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Músicas para casamento: como escolher as suas?

Pode parecer o contrário, mas escolher as músicas para casamento que mais combinam com um casal não é tarefa fácil!

Além de ser um momento especial para duas pessoas – ou até mais, se contarmos a família –, os momentos da recepção e o perfil dos convidados devem levados em consideração para a definição do setlist.

Por isso, se você quer arrasar na trilha sonora do seu grande dia, continue lendo esse artigo. Nele, eu vou te dar dicas valiosas para não errar no tom e manter os convidados animados até o fim da festa!

Ah! E ainda trouxe uma playlist exclusiva com 170 músicas para casamento selecionadas pelo DJ Renatinho!

Vamos lá?

 

Músicas para cerimônia

Não poderíamos falar sobre músicas para casamento sem priorizar a cerimônia. Afinal, esse é o momento mais emocionante de toda união!

Além do mais, essa é a hora em que o casal pode impor um pouco mais a sua personalidade. Aliás, é até importante que as canções escolhidas para essa primeira parte tenham valor sentimental.

 

Canções que tenham a ver com a história do casal

Sentem juntos e selecionem uma lista de músicas que marcaram a sua vida a dois. Isso, com toda certeza, trará uma carga emocional muito maior na hora da entrada dos noivos!

 

Evite as músicas digitais

Não importa qual é o seu estilo favorito: não use músicas digitais. Esse formato de som não transmite tanta emoção em uma cerimônia de casamento quanto uma banda, orquestra ou coral ao vivo. Portanto, se puder, invista nesse momento!

Não há nada mais emocionante do que acompanhar a entrada de uma noiva ao som de um belo clarim e das vozes de um coral!

 

Músicas para casamento: a festa!

Aqui, a minha dica é que você deixe a seleção nas mãos de um profissional experiente. Afinal, todos concordamos que um bom DJ conhece o que faz sucesso nas festas, certo?

Além disso, por mais que o casal tenha um gosto musical próprio e bastante exigente, também é preciso levar em consideração dois fatores importantes:

  • Os momentos da recepção;
  • O perfil dos convidados.

Você já parou para pensar no quão chato seria se você, que curte rock, fosse a uma recepção onde só tocasse sertanejo ou vice-versa? Por isso, o meu conselho é que vocês pensem no que os participantes do seu evento gostam também. Assim, todos terão um momento especial!

E, claro, não esqueça de definir junto com o DJ as músicas para momentos como:

  • Entrada dos noivos;
  • Abertura da pista de dança;
  • Hora de jogar o buquê;
  • Entre outras situações que variam de festa para festa.

Nesses casos, vale a mesma premissa da cerimônia: leve emoção!

 

Playlist para casamento

Entre tantas opções, eu sei o quanto é difícil saber quais são as músicas mais pedidas e mais escutadas nas rádios e nas festas.

Pensando nisso, o DJ Renatinho fez uma seleção exclusiva para a Casa Petra com 170 músicas para casamento! Ouça aqui e se inspire para criar o seu próprio setlist!

 

E então, você está planejando o seu grande dia e gostaria de ler mais dicas? Acesse os outros artigos do nosso blog. Clique aqui e boa leitura!




