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“O segredo de uma boa festa é o raio-X do público e uma porção de emoção”

Luciano Martins

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{"continue":{"imcontinue":"126251|Madame_Sat\u00e3_(1972).tiff","grncontinue":"0.254485583827|0.254485583827|0|0","continue":"grncontinue||revisions"},"warnings":{"main":{"*":"Subscribe to the mediawiki-api-announce mailing list at for notice of API deprecations and breaking changes. Use [[Special:ApiFeatureUsage]] to see usage of deprecated features by your application."},"revisions":{"*":"Because \"rvslots\" was not specified, a legacy format has been used for the output. This format is deprecated, and in the future the new format will always be used."}},"query":{"pages":{"2834159":{"pageid":2834159,"ns":0,"title":"Di-hidroergocristina","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Qu\u00edmica\n| ImageFile = Dihydroergocristine.svg\n| ImageSize = 200px\n| ImageFile1 =\n| ImageSize1 = 150px\n| IUPACName = (2''R'',4''R'',7''R'')-''N''-[(1''S'',2''S'',4''R'',7''S'')-7-benzyl-2-hydroxy-5,8-dioxo-4-(propan-2-yl)-3-oxa-6,9-diazatricyclo[7.3.0.02,6]dodecan-4-yl]-2,6-dimethyl-6,11-diazatetracyclo[7.6.1.02,7.012,16]hexadeca-1(16),9,12,14-tetraene-4-carboxamide\n| OtherNames =\n| Section1 = {{Info/Qu\u00edmica/Identifiers\n| Abbreviations =\n| CASNo = 17479-19-5\n| PubChem = 3065\n| SMILES =\n| MeSHName =\n| ChemSpiderID = 96884\n| ChEBI =\n| ATCCode_prefix =\n| ATCCode_suffix =\n| ATC_Supplemental =\n| DrugBank =\n| DCB = 03018\n| Medicamento_de_refer\u00eancia =\n}}\n| Section2 = {{Chembox Properties\n| Formula =\n| MolarMass =\n| Appearance =\n| Density =\n| MeltingPt =\n| Melting_notes =\n| BoilingPt =\n| Boiling_notes =\n| Solubility =\n| SolubleOther =\n| Solvent =\n }}\n| Section3 = {{Chembox Pharmacology\n| AdminRoutes = oral, sub-lingual\n| Bioavail =\n| Metabolism =\n| HalfLife =\n| ProteinBound =\n| Excretion =\n| Volume_de_distribui\u00e7\u00e3o =\n| Depura\u00e7\u00e3o =\n| Concentra\u00e7\u00f5es_m\u00e1ximas =\n| Legal_status =\n| Legal_US =\n| Legal_BR =\n }}\n| Section4 = {{Chembox Hazards\n| RPhrases =\n| SPhrases =\n| LD50 = }}\n|Section5 =\n|fundo = f\u00e1rmaco\n}}\nA '''di-hidroergocristina''' \u00e9 um [[f\u00e1rmaco]] sint\u00e9tico [[vasodilata\u00e7\u00e3o|vasodilatador]] cerebral. \u00c9 derivado do [[espor\u00e3o do centeio]].{{citar web|url=http://www.vademecum.es/principios-activos-dihidroergocristina-c04ae04|titulo=Dihidroergocristina |ultimo=Vademecum.es|acessodata=02/08/2010}}\n\n{{Refer\u00eancias|Notas e refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Qu\u00edmica|Farm\u00e1cia}}\n\n{{DEFAULTSORT:Di Hidroergocristina}}\n[[Categoria:Vasodilatadores]]\n[[Categoria:Alcaloides]]"}]},"498463":{"pageid":498463,"ns":0,"title":"Santpoort-Noord","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{| align=right border=1px cellpadding=0 style=\"width: 280px; margin-left:15px;margin-bottom:10px;padding: .3em; border-collapse: collapse; border: 1px #aaaaaa solid; font-size: 95%\"\n|-\n|[[Imagem:LocatieVelsen.png|280px]]
