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Nieuhof, [[s\u00e9culo XVII]])]]\n'''Topasses''' (tamb\u00e9m conhecido como Tupasses, Topas, Topaz) foram um grupo de pessoas na \u00c1sia que clamavam ter ascend\u00eancia portuguesa ou tinham conhecimentos da cultura e da [[l\u00edngua portuguesa]]. Eram encontrados em v\u00e1rios lugares do sul e sudeste da \u00c1sia como e [[Goa]], [[Malacca]] e [[Jacarta|Batavia]]. \n\nEm particular, eles est\u00e3o associados com o grupo [[portugueses|portugu\u00eas]] etnicamente misto, que dominou a pol\u00edtica em [[Timor]] nos s\u00e9culos 17 e 18.Yoder, L.S.M., ''Custom, Codification, Collaborating: Integrating the Legacy of Land and Forest Authorities in Oecusse Enclave, East Timor'', Ph. D. Thesis, Yale University 2005.\n\nA etimologia do nome \u00e9 obscuro. Pode vir do termo Tamil ''tuppasi'' \"bil\u00edngue\" ou \"int\u00e9rprete\".Boxer, C.R., ''The Topasses of Timor'', Amsterdam 1947\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Imp\u00e9rio Portugu\u00eas]]\n== Refer\u00eancias ==\n\n{{reflist}}\n\n==Literatura==\n\n* {{pt icon}} Leit\u00e3o, Humberto (1948), ''Os Portugueses en Solor e Timor de 1515 a 1702'', Lisboa: Liga dos Combatantes da Grande Guerra.\n* {{pt icon}} Matos, Artur Teodoro de (1974), ''Timor Portugues, 1515-1769'', Lisboa: Instituto Hist\u00f3rico Infante Dom Henrique.\n* {{nl icon}} Roever, Arend de (2002), ''De jacht op sandelhout: De VOC en de tweedeling van Timor in de zeventiende eeuw'', Zutphen: Walburg Pers.\n* Yule, Henry, & Burnell, A.C. 1996), ''Hobson-Jobson. The Anglo-Indian Dictionary'', Ware: Wordsworth.\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [http://www.lonelyplanet.com/east-timor/history The Lonely Planet on Topasses] Retrieved: 17 April 2010\n{{esbo\u00e7o-hist\u00f3ria}}\n[[Categoria:Hist\u00f3ria da Indon\u00e9sia]]"}]},"242511":{"pageid":242511,"ns":0,"title":"Pontenx-les-Forges","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a\n|nome = Pontenx-les-Forges\n|regi\u00e3o = Nova Aquit\u00e2nia\n|departamento = Landes\n|\u00e1rea = 81.29\n|altitude = \n|latP = N | latG = 44 | latM = 15 | latS = 0\n|lonP = O | lonG = 1 | lonM = 7 | lonS = 0\n|popula\u00e7\u00e3o = 1138\n|densidade = auto\n|censo = 1999\n|insee = 40229\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 40200 \n|mapa = \n|escudo = Blason ville fr Pontenx-les-Forges (Landes).svg\n|bandeira = \n|imagem = Pontenx les forges \u00e9glise.JPG\n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Pontenx-les-Forges''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] da [[Nova Aquit\u00e2nia]], no [[Departamentos franceses|departamento]] [[Landes]]. 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Mecca, Saudi Arabia.jpg|thumb|260px|[[Grande Mesquita de Meca|Grande Mesquita]] rodeia a [[Caaba]], a qual \u00e9 o lugar mais sagrado no [[Isl\u00e3o]]]]\n\nUma '''mesquita''' \u00e9 um [[Templo|local de culto]] dos seguidores da [[Isl\u00e3o|f\u00e9 isl\u00e2mica]].{{Citar web|url=https://www.khanacademy.org/humanities/art-islam/beginners-guide-islamic/a/introduction-to-mosque-architecture|titulo=Khan Academy|acessodata=2016-04-10|obra=Khan Academy}}{{Citar web|url=http://global.britannica.com/topic/mosque|titulo=mosque {{!}} place of worship|acessodata=2016-04-10|obra=Encyclopedia Britannica}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} Os [[mu\u00e7ulmano]]s geralmente referem-se \u00e0s mesquitas pelo seu nome [[L\u00edngua \u00e1rabe|\u00e1rabe]], '''masjid''' (\u00e1rabe: \u0645\u0633\u062c\u062f \u2014 {{AFI2|\u02c8mas.\u02a4id}}, no plural ''mas\u0101jid'' (\u0645\u0633\u0627\u062c\u062f, {{AFI2|ma\u02c8sa:.\u02a4id}}). A palavra \"mesquita\" usa-se em [[L\u00edngua portuguesa|portugu\u00eas]] para falar de todo tipo de edif\u00edcios dedicados ao culto isl\u00e2mico, mas em \u00e1rabe existe uma diferen\u00e7a entre as mesquitas privadas, menores, e as maiores, de uso coletivo (''mas\u0177id \u0177\u0101mi\u02bf''; \u00e1rabe: \u0645\u0633\u062c\u062f \u062c\u0627\u0645\u0639), que alojam uma comunidade maior e t\u00eam mais servi\u00e7os sociais.{{Citar web|url=https://www.khanacademy.org/humanities/art-islam/beginners-guide-islamic/a/common-types-of-mosque-architecture|titulo=Khan Academy|acessodata=2016-04-10|obra=Khan Academy}} Estas constru\u00e7\u00f5es s\u00e3o origin\u00e1rias da [[Ar\u00e1bia|Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica]], mas na atualidade podem encontrar-se nos cinco continentes.\n\nO objetivo principal da mesquita \u00e9 de ser o lugar onde os mu\u00e7ulmanos possam reunir-se para [[Sal\u00e1|orar]]. Contudo, atualmente, s\u00e3o conhecidas em todo o mundo s\u00f3 pela sua import\u00e2ncia para a [[Umma|comunidade mu\u00e7ulmana]], mas tamb\u00e9m como mostras da [[arquitetura isl\u00e2mica]]. Desde o ponto de vista arquitet\u00f3nico, as mesquitas evolu\u00edram significativamente desde os espa\u00e7os ao ar livre, como foram numa altura as de [[Mesquita de Quba|Quba]] e a [[Mesquita do Profeta]] no {{s\u00e9c|VII}}. Nos dias de hoje a maioria das mesquitas t\u00eam [[c\u00fapula]]s elaboradas, [[minarete]]s e salas para orar. Culturalmente, as mesquitas n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 lugares para orar, mas tamb\u00e9m lugares para aprender sobre o [[Isl\u00e3o]] e conhecer outros fi\u00e9is.\n\n== Etimologia ==\n[[imagem:Abdulaziz Mosque Gibraltar.jpg|thumb|esquerda|A [[Mesquita Ibrahim-al-Ibrahim]] em [[Gibraltar]]]]\nA palavra ''masjid'' significa templo ou local de culto e deriva da raiz \u00e1rabe ''sajada'' (raiz s-j-d, \"prostrar-se\", em alus\u00e3o \u00e0s prostra\u00e7\u00f5es realizadas durante as [[salat|ora\u00e7\u00f5es isl\u00e2micas]]).\n\n== A Mesquita nos textos sagrados mu\u00e7ulmanos ==\nA palavras \"masjid\" encontra-se no [[Alcor\u00e3o]], frequentemente fazendo refer\u00eancia ao santu\u00e1rio da [[Caaba]], na cidade da [[Meca]]. O Alcor\u00e3o aplica o termo \"masjid\" a lugares de adora\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias religi\u00f5es, incluindo o [[juda\u00edsmo]] e o [[cristianismo]]. Com este significado geral de templo a palavra est\u00e1 presente nos [[h\u00e1dice]]s, cole\u00e7\u00f5es mu\u00e7ulmanas sobre os feitos de [[Maom\u00e9]] e dos seus [[Sahaba|companheiros]].HILLENBRAND, R. Masdjid. I. In the central Islamic lands. ''PJ Bearman, [[Thierry Bianquis|Th. Bianquis]], CE Bosworth, E. van Donzel and WP Heinrichs. Encyclopaedia of Islam Online. Brill Academic Publishers''.\n\n== Hist\u00f3ria ==\nDurante muito tempo, e at\u00e9 na atualidade, associa-se \u00e0s mesquitas com grandes entradas e torres altas, ou [[minarete]]s. Por\u00e9m, as tr\u00eas primeiras mesquitas foram simplesmente espa\u00e7os abertos na [[Ar\u00e1bia]]. As mesquitas evolu\u00edram consideravelmente nos seguintes mil anos, nos quais foram adquirindo o seus tra\u00e7os distintivos e adaptaram-se \u00e0s diferentes culturas do mundo. Hoje em dia, a maioria das mesquitas possuem [[c\u00fapula]]s, [[minarete]]s e salas de ora\u00e7\u00e3o que podem assumir formas elaboradas.{{Citar web|url=http://www.mezquitadecordoba.org/en/history-mosque-cordoba.asp|titulo=History of the Mosque Cathedral of Cordoba|acessodata=2016-04-10|obra=www.mezquitadecordoba.org}}\n\n=== As primeiras mesquitas ===\n[[imagem:Kaaba_mirror_edit_jj.jpg|thumb|Os mu\u00e7ulmanos acreditam que a [[Caaba]], em [[Meca]], na [[Ar\u00e1bia Saudita]], foi a primeira mesquita]]\nDe acordo com as cren\u00e7as isl\u00e2micas, a primeira mesquita no mundo foi a [[Caaba]], edificada por [[Ad\u00e3o e Eva|Ad\u00e3o]] seguindo um mandato divino e posteriormente reconstru\u00edda por [[Abra\u00e3o]]. A mesquita mais antiga da que se tem mem\u00f3ria \u00e9 a de [[Mesquita de Quba|Quba]], em [[Medina]]. Quando [[Maom\u00e9]] vivia na [[Meca]], considerava a Caaba a sua primeira e principal mesquita e celebrava ali as suas ora\u00e7\u00f5es junto aos seus seguidores. At\u00e9 durante a \u00e9poca na qual os \u00e1rabes pag\u00e3os realizavam os seus rituais dentro da Caaba, Maom\u00e9 sempre teve-lhe muito respeito. A tribo dos [[Coraixitas]], a respons\u00e1vel de proteger a Caaba, tentou excluir aos seguidores de Maom\u00e9 do santu\u00e1rio, o que se tornou em motivo de queixa por parte dos mu\u00e7ulmanos, como diz-se no Alcor\u00e3o. Quando Maom\u00e9 conquistou Meca em 630, fez da Caaba uma mesquita, e desde ent\u00e3o conhece-se como [[Grande Mesquita de Meca|Grande Mesquita]], ou \"''Mesquita sagrada''\". A Grande Mesquita foi ampliada e melhorada consideravelmente nos primeiros s\u00e9culos do [[Isl\u00e3o]] para acolher ao crescente n\u00famero de mu\u00e7ulmanos que viviam na regi\u00e3o ou faziam o [[haje]], a peregrina\u00e7\u00e3o anual \u00e0 Meca. Adquiriu a sua forma atual em 1577, durante o reinado do [[sult\u00e3o]] [[Imp\u00e9rio Otomano|otomano]] {{lknb|Selim|II}}.Weinsinck, A.J. ''Masdjid al-Haram.''. En P.J. Bearman, [[Thierry Bianquis|Th. Bianquis]], C.E. Bosworth, E. van Donzel y W.P. Heinrichs. Encyclopaedia of Islam en l\u00ednea. Brill Academic Publishers. ISSN 1573-3912.\n\nA primeira realiza\u00e7\u00e3o de Maom\u00e9 quando chegou com os seus seguidores a [[Medina]] (ent\u00e3o chamada [[Iatrebe]]), depois da [[H\u00e9gira]], no ano 622, foi construir a [[mesquita de Quba]] numa aldeia perif\u00e9rica de Medina.{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20131225233114/http://www.hajinformation.com/main/h2022.htm|titulo=Masjid Quba' - Hajj|data=2013-12-25|acessodata=2016-04-12}} Os mu\u00e7ulmanos afirmam que ele teria permanecido na mesquita de Quba durante tr\u00eas dias antes de ir com o resto dos seus seguidores a Medina.Ghali, Mohammad. \u00abO primeiro estado mu\u00e7ulmano\u00bb. ''The Prophet Mohammad and the First Muslim State''.\n\n[[imagem:Quba.jpg|thumb|esquerda|A [[Mesquita de Quba]], em [[Medina]], na [[Ar\u00e1bia Saudita]], foi constru\u00edda no ano 622]]\n\nPoucos dias depois de ter come\u00e7ado a trabalhar na mesquita de Quba, Maom\u00e9 fundou uma nova mesquita em Medina, conhecida hoje como a [[Mesquita do Profeta]], que assim foi chamada por ter sido o lugar da primeira [[jumu'ah]] (\u062c\u0645\u0639\u0629, \"''ora\u00e7\u00e3o das sexta-feiras''\") de Maom\u00e9. Esta palavra partilha em \u00e1rabe a raiz \u062c\u0645\u0639 (j-m-'), com \u0645\u0633\u062c\u062f \u062c\u0627\u0645\u0639 (masjid j\u0101mi', as mesquitas maiores). Nos anos que sucederam \u00e0 sua funda\u00e7\u00e3o, a Mesquita do Profeta continuou a introduzir algumas das pr\u00e1ticas que agora s\u00e3o consideradas comuns nas mesquitas da atualidade. Por exemplo, a [[adhan]], ou \"''chamada \u00e0 ora\u00e7\u00e3o''\", desenvolveu-se da maneira ainda usada nas mesquitas atuais. A Mesquita do Profeta foi constru\u00edda com um grande p\u00e1tio, um elemento comum nas mesquitas posteriores. Maom\u00e9 teria predicado de p\u00e9 num dos extremos da [[arcada]]. Mais tarde teria criado um [[p\u00falpito]] de tr\u00eas escal\u00f5es para ser utilizado como plataforma onde pronunciar os seus serm\u00f5es. O p\u00falpito, agora conhecido como [[mimbar]], continua a ser um elemento muito comum das mesquitas.\n\nMaom\u00e9 vivia junto \u00e0 mesquita de Medina, que era ao mesmo tempo o centro religioso e pol\u00edtico da primitiva comunidade mu\u00e7ulmana. Na mesquita tiveram lugar negocia\u00e7\u00f5es, planejamentos militares, tamb\u00e9m mantiveram-se prisioneiros de guerra, resolveram-se disputas, predicaram-se e receberam-se oferendas. Os seus seguidores tratavam aos feridos ali, e at\u00e9 algumas pessoas viviam permanentemente na mesquita, em suas tendas. Como no Isl\u00e3o n\u00e3o existem distin\u00e7\u00f5es entre a religi\u00e3o e a pol\u00edtica, n\u00e3o \u00e9 estranho que a primeira mesquita fosse um centro pol\u00edtico e religioso para as primeiras comunidades mu\u00e7ulmanas.\n\nNos dias de hoje, a [[Grande Mesquita de Meca|Grande Mesquita]] em Meca, a [[Mesquita do Profeta]] em [[Medina]] e a ''[[Mesquita de Al-Aqsa|Al-Aqsa]]'' em [[Jerusal\u00e9m]] (Al-Quds) s\u00e3o consideradas os tr\u00eas lugares mais sagrados do Isl\u00e3o.{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20110103043209/http://www.wsu.edu/~dee/OTTOMAN/ORIGIN.HTM|titulo=The Ottomans: Origins|data=2011-01-03|acessodata=2016-04-13}}\n\n=== Difus\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o ===\n[[imagem:Chinese-style minaret of the Great Mosque.jpg|O [[minarete]] da [[Grande Mesquita de Xian]], [[China]]|thumb|180px]]\n[[imagem:Grande Mosqu\u00e9e de Kairouan, vue d'ensemble.jpg|A [[Grande Mesquita de Cairu\u00e3o]], [[Tun\u00edsia]]|thumb|esquerda|220px]]\n\nPouco a pouco os mu\u00e7ulmanos foram expandindo-se por outras partes do mundo e construiram-se mesquitas fora da pen\u00ednsula ar\u00e1bica. O [[Egito]] foi conquistado pelos \u00e1rabes mu\u00e7ulmanos em 640,{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20050912020717/http://inic.utexas.edu/menic/cairo/history/fustat/fustat.html|titulo=Al-Fustat|data=2005-09-12|acessodata=2016-04-13}} e desde ent\u00e3o apareceram tantas por todo o pa\u00eds que a sua capital, O Cairo, adquiriu a alcunha de \"''a cidade dos mil minaretes''\".{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20070815180705/http://ce.eng.usf.edu/pharos/Cairo/index2.html|titulo=Cairo, Egypt|data=2007-08-15|acessodata=2016-04-13}} As mesquitas eg\u00edpcias variam nos seus servi\u00e7os: algumas t\u00eam escolas isl\u00e2micas ([[Madra\u00e7al|madra\u00e7ais]]), e outras, hospitais ou sepulcros.Budge, E.A. Wallis (13 de junio de 2001). ''Budge's Egypt: A Classic 19th-Century Travel Guide''. Publicaciones Courier Dover. pp. 123-128. As mesquitas da [[Norte de \u00c1frica|\u00c1frica do Norte]], como a [[Grande Mesquita de Cairu\u00e3o]], ilustram a rela\u00e7\u00e3o simbi\u00f3tica entre o patrim\u00f3nio arquitet\u00f3nico da \u00e9poca [[Imp\u00e9rio Romano|romana]] [[Imp\u00e9rio Bizantino|bizantina]] e as influ\u00eancia do [[Oriente]].\n\nAs mesquitas da [[Sic\u00edlia]] e da [[Espanha]] n\u00e3o est\u00e3o muito ligadas aos estilos [[visigodos]] que as precederam, mas sim ao estilo que foi introduzido pelos [[mouros]] mu\u00e7ulmanos.{{Citar web|url=http://www.muslimheritage.com/article/theoretical-issues-islamic-architechture|titulo=Theoretical issues of Islamic Architechture {{!}} Muslim Heritage|acessodata=2016-04-13|obra=www.muslimheritage.com}} Por\u00e9m, alguns elementos da arquitetura visigoda, como o [[arco de ferradura]], originaram provavelmente os arcos [[Califado de C\u00f3rdova|califais cordoveses]] e de outras mesquitas do [[Al-Andalus]].\n\nA primeira mesquita [[China|chinesa]] construiu-se no {{s\u00e9c|VIII}} em [[Xian]]. A [[Grande Mesquita de Xian]], cuja edifica\u00e7\u00e3o atual \u00e9 datada do {{s\u00e9c|XVIII}}, n\u00e3o utiliza muitos dos elementos geralmente associados com as mesquitas tradicionais. Ao contr\u00e1rio, est\u00e1 constru\u00edda tendo como base a [[arquitetura chinesa]] tradicional. As mesquitas do ocidente da China t\u00eam mais elementos caracter\u00edsticos das mesquitas de outras partes do mundo, como [[minarete]]s e c\u00fapulas, enquanto que as orientais adotam o modelo do [[Pagode (templo)|pagode]].{{Citar web|url=http://archive.aramcoworld.com/issue/198504/muslims.in.china-the.mosques.htm|titulo=Saudi Aramco World : Muslims in China: The Mosques|acessodata=2016-04-13|obra=archive.aramcoworld.com}}\n\nAs mesquitas espalharam-se na [[\u00cdndia]] durante o [[Imp\u00e9rio Mogol]] nos s\u00e9culos XVI e XVII. Os mog\u00f3is trouxeram consigo o seu pr\u00f3prio estilo arquitet\u00f3nico, que inclu\u00eda c\u00fapulas pontiagudas e bulbosas, como pode ver-se na [[Jama Masjid (Deli)|Jama Masjid]] de [[Deli]].{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20070625103654/http://homepages.bw.edu/~wwwhis/mughal.html|titulo=Mughal Architecture|data=2007-06-25|acessodata=2016-04-13}}\n\n[[imagem:Blaue moschee 6minarette.jpg|A [[Mesquita Azul]], em [[Istambul]], [[Turquia]], com os seus altos [[minarete]]s est\u00e1 considerada um exemplo cl\u00e1ssico da arquitetura do [[Imp\u00e9rio otomano]]|thumb|esquerda|244x244px]]\n\nAs mesquitas apareceram pela primeira vez no [[Imp\u00e9rio Otomano|Imp\u00e9rio otomano]] (que forma parcialmente o territ\u00f3rio da atual [[Turquia]]) durante o {{s\u00e9c|XI}}, quando muitos turcos da regi\u00e3o come\u00e7aram a converter-se ao Isl\u00e3o. Muitas das primeiras, como a [[Santa Sofia]] na atual cidade de [[Istambul]], tinham sido originalmente [[igreja]]s ou [[Catedral|catedrais]] durante o [[Imp\u00e9rio Bizantino|Imp\u00e9rio bizantino]]. Os otomanos mantiveram os seus pr\u00f3prios estilos de tradi\u00e7\u00e3o arquitet\u00f3nica romana para as mesquitas, caracterizados por enormes c\u00fapulas centrais, v\u00e1rios minaretes e [[Fachada|al\u00e7adas]] abertas. O estilo otomano das mesquitas inclu\u00eda geralmente colunas elaboradas, [[Nave (arquitetura)|naves]] e altos tetos no interior, ao mesmo tempo que incorporava elementos tradicionais como o [[mirabe]]. Nos dias de hoje, a [[Turquia]] continua a acolher muitas mesquitas que t\u00eam este peculiar estilo arquitet\u00f3nico otomano.\n\n[[imagem:Wfm glasgow central mosque front.jpg|thumb|A mesquita central de [[Glasgow]], [[Esc\u00f3cia]]|265x265px]]\nAs mesquitas foram difundiram-se gradualmente por v\u00e1rias partes da [[Europa]], onde aumentaram especialmente durante o {{s\u00e9c|XX}}, quando muitos mu\u00e7ulmanos emigraram ao continente. As maiores cidades europeias, como [[Roma]], [[Londres]] e [[Munique]], acolhem mesquitas que t\u00eam as tradicionais c\u00fapulas e minaretes. Estas, ao estar em centros urbanos, servem de comunidade e centro social para o grande n\u00famero de mu\u00e7ulmanos que vivem na zona. Por\u00e9m, podem-se encontrar v\u00e1rias mesquitas pequenas em muitas zonas rurais e suburbanas em todos os lugares da Europa nos quais h\u00e1 popula\u00e7\u00e3o mu\u00e7ulmana.{{Citar web|url=http://archive.aramcoworld.com/issue/198504/muslims.in.china-the.mosques.htm|titulo=Saudi Aramco World : Muslims in China: The Mosques|acessodata=2016-04-18|obra=archive.aramcoworld.com}} Na [[Am\u00e9rica]] o fen\u00f3meno teve mais influ\u00eancia nos [[Estados Unidos]], onde come\u00e7aram a aparecer nos come\u00e7os do {{s\u00e9c|XX}}. Por\u00e9m, como consequ\u00eancia da aflu\u00eancia de imigrantes, o n\u00famero de mesquitas aumentou enormemente.\n\n=== Transforma\u00e7\u00e3o em locais de culto ===\n[[imagem:Aya sofya.jpg|thumb|244x244px|esquerda|A [[Bas\u00edlica de Santa Sofia]], em Istambul, Turquia, igreja [[Igreja Ortodoxa|ortodoxa]] convertida em mesquita em 1453 depois da [[queda de Constantinopla]]. Atualmente \u00e9 um museu [[seculariza\u00e7\u00e3o|secularizado]]]]\n\nNo {{s\u00e9c|XIII}}, o [[c\u00e1di]] [[Abu Zakaria Mohiuddin Yahya ibn Sharaf An-Nawawi]] afirmou que os que n\u00e3o eram mu\u00e7ulmanos n\u00e3o haviam de continuar a usar os seus lugares de adora\u00e7\u00e3o para os seus prop\u00f3sitos se eram conquistados pelos mu\u00e7ulmanos e n\u00e3o havia um tratado de rendi\u00e7\u00e3o que dissesse explicitamente o direito dos n\u00e3o mu\u00e7ulmanos a continuar a usar esses lugares.{{Citar livro|url=https://books.google.com/books?id=V4HCj5ITQgMC|titulo=Islam and Dhimmitude: Where Civilizations Collide|ultimo=Ye\u02bcor|primeiro=Bat|data=2002-01-01|editora=Fairleigh Dickinson University Press|isbn=9780838639436|lingua=en}} Acorde com os primeiros historiadores mu\u00e7ulmanos, \u00e0s cidades que se rendiam sem resist\u00eancia e faziam tratados autorizava-se que elas conservassem as suas [[Igreja (edif\u00edcio)|igrejas]] ou [[Sinagoga|esnogas]], enquanto que nas cidades tomadas por assalto, os templos passavam a ser utilizados pelos mu\u00e7ulmanos. Atribui-se ao comandante \u00e1rabe [[Amer ibne Alas]] ter feito o [[sal\u00e1]] numa igreja. [[Zayd ibn Ali]] disse, acerca das igrejas crist\u00e3s: \"Fazede o vosso sal\u00e1 nelas, n\u00e3o nos aleijaremos\", o que significava que as igrejas e esnogas capturadas podiam ser usadas como mesquitas.\n\n[[imagem:Jerusalem Al-Aqsa Mosque BW 2010-09-21 06-38-12.JPG|thumb|265x265px|right|A [[mesquita de Al-Aqsa]], em [[Jerusal\u00e9m]], [[Israel]], foi constru\u00edda no [[Monte do Templo]], o lugar mais sagrado do [[juda\u00edsmo]]. \u00c9 a terceira mesquita mais sagrada do Isl\u00e3o]]\nDe acordo com o Isl\u00e3o, a [[Caaba]] da Meca foi constru\u00edda antes da cria\u00e7\u00e3o do homem, mas foi feita um santu\u00e1rio pag\u00e3o pelos [[Idolatria|adoradores de \u00eddolos]], e acabou por tornar-se no centro do [[paganismo \u00e1rabe]]. Logo, no ano 630, foi novamente feita mesquita pelo profeta [[Maom\u00e9]] depois da [[conquista da Meca]]. N\u00e3o se tem certeza de que a Caaba tenha sido alguma vez uma mesquita antes desta conquista, mas h\u00e1 consenso sobre que anteriormente foi um santu\u00e1rio pag\u00e3o. Um dos primeiros exemplos de esta classe de transforma\u00e7\u00f5es de templos ocorreu em [[Damasco]], na [[S\u00edria]], onde em 705, o [[califa]] [[Califado Om\u00edada|om\u00edada]] [[Abdal Malique]] tomou a igreja de [[Jo\u00e3o Batista|S\u00e3o Jo\u00e3o Batista]] e f\u00ea-la reconstruir aos crist\u00e3os como mesquitas, originando o que atualmente \u00e9 conhecida como ''\"[[Mesquita dos Om\u00edadas]]\"''; no total, diz-se que Abd al-Malik fez que se reutilizassem como mesquitas dez igrejas em Damasco. Os [[turcos otomanos]] fizeram mesquitas quase todas as igrejas, [[mosteiro]]s e [[capela]]s de Constantinopla, incluindo a famosa [[Santa Sofia]], imediatamente depois de terem [[Queda de Constantinopla|conquistado a cidade]] em 1453. Nalguns casos fundaram-se mesquitas em locais de santu\u00e1rios crist\u00e3os ou judeus associados com personalidades [[B\u00edblia|b\u00edblicas]] que tamb\u00e9m eram reconhecidas pelo Isl\u00e3o. Por exemplo, a [[mesquita de Al-Aqsa]] e a [[C\u00fapula da Rocha]] est\u00e3o constru\u00eddas no [[Monte do Templo]], um lugar sagrado para o [[juda\u00edsmo]]. Os governantes mu\u00e7ulmanos da [[\u00cdndia]] destru\u00edram templos [[Hindu\u00edsmo|hindus]] e substitu\u00edram-nos por mesquitas, considerando que com estas a\u00e7\u00f5es cumpriam o seu dever religioso de afirmar a superioridade isl\u00e2mica.