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Formado em [[engenharia]] e [[industrial]] de profiss\u00e3o, foi [[prefeito]] de [[Juiz de Fora]] de [[1945]] a [[1946]].[http://www.pjf.mg.gov.br/cidade/prefeitos.php \"PJF - Galeria de Prefeitos\"] - ''Prefeitura de Juiz de Fora''\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [http://www.pjf.mg.gov.br/index.php P\u00e1gina oficial da Prefeitura de Juiz de Fora]\n\n{{come\u00e7a caixa}}\n{{caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo=[[Anexo:Lista de prefeitos de Juiz de Fora|Prefeito de Juiz de Fora]]\n|anos=[[1945]] \u2014 [[1946]]\n|antes=[[Jos\u00e9 Celso Valadares Pinto]]\n|depois=[[Jos\u00e9 Proc\u00f3pio Teixeira Filho]]\n}}\n{{termina caixa}}\n\n{{Portal3|Pol\u00edtica}}\n\n{{esbo\u00e7o-pol\u00edtico}}\n{{DEFAULTSORT:Jose Batista Oliveira}}\n[[Categoria:Prefeitos de Juiz de Fora]]\n[[Categoria:Mortos em 1958]]"}]},"134259":{"pageid":134259,"ns":0,"title":"Trasmiras","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento/Espanha|mun\n|nome =Trasmiras\n|cod_ine_prefixo =32\n|cod_ine_sufixo =082\n|predef_popula\u00e7\u00e3o =Popula\u00e7\u00e3o da Galiza\n|popula\u00e7\u00e3o_notas ={{Popula\u00e7\u00e3o da Galiza|REF=s}}\n|coord_t\u00edtulo =s\n|imagem_mapa =Situacion Trasmiras.PNG\n|mapa_legenda =Localiza\u00e7\u00e3o de Trasmiras na Galiza\n|prov\u00edncia =[[Ourense (prov\u00edncia)|Ourense]]\n|comun_aut =[[Galiza]] \n|imagem =\n|bandeira =\n|bras\u00e3o =Trasmir\u00e1s.svg\n|\u00e1rea =56.74\n|latd=42 |latm=1 |lats=22\n|longd=7 |longm=37 |longs=0\n|alcaide =\n|alcaide_ano=\n}}\n'''Trasmiras''' \u00e9 um [[Munic\u00edpios da Espanha|munic\u00edpio]] da [[Espanha]] na [[Prov\u00edncias da Espanha|prov\u00edncia]] de [[Ourense (prov\u00edncia)|Ourense]], [[Comunidades aut\u00f3nomas da Espanha|comunidade aut\u00f3noma]] da [[Galiza]]. Tem 56,74 [[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]] de \u00e1rea e em {{Popula\u00e7\u00e3o da Galiza|TXT=a\u00f1o}} tinha {{POB-Galiza|32082}} habitantes ({{Densidade populacional da Galiza|32082|56.74}}).\n\n==Demografia ==\n{{Evolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica\n|t\u00edtulo=Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre 1991 e 2004\n|cor_ano=#C0C0C0\n|ano1=1991 |ano2=1996 |ano3=2001 |ano4=2004\n|pop1=2306 |pop2=1914 |pop3=1829 |pop4=1786\n}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{Commons|Trasmiras}}\n{{Espanha/Galiza/Ourense}}\n{{Portal3|Espanha|Galiza}}\n{{esbo\u00e7o-munic\u00edpios-es}}\n\n[[Categoria:Trasmiras| ]]\n[[Categoria:Localidades de Ourense (prov\u00edncia)]]\n[[Categoria:Localidades da Galiza]]\n[[Categoria:Localidades da Espanha]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios por nome da Galiza]]\n[[Categoria:Munic\u00edpios da Espanha por nome]]"}]},"1368711":{"pageid":1368711,"ns":0,"title":"Lanistes solidus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{semimagem-taxo|l}}\n{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Lanistes solidus''\n| imagem = \n| estado = EN\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Mollusca]]\n| classe = [[Gastropoda]]\n| ordem = [[Mesogastropoda]]\n| fam\u00edlia = [[Ampullaridae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Lanistes]]''\n| esp\u00e9cie = '''''L. solidus'''''\n| binomial = ''Lanistes solidus''\n| binomial_autoridade = [[Edgar Albert Smith|E. A. Smith]], 1877\n| sin\u00f3nimos = }}\n'''''Lanistes solidus''''' \u00e9 uma [[esp\u00e9cie]] de [[gastr\u00f3pode]] da [[Fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Ampullariidae]].\n\nPode ser encontrada nos seguintes pa\u00edses: [[Malawi]] e [[Mo\u00e7ambique]].\n\n==Refer\u00eancias==\n* {{((en))}} Brown, D.S. 1996. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Lanistes%20solidus Lanistes solidus]. [http://www.iucnredlist.org 2006 IUCN Red List of Threatened Species. ] Dados de [[7 de Agosto]] de [[2007]].\n\n{{esbo\u00e7o-gastropoda}}\n\n[[Categoria:Lanistes|solidus]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies descritas em 1877]]"}]},"1470080":{"pageid":1470080,"ns":0,"title":"Forte Conde d'Eu","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Castelo-br|\n|nome = \n|imagem = \n|legenda = \n|constru\u00eddo_por = \n|constru\u00eddo_em = \n|estilo = \n|estado = \n|visit\u00e1vel = \n|loc_x = \n|loc_y = \n}}\n\nO '''Forte Conde D'Eu''' localizava-se ao sul do [[Arroio Chu\u00ed]], em [[Chuy]], territ\u00f3rio do atual [[Uruguai]].\n\n==Hist\u00f3ria==\nEm meados do [[s\u00e9culo XIX]], no contexto da defesa das fronteiras da Prov\u00edncia do Rio Grande contra as provoca\u00e7\u00f5es [[argentina]]s de invas\u00e3o feitas pelo General [[Juan Manuel de Rosas]] (1793-1877), o Marechal [[Francisco Jos\u00e9 de Sousa Soares de Andr\u00e9a]] (1781-1858), Chefe da \"Comiss\u00e3o de Limites entre o Brasil e o Uruguai\", projetou tr\u00eas fortifica\u00e7\u00f5es, uma em [[Ca\u00e7apava do Sul]] ([[Forte D. Pedro II de Ca\u00e7apava|Forte de Dom Pedro II]]), outra em [[Jaguar\u00e3o]] ([[Forte Duque de Saxe]]), e a terceira no Chu\u00ed, em territ\u00f3rio do atual Uruguai.\n\nEsta \u00faltima, com o nome de '''Forte Conde D'Eu''', jamais foi conclu\u00edda.\n\n==Bibliografia==\n*BARRETO, An\u00edbal (Cel.). ''Fortifica\u00e7\u00f5es no Brasil (Resumo Hist\u00f3rico).'' Rio de Janeiro: Biblioteca do Ex\u00e9rcito Editora, 1958. 368 p.\n*GARRIDO, Carlos Miguez. Fortifica\u00e7\u00f5es do Brasil. ''Separata do Vol. III dos Subs\u00eddios para a Hist\u00f3ria Mar\u00edtima do Brasil.'' Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.\n*[[Augusto Fausto de Sousa|SOUSA, Augusto Fausto de]]. Fortifica\u00e7\u00f5es no Brazil. ''RIHGB''. Rio de Janeiro: Tomo XLVIII, Parte II, 1885. p. 5-140.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Lista de fortifica\u00e7\u00f5es do Brasil]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaInicial.do Iphan]\n* [https://web.archive.org/web/20071008172637/http://www.funceb.org.br/espacocultural.html Funda\u00e7\u00e3o Cultural Ex\u00e9rcito Brasileiro]\n\n\n{{controlo de autoria}}\n[[Categoria:Fortifica\u00e7\u00f5es do Rio Grande do Sul|Conde Eu]]\n[[Categoria:Fortifica\u00e7\u00f5es do Uruguai|Conde Eu]]\n[[Categoria:Funda\u00e7\u00f5es no Brasil do s\u00e9culo XIX]]"}]},"87983":{"pageid":87983,"ns":0,"title":"Castelnuovo della Daunia","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da It\u00e1lia|\n|regiao = Puglia \n|provincia = Foggia \n|nome = Castelnuovo della Daunia\n|bandeira = \n|brasao = \n|imagem = \n|lat_deg =41 |lat_min = 35 |lat_sec = |latNS = N\n|lon_deg =15 |lon_min = 7 |lon_sec = |longEW = E\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = 563\n|area = 61\n|populacao = 1 763\n|densidade = 29\n|adjacentes = [[Casalnuovo Monterotaro]], [[Casalvecchio di Puglia]], [[Lucera]], [[Pietramontecorvino]], [[San Giuliano di Puglia]] (CB), [[Santa Croce di Magliano]] (CB), [[Torremaggiore]]\n|cap = 71034\n|pref_tel = 0881\n|istat = 071017\n|fical = \n|habitantes = \n|nomepatrono = \n|datapatrono = \n|site = \n}}\n'''Castelnuovo della Daunia''' \u00e9 uma [[comuna italiana]] da [[regi\u00e3o da Puglia]], [[prov\u00edncia de Foggia]], com cerca de 1.763 habitantes. Estende-se por uma \u00e1rea de 61 [[quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]], tendo uma [[densidade populacional]] de 29 hab/km\u00b2. Faz fronteira com [[Casalnuovo Monterotaro]], [[Casalvecchio di Puglia]], [[Lucera]], [[Pietramontecorvino]], [[San Giuliano di Puglia]] (CB), [[Santa Croce di Magliano]] (CB), [[Torremaggiore]].{{citar web|url=http://demo.istat.it/pop2011/index.html|t\u00edtulo=Statistiche demografiche ISTAT|autor=|data=|publicado=Dato istat|acessodata=|l\u00edngua2=it}}{{citar web|url=http://demo.istat.it/bil2010/index.html|t\u00edtulo=Popolazione residente al 31 dicembre 2010|autor=|data=|publicado=Dato istat|acessodata=|l\u00edngua2=it}}{{citar web|url=http://dati.istat.it/Index.aspx|t\u00edtulo=[[Istituto Nazionale di Statistica]]|autor=|data=|publicado=Statistiche I.Stat|acessodata=|l\u00edngua2=it}}\n\n==Demografia==\n{{Gr\u00e1fico de evolu\u00e7\u00e3o|1861|3319|1871|3297|1881|3655|1901|3404|1911|3590|1921|2953|1931|3067|1936|3321|1951|3614|1961|2948|1971|2423|1981|2274|1991|1991|2001|1763|2011|1557|\n|t\u00edtulo = Varia\u00e7\u00e3o [[demografia|demogr\u00e1fica]] do munic\u00edpio entre [[1861]] e [[2011]]\n|texto = \n|cor_16 = blue\n|notas = '''Fonte''': Istituto Nazionale di Statistica (ISTAT) - Elabora\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica da Wikipedia\n}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geoit}}\n{{Comunas da prov\u00edncia de Foggia}}\n{{Portal3|Geografia|It\u00e1lia}}\n\n{{DEFAULTSORT:Castelnuovo della Daunia}}\n\n[[Categoria:Comunas de Foggia (prov\u00edncia)]]"}]},"2831292":{"pageid":2831292,"ns":0,"title":"Gin\u00e1stica nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1904 - Triatlo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Gin\u00e1stica nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1904}}\n\nA final do '''triatlo''' da [[gin\u00e1stica art\u00edstica]] nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1904]] contou com a participa\u00e7\u00e3o de quase 120 ginastas, que competiram entre os dias 1 e 2 de julho de 1904.\n\n{{Medalhistas|tipo=Jogos Ol\u00edmpicos\n|ouro_pais = SUI\n|ouro_atleta = [[Adolf Spinnler]]\n|prata_pais = USA\n|prata_atleta = [[Julius Lenhart]]\n|bronze_pais = GER\n|bronze_atleta = [[Wilhelm Weber (ginasta)|Wilhelm Weber]]\n}}\n\n== Aparelhos disputados ==\n*[[Mesa (gin\u00e1stica)|Salto sobre o cavalo]]\n*[[Cavalo com al\u00e7as]]\n*[[Barra fixa]]\n*[[Barras paralelas]]\n\nNota: o cavalo com al\u00e7as e o salto fizeram parte de um \u00fanico evento dentro da disputa do triatlo.\n\n== Final ==\nSem as disputas da qualificat\u00f3ria, os ginastas disputaram diretamente as medalhas, com um total em nota a ser atingido de 45,000, divididos entre duas performances obrigat\u00f3rias e uma opcional.\n\n{| class=wikitable\n! Pos. || Ginasta || Na\u00e7\u00e3o || Pontua\u00e7\u00e3o\n|- bgcolor=fffcaf\n|{{medalha de ouro|Olimp\u00edadas}}||[[Adolf Spinnler]]|| {{flagIOC|SUI|Ver\u00e3o de 1904}} ||43,390\n|- bgcolor=e5e5e5\n|{{medalha de prata|Olimp\u00edadas}}||[[Julius Lenhart]] || {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 43,000\n|- bgcolor=FFDAB9\n|{{medalha de bronze|Olimp\u00edadas}}||[[Wilhelm Weber (ginasta)|Wilhelm Weber]]|| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 1904}} || 41,600\n|-\n|4||[[Hugo Peitsch]]|| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 1904}} || 41,560\n|-\n|5||[[Otto Wiegand]]|| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 1904}} || 40,820\n|-\n|6||[[Otto Steffen]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 39,530\n|-\n|7||[[William Andelfinger]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 39,030\n|-\n|8||[[Andreas Kempf (ginasta)|Andreas Kempf]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 38,970\n|-\n|9||[[Ernst Mohr (ginasta)|Ernst Mohr]]|| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 1904}} || 38,900\n|-\n|10||[[George Eyser]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 38,700\n|-\n|11||[[Wilhelm Lemke (ginasta)|Wilhelm Lemke]]|| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 1904}} || 37,750\n|-\n|12||[[Anton Heida]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 37,720\n|-\n|13||[[Christian Busch]]|| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 1904}} || 37,620\n|-\n|14||[[John Bissinger]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 37,570\n|-\n|15||[[Charles Umbs]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 37,490\n|-\n|16||[[Theodore Gross]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 37,190\n|-\n|17||[[Adolph Weber]]|| {{flagIOC|GER|Ver\u00e3o de 1904}} || 36,720\n|-\n|18||[[Otto Boehnke]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 36,500\n|-\n|19||[[Philip Kassel]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 35,660\n|-\n|20||[[William Horschke]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 35,630\n|-\n|21||[[Emil Schwegler]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 35,570\n|-\n|22||[[John Duha]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 35,320\n|-\n|23|| [[George Stapf]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 35,270\n|-\n|24|| [[William Merz]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 35,260\n|-\n|25|| [[Gustav Mueller]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 35,120\n|-\n|26|| [[Emil Rothe]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}}|| 34,870\n|-\n|27|| [[Harry Hansen (ginasta)|Harry Hansen]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 34,200\n|-\n|28|| [[G. Hermerrling]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 33,970\n|-\n|29|| [[Reinhard Wagner]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 33,730\n|-\n|30||[[John Dellert]]|| {{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 33,710\n|-\n|31|| [[Charles Sorum]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 33,400\n|-\n|32|| [[Julian Schmitz]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 33,380\n|-\n|33|| [[Max Wolf (ginasta)|Max Wolf]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 33,250\n|-\n|34|| [[Emil Beyer]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 33,200\n|-\n|35|| [[Robert Herrmann]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 32,990\n|-\n|36|| [[Lorenz Spann]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 32,920\n|-\n|37|| [[Fred Schmind]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 32,900\n|-\n|38|| [[Ragnar Berg]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 32,850\n|-\n|39|| [[George Mayer (ginasta)|George Mayer]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 32,660\n|-\n|40|| [[Andrew Neu]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 32,610\n|-\n|41|| [[William Traband]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 31,960\n|-\n|42|| [[Emil Voigt (ginasta)|Emil Voigt]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 31,930\n|-\n|43|| [[P. Gussmann]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 31,820\n|-\n|44|| [[Rudolf Krupitzer]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 31,680\n|-\n|45||[[Charles Krause (ginasta)|Charles Krause]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 31,610\n|-\n|46|| [[Martin Ludwig]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 31,430\n|-\n|47|| [[Christian Deubler]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 31,130\n|-\n|48|| [[Frank Raad]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 30,890\n|-\n|49|| [[Oliver Olsen]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 30,870\n|-\n|50|| [[Max Hess (ginasta)|Max Hess]]||{{flagIOC|USA|Ver\u00e3o de 1904}} || 30,790\n|-\n|}\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{citar web| url = http://www.sports-reference.com/olympics/summer/1904/GYM/mens-individual-all-around-apparatus-work.html |t\u00edtulo= Sports Reference |acessodata= 20 de agosto de 2008}}\n* {{citar web|\u00faltimo = Wudarski |primeiro = Pawel |ano= 1999 | url = http://olympic.w.interia.pl/ |t\u00edtulo= Wyniki Igrzysk Olimpijskich |acessodata= 18 de dezembro de 2006}} {{Pl icon}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*{{link|en|http://www.fig-gymnastics.com|Federa\u00e7\u00e3o Internacional de Gin\u00e1stica - FIG}}\n*{{link|en|2=http://www.olympic.org/en|3=Comit\u00ea Ol\u00edmpico Internacional}}\n\n{{Gin\u00e1stica nos Jogos Ol\u00edmpicos}}\n{{Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1904}}\n\n{{Portal3|Gin\u00e1stica|Desportos|Eventos multiesportivos}}\n\n[[Categoria:Eventos da gin\u00e1stica nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1904]]"}]},"1767558":{"pageid":1767558,"ns":0,"title":"Hoop takraw","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{sem-fontes|data=outubro de 2019}}\n'''Hoop Takraw''', tamb\u00e9m chamado de '''Basquetebol tailand\u00eas''', \u00e9 um esporte origin\u00e1rio da [[\u00c1sia]], derivado do [[Sepaktakraw]]. Esteve representada nos [[Jogos Asi\u00e1ticos em Recinto Coberto]] (JARC) de [[Macau]], em 2007.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Esportes coletivos}}\n\n{{esbo\u00e7o-desporto}}\n{{Portal3|Desporto}}\n\n{{DEFAULTSORT:Hoop Takraw}}\n[[Categoria:Desportos coletivos]]"}]},"4338321":{"pageid":4338321,"ns":0,"title":"S\u00e1 R\u00f3ris","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/M\u00fasica/artista \n|nome = S\u00e1 R\u00f3ris\n|fundo = compositor\n|nome completo = Jos\u00e9 Reis de S\u00e1 Roriz\n|nascimento_data = {{dni|lang=br|23|6|1887|si}}\n|nascimento_cidade = [[Cura\u00e7\u00e1]], [[Bahia|BA]] \n|morte_data = {{nowrap|{{morte|lang=br|12|6|1975|23|6|1887}}}}\n|morte_local = [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[Rio de Janeiro (estado)|RJ]]\n|nacionalidade = {{BRAn|a}}\n|ocupa\u00e7\u00e3o = engenheiro civil
compositor
letrista\n}}\n'''Jos\u00e9 Reis de S\u00e1 Roriz''', conhecido artisticamente como '''S\u00e1 R\u00f3ris''' ([[Cura\u00e7\u00e1]], [[23 de junho]] de [[1887]] \u2013 [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[12 de junho]] de [[1975]]) foi um [[compositor]] e [[letrista]] [[brasil]]eiro.{{citar web|URL=http://www.dicionariompb.com.br/sa-roris|t\u00edtulo=Biografia no Cravo Albin|publicado=[[Dicion\u00e1rio Cravo Albin da M\u00fasica Popular Brasileira|dicionariompb.com.br]]|acessodata=18 de mar\u00e7o de 2014}} \n\n== Obras ==\n*Anjo Inspirador (com [[J. Cascata]])\n*Aonde T\u00e1 o Tatu (com Jararaca)\n*Apanhei Um Resfriado (com [[Ant\u00f4nio N\u00e1ssara|N\u00e1ssara]])\n*Arca de No\u00e9 (com N\u00e1ssara)\n*Assim Come\u00e7ou\n*Batuque no Morro (com [[Russo do Pandeiro]])\n*Boa Terra (com [[Vicente Paiva]])\n*Brasil Diferente (com [[Gad\u00e9]])\n\n== Curiosidades ==\n\n* S\u00e1 Roris era um famoso professor de matem\u00e1tica no Col\u00e9gio Pedro II e dizem que era muito severo com seus alunos.\n* Seu nome \u00e9 na verdade escrito de modo diferente. S\u00e1 Roriz. \n*O maior sucesso do compositor tem nome \"Piriquitinho Verde\", sucesso no carnaval de 1938. \n* O compositor \u00e9 tio-bisav\u00f4 do escritor Jo\u00e3o Pedro Roriz, reconhecido pela publica\u00e7\u00e3o de obras juvenis. \n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-m\u00fasico}}\n{{DEFAULTSORT:Sa Roris}}\n[[Categoria:Compositores da Bahia]]\n[[Categoria:Letristas da Bahia]]\n[[Categoria:Naturais de Cura\u00e7\u00e1]]"}]},"4287501":{"pageid":4287501,"ns":0,"title":"Chasseral","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Montanha\n|Nome= Chasseral \n|Imagem= Chasseral.jpg\n|Imagem legenda=\n|Posi\u00e7\u00e3o= \n|Altitude= 1 607 \n|Altitude p\u00e9s= \n|Proemin\u00eancia= \n|Cume-pai=\n|Coordenadas= \n|Localiza\u00e7\u00e3o= {{CH-BE}} - {{SUI}}\n|Cordilheira= [[Maci\u00e7o do Jura]]\n|imagem_mapa_coordenada = Su\u00ed\u00e7a \n|mapa_alt = Switzerland relief location map.jpg\n|legenda_mapa = \n|latg= 47 |latm= 07 |lats= 59 |latNS=N\n|longg= 7 |longm= 03 |longs= 37 |longEW=E \n \n \n}}\nO '''Chasseral''' \u00e9 um [[cume]] da [[maci\u00e7o do Jura]] no [[cant\u00e3o de Berna]] da [[Su\u00ed\u00e7a]]. \u00c9 o mais alto cume do Jura su\u00ed\u00e7o pois que culmina exactamente a {{fmtn|1606,6|m}} e tem assim mais 60 cm que [[Le Chasseron]] no [[cant\u00e3o de Vaud]].\n\n== Geografia ==\nAcess\u00edvel por estrada at\u00e9 ao seu cimo, tem uma vista panor\u00e2mica a 360 \u00ba que se estende do [[planalto su\u00ed\u00e7o]] at\u00e9 aos [[Alpes]] - desde o [[S\u00e4ntis]] ao [[Monte Branco]] - \u00e0 [[cordilheira do Jura]] - tanto su\u00ed\u00e7a como a francesa - uma parte do [[Franco-Condado]], a plan\u00edcie da [[Als\u00e1cia]], o [[maci\u00e7o dos Vosges]] e parte da [[floresta Negra]].\n\n==Telecomunica\u00e7\u00f5es==\nExistia uma esta\u00e7\u00e3o de telecomunica\u00e7\u00f5es que se diz ter sido inaugurada em 1945, e que em 1983 passou para a [[SRG_SSR|associa\u00e7\u00e3o su\u00ed\u00e7a de radio-televis\u00e3o, a SRG SSR]] [http://hb9xc.ch/fr/Relais/Chasseral/index.html Relais radioamateur HB9XC].\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{link| FR |2=http://www.parcchasseral.ch/ |3=Site du Parc r\u00e9gional Chasseral}} Visitado: Jan. 2014\n* {{link| FR |2=http://www.biennophone.ch/sendestationen.htm |3= Imagens da esta\u00e7\u00e3o}} Visitado: Jan. 2014\n\n{{refer\u00eancias}}\n*{{link|FR|2=http://www.camptocamp.org/summits/37405/fr/chasseral |3=C2C - Chasseral}} - Visitado: Jan. 2014\n{{Commonscat}}\n\n[[Categoria:Montanhas da Su\u00ed\u00e7a]]"}]},"2820146":{"pageid":2820146,"ns":0,"title":"Greg Gilmore","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"[[Ficheiro:Greg_Gilmore_01A.jpg|thumb|250px|Greg Gilmore em 2008 no 14th Olympia Experimental Music Festival]]\n\n'''Greg Gilmore''' (Nascido em 3 janeiro de 1962 na [[Fran\u00e7a]]) \u00e9 um m\u00fasico de [[Seattle]], Washington e co-fundador da gravadora [[First World Music]]. Apesar de ter nascido na Fran\u00e7a, Gilmore cresceu na \u00e1rea de Seattle. Gilmore era um membro da aclamada banda de Seattle, [[Mother Love Bone]] junto com colegas [[Andrew Wood]] (Vocal), [[Bruce Fairweather]] (Guitarra), [[Jeff Ament]] (Baixo), e [[Stone Gossard]] (Guitarra). Ap\u00f3s a morte de Wood de uma overdose de hero\u00edna, Ament e Gossard passou a desempenhar pap\u00e9is-chave na [[Pearl Jam]].\n\n== Discografia ==\n;[[Mother Love Bone]]\n* [[1989]] - ''[[Shine (\u00e1lbum de Mother Love Bone)|Shine]]''\n* [[1990]] - ''[[Apple (\u00e1lbum)|Apple]]''\n* [[1992]] - ''[[Mother Love Bone (\u00e1lbum)|Stardog Champion]]''\n* [[1993]] - ''[[The Love Bone Earth Affair]]''\n\n{{Mother Love Bone}}\n\n[[Categoria:M\u00fasicos dos Estados Unidos]]"}]},"5986766":{"pageid":5986766,"ns":0,"title":"Iluminacionismo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Filosofia lateral }}\nA '''filosofia iluminista''' \u00e9 um tipo de filosofia isl\u00e2mica introduzida por [[Xaabe Aldim Surauardi]] no [[s\u00e9culo XII]].\n\nInfluenciado por [[Avicena]] e pelo [[Neoplatonismo]], o fil\u00f3sofo persa [[Xaabe Aldim Surauardi]] (1155-1191), fundou a escola de ilumina\u00e7\u00e3o. Ele desenvolveu uma vers\u00e3o do iluminacionismo (persa: ''Persikmat al-ishr\u0101q, \u062d\u0643\u0645\u0629 \u0627\u0644\u0625\u0634\u0631\u0627\u0642 \u1e25ikmat al-ishr\u0101q''). A escola persa e isl\u00e2mica se baseia em antigas disciplinas filos\u00f3ficas iranianas,[[Henry Corbin]]. The Voyage and the Messenger. Iran and Philosophy. Containing previous unpublished articles and lectures from 1948 to 1976. North Atlantic Books. Berkeley, California. 1998. {{ISBN|1-55643-269-0}}.[[Henry Corbin]]. The Man of Light in Iranian Sufism. Omega Publications, Nova Iorque. 1994. {{ISBN|0-930872-48-7}}. o avicenismo (filosofia isl\u00e2mica inicial de Avicena), o pensamento neo-plat\u00f4nico (modificado por Avicena) e as ideias originais de Surauardi.\n\nEm sua Filosofia da Ilumina\u00e7\u00e3o, Surauardi argumentou que a luz opera em todos os n\u00edveis e hierarquias da realidade (PI, 97.7-98.11). A luz produz luzes imateriais e substanciais, incluindo intelectos imateriais, almas humanas e animais, e at\u00e9 \"subst\u00e2ncias escuras\", como corpos.''Philosophy of Illumination'' 77.1–78.9 \n\nA metaf\u00edsica de Surauardi \u00e9 baseada em dois princ\u00edpios. A primeira \u00e9 uma forma do princ\u00edpio da raz\u00e3o suficiente. O segundo princ\u00edpio \u00e9 o princ\u00edpio de [[Arist\u00f3teles]] de que um infinito real \u00e9 imposs\u00edvel.''Philosophy of Illumination'' 87.1–89.8 \n\nNenhuma das obras de Surauardi foi traduzida para o latim, e assim ele permaneceu desconhecido no Ocidente latino, embora seu trabalho continuasse a ser estudado no Oriente Isl\u00e2mico.Marcotte, Roxanne, \"Suhrawardi\", The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Summer 2012 Edition), Edward N. Zalta (ed.), URL = De acordo com [[Hossein Nasr]], Surauardi era desconhecido no ocidente at\u00e9 ser traduzido para l\u00ednguas ocidentais por pensadores contempor\u00e2neos como [[Henry Corbin]], e ele permanece em grande parte desconhecido mesmo em pa\u00edses dentro do mundo isl\u00e2mico.{{harvnb|Hosein Nasr|1997|p=55|three muslin sages}} Surauardi tentou apresentar uma nova perspectiva sobre quest\u00f5es como as da exist\u00eancia. Ele n\u00e3o s\u00f3 confrontou os fil\u00f3sofos peripat\u00e9ticos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s novas quest\u00f5es, mas tamb\u00e9m deu nova vida ao corpo da filosofia ap\u00f3s Avicena.{{harvnb|Nasr|2006|p=86|Islamic philosophy from its origin to the present}} Segundo John Walbridge, as cr\u00edticas de Surauardi \u00e0 [[Escola peripat\u00e9tica|filosofia peripat\u00e9tica]] poderiam ser contadas como um importante ponto de virada para seus sucessores. Embora Surauardi tenha sido o primeiro pioneiro da filosofia peripat\u00e9tica, ele mais tarde tornou-se um platonista ap\u00f3s uma experi\u00eancia m\u00edstica. Ele tamb\u00e9m \u00e9 contado como algu\u00e9m que reviveu a antiga sabedoria na P\u00e9rsia por sua filosofia de ilumina\u00e7\u00e3o. Seus seguidores, como [[Shahrzouri]] e [[Cobadim de Xiraz]], tentaram continuar o caminho de seu professor. Surauardi faz uma distin\u00e7\u00e3o entre duas abordagens na filosofia da ilumina\u00e7\u00e3o: uma abordagem \u00e9 discursiva e outra \u00e9 intuitiva.{{harvnb|Walbridge in Adamson| and Taylor|2005|pp=201\u2013223}} \n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n{{controle de autoridade}}\n{{Filosofia isl\u00e2mica}}\n{{Literatura persa}}\n{{Sufismo}}\n{{Portal3||Filosofia|Isl\u00e3o|Biografias|Ir\u00e3o}}\n[[Categoria:Filosofia perene]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria do Isl\u00e3o]]"}]},"2987513":{"pageid":2987513,"ns":0,"title":"Rio Yonne","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Rio\n|nome = Yonne \n|imagem = YonneAuxerre.jpg\n|imagem_legenda = O rio Yonne em [[Auxerre]]\n|mapa = \n|legenda mapa = \n|comprimento_n = 292.3\n|posi\u00e7\u00e3o = \n|lat_deg = |lat_min = |lat_sec = \n|lon_deg = |lon_min = |lon_sec = \n|nascente = [[Glux-en-Glenne]]\n|alt_nascente = 55\n|foz = [[Rio Sena]], em [[Montereau-Fault-Yonne]]\n|alt_foz_n = 55\n|d\u00e9bito_n = 93\n|d\u00e9bito_local_n = \n|d\u00e9bito_max_n = \n|d\u00e9bito_max_local_n= \n|d\u00e9bito_min_n = \n|d\u00e9bito_min_local_n= \n|\u00e1rea_bacia_n = 10700\n|delta = \n|afluentes = \n|afluentes_esquerda= [[Rio Beuvron|Beuvron]]\n|afluentes_direita = [[Rio Cure|Cure]], [[Rio Arman\u00e7on|Arman\u00e7on]]\n|pa\u00eds = {{FRA}}\n|pa\u00eds_bacia = \n|regi\u00e3o = \n|distrito = \n|cidade = \n}}\nO '''rio Yonne''' \u00e9 um [[rio]] localizado no centro-norte de [[Fran\u00e7a]]. Corre principalmente no oeste da regi\u00e3o da [[Borgonha]] e \u00e9 o principal afluente pela margem esquerda do [[rio Sena]]. D\u00e1 o nome ao departamento da [[Yonne]]. \n\nNasce junto do [[Monte Pr\u00e9neley]], no maci\u00e7o de [[Morvan]], na comuna de [[Glux-en-Glenne]]. Desagua no rio Sena em [[Montereau-Fault-Yonne]]. Ao longo do seu percurso passa pelos seguintes departamentos e comunas:\n*Departamento da [[Ni\u00e8vre]]: [[Ch\u00e2teau-Chinon]], [[Clamecy]]\n*Departamento da [[Yonne]]: [[Auxerre]], [[Migennes]], [[Joigny]], [[Villeneuve-sur-Yonne]], [[Sens]]\n*Departamento do [[Seine-et-Marne]]: [[Montereau-Fault-Yonne]]\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n*[[Geografia da Fran\u00e7a]]\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*{{fr}} [http://www.geoportail.fr/ www.geoportail.fr/]\n\n{{esbo\u00e7o-hidrografia}}\n{{DEFAULTSORT:Yonne}}\n[[Categoria:Rios de Ni\u00e8vre]]\n[[Categoria:Rios de Yonne]]\n[[Categoria:Rios de Sena e Marne]]"}]},"26119":{"pageid":26119,"ns":0,"title":"Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|outras acep\u00e7\u00f5es|Salazar (desambigua\u00e7\u00e3o)}}\n{{Info/Pol\u00edtico\n |imagem = Ficheiro:Antonio Salazar-1.jpg\n |nome = Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar\n |pa\u00eds = Portugal\n |t\u00edtulo = [[Lista de chefes de governo de Portugal|Chefe de governo]] de [[Estado Novo (Portugal)|Portugal]]{{Nota de rodap\u00e9|Entre 5 de julho de 1932 e 11 de abril de 1933 foi presidente do Minist\u00e9rio. Com a aprova\u00e7\u00e3o da [[Constitui\u00e7\u00e3o Portuguesa de 1933]], o cargo passou a denominar-se presidente do Conselho de Ministros.}}\n |mandato = [[5 de Julho]] de [[1932]] \u2013 [[27 de Setembro]] de [[1968]]\n |antes = [[Domingos Oliveira]]\n |depois = [[Marcello Caetano]]\n |t\u00edtulo2 = [[Presidente de Portugal]] (Interino)\n |mandato2 = [[18 de Abril]] de [[1951]] \u2013 [[9 de Agosto]] de 1951\n |antes2 = [[Ant\u00f3nio \u00d3scar de Fragoso Carmona|\u00d3scar Carmona]]\n |depois2 = [[Francisco Craveiro Lopes]]\n |nascimento_data = {{dni|28|4|1889|si}}\n |morte_data = {{nowrap|{{morte|27|7|1970|28|4|1889}}}}\n |nascimento_local = [[Vimieiro (Santa Comba D\u00e3o)|Vimieiro]], [[Santa Comba D\u00e3o]], [[Reino de Portugal]]\n |morte_local = [[Lisboa]], [[Portugal]]\n |alma_mater = [[Universidade de Coimbra]]\n |primeira-dama =\n |partido = [[Centro Cat\u00f3lico Portugu\u00eas]], depois [[Uni\u00e3o Nacional]]\n |religi\u00e3o = [[Catolicismo romano]]\n |profiss\u00e3o = [[Politico]], Professor universit\u00e1rio\n |assinatura = Firma de Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar.svg\n |preposi\u00e7\u00e3o = de\n |lista_partido = Lista de partidos pol\u00edticos em Portugal\n}}\n'''Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar''' [[Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e M\u00e9rito|GCTE]] \u2022 [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada|GCSE]] \u2022 [[Ordem do Infante D. Henrique|GColIH]] \u2022 [[Ordem do Imp\u00e9rio Colonial|GCIC]] ([[Vimieiro (Santa Comba D\u00e3o)|Vimieiro]], [[Santa Comba D\u00e3o]], 28 de abril de 1889 \u2014 [[Lisboa]], 27 de julho de 1970) foi um [[estadista]] [[Nacionalismo|nacionalista]] portugu\u00eas que, al\u00e9m de chefiar diversos minist\u00e9rios, foi [[Presidente do Conselho de Ministros de Portugal|presidente do Conselho de Ministros]] do governo ditatorial do [[Estado Novo (Portugal)|Estado Novo]]{{Citar web|url=https://www.infopedia.pt/$oliveira-salazar|titulo=Artigo de apoio Infop\u00e9dia - Oliveira Salazar|acessodata=2018-04-03|obra=Infop\u00e9dia - Dicion\u00e1rios Porto Editora|ultimo=Infop\u00e9dia}} e [[professor]] catedr\u00e1tico de Economia Politica, Ci\u00eancia das Finan\u00e7as e Economia Social da [[Universidade de Coimbra]].{{citar web |url=http://www.uc.pt/fduc/corpo_docente/galeria_retratos/oliveira_salazar |t\u00edtulo=Prof. Doutor Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar |acessodata=8 de Novembro de 2014 |autor= Universidade de Coimbra}} Foi nomeado doutor [[Honoris causa]], em 1940, pela [[Universidade de Oxford]].{{sfn|Meneses|2009|p=240}}{{citar web |url= http://www.britishpathe.com/video/oxford-in-portugal/query/lisbon |t\u00edtulo= Oxford In Portugal 1941 |\u00faltimo1 = |primeiro1 = |\u00faltimo2 = |primeiro2 = |data= 1941|publicado= British Path\u00e9 |acessodata=7 de junho de 2014}}{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar | prime minister of Portugal|url=https://www.britannica.com/biography/Antonio-de-Oliveira-Salazar|jornal=Encyclopedia Britannica|lingua=en}}\n\nNascido no seio de uma fam\u00edlia humilde de pequenos propriet\u00e1rios agr\u00edcolas,{{sfn|Kay|1970|pp=10-11}} o seu percurso no [[Estado portugu\u00eas]] iniciou-se quando foi escolhido pelos militares para Ministro das Finan\u00e7as durante um curto per\u00edodo de duas semanas, na sequ\u00eancia da [[revolu\u00e7\u00e3o de 28 de Maio de 1926]]. Foi substitu\u00eddo pelo comandante [[Filomeno da C\u00e2mara de Melo Cabral]] ap\u00f3s o golpe do general [[Gomes da Costa]]. Posteriormente, foi de novo [[Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as (Portugal)|Ministro das Finan\u00e7as]] entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finan\u00e7as p\u00fablicas portuguesas.{{citar web |url=https://www.britannica.com/biography/Antonio-de-Oliveira-Salazar |titulo=Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar|acessodata=25 de agosto de 2016|publicado=Encyclop\u00e6dia Britannica}} Ficou tamb\u00e9m para a hist\u00f3ria como o estadista que mais tempo governou Portugal, desempenhando [[8.\u00ba governo da ditadura (Portugal)|fun\u00e7\u00f5es em ditadura]] entre 1932 e 1933, e de forma autorit\u00e1ria, desde o in\u00edcio da [[Estado Novo (Portugal)|segunda rep\u00fablica]] at\u00e9 ser destitu\u00eddo em 1968.