u00e3o).\n\nOs artr\u00f3podes possuem esqueleto externo (um [[exoesqueleto]]), uma estrutura dura, quitinosa, que reveste seu corpo, sem antenas, com quatro pares de patas tor\u00e1cicas e um par de palpos. Respiram por meio de [[filotraqueias]], pulm\u00f5es foliares, como p\u00e1ginas de um livro.\n\n[[Imagem:Bark Scorpion.jpg|thumb|esquerda|200px|Das 1600 esp\u00e9cies de escorpi\u00e3o, apenas 25 causam graves acidentes ao homem.]]\nAlgumas esp\u00e9cies atingem dimens\u00f5es da ordem dos 30 cm e chegam a capturar at\u00e9 pequenos vertebrados ([[lagartos]], r\u00e3s e [[roedores]]).\n\nOs escorpi\u00f5es diferem dos outros aracn\u00eddeos por terem palpos compridos, al\u00e9m da caracter\u00edstica cauda longa e perigosa. Os palpos funcionam como pin\u00e7as grandes e poderosas, que podem ser usadas para segurar e dominar suas presas. S\u00e3o muito sens\u00edveis ao tato e ao deslocamento do ar, devido \u00e0 presen\u00e7a de cerdas muito longas e finas.Os escorpi\u00f5es tamb\u00e9m podem possuir maior n\u00famero de olhos que outros aracn\u00eddeos, algumas esp\u00e9cies chegando a possuir at\u00e9 seis pares, embora n\u00e3o seja comum.\n\n[[Imagem:Sorpion Under Blacklight.jpg|thumb|direita|Um escorpi\u00e3o sob [[luz ultravioleta]]: diante de uma ilumina\u00e7\u00e3o comum, este escorpi\u00e3o permanece na cor preta.]]\n\nA divis\u00e3o dos tagmas em Scorpiones se diferencia da maioria dos outros aracn\u00eddeos por apresentar prossoma, mesossoma e metassoma. O opistossoma \u00e9 bastante segmentado, chegando a apresentar doze segmentos. O opistossoma divide-se em mesossoma, com sete segmentos, e metassoma, por\u00e7\u00e3o formada pelos cinco segmentos posteriores. Estes constituem a cauda, juntamente com o t\u00e9lson, o \u00faltimo segmento. A cauda termina como um aguilh\u00e3o e \u00e9 atrav\u00e9s deste ferr\u00e3o que o escorpi\u00e3o inocula sua pe\u00e7onha. No prossoma localizam-se os dois olhos medianos, na sali\u00eancia c\u00f4moro ocular, e os olhos laterais, de cada lado da carapa\u00e7a. Alguns escorpi\u00f5es podem brilhar quando expostos \u00e0 [[luz ultravioleta]] (UV), adquirindo uma cor verde-fluorescente,{{citar web|URL=http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI194990-17770,00-ESCORPIAO+BRILHA+NO+ESCURO+PARA+DETECTAR+LUAR.html|t\u00edtulo=Escorpi\u00e3o brilha no escuro para detectar luar|autor=|data=|publicado=Revista Galileu|acessodata=20 de outubro de 2013}}{{citar web|URL=http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/1261-biologos-descobriram-o-motivo-pelo-qual-escorpioes-brilham-na-luz-uv|t\u00edtulo=Bi\u00f3logos descobriram o motivo pelo qual escorpi\u00f5es brilham na luz UV|autor=Osmairo Valverde|data=1 de janeiro de 2012|publicado=Jornal Ci\u00eancia|acessodata=20 de outubro de 2013|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131114023212/http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/1261-biologos-descobriram-o-motivo-pelo-qual-escorpioes-brilham-na-luz-uv|arquivodata=2013-11-14|urlmorta=yes}} pois seu exoesqueleto \u00e9 [[fotossens\u00edvel]]. O exoesqueleto do escorpi\u00e3o \u00e9 muito sens\u00edvel \u00e0 radia\u00e7\u00e3o ultravioleta.{{citar web|URL=http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/escorpioes-podem-enxergar-com-o-corpo-inteiro-diz-estudo|t\u00edtulo=Escorpi\u00f5es podem 'enxergar' com o corpo inteiro, diz estudo|autor=|data=2 de janeiro de 2012|publicado=Veja|acessodata=20 de outubro de 2013}}\n\n== Veneno e toxicidade ==\nO ferr\u00e3o do escorpi\u00e3o (chamado de ''telson''), al\u00e9m de servir para agarrar a presa, defender-se, e no acasalamento, inocula na presa um [[veneno]]. Este veneno cont\u00e9m uma s\u00e9rie de subst\u00e2ncias cuja composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica n\u00e3o est\u00e1 bem definida, por\u00e9m cont\u00e9m [[neurotoxina]]s, [[histamina]]s, [[serotonina]], [[enzima]]s, inibidores de enzimas, e outras. Parece, segundo os pesquisadores, que as neurotoxinas agem sobre as [[c\u00e9lula]]s nervosas da presa, com uma certa especificidade, dependendo do tipo de animal.\n\n\u00c9 interessante saber que a toxicidade do veneno de um escorpi\u00e3o pode ser comparada com o tamanho de seus pedipalpos (o equivalente ao bra\u00e7o humano do escorpi\u00e3o); quanto mais robustos os [[pedipalpo]]s, menos o escorpi\u00e3o utiliza-se do veneno para com suas presas e quanto menores eles forem, mais o veneno do escorpi\u00e3o pode ser letal \u00e0s suas presas.\n\nO veneno de escorpi\u00f5es do tipo ''[[Tityus serrulatus]]'', que parece ser o veneno mais t\u00f3xico de todos os escorpi\u00f5es da [[Am\u00e9rica do Sul]], age sobre o [[sistema nervoso|sistema nervoso perif\u00e9rico]] dos humanos, causando dor, pontadas, aumentando a pulsa\u00e7\u00e3o [[cora\u00e7\u00e3o|card\u00edaca]] e diminuindo a temperatura corporal. Estes sintomas, devido ao seu peso corporal, s\u00e3o mais acentuados em crian\u00e7as, e devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, aos idosos. Todos os escorpi\u00f5es s\u00e3o venenosos, por\u00e9m apenas 25 esp\u00e9cies podem ser mortais aos humanos. Sua ferroada assemelha-se em grau de toxicidade da ferroada de uma [[abelha]].\n\nO tratamento consiste na aplica\u00e7\u00e3o local da ferroada de um [[anest\u00e9sico]] (lidoca\u00edna a 2%) e soro antiescorpi\u00f4nico (obtido de escorpi\u00f5es vivos). O tratamento deve ser hospitalar, de prefer\u00eancia com a apresenta\u00e7\u00e3o do escorpi\u00e3o para facilitar o diagn\u00f3stico e o tratamento.\n\n{{refer\u00eancias|serie Scorpion=Serie que retrata a vida de um homem com um QI de 197 e trabalha para o governo americano}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{correlatos\n| commons = Scorpion\n| commonscat = Scorpiones\n| wikispecies = Scorpiones\n}}\n* [http://www.dedetizacao-consulte.com.br/escorpiao-escorpioes.asp Biologia, Habitat, Nutri\u00e7\u00e3o e Medidas Preventivas dos Escorpi\u00f5es]\n* [http://www.arachnology.be/Arachnology.html Arachnology]\n* [https://web.archive.org/web/20050407175857/http://www.americanarachnology.org/gallery_entrance.html Arachnid Photo Gallery](The American Arachnological Society)\n* [https://web.archive.org/web/20050509081709/http://www.butantan.gov.br/materialdidatico/Numero4/numero4.htm Instituto Butant\u00e3]\n{{Portal3|Biologia|Zoologia}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{Arachnida}}\n\n{{DEFAULTSORT:Escorpiao}}\n[[Categoria:Aracn\u00eddeos]]\n[[Categoria:Escorpi\u00f5es|!]]\n[[Categoria:F\u00f3sseis vivos]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Ambox rewrite.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Animal diversity October 2007 for thumbnail.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Asian forest scorpion in Khao Yai National Park.JPG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bark Scorpion.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Black scorpion.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Information icon.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Scorpion Photograph By Shantanu Kuveskar.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Sorpion Under Blacklight.jpg"}]},"3639064":{"pageid":3639064,"ns":0,"title":"Smilax azorica","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Smilax azorica''\n| cor =lightgreen \n| imagem =\n| imagem_legenda =\n| estado= VU\n| estado_sistema = IUCN 2.3\n| reino = [[Plantae]]\n| divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n| classe = [[Liliopsida]]\n| ordem = [[Liliales]] \n| fam\u00edlia = [[Smilacaceae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Smilax]]''\n| binomial= ''Smilax azorica''\n| binomial_autoridade = H.Schaef. & P.Schoenfelder\n| sin\u00f3nimos=\n*''Smilax canariensis'' auct., non [[Willd.]]\n*''Smilax divaricata'' [[Sol.]] ''ex'' [[H.C.Watson]]Schaefer H., & Schoenfelder P. 2009. \"Smilax canariensis, S. azorica (Smilacaceae) and the genus Smilax in Europe.\" In: , eds. ''Homenaje al Profesor Dr. Wolfredo Wildpret de la Torre''. pp. 297-307. , Instituto de Estudios Canarios.\n}}\n'''''Smilax azorica''''' H.Schaef. & P.Schoenfelder \u00e9 uma trepadeira pertencente \u00e0 fam\u00edlia das [[Smilacaceae]], [[endemismo]] dos [[A\u00e7ores]]. Esta esp\u00e9cie foi recentemente autonomizada da esp\u00e9cie ''[[Smilax canariensis]]'' [[Willd.]].\n==Descri\u00e7\u00e3o==\nA esp\u00e9cie \u00e9 uma [[liana]] lenhosa, com caules espinhosos e folhas alternas, ovadas, cuneiformes ou truncadas na base, com caules n\u00e3o espinhosos e com gavinhas que nascem das bainhas estipulare.\n\nAs [[flor]]es s\u00e3o unissexuais, dispostas em [[glom\u00e9rulo]]s umbeliformes.\n\nOs [[fruto]]s s\u00e3o [[baga]]s que adquirem uma tonalidade avermelhada quando maduros, passando depois a negras.\n\n{{Esbo\u00e7o}}\n\n{{Refer\u00eancias|Notas}}\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://azoresbioportal.uac.pt/pt/especies-dos-acores/smilax-azorica-10126/ ''Smilax azorica'' no AzoresBioPortal]\n*[http://plantas-e-pessoas.blogspot.pt/2010/07/smilax-azorica-smilacaceae.html Fotografia de ''Smilax azorica'']\n*[http://galeria.azoresbioportal.angra.uac.pt/ver.php?seccao=4&id=F00876 Fotografias de ''Smilax azorica'' no AzoresBioPortal]\n\n{{Portal3|Bot\u00e2nica}}\n{{Flora protegida A\u00e7ores}}\n\n[[Categoria:Flora end\u00e9mica dos A\u00e7ores]]\n[[Categoria:Smilacaceae]]\n[[Categoria:Flora de Portugal]]"}]},"2234049":{"pageid":2234049,"ns":0,"title":"Castelnuovo (Vergato)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais notas|data=novembro de 2015}}\n{{sem imagem}}\n\n'''Castelnuovo''' \u00e9 uma aldeia na [[comuna italiana]] de [[Vergato]]{{citar web|url=http://demo.istat.it/pop2011/index.html|t\u00edtulo=Statistiche demografiche ISTAT|autor=|data=|publicado=Dato istat|acessodata=|l\u00edngua=it}}{{citar web|url=http://demo.istat.it/bil2010/index.html|t\u00edtulo=Popolazione residente al 31 dicembre 2010|autor=|data=|publicado=Dato istat|acessodata=|l\u00edngua=it}}{{citar web|url=http://dati.istat.it/Index.aspx|t\u00edtulo=[[Istituto Nazionale di Statistica]]|autor=|data=|publicado=Statistiche I.Stat|acessodata=|l\u00edngua=it}}, onde ocorreu a [[Batalha de Castelnuovo]] entre a [[For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira]], e o [[Ex\u00e9rcito Alem\u00e3o]].{{carece de fontes|data=abril de 2017}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-geoit}}\n\n[[Categoria:Bolonha (prov\u00edncia)]]"}]},"5098808":{"pageid":5098808,"ns":0,"title":"Evol","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/\u00c1lbum \n |nome = Evol\n |tipo = est\u00fadio\n |imagem = \n |artista = [[Future]]\n |lan\u00e7ado = 6 de fevereiro de 2016\t\n |gravado = 2015\n |g\u00eanero = {{Lista horizontal|\n*[[Hip hop]]\n*[[Trap]]\n}}\n |dura\u00e7\u00e3o = 39:26\n |idioma = {{Lista horizontal|\n*[[Ingl\u00eas (idioma)|Ingl\u00eas]]\n}}\n |gravadora = {{Lista horizontal|\n*A1 Records\n*Freebandz\n*[[Epic Records]]\n}}\n |produtor = {{Lista horizontal|\n*Future {{small|([[Produtor executivo|exec.]])}}\n*Metro Boomin {{small|(exec.)}}\n*Southside\n*[[The Weeknd]]\n*Ben Billion$\n*Schife Karbeen\n*TM88\n*DaHeala\n*DJ Spinz\n* MP808\n* $K\n}}\n |certifica\u00e7\u00e3o = \n |\u00faltimo \u00e1lbum = ''[[What a Time to Be Alive]]''