\n\nPor outro lado, as mesquitas tamb\u00e9m foram transformadas em templos crist\u00e3os, como aconteceu na [[Espanha]] [[Alandalus|andalusina]] no decorrer da [[Reconquista|conquista crist\u00e3]]. Assim foi na [[Catedral de Sarago\u00e7a|mesquita de Sarago\u00e7a]] a partir de 1119 ou a [[Mesquita-Catedral de C\u00f3rdova|mesquita de C\u00f3rdova]], na que na sua estrutura integrou-se a catedral.WAGNER, William. ''How Islam plans to change the world''. Kregel Publications, 2012. A [[Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica]], as regi\u00f5es do sudeste da Europa antes governadas pelo Imp\u00e9rio Otomano, e algumas zonas da \u00cdndia s\u00e3o alguns dos poucos territ\u00f3rios do mundo nos que aconteceram estas mudan\u00e7as, por terem deixado de ser regidos por mu\u00e7ulmanos.\n\n== Fun\u00e7\u00f5es religiosas ==\n\n=== Ora\u00e7\u00f5es ===\n{{Artigo principal|Sal\u00e1}}\n[[imagem:Mosque.jpg|thumb|235x235px|Mu\u00e7ulmanos a realizar o [[sal\u00e1]]]]\n\nTodos os mu\u00e7ulmanos adultos t\u00eam a obriga\u00e7\u00e3o de celebrar ora\u00e7\u00f5es, o [[sal\u00e1]], pelo menos cinco vezes por dia. Embora nalgumas mesquitas pequenas que acolhem a pequenas congrega\u00e7\u00f5es s\u00f3 fazem-se alguns destas ora\u00e7\u00f5es, na maioria realizam-se as cinco ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias precetivas: antes do amanhecer (''[[fajr]]''), ao meio-dia (''[[zuhr]]''), pela tarde (''[[asr]]''), depois do p\u00f4r do sol (''[[maghrib]]''), e \u00e0 noite (''[[isha]]''). N\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio para os mu\u00e7ulmanos orar no interior de uma mesquita, mas nos [[h\u00e1dice]]s diz-se que a ora\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria na mesquita \u00e9 mais virtuosa que a ora\u00e7\u00e3o em privado. O [[imame]] conduz a congrega\u00e7\u00e3o em ora\u00e7\u00e3o.{{Citar web|url=http://global.britannica.com/topic/imam|titulo=imam {{!}} Islam|acessodata=2016-04-10|obra=Encyclopedia Britannica|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160529075400/http://global.britannica.com/topic/imam|arquivodata=2016-05-29|urlmorta=yes}}\n\nAl\u00e9m das cinco ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias precetivas, as mesquitas acolhem as ora\u00e7\u00f5es [[jum'ah]], ou ora\u00e7\u00e3o das sextas-feiras, que nesse dia da semana substituem \u00e0 ora\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria do meio-dia. Enquanto que as ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias comuns podem fazer-se em qualquer s\u00edtio, \u00e9 precetivo que todos os homens adultos assistam \u00e0s mesquitas para a ora\u00e7\u00e3o das sextas.Maqsood, Ruqaiyyah Waris (22 de abril de 2003). ''Teach Yourself Islam'' (2da edici\u00f3n edici\u00f3n). Chicago: McGraw-Hill. pp. 57-8, 72-5, 112-120.\n\nNa mesquita tamb\u00e9m h\u00e1 ora\u00e7\u00f5es funer\u00e1rias pelos mu\u00e7ulmanos falecidos (''[[Salatul janazah|\u1e63al\u0101tu l-\u0177an\u0101za]]''), na qual participam todos os membros da congrega\u00e7\u00e3o, incluindo o [[imame]]. Diferindo das ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias, as funer\u00e1rias normalmente fazem-se ao ar livre, num p\u00e1tio ou [[pra\u00e7a]] perto da mesquita. Durante os [[Eclipse solar|eclipses solares]], as mesquitas acolhem outra ora\u00e7\u00e3o especial, chamada ''\u1e63al\u0101tu l-kus\u016bf.''\n\nH\u00e1 duas grandes festas, ou ''eid'', no [[calend\u00e1rio isl\u00e2mico]]: [[Eid al-Fitr]] e [[Festa do Sacrif\u00edcio|Eid ul-Adha]]. Nas duas realizam-se ora\u00e7\u00f5es especiais nas mesquitas pela manh\u00e3. As ora\u00e7\u00f5es ''eid'' devem celebrar-se em grandes grupos, pelo que as mesquitas de maior tamanho n\u00e3o acolhem nestas ocasi\u00f5es s\u00f3 aos seus fi\u00e9is, mas tamb\u00e9m aos das mesquitas mais pequenas. Algumas at\u00e9 alugam centros de conven\u00e7\u00f5es ou outros grandes edif\u00edcios para acolher a uma maior quantidade de fi\u00e9is. Nas mesquitas, especialmente nas situadas em pa\u00edses de maioria mu\u00e7ulmana, tamb\u00e9m fazem ora\u00e7\u00f5es no exterior, em grandes p\u00e1tios e pra\u00e7as.\n\n=== Ritos do Ramad\u00e3o ===\n{{Artigo principal|Ramad\u00e3o}}\n[[imagem:Taipei_Grand_Mosque_-_Fast_Break.JPG|thumb|Mu\u00e7ulmanos em [[Taip\u00e9]] a jantar juntos na mesquita durante o [[ramad\u00e3o]]|235x235px]]\n\nO m\u00eas mais sagrado do Isl\u00e3o, o [[ramad\u00e3o]], obriga ao cumprimento de diversos rituais. Enquanto dure o ramad\u00e3o os mu\u00e7ulmanos devem [[Jejum|jejuar]] durante o dia, ao p\u00f4r do sol, depois da quarta ora\u00e7\u00e3o do dia ([[magrib]]), os fi\u00e9is re\u00fanem-se nas mesquitas para os jantares comunit\u00e1rios ([[iftar]]). A pr\u00f3pria comunidade encarrega-se de fornecer os alimentos necess\u00e1rios, pelo menos parcialmente. Devido que a celebra\u00e7\u00e3o dos jantares ''if\u1e6d\u0101r'' exige a contribui\u00e7\u00e3o dos membros da comunidade, algumas mesquitas com um pequeno n\u00famero de fi\u00e9is n\u00e3o t\u00eam a capacidade suficiente para organiz\u00e1-las diariamente. Algumas mesquita tamb\u00e9m celebram as ''[[suhur]]'' antes do amanhecer, para os congregantes que assistem \u00e0 primeira ora\u00e7\u00e3o do dia, ''[[fajr]]''. As mesquitas convidam com frequ\u00eancia aos membros mais pobres das suas comunidades para partilhar alimentos tanto ao come\u00e7o como ao fim do jejum, porque praticar a [[caridade]] durante o ramad\u00e3o \u00e9 considerado especialmente honrado no Isl\u00e3o.\n\nDepois da quinta e \u00faltima das ora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias precetivas, a ''[[isha]]'', celebram-se ora\u00e7\u00f5es ''[[tarawih]]'' volunt\u00e1rias nas mesquitas [[Sunismo|sunitas]] mais grandes. Nas mesquitas xiis, por\u00e9m, n\u00e3o se fazem estes rezos. Durante estas pleg\u00e1rias noturnas, que podem chegar a durar at\u00e9 duas horas, um membro da comunidade que conhece de mem\u00f3ria todo o [[Alcor\u00e3o]] recita um fragmento do livro sagrado.\n\nDurante os \u00faltimos dez dias do Ramad\u00e3o, as mesquitas maiores organizam sess\u00f5es que duram toda a noite para comemorar a [[Laylat al-Qadr]], na noite na qual, segundo os mu\u00e7ulmanos, [[Maom\u00e9]] come\u00e7ou a receber o Alcor\u00e3o.\n\n[[imagem:Sarajevo Ferhad-begova-Mosque02.jpg|thumb|Ferhad-Begova, uma das 186 mesquitas de [[Sarajevo]], na [[B\u00f3snia e Herzegovina]]|314x314px]]\nEssa noite, entre o [[p\u00f4r do sol]] e o [[nascer do sol]], v\u00e1rios predicadores pregam na f\u00e9 isl\u00e2mica aos fi\u00e9is que est\u00e3o l\u00e1. As mesquitas ou a comunidade costumam fornecer alimentos ao longo da noite.\n\nDurante os \u00faltimos dez dias do [[Ramad\u00e3o]], as maiores mesquitas da comunidade mu\u00e7ulmana celebram o ''i\u02bftik\u0101f'', um ritual no qual deve participar pelo menos um homem mu\u00e7ulmano da comunidade. Requer-se que aqueles que fa\u00e7am o ''i\u02bftik\u0101f'' fiquem no interior da mesquita durante dez dias seguidos, dedicados ao culto ou ao estudo da f\u00e9 isl\u00e2mica. O resto da comunidade \u00e9 respons\u00e1vel de dar aos participantes, comida, bebida e qualquer outra coisa que precisem durante o ritual.\n\n=== Caridade ===\nO terceiro dos [[Cinco pilares do Islamismo|pilares do isl\u00e3o]] declara que todos os mu\u00e7ulmanos devem dar aproximadamente uma quadrig\u00e9sima parte (1/40) dos seus bens \u00e0 caridade como [[Zakat|zacate]]. Como as mesquitas s\u00e3o o centro das comunidades mu\u00e7ulmanas, ali \u00e9 onde os fi\u00e9is d\u00e3o ou, se precisam, recebem o zacate. Antes da festa que assinala o fim do [[Ramad\u00e3o]], o [[Eid al-Fitr]], as mesquitas recolhem um zacate especial que serve para ajudar aos mu\u00e7ulmanos pobres a assistir aos rezos e celebra\u00e7\u00f5es associadas com a festividade.{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20070404004125/http://mediaguidetoislam.sfsu.edu/religion/03f_concepts.htm|titulo=Media Guide to Islam|data=2007-04-04|acessodata=2016-04-23}}\n\n== Fun\u00e7\u00f5es sociais ==\n\n=== Centro da comunidade mu\u00e7ulmana ===\n[[imagem:Naghsh-e-jahan masjed-e-shah esfahan.jpg|[[Mesquita do Imame Jomeini|Mesquita do X\u00e1]] junto \u00e0 [[pra\u00e7a Naghsh-i Jahane]] em [[Ispa\u00e3o]], [[Ir\u00e3o]]|thumb|236x236px]]\n\nMuitos l\u00edderes mu\u00e7ulmanos, depois da morte do profeta [[Maom\u00e9]], imitando-o, estabeleceram os seus dom\u00ednios construindo primeiro uma mesquita. Da mesma maneira que a [[Meca]] e [[Medina]] foram constru\u00edda arredor da [[Grande Mesquita de Meca|Grande Mesquita]] e da [[Mesquita do Profeta]], [[Carbala]], no atual [[Iraque]], foi constru\u00edda \u00e0 volta do t\u00famulo [[Xiismo|xiita]] do [[T\u00famulo do Imame Huceine|imame Huceine]]. [[Ispa\u00e3o]], no [[Ir\u00e3o]], \u00e9 especialmente not\u00e1vel pela presen\u00e7a de mesquitas que formam o centro da cidade. No {{s\u00e9c|VIII}} construiu-se uma mesquita dentro da cidade, que tr\u00eas s\u00e9culos depois foi descrita pelo te\u00f3logo e fil\u00f3sofo [[N\u00e1cer Cosroes]] como \"uma magn\u00edfica mesquita de sexta constru\u00edda no centro da cidade\".{{citar web|url=http://web.archive.org/web/20080910171856/http://www.planum.net/topics/documents/planning_isfahan.pdf|titulo=\u00abUrban Planning of Isfahan in the Seventeenth Century\u00bb|data=|acessodata=25 de abril de 2016|obra=\u00abUrban Planning of Isfahan in the Seventeenth Century\u00bb|publicado=Universidad de Sheffield Escuela de Arquitectura|ultimo=Reza|primeiro=Abouei}} A come\u00e7os do {{s\u00e9c|XVII}}, [[Abas I]], da [[Saf\u00e1vidas|dinastia Saf\u00e1vida]] decidiu tornar Ispa\u00e3o numa das cidades mais grandes e formosas do mundo. Como parte deste plano, ordenou a constru\u00e7\u00e3o da [[Mesquita do Imame Jomeini|Mesquita do X\u00e1]] e da [[mesquita do xeque Lotf Al\u00e1]], ambas no per\u00edmetro da pra\u00e7a [[Pra\u00e7a Naghsh-i Jahane|Naghsh-i Jahane]], uma das maiores pra\u00e7as urbanas do mundo, que acolhe eventos desportivos e comerciais.Madanipour, Ali (9 de mayo de 2003). ''Public and Private Spaces of the City''. Routledge. p. 207. [[:es:Especial:FuentesDeLibros/0415256291|ISBN 0-415-25629-1]].\n\nAs mesquitas constru\u00eddas mais recentemente, especialmente nos pa\u00edses onde os mu\u00e7ulmanos n\u00e3o s\u00e3o maioria, t\u00eam a tend\u00eancia a estar longe do centro das principais cidades. Por\u00e9m, at\u00e9 uma mesquita localizada numa \u00e1rea com baixa densidade de popula\u00e7\u00e3o torna-se frequentemente num ponto de atra\u00e7\u00e3o para os mu\u00e7ulmanos, que podem at\u00e9 mudar de lugar de resid\u00eancia e de trabalho para estar perto da mesquita. Por isso, as mesquitas s\u00e3o os principais centros das comunidades mu\u00e7ulmanas, mesmo que n\u00e3o estejam situadas no centro das cidades.\n\n=== Educa\u00e7\u00e3o ===\n[[imagem:Storks samarkand.jpg|thumb|esquerda|250px|[[Madra\u00e7al de Ulugue Begue]], o qual inclui uma mesquita, em [[Samarcanda]], [[Uzbequist\u00e3o]]]]\nOutra fun\u00e7\u00e3o primordial das mesquitas \u00e9 a de ter instala\u00e7\u00f5es educativas. Algumas, especialmente as situadas nos pa\u00edses nos quais n\u00e3o h\u00e1 [[Madra\u00e7al|escolas isl\u00e2micas]] estatais, t\u00eam escolas a tempo completo, dedicadas a ensinar a doutrina isl\u00e2mica e conhecimentos gerais.\n\nEstas mesquitas acolhem geralmente a estudantes dos n\u00edveis de [[Ensino prim\u00e1rio|educa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria]] e [[Ensino secund\u00e1rio|secund\u00e1ria]]: umas poucas tamb\u00e9m oferecem [[Ensino superior|educa\u00e7\u00e3o superior]]. A maioria das mesquitas disp\u00f5em tamb\u00e9m de escolas a tempo parcial, nas que as aulas s\u00e3o realizadas nos fins de semanas ou pelas noites. Enquanto que as escolas a tempo completo est\u00e3o dirigidas \u00e0s crian\u00e7as que dependem das mesquitas para receber educa\u00e7\u00e3o geral, as de fim de semana e noturnas est\u00e3o pensadas para proporcionar s\u00f3 educa\u00e7\u00e3o isl\u00e2mica a pessoas de todas as idades. As mat\u00e9rias dadas nas aulas isl\u00e2micas noturnas ou de fim de semana variam. A leitura do Alcor\u00e3o e o ensino da [[l\u00edngua \u00e1rabe]] s\u00e3o comuns nas mesquitas situadas em pa\u00edses onde o uso do \u00e1rabe n\u00e3o \u00e9 comum. As aulas dirigidas a novos mu\u00e7ulmanos acerca dos fundamentos da f\u00e9 isl\u00e2mica s\u00e3o tamb\u00e9m frequentes, especialmente na [[Europa]] e nos [[Estados Unidos]], onde o Isl\u00e3o \u00e9 a religi\u00e3o que cresce mais r\u00e1pido.Wheeler, Brannon M. (1 de agosto de 2002). \u00abPreface\u00bb. ''Teaching Islam''. Oxford University Press US. pp. v. [[:es:Especial:FuentesDeLibros/0195152255|ISBN 0-19-515225-5]]. \u00aband [Islam] remains the fastest growing religion both in the United States and worldwide\u00bb. As mesquitas tamb\u00e9m aprofundaram mais no Isl\u00e3o atrav\u00e9s de aulas aos congregantes sobre a ''[[fiqh]]'' (jurisprud\u00eancia isl\u00e2mica). Os [[Madra\u00e7al|madra\u00e7ais]] tamb\u00e9m est\u00e3o dispon\u00edveis para que os mu\u00e7ulmanos tornem-se eruditos ([[ulem\u00e1]]s) ou em [[imame]]s. Por\u00e9m, como o seu prop\u00f3sito primordial n\u00e3o \u00e9 servir de lugar de culto ou de centro da comunidade, os madra\u00e7ais est\u00e3o normalmente separados das mesquitas de bairro.\n\n=== Eventos e campanhas de recole\u00e7\u00e3o ===\n[[imagem:Great Mosque of Djenn\u00e9 1.jpg|250px|thumb|A [[Grande Mesquita de Djenn\u00e9]], no [[Mali]], onde se celebra um festival anual]]\nAs mesquitas tamb\u00e9m organizam eventos para arrecadar verbas para suas atividades ou, simplesmente, para reunir a comunidade. Os p\u00e1tios das mesquitas tamb\u00e9m s\u00e3o usados para realizar reuni\u00f5es sociais; os [[bazar]]es onde os membros da comunidade podem comprar mercadoria isl\u00e2mica s\u00e3o comuns entre as mesquitas. As mesquitas tamb\u00e9m celebram [[casamento]]s.\n\n== Papel pol\u00edtico contempor\u00e2neo ==\nDesde fins do {{s\u00e9c|XX}}, aumentou o n\u00famero de mesquitas usadas com fins pol\u00edticos. Hoje em dia, diversas mesquitas do mundo ocidental promovem a participa\u00e7\u00e3o civil. Devido \u00e0 sua import\u00e2ncia na comunidade, as mesquitas t\u00eam sido um campo para promover o ativismo pol\u00edtico, para resolver conflitos e para ensinar as [[ideologia]]s isl\u00e2micas.\n\n=== Apoio ===\nNos pa\u00edses onde os mu\u00e7ulmanos s\u00e3o uma minoria da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 mais prov\u00e1vel que sejam utilizadas mesquitas como maneira de promover a participa\u00e7\u00e3o civil do que nos pa\u00edses de maioria mu\u00e7ulmana do [[M\u00e9dio Oriente]].{{Citar web|url=http://web.archive.org/web/20130420175649/http://www.tc.edu/muslim-nyc/research/projects/role%2520of%2520muslims.html|titulo=Muslims in New York City|data=2013-04-20|acessodata=2016-04-25}} Nas mesquitas dos Estados Unidos realiza-se a inscri\u00e7\u00e3o dos votantes, e organizam-se campanhas de participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3, promovidas por mu\u00e7ulmanos implicados no processo pol\u00edtico, frequentemente imigrantes de primeira ou segunda gera\u00e7\u00e3o. Como resultado destes esfor\u00e7os, tal como das iniciativas das mesquitas para manter aos mu\u00e7ulmanos informados nos assuntos as quais se enfrenta a comunidade mu\u00e7ulmana, \u00e9 mais prov\u00e1vel que os assistentes regulares participem em [[Manifesta\u00e7\u00e3o|manifesta\u00e7\u00f5es]], assinem [[Peti\u00e7\u00e3o|peti\u00e7\u00f5es]], ou estejam implicado de qualquer outra maneira na pol\u00edtica.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Religi\u00e3o|Arquitetura e urbanismo|Isl\u00e3o}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Isl\u00e3o]]\n[[Categoria:Arquitetura religiosa]]\n[[Categoria:Mesquitas| ]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Abdulaziz Mosque Gibraltar.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Allah-green.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Allah1.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Aya sofya.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Basmala.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Blaue moschee 6minarette.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Catedral1 Rodrigo Marfan.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Chinese-style minaret of the Great Mosque.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Grande Mosqu\u00e9e de Kairouan, vue d'ensemble.jpg"}]},"1371763":{"pageid":1371763,"ns":0,"title":"Kneria uluguru","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n{{semimagem-taxo|k}}\n{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Kneria uluguru''\n| imagem = \n| estado = VU\n| sistema_estado = iucn3.1\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Actinopterygii]]\n| ordem = [[Gonorynchiformes]]\n| fam\u00edlia = [[Kneriidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Kneria]]''\n| esp\u00e9cie = '''''K. uluguru'''''\n| binomial = ''Kneria uluguru''\n| binomial_autoridade = Seegers, 1995\n| sin\u00f3nimos = \n}}\n'''''Kneria uluguru''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[peixe]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Kneriidae]].\n\n\u00c9 end\u00e9mica da [[Tanz\u00e2nia]].\n\nOs seus [[habitat]]s naturais s\u00e3o: [[rio]]s.\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{en}} Hanssens, M & Snoeks, J. 2005. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Kneria%20uluguru Kneria uluguru]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species.] Dados de [[4 de Agosto]] de [[2007]].\n\n{{esbo\u00e7o-peixe}}\n\n{{DEFAULTSORT:Kneria Uluguru}}\n[[Categoria:Fauna da Tanz\u00e2nia]]\n[[Categoria:Kneria]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1995]]"}]},"6028817":{"pageid":6028817,"ns":0,"title":"Apartheid de g\u00e9nero","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''apartheid de g\u00e9nero''' (tamb\u00e9m chamado de '''apartheid sexual''' ) \u00e9 a discrimina\u00e7\u00e3o sexual, econ\u00f3mica e social, contra indiv\u00edduos por causa de seu g\u00e9nero ou sexo. \u00c9 um sistema imposto pelo uso de pr\u00e1ticas f\u00edsicas ou legais para relegar indiv\u00edduos a posi\u00e7\u00f5es subordinadas. A psic\u00f3loga feminista [[Phyllis Chesler]] define o fen\u00f4meno como \"pr\u00e1ticas que condenam meninas e mulheres a uma subexist\u00eancia separada e subordinada e que transformam meninos e homens em guardi\u00f5es permanentes da castidade das suas parentes femininas\".{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20130225160659/http://www.phyllis-chesler.com/984/phyllis-chesler-on-islamic-gender-apartheid|titulo=Phyllis Chesler on Islamic gender apartheid (Arq. em WAyBack Machine)|data=3 de Maio de 2011|publicado=The Phyllis Chesler Organization.|ultimo=|primeiro=|acessodata=}} Os exemplos de apartheid de g\u00e9nero levam n\u00e3o apenas \u00e0 incapacita\u00e7\u00e3o social e econ\u00f3mica dos indiv\u00edduos, mas tamb\u00e9m podem resultar em danos f\u00edsicos graves ou mesmo morte. {{citar web|url=https://gesphka.files.wordpress.com/2014/09/apartheid-2014.pdf|titulo=Apartheid - Ancient, Past, and Present Gross Racist Human Rights Violations in Graeco-Roman Egypt, South Africa, Israel/Palestine and Beyond|data=6 de Setembro de 2014|acessodata=|publicado=Wien: Gesellschaft f\u00fcr Ph\u00e4nomenologie und kritische Anthropologie|ultimo=L\u00f6wstedt|primeiro=Anthony}}\n\n== Etimologia ==\nO termo \"apartheid de g\u00e9nero\" deriva do [[apartheid]] racial da \u00c1frica do Sul que instituiu um sistema de supremacia branca , separando a maioria dos habitantes negros do pa\u00eds dos brancos.{{citar web|url=https://scholarship.law.unc.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1704&context=ncilj|titulo=From Gender Apartheid to Non-Sexism: The Pursuit of Women's Rights in South Africa|data=2001|acessodata=|publicado=|ultimo=Andrews|primeiro=Penelope E.}} Palavra [[L\u00edngua afric\u00e2ner|afric\u00e2ner]] para \"separa\u00e7\u00e3o\" ou \"separatividade\", o uso do termo apartheid aplicado ao g\u00e9nero corresponde a uma viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos que implica separa\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o. Definindo o apartheid, o Dr. Anthony L\u00f6wstedt escreveu: \"O conceito de separa\u00e7\u00e3o em si n\u00e3o implica necessariamente que qualquer grupo seja ou ser\u00e1 favorecido sobre qualquer outro ... A caracter\u00edstica distintiva do apartheid e de outros tipos de segrega\u00e7\u00e3o opressiva \u00e9 que as condi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, econ\u00f4micas, sociais e at\u00e9 geogr\u00e1ficas s\u00e3o criadas, consciente e sistematicamente, a fim de separar grupos \u00e0 for\u00e7a, invariavelmente em benef\u00edcio - pelo menos o benef\u00edcio de curto prazo - de pelo menos um dos grupos, mas nunca, ou apenas acidentalmente, em benef\u00edcio de todos eles.\" {{citar web|url=https://gesphka.files.wordpress.com/2014/09/apartheid-2014.pdf|titulo=Apartheid - Ancient, Past, and Present Gross Racist Human Rights Violations in Graeco-Roman Egypt, South Africa, Israel/Palestine and Beyond|data=6 de Setembro de 2014|acessodata=|publicado=Wien: Gesellschaft f\u00fcr Ph\u00e4nomenologie und kritische Anthropologie|ultimo=L\u00f6wstedt|primeiro=Anthony}}\n\n== Na Religi\u00e3o e nos Costumes ==\nExemplos de apartheid de g\u00e9nero foram e s\u00e3o encontrados institucionalizados atrav\u00e9s de pr\u00e1ticas religiosas e culturais. Por exemplo, aspectos do tratamento de mulheres sob interpreta\u00e7\u00f5es fundamentalistas do [[isl\u00e3o]], [[cristianismo]], [[juda\u00edsmo]], [[hindu\u00edsmo]], [[Siquismo|sikhismo]] e algumas variedades de [[budismo]] t\u00eam sido descritas como apartheid de g\u00e9nero. {{citar livro|t\u00edtulo=Human rights and social justice in a global perspective: an introduction to international social work|ultimo=Mapp|primeiro=Susan C.