\n\nFigura de destaque e promotor do Estado Novo (1933\u20131974) e da sua organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, a [[Uni\u00e3o Nacional]], Salazar dirigiu os destinos de Portugal como [[Lista de chefes de governo de Portugal|presidente do Minist\u00e9rio]] de forma ditatorial entre 1932 e 1933 e, como [[Presidente do Conselho de Ministros]] entre 1933 e 1968. Os autoritarismos e nacionalismos que surgiam na Europa foram uma fonte de inspira\u00e7\u00e3o para Salazar em duas frentes complementares: a da propaganda e a da repress\u00e3o. Com a cria\u00e7\u00e3o da [[Censura]], da organiza\u00e7\u00e3o de tempos livres dos trabalhadores [[FNAT]] e da [[Mocidade Portuguesa]], o Estado Novo procurava assegurar a doutrina\u00e7\u00e3o de largas massas da popula\u00e7\u00e3o portuguesa ao estilo do [[fascismo]], enquanto que a sua pol\u00edcia pol\u00edtica ([[PVDE]], posteriormente [[PIDE]] e mais tarde ainda [[Dire\u00e7\u00e3o-Geral de Seguran\u00e7a|DGS]]), em conjunto com a [[Legi\u00e3o Portuguesa (Estado Novo)|Legi\u00e3o Portuguesa]], combatiam os opositores do regime que, eram julgados em tribunais especiais ([[Tribunais Militares Especiais]] e, posteriormente, [[Tribunais Plen\u00e1rios]]).\n\nInspirado no fascismo e apoiando-se na [[Doutrina Social da Igreja|doutrina social]] da [[Igreja Cat\u00f3lica]], Salazar orientou-se para um [[corporativismo]] de Estado, com uma linha de ac\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica [[Nacionalismo|nacionalista]] assente no ideal da [[autarcia]]. Esse seu nacionalismo econ\u00f3mico levou-o a tomar medidas de [[Protecionismo|proteccionismo]] e [[isolacionismo]] de natureza fiscal, tarif\u00e1ria, alfandeg\u00e1ria, para Portugal e suas [[Imp\u00e9rio Portugu\u00eas|col\u00f3nias]], que tiveram grandes impactos positivos e negativos durante todo o per\u00edodo em que exerceu fun\u00e7\u00f5es.\n\n== Juventude e Coimbra ==\n[[Imagem:Salazarcert.jpg|direita|thumb|250px|Assento de [[baptismo]] de '''Salazar''', que servia de [[certid\u00e3o de nascimento|registo de nascimento]].]]\nEm [[1900]], ap\u00f3s completar os seus estudos na escola prim\u00e1ria, com 11 anos de idade, Oliveira Salazar, ingressou no [[Semin\u00e1rio de Viseu]], onde permaneceu por oito anos. Em [[1908]], o seu \u00faltimo ano lectivo no semin\u00e1rio, tomou finalmente contacto com toda a agita\u00e7\u00e3o que reinava em [[Viseu]] e tamb\u00e9m em todo o pa\u00eds. Surgiam artigos que atacavam o governo, o rei e a Igreja Cat\u00f3lica. Foi tamb\u00e9m nesse ano que se deu o assass\u00ednio do rei dom [[Carlos I de Portugal]] e do seu filho, o pr\u00edncipe [[Lu\u00eds Filipe, Pr\u00edncipe Real de Portugal|Lu\u00eds Filipe]]. N\u00e3o ficando indiferente a esses acontecimentos, Salazar, cat\u00f3lico praticante, come\u00e7ou a insurgir-se contra os republicanos jacobinos em defesa da Igreja, escrevendo v\u00e1rios artigos nos jornais. Ap\u00f3s completar os estudos, permaneceu em Viseu por mais dois anos. Por\u00e9m, em [[1910]], mudou-se para [[Coimbra]] para estudar [[Direito]]. Em [[1914]], concluiu o curso de Direito com a alta classifica\u00e7\u00e3o de 19 valores e torna-se, dois anos depois, assistente de [[Ci\u00eancias Econ\u00f3micas]]. Assumiu a reg\u00eancia da cadeira de Economia Pol\u00edtica e Finan\u00e7as em [[1917]] a convite do professor [[Jose Alberto dos Reis]] e do professor Aniceto Barbosa, antes de se doutorar em [[1918]].\n\nDurante esse per\u00edodo em Coimbra, materializa o seu pendor para a pol\u00edtica no [[Centro Acad\u00e9mico de Democracia Crist\u00e3]] onde faz amigos como M\u00e1rio de Figueiredo, Jos\u00e9 Nosolini, [[Juvenal de Ara\u00fajo]], os irm\u00e3os Dinis da Fonseca, [[Manuel Gon\u00e7alves Cerejeira]], [[Fernando Baeta Bissaia Barreto Rosa|Bissaya Barreto]], entre outros. Alguns haveriam de colaborar nos seus governos. Combate o anticlericalismo da [[Primeira Rep\u00fablica Portuguesa|Primeira Rep\u00fablica]] atrav\u00e9s de artigos de opini\u00e3o que escreve para jornais cat\u00f3licos. Acompanha Cerejeira em palestras e debates. Enquanto estuda [[Charles Maurras|Maurras]], Le Play e as enc\u00edclicas do [[Papa Le\u00e3o XIII]], vai consolidando o seu pensamento, explicitando-o em artigos e confer\u00eancias, onde se afirma que \"Salazar nasceu para a pol\u00edtica pugnando pelo acertar do passo com a Europa, e com a paix\u00e3o pela Educa\u00e7\u00e3o\".{{Citar web |url=http://www.angelfire.com/pq/unica/monumenta_jmq_origens_salazar.htm |t\u00edtulo=Jos\u00e9 Manuel Quintas, \"Origens do pensamento de Salazar\", ''Hist\u00f3ria'', n\u00ba 4/5, Julho / Agosto 1998, pp. 77-83. |acessodata=2007-12-29 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20080430035054/http://www.angelfire.com/pq/unica/monumenta_jmq_origens_salazar.htm |arquivodata=2008-04-30 |urlmorta=yes }}\n\nEntre 1920 e 1923 foi [[provedor]] da [[Santa Casa da Miseric\u00f3rdia]] de Coimbra.{{citar web|url=http://www.misericordiacoimbra.pt/corposgerentes/provedores//|t\u00edtulo=Provedores da Santa Casa, por s\u00e9culo:|acessodata=8 de Novembro de 2014|publicado=[[Santa Casa da Miseric\u00f3rdia]]}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|1={{subst:DATA}} }}\n\nAs suas opini\u00f5es e liga\u00e7\u00f5es ao Centro Acad\u00e9mico de Democracia Crist\u00e3 levaram-no, em [[1921]], a concorrer por [[Guimar\u00e3es]] como deputado ao parlamento. Sendo eleito e n\u00e3o encontrando a\u00ed qualquer motiva\u00e7\u00e3o, regressou \u00e0 universidade passados tr\u00eas dias.\n\nDesde a implanta\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica em 1910 at\u00e9 ao golpe militar de 1926, Portugal teve oito Presidentes da Rep\u00fablica, quarenta e quatro reorganiza\u00e7\u00f5es de gabinete e vinte e uma revolu\u00e7\u00f5es. O primeiro Governo da Rep\u00fablica n\u00e3o durou dez semanas e o mais longo durou pouco mais de um ano. V\u00e1rias personalidades pol\u00edticas foram assassinadasSid\u00f3nio Pais, Ant\u00f3nio Granjo, Carlos da Maia, Freitas da Silva e Machado Santos Pela Europa fora a palavra \u201crevolu\u00e7\u00e3o\u201d passou a estar associada a Portugal. O custo de vida aumentou vinte e cinco vezes, a moeda caiu para 1/33 partes do seu valor relativamente ao ouro. O fosso entre ricos e pobres continuou sempre a aumentar. A Igreja Cat\u00f3lica foi implacavelmente perseguida pelos ma\u00e7ons anticlericais. Os atentados terroristas e o assassinato pol\u00edtico generalizaram-se. Entre 1920 e 1925, de acordo com dados oficiais da pol\u00edcia nas ruas de Lisboa explodiram 325 bombas. Com o pa\u00eds continuamente \u00e0 beira de uma guerra civil, em 1926 d\u00e1-se um levantamento militar, sem derramamento de sangue e com a ades\u00e3o de in\u00fameros sectores da sociedade portuguesa, desejosos de acabar com o clima de terror e viol\u00eancia que se tinha instalado no pa\u00eds.{{sfn|Derrick|1938| pp=38-44}} Fernando Pessoa, em 1928, escreve \"O Interregno Defeza e Justifica\u00e7\u00e3o da Dictadura Militar em Portugal\" onde afirma: ''\u201c\u00c9 hoje leg\u00edtima e necess\u00e1ria uma ditadura militar em Portugal\u201d.''1\u00aa publ.: O Interregno. Defesa e Justifica\u00e7\u00e3o da Ditadura Militar em Portugal . Fernando Pessoa. Lisboa, N\u00facleo de Ac\u00e7\u00e3o Nacional, 1928 Mais tarde Pessoa, desiludido, repudiou esse seu escrito, assim como o regime de Salazar, que satirizou diversas vezes.{{citar web|url=https://www.thefreelibrary.com/Salazar+and+the+New+State+in+the+writings+of+Fernando+Pessoa.-a0188159484|titulo=Salazar and the New State in the writings of Fernando Pessoa.|data=22 de Setembro de 2008|acessodata=|publicado=The Free Library (Modern Humanities Research Association)|ultimo=|primeiro=}}{{citar livro|t\u00edtulo=Sobre o Fascismo, a Ditadura Militar e Salazar (edi\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Barreto)|ultimo=Pessoa|primeiro=Fernando|editora=Tinta da China|ano=2015|local=|p\u00e1ginas=15, 283-285, 298-303|acessodata=}}\n\nEm Junho de 1926 os militares convidam Salazar para a pasta das finan\u00e7as; mas passados treze dias Salazar renuncia ao cargo e retorna a [[Coimbra]] por n\u00e3o lhe haverem satisfeitas as condi\u00e7\u00f5es que achava indispens\u00e1veis ao seu exerc\u00edcio.{{sfn|Kay|1970| p=38}}\n\n== Da pasta das finan\u00e7as \u00e0 Presid\u00eancia do Conselho ==\n{{Estado Novo (Portugal)}}\nEm 27 de abril de 1928, ap\u00f3s a elei\u00e7\u00e3o do general [[\u00d3scar Carmona]] e na sequ\u00eancia do fracasso do seu antecessor em conseguir um avultado empr\u00e9stimo externo com vista ao equil\u00edbrio das contas p\u00fablicas, Salazar reassumiu a pasta das finan\u00e7as, mas exigiu o controlo sobre as despesas e receitas de todos os minist\u00e9rios. Satisfeita a exig\u00eancia, imp\u00f4s forte austeridade e um rigoroso controlo de contas, com aumentos enormes de impostos e cria\u00e7\u00e3o de novos, adiamento de obras de fomento e congelamento de salarios, conseguindo um ''superavit'', um \"milagre\" nas finan\u00e7as p\u00fablicas logo no exerc\u00edcio econ\u00f3mico de 1928\u201329.{{citar web|url=https://educacao.uol.com.br/biografias/salazar.jhtm|titulo=Ditador portugu\u00eas Ant\u00f4nio de Oliveira Salazar|data=|acessodata=28 de Outubro de 2018|publicado=UOL Educa\u00e7\u00e3o|ultimo=|primeiro=}}\n\n\"Sei muito bem o que quero e para onde vou.\" \u2014 afirmar\u00e1, denunciando o seu prop\u00f3sito na tomada de posse.{{citar web |url=http://www.arqnet.pt/portal/discursos/abril01.html |t\u00edtulo= Discurso proferido na sala do Conselho de Estado, em 27 de Abril de 1928, no acto da posse de Ministro das Finan\u00e7as|acessodata=9 de Novembro de 2014 |autor= Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar|data=Abril de 1928|publicado= O Portal da Hist\u00f3ria}}\n\nNa imprensa, que era controlada pela censura, Salazar seria muitas vezes retratado como \"salvador da p\u00e1tria\". Mas tamb\u00e9m alguma imprensa internacional, que n\u00e3o era controlada pela censura, apontava m\u00e9ritos a Salazar; em Mar\u00e7o de 1935 a revista [[Time (revista)|Time]] afirmou que ''\"\u00e9 imposs\u00edvel negar que o desenvolvimento econ\u00f3mico record registado em Portugal n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o tem paralelo em qualquer outra parte do mundo como tamb\u00e9m \u00e9 um feito para o qual a hist\u00f3ria n\u00e3o tem muitos precedentes\u201d.'' {{sfn|Derrick|1938| p=39}}\n\nO prest\u00edgio ganho, a propaganda, a habilidade pol\u00edtica na manipula\u00e7\u00e3o das correntes da direita republicana, de alguns sectores mon\u00e1rquicos e dos cat\u00f3licos consolidavam o seu poder. A Ditadura dificilmente o podia dispensar e o presidente da rep\u00fablica consultava-o em cada remodela\u00e7\u00e3o ministerial. Enquanto a [[oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 ditadura portuguesa|oposi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica]] se desvanecia em sucessivas revoltas sem \u00eaxito, procurava-se dar um rumo \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Nacional imposta pela ditadura. Salazar, que havia sido agraciado com a gr\u00e3-cruz da [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]] a 15 de abril de 1929, recusando o regresso ao [[parlamentarismo]] e \u00e0 [[democracia]] da Primeira Rep\u00fablica, cria a [[Uni\u00e3o Nacional]] em [[1930]], visando o estabelecimento de um regime de partido \u00fanico.\n\nEm junho de 1929 Salazar volta a demitir-se. [[M\u00e1rio de Figueiredo]], Ministro da Justi\u00e7a e dos Cultos, amigo de Salazar, publica a c\u00e9lebre Portaria n\u00ba 6 259 que permite manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas do culto cat\u00f3lico, com prociss\u00f5es e toques de sinos (a realiza\u00e7\u00e3o de prociss\u00f5es religiosas e o toque de sinos nas igrejas tinham sido proibidos pela rep\u00fablica). O ministro da guerra J\u00falio Morais Sarmento comanda protestos anticlericais e a portaria \u00e9 anulada em Conselho de Ministros. Figueiredo comunica a Salazar a sua inten\u00e7\u00e3o de se demitir e Salazar diz-lhe que embora n\u00e3o concorde com ele, caso Figueiredo se demita, ent\u00e3o ele, Salazar, solidariamente, tamb\u00e9m apresentar\u00e1 a sua demiss\u00e3o. Figueiredo demite-se e no dia 3 de julho Salazar entrega o seu pedido de Exonera\u00e7\u00e3o. No dia seguinte Carmona visita Salazar, que se encontrava hospitalizado, e tenta demove-lo da sua Inten\u00e7\u00e3o de se demitir. O epis\u00f3dio termina com um novo governo, presidido por Ivens Ferraa, com Salazar a continuar na pasta das finan\u00e7as.{{sfn|Menezes|2009|p=64}}\n\nEm [[1932]], ano em que a 21 de abril recebeu a gr\u00e3-cruz da [[Ordem do Imp\u00e9rio Colonial]] e a 28 de Maio (sexto anivers\u00e1rio do golpe) a gr\u00e3-cruz da [[Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e M\u00e9rito]],{{citar web |url=http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=154 |t\u00edtulo=Cidad\u00e3os Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas|publicado=Presid\u00eancia da Rep\u00fablica Portuguesa|acessodata=2016-04-11 |notas=Resultado da busca de \"Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar\".}} era publicado o projecto de uma nova constitui\u00e7\u00e3o que seria aprovada em 1933 atrav\u00e9s de um plebiscito popular directo{{sfn|Kay|1970|p=49}} e em que pela primeira vez em Portugal algumas mulheres s\u00e3o autorizadas a votar.O direito de voto tinha sido dado \u00e0s mulheres portuguesas, pela primeira vez, em 1931,com o Decreto n.\u00ba 19.694 de 5 de maio, em que as mulheres eram admitidas a votar se possuidoras de curso especial, secund\u00e1rio ou superior, enquanto que ao homem era apenas exigido que n\u00e3o fossem analfabetos Esta foi a \u00fanica Constitui\u00e7\u00e3o Portuguesa a ser aprovada por sufr\u00e1gio referend\u00e1rio. Num universo eleitoral de cerca de um milh\u00e3o e trezentos mil eleitores, as absten\u00e7\u00f5es e os votos em branco contaram como votos a favor e o n\u00famero de \u201cn\u00e3os\u201d ficou-se por pouco mais de seis mil votos.{{sfn|Kay|1970|p=49}}\n\nCom esta constitui\u00e7\u00e3o, Salazar cria o Estado Novo, uma ditadura antiliberal, anticomunista, e antidemocr\u00e1tica{{citar livro|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria de Portugal|ultimo=Tengarrinha|primeiro=Jos\u00e9 (editor)|editora=Editora da Unvirsidade do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o (EDUSC)|ano=2000|p\u00e1ginas=318|acessodata=}}que se orienta segundo os princ\u00edpios conservadores autorit\u00e1rios: \"Deus, P\u00e1tria e Fam\u00edlia\", trilogia que exp\u00f5e durante pronunciamento por ocasi\u00e3o do d\u00e9cimo anivers\u00e1rio do [[golpe do 28 de Maio]] em [[Braga]] e que servir\u00e1 de base \u00e0 sua pol\u00edtica. A nova constitui\u00e7\u00e3o estabeleceu um estado corporativo, semelhante ao regime Austr\u00edaco de [[Engelbert Dollfu\u00df]], inspirado na doutrina social da Igreja Cat\u00f3lica, em particular nas enc\u00edclicas [[Rerum novarum]] e [[Quadragesimo anno]].{{sfn|Kay|1970|pp=22, 23, 50-51}} A pedra angular do sistema era o Presidente, eleito por sufr\u00e1gio direto, para per\u00edodos de sete anos, e a quem era atribu\u00eddo o poder arbitral de nomear um presidente do conselho onde, por sua vez, estavam totalmente concentrados os poderes executivos. A Assembleia Nacional tinha poderes legislativos mas com limita\u00e7\u00f5es, nomeadamente nos casos de leis que pudessem afectar as contas p\u00fablicas. {{sfn|Kay|1970|pp=50-51}} Terminou assim o per\u00edodo da Ditadura Militar (1926-1933) e iniciou-se um novo per\u00edodo autorit\u00e1rio a que Salazar chamou o \u201cEstado Novo\u201d. O Parlamento, a quem Salazar atribuia as culpas do caos da Primeira Rep\u00fablica, fica quase vazio de poderes. Em teoria o pa\u00eds passa a estar organizado em [[corpora\u00e7\u00e3o|corpora\u00e7\u00f5es]] de nomea\u00e7\u00e3o e direc\u00e7\u00e3o estatal, articuladas numa [[C\u00e2mara Corporativa]] \u2014 era tamb\u00e9m um [[Corporativismo|Estado Corporativo]] (nega\u00e7\u00e3o da luta de classes) e autorit\u00e1rio (h\u00e1 um partido \u00fanico, a Uni\u00e3o Nacional, e uma pol\u00edcia pol\u00edtica).R\u00e9mond, Ren\u00e9. \"Les Droites en France, Paris, Aubier Montaigne (1982).\n\nMantendo as doutrinas coloniais que vingaram na Primeira Rep\u00fablica, [[Portugal]] afirmava-se como \"um Estado pluricontinental e multirracial\". Durante o Estado Novo, os presidentes da rep\u00fablica, que foram regularmente eleitos por sufr\u00e1gio universal at\u00e9 1958, tinham na pr\u00e1tica fun\u00e7\u00f5es meramente cerimoniais. O detentor real do poder executivo era o presidente do Conselho de Ministros e era ele que dirigia os destinos de Portugal.\n\nEm Janeiro de 1933 Adolfo Hitler ascende ao poder e Salazar \u00e9 confrontado com a crescente popularidade do movimento fascista liderado por Rol\u00e3o Preto, o Nacional-sindicalismo. Salazar, pouco dado ao espet\u00e1culo das massas e mais interessado em manter o regime autorit\u00e1rio dentro da sobriedade, sem o paganismo nazi nem os aspetos concentracion\u00e1rios do militarismo imperialista de Mussolini, p\u00f4s termo ao fascismo agressivo, desativou a elite fascista e anulou o dogmatismo restauracionista mon\u00e1rquico, solidificando o seu regime autocr\u00e1tico. A 29 de Julho, Salazar p\u00f5e termo \u00e0 actividade da fac\u00e7\u00e3o nacional-sindicalista de Rol\u00e3o Preto assinando um decreto que justifica a extin\u00e7\u00e3o do movimento fascista por ser ''\u201cinspirado em certos movimentos estrangeiros de que copiou a exalta\u00e7\u00e3o do valor da mocidade, o culto da for\u00e7a na chamada ac\u00e7\u00e3o directa, o princ\u00edpio da superioridade do poder pol\u00edtico na vida social, a propens\u00e3o para o enquadramento das massas atr\u00e1s ou adiante de um chefe. (\u2026) Todos os que se n\u00e3o cingirem a estas directivas s\u00f3 podem de futuro ser considerados indiferentes ou inimigos\u201d''. Rolao Preto \u00e9 exilado e regressaria anos mais tarde a Portugal para apoiar a candidatura do General Humberto Delgado.{{sfn|Pimentel|2006|p=163}}{{sfn|Pinto|1994|pp=}}\n\n== O aparelho repressivo ==\nEm 1933, montou uma pol\u00edcia pol\u00edtica, a PVDE (Pol\u00edcia de Vigil\u00e2ncia e Defesa do Estado), renomeada em 1945 como PIDE (Pol\u00edcia Internacional e Defesa do Estado) ; depois de sua morte, foi chamada Dire\u00e7\u00e3o-Geral de Seguran\u00e7a (DGS). O seu papel \u00e9 vigiar a popula\u00e7\u00e3o, expulsar os opositores do regime na metr\u00f3pole e nas col\u00f4nias e aplicar a censura. Tinha tamb\u00e9m o controle de estrangeiros e fronteiras. [[Imagem:TarrafalEdificios.JPG|miniatura|250px|direita| Campo de concentra\u00e7\u00e3o do Tarrafal em Cabo Verde]]\n\nOs presos pol\u00edticos s\u00e3o encarcerados em centros de deten\u00e7\u00e3o , como a [[pris\u00e3o de Caxias]], perto de Lisboa, ou o [[campo do Tarrafal]], nas ilhas de Cabo Verde, e torturados. A pol\u00edcia pol\u00edtica usava informadores civis, na linguagem popular ''\"os bufos\"'', que se encontravam em praticamente todos os sectores da sociedade.{{citar web|url=https://www.counterpunch.org/2004/05/21/how-the-cia-taught-the-portuguese-to-torture/|titulo=How the CIA Taught the Portuguese to Torture|data=21 de Maio de 2004|acessodata=|publicado=CounterPunch|ultimo=Reed|primeiro=Christopher}}{{citar web|url=https://quod.lib.umich.edu/m/mp/9460447.0009.101?view=text;rgn=main|titulo=Acousmatic and Acoustic Violence and Torture in the Estado Novo: The Notorious Revelations of the PIDE/DGS Trial in 1957|data=2015|acessodata=|publicado=University of Michigan Library|ultimo=Duarte|primeiro=Anabela}}\n\nO historiador [[Douglas L. Wheeler]] contraria a vers\u00e3o corrente de que a pol\u00edcia pol\u00edtica portuguesa teria sido inspirada e at\u00e9 instru\u00edda pela [[Gestapo]] alem\u00e3. Em 1983, queixando-se antes de tudo da escassez de fontes existentes, da desordem dos ficheiros, e tamb\u00e9m da dificuldade em lhes aceder, conclui que a forma\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia secreta foi antes influenciada primeiro pelo [[MI5]] brit\u00e2nico. S\u00f3 durante a Guerra Civil Espanhola alguns oficiais da Gestapo teriam come\u00e7ado a prestar assist\u00eancia \u00e0 secreta portuguesa .{{citar web|url=https://www.jstor.org/stable/260478?newaccount=true&read-now=1&seq=6#page_scan_tab_contents|titulo=In the Service of Order: The Portuguese Political Police and the British, German and Spanish Intelligence, 1932-1945|data=1983|acessodata=|publicado=Journal of Contemporary History -Vol. 18, No. 1 (Jan., 1983), - Sage Publications, Ltd.|ultimo=Wheeler|primeiro=Douglas L.}}\n\nNa sede da PIDE ,em Lisboa, um edif\u00edcio de cinco andares, na Rua Ant\u00f3nio Maria Cardoso, estava escrita a frase de Salazar: ''\u00abHavemos de chorar os mortos, se os vivos o n\u00e3o merecerem\u00bb''. At\u00e9 1971, quando os interrogat\u00f3rios passaram a ser feitos no reduto sul de Caxias, foi ali que muitos opositores do regime foram sujeitos a espancamentos e tortura. Era uma zona citadina, no meio da Baixa lisboeta\u02d0 os gritos ouviam-se na rua.{{citar web|url=http://maismemoria.org/mm/2006/07/20/locais-de-memoria/|titulo=Locais de Mem\u00f3ria (pris\u00f5es) -A sede da PIDE/DGS na Rua Ant\u00f3nio Maria Cardoso, em Lisboa|data=20 de Julho de 2006|acessodata=|publicado=Associa\u00e7\u00e3o Movimento C\u00edvico N\u00e3o Apaguem a Mem\u00f3ria!|ultimo=|primeiro=}} Em 1 de Agosto de 1958, a pr\u00f3pria embaixatriz do Brasil (esposa de \u00c1lvaro Lins) assiste \u00e0 queda dum detido do terceiro andar da sede da pol\u00edcia pol\u00edtica.{{citar livro|t\u00edtulo=A Hist\u00f3ria da PIDE|ultimo=Pimentel|primeiro=Irene Flunser|editora=C\u00edrculo de Leitores|ano=2007|local=|p\u00e1ginas=99-100|acessodata=}}\n\n== Mocidade Portuguesa ==\n[[Ficheiro:Visita de Baltazar Rebelo de Sousa \u00e0 vila de Figueir\u00f3 dos Vinhos (3541997813).jpg|miniatura|esquerda|Visita do ministro Baltazar Rebelo de Sousa \u00e0 vila de Figueir\u00f3 dos Vinhos em 1956.\u00c0 direita a Mocidade Portuguesa.]] Em 1936, criou a Mocidade Portuguesa, uma organiza\u00e7\u00e3o para a juventude, inspirada na [[Juventude Hitlerista|Juventude Hitleriana]], que s\u00f3 seria definitivamente dissolvida em 1974. Era obrigat\u00f3rio pertencer-lhe dos sete aos catorze anos. Os seus membros trajavam um uniforme verde do tipo militar, usavam um cinto de lona com a inicial \"S\" - de Salazar, e faziam a sauda\u00e7\u00e3o nazi de bra\u00e7o estendido.{{citar livro|t\u00edtulo=A Cinza do Tempo (Cap\u02d0 Esquerdo, direito, um, dois\u01c3)|ultimo=Sampaio|primeiro=Daniel|editora=Editorial Caminho|ano=1997|acessodata=}} Quatro meses mais tarde, \u00e9 criada uma mil\u00edcia complementar para adultos, a [[Legi\u00e3o Portuguesa (Estado Novo)|Legi\u00e3o Portuguesa]].{{citar livro|t\u00edtulo=Portugal: A Twentieth-century Interpretation (Cap\u02d0 The Estado Novo - Philosophy and Methods)|ultimo=Gallagher|primeiro=Tom|editora=Manchester University Press|ano=1983|acessodata=}}\n\nA Mocidade Portuguesa, contudo, nunca foi muito popular entre os jovens. O escritor Ant\u00f3nio Lobo Antunes, falando da sua inf\u00e2ncia , comenta com humor sobre ''\"aquela coisa da Mocidade Portuguesa, que inclu\u00eda farda, marchas, discursos patri\u00f3ticos e parvo\u00edces correlativas\"''{{citar livro|t\u00edtulo=Terceiro Livro de Cr\u00f3nicas (Cap\u02d0 o Bom Filiado)|ultimo=Antunes|primeiro=Ant\u00f3nio Lobo|editora=Dom Quixote|ano=2005|acessodata=}}\n\n== Salazar e Franco ==\nNa [[Guerra Civil Espanhola]], deflagrada em Julho de 1936, Salazar n\u00e3o hesitou em apoiar Franco desde a primeira hora. Da\u00ed o enorme prest\u00edgio ganho por Portugal nas hostes franquistas. Salazar nomeia [[Pedro Teot\u00f3nio Pereira]] para a delicada fun\u00e7\u00e3o de \u201cAgente Especial\u201d do Governo Portugu\u00eas junto do Governo de Franco. Teotonio Pereira chega a Salamanca a 19 de Janeiro de 1938 encontrando uma atmosfera de grande simpatia para com os diplomatas alem\u00e3es e italianos e uma atmosfera de grande hostilidade para com os diplomatas dos restantes pa\u00edses. Teot\u00f3nio Pereira cedo come\u00e7ou a contrariar este ambiente e Portugal vem a ter um papel fundamental na dissuas\u00e3o do alinhamento da Espanha com as Potencias do Eixo, na cria\u00e7\u00e3o do um bloco Ib\u00e9rico neutro e na aproxima\u00e7\u00e3o da Espanha aos Aliados. Este papel important\u00edssimo de Salazar e de Teot\u00f3nio Pereira \u00e9 objecto de copiosos elogios por parte de Carlton Hayes, o historiador e Embaixador Americano em Madrid durante a guerra no seu livro Wartime mission in Spain,1942-1945{{sfn|Hayes|1945|p=36 e 119}}{{Nota de rodap\u00e9| O historiador Carlton Hayes que conheceu pessoalmente Salazar descreve-o como um acad\u00e9mico, austero, tranquilo, superiormente inteligente, muito diferente do estereotipo de um ditador, um professor literalmente arrastado da sua c\u00e1tedra de Coimbra para sanear as finan\u00e7as p\u00fablicas portuguesas. {{sfn| Hayes|1945|p=36}}}} e por parte do Embaixador Brit\u00e2nico, Samuel Hoare, no seu livro \u201cAmbassador on a Special Mission\u201d.{{sfn|Hoare|1946|pp=124-125}}{{Nota de rodap\u00e9| Sobre Salazar, o Embaixador Brit\u00e2nico, no mesmo livro, diria: Em mais de 30 anos de vida pol\u00edtica eu conheci os maiores lideres e homens de estado da Europa. Quando penso nas suas qualidades eu coloco Salazar no topo e entre aqueles que me impressionaram de forma permanente. Salazar era um impressionante pensador, em parte professor, em parte um padre, em parte um recluso com cren\u00e7as inabal\u00e1veis na civiliza\u00e7\u00e3o Europeia. Um asceta concentrado em servir o seu pa\u00eds. Possuidor de um conhecimento enciclop\u00e9dico sobre a Europa e indiferente ao luxo, \u00e0 ostenta\u00e7\u00e3o ou a ganhos para proveito pr\u00f3prio. Salazar detestava Hitler e toda a sua obra\u2026dado que o seu estado corporativo era fundamentalmente diferente do estado concebido pelo Nazismo ou o Fascismo, Salazar nunca me deixou d\u00favidas quanto ao seu desejo de uma derrota Nazi}}\n\nExistem refer\u00eancias ao envio de for\u00e7as militares, como o destacamento de volunt\u00e1rios denominado \"[[viriatos]]\".{{Citar web|url=http://ensina.rtp.pt/artigo/guerra-civil-de-espanha-ano-a-ano/|titulo=Guerra Civil de Espanha ano a ano|acessodata=2018-04-03|obra=Guerra Civil de Espanha ano a ano}}{{Citar web|url=http://www.fmsoares.pt/aeb/biblioteca/indices_resumos/indices/006297.htm|titulo=Salazar e a Guerra Civil de Espanha|acessodata=2018-04-03|obra=www.fmsoares.pt}} O apoio portugu\u00eas tamb\u00e9m foi diplom\u00e1tico e log\u00edstico, tendo Salazar facilitado o envio de armamento para as for\u00e7as franquistas na fase inicial da guerra.\n\nAo contr\u00e1rio do que durante muito tempo foi sustentado, as rela\u00e7\u00f5es entre Franco e Salazar foram sempre muito frias e pautadas pela desconfian\u00e7a. Desde o in\u00edcio da guerra civil que, ainda que podendo impedi-lo, a censura portuguesa permite a publica\u00e7\u00e3o de relatos sobre os massacres efectuados pelos franquistas em [[Badajoz]].\n\nA divulga\u00e7\u00e3o daquelas not\u00edcias teve um impacto tremendo no evoluir da situa\u00e7\u00e3o espanhola e foi uma demonstra\u00e7\u00e3o de for\u00e7a de Salazar perante Franco. Ap\u00f3s a [[II Guerra Mundial]], Salazar chegou a sugerir ao presidente norte-americano [[Dwight D. Eisenhower|Eisenhower]] que [[Portugal]] n\u00e3o se oporia \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o de Franco, caso o governo de [[Estados Unidos|Washington]] considerasse essa possibilidade.\n\nEm entrevista ao jornal Franc\u00eas \u201cLe Figaro\u201d, a 13 de Janeiro de 1958, Franco afirma que: \u201cO homem de Estado mais completo, mais respeit\u00e1vel de entre todos os que conheci, eu dir-lhe-ei: Salazar. Tenho aqui um personagem extraordin\u00e1rio, pela sua intelig\u00eancia, o sentido pol\u00edtico, a humanidade. O seu \u00fanico defeito \u00e9, talvez, a mod\u00e9stia\u201d.Ver\u00e1 usted: si yo me pregunto cu\u00e1l es el hombre de Estado m\u00e1s completo, m\u00e1s respetable entre todos los que he conocido, yo le dir\u00e9: Salazar. He aqu\u00ed a un personaje extraordinario, por la inteligencia, el sentido pol\u00edtico, la humanidad. Su \u00fanico defecto es tal vez la modestia.\n\nSalazar nutria tamb\u00e9m uma grande admira\u00e7\u00e3o por outro ditador fascista, Benito Mussolini, tendo inclusivamente uma fotograf\u00eda do italiano na sua secret\u00e1ria de trabalho.{{Citar web|url=https://blasfemias.net/2008/11/21/as-lamentaveis-referencias-da-referencia-de-tantos/|titulo=As lament\u00e1veis refer\u00eancias da refer\u00eancia de tantos|data=2008-11-21|acessodata=2017-04-01|obra=BLASF\u00c9MIAS|ultimo=CAA}}\n\n== A Segunda Guerra Mundial ==\nMuito antes do in\u00edcio da segunda guerra mundial Salazar deixou claras as diferen\u00e7as ideol\u00f3gicas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s potencias do Eixo. Embora Salazar reconhecesse a sua admira\u00e7\u00e3o pelo Duce Italiano, de quem conservava uma fotografia na sua secret\u00e1ria, Salazar, como cat\u00f3lico, esclareceu que o Estado Novo obedecia a limita\u00e7\u00f5es de ordem moral que tornavam as leis portuguesas menos severas, os costumes menos policiados e o estado menos absoluto. Segundo Salazar a violencia fascista n\u00e3o se adaptava \u00e0 brandura de costumes portugueses.{{sfn|Pimentel|2013|p=84}} Salazar distanciou-se daquilo que chamou de \"cesarismo pag\u00e3o\" e apelidou Mussolini de oportunista, produto de um pa\u00eds de c\u00e9sares e Maquiavel.{{sfn|Kay|1970|p=69}}\n\nQuanto a Hitler, Salazar, como cat\u00f3lico, reprovava o seu paganismo e receava os seus impulsos imperialistas e de expans\u00e3o territorial. Em 1934 num discurso oficial Salazar afirmou que \"Portugal n\u00e3o se fez ou unificou nos tempos modernos nem tomou a sua forma com o ideal pag\u00e3o e anti-humano de deificar uma ra\u00e7a ou um imp\u00e9rio\".O esp\u00edrito da Revolu\u00e7\u00e3o\u00bb \u2014 Discurso na visita oficial ao Porto, em 28 de Abril \u2014 \u00abDiscursos\u00bb, Vol. I, p\u00e1gs. 324-326) \u2013 1934 Quando questionado por Ant\u00f3nio Ferro, \"Como v\u00ea Hitler\" Salazar respondeu: \"A Europa deve-lhe o grande servi\u00e7o de ter recuado, com assombrosa energia, e com empolgantes m\u00fasculos, as fronteiras do comunismo. Receio apenas que ele v\u00e1 longe de mais no campo econ\u00f3mico e social.{{sfn|Pimentel|2013|p=84}}E conversando com um diplomata romeno, que considerou A.Hitler um selvagem sem cultura, Salazar n\u00e3o o seguiu em tal ju\u00edzo: ''\"deitei \u00e1gua na fervura, apesar de tudo, Hitler era um g\u00e9nio pol\u00edtico, tendo realizado uma obra colossal\"''.{{sfn|Meneses|2010|p=274}} Contudo, nos discursos que proferiu Salazar procurou sistem\u00e1ticamente diferenciar o seu Estado Novo do totalitarismo,{{sfn|Pimentel|2013|p=85}} criticando o facto de na Alemanha e na It\u00e1lia o Estado \"ter em si mesmo, o seu fim e a sua raz\u00e3o de ser\".{{sfn|Pimentel|2013|p=85}} Segundo Samuel Hoare, Embaixador Brit\u00e2nico em Madrid durante a guerra, Salazar era um grande pensador que detestava Hitler e toda a sua obra, dado que o seu estado corporativo era fundamentalmente diferente do estado concebido pelo Nazismo ou o Fascismo.{{sfn|Hoare|1946|pp=124\u2013125}}\n\nSegundo o pensamento de Salazar uma vit\u00f3ria alem\u00e3 seria um desastre para o estado de direito e para pa\u00edses perif\u00e9ricos, agr\u00edcolas, como Portugal.{{sfn|Meneses|2010|p=249}} A avers\u00e3o de Salazar ao regime nazi na Alemanha e suas ambi\u00e7\u00f5es imperiais foi apenas temperada pela sua vis\u00e3o do Reich Alem\u00e3o como um baluarte contra a dissemina\u00e7\u00e3o do comunismo vindo da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. Salazar tinha favorecido a causa nacionalista espanhola por receio de uma invas\u00e3o comunista de Portugal, mas estava desconfort\u00e1vel com a perspectiva de um governo espanhol refor\u00e7ado por fortes la\u00e7os com as pot\u00eancias do Eixo.{{sfn|Kay|1970|pp=121\u2013122}} A pol\u00edtica de neutralidade de Salazar para Portugal na Segunda Guerra Mundial inclu\u00eda um componente estrat\u00e9gico. O pa\u00eds ainda mantinha territ\u00f3rios ultramarinos que Portugal n\u00e3o podia defender de ataques militares. Qualquer alinhamento com o Eixo teria levado Portugal a entrar em conflito com a Gr\u00e3-Bretanha, provavelmente resultando na perda de suas col\u00f3nias, por outro lado o alinhamento com a Gr\u00e3 Bretanha colocaria em risco a seguran\u00e7a de Portugal no continente. Em 1 de Setembro de 1939, no in\u00edcio da Segunda Guerra Mundial, o Governo Portugu\u00eas anunciou que a Alian\u00e7a Anglo-Portuguesa de 600 anos permaneceu intacta, mas que desde que os brit\u00e2nicos n\u00e3o procuraram ajuda portuguesa, Portugal ficou livre para permanecer neutro no pa\u00eds. guerra e faria isso (?). Em um ''aide-m\u00e9moire'' de 5 de setembro de 1939, o governo brit\u00e2nico confirmou o entendimento.