(2015)\n |pr\u00f3ximo \u00e1lbum = \n |miscel\u00e2neo = {{Singles\n|Nome = EVOL\n|Tipo = est\u00fadio\n|single 1 = [[Low Life (can\u00e7\u00e3o)|Low Life]]\n|single 1 data = {{Data de in\u00edcio|2016|3|1|lang=br}}\n|single 2 = Wicked\n|single 2 data = {{Data de in\u00edcio|2016|5|13|lang=br}}\n}}}}\n\n'''''Evol''''' \u00e9 o quarto [[\u00e1lbum de est\u00fadio]] do cantor de [[hip hop]] [[estadunidense]] [[Future]]. Foi lan\u00e7ado em 6 de fevereiro de 2016, pelas [[Editora discogr\u00e1fica|editoras discogr\u00e1ficas]]; A1 Records, Freebandz e [[Epic Records]].\n\n== Performance comercial ==\nO \u00e1lbum estreou na lideran\u00e7a da [[Billboard 200|''Billboard'' 200]] com 134,000 unidades equivalentes comercializadas; e vendeu 100,000 copias na primeira semana.{{citar web| url=http://www.billboard.com/articles/columns/chart-beat/6875223/future-evol-billboard-200-no-1 |t\u00edtulo=Future Scores Third No. 1 Album on Billboard 200 Chart |obra=Billboard }}{{citar web|t\u00edtulo=Charts Don't Lie: February 17|url=http://www.hotnewhiphop.com/charts-dont-lie-february-17-news.20208.html|obra=hotnewhiphop}} ''EVOL'' \u00e9 o terceiro projeto de Future a liderar a ''Billboard'' 200 em um espa\u00e7o de sete meses.{{citar web|t\u00edtulo=Future's \"EVOL\" hits #1 In Its First Week|url=http://www.hotnewhiphop.com/futures-evol-hits-1-in-its-first-week-news.20147.html|obra=hotnewhiphop}} Ate mar\u00e7o de 2016, o \u00e1lbum vendeu 125,000 copias no Estados Unidos.{{citar web|url=http://www.hotnewhiphop.com/charts-dont-lie-march-2-news.20430.html|t\u00edtulo=Charts Don't Lie: March 2|obra=hotnewhiphop.com }}\n\n== Faixas ==\n{{Track listing\n| headline = Edi\u00e7\u00e3o padr\u00e3o{{citar web|url= https://itunes.apple.com/us/album/evol/id1081197363 |t\u00edtulo= EVOL by Future on iTunes |publicado= iTunes }}\n| writing_credits = yes\n| extra_column = Produtor(s)\n| total_length = 39:26\n\n| title1 = Ain't No Time\n| extra1 = {{hlist|Southside}}\n| length1 = 3:22\n\n| title2 = In Her Mouth\n| extra2 = {{hlist|Southside}}\n| length2 = 3:12\n\n| title3 = Maybach\n| extra3 = {{hlist|Metro Boomin|Southside}}\n| length3 = 3:40\n\n| title4 = Xanny Family\n| extra4 = {{hlist|Metro Boomin|Southside}}\n| length4 = 3:05\n\n| title5 = Lil Haiti Baby\n| extra5 = {{hlist|Ben Billion$|Schife Karbeen}}\n| length5 = 4:37\n\n| title6 = Photo Copied\n| extra6 = {{hlist|Metro Boomin|Southside}}\n| length6 = 2:52\n\n| title7 = Seven Rings\n| extra7 = {{hlist|TM88|MP808}}\n| length7 = 3:25\n\n| title8 = Lie to Me\n| extra8 = {{hlist|DJ Spinz|$K}}\n| length8 = 3:32\n\n| title9 = Program\n| extra9 = {{hlist|Southside}}\n| length9 = 2:56\n\n| title10 = [[Low Life (can\u00e7\u00e3o)|Low Life]]\n| note10 = featuring [[The Weeknd]]\n| extra10 = {{hlist|Metro Boomin|Ben Billion$|The Weeknd{{ref|a|[a]}}|DaHeala{{ref|a|[a]}}}}\n| length10 = 5:13\n\n| title11 = Fly Shit Only\n| extra11 = {{hlist|DJ Spinz|$K}}\n| length11 = 3:32\n}}\n{{Track listing\n| headline = Edi\u00e7\u00e3o para Streaming{{citar web|url=https://open.spotify.com/track/6BbINUfGabVyiNFJpQXn3x|t\u00edtulo=EVOL no spotify}}\n| extra_column = Produtor(s)\n| total_length = 2:53\n\n| title12 = Wicked\n| extra12 = {{hlist|Metro Boomin|Southside}}\n}}\n\n==Desempenho nas paradas ==\n{| class=\"wikitable plainrowheaders sortable\"\n|-\n! scope=\"col\"| Paradas (2016)\n! scope=\"col\"| Melhor
posi\u00e7\u00e3o\n|-\n{{albumchart|Australia|31|artist=Future [US]|album=Evol}}\n|-\n{{albumchart|Flanders|96|artist=Future [US]|album=Evol}}\n|-\n{{albumchart|Wallonia|146|artist=Future [US]|album=Evol}}\n|-\n{{albumchart|BillboardCanada|5|artist=Future}}\n|-\n{{albumchart|Billboard200|1|artist=Future}}\n|-\n{{albumchart|BillboardRandBHipHop|1|artist=Future}}\n|-\n{{albumchart|France|95|artist=Future [US]|album=Evol}}\n|-\n{{albumchart|Netherlands|82|artist=Future [US]|album=Evol}}\n|-\n{{albumchart|UK2|34|date=2016-02-18}}\n|-\n{{albumchart|UKR&B|3|date=2016-02-18}}\n|}\n\n==Hist\u00f3rico de lan\u00e7amento==\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n! Region\n! Format\n! Date\n! Label\n|-\n| {{EUA}}{{citar web|url=https://itunes.apple.com/us/album/evol/id1081197363 |t\u00edtulo=iTunes - Music - EVOL by Future |publicado=Itunes (US) }}\n| rowspan=\"2\" | {{flatlist|\n* [[Music download|Digital download]]\n}}\n| rowspan=\"2\" | 6 de fevereiro de 2016\n| rowspan=\"2\" | {{flatlist|\n* A1\n* Freebandz\n* [[Epic Records|Epic]]\n}}\n|-\n| {{GBR}}{{citar web|url=https://itunes.apple.com/gb/album/evol/id1081197363 |t\u00edtulo=iTunes - Music - EVOL by Future |publicado=Itunes (GB) }}\n|}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[\u00c1lbuns n\u00famero um na Billboard 200 em 2016|\u00c1lbuns n\u00famero um na ''Billboard'' 200 em 2016]]\n\n{{Refer\u00eancias|col=3}}\n[[Categoria:\u00c1lbuns de Future]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns de 2016]]"}]},"2002549":{"pageid":2002549,"ns":0,"title":"Delbert Wiens","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais notas-bpv|data=junho de 2017}}\n'''Delbert Wiens''' ([[1932]] \u2014 ) \u00e9 um [[bot\u00e2nico]]. especializado no estudo de plantas [[parasita]]s.[http://plants.jstor.org/person/bm000009266 Biografia de Delbert Wiens no JSTOR.] {{en}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{m\u00ednimo}}\n\n{{Bot\u00e2nico|Wiens}}\n\n{{DEFAULTSORT:Wiens, Delbert}}\n[[Categoria:Bot\u00e2nicos dos Estados Unidos]]"}]},"2659088":{"pageid":2659088,"ns":0,"title":"Big Science (\u00e1lbum)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/\u00c1lbum\n |nome = Big Science\n |tipo = \u00c1lbum\n |artista = [[Laurie Anderson]]\n |capa = \n |lan\u00e7ado = Abril de [[1982]]\n |gravado = \n |g\u00eanero = [[Avant-garde]]
[[M\u00fasica experimental]]
[[Pop music]]\n |dura\u00e7\u00e3o = 38:19\n |gravadora = Warner Bros.\n |produtor = Laurie Anderson - [[Roma Baran]]\n |formato = \n |\u00faltimo_\u00e1lbum = ''[[You're the Guy I Want To Share My Money With]]''
(1981)\n |pr\u00f3ximo_\u00e1lbum = ''[[Mister Heartbreak]]''
(1984)\n |miscel\u00e2neo = \n}}\n'''Big Science''' \u00e9 o [[\u00e1lbum]] de estr\u00e9ia da [[Performance|performer]] e artista experimental [[Laurie Anderson]] em carreira solo, foi lan\u00e7ado em 1982 pela [[Warner Music]][http://www.allmusic.com/album/big-science-r611 AllMusic: \"Big Science\"].\n{{Cr\u00edticas profissionais\n |MC = \n |cri1 = [[AllMusic]]\n |ava1 = {{Avalia\u00e7\u00e3o|4.5|5}} [http://www.allmusic.com/album/big-science-r611 Avalia\u00e7\u00e3o no AllMusic]\n |cri2 = [[Robert Christgau]]\n |ava2 = (A-) [http://robertchristgau.com/get_artist.php?name=laurie+anderson Avalia\u00e7\u00e3o de Robert Christgau]\n |cri3 = [[Pitchfork Media]]\n |ava3 = (8.7/10) [http://www.pitchforkmedia.com/article/record_review/44356-big-science Avalia\u00e7\u00e3o na Pitchfork Media]\n |cri4 = [[Rolling Stone]]\n |ava4 = {{Avalia\u00e7\u00e3o|4|5}} [http://www.rollingstone.com/artists/laurieanderson/albums/album/118865/rid/5945420/ Avalia\u00e7\u00e3o na Rolling Stone]\n |semprosa = sim\n}}\n\n== Faixas ==\n''Todas as faixas de [[Laurie Anderson]].''\n\n# \"From the Air\" \u2013 4:29\n# \"Big Science\" \u2013 6:14\n# \"Sweaters\" \u2013 2:18\n# \"Walking & Falling\" \u2013 2:10\n# \"Born, Never Asked\" \u2013 4:56\n# \"[[O Superman|O Superman (For Massenet)]]\" \u2013 8:21\n# \"Example #22\" \u2013 2:59\n# \"Let X=X/It Tango\" \u2013 6:51 (\"Let X=X\" \u2013 3:51; \"It Tango\" \u2013 3:01)\n\n== Cr\u00e9ditos ==\n* [[Laurie Anderson]] \u2013 [[vocal]], [[vocoder]], \u00f3rg\u00e3o farfisa, [[percuss\u00e3o]], Oberheim OB-Xa, violino, eletr\u00f4nicos, teclado, [[palmas]], [[assovio]], [[marimba]].\n* [[Roma Baran]] \u2013 baixo farfisa, [[harm\u00f3nica de vidro]], palmas, [[Teclado eletr\u00f4nico|casiotone]], [[acordeon]], assovio.\n\n* [[Perry Hoberman]] \u2013 palmas, [[flauta]], [[saxofone]], [[piccolo]], [[backing vocal]].\n* [[Bill Obrecht]] \u2013 [[saxofone alto]].\n* [[Peter Gordon]] \u2013 [[clarinete]], [[saxofone tenor]].\n* [[David Van Tieghem]] \u2013 bateria, [[t\u00edmpano]], [[marimba]], percuss\u00e3o.\n\n=== Pessoal Adicional ===\n* Rufus Harley \u2013 [[gaita de fole]] na faixa 3.\n* Chuck Fisher \u2013 saxofone alto e saxofone tenor na faixa 7.\n* Richard Cohen \u2013 [[clarinete]], [[fagote]] e saxofone (bar\u00edtono) na faixa 7.\n* Leanne Ungar \u2013 backing vocal.\n* George Lewis \u2013 [[trombone]].\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Discogs lan\u00e7amento | id=308917 | name =Big Science}}\n* {{Album no Musicbrainz | id=5b9e6ad2-8f80-4713-bb8b-2e1f977c4808 | name = Big Science}}\n* {{Pitchfork Album| album=10455-big-science | name = Big Science}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|M\u00fasica}}\n\n[[Categoria:\u00c1lbuns de 1982]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns conceituais]]"}]},"5756558":{"pageid":5756558,"ns":0,"title":"Cliff Bastin","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Treinador\n|imagem=|nomecompleto=Clifford Sydney Bastin|apelido=''Boy Bastin''|datadenascimento={{dni|14|3|1912|si}}|cidadenatal=[[Heavitree]]|paisnatal=[[Reino Unido]]|datadefalecimento={{morte|4|12|1991|14|3|1912}}|cidadedamorte=[[Exeter]]|paisdamorte=[[Reino Unido]]|nacionalidade={{ENGn|a}}|altura=|p\u00e9=|posi\u00e7\u00e3o=|jovemanos=|jovemclubes=|ano=1928\u20131929
1929\u20131947
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{{0|0}}'''367''' {{0|0}} '''(184)'''|anoselecao=1931\u20131938|selecaonacional={{ENGf}}|partidasselecao={{0|00}}21 {{0|00}}(12)|treinadoranos=|treinadorclubes=|treinadorjogos=}}'''Clifford Sydney Bastin''' (14 de Mar\u00e7o de 1912 \u2013 4 de dezembro de 1991) foi um jogador de futebol ingl\u00eas que jogou como atacante no\u00a0[[Exeter City Football Club|Exeter City]] e no\u00a0[[Arsenal Football Club|Arsenal]].{{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20150723171656/http://www.arsenal.com/history/profiles/35/cliff-bastin|titulo=Cliff Bastin {{!}} Arsenal.com|data=2015-07-23|acessodata=2018-06-01}} Ele tamb\u00e9m jogou na\u00a0[[Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol|Sele\u00e7\u00e3o Inglesa]]. Bastin \u00e9 o terceiro maior artilheiro do Arsenal de todos os tempos.{{Citar web|url=https://www.arsenal.com/historic/players/cliff-bastin|titulo=Cliff Bastin|acessodata=2018-06-01|obra=www.arsenal.com|lingua=en}}\n\n== Carreira ==\n\n=== Exeter City ===\nNascido em Heavitree em [[Exeter]], Bastin come\u00e7ou sua carreira no [[Exeter City Football Club|Exeter City]], fazendo sua estr\u00e9ia no clube em 1928, com 16 anos. Apesar de ter jogado apenas 17 jogos e marcado 6 gols, ele foi visto pelo treinador do\u00a0[[Arsenal Football Club|Arsenal]],\u00a0[[Herbert Chapman]], em uma partida contra o [[Watford Football Club|Watford]].\u00a0Chapman estava no jogo para olhar um jogador do Watford, mas a habilidade de Bastin tornou-se t\u00e3o evidente que ele decidiu contrat\u00e1-lo no final da temporada 1928-29.\n\n=== Arsenal ===\nBastin fez sua estreia no Arsenal contra o [[Everton Football Club|Everton]] em 5 de outubro de 1929 e foi titular na temporada, fazendo 21 jogos naquela temporada. Ele passou a ser titular ao longo da pr\u00f3xima d\u00e9cada, jogando mais de 35 partidas em todas as temporadas at\u00e9 1937-38. \n\nSua apar\u00eancia jovem lhe valeu o apelido de \"''Boy Bastin''\", mas apesar disso, a carreira de Bastin foi caracterizada por sua frieza e precis\u00e3o na frente do gol; ele tamb\u00e9m se tornou o cobrador de p\u00eanaltis do Arsenal. Os feitos marcantes de Bastin s\u00e3o ainda mais not\u00e1veis, considerando que ele jogou na ala esquerda.\n\nCom o Arsenal, Bastin ganhou a [[Copa da Inglaterra|Ta\u00e7a de Inglaterra]] em 1929-30 e 1935-36, a [[Football League First Division|Primeira Divis\u00e3o]] em 1930-31, 1932-33, 1933-34, 1934-35 e 1937-38, a [[Supercopa da Inglaterra]] em 1930. Bastin tamb\u00e9m terminou como artilheiro do Arsenal em 1932-33 e 1933-34, com 33 e 15 gols, respectivamente. \n\nDepois que o atacante [[Ted Drake]] chegou em mar\u00e7o de 1934, Bastin n\u00e3o era mais o ala principal do Arsenal. Com Drake marcando a maior parte dos gols e Alex James cada vez mais indispon\u00edvel devido as les\u00f5es e a idade, Bastin foi transferido para a \u00e1rea central por grande parte da temporada 1935-36. \n\nUma les\u00e3o na perna direita o afastou de boa parte da temporada de 1938-39, a \u00faltima jogada antes do in\u00edcio da [[Segunda Guerra Mundial]].\n\nOs 178 gols de Bastin fez dele o maior artilheiro do clube de 1939 at\u00e9 1997, quando seu recorde foi superado por [[Ian Wright]]. Em 2005, [[Thierry Henry]] passou os dois e Bastin se tornou o terceiro maior artilheiro do Arsenal de todos os tempos. Seu recorde de 150 gols pelo Arsenal ficou um pouco mais longo, sendo igualado por Henry em 14 de janeiro de 2006 e superado por ele em fevereiro do mesmo ano.\n\n== Carreira na Sele\u00e7\u00e3o ==\nBastin fez sua estr\u00e9ia pela [[Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol|Sele\u00e7\u00e3o Inglesa]] contra [[Sele\u00e7\u00e3o Galesa de Futebol|o Pa\u00eds de Gales]]. Este jogo foi disputado em [[Anfield]] em 18 de novembro de 1931, que a Inglaterra ganhou por 3-1. Um dos destaques de sua carreira na Sele\u00e7\u00e3o Inglesa foi a famosa \"Batalha de Highbury\", onde a Inglaterra derrotou a It\u00e1lia em 1934, com 3 gols a dois. Bastin tamb\u00e9m apareceu em uma partida not\u00f3ria contra a Alemanha, em Berlim, em 1938, quando a equipe da Inglaterra foi ordenada a fazer a sauda\u00e7\u00e3o nazista antes do jogo.\n\n== P\u00f3s Carreira ==\nAp\u00f3s a aposentadoria, Bastin retornou \u00e0 sua terra natal, Exeter, e trabalhou em um [[pub]]. Ele morreu em 1991, aos 79 anos. Um stand no est\u00e1dio do Exeter, [[Saint James Park (Exeter)|St James Park]], foi nomeado em sua honra e em 2009 ele foi introduzido no [[Hall da Fama do Futebol Ingl\u00eas]].