|editora=|ano=|local=|p\u00e1ginas=134-136|acessodata=}} O argumento da f\u00e9, muitas vezes atrav\u00e9s de interpreta\u00e7\u00f5es estritas do c\u00f3digo religioso, \u00e9 variadas vezes usado para justificar o apartheid de g\u00e9nero. {{citar web|url=https://www.theglobeandmail.com/opinion/editorials/gender-apartheid-cannot-be-justified-in-the-name-of-religion/article552296/|titulo=Gender apartheid cannot be justified in the name of religion|data=6 de Mar\u00e7o de 2012|acessodata=|publicado=The Globe and Mail|ultimo=Niedringhaus|primeiro=Anja}} O apartheid de g\u00e9nero tem habitualmente estreita rela\u00e7\u00e3o com a [[misoginia]].\n\n=== Cristianismo ===\n[[Imagem:Noli me assisi.jpg|miniatura|250px|direita|\"Noli me tangere\" - Fresco do S\u00e9culo XIII, prov\u00e1vel autor Giotto. Segundo os textos sagrados crist\u00e3os, foi a Maria Madalena que Jesus Cristo apareceu pela primeira vez ap\u00f3s a Ressurrei\u00e7\u00e3o.]] Os termos \"apartheid de g\u00e9nero\" e \"apartheid sexual\" tamb\u00e9m foram usados \u200b\u200bpara descrever o tratamento diferenciado das mulheres em institui\u00e7\u00f5es como a [[Igreja Anglicana]] {{citar web|url=https://www.theguardian.com/uk/2001/oct/25/religion.world|titulo=Church persists with sexual apartheid, say women priests|data=25 de Outubro de 2001|acessodata=|publicado=The Guardian|ultimo=Bates|primeiro=Stephen}} e a [[Igreja cat\u00f3lica Romana|Igreja Cat\u00f3lica Romana]]. A ministra e escritora presbiteriana Patricia Budd Kepler aponta para a luta institucionalizada das mulheres pela aceita\u00e7\u00e3o no clero e lideran\u00e7a religiosa como exemplo de apartheid de g\u00e9nero. Especificamente, Kepler critica as concep\u00e7\u00f5es tradicionais de masculinidade e feminilidade que limitam a autoridade feminina na igreja, insistindo, em vez disso, em que a entrada das mulheres no minist\u00e9rio n\u00e3o perturba a ordem divina.{{citar web|url=https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/004057367803400408|titulo=Women Clergy and the Cultural Order.|data=Janeiro de 1978|publicado=Theology Today Vol. 34 - i. 4 pag. 402\u2013409.|ultimo=Kepler|primeiro=Patricia Budd}} Da mesma forma, Susan D. Rose descreve a estrutura familiar patriarcal das igrejas crist\u00e3s evang\u00e9licas na Am\u00e9rica como mantendo o apartheid de g\u00e9nero. {{citar livro|t\u00edtulo=Religious Fundamentalisms and the Human Rights (ed. Courtney W. Howland)|ultimo=D. Rose|primeiro=Susan|editora=Palgrave MacMillan|ano=2001|local=|p\u00e1ginas=9-11|acessodata=}}\n\nA Igreja Cat\u00f3lica Romana foi identificada como perpetuadora do apartheid de g\u00e9nero devido \u00e0 listagem do Vaticano de \"a tentativa de ordena\u00e7\u00e3o sagrada de uma mulher\" como uma ''delicta graviora'' - em outras palavras, um crime de igual import\u00e2ncia ao abuso sexual de menores e \"aquisi\u00e7\u00e3o, posse ou distribui\u00e7\u00e3o de pornografia infantil por um cl\u00e9rigo \". {{citar web|url=http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20111123_levada-belo-horizonte_en.html|titulo=CONSIDERATIONS ON THE DELICTA GRAVIORA|data=23 de Novembro de 2011|acessodata=|publicado=Vaticano|ultimo=Levada|primeiro=William (Cardeal)}} {{citar web|url=https://www.ontheissuesmagazine.com/2010summer/2010summer_Bonavoglia.php|titulo=Women Challenge Gender Apartheid in the Catholic Church|data=|acessodata=30 de Junho de 2019|publicado=On The Issues Magazine|ultimo=Bonavoglia|primeiro=Angela}} {{citar web|url=https://www.nytimes.com/2012/09/30/opinion/sunday/women-as-priests.html?_r=0|titulo=Women as Priests|data=29 de Setembro de 2012|acessodata=|publicado=The New York Times|ultimo=Levitt|primeiro=Judith}}\u00c0 luz disso, alguns caracterizaram a Igreja Cat\u00f3lica como endossando o patriarcado e, posteriormente, alienando as mulheres dos pap\u00e9is de lideran\u00e7a dentro da religi\u00e3o.\n\nO Papa Francisco refor\u00e7ou, em 2016, que \"nunca\" as mulheres seriam ordenadaS padres na Igreja Cat\u00f3lica. O l\u00edder da Igreja Cat\u00f3lica referiu-se \u00e0 carta apost\u00f3lica ''Ordinatio Sacerdotalis'', do Papa Jo\u00e3o Paulo II, de 1994, que entre outros motivos para a proibi\u00e7\u00e3o aponta o exemplo de Jesus Cristo, que escolheu os seus Ap\u00f3stolos apenas entre os homens; segundo o documento, a exclus\u00e3o das mulheres do sacerd\u00f3cio \"est\u00e1 de acordo com o plano de Deus para a sua Igreja.\" {{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Kirchgaessner|primeiro=Stephanie|data=2016-11-01|titulo=Pope Francis says women will never be Roman Catholic priests|url=https://www.theguardian.com/world/2016/nov/01/pope-francis-women-never-roman-catholic-priests-church|jornal=The Guardian|lingua=en-GB|issn=0261-3077}} {{Citar web|titulo=Ordinatio Sacerdotalis (May 22, 1994) {{!}} John Paul II|url=https://w2.vatican.va/content/john-paul-ii/en/apost_letters/1994/documents/hf_jp-ii_apl_19940522_ordinatio-sacerdotalis.html|obra=w2.vatican.va|acessodata=2019-07-03}} \n\nO papel de [[Maria Madalena]], como aponta [[Elisabeth Fiorenza]], \u00e9 posto de lado\u02d0 \"(...) enquanto as hist\u00f3rias de [[Judas Iscariotes|Judas]] e [[Pedro, o Ap\u00f3stolo|Pedro]] est\u00e3o gravadas na mem\u00f3ria dos crist\u00e3os, a hist\u00f3ria da mulher ''(i.\u00e9, Maria Madalena)'' \u00e9 virtualmente esquecida. Embora Jesus declare em Marcos: \"E em verdade vos digo que, onde quer que o evangelho seja pregado em todo o mundo, o que ela fez ser\u00e1 contado em mem\u00f3ria dela\" (14: 9) (...) O nome do traidor \u00e9 lembrado, mas o nome do fiel disc\u00edpulo \u00e9 esquecido porque ela era uma mulher.\" {{citar livro|t\u00edtulo=In Memory of Her (10.a edi\u00e7\u00e3o)|ultimo=Fiorenza|primeiro=Elisabeth Schussler|editora=Crossroad Publishing Company|ano=1994|local=|p\u00e1ginas=xiii|acessodata=}} \n\n=== Isl\u00e3o ===\nPor um lado, o Isl\u00e3o tem sido elogiado pelo seu papel historicamente libertador das mulheres; por outro, a religi\u00e3o, algumas das suas pr\u00e1ticas e seus praticantes, foram considerados respons\u00e1veis pelo estatuto inferior e menores direitos legais das mulheres nos pa\u00edses isl\u00e2micos.{{citar web|url=https://www.jstor.org/stable/40971480?read-now=1&seq=1#page_scan_tab_contents|titulo=Gender, Islam, and Politics (Social Research Vol. 67, No. 2, pp. 453-474)|data=2000|acessodata=|publicado=Jstor|ultimo=Kazemi|primeiro=Farhad}}\n\nOs valores patriarcais do Isl\u00e3 continuam sendo um de seus princ\u00edpios mais contestados, embora esses valores variem no contexto de diferentes pa\u00edses. Geralmente, no entanto, os direitos masculinos e femininos diferem consideravelmente de acordo com as leis isl\u00e2micas. Por exemplo, os homens t\u00eam permiss\u00e3o para se engajar na poligamia, enquanto as mulheres s\u00e3o proibidas, e as heran\u00e7as femininas s\u00e3o a metade de seus irm\u00e3os do sexo masculino. Al\u00e9m disso, a condena\u00e7\u00e3o por c\u00f3digo penal isl\u00e2mico ainda discrimina contra as mulheres, pois depende muito do testemunho. Os testemunhos femininos s\u00e3o considerados insuficientes para condenar um assassino, exigindo um testemunho masculino para valida\u00e7\u00e3o. \n\nA ativista [[Mahnaz Afkhami]] escreve que a vis\u00e3o do mundo fundamentalista \"destaca o status das mulheres e suas rela\u00e7\u00f5es com a sociedade como o teste supremo da autenticidade da ordem isl\u00e2mica\". Isto \u00e9 simbolizado pelas institui\u00e7\u00f5es de [[Purdah]] (separa\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos sexos) e [[Awrah]] (oculta\u00e7\u00e3o do corpo com roupas). Como em grande parte do mundo, as institui\u00e7\u00f5es que reprimem as mulheres estavam se tornando menos poderosas at\u00e9 o ressurgimento do fundamentalismo isl\u00e2mico no final do s\u00e9culo XX.{{citar livro|t\u00edtulo=Women, Gender, and Human Rights: A Global Perspective (Cap\u02d0 Gender Apartheid, Cultural Relativism, and Women\u00b4s Human Rights in Muslim Societies)|ultimo=Afkhami|primeiro=Mahnaz|editora=Rutgeres University Press|ano=2001|local=|p\u00e1ginas=234|acessodata=}} \n\nPara [[Ghada Hashem Talhami]], a quest\u00e3o das mulheres \u00e9 \"o calcanhar de Aquiles do movimento isl\u00e2mico, a \u00fanica quest\u00e3o que n\u00e3o poderia ser ofuscada por um excesso de idealismo e romanticiza\u00e7\u00e3o da era cl\u00e1ssica do Isl\u00e3o ou por uma \u00eanfase exagerada na argumenta\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-econ\u00f4mica\".\n\n=== Juda\u00edsmo ===\nO juda\u00edsmo [[Haredi]], tamb\u00e9m conhecido como juda\u00edsmo ultra-ortodoxo, tem sido criticado por instituir pol\u00edticas e cren\u00e7as de apartheid de g\u00e9nero.{{Citar web|titulo=Fighting Gender Apartheid in Israel|url=https://bigthink.com/daylight-atheism/fighting-gender-apartheid-in-israel|obra=Big Think|data=2012-01-17|acessodata=2019-07-04|lingua=en}} {{Citar web|titulo='Gender segregation practices are \u2018apartheid\u2018' - National News - Jerusalem Post|url=https://www.jpost.com/National-News/Gender-segregation-practices-are-apartheid|obra=www.jpost.com|acessodata=2019-07-04}} Composto por uma pequena minoria , mas em constante crescimento, dentro da cultura judaica, o juda\u00edsmo Haredi distingue-se como uma comunidade de estudiosos, com uma propor\u00e7\u00e3o significativamente maior de homens que continuam sua educa\u00e7\u00e3o em [[Yeshiv\u00e1|yeshiva]] do que as mulheres no semin\u00e1rio.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=El-Or|primeiro=Tamar|data=1993-11-01|titulo=The length of the slits and the spread of luxury: Reconstructing the subordination of ultra-Orthodox jewish women through the patriarchy of men scholars|url=https://doi.org/10.1007/BF00289206|jornal=Sex Roles|lingua=en|volume=29|numero=9|paginas=585\u2013598|doi=10.1007/BF00289206|issn=1573-2762}}
Os seguidores do juda\u00edsmo ultra-ortodoxo tamb\u00e9m se distinguem pelas roupas e apar\u00eancia geral: barbas compridas, longos sobretudos escuros e chap\u00e9us de aba larga para homens; e mulheres \"modestamente\" cobertas. As acusa\u00e7\u00f5es de apartheid de g\u00e9nero apontam para a natureza repressiva da cultura e a segrega\u00e7\u00e3o sexual, bem como para a demoniza\u00e7\u00e3o das mulheres como tenta\u00e7\u00e3o sexual. Imagens p\u00fablicas de mulheres foram desfiguradas em comunidades judaicas ultra-ortodoxas, e jovens judias cuspidas e chamadas prostitutas por usar roupas consideradas imodestas. {{Citar web|titulo=When women and girls are the enemy|url=https://www.smh.com.au/world/when-women-and-girls-are-the-enemy-20111118-1nn4d.html|obra=The Sydney Morning Herald|data=2011-11-20|acessodata=2019-07-04|lingua=en}} \n\nAs a\u00e7\u00f5es dos judeus fundamentalistas ultra-ortodoxos em Israel foram referidas como apartheid de g\u00eanero. Embora as mulheres costumem sentar-se na parte de tr\u00e1s dos autocarro em alguns locais de Israel, nenhuma lei o imp\u00f5e. No entanto, um incidente surgiu em Dezembro de 2011, quando um ultra-ortodoxo pediu a uma mulher sentada na frente do autocarro que se dirigisse para os fundos; ela recusou , o que provocou um ajuntamento dos fundamentalistas. A interven\u00e7\u00e3o policial finalmente separou o confronto. Em rela\u00e7\u00e3o ao evento, o primeiro-ministro israelense, [[Benjamin Netanyahu]], expressou seu apoio aos espa\u00e7os p\u00fablicos para todos e \u00e0 unidade dentro da comunidade.{{Citar web|titulo=Israel's 'Rosa Parks' refuses to take back seat|url=https://www.cnn.com/2011/12/19/world/meast/israel-rosa-parks/index.html|obra=CNN|acessodata=2019-07-04|primeiro=By Izzy Lemberg and Kevin Flower|ultimo=CNN}} Tamb\u00e9m tem havido relatos de judeus ultra-ortodoxos cuspindo em mulheres, atacando pol\u00edcia e equipes de televis\u00e3o e afixando avisos instruindo mulheres a se vestir \"modestamente\" e n\u00e3o se acercarem das sinagogas. https://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/middleeast/israel/8978325/Clashes-erupt-between-police-and-ultra-Orthodox-Jews-near-Jerusalem.html#mm_hash\n\n== Casos actuais ==\nMuitos pa\u00edses do mundo, na sua grande maioria isl\u00e2micos, praticam o apartheid de g\u00eanero, em diversos graus de intensidade - o mais extremo sendo o da Ar\u00e1bia Saudita. Movimentos isl\u00e2micos como os [[Taliban]], o [[Hamas]] e o [[Estado Isl\u00e2mico do Iraque e do Levante]] tamb\u00e9m o praticam.\n\n=== Afeganist\u00e3o ===\nO Afeganist\u00e3o, sob a lideran\u00e7a religiosa dos Taliban, de 1996 a 2001, criou um sistema de apartheid de g\u00eanero no qual as mulheres eram segregadas dos homens em p\u00fablico e n\u00e3o podiam desfrutar de liberdades legais ou acesso igualit\u00e1rio ao emprego ou \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.{{Citar web|titulo=Women's Human Rights Resources - Women in Afghanistan|url=https://web.archive.org/web/20051217100322/http://www.law-lib.utoronto.ca/DIANA/afghanwomen.htm|obra=web.archive.org|data=2005-12-17|acessodata=2019-07-07}}{{Citar web|titulo=03.17.99 - Gender Apartheid Under Afghanistan's Taliban|url=https://www.berkeley.edu/news/berkeleyan/1999/0317/taliban.html|obra=www.berkeley.edu|acessodata=2019-07-07}} Os Taliban ganharam a aten\u00e7\u00e3o internacional pelo seu tratamento das mulheres, promulgando pol\u00edticas que cortavam a liberdade de movimento, emprego e direitos educacionais das mulheres e acesso a cuidados m\u00e9dicos. Sob o regime talib\u00e3, as mulheres estavam em risco de deten\u00e7\u00e3o e abuso f\u00edsico se fossem consideradas culpadas de violar o c\u00f3digo de vestu\u00e1rio imposto, a burca afeg\u00e3. As mulheres n\u00e3o podiam usar meias ou sapatos brancos, e n\u00e3o podiam fazer barulho a caminhar. Tinham de andar nas ruas acompanhadas sempre de um familiar masculino.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Iacopino|primeiro=Vincent|ultimo2=Manos|primeiro2=M. Michele|ultimo3=Bauer|primeiro3=Heidi M.|ultimo4=Rasekh|primeiro4=Zohra|data=1998-08-05|titulo=Women's Health and Human Rights in Afghanistan|url=https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/187827|jornal=JAMA|lingua=en|volume=280|numero=5|paginas=449\u2013455|doi=10.1001/jama.280.5.449|issn=0098-7484}}{{Citar web|titulo=The First Victims - Taliban Have Been Terrorizing Women For Years|url=https://rense.com/general14/terrw.htm|obra=rense.com|acessodata=2019-07-07}}\n\n=== Ar\u00e1bia Saudita ===\nAs pr\u00e1ticas da Ar\u00e1bia Saudita em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres t\u00eam sido referidas consistentemente como \"apartheid de g\u00e9nero\". {{citar web|url=https://web.archive.org/web/20050315083110/http://www.womensenews.org/article.cfm/dyn/aid/2212/context/ourdailylives|titulo=Taking the Gender Apartheid Tour in Saudi Arabia|data=7 de Mar\u00e7o de 2005|publicado=Women's eNews (Arq, em WayBack Machine)|ultimo=Jensen|primeiro=Rita Henley|acessodata=}}{{Citar web|titulo=Women in Saudi Arabia are caught in a system of gender apartheid {{!}} DW {{!}} 30.12.2013|url=https://www.dw.com/en/women-in-saudi-arabia-are-caught-in-a-system-of-gender-apartheid/a-17330976|obra=DW.COM|acessodata=2019-07-13|lingua=en-GB|primeiro=Deutsche|ultimo=Welle (www.dw.com)}}Atos de apartheid de g\u00e9nero manifestam-se de muitas formas diferentes, tais como a proibi\u00e7\u00e3o de as mulheres frequentarem a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica na escola e de assistir a eventos desportivos nos est\u00e1dios.{{Citar web|titulo=Activists Say \u2018Gender Apartheid\u2019 Saudi Arabia Should Have Been Excluded From Olympics|url=https://www.cnsnews.com/news/article/activists-say-gender-apartheid-saudi-arabia-should-have-been-excluded-olympics|obra=CNS News|data=2012-08-01|acessodata=2019-07-12|lingua=en}} As mulheres eram anteriormente proibidas de conduzir e ainda necessitam de autoriza\u00e7\u00e3o masculina para viajar. O [[Mutaween|\"Comit\u00ea para a Promo\u00e7\u00e3o da Virtude e Preven\u00e7\u00e3o do V\u00edcio\"]] supervisiona a aplica\u00e7\u00e3o da segrega\u00e7\u00e3o sexual na vida civil saudita; qualquer mistura ilegal entre os sexos \u00e9 punida severamente. Mais recentemente, foi introduzido um novo sistema tecnol\u00f3gico que alerta os tutores masculinos por texto quando a mulher dependente deixa o pa\u00eds.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Harding|primeiro=Luke|ultimo2=agencies|primeiro2=and|data=2012-11-23|titulo=Saudi Arabia criticised over text alerts tracking women's movements|url=https://www.theguardian.com/world/2012/nov/23/saudi-arabia-text-alerts-women|jornal=The Guardian|lingua=en-GB|issn=0261-3077}} Em geral, as mulheres na Ar\u00e1bia Saudita possuem os mesmos direitos legais que os menores e n\u00e3o podem tomar decis\u00f5es importantes, por exemplo, na educa\u00e7\u00e3o, trabalho e sa\u00fade, sem o consentimento de um parente masculino, o seu \"guardi\u00e3o\". O sistema do \"guardi\u00e3o\" est\u00e1 oficialmente abolido, mas na pr\u00e1tica e tamb\u00e9m oficialmente continua, apesar da Ar\u00e1bia Saudita ter assinado, em 2001, a [[Conven\u00e7\u00e3o sobre a elimina\u00e7\u00e3o de todas as formas de discrimina\u00e7\u00e3o contra as mulheres|Conven\u00e7\u00e3o Sobre a Elimina\u00e7\u00e3o de Todas as Formas de Discrimina\u00e7\u00e3o Contra as Mulheres (CEDAW).]]{{citar web|url=https://www.refworld.org/docid/4a55b2c112.html|titulo=Saudi Arabia: Women's Rights Promises Broken|data=8 de Julho de 2009|publicado=UNHCR|obra=Human Rights Watch}}\n\nAtivistas que defendem a igualdade sexual, como [[Wajeha Al-Huwaider,]] comparam os direitos das mulheres sauditas com os dos escravos.{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20110724154337/http://www.jewishtoronto.com/page.aspx?id=146618|titulo=For Saudi Women, Every Day Is a Battle|data=1 de junho de 2007|publicado=JewishToronto (Arq. em WayBack Machine)}} Ela escreve\u02d0 \"Quando os cl\u00e9rigos s\u00e3o referidos como \"eruditos\" - n\u00e3o se espante, voc\u00ea est\u00e1 num pa\u00eds \u00e1rabe.\"{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20100603050619/http://www.memri.org/report/en/0/0/0/0/0/0/2064.htm|titulo=In a Satirical Poem, Saudi Author Laments Conditions in the Arab World|data=28 de Fevereiro de 2007|publicado=Memri|ultimo=Al-Huwaider|primeiro=Wajeha}}\n\nA jornalista e autora Mona Eltahawy, feminista e mu\u00e7ulmana, comenta a \"atmosfera surrealista\" da Ar\u00e1bia Saudita, onde viveu durante seis anos da sua adolesc\u00eancia\u02d0 \"''Parecia ter mudado para outro planeta, cujos habitantes desejavam fervorosamente que as mulheres n\u00e3o existissem.\"'' {{citar livro|t\u00edtulo=Headscarves and Hymens: Why the Middle East Needs a Sexual Revolution|ultimo=Eltahawy|primeiro=Mona|editora=Farrar, Strauss and Giroux|ano=2015|local=|p\u00e1ginas=8|acessodata=}} Mona observa que as mulheres est\u00e3o desprotegidas, de maneira chocante, no mundo \u00e1rabe, devido ao que ela chama uma \"mistura t\u00f3xica de cultura conservadora, religi\u00e3o e pol\u00edtica\"{{citar livro|t\u00edtulo=Headscarves and Hymens: Why the Middle East Needs a Sexual Revolution Farrar, Strauss and Giroux|ultimo=Eltahawy|primeiro=Mona|editora=Farrar, Strauss and Giroux|ano=2015|p\u00e1ginas=144}}\n\n=== \u00cdndia ===\nAs mulheres indianas s\u00e3o discriminadas logo \u00e0 partida, desde a pr\u00f3pria gesta\u00e7\u00e3o. A \u00cdndia \u00e9 um dos pa\u00edses do mundo com a rela\u00e7\u00e3o mais baixa de mulheres para homens (0.94), sendo as suas causas v\u00e1rias: [[infantic\u00eddio]], fetic\u00eddio, e mais tarde neglig\u00eancia (pior alimenta\u00e7\u00e3o e menores cuidados m\u00e9dicos), [[Crime de honra|crimes de \"honra\"]] e [[assass\u00ednio por dote|crimes por dote]]. Apesar de legisla\u00e7\u00e3o em contr\u00e1rio, os pedidos de dote s\u00e3o exorbitantes, e quando n\u00e3o satisfeitos podem resultar em mortes - s\u00e3o estimadas 25 mil mortes de mulheres por raz\u00f5es de dote, por ano, crimes cometidos pelos noivos e seus familiares.{{citar web|url=http://www.digitalism.org/dowry-death/|titulo=Dowry Death|data=1996|publicado=|ultimo=Caleekal|primeiro=Anuppa}}\n\nEm 2005, estimava-se que havia mais cerca de 50 milh\u00f5es de homens do que mulheres. De acordo com um estudo de 2011, de Sonia Bhalotra, do Centre for Market and Public Organisation (CMPO) na Universidade de Bristol, a pr\u00e1tica de fetic\u00eddio est\u00e1 mais fortemente estabelecida entre as fam\u00edlias de maiores recursos do que nas \u00e1reas rurais pobres.{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Agnivesh|primeiro=Swami (e mais 2 outros)|data=2005-11-25|titulo=Missing: 50 million Indian girls|url=https://www.nytimes.com/2005/11/25/opinion/missing-50-million-indian-girls.html|jornal=The New York Times}} {{citar web|url=https://web.archive.org/web/20130504072819/http://ucatlas.ucsc.edu/gender/Sen100M.html|titulo=More Than 100 Million Women Are Missing|data=20 de Dezembro de 1990|publicado=The New York Review of Books (arq. em WayBack Machine)|ultimo=Sen|primeiro=Amartya}}{{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Desai|primeiro=Kishwar|data=2011-06-17|titulo=The plight of India's women|url=https://www.theguardian.com/commentisfree/2011/jun/17/india-gender|jornal=The Guardian|lingua=en-GB|issn=0261-3077}}{{citar web|url=https://www.theguardian.com/global-development/poverty-matters/2011/jul/22/india-sex-selection-missing-women|titulo=India's missing women : Research has cast fresh light on the massive and increasingly alarming phenomenon of sex selection in India|data=22 de Julho de 2011|publicado=The Guardian|ultimo=Bunting|primeiro=Madeleine Bunting}}\n\n=== Ir\u00e3o ===\nQuando Khomeini apelou \u00e0s mulheres para que participassem em manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e ignorassem o recolher obrigat\u00f3rio noturno, milh\u00f5es de mulheres que, de outro modo, n\u00e3o teriam sonhado em deixar as suas casas sem a permiss\u00e3o ou a presen\u00e7a dos seus maridos e pais, sa\u00edram \u00e0 rua. O apelo de Khomeini para que se manifestassem contra o X\u00e1 dissipou qualquer d\u00favida nas mentes de muitas mulheres mu\u00e7ulmanas devotas sobre a propriedade de sair \u00e0s ruas durante o dia ou \u00e0 noite. Depois da revolu\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, Khomeini desaprovou publicamente a mistura entre os sexos.