{{sfn|Leite|1998|pp=185\u2013199}}\n\nUm dos pilares da pol\u00edtica de neutralidade de Salazar \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o junto com a Espanha de um bloco Ib\u00e9rico neutro. Este bloco, come\u00e7a a ser desenhado ainda antes da guerra, quando a 20 de Setembro de 1938, o Embaixador de Portugal em Espanha, [[Pedro Teot\u00f3nio Pereira]], preocupado com as simpatias da Espanha Franquista para com a Alemanha e a It\u00e1lia, envia um telegrama a Salazar sugerindo-lhe que se celebrasse um \u201cPacto de N\u00e3o Agress\u00e3o\u201d com o pa\u00eds vizinho. Ap\u00f3s longas negocia\u00e7\u00f5es, a 17 de Mar\u00e7o de 1939, \u00e9 assinado em Lisboa o Tratado Luso-Espanhol de Amizade e N\u00e3o Agress\u00e3o (tamb\u00e9m denominado \"Pacto Ib\u00e9rico). Mais tarde, em 5 de julho de 1940, ap\u00f3s a capitula\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a, e com os tanques alem\u00e3es nos [[Piren\u00e9us]], e numa altura em que alguns ministros de Franco aventavam a hip\u00f3tese da Espanha poder vir a entrar na guerra pelo lado do Eixo e ocupar Portugal, Salazar envia instru\u00e7\u00f5es para o Embaixador de Portugal em Madrid no sentido de \u201cse poder levar um pouco mais longe o Tratado de Amizade e N\u00e3o Agress\u00e3o\u201d com a Espanha. Na sequencia de esfor\u00e7os diplom\u00e1ticos desenvolvidos por Portugal, a 29 de Julho de 1940, \u00e9 assinado em Lisboa o Protocolo Adicional ao Tratado de Amizade e N\u00e3o Agress\u00e3o entre Portugal e Espanha, reiterando a neutralidade peninsular.{{sfn|Tusell|1995|pp=123-130}}\n\nCom este tratado assim refor\u00e7ado, os dois pa\u00edses que se encontravam ideologicamente em campos opostos, a Espanha como simpatizante da It\u00e1lia e da Alemanha, e Portugal como simpatizante da Gr\u00e3 Bretanha, conseguem encontrar uma formula de manter a sua neutralidade na guerra. No caso de Portugal o tratado tamb\u00e9m funcionou como um trav\u00e3o para aqueles que em Espanha aventavam a hip\u00f3tese de Espanha ocupar Portugal, como era o caso do Ministro dos Assuntos Exteriores Espanhol e cunhado de Franco, Ramon Serrano Su\u00f1er.{{sfn|Tusell|1995|pp=123-130}}\n\nEste feito de Salazar e do Embaixador Teot\u00f3nio Pereira na manuten\u00e7\u00e3o de um bloco Ib\u00e9rico neutro \u00e9 reconhecido pelos aliados{{sfn|Meneses|2010|p=250}} e \u00e9 objecto de copiosos elogios por parte de Carlton Hayes, o historiador e Embaixador Americano em Madrid durante a guerra no seu livro Wartime mission in Spain,1942-1945{{sfn|Hayes|1945|p=36 e 119}} e por parte do Embaixador Brit\u00e2nico, Samuel Hoare, no seu livro \u201cAmbassador on a Special Mission\u201d.{{sfn|Hoare|1946|pp=124-125}} Em 1940, ''[[LIFE (revista)|a Life]]'' considerou Salazar como ''\"o maior portugu\u00eas desde Henrique o Navegador\"'' e o \u201c''melhor ditador de sempre''\u201d , um \"''dirigente benevolente''\" dum povo que \u00e9 apresentado como pregui\u00e7oso e ap\u00e1tico, bebendo vinho barato noite dentro enquanto ouve o Fado.{{citar jornal |data=29 de julho de 1940 |t\u00edtulo=Portugal: The War Has Made It Europe's Front Door |url=http://books.google.com/books?id=xz8EAAAAMBAJ&pg=PA65&source=gbs_toc_r&cad=2#v=onepage&q&f=false |jornal=[[Life (magazine)|Life]] |acessodata= 8 de agosto de 2014}} Os Brit\u00e2nicos nao escondem as suas simpatias pelo regime de Salazar e informam-no que a Universidade de Oxford tinha decidido conferir-lhe o grau de doutor \"honoris causa\". O historiador Filipe de Meneses comenta que Oxford passou um cheque em branco \u00e1 m\u00e1quina de propaganda do regime. Passado pouco tempo Winston Churchill escreve a Salazar felicitando-o pela sua capacidade de manter Portugal fora da guerra acrescentando que \"tal como em muitas outras ocasi\u00f5es ao longo dos muitos s\u00e9culos da alian\u00e7a anglo-portuguesa, os interesses brit\u00e2nicos e portugueses s\u00e3o id\u00eanticos nesta quest\u00e3o vital\".{{sfn|Meneses|2007|p=266}} Em visita a Lisboa o diplomata Brit\u00e2nico, Sir George Rendell, que havia estado em Lisboa durante a primeira guerra mundial, faz um balan\u00e7o entre o Portugal das duas guerras e afirma que tinha sido bem mais dif\u00edcil lidar com o Portugal aliado da primeira guerra mundial do que com o Portugal ordeiro e neutro do Professor Salazar.{{citar livro |\u00faltimo= [[George William Rendel|Rendel]] |primeiro=Sir George |data=1957 |titulo= The Sword and the Olive \u2013 Recollections of Diplomacy and Foreign Service 1913\u20131954|edi\u00e7\u00e3o=First |publicado=John Murray |asin= B000UVRG60|ref=harv}}\n\nA estrat\u00e9gia de neutralidade \u00e9 um imperativo da diplomacia por forma a n\u00e3o provocar a hostilidade nos beligerantes e Salazar n\u00e3o tolerou desvios dos diplomatas que arriscaram a sua pol\u00edtica externa. Quando o [[c\u00f4nsul (servi\u00e7o exterior)|c\u00f4nsul]] portugu\u00eas, [[Aristides de Sousa Mendes]], em [[Bord\u00e9us]] concedeu indiscriminadamente vistos em grande quantidade, sem a pr\u00e9via consulta a Lisboa, ignorando instru\u00e7\u00f5es do [[Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros]], e na sequ\u00eancia de uma queixa formal da Embaixada Brit\u00e2nica segundo a qual o c\u00f4nsul portugu\u00eas estava a protelar a passagem de vistos para fora do hor\u00e1rio de expediente, para poder receber mais emolumentos e que, adicionalmente, em pelo menos um caso tinha exigido uma contribui\u00e7\u00e3o indevida para um fundo de caridade.{{sfn|Milgram|1999|p=}}{{Nota de rodap\u00e9|O texto original da Aide Memoire enviada pela Embaixada Brit\u00e2nica diz: \"''The Portuguese Consul at Bordeaux has been deferring until after office hours all applications for visas and has then been charging them at a special rate; in at least one case the applicant has also been requested to contribute to a Portuguese charitable fund before the visa was granted''\". }}Salazar foi implac\u00e1vel com ele e chamou-o a Lisboa.\n\nN\u00e3o obstante a pol\u00edtica obstinada de neutralidade, passados dois dias de Sousa Mendes ter sido exonerado, Salazar autorizou a que os escrit\u00f3rios da HICEM {{Nota de rodap\u00e9|HICEM (acr\u00f3nimo das tr\u00eas organiza\u00e7\u00f5es que a compunham: Hebrew Immigrant Aid Society, [[Jewish Colonization Association]] e European Emigdirect}}fossem transferidos de Paris para Lisboa. Decorridos mais alguns dias, na eminencia de um ataque a Gibraltar, Portugal aceitou acolher na Madeira cerca de 2500 refugiados [[Gibraltar|gibraltinos]], na sua maioria mulheres e crian\u00e7as que chegaram ao Funchal entre 21 de Julho e 13 de Agosto de 1940. Foram acomodados em hot\u00e9is, pens\u00f5es e casas particulares e a\u00ed permaneceram at\u00e9 ao fim da Guerra.{{citar web|url=http://www.cm-funchal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=210%3Agibraltar&catid=79&Itemid=247|t\u00edtulo=Gibraltar|acessodata=16 de Abril de 2014|publicado=C\u00e2mara Municipal do Funchal|arquivourl=https://web.archive.org/web/20131211103759/http://www.cm-funchal.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=210%3Agibraltar&catid=79&Itemid=247|arquivodata=2013-12-11|urlmorta=yes}} {{Nota de rodap\u00e9|Portugal continuou sempre a acolher refugiados. No Outono de 1940, dois fluxos maci\u00e7os de judeus luxemburgueses entram na fronteira portuguesa, acompanhados por Albert Nussbaum, presidente da comunidade judaica do Luxemburgo. De acordo com Yehuda Bauer, na segunda metade de 1941 embarcaram em Portugal, com destino \"\u00e0s Am\u00e9ricas\", 3682 judeus e na primeira metade de 1942 este n\u00famero subiu para 4058.Bauer, Yehuda - American Jewry and the Holocaust Portugal continuou sempre a acolher refugiados da Guerra e, a partir de certa altura, estes refugiados come\u00e7aram a ser instalados em est\u00e2ncias de veraneio (Ericeira, Figueira da Foz, Curia, etc.). Esses dias foram capturados para a posteridade em filme. Imagens de 1943 podem ser hoje consultadas no Steven Spielberg Film and Video Archive no United States Holocaust Memorial Museum.{{citar web|url=http://www.ushmm.org/online/film/search/result.php?titles=Portugal+Europe's+Crossroads |t\u00edtulo=Portugal Europe's Crossroads|acessodata=16 de Abril de 2014|autor=Steven Spielberg Film and Video Archive|publicado=United States Holocaust Memorial Museum}}}}\n\nEm novembro de 1943, o embaixador brit\u00e2nico em Lisboa, Sir Ronald Campbell escrevia, parafraseando Salazar, que a \"estrita neutralidade era o pre\u00e7o que os aliados pagavam por benef\u00edcios estrat\u00e9gicos advindos da neutralidade de Portugal\" e que se a neutralidade em vez de ter sido rigorosa tivesse sido mais benevolente a favor da Gr\u00e3 Bretanha, a Espanha inevitavelmente ter-se-ia lan\u00e7ado de corpo e alma nos bra\u00e7os da Alemanha e, se isso tivesse acontecido, a pen\u00ednsula teria sido ocupada, seguindo-se a ocupa\u00e7\u00e3o do Norte de \u00c1frica e o curso da guerra. teria sido alterado para a vantagem do Eixo. {{sfn|Leite|1998|p=}}\n\nA manuten\u00e7\u00e3o da neutralidade portuguesa nem sempre foi bem aceite pelas duas partes da contenda, tendo a quest\u00e3o do volfr\u00e2mio sido de particular delicadeza. Nos primeiros anos da guerra Salazar estava convencido que caso nao vendesse volfr\u00e2mio aos Alem\u00e3es estes viriam busca-lo pele for\u00e7a e por outro lado Portugal necessitava desesperadamente de importar da Alemanha fertilizantes agr\u00edcolas e a\u00e7o, mercadorias que os aliados n\u00e3o estavam em condi\u00e7\u00f5es de vender a Portugal.{{sfn|Kay|1970|p=177}} Com o ano de 1944 Londres intensifica as press\u00f5es para que Portugal pare de vender \u00e0 Alemanha o volfr\u00e2mio que Portugal temb\u00e9m vendia \u00e0 Gr\u00e3 Bretanha e aos Estados Unidos. Quando a press\u00e3o sobre Portugal se torna insustent\u00e1vel e nao obstante Salazar ter por \"indigno ceder a uma press\u00e3o exterior\"e considerando uma viola\u00e7\u00e3o da neutralidade vender volfr\u00e2mio apenas a um dos lados beligerantes, Salazar aceita o pedido dos Brit\u00e2nicos em nome da alian\u00e7a mas por virtude da neutralidade opta pela suspens\u00e3o das vendas a ambos os lados da contenda, prescindindo assim de uma importante fonte de receita para os cofres do Estado.{{sfn|Pinto|2007|p=137}}\n\nSalazar, segundo Kay, n\u00e3o era o tipo de homem para oportunisticamente saltar para lado vencedor e por uma quest\u00e3o de princ\u00edpio manteve a neutralidade portuguesa at\u00e9 ao ultimo dia da guerra - [[Hugh Kay.|Hugh Kay]] observa que a sua abordagem geral foi tentar atender ambos os lados do conflito em propor\u00e7\u00f5es consistentes com a sua alega\u00e7\u00e3o de neutralidade.{{sfn|Kay|1970|p=123, 177-181}} Esta obsess\u00e3o de Salazar pela estricta neutralidade, leva a que Teixeira de Sampaio, Secret\u00e1rio Geral do Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros, seguindo as praxes diplom\u00e1ticas para falecimentos de chefes de estado com os quais Portugal mantinha rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas, ap\u00f3s o suic\u00eddio de Hitler, mandou colocar as bandeiras portuguesas a meia haste durante 3 dias, \u00fanico pa\u00eds do mundo que o fez.{{sfn|Pinto|2007|p=138}} O luto provocou ''\"uma onda de protestos internacionais e grande esc\u00e2ndalo interno\",'' escreve o historiador [[Fernando Rosas]]. Passados oito dias do luto nacional, Salazar ordenou que n\u00e3o se fizessem mais refer\u00eancias p\u00fablicas ao assunto . Contudo, de acordo com a historiadora [[Irene Flunser Pimentel|Irene Pimentel]], Salazar n\u00e3o era um \"pr\u00f3-nazi\", era mais um \"conservador cat\u00f3lico\" e o seu regime n\u00e3o teve \"a componente racista e anti-semita\".{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Portugal ficou de luto pelo ditador alem\u00e3o|url=https://www.publico.pt/culturaipsilon/jornal/portugal-ficou-de-luto-pelo-ditador-alemao-16711|jornal=P\u00daBLICO}}\n\nNa sequencia destes acontecimentos Teixeira de Sampaio apresentou um pedido de demiss\u00e3o a Salazar. Imperturb\u00e1vel Salazar responde-lhe com uma nota curta contendo um prov\u00e9rbio: \"hora a hora Deus melhora\".{{sfn|Pinto|2007|p=138}}\n\nPor forma a manter a neutralidade Portuguesa e poupar Portugal aos horrores da guerra Salazar viu-se obrigado, ao longo da guerra, a envolver-se em aturadas negocia\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, militares e econ\u00f3micas, o que lhe exigiu um enorme esfor\u00e7o f\u00edsico, sendo vis\u00edveis os sinais de envelhecimento no seu aspecto quando a guerra se aproximou do seu final. {{sfn|Meneses|2010|p=150}}\n\n=== Salazar e os judeus durante a guerra ===\nSalazar sempre se manifestou contra o anti-semitismo nazi. Em 1937, publicou uma compila\u00e7\u00e3o de textos (\u201cComo se Levanta um Estado\u201d) onde criticou os fundamentos das leis de Nuremberga e considerou lament\u00e1vel que o nacionalismo alem\u00e3o estivesse vincado por caracter\u00edsticas raciais.Salazar, Ant\u00f3nio de Oliveira \u2013 \u201cComo se Levanta um Estado\u201d, ISBN 9789899537705 E em 1938, sai em defesa dos judeus portugueses, dando instru\u00e7\u00f5es \u00e0 embaixada na Alemanha, para que os interesses dos judeus portugueses sejam defendidos com diplomacia mas com muita firmeza.Dez anos de Politica Externa, Vol 1, pag 137. Edicao Imprensa Nacional 1961\n\nA pol\u00edtica de Salazar desde o in\u00edcio das persegui\u00e7\u00f5es aos judeus na Alemanha foi a de autorizar a sua entrada desde que pudessem deixar o pa\u00eds rapidamente, ou seja, uma pol\u00edtica de tr\u00e2nsito para outros pa\u00edses, principalmente os [[Estados Unidos]] e o [[Brasil]]. Isto n\u00e3o era devido ao facto de eles serem Judeus,Nota\u00a0''(de quem?)'''':'' O pano de fundo pol\u00edtico\u2010ideol\u00f3gico do Estado\u2010Novo fazia do comunismo a grande amea\u00e7a \u00e0 salvaguarda da ordem e equil\u00edbrio pretendidos pelo regime, da\u00ed que, logo em 1933, a PVDE tenha alertado o MNE para a necessidade de uma estrat\u00e9gia mais rigorosa para a concess\u00e3o de vistos a estrangeiros, com especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 possibilidade de entrada em territ\u00f3rio nacional de indiv\u00edduos considerados subversivos. Com ou sem fundamento, quem encarnava quase sempre essa \u201cfobia anticomunista\u201d, eram os polacos, os russos, os ap\u00e1tridas e os judeus. Associados invariavelmente \u00e0 \u201camea\u00e7a vermelha\u201d, os primeiros judeus que em 1933 sa\u00edam da Alemanha e territ\u00f3rios adjacentes (grande parte dos quais pertencentes a uma elite liter\u00e1ria inconformada com as medidas de Hitler, tamb\u00e9m \u00e9 nesta altura considerada como subversiva). mas de serem potenciais motivos de tens\u00e3o com a Alemanha, que Salazar temia, ou serem agitadores pol\u00edticos e subversivos. No que toca aos judeus portugueses, \u201c''a pol\u00edtica de imigra\u00e7\u00e3o selectiva que Portugal aplicou aos judeus n\u00e3o afectou a situa\u00e7\u00e3o nem o estatuto dos [[judeus sefarditas]] ou dos imigrantes [[asquenazitas]] da Europa oriental que constitu\u00edam a Comunidade Israelita de Lisboa, os judeus que possu\u00edam nacionalidade portuguesa eram tratados de forma igual a todos os outros cidad\u00e3os''\u201d.{{sfn|Milgram|2011|p=}}\n\nCom o in\u00edcio da guerra, e n\u00e3o obstante a fiscaliza\u00e7\u00e3o e o rigor nas fronteiras serem cada vez mais apertados, todas estas medidas acabariam por falhar amplamente j\u00e1 que, \u00e0s entradas clandestinas, juntar\u2010se\u2010iam a falsifica\u00e7\u00e3o de documentos e as falsas declara\u00e7\u00f5es. Para por cobro aos procedimentos irregulares que, na \u00e9poca, se verificavam em muitas das embaixadas portuguesas, Salazar assina a Circular n.\u00ba 14 do MNE, distribu\u00edda a 11 de Novembro de 1939, que obrigava os servi\u00e7os consulares a consultar a PVDE, e o Minist\u00e9rio antes de concederem vistos. Por outro lado, a partir de 1940, os pedidos de vistos dos consulados passariam a ser indeferidos a polacos, ap\u00e1tridas, russos, judeus, checos, \u201cex-alem\u00e3es\u201d, a holandeses, a belgas em idade militar, e ainda \u00e0queles que pretendessem trabalhar em Portugal. A Circular 14 afirmava explicitamente que n\u00e3o tinha qualquer inten\u00e7\u00e3o de obstruir ou atrasar a concess\u00e3o de vistos a passageiros em tr\u00e2nsito para outros pa\u00edses, utilizando Lisboa, como ponto de embarque. Ou seja, os consulados ficavam autorizados a conceder com autonomia vistos para Portugal em todos aqueles casos em que o passageiro demonstrasse ter um bilhete de sa\u00edda do territ\u00f3rio portugu\u00eas bem como um visto de entrada no pa\u00eds de destino, o que num clima de guerra eram condi\u00e7\u00f5es dif\u00edceis de obter.\n\nEsta Circular 14 tem sido muito criticada, sobretudo por aqueles que querem atacar o Estado Novo, mas \u00e9 justo que se diga que as regras estabelecidas por esta circular eram bem menos restritivas que a de outros pa\u00edses, como \u00e9 o caso da Su\u00e9cia, Su\u00ed\u00e7a, Estados Unidos, etc.{{citar web | url=http://www.ushmm.org/wlc/en/article.php?ModuleId=10007094 | t\u00edtulo=United States Immigration and Refugee Law, 1921\u20131980 | publicado=United States Holocaust Memorial Museum }} e Canad\u00e1, e o caso mais extremo da Gr\u00e3-Bretanha que logo a seguir \u00e0 declara\u00e7\u00e3o de guerra, cancelou por completo a concess\u00e3o de vistos, com receio da entrada de inimigos infiltrados. Portugal tal como os outros pa\u00edses tentava proteger-se de entradas indiscriminadas de eventuais agitadores pol\u00edticos, criminosos, ap\u00e1tridas, etc. Por outro lado, como escreve Avraham Milgram, Portugal, pa\u00eds pobre, n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de receber hordas de refugiados.{{citar web|url=https://www.yadvashem.org/odot_pdf/Microsoft%20Word%20-%203230.pdf|titulo=Portugal, the Consuls, and the Jewish Refugees, 1938-1941|data=1999|acessodata=|publicado=Shoah Resource Center|ultimo=Milgram|primeiro=Avraham}}\n\nContrariando as instru\u00e7\u00f5es de Salazar, [[Aristides de Sousa Mendes]], c\u00f4nsul portugu\u00eas em [[Bord\u00e9us]], concedeu vistos em grandes n\u00fameros, diz-se que a 30 mil, mas segundo, Avraham Milgram historiador da [[Yad Vashem]] num estudo publicado em 1999 pelo Shoah Resource Center, International School for Holocaust Studies, a diferen\u00e7a entre o mito dos 30,000 e a realidade \u00e9 grande; embora o n\u00famero real n\u00e3o seja conhecido, estima-se em alguns milhares abaixo. No entanto, Milgram conclui que a maioria dos judeus que, no ver\u00e3o de 1940, conseguiu atravessar os Pireneus e a Espanha para a fronteira portuguesa, o fizeram gra\u00e7as a Sousa Mendes.{{citar web|url=https://www.publico.pt/2003/09/08/jornal/salazar-sousa-mendes-e-os-judeus-205101|titulo=Salazar, Sousa Mendes e os judeus|data=8 de setembro de 2003|acessodata=|publicado=P\u00fablico|ultimo=Duarte|primeiro=Jos\u00e9 Miguel}}\n\nA desobedi\u00eancia de Sousa Mendes tamb\u00e9m incluiu o crime de falsifica\u00e7\u00e3o de documentos, para o casal luxemburgu\u00eas Miny, em maio de 1940, quando o Exercito Franc\u00eas ainda resistia heroicamente \u00e0 invas\u00e3o alem\u00e3. Paul Miny est\u00e1 em idade militar e quer fugir da mobiliza\u00e7\u00e3o para o ex\u00e9rcito luxemburgu\u00eas- o Luxemburgo j\u00e1 estava sob ocupa\u00e7\u00e3o nazi. Sousa Mendes, conhece a mulher e quer ajuda-la, decide ent\u00e3o falsificar os documentos e fazer Paul passar por cidad\u00e3o portugu\u00eas, o que lhe permitir\u00e1, iludindo as autoridades fronteiri\u00e7as francesas, escapar \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o.{{citar web |url= http://www.raoulwallenberg.net/wp-content/files_mf/1349882040ebooksparedlifes.pdf |t\u00edtulo= ''Spared Lives: The Actions of Three Portuguese Diplomats in World War Documentary Exhibition, Catalogue|\u00faltimo1 = |primeiro1 = |\u00faltimo2 = |primeiro2 = |website= Raoul Wallenberg Foundation/|acessodata=8 de novembro de 2014}} Nesta altura Aristides arriscou-se bastante, a falsifica\u00e7\u00e3o de documentos \u00e9 um crime grave, pun\u00edvel com a pena de pris\u00e3o. O facto de Aristides ser funcion\u00e1rio p\u00fablico constitu\u00eda uma agravante.Codigo Penal Portugu\u00eas \u2013 1886 \u2013 Artigo N\u00ba 225\" Mais tarde no processo disciplinar que lhe \u00e9 movido, a acusa\u00e7\u00e3o decide desviar o olhar deste incidente, poupando Sousa Mendes a uma condena\u00e7\u00e3o certa, considerando-o um caso fora do \u00e2mbito das compet\u00eancias do MNE, ou seja, um caso de pol\u00edcia e justi\u00e7a.\n\nEm muitos artigos de jornais e livros, tem vindo a ser publicado que Sousa Mendes, com 14 filhos para sustentar, foi expulso da carreira e privado da sua reforma, vindo a morrer na mis\u00e9ria. No entanto, em 1940 os 12 filhos, vivos, de Aristides, j\u00e1 eram na sua maioria adultos, apenas 4 ainda eram menores. Destes quatro, tr\u00eas eram leg\u00edtimos e o quarto a futura Marie-Rose, ainda se encontrava no ventre da amante francesa de Sousa Mendes, Andr\u00e9e Cibial. Na verdade, Aristides Sousa Mendes p\u00f4de usufruir, at\u00e9 \u00e0 sua morte em 1954, de um sal\u00e1rio completo de c\u00f4nsul de 1.\u00aa classe, 1,593$30 Escudos mensais, muito acima da m\u00e9dia nacional da \u00e9poca o que dificilmente se poder\u00e1 considerar mis\u00e9ria.Afonso, Rui \u2013 Um Homem Bom, Aristides de Sousa Mendes, O \"Wallenberg\" Portugu\u00eas, Ed Caminho, 1995, pag 257And Who Is My Neighbor? A World War II Hero of Conscience for Portugal Douglas Wheeler Luso-Brazilian Review Vol. 26, No. 1 (Summer, 1989),O C\u00f4nsul Aristides Sousa Mendes \u2013 a Verdade e a Mentira \u2013 Carlos Fernandes. ISBN 9789892038803. Rui Afonso, um dos bi\u00f3grafos de Aristides, chama-nos mesmo a aten\u00e7\u00e3o para o facto de que embora o sal\u00e1rio de Aristides n\u00e3o pudesse ser considerado principesco a verdade \u00e9 que na \u00e9poca correspondia ao triplo do sal\u00e1rio de um professor. As provas de que Aristides sempre recebeu o seu sal\u00e1rio de c\u00f4nsul at\u00e9 ao fim dos seus dias, podem ser hoje encontradas ''online'' no ''site'' do Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as, que disponibiliza o registo de todos os pagamentos feitos a Aristides ao longo de toda a sua carreira.{{citar web | url=http://badigital.sgmf.pt/Arquivo-DGCP--07---005---003/1/ | t\u00edtulo=Abranches, Aristides de Sousa Mendes do Amaral |publicado=badigital.sgmf.pt | acessodata=2014-01-02 | arquivourl=https://web.archive.org/web/20140121042453/http://badigital.sgmf.pt/Arquivo-DGCP--07---005---003/1/ | arquivodata=2014-01-21 | urlmorta=yes }}\n\nEm 1966 o [[Yad Vashem]] em Israel, presta homenagem a Aristides, atribuindo-lhe o t\u00edtulo de \"[[Justo entre as na\u00e7\u00f5es]]\".\n\nO caso de Aristides de Sousa Mendes est\u00e1 longe de ser \u00fanico entre diplomatas e funcion\u00e1rios consulares portugueses. A passagem de vistos em desobedi\u00eancia \u00e0 Circular 14 foi generalizada, e foi praticada por diplomatas e c\u00f4nsules portugueses de todos os quadrantes pol\u00edticos. Tais foram, por exemplo, os casos de [[Alberto da Veiga Sim\u00f5es|Veiga Sim\u00f5es]], embaixador em Berlim, que desprezava os nazis, o do C\u00f4nsul honor\u00e1rio em Mil\u00e3o, [[Giuseppe Agenore Magno]] e do c\u00f4nsul em G\u00e9nova, [[Alfredo Casanova]].{{sfn|Milgram|1999|pp=123\u2013156}}\n\nSalazar tamb\u00e9m permitiu que muitas organiza\u00e7\u00f5es [[sionistas]] de apoio a estes judeus se estabelecessem e operassem a Portugal.{{sfn|Milgram|1999|pp=123\u2013156}}\n\n\u00c9 imposs\u00edvel calcular com exactid\u00e3o o n\u00famero de refugiados que puderam beneficiar da neutralidade e hospitalidade de Portugal. Mas os n\u00fameros s\u00e3o impressionantes. As estimativas v\u00e3o desde 100.000 at\u00e9 1 milh\u00e3o, not\u00e1vel para um pa\u00eds cuja popula\u00e7\u00e3o rondava os 6 milh\u00f5es.Neil Lochery estima em 1 milh\u00e3o \u2013 Lochery, Neill \u2013 \"Lisbon: War in the Shadows of the City of Light, 1939\u201345\", Public Affairs; 1 edition (November 1, 2011), ISBN 1586488791\n\nMenos medi\u00e1ticos, mas her\u00f3icos, s\u00e3o os casos ocorridos em Budapeste, em 1944, ano da invas\u00e3o da Hungria pelas tropas alem\u00e3s, de dois diplomatas portugueses, com a anu\u00eancia e apoio de Salazar. [[Carlos Sampaio Garrido|Sampaio Garrido]],{{citar web |url=http://www.raoulwallenberg.net/saviors/diplomats/portuguese-rescuer-sampayo/ |t\u00edtulo=Portuguese Rescuer Sampayo Garrido Receives Recognition |publicado=The International Raoul Wallenberg Fundation }} ministro plenipotenci\u00e1rio em Budapeste, sensibilizado com os perigos que os judeus corriam no territ\u00f3rio h\u00fangaro ap\u00f3s a invas\u00e3o alem\u00e3, concedeu asilo diplom\u00e1tico a judeus na Embaixada Portuguesa, concedeu passaportes provis\u00f3rios e vistos colectivos. Em Abril de 1944, respondendo a um pedido dos aliados para reduzir o n\u00edvel de representa\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica em Budapeste, [[Oliveira Salazar]] destitui Sampaio Garrido deixando no seu lugar o Encarregado de Neg\u00f3cios, [[Carlos de Lis-Teixeira Branquinho|Teixeira Branquinho]].{{sfn|Milgram|2011|pp=264}} Teixeira Branquinho obteve ent\u00e3o de Salazar a autoriza\u00e7\u00e3o para atribuir passaportes portugueses a judeus h\u00fangaros, que provassem ter tido nos \u00faltimos anos \u201cquaisquer esp\u00e9cie de rela\u00e7\u00f5es morais, intelectuais ou comerciais com Portugal ou com o Brasil\u201d (pa\u00eds que Portugal representava diplomaticamente). Ao todo, com autoriza\u00e7\u00e3o de Salazar, Branquinho emitiu cerca de 1,000 documentos de protec\u00e7\u00e3o, dos quais 700 passaportes provis\u00f3rios sem indica\u00e7\u00e3o de nacionalidade portuguesa, conforme exig\u00eancia de Salazar para que, mais tarde, a n\u00e3o pudessem reclamar.{{sfn|Pimentel|2006|pp=343-350}} Sampaio Garrido e Teixeira Branquinho nunca tiveram a projec\u00e7\u00e3o medi\u00e1tica de Sousa Mendes, provavelmente porque foram autorizados por Salazar e n\u00e3o teriam qualquer utilidade pol\u00edtica no ataque ao Estado Novo. Sampaio Garrido recebeu, a t\u00edtulo p\u00f3stumo, a medalha de \u201cJusto entre as Na\u00e7\u00f5es\u201d pela sua ac\u00e7\u00e3o de protec\u00e7\u00e3o e salvamento de judeus h\u00fangaros. A distin\u00e7\u00e3o foi decidida em 2 de fevereiro de 2010, pelo Yad Vashem - Autoridade Nacional para a Mem\u00f3ria dos M\u00e1rtires e Her\u00f3is do Holocausto criada em 1953 pelo Estado de Israel.{{citar web | url=http://www.yadvashem.org/yv/es/education/articles/article_mucznik6.asp | t\u00edtulo= | publicado=www.yadvashem.org }}\n\n=== Papel dos A\u00e7ores ===\nHistoricamente as ilhas atl\u00e2nticas sempre foram geograficamente vitais para o dom\u00ednio do oceano Atl\u00e2ntico e com o advento da avia\u00e7\u00e3o essa import\u00e2ncia aumentou. Perante a possibilidade de uma invas\u00e3o Alem\u00e3 o Governo de Salazar planeia fazer uma retirada estrat\u00e9gica, instalar-se nos A\u00e7ores e a\u00ed garantir a soberania portuguesa. Entre o final de 1940 e Maio de 1941, o Governo Portugu\u00eas mobilizou refor\u00e7os significativos do Continente e, tamb\u00e9m, das for\u00e7as locais a fim de aumentar os efetivos de defesa dos A\u00e7ores. A partir de Maio, Salazar come\u00e7ou a enviar militares em massa para os A\u00e7ores.\n\nEm 1943 a navega\u00e7\u00e3o no Atl\u00e2ntico Central estava amea\u00e7ada pelos U-boats alem\u00e3es, que estavam bem presentes na zona dos A\u00e7ores e afundavam muitos dos navios Aliados, principalmente os que iam em dire\u00e7\u00e3o ao Norte de \u00c1frica e a It\u00e1lia. Na Cimeira de Trident , em maio de 1943, que reuniu em Washington, Roosevelt, Churchill e os chefes militares dos dois pa\u00edses foi decidida a invas\u00e3o dos A\u00e7ores.{{citar web|t\u00edtulo=The Papers of George Catlett Marshall, ed. Larry I. Bland and Sharon Ritenour Stevens (Lexington, Va.: The George C. Marshall Foundation, 1981\u2013 ). Electronic version based on The Papers of George Catlett Marshall, vol. 3, \u201cThe Right Man for the Job,\u201d December 7, 1941-May 31, 1943 - 3-669 Editorial Note on the Third Washington Conference (TRIDENT), May 1943|url=http://marshallfoundation.org/library/digital-archive/editorial-note-on-the-third-washington-conference-trident/#sthash.DXOrdQv2.dpuf|obra=George C. Marshall Foundation|publicado=The Johns Hopkins University Press|acessodata=22 de novembro de 2015|p\u00e1ginas=705\u2013708|data=1991}}\n\nCom os A\u00e7ores cada vez mais importantes, o Presidente Roosevelt ordena que seja preparada a [[Opera\u00e7\u00e3o Alacrity]] cujo principal objetivo era a ocupa\u00e7\u00e3o dos A\u00e7ores por raz\u00f5es estrat\u00e9gicas. A opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o chega a ser executada porque o embaixador brit\u00e2nico em Lisboa, [[Ronald Hugh Campbell|Ronald Campbell]], juntamente com [[Anthony Eden]], convence Churchill e Roosevelt a optarem pela via diplom\u00e1tica. A op\u00e7\u00e3o defendida por Ronald Campbell acaba por triunfar. A Inglaterra invoca a [[Alian\u00e7a Luso-Brit\u00e2nica]] e Salazar concede o estabelecimento de bases militares Brit\u00e2nicas (mas n\u00e3o Americanas) nos A\u00e7ores.Documentos relativos aos acordos entre Portugal, Inglaterra e Estados Unidos da Am\u00e9rica para a concess\u00e3o de facilidades nos Ac\u0326ores durante a guerra de 1939-1945, Imprensa Nacional, 1946 - {{citar web | url=http://ahd.mne.pt/nyron/library/catalog/winlibimg.aspx?skey=6684EE5501BE44FBB45311EA98100E2E&doc=57118&img=1699&save=true. | t\u00edtulo= | publicado=ahd.mne.pt }}\n\nOs Estados Unidos n\u00e3o ficaram satisfeitos com o acordo luso-brit\u00e2nico de 1943, uma vez que este n\u00e3o previa a possibilidade de as for\u00e7as norte-americanas terem acesso directo \u00e0 base inglesa. As negocia\u00e7\u00f5es entre Portugal e os Estados Unidos para a concess\u00e3o de facilidades nos A\u00e7ores foram longas e complexas, demorando praticamente um ano a concluir. Inicialmente conduzidas pelo jovem ''charg\u00e9 d'affaires'' em Lisboa, [[George F. Kennan|George Kennan]] o acordo final entre os dois governos seria assinado a 28 de Novembro de 1944 por Salazar e pelo embaixador [[Raymond Henry Norweb|Henry Norweb]]. Portugal concedia aos Estados Unidos a utiliza\u00e7\u00e3o sem restri\u00e7\u00f5es da base a\u00e9rea de Santa Maria. Salazar negoceia como contrapartida o fornecimento de armamento (poderia a Alemanha vir a atacar Portugal) e a garantia da restitui\u00e7\u00e3o da soberania portuguesa a [[Timor]] no fim da guerra, (Timor tinha sido invadido pelos aliados neerlandeses e australianos, invocando necessidades defensivas) e posteriormente pelos japoneses. Salazar tamb\u00e9m conseguiu por parte dos Estados Unidos o compromisso formal de respeitarem a soberania portuguesa em todas as col\u00f3nias portuguesas.{{efn| Carta de G. Kennan para Salazar: Lisboa, 25 de Outubro de 1943.\n\nEXCEL\u00caNCIA :\nNo cumprimento de instru\u00e7\u00f5es do meu Governo, tenho a honra de informar V. Ex.a de que, em liga\u00e7\u00e3o com o acordo recentemente conclu\u00eddo entre Portugal e a Gr\u00e3-Bretanha, o Governo dos Estados Unidos da Am\u00e9rica toma o compromisso de respeitar a soberania portuguesa em todas as col\u00f3nias portuguesas.\n\nRogo a V. Ex.a se digne aceitar os protestos reiterados da minha mais alta considera\u00e7\u00e3o.\n\nGeorge Kennan. }}\n\n=== Rescaldo da neutralidade portuguesa ===\nA posi\u00e7\u00e3o da neutralidade de Portugal e a consequente abertura dos canais diplom\u00e1ticos e comerciais com ambas as partes beligerantes, a balan\u00e7a comercial portuguesa manteve saldo positivo durante boa parte do conflito, nomeadamente nos anos de [[1941]], [[1942]] e [[1943]]. Nestes anos, as exporta\u00e7\u00f5es ultrapassaram as importa\u00e7\u00f5es, facto que n\u00e3o se verificava desde dezenas de anos, e que at\u00e9 a actualidade n\u00e3o se voltou a verificar. Esta h\u00e1bil gest\u00e3o da neutralidade trouxe-lhe, no final da guerra, os benef\u00edcios da paz sem ter de pagar o pre\u00e7o da guerra. Portugal foi uma das poucas zonas de paz num mundo a \"ferro e fogo\", serviu de ref\u00fagio a muitas pessoas de v\u00e1rias proveni\u00eancias. Um desses refugiados foi o arm\u00e9nio [[Calouste Gulbenkian]], que permaneceu no pa\u00eds tendo legado uma das mais importantes institui\u00e7\u00f5es ao servi\u00e7o da cultura em Portugal. Esta situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica conseguiu tamb\u00e9m atenuar os problemas provocados pela Guerra Civil Espanhola (1936\u20131939) e pela pr\u00f3pria Segunda Guerra Mundial, que trouxeram problemas de escassez de g\u00e9neros (Portugal era deficit\u00e1rio quanto a alimentos) e a infla\u00e7\u00e3o que disparou.