{{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20090711130144/http://www.arsenal.com/news/news-archive/bastin-and-mclintock-make-hall-of-fame|titulo=Bastin and McLintock make Hall of Fame {{!}} News Archive {{!}} News {{!}} Arsenal.com|data=2009-07-11|acessodata=2018-06-01}}\n\n== Vida pessoal ==\nBastin casou com Joan Saul, em [[Hendon]], [[North London|Londres]], em 1939.{{Citar web|url=http://www.englandfootballonline.com/TeamPlyrsBios/PlayersB/BioBastinCS.html|titulo=England Players - Cliff Bastin|acessodata=2018-06-01|obra=www.englandfootballonline.com}} Ela morreu em abril de 2012 com 96 anos. Eles tiveram duas filhas, Patricia e Barbara.{{Citar web|url=http://www.thisisannouncements.co.uk/16110590?s_source=clsw_tiwe|titulo=Family Announcements, BASTIN (Joan) - Funeral Directors and services - Devon area Announcements|acessodata=2018-06-01|obra=www.thisisannouncements.co.uk|lingua=en}}\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{Hall da Fama do Futebol Ingl\u00eas}}\n{{Arsenal Football Club}}\n\n{{DEFAULTSORT:Bastin, Cliff}}\n[[Categoria:Nascidos em 1912]]\n[[Categoria:Mortos em 1991]]\n[[Categoria:Futebolistas da Inglaterra]]\n[[Categoria:Futebolistas do Arsenal Football Club]]\n[[Categoria:Jogadores da Sele\u00e7\u00e3o Inglesa de Futebol]]"}]},"1353143":{"pageid":1353143,"ns":0,"title":"Fort Hall","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos Estados Unidos\n|nome = Fort Hall\n|imagem = Houses in Fort Hall, Idaho on the Fort Hall Indian Reservation.jpg\n|imagem_legenda = \n|estado = Idaho\n|condado = [[Condado de Bannock (Idaho)|Condado de Bannock]] e [[Condado de Bingham (Idaho)|Condado de Bingham]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 3193\n|data_pop = 2000\n|\u00e1rea = 91.1\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n|latG = 43\n|latM = 1\n|latS = 6\n|latP = N\n|lonG = 112\n|lonM = 26\n|lonS = 53\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = 1362\n|c\u00f3digoFIPS = 28360\n|tipo = Regi\u00e3o censit\u00e1ria\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Fort Hall''' \u00e9 uma [[Regi\u00e3o censit\u00e1ria|Regi\u00e3o censo-designada]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos da Am\u00e9rica|estado]] [[Estados Unidos da Am\u00e9rica|americano]] de [[Idaho]], no [[Condado de Bannock (Idaho)|Condado de Bannock]] e [[Condado de Bingham (Idaho)|Condado de Bingham]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 3193 [[habitante]]s.{{citar web |url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |titulo=U.S. Census Bureau. Census 2000 Summary File 1 |acessodata=2007-10-10 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html |arquivodata=2010-01-11 |urlmorta=yes }}\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de\n91,1 km\u00b2, dos quais 91,1 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]]. Fort Hall localiza-se a aproximadamente 1362[http://geonames.usgs.gov/domestic/download_data.htm U.S. Board on Geographic Names. Topical Gazetteers Populated Places. Gr\u00e1ficos do banco de dados de altitudes dos Estados Unidos da Am\u00e9rica] m acima do [[N\u00edvel m\u00e9dio das \u00e1guas do mar|n\u00edvel do mar]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[Raio (geometria)|raio]] de 36 km ao redor de Fort Hall.\n
\n[[Ficheiro:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Ficheiro:Map pointer black.svg|20px|Fort Hall]]'''Fort Hall'''}}\n{{Image label|x=0.102|y=0.604|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1840 habitantes (2000)]][[Aberdeen (Idaho)|Aberdeen]] (33 km)}}\n{{Image label|x=0.337|y=0.676|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|8px|Localidades com 627 habitantes (2000)]][[Arbon Valley (Idaho)|Arbon Valley]] (19 km)}}\n{{Image label|x=0.604|y=0.262|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 10419 habitantes (2000)]][[Blackfoot (Idaho)|Blackfoot]] (21 km)}}\n{{Image label|x=0.481|y=0.635|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|16px|Localidades com 9700 habitantes (2000)]][[Chubbuck (Idaho)|Chubbuck]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.702|y=0.809|scale=400|text=[[Ficheiro:Small-city-symbol.svg|8px|Localidades com 738 habitantes (2000)]][[Inkom (Idaho)|Inkom]] (30 km)}}\n{{Image label|x=0.501|y=0.699|scale=400|text=[[Ficheiro:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 51466 habitantes (2000)]][[Pocatello (Idaho)|Pocatello]] (16 km)}}\n
{{limpar|left}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Fort-Hall|Idaho}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Cidades do Idaho]]"}]},"376116":{"pageid":376116,"ns":0,"title":"Stylonychia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Stylonychia'' \n| cor =khaki \n| imagem = Stylonychia.jpg\n|imagem_legenda = ''Stylonychia sp.''\n| dom\u00ednio = [[Eukaryota|Eukariota]]\n| reino = [[Protista]]\n| filo = [[Ciliophora]]\n| classe = [[Spirotrichea]]\n| ordem = [[Sporadotrichida]]\n| fam\u00edlia = [[Oxytrichidae]]\n| g\u00e9nero = '''''Stylonychia'''''
[[Christian Gottfried Ehrenberg|Ehrenberg]], [[1830]]\n}}\n\n'''Stylonychia''' \u00e9 um g\u00eanero de [[ciliado]]s incluidos na subclasse [[Stichotrichia]], muito comum em \u00e1guas frescas e no solo, encontrado principalmente em [[alga]]s filamentosas, em ''pel\u00edculas de superf\u00edcie'' e entre part\u00edculas de sedimentos. Assim como seus parentes, os integrantes do g\u00eanero Stylonychia tem os [[c\u00edlio]]s agrupados em membranas ao redor da boca e os [[cirro]]s sobre o corpo. Disting\u00fcem-se principalmente por possuirem cirros longos na parte posterior, geralmente um conjunto de tr\u00eas. \n\n{{esbo\u00e7o-protozo\u00e1rio}}\n\n[[Categoria:Ciliados]]"}]},"3302615":{"pageid":3302615,"ns":0,"title":"Marilene Villas-Boas","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n |bgcolour = silver\n |nome = Marilene Villas-Boas\n |imagem = Marilene vilas boas pinto.jpg\n |imagem_tamanho = 200px\n |imagem_legenda = \n |nome_completo = \n |nascimento_data = {{dni|8|7|1948|si|lang=br}}\n |nascimento_local = [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[Brasil]]\n |morte_data = {{morte|3|4|1971|8|7|1948|lang=br}}\n |morte_local = [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[Brasil]]\n |resid\u00eancia = \n |nacionalidade = {{BRAb}} [[brasileira]]\n |ocupa\u00e7\u00e3o = [[guerrilheira]]\n |influ\u00eancias = [[ALN]], [[MR-8]]\n}}\n'''Marilene Villas-Boas Pinto''' ([[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[8 de julho]] de [[1948]] - Rio de Janeiro, [[3 de abril]] de [[1971]]) foi uma [[guerrilheira]] brasileira, integrante da [[luta armada]] contra a [[ditadura militar brasileira]] entre 1964-1985. Nesse per\u00edodo, recebeu o codinome de '''\u00cdndia'''.\n\n==Biografia==\nDescendente do [[Bar\u00e3o de Nova Friburgo]], filha do [[neurocirurgi\u00e3o]] Feliciano Pinto e de Avelina Villas-Boas Pinto, ex-estudante de [[Psicologia]] na [[Universidade Santa \u00darsula]], no Rio de Janeiro, sua milit\u00e2ncia estudantil a fez ser perseguida pelo regime militar, o que a levou a entrar na clandestinidade, passando a integrar a organiza\u00e7\u00e3o de [[extrema-esquerda]] [[Alian\u00e7a Libertadora Nacional]] (ALN) e posteriormente o [[Movimento Revolucion\u00e1rio 8 de Outubro]] (MR-8).{{citar web|url=http://www.torturanuncamais-rj.org.br/MDDetalhes.asp?CodMortosDesaparecidos=91|titulo=Marilene Vilas-Boas Pinto|publicado=[[Grupo Tortura Nunca Mais]]|acessodata=25/06/2011}} \n\nSeu confronto com as for\u00e7as da repress\u00e3o se deu na noite de [[2 de abril]] de [[1971]], no '[[Aparelho (pol\u00edtica)|aparelho]]' ocupado por ela e seu companheiro, M\u00e1rio Prata, numa rua do bairro de [[Campo Grande (bairro do Rio de Janeiro)|Campo Grande]], [[sub\u00farbio]] do Rio de Janeiro.\n\nUm cabo [[p\u00e1ra-quedista]] morador da rua Niquel\u00e2ndia, naquele bairro, desconfiava do comportamento do casal de vizinhos e levou o caso a seus superiores. Durante o dia, quando o casal se ausentou da resid\u00eancia, homens da [[Brigada de Infantaria Paraquedista|Brigada Aeroterrestre]] entraram na casa e descobriram ser um aparelho. No local, encontraram um [[arsenal]], composto de uma [[metralhadora|sub-metralhadora]], tr\u00eas [[fuzis]], tr\u00eas [[pistola]]s, duas [[Granada (arma)|granadas]] e tr\u00eas quilos de [[explosivo]]s.{{Citar livro|sobrenome=Gaspari|nome=Elio|t\u00edtulo=[[As Ilus\u00f5es Armadas|As Ilus\u00f5es Armadas:a Ditadura Escancarada]]|editor=Companhia das Letras|edi\u00e7\u00e3o=1\u00aa|publica\u00e7\u00e3o=2002|p\u00e1ginas=pg.381|cap\u00edtulo=A matan\u00e7a|isbn=8535902996}} Por volta das 23 horas, dezenas de agentes tocaiavam a casa quando o casal apareceu, num [[t\u00e1xi]]. O comandante da opera\u00e7\u00e3o, major Jos\u00e9 J\u00falio Toja Martinez Filho parou o t\u00e1xi e pediu os [[documento]]s do casal. Marilene, de dentro dele, abriu a bolsa, puxou um rev\u00f3lver e atirou no militar, matando-o com um tiro no [[t\u00f3rax]]. No tiroteio que se seguiu, Prata foi morto e Marilene ferida.Gaspari, pg.381\n\nEntregue pelos militares aos agentes do [[DOPS]], mesmo ferida no tiroteio Marilene foi torturada at\u00e9 ser morta com um tiro no [[pulm\u00e3o]]. Provavelmente, sua tortura e assassinato se deu na [[Casa da Morte]], local clandestino de tortura na cidade serrana de [[Petr\u00f3polis]] sendo identificada por outra guerrilheira prisioneira no local, [[In\u00eas Etienne Romeu]], em depoimento dado ao processo do CDDPH no [[Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a]], em 1997.{{citar web|url=http://www.comunistas.spruz.com/mulheres.htm|titulo=MARILENA VILLAS BOAS PINTO (1948-1971)|acessodata=25/06/2011|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131203022128/http://www.comunistas.spruz.com/mulheres.htm|arquivodata=2013-12-03|urlmorta=yes}} O que aconteceu com Marilene na tortura chocou os p\u00e1ra-quedistas companheiros de Toja. Segundo relataria quatorze anos depois o coronel Idyno Sardenberg, ''\"os p\u00e1ra-quedistas n\u00e3o tiveram nada a ver com o que fizeram com ela. No caix\u00e3o, estava arrumada, estava inteira. Mas era enfeite\"'' Gaspari, pg.382 \n\nSeu [[atestado de \u00f3bito]] d\u00e1 sua morte como [[3 de abril]] de 1971, aos 22 anos de idade, no HCE (Hospital Central do Ex\u00e9rcito). Seu corpo foi enterrado em caix\u00e3o lacrado em [[5 de abril]] pela fam\u00edlia, no [[Cemit\u00e9rio S\u00e3o Francisco Xavier]], no Rio, entre provoca\u00e7\u00f5es de militares \u00e0 paisana \u00e0 familiares e amigos.\n\nSeu nome hoje batiza uma rua na cidade de S\u00e3o Paulo.{{citar web|url=http://www.consultarcep.com.br/sp/sao-paulo/conjunto-habitacional-jova-rural/rua-marilene-vilas-boas-pinto/02281230|titulo=Rua Marilene Vilas-Boas Pinto|publicado=consultarcep.com.br|acessodata=25/06/2011}}\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n* [[Maria Auxiliadora Lara Barcelos]]\n* [[Maria do Carmo Brito]]\n* [[Iara Iavelberg]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Naturais da cidade do Rio de Janeiro]]\n[[Categoria:Opositores da ditadura militar no Brasil (1964\u20131985)]]\n[[Categoria:Mortos e desaparecidos no combate \u00e0 ditadura militar no Brasil (1964\u20131985)]]"}]},"2108008":{"pageid":2108008,"ns":0,"title":"The Shipping News","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Filme\n|t\u00edtulo = The Shipping News\n|t\u00edtulo-prt = The Shipping News\n|t\u00edtulo-bra = Chegadas e Partidas\n|imagem = \n|imagem_tamanho = \n|legenda = \n|ano = 2001\n|dura\u00e7\u00e3o = 111\n|g\u00e9nero = [[drama (cinema)|drama]] [[romance (cinema)|rom\u00e2ntico]]\n|dire\u00e7\u00e3o = [[Lasse Hallstr\u00f6m]]\n|baseado em = ''The Shipping News'',