{{Citar web|titulo=Iran Chamber Society: Iranian Society: Revolution, Islamization, and Women's Employment in Iran|url=http://www.iranchamber.com/society/articles/revolution_women_employment_iran.php|obra=www.iranchamber.com|acessodata=2019-07-18}} \n\nLogo ap\u00f3s o estabelecimento da Governo Provis\u00f3rio de [[Mehdi Bazargan]], o Ayatollah [[Ruhollah Khomeini|Khomeini]] exigiu a aboli\u00e7\u00e3o da Lei de Prote\u00e7\u00e3o da Fam\u00edlia, ordenou a aplica\u00e7\u00e3o da Xaria e promulgou um decreto exigindo que as mulheres se vestissem \"devidamente\". As mulheres foram banidas de algumas profiss\u00f5es, como o judici\u00e1rio, e as estudantes femininas foram barradas de certas disciplinas nas universidades.\n\nUm decreto demitiu todas as mulheres ju\u00edzes e barrou estudantes do sexo feminino das escolas de direito. As novas leis da Xaria deram aos homens o direito de se divorciarem das suas esposas sem qualquer justi\ufb01ca\u00e7\u00e3o. As leis de cust\u00f3dia tamb\u00e9m foram alteradas em favor dos homens. O testemunho das mulheres em tribunal foi declarado como valendo metade do de um homem. Dinheiro de sangue para uma mulher assassinada era tamb\u00e9m metade do devido pela morte de um homem.{{citar peri\u00f3dico|ultimo=Mahdi|primeiro=Ali Akbar|data=Outubro de 2004|titulo=The Iranian Women\u2019s Movement: A Century Long Struggle|url=https://go.owu.edu/~aamahdi/Iranian%20Women%20Movement%20A%20Century%20Long%20Struggle.pdf|jornal=The Muslim World - Vol.94|pagina=434|acessodata=}} \n\nA idade legal do casamento para as meninas foi baixada para os 9 anos de idade.{{Citar web|titulo=International Law: THE LAW OF MARRIAGE IN IRAN|url=http://gabrielsawma.blogspot.com/2015/01/the-law-of-marriage-in-iran.html|obra=International Law|data=2015-01-23|acessodata=2019-07-18|primeiro=International|ultimo=Law}} \n\n=== Mal\u00e1sia ===\nEm 2006, [[Marina Mahathir]], filha de um antigo primeiro-ministro da Mal\u00e1sia e ativista dos direitos femininos, descreveu o estatuto das mulheres mu\u00e7ulmanas na Mal\u00e1sia como semelhante ao dos sul-africanos negros sob o apartheid. Os seus coment\u00e1rios, ap\u00f3s terem sido retidos por alguns dias, foram publicados com cortes na sua coluna regular num jornal da Mal\u00e1sia. As observa\u00e7\u00f5es de Mahathir foram feitas em resposta a uma nova lei isl\u00e2mica que permitia aos homens divorciarem-se com maior facilidade, ou tomarem at\u00e9 quatro esposas. A lei tamb\u00e9m concedeu aos maridos mais controle sobre a propriedade das esposas. Grupos conservadores mu\u00e7ulmanos da Mal\u00e1sia criticaram seus coment\u00e1rios por \"envergonhar o pa\u00eds\" , insultar a [[Xaria]], \"capitular servilmente \u00e1s no\u00e7\u00f5es do feminismo ocidental\" e minar o papel proeminente das mulheres na Mal\u00e1sia em compara\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses mu\u00e7ulmanos e do leste asi\u00e1tico.{{citar web|url=http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/4795808.stm|titulo=Malaysia 'apartheid' row deepens|data=11 de Mar\u00e7o de 2006|acessodata=|publicado=BBC|ultimo=Kent|primeiro=Jonathan}}{{citar web|url=http://news.bbc.co.uk/2/hi/asia-pacific/4784784.stm|titulo=Malaysia women 'suffer apartheid'|data=8 de Mar\u00e7o de 2006|acessodata=|publicado=BBC|ultimo=Kent|primeiro=Jonathan}}{{citar web|url=https://www.dawn.com/news/182184|titulo=Malaysian women suffer \u2018apartheid\u2019|data=9 de Mar\u00e7o de 2006|acessodata=|publicado=Dawn|ultimo=|primeiro=}}\n\n=== Paquist\u00e3o ===\nNa sociedade paquistanesa existe um forte apartheid de g\u00e9nero, tendo as mulheres um estatuto subalterno nas esferas pol\u00edtica, econ\u00f3mica e social. Por exemplo, uma Lei de 1951 impede as mulheres paquistanesas com maridos estrangeiros de obterem para os seus c\u00f4njuges a cidadania paquistanesa. Sistemas judiciais paralelos, como as ''jirgas'', continuam a funcionar contra as mulheres, permitindo a continua\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas discriminat\u00f3rias contra elas.{{Citar web|titulo=Women\u2019s rights in Pakistan: NGOs compile report to show the \u2018real\u2019 picture|url=https://tribune.com.pk/story/481390/womens-rights-in-pakistan-ngos-compile-report-to-show-the-real-picture/|obra=The Express Tribune|data=2012-12-19|acessodata=2019-07-09|lingua=en|ultimo=Tribune.com.pk}}. Apesar de ilegalizadas, as ''jirgas'' permanecem; o governo paquistan\u00eas n\u0334\u00e3o consegue, ou tem s\u00e9rias dificuldades, em impor as suas decis\u00f5es, neste como noutros casos lesivos da metade feminina da popula\u00e7\u00e3o, como os crimes de \"honra\".{{citar web|url=https://tribune.com.pk/story/479508/womens-disempowerment-lack-of-political-will-resource-constraint-major-factors/|titulo=Women\u2019s (dis)empowerment: Lack of political will, resource constraint major factors|data=14 de Dezembro de 2012|acessodata=|publicado=The Express Tribune|ultimo=|primeiro=}} O primeiro ministro [[Imran Khan|Imram Khan]]. numa visita \u00e1s \u00e1reas tribais em 2019, prometeu a continua\u00e7\u00e3o do sistema de ''\"jirgas\",'' j\u00e1 que eram \"preferidas pelas popula\u00e7\u00f5es.\" {{citar web|url=https://www.dawn.com/news/1493381/jirga-space-slashed|titulo=Jirga space slashed|data=11 de Julho de 2019|acessodata=|publicado=Dawn|ultimo=Rehman|primeiro=I.A.}}\n\nAs disparidades de g\u00e9nero na atividade econ\u00f3mica, educa\u00e7\u00e3o e literacia, e o [[Raz\u00e3o (matem\u00e1tica)|ratio]] entre os dois sexos,t\u00eam sido citadas como prova de apartheid de g\u00e9nero sistem\u00e1tico no Paquist\u00e3o. {{Citar peri\u00f3dico|ultimo=Weiss|primeiro=Anita M.|data=1 de Setembro de 2003|titulo=Interpreting Islam and Women's Rights|url=https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/02685809030183007|jornal=International Sociology|lingua=en-US|volume=18|numero=3|paginas=581\u2013601|doi=10.1177/02685809030183007|issn=0268-5809|acessodata=}}\n\nAlguns estudos sugerem que os pap\u00e9is de g\u00e9nero na sociedade paquistanesa s\u00e3o transmitidos atrav\u00e9s dos manuais escolares do ensino prim\u00e1rio e secund\u00e1rio, que negligenciam a inclus\u00e3o de figuras femininas importantes na hist\u00f3ria e nos estudos sociais. O apartheid de g\u00e9nero \u00e9 assim institucionalizado atrav\u00e9s de textos e imagens em que as mulheres s\u00e3o de certo modo invis\u00edveis, apropriadas para pap\u00e9is dom\u00e9sticos - elas cozinham, elas costuram, elas lavam, elas alimentam, elas cuidam do lar - e raramente retratadas a trabalhar fora de casa. Al\u00e9m disso, em termos de personalidade e car\u00e1cter, homens e mulheres s\u00e3o descritos como opostos distintos: enquanto as mulheres s\u00e3o \"vaidosas, tolas e est\u00fapidas\", os homens s\u00e3o \"inteligentes, corajosos e fortes\". Consequentemente, os pap\u00e9is de g\u00e9nero socializados refor\u00e7am e perpetuam o apartheid de g\u00e9nero.{{citar peri\u00f3dico|ultimo=Sadia|primeiro=Jabeen|ultimo2=Ilyas|primeiro2=Amir|data=2012|titulo=Gender Role Modelling in Textbooks\u02d0 Case Study of Urdu Textbooks of Sindh Province|url=|jornal=Pakistan Journal of Women\u2019s Studies: Alam-e-Niswan -Vol. 19, No. 1, 2012, pp.75-93, ISSN: 1024-1256|acessodata=}} \n\n
{{refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n\n* Chesler, Phyllis - ''Islamic Gender Apartheid \u02d0 Exposing a Veiled War Against Women'' - New English Review Press, 2017\n* Miles, Rosalind - ''Who Cooked the Last Supper? The Women\u00b4s History of the World'' - Three Rivers Press, 1988, 2001\n*Ahmed, Qanta - ''In the land of invisible women : a female doctor\u2019s journey in the Saudi Kingdom''\u00a0- Source Books, Inc., 2008 \n*Narayan, Deepa - ''Chup : Breaking the Silence About India\u00b4s Women'' - Juggernaut Books, 2018 \n*Laube, Lydia - ''Behind the Veil: An Australian Nurse in Saudi Arabia'' - Wakefield Press, 2010 Edition\n*Eltahawy, Mona - ''Headscarves and Hymens: Why the Middle East Needs a Sexual Revolution -''Farrar, Strauss and Giroux, 2015\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n\n* [https://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/saudi-preacher-who-raped-and-tortured-his-five-year-old-daughter-to-death-is-released-after-paying-8480440.html Saudi preacher who 'raped and tortured' his five -year-old daughter to death is released after paying 'blood money']\n\n
\n[[Categoria:Feminismo]]\n[[Categoria:G\u00eanero]]\n[[Categoria:Sexualidade]]"}]},"1999757":{"pageid":1999757,"ns":0,"title":"M\u00e9xico nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1996","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{sem-fontes|data=Janeiro de 2013}}\n{{Infobox Olympics M\u00e9xico\n|jogos=Ver\u00e3o de 1996\n}}\n'''[[M\u00e9xico]]''' participou dos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1996]] em [[Atlanta]], [[Estados Unidos]].\n\n{{Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1996}}\n\n{{esbo\u00e7o-jogos ol\u00edmpicos}}\n\n{{Portal3|Eventos multiesportivos}}\n\n{{DEFAULTSORT:Mexico Nos Jogos Olimpicos Verao 1996}}\n[[Categoria:Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1996|M\u00e9xico]]\n[[Categoria:M\u00e9xico nos Jogos Ol\u00edmpicos|1996]]\n[[Categoria:Desporto no M\u00e9xico em 1996]]"}]},"2198870":{"pageid":2198870,"ns":0,"title":"Great Northern, Piccadilly & Brompton Railway","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=junho de 2019}}\nA '''Great Northern, Piccadilly & Brompton Railway''' foi uma linha de comboios que serviu parte de [[Inglaterra]]. Atrav\u00e9s destas linhas de railway, que serviu a [[Londres|capital Londrina]], nasceu o [[Metro de Londres]].\n\n{{esbo\u00e7o-transporte}}\n\n[[Categoria:Metropolitano de Londres]]\n[[Categoria:Transporte ferrovi\u00e1rio em Londres]]"}]},"2759393":{"pageid":2759393,"ns":0,"title":"Parkdale","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o}}\n\n*[[Parkdale (Arkansas)]]\n*[[Parkdale (Oregon)]]\n*[[Parkdale (Missouri)]]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00f5es de top\u00f4nimos]]"}]},"2303522":{"pageid":2303522,"ns":0,"title":"Faculdade Padre Jo\u00e3o Bagozzi","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Publicidade|data=maio de 2018}}\n{{Sem fontes|data=maio de 2018}}\nA '''Faculdade Padre Jo\u00e3o Bagozzi''' foi criada em 2002, levando consigo o nome do col\u00e9gio do mesmo grupo educacional. No in\u00edcio, os cursos de gradua\u00e7\u00e3o ofertados eram Administra\u00e7\u00e3o, Filosofia e Normal Superior (hoje [[pedagogia]]). Hoje tamb\u00e9m h\u00e1 o curso de Servi\u00e7o Social, Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o e diversos cursos tecn\u00f3logos.\n\nA institui\u00e7\u00e3o \u00e9 mantida pela [[Congrega\u00e7\u00e3o dos Oblatos de S\u00e3o Jos\u00e9]], fundada em 1878 em Asti, no norte da It\u00e1lia, por S\u00e3o [[Jos\u00e9 Marello]]. A Congrega\u00e7\u00e3o chegou ao Brasil em 1919 a convite do bispo de [[Curitiba]]: Dom [[Jo\u00e3o Francisco Braga]]. \n\n==Liga\u00e7\u00e3o externa==\n*[http://www.faculdadebagozzi.edu.br ''Site'' da Faculdade Padre Jo\u00e3o Bagozzi]\n\n[[Categoria:Universidades do Brasil]]"}]},"543068":{"pageid":543068,"ns":0,"title":"Boita-do-natal","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n{{Info/Taxonomia\n | nome = Boita-do-natal\n | cor = pink\n | imagem = Cisticola natalensis 1838.jpg\n | estado = LC\n | sistema_estado = iucn3.1\n | reino = [[Animalia]]\n | filo = [[Chordata]]\n | classe = [[Aves]]\n | ordem = [[Passeriformes]]\n | fam\u00edlia = [[Cisticolidae]]\n | g\u00e9nero = ''[[Cisticola]]''\n | esp\u00e9cie = '''''C. natalensis'''''\n | binomial = ''Cisticola natalensis''\n | binomial_autoridade = ([[Andrew Smith|Smith]], 1843)\n}}\nA '''boita-do-natal''' (''Cisticola natalensis'') \u00e9 uma [[ave]] passeriforme da fam\u00edlia [[Cisticolidae]], encontrada em v\u00e1rios pa\u00edses da [[\u00c1frica]]. Tal esp\u00e9cie de ave mede cerca de 15 cm de comprimento e possui partes superiores marrons com estrias negras.\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{IUCN2006\n|assessores=BirdLife International\n|ano=2004\n|id= 52331\n|t\u00edtulo=Cisticola natalensis\n|data=08.12.2007\n}}\n\n{{esbo\u00e7o-ave}}\n\n{{DEFAULTSORT:Boita Do Natal}}\n[[Categoria:Cisticola]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1843]]"}]},"1496318":{"pageid":1496318,"ns":0,"title":"East West","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/M\u00fasica/artista\n |nome = East West\n |fundo = grupo_ou_banda\n |imagem = East West members.jpg\n |legenda = Integrantes da banda\n |origem = [[Irvine (Calif\u00f3rnia)|Irvine]], [[Calif\u00f3rnia]]\n |pa\u00eds = {{USA}}\n |per\u00edodo = [[1993]] - [[2004]]{{citar web|url=http://www.jesusfreakhideout.com/artists/EastWest.asp |t\u00edtulo=Bio |publicado=[[Jesus Freak Hideout]] |acessodata=8 de Abril de 2011}}\n |g\u00eanero = [[Heavy metal]], [[metal alternativo]], [[post-grunge]]{{citar web|url=http://www.allmusic.com/artist/east-west-p478197/biography |t\u00edtulo=Bio |publicado=[[allmusic]] |acessodata=8 de Abril de 2011}}\n |gravadora = [[Floodgate Records]]
[[Epic Records]]\n |integrantes = \n |exintegrantes = Mike Tubbs
Mike \"House\" Housen
John Druse
James \"JJ\" Jenkins
Bobby Vegura\n |afilia\u00e7\u00f5es = \n |site = \n}}\n\n'''East West''' \u00e9 uma [[banda musical|banda]] crist\u00e3 de [[rapcore]] formada em [[1993]] na cidade de [[Irvine]], [[Calif\u00f3rnia]]\n\n==Biografia==\n'''East West''' foi criado em [[1988]] no [[San Fernando Valley]] tocando na mesma \u00e9poca de [[Mary's Danish]] e [[Warrant]], sempre liderado por Mike Housen o \"House\", em [[1991]] houve mudan\u00e7as na forma\u00e7\u00e3o. Entrando Vergura como baterista, a banda tamb\u00e9m teve fortes influ\u00eancias do [[extreme metal]], em [[1995]], eles lan\u00e7aram seu primeiro EP, depois de v\u00e1rias mudan\u00e7as com as gravadoras, eles foram para a [[Floodgate Records]] lan\u00e7aram o \u00e1lbum ''[[The Light in Guinevere's Garden]]'' em [[2001]] que cont\u00e9m v\u00e1rias can\u00e7\u00f5es memor\u00e1veis: \"Superstar\" , \"Closure\", \"Wake\", \"She Cries\". Ainda lan\u00e7aram mais dois \u00e1lbuns, ''[[Vintage]]'' e ''[[Hope In Anguish]]''.\n\n==Integrantes==\n*Mike Tubbs - ([[vocal]])\n*Mike \"House\" Housen - ([[guitarra]])\n*James \"JJ\" Jenkins - ([[baixo]])\n*Bobby Vergura - ([[bateria (instrumento musical)|bateria]])\n\n==Discografia==\n;\u00c1lbuns de est\u00fadio\n*''[[The Light in Guinevere's Garden]]'' ([[2001]])\n*''[[Vintage (\u00e1lbum de East West)|Vintage]]'' ([[2003]])\n*''[[Hope in Anguish]]'' (2003)\n\n;Independente\n\n*''East West EP'' ([[1995]])\n*''Rachel's Silence'' ([[1996]])\n*''East West'' ([[1998]])\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-banda|EUA}}\n\n[[Categoria:East West]]\n[[Categoria:Bandas da Calif\u00f3rnia]]\n[[Categoria:Bandas de metal crist\u00e3o]]\n[[Categoria:Bandas de nu metal]]\n[[Categoria:Bandas de rapcore]]\n[[Categoria:Bandas vencedoras do Dove Awards]]\n[[Categoria:Bandas formadas em 1993]]"}]},"665056":{"pageid":665056,"ns":0,"title":"Chakwal","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais notas|data=fevereiro de 2020}}\n{{Info/Cidade 1\n | nome = Chakwal\n | original = \n | cor = #AA7711\n | imagem = \n | tam_imagem = 280px\n | leg_imagem = \n | pa\u00eds = Paquist\u00e3o\n | artigo_pa\u00eds = o\n | divis\u00e3o = [[Punjab]]\n | popula\u00e7\u00e3o = {{formatnum:80620}}\n | densidade = \n | censo = 1998\n | pop. est. = {{formatnum:104343}}\n | data est. = [[2006]]\n | \u00e1rea = \n | altitude = \n | latitude = \n | longitude = \n | gent\u00edlico = \n | site = \n | mapa = \n | tam_mapa = 280px\n}}\n\n'''Chakwal''' \u00e9 uma cidade do [[Paquist\u00e3o]] localizada na [[subdivis\u00f5es do Paquist\u00e3o|prov\u00edncia]] de [[Punjab]].{{Citar web |url=https://www.citypopulation.de/Pakistan-Punjab.html |t\u00edtulo=PAKISTAN: Punj\u0101b |publicado=City Population |data=20 de janeiro de 2018 |acessodata=15 de dezembro de 2019}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geopk}}\n\n[[Categoria:Cidades do Paquist\u00e3o]]"}]},"2459639":{"pageid":2459639,"ns":0,"title":"Josef Abel","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|nome = Josef Abel\n|imagem = Josef Abel.jpg\n|imagem_tamanho = 200px\n|legenda =\n|data_nascimento = {{dni|3|1|1914|si}}\n|local_nascimento = [[Bad Kissingen]], [[Alemanha]]\n|data_morte = {{nowrap|{{morte|1|12|1984|3|1|1914}}}}\n|local_morte = [[Donauw\u00f6rth]], [[Alemanha]]\n|nacionalidade = {{GERn|o}}\n|Lealdade = {{DEU|1935}}\n|Servi\u00e7o = {{Heerf}}\n|Tempo de Servi\u00e7o = 1936-1945\n|patente = ''[[Oberleutnant|Oberleutnant der Reserve]]''\n|Unidades = Infanterie-Regiment 217\n|Comando =\n|batalhas/guerras = [[Segunda Guerra Mundial]]\n|condecora\u00e7\u00f5es = [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]]\n}}\n'''Josef Abel''' ([[3 de Janeiro]] de [[1914]] - [[1 de Dezembro]] de [[1984]]) foi um oficial da [[Alemanha]] que serviu durante a [[Segunda Guerra Mundial]].{{Citar web |url = http://www.lexikon-der-wehrmacht.de/Personenregister/A/AbelJ.htm |titulo = Lexikon der Wehrmacht |obra = Josef Abel |acessodata = 4 de novembro de 2009 |lingua = [[l\u00edngua alem\u00e3|alem\u00e3o]]}}{{Citar web |url = http://www.ritterkreuztraeger-1939-45.de/Infanterie/A/Ab/Abel-Josef.htm |titulo = Ritterkreuztraeger 1939-1945 |obra = Josef Abel |acessodata = 5 de setembro de 2010 |lingua = [[l\u00edngua alem\u00e3|alem\u00e3o]] |arquivourl = https://web.archive.org/web/20110105214146/http://ritterkreuztraeger-1939-45.de/Infanterie/A/Ab/Abel-Josef.htm |arquivodata = 2011-01-05 |urlmorta = yes }}{{citar web|URL=http://www.ww2awards.com/person/38496|t\u00edtulo=Josef Abel |autor=WW2 Awards|data=|publicado=|acessodata=5 de setembro de 2010|lingua2=en}}{{citar web|URL=http://www.ritterkreuztraeger.info/rk/a/A002Abel.pdf |t\u00edtulo=Josef Abel |autor=|data=|publicado=Ritterkreuztraeger|acessodata=25 de janeiro de 2015|lingua2=de}}\n\n== Biografia ==\nAbel entrou para o Ex\u00e9rcito no dia [[16 de Outubro]] de [[1936]] permanecendo at\u00e9 o dia [[26 de Outubro]] de [[1938]] na 10. Companhia do Regimento de Infantaria 63.\n\nNo dia [[26 de Agosto]] de [[1939]] se tornou o comandante (em alem\u00e3o: Gruppenf\u00fchrer) da 1\u00aa Companhia do 217 Regimento de Infantaria. Ap\u00f3s a [[Invas\u00e3o da Pol\u00f4nia|campanha polonesa]] e [[Invas\u00e3o da Fran\u00e7a|francesa]], Abel foi promovido para ''Oberfeldwebel'' no dia [[1 de Maio]] de [[1941]] e se tornou o comandante da 7. Companhia de sua unidade.\n\nFoi no comando desta unidade que Josef Abel foi condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro no dia 23 de Novembro de 1941, ap\u00f3s intensos combater contra as for\u00e7as russas em Staro-Shiwotow. No dia 14 de Julho de 1943 foi promovido para Fahnenjunker e dois dias mais tarde se tornou o comandante do ''2. Stammkompanie'' do ''Grenadier-Ersatz-Bataillons 217''.\n\nNo dia [[24 de novembro]] de [[1943]] foi enviado para a Escola de Guerra de Wiener Neustadt (em alem\u00e3o: ''Kriegsschule Wiener Neustadt''). Recebeu a promo\u00e7\u00e3o para ''Leutnant'' no dia [[20 de abril]] de [[1944]].\n\nNo dia [[8 de fevereiro]] de [[1945]] chegou na ''Schule II'' para ''Fahnenjunker'' de Infantaria em [[Wiener Neustadt]]. No dia [[27 de abril]] de [[1945]] conseguiu escapar de ser capturado pelas tropas russas. Em [[Salzburgo]] se entregou para as tropas norte-americanas onde permaneceu em cativeiro at\u00e9 o final de Setembro de [[1945]].\n\n== Patentes ==\n{|\n| Waffen-Unteroffizier || 16 de outubro de 1936\n|-\n| Oberfeldwebel || 1 de maio de 1941\n|-\n| Fahnenjunker || 14 de julho de 1943\n|-\n| Leutnant || 20 de abril de 1944\n|-\n| Oberleutnant der Reserve || 30 de janeiro de 1945\n|}\n\n== Condecora\u00e7\u00f5es ==\n* [[Cruz de Ferro]] 2\u00aa Classe - 22 de junho de 1940{{harvnb|Thomas|Wegmann|1987|p=5}}\n* [[Cruz de Ferro]] 1\u00aa Classe - 26 de julho de 1941\n* [[Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]] - 23 de novembro de 1941{{harvnb|Fellgiebel|2000|p=113}}{{harvnb|Scherzer|2007|p=187}}\n* [[Distintivo de Feridos]] (1939) em Preto\n* [[Distintivo de Feridos]] (1939) em Prata - 5 de setembro de 1942\n* [[Distintivo da infantaria de assalto]] - 22 de julho de 1943\n* [[Medalha da Frente Oriental]]\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n== Bibliografia ==\n* {{Citar livro |sobrenome= Fellgiebel |nome=Walther-Peer |t\u00edtulo= Die Tr\u00e4ger des Ritterkreuzes des Eisernen Kreuzes, 1939-1945 |subt\u00edtulo = die Inhaber der h\u00f6chsten Auszeichnung des Zweiten Weltkrieges aller Wehrmachtteile |idioma=de |local= Friedburg |editora= Podzun-Pallas |editor= |autorlink= Walther-Peer Fellgiebel |edi\u00e7\u00e3o = |ano=2000 |p\u00e1ginas=472 |isbn=3-7909-0284-5 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome= Scherzer |nome=Veit |t\u00edtulo= Die Ritterkreuztr\u00e4ger |subt\u00edtulo = 1939 - 1945 ; die Inhaber des Ritterkreuzes des Eisernen Kreuzes 1939 von Herr, Luftwaffe, Kriegsmarine, Waffen-SS, Volkssturm sowie mit Deutschland verb\u00fcndeter Streitkr\u00e4fte nach den Unterlagen des Bundesarchivs, Volume 1 |idioma=de |local= Jena |editora=Scherzers Miltaer-Verlag |editor= |edi\u00e7\u00e3o = |ano=2007 |p\u00e1ginas=846 |isbn=978-3-938845-17-2 |se\u00e7\u00e3o= |ref=harv }}\n* {{Citar livro |sobrenome= Thomas |nome=Franz |sobrenome2=Wegmann |nome2=G\u00fcnter |t\u00edtulo=Die Ritterkreuztr\u00e4ger der Deutschen Wehrmacht 1939\u20131945 Teil III |subt\u00edtulo=Infanterie Band 1: A\u2013Be |idioma=de |local=Osnabr\u00fcck, Alemanha |editora=Biblio-Verlag |ano=1987 |p\u00e1ginas= |isbn=978-3-7648-1153-2 |ref=harv}}\n\n{{Portal3|Alemanha|Segunda Guerra Mundial}}\n\n{{DEFAULTSORT:Abel, Josef}}\n[[Categoria:Pessoas da Segunda Guerra Mundial (Alemanha)]]\n[[Categoria:Recebedores da Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro]]"}]},"71816":{"pageid":71816,"ns":0,"title":"Hino dos A\u00e7ores","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Hino\n | t\u00edtulo = Hino dos A\u00e7ores\n | t\u00edtulo_portugu\u00eas = \n | transcri\u00e7\u00e3o = \n | imagem =Coat of arms of the Azores.svg \n | imagem_tamanho =140px\n | etiqueta =[[Bras\u00e3o de armas dos A\u00e7ores]].\n | sufixo =Auton\u00f3mico\n | preposi\u00e7\u00e3o =dos\n | pa\u00eds ={{AZO}}\n | autor_letra =Nat\u00e1lia Correia\n | data_letra =19 de maio de 1979\n | compositor =Joaquim Lima (1890) ''Original''