\n\nEm Portugal, embora alguns apontassem m\u00e9ritos a Salazar no que respeita \u00e0 reorganiza\u00e7\u00e3o financeira, \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica e \u00e0 defesa da paz, muitos entenderam que tinha chegado a oportunidade de mudan\u00e7a pol\u00edtica.\n\n== Persist\u00eancia do regime ap\u00f3s o t\u00e9rmino da 2.a Guerra Mundial ==\nCom o fim da Segunda Guerra Mundial, e o triunfo dos Aliados, muitos esperavam que em Portugal se estabelecesse uma democracia. Tal n\u00e3o aconteceu, e as duas ditaduras ib\u00e9ricas, a de Franco e Salazar, permaneceram.{{citar livro|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria Concisa de Portugal|ultimo=Saraiva|primeiro=Jos\u00e9 Hermano|editora=Publica\u00e7\u00f5es Europa-Am\u00e9rica|ano=1986|p\u00e1ginas=360|acessodata=}}{{citar livro|t\u00edtulo=Breve Hist\u00f3ria de Portugal (9.a edi\u00e7\u00e3o)|ultimo=Marques|primeiro=A.H. de Oliveira|editora=Editorial Presen\u00e7a|ano=2015|p\u00e1ginas=631-632|acessodata=}}\n\nEm Setembro de 1945, o Governo dissolveu a Assembleia Nacional e anunciou elei\u00e7\u00f5es para Novembro, ''\"t\u00e3o livres como na livre Inglaterra\"'' conforme as conhecidas palavras de Salazar na ocasi\u00e3o, com possibilidade de participa\u00e7\u00e3o de outros grupos pol\u00edticos. Foi assim criado o M.U.D. ([[Movimento de Unidade Democr\u00e1tica]]), em Outubro desse ano, com a devida autoriza\u00e7\u00e3o do Governo. Era um movimento que aglomerava socialistas, marxistas, socialistas crist\u00e3os e outras v\u00e1rias tend\u00eancias da oposi\u00e7\u00e3o. Durante o per\u00edodo eleitoral, houve um abrandamento da censura, que serviu para revelar um crescente descontentamento de uma parte importante da popula\u00e7\u00e3o.\n\nO M.U.D., desejando ter tempo para melhor se organizar com vista ao acto eleitoral, pediu o adiamento das elei\u00e7\u00f5es. Quando O. Salazar recusou, a oposi\u00e7\u00e3o decidiu abster-se de participar, e assim foram eleitos todos os elementos que tinham sido propostos pela Uni\u00e3o Nacional. Ap\u00f3s este epis\u00f3dio de falsa abertura, o governo usou as listas de apoio ao M.U..D. para prender centenas de pessoas, demitir muitas de cargos p\u00fablicos e colocar sob vigil\u00e3ncia policial muitas outras. Em Janeiro de 1948 o M.U.D. foi ilegalizado.{{citar livro|t\u00edtulo=Breve Hist\u00f3ria de Portugal (9.a edi\u00e7\u00e3o)|ultimo=Marques|primeiro=A.H. de Oliveira|editora=Editorial Presen\u00e7a|ano=2015|p\u00e1ginas=632-633|acessodata=}} {{sfn|Meneses|2010|pp=403-405}}\n\nEm 22 de Julho de 1946, a revista Time faz capa de O.Salazar, e num artigo intitulado ''\u00abPortugal, how Bad is the Best\u00bb'', de tom muito pouco favor\u00e1vel, descreveu-o como ''\u00abo decano dos ditadores europeus\u00bb'' que comandava ''\u00abuma terra melanc\u00f3lica de gente empobrecida, confusa e assustada\u00bb''{{citar web|url=https://www.scribd.com/doc/6485455/Portugal-e-Salazar-Time-Magazine-1946|titulo=Portugal e Salazar Time Magazine 1946|data=|acessodata=3 de Novembro de 2018|publicado=Scribd|ultimo=|primeiro=}}\n\nNas elei\u00e7\u00f5es presidenciais seguintes, em 1949, a oposi\u00e7\u00e3o apresentou como candidato o General [[Jos\u00e9 Norton de Matos|Norton de Matos.]] Sem garantias de liberdade de voto e sem conseguir a revis\u00e3o dos cadernos eleitorais, este desistiu poucos dias antes das elei\u00e7\u00f5es .Deste modo foi eleito o candidato do regime, [[\u00d3scar Carmona]]. Mais uma vez, ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es, seguiu-se uma vaga de deten\u00e7\u00f5es e persegui\u00e7\u00f5es.{{sfn|Meneses|2010|pp=412-423}}\n\nNas elei\u00e7\u00f5es presidenciais que tiveram lugar em 1958, a oposi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica desta vez apresentou o general [[Humberto Delgado]] como candidato. Mais uma vez, a oposi\u00e7\u00e3o era uma mistura das mais variadas tend\u00eancias : inclu\u00eda personagens que j\u00e1 tinham figurado ainda mais \u00e1 direita do regime, como [[Francisco Rol\u00e3o Preto|Rol\u00e3o Preto]], o fundador dos \"camisas azuis\" - o [[Movimento Nacional-Sindicalista]]. O pr\u00f3prio H. Delgado tinha sa\u00eddo das fileiras do sistema salazarista, de que tinha sido um dos defensores mais radicais.{{sfn|Meneses|2010|pp=447-465}}\n\nO candidato apresentado pelo regime foi o Almirante [[Am\u00e9rico Thomaz]], um homem soturno, figura meramente simb\u00f3lica, que se tornou objecto frequente de chacota popular pelos seus enormes desastres orat\u00f3rios.{{citar web|url=https://www.cmjornal.pt/mais-cm/domingo/detalhe/frases-que-entraram-para-a-nossa-historia|titulo=Frases que entraram para a nossa Hist\u00f3ria|data=12 de mar\u00e7o de 2006|acessodata=|publicado=Correio da Manh\u00e3|ultimo=|primeiro=}}\n\nH. Delgado, desta vez, levou as elei\u00e7\u00f5es at\u00e9 ao fim. Logo no in\u00edcio de campanha, .numa confer\u00eancia de imprensa, em 10 de maio de 1958, no caf\u00e9 da capital ''Chave d'Ouro'' , em resposta a uma pergunta sobre o que faria com Salazar se fosse eleito respondeu com a famosa frase: ''\"Obviamente, demito-o!\"'', que desencadeou rea\u00e7\u00f5es furiosas do regime e da imprensa controlada por si. A campanha de Delgado juntava multid\u00f5es entusiasmadas em todo o lado. Depois dum com\u00edcio no Porto, onde o n\u00famero de pessoas surpreendeu o pr\u00f3prio candidato, regressou a Lisboa em 16 de Maio. Uma multid\u00e3o esperava-o na esta\u00e7\u00e3o de caminho de ferro de Santa Apol\u00f3nia, mas nessa altura j\u00e1 o mecanismo policial estava a postos, e impediu qualquer contacto, tendo Delgado sido escoltado at\u00e9 sua casa pela pol\u00edcia Os seus apoiantes tentaram ent\u00e3o ir , pac\u00edficamente, at\u00e9 \u00e1 sua sede de campanha, mas foram dispersados pela GNR e pol\u00edcia, que abriram fogo. Houve feridos e falou-se de mortos, mas o n\u00famero real \u00e9 desconhecido. A 17 de maio, uma nota oficiosa de Salazar culpou a oposi\u00e7\u00e3o pelos acontecimentos e avisou que quaisquer tentativas subversivas de desestabilizar a ordem teriam a resposta de ''\"maior severidade\"''\n\nA 18 de Maio, em Lisboa, repetiram-se cenas semelhantes , mas ainda com mais gravidade. Pol\u00edcia, GNR a cavalo e agentes da PIDE utilizaram armas de fogo contra civis num com\u00edcio. A Time contou 33 feridos, a Reuters falava em oitenta. De novo o regime culpou a oposi\u00e7\u00e3o.{{sfn|Meneses|2010|pp=447-465}}{{citar web|url=http://www.uc.pt/rualarga/anteriores/22/22_16|titulo=Humberto Delgado no Porto e em Coimbra|data=|acessodata=28 de novembro de 2018|publicado=Universidade de Coimbra|ultimo=Tavares|primeiro=Jos\u00e9 Correia}}{{citar web|url=http://casacomum.org/cc/arquivos?set=e_6943|titulo=Arquivos Campanha Humerto Delgado|data=|acessodata=28 de novembro de 2018|publicado=Casa Comum|ultimo=|primeiro=}}\n\nA 8 de Junho de 1958 tiveram lugar as elei\u00e7\u00f5es fraudulentas, com o \u00f3bvio vencedor: [[Am\u00e9rico Thomaz]]. Ap\u00f3s o acto eleitoral, houve novamente um crescendo da repress\u00e3o; muitos dos seus partid\u00e1rios foram demitidos ou presos, e Delgado foi tamb\u00e9m imediatamente demitido, tendo de solicitar asilo pol\u00edtico \u00e0 embaixada do Brasil, em 12 de janeiro de 1959, num imbr\u00f3glio que acabou por motivar tamb\u00e9m a demiss\u00e3o do embaixador brasileiro [[\u00c1lvaro Lins]]. Para acabar com os sobressaltos, o regime modificou a Constitui\u00e7\u00e3o em Agosto de 1959, passando o Presidente a ser eleito por um col\u00e9gio eleitoral reduzido.{{citar livro|t\u00edtulo=Breve Hist\u00f3ria de Portugal|ultimo=Marques|primeiro=A,H. de Oliveira|editora=EDitorial Presen\u00e7a|ano=1995|local=|p\u00e1ginas=637|acessodata=}}{{sfn|Meneses|2010|pp=447-465}} Delgado seria assassinado pela PIDE em 1965.\n\nEm novembro de 1965, a revista Time escreveu sobre Salazar: ''\"A cada quatro anos, o primeiro ministro Oliveira Salazar preserva a imagem de Portugal como uma democracia, sacudindo a poeira de alguns l\u00edderes \"oposicionistas\" selecionados e relaxando os controles policiais apenas por algumas semanas, para concorrerem \u00e0 Assembleia Nacional de 130 liugares. H\u00e1 algumas rachas na fachada. A Assembleia funciona apenas como um carimbo .Os candidatos da oposi\u00e7\u00e3o s\u00e3o geralmente homens fr\u00e1geis que sobraram de um regime que foi desacreditado e derrubado h\u00e1 quatro d\u00e9cadas , e Salazar decide sobre o que o que eles podem e n\u00e3o podem falar .\"''{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20140801215922/http://content.time.com/time/magazine/article/0%2C9171%2C834552%2C00.html|titulo=Portugal: Against the Situation|data=12 de Novembro de 1965|acessodata=|publicado=Time (Arquivado em WayBack Machine)|ultimo=|primeiro=}}\n\n== Pol\u00edtica externa ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial ==\nUma vez terminada a [[Segunda Guerra Mundial]], e apesar da sua avers\u00e3o \u00e1s democracias, Salazar dirigiu a pol\u00edtica externa portuguesa claramente para o \"bloco Ocidental\", como j\u00e1 tinha sido patente nos \u00faltimos anos da Guerra pela cada vez maior colabora\u00e7\u00e3o com os Aliados, que incluiu a cess\u00e3o da [[Base das Lajes]].\n\nDesde o exterior, EUA, Reino Unido e Fran\u00e7a percecionaram o regime Salazarista como um regime autocr\u00e1tico, ben\u00e9volo, de repress\u00e3o muito moderada, muito diferente do regime franquista, o que permitiu a Portugal ganhar um estatuto de aliado e ser membro fundador das principais organiza\u00e7\u00f5es ocidentais do p\u00f3s-guerra.Portugal: perspectivas del exterior (1955-1975) Hip\u00f3lito de la Torre G\u00f3mez, Juan Carlos Jim\u00e9nez Redondo, Carmen Campuzano Medina - p64\n\nDo ponto de vista militar, Portugal foi membro fundador da [[Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte|NATO]] em 1949 ao lado do [[Reino Unido]], sempre visto por Salazar como o tradicional aliado de Portugal.\n\nDo ponto de vista de integra\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica, foi tamb\u00e9m membro fundador em [[1960]] da Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Com\u00e9rcio Livre ([[EFTA]] no seu acr\u00f3nimo em Ingl\u00eas), juntamente com a [[\u00c1ustria]], [[Dinamarca]], [[Noruega]], [[Su\u00e9cia]], [[Su\u00ed\u00e7a]] e Reino Unido. Isto permitiu uma maior abertura ao com\u00e9rcio internacional da economia Portuguesa que, deste modo, cresceu exponencialmente nos anos que se seguiram. Entre 1960 e 1972 o volume do com\u00e9rcio externo Portugu\u00eas quadruplicou. Nesse ano j\u00e1 cerca de 70% do com\u00e9rcio externo da Metr\u00f3pole era feito com os outros estados membros da EFTA, representando as col\u00f3nias uma percentagem bem mais diminuta. A entrada de Portugal na EFTA esteve na base do per\u00edodo de maior crescimento econ\u00f3mico de Portugal no s\u00e9culo XX. Entre 1960 e 1973 o rendimento nacional por habitante cresceu a uma m\u00e9dia superios a 6,5% ao ano.{{citar livro |\u00faltimo= Mattoso |primeiro= Jos\u00e9 |\u00faltimo2= Rosas |primeiro2= Fernando |t\u00edtulo= Hist\u00f3ria de Portugal |subt\u00edtulo= : o Estado Novo |volume=6 |ref=harv |ISBN=9723310864|editora= Estampa |local= Coimbra|edi\u00e7\u00e3o= |m\u00eas= |ano=1994|url= |acessadoem=}}Entrevista com [[Jos\u00e9 da Silva Lopes]], Miriam Mateus, prise de vue: Fran\u00e7ois Fabert - Lisboa, Centre Virtuel de Connaissance sur l'Europe (CVCE) 23.10.2007\n\nApesar de n\u00e3o ter rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com pa\u00edses do bloco Comunista, manteve rela\u00e7\u00f5es comerciais quer com a [[Rep\u00fablica Popular da China]], que durante as d\u00e9cadas de cinquenta e sessenta fazia uma boa parte do seu com\u00e9rcio externo atrav\u00e9s de [[Macau]], e outros pa\u00edses Socialistas [[\u00c1sia|Asi\u00e1ticos]].\n\nEm 1961, no seguimento da invas\u00e3o do [[Estado Portugu\u00eas da \u00cdndia]] corta rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com a [[Uni\u00e3o Indiana]].\n\nNesse mesmo ano, tem in\u00edcio a [[Guerra Colonial]]. Nos termos da [[Resolu\u00e7\u00e3o 1514 da Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas]], a [[ONU]] e muitos dos seus Estados membros come\u00e7am a pressionar o governo de Salazar para acelerar a descoloniza\u00e7\u00e3o. Este recusa a descoloniza\u00e7\u00e3o mas colabora sempre com o [[Comit\u00e9 de Tutela]] das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Desde a ades\u00e3o de Portugal \u00e0 ONU e coloca\u00e7\u00e3o das col\u00f3nias Portuguesas na lista de territ\u00f3rios sob tutela, que o governo de Salazar providencia anualmente estat\u00edsticas e dados nos quais demonstra os esfor\u00e7os portugueses em melhorar a vida das popula\u00e7\u00f5es dos territ\u00f3rios ultramarinos portugueses. Nessa altura s\u00e3o fundadas as primeiras Universidades na \u00c1frica Portuguesa, bem como uma rede de escolas e hospitais que ainda corresponde hoje em dia, com poucas altera\u00e7\u00f5es, \u00e0s redes escolar e hospitalar dos pa\u00edses independentes que formavam o Imp\u00e9rio Portugu\u00eas.\n\n== Guerra colonial ==\n{{Artigo principal|[[Guerra colonial portuguesa]]}}\nDesde o final da [[Segunda Guerra Mundial]], em [[1945]], que a comunidade internacional e a ONU vinham a defender a implementa\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de [[descoloniza\u00e7\u00e3o]] em todo o mundo. O Estado portugu\u00eas recusou-se a conceder a autodetermina\u00e7\u00e3o aos povos das regi\u00f5es [[colonialismo|colonizadas]]. Salazar, praticando uma pol\u00edtica de isolacionismo internacional sob o lema ''Orgulhosamente s\u00f3s'', levou Portugal a sofrer consequ\u00eancias extremamente negativas a n\u00edvel cultural e econ\u00f3mico.\n\nNo m\u00eas de mar\u00e7o de 1961, no norte de [[Angola]] acaba por estalar uma sangrenta revolta, com o assass\u00ednio de colonos civis, incluindo mulheres e crian\u00e7as. A chacina merece de Salazar a resposta: ''Para Angola rapidamente e em for\u00e7a''. Defensor de uma pol\u00edtica colonialista, Salazar alimenta as fileiras da guerra colonial, que se espalha \u00e0 [[Guin\u00e9-Bissau|Guin\u00e9]] e a [[Mo\u00e7ambique]], com o prop\u00f3sito de manter as chamadas ''[[Prov\u00edncia ultramarina|prov\u00edncias ultramarinas]]'' sob a [[Bandeira de Portugal|bandeira portuguesa]].\n\nNeste particular, o da defesa do colonialismo, Salazar e grande parte da oposi\u00e7\u00e3o estavam de acordo. Apenas o Partido Comunista, e s\u00f3 a partir de meados de 1950, por influ\u00eancia Sovietica, come\u00e7a a defender a descoloniza\u00e7\u00e3o. A defesa de um Portugal Ultramarino foi sempre suportada pelas mais destacadas figuras da oposi\u00e7\u00e3o, nomeadamente, Jo\u00e3o Soares (pai de Mario Soares), que foi Ministro das Colonias, e tamb\u00e9m os autodenominados \u201crepublicanos de tend\u00eancia socialista\u201d de revista de interven\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria e pol\u00edtica, [[Seara Nova]] que proclamavam que \u201cA Seara Nova entende que a finalidade ideal da na\u00e7\u00e3o, maior e profunda raz\u00e3o da sua independ\u00eancia, se liga indissoluvelmente \u00e0 miss\u00e3o colonizante e, por consequ\u00eancia, \u00e0 posse dos seus dom\u00ednios do ultramar. Destarte, qualquer perigo que impenda seriamente sobre as col\u00f3nias portuguesas, conturba e amea\u00e7a a vida de Portugal, no jogo \u00edntimo das suas energias e aspira\u00e7\u00f5es essenciais.\"N\u00ba Especial, \"O Problema Colonial\", N.\u00ba 68 e 69 - 9/1/26 - in \"SEARA NOVA ANTOLOGIA, Pela Reforma da Rep\u00fablica (2) 1921-1926\", ed. Seara Nova, 1972, pp.19-26 At\u00e9 o [[Jos\u00e9 Norton de Matos|General Norton de Matos]], l\u00edder da oposi\u00e7\u00e3o ao Estado Novo, apoiado por [[M\u00e1rio Soares]], em 1953, no seu livro \"Africa Nossa\", defendeu que Portugal tem \u201cpois de povoar essas terras, intensa e rapidamente, com fam\u00edlias brancas portuguesas e continuar a assimilar os habitantes de cor que l\u00e1 encontramos. Assimila\u00e7\u00e3o completa, material e espiritual\u201c.{{Citar livro| url= http://books.google.es/books/about/Africa_nossa.html?id=EyyknQEACAAJ&redir_esc=y |ultimo= Jos\u00e9 Norton de Matos |primeiro= Jos\u00e9 Mendes Ribeiro|t\u00edtulo=\u00c1frica Nossa |subt\u00edtulo= O Que Queremos e o Que N\u00e3o Queremos Nas Nossas Terras De \u00c1frica| local= Porto|editora= Edi\u00e7\u00f5es Mar\u00e1nus |ano= 1953|ref = harv}}\n\nA guerra colonial teve como consequ\u00eancias milhares de v\u00edtimas entre os povos que acabariam por se tornar independentes e entre portugueses. Teve forte impacto econ\u00f3mico em Portugal, e nas col\u00f3nias, aonde o desenvolvimento econ\u00f3mico foi muito acelerado em tempo de guerra; mas abalou as estruturas pol\u00edticas e sociais do Pa\u00eds, tendo sido uma das causas da queda do regime e do [[Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos|25 de Abril]].\n\n== \u00daltimos anos ==\n[[Ficheiro:Cartel-Oliveira Salazar.JPG|thumb|direita|Frase de Salazar, em azulejos de [[Jorge Cola\u00e7o]]: \"D\u00eamos \u00e0 na\u00e7\u00e3o optimismo, alegria, coragem, f\u00e9 nos seus destinos; retemperemos a sua alma forte ao calor dos grandes ideais e tomemos como nosso lema esta certeza inabal\u00e1vel: Portugal pode ser, se n\u00f3s quisermos, uma grande e pr\u00f3spera na\u00e7\u00e3o.\"]]\nO princ\u00edpio do fim de Salazar come\u00e7ou a [[3 de agosto]] de [[1968]], no [[Forte de Santo Ant\u00f3nio da Barra|Forte de Santo Ant\u00f3nio]], no Estoril. A queda de uma cadeira de lona, deixada em segredo primeiro, acabou por ditar o seu afastamento do Governo.\n\nAnt\u00f3nio de Oliveira Salazar preparava-se para ser tratado pelo calista, quando se deixou cair para uma cadeira de lona. Com o peso, a cadeira cedeu e o chefe do Governo caiu com viol\u00eancia, sofrendo uma pancada na cabe\u00e7a, nas lajes do terra\u00e7o do forte onde anualmente passava as f\u00e9rias, acompanhado pela governanta Maria de Jesus. Levantou-se atordoado, queixou-se de dores no corpo, mas pediu segredo sobre a queda e n\u00e3o quis que fossem chamados m\u00e9dicos, segundo conta Franco Nogueira.Salazar, Volume VI - O \u00daltimo Combate (1964-70). Outra testemunha, o barbeiro Manuel Marques, contraria esta tese. Segundo ele, Salazar n\u00e3o caiu na cadeira, que estava fora do lugar, mas tombou no ch\u00e3o desamparado. Segundo Marques, Salazar costumava ser distra\u00eddo e tinha o h\u00e1bito de \u00absaltar para as cadeiras\u00bb. Nesse dia, preparando-se para ler o jornal, caiu onde habitualmente estava uma cadeira, mas que nesse dia tinha sido movida.DACOSTA, Fernando - ''M\u00e1scaras de Salazar'', Lisboa, Casa das Letras, 2006, ISBN 972-46-0851-4 Ainda outra testemunha diz que Salazar n\u00e3o caiu de uma cadeira, e sim de uma banheira, testemunha essa que acompanhou Salazar da casa de banho at\u00e9 ao quarto no dia do sucedido.{{Citar web |url=http://dn.sapo.pt/2009/02/08/media/salazar_sic_caiu_banheira_e_da_cadei.html |t\u00edtulo=Salazar caiu na banheira e na cadeira\" in ''Di\u00e1rio de Not\u00edcias'' |acessodata=2009-02-13 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20090211085008/http://dn.sapo.pt/2009/02/08/media/salazar_sic_caiu_banheira_e_da_cadei.html |arquivodata=2009-02-11 |urlmorta=yes }}\n\nA vida de Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar prosseguiu normalmente e s\u00f3 tr\u00eas dias depois \u00e9 que o m\u00e9dico do Presidente do Conselho, Eduardo Coelho, soube do sucedido.{{Citar web |url=http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=103828 |t\u00edtulo=Descoberta da queda do Presidente do Conselho in ''Sol'' }} S\u00f3 16 dias depois, a 4 de Setembro, Salazar admite que se sente doente: \u00abN\u00e3o sei o que tenho\u00bb. A 6 de Setembro, \u00e0 noite, sai um carro de S\u00e3o Bento. Com o m\u00e9dico, Salazar e, no lugar da frente, o director da PIDE, Silva Pais. Salazar \u00e9 internado no [[Hospital de S\u00e3o Jos\u00e9]] e os m\u00e9dicos n\u00e3o se entendem quanto ao diagn\u00f3stico \u2212 hematoma intracraniano ou trombose cerebral \u2212, mas concordam que \u00e9 preciso operar, o que acontece a 7 de Setembro.\n\nSalazar foi afastado do governo em 27 de setembro de 1968, quando o ent\u00e3o presidente da rep\u00fablica, [[Am\u00e9rico Tom\u00e1s]], chamou Marcello Caetano para substitu\u00ed-lo.Ver {{citar web | url=http://dre.pt/pdfgratis/1968/09/22900.pdf | t\u00edtulo= Decreto N\u00b0 48597 | publicado=dre.pt }} da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. A 4 de outubro desse ano (pelo 58.\u00ba anivers\u00e1rio da implanta\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica) recebeu o grande-colar da [[Ordem do Infante D. Henrique]]. Os m\u00e9dicos temiam que, depois de ter vencido a doen\u00e7a, n\u00e3o sobrevivesse \u00e0 revela\u00e7\u00e3o de que j\u00e1 n\u00e3o era [[Chefe de Estado]]. Deste modo, at\u00e9 morrer, em [[1970]], Salazar nunca chegou a saber que tinha sido substitu\u00eddo, continuando a falar como se fosse ainda o chefe do Governo e as visitas que recebia sustentavam a mentira piedosa, situa\u00e7\u00e3o verdadeiramente tr\u00e1gica que s\u00f3 poderia acabar pela morte ou por inadvertida indiscri\u00e7\u00e3o.{{Citar web|titulo=Salazar acreditava que ainda era chefe do Governo|url=https://expresso.pt/dossies/dossiest_actualidade/doss_salazar_40_anos/salazar-acreditava-que-ainda-era-chefe-do-governo=f596229|obra=Jornal Expresso|acessodata=2019-07-27|lingua=pt-PT}}\n\nMorreu a 27 de Julho de 1970 e foi sepultado em campa rasa, ao lado dos pais, no cemit\u00e9rio da sua aldeia.{{Citar web|url=http://www.geocities.com/capitolhill/lobby/6559/perfil22.html|t\u00edtulo=Salazar, o Pr\u00edncipe encarcerado, Funda\u00e7\u00e3o Oliveira Salazar|acessodata=2007-03-25|arquivourl=https://web.archive.org/web/20070703191327/http://www.geocities.com/capitolhill/lobby/6559/perfil22.html|arquivodata=2007-07-03|urlmorta=yes}}\n\n== Salazar e os Comunistas ==\nEm 8 de setembro de 1936, teve lugar em Lisboa a [[Revolta dos Marinheiros de 1936|Revolta dos Marinheiros]], tamb\u00e9m conhecida como ''[[Motim dos Barcos do Tejo]]'', mais uma aparatosa ac\u00e7\u00e3o levada a cabo durante a Guerra Civil Espanhola contra a ditadura portuguesa. A ac\u00e7\u00e3o foi desencadeada pela [[Organiza\u00e7\u00e3o Revolucion\u00e1ria da Armada]] (ORA), estrutura criada em 1932 para agrupar as c\u00e9lulas do [[Partido Comunista Portugu\u00eas]] (PCP) da Marinha. A organiza\u00e7\u00e3o editava um mens\u00e1rio intitulado ''O Marinheiro Vermelho''. Os marinheiros comunistas sublevaram as tripula\u00e7\u00f5es dos navios de guerra ''D\u00e3o'', ''Bartolomeu Dias'' e ''Afonso de Albuquerque'', procurando sair com eles da Barra do Tejo. Ap\u00f3s uma intensa troca de tiros travada entre estes e o Forte de S\u00e3o Juli\u00e3o, que causou a morte de 10 marinheiros, a revolta fracassou e os sublevados foram presos. Foi o \u00faltimo desafio militar ao Estado Novo at\u00e9 aos acontecimentos que em 1974 levaram \u00e0 sua queda.\n\n== Salazar e os mon\u00e1rquicos ==\nSalazar conseguiu alimentar durante muito tempo a lenda dos seus sentimentos [[monarquia|mon\u00e1rquicos]]. O conhecimento que hoje temos dos seus \"escritos de juventude\",{{Citar web |url=http://www.angelfire.com/pq/unica/monumenta_jmq_origens_salazar.htm |t\u00edtulo=Publicados por Manuel Braga da Cruz; cf. Jos\u00e9 Manuel Quintas, \"Origens do pensamento de Salazar\", ''Hist\u00f3ria'', n\u00ba 4/5, Julho / Agosto 1998, pp. 77\u201383. |acessodata=2007-12-29 |arquivourl=https://web.archive.org/web/20080430035054/http://www.angelfire.com/pq/unica/monumenta_jmq_origens_salazar.htm |arquivodata=2008-04-30 |urlmorta=yes }}CUNHA, Carlos Guimar\u00e3es. ''Salazar e os Mon\u00e1rquicos: A Tentativa Restauracionista de 1951''. Lisboa, S\u00edtio do Livro Lda, 2010. pp. 93-96. a observa\u00e7\u00e3o cuidada dos acontecimentos pol\u00edticos da \u00e9poca e o conte\u00fado da correspond\u00eancia entre Salazar e Caetano, revelam que o seu alegado \"monarquismo\" se inseriu num habilidoso jogo pol\u00edtico atrav\u00e9s do qual Salazar conseguiu obter o apoio de alguns [[mon\u00e1rquicos]] para sustentar o seu \"Estado Novo\".M\u00e1rio Saraiva, ''Sob o Nevoeiro'', Lisboa, 1987, pp. 223\u2013235.CUNHA, Carlos Guimar\u00e3es. ''Salazar e os Mon\u00e1rquicos: A Tentativa Restauracionista de 1951''. Lisboa, S\u00edtio do Livro Lda, 2010. pp. 95\u201396.\n\nO seu [[antimonarquismo]] come\u00e7ou a revelar-se dentro do [[Centro Cat\u00f3lico Portugu\u00eas]], quando, no seu congresso de [[1922,]] vinga a tese de Salazar de que o Centro deveria aceitar o regime republicano \"sem pensamento reservado\". Mon\u00e1rquicos cat\u00f3licos, com destaque, entre outros, para Fernando de Sousa (Nemo), [[Alberto Pinheiro Torres]], [[Diogo Pacheco de Amorim]], abandonaram ent\u00e3o o Centro Cat\u00f3lico.\n\nAo chegar ao poder, no discurso que proferiu em 9 de junho de [[1928]], a solu\u00e7\u00e3o do \"problema pol\u00edtico\" do regime (monarquia ou rep\u00fablica) surgia ainda em \u00faltimo lugar nas suas prioridades. Uma resolu\u00e7\u00e3o tomada dois anos depois, por\u00e9m, revelava a grande dist\u00e2ncia que ia entre as suas palavras e os seus actos. Ap\u00f3s a falhada [[Monarquia do Norte]], em [[1919]], umas centenas de oficiais do ex\u00e9rcito foram afastados do servi\u00e7o ou demitidos, quando dominava a cena pol\u00edtica o [[Partido Democr\u00e1tico (Portugal)|Partido Democr\u00e1tico]] de [[Afonso Costa]]. Mais tarde, o governo de [[Ant\u00f3nio Maria da Silva]], para amainar os \u00e2nimos j\u00e1 muito exaltados contra a [[Primeira Rep\u00fablica Portuguesa|Primeira Rep\u00fablica]], apresentou no parlamento e no senado um projecto visando a reintegra\u00e7\u00e3o no servi\u00e7o activo daqueles oficiais. O golpe militar de 28 de maio de [[1926]] interrompeu o processo, mas, em [[1930]], o tenente-coronel [[Adriano Strecht de Vasconcelos]] apresentou ao presidente [[\u00d3scar Carmona]] um documento intitulado \"A Situa\u00e7\u00e3o Jur\u00eddica dos militares afastados do servi\u00e7o do Ex\u00e9rcito em 1919\", pedindo justi\u00e7a. Oliveira Salazar reagiu impedindo a reintegra\u00e7\u00e3o daqueles oficiais mon\u00e1rquicos.\n\nNa sequ\u00eancia da morte de dom [[Manuel II de Portugal|Manuel II]], em 2 de julho de [[1932]], a ilus\u00e3o do \"monarquismo\" de Salazar caiu por completo quando o seu governo se apropriou dos bens da [[Casa de Bragan\u00e7a]] instituindo a [[Funda\u00e7\u00e3o da Casa de Bragan\u00e7a]]. A derradeira prova de que Salazar n\u00e3o queria a monarquia deu-se em [[1951]] no congresso da [[Uni\u00e3o Nacional]], em [[Coimbra]]. Em discurso encomendado por Salazar, [[Marcello Caetano]] vem a travar naquele congresso as teses da restaura\u00e7\u00e3o da monarquia.Marcelo Caetano, ''Minhas Mem\u00f3rias de Salazar'', pp. 391, 581\u2013583\n\nTemos ainda a consci\u00eancia desse facto, que Salazar n\u00e3o apoiava a monarquia mas que se servia dos mon\u00e1rquicos que o admiravam e perseguia quem n\u00e3o o fazia na hist\u00f3ria do [[Integralismo Lusitano]].\n\n== Os amores de Salazar ==\nA imagem de Salazar na opini\u00e3o p\u00fablica era de um homem inteiramente dedicado \u00e0 na\u00e7\u00e3o, quase um monge, afastado de tenta\u00e7\u00f5es femininas, e a censura encarregava-se de manter essa imagem. Contudo isso n\u00e3o corresponde \u00e0 verdade. Salazar teve v\u00e1rios casos amorosos, embora receasse apaixonar-se. Um dos seus colegas de semin\u00e1rio comenta\u02d0 ''\"Ele nunca pronuncia as palavras que as pessoas esperam, n\u00e3o cede a impulsos, mal deu qualquer coisa de seu cora\u00e7\u00e3o, ele apressa-se a retir\u00e1-lo\".''\n\nA primeira mulher da sua vida foi uma ruiva, Felismina de Oliveira, uma amiga da sua irm\u00e3. Era uma jovem de origem modesta, que a acompanhava aos s\u00e1bados nas visitas a Salazar no semin\u00e1rio. A oposi\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia de Felismina e a carreira religiosa que O. Salazar seguia acabaram com a rela\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, Salazar sai do semin\u00e1rio e entra na Universidade de Coimbra, na altura da proclama\u00e7\u00e3o da Primeira Rep\u00fablica de Portugal.\n\nEm Coimbra tem um romance com a pianista Gl\u00f3ria Castanheira, e depois com a sobrinha desta, Maria Laura Campos, casada, com a qual se encontra v\u00e1rias vezes num hotel - o Hotel Borges, em Lisboa -entre 1931 e 1932, mesmo depois de ela casar pela segunda vez. O caso termina quando Laura , acompanhada do marido, se muda para Sevilha. Tamb\u00e9m no hotel Borges se encontrar\u00e1 com Mercedes de Castro, rica e filha de um diplomata.\n\nTamb\u00e9m se relacionou com Maria Emilia Vieira, uma jovem que, antes de conhecer o ditador, j\u00e1 tinha vivido aventuras bo\u00e9mias em Paris, como astr\u00f3loga e dan\u00e7arina .\n\nO seu \u00faltimo ''affaire'', o mais forte e duradouro, parece ter sido o que manteve com [[Christine Garnier,]] jornalista e escritora francesa. Esta, tamb\u00e9m casada, tinha-se deslocado, em 1961, propositadamente a Portugal com a ideia de escrever um livro sobre Salazar. Ele convida-a a vir a Portugal nas f\u00e9rias; em Santa Comba D\u00e3o; ela espanta-se com a mod\u00e9stia da casa. Christine torna-se a sua favorita, e a partir da\u00ed faz viagens frequentes entre Portugal e Fran\u00e7a. Salazar abandona por um tempo a sua habitual avareza e enche-a de presentes. O livro \u00e9 escrito\u02d0 ''F\u00e9rias com Salazar'', um sucesso de vendas.{{citar web|url=https://www.libertaddigital.com/chic/corazon/2014-03-09/antonio-salazar-los-romances-del-seminarista-1276512615/|titulo=Antonio Salazar: los romances del seminarista|data=9 de Mar\u00e7o de 2014|acessodata=|publicado=Libertad Digital|ultimo=Ayuso|primeiro=Barbara}}{{citar livro|t\u00edtulo=Femmes de Dictateur (Cap.\u02d0 Antonio Salazar, jeux interdits pour un s\u00e9minariste)|ultimo=Ducret|primeiro=Diane|editora=Perrin|ano=2013|acessodata=}}\n\nV\u00e1rios historiadores e observadores apontam como prov\u00e1vel um amor plat\u00f3nico da sua governanta virgem, Maria de Jesus Caetano Freire, por ele. Ela tinha-o seguido de Coimbra, onde j\u00e1 o servia, para Lisboa, em 1928. Era uma mulher dura e forte, r\u00edgida, vingativa, de uma ''\"dedica\u00e7\u00e3o canina\"'' ao ditador - ''\"uma personagem importante''\", diz ele mesmo. A governanta \u00e9 ciumenta das aten\u00e7\u00f5es que este dispensa, por exemplo, \u00e0s duas garotas que recebeu em S\u00e3o Bento e que s\u00e3o da fam\u00edlia de Maria de Jesus. Micas, (Maria da Concei\u00e7\u00e3o Rita) uma das crian\u00e7as, conta que Salazar era incapaz de se ir deitar sem passar pelo seu quarto a compor-lhe a roupa e afagar-lhe os cabelos; tamb\u00e9m era ele quem com elas brincava e lhes contava hist\u00f3rias. Salazar, visto como um homem frio e distante, que raramente sorria, era no entanto carinhoso e preocupado com os seus mais \u00edntimos.{{citar web|url=https://www.dn.pt/gente/interior/a-mulher-que-humaniza-o-ditador-1585883.html|titulo=A mulher que humaniza o ditador|data=5 de Junho de 2010|acessodata=|publicado=Di\u00e1rio de Not\u00edcias|ultimo=Raposo|primeiro=Lumena}}\n\n== Atentado ==\nEm\u00eddio Santana, anarquista, fundador do Sindicato Nacional dos Metal\u00fargicos, tentou assassinar Salazar em 4 de Julho de 1937. Este ia a caminho da missa numa capela privada em Lisboa. Quando sa\u00eda do carro, uma bomba explodiu a cerca de 3 metros , mas Salazar escapou s\u00e3o e salvo. O carro oficial foi ent\u00e3o substitu\u00eddo por um Chrysler Imperial blindado. Hitler felicita Salazar por ter escapado e Mussolini envia elementos da sua guarda pretoriana para ajudar nas persegui\u00e7\u00f5es que se seguiram.{{citar web|url=http://www.destak.pt/artigo/1842|titulo=\u00danico atentado contra o ditador Oliveira Salazar foi h\u00e1 70 anos|data=4 de Julho de 2007|acessodata=|publicado=Destak|ultimo=|primeiro=}}{{citar web|url=https://www.dn.pt/media/interior/o-atentado-contra-salazar-em-1937-5320698.html|titulo=O atentado contra Salazar em 1937|data=4 de Agosto de 2016|acessodata=|publicado=Di\u00e1rio de Not\u00edcias|ultimo=Ferreira|primeiro=Leon\u00eddio Paulo}} A PIDE lan\u00e7a uma ca\u00e7a ao homem com pris\u00f5es indiscriminadas e torturas. Em\u00eddio Santana fugiu para a Gr\u00e3-Bretanha, onde foi preso pela pol\u00edcia brit\u00e2nica e entregue a Portugal. Ele foi ent\u00e3o condenado a 16 anos de pris\u00e3o.{{citar livro|t\u00edtulo=Ant\u00f3nio Guterres: Os segredos do poder (Cap\u02d0 o Homem que quis matar Salazar)|ultimo=Cunha|primeiro=Adelino|editora=Al\u00eatheia Editores|ano=2013|acessodata=}}\n\nCom o apoio da Igreja e dos mais altos cl\u00e9rigos, rezaram-se missas de ac\u00e7\u00f5es de gra\u00e7as por todo o pa\u00eds; o desfecho do atentado contribuiu, em boa medida, para consolidar a imagem providencialista desde sempre associada \u00e0 figura de O.Salazar, restaurador das finan\u00e7as e condutor dos destinos da na\u00e7\u00e3o.{{citar web|url=https://observador.pt/especiais/salazar-a-historia-e-os-detalhes-do-atentado-a-bomba-de-1937-de-que-o-ditador-escapou/|titulo=Salazar. A hist\u00f3ria e os detalhes do atentado \u00e0 bomba de 1937 de que o ditador escapou|data=1 de novembro de 2017|acessodata=|publicado=Observador|ultimo=|primeiro=}}\n\n== A Concordata ==\nEm 1911 tinha sido publicada a Lei da Separa\u00e7\u00e3o do Estado das Igrejas, de Afonso Costa. Um documento que o Papa Pio X declarara nulo \u201ccomo uma lei que despreza a Deus\u201d e que \u201cenxovalha e insulta a majestade do Pontificado Romano, o episcopado, o clero e o povo Lusitano e at\u00e9 os cat\u00f3licos todos do universo\u201d. Se a religi\u00e3o cat\u00f3lica tinha deixado de ser a do Estado, n\u00e3o tinha no entanto deixado de ser a de parte do povo, como mostraram fen\u00f3menos de religiosidade popular como F\u00e1tima, em 1917.\n\nEm 1940, depois de aturadas negocia\u00e7\u00f5es, Salazar assina a [[Concordata entre a Santa S\u00e9 e Portugal de 1940|Concordata entre a Santa S\u00e9 e Portugal]], o culminar da aproxima\u00e7\u00e3o entre Portugal e a Santa S\u00e9, que tinha come\u00e7ado logo ap\u00f3s o fim da I Rep\u00fablica. A quest\u00e3o da indemniza\u00e7\u00e3o da Igreja Cat\u00f3lica pela nacionaliza\u00e7\u00e3o dos seus bens durante a Primeira Rep\u00fablica foi reivindicada pela Santa S\u00e9 mas Salazar rejeita por\u00e9m tal hip\u00f3tese e adopta um regime de separa\u00e7\u00e3o de poderes entre o Estado e a Igreja. Salazar imp\u00f4s os seus pontos de vista, fazendo um acordo cujas benesses para a Igreja ficaram muito aqu\u00e9m das vantagens oferecidas noutras concordatas, como a italiana ou a espanhola, conferindo-lhe uma plasticidade que permitiu a sua persist\u00eancia no ordenamento jur\u00eddico portugu\u00eas at\u00e9 2004 tendo inclusivamente sobrevivido ao 25 de Abri de 1974. No per\u00edodo revolucion\u00e1rio sofreu apenas uma altera\u00e7\u00e3o, em 1975, ao artigo 24\u00ba, remetendo a indissolubilidade do casamento cat\u00f3lico para a esfera do direito can\u00f3nico e da consci\u00eancia dos c\u00f4njuges, acabando assim com a proibi\u00e7\u00e3o do div\u00f3rcio civil para os casamentos cat\u00f3licos.Decreto 187/75 - Visto e aprovado em Conselho de Ministros. - Vasco dos Santos Gon\u00e7alves - Francisco Salgado Zenha - M\u00e1rio Soares \u2013 Promulgado pelo Presidente Francisco da Costa Gomes.\n\n== Salazar na Literatura Portuguesa ==\nSegundo o historiador [[Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Saraiva]], que foi opositor do regime, exilado pol\u00edtico e militante do Partido Comunista, quem l\u00ea os \"Discursos e Notas\" de Salazar \u201cfica subjugado pela limpidez e concis\u00e3o do estilo, a mais perfeita e cativante prosa doutrin\u00e1ria que existe em l\u00edngua portuguesa, atravessada por um ritmo afectivo poderoso\u201d. Segundo este autor da \"Hist\u00f3ria da Literatura Portuguesa\" (obra conjunta com \u00d3scar Lopes) a prosa de Salazar merece um lugar de relevo na Hist\u00f3ria da Literatura Portuguesa (e s\u00f3 considera\u00e7\u00f5es pol\u00edticas a arredaram do lugar que lhe compete). Salazar \u00e9 detentor de \u201cuma prosa que guarda a lucidez da grande prosa do s\u00e9culo XVII, e de onde \u00e9 banida toda a nebulosidade, toda a distrac\u00e7\u00e3o, toda a frouxid\u00e3o, tudo o que frequentemente torna obscura ou despropositadamente ofuscante a prosa dos nossos doutrinadores.\" {{Nota de rodap\u00e9| Saraiva considera ainda Salazar como um homem rigoroso e muito competente e diz que \u201cSalazar foi, sem d\u00favida, um dos homens mais not\u00e1veis da Hist\u00f3ria de Portugal e possu\u00eda uma qualidade que os homens not\u00e1veis nem sempre possuem: a recta inten\u00e7\u00e3o\u201d}}.Ant\u00f3nio Jos\u00e9 Saraiva in \u201cExpresso\u201d de 22 de Abril de 1989\n\n== Genealogia ==\n