de [[E. Annie Proulx]]\n|roteiro = Robert Nelson Jacobs\n|elenco = {{ubl|[[Kevin Spacey]]|[[Julianne Moore]]|[[Judi Dench]]|[[Cate Blanchett]]|[[Pete Postlethwaite]]|[[Scott Glenn]]}}\n|c\u00f3digo-IMDB = 0120824\n|tipo = LF \n|pa\u00eds = {{EUA}}\n|cor-pb = cor\n|dire\u00e7\u00e3o de arte = [[David Gropman]]\n|cinematografia = Oliver Stapleton\n|editor = Andrew Mondshein\n|est\u00fadio = [[Miramax Films]]\n|idioma = {{ling|en}}\n|}}\n'''''The Shipping News''''' {{BRPT2|Chegadas e Partidas{{citar web|URL=http://www.adorocinema.com/filmes/filme-26825/|t\u00edtulo=''Chegadas e Partidas''|publicado=[[AdoroCinema]]|local=Brasil|acessodata=21/10/2020}}{{citar web|URL=https://www.cineplayers.com/filmes/chegadas-e-partidas|t\u00edtulo=''Chegadas e Partidas''|publicado=CinePlayers|local=Brasil|acessodata=21/10/2020}}|The Shipping News{{citar web|URL=https://mag.sapo.pt/cinema/filmes/the-shipping-news|t\u00edtulo=''The Shipping News''|publicado=SapoMag|local=Portugal|acessodata=21/10/2020}}{{citar web|URL=https://cinecartaz.publico.pt/Filme/46238_the-shipping-news|t\u00edtulo=''The Shipping News''|publicado=[[P\u00fablico (jornal)|CineCartaz]]|local=Portugal|acessodata=21/10/2020}}}} \u00e9 um filme [[Estados Unidos|estadunidense]] de 2001, do g\u00eanero [[drama (cinema)|drama]] [[romance (cinema)|rom\u00e2ntico]], realizado por [[Lasse Hallstr\u00f6m]] para a [[Miramax Films]], com roteiro de [[Robert Nelson Jacobs]] baseado no romance hom\u00f3nimo de [[E. Annie Proulx]].{{citar web|URL=https://catalog.afi.com/Catalog/moviedetails/62197|t\u00edtulo=''The Shipping News'' (2001)|autor=|data=|publicado=[[American Film Institute]]|acessodata=21/10/2020}}\n\n==Pr\u00eamios e indica\u00e7\u00f5es==\n{|class=wikitable\n!Pr\u00eamio/evento||Categoria||Recipiente||Resultado\n|-\n|rowspan=2|'''[[BAFTA 2002]]'''|| [[BAFTA de melhor atriz em cinema|Melhor atriz]] ||Judi Dench ||{{ind}}{{citar web|URL=http://awards.bafta.org/award/2002/film?|t\u00edtulo=BAFTA{{!}}Film in 2002|publicado=BAFTA Awards Database|acessodata=21/10/2020}}\n|-\n| [[BAFTA de melhor ator em cinema|Melhor ator]] ||rowspan=2|Kevin Spacey ||{{ind}}\n|-\n|rowspan=2|'''[[Pr\u00eamios Globo de Ouro de 2002|Globo de Ouro 2002]]'''|| [[Globo de Ouro de melhor ator em filme dram\u00e1tico|Melhor ator - drama]] ||{{ind}}{{citar web|URL=https://www.goldenglobes.com/winners-nominees/2002/all|t\u00edtulo=Winners & Nominees 2002|publicado=GoldenGlobes.com|acessodata=21/10/2020}}\n|-\n| [[Globo de Ouro de melhor banda sonora original|Melhor trilha sonora]]||Christopher Young ||{{ind}}\n|}\n\n==Elenco==\n{{elenco|* [[Kevin Spacey]] - Quoyle\n* [[Julianne Moore]] - Wavey Prowse\n* [[Judi Dench]] - Agnis Hamm\n* [[Pete Postlethwaite]] - Tert Card\n* [[Scott Glenn]] - Jack Buggit\n* [[Rhys Ifans]] - Beaufield Nutbeem\n* [[Gordon Pinsent]] - Billy Pretty\n* [[Jason Behr]] - Dennis Buggit\n* [[Larry Pine]] - Bayonet Melville\n* [[Jeanetta Arnette]] - Silver Melville\n* [[Katherine Moennig]] - Grace Moosup\n* [[Cate Blanchett]] - Petal}}\n\n==Sinopse==\nHomem regressa com sua filha \u00e0 terra natal para recome\u00e7ar a vida, depois que sua mulher tentou rapt\u00e1-la e desapareceu. Logo consegue emprego no jornal local e se envolve com uma bela vi\u00fava.\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-filme-eua}}\n{{controle de autoridade}}\n{{Lasse Hallstr\u00f6m}}\n{{portal3|cinema|jornalismo|canad\u00e1|Estados Unidos}}\n{{normdaten}}\n{{DEFAULTSORT:Shipping News 2001}}\n[[Categoria:Filmes com trilha sonora de Christopher Young]]\n[[Categoria:Filmes de drama rom\u00e2ntico dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes dos Estados Unidos de 2001]]\n[[Categoria:Filmes dirigidos por Lasse Hallstr\u00f6m]]\n[[Categoria:Filmes baseados em romances de autores dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Filmes sobre jornalismo]]\n[[Categoria:Filmes ambientados em Terra Nova e Labrador]]\n[[Categoria:Filmes em l\u00edngua inglesa]]\n\n\n__NOTOC__"}]},"2274737":{"pageid":2274737,"ns":0,"title":"Pensamento sint\u00e9tico","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''pensamento sint\u00e9tico ou sintetizar''' \u00e9 uma forma de [[pensamento]] que utiliza a fun\u00e7\u00e3o de um fen\u00f4meno em um sistema maior para explic\u00e1-lo. Assim os \u00f3rg\u00e3os do organismo humano, s\u00e3o explicados pelo papel que desempenham no organismo e n\u00e3o pelo comportamento de seus tecidos ou de suas estruturas de organiza\u00e7\u00e3o.{{citar web|url=http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos_Administracao/Principios_Sistemicos.htm|t\u00edtulo =Principios Sistemicos|acessodata =22 de janeiro de 2019}}\n\nPode-se dizer que este pensamento \u00e9 o oposto do [[pensamento anal\u00edtico]], que faz o trabalho inverso ao dividir o sistema maior em partes menores que s\u00e3o mais facilmente explic\u00e1veis.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Princ\u00edpios e conceitos sist\u00eamicos]]\n* [[Pensamento anal\u00edtico]]\n\n{{Esbo\u00e7o-pensamento}}\n[[Categoria:Classifica\u00e7\u00e3o dos pensamentos|Sintetico]]"}]},"5108293":{"pageid":5108293,"ns":0,"title":"Espadanedo, Edroso, Mur\u00e7\u00f3s e Soutelo Mourisco","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Freguesia de Portugal\n |nome = Espadanedo, Edroso, Mur\u00e7\u00f3s e Soutelo Mourisco\n |imagem = \n |legenda = \n |bras\u00e3o = \n |bandeira = \n |mapa = \n |latP = | latG =| latM = | latS =\n |lonP = | lonG =| lonM = | lonS =\n |concelho = Macedo de Cavaleiros\n |\u00e1rea = 64.13\n |popula\u00e7\u00e3o = 448\n |censo = 2011\n |funda\u00e7\u00e3o = [[28 de janeiro]] de [[2013]]\n |densidade = auto\n |orago = \n |gent\u00edlico = \n |codpostal = \n |website = \n |email = \n |extra = \n |presidente = David da Silva Martins (PPD/PSD)\n}}\n'''Espadanedo, Edroso, Mur\u00e7\u00f3s e Soutelo Mourisco''' (oficialmente, '''Uni\u00e3o das Freguesias de Espadanedo, Edroso, Mur\u00e7\u00f3s e Soutelo Mourisco''') \u00e9 uma [[freguesia]] [[Portugal|portuguesa]] do [[Munic\u00edpio (Portugal)|munic\u00edpio]] de [[Macedo de Cavaleiros]], com {{fmtn|64,13|km\u00b2}} de \u00e1rea{{citar web |autor= Instituto Geogr\u00e1fico Portugu\u00eas |ano= 2015 |t\u00edtulo= \u00c1reas das freguesias, munic\u00edpios e distritos/ilhas da CAOP 2015 |url= http://www.dgterritorio.pt/ficheiros/cadastro/caop/caop_download/dadoscaop2015 |obra= Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), vers\u00e3o 2015 |publicado= Dire\u00e7\u00e3o-Geral do Territ\u00f3rio |formato= XLS-ZIP |acessadoem= 09/06/2016 }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} e {{fmtn|448}} habitantes ([[2011]]Valor obtido somando a popula\u00e7\u00e3o das antigas freguesias que lhe deram origem.).\nFoi criada aquando da reorganiza\u00e7\u00e3o administrativa de 2012/2013, [http://dre.pt/pdf1s/2013/01/01901/0000200147.pdf Lei n.\u00ba 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganiza\u00e7\u00e3o administrativa do territ\u00f3rio das freguesias]. Anexo I. ''Di\u00e1rio da Rep\u00fablica'', 1.\u00aa S\u00e9rie, n.\u00ba 19, Suplemento, de 09/06/2016. resultando da agrega\u00e7\u00e3o das antigas freguesias de [[Espadanedo (Macedo de Cavaleiros)|Espadanedo]], [[Edroso]], [[Mur\u00e7\u00f3s]] e [[Soutelo Mourisco]].\n\nNo territ\u00f3rio da freguesia encontram-se oito aldeias: [[Espadanedo (Macedo de Cavaleiros)|Espadanedo]], [[Edroso]], [[Mur\u00e7\u00f3s]], [[Soutelo Mourisco]], [[Bousende]], [[Cabanas (Macedo de Cavaleiros)|Cabanas]], [[Valongo (Macedo de Cavaleiros)|Valongo]], e [[Vilar Douro]]. {{citar web|URL=http://www.cm-macedodecavaleiros.pt/pages/142|t\u00edtulo=Macedo de Cavaleiros : Freguesias|autor=|data=|publicado=|acessodata=2018-04-10}}\n\n{| {{prettytable1|center}}\n|- bgcolor=\"#909090\"\n! colspan=\"4\" | Freguesia atual\n! colspan=\"4\" | Freguesias antigas\n|- bgcolor=\"#C0C0C0\"\n! align=\"center\" | Bras\u00e3o\n! align=\"center\" | Freguesia\n! align=\"center\" | Popula\u00e7\u00e3o\n! align=\"center\" | \u00c1rea
(km\u00b2)\n! align=\"center\" | Bras\u00e3o\n! align=\"center\" | Freguesia\n! align=\"center\" | Popula\u00e7\u00e3o{{citar web |autor= INE |ano= 2012 |t\u00edtulo= Quadros de apuramento por freguesia |url= http://www.ine.pt/investigadores/Quadros/Q101.zip |obra= Censos 2011 (resultados definitivos) |publicado= Instituto Nacional de Estat\u00edstica \n|formato= XLS-ZIP |notas= Tabelas anexas \u00e0 publica\u00e7\u00e3o oficial; informa\u00e7\u00e3o no separador \"Q101_CENTRO\" |acessadoem= 08/06/2016}}
(2011)\n! align=\"center\" | \u00c1rea
(km\u00b2){{citar web |autor= IGP |ano= 2012 |t\u00edtulo= \u00c1reas das freguesias, munic\u00edpios e distritos/ilhas da CAOP 2015 |url= http://www.dgterritorio.pt/ficheiros/cadastro/caop/caop_download/dadoscaop2015 |obra= Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), vers\u00e3o 2015 |publicado= Instituto Geogr\u00e1fico Portugu\u00eas |formato= XLS-ZIP |acessadoem= 08/06/2016 }}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}\n|-\n| rowspan=\"4\" | [[Ficheiro:Coats of arms of None.svg|30px|center]]\n| rowspan=\"4\" | Uni\u00e3o das Freguesias de Espadanedo, Edroso, Mur\u00e7\u00f3s e Soutelo Mourisco\n| rowspan=\"4\" align=\"right\" | {{fmtn|448}}\n| rowspan=\"4\" align=\"right\" | {{fmtn|64,13}}\n| [[Ficheiro:Coats of arms of None.svg|30px|center]]\n| [[Espadanedo (Macedo de Cavaleiros)|Espadanedo]]\n| align=\"right\" | {{fmtn|188}}\n| align=\"right\" | {{fmtn|17,90}}\n|-\n| [[Ficheiro:Coats of arms of None.svg|30px|center]]\n| [[Edroso]]\n| align=\"right\" | {{fmtn|95}}\n| align=\"right\" | {{fmtn|12,29}}\n|-\n| [[Ficheiro:Coats of arms of None.svg|30px|center]]\n| [[Mur\u00e7\u00f3s]]\n| align=\"right\" | {{fmtn|134}}\n| align=\"right\" | {{fmtn|21,23}}\n|-\n| [[Ficheiro:Coats of arms of None.svg|30px|center]]\n| [[Soutelo Mourisco]]\n| align=\"right\" | {{fmtn|31}}\n| align=\"right\" | {{fmtn|12,50}}\n|}\n\n{{Refer\u00eancias|Notas e refer\u00eancias}}\n{{Macedo de Cavaleiros/Freguesias}}\n{{esbo\u00e7o-freguesiaspt}}\n{{Portal3|Portugal}}\n\n[[Categoria:Freguesias de Macedo de Cavaleiros]]"}]},"2690973":{"pageid":2690973,"ns":0,"title":"Matriz densidade","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mec\u00e2nica qu\u00e2ntica|Mec\u00e2nica Estat\u00edstica Qu\u00e2ntica=Formula\u00e7\u00e3o de uma teoria termodin\u00e2mica fundamentalmente estruturada com princ\u00edpios qu\u00e2nticos da mat\u00e9ria.}}\nEm [[mec\u00e2nica qu\u00e2ntica]], uma '''[[Matriz (matem\u00e1tica)|matriz]] densidade,''' ou operador densidade, \u00e9 uma [[Matriz definida positiva|matriz semidefinida positiva]] [[Auto-adjunto|auto-adjunta]] (ou [[Matriz transposta conjugada|Hermitiano]]), (dimensionalmente possivelmente infinita), de [[Classe tracial|tra\u00e7o]] um, que descreve o estado estat\u00edstico de um [[Mec\u00e2nica qu\u00e2ntica|sistema qu\u00e2ntico]]. O formalismo foi introduzido por [[John von Neumann]] (e de acordo com outras fontes, independentemente por [[Lev Landau]] e [[Felix Bloch]]) em 1927.\n\n==Estados mistos e puros==\nQuando uma medida \u00e9 operada em um sistema qu\u00e2ntico, ela s\u00f3 possui sentido se for utilizado o conceito de m\u00e9dia de ''ensemble'', ou seja, sistemas ''a priori'' identicamente preparados. Ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o da medida obt\u00eam-se uma caracteriza\u00e7\u00e3o estat\u00edstica dos constituintes do estado final total, composto por todos os subsistemas onde a medi\u00e7\u00e3o fora realizada. Por exemplo, ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de um [[Experimento de Stern-Gerlach|experimento ''Stern-Gerlach'']], sabemos que o estado f\u00edsico do [[Feixe (f\u00edsica)|feixe]] de [[\u00e1tomo]]s de [[prata]] ap\u00f3s a intera\u00e7\u00e3o com o [[campo magn\u00e9tico]] externo possui uma popula\u00e7\u00e3o de 50% dos seus \u00e1tomos colapsados em um estado de [[spin]] para cima e a parcela restante, tamb\u00e9m composta por 50%, possui spin para baixo. Entretanto, ao sair do forno, ou em outras palavras, antes da medi\u00e7\u00e3o, n\u00e3o podemos caracterizar os estados f\u00edsicos dos \u00e1tomos que constituem o feixe; o spin individual de cada \u00e1tomo pode estar apontando para qualquer dire\u00e7\u00e3o, utilizando termos gerais, o estado f\u00edsico \u00e9 rand\u00f4mico. \n\nPara o caso dos sistemas f\u00edsicos onde n\u00e3o ocorreu uma medi\u00e7\u00e3o, sabemos que eles s\u00e3o compostos por um n\u00famero finito de constituintes, de forma que podemos atribuir um peso a sua popula\u00e7\u00e3o relativa de um dado estado particular, ou seja,\n\n|a\\rangle= p_1|1\\rangle+p_2|2\\rangle+...+p_N|N\\rangle=\\sum_{m=1}^{N}p_m|m\\rangle\n\nNesta equa\u00e7\u00e3o, |a\\rangle \u00e9 o ket que representa o sistema f\u00edsico antes de uma medida, os coeficientes p_m configuram os pesos dados pela popula\u00e7\u00e3o fracion\u00e1ria que possui em comum a representa\u00e7\u00e3o do [[Nota\u00e7\u00e3o Bra-ket|ket]] |n\\rangle e N \u00e9 o n\u00famero de indiv\u00edduos no ''ensemble'', ou o n\u00famero de sistemas identicamente preparados. Nesse caso, deve-se tomar cuidado para n\u00e3o confundir o n\u00famero de indiv\u00edduos que comp\u00f5em o sistema com a dimens\u00e3o do espa\u00e7o gerado pelos [[Autovalores e autovetores|autovetores]] de um dado [[observ\u00e1vel]], N geralmente supera com folga a dimens\u00e3o do auto-espa\u00e7o de um dado operador.