Te\u00f3filo Fraz\u00e3o (1979) ''Adapta\u00e7\u00e3o''\n | data_composi\u00e7\u00e3o =\n | adotado =21 de outubro de 1980\n | at\u00e9 =\n | wikisource =Hino dos A\u00e7ores\n | som =\n | som_t\u00edtulo =Hino dos A\u00e7ores\n}}\nA m\u00fasica do '''Hino dos A\u00e7ores''' foi composta por [[Joaquim Lima]], um filarm\u00f3nico de renome e regente de banda que ent\u00e3o residia em [[Rabo de Peixe]], durante as campanhas autonomistas da [[d\u00e9cada de 1890]], o [[Primeiro Movimento Autonomista A\u00e7oriano]]. Ter\u00e1 sido tocado em p\u00fablico pela primeira vez pela [[Filarm\u00f3nica Progresso do Norte]] em [[Rabo de Peixe]], na [[ilha de S\u00e3o Miguel]], a [[3 de Fevereiro]] de [[1894]]. Intitulava-se ent\u00e3o ''Hino Popular da Autonomia dos A\u00e7ores''.\n\n== Letra ==\nO texto do Hino dos A\u00e7ores, da autoria de [[Nat\u00e1lia Correia]], oficialmente adoptado pelo [https://web.archive.org/web/20110714001937/http://dre.pt/pdf1s/1980/10/24400/35363536.pdf Decreto Regulamentar Regional n.\u00ba 49/80/A, de 21 de Outubro], \u00e9 o seguinte:\n{{cita\u00e7\u00e3o2|\n''Deram frutos a f\u00e9 e a firmeza''\n\n''no esplendor de um c\u00e2ntico novo:''\n\n''os A\u00e7ores s\u00e3o a nossa certeza''\n\n''de tra\u00e7ar a gl\u00f3ria de um povo.''\n\n''Para a frente! Em comunh\u00e3o,''\n\n''pela nossa autonomia.''\n\n''Liberdade, justi\u00e7a e raz\u00e3o''\n\n''est\u00e3o acesas no alto clar\u00e3o''\n\n''da bandeira que nos guia.''\n\n''Para a frente! Lutar, batalhar''\n\n''pelo passado imortal.''\n\n''No futuro a luz semear,''\n\n''de um povo triunfal.''\n\n''De um destino com brio alcan\u00e7ado''\n\n''colheremos mais frutos e flores;''\n\n''porque \u00e9 esse o sentido sagrado''\n\n''das estrelas que coroam os A\u00e7ores.''\n\n''Para a frente, A\u00e7orianos!''\n\n''Pela paz \u00e0 terra unida.''\n\n''Largos voos, com ardor, firmamos,''\n\n''para que mais flores\u00e7am os ramos''\n\n''da vit\u00f3ria merecida.''\n\n''Para a frente! Lutar, batalhar''\n\n''pelo passado imortal.''\n\n''No futuro a luz semear,''\n\n''de um povo triunfal.''\n}}\n\n== Hist\u00f3ria ==\nO Hino dos A\u00e7ores ter\u00e1 sido tocado em p\u00fablico pela primeira vez pela [[Filarm\u00f3nica Progresso do Norte]] em [[Rabo de Peixe]], na [[ilha de S\u00e3o Miguel]], a [[3 de Fevereiro]] de [[1894]]. Nesse mesmo dia, [[Ant\u00f3nio Tavares Torres]], ent\u00e3o presidente da Comiss\u00e3o Executiva da C\u00e2mara Municipal da Ribeira Grande, acompanhado de um grupo de amigos e da Filarm\u00f3nica Progresso do Norte, foi a [[Ponta Delgada]] apresentar o hino. Depois da Filarm\u00f3nica o ter executado em frente das resid\u00eancias dos membros da [[Comiss\u00e3o Eleitoral Auton\u00f3mica]], ao anoitecer, reuniu-se no [[Campo de S\u00e3o Francisco]] um largo grupo de apoiantes da autonomia, que depois percorreu as ruas da cidade em direc\u00e7\u00e3o ao Centro Autonomista frente ao qual se realizou um com\u00edcio autonomista da campanha para as elei\u00e7\u00f5es gerais daquele ano. No com\u00edcio discursaram, entre outros, [[Caetano de Andrade]], [[Pereira Ata\u00edde]], [[Gil Mont'Alverne de Sequeira]] e [[Duarte de Almeida]].\n\nA [[14 de Abril]] de [[1894]], dia das elei\u00e7\u00f5es gerais em que foram eleitos deputados autonomistas os [[Gil Mont'Alverne de Sequeira]], [[Pereira Ata\u00edde]] e [[Duarte de Andrade Albuquerque]], realizou-se um cortejo pelas ruas de Ponta Delgada, integrando filarm\u00f3nicas que tocavam o Hino da Autonomia, que os acompanhantes cantavam.\n\nA [[9 de Mar\u00e7o]] de [[1895]], as filarm\u00f3nicas tamb\u00e9m tocaram o Hino da Autonomia na Pra\u00e7a do Munic\u00edpio de Ponta Delgada, numa festa organizada para assinalar a promulga\u00e7\u00e3o do [[Decreto de 2 de Mar\u00e7o de 1895]], que concedia, embora mitigada, a t\u00e3o desejada autonomia.\n\nAo longo dos anos, e em fun\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, o hino ter\u00e1 tido v\u00e1rias letras. A primeira que se conhece \u00e9 a do Hino Autonomista, na realidade o hino do [[Partido Progressista Autonomista]], liderado por [[Jos\u00e9 Maria Raposo de Amaral]], ent\u00e3o maiorit\u00e1rio em S\u00e3o Miguel. A composi\u00e7\u00e3o \u00e9 da autoria do poeta [[Ant\u00f3nio Tavares Torres]], natural de [[Rabo de Peixe]] e militante daquele partido. Fruto do calor autonomista do tempo, a vers\u00e3o original do hino tinha a seguinte letra:[[Francisco de Ata\u00edde Machado de Faria e Maia]], ''Novas P\u00e1ginas da Hist\u00f3ria Micaelense''. Ponta Delgada: Jornal de Cultura, 1994 (2.\u00aa edi\u00e7\u00e3o), pp. 390-391.\n{{cita\u00e7\u00e3o2|\n'''Voz:'''\n\n''O clamor a\u00e7oriano,''\n\n''Em s\u00e3 justi\u00e7a fundado,''\n\n''Pede essa ampla liberdade''\n\n''Que se deve a um povo honrado.''\n\n'''Refr\u00e3o:'''\n\n''Para n\u00f3s \u00e9 vergonhosa''\n\n''A central tutela odiosa,''\n\n''Que em nossos lares recai.''\n\n''Povos! Pela autonomia''\n\n''Batalhai com valentia,''\n\n''Com esperan\u00e7a batalhai!''\n\n'''Voz:'''\n''Autonomia... eis o lema''\n\n''Do ideal a\u00e7oriano''\n\n''Neg\u00e1-la seria um crime;''\n\n''Combat\u00ea-la desumano.''\n\n'''Refr\u00e3o:'''\n\n''Para n\u00f3s \u00e9 vergonhosa''\n\n...................\n\n'''Voz:'''\n\n''Quando um povo se ergue \u00e0 altura''\n\n''Da sua nobre miss\u00e3o,''\n\n''P\u00f5e na Carta d'Alforria''\n\n''A mais nobre aspira\u00e7\u00e3o.''\n\n'''Refr\u00e3o:'''\n\n''Para n\u00f3s \u00e9 vergonhosa''\n\n...................\n\n'''Voz:'''\n\n''Quase em cinco s\u00e9culos temos''\n\n''Sempre honrado a p\u00e1tria gl\u00f3ria.''\n\n''Deve a p\u00e1tria agora honrar''\n\n''Os anais da nossa Hist\u00f3ria.''\n\n'''Refr\u00e3o:'''\n\n''Para n\u00f3s \u00e9 vergonhosa''\n\n...................\n\n'''Voz:'''\n\n''Eia! Avante A\u00e7orianos,''\n\n''\u00c9 j\u00e1 tempo, despertais!''\n\n''Pela santa Autonomia''\n\n''Com denodo trabalhai.''\n\n'''Refr\u00e3o:'''\n\n''Para n\u00f3s \u00e9 vergonhosa''\n\n...................\n}}\nCom o advento do [[Estado Novo (Portugal)|Estado Novo]] e do nacionalismo, o Hino dos A\u00e7ores foi votado ao ostracismo.\n\nCom a autonomia constitucional o Hino dos A\u00e7ores foi oficiamente adoptado pelo parlamento a\u00e7oriano e a sua m\u00fasica, com arranjo de Te\u00f3filo Fraz\u00e3o sobre o original, oficialmente aprovada pelo [http://dre.pt/pdf1s%5C1979%5C05%5C11400%5C09810982.pdf Decreto Regulamentar Regional n.\u00ba 13/79/A, de 18 de Maio]. Face \u00e0 inexist\u00eancia de uma letra com aceita\u00e7\u00e3o generalizada, foi encomendada uma nova \u00e0 poetisa a\u00e7oriana [[Nat\u00e1lia Correia]].\n\nA vers\u00e3o oficial do Hino dos A\u00e7ores foi cantada pela primeira vez em p\u00fablico a [[27 de Junho]] de [[1984]], por alunos do [[Col\u00e9gio de S\u00e3o Francisco Xavier]]. Estiveram presentes na cerim\u00f3nia [[Jo\u00e3o Bosco da Mota Amaral]], ent\u00e3o Presidente do [[Governo Regional dos A\u00e7ores]], membros do Governo e diversas entidades oficiais. O Hino foi cantado por 600 crian\u00e7as, vestidas de saia azul, blusa branca e la\u00e7o amarelo, que tinham sido ensaiadas pela professora Eduarda Cunha Ata\u00edde, ao tempo professora de m\u00fasica no Col\u00e9gio de S\u00e3o Francisco Xavier.\n{{Refer\u00eancias|Notas}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{Link||2=http://www.alra.pt/heral.html |3=M\u00fasica e letra do Hino dos A\u00e7ores}}\n* {{Link||2=http://www.webletras.com.br/includes/ifr_video.asp?id=726615 |3=Vers\u00e3o instrumental do Hino dos A\u00e7ores}}\n* {{Link||2=http://pg.azores.gov.pt/drac/cca/enciclopedia/ver.aspx?id=5173 |3=O Hino dos A\u00e7ores na ''Enciclop\u00e9dia A\u00e7oriana''}}\n\n{{Hinos nacionais da Europa}}\n\n{{DEFAULTSORT:Hino Acores}}\n[[Categoria:Hinos de Portugal|A\u00e7ores]]\n[[Categoria:Cultura dos A\u00e7ores]]"}]},"3042596":{"pageid":3042596,"ns":0,"title":"Distraught","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Mais fontes|data=Dezembro de 2020}}\n{{Info/M\u00fasica/artista\n| nome = Distraught\n| fundo = grupo_ou_banda\n| imagem = \n| legenda = \n| alt = \n| origem = [[Porto Alegre]], [[Rio Grande do Sul]]\n| pa\u00eds = {{BRA}}\n| g\u00eanero = [[Thrash metal]]\n| per\u00edodo = [[1990]] \u2013 atualmente\n| gravadora = [[Encore Records]]
[[Voice Music]]\n| website = [http://www.myspace.com/bandadistraught Myspace]\n| integrantes = Andr\u00e9 Meyer
Ricardo Silveira
Everton Acosta
Alan Holz
Marcelo Azevedo\n| exintegrantes = Isaac Rodrigues
Fernando Silveira
Alexandre Figueiro
Hugo Lobo
Everson Krentz
Gustavo Stuepp
Marcos Machado
Dionatan Britto (Dio)
Nelson Casagrande\n}}\n\nA '''Distraught''' \u00e9 uma banda de [[Thrash Metal]] de [[Porto Alegre]] fundada em 05 de fevereiro de 1990, lan\u00e7ando a demo tape \u201cTo Live Better\u201d. A primeira grava\u00e7\u00e3o em CD ocorreu em 1994 ao lan\u00e7ar o split-cd \u201cUltimate Encore\u201d, com duas bandas de S\u00e3o Paulo. Em 1995, lan\u00e7aram a demo tape \u201cAdvance Tape\u201d, e em 1998 sai o primeiro \u00e1lbum independente: \u201cNervous System\u201d.\n\nEm 2009 a banda lan\u00e7a seu quarto \u00e1lbum, \u201cUnnatural Display of Art\u201d, pelo selo Encore Records.{{citar web |url=https://www.portaldoinferno.com.br/noticias/distraught-banda-pausa-gravacoes-do-novo-album-para-show-neste-sabado.html |titulo=Distraught: banda pausa grava\u00e7\u00f5es do novo \u00e1lbum para show neste s\u00e1bado |data=09/12/2011 |acessodata=23/12/2020 |autor=Portal do Inferno}} Em abril de 2010 a Distraught abriu o show da banda [[Megadeth]] em Porto Alegre e tem progressivamente aumentado sua repercuss\u00e3o nos cen\u00e1rios nacional e latino. Atualmente a banda est\u00e1 divulgando seu sexto \u00e1lbum de est\u00fadio, intitulado \"Locked Forever\".{{citar web |url=http://heavymetalonline.com.br/2016/05/26/distraught-entenda-mais-da-inspiracao-de-locked-forever/ |titulo=DISTRAUGHT: ENTENDA MAIS DA INSPIRA\u00c7\u00c3O DE \u2018LOCKED FOREVER\u2019 |data=26/05/2016 |acessodata=23/12/2020 |autor=heavymetalonline.com.br}}\n\n== Forma\u00e7\u00e3o Atual ==\n*Andr\u00e9 Meyer - [[vocal]] (1990-atualmente)\n*Everton Acosta - [[guitarra]] (2013-atualmente)\n*Ricardo Silveira - [[guitarra]] (1998-atualmente)\n*Alan Holz - [[baixo]] (2016-atualmente)\n*Marcelo Azevedo - [[Bateria (instrumento musical)|bateria]] (2016-atualmente)\n\n== Discografia ==\n*''To Live Better'' (1990) Demo\n*''Ultimate Encore'' (1994) Split\n*''Advance Tape'' (1995) Demo\n*''Nervous System'' (1998)\n*''Infinite Abyssal'' (2001)\n*''Live Black Jack'' (2002)\n*''Behind the Veil'' (2004)\n*''Unnatural Display of Art'' (2009)\n*''The Human Negligence is Repugnant'' (2012)\n*''Locked Forever (2015)''\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.myspace.com/bandadistraught Site oficial]\n* [http://twitter.com/#!/distraught_band Twitter]\n* [https://web.archive.org/web/20130919135112/http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=573192 Comunidade]\n* [http://whiplash.net/bandas/distraught.html Whiplash]\n* [http://letras.terra.com.br/distraught/ Terra]\n* [http://www.lastfm.com.br/music/Distraught LastFM]\n* [https://web.archive.org/web/20100114163716/http://www.spiritual-beast.com/distraught/index.html Spiritual Beast]\n\n{{Portal3|Brasil|Heavy metal|Rio grande do sul}}\n\n[[Categoria:Bandas do Rio Grande do Sul]]\n[[Categoria:Bandas de thrash metal do Brasil]]\n[[Categoria:Bandas formadas em 1990]]"}]},"5767342":{"pageid":5767342,"ns":0,"title":"Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 2018","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/competi\u00e7\u00e3o de basquete\n| title = Campeonato Paulista 2018\n| league = [[Campeonato Paulista de Basquete Masculino|Paulista de Basquete]]\n| sport = [[Basquetebol]]\n| logo = \n| pixels = \n| duration = [[28 de julho]] - [[10 de outubro]] de [[2018]]\n| no_of_teams = 10\n| TV = \n| season = Fase de classifica\u00e7\u00e3o\n| season_champs = {{Basquetebol Paulistano|cidade=antes}} \n| season_champ_name = 1\u00ba colocado\n| MVP = [[Lucas Dias]] ({{Basquetebol Franca}}) \n| top_scorer = [[Kyle Fuller]] ({{Basquetebol Corinthians}})
(19,2)\n| finals = Final\n| finals_champ = {{Basquetebol Franca|cidade=antes}} (12\u00ba t\u00edtulo)\n| finals_runner-up = {{Basquetebol Paulistano|cidade=antes}}\n| finals_MVP = [[Elinho Corazza Neto|Elinho]] ({{Basquetebol Franca}})\n| seasonslist =\n| seasonslistnames = do Campeonato Paulista\n| prevseason_link = Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 2017\n| prevseason_year = Paulista 2017\n| nextseason_link = Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 2019\n| nextseason_year = Paulista 2019\n}}\n\nO '''Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 2018''' foi uma competi\u00e7\u00e3o [[brasil]]eira de [[basquete]] masculino organizada pela [[Federa\u00e7\u00e3o Paulista de Basketball]]. As novidades desta edi\u00e7\u00e3o ficaram por conta dos retornos do [[Basquetebol do Sport Club Corinthians Paulista|Corinthians]], ap\u00f3s 17 anos (de forma independente) e, do [[S\u00e3o Jos\u00e9 Basketball|S\u00e3o Jos\u00e9]], ap\u00f3s tr\u00eas anos de aus\u00eancia.{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Com volta do Corinthians e 10 equipes, Paulist\u00e3o de basquete come\u00e7a em julho|jornal=Globoesporte|url=https://globoesporte.globo.com/sp/tem-esporte/basquete/noticia/com-volta-do-corinthians-e-10-equipes-paulista-de-basquete-comeca-em-julho.ghtml|idioma=pt-BR}} O [[Franca Basquetebol Clube|Franca]] sagrou-se campe\u00e3o ao bater o [[Club Athletico Paulistano|Paulistano]] nas finais, conquistando seu d\u00e9cimo segundo t\u00edtulo da competi\u00e7\u00e3o.{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Franca bate Paulistano e volta a conquistar o Paulista de Basquete ap\u00f3s 11 anos - Esportes - Estad\u00e3o|url=https://esportes.estadao.com.br/noticias/basquete,franca-bate-paulistano-e-volta-a-conquistar-o-paulista-de-basquete-apos-11-anos,70002542950|jornal=Estad\u00e3o|lingua=pt-BR}}\n\n== Participantes ==\n{| class=\"wikitable\" border=\"0,95\" style=\"border-collapse: collapse;\" cellpaddng=\"2\"\n! Equipe\n! Cidade\n! Pos. em 2017\n! Gin\u00e1sio\n! T\u00edtulos\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Am\u00e9rica SP}}\n| [[S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto]]\n| align=\"center\" |{{0}}7\u00ba\n| Centro Regional de Eventos\n| 0 (n\u00e3o possui)\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Bauru}}\n| [[Bauru]]\n| align=\"center\" |{{0}}4\u00ba\n| [[Gin\u00e1sio do Esporte Clube Noroeste|Gin\u00e1sio Panela de Press\u00e3o]] \n| 3 t\u00edtulos\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Corinthians}}\n| [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]]\n| align=\"center\" |{{0}}-\n| Gin\u00e1sio Wlamir Marques\n| 14 t\u00edtulos\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Franca}}\n| [[Franca]]\n| align=\"center\" |{{0}}2\u00ba\n| [[Gin\u00e1sio Poliesportivo Pedro Morilla Fuentes|Gin\u00e1sio Pedroc\u00e3o]]\n| 11 t\u00edtulos\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Liga Sorocabana}}\n| [[Sorocaba]]\n| align=\"center\"|{{0}}6\u00ba\n| Gin\u00e1sio Gualberto Moreira \n| 0 (n\u00e3o possui)\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Mogi das Cruzes}}\n| [[Mogi das Cruzes]]\n| align=\"center\"|{{0}}3\u00ba\n| Gin\u00e1sio Professor Hugo Ramos\n| 2 t\u00edtulos\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Osasco}}\n| [[Osasco]]\n| align=\"center\"|{{0}}8\u00ba\n| [[Gin\u00e1sio Poliesportivo Geod\u00e9sico]]\n| 0 (n\u00e3o possui)\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Paulistano}}\n| [[S\u00e3o Paulo (cidade)|S\u00e3o Paulo]]\n| align=\"center\"|{{0}}1\u00ba\n| Gin\u00e1sio Ant\u00f4nio Prado Junior\n| 1 t\u00edtulo\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol Pinheiros}}\n| [[S\u00e3o Paulo (cidade)|S\u00e3o Paulo]]\n| align=\"center\"|{{0}}5\u00ba\n| [[Gin\u00e1sio Poliesportivo Henrique Villaboim|Gin\u00e1sio Henrique Villaboim]]\n| 1 t\u00edtulo\n|- style=\"background:#white; color:black\"\n| {{Basquetebol S\u00e3o Jos\u00e9}}\n| [[S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos]]\n| align=\"center\"|{{0}}-\n| Gin\u00e1sio Lineu de Moura\n| 5 t\u00edtulos\n|}\n\n===Regulamento===\n\nDe acordo com o regulamento, na fase inicial, as dez equipes jogam entre si em turno e returno. Os dois melhores classificados (1\u00ba e 2\u00ba colocados) avan\u00e7am diretamente ao playoff semifinal. J\u00e1 o terceiro colocado joga contra o sexto colocado, enquanto que o quarto colocado encara o quinto colocado, ambos em partida \u00fanica, formando as quartas de final. Os dois vencedores jogar\u00e3o a semifinal contra os times que j\u00e1 estavam classificados. As s\u00e9ries semifinal e final ser\u00e3o decididas em melhor de tr\u00eas partidas.{{citar web|url=http://www.fpb.com.br/noticias_exibir.php?exibir=3458|titulo=Sistema de disputa do Campeonato Paulista de 2018|data=|acessodata=|publicado=|ultimo=|primeiro=}}\n\n== Fase de classifica\u00e7\u00e3o ==\n{|\n|\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:center\"\n! width=\"30\" |{{Tooltip|Pos.|Posi\u00e7\u00e3o na classifica\u00e7\u00e3o}}\n! width=\"170\" |Equipe\n! width=\"30\" |{{Tooltip|Pts|Pontos}}\n! width=\"20\" |{{Tooltip|J|Jogos}}\n! width=\"20\" |{{Tooltip|V|Vit\u00f3rias}}\n! width=\"20\" |{{Tooltip|D|Derrotas}}\n! width=\"20\" |{{Tooltip|PM|Pontos marcados}}\n! width=\"20\" |{{Tooltip|PS|Pontos sofridos}}\n! width=\"30\" |{{Tooltip|Dif|Diferen\u00e7a de pontos}}\n! width=30|{{Tooltip|CD|Confronto direto}}\n! width=30|{{Tooltip|DSA|Desempate pelo saldo average}}\n|- bgcolor=\"#aaffaa\"\n|'''1'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Paulistano|cidade=antes}}\n|'''33'''\n| 18|| 15|| 3|| 1480|| 1315||165\n|\n| \n|- bgcolor=\"#aaffaa\"\n|'''2'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Bauru|cidade=antes}}\n|'''31'''\n| 18||13\n|5\n|1464\n|1281\n| 183\n|3-1\n| \n|- bgcolor=\"#aaffaa\" \n|'''3'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Franca|cidade=antes}}\n|'''31'''||18\n| 13||5\n|1497\n|1319\n| 178\n|2-2\n| \n|- bgcolor=\"#aaffaa\"\n|'''4'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Pinheiros|cidade=antes}}\n|'''31'''\n| 18|| 13|| 5|| 1512|| 1392||120\n|1-3\n| \n|- bgcolor=\"#aaffaa\"\n|'''5'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Mogi das Cruzes|cidade=antes}}\n|'''30'''\n| 18|| 12|| 6|| 1506|| 1381||125\n|\n| \n|- bgcolor=\"#aaffaa\"\n|'''6'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol S\u00e3o Jos\u00e9|cidade=antes}}\n|'''26'''||18\n|8\n|10\n|1367\n|1419\n| -52\n|1-1\n| +3\n|- bgcolor=\"#ffcccc\" \n|'''7'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Corinthians|cidade=antes}}\n|'''26'''|| 18|| 8|| 10||1444\n| 1427||17\n|1-1\n| -3\n|- bgcolor=\"#ffcccc\"\n|'''8'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Liga Sorocabana|cidade=antes}}\n|'''24'''\n|18\n|6\n|12\n|1226\n|1334\n| -108\n|\n| \n|- bgcolor=\"#ffcccc\" \n|'''9'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Osasco|cidade=antes}}\n|'''18'''||18\n|1\n|17\n|1200\n|1435\n| -235\n|1-1\n| +2\n|- bgcolor=\"#ffcccc\"\n|'''10'''|| align=\"left\" |{{Basquetebol Am\u00e9rica SP|cidade=antes}}\n|'''19'''||18\n|1\n|17\n|1227\n|1620\n| -393\n|1-1\n| -2\n|}\n|-\n|\n=== Confrontos ===\n{| class=\"wikitable\"\n!\n!AME\n!BAU\n!COR\n!FRA\n!LSB\n!MGC\n!OSA\n!PAU\n!PIN\n!SJO\n|-\n!Am\u00e9rica\n!-\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |47-78\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |74-89\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |82-100\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |64-74\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |55-93\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |81-77\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |52-83\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |80-98\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |76-93\n|-\n!Bauru\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |106-71\n!-\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |70-77\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |79-76\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |81-66\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |81-57\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |84-62\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |80-93\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |81-54\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |81-69\n|-\n!Corinthians\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |87-55\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |99-82\n!-\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |76-82\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |82-69\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |77-90\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |83-71\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |63-80\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |74-90\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |75-69\n|-\n!Franca\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |99-72\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |65-79\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |106-85\n!