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'''Genealogia de Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar'''
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{{ahnentafel-compact6\n |style=font-size: 90%; line-height: 110%;\n |border=1\n |boxstyle=padding-top: 0; padding-bottom: 0;\n |boxstyle_1=background-color: #fcc;\n |boxstyle_2=background-color: #fb9;\n |boxstyle_3=background-color: #ffc;\n |boxstyle_4=background-color: #bfc;\n |boxstyle_5=background-color: #9fe;\n |boxstyle_6=background-color: #8ff;\n |1= 1. '''Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar'''\n |2= 2. Ant\u00f3nio de Oliveira
1839-1932\n |3= 3. Maria do Resgate Salazar
1845-1926\n |4= 4. Manuel de Oliveira
1801-??\n |5= 5. Teresa Pais
1809-??\n |6= 6. Jos\u00e9 de Lemos Salazar
1807-??\n |7= 7. Felicidade Violante da Trindade de Jesus
??-??\n |8= 8. Francisco de Oliveira
1771-??\n |9= 9. Mariana Ferreira (''ou'' Coelho)\n |10= 10. Manuel de Andrade\n |11= 11. Maria Pais\n |12= 12. Pl\u00e1cido Faria de Lemos\n |13= 13. Joaquina Maria do Esp\u00edrito Santo\n |14= 14. ?\n |15= 15. Ana Rita da Trindade\n |16= 16. Ant\u00f3nio de Oliveira
1742-??\n |17= 17. Maria de Oliveira\n |18= 18. Manuel Ferreira\n |19= 19. Lu\u00edsa Coelho\n |20= 20. Jos\u00e9 de Andrade\n |21= 21. Maria Marques\n |22= 22. Manuel de Abreu\n |23= 23. Isabel Castanheira\n |24= 24. ''Capit\u00e3o'' Jo\u00e3o de Lemos Salazar e Abreu
1728-??\n |25= 25. Francisca Michaella de Abreu\n |26= 26. Manuel Francisco Coimbra
1732-??\n |27= 27. Josefa Maria Coelho de Oliveira\n |28= 28. ?\n |29= 29. ?\n |30= 30. ?\n |31= 31. ?\n |32= 32. Jo\u00e3o da Fonseca
''Filho de'' Manuel Rebelo ''e de'' Catarina da Fonseca\n |33= 33. Maria de Oliveira
''Filha de'' Agostinho de Oliveira ''e de'' B\u00e1rbara Dias\n |34= 34. Pedro de Faria\n |35= 35. Maria Josefa de Oliveira\n |36= 36. Manuel Ferreira Coelho
''Filho de'' Manuel Ferreira ''e de'' Ana da Cruz Coelho\n |37= 37. Maria de Almeida
''Filha de'' Manuel Rodrigues de Brito ''e de'' Ant\u00f3nia de Almeida\n |38= 38. Jos\u00e9 Coelho
''Filho de'' Jo\u00e3o Alves ''e de'' Maria Cordeiro\n |39= 39. Ant\u00f3nia Pais
''Filha de'' Manuel Fernandes Seixas ''e de'' Joana Pais\n |40= 40. Manuel de Andrade
''Filho de'' Manuel de Andrade ''e de'' Ana Francisca\n |41= 41. Maria Gaspar
''Filha de'' Manuel Nunes ''e de'' Ana Gaspar\n |42= 42. Ant\u00f3nio Marques
''Filho de'' Ant\u00f3nio Marques ''e de'' Maria Sim\u00f5es\n |43= 43. Maria Domingues
''Filha de'' Ant\u00f3nio Jo\u00e3o ''e de'' Maria Domingues\n |44= 44. Manuel de Abreu
''Filho de'' Manuel de Abreu ''e de'' Simoa Fernandes\n |45= 45. Maria Pais
''Filha do'' ''Padre'' Manuel Pais ''e de'' Ascen\u00e7a dos Reis\n |46= 46. Manuel Castanheira
''Filho de'' Jo\u00e3o Nunes ''e de'' Maria Castanheira\n |47= 47. Maria Nunes
''Filha de'' Gabriel Alves ''e de'' Ana Nunes\n |48= 48. Jos\u00e9 Gouveia dos Santos
''Filho de'' Manuel Gon\u00e7alves ''e de'' Nat\u00e1lia dos Santos\n |49= 49. Maria Lu\u00edsa de Salazar do Esp\u00edrito Santo
''Filha de'' Dion\u00edsio de Lemos Salazar ''e de'' Maria Rodrigues Coelho
''Neta pat. de'' Jo\u00e3o de Lemos Salazar ''e de'' Joana Baptista de Oliveira
''Neta mat. do'' ''Padre'' Cristov\u00e3o de Moura ''e de'' Maria Rodrigues
''Jo\u00e3o: filho de'' Matias de Lemos Ferreira ''e de'' Catarina Salazar
''Padre Cristov\u00e3o: filho de'' Manuel da Fonseca ''e de'' Quit\u00e9ria Mouzinho de Albuquerque
\n |50= 50. Pl\u00e1cido de Faria e Abreu
''Filho de'' Manuel de Faria Pimentel ''e de'' Ana de Abreu
''Neto pat. de'' Ant\u00f3nio Francisco ''e de'' Clara de Faria
''Neto mat. do'' ''Padre'' Francisco Abreu ''e de'' Mariana da Silva
\n |51= 51. Maria da Costa\n |52= 52. Manuel Francisco
''Filho de'' Manuel de Babo ''e de'' Catarina Francisca\n |53= 53. Juliana (''ou'' Fabiana) Correia
''Filha de'' Bartolomeu Ferreira ''e de'' Maria Correia\n |54= 54. Benedito de Oliveira
''Filho de'' Manuel Cardoso ''e de'' Helena de Oliveira\n |55= 55. Isabel Gomes da Cruz
''Filha de'' Matias Gomes ''e de'' \u00darsula da Cruz\n |56= 56. ?\n |57= 57. ?\n |58= 58. ?\n |59= 59. ?\n |60= 60. ?\n |61= 61. ?\n |62= 62. ?\n |63= 63. ?\n}}
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\n\n== Na cultura popular ==\n=== Televis\u00e3o ===\n* Salazar foi interpretado por [[Diogo Morgado]] na s\u00e9rie \"[[A Vida Privada de Salazar]]\", produzida pela [[SIC]] em [[2009]].\n\n=== ''Os Grandes Portugueses'' ===\nNo programa da [[R\u00e1dio e Televis\u00e3o de Portugal|RTP]] ''[[Os Grandes Portugueses]]'', realizado em Mar\u00e7o de 2007, Salazar foi a mais votada das personalidades em jogo, com 42% dos votos expressos, seguido de [[\u00c1lvaro Cunhal]], com 19%, e de [[Aristides de Sousa Mendes]], com 13%.{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20140216165335/http://www.rtp.pt/programa/tv/p21257|titulo=Grandes Portugueses|data=16 de Fevereiro de 2014|acessodata=|publicado=RTP (Arquivado em WayBack Machine)|ultimo=|primeiro=}}{{citar web|url=http://www.publico.pt/media/noticia/salazar-eleito-o-maior-portugues-de-sempre-em-programa-da-rtp-1289390 |t\u00edtulo=Salazar eleito \"o maior portugu\u00eas de sempre\" em programa da RTP |publicado=[[P\u00fablico (jornal)|P\u00fablico]] |acessodata=6 de maio de 2011}} [[Jaime Nogueira Pinto]], professor universit\u00e1rio, fez a sua apresenta\u00e7\u00e3o.\n\nO concurso de modo algum \u00e9 representativo da opini\u00e3o p\u00fablica portuguesa, dado consistir de vota\u00e7\u00f5es telef\u00f3nicas, no total de 159.245, o que n\u00e3o atinge sequer dois por cento da popula\u00e7\u00e3o.{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20120323070939/http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/grandesportugueses/index.php|titulo=FINAL DO PROGRAMA \"OS GRANDES PORTUGUESES\" O NOSSO AGRADECIMENTO A TODOS OS QUE PARTICIPARAM|data=|acessodata=22 de Outubro de 2018|publicado=RTP (Arquivado em WayBack Machine)|ultimo=|primeiro=}} \u00c9 desvalorizado por alguns historiadores como [[Jos\u00e9 Mattoso]], [[Ant\u00f3nio Reis (professor)|Ant\u00f3nio Reis]], [[Ant\u00f3nio Manuel Hespanha]] e [[Fernando Rosas]], que acusaram a RTP de ''desinforma\u00e7\u00e3o e manipula\u00e7\u00e3o'' num texto publicado no jornal [[Expresso (Portugal)|Expresso]]. Em declara\u00e7\u00f5es ao [[Di\u00e1rio de Not\u00edcias (Portugal)|Di\u00e1rio de Not\u00edcias]], [[Nuno Nogueira Santos|Nuno Santos]], ex-director de programas da RTP, considera que a acusa\u00e7\u00e3o ''\u00e9 de mau gosto e revela m\u00e1-f\u00e9''.\n\nAp\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o do concurso, a RTP encomendou uma sondagem/estudo de opini\u00e3o \u00e0 Eurosondagem, em Mar\u00e7o de 2007 , com 1048 entrevistas pessoais e resultados muito diferentes.{{citar web|url=https://web.archive.org/web/20110927132115/http://www.rtp.pt/wportal/sites/tv/grandesportugueses/SondagemGrandesPortugueses.pdf|titulo=Estudo de Opini\u00e3o - Eurosondagem/RTP|data=Mar\u00e7o de 2007|acessodata=|publicado=RTP (Arquivado em WayBack Machine)|ultimo=|primeiro=}} Outra sondagem da Marktest tamb\u00e9m chegou, atrav\u00e9s de apenas 807 entrevistas, a resultados muito diversos.{{citar web|url=https://www.marktest.com/wap/a/n/id~d5b.aspx|titulo=O melhor Portugu\u00eas de sempre|data=22 de Mar\u00e7o de 2007|acessodata=|publicado=Marktest|ultimo=|primeiro=}}\n\n== Biografia cronol\u00f3gica ==\n* 1889: Nasce em [[Vimieiro (Santa Comba D\u00e3o)|Vimieiro]], [[Santa Comba D\u00e3o]].\n* 1914: Em [[Coimbra]], conclui o curso de Direito.\n* 1918: Professor de Ci\u00eancia Econ\u00f3mica.\n* 1926: Ap\u00f3s o golpe de 28 de Maio \u00e9 convidado para Ministro das Finan\u00e7as; ao fim de 13 dias renuncia ao cargo.\n* 1928: \u00c9 novamente convidado para Ministro das Finan\u00e7as; nunca mais abandonar\u00e1 o poder.\n* 1930: Nasce a Uni\u00e3o Nacional.\n* 1932: Presidente do Minist\u00e9rio.\n* 1933: \u00c9 plebiscitada uma nova constitui\u00e7\u00e3o que d\u00e1 in\u00edcio ao Estado Novo. Fim da ditadura militar. \u00c9 posto um fim ao nome \"presidente do Minist\u00e9rio\", passando-se a suar \"presidente do Conselho de Ministros\".\n* 1936: Na [[Guerra Civil de Espanha]] apoia Franco; cria a Legi\u00e3o Portuguesa e a Mocidade Portuguesa; abre as col\u00f3nias penais do Tarrafal e de Peniche\n* 1937: Escapa a um atentado dos anarquistas.\n* 1939: Iniciada a [[Segunda Guerra Mundial]], Salazar conseguir\u00e1 manter a neutralidade do pa\u00eds.\n* 1940: [[Exposi\u00e7\u00e3o do Mundo Portugu\u00eas]].\n* 1943: Cede aos Aliados uma base militar nos A\u00e7ores.\n* 1945: A [[PIDE]] substitui a [[PVDE]].\n* 1949: Contra [[Jos\u00e9 Norton de Matos|Norton de Matos]], Carmona \u00e9 reeleito Presidente da Rep\u00fablica; Portugal \u00e9 admitido como membro da [[Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte|NATO]].\n* 1951: Contra [[Quint\u00e3o Meireles]], [[Francisco Craveiro Lopes|Craveiro Lopes]] \u00e9 eleito Presidente da Rep\u00fablica.\n* 1958: Contra [[Humberto Delgado]], Am\u00e9rico Tom\u00e1s \u00e9 eleito Presidente da Rep\u00fablica; o Bispo do Porto, [[Ant\u00f3nio Ferreira Gomes]] critica a pol\u00edtica salazarista.\n* 1960: Portugal celebra a ades\u00e3o ao Fundo Monet\u00e1rio Internacional.\n* 1961: 22/01, ataque ao navio [[N/T Santa Maria|Santa Maria]] por anti-salazaristas, que se asilam no Brasil logo ap\u00f3s a posse de [[Janio Quadros]]; 04/02, assalto \u00e0s pris\u00f5es de Luanda; 11/03, tentativa de golpe de [[Botelho Moniz]]; 21/04, resolu\u00e7\u00e3o da ONU condenando a pol\u00edtica africana de Portugal; 19/12, a Uni\u00e3o Indiana invade Goa, Dam\u00e3o e Diu; [[31 de dezembro]] de [[1961]] para [[1 de janeiro]] de [[1962]], revolta de Beja.\n* 1963: O PAIGC abre nova frente de batalha na Guin\u00e9.\n* 1964: A [[FRELIMO]] inicia a luta pela independ\u00eancia, em Mo\u00e7ambique.\n* 1965: Crise acad\u00e9mica; a PIDE assassina Humberto Delgado.\n* 1966: Salazar inaugura a ponte sobre o Tejo.\n* 1968: Na sequ\u00eancia de um acidente (queda de uma cadeira), Salazar fica fisicamente incapacitado para governar.\n* 1970: Morte de Salazar.\n\n{{Notas}}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Bibliografia ==\n{{Refbegin|2}}\n* {{Citar livro|url=https://archive.org/details/portugalofsalaza011716mbp|ultimo= Derrick|primeiro=R.J. Stove|t\u00edtulo=The Portugal of Salazar||lingua=ingl\u00eas| local=NY |editora=Campion Books, Ltd.|ano= 1938|ref = harv}}\n* [[Marcello Caetano|CAETANO, Marcello]]. ''Minhas mem\u00f3rias de Salazar''. Lisboa, Verbo, 1977.\n* COELHO, Antonio Macieira. ''Salazar, o fim e a morte: hist\u00f3ria de uma mistifica\u00e7\u00e3o''. Lisboa, D. Quixote, 1995. ISBN 972-20-1272-X.\n* CUNHA, Carlos Guimar\u00e3es. ''Salazar e os Mon\u00e1rquicos: A Tentativa Restauracionista de 1951''. Lisboa, S\u00edtio do Livro Lda, 2010. ISBN 978-089-8413-03-1\n* Ducret, Diane - ''Femmes de Dictateur''. Perrin, 2013.\n* {{Citar livro|url=http://books.google.es/books?id=CPN_QgAACAAJ&dq=egerton+salazar&hl=es&sa=X&ei=L8OMU9HHBcvisASUk4L4Dg&ved=0CDkQ6AEwAQ |ultimo= Egerton|primeiro=F. Clement C|t\u00edtulo=Salazar, Rebuilder of Portuga||lingua=ingl\u00eas| local=Londres |editora=Hodder & Stoughton|ano= 1943|ref = harv}}\n* {{Citar livro|url= http://books.google.es/books/about/Wartime_Mission_in_Spain.html?id=W0wmAAAAMAAJ&redir_esc=y |ultimo= [[:en:Carlton J. H. Hayes|Hayes]] |primeiro=Carlton J.H|t\u00edtulo=Wartime mission in Spain, 1942-1945|lingua=ingl\u00eas|edi\u00e7\u00e3o= 1 | local=NY |editora=Macmillan Company 1st Edition|ano= 1945|isbn= 9781121497245 |ref = harv}}\n* {{Citar livro|url=http://books.google.es/books/about/Ambassador_on_Special_Mission.html?id=w0vPAAAAMAAJ&redir_esc=y|ultimo= [[:en:Samuel Hoare, 1st Viscount Templewood|Hoare]] |primeiro=Samuel|t\u00edtulo=Ambassador on Special Mission|lingua=ingl\u00eas|edi\u00e7\u00e3o= 1 | local=Londres |editora=Collins|ano= 1946|p\u00e1ginas=124 e 125|ref = harv}}\n* KARIMI, Kian-Harald. '''Es wird nicht diskutiert!' Die Ordnung des Diskurses im Neuen Staat'', in: Henry Thorau (ed.): Portugiesische Literatur. Frankfurt/Main, Suhrkamp, 1997, pp. 236\u2013258.\n* {{Citar livro|url=http://books.google.es/books/about/Salazar_and_Modern_Portugal.html?id=zYNpAAAAMAAJ&redir_esc=y |ultimo= Kay |primeiro=Hugh|t\u00edtulo=Salazar and Modern Portugal|l\u00edngua=en|local=NY |editora=Hawthorn Books|ano= 1970|ref = harv}}\n* {{Citar peri\u00f3dico |ultimo=Leite |primeiro=Joaquim da Costa|data= 1998|titulo=Neutrality by Agreement: Portugal and the British Alliance in World War II |jornal= American University International Law Review|volume=14 |numero=1 |paginas=185\u2013199|url=http://digitalcommons.wcl.american.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1305&context=auilr |acessadoem=8 de novembro de 2014}}\n* LOU\u00c7\u00c3, Ant\u00f3nio. ''Hitler e Salazar: Com\u00e9rcio em tempos de guerra, 1940-1944''. Lisboa, Terramar, 2000.\n* MEDINA, Jo\u00e3o. ''Salazar, Hitler e Franco: estudos sobre Salazar e a ditadura''. Lisboa, Livros Horizonte, 2000.\n* {{Citar livro|ultimo= Meneses|primeiro=Filipe Ribeiro|t\u00edtulo= Salazar , Biografia Pol\u00edtica|edi\u00e7\u00e3o=1 |local=Portugal |editora=Dom Quixote|ano= 2010|p\u00e1ginas=324 |isbn=9789722040051 |ref = harv}}\n* {{citar web|url=http://www.yadvashem.org/odot_pdf/Microsoft%20Word%20-%203230.pdf/|t\u00edtulo=Portugal, the Consuls, and the Jewish Refugees, 1938-1941|acessodata=14 de Abril de 2014|ultimo=Milgram|primeiro=Avraham |publicado=Shoah Resource Center, The International School for Holocaust Studies|l\u00edngua= ingl\u00eas|ano=1999|ref=harv}}\n* {{Citar livro|ultimo= Milgram|primeiro=Avraham|t\u00edtulo= Portugal, Salazar, and the Jews|l\u00edngua= en|edi\u00e7\u00e3o=1 |local=Israel |editora=Yad Vashem Publications|ano= 2011|p\u00e1ginas=324 |isbn=9653083872 |ref = harv}}\n* MONTEIRO, Fernando Amaro. ''Salazar e a Rainha''. Lisboa, Pref\u00e1cio, 2006. ISBN 989-8022-01-09.\n* [[Franco Nogueira|NOGUEIRA, Franco]]. ''Salazar''. Porto, Livraria Civiliza\u00e7\u00e3o, 1985.\n* [[Ant\u00f3nio Sim\u00f5es do Pa\u00e7o|PA\u00c7O, Ant\u00f3nio Sim\u00f5es do]]. ''Salazar (biografia)''. Lisboa, Editora Planeta de Agostini, 2006.\n* {{Citar livro|ultimo=Pimentel|primeiro=Irene Flunser |coautor=Ninhos,Cl\u00e1udia |t\u00edtulo= Salazar, Portugal e o Holocausto|edi\u00e7\u00e3o=1 |local=Portugal |editora=Temas e Debates|ano= 2013|p\u00e1ginas=908 |isbn=9789896442217 |ref = harv}}\n* PINTO, Ant\u00f3nio Costa Pinto. ''Os camisas azuis: ideologia, elite e movimentos fascistas em Portugal, 1914-1945''. Lisboa, Editorial Estampa, 1994. ISBN 972-33-0957-2.\n* [[Jaime Nogueira Pinto|PINTO, Jaime Nogueira]]. ''Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar: O outro retrato''. Lisboa, A Esfera dos Livros, 2007. ISBN 978-989-626-072-9\n* QUINTAS, Jos\u00e9 Manuel. [https://web.archive.org/web/20080430035054/http://www.angelfire.com/pq/unica/monumenta_jmq_origens_salazar.htm As origens do pensamento de Salazar], in ''Hist\u00f3ria'', n.\u00ba 4/5, Julho/Agosto de 1998, pp. 77\u201383.\n* ROSAS, Fernando - ''Salazar e o Poder -A Arte de Saber Durar'' Edi\u00e7\u00f5es Tinta da China, 2012\n* SARAIVA, M\u00e1rio. ''Sob o nevoeiro: ideias e figuras''. Lisboa, Edi\u00e7\u00f5es Cultura Mon\u00e1rquica, 1987.\n*{{citar livro|ultimo=Tusell |primeiro= Javier|t\u00edtulo= Franco, Espa\u00f1a y la II Guerra Mundial: Entre el Eje y la Neutralidad |url=http://books.google.es/books/about/Franco_Espa\u00f1a_y_la_II_Guerra_Mundial.html?id=7u1mAAAAMAAJ&redir_esc=y |ano=1995|l\u00edngua=es|publicado= Ediciones Temas de Hoy|isbn=9788478805013 |acessodata= |ref = harv}}\n* {{citar web |url= http://www.raoulwallenberg.net/wp-content/files_mf/1349882040ebooksparedlifes.pdf\n|t\u00edtulo= ''Spared Lives: The Actions of Three Portuguese Diplomats in World War Documentary Exhibition, Catalogue|\u00faltimo1 = |primeiro1 = |\u00faltimo2 = |primeiro2 = |website= Raoul Wallenberg Foundation/|acessodata=8 de novembro de 2014}}\n{{Refend}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commonscat}}\n{{Wikiquote|Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar}}\n* [http://www.oliveirasalazar.org/default.asp Salazar - O Obreiro da P\u00e1tria]\n* [http://www.citi.pt/cultura/politica/25_de_abril/salazar.html Biografia]\n* [https://web.archive.org/web/20090209045452/http://www.janusonline.pt/portugal_mundo/port_1999_2000_1_35_a.html Salazar e Franco]\n* [https://web.archive.org/web/20110101052318/http://www.fbb.pt/galeria_historia.htm Oliveira Salazar e Bissaya Barreto]\n* [https://web.archive.org/web/20091207045239/http://www.iscsp.utl.pt/~cepp/governos_portugueses/ditadura_e_estado_novo/salazar.htm Governos de Salazar]\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n |t\u00edtulo = [[Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as|Ministro das Finan\u00e7as]] (1.\u00aa vez)\n |anos = [[1926]]- 1926\n |antes = [[Jos\u00e9 Vicente de Freitas]]\n |depois = [[Jo\u00e3o Pinto da Costa Leite]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n |t\u00edtulo = [[Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as|Ministro das Finan\u00e7as]] (2.\u00aa vez)\n |anos = [[1928]]- [[1940]]\n |antes = [[Jos\u00e9 Mendes Cabe\u00e7adas]]\n |depois = [[Filomeno da C\u00e2mara de Melo Cabral]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n |t\u00edtulo = [[Lista de chefes de governo de Portugal|Presidente do Minist\u00e9rio]] (at\u00e9 1933)
Presidente do Conselho de Ministros
(a partir de 1933)\n |anos = [[1932]] \u2013 [[1968]]\n |antes = [[Domingos da Costa Oliveira|Domingos Oliveira]]\n |depois = [[Marcelo Caetano]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n |t\u00edtulo = [[Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros|Ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros]]\n |anos = 1939 \u2013 1944\n |antes = [[Armindo Monteiro]]\n |depois = [[Caeiro da Mata]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n |t\u00edtulo={{nowrap|[[Imagem:Coat of arms of Portugal.svg|45px]]
[[Presidente da Rep\u00fablica Portuguesa]]
(Interino)}}\n|anos=[[1951]]\n|antes=[[\u00d3scar Carmona]]\n|depois=[[Francisco Craveiro Lopes]]\n}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n |t\u00edtulo = [[Minist\u00e9rio da Defesa Nacional|Ministro da Defesa]]\n |anos = 1961 \u2013 1962\n |antes = [[Botelho Moniz]]\n |depois = [[Gomes de Ara\u00fajo]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n{{PMPortugal1926}}\n{{Ministros das Finan\u00e7as da Ditadura}}\n{{Ministros da Guerra e do Ex\u00e9rcito da Ditadura}}\n{{Ministros da Marinha da Ditadura}}\n{{Ministros dos Neg\u00f3cios Estrangeiros da Ditadura}}\n{{Ministros das Col\u00f3nias e do Ultramar da Ditadura}}\n{{Ministros da Defesa da Ditadura}}\n{{Presidentes de Portugal}}\n{{1.\u00ba governo da ditadura}}\n{{2.\u00ba governo da ditadura}}\n{{4.\u00ba governo da ditadura}}\n{{5.\u00ba governo da ditadura}}\n{{6.\u00ba governo da ditadura}}\n{{7.\u00ba governo da ditadura}}\n{{8.\u00ba governo da ditadura}}\n{{9.\u00ba governo da ditadura}}\n{{10.\u00ba governo da ditadura}}\n{{Portal3|Biografias|Portugal|Pol\u00edtica}}\n\n{{NF|1889|1970|Antonio Oliveira Salazar}}\n\n[[Categoria:Naturais de Santa Comba D\u00e3o]]\n[[Categoria:Presidentes de Portugal]]\n[[Categoria:Primeiros-ministros da Segunda Rep\u00fablica Portuguesa]]\n[[Categoria:Ministros das Finan\u00e7as de Portugal]]\n[[Categoria:Pol\u00edticos de Portugal do tempo do Estado Novo]]\n[[Categoria:Ministros das Col\u00f3nias de Portugal]]\n[[Categoria:Ministros da Defesa Nacional de Portugal]]\n[[Categoria:Anticomunistas de Portugal]]\n[[Categoria:Alumni da Universidade de Coimbra]]\n[[Categoria:Gr\u00e3-Cruzes da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]]\n[[Categoria:Gr\u00e3-Cruzes da Ordem do Imp\u00e9rio]]\n[[Categoria:Gr\u00e3-Cruzes da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e M\u00e9rito]]\n[[Categoria:Grandes-Colares da Ordem do Infante D. Henrique]]\n[[Categoria:Cat\u00f3licos de Portugal]]\n[[Categoria:Doutores honoris causa da Universidade de Oxford]]\n[[Categoria:Doutores honoris causa pela Universidade de Coimbra]]\n[[Categoria:Doutores honoris causa de universidades dos Estados Unidos]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:A coloured voting box.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Antonio Salazar-1.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Cartel-Oliveira Salazar.JPG"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Coat of arms of Portugal.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Commons-logo.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Crystal Clear app Login Manager.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Domingos Oliveira.jpg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Firma de Ant\u00f3nio de Oliveira Salazar.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Portugal.svg"}]},"5988831":{"pageid":5988831,"ns":0,"title":"Turn\u00ea 2018/2019","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Turn\u00ea |\n | nome_turne = Turn\u00ea 2018/2019\n | imagem = Ivete Sangalo - Turn\u00ea 2018-2019.jpg\n | legenda = Cartaz do show no [[Universal Studios Florida]], nos [[Estados Unidos]], em 11 de janeiro de 2019.\n | artista = [[Ivete Sangalo]]\n | \u00e1lbum = \n | participa\u00e7\u00e3o = \n | local = [[Am\u00e9rica do Sul]]
[[Am\u00e9rica do Norte]]
[[Europa]]\n | data_inicio = 29 de abril de 2018\n | data_final = 13 de abril de 2019\n | numero_shows = 33\n | turne_anterior = [[Turn\u00ea Ac\u00fastico em Trancoso|Turn\u00ea Ac\u00fastico]]
(2016\u201317)\n | proxima_turne = [[Live Experience Tour]]
(2019\u2013atual)\n}}\n'''Turn\u00ea 2018/2019''' foi a d\u00e9cima quarta turn\u00ea da cantora brasileira [[Ivete Sangalo]], iniciada em 2018, na cidade do [[Salvador (Bahia)|Salvador]], passando por outras cidades brasileiras. \u00c9 uma turn\u00ea sem \u00e1lbum representativo para divulga\u00e7\u00e3o, sendo apenas uma s\u00e9rie de shows de transi\u00e7\u00e3o entre as turn\u00eas dos \u00e1lbuns ''[[Ac\u00fastico em Trancoso]]'' e ''[[Live Experience]]''{{citar web |url=https://glamurama.uol.com.br/em-plena-licenca-maternidade-ivete-sangalo-ja-tem-agenda-lotada-para-2018/|titulo= Ivete Sangalo inicia Turn\u00ea 2018 ap\u00f3s licen\u00e7a maternidade|trabalho=Glamurama|acessodata= 30 de abril de 2019}}\n\n==Antecedentes==\nCom a gravidez de g\u00eameas, Ivete Sangalo tirou licen\u00e7a maternidade para se dedicar \u00e0s crian\u00e7as ap\u00f3s o t\u00e9rmino da [[Turn\u00ea Ac\u00fastico em Trancoso|Turn\u00ea Ac\u00fastico]], em 2017. Somente no m\u00eas de abril a cantora p\u00f4de voltar aos palcos. Aquela foi a primeira vez, em vinte anos, que Ivete Sangalo n\u00e3o participou do [[Carnaval de Salvador]]. O an\u00fancio de seu retorno foi feito pelo prefeito da cidade, em uma coletiva de imprensa: ''\"Vamos poder compensar um pouquinho a falta dela no carnaval. poderia ser em qualquer lugar [a volta dela], mas n\u00e3o teria o mesmo brilho como sendo aqui, em Salvador.\"'', disse o prefeito, explicando que o show seria feito na comemora\u00e7\u00e3o do anivers\u00e1rio da [[Salvador (Bahia)|cidade]], celebrado um m\u00eas antes.{{citar web |url=https://www.gazetaonline.com.br/entretenimento/cultura/2018/04/fora-da-folia-ivete-sangalo-faz-seu-proprio-carnaval-em-salvador-1014127024.html|titulo= Ivete Sangalo faz retorno aos palcos ap\u00f3s gravidez na Turn\u00ea 2018|trabalho=Gazeta Online|acessodata= 30 de abril de 2019}}\n\n==Desenvolvimento==\nAssim que iniciou a nova turn\u00ea, Ivete j\u00e1 marcara a data de grava\u00e7\u00e3o de seu novo material ao vivo, o ''[[Live Experience]]'', gravado na pr\u00f3pria leva de shows, no dia 8 de dezembro daquele ano, no [[Allianz Parque]], em [[S\u00e3o Paulo]], para comemorar seus 25 anos de carreira. O est\u00e1dio tem capacidade para 47 mil pessoas. No mesmo est\u00e1dio, em 1\u00ba de junho, Ivete Sangalo e [[Gilberto Gil]] inauguram novo espa\u00e7o para espet\u00e1culos do Allianz Parque. ''\"Sempre tive vontade de fazer alguma coisa com o Gil. Ele \u00e9 o meu maior \u00eddolo da hist\u00f3ria. Gosto de estar com ele, de ouvir ele falar. \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o que transcende a coisa musical\"'', revelou Ivete. Para ela, o que faltava para esse encontro acontecer era o tempo e brechas nas agendas para realizar o desejo. Apesar de j\u00e1 terem tocado juntos em mais de uma ocasi\u00e3o, esta \u00e9 a primeira vez em que dividem o palco durante um show inteiro. No repert\u00f3rio, est\u00e3o previstas can\u00e7\u00f5es das respectivas carreiras, como \"Toda Menina Baiana\" e \"A Novidade\", de Gil, e \"Tempo de Alegria\" e \"O Farol\", de Ivete.{{citar web |url=https://guia.folha.uol.com.br/shows/2018/06/ivete-sangalo-e-gilberto-gil-fazem-show-inedito-nesta-sexta-em-sao-paulo.shtml|titulo= Ivete e Gil fazem show juntos no est\u00e1dio do Allianz Park, em S\u00e3o Paulo|trabalho=Folha UOL|acessodata= 30 de abril de 2019}} A turn\u00ea encerrou em 13 de abril de 2019, treze dias antes do in\u00edcio da [[Live Experience Tour]].\n\n==Repert\u00f3rio==\n{{Oculto\n |headercss = background: #ccccff; font-size: 100%; width: 90%;\n |contentcss = text-align: left; font-size: 100%; width: 90%;\n |header = Repert\u00f3rio majorit\u00e1rio da turn\u00ea\n |content =\n#\"[[O Farol (can\u00e7\u00e3o)|O Farol]]\"\n#\"[[Festa (can\u00e7\u00e3o)|Festa]]\" \n#\"[[Sorte Grande]]\"\n#\"Arer\u00ea\"\n#\"[[Pra Frente]]\"\n#\"Levada Louca\"\n#\"[[T\u00f4 na Rua]]\"\n#\"Cheguei Pra Te Amar\"\n#\"Cad\u00ea Voc\u00ea?\"\n#\"[[Dan\u00e7ando (can\u00e7\u00e3o de Ivete Sangalo)|Dan\u00e7ando]]\"\n#\"O Doce\"\n#\"[[C\u00e9u da Boca]]\"\n#\"Um Sinal\"\n#\"[[Quando a Chuva Passar]]\"\n#\"[[N\u00e3o Precisa Mudar]]\"\n#\"Cad\u00ea Dalila?\"\n#\"De Ladinho\"\n#\"[[Empurra-Empurra]]\"\n\n*\"Repert\u00f3rio referente ao show em [[Niter\u00f3i]], em 30 de setembro de 2018.{{citar web |url=http://www.ivetesangalo.com/noticia/ivete-sangalo-encerra-agenda-do-mes-no-canta-niteroi-28092018|titulo=IVETE SANGALO ENCERRA AGENDA DO M\u00caS NO ?CANTA NITER\u00d3I?|trabalho=Ivete Sangalo|data=28 de setembro de 2018 |acessodata=28 de setembro de 2018}}\n}}\n\n==Datas==\n{| class=\"wikitable\"\n|- bgcolor=\"#CCCCCC\"\n! width=\"180\" rowspan=\"1\"| Data{{citar web|url=http://www.ivetesangalo.com/agenda/|t\u00edtulo=Agenda Oficial da cantora Ivete Sangalo|publicado=frantikmag|acessodata=18 de dezembro de 2013}}\n! width=\"200\" rowspan=\"1\"| Cidade\n! width=\"150\" rowspan=\"1\"| Pa\u00eds\n! width=\"350\" rowspan=\"1\"| Local\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n| colspan=4 align=center | '''Am\u00e9rica do Sul'''\n|-\n|align=\"center\"| 29 de abril de 2018\n|align=\"center\"| [[Salvador (Bahia)|Salvador]]\n|align=\"center\" rowspan=5| [[Brasil]]\n|align=\"center\"| [[Farol da Barra (Salvador)|Circuito Ondina-Barra]]\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n|-\n|align=\"center\"| 19 de maio de 2018\n|align=\"center\"| [[Morro de S\u00e3o Paulo]]\n|align=\"center\"| Fazenda Caeira\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n|-\n|align=\"center\"| 1\u00b0 de junho de 2018\n|align=\"center\"| [[S\u00e3o Paulo (cidade)|S\u00e3o Paulo]]\n|align=\"center\"| [[Allianz Parque|Allianz Parque Hall]]\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n|-\n|align=\"center\"| 8 de junho de 2018\n|align=\"center\"| [[Salvador (Bahia)|Salvador]]\n|align=\"center\"| [[Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Agropecu\u00e1rias de Salvador]]\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n|-\n|align=\"center\"| 9 de junho de 2018\n|align=\"center\"| [[Mata de S\u00e3o Jo\u00e3o]]\n|align=\"center\"| Tivoli Ecoresort Praia do Forte\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n| colspan=4 align=center | '''Europa'''\n|-\n|align=\"center\"| 30 de junho de 2018\n|align=\"center\"| [[Lisboa]]\n|align=\"center\"| [[Portugal]]\n|align=\"center\"| [[Parque da Bela Vista]]\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n| colspan=4 align=center | '''Am\u00e9rica do Sul'''\n|-\n|align=\"center\"| 29 de julho de 2018\n|align=\"center\"| [[Fortaleza]]\n|align=\"center\"| [[Brasil]]\n|align=\"center\"| Cidade Fortal\n|-\n|align=\"center\"| Agosto\u2013Setembro de 2018\n| colspan=3 {{n/a|
Pausa para as etapas ao vivo do ''The Voice Brasil''