\u00a0 Como estamos tratando de uma popula\u00e7\u00e3o fracion\u00e1ria, obviamente, a soma dos pesos deve ser a unidade. Somos impostos a condi\u00e7\u00e3o\n\n\\sum_{m=1}^N p_m=1\n\nAl\u00e9m disso, n\u00e3o se tem nenhuma informa\u00e7\u00e3o geom\u00e9trica dos kets mediados pelos p_n's. Eles podem muito bem ser ortogonais entre si, como n\u00e3o, podem ser autovetores de um operador em comum como tamb\u00e9m o podem n\u00e3o ser e nem sabemos se os operadores que os representam s\u00e3o compat\u00edveis ou n\u00e3o. Sendo assim, podemos definir a natureza estat\u00edstica deste conjunto; antes de realizarmos a medida em um sistema composto pela popula\u00e7\u00e3o de estados f\u00edsicos, considerando que exista mais de um p_ndiferente de zero, dizemos que |a\\rangle configura um ''ensemble'' misto. Agora, ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de uma medida, podemos analisar em sua totalidade a parte da popula\u00e7\u00e3o fracion\u00e1ria caracterizada por um certo estado f\u00edsico em comum, ou seja, a colet\u00e2nea de sistemas f\u00edsicos tais quais s\u00e3o representadas por um \u00fanico ket. Para este \u00faltimo caso, damos o nome de ''ensemble'' puro. Ou seja, um ''ensemble'' misto \u00e9 composto por uma cole\u00e7\u00e3o de ''ensembles'' puros.\n\n== Constru\u00e7\u00e3o do Operador Densidade ==\n\nConsiderando a medida de algum observ\u00e1vel, essa o qual s\u00f3 ser\u00e1 possibilitada a partir de uma m\u00e9dia sobre ''ensembles,'' como por exemplo o observ\u00e1vel \\hat G, que na constru\u00e7\u00e3o formal da mec\u00e2nica qu\u00e2ntica \u00e9 um operador, obtemos para sua m\u00e9dia \\bar G,\n\n\\bar G = \\sum_{m=1}^{N}p_m\\langle m|\\hat G |m\\rangle=\\sum_{m=1}^{N}p_m\\langle m|\\hat G \\hat 1 |m\\rangle=\\sum_{m=1}^{N}\\sum_g p_m \\langle m| \\hat G |g\\rangle \\langle g|m\\rangle\n\nValendo a equa\u00e7\u00e3o de autovalores \\hat G|g\\rangle=g|g\\rangle, obt\u00eam-se,\n\n\\bar G = \\sum_{m=1}^{N}\\sum_g p_m |\\langle g|m\\rangle|^2 g\n\nA partir deste resultado, deve-se alertar a constru\u00e7\u00e3o de duas estat\u00edsticas independentes na obten\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica medida, os pesos populacionais de cada estado f\u00edsico, comp\u00f5em uma abordagem estat\u00edstica que acaba mediando a m\u00e9dia de ''ensemble'' das previs\u00f5es qu\u00e2nticas, que tamb\u00e9m constituem um escopo estat\u00edstico em si.\n\nO formalismo qu\u00e2ntico permite quantas mudan\u00e7as de base forem necess\u00e1rias, de forma que podemos escrever,\n\n\\bar G = \\sum_{m=1}^{N}p_m\\langle m|\\hat 1\\hat G \\hat1 |m\\rangle = \\sum_{m=1}^{N}p_m \\sum_i\\sum_j \\langle m | i\\rangle \\langle i|\\hat G |j\\rangle \\langle j| m \\rangle= \\sum_i\\sum_j \\left ( \\sum_{m=1}^N p_m \\langle j|m \\rangle \\langle m | i \\rangle \\right )\\langle i|\\hat G |j\\rangle\n\nO termo destacado entre parenteses \u00e9 definido como elemento de matriz de um certo operador hermitiano, denominado matriz densidade ou ainda, '''''operador densidade''''' \\hat \\rho,\n\n \\rho_{ij} = \\langle i|\\hat \\rho |j\\rangle = \\sum_{m=1}^N p_m \\langle i|m \\rangle \\langle m|j\\rangle\n\nSendo assim, a forma geral do operador \u00e9 dada por,\n\n\\rho \\equiv \\sum_{m=0}^N p_m|m\\rangle \\langle m|\n\nConsiderando esta constru\u00e7\u00e3o, a express\u00e3o para \\hat Gtoma uma forma muito mais compacta,\n\n\u00a0 \u00a0 \\hat G = \\sum_i\\sum_j\\langle j |\\hat \\rho |i \\rangle \\langle i| \\hat G |j\\rangle = \\sum_j \\langle j|\\hat{\\rho} \\underbrace{\\sum_i |i\\rangle\\langle i|}_{\\hat 1} \\hat G|j\\rangle=\\sum_j\\langle j|\\hat \\rho \\hat G |j\\rangle=Tr[\\hat \\rho \\hat g]\n\nOnde a opera\u00e7\u00e3o Tr[\\hat \\rho \\hat g]corresponde ao tra\u00e7o do operador resultante do c\u00e1lculo de \\hat \\rho \\hat G, ficando assim explicita o poder generalizado desta constru\u00e7\u00e3o: ''o tra\u00e7o independe da representa\u00e7\u00e3o''.\n\nResumidamente, encontramos que a m\u00e9dia sobre ''ensemble'' de um observ\u00e1vel \\hat G \u00e9 dada por,\n\n\\bar G = Tr[\\hat \\rho \\hat G]\n\nAgora, analisando o tra\u00e7o do operador identidade separadamente, temos que,\n\nTr[\\hat \\rho] = \\sum_j\\sum_{m=0}^N p_m \\langle j| m \\rangle \\langle m|j\\rangle=\\sum_{m=0}^Np_m \\langle m|\\hat \\rho\\underbrace{\\left(\\sum_j |j\\rangle \\langle j|\\right)}_{\\hat 1}|m\\rangle=\\sum_{m=0}^Np_m\\underbrace{\\langle m|m\\rangle}_{1}=1\n\nAgora, para um ''ensemble'' puro, onde a popula\u00e7\u00e3o relativa torna-se total, com p_1=1,teremos a matriz densidade \\hat \\rho_P,\n\n\u00a0 \u00a0\\hat \\rho_P = |m\\rangle\\langle m| \u00a0\n\nDa\u00ed, tem-se que,\n\n\\hat \\rho_P \\hat \\rho_P = \\hat \\rho_P^2 = |m \\rangle \\underbrace{\\langle m| m\\rangle}_1 \\langle m|=|m\\rangle\\langle m|=\\hat \\rho_P\n\nOu seja, \\hat \\rho_P\u00e9 um projetor,\n\n\\hat \\rho_P^2=\\hat \\rho_P \\rightarrow \\hat \\rho_P(\\hat \\rho_P-\\hat 1)=0\n\nEnt\u00e3o, somente para um estado puro, \n\nTr[\\hat \\rho_P^2]=1\n\nSendo assim, os autovalores associados ao operador densidade de ''ensembles'' puros deve sempre ser zero ou um, de forma que quando diagonalizamos a matriz densidade esperamos encontrar um objeto matem\u00e1tico na forma de, \n\n\\hat\\rho_P\\doteq\n\\begin{pmatrix} \n 0 & ... & 0& 0& 0 & ... & 0 \\\\ \n \\vdots & ... & 0& 0& 0 & ... & 0 \\\\\n 0 & ... & 0& 1& 0 & ... & 0 \\\\\n \\vdots & ... & 0& 0& 0 & ... & 0 \\\\ \n 0 & ... & 0& 0& 0 & ... & 0\n\\end{pmatrix}\n\nEm contrapartida, um ''ensemble'' totalmente misto deve possuir a matriz densidade \\hat \\rho_M, com a estrutura,\n\n\\hat \\rho_M\\doteq \\frac{1}{N}\\begin{pmatrix} \n 1 & ... & 0& 0& 0 & ... & 0 \\\\ \n \\vdots & ... & 1& 0& 0 & ... & 0 \\\\\n 0 & ... & 0& 1& 0 & ... & 0 \\\\\n \\vdots & ... & 0& 0& 1 & ... & 0 \\\\ \n 0 & ... & 0& 0& 0 & ... & 1\n\\end{pmatrix}=\\frac{1}{N}\\hat 1_N\n\n\u00c9 obvia a confronta\u00e7\u00e3o frente duas matrizes diagonais N-dimensionais, sujeitas a mesma condi\u00e7\u00e3o de normaliza\u00e7\u00e3o, que representam objetos f\u00edsicos diametralmente opostos. \u00c9 conveniente ent\u00e3o a defini\u00e7\u00e3o de uma grandeza que distingua as qualidades f\u00edsicas intr\u00ednsecas a cada objeto. Com este esp\u00edrito, defini-se a '''''[[Entropia de Von Neumann]]''''',\n\nS\\equiv-k_BTr[\\hat \\rho ln \\hat \\rho]\n\nComo todos os elementos n\u00e3o diagonais de ambas as matrizes s\u00e3o nulos, pode-se escrever a forma diagonal da entropia,\n\nS=-k_B\\sum_{n=0}^N\\rho_{nn}ln\\rho_{nn}\n\nPara um ''ensemble'' completamente misto, teremos a entropia S_M, dada por,\n\n\u00a0 \u00a0 S_M=k_B\\sum_{n=0}^N\\rho_{nn}ln\\frac{1}{\\rho_{nn}} = \\sum_{n=1}^N\\frac{1}{N}lnN=lnN\n\nEm contrapartida, o operador densidade relacionado a um estado puro, resulta em uma entropia S_Pnula,\n\n\u00a0 \u00a0S_P=ln(1)=0\n\n\u00c9 valida a observa\u00e7\u00e3o de que nesta defini\u00e7\u00e3o entropica, recupera-se a interpreta\u00e7\u00e3o da medida de desordem de um sistema, o seu ''caos''. ''[[Ludwig Boltzmann]]'' relacionou a satura\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica natural dos sistemas termodin\u00e2micos, a entropia S, com o n\u00famero de microestados poss\u00edveis\u00a0 \\Omega que podem ser acessados ao mesmo, apresentando a equa\u00e7\u00e3o que hoje consta em sua l\u00e1pide, S=k_B ln\\Omega. Sendo assim, para pequenos valores de \\Omega, tem-se uma baixa entropia, al\u00e9m de que para um \u00fanico estado poss\u00edvel, \\Omega=1, ocasiona entropia nula, correspondentemente id\u00eantico ao caso puramente qu\u00e2ntico explicitado na [[Entropia de Von Neumann|entropia de ''Von Neumann'']] para um estado puro.\n\n== Progress\u00e3o temporal de um ''Ensemble'' estat\u00edstico ==\nA fim de avaliar a evolu\u00e7\u00e3o temporal do operador densidade, \u00e9 poss\u00edvel tomar sua derivada temporal, onde ''aprioristicamente'' n\u00e3o \u00e9 considerada uma depend\u00eancia exclusivamente temporal. Al\u00e9m disso, as popula\u00e7\u00f5es mant\u00e9m-se est\u00e1ticas, sendo assim,\n\n\\frac{\\partial}{\\partial t} \\hat \\rho = \\sum_{i=0}^N \\frac{\\partial}{\\partial t} p_i |i\\rangle\\langle i|=\\sum_{i=0}^Np_i\\left[\\left( \\frac{\\partial}{\\partial t} |i\\rangle \\right)\\langle i|+|i\\rangle\\left(\\frac{\\partial}{\\partial t}\\langle i| \\right) \\right]\n\nNeste regime \u00e9 valida a substitui\u00e7\u00e3o heur\u00edstica,\n\n\u00a0i\\hbar \\frac{\\partial}{\\partial t} \\rightarrow \\hat H\n\nSendo assim, a derivada temporal assume a forma,\n\ni\\hbar \\frac{\\partial}{\\partial t} \\hat \\rho = \\sum_{i=0}^Np_i\\left(\\hat H |i \\rangle \\langle i| - |i\\rangle \\langle i|\\hat H \\right)= \\hat H \\sum_{i=0}^Np_i |i\\rangle \\langle i|- \\sum_{i=0}^Np_i |i\\rangle \\langle i| \\hat H\n\nOu seja, obt\u00e9m-se,\n\n\u00a0 \u00a0 i\\hbar \\frac{\\partial}{\\partial t} \\hat \\rho = [\\hat H, \\hat \\rho]\n\nEsta equa\u00e7\u00e3o pode ser interpretada como o an\u00e1logo qu\u00e2ntico do [[Teorema de Liouville (mec\u00e2nica hamiltoniana)|teorema de ''Liouville'']].\n\n== Representa\u00e7\u00e3o dos ''Ensembles'' Micro-Can\u00f4nico e Can\u00f4nico qu\u00e2nticos ==\nA conex\u00e3o entre a mec\u00e2nica estat\u00edstica e a mec\u00e2nica qu\u00e2ntica \u00e9 motivada a partir do segundo postulado da termodin\u00e2mica,\n\n{{Quote|'''Postulado II:''' ''Pode-se supor a exist\u00eancia de uma fun\u00e7\u00e3o, chamada entropia, que depende apenas das vari\u00e1veis extensivas do problema, cujo m\u00e1ximo fornece a configura\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio do sistema termodin\u00e2mico sob an\u00e1lise.''}}\n\nLevanto em frente as consequ\u00eancias do segundo postulado, pode-se extrair informa\u00e7\u00f5es a respeito dos ''ensembles'' estat\u00edsticos a partir da extremiza\u00e7\u00e3o da entropia de ''Von Neumann'', logo,\n\n\u00a0 \u00a0 \\delta S=0 \\rightarrow \\sum_{n=0}^N\\delta[\\rho_{mm}ln\\rho_{mm}]\n\n\u00c9 obrigada a restri\u00e7\u00e3o sobre este m\u00e1ximo de que a conserva\u00e7\u00e3o da probabilidade seja confirmada, de forma que inclui-se a restri\u00e7\u00e3o,\n\n\u00a0 \u00a0 Tr[\\hat \\rho]=\\sum_{n=0}^N\\rho_{nn}=1\\rightarrow \\sum_{n=0}^N\\delta\\rho_{nn}=0\n\nSendo assim, a jun\u00e7\u00e3o entre a restri\u00e7\u00e3o imposta e a extremiza\u00e7\u00e3o da entropia \u00e9 dada via [[Multiplicadores de Lagrange|multiplicadores de ''Lagrange'']],\n\n\\delta S+\\gamma\\delta Tr[\\rho]=\\sum_{n=0}^N\\left(ln\\rho_{nn}+1+\\gamma \\right)=0\n\nSe considerarmos uma varia\u00e7\u00e3o arbitr\u00e1ria, ela s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel se o objeto sobre soma for nulo de forma que encontramos,\n\n\u00a0 \u00a0\\rho_{nn}=e^{-\\gamma-1} \\equiv k\n\nPodemos determinar a constante k a partir de uma simples normaliza\u00e7\u00e3o, obtendo k=1/N, recupera-se ent\u00e3o a express\u00e3o para \\hat \\rho_M.\n\nEsse resultado confirma o sucesso da constru\u00e7\u00e3o; em seu estado mais fundamental, \\hat \\rho_M remonta o ''ensemble'' micro-can\u00f4nico; nesse caso, se considerarmos que n\u00e3o existe degeneresc\u00eancia, cada estado \u00e9 caracterizado por um ket espec\u00edfico configurando um microestado. Como o peso estat\u00edstico de cada microestado \u00e9 o mesmo, 1/N, encontra-se naturalmente a hip\u00f3tese de microestados igualmente prov\u00e1veis ''a priori'', uma das hip\u00f3teses pioneiras no desenvolvimento de uma mec\u00e2nica estat\u00edstica consistente.\n\nEmbora tenha sido estabelecida a constru\u00e7\u00e3o coerente da mec\u00e2nica estat\u00edstica qu\u00e2ntica, um caso mais rico em aplica\u00e7\u00f5es pode ser obtido se somarmos uma restri\u00e7\u00e3o na extremiza\u00e7\u00e3o da entropia de ''Von Neumann'',\n\n\u00a0 \u00a0\\bar H = Tr[\\rho \\hat H] \\equiv U,\n\nou seja, a m\u00e9dia de energia possui um valor estabelecido. Sob mais esta condi\u00e7\u00e3o, que remonta um sistema f\u00edsico em equil\u00edbrio t\u00e9rmico com uma fonte, teremos para uma maxima\u00e7\u00e3o da entropia,\n\n\u00a0\\sum_{n=0}^N\\delta[\\rho_{nn}ln\\rho_{nn}+\\rho_{nn}+\\rho_{nn}\\beta E_n +\\gamma \\rho_{nn}]=0 \\rightarrow ln\\rho_{mm}+1+\\beta E_n+\\gamma=0\n\nSendo assim, \n\n\u00a0 \u00a0 \\rho_{nn}=Ce^{-\\beta E_n}\n\nPode-se determinar a constante a partir de uma normaliza\u00e7\u00e3o direta, da qual obt\u00e9m-se\n\n\u00a0 \u00a0 \\rho_{nn}=\\frac{e^{-\\beta E_n}}{\\sum_{i=1}^N e^{-\\beta E_i}}\n\nA express\u00e3o no denominador remonta um conceito muito explorado na mec\u00e2nica estat\u00edstica cl\u00e1ssica, a '''''[[Fun\u00e7\u00e3o de parti\u00e7\u00e3o (mec\u00e2nica estat\u00edstica)|fun\u00e7\u00e3o parti\u00e7\u00e3o]]''''' Z,\n\nZ=\\sum_{i=1}^Ne^{-\\beta E_i}=Tr[e^{-\\beta \\hat H }]\n\nSendo assim, a matriz densidade no ''ensemble'' can\u00f4nico, \u00e9 expressa por,\n\n\u00a0\\hat \\rho = \\frac{e^{\\beta \\hat H}}{Z}\n\nUma vez determinada a matriz densidade de um certo sistema f\u00edsico, \u00e9 poss\u00edvel analisar a magnitude dos seus valores m\u00e9dios. Se considerarmos o observ\u00e1vel \\hat Ade interesse, teremos para o seu valor m\u00e9dio \\bar A,\n\n\\bar A= \\frac{Tr(e^{-\\beta \\hat H}\\hat A)}{Z}\n\nUm caso espec\u00edfico a ser tratado nos problemas de mec\u00e2nica estat\u00edstica \u00e9 a determina\u00e7\u00e3o da energia m\u00e9dia de um sistema \\bar E, tamb\u00e9m chamada de energia interna U.Teremos,\n\n\u00a0 \u00a0\\bar E=U=\\frac{1}{Z}Tr[e^{-\\beta \\hat H}\\hat H]=-\\frac{\\partial}{\\partial \\beta}lnZ\n\nEquivalentemente na mec\u00e2nica estat\u00edstica cl\u00e1ssica, onde, \n\n\\beta=\\frac{1}{k_BT} \n\n== Refer\u00eancias ==\n\n# Sakurai, J. J., and Jim Napolitano. ''Mec\u00e2nica Qu\u00e2ntica Moderna''. bookman, 2013.