[[Imagem:Map NL - Velsen - Santpoort-Noord.svg|280px]]\n|- style=\"border: none;text-align: left;line-height: 1.4em;padding: .3em 0 .1em 0;\"\n|Santpoort-Noord est\u00e1 situada no munic\u00edpio de Velsen.\n|}\n\n'''Santpoort-Noord''' ({{coor dm|52|26|N|4|38|E|type:city(6120)}}) \u00e9 uma cidade dos [[Pa\u00edses Baixos]], na prov\u00edncia de [[Holanda do Norte]]. '''Santpoort-Noord''' pertence ao munic\u00edpio de [[Velsen]], e est\u00e1 situada a 6 km, a norte de [[Haarlem]].\n\nA [[\u00e1rea]] de '''Santpoort-Noord''', que tamb\u00e9m inclui as partes perif\u00e9ricas da cidade, bem como a zona rural circundante, tem uma popula\u00e7\u00e3o estimada em 6120 habitantes.Statistics Netherlands (CBS), [http://statline.cbs.nl/ ''Statline: Kerncijfers wijken en buurten 2003-2005''] de [[1 de Janeiro]] de [[2005]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geonl}}\n\n[[Categoria:Velsen]]\n[[Categoria:Cidades da Holanda do Norte]]"}]},"870510":{"pageid":870510,"ns":0,"title":"Gary","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o}}\n{{Info/Nome\n|derivados=\n|g\u00eanero= Masculino\n|significado= \n|regi\u00e3o= \n|origem= \n|relativos= \n|popularidade= \n}}\n'''Gary''' pode referir-se a v\u00e1rios locais nos [[Estados Unidos da Am\u00e9rica]]. Por ordem decrescente de popula\u00e7\u00e3o:\n* [[Gary (Indiana)]]\n* [[Gary (Virg\u00ednia Ocidental)]]\n* [[Gary (Minnesota)]]\n* [[Gary (Dacota do Sul)]]\n\nExistem, ainda, as seguintes cidades, cujo nome \u00e9 similar:\n* [[Gary City (Texas)]]\n* [[Garysburg (Carolina do Norte)]]\n* [[Garyville (Louisiana)]]\n\nSegundo o [[Geographic Names Information System]] existem ainda as seguintes pequenas povoa\u00e7\u00f5es:\n* [[Gary (Colorado)]]\n* [[Gary (Fl\u00f3rida)]]\n* [[Gary (Ge\u00f3rgia)]]\n* [[Gary (Illinois)]]\n* [[Gary (Maryland)]]\n* [[Gary (Novo M\u00e9xico)]]\n* [[Gary (Carolina do Sul)]]\n* [[Gary (Texas)]]\n* [[Gary (Virg\u00ednia)]]\n* [[Gary Springs (Alabama)]]\n* [[Garywood (Alabama)]]\n* [[Gary Estates (Mississippi)]]\n* [[Gary Corner (Nova Jersey)]]\n* [[Gary Creek (Carolina do Sul)]]\n* [[Garysville (Virg\u00ednia)]]\n\n== Como nome ==\n\nA actual popularidade deste nome masculino nos Estados Unidos da Am\u00e9rica deve-se em grande parte ao actor [[Gary Cooper]]. De facto, de acordo com a [[Social Security Administration]], este nome era pouco usual at\u00e9 \u00e0 d\u00e9cada de 1930, altura em que o Actor Frank Cooper decidiu seguir o conselho de um pol\u00edcia de [[Gary (Indiana)|Gary, Indiana]], para que adoptasse o novo nome art\u00edstico.\n\n=== Personagens fict\u00edcias ===\n* [[Gary Carvalho]] - personagem da s\u00e9rie ''[[Pok\u00e9mon (anime)|Pok\u00e9mon]]''.\n* [[Gary (Bob Esponja Cal\u00e7a Quadrada)]] - da s\u00e9rie ''[[Bob Esponja Cal\u00e7a Quadrada]]''.\n\n== Refer\u00eancias ==\n* [http://www.ssa.gov/OACT/babynames/ Social Security Administration - Popular Baby Names]\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00f5es de antrop\u00f4nimos]]"}]},"157724":{"pageid":157724,"ns":0,"title":"Tr\u00e1fico","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{N\u00e3o confundir|Tr\u00e1fego}}\n'''Tr\u00e1fico''' \u00e9 de modo amplo a circula\u00e7\u00e3o de mercadorias em geral,{{citar web |url=http://www.dicionariodoaurelio.com/Trafico.html |titulo=Tr\u00e1fico |data= |acessodata=24/03/2013|autor=Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio}} e de modo mais estrito, o [[com\u00e9rcio]] il\u00edcito, seja de [[entorpecente]]s, plantas, animais ou mesmo de [[ser humano|humanos]].