}}\n|-\n|align=\"center\"| 30 de setembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Niter\u00f3i]]\n|align=\"center\" rowspan=13| [[Brasil]]\n|align=\"center\"| [[Caminho Niemeyer]]\n|- \n|align=\"center\"| 12 de outubro de 2018\n|align=\"center\"| [[Salvador]]\n|align=\"center\"| [[Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Agropecu\u00e1rias de Salvador]]\n|- \n|align=\"center\"| 13 de outubro de 2018\n|align=\"center\"| [[Aracaju]]\n|align=\"center\"| S\u00edtio Ter\u00eancio\n|- \n|align=\"center\"| 27 de outubro de 2018\n|align=\"center\"| [[Campinas]]\n|align=\"center\"| Sociedade H\u00edpica de Campinas\n|- \n|align=\"center\"| 14 de novembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Olinda]]\n|align=\"center\"| \u00c1rea Externa do Centro de Conven\u00e7\u00f5es\n|- \n|align=\"center\"| 16 de novembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Florian\u00f3polis]]\n|align=\"center\"| Passarela Nego Quirido\n|- \n|align=\"center\"| 22 de novembro de 2018\n|align=\"center\"rowspan=2| [[S\u00e3o Paulo (cidade)|S\u00e3o Paulo]]\n|align=\"center\"| [[Museu de Arte de S\u00e3o Paulo]]\n|-\n|align=\"center\"| 8 de dezembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Allianz Parque]]\n|- \n|align=\"center\"| 9 de dezembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Salvador]]\n|align=\"center\"| [[Arena Fonte Nova]]\n|- \n|align=\"center\"| 16 de dezembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Natal (Rio Grande do Norte)|Natal]]\n|align=\"center\"| [[Arena das Dunas]]\n|- \n|align=\"center\"| 28 de dezembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Rio de Janeiro]]\n|align=\"center\"| [[Marina da Gl\u00f3ria]]\n|- \n|align=\"center\"| 29 de dezembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Jericoacoara]]\n|align=\"center\"| Arena John John\n|- \n|align=\"center\"| 31 de dezembro de 2018\n|align=\"center\"| [[Salvador]]\n|align=\"center\"| [[Boca do Rio|Arena Daniela Mercury]]\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n| colspan=4 align=center | '''Am\u00e9rica do Norte'''\n|- \n|align=\"center\"| 11 de janeiro de 2019\n|align=\"center\" rowspan=2| [[Orlando]]\n|align=\"center\" rowspan=2| [[Estados Unidos]]\n|align=\"center\"| [[Universal Studios Florida]]{{citar web|url=http://www.floridacup.com/pt/press/news/florida-cup-e-universal-orlando-resort-anunciam-ivete-sangalo-como-atracao-principal-da-fan-fest-2019|titulo=FLORIDA CUP E UNIVERSAL ORLANDO RESORT ANUNCIAM IVETE SANGALO COMO ATRA\u00c7\u00c3O PRINCIPAL DA FAN FEST 2019|publicado=Florida Cup 2019|acessodata=27 de agosto de 2018}}\n|- \n|align=\"center\"| 12 de janeiro de 2019\n|align=\"center\"| [[Orlando City Stadium]]\n|- bgcolor=\"#DDDDDD\"\n| colspan=4 align=center | '''Am\u00e9rica do Sul'''\n|- \n|align=\"center\"| 19 de janeiro de 2019\n|align=\"center\"| [[Aracaju]]\n|align=\"center\" rowspan=11| [[Brasil]]\n|align=\"center\"| Arena de Eventos\n|-\n|align=\"center\"| 20 de janeiro de 2019\n|align=\"center\"| [[Guarapari]]\n|align=\"center\"| Arena Premium Guarapari\n|-\n|align=\"center\"| 2 de fevereiro de 2019\n|align=\"center\"| [[Jundia\u00ed]]\n|align=\"center\"| Clube Jundiaiense\n|-\n|align=\"center\"| 8 de fevereiro de 2019\n|align=\"center\" rowspan=2| [[Olinda]]\n|align=\"center\"| [[Classic Hall]]\n|-\n|align=\"center\"| 24 de fevereiro de 2019\n|align=\"center\"| \u00c1rea Externa do Centro de Conven\u00e7\u00f5es\n|-\n|align=\"center\"| 2 de mar\u00e7o de 2019\n|align=\"center\"rowspan=\"3\"| [[Salvador]]\n|align=\"center\"rowspan=\"3\"| [[Avenida Oce\u00e2nica]]\n|-\n|align=\"center\"| 3 de mar\u00e7o de 2019\n|-\n|align=\"center\"| 4 de mar\u00e7o de 2019\n|-\n|align=\"center\"| 5 de mar\u00e7o de 2019\n|align=\"center\"| [[Santa Rita do Sapuca\u00ed]]\n|align=\"center\"| Cidade do Urso\n|-\n|align=\"center\"| 31 de mar\u00e7o de 2019\n|align=\"center\"| [[Salvador]]\n|align=\"center\"|[[Avenida Oce\u00e2nica]]\n|-\n|align=\"center\"| 13 de abril de 2019\n|align=\"center\"| [[Serra (Esp\u00edrito Santo)|Serra]]\n|align=\"center\"| Pavilh\u00e3o de Carapina\n|-\n\n|}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{link|pt,es,en|2=http://www.ivetesangalo.com/ |3=''Site'' Oficial}}\n* {{Link|http://www.ivetesangalo.com/agenda/ Agenda Oficial}}\n\n{{Ivete Sangalo}}\n{{Portal3|M\u00fasica}}\n\n{{DEFAULTSORT:Turnes Ivete Sangalo}}\n[[Categoria:Turn\u00eas de Ivete Sangalo]]\n[[Categoria:Turn\u00eas musicais de 2018]]\n[[Categoria:Turn\u00eas musicais de 2019]]"}]},"5045180":{"pageid":5045180,"ns":0,"title":"Visual Molecular Dynamics","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{em tradu\u00e7\u00e3o}}\n{{Info/Software\n| nome = VMD\n| logo = [[File:Vmd screenshot.png|275px|Screenshot of VMD 1.8.3]]\n| imagem = \n| legenda = \n| linguagem = [[C (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|C]], [[C++]]\n| desenvolvedor = [[Universidade de Illinois em Urbana-Champaign]]\n| data_lancamento = 1991\n| ultima_versao = 1.9.2\n| ultima_data = {{release date and age|2014|12|01|df=yes}}\n| versao_beta = \n| data_beta = \n| sistema_operacional = [[Unix]], [[OS X]], [[Microsoft Windows|Windows]] \n| genero = [[Modelagem molecular]] \n| licen\u00e7a = [http://www.ks.uiuc.edu/Research/vmd/current/LICENSE.html licen\u00e7a VMD] \n| website = {{URL|http://www.ks.uiuc.edu/Research/vmd/}}\n| }}\n\nO '''Visual molecular dynamics''' ('''VMD''') \u00e9 um [[programa de computador]] para [[modelagem molecular]] e [[Visualiza\u00e7\u00e3o (computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica)|visualiza\u00e7\u00e3o]].{{citar peri\u00f3dico|autor=Humphrey, William; Dalke, Andrew; Schulten, Klaus|t\u00edtulo=VMD: Visual molecular dynamics|jornal=Journal of Molecular Graphics|data=Fevereiro de 1996|volume=14|n\u00famero=1|p\u00e1gina=33\u201338|doi=10.1016/0263-7855(96)00018-5|url=http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8744570|pmid=8744570|accessdate=4 January 2016}} VMD \u00e9 desenvolvido principalmente como uma ferramenta para visualiza\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise dos resultados de simula\u00e7\u00f5es de din\u00e2mica molecular, mas tamb\u00e9m inclui ferramentas para trabalhar com dados volum\u00e9tricos, dados de sequ\u00eancia e objetos gr\u00e1ficos arbitr\u00e1rios. Cenas moleculares podem ser exportadas para ferramentas de renderiza\u00e7\u00e3o externas, como o [[POV-Ray]], RenderMan, Tachyon, [[VRML]], e muitas outras. Os usu\u00e1rios podem executar seus pr\u00f3prios scripts [[Tcl]] e [[Python (linguagem de programa\u00e7\u00e3o)|Python]] dentro do VMD j\u00e1 que este inclui embutidos interpretadores Tcl e Python. O VMD \u00e9 executado em Unix, Mac OS X e Microsoft Windows.{{citar web|t\u00edtulo=VMD User's Guide Version 1.9.1|url=http://web.mit.edu/vmd_v1.9.1/ug.pdf|publicado=NIH Resource for Macromolecular Modeling and Bioinformatics|acessodata=5 de mar\u00e7o de 2016}} O VMD est\u00e1 dispon\u00edvel para usu\u00e1rios n\u00e3o-comerciais, em uma licen\u00e7a espec\u00edfica da distribui\u00e7\u00e3o que permite tanto o uso do programa e modifica\u00e7\u00e3o do seu c\u00f3digo fonte, sem nenhum custo.{{citar web|title=VMD License|url=http://www.ks.uiuc.edu/Research/vmd/current/LICENSE.html|publicado=NIH Center for Macromolecular Modeling & Bioinformatics University of Illinois at Urbana-Champaign|acessodata=5 de mar\u00e7o de 2016}} \n \n== Hist\u00f3ria ==\n[[File:Satellite tobacco mosaic virus rendering produced by VMD and Tachyon.jpg|thumb|350x350px|Gr\u00e1ficos moleculares do V\u00edrus Sat\u00e9lite do Mosaico do Tabaco produzidos em VMD e renderizados usando [[Tachyon (software)|Tachyon]]. A cena \u00e9 mostrada com uma combina\u00e7\u00e3o de superf\u00edcies coloridas moleculares por uma dist\u00e2ncia radial, e \u00e1cidos nucleicos mostrados nas representa\u00e7\u00f5es da fita. A renderiza\u00e7\u00e3o Tachyon usa tanto a ilumina\u00e7\u00e3o direta quanto a de oclus\u00e3o de ambiente para melhorar a visibilidade dos bolsos e cavidades. Os eixos VMD s\u00e3o mostrados como um exemplo simples de renderiza\u00e7\u00e3o de geometria n\u00e3o-molecular.]] O VMD foi desenvolvido sob a \u00e9gide do investigador principal [[Klaus Schulten]] no grupo de Biof\u00edsica Te\u00f3rica e Computacional do [[Beckman Institute for Advanced Science and Technology|Beckman Institute]] na [[Universidade de Illinois em Urbana-Champaign]].{{citar web|autor=Schulten, Klaus|t\u00edtulo=Department of Health and Human Services Public Health Service National Institutes of Health NIH Resource Biomedical Research Technology Program Annual Progress Report, Grant Number P41 RR05969|url=http://www.ks.uiuc.edu/Publications/Reports/nihreport/NIHreport1996.pdf|acessodata=5 de janeiro de 2016}}{{citar web|autor=Schulten, Klaus J.|t\u00edtulo=Department of Health and Human Services Public Health Service National Institutes of Health National Center for Research Resources Biomedical Technology Area Annual Progress Report (8/1/10 \u2013 7/31/11), Grant Number P41RR005969|url=http://www.ks.uiuc.edu/Publications/Reports/nihreport/NIHreport2011.pdf|acessodata=5 de janeiro de 2016}} Um programa precursor, chamado VRChem, foi desenvolvido em 1992 por Mike Krogh, William Humphrey, e Rick Kufrin. A vers\u00e3o inicial do VMD foi escrita por William Humphrey, Andrew Dalke, Ken Hamer, Jon Sanguessuga, e James Phillips.{{citar web|t\u00edtulo=VMD Release History|url=http://www.ks.uiuc.edu/Research/vmd/allversions/release_history.html|publicado=NIH Center for Macromolecular Modeling & Bioinformatics University of Illinois at Urbana-Champaign|acessodata=8 de mar\u00e7o de 2016}} Foi lan\u00e7ada em 1995.{{citar web|autor=Bishop, Tom Connor|t\u00edtulo=Announcing the Program VMD, Version 1.0|url=http://www.ccl.net/cgi-bin/ccl/message.cgi?1995+07+04+003|publicado=CCL.Net|data=4 de julho de 1995}} As primeiras vers\u00f5es de VMD foram desenvolvidos para esta\u00e7\u00f5es de trabalho [[Silicon Graphics]] e poderiam tamb\u00e9m ser executadas na [[Cave Automatic Virtual Environment|CAVE]] e comunicar com uma simula\u00e7\u00e3o [[NAMD]]. \n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commons category|VMD}}\n* [http://www.ks.uiuc.edu/Research/vmd/ VMD web site]\n* [http://www.nvidia.com/object/vmd_on_tesla.html VMD on GPUs]\n* [http://3d-alignment.eu/ Protein workbench STRAP]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Software de din\u00e2mica molecular]]"}]},"3212449":{"pageid":3212449,"ns":0,"title":"Coloradisaurus","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Coloradisaurus''\n| cor = lightgrey\n| per\u00edodo_f\u00f3ssil= [[Tri\u00e1ssico Superior]]
{{Per\u00edodo f\u00f3ssil|227|201.3}}\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Chordata]]\n| clado1 = [[Dinosauria]]\n| ordem = [[Saurischia]]\n| subordem = {{Extintotaxo}}[[Sauropodomorpha]]\n| fam\u00edlia = {{Extintotaxo}}[[Massospondylidae]]\n| g\u00e9nero = {{Extintotaxo}}'''''Coloradisaurus'''''\n| g\u00e9nero_autoridade = Lambert, 1983\n| esp\u00e9cie_tipo = {{Extintotaxo}}'''''Coloradisaurus brevis'''''\n| esp\u00e9cie_tipo_autoridade = ([[Jos\u00e9 Bonaparte (paleont\u00f3logo)|Bonaparte]], 1978
[preocupado com ''[[Coloradia]]'' Blake, 1863])\n}}\n'''''Coloradisaurus''''' (significando \"lagarto do Colorado\") foi um [[G\u00e9nero (biologia)|g\u00eanero]] de [[dinossauro]] do [[Tri\u00e1ssico]] Superior que viveu na [[Argentina]]. A [[esp\u00e9cie tipo]], ''C. brevis'', foi formalmente descrita por [[Jos\u00e9 Bonaparte (paleont\u00f3logo)|Bonaparte]] em 1978. Pode de fato ser um esp\u00e9cime adulto do ''[[Mussaurus]]''. Nomeado originalmente ''Coloradia'', este nome j\u00e1 tinha sido designado \u00e0 uma [[mariposa]] e ent\u00e3o o animal foi renomeado. F\u00f3sseis de ''Coloradisaurus'' foram encontrados na data\u00e7\u00e3o de camadas para o [[Noriano]], 221 \u00e0 210 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.\n\n==Refer\u00eancias==\n* [https://web.archive.org/web/20090217163309/http://internt.nhm.ac.uk/jdsml/nature-online/dino-directory//detail.dsml?Genus=Coloradisaurus ''Coloradisaurus'' no Natural History Museum]\n\n{{Portal|Dinossauros}}\n{{Esbo\u00e7o-dinossauro}}\n\n[[Categoria:Dinossauros do Tri\u00e1ssico]]\n[[Categoria:Dinossauros da Am\u00e9rica do Sul]]\n[[Categoria:Esp\u00e9cies f\u00f3sseis descritas em 1983]]"}]},"5109912":{"pageid":5109912,"ns":0,"title":"O Cara Certo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/\u00c1lbum \n |nome = O Cara Certo\n |tipo = est\u00fadio\n |imagem = \n |capa = Capa de Cara Certo.jpg\n |borda = \n |alt = \n |artista = [[Dilsinho]]\n |lan\u00e7ado = 10 de junho de 2016\n |gravado = \n |g\u00eanero = [[Pagode (estilo musical)|Pagode]]\n |dura\u00e7\u00e3o = \n |idioma = [[L\u00edngua portuguesa|Portugu\u00eas]]\n |formato = {{Lista horizontal|\n*[[Compact disc|CD]]\n*[[Download digital|''download'' digital]]\n}}\n |gravadora = [[Sony Music Entertainment|Sony Music]]\n |produtor = {{Lista horizontal|\n*[[Bruno Cardoso]]\n*Leandro Oliveira \"Lel\u00ea\"\n}}\n |\u00faltimo_\u00e1lbum = ''[[Dilsinho (\u00e1lbum)|Dilsinho]]''
(2014)\n |pr\u00f3ximo_\u00e1lbum = ''Fora da Curva: Ao Vivo''
(2017)\n |miscel\u00e2neo = {{Singles\n | nome = O Cara Certo\n | tipo = est\u00fadio\n | single 1 = Se Quiser\n | single 1 data = 6 de outubro de 2015{{citar web |url=https://itunes.apple.com/br/album/se-quiser-single/1029811297|titulo=Se Quiser|trabalho=iTunes|acessodata=25 de abril de 2018}}\n | single 2 = Trov\u00e3o\n | single 2 data = 8 de abril de 2016{{citar web|url=http://muzoic.org/release/album/dilsinho-trov%C3%A3o-single|publicado=Muzoic|t\u00edtulo=Trov\u00e3o - Single by Dilsinho|acessodata=10 de junho de 2016}}\n | single 3 = Ref\u00e9m\n | single 3 data = 20 de outubro de 2016{{citar web |url=https://itunes.apple.com/br/album/ref%C3%A9m-vers%C3%A3o-ac%C3%BAstica-single/1222742026|titulo=Ref\u00e9m|trabalho=iTunes|acessodata=25 de abril de 2018}}\n | single 4 = Cansei de Farra\n | single 4 data = 18 de maio de 2017{{citar web |url=http://radionovametro.com.br/tarolando/dilsinho-lanca-em-todo-brasil-a-sua-nova-musica-de-trabalho-cansei-de-farra-ouca-aqui/|titulo=Dilsinho lan\u00e7a em todo Brasil a sua nova m\u00fasica de trabalho \u201cCansei de Farra\u201d|trabalho=R\u00e1dio Nova Metro|acessodata=25 de abril de 2018}}\n | single 5 = Piquenique\n | single 5 data = 10 de outubro de 2017{{citar web |url=https://itunes.apple.com/br/album/piquenique-sony-music-live-single/1292083669|titulo=Piquenique|trabalho=iTunes|acessodata=25 de abril de 2018}}\n}}\n}}\n'''''O Cara Certo''''' \u00e9 o segundo [[\u00e1lbum de est\u00fadio]] do cantor e compositor brasileiro [[Dilsinho]]. Lan\u00e7ado em 10 de junho de 2016 pela [[Sony Music Entertainment|Sony Music]]{{citar web|primeiro=Mauro|\u00faltimo=Ferreira|url=http://www.blognotasmusicais.com.br/2016/06/dilsinho-canta-com-turma-do-pagode-e.html|publicado=Notas Musicais|t\u00edtulo=Dilsinho canta com Turma do Pagode e Sorriso Maroto no \u00e1lbum 'O cara certo'|data=12 de junho de 2016|acessodata=13 de junho de 2016}}{{citar web|url=https://itunes.apple.com/br/album/o-cara-certo/id1117062014|publicado=[[iTunes Store]]|t\u00edtulo=O Cara Certo por Dilsinho|acessodata=10 de junho de 2016}}, o segundo disco tamb\u00e9m contou com a produ\u00e7\u00e3o de [[Bruno Cardoso]] e Lel\u00ea{{citar web|url=http://www.purebreak.com.br/noticias/dilsinho-promove-festa-de-lancamento-do-novo-cd-e-comemora-muito-feliz-com-o-novo-trabalho/33804|publicado=Purebreak|t\u00edtulo=Dilsinho promove festa de lan\u00e7amento do novo CD e comemora: \"Muito feliz com o novo trabalho\"|data=9 de junho de 2016|acessodata=10 de junho de 2016}} Das 15 faixas 8 s\u00e3o autorais, Dilsinho cita que esse trabalho est\u00e1 muito mais maduro do que o disco de estreia ''[[Dilsinho (\u00e1lbum)|Dilsinho]]'' (2014){{citar web|primeiro=Pedro|\u00faltimo=Drago|url=http://www.sopacultural.com/dilsinho-lanca-segundo-album-em-boate-na-zona-sul-do-rio/|publicado=Sopa Cultural|t\u00edtulo=Dilsinho lan\u00e7a segundo \u00e1lbum em boate na Zona Sul do Rio|data=9 de junho de 2016|acessodata=10 de junho de 2016|arquivourl=https://web.archive.org/web/20160610084732/http://www.sopacultural.com/dilsinho-lanca-segundo-album-em-boate-na-zona-sul-do-rio/|arquivodata=2016-06-10|urlmorta=yes}}.\n\n==Produ\u00e7\u00e3o==\nO \u00e1lbum possui tr\u00eas colabora\u00e7\u00f5es, Dilsinho convidou o grupo [[Sorriso Maroto]] na faixa-t\u00edtulo \"O Cara Certo\", o grupo [[Turma do Pagode]] na faixa \"Garota de Fam\u00edlia\" e faz um [[hip hop]] com o cantor [[Micael Borges]] na can\u00e7\u00e3o \"Fa\u00e7a a Sua Aposta\"{{citar web|primeiro=Giovani|\u00faltimo=Lettiere|url=https://br.celebridades.yahoo.com/micael-borges-grava-m%C3%BAsica-de-hip-hop-com-cantor-144608773.html|publicado=[[Yahoo!|Yahoo! Celebridades]]|t\u00edtulo=Micael Borges grava m\u00fasica de hip hop com cantor Dilsinho|data=9 de junho de 2016|acessodata=10 de junho de 2016}}.\n{{quote1|\u201cAssim que escolhemos esta m\u00fasica como faixa do disco, despertamos a vontade de trazer uma participa\u00e7\u00e3o que comunicasse com o hip hop nacional e o [[Micael Borges|Mika]] tem isso na ess\u00eancia. Ele \u00e9 jovem, fala de coisas leves e tem a positividade que essa m\u00fasica precisa. J\u00e1 curt\u00edamos um o trabalho do outro e agora estamos mais felizes ainda de estarmos cantando juntos\"}}\nfala Dilsinho.{{citar web|primeiro=|\u00faltimo=|url=http://gshow.globo.com/Musica/noticia/2016/04/dilsinho-mostra-bastidores-do-clipe-de-trovao.html|publicado=[[Yahoo!|Yahoo! Celebridades]]|t\u00edtulo=Dilsinho mostra bastidores do clipe de \u2018Trov\u00e3o\u2019|data=13 de abril de 2016|acessodata=10 de junho de 2016}}\n\n==''Singles''==\nO primeiro ''single'' do \u00e1lbum foi \"Se Quiser\", lan\u00e7ada em 6 de outubro de 2015. O segundo ''single'', \"Trov\u00e3o\" foi liberada em 8 de abril de 2016, na mesma data tamb\u00e9m estreou um videoclipe para a can\u00e7\u00e3o.{{citar web|primeiro=|\u00faltimo=|url=http://gshow.globo.com/Musica/noticia/2016/04/dilsinho-mostra-bastidores-do-clipe-de-trovao.html|publicado=[[Yahoo!|Yahoo! Celebridades]]|t\u00edtulo=Dilsinho mostra bastidores do clipe de \u2018Trov\u00e3o\u2019|data=13 de abril de 2016|acessodata=10 de junho de 2016}} \"Ref\u00e9m\" foi lan\u00e7ada na sequ\u00eancia em duas vers\u00f5es: uma normal e um remix produzido por [[Dennis DJ]]{{citar web |url=https://itunes.apple.com/br/album/ref%C3%A9m-dennis-dj-remix-single/1323083713|titulo=Ref\u00e9m (Dennis DJ Remix)|trabalho=iTunes|acessodata=25 de abril de 2018}} O quarto ''single'', \"Cansei de Farra\", foi respons\u00e1vel por tornar o cantor conhecido fora do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], se tornando um grande sucesso nacional e atingindo a posi\u00e7\u00e3o 38 na [[Brasil Hot 100 Airplay]].{{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20170811171635/http://billboard.com.br/rankings|titulo=Billboard Brasil: 11 de agosto de 2017|trabalho=Billboard Brasil|acessodata=10 de abril de 2018}} O quinto e \u00faltimo ''single'', \"Piquenique\", atingiu o pico de 32 na tabela nacional.{{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20180108135445/billboard.uol.com.br/rankings|titulo=Billboard Brasil: 8 de janeiro de 2018|trabalho=Billboard Brasil|acessodata=10 de abril de 2018}}\n\n==Lista de faixas==\n{{Lista de faixas\n|topo = \n|cr\u00e9dito_escrita = sim\n|dura\u00e7\u00e3o_total = 00:49:39\n|t\u00edtulo1 = Nada Al\u00e9m\n|escritor1 = {{lista horizontal|*[[Dilsinho]]}}\n|dura\u00e7\u00e3o1 = 3:18\n|t\u00edtulo2 = Trov\u00e3o\n|escritor2 = {{lista horizontal|*Munir Trad\n*Dilsinho}}\n|dura\u00e7\u00e3o2 = 3:43\n|t\u00edtulo3 = Se Quiser\n|escritor3 = {{lista horizontal|*Dilsinho}}\n|dura\u00e7\u00e3o3 = 3:25\n|t\u00edtulo4 = Ref\u00e9m\n|escritor4 = {{lista horizontal|*Thiago Silva\n*Pedro Felipe}}\n|dura\u00e7\u00e3o4 = 3:43\n|t\u00edtulo5 = Tamanho PPP\n|escritor5 = {{lista horizontal|*Munir Trad\n*Marquinhos de Moraes\n*Wyllyam Souza}}\n|dura\u00e7\u00e3o5 = 3:04\n|t\u00edtulo6 = Toma Vergonha\n|escritor6 = {{lista horizontal|*Flavinho do Kadet\n*Rafinha Rsq}}\n|dura\u00e7\u00e3o6 = 2:15\n|t\u00edtulo7 = O Cara Certo\n|escritor7 = {{lista horizontal|*Dilsinho}}\n|dura\u00e7\u00e3o7 = 3:19\n|nota7 = Part. [[Sorriso Maroto]]\n|t\u00edtulo8 = Cansei de Farra\n|escritor8 = {{lista horizontal|*Pedro Felipe}}\n|dura\u00e7\u00e3o8 = 3:50\n|t\u00edtulo9 = Fa\u00e7a a Sua Aposta\n|escritor9 = {{lista horizontal|*Rafa Chagas\n*Shark}}\n|dura\u00e7\u00e3o9 = 3:22\n|nota9 = Part. [[Micael Borges]]\n|t\u00edtulo10 = Falsidade\n|escritor10 = {{lista horizontal|*Munir Trad\n*Dilsinho}}\n|dura\u00e7\u00e3o10 = 3:07\n|t\u00edtulo11 = Papo de Futuro\n|escritor11 = {{lista horizontal|*Munir Trad\n*Marquinhos de Moraes}}\n|dura\u00e7\u00e3o11 = 3:18\n|t\u00edtulo12 = Tique Nervoso\n|escritor12 = {{lista horizontal|*Pedro Felipe\n*Dilsinho\n*Bruno Britto}}\n|dura\u00e7\u00e3o12 = 3:08\n|t\u00edtulo13 = Presente do Destino\n|escritor13 = {{lista horizontal|*Pedro Felipe\n*Dilsinho}}\n|dura\u00e7\u00e3o13 = 3:35\n|t\u00edtulo14 = Garota de Fam\u00edlia \n|escritor14 = {{lista horizontal|*Munir Trad\n*Marquinhos de Moraes}}\n|dura\u00e7\u00e3o14 = 3:02\n|nota14 = Part. [[Turma do Pagode]]\n|t\u00edtulo15 = Piquenique\n|escritor15 = {{lista horizontal|*Pedro Felipe\n*Marcos Brito\n*Dilsinho}}\n|dura\u00e7\u00e3o15 = 3:30\n}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:\u00c1lbuns de 2016]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns de pagode]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns de Dilsinho]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns em l\u00edngua portuguesa]]\n[[Categoria:\u00c1lbuns lan\u00e7ados pela Sony Music Brasil]]"}]},"1821969":{"pageid":1821969,"ns":0,"title":"Montdoumerc","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Comuna da Fran\u00e7a|\n|nome = Montdoumerc\n|regi\u00e3o = Occit\u00e2nia\n|departamento = Lot\n|\u00e1rea = 13.62\n|altitude = \n|latP = N| latG = 44| latM = 17|latS = 10\n|lonP = E| lonG = 1| lonM = 31|lonS = 17\n|popula\u00e7\u00e3o = 408\n|densidade = auto\n|censo = 2005\n|insee = 46202\n|insee_ref = s\n|c\u00f3dpostal = 46230 \n|mapa = \n|mapaX = \n|mapaY = \n|escudo = \n|bandeira = \n|imagem = \n|legenda = \n|gent\u00edlico = \n|website = \n|notas = \n}}\n'''Montdoumerc''' \u00e9 uma [[comuna francesa]] na [[Regi\u00f5es administrativas francesas|regi\u00e3o administrativa]] de [[Occit\u00e2nia (regi\u00e3o francesa)|Occit\u00e2nia]], no [[Departamentos franceses|departamento]] de [[Lot (departamento)|Lot]]. Estende-se por uma \u00e1rea de 13,62 [[Quil\u00f3metro quadrado|km\u00b2]]. {{Pop comuna francesa2|46202|13.62}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geofr}}\n\n[[Categoria:Comunas de Lot (departamento)]]"}]},"5165293":{"pageid":5165293,"ns":0,"title":"Gauthier Grumier","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/esporte/atleta\n| nome = Gauthier Grumier\n| esporte = [[Esgrima]]\n| imagem = Gauthier Grumier Challenge RFF 2013 t170341.jpg\n| tamanho = 200px\n| legenda = Gauthier Grumier\n| nomecompleto = Gauthier Grumier\n| apelido = \n| nacionalidade = {{FRAn|o}} \n| data_nascimento = {{dni|29|5|1984}}\n| local_nascimento = [[Nevers]], [[Fran\u00e7a]]\n| data_morte = \n| local_morte =\n| peso = 77 kg\n| altura = 1,86 m\n| modalidade = espada\n| nivel = s\u00eanior\n| clube = \n| atividade = \n| medalhas =\n{{MedalCompetition|Jogos Ol\u00edmpicos}}\n{{MedalGold| [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016|Rio 2016]]|[[Espada]] equipes}}\n{{MedalBronze|[[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016|Rio 2016]]|[[Esgrima nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016 - Espada individual masculino|Individual]]}}\n}}\n'''Gauthier Grumier''' ([[Nevers]], [[29 de maio]] de [[1984]]) \u00e9 um [[esgrima|esgrimista]] franc\u00eas, medalhista ol\u00edmpico.\n\n== Carreira ==\n=== Rio 2016 ===\nGauthier Grumier representou seu pa\u00eds nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016]], na espada. Conseguiu a medalha de bronze no [[Esgrima nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016 - Espada individual masculino]].{{citar web|URL=https://www.rio2016.com/esgrima-espada-individual-masc-bronze|t\u00edtulo=Espada individual masculina, disputa pela medalha de bronze|autor=|data=|publicado=rio2016.com|acessodata=12 de agosto de 2016}}\n\nNa competi\u00e7\u00e3o por equipes conquistou a [[medalha de ouro]] ao lado de [[Daniel J\u00e9rent]], [[Yannick Borel]] e [[Jean-Michel Lucenay]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-desportista|Esgrima}}\n{{Portal3|Olimp\u00edadas|Fran\u00e7a}}\n{{DEFAULTSORT:Grumier, Gauthier}}\n[[Categoria:Esgrimistas ol\u00edmpicos da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Campe\u00f5es ol\u00edmpicos da Fran\u00e7a]]\n[[Categoria:Esgrimistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2012]]\n[[Categoria:Esgrimistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016]]\n[[Categoria:Medalhistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2016]]\n[[Categoria:Naturais de Nevers]]\n[[Categoria:Medalhistas no Campeonato Mundial de Esgrima de 2011]]\n[[Categoria:Medalhistas no Campeonato Mundial de Esgrima de 2012]]\n[[Categoria:Medalhistas no Campeonato Mundial de Esgrima de 2014]]\n[[Categoria:Medalhistas no Campeonato Mundial de Esgrima de 2015]]"}]},"2866848":{"pageid":2866848,"ns":0,"title":"Nauru nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Infobox Olympics Nauru\n|jogos=Ver\u00e3o da Juventude de 2010\n|competidores=4\n|esportes=3\n|bandeira=[[Elson Brechtefeld]]{{citar web|url=http://www.singapore2010.sg/public/sg2010/en/en_news/en_media_releases/en_2010814_list_of_noc_flag_bearers_for_opening_ceremony/MainPar/0/text_files/file0/RP%20-%20NOC%20Flag%20Bearers.pdf|t\u00edtulo=List of NOC Flag Bearers for Opening Ceremony|publicado=Singapore 2010|l\u00edngua=ingl\u00eas|acessodata=24 de agosto de 2010|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100821075645/http://www.singapore2010.sg/public/sg2010/en/en_news/en_media_releases/en_2010814_list_of_noc_flag_bearers_for_opening_ceremony/MainPar/0/text_files/file0/RP%20-%20NOC%20Flag%20Bearers.pdf#|arquivodata=21 de agosto de 2010|urlmorta=yes}}\n|posi\u00e7\u00e3o=75\u00ba\n|ouro=0\n|prata=1\n|bronze=0\n|total=4\n}}\n'''[[Nauru]]''' participou dos '''[[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010]]''' em [[Cingapura]]. Sua delega\u00e7\u00e3o foi composta de quatro atletas que competiram em tr\u00eas esportes. Nauru conquistou uma medalha de prata, sua primeira medalha ol\u00edmpica, obtida pelo jovem Dj Maaki, no boxe categoria peso mosca.\n\n== Medalhistas ==\n{| class=\"wikitable sortable\"\n|-\n! Medalha\n! Nome\n! Esporte\n! Evento\n! Data\n|-\n|[[Ficheiro:Silver medal.svg|20px]] '''Prata''' || [[Dj Maaki]] || [[Boxe nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010|Boxe]] || [[Boxe nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010 - Peso mosca|Peso mosca]] || 25 de agosto\n|}\n\n== [[Ficheiro:Athletics pictogram.svg|30px]] Atletismo ==\n{{artigo principal|Atletismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n\n{|class=\"wikitable\" border=\"1\" style=\"font-size:90%\"\n|-\n!rowspan=2|Evento\n!rowspan=2|Atleta\n!colspan=2|Qualifica\u00e7\u00e3o\n!colspan=2|Final\n|-\n!Resultado\n!Posi\u00e7\u00e3o\n!Resultado\n!Posi\u00e7\u00e3o\n|-\n|[[Atletismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010 - 100 m feminino|100 m feminino]]\n|Lovelite Detenamo\n|align=center|13.04\n|align=center|21\u00ba (5\u00ba q4){{citar web|url=http://www.iaaf.org/yog10/results/eventcode=4685/racedate=08-18-2010/sex=W/discCode=100/combCode=hash/roundCode=h/results.html#detW_100_hash_h|t\u00edtulo=100 Metres W - Heats|publicado=Youth Olympic Games @ [[IAAF]]|l\u00edngua=en|acessodata=23 de setembro de 2010|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100830194156/http://www.iaaf.org/yog10/results/eventcode=4685/racedate=08-18-2010/sex=W/discCode=100/combCode=hash/roundCode=h/results.html#detW_100_hash_h#detW_100_hash_h|arquivodata=30 de agosto de 2010|urlmorta=yes}}\n|align=center|N\u00e3o largou\n|align=center|7\u00ba (Final C){{citar web|url=http://www.iaaf.org/yog10/results/eventcode=4685/racedate=08-21-2010/sex=W/discCode=100/combCode=hash/roundCode=r/results.html#detW_100_hash_r|t\u00edtulo=100 Metres W - Race|publicado=Youth Olympic Games @ [[IAAF]]|l\u00edngua=en|acessodata=23 de setembro de 2010}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|data=janeiro de 2019}}\n|-\n|[[Atletismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010 - 200 m feminino|200 m feminino]]\n|Thrixeena Akua\n|align=center|30.27\n|align=center|18\u00ba (6\u00ba q2){{citar web|url=http://www.iaaf.org/yog10/results/eventcode=4685/racedate=08-19-2010/sex=W/discCode=200/combCode=hash/roundCode=h/results.html#detW_200_hash_h|t\u00edtulo=200 Metres W - Heats|publicado=Youth Olympic Games @ [[IAAF]]|l\u00edngua=en|acessodata=23 de setembro de 2010}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|data=janeiro de 2019}}\n|align=center|30.08\n|align=center|3\u00ba (Final C){{citar web|url=http://www.iaaf.org/yog10/results/eventcode=4685/racedate=08-22-2010/sex=W/discCode=200/combCode=hash/roundCode=r/results.html#detW_200_hash_r|t\u00edtulo=200 Metres W - Race|publicado=Youth Olympic Games @ [[IAAF]]|l\u00edngua=en|acessodata=23 de setembro de 2010|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100830004219/http://www.iaaf.org/yog10/results/eventcode=4685/racedate=08-22-2010/sex=W/discCode=200/combCode=hash/roundCode=r/results.html#detW_200_hash_r#detW_200_hash_r|arquivodata=30 de agosto de 2010|urlmorta=yes}}\n|}\n\n== [[Ficheiro:Boxing pictogram.svg|30px]] Boxe ==\n{{artigo principal|Boxe nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n{| class=\"wikitable\" border=\"1\" style=\"font-size:90%\"\n|-\n!Atleta\n!Evento\n!Preliminares\n!Semifinais\n!Final\n!Pos. final\n|-\n|Dj Maaki\n|[[Boxe nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010 - Peso mosca|Peso mosca (51 kg)]]\n|align=center|Sem oponente\n|align=center|{{flagIOCathlete|Kandel Dowden|GRN|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}