\n# Pathria, R. K., and Paul D. Beale. \"Statistical mechanics, 1996.\" ''Butter worth''.\n# Cohen-Tannoudji, Claude, Bernard Diu, and Franck Lalo\u00eb. ''Claude Cohen-Tannoudji; Bernard Diu; Franck Lalo\u00eb: Quantenmechanik''. Vol. 1. Walter de Gruyter, 2013.\n# Tokmakoff, Andrei. \"5.74 Introductory Quantum Mechanics II, Spring 2009.(Massachusetts Institute of Technology: MIT OpenCourseWare).\"\n{{Classes de matriz}}\n\n{{DEFAULTSORT:Matriz Densidade}}\n[[Categoria:Mec\u00e2nica qu\u00e2ntica]]\n[[Categoria:An\u00e1lise funcional]]\n[[Categoria:Computa\u00e7\u00e3o qu\u00e2ntica]]"}]},"2218451":{"pageid":2218451,"ns":0,"title":"Paul Constantin Billot","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Paul Constantin Billot''' ([[1796]] - [[1863]]) foi um [[bot\u00e2nico]] [[fran\u00e7a|franc\u00eas]] [http://www.genres.de/CF/ipgri_cwr/demo/authors.cfm?searchVal=B Federal Agency for Agriculture and Food]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}.\n\nFoi professor de bot\u00e2nica em [[Haguenau|Hagenau]] ([[Als\u00e1cia]]).\n\n==Publica\u00e7\u00f5es==\n* ''Notes on the Flora of France and dell'Alemagna'' (Hagenau, 1855).\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{en}} {{IPNI|Billot }}\n\n{{Bot\u00e2nico|Billot}}\n\n{{esbo\u00e7o-bot\u00e2nicos}}\n\n{{Portal-hist-cien}}\n\n{{DEFAULTSORT:Billot, Paul Constantin}}\n[[Categoria:Bot\u00e2nicos da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Mortos em 1863]]"}]},"6326422":{"pageid":6326422,"ns":0,"title":"SMS \u00c1rp\u00e1d","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Navio\n|nome = SMS ''\u00c1rp\u00e1d''\n|carreira = {{flag|\u00c1ustria-Hungria|naval}} \n|imagem = [[Ficheiro:Austrian battleship, SMS \u00c1rp\u00e1d 1914 (31233846062).jpg|335px]]\n|operador = [[Marinha Austro-H\u00fangara]]\n|fabricante = [[Stabilimento Tecnico Triestino]]\n|custo = [[Coroa austro-h\u00fangara|Kr]] 18 milh\u00f5es\n|hom\u00f4nimo = [[Arpades]]\n|batimento = 10 de junho de 1899\n|lan\u00e7amento = 11 de setembro de 1901\n|comissionamento = 15 de junho de 1903\n|descomissionamento = 1916\n|destino = Desmontado\n|tipo = [[Coura\u00e7ado]] [[Dreadnought|pr\u00e9-dreadnought]]\n|classe = ''[[Classe Habsburg|Habsburg]]''\n|deslocamento = 8 965 [[Tonelada|t]] {{small|([[Deslocamento (n\u00e1utica)#Deslocamento carregado|carregado]])}}\n|maquin\u00e1rio = 2 motores de tripla-expans\u00e3o
16 [[caldeira]]s\n|comprimento = 114,6 [[Metro|m]]\n|boca = 19,8 m\n|calado = 7,5 m\n|propuls\u00e3o = 2 h\u00e9lices\n|potencia = 14305\n|velocidade = 19,6 [[N\u00f3 (unidade)|n\u00f3s]] (36,3 [[Quil\u00f4metro por hora|km/h]])\n|alcance = 3 600 [[Milha n\u00e1utica|milhas n\u00e1uticas]] a 10 n\u00f3s
(6 670 [[Quil\u00f4metro|km]] a 19 km/h)\n|armamento = 3 [[Artilharia naval|canh\u00f5es]] de 240 [[Mil\u00edmetro|mm]]
12 canh\u00f5es de 150 mm
10 canh\u00f5es de 66 mm
8 canh\u00f5es de 47 mm
2 [[Tubo de torpedo|tubos de torpedo]] de 450 mm\n|blindagem = Cintur\u00e3o: 180 a 220 mm
Conv\u00e9s: 40 mm
Torres de artilharia: 183 a 210 mm
Casamatas: 88 a 137 mm
Torre de comando: 100 a 200 mm\n|guarni\u00e7\u00e3o = 638\n}}\nO '''SMS ''\u00c1rp\u00e1d''''' foi um navio [[coura\u00e7ado]] [[Dreadnought|pr\u00e9-dreadnought]] operado pela [[Marinha Austro-H\u00fangara]] e a segunda embarca\u00e7\u00e3o da [[Classe Habsburg|Classe ''Habsburg'']], depois do [[SMS Habsburg|SMS ''Habsburg'']] e seguido pelo [[SMS Babenberg|SMS ''Babenberg'']]. Sua constru\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em junho de 1899 nos estaleiros da [[Stabilimento Tecnico Triestino]] em [[Trieste]] e foi [[Botadura|lan\u00e7ado ao mar]] em setembro de 1901, sendo comissionado na frota austro-h\u00fangara em junho de 1903. Era armado com tr\u00eas [[Artilharia naval|canh\u00f5es]] de 240 [[mil\u00edmetro]]s montados em uma [[torre de artilharia]] dupla e outra simples, possu\u00eda um [[Deslocamento (n\u00e1utica)|deslocamento]] de quase nove mil [[tonelada]]s e conseguia alcan\u00e7ar uma velocidade m\u00e1xima de pouco mais de dezenove [[N\u00f3 (unidade)|n\u00f3s]] (36 [[Quil\u00f4metro por hora|quil\u00f4metros por hora]]).\n\nO ''\u00c1rp\u00e1d'' passou a maior parte de seu servi\u00e7o em tempos de paz realizando exerc\u00edcios junto com seus irm\u00e3os e o resto da frota austro-h\u00fangara. Durante a [[Primeira Guerra Mundial]], ele deu suporte em agosto de 1914 para a fuga dos cruzadores alem\u00e3es [[SMS Goeben|SMS ''Goeben'']] e [[SMS Breslau|SMS ''Breslau'']] para o [[Imp\u00e9rio Otomano]], enquanto em maio de 1915 participou do [[Bombardeio de Ancona]]. Pouco fez pelo restante do conflito e foi descomissionado em 1916, passando a atuar como um [[navio de defesa de costa]]. O ''\u00c1rp\u00e1d'' foi brevemente colocado de volta no servi\u00e7o em 1918 como um navio de treinamento. Com a derrota da [[\u00c1ustria-Hungria]] no final do ano, a embarca\u00e7\u00e3o foi entregue ao [[Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda|Reino Unido]] e desmontada em 1921.\n\n==Caracter\u00edsticas==\n{{Artigo principal|Classe Habsburg}}\n[[Ficheiro:Habsburg-class.jpg|thumb|esquerda|upright=1.11|Diagrama da Classe ''Habsburg'']]\nO ''\u00c1rp\u00e1d'' tinha 114,5 [[metro]]s de [[comprimento de fora a fora]], {{harvnb|Gardiner|Chesneau|Kolesnik|1979|p=272}} uma [[Boca (n\u00e1utica)|boca]] de 19,8 metros e [[calado]] de 7,5 metros. O navio foi projetado para ter um [[Deslocamento (n\u00e1utica)|deslocamento]] de 8 364 [[toneladas]], por\u00e9m esse valor podia chegar em at\u00e9 8 965 quando totalmente carregado com suprimentos de combate. {{harvnb|Hore|2006|p=91}} Seu sistema de propuls\u00e3o era composto por dezesseis [[caldeira]]s Belleville que impulsionavam dois motores de tripla-expans\u00e3o com quatro cilindros, que por sua vez giravam duas h\u00e9lices. Esse maquin\u00e1rio era capaz de produzir 14,3 mil [[Cavalo-vapor|cavalos-vapor]] (10,5 mil [[Watt|quilowatts]]) de pot\u00eancia, o que permitia que o ''\u00c1rp\u00e1d'' chegasse a uma velocidade m\u00e1xima de 19,6 [[N\u00f3 (unidade)|n\u00f3s]] (36,3 [[Quil\u00f4metro por hora|quil\u00f4metros por hora]]). Sua tripula\u00e7\u00e3o era formada por 638 oficiais e marinheiros.\n\nA bateria principal do ''\u00c1rp\u00e1d'' consistia em tr\u00eas [[Artilharia naval|canh\u00f5es]] L/40 de 240 [[mil\u00edmetro]]s. Estes eram do tipo K/97 e foram fabricados pela Krupp na [[Imp\u00e9rio Alem\u00e3o|Alemanha]], tendo sido montados em duas torres de artilharia, uma dupla na proa e uma simples na popa. Seus armamentos secund\u00e1rios tinham doze canh\u00f5es SK L/40 de 150 mil\u00edmetros instalados em [[casamata]]s \u00e0 meia-nau, dez canh\u00f5es canh\u00f5es L/45 de 66 mil\u00edmetros, seis canh\u00f5es L/44 de disparo r\u00e1pido de 47 mil\u00edmetros e dois canh\u00f5es L/33 de disparo r\u00e1pido de 47 mil\u00edmetros. Tamb\u00e9m haviam dois [[Tubo de torpedo|tubos de torpedo]] de 450 mil\u00edmetros. {{citar livro|t\u00edtulo=Naval Institute Proceedings|volume=27|local=Annapolis|editora=United States Naval Institute|ano=1901|p\u00e1gina=152}} O cintur\u00e3o de blindagem tinha entre 180 e 220 mil\u00edmetros de espessura e o conv\u00e9s era protegido por quarenta mil\u00edmetros. As torres de artilharia eram blindadas com 210 mil\u00edmetros e possu\u00edam [[barbeta]]s de 183 mil\u00edmetros de espessura, enquanto as casamatas eram protegidas por uma blindagem de 88 a 137 mil\u00edmetros de espessura.\n\n==Hist\u00f3ria==\n===Tempos de paz===\nO ''\u00c1rp\u00e1d'' foi o segundo [[coura\u00e7ado]] da [[Classe Habsburg|Classe ''Habsburg'']], depois do [[SMS Habsburg|SMS ''Habsburg'']]. Foi projetado pelo arquiteto naval [[Siegfried Popper]] {{harvnb|Noppen|2012|pp=5, 10}} e sua constru\u00e7\u00e3o come\u00e7ou no dia 10 de junho de 1899 nos estaleiros da [[Stabilimento Tecnico Triestino]] em [[Trieste]]. Ele foi [[Botadura|lan\u00e7ado ao mar]] ap\u00f3s mais de dois anos de obras em 11 de setembro de 1901, depois do qual passou pelo processo de equipagem e testes mar\u00edtimos at\u00e9 ser comissionado na [[Marinha Austro-H\u00fangara]] no dia 15 de junho de 1903. {{harvnb|Sieche|1985|p=333}} \n\nEle e seu irm\u00e3o ''Habsburg'' participaram em 1903 dos primeiros exerc\u00edcios de frota da Marinha Austro-H\u00fangara, com o [[SMS Babenberg|SMS ''Babenberg'']] juntando-se ao dois no ano seguinte para o segundo exerc\u00edcio. Durante estas manobras, os tr\u00eas membros da Classe ''Habsburg'' enfrentaram os tr\u00eas [[Navio de defesa de costa|navios de defesa de costa]] da Classe ''Monarch'' em uma simula\u00e7\u00e3o de combate; esta foi a primeira vez na hist\u00f3ria naval austro-h\u00fangara que duas esquadras homog\u00eaneas de embarca\u00e7\u00f5es de guerra modernas operaram dentro da marinha. {{harvnb|Sondhaus|1994|p=158}} \n\nAs tr\u00eas embarca\u00e7\u00f5es depois disso foram designadas para formarem a 1\u00aa Divis\u00e3o de Coura\u00e7ados. {{harvnb|Blatchford|1904|p=437}} Os navios tamb\u00e9m atuaram no [[Mar Mediterr\u00e2neo]], com o ''\u00c1rp\u00e1d'' juntando-se ao ''Habsburg'' e os membros da Classe ''Monarch'' para um cruzeiro de treinamento pela regi\u00e3o em janeiro de 1904. Os coura\u00e7ados da [[Classe Erzherzog Karl|Classe ''Erzherzog Karl'']] entraram em servi\u00e7o entre 1906 e 1907 e o ''\u00c1rp\u00e1d'' e seus irm\u00e3os foram transferidos para a 2\u00aa Divis\u00e3o, com a Classe ''Monarch'' formando a 3\u00aa Divis\u00e3o. A embarca\u00e7\u00e3o passou por uma moderniza\u00e7\u00e3o entre 1910 e 1911 que diminuiu seu peso total, com um dos conveses de sua superestrutura tendo sido removido para que o navio ficasse mais leve. {{harvnb|Sieche|1985|p=330}} \n\n===Primeira Guerra===\nA [[Primeira Guerra Mundial]] come\u00e7ou em julho de 1914 e o ''\u00c1rp\u00e1d'' e seus irm\u00e3os foram mobilizados, junto com o resto da Marinha Austro-H\u00fangara, com o objetivo de apoiar a fuga dos cruzadores alem\u00e3es [[SMS Goeben|SMS ''Goeben'']] e [[SMS Breslau|SMS ''Breslau'']]. Os dois estavam servindo no Mediterr\u00e2neo quando a guerra come\u00e7ou e estavam tentando deixar a cidade italiana de [[Messina]] e escapar para o [[Imp\u00e9rio Otomano]], ao mesmo tempo fugindo de navios brit\u00e2nicos. A Marinha Austro-H\u00fangara partiu de sua base naval em [[Pula (Cro\u00e1cia)|Pola]] assim que os alem\u00e3es deixaram Messina e ela avan\u00e7ou at\u00e9 [[Brindisi]], no sul da [[Reino de It\u00e1lia (1861\u20131946)|It\u00e1lia]], para cobrir os cruzadores, depois retornando em seguran\u00e7a para Pola. {{harvnb|Halpern|1995|p=54}} \n\nPouco depois, os coura\u00e7ados da Classe ''Habsburg'' foram transferidos para a 4\u00aa Divis\u00e3o da 1\u00aa Esquadra de Batalha da frota austro-h\u00fangara, depois da entrada em servi\u00e7o dos novos navios da [[Classe Tegetthoff|Classe ''Tegetthoff'']]. A It\u00e1lia declarou guerra contra a [[\u00c1ustria-Hungria]] em maio de 1915 e a Marinha Austro-H\u00fangara realizou logo um [[Bombardeio de Ancona|grande bombardeio contra Ancona]] e regi\u00f5es pr\u00f3ximas. O ''\u00c1rp\u00e1d'' e seus irm\u00e3os fizeram parte da for\u00e7a principal do ataque, junto com os coura\u00e7ados das classes ''Erzherzog Karl'' e ''Tegetthoff'' e escoltas, {{harvnb|Noppen|2012|p=28}} com a embarca\u00e7\u00e3o tendo bombardeado tr\u00eas alojamentos, o quartel-general militar, uma esta\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel e uma torre d'\u00e1gua da [[Ancona|cidade de Ancona]]. {{citar web|url=https://www.battleships-cruisers.co.uk/habsburg_class.htm#?p?