\n\nO termo tamb\u00e9m se aplica ao transporte de seres humanos escravizados, j\u00e1 que nesses casos as pessoas s\u00e3o tratadas como meras [[mercadoria]]s. Apesar de a palavra '''tr\u00e1fico''' estar fortemente associada ao com\u00e9rcio de [[escravos]] entre o [[Brasil]] e [[\u00c1frica]], bem como a outros pa\u00edses do continente [[Am\u00e9rica|americano]], o termo tamb\u00e9m \u00e9 utilizado para se referir a outras ocorr\u00eancias de transporte sistem\u00e1tico de pessoas destitu\u00eddas de sua liberdade, desde o [[Antiguidade|mundo antigo]] at\u00e9 os tempos atuais.\n\n== Tipos ==\n=== Tr\u00e1fico de drogas ===\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de drogas}}\n\n=== Tr\u00e1fico de armas ===\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de armas}}\n\n=== Tr\u00e1fico de influ\u00eancias ===\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de influ\u00eancias}}\n\n=== Tr\u00e1fico de animais ===\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de animais}}\n\n=== Tr\u00e1fico de pessoas ===\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de pessoas}}\n\n==== Tr\u00e1fico de mulheres ====\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de mulheres}}\n\n==== Tr\u00e1fico de crian\u00e7as ====\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de crian\u00e7as}}\nO '''tr\u00e1fico de crian\u00e7as''' consiste no roubo de uma crian\u00e7a para trafic\u00e1-lo no [[mercado negro]] para fins como [[ado\u00e7\u00e3o ilegal]], trabalho [[escravo]], mas principalmente para a [[prostitui\u00e7\u00e3o]]. Maus tratos, [[estupro]], assassinatos fazem parte desse neg\u00f3cio internacional bilion\u00e1rio que \u00e9 o tr\u00e1fico de crian\u00e7as.{{citar peri\u00f3dico|\u00faltimo =United Nations|t\u00edtulo=U.N. Protocol to Prevent, Suppress and Punish Trafficking in Persons, especially Women and Children|ano=2000|url=http://www.unicef.org/protection/convention_20traff_eng.pdf|acessodata=9 de fevereiro de 2012}}\n\nO '''tr\u00e1fico de beb\u00eas''' \u00e9 um esquema criminoso que consiste em vender um rec\u00e9m-nascido para fins lucrativos pr\u00f3prios. Muitos traficantes de beb\u00eas possuem v\u00ednculos com enfermeiros e m\u00e9dicos nos hospitais, que retiram os rec\u00e9m-nascidos para serem vendidos no [[mercado negro]].\n\nUm caso muito conhecido no [[Brasil]] foi o da menina Bruna Vasconcelos, que aos 4 meses foi roubada da casa de seus pais e traficada para [[Israel]], aonde foi adotada ilegalmente por um casal do pa\u00eds asi\u00e1tico.[http://tvg.globo.com/novelas/salve-jorge/Fique-por-dentro/noticia/2013/02/casos-reais-familia-reencontra-filha-que-foi-sequestrada-e-traficada-para-israel.html CASOS REAIS: Caso de beb\u00ea traficada comoveu o Brasil na d\u00e9cada de 80]\n\ntrafico negreiro traficos negriros\n\n=== Tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os ===\n{{Artigo principal|Tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os}}\nO tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os \u00e9 um esquema criminoso que ocorre em diversos locais do mundo,[http://www.istoe.com.br/reportagens/13386_TRAFICO+DE+ORGAOS Tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os - ISTO\u00c9 Independente] se caracteriza pela venda de \u00f3rg\u00e3os espec\u00edficos ou at\u00e9 cad\u00e1veres inteiros. A [[Organ Traffic]], coordenada pela freira Maria Elilda Santos, calcula que a m\u00e1fia do tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os movimenta no mundo entre US$ 7 milh\u00f5es e US$ 12 milh\u00f5es ao ano.