-\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |63-51\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |88-81\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |88-51\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |80-81\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |87-63\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |90-78\n|-\n!L. Sorocabana\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |85-75\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |71-89\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |78-73\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |61-76\n!-\n|bgcolor=\"#aaffaa\"|81-76\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |62-49\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |70-81\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |57-65\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |65-74\n|-\n!M. das Cruzes\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |96-78\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |61-69\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |103-80\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |93-81\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |82-60\n!-\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |91-78\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |66-77\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |58-73\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |81-77\n|-\n!Osasco\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |78-72\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |62-81\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |47-80\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |62-83\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |71-73\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |68-83\n!-\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |78-85\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |76-81\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |66-78\n|-\n!Paulistano\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |110-64\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |82-80\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |76-70\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |80-70\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |72-60\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |84-106\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |73-72\n!-\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |89-88\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |103-64\n|-\n!Pinheiros\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |94-57\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |90-89\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |91-89\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |75-86\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |94-83\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |99-101\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |97-67\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |79-61\n!-\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |94-79\n|-\n!S\u00e3o Jos\u00e9\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |80-72\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |79-84\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |94-85\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |70-77\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |67-60\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |75-88\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |70-65\n|bgcolor=\"#aaffaa\" |73-70\n|bgcolor=\"#ffcccc\" |78-87\n!-\n|}\n|}\n\n== Fase final ==\n\n=== Quartas de final ===\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:center;\"\n|-\n!width=\"200\"| Time 1\n!width=\"80\" | S\u00e9ries\n!width=\"200\"| Time 2\n!width=\"80\" | Jogo \u00fanico\n|- \n| align=\"right\" |'''{{Basquetebol Franca|cidade=depois}}'''\n| 1-0\n| align=\"left\" |{{Basquetebol S\u00e3o Jos\u00e9|cidade=antes}}\n|'''93'''\u201357\n|-\n| align=\"right\" |'''{{Basquetebol Pinheiros|cidade=depois}}'''\n| 1-0\n| align=\"left\" |{{Basquetebol Mogi das Cruzes|cidade=antes}}\n|'''89'''\u201384\n|}\n\n=== Semifinal ===\n{| class=\"wikitable\" style=\"text-align:center;\"\n|-\n!width=\"200\"| Time 1\n!width=\"80\" | S\u00e9ries\n!width=\"200\"| Time 2\n!width=\"80\" | 1\u00ba Jogo\n!width=\"80\" | 2\u00ba Jogo\n!width=\"80\" | 3\u00ba Jogo\n|- \n| align=\"right\" |'''{{Basquetebol Paulistano|cidade=depois}}'''\n| 2-0\n| align=\"left\" |{{Basquetebol Pinheiros|cidade=antes}}\n|'''85'''\u201368\n|'''92'''\u201388\n|\u2013\n|- \n| align=\"right\" |{{Basquetebol Bauru|cidade=depois}}\n| 1-2\n| align=\"left\" |'''{{Basquetebol Franca|cidade=antes}}'''\n|83\u2013'''107'''\n|'''80'''\u201374\n|65 \u2013 '''78'''\n|}\n\n=== Final ===\n----\n{{basketballbox| |date= [[8 de outubro]] |time= 20h10 |place= Gin\u00e1sio Pedroc\u00e3o, [[Franca]]\n|teamA='''{{Basquetebol Franca|cidade=depois}}''' |scoreA= '''91''' \n|teamB={{Basquetebol Paulistano|cidade=antes}} |scoreB= 84\n|Q1='''29'''-14 |Q2=26-'''29''' |Q3=14-'''20''' |Q4='''22'''-21\n| points1 = [[David Jackson (basquetebolista)|David Jackson]] 23 | points2 = [[Yago Mateus dos Santos|Yago]]/[[L\u00e9o Meindl]]/[[Renan Lenz]] 16\n| rebounds1 = [[David Jackson (basquetebolista)|David Jackson]] 7 | rebounds2 = [[Yago Mateus dos Santos|Yago]] 7\n| assist1 = [[Elinho Corazza Neto|Elinho]] 7 | assist2 = [[George Lucas Alves de Paula|Georginho]] 4\n|report= [http://www.fibalivestats.com/u/CPB/992156/bs.html Relat\u00f3rio]\n|attendance=\n| referee = \n| TV =\n}}\n{{basketballbox|bg=#eee |date= [[10 de outubro]] |time= 19h30 |place= Gin\u00e1sio Ant\u00f4nio Prado Jr., [[S\u00e3o Paulo (cidade)|S\u00e3o Paulo]]\n|teamA={{Basquetebol Paulistano|cidade=depois}} |scoreA= 69\n|teamB='''{{Basquetebol Franca|cidade=antes}}''' |scoreB= '''77'''\n|Q1='''20'''-13 |Q2=14-14 |Q3=13-'''20''' |Q4=22-'''30'''\n| points1 = [[Yago Mateus dos Santos|Yago]] 12 | points2 = [[Elinho Corazza Neto|Elinho]] 17\n| rebounds1 = [[Dikembe da Silva Andr\u00e9|Dikembe]]/[[Victor Andr\u00e9 da Silva|Vict\u00e3o]]/[[Yago Mateus dos Santos|Yago]] 5 | rebounds2 = [[Jimmy Dreher de Oliveira|Jimmy]] 7\n| assist1 = [[Yago Mateus dos Santos|Yago]] 4 | assist2 = [[David Jackson (basquetebolista)|David Jackson]] 7\n|report= [http://www.fibalivestats.com/u/CPB/992157/bs.html Relat\u00f3rio]\n|attendance=\n| referee = \n| TV =\n}} \n----\n\n{| class=\"wikitable\" style=\"margin: 0 auto; width: 20%;\"\n|-\n!Campeonato Paulista de Basquete Masculino 2018\n|-\n![[Ficheiro:BandeiradeFranca.jpg|100px]]\n|-\n|align=\"center\"|'''{{Basquetebol Franca}}'''
'''Campe\u00e3o'''
(12\u00b0 t\u00edtulo Paulista)
\n|}\n\n== Classifica\u00e7\u00e3o final ==\n\n{| class=wikitable style=\"text-align:center\"\n!width=\"30\"|{{Tooltip|Pos.|Posi\u00e7\u00e3o na classifica\u00e7\u00e3o}}\n!width=\"170\"|{{Tooltip|Equipe}}\n|- bgcolor=#aaffaa\n|1||align=left|{{Basquetebol Franca|cidade=antes}}\n|- bgcolor=#aaffaa\n|2||align=left|{{Basquetebol Paulistano|cidade=antes}}\n|-\n!colspan=2|Eliminados na semifinal\n|- bgcolor=#aaffaa\n|3||align=left|{{Basquetebol Bauru|cidade=antes}}\n|- bgcolor=#aaffaa\n|4||align=left|{{Basquetebol Pinheiros|cidade=antes}}\n|-\n!colspan=2|Eliminados nas quartas de final\n|- bgcolor=#aaffaa\n|5||align=left|{{Basquetebol Mogi das Cruzes|cidade=antes}}\n|- bgcolor=#aaffaa \n|6||align=left|{{Basquetebol S\u00e3o Jos\u00e9|cidade=antes}}\n|-\n!colspan=2|Eliminados na fase de classifica\u00e7\u00e3o\n|- bgcolor=#ffcccc\n|7||align=left|{{Basquetebol Corinthians|cidade=antes}}\n|- bgcolor=#ffcccc\n|8||align=left|{{Basquetebol Liga Sorocabana|cidade=antes}}\n|- bgcolor=#ffcccc\n|9||align=left|{{Basquetebol Osasco|cidade=antes}}\n|- bgcolor=#ffcccc\n|10||align=left|{{Basquetebol Am\u00e9rica-SP|cidade=antes}}\n|}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.fpb.com.br/ Site Oficial da FPB]\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=[[Campeonato Paulista de Basquete Masculino|Campeonato Paulista]]\n|anos =2017\n|antes =[[Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 2017|Campeonato Paulista de 2017]]\n|depois=[[Campeonato Paulista de Basquete Masculino de 2019|Campeonato Paulista de 2019]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{Basquete do Brasil}}\n{{Portal3|Basquetebol}}\n\n[[Categoria:Campeonato Paulista de Basquete Masculino]]\n[[Categoria:Basquetebol de 2018 no Brasil]]\n[[Categoria:2018 em S\u00e3o Paulo]]"}]},"5688884":{"pageid":5688884,"ns":0,"title":"Pr\u00eamio Artemisia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"O '''Pr\u00eam Artemisia''' recompensa todo ano, no in\u00edcio de janeiro, um livro de [[Banda desenhada|quadrinhos]] feito por uma ou mais mulheres. O j\u00fari da premia\u00e7\u00e3o, organizado por uma funda\u00e7\u00e3o criada em 2007, tamb\u00e9m \u00e9 composto exclusivamente de mulheres, tendo Chantal Montellier\u00a0como presidenta{{Citar web|url=http://www.bodoi.info/ainsi-soit-benoite-groult-prix-artemisia-2014-de-la-bande-dessinee-feminine/}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\u00a0e [[Marguerite Abouet]] (no j\u00fari do pr\u00eamio, at\u00e9 2012{{citar web|url=http://www.assoartemisia.fr/le-jury/|t\u00edtulo=Le jury|publicado=}}), e tem como objetivo promover a produ\u00e7\u00e3o de quadrinhos por mulheres.\u00a0O nome do pr\u00eamio \u00e9 uma homenagem \u00e0 artista italiana [[Artemisia Gentileschi]].\n\nUma primeira sele\u00e7\u00e3o de uma dezena de t\u00edtulos publicados entre janeiro e dezembro do ano anterior \u00e9 anunciada durante o m\u00eas de dezembro. O pr\u00eamio \u00e9 concedido em 9 de janeiro, o anivers\u00e1rio do nascimento de [[Simone de Beauvoir]]{{Citar web|url=http://associationartemisia.wordpress.com/2012/12/la-selection-artemisia-2013.html}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\n..\n\nEm 2014, por ocasi\u00e3o do [[Dia Internacional da Mulher]] e a entrada para o [[Pante\u00e3o]] de duas mulheres, a associa\u00e7\u00e3o organizadora do pr\u00eamio convidou nove desenhistas a produzir ilustra\u00e7\u00f5es para defender a paridade de g\u00eanero.{{Citar web|url=http://www.livreshebdo.fr/article/artemisia-fete-la-journee-de-la-femme-sa-facon?xtmc=artemisia&xtcr=2}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\n.\n\n== Laureadas ==\n{| class=\"wikitable sortable\" style=\"margin-bottom: 10px;\"\n! Ano\n! Livro{{Citar web|url=https://associationartemisia.wordpress.com/category/le-prix-artemisia/les-laureates/}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\n.\n! Autora(s)\n! Editora\n|-\n|2008\n|''Nos \u00e2mes sauvages''\n|Johanna\n|Futuropolis\n|-\n|2009\n|''Esth\u00e9tique et filatures''\n|Tanxxx et Lisa Mandel\n|KST\u042f\n|-\n|2010\n|''L'\u00cele au poulailler''\n|Laureline Mattiussi\n|Treize \u00e9trange\n|-\n|2011\n|''Trop n'est pas assez''\n|Ulli Lust\n|\u00c7\u00e0 et l\u00e0\n|-\n|2012\n|''Mambo''\n|Claire Braud\n|L'Association\n|-\n|2013\n|''Charonne - Bou Kadir''\n|Jeanne Puchol\n|Tir\u00e9sias\n|-\n|2014\n|''Ainsi soit Beno\u00eete Groult''\n|Catel\n|Grasset\n|-\n|2015\n|''Irmina''\n|Barbara Yelin\n|Actes Sud / L'An 2\n|-\n|2016{{citar web|url=https://associationartemisia.wordpress.com/2015/11/|t\u00edtulo=novembre - 2015 - Association Artemisia|website=associationartemisia.wordpress.com}}\n|''[[Glenn Gould]], une vie \u00e0 contretemps''\nMen\u00e7\u00e3o especial do j\u00fari : ''Mourir (\u00e7a n'existe pas)''\n|Sandrine Revel\nTh\u00e9a Rojzman\n|[[Dargaud]]\nLa Bo\u00eete \u00e0 Bulles\n|-\n|2017{{Citar web|url=http://www.assoartemisia.fr/category/articles/le-prix-artemisia/les-laureates/}}Em falta ou vazio |t\u00edtulo= ([[Ajuda:Erros nas refer\u00eancias#citation missing title|ajuda]])\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es sem t\u00edtulo]]\n[[Categoria:!P\u00e1ginas com cita\u00e7\u00f5es e URLs vazios]]\n| Grande pr\u00eamio : ''Frapper le sol''\n\nPr\u00eamio especial do j\u00fari : ''Quand viennent les b\u00eates sauvages''\n\nPr\u00eamio promessa : ''L'apocalypse selon Magda''\n\nPr\u00eamio humor : ''Le probl\u00e8me avec les femmes''\n|C\u00e9line Wagner\nNicole Augereau\n\nChlo\u00e9 Vollmer-Lo et Carole Maurel\n\nJacky Fleming\n|Actes Sud / L'An 2\n\u00c9ditions FLBLB\n\nDelcourt\n\n[[Dargaud]]\n|-\n|2018\n|Grande Pr\u00eamio : ''Verdad''\n\nPr\u00eamio da fic\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica : ''La Guerre de Catherine''\n\nPr\u00eamio humor : ''Id\u00e9al standard''\n\nPr\u00eamio promessa : ''L'\u00c9corce des choses''\n|Lorena Canottiere\n\nJulia Billet et Claire Fauvel\n\nAude Picault\n\nC\u00e9cile Bidault\n|Ici M\u00eame\n\nRue de S\u00e8vres\n\n[[Dargaud]]\n\nWarum\n|}\n\n== Notas e refer\u00eancias ==\n\n\n== Liga\u00e7\u00e3o externa ==\n* Antigo\u00a0{{Website oficial|https://associationartemisia.wordpress.com}} da associa\u00e7\u00e3o.\n* Novo {{Website oficial}} da associa\u00e7\u00e3o Art\u00e9misia.\n{{Portal3|Mulheres}}\n[[Categoria:Pr\u00eamios estabelecidos em 2008]]\n[[Categoria:Condecora\u00e7\u00f5es e pr\u00eamios em homenagem a mulheres]]"}]},"2951906":{"pageid":2951906,"ns":0,"title":"Dexter Manley","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Dexter Manley''' \u00e9 um ex-jogador profissional de [[futebol americano]] [[estadunidenses|estadunidense]]. Ele foi campe\u00e3o da [[temporada de 1987 da National Football League]] jogando pelo [[Washington Redskins]].{{citar web|url=http://www.pro-football-reference.com/teams/was/1987_roster.htm |titulo=1987 Washington Redskins - Starters & Roster |lingua2=en |autor=|data=|publicado=Reference.com|acessodata=10 de novembro de 2010}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esbo\u00e7o-desportista|futebol americano}}\n{{Portal3|Futebol americano|Estados Unidos}}\n\n{{DEFAULTSORT:Manley, Dexter}}\n[[Categoria:Jogadores do Washington Football Team]]"}]},"5132515":{"pageid":5132515,"ns":0,"title":"Anthony Ireland","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"'''Anthony Ireland''' (4 de fevereiro de 1902 \u2014 4 de dezembro de 1957) \u00e9 um ator brit\u00e2nico.{{citar web|url=http://ftvdb.bfi.org.uk/sift/individual/17797|t\u00edtulo=Anthony Ireland|website=BFI|acessodata=2016-06-03}}\n\n==Filmografia selecionada==\n* ''[[Big Business]]'' (1930)\n* ''[[Spanish Eyes]]'' (1930)\n* ''[[The Water Gipsies]]'' (1932)\n* ''[[Called Back]]'' (1933)\n* ''[[Three Maxims]]'' (1936)\n* ''[[Jump for Glory]]'' (1937)\n* ''[[Twin Faces]]'' (1937)\n* ''[[Just like a Woman (1939)|Just like a Woman]]'' (1939)\n* ''[[Mrs. Pym of Scotland Yard]]'' (1940)\n* ''[[The Prime Minister]]'' (1941)\n* ''[[The Gambler and the Lady]]'' (1952)\n* ''[[Spaceways]]'' (1953)\n* ''[[Night of the Silvery Moon]]'' (1954)\n* ''[[I Accuse!]]'' (1958)\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*{{imdb nome|0409847}}\n\n[[Categoria:Atores do Reino Unido]]"}]},"2187934":{"pageid":2187934,"ns":0,"title":"Iris Edith Peralta","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|nome = Peralta\n|imagem = \n|imagem_tamanho = \n|legenda = \n|nome_completo = Iris Edith Peralta Galmarini\n|data_nascimento = [[1960]]\n|local_nascimento = \n|data_morte = \n|local_morte = \n|nacionalidade = [[argentina]]\n|ocupa\u00e7\u00e3o = [[bot\u00e2nica]]\n}}\n'''Iris Edith Peralta Galmarini''' ([[Mendoza]], [[1960]]) \u00e9 uma [[bot\u00e2nica]] [[argentina]]. \u00c9 pesquisadora do Instituto Argentino de Investiga\u00e7\u00f5es em Zonas \u00c1ridas do [[CONICET]].\n\nEm [[1984]] obteve seu t\u00edtulo de [[engenheiro agr\u00f4nomo|engenheira agr\u00f4noma]] na [[Universidade Nacional de Cuyo]]. Em [[1999]] o de [[mestrado]] em Melhoramento Vegetal e [[Gen\u00e9tica]], na [[Universidade de Wisconsin]] e um [[doutorado]] nas mesmas disciplinas na mesma univeridade, em [[2000]]. Entre [[2002]] e [[2003]] desenvolveu estudos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em [[Kew Gardens]] e no [[Museu de Hist\u00f3ria Natural de Londres]].\n\n== Algumas publica\u00e7\u00f5es ==\n* M\u00e9ndez, E, E Mart\u00ednez Carretero, IE Peralta. [[2006]]. ''La vegetaci\u00f3n del Parque Aconcagua (Altos Andes Centrales de Mendoza, Argentina)''. Boletin de la Sociedad Argentina de Botanica: 41: 41 - 69\n* Peralta, IE, [[Sandra Diane Knapp|S Knapp]], DDM Spooner. [[2006]]. ''Nomenclature for Wild and Cultivated Tomatoes''. Report of the Tomato Genetics Cooperative: 56: 6 - 12\n* Peralta, IE, [[David M. Spooner|DM Spooner]]. [[2000]]. ''Classification of wild tomatoes: a review''. Kurtziana. C\u00f3rdoba: 1 : 45 - 54\n* Rossi, B, GO Debandi, IE Peralta, IE, E Mart\u00ednez-Palle. [[1999]]. ''Comparative phenology and floral patterns in Larrea species (Zygophyllaceae)in the Monte desert (Mendoza, Argentina)''. Journal of Arid Environments: 43 (3): 213 - 226\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n{{Portal-hist-cien}}\n* {{en}} {{IPNI|Peralta}}\n* {{Link|es|2=http://www.sicytar.secyt.gov.ar/busqueda/prc_imp_cv_int?f_cod=0000535850|3=Biografia e curr\u00edculo SECYT.GOV.AR}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n{{esbo\u00e7o-bot\u00e2nicos}}\n\n{{Bot\u00e2nico|Peralta}}\n{{biografias}}\n\n{{DEFAULTSORT:Peralta, Iris Edith}}\n[[Categoria:Bot\u00e2nicos da Argentina]]\n[[Categoria:Professores da Argentina]]\n[[Categoria:Naturais de Mendoza (Argentina)]]"}]},"2446132":{"pageid":2446132,"ns":0,"title":"Alessandro Marchesini","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{mais-notas|arte=sim|biografia=sim|data=Outubro de 2009}}\n{{Info/Biografia\n |nome = Alessandro Marchesini\n |imagem =\n |imagem_tamanho =\n |legenda =\n |nome_completo =\n |nascimento_data = {{dni|||1644|si|lang=br|sem idade}}\n |nascimento_local =\n |morte_data = {{morte|||1738|||1644|lang=br}}\n |morte_local =\n |nacionalidade = {{ITA}}\n |ocupa\u00e7\u00e3o = [[Pintura]]\n |movimento_est\u00e9tico = [[Barroco]]\n}}\n'''Alessandro Marchesini''' (30 de Abril de [[1644]] - 27 de Janeiro de [[1738]]) foi um [[pintor]] [[It\u00e1lia|italiano]] e comerciante de arte do per\u00edodo [[barroco]] e [[rococ\u00f3]], ativo no norte da It\u00e1lia e em Veneza. Teve seu primeiro treinamento em [[Verona]], com Biagio Falcieri e depois com Antonio Calza. Em seguida, mudou-se para [[Bolonha]], a fim de trabalhar no est\u00fadio de [[Carlo Cignani]]. Ele \u00e9 descrito como um pintor famoso por suas alegorias com pequenas figuras. Ele pintou para a Igreja de San Silvestro, em Veneza e tamb\u00e9m a Igreja de San Stefano, em Verona. Entre seus pupilos est\u00e1 tamb\u00e9m o artista Carlo Salis.{{Citar livro|url=https://books.google.com.br/books?id=D0C0n5EHijIC&redir_esc=y|t\u00edtulo=Studj sopra la storia della pittura italiana dei secoli 14. e 15. e della scuola pittorica veronese dai medj tempi fino a tutto il secolo 18. del dott. Cesare Bernasconi|data=1865|editora=A. Rossi|lingua=it}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Pintura do Barroco]]\n* [[Arte da It\u00e1lia]]\n\n{{Controle de autoridade}}\n{{esbo\u00e7o-pintor}}\n{{Portal3|Pintura|Biografias}}\n\n{{DEFAULTSORT:Marchesini, Alessandro}}\n[[Categoria:Pintores da It\u00e1lia]]\n[[Categoria:Pintores do Barroco]]"}]},"1369363":{"pageid":1369363,"ns":0,"title":"Triplophysa xiangxensis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n{{semimagem-taxo}}\n{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Triplophysa xiangxensis''\n| estado = VU\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| classe = [[Actinopterygii]]\n| ordem = [[Cypriniformes]]\n| fam\u00edlia = [[Balitoridae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Triplophysa]]''\n| esp\u00e9cie = '''''T. xiangxensis'''''\n| binomial = ''Triplophysa xiangxensis''\n| binomial_autoridade = Yang, Yuan & Liao, 1986\n| sin\u00f3nimos = }}\n'''''Triplophysa xiangxensis''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[Actinopterygii|peixe actinopter\u00edgeo]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Balitoridae]].\n\nApenas pode ser encontrada na [[Rep\u00fablica Popular da China|China]].\n\n==Refer\u00eancias==\n* {{((en))}} Kottelat, M. 1996. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Triplophysa%20xiangxensis Triplophysa xiangxensis]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species. ] Dados de 10 de Julho de 2007.\n\n{{esbo\u00e7o-cypriniformes}}\n\n[[Categoria:Triplophysa]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1986]]"}]},"4567794":{"pageid":4567794,"ns":0,"title":"Vranje","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade da S\u00e9rvia\n|Nome = Vranje\n|Nome Cir\u00edlico = {{lang|sr|\u0412\u0440\u0430\u045a\u0435}}\n|Imagem = Vranje.jpg\n|Legenda = Vue g\u00e9n\u00e9rale de Vranje\n|Bras\u00e3o = Grb Vranje.jpg\n|Mapa =\n|Lema =\n|Prov\u00edncia = [[S\u00e9rvia central]]\n|Regi\u00e3o = [[Ju\u017eno Pomoravlje (regi\u00e3o)|Ju\u017eno Pomoravlje]]\n|Distrito = [[P\u010dinja (distrito)|P\u010dinja]]\n|Munic\u00edpio = '''Vranje'''\n|lat_deg = |lat_min = |lat_sec =\n|lon_deg = |lon_min = |lon_sec =\n|Altitude = 173\n|\u00c1rea = 860\n|Popula\u00e7\u00e3o = 54456\n|Censo = 2011\n|Densidade =\n|Placa =\n|C\u00f3digo postal = {{formatnum:17500}}\n|C\u00f3digo telefone=\n|Endere\u00e7o =\n|Website = www.vranje.org.rs\n|Website sem www=\n|e-mail =\n|Prefeito = Zoran Anti\u0107 ([[Parti socialiste de Serbie|SPS]])\n|Partido =\n|Nuts =\n|Mapa distrito =\n|Mapa regi\u00e3o =\n}}\n'''Vranje''' (em [[Alfabeto cir\u00edlico|cir\u00edlico]]:'' {{lang|sr|\u0412\u0440\u0430\u045a\u0435}}'') \u00e9 uma vila da [[S\u00e9rvia]] localizada no munic\u00edpio de '''Vranje''', pertencente ao distrito de [[P\u010dinja (distrito)|P\u010dinja]], na regi\u00e3o de [[Ju\u017eno Pomoravlje (regi\u00e3o)|Ju\u017eno Pomoravlje]]. A sua popula\u00e7\u00e3o era de 54456 habitantes segundo o censo de 2011.{{citar web|url=http://media.popis2011.stat.rs/2011/prvi_rezultati.pdf|t\u00edtulo=Recensement de la population, des m\u00e9nages et des logements dans la R\u00e9publique de Serbie 2011|data=10 de novembro de 2011|publicado=Site de l'Institut de statistiques de la [[S\u00e9rvia|R\u00e9publique de Serbie]]|acessodata=}}{{Hist\u00f3rico da popula\u00e7\u00e3o (S\u00e9rvia)}}\n\n== Demografia ==\n{{Demografia|\n|1948= 11252\n|1953= 13465\n|1961= 17999\n|1971= 28613\n|1981= 44094\n|1991= 51818\n|2002= 55052{{Historique de la population (Serbie)}}\n|2011= 54456\n}}\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{citar web|url=http://www.maplandia.com/serbia-and-montenegro/srbija/vranje/ |t\u00edtulo=Vranje Map|data=|publicado=Maplandia.com|acessodata=|l\u00edngua=en}}\n* {{citar web|url=http://www.fallingrain.com/world/RI/00/Vranje.html |t\u00edtulo=Vranje Map|data=|publicado=Fallingrain.com|acessodata=|l\u00edngua=en}}\n\n{{Distrito de P\u010dinja}}\n{{Esbo\u00e7o-geo-servia}}\n{{Portal3|S\u00e9rvia}}\n\n[[Categoria:Vilas de P\u010dinja]]"}]},"321664":{"pageid":321664,"ns":0,"title":"\u00c1rabe","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Desambigua\u00e7\u00e3o|\u00c1rabe|\u00c1rabes}}\n\n* [[\u00c1rabes]] \u2014 povo do Oriente M\u00e9dio\n* [[L\u00edngua \u00e1rabe]] \u2014 l\u00edngua do povo \u00e1rabe\n* [[Alfabeto \u00e1rabe]] \u2014 forma de escrita da l\u00edngua \u00e1rabe\n* [[Cavalo \u00e1rabe]] \u2014 ra\u00e7a de cavalos\n* [[M\u00fasica \u00e1rabe]] \u2014 m\u00fasica em l\u00edngua \u00e1rabe\n\n{{Desambig-busca|\u00c1rfabe|vt=s}}\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00e3o]]"}]},"5828882":{"pageid":5828882,"ns":0,"title":"Queda de Zinjibar e Jaar (2015)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{info/Batalha\n|conflito = [[Guerra Civil Iemenita (2015\u2013presente)]]\n|data =2 a 3 de dezembro de 2015 (1 dia)\n|local =[[Zinjibar]] e [[Jaar]], [[Abyan]], [[I\u00eamen]]\n|resultado =Vit\u00f3ria da AQAP\n*Alcaida proclama o \"Emirado de Jaar\" e o \"Emirado de Zinjibar\"\n|status =\n|combatente1 ={{flagicon image|ShababFlag.svg}} [[Alcaida na Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica]]\n|combatente2={{flagicon|Yemen}} [[Ex\u00e9rcito do I\u00eamen]] (pr\u00f3-governo Hadi)\n*[[Comit\u00eas Populares (I\u00eamen)|Comit\u00eas Populares]]\n{{flagicon image|Flag of South Yemen.svg}}[[Movimento do Sul]]\n*[[Resist\u00eancia Popular (I\u00eamen)|Resist\u00eancia Popular]]\n|comandante1={{flagicon image|ShababFlag.svg}} [[Abu Hamza al-Zinjibari]]\n|comandante2={{flagicon|Yemen}} {{flagicon image|Flag of South Yemen.svg}}[[Abdullatif al-Sayed]]