'''V''' '''PTS +5'''-5\n|align=center|{{flagIOCathlete|Emmanuel Rodriguez|PUR|Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}
'''D''' '''RSC R3 1:34'''\n|align=center|{{medalha de prata|Olimp\u00edadas}}\n|}\n\n== [[Ficheiro:Weightlifting pictogram.svg|30px]] Halterofilismo ==\n{{artigo principal|Halterofilismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n{|class = \"wikitable\" style=\"text-align:center;\"\n! rowspan=2 width=150|Evento\n! rowspan=2 width=150|Atleta\n! rowspan=2 width=50|Peso corporal (kg)\n!colspan=4| Arranque (kg)\n!colspan=4| Arremesso (kg)\n!rowspan=2 width=60| Total (kg)\n! rowspan=2| Pos.
final\n|-\n! width=40|1\n! width=40|2\n! width=40|3\n! width=40|Res.\n! width=40|1\n! width=40|2\n! width=40|3\n! width=40|Res.\n|-\n| [[Halterofilismo nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010 - At\u00e9 56 kg masculino|At\u00e9 56 kg masculino]] ||align=left| Elson Brechtefeld || 55.56 || 87 || 92 || 92 || 92 || 113 || 117 || 117 || 117 || '''209''' || 9\u00ba\n|}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010}}\n{{Portal3|Eventos multiesportivos}}\n\n{{DEFAULTSORT:Nauru Nos Jogos Olimpicos Verao Juventude 2010}}\n[[Categoria:Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o da Juventude de 2010]]\n[[Categoria:Nauru nos Jogos Ol\u00edmpicos]]\n[[Categoria:2010 em Nauru]]"}]},"3035807":{"pageid":3035807,"ns":0,"title":"(36743) 2000 RO62","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Asteroide\n|numero = 36743\n|nome = 2000 RO62\n|imagem =\n|data_descoberta = 1 de setembro de 2000\n|descobridor = [[Lincoln Near-Earth Asteroid Research|LINEAR]]\n|homenagem =\n|categoria = [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]\n|semieixo_maior = 2.8455873\n|perelio =\n|afelio =\n|excentricidade = 0.11783790\n|T_orb_dia =\n|T_orb_ano =\n|V_orb_media =\n|inclinacao = 5.75060\n|anomalia_media = 66.8982100\n|arg_periastro = 298.60695\n|long_no_asc = 58.40549\n|dimens\u00e3o =\n|massa =\n|densidade =\n|gravidade =\n|V_escape =\n|T_rotacao =\n|distancia_sol =\n|classe_espectro =\n|magnitude_abs = 14,10\n|albedo =\n|temp_media_C =\n|satelites =\n}}\n'''2000 RO62''' (asteroide 36743) \u00e9 um [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]. Possui uma [[excentricidade orbital|excentricidade]] de 0.11783790 e uma [[inclina\u00e7\u00e3o]] de 5.75060\u00ba.{{citar web|URL=http://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=36743|t\u00edtulo=36743 2000 RO62|autor=|data=|publicado=NASA|acessodata=23 de dezembro de 2013|l\u00edngua2=en}}\n\nEste [[asteroide]] foi descoberto no dia 1 de setembro de 2000 por [[Lincoln Near-Earth Asteroid Research|LINEAR]] em [[Socorro (Novo M\u00e9xico)|Socorro]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Lista de asteroides]]\n* [[Cintura de asteroides|Asteroide da cintura principal]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{LinksAsteroide|36743}}\n\n\n\n{{Esbo\u00e7o-asteroide}}\n{{Portal3|Astronomia}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{DEFAULTSORT:36743 2000 Ro62}}\n[[Categoria:Asteroides da cintura principal]]"}]},"2390660":{"pageid":2390660,"ns":0,"title":"Vera Zvonareva","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Tenista \n|foto = [[Ficheiro:Zvonareva Serve Japan (cropped).jpg|230px]]\n|foto_tamanho = \n|leg_foto = Zvonareva em Toquio 2011\n|nometenista = Vera Zvonareva
\u0412\u0435\u0440\u0430 \u0417\u0432\u043e\u043d\u0430\u0440\u0451\u0432\u0430 \n|apelido = \n|paisnatal = {{RUS}}\n|residencia = [[Moscou]], [[R\u00fassia]]\n|datadenascimento = {{dni|7|9|1984|lang=br}}\n|cidadenatal = [[Moscou]], {{URS}}\n|altura = 1,72 m\n|peso = 64 kg\n|mao = Destra (Rev\u00e9s de duas m\u00e3os) \n|treinador = \n|clube = \n|profissionalizacao = setembro de 2000\n|aposentadoria = \n|premiosganhos = US$ 13,526,440[http://www.wtatour.com/page/Player/Stats/0,,12781~9376,00.html Fonte]\n|vitoriasderrotassimples = 475\u2013230 (67.38%)\n|recordesimples = \n|titulossimples = 12 [[WTA]]s e 2 [[ITF]]s\n|melhorrankingsimples = N\u00ba 2 (25 de outubro de 2010)\n|rankingatual = 153 (30 de abril de 2015)\n|ResultadoAbertoAustralia = SF (2009, 2011) \n|ResultadoAbertoFranca = QF (2003)\n|ResultadoWimbledon = F (2010)\n|ResultadoAbertoEUA = F (2010) \n|vitoriasderrotasduplas = 167\u2013109\n|recordeduplas = \n|titulosduplas = 6 [[WTA]]s\n|melhorrankingduplas = N\u00ba 9 (08 de agosto de 2005)\n|Resultadograndslamsduplas = Resultados de Grand Slam de Duplas\n|ResultadoOpenAustraliaDuplas = '''V''' (2012)\n|ResultadoOpenFrancaDuplas = QF (2006)\n|ResultadoWimbledonDuplas = F (2010)\n|ResultadoOpenEUADuplas = '''V''' (2006)\n|OutrostorneiosDuplas = sim\n|ResultadoMastersCupDuplas = \n|ResultadoJODuplas = \n|vitoriasderrotasmistas = sim\n|recordemistas = \n|titulosmistas = 2\n|melhorrankingmistas = \n|ResultadoOpenAustraliaMistas = \n|ResultadoOpenFrancaMistas = \n|ResultadoWimbledonMistas = '''V''' (2006)\n|ResultadoOpenEUAMistas = '''V''' (2004)\n|atualizado = [[21 de setembro]] de [[2015]]\n| medalhas =\n{{MedalCompetition|Jogos Ol\u00edmpicos}}\n{{MedalBronze|[[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008|Pequim 2008]]|[[T\u00eanis nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008|Simples]]}}\n}}\n'''Vera Igorevna Zvonareva''' ({{lang-ru|\u0412\u0435\u0440\u0430 \u0418\u0433\u043e\u0440\u0435\u0432\u043d\u0430 \u0417\u0432\u043e\u043d\u0430\u0440\u0451\u0432\u0430}}; [[Moscou]], [[7 de setembro]] [[1984]]) \u00e9 uma tenista profissional [[R\u00fassia|russa]] que foi finalista em simples de [[Wimbledon]] e do [[US Open]], ambos em [[2010]], e teve como melhor ranking a segunda coloca\u00e7\u00e3o da [[WTA]], alcan\u00e7ada tamb\u00e9m em [[2010]]. \n\nDurante sua carreira conquistou 12 t\u00edtulos de [[WTA]] em simples e 18 nas duplas, sendo dois destes de [[Grand Slam de t\u00eanis|Grand Slam]] ([[Aberto da Austr\u00e1lia]] de 2012 e [[US Open]] de 2006).\n\n== Carreira ==\nVera come\u00e7ou a se envolver com o [[t\u00eanis]] aos seis anos de idade e tornou-se uma tenista profissional a partir de [[2000]]. No final de [[2002]] e ela j\u00e1 estava no Top 50, e em [[2003]] - entre as 20 melhores. Zvonareva \u00e9 conhecida por deixar extrapolar o seu lado emocional durante as partidas chegando a chorar durante alguns jogos.\n\nEm [[2004]] Vera venceu o [[US Open de t\u00eanis|US Open]] nas duplas mistas, com [[Bob Bryan]].\n\nEm [[2006]] ela ganhou o US Open nas duplas femininas (com [[Nathalie Dechy]]) e [[Torneio de Wimbledon]] em [[misto|Duplas Mistas]] (com [[Andy Ram]]).\n\nNo dia [[17 de agosto]] de [[2008]], nos [[T\u00eanis nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008|Jogos Ol\u00edmpicos de Pequim]] derrotou a chinesa [[Li Na]] na partida que decidiu o terceiro lugar, conquistando a medalha de bronze em simples.\n\nA tenista jogou duas vezes no torneio final, o [[WTA Tour Championships]], que envolve as 8 melhores tenistas do mundo, no encerramento da temporada:\n\nEm novembro de 2008, Vera foi capaz de chegar a final do prestigiado torneio, vencendo 4 jogos: a tenista numero 1 do mundo [[Jelena Jankovic]], [[Ana Ivanovic]], [[Svetlana Kuznetsova]] e [[Elena Dementieva]]. No entanto, na final Vera perdeu para a norte-americana [[Venus Williams]] com um resultado de 7-6 0-6 2-6. Como pr\u00eamio para este torneio Vera recebeu 715 000 d\u00f3lares, o que lhe permitiu superar a marca de 5 milh\u00f5es de d\u00f3lares para o pr\u00eamio de sua carreira.\n\nEm [[2009]], alcan\u00e7ou a semi-final do [[Aberto da Austr\u00e1lia]]. Dezoito meses depois, ganhou o primeiro da s\u00e9rie Premier em simples - na final do [[BNP Paribas Open]], ganhou da ex-numero 1 do mundo [[Ana Ivanovic]] da [[S\u00e9rvia]].\n\nEm [[2010]] chegou a final de simples (perdeu para [[Serena Williams]]) e de duplas de [[Wimbledon]] ao lado de [[Elena Vesnina]], mas acabaram perdendo para a cazaque [[Yaroslava Shvedova]] e a americana [[Vania King]] por 7/6 (8/6) e 6/2. No mesmo ano tamb\u00e9m chegou a final do [[US Open]], sendo derrotada pela belga [[Kim Clijsters]] por 6-2, 6-1.\n\n==Vida pessoal==\nEm 2007, Zvonareva formou-se na Russian State University com licenciatura em Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica. Ela tamb\u00e9m estudou Rela\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas Internacionais na Diplomatic Academy of the Ministry of Foreign Affairs in Moscow. {{citar web |url=http://www.zvonareva.ru/index2.php?Id=19 |t\u00edtulo=Biography |acessodata=15 de outubro de 2016 |publicado=zvonareva.ru |l\u00edngua=ingl\u00eas}}\n\nEm 23 de agosto de 2016, ela anunciou seu casamento. Durante o per\u00edodo, tornou-se m\u00e3e.{{citar web |url=http://www.championat.com/tennis/news-2557774-zvonarjova-za-etot-god-ja-vyshla-zamuzh-i-stala-mamoj.html |t\u00edtulo=\u0417\u0432\u043e\u043d\u0430\u0440\u0451\u0432\u0430: \u0437\u0430 \u044d\u0442\u043e\u0442 \u0433\u043e\u0434 \u044f \u0432\u044b\u0448\u043b\u0430 \u0437\u0430\u043c\u0443\u0436 \u0438 \u0441\u0442\u0430\u043b\u0430 \u043c\u0430\u043c\u043e\u0439! |data=23 de agosto de 2016 |publicado=championat.com |l\u00edngua=russo}}\n\n== T\u00edtulos ==\n===Grand Slam finais===\n\n====Simples: 2 (0\u20132)====\n{|class=\"sortable wikitable\" style=font-size:97%\n!Posi\u00e7\u00e3o\n!Ano\n!width=200|Campeonato\n!Piso\n!width=200|Oponente\n!width=125|Placar\n|-bgcolor=#CCFFCC\n|bgcolor=FFA07A|Vice||[[2010]]||[[Wimbledon]]||Grama||{{flagicon|USA}} [[Serena Williams]]||3\u20136, 2\u20136\n|-bgcolor=#CCCCFF\n|bgcolor=FFA07A|Vice||[[2010]]||[[US Open]]||Duro||{{flagicon|BEL}} [[Kim Clijsters]]||2\u20136, 1\u20136\n|}\n\n====Duplas: 3 (2\u20131)====\n{|class=\"sortable wikitable\" style=font-size:97%\n!Posi\u00e7\u00e3o\n!Ano\n!width=200|Campeonato\n!Piso\n!width=200|Parceira\n!width=200|Oponentes\n!width=125|Placar\n|-bgcolor=#CCCCFF\n|bgcolor=98FB98|Campe\u00e3||2006||[[US Open]]||Duro||{{flagicon|FRA}} [[Nathalie Dechy]]||{{flagicon|RUS}} [[Dinara Safina]]
{{flagicon|SLO}} [[Katarina Srebotnik]]||7\u20136(7\u20135), 7\u20135\n|-bgcolor=#CCFFCC\n|bgcolor=FFA07A|Vice||2010||[[Wimbledon]]||Grama||{{flagicon|RUS}} [[Elena Vesnina]]||{{flagicon|USA}} [[Vania King]]
{{flagicon|KAZ}} [[Yaroslava Shvedova]]||6\u20137(6\u20138), 2\u20136\n|-bgcolor=#FFFFCC\n|bgcolor=98FB98|Campe\u00e3||2012||Aberto da Austr\u00e1lia||Hard||{{flagicon|RUS}} [[Svetlana Kuznetsova]]||{{flagicon|ITA}} [[Sara Errani]]
{{flagicon|ITA}} [[Roberta Vinci]]||5\u20137, 6\u20134, 6\u20133\n|}\n\n====Duplas Mistas: 2 (2\u20130)====\n{|class=\"sortable wikitable\" style=font-size:97%\n!Posi\u00e7\u00e3o\n!Ano\n!width=200|Campeonato\n!Piso\n!width=200|Parceiro\n!width=200|Oponentes\n!width=125|Placar\n|-bgcolor=#CCCCFF\n|bgcolor=98FB98|Campe\u00e3||2004||[[US Open]]||Duro||{{flagicon|USA}} [[Bob Bryan]]||{{flagicon|AUS}} [[Alicia Molik]]
{{flagicon|AUS}} [[Todd Woodbridge]]||6\u20133, 6\u20134\n|-bgcolor=#CCFFCC\n|bgcolor=98FB98|Campe\u00e3||2006||[[Wimbledon]]||Grama||{{flagicon|ISR}} [[Andy Ram]]||{{flagicon|USA}} [[Venus Williams]]
{{flagicon|USA}} [[Bob Bryan]]||6\u20133, 6\u20132\n|}\n\n==WTA ==\n===Simples===\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n!Antes de 2009!! A partir de 2009\n|-\n|align=\"center\" colspan=\"2\" bgcolor=\"#FFFF99\"| [[Grand Slam]] torneios (0)\n|-\n|align=\"center\" colspan=\"2\" bgcolor=\"gold\"| Ouro Olimpico (0)\n|-\n|align=\"center\" colspan=\"2\" bgcolor=\"#FF6666\"| WTA Championships (0)\n|-\n|bgcolor=\"#ffcccc\"| Tier I (0)\n|bgcolor=\"#0099CC\"| Premier Mandatory (1)\n|-\n|bgcolor=\"#ccccff\"| Tier II (0)\n|bgcolor=\"#c0d077\"| Premier 5 (0)\n|-\n|bgcolor=\"#CCFFCC\"| Tier III (6)\n|bgcolor=\"#BF94E4\"| Premier (1)\n|-\n|bgcolor=\"#66CCFF\"| Tier IV (1)\n|bgcolor=\"#50C878\"| International (3)\n|}\n{| class=\"wikitable\"\n|- bgcolor=\"#eeeeee\"\n|'''N.'''\n|'''Data'''\n|'''Torneio'''\n|'''Piso'''\n|'''Oponente na final'''\n|'''Placar'''\n|- bgcolor=\"#CCFFCC\"\n| 1.\n| 04 de maio de 2003\n| [[Bol]], [[Cro\u00e1cia]]\n| saibro\n| {{flagicon|ESP}} [[Conchita Mart\u00ednez Granados]]\n| 6\u20131, 6\u20133\n|- bgcolor=\"#CCFFCC\"\n| 2.\n| 21 de fevereiro de 2004\n| [[Regions Morgan Keegan Championships and the Cellular South Cup|Memphis]], [[EUA]]\n| dura (indoor)\n| {{flagicon|USA}}[[Lisa Raymond]]\n| 4\u20136, 6\u20134, 7\u20135\n|- bgcolor=\"#CCFFCC\"\n| 3.\n| 19 de fevereiro de 2005\n| Memphis, Estados Unidos (2)\n| dura (indoor)\n| {{flagicon|USA}}[[Meghann Shaughnessy]]\n| 7\u20136(3), 6\u20132\n|- bgcolor=\"#CCFFCC\"\n| 4.\n| 18 de junho de 2006\n| [[Birmingham]], [[Inglaterra]]\n| grama\n| {{flagicon|USA}}[[Jamea Jackson]]\n| 7\u20136(12), 7\u20136(5)\n|- bgcolor=\"#CCFFCC\"\n| 5.\n| 23 de julho de 2006\n| [[Cincinnati Masters|Cincinnati]], Estados Unidos\n| dura\n| {{flagicon|Slovenia}} [[Katarina Srebotnik]]\n| 6\u20132, 6\u20134\n|- bgcolor=\"#66CCFF\"\n| 6.\n| 04 de maio de 2008\n| [[Praga]], [[Rep\u00fablica Tcheca]]\n| saibro\n| {{flagicon|BLR}}[[Victoria Azarenka]]\n| 7\u20136(2), 6\u20132\n|- bgcolor=\"#CCFFCC\"\n| 7.\n| 21 de setembro de 2008\n| [[Guangzhou International Women's Open|Guangzhou]], [[China]]\n| dura\n| {{flagicon|CHN}}[[Peng Shuai]]\n| 6\u20137(4), 6\u20130, 6\u20132\n|- bgcolor=\"#50C878\"\n| 8.\n| 15 de fevereiro de 2009\n| [[Pattaya Women's Open|Pattaya]], [[Tail\u00e2ndia]]\n| dura\n| {{flagicon|IND}}[[Sania Mirza]]\n| 7\u20135, 6\u20131\n|- bgcolor=\"#0099CC\"\n| 9.\n| 22 de mar\u00e7o de 2009\n| [[Indian Wells]], [[Estados Unidos]]\n| dura\n| {{flagicon|SRB}}[[Ana Ivanovic]]\n| 7\u20136(5), 6\u20132\n|- bgcolor=\"#50C878\"\n| 10.\n| 14 de fevereiro de 2010\n| Pattaya, Tail\u00e2ndia (2)\n| dura\n| {{flagicon|THA}}[[Tamarine Tanasugarn]]\n| 6\u20134, 6\u20134\n|- bgcolor=\"#BF94E4\"\n| 11.\n| 26 de fevereiro de 2011\n| [[Qatar Ladies Open|Doha]], [[Catar]]\n| dura\n| {{flagicon|DIN}} [[Caroline Wozniacki]]\n| 6-4, 6-4\n|- bgcolor=\"#50C878\"\n| 12.\n| 24 de julho de 2011\n| [[Baku]], [[Azerbaij\u00e3o]]\n| Dura\n| {{RUSb}} [[Ksenia Pervak]]\n| 6-1, 6-4\n|}\n\n===Duplas===\n{| class=\"wikitable\"\n|-\n!Antes de 2009!! A partir de 2009\n|-\n|align=\"center\" colspan=\"2\" bgcolor=\"#FFFF99\"| [[Grand Slam]] torneios (2)\n|-\n|align=\"center\" colspan=\"2\" bgcolor=\"gold\"| Ouro Olimpico (0)\n|-\n|align=\"center\" colspan=\"2\" bgcolor=\"#FF6666\"| WTA Championships (0)\n|-\n|bgcolor=\"#ffcccc\"| Tier I (2)\n|bgcolor=\"#0099CC\"| Premier Mandatory (1)\n|-\n|bgcolor=\"#ccccff\"| Tier II (0)\n|bgcolor=\"#c0d077\"| Premier 5 (0)\n|-\n|bgcolor=\"#CCFFCC\"| Tier III (0)\n|bgcolor=\"#BF94E4\"| Premier (0)\n|-\n|bgcolor=\"#66CCFF\"| Tier IV (1)\n|bgcolor=\"#50C878\"| International (0)\n|}\n{| class=\"wikitable\"\n|- bgcolor=\"#eeeeee\"\n|'''N.'''\n|'''Data'''\n|'''Torneio'''\n|'''Piso'''\n|'''Parceiro'''\n|'''Oponente na final'''\n|'''Placar'''\n|- bgcolor=\"#ffcccc\"\n| 1.\n| 10 de outubro de 2004\n| [[Moscou]], [[R\u00fassia]]\n| carpete\n| | {{flagicon|RUS}} [[Anastasia Myskina]]\n| {{flagicon|ESP}} [[Virginia Ruano Pascual]]
{{flagicon|ARG}} [[Paola Su\u00e1rez]]\n| 6\u20133, 4\u20136, 6\u20132\n|- bgcolor=\"#ffcccc\"\n| 2.\n| 02 de maio de 2005\n| [[Berlim]], [[Alemanha]]\n| saibro\n| | {{flagicon|RUS}} [[Elena Likhovtseva]]\n| {{flagicon|ZIM}} [[Cara Black]]
{{flagicon|RSA}} [[Liezel Huber]]\n| 4\u20136, 6\u20134, 6\u20133\n|- bgcolor=\"#66CCFF\"\n| 3.\n| 02 de janeiro de 2006\n| [[Auckland]], [[Nova Zel\u00e2ndia]]\n| dura\n| {{flagicon|RUS}} [[Elena Likhovtseva]]\n| {{flagicon|FRA}} [[\u00c9milie Loit]]
{{flagicon|CZE}} [[Barbora Str\u00fdcov\u00e1]]\n| 6\u20133, 6\u20134\n|- bgcolor=\"#FFFF99\"\n| 4.\n| 28 de agosto de 2006\n| [[US Open]], [[Estados Unidos]]\n| dura\n| {{flagicon|FRA}} [[Nathalie Dechy]]\n| {{flagicon|RUS}} [[Dinara Safina]]
{{flagicon|SLO}} [[Katarina Srebotnik]]\n| 7\u20136(5), 7\u20135\n|- bgcolor=\"#0099CC\"\n| 5.\n| 21 de mar\u00e7o de 2009\n| [[Indian Wells]], [[Estados Unidos]]\n| dura\n| {{flagicon|BLR}} [[Victoria Azarenka]]\n| {{flagicon|ARG}} [[Gisela Dulko]]
{{flagicon|ISR}} [[Shahar Pe'er]]\n| 6\u20134, 3\u20136, [10\u20135]\n|-bgcolor=\"#FFFF99\"\n| 6.\n| 27 de janeiro de 2012\n| [[Aberto da Austr\u00e1lia]]\n| dura\n| {{flagicon|RUS}} [[Svetlana Kuznetsova]]\n| {{flagicon|ITA}} [[Sara Errani]]
{{flagicon|ITA}} [[Roberta Vinci]]\n| 5-7, 6\u20134, 6-3\n|}\n\n\n===Fed Cup===\n* 2004 contra a [[Fran\u00e7a]] por 3-2, com [[Anastasia Myskina]] e [[Svetlana Kuznetsova]].\n* 2008 contra a [[Espanha]] por 4-0, com [[Ekaterina Makarova]], [[Elena Vesnina]] e [[Svetlana Kuznetsova]].\n\n{{commonscat|Vera Zvonareva}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.zvonareva.ru Site oficial]\n* {{wta|id=9376|name=Vera Zvonareva}}\n{{esbo\u00e7o-tenista}}\n{{Campe\u00e3s de Duplas do Aberto da Austr\u00e1lia}}\n{{Campe\u00e3s de Duplas do US Open}}\n{{Campe\u00f5es de duplas mistas de Wimbledon}}\n{{Campe\u00f5es de duplas mistas do US Open}}\n\n{{Portal3|T\u00e9nis|R\u00fassia|Mulheres}}\n{{DEFAULTSORT:Zvonareva, Vera}}\n[[Categoria:Tenistas da R\u00fassia]]\n[[Categoria:Tenistas ol\u00edmpicos da R\u00fassia]]\n[[Categoria:Tenistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008]]\n[[Categoria:Tenistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2012]]\n[[Categoria:Naturais de Moscou]]\n[[Categoria:Medalhistas nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 2008]]"}]},"4719012":{"pageid":4719012,"ns":0,"title":"Hermes Farias de Macedo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Pol\u00edtico\n| nome = Hermes Farias de Macedo\n| imagem =\n| imagem-tamanho = \n|t\u00edtulo =[[Deputado federal]] pelo [[Paran\u00e1]]\n|mandato ='''De''' [[1\u00ba de fevereiro]] de [[1963]]
at\u00e9 [[1967]]
'''De''' [[1\u00ba de fevereiro]] de [[1967]]
at\u00e9 [[1971]]
'''De''' [[1\u00ba de fevereiro]] de [[1971]]
at\u00e9 [[1975]]
'''De''' [[1\u00ba de fevereiro]] de [[1975]]
at\u00e9 [[1979]]
'''De''' [[1\u00ba de fevereiro]] de [[1979]]
at\u00e9 [[1983]]
''(5 mandatos consecutivos)''
\n| data_nascimento ={{dni|7|3|1914|si}}\n| local_nascimento =[[Rio Pardo]], [[Rio Grande do Sul]]\n| partido =[[Alian\u00e7a Renovadora Nacional|ARENA]]\n|profiss\u00e3o =[[Advogado]], [[empres\u00e1rio]] e [[pol\u00edtico]]\n|website = \n| projecto = Brasil\n|data_morte = {{nowrap|{{morte|26|10|1993|7|3|1914}}}}|local_morte = [[Curitiba]], [[Paran\u00e1]]}}\n\n{{Ver desambig|redir=Hermes Macedo|a rede de lojas|Lojas Hermes Macedo}}\n'''Hermes Farias de Macedo''' ([[Rio Pardo]], [[7 de mar\u00e7o]] de [[1914]] - [[Curitiba]], [[26 de outubro]] de [[1993]]) foi um [[advogado]], [[empres\u00e1rio]] e [[pol\u00edtico]] [[brasil]]eiro filiado a [[Alian\u00e7a Renovadora Nacional]] (ARENA).{{citar web|url= http://www2.camara.leg.br/deputados/pesquisa/layouts_deputados_biografia?pk=122930&tipo=0|titulo= Perfil de Hermes Macedo no portal da C\u00e2mara dos Deputados|data= |publicado=C\u00e2mara dos Deputados |acessodata=10 de abril de 2015}}\n\n== Hist\u00f3rico ==\nFilho de Delibio Macedo e Tereza Faria Macedo, Hermes nasceu em Rio Pardo, [[Rio Grande do Sul]].\n\nRadicou-se em Curitiba, onde montou um pequeno neg\u00f3cio de autope\u00e7as, aos 18 anos de idade, que viria a se tornar a maior empresa de com\u00e9rcio varejista do pa\u00eds, denominado [[Lojas Hermes Macedo|Grupo Hermes Macedo]].\n\nFormou-se como Bacharel em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais pela [[Direito|Faculdade de Direito]] da [[Universidade Federal do Paran\u00e1]] (UFPR), no ano de 1941.\n\n== Vida pol\u00edtica ==\nIniciou sua carreira pol\u00edtica elegendo-se [[deputado federal]] pelo Paran\u00e1 no pleito de outubro de 1962, na legenda da Alian\u00e7a Movimento Democr\u00e1tico Renovador, coliga\u00e7\u00e3o formada pelo [[Partido Democrata Crist\u00e3o (1945)|Partido Democrata Crist\u00e3o]] (PDC), a [[Uni\u00e3o Democr\u00e1tica Nacional]] (UDN) e o [[Partido Trabalhista Nacional]] (PTN).\n\nAssumiu o mandato em fevereiro de 1963 e, ap\u00f3s o [[Movimento pol\u00edtico-militar de 1964|movimento pol\u00edtico-militar]] de 31 de mar\u00e7o de 1964, que dep\u00f4s o presidente [[Jo\u00e3o Goulart]] (1961-1964), extinguiu os partidos pol\u00edticos pelo [[Ato Institucional N\u00famero Dois|Ato Institucional n\u00ba 2]] (27/10/1965) e a posterior instaura\u00e7\u00e3o do [[bipartidarismo]], filiou-se \u00e0 [[Alian\u00e7a Renovadora Nacional]] (Arena), partido de sustenta\u00e7\u00e3o do regime militar.\n\nNas elei\u00e7\u00f5es de 1966 e 1970 foi reeleito deputado federal pelo Paran\u00e1, sempre na legenda da Arena. Nessa \u00faltima legislatura foi membro das comiss\u00f5es de Legisla\u00e7\u00e3o Social, de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e de Finan\u00e7as e suplente da Comiss\u00e3o de Economia da C\u00e2mara dos Deputados. Reeleito em novembro de 1974, ainda na legenda da Arena, tornou-se vice-presidente da Comiss\u00e3o de Transportes e suplente da Comiss\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da C\u00e2mara.\n\nNo pleito de novembro de 1978 foi mais uma vez eleito deputado federal pelo Paran\u00e1, ainda na legenda da Arena. Com a extin\u00e7\u00e3o do bipartidarismo em 29 de novembro de 1979 e a conseq\u00fcente reformula\u00e7\u00e3o partid\u00e1ria, filiou-se ao partido do governo, o Partido Democr\u00e1tico Social (PDS). Durante essa legislatura foi novamente membro da Comiss\u00e3o de Transportes e suplente da Comiss\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da C\u00e2mara. N\u00e3o tendo concorrido no pleito de novembro de 1982, deixou a C\u00e2mara dos Deputados em janeiro de 1983, ao final da legislatura.{{Citar web|url=http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/hermes-farias-macedo|titulo=HERMES FARIAS MACEDO {{!}} CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do Brasil|acessodata=2018-03-29|obra=CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o de Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do Brasil|ultimo=Brasil|primeiro=CPDOC - Centro de Pesquisa e Documenta\u00e7\u00e3o Hist\u00f3ria Contempor\u00e2nea do|lingua=pt-br}}\n\n== Vida Pessoal ==\nHermes Farias de Macedo era casado com Ja\u00edra Macedo, com quem teve seis filhos.\n\nFaleceu em Curitiba no dia 26 de outubro de 1993, aos 79 anos de idade.[http://www.oexplorador.com.br/hermes-farias-de-macedo-empresario-fundador-do-grupo-que-leva-seu-nome/ Site O Explorador]\n\n== Homenagem ==\nEm sua homenagem, o munic\u00edpio de Curitiba batizou uma rua com seu nome, no bairro de Tatuquara.{{Citar web|url=http://www.consultarcep.com.br/pr/curitiba/tatuquara/rua-hermes-farias-de-macedo/81470200|titulo=Rua Hermes Farias de Macedo, Tatuquara - Curitiba PR - CEP 81470-200|acessodata=2018-03-29|obra=www.consultarcep.com.br|lingua=pt-BR}}{{referencias}}\n\n{{esbo\u00e7o-pol\u00edtico}}\n\n{{Portal3|Pol\u00edtica}}\n\n[[Categoria:Naturais de Rio Pardo]]\n[[Categoria:Alunos da Universidade Federal do Paran\u00e1]]\n[[Categoria:Advogados do Rio Grande do Sul]]\n[[Categoria:Empres\u00e1rios do Rio Grande do Sul]]\n[[Categoria:Deputados federais do Brasil pelo Paran\u00e1]]\n[[Categoria:Membros da Alian\u00e7a Renovadora Nacional]]"}]},"1912015":{"pageid":1912015,"ns":0,"title":"Osterby (Kreis Schleswig-Flensburg)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Cidade da Alemanha\n| nome = Osterby\n| imagem = \n| texto da imagem = \n| bras\u00e3o = Osterby (SL)-Wappen.png\n| mapa = \n| lema = \n| estado = [[Schleswig-Holstein]]\n| regi\u00e3o = \n| distrito = [[Schleswig-Flensburg]]\n| Amt = Schafflund\n| Gemeindeverwaltungsverband = \n| Samtgemeinde = \n| Verbandsgemeinde = \n| Verwaltungsgemeinschaft = \n| Verwaltungsverband = \n| lat_deg = 54\n| lat_min = 47\n| lat_sec = 00\n| lon_deg = 9\n| lon_min = 13\n| lon_sec = 00\n| \u00e1rea = 12.35\n| altitude = 26\n| popula\u00e7\u00e3o = 335\n| censo = 31/12/2006\n| densidade = 27\n| placa = SL\n| codigopostal = 24994\n| codigotelefone = 04605\n| endere\u00e7o = \n| end adm central = \n| website = amt-schafflund.de\n| website sem www = \n| e-mail = \n| prefeito = Arnold Nommensen\n| partido = \n| nuts = \n| mapa distrito = Osterby in SL.PNG\n| mapa estado = \n}}\n'''Osterby''' \u00e9 um munic\u00edpio da [[Alemanha]], localizado no distrito de [[Schleswig-Flensburg]], estado de [[Schleswig-Holstein]].{{citar web|url=http://www.statistik-nord.de/uploads/tx_standocuments/A_I_2_vj411_S.pdf|t\u00edtulo=Statistikamt Nord: Bev\u00f6lkerung in Schleswig-Holstein am 31. Dezember 2011 nach Kreisen, \u00c4mtern, amtsfreien Gemeinden und St\u00e4dten|data=|publicado=Statistisches Amt f\u00fcr Hamburg und Schleswig-Holstein|l\u00edngua=alem\u00e3o}}{{citar web|url=https://www.destatis.de/DE/ZahlenFakten/LaenderRegionen/Regionales/Gemeindeverzeichnis/Administrativ/Aktuell/Zensus_Gemeinden.xls;jsessionid=948E2C1788A5F7C552E46C9158817D86.cae2?__blob=publicationFile|t\u00edtulo=Statistisches Bundesamt \u2013 Gemeinden in Deutschland nach Bev\u00f6lkerung am 31.12.2011 auf Grundlage des Zensus 2011 und fr\u00fcherer Z\u00e4hlungen|data=|publicado=Einwohnerzahlen auf Grundlage des Zensus 2011|acessodata=|l\u00edngua=alem\u00e3o}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geode}}\n\n[[Categoria:Munic\u00edpios de Schleswig-Holstein]]"}]},"2183850":{"pageid":2183850,"ns":0,"title":"Grandisonia brevis","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{t\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{info/Taxonomia\n| nome = Grandisonia brevis\n| estado = EN\n| estado_ref = Ronald Nussbaum, Justin Gerlach 2004. [http://apiv3.iucnredlist.org/api/v3/website/Grandisonia%20brevis Grandisonia brevis]. In: IUCN 2012. IUCN Red List of Threatened Species. Version 2012.2. . Downloaded on 27 April 2013.\n| imagem =\n| imagem_legenda = \n| dom\u00ednio = [[Eukaryota]]\n| reino = [[Animalia]]\n| subreino = [[Metazoa]]\n| filo = [[Chordata]]\n| subfilo = [[Vertebrata]]\n| infrafilo = [[Gnathostomata]]\n| superclasse = [[Tetrapoda]]\n| classe = [[Amphibia]]\n| ordem = [[Gymnophiona]]\n| fam\u00edlia =[[Caeciliidae]]\n| g\u00e9nero = ''[[Grandisonia]]''\n| esp\u00e9cie = '''''G. brevis'''''\n| binomial = ''Grandisonia brevis''\n| binomial_autoridade = (Boulenger, 1909)\n| mapa = \n| sin\u00f3nimos = \n}}\n{{wikispecies|Grandisonia brevis}}\n'''''Grandisonia brevis''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[anf\u00edbio]] [[gimnofiono]]. \u00c9 [[end\u00e9mica]] das [[Seychelles]], estando presente nas ilhas [[Mah\u00e9]] e [[Silhouette]]. A [[lista vermelha do IUCN]] considera-a em perigo de extin\u00e7\u00e3o devido \u00e0 extens\u00e3o limitada de ocorr\u00eancia e decl\u00ednio cont\u00ednuo da extens\u00e3o e qualidade do seu [[habitat]]. Faz buracos em solo h\u00famido e detritos vegetais em [[floresta h\u00famida]], e parece n\u00e3o ser muito adapt\u00e1vel a mudan\u00e7as no habitat. Est\u00e1 principalmente amea\u00e7ada por [[degrada\u00e7\u00e3o do habitat]], causada pelo fogo e [[esp\u00e9cies invasoras]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n{{esbo\u00e7o-gimnofiono}}\n{{Portal3|Anf\u00edbios e r\u00e9pteis}}\n\n[[Categoria:Grandisonia]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios das Seychelles]]\n[[Categoria:Anf\u00edbios descritos em 1909]]"}]},"377197":{"pageid":377197,"ns":0,"title":"Lunania","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| nome = ''Lunania''\n| imagem = Lunania parviflora in southeastern Nicaragua.jpg\n| imagem_legenda =''[[Lunania parviflora]]''\n| reino = [[Plantae]]\n| divis\u00e3o = [[Magnoliophyta]]\n| classe = [[Magnoliopsida]]\n| ordem = [[Malpighiales]]\n| fam\u00edlia = [[Salicaceae]]\n| g\u00e9nero = '''''Lunania'''''\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o =\n
\n}}\n\n'''''Lunania''''' \u00e9 um [[g\u00e9nero (biologia)|g\u00e9nero]] [[bot\u00e2nica|bot\u00e2nico]] pertencente \u00e0 [[fam\u00edlia (biologia)|fam\u00edlia]] [[Salicaceae]].\n\n{{T\u00edtulo em it\u00e1lico}}\n{{esbo\u00e7o-malpighiales}}\n\n[[Categoria:Salicaceae]]\n[[Categoria:G\u00e9neros de plantas]]"}]}}}}