\n\nEm 2005, no Brasil, o Congresso Nacional realizou uma [[Comiss\u00e3o parlamentar de inqu\u00e9rito|CPI]] para investigar este crime. Os parlamentares comprovaram a exist\u00eancia de uma [[m\u00e1fia]] brasileira e a comiss\u00e3o indiciou nove m\u00e9dicos, mas nenhum foi preso.\n\nAt\u00e9 [[2003]], moradores de [[Recife]], capital do estado brasileiro [[Pernambuco]], iam at\u00e9 a [[\u00c1frica do Sul]] para vender rins a europeus, americanos e israelitas por pre\u00e7os de US$ 3 mil e US$ 10 mil [[d\u00f3lares]]. Apesar de o [[Brasil]] possuir diversos esc\u00e2ndalos sobre o tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os, o pa\u00eds que mais vende \u00f3rg\u00e3os no mercado ilegal \u00e9 a [[\u00cdndia]]. Pr\u00f3ximo dele, [[Israel]] \u00e9 o pa\u00eds que mais compra \u00f3rg\u00e3os traficados, tanto que os recursos do governo s\u00e3o usados irregularmente para a compra nesse [[mercado negro]].\n\nNa [[China]], o tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os tem muita for\u00e7a. \u00d3rg\u00e3os de presos executados s\u00e3o principal fonte de transplantes no pa\u00eds. O ativista e especialista em China, John Kamm afirmou que h\u00e1 um [[tabu]] cultural chin\u00eas que diz que ap\u00f3s a morte, o ser humano deve dispor de todos os \u00f3rg\u00e3os para entrar em um [[vida ap\u00f3s a morte|mundo novo]], a partir da\u00ed o sistema chin\u00eas teria passado a retirar ilegalmente os \u00f3rg\u00e3os dos executados.[http://www.dw.de/china-quer-coibir-tr%C3%A1fico-de-%C3%B3rg%C3%A3os-de-condenados-%C3%A0-morte/a-16481821 China quer coibir tr\u00e1fico de \u00f3rg\u00e3os de condenados \u00e0 morte]\n\n=== Tr\u00e1fico de sangue humano ===\nO tr\u00e1fico de sangue humano ainda \u00e9 uma pr\u00e1tica criminosa em baixa escala e pouco conhecida, por\u00e9m j\u00e1 existem m\u00e1fias que atuam nessa \u00e1rea. Ao que tudo indica, os pa\u00edses africanos s\u00e3o as principais v\u00edtima do tr\u00e1fico de sangue humano.\n\nAl\u00e9m disso, h\u00e1 suspeitas de que os hospitais da [[Bulg\u00e1ria]] est\u00e3o comprando sangue traficado j\u00e1 que as reservas sangu\u00edneas dos hospitais bugarianos est\u00e3o quase zerados. A emigra\u00e7\u00e3o, a m\u00e1 situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e o desmoronamento dos valores sociais limitam o n\u00famero dos que d\u00e3o sangue na Bulg\u00e1ria. Os hospitais do pa\u00eds europeu n\u00e3o t\u00eam produtos sangu\u00edneos suficientes para todos os doentes necessitados e \u00e9 um verdadeiro [[mercado negro]] de [[sangue]] que vai prosperando no pa\u00eds.\n\n\u00c0s portas do centro de transfus\u00e3o sangu\u00ednea da capital, [[S\u00f3fia]], [[ciganos]] abordam quem por l\u00e1 passa. \u201cPrecisa de sangue?\u201d, perguntam. O precioso certificado de que t\u00eam algu\u00e9m que deu 450 mililitros custa entre 15 e 41 [[euros]]. H\u00e1 uma suspeita ainda pior: o pa\u00eds estaria comprando da [[China]] muitas bolsas sangu\u00edneas devido o baixo estoque. Entretanto, isso \u00e9 apenas suspeitas que est\u00e3o gerando investiga\u00e7\u00f5es, mas nada est\u00e1 comprovado, mas o tr\u00e1fico de sangue existe e deve ser banido logo.