{{flagicon|Yemen}} Al-Khader Haidan{{citar web|url=https://www.reuters.com/article/us-yemen-security-idUSKBN0TL0BQ20151202|t\u00edtulo=Al Qaeda militants take over two south Yemen towns, residents say|autor =Mohammed Mukhashaf|data=2 de dezembro de 2015|obra=Reuters}}
{{flagicon image|Flag of South Yemen.svg}}{{flagicon|Yemen}} Ali al-Sayed {{KIA}}\n\n}}\n{{Campaignbox Crise Iemenita}}\n'''Queda de Zinjibar e Jaar''' ocorreu no in\u00edcio de dezembro de 2015 quando duas cidades iemenitas, [[Zinjibar]] (a capital da prov\u00edncia de [[Abyan]]) e [[Jaar]] (uma cidade a poucos quil\u00f4metros ao norte), foram capturadas pelo grupo jiadista [[Alcaida na Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica]] (AQAP). Zinjibar seria retomada pelas for\u00e7as pr\u00f3-governo em 14 de agosto de 2016.{{citar jornal|t\u00edtulo=Yemen: Government Forces Retake Zinjibar From Al Qaeda Militants|url=https://www.stratfor.com/situation-report/yemen-government-forces-retake-zinjibar-al-qaeda-militants |ag\u00eancia=Stratfor|data=14 de agosto de 2016}} Esta foi a segunda captura e ocupa\u00e7\u00e3o de Zinjibar durante a insurg\u00eancia jiadista no [[I\u00eamen]]. A cidade foi anteriormente tomada pela AQAP em maio de 2011 e ocupada at\u00e9 o ver\u00e3o de 2012.\n\nZinjibar fica perto do porto de [[Ad\u00e9m]], e do estreito de [[Babelm\u00e2ndebe]],{{citar jornal|t\u00edtulo=Yemeni army attacks fighters around Zinjibar|url=http://www.aljazeera.com/news/middleeast/2011/07/201171713389759446.html |ag\u00eancia=AlJazeera|data=17 de Julho de 2011}} e entre Ad\u00e9m e (o que era) o reduto de [[Mucala]] da AQAP. A conquista das duas cidades pela Alcaida foi considerada por alguns como uma demonstra\u00e7\u00e3o de seu interesse em tomar territ\u00f3rios e n\u00e3o apenas \"realizar ataques espetaculares contra alvos ocidentais\".\n\n== Import\u00e2ncia ==\nZinjibar encontra-se no [[Golfo de Ad\u00e9m]], a cerca de 54 km da segunda maior cidade do [[I\u00eamen]], Ad\u00e9m, a leste do \"estrat\u00e9gico\" estreito de [[Babelm\u00e2ndebe]] (cerca de tr\u00eas milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo passam pelo estreito diariamente). O controle de Jaar tamb\u00e9m tornaria mais f\u00e1cil para a AQAP trazer suprimentos do seu (antigo) reduto de Mucala, na [[prov\u00edncia de Hadramaute]], para atacar Ad\u00e9m.\n\n== Antecedentes ==\nEm 2011, o movimento de protesto \"[[Revolu\u00e7\u00e3o Iemenita]]\" visando acabar com os 33 anos do governo de [[Ali Abdullah Saleh]] criou um \"[[v\u00e1cuo de poder]]\" em partes do I\u00eamen. Os combatentes da Alcaida na Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica ocupariam v\u00e1rias cidades em Abiane - incluindo a cidade de Jaar em mar\u00e7o de 2011 e [[Batalha de Zinjibar (2011)|Zinjibar em maio]]. Mais tarde, eles capturaram um est\u00e1dio de futebol nos arredores de Zinjibar que usaram como \"uma base militar improvisada\".\n\nZinjibar esteve sob o controle da AQAP de maio de 2011 at\u00e9 o ver\u00e3o de 2012, quando [[Ofensiva em Abyan em 2012|foram expulsos]] com a ajuda de ataques a\u00e9reos estadunidenses.{{citar web|url=http://www.longwarjournal.org/archives/2015/12/al-qaeda-seizes-town-provincial-capital-in-southern-yemen.php |t\u00edtulo=Al Qaeda seizes town, provincial capital in southern Yemen |obra=The Long War Journal |data=2 de dezembro de 2015 }}\n\nPosteriormente, os rebeldes [[houthis]] assumiriam o controle de Zinjibar, mas em agosto de 2015, combatentes leais ao presidente Hadi, com a ajuda dos ataques a\u00e9reos sauditas, expulsaram os houthis.\n\nA preocupa\u00e7\u00e3o do governo iemenita com a guerra contra os rebeldes houthis impediu que enviasse refor\u00e7os de Ad\u00e9m para ajudar os combatentes leais ao governo em Abiane.\n\n== Batalha ==\nNo in\u00edcio de outubro de 2015, os combatentes da AQAP teriam capturado alguns edif\u00edcios governamentais em Zinjibar, expulsando as tropas do governo e estabelecendo tribunais da ''[[sharia]]''.[http://www.middleeasteye.net/news/yemens-al-qaeda-branch-now-control-several-aden-neighbourhoods-1633114488 Yemen's al-Qaeda branch now in control of several Aden neighbourhoods] - Middle East Eye (22 de outubro de 2015). Usando esses redutos os combatentes da Alcaida invadiram Jaar e o restante de Zinjibar durante a madrugada de 1 de dezembro de 2015. As cidades foram capturadas de forma imediata com relativamente poucos combates, apesar dos refor\u00e7os locais dos comandantes e tropas leais ao governo iemenita.{{citar web|url=http://www.dw.com/en/aqap-houthis-saudis-yemens-multifaction-civil-war/a-18902707|t\u00edtulo=AQAP, Houthis, Saudis: Yemen\u2032s multifaction civil war - World |data= 08.12.2015|obra=DW.COM }} Em 2 de dezembro, a AQAP retirou-se de Jaar depois que uma incurs\u00e3o que deixou mais de quinze partid\u00e1rios de Hadi e o comandante lealista, Ali al-Sayed, mortos. No entanto, retornariam na manh\u00e3 seguinte.[http://www.middleeasteye.net/news/qaeda-offers-bounty-head-yemen-pro-government-force-1713768314 Qaeda offers bounty for head of Yemen pro-government force] - Middle East Eye (5 de dezembro de 2015)[http://english.alarabiya.net/en/News/middle-east/2015/12/03/ISIS-militants-kill-two-Yemen-tribesmen.html ISIS militants kill two Yemen tribesmen] - AFP | alarabiya.net (3 de dezembro de 2015).\n\n{{refer\u00eancias|col=2}}\n\n{{Portal3|I\u00eamen|Guerra}}\n[[Categoria:2015 no I\u00e9men]]\n[[Categoria:Conflitos em 2015]]\n[[Categoria:Guerra Civil Iemenita (2015\u2013presente)]]"}]},"2361341":{"pageid":2361341,"ns":0,"title":"Abdullah Abdullah","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desatualizado|data=mar\u00e7o de 2015}}\n{{Info/Pol\u00edtico\n| nome = Abdullah Abdullah\u06af\u0644\u0645\u0631\u062c\u0627\u0646\n| imagem = Abdullah Abdullah August 2014 (cropped).jpg\n| t\u00edtulo = Presidente do Conselho Superior para a Reconcilia\u00e7\u00e3o Nacional\n| mandato = 11 de mar\u00e7o de 2020 - presente\n| mandato_in\u00edcio = [[Abdul Rahim Ghafoorzai]]\n| antes = \n| t\u00edtulo2 = Primeiro-Ministro do Afeganist\u00e3o {{AFGb}}\n| mandato2 = 29 de setembro de 2014 - 11 de mar\u00e7o de 2020\n| antes2 = [[Abdul Rahim Ghafoorzai]]\n| t\u00edtulo3 = Ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros\n| mandato3 = De 2004 at\u00e9 2006.\n| nascimento_data = {{dni|5|9|1960}}\n| nascimento_local = [[Cabul]], [[Afeganist\u00e3o]]\n| morte_data = \n| morte_local = \n| partido = Coaliz\u00e3o Nacional do Afeganist\u00e3o (1996- Presente)\n| profiss\u00e3o = [[M\u00e9dico]]\n\n[[Pol\u00edtico]]\n}}\n'''Abdullah Abdullah''' ([[L\u00edngua persa|p\u00e1rsi]]: \u0639\u0628\u062f\u0627\u0644\u0644\u0647 \u0639\u0628\u062f\u0627\u0644\u0644\u0647) \u00e9 um doutor e pol\u00edtico [[Afeganist\u00e3o|afeg\u00e3o]] e atual Presidente do Conselho Superior para Reconcilia\u00e7\u00e3o Nacional do seu pa\u00eds. Ele desempenhou o cargo de Primeiro-Ministro e Ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros do Afeganist\u00e3o e foi candidato independente \u00e0 Presid\u00eancia do Afeganist\u00e3o nas elei\u00e7\u00f5es de 2009,2014 e 2019, disputadas a 20 de Agosto de 2009. Ele foi o concorrente mais forte do Ex-Presidente [[Hamid Karzai]] e seguia-se como o segundo mais votado nas sondagens das elei\u00e7\u00f5es de 2009.\n\n== Campanha presidencial de 2009 ==\nA [[6 de Maio]] de [[2009]], Abdullah registou-se como candidato independente nas elei\u00e7\u00f5es presidenciais afeg\u00e3s de 2009. Escolheu Humayun Shah Asefi como seu [[vice-presidente]] e Cheragh Ali Cheragh como seu segundo vice-presidente. Durante a campanha, Abdullah concorreu com sob o slogan \"Abdullah is so nice they named him twice\".{{Carece de fontes|data=janeiro de 2011}} A seguir \u00e0s elei\u00e7\u00f5es de [[20 de Agosto]], a percentagem dos votos para Abdullah e o presidente em exerc\u00edcio, Hamid Karzai, foram dadas como muito pr\u00f3ximas, pelo muitos analistas esperam uma segunda volta. Resultados preliminares divulgados a 25 de Agosto mostram que Karzai e Abdullah possuem ambos 40% dos votos, com 10% dos votos contados. Os resultados finais s\u00f3 se esperam daqui a v\u00e1rias semanas. Caso nenhum dos dois ganhe com mais 50% dos votos, espera-se uma segunda volta a princ\u00edpios de Outubro.\n\n{{esbo\u00e7o-pol\u00edtico}}\n{{biografias}}\n\n{{Portal3|Biografias|Pol\u00edtica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Abdullah, Abdullah}}\n[[Categoria:M\u00e9dicos do Afeganist\u00e3o]]\n[[Categoria:Pol\u00edticos do Afeganist\u00e3o]]\n[[Categoria:Primeiros-ministros do Afeganist\u00e3o]]\n[[Categoria:Naturais de Cabul]]"}]},"4983188":{"pageid":4983188,"ns":0,"title":"Marcolino Gomes Candau","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n|nome =Marcolino Gomes Candau\n|imagem =Marcolino Gomes Candau (1972).jpg\n|nacionalidade =[[Brasileiro]]\n|ocupa\u00e7\u00e3o =[[m\u00e9dico]]\n|predecessor =[[Brock Chisholm]]\n|successor =[[Halfdan T. Mahler]]\n|nascimento_data ={{dni|30|5|1911|si}}\n|nascimento_local=[[Rio de Janeiro]], [[Brasil]]\n|morte_data ={{nowrap|{{morte|23|1|1983|30|5|1911}}}}\n|morte_local =[[Genebra]], [[Su\u00ed\u00e7a]]\n|alma_mater =[[Universidade do Estado do Rio de Janeiro]], [[Johns Hopkins University]]\n}}\n'''Marcolino Gomes Candau''' ([[Rio de Janeiro]], 30 de maio de 1911 \u2013 Genebra, 23 de janeiro de 1983) [[MPH]], [[Royal College of Physicians|FRCP]], [[Doutor em Medicina|M.D.]] foi um m\u00e9dico brasileiro ligado \u00e0s [[Na\u00e7\u00f5es Unidas]]. Foi o primeiro brasileiro a dirigir um organismo especializado da ONU, a [[Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade|Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade]] (OMS).\n\n== Biografia ==\nCandau nasceu no [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] e estudou Medicina na [[Universidade Federal Fluminense]]. Foi m\u00e9dico do departamento de sa\u00fade do estado antes de iniciar o Mestrado em Sa\u00fade P\u00fablica na [[Universidade Johns Hopkins]], nos Estados Unidos.http://munksroll.rcplondon.ac.uk/Biography/Details/740\n\nRetornou ao Brasil, trabalhou no departamento de sa\u00fade p\u00fablica do estado e foi Superintendente do Servi\u00e7o Especial de Sa\u00fade P\u00fablica, antes de se juntar ao servi\u00e7o da [[Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade]], em [[Genebra]], em 1950, como diretor da Divis\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os de Sa\u00fade para as Am\u00e9ricas. \n\nNo ano seguinte, foi apontado Diretor-Geral Assistente. Em 1952, mudou-se para [[Washington, D.C.|Washington]] para assumir o cargo de Diretor Assistente da Reparti\u00e7\u00e3o Sanit\u00e1ria Pan-Americana, o escrit\u00f3rio regional da OMS para as Am\u00e9ricas. Em 1953, enquanto ocupava essa posi\u00e7\u00e3o, foi eleito, aos 42 anos, como o segundo Diretor-Geral da OMS. Em 1958, 1963 e 1968, Candau foi re-eleito para quatro mandatos sucessivos no cargo, que ele ocupou at\u00e9 1973.{{citar jornal|t\u00edtulo=Dr. M. G. Candau and W.H.O.|url=http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1589468/?page=1|jornal=Br Med J|data=1973|volume=2|n\u00famero=5864|p\u00e1ginas=433\u2013434|pmc=1589468}}{{citar web |ultimo=Lyra |primeiro=Paulo |url=https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-brasileiro-cordial/ |titulo=O Brasileiro Cordial |data=Dezembro de 2020 |acessodata=21 de janeiro de 2021 |publicado=[[Revista Piau\u00ed]]}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{s-start}}\n{{succession box | before=[[Brock Chisholm]]| title=Diretor-Geral da [[Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade]] | years=1953\u20131973| after=[[Halfdan T. 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Para o autor, em cada sociedade existe um movimento social que encarna n\u00e3o uma simples mobiliza\u00e7\u00e3o mas um projeto de mudan\u00e7a social. Nenhum movimento social se define somente pelo conflito mas pela sua aspira\u00e7\u00e3o a controlar o movimento da hist\u00f3ria. Segundo o autor, a defini\u00e7\u00e3o do movimento social se d\u00e1 atrav\u00e9s de tr\u00eas princ\u00edpios: TOURAINE, Alain. ''La production de la soci\u00e9t\u00e9'', 1973 ''apud'' [https://www.academia.edu/741088/La_sociologie_dAlain_Touraine \"Sociologie de l'action et enjeux soci\u00e9taux chez Alain Touraine\", por Geoffrey Pleyers. In ''\u00c9pist\u00e9mologie de la sociologie''. \n\n# Princ\u00edpio de identidade: corresponde \u00e0 autodefini\u00e7\u00e3o do ator social e a sua consci\u00eancia de pertencer a um grupo ou classe social. Um movimento social s\u00f3 pode se organizar se essa defini\u00e7\u00e3o for consciente, entretanto a forma\u00e7\u00e3o do movimento precede essa consci\u00eancia. \u00c9 o conflito que constitui e organiza o ator;\n# Princ\u00edpio de oposi\u00e7\u00e3o: um movimento s\u00f3 se organiza se puder nomear seu advers\u00e1rio, mas a sua a\u00e7\u00e3o n\u00e3o pressup\u00f5e essa identifica\u00e7\u00e3o. O conflito faz surgir o advers\u00e1rio, forma a consci\u00eancia dos atores;\n# Princ\u00edpio de totalidade: os atores em conflito, mesmo quando este seja circunscrito ou localizado, questionam a orienta\u00e7\u00e3o geral do sistema. Um movimento social n\u00e3o \u00e9 intelig\u00edvel sen\u00e3o na luta tendo em vista o \"controle da historicidade\", isto \u00e9, dos modelos de conduta a partir dos quais uma sociedade produz suas pr\u00e1ticas.\n\nUma vez que esses tr\u00eas princ\u00edpios estejam reunidos, pode-se falar de \"consci\u00eancia coletiva\". Segundo Touraine, o movimento social \u00e9 fundamentalmente uma inst\u00e2ncia relativamente aut\u00f4noma na qual ocorre a explos\u00e3o do conflito em torno da a\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e de [[vis\u00e3o de mundo|vis\u00f5es de mundo]] opostas. No entanto, progressivamente, Touraine vai abandonar essa tese. Atualmente, ele considera que n\u00e3o h\u00e1 hoje nenhum movimento que corresponda a essa defini\u00e7\u00e3o de movimento social.\n\nJ\u00e1 [[Manuel Castells]] refere-se ao movimento social urbano como um sistema de pr\u00e1ticas que resulta da articula\u00e7\u00e3o de uma conjuntura definida, ao mesmo tempo, pela inser\u00e7\u00e3o dos agentes suportes tanto na estrutura urbana como na estrutura social, de modo que seu desenvolvimento tende objetivamente para a transforma\u00e7\u00e3o estrutural do sistema urbano ou para uma modifica\u00e7\u00e3o substancial da correla\u00e7\u00e3o de for\u00e7as na [[luta de classes]], ou seja, em \u00faltima inst\u00e2ncia, do poder do Estado. Para ele, os movimentos sociais urbanos \"sistema de pr\u00e1ticas sociais contradit\u00f3rias, isto \u00e9, que controvertem a ordem estabelecida a partir das contradi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas da problem\u00e1tica urbana.\"''[[Infop\u00e9dia]]'': [http://www.infopedia.pt/$movimento-social movimento social]\n\nClarence Elmer Ranwater, por sua vez, define os movimentos sociais como \"uma s\u00e9rie de eventos envolvendo ajustes a uma situa\u00e7\u00e3o social; conectados por uma rela\u00e7\u00e3o de causa e efeito; possuindo uma extens\u00e3o no tempo e espa\u00e7o, e revelando est\u00e1gios, transi\u00e7\u00f5es, tend\u00eancias que s\u00e3o correlacionadas com um conceito mutante de sua fun\u00e7\u00e3o e indicativas de sua evolu\u00e7\u00e3o\".{{citar livro|sobrenome=Rainwater|nome=Clarence Elmer|t\u00edtulo=The Play Group in the United States|ano=1922|editora=The University of Chicago Press|local=Chicago|p\u00e1ginas=4}}\n\nNildo Viana apresenta uma outra concep\u00e7\u00e3o de movimentos sociais, destacando que s\u00e3o movimentos de grupos sociais, distintos de movimentos de classes sociais e outros fen\u00f4menos (partidos, manifesta\u00e7\u00f5es, protestos). Segundo ele, os movimentos sociais s\u00e3o movimentos de grupos sociais quando integrantes destes entram em fus\u00e3o, a partir de determinada situa\u00e7\u00e3o social que gera insatisfa\u00e7\u00e3o social, promovendo tamb\u00e9m um processo de cria\u00e7\u00e3o de senso de pertencimento, objetivos e mobiliza\u00e7\u00e3o.{{citar livro|t\u00edtulo=Os Movimentos Sociais|ultimo=Viana|primeiro=Nildo|editora=Prismas|ano=2016|local=Curitiba|p\u00e1ginas=180|acessodata=01/06/2017}}\n\n== N\u00edveis de organiza\u00e7\u00e3o ==\nSegundo Scherer-Warren,Ilse SCHERER-WARREN, [http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69922006000100007&script=sci_arttext&tlng=pt Das Mobiliza\u00e7\u00f5es \u00e0s Redes de Movimentos Sociais, Sociedade e Estado], Bras\u00edlia, v. 21, n.1, p. 109-130, jan./abr. 2006/2007. a [[sociedade civil]] \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios n\u00edveis de como os interesses e os valores da [[cidadania]] se organizam em cada sociedade para encaminhamento de suas a\u00e7\u00f5es em prol de pol\u00edticas sociais e p\u00fablicas, protestos sociais, manifesta\u00e7\u00f5es simb\u00f3licas e press\u00f5es pol\u00edticas. Num primeiro n\u00edvel, encontramos o [[associativismo]] local (associa\u00e7\u00f5es civis, os movimentos comunit\u00e1rios) e sujeitos sociais envolvidos com causas sociais ou culturais do cotidiano, ou voltados a essas bases, como s\u00e3o algumas organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais ([[ONGs]]), o [[terceiro setor]]. Para citar apenas alguns exemplos dessas organiza\u00e7\u00f5es localizadas: n\u00facleos dos movimentos de [[sem-terra]], [[sem-teto]], empreendimentos solid\u00e1rios, associa\u00e7\u00f5es de bairro, etc. As organiza\u00e7\u00f5es locais tamb\u00e9m v\u00eam buscando se organizar nacionalmente e, na medida do poss\u00edvel, participar de redes transnacionais de movimentos ([[Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra]], [http://www.mncr.org.br Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicl\u00e1veis], [[Movimento Ind\u00edgena]], [[Movimento Negro]] etc.), ou atrav\u00e9s de articula\u00e7\u00f5es inter-organizacionais.\n\nObserva-se que as mobiliza\u00e7\u00f5es na [[esfera p\u00fablica]] s\u00e3o fruto da articula\u00e7\u00e3o de atores dos movimentos sociais localizados, das ONGs, dos f\u00f3runs e redes de redes, mas buscam transcend\u00ea-los por meio de grandes manifesta\u00e7\u00f5es na pra\u00e7a p\u00fablica, incluindo a participa\u00e7\u00e3o de simpatizantes, com a finalidade de produzir visibilidade atrav\u00e9s da [[m\u00eddia]] e efeitos simb\u00f3licos para os pr\u00f3prios manifestantes (no sentido pol\u00edtico-pedag\u00f3gico) e para a sociedade em geral, como uma forma de press\u00e3o pol\u00edtica das mais expressivas no [[espa\u00e7o p\u00fablico]] contempor\u00e2neo.\n\nNo Brasil, h\u00e1 alguns casos que ilustram essa forma de organiza\u00e7\u00e3o, que inclui a participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios setores. A [[Marcha Nacional pela Reforma Agr\u00e1ria]], de [[Goi\u00e2nia]] a [[Bras\u00edlia]] (maio de [[2005]]), foi organizada por articula\u00e7\u00f5es de base como a [[Comiss\u00e3o Pastoral da Terra]] (CPT), o [[Grito dos Exclu\u00eddos]] e o pr\u00f3prio [[MST]] e por outras, transnacionais, como a [[Via Campesina]].\n\n[[Imagem:Woodstock redmond stage.JPG|thumb|200px|[[Festival de Woodstock]] um significativo momento do [[Hippie|Movimento hippie]].]]