|t\u00edtulo=Habsburg Class Battleships|autor=Lakatos, Alex|obra=Battleships-Cruisers.co.uk|acessodata=16 de julho de 2020 }} \n\nO ''\u00c1rp\u00e1d'' foi descomissionado da frota em meados de 1916 e depois disso usado principalmente como um navio de defesa costeira. Sua tripula\u00e7\u00e3o foi transferida para integrar equipes de [[u-boot]]s e da rec\u00e9m criada for\u00e7a a\u00e9rea. Ele brevemente retornou para o servi\u00e7o em 1918 como um navio de treinamento para a Academia Naval Austr\u00edaca. A \u00c1ustria-Hungria foi derrotada na guerra em novembro do mesmo ano com o [[Armist\u00edcio de Villa Giusti]] e, sob os termos do [[Tratado de Saint-Germain-en-Laye]] de setembro de 1919, o coura\u00e7ado foi entregue ao [[Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda|Reino Unido]] como um pr\u00eamio de guerra, sendo por sua vez vendido e desmontado na It\u00e1lia em 1921.\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n==Bibliografia==\n{{In\u00edcioRef|2}}\n* {{citar peri\u00f3dico|ultimo1=Blatchford|primeiro1=Robert|ano=1904|t\u00edtulo=Sundries: A Socialist editor on conscription|jornal=The United Service Magazine|volume=150|editora=H. Colburn|ref=harv }}\n* {{citar livro|ultimo1=Gardiner|primeiro1=Robert|ultimo2=Chesneau|primeiro2=Roger|ultimo3=Kolesnik|primeiro3=Eugene M.|ano=1979|t\u00edtulo=Conway's All the World's Fighting Ships: 1860\u20131905|local=Londres|editora=Conway Maritime Press|isbn=978-0-85177-133-5|ref=harv }}\n* {{citar livro|ultimo1=Halpern|primeiro1=Paul G.|ano=1995|t\u00edtulo=A Naval History of World War I|local=Annapolis|editora=Naval Institute Press|isbn=978-1-55750-352-7|ref=harv }}\n* {{citar livro|ultimo1=Hore|primeiro1=Peter|ano=2006|t\u00edtulo=Battleships|local=Londres|editora=Lorenz Books|isbn=978-0-7548-1407-8|ref=harv }}\n* {{citar livro|ultimo1=Noppen|primeiro1=Ryan|ano=2012|t\u00edtulo=Austro-Hungarian Battleships 1914\u201318|local=Oxford|editora=Osprey Publishing|isbn=978-1-84908-688-2|ref=harv }}\n* {{citar livro|ultimo1=Sieche|primeiro1=Erwin F.|ano=1985|cap\u00edtulo=Austria-Hungary|editor-sobrenome1=Gardiner|editor-nome1=Robert|editor-sobrenome2=Gray|editor-nome2=Randal|t\u00edtulo=Conway's All the World's Fighting Ships: 1906\u20131921|local=Annapolis|editora=Naval Institute Press|isbn=978-0-87021-907-8|ref=harv }}\n* {{citar livro|ultimo1=Sondhaus|primeiro1=Lawrence|ano=1994|t\u00edtulo=The Naval Policy of Austria-Hungary, 1867\u20131918: Navalism, Industrial Development, and the Politics of Dualism|local=West Lafayette|editora=Purdue University Press|isbn=978-1-55753-034-9|ref=harv }}\n{{-fim}}\n\n{{Classe Habsburg}}\n{{Portal3|N\u00e1utico|\u00c1ustria-Hungria|Primeira Guerra Mundial}}\n{{artigo bom}}\n\n{{DEFAULTSORT:Arpad}}\n[[Categoria:Classe Habsburg]]\n[[Categoria:Navios de 1901]]\n[[Categoria:Navios constru\u00eddos em Trieste]]\n[[Categoria:Coura\u00e7ados da Marinha Austro-H\u00fangara]]\n[[Categoria:Coura\u00e7ados da \u00c1ustria-Hungria na Primeira Guerra Mundial]]\n{{DISPLAYTITLE:SMS ''\u00c1rp\u00e1d''}}"}]},"1353835":{"pageid":1353835,"ns":0,"title":"Halawa","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos Estados Unidos|\n|nome = Halawa\n|imagem = H3 viaduct Halawa.jpg\n|imagem_legenda = \n|estado = Hava\u00ed\n|condado = [[Condado de Honolulu]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 13891\n|data_pop = 2000\n|\u00e1rea = 6.0\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n|latG = 21\n|latM = 22\n|latS = 39\n|latP = N\n|lonG = 157\n|lonM = 55\n|lonS = 21\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 10000\n|tipo = Regi\u00e3o censit\u00e1ria\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Halawa''' \u00e9 uma [[Regi\u00e3o censit\u00e1ria|Regi\u00e3o censo-designada]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos|estado]] [[Povo dos Estados Unidos|americano]] do [[Hava\u00ed]], no [[Condado de Honolulu]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 13.891 [[habitante]]s.{{citar web|url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html|publicado=United States Census Bureau|obra=|t\u00edtulo=Census 2000 Summary File 1|data=|acessodata=|l\u00edngua=ingl\u00eas|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html|arquivodata=2010-01-11|urlmorta=yes}}\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de 6,0 km\u00b2, dos quais 6,0 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[Raio (geometria)|raio]] de 12 km ao redor de Halawa.\n
\n[[Imagem:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Imagem:Map pointer black.svg|20px|Halawa]]'''Halawa'''}}\n{{Image label|x=0.821|y=0.227|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|16px|Localidades com 8506 habitantes (2000)]][[Ahuimanu (Hava\u00ed)|Ahuimanu]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.468|y=0.465|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|16px|Localidades com 9019 habitantes (2000)]][[Aiea (Hava\u00ed)|Aiea]] (1 km)}}\n{{Image label|x=0.153|y=0.745|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 14650 habitantes (2000)]][[Ewa Beach (Hava\u00ed)|Ewa Beach]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.083|y=0.660|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|14px|Localidades com 4939 habitantes (2000)]][[Ewa Gentry (Hava\u00ed)|Ewa Gentry]] (12 km)}}\n{{Image label|x=0.330|y=0.697|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|16px|Localidades com 5471 habitantes (2000)]][[Hickam Housing (Hava\u00ed)|Hickam Housing]] (7 km)}}\n{{Image label|x=0.273|y=0.701|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 2462 habitantes (2000)]][[Iroquois Point (Hava\u00ed)|Iroquois Point]] (8 km)}}\n{{Image label|x=0.328|y=0.373|scale=400|text=[[Imagem:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 30976 habitantes (2000)]][[Pearl City (Hava\u00ed)|Pearl City]] (6 km)}}\n{{Image label|x=0.085|y=0.420|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|16px|Localidades com 9625 habitantes (2000)]][[Village Park (Hava\u00ed)|Village Park]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.400|y=0.411|scale=400|text=[[Imagem:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 29371 habitantes (2000)]][[Waimalu (Hava\u00ed)|Waimalu]] (4 km)}}\n{{Image label|x=0.158|y=0.439|scale=400|text=[[Imagem:Dot-yellow.svg|20px|Localidades com 33108 habitantes (2000)]][[Waipahu (Hava\u00ed)|Waipahu]] (9 km)}}\n{{Image label|x=0.207|y=0.332|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|18px|Localidades com 11672 habitantes (2000)]][[Waipio (Hava\u00ed)|Waipio]] (9 km)}}\n
{{limpar|left}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Halawa|Hawaii}} {{En}}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n{{Commons|Halawa, Hawaii}}\n{{Commonscat|Halawa, Hawaii}}\n\n{{Condado de Honolulu}}\n{{Hava\u00ed}}\n{{Esbo\u00e7o-geoeua}}\n{{Portal3|Geografia|Hava\u00ed|Estados Unidos}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Regi\u00f5es censit\u00e1rias do Hava\u00ed]]\n[[Categoria:Localidades do condado de Honolulu]]"}]},"2735313":{"pageid":2735313,"ns":0,"title":"Inquisitor spicata","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n|cor = pink\n|nome = ''Inquisitor spicata''\n|imagem =Inquisitor spicata 001.jpg\n|estado =\n|reino = [[Animalia]]\n|filo = [[Mollusca]]\n|classe = [[Gastropoda]]\n|subclase = [[Caenogastropoda]]\n|ordem = [[Hypsogastropoda]]\n|subordem = [[Neogastropoda]]\n|superfam\u00edlia = [[Conoidea]]\n|fam\u00edlia = [[Pseudomelatomidae]]\n|subfam\u00edlia =\n|g\u00e9nero = ''[[Inquisitor]]''\n|binomial = ''Inquisitor spicata''\n|binomial_autoridade = (Hinds, 1843)\n|sin\u00f3nimos =\n* ''Clavatula spicata'' Hinds, 1843\n* ''Drillia hololeuca'' N.H. 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Records of the Australian Museum 13(6): 213-359, pls 42-56]\n\n{{Esbo\u00e7o-gastropoda}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Pseudomelatomidae]]\n[[Categoria:Gastr\u00f3podes descritos em 1843]]"}]},"4343017":{"pageid":4343017,"ns":0,"title":"Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de Motovelocidade","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/GP MotoGP\n| imagem = [[File:Austin circuit.svg|200px]]\n| categoria = MotoGP\n| local = [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| percurso = 5.513\n| recorde =\n| primeira = 2013\n| vit_pil = {{ESPb}} [[Marc M\u00e1rquez]] (7)\n| vit_const = {{JPNb}} [[Honda]] (10)\n}}\nO '''Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de MotoGP''' \u00e9 um evento motocicl\u00edstico que faz parte do mundial de [[MotoGP]],{{citar web|title=2013 Calendar|url=http://www.motogp.com/en/calendar+circuits/2013work=MotoGP.com|publisher=[[Dorna Sports]]|acessodata=11 Novembro 2012}} desde 2013.{{cite news |title=Texas lands MotoGP from 2013 |url=http://www.motogp.com/en/news/2011/Texas+GP+announced+for+2013 |data=12 Abril 2011 |acessodata=5 Setembro 2011 |publisher=MotoGP.com |work=[[Dorna Sports]]}}\n\n==Vencedores do Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas==\n{|class=\"wikitable\" style=\"font-size: 95%;\"\n|-\n!rowspan=2| Ano\n!rowspan=2| Pista \n!colspan=2| Moto3\n!colspan=2| Moto2\n!colspan=2| [[MotoGP]]\n!rowspan=2| Resumo\n|-\n!Piloto\n!Moto\n!Piloto\n!Moto\n!Piloto\n!Moto \n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2021|2021]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Izan Guevara]]\n| [[Gas Gas]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Ra\u00fal Fern\u00e1ndez (motorcyclist)|Ra\u00fal Fern\u00e1ndez]]\n| [[Kalex]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| [[Honda]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2021 (MotoGP)|Detalhes]]\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2020|2020]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n|align=center colspan=7| Cancelada devido \u00e0 [[Pandemia de COVID-19]]{{Citar web|last=Duncan|first=Lewis|data=8 Julho 2020|title=MotoGP cancels 2020 Austin visit|url=https://www.motorsport.com/motogp/news/motogp-cancels-2020-austin-visit/4828436/|archive-url=|acessodata=2020-07-10|website=www.motorsport.com|language=en}}\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2019|2019]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Ar\u00f3n Canet]]\n| [[KTM]]\n| {{flagicon|CHE}} [[Thomas L\u00fcthi]]\n| [[Kalex]]\n| {{flagicon|ESP}} [[\u00c1lex Rins]]\n| [[Suzuki]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2019 (MotoGP)|Detalhes]]\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2018|2018]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Jorge Mart\u00edn]]\n| [[Honda]]\n| {{flagicon|ITA}} [[Francesco Bagnaia]]\n| [[Kalex]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| [[Honda]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2018 (MotoGP)|Detalhes]]\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2017|2017]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|ITA}} [[Romano Fenati]]\n| [[Honda]]\n| {{flagicon|ITA}} [[Franco Morbidelli]]\n| [[Kalex]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| [[Honda]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2017 (MotoGP)|Detalhes]]\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2016|2016]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|ITA}} [[Romano Fenati]]\n| [[KTM]]\n| {{flagicon|ESP}} [[\u00c1lex Rins]]\n| [[Kalex]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| [[Honda]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2016 (MotoGP)|Detalhes]]\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2015|2015]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|GBR}} [[Danny Kent]]\n| [[Honda]]\n| {{flagicon|GBR}} [[Sam Lowes]]\n| [[Speed Up]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| [[Honda]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2015 (MotoGP)|Detalhes]]\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2014|2014]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|AUS}} [[Jack Miller]]\n| [[KTM]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Maverick Vi\u00f1ales]]\n| [[Kalex]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| [[Honda]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2014 (MotoGP)|Detalhes]]\n|- \n! [[Temporada de MotoGP de 2013|2013]]\n| [[Circuito das Am\u00e9ricas]]\n| {{flagicon|ESP}} [[\u00c1lex Rins]]\n| [[KTM]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Nicol\u00e1s Terol]]\n| [[Eskil Suter|Suter]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| [[Honda]]\n| [[Grande Pr\u00eamio das Am\u00e9ricas de 2013 (MotoGP)|Detalhes]]\n|}\n\n===Pilotos com mais vit\u00f3rias===\n\n{| class=\"wikitable\" style=\"font-size: 95%;\"\n|-\n!rowspan=2| # Vit\n!rowspan=2| Piloto\n!colspan=2| vit\u00f3rias\n|-\n! Categoria\n! Anos\n|-\n! 7\n| {{flagicon|ESP}} [[Marc M\u00e1rquez]]\n| MotoGP\n| 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2021\n|-\n! rowspan=3|3\n|rowspan=3| {{flagicon|ESP}} [[\u00c1lex Rins]]\n| MotoGP\n| 2019\n|-\n| Moto2\n| 2016\n|-\n| Moto3\n| 2013\n|-\n! 2\n| {{flagicon|ITA}} [[Romano Fenati]]\n| Moto3\n| 2016, 2017\n|}\n\n===Construtores com mais vit\u00f3rias===\n\n{| class=\"wikitable\" style=\"font-size: 95%;\"\n|-\n!rowspan=2| # Vit\n!rowspan=2| Construtor\n!colspan=2| Vit\u00f3rias\n|-\n! Categoria\n! Anos\n|-\n!rowspan=2| 10\n|rowspan=2| {{flagicon|JPN}} [[Honda]]\n| MotoGP\n| 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2021\n|-\n| Moto3\n| 2015, 2017, 2018\n|-\n! 6\n| {{flagicon|GER}} [[Kalex]]\n| Moto2\n| 2014, 2016, 2017, 2018, 2019, 2021\n|-\n! 4\n| {{flagicon|AUT}} [[KTM]]\n| Moto3\n| 2013, 2014, 2016, 2019\n|}\n\n==Ver Tamb\u00e9m==\n* [[Grande Pr\u00eamio de Indian\u00e1polis de MotoGP]]\n* [[Grande Pr\u00eamio dos Estados Unidos de MotoGP]]\n\n{{refer\u00eancias}}\n[http://www.motogp.com/pt/Results+Statistics http://www.motogp.com/pt/Results+Statistics]\n\n{{Temporadas MotoGP}}\n{{GPsMotoGP}}\n\n[[Categoria:GPs de MotoGP|Am\u00e9ricas]]"}]},"1156792":{"pageid":1156792,"ns":0,"title":"Bateria de S\u00e3o Francisco do Sul","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{geocoordenadas|26_14_36_S_048_38_17_W|26\u00ba 14' 36\" S 048\u00ba 38' 17\" W}}\n{{Info/Fortifica\u00e7\u00e3o-BR\n |nome = Bateria de S\u00e3o Francisco do Sul\n |imagem = \n |legenda = \n |constru\u00eddo_por = \n |constru\u00eddo_em = \n |estilo = \n |estado = \n |visit\u00e1vel = \n |loc_x = 158\n |loc_y = 204\n}}\nA '''Bateria de S\u00e3o Francisco do Sul''' localizava-se na ponta Jos\u00e9 Dias, na margem direita da barra de acesso a [[S\u00e3o Francisco do Sul]], no litoral Norte do estado de [[Santa Catarina]], no [[Brasil]].