\n\nOutro caso bastante repercutido sobre o tr\u00e1fico de sangue ocorreu em [[Togo]], pa\u00eds da [[\u00c1frica do Sul|\u00c1frica]], em que o pastor Ant\u00f4nio Monteiro dos Anjos, da [[Igreja Adventista do S\u00e9timo Dia]], estava participando de um esquema em que aliciava fi\u00e9is para retirar seu sangue e vender no mercado negro,[http://www.asemana.publ.cv/spip.php?article74388] por\u00e9m a pol\u00edcia n\u00e3o encontrou evid\u00eancias e tratou o caso como intriga do acusador - que j\u00e1 tinha mais de 20 passagens pela pol\u00edcia ([http://www.andrews.edu/library/car/cardigital/Periodicals/ANN_Bulletin/2012/2012_10_02.pdf Nota da Igreja Adventista sobre o caso]). Tamb\u00e9m no continente africando, existe casos em que pessoas s\u00e3o sequestradas e assassinadas para ter seu sangue retirado.\n\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n{{wikiquote}}\n{{Wikcion\u00e1rio|tr\u00e1fico}}\n* [[Contrabando]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://g1.globo.com/globo-reporter/videos/t/edicoes/v/v/2365634.html Globo Rep\u00f3rter: Justi\u00e7a de Israel decide devolver menina Bruna sequestrada aos 4 meses no Brasil]\n* [http://globotv.globo.com/globocom/g1/v/mulher-que-inspirou-morena-de-salve-jorge-conta-o-drama-no-exterior/2370479/ Depoimento real de Ana L\u00facia, traficada para Israel]\n* {{Link||2=http://www.amazon.com/-/e/B00DPXQ0XA |3=}}\n\n{{esbo\u00e7o-economia}}\n{{Produ\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica|estado=expanded}}\n{{Portal3|Economia}}\n\n{{DEFAULTSORT:Trafico}}\n[[Categoria:Com\u00e9rcio]]\n[[Categoria:Transporte]]"}]},"126251":{"pageid":126251,"ns":0,"title":"Madame Sat\u00e3","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|a casa noturna em S\u00e3o Paulo|Madame Sat\u00e3 Night Club}}\n{{Info/Biografia\n| largura = 26em\n| bgcolour = silver\n| nome = Madame Sat\u00e3\n| imagem = Madame Sat\u00e3 (1972).tiff\n| imagem_tamanho = 200px\n| legenda = \n| nome_completo = Jo\u00e3o Francisco dos Santos\n| data_nascimento = {{nascimento|25|2|1900|lang=ptbr}}\n| local_nascimento = [[Gl\u00f3ria do Goit\u00e1]], {{BR-PE}}\n| data_morte = {{nowrap|{{morte e idade|12|4|1976|25|2|1900|lang=ptbr}}}}\n| local_morte = [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], {{BR-RJ}}\n| nacionalidade = {{BRAb}} brasileiro\n| ocupa\u00e7\u00e3o = [[artista]]\n}}\n'''Jo\u00e3o Francisco dos Santos'''{{citar entrevista |entrevistado = Madame Sat\u00e3 | entrevistador = [[S\u00e9rgio Cabral]], [[Mill\u00f4r Fernandes]], [[Chico J\u00fanior]], [[Jaguar (cartunista)|Jaguar]], [[Paulo Garcez]], [[Paulo Francis]], [[Fortuna (cartunista)|Fortuna]] |t\u00edtulo = Madame Sat\u00e3 |jornal = [[O Pasquim]] |n\u00famero = n\u00ba 95 - 29/04 a 05/05/1971 | local = Rio de Janeiro |ano = 1971 |p\u00e1gina = 2 |via = Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional |url = http://memoria.bn.br/DocReader/124745/2574 |acessodata = 22 de maio de 2020}} ([[Gl\u00f3ria do Goit\u00e1]]{{citar entrevista |entrevistado = Madame Sat\u00e3 | entrevistador = [[S\u00e9rgio Cabral]], [[Mill\u00f4r Fernandes]], [[Chico J\u00fanior]], [[Jaguar (cartunista)|Jaguar]], [[Paulo Garcez]], [[Paulo Francis]], [[Fortuna (cartunista)|Fortuna]] |t\u00edtulo = Madame Sat\u00e3 |jornal = [[O Pasquim]] |n\u00famero = n\u00ba 95 - 29/04 a 05/05/1971 | local = Rio de Janeiro |ano = 1971 |p\u00e1gina = 4 |via = Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional |url = http://memoria.bn.br/DocReader/124745/2576 |acessodata = 22 de maio de 2020}}, [[25 de fevereiro]] de [[1900]]{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.scielo.br/pdf/topoi/v4n7/2237-101X-topoi-4-07-00201.pdf|t\u00edtulo=O Pasquim e Madame Sat\u00e3, a \"rainha\" negra da boemia brasileira|data=2003|acessodata=2020-05-24|peri\u00f3dico=Revista Topoi|ultimo=Green|primeiro=James N.