\n[[Imagem:Protests Madrid 2004 2.jpg|thumb|200px|Passeatas e/ou [[Manifesta\u00e7\u00e3o|manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas]].]]\n\nA [[Parada do Orgulho Gay]] tem aumentado expressivamente a cada ano, desde seu in\u00edcio em [[1995]] no [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], fortalecendo-se atrav\u00e9s de redes nacionais, como a LGBT, de grupos locais e simpatizantes. A [[Marcha da Reforma Urbana]], em Bras\u00edlia (outubro de 2005), resultou n\u00e3o s\u00f3 da articula\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es de base urbana (Sem Teto e outras), mas tamb\u00e9m de uma integra\u00e7\u00e3o mais ampla com a Plataforma Brasileira de [[A\u00e7\u00e3o Global]] contra a [[Pobreza]]. A [[Marcha Mundial das Mulheres]] tem sido integrada por organiza\u00e7\u00f5es civis de todos os continentes. A Marcha vinculada \u00e0 III [[C\u00fapula dos Povos]], em [[Mar Del Plata]] (novembro de 2005), \u201cfoi convocada pela Alian\u00e7a Social Continental, por estudantes, trabalhadores, artistas, l\u00edderes religiosos, representantes das popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e das mulheres, juristas, defensores dos direitos humanos, parte desse movimento plural, que, pela terceira vez, celebra o encontro, ap\u00f3s os realizados em [[Santiago do Chile]] ([[1998]]) e [[Qu\u00e9bec]] ([[2001]])\u201d A [[Marcha Zumbi + 10]] desmembrou-se em duas manifesta\u00e7\u00f5es em Bras\u00edlia (uma em 16 e outra em [[22 de novembro de 2005]]), expressando a diversidade de posturas quanto \u00e0 autonomia em rela\u00e7\u00e3o ao [[Estado]].\n\nEm outras palavras, o movimento social, em sentido mais amplo, se constitui em torno de uma [[identidade]] ou identifica\u00e7\u00e3o, da defini\u00e7\u00e3o de advers\u00e1rios ou opositores e de um projeto ou programa, num cont\u00ednuo processo em constru\u00e7\u00e3o e resulta das m\u00faltiplas articula\u00e7\u00f5es acima mencionadas. A ideia de rede de movimento social \u00e9, portanto, um conceito de refer\u00eancia que busca apreender o porvir ou o rumo das a\u00e7\u00f5es de movimento, transcendendo as experi\u00eancias emp\u00edricas, concretas, datadas, localizadas dos sujeitos/atores coletivos.\n\nDo ponto de vista organizacional, inclui v\u00e1rias redes de redes, como, por exemplo, desde a [[Coordena\u00e7\u00e3o Nacional de Articula\u00e7\u00e3o das Comunidades Negras Rurais Quilombolas]] (CONAQ), criada em 1996, at\u00e9 as organiza\u00e7\u00f5es das comunidades locais \u201c[[mocambos]]\u201d, \u201c[[quilombos]]\u201d, \u201ccomunidades negras rurais\u201d e \u201cterras de preto\u201d, que s\u00e3o v\u00e1rias express\u00f5es de uma mesma heran\u00e7a cultural e social, e ONGs e associa\u00e7\u00f5es que se identificam com a causa. Do ponto de vista da a\u00e7\u00e3o movimentalista, apresenta as v\u00e1rias dimens\u00f5es definidoras de um movimento social (identidade, [[advers\u00e1rio]] e [[projeto]]): unem-se pela for\u00e7a de uma [[identidade \u00e9tnica]] ([[negra]]) e de [[classe]] (camponeses pobres) \u2013 a identidade; para combater o legado colonialista, o [[racismo]] e a expropria\u00e7\u00e3o \u2013 o advers\u00e1rio; na luta pela manuten\u00e7\u00e3o de um territ\u00f3rio que vive sob constante amea\u00e7a de invas\u00e3o, ou seja, pelo direito \u00e0 terra comunit\u00e1ria herdada \u2013 o projeto. Nesse momento, unem-se tamb\u00e9m ao Movimento Nacional pela [[Reforma Agr\u00e1ria]] na luta pela terra, mas mantendo sua especificidade, isto \u00e9, pela legaliza\u00e7\u00e3o da posse das terras coletivas.\n\nNo munic\u00edpio de [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]], em 1\u00b0 de dezembro de 2011, foi sancionada a lei 15.496[http://camaramunicipalsp.qaplaweb.com.br/cgi-bin/wxis.bin/iah/scripts/?IsisScript=iah.xis&lang=pt&format=detalhado.pft&base=proje&form=A&nextAction=search&indexSearch=^nTw^lTodos%20os%20campos&exprSearch=P=PL1592011 Lei 15.496 de 01/12/2011]{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }} de autoria do [[pol\u00edtico]] Chico Macena, criando o Dia de Luta contra a Criminaliza\u00e7\u00e3o dos Movimentos Sociais, a ser comemorado todos os anos em 5 de abril - data que diversos movimentos sociais escolheram, sob as bandeiras da igualdade social, direito a moradia, contra a homofobia, pelos direitos das mulheres, pelos direitos das crian\u00e7as, adolescentes e idosos, porque nesse dia um l\u00edder dos movimentos sociais, Luiz Gonzaga da Silva, o Geg\u00ea, do Movimento de Moradia do Centro (MMC) de [[cidade de S\u00e3o Paulo|S\u00e3o Paulo]] foi absolvido por unanimidade, em [[j\u00fari popular]], da acusa\u00e7\u00e3o de coautoria de um homic\u00eddio ocorrido em 18 de agosto de 2002, durante uma ocupa\u00e7\u00e3o do MMC.{{Citar web |url=http://camaramunicipalsp.qaplaweb.com.br/iah/fulltext/justificativa/JPL0159-2011.pdf |titulo=Movimentos Sociais ganham data simb\u00f3lica |acessodata=2012-02-14 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20140201173658/http://camaramunicipalsp.qaplaweb.com.br/iah/fulltext/justificativa/JPL0159-2011.pdf |arquivodata=2014-02-01 |urlmorta=yes }}[http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0704201130.htm J\u00fari absolve Geg\u00ea, l\u00edder do movimento dos sem-teto]. ''[[Folha de S. Paulo]]'', 7 de abril de 2011.O processo foi considerado por muitos como um caso de tentativa de criminaliza\u00e7\u00e3o dos movimentos sociais. Horas antes do j\u00fari anunciar sua decis\u00e3o, o promotor Roberto Tardelli, respons\u00e1vel pela acusa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 havia atestado a inoc\u00eancia do militante.[http://www.carosamigos.com.br/index.php/cotidiano/1174-militante-do-movimento-de-moradia-gege-e-absolvido-por-juri-popular-em-sp Militante do movimento de moradia G\u00eage \u00e9 absolvido por juri popular].\nPor Paula Salati. ''[[Caros Amigos]]'', 5 de abril de 2011.[http://outraspalavras.net/posts/caso-gege-quais-maos-orquestraram-o-julgamento/ Caso Geg\u00ea: quais m\u00e3os orquestraram o julgamento?]. Por Renata Bassi. ''[[Outras Palavras]]'', 18 de abril de 2011.\n\n[[Imagem:Luiz Gonzaga da Silva Geg\u00ea,.JPG|direita|thumb|200px|Luiz Gonzaga da Silva, o Geg\u00ea, l\u00edder dos movimentos populares pela moradia.]]\n[[Imagem:Marcha das Vadias.jpg|thumb|200px|Movimento [[feminista]] em [[Alberta]] contra a justificativa de estupro pela [[Marcha das Vadias|sedu\u00e7\u00e3o das roupas provocantes]].]]\n\n== A transversalidade de direitos na luta pela cidadania ==\nNota: O texto a seguir \u00e9 uma compila\u00e7\u00e3o de trechos do artigo de Ilse SCHERER-WARREN, [http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69922006000100007&script=sci_arttext&tlng=pt Das Mobiliza\u00e7\u00f5es \u00e0s Redes de Movimentos Sociais, Sociedade e Estado], Bras\u00edlia, v. 21, n.1, p. 109-130, jan./abr. 2006/2007. \n\nO F\u00f3rum Social Mundial (FSM) bem como outros f\u00f3runs e redes transnacionais de organiza\u00e7\u00f5es t\u00eam sido espa\u00e7os privilegiados para a articula\u00e7\u00e3o das lutas por direitos humanos em suas v\u00e1rias dimens\u00f5es sociais. Assim, atrav\u00e9s dessas articula\u00e7\u00f5es em rede de movimento observa-se o debate de temas transversais, relacionados a v\u00e1rias faces da exclus\u00e3o social, e a demanda de novos direitos. Essa transversalidade na demanda por direitos implica o alargamento da concep\u00e7\u00e3o de direitos humanos e a amplia\u00e7\u00e3o da base das mobiliza\u00e7\u00f5es.\n\n=== O ativismo nas redes de movimento ===\n\nH\u00e1 um outro tipo de ativismo, que se alicer\u00e7a nos valores da democracia, da solidariedade e da coopera\u00e7\u00e3o e que vem crescendo significativamente nos \u00faltimos anos. Por exemplo, o Movimento de Economia Solid\u00e1ria, que tem suas express\u00f5es emp\u00edricas nos empreendimentos populares solid\u00e1rios, no F\u00f3rum Brasileiro de Economia Solid\u00e1ria (FBES) e na Rede de Entidades Brasileiras de Economia Solid\u00e1ria (REBES), mostrou sua for\u00e7a organizativa no F\u00f3rum Social Mundial de 2005, pelo n\u00famero de oficinas, experimentos e tendas organizados.\n\nO ativismo de hoje tende a protagonizar um conjunto de a\u00e7\u00f5es orientadas aos mais exclu\u00eddos, mais discriminados, mais carentes e mais dominados da sociedade. A nova milit\u00e2ncia passa por essa nova forma de ser sujeito/ator.\n\nOs movimentos sociais s\u00e3o o meio que os trabalhadores/pessoas veem para protestar ou querer direitos que s\u00e3o do dever deles. Ou seja, reuni\u00e3o de pessoas que se op\u00f5e a algo.\n\n== O empoderamento nos movimentos sociais em rede ==\nNota: O texto a seguir \u00e9 uma compila\u00e7\u00e3o de trechos do artigo de Ilse SCHERER-WARREN, [http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69922006000100007&script=sci_arttext&tlng=pt Das Mobiliza\u00e7\u00f5es \u00e0s Redes de Movimentos Sociais, Sociedade e Estado], Bras\u00edlia, v. 21, n.1, p. 109-130, jan./abr. 2006/2007.\n \nPode-se, enfim, indagar: nos movimentos sob a forma de redes, as estruturas de poder se dissolvem? Pressup\u00f5e-se, frequentemente, que, numa organiza\u00e7\u00e3o em rede h\u00e1 uma distribui\u00e7\u00e3o do poder, os centros de poder se democratizam, ou, como h\u00e1 muitos centros (n\u00f3s/elos), o poder se redistribui. Isso \u00e9 parcialmente verdadeiro, por\u00e9m, mesmo em uma rede h\u00e1 elos mais fortes (lideran\u00e7as, mediadores, agentes estrat\u00e9gicos, organiza\u00e7\u00f5es de refer\u00eancia, etc.), que det\u00eam maior poder de influ\u00eancia, de direcionamento nas a\u00e7\u00f5es, do que outros elos de conex\u00e3o da rede. Tais elos s\u00e3o, pois, circuitos relevantes para o empoderamento das redes de movimento. As redes, assim como qualquer rela\u00e7\u00e3o social, est\u00e3o sempre impregnadas pelo poder, pelo conflito, bem como pelas possibilidades de solidariedade, de reciprocidade e de compartilhamento. Portanto, o que interessa \u00e9 saber como se d\u00e1 o equil\u00edbrio entre essas tend\u00eancias antag\u00f4nicas do social e como possibilitam ou n\u00e3o a autonomia dos sujeitos sociais, especialmente os mais exclu\u00eddos e que, frequentemente, s\u00e3o as denominadas \u201cpopula\u00e7\u00f5es-alvo\u201d desses mediadores.\n\nComo o trabalho de media\u00e7\u00e3o das ONGs junto aos movimentos de base local pode ser direcionado ao empoderamento dos sujeitos sociais \u201csocialmente mais exclu\u00eddos\u201d, no sentido de n\u00e3o estimular as hierarquias de poder? As seguintes dimens\u00f5es sociais merecem estar contempladas para um trabalho de empoderamento democr\u00e1tico e de inclus\u00e3o social das bases: o combate \u00e0 exclus\u00e3o em suas m\u00faltiplas faces e a respectiva luta por direitos (civis, pol\u00edticos, socioecon\u00f4micos, culturais e ambientais); o reconhecimento da diversidade dos sujeitos sociais e do respectivo pluralismo das ideias; a promo\u00e7\u00e3o da democracia nos mecanismos de participa\u00e7\u00e3o no interior das organiza\u00e7\u00f5es e nos comit\u00eas da esfera p\u00fablica, criando novas formas de gest\u00e3o.\n\n=== Novas formas de gest\u00e3o na organiza\u00e7\u00e3o em rede ===\n\nPreparar os sujeitos para se tornarem atores de novas formas de gest\u00e3o requer a participa\u00e7\u00e3o em diversos espa\u00e7os: mobiliza\u00e7\u00f5es de base local na esfera p\u00fablica; empoderamento atrav\u00e9s dos f\u00f3runs e redes da sociedade civil; participa\u00e7\u00e3o nos conselhos setoriais de parceria entre sociedade civil e Estado; e, nos \u00faltimos anos, a busca de uma representa\u00e7\u00e3o ativa nas confer\u00eancias nacionais e globais de iniciativa governamental em parcerias com a sociedade civil organizada.\n\nNas parcerias entre sociedade civil, Estado e mercado h\u00e1 m\u00faltiplas formas de atua\u00e7\u00e3o, mas em termos de participa\u00e7\u00e3o para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, merecem destaque os conselhos e confer\u00eancias. Nos conselhos setoriais (popular e/ou parit\u00e1rio) \u00e9 onde h\u00e1, pelo menos teoricamente, um espa\u00e7o institucional para o encaminhamento de propostas da sociedade civil para uma nova governan\u00e7a junto \u00e0 esfera estatal.\n\nA sociedade civil organizada do novo mil\u00eanio tende a ser uma sociedade de redes organizacionais, de redes inter-organizacionais e de redes de movimentos e de forma\u00e7\u00e3o de parcerias entre as esferas p\u00fablicas privadas e estatais, criando novos espa\u00e7os de gest\u00e3o com o crescimento da participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3. Essa \u00e9 a nova utopia do ativismo: mudan\u00e7as com engajamento com as causas sociais dos exclu\u00eddos e discriminados e com a defesa da democracia, comprometida com a equidade entre os diferentes grupos sociais, \u00e9tnicos e culturais.\n\n== Aspectos psicossociais da mobiliza\u00e7\u00e3o social ==\nSegundo a psic\u00f3loga social Jaqueline Gomes de Jesus, as mobiliza\u00e7\u00f5es sociais, expressas na forma de marchas, paradas ou ocupa\u00e7\u00f5es, podem ser entendidas como ritos, formas de comunica\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica que se utilizam de met\u00e1foras para romperem temporariamente com a rotina e reconstru\u00edrem identidades e pap\u00e9is sociais, sendo, desse modo, fundamentadas em aspectos psicossociais, e n\u00e3o ''apenas'' pol\u00edticos: \"as pessoas se organizam em grupos e protestam em nome de uma causa comum, muitas vezes sacrificando seu conforto pessoal, por v\u00e1rias raz\u00f5es, que podem estar fundamentadas em diferentes fatores, entre eles: ''sentimento de injusti\u00e7a'', ''efic\u00e1cia de grupo'', ''identidade social'' e ''afetividade''. \"(Jesus, 2012, p. 169)[http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/psi-sabersocial/article/view/4897/3620 Psicologia social e movimentos sociais: uma revis\u00e3o contextualizada]\n\n; Sentimento de injusti\u00e7a\nAs pessoas t\u00eam maior predisposi\u00e7\u00e3o para se mobilizarem socialmente ''quando sentem que est\u00e3o contribuindo mais para a sociedade do que o que recebem dela e, se perdem a cren\u00e7a de que n\u00e3o podem controlar a situa\u00e7\u00e3o''.\n\n; Efic\u00e1cia de grupo\nAs pessoas t\u00eam maior predisposi\u00e7\u00e3o para se mobilizarem socialmente ''quando acreditam na capacidade do grupo que se mobiliza em realizar seus projetos, mesmo que ainda sintam descren\u00e7a na efici\u00eancia da estrutura pol\u00edtica, o que se chama de \"cinismo pol\u00edtico\"''.\n\n; Identidade social\nAs pessoas t\u00eam maior predisposi\u00e7\u00e3o para se mobilizarem socialmente ''quando passam a perceber que fazem parte de algum grupo social, o que, por solidariedade, estimula-os a defenderem politicamente as causas do grupo com o qual se identifica''.\n\n; Afetividade\nAs pessoas t\u00eam maior predisposi\u00e7\u00e3o para se mobilizarem socialmente ''quando t\u00eam uma forte rea\u00e7\u00e3o afetivo-atitudinal frente a uma determinada situa\u00e7\u00e3o que as afeta ou a um outro grupo social com cujas causas elas se identificam''.\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n{{div col}}\n* [[Antimovimento social]]\n* [[Abolicionismo]]\n* [[As Coletividades Anormais]]\n* [[Comportamento de manada]]\n* [[Comunica\u00e7\u00e3o de massa]]\n* [[Contracultura]]\n* [[Etnicidade]]\n* [[Moda]]\n* [[Movimento religioso]]\n* [[Multitude|Multid\u00f5es]]\n* [[Neoxamanismo]]\n* [[Revivalismo]]\n* [[Quilombola]]\n* [[ONG]]\n* [[Think tank]]\n{{div col fim}}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n*ANJOS, Rafael Sanzio Ara\u00fajo dos. ''Territ\u00f3rios das comunidades quilombolas no Brasil \u2013 segunda configura\u00e7\u00e3o espacial''. Bras\u00edlia: Mapas Editora & Consultoria, 2005.\n*[[Manuel Castells|CASTELLS, Manuel]]. The information age: economy, society and culture. London: Blackwell Publishers, 1996. 3 v.\n*COHEN, J.; ARATO, A. Civil society and political theory. Cambridge: MIT Press, 1992.\n*JESUS, Jaqueline Gomes de. [http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/psi-sabersocial/article/view/4897/3620 Psicologia social e movimentos sociais: uma revis\u00e3o contextualizada]. ''Psicologia e Saber Social, 1''(2), 163-186, 2012.\n*MACHADO, Jorge. [http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-45222007000200012&script=sci_arttext Ativismo em rede e conex\u00f5es identit\u00e1rias: novas perspectivas para os movimentos sociais]. ''Sociologias'', no.18, Porto Alegre, July/Dec. 2007.\n*SCHERER-WARREN, Ilse. Redes emancipat\u00f3rias: nas lutas contra a exclus\u00e3o e por direitos humanos. Curitiba: Ed. Appris, 2012.\n*SCHERER-WARREN, Ilse. [http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-69922006000100007&script=sci_arttext&tlng=pt Das Mobiliza\u00e7\u00f5es \u00e0s Redes de Movimentos Sociais], ''Sociedade e Estado''. Bras\u00edlia, v. 21, n\u00b01, p. 109-130, jan./abr. 2006/2007. \n\n{{Portal3|Pol\u00edtica|Sociedade|Hist\u00f3ria}}\n\n[[Categoria:Movimentos sociais| ]]"}]},"5824765":{"pageid":5824765,"ns":0,"title":"Domenico Jorio","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Prelado da Igreja Cat\u00f3lica\n |type = cardeal\n |nome = Domenico Jorio\n |fun\u00e7\u00e3o = Prefeito da [[Congrega\u00e7\u00e3o para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos]]\n\n |diocese = [[Diocese de Roma]]\n |nomea\u00e7\u00e3o = {{dtlink|20|12|1935}}\n |predecessor = [[Michele Lega|Dom Michele Lega]]\n |sucessor = [[Benedetto Aloisi Masella|Dom Benedetto Aloisi Masella]]\n |mandato = {{dtlink|||1935}} - {{dtlink|||1954}}\n\n |padre_data = {{dtlink|17|9|1891}}\n\n |cardeal_data = {{dtlink|16|12|1935}}\n |cardeal_ord = [[Papa Pio XI]]\n |cardeal_rank = [[Cardeal-di\u00e1cono]] {{small|(1935-1946)}}
[[Cardeal-presb\u00edtero]] {{small|(1946-1954)}}\n |cardeal_t\u00edtulo = [[Santo Apolin\u00e1rio nas Termas Neronianas-Alexandrinas (diaconia)|Santo Apolin\u00e1rio nas Termas Neronianas-Alexandrinas]]\n |cardeal_lema = De forti dulcedo\n |cardeal_bras\u00e3o = Stemma Cardinale Iorio.svg\n\n |nascimento_local = [[Villa Santo Stefano]]\n |nascimento_data = {{dni|7|10|1867|si}}\n |morte_local = [[Roma]]\n |morte_data = {{nowrap|{{morte|21|10|1954|7|10|1867}}}}\n |nacionalidade = {{ITAn|o}}\n |ch = jorio\n}}\n\n'''Domenico Jorio''' (7 de outubro de 1867 - 21 de outubro de 1954) foi um cardeal da Igreja Cat\u00f3lica Romana que serviu como prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para a Disciplina dos Sacramentos de 1935 at\u00e9 sua morte.\n\n==Biografia ==\nDomenico Jorio nasceu em Villa Santo Stefano , na It\u00e1lia . Ele foi educado no Semin\u00e1rio de Ferentino e no Pontif\u00edcio Semin\u00e1rio Romano em Roma , onde obteve um doutorado em teologia e um doutorado utriusque iuris (tanto em direito can\u00f4nico quanto civil ).\n\nFoi ordenado em 17 de setembro de 1891 em Palestrina e continuou seus estudos em Roma. Ele trabalhou em pastoral na diocese de Roma e como funcion\u00e1rio da Dataria Apost\u00f3lica de 1891 at\u00e9 1918. Ele foi criado Privy Chamberlain de Sua Santidade em 15 de novembro de 1901 e foi renomeado em 16 de dezembro de 1903 e novamente em 9 de setembro de 1914. Ele foi elevado ao n\u00edvel do Prelado Nacional de Sua Santidade em 11 de mar\u00e7o de 1915. Ele foi novamente elevado ao n\u00edvel de Protonotary apostolic em 20 de novembro de 1918. Ele foi nomeado Secret\u00e1rio da Congrega\u00e7\u00e3o para a Disciplina dos Sacramentos em 5 de janeiro de 1928.\n\nEle foi nomeado cardeal-di\u00e1cono de Sant'Apollinare alle Terme Neroniane-Alessandrine no consist\u00f3rio de 16 de dezembro de 1935 pelo Papa Pio XI e em 20 de dezembro de 1935 foi nomeado prefeito da Sagrada Congrega\u00e7\u00e3o para a Disciplina dos Sacramentos . Ele participou do conclave de 1939 que elegeu o Papa Pio XII . Depois de dez anos como cardeal-di\u00e1cono, ele optou por se tornar um membro da ordem dos cardeais sacerdotes.\n\nAp\u00f3s a invas\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia na Eti\u00f3pia , em 29 de abril de 1937, a It\u00e1lia introduziu pela primeira vez a legisla\u00e7\u00e3o baseada na ra\u00e7a. O Decreto Lessona, nomeado para ministro da It\u00e1lia para a \u00c1frica Alessandro Lessona ( ele ) , punido rela\u00e7\u00f5es sexuais entre italianos e et\u00edopes com pris\u00e3o de um a cinco anos. O objetivo era mais os arranjos de vida a longo prazo, concubinato, do que em encontros casuais. Jorio produziu uma avalia\u00e7\u00e3o em nome de sua Congrega\u00e7\u00e3o em 24 de agosto. Afirmou longamente a cren\u00e7a da Igreja de que a ra\u00e7a n\u00e3o poderia ser um impedimento para o casamento. Refletindo a controv\u00e9rsia sobre a eugenia, alguns anos antes, na Alemanha, ela disse que a Igreja concedia a \"m\u00e1xima liberdade\" mesmo \u00e0queles afligidos \"por doen\u00e7as heredit\u00e1rias cr\u00f4nicas\". Em seguida, congratulou-se com a proibi\u00e7\u00e3o do governo de concubinato interracial como um primeiro passo para proibir concubinato em todas as suas formas. Ele disse que a Igreja poderia encorajar seus mission\u00e1rios \"a evitar tais uni\u00f5es h\u00edbridas para as s\u00e1bias motiva\u00e7\u00f5es higi\u00eanicas e sociais\", destacou o governo. A Igreja, ele ofereceu, faria sua parte ao n\u00e3o conceder dispensas para o casamento entre cat\u00f3licos e mu\u00e7ulmanos.{{citar livro|\u00faltimo1 =Ceci|primeiro1 =Lucia|t\u00edtulo=The Vatican and Mussolini's Italy|data=2017|publicado=Brill|local=Leiden|p\u00e1ginas=190\u20134|url=https://books.google.com/books?id=L_U6DQAAQBAJ&pg=PA190&|acessodata=5 de setembro de 2017}}\n\nEle morreu em 21 de outubro de 1954 em seu apartamento no Pal\u00e1cio do Santo Of\u00edcio , em Roma. O funeral aconteceu em 25 de outubro de 1954 na igreja de Sant'Andrea della Valle. Ap\u00f3s o funeral, seu corpo foi enterrado na igreja de Sant'Apollinare.\n\n==Refer\u00eancias ==\n\n[[Categoria:Cardeais da It\u00e1lia]]\n[[Categoria:Cardeais nomeados pelo papa Pio XI]]"}]}}}}