\n\n== Hist\u00f3ria ==\nSOUZA (1885), refere ter existido no local, anteriormente a [[1826]], uma [[bateria (arquitectura)|bateria]] de [[pau-a-pique]] (faxina e terra), artilhada com quatro pe\u00e7as. \u00c0 \u00e9poca (1885), nada mais restava da mesma (op. cit., p. 126). GARRIDO (1940) segue-lhe a informa\u00e7\u00e3o, mas computa-lhe apenas duas pe\u00e7as (op. cit., 138).\n\nFoi sucedida, a partir de [[1909]], pelo [[Forte Marechal Luz]].\n\n== Bibliografia ==\n* BARRETO, An\u00edbal (Cel.). ''Fortifica\u00e7\u00f5es no Brasil (Resumo Hist\u00f3rico).'' Rio de Janeiro: Biblioteca do Ex\u00e9rcito Editora, 1958. 368 p.\n* GARRIDO, Carlos Miguez. Fortifica\u00e7\u00f5es do Brasil. ''Separata do Vol. III dos Subs\u00eddios para a Hist\u00f3ria Mar\u00edtima do Brasil.'' Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.\n* [[Dante de Laytano|LAYTANO, Dante de]]. Corografia de Santa Catarina. ''RIHGB''. Rio de Janeiro: 245, out-dez/1959.\n* [[Augusto Fausto de Sousa|SOUSA, Augusto Fausto de]]. Fortifica\u00e7\u00f5es no Brazil. ''RIHGB.'' Rio de Janeiro: Tomo XLVIII, Parte II, 1885. p. 5-140.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Lista de fortifica\u00e7\u00f5es do Brasil#Santa Catarina|Lista de fortifica\u00e7\u00f5es em Santa Catarina]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaInicial.do |3=Iphan}}\n* {{Link||2=http://www.funceb.org.br/espacocultural.html |3=Funda\u00e7\u00e3o Cultural Ex\u00e9rcito Brasileiro}}\n\n{{semimagem-arq}}\n{{esbo\u00e7o-fortifica\u00e7\u00e3o}}\n{{Portal3|Santa Catarina}}\n\n{{DEFAULTSORT:Sao Francisco Sul}}\n[[Categoria:Fortifica\u00e7\u00f5es de Santa Catarina]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria de S\u00e3o Francisco do Sul]]\n[[Categoria:Funda\u00e7\u00f5es no Brasil do s\u00e9culo XIX]]"}]},"464395":{"pageid":464395,"ns":0,"title":"Post hoc ergo propter hoc","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"A express\u00e3o [[latim|latina]] '''post hoc ergo propter hoc''' (\"depois disso, logo, causado por isso\") \u00e9 o [[nome]] de uma [[fal\u00e1cia]] [[l\u00f3gica]], tamb\u00e9m conhecida como '''correla\u00e7\u00e3o coincidente''', que consiste na ideia de que dois eventos que ocorram em sequ\u00eancia cronol\u00f3gica est\u00e3o necessariamente interligados atrav\u00e9s de uma rela\u00e7\u00e3o de ''causa'' ''e [[efeito]].''[http://livrepensamento.com/guia-de-falacias-logicas/falacias-causais/correlacao-coincidente/ Correla\u00e7\u00e3o coincidente - Guia de Fal\u00e1cias L\u00f3gicas de Stephen Downes]\n\n''Post hoc ergo propter hoc'' \u00e9 um erro especialmente tentador, porque de fato a sequ\u00eancia temporal parece ser parte integrante de causalidade.[http://www.iep.utm.edu/hume-cau/| David Hume: Causation] pelo Prof. C. M. Lorkowski ([[Universidade de Cincinnati]])Hume, David. \"An Enquiry Concerning Human Understanding\". Clarendon Press, Oxford, U.K. - em 2000, editado por Tom L. Beauchamp. Entretanto, a fal\u00e1cia est\u00e1 em chegar a uma conclus\u00e3o baseada unicamente na ordem dos acontecimentos, ao inv\u00e9s de tomar em considera\u00e7\u00e3o outros fatores que possam excluir, ou confirmar, tal conex\u00e3o.\n\n== Estrutura l\u00f3gica ==\n* Ocorreu '''A''', e depois ocorreu '''B'''.\n* Logo, '''A''' \u00e9 a causa de '''B'''.\n\nNas circunst\u00e2ncias em que '''B''' \u00e9 indesejado, a fal\u00e1cia toma a forma de \"Evitando que '''A''' aconte\u00e7a, '''B''' n\u00e3o acontecer\u00e1\".\n\n== Exemplos ==\n* O [[galo]] sempre canta antes do nascer do [[Sol]]. Logo, o sol nasce porque o galo canta.\n* Uma pessoa se muda para uma rep\u00fablica. O fog\u00e3o da rep\u00fablica passa a apresentar problemas. Os antigos moradores da rep\u00fablica ent\u00e3o dizem: \"N\u00f3s nunca tivemos problemas com o fog\u00e3o at\u00e9 que voc\u00ea se mudou para c\u00e1. Logo voc\u00ea \u00e9 a causa desse problema.\"\n*Estatisticamente, todos que beberam \u00e1gua morreram ou v\u00e3o morrer algum dia. Usando-se da fal\u00e1cia, pode se dizer que \u00e1gua \u00e9 mortal, obviamente uma mentira.\n*Para que uma adapta\u00e7\u00e3o seja boa, o material original adaptado precisa ser reconhecido como bom. Logo, nessa fal\u00e1cia pode-se dizer que se o material original for desconhecido/mal avaliado, a adapta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ser\u00e1.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [https://filosofianaescola.com/falacias/post-hoc/ Post hoc: significado e exemplos.]Artigo com conceito e exemplos reais de uso dessa fal\u00e1cia.\n\n{{esbo\u00e7o-l\u00f3gica}}\n{{L\u00f3gica}}\n{{Fal\u00e1cias}}\n{{Controle de autoridade}}\n{{Portal3|Filosofia}}\n\n{{DEFAULTSORT:Post Hoc Ergo Propter Hoc}}\n[[Categoria:Fal\u00e1cias l\u00f3gicas]]\n[[Categoria:Ret\u00f3rica]]\n[[Categoria:Palavras, frases e express\u00f5es em latim]]\n\n[[de:Cum hoc ergo propter hoc#post hoc ergo propter hoc (zeitliches Nacheinander)]]"}]},"2053428":{"pageid":2053428,"ns":0,"title":"Henry Parsons Crowell","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n'''Henry Parsons Crowell''' ([[1855]]-[[1943]]) foi um empres\u00e1rio e filantropo [[estadunidense]], fundador da [[Quaker Oats]] Company.\nNo final do [[s\u00e9culo XIX]] fez parte da explos\u00e3o da tecnologia na Am\u00e9rica, com a [[m\u00e1quina a vapor]], [[tel\u00e9grafo]], sistemas de [[telefone|telefonia]], [[eletricidade]] e [[m\u00e1quina de escrever]], .{{citar livro\n|t\u00edtulo=Cereal Tycoon: The Biography of Henry Parsons Crowell\n|autor =Joe Musser\n|data=2002-10-01\n|publicado=Moody Publishers\n|isbn=0802416160\n|url=http://www.amazon.com/Cereal-Tycoon-Biography-Parsons-Crowell/dp/0802416160\n}}\n\n== Legados e Contribui\u00e7\u00f5es ==\nHenry Parsons Crowell notabilizou-se por perseverar e enfrentar os desafios colocados pelos novos inventos, que foram sendo criados ao longo da sua vida. Conseguiu mediar os conflitos entre os que queriam manter as tradi\u00e7\u00f5es e os que abra\u00e7avam as novas tecnologias. Tornou-se ainda mais rico com v\u00e1rias outras empresas. Doou mais de 70% da sua riqueza para o Crowell Trust e os crist\u00e3os do Instituto B\u00edblico Moody. Era considerado um dos mais respeitados homens crist\u00e3os e de neg\u00f3cios no in\u00edcio do s\u00e9culo XX nos [[Estados Unidos]]. [http://thewikibible.pbwiki.com/Quaker%20Oats WikiBinble entry for Quaker Oats]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* Musser, Joe (1997). ''The Cereal Tycoon''. Moody Press. ISBN 0802416160.\n* Day, Richard Ellsworth, \"Breakfast Table Autocrat The Life Story of Henry Parsons Crowell\". Moody Press, Chicago, 1946.\n\n{{NF|1855|1943|Crowell, Henry Parsons}}\n[[Categoria:Empres\u00e1rios dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Crist\u00e3os dos Estados Unidos]]"}]},"2077733":{"pageid":2077733,"ns":0,"title":"Clostridium perfringens","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Clostridium perfringens''\n| imagem = Clostridium_perfringens.jpg\n| imagem_legenda = Fotomicrografia de ''Clostridium perfringens''\n| reino = [[Bacteria]]\n| divis\u00e3o = [[Firmicutes]]\n| classe = [[Clostridia]]\n| ordem = [[Clostridia]]les\n| fam\u00edlia = [[Clostridiaceae]]\n| g\u00eanero = ''[[Clostridium]]''\n| esp\u00e9cie = ''''' perfringens'''''\n| binomial = ''Clostridium perfringens''\n| binomial_autoridade = Veillon & Zuber 1898
Hauduroy ''et al.'' 1937\n}}\n\n'''''Clostridium perfringens''''' (anteriormente conhecida como ''Clostridium welchii'') \u00e9 uma [[bact\u00e9ria]], em forma de bast\u00e3o, anaer\u00f3bica e formadora de esporos. A ''C. perfringens'' est\u00e1 onipresente na natureza podendo ser encontrada como um componente normal da vegeta\u00e7\u00e3o apodrecida, sedimentos marinhos, trato intestinal de seres humanos e outros vertebrados, insetos, e do solo. Essa bact\u00e9ria pode causar enterite quando presente em alimentos contaminados e a gangrena gasosa, quando afeta feridas expostas e cir\u00fargicas. Per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o: 6 a 24 horas.{{ITIS|id= 555646|taxon= Clostridium perfringens}}\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{esbo\u00e7o-bact\u00e9ria}}\n\n[[Categoria:Clostridium]]\n[[Categoria:Bact\u00e9rias descritas em 1898]]\n[[Categoria:Bact\u00e9rias gram-positivas]]"}]},"4103839":{"pageid":4103839,"ns":0,"title":"Jap\u00e3o nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1932","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Infobox Olympics Jap\u00e3o\n|jogos=Ver\u00e3o de 1932\n|competidores=131\n|esportes=\n|bandeira = \n|posi\u00e7\u00e3o = 5\n|ouro = 7\n|prata = 7\n|bronze = 4\n|total = 18\n}}\nA '''[[Jap\u00e3o]]''' competiu nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1932]], realizados em [[Los Angeles]], nos [[Estados Unidos]], entre 30 de julho e 14 de agosto, com a participa\u00e7\u00e3o de 1332 atletas, sendo 126 mulheres, representando 37 pa\u00edses, em 16 modalidades esportivas.{{Citar web |url=http://www.la84foundation.org/5va/reports_frmst.htm |titulo=Official Olympic Reports |acessodata=2013-08-10 |arquivodata=2007-06-12 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20070612020125/http://www.la84foundation.org/5va/reports_frmst.htm }}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1932}}\n{{Portal3|Eventos multiesportivos}}\n\n{{DEFAULTSORT:Japao Nos Jogos Olimpicos Verao 1932}}\n[[Categoria:Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1932]]\n[[Categoria:Jap\u00e3o nos Jogos Ol\u00edmpicos|1932]]\n[[Categoria:Desporto no Jap\u00e3o em 1932]]"}]},"1369698":{"pageid":1369698,"ns":0,"title":"Pronesopupa incerta","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n{{semimagem-taxo}}\n{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Pronesopupa incerta''\n| imagem = \n| estado = DD\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Mollusca]]\n| classe = [[Gastropoda]]\n| ordem = [[Stylommatophora]]\n| fam\u00edlia = [[Pupillidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Pronesopupa]]''\n| esp\u00e9cie = '''''P. incerta'''''\n| binomial = ''Pronesopupa incerta''\n| binomial_autoridade = Cooke & Pilsbry, 1920\n| sin\u00f3nimos = }}\n'''''Pronesopupa incerta''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[gastr\u00f3pode]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Pupillidae]].\n\n\u00c9 end\u00e9mica dos [[Estados Unidos da Am\u00e9rica]].\n\n==Refer\u00eancias==\n* {{((en))}} Cowie, R. & Pokryseko, B. 1996. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Pronesopupa%20incerta Pronesopupa incerta]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species. ] Dados de [[7 de Agosto]] de [[2007]].\n\n{{esbo\u00e7o-gastropoda}}\n\n[[Categoria:Pronesopupa]]\n[[Categoria:Fauna dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1920]]"}]}}}}