|volume=vol. 4|n\u00famero=n\u00ba 7|via=SciELO|formato=pdf}} \u2014 [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], [[12 de abril]] de [[1976]]{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=73|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}), mais conhecido como '''Madame Sat\u00e3''', foi um [[transformista]] brasileiro, uma figura emblem\u00e1tica e um dos personagens mais representativos da vida noturna e marginal da [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]] carioca na primeira metade do [[s\u00e9culo XX]].\n\nNascido em Gl\u00f3ria do Goit\u00e1, um munic\u00edpio brasileiro localizado no interior do estado de [[Pernambuco]], na [[Zona da Mata]], Jo\u00e3o Francisco se mudou para a [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]] \u2013 que na \u00e9poca passava por um processo de transforma\u00e7\u00e3o e gentrifica\u00e7\u00e3o \u2013 aos 13 anos, onde viveu como moleque de rua at\u00e9 conseguir um emprego como vendedor ambulante de pratos e panelas de alum\u00ednio.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=18 e 19|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nFoi em sua juventude na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]] que Jo\u00e3o aprendeu a ser seguran\u00e7a, gar\u00e7om, cozinheiro, capoeirista e at\u00e9 mesmo malandro. Por\u00e9m, desde que conseguiu entrar para o teatro, Jo\u00e3o se afastou da vida bo\u00eamia do bairro que tanto conhecia. Em uma noite de [[1928]], quando voltava do trabalho, Jo\u00e3o resolveu jantar em um boteco \u2013 local onde encontrou Alberto, um vigilante noturno. O transformista, ap\u00f3s ser provocado pelo vigia, pegou uma pistola e atirou no guarda. Jo\u00e3o foi condenado e passou dois anos e tr\u00eas meses na pris\u00e3o de [[Ilha Grande (Angra dos Reis)|Ilha Grande]]. Depois de ser preso, Jo\u00e3o se afastou da carreira de artista e passou a viver uma carreira marginal.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=18|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nCerca de dois anos depois, Jo\u00e3o Francisco foi absolvido de sua pena ao alegar leg\u00edtima defesa. Apesar da absolvi\u00e7\u00e3o, a vida do transformista foi marcada por outros 29 processos{{citar livro|t\u00edtulo=A arte da entrevista|ultimo=ALTMAN|primeiro=F\u00e1bio|editora=Boitempo Editorial|ano=2004|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=361|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}} \u2013 3 homic\u00eddios, 13 agress\u00f5es, 2 furtos, 3 desacatos, 4 resist\u00eancias a pris\u00e3o, 1 ultraje ao pudor e 1 porte de arma, entre outros. Nos processos os quais foi indiciado, Jo\u00e3o foi condenado em dez, passando um total de 27 anos e 8 meses de sua vida, intercalados, na pris\u00e3o.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=36|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}} Com sua larga ficha criminal, Jo\u00e3o Francisco era um alvo f\u00e1cil para os policiais.\n\nO famoso apelido, Madame Sat\u00e3, foi atribu\u00eddo a Jo\u00e3o Francisco apenas no carnaval de [[1938]].{{citar entrevista |entrevistado = Madame Sat\u00e3 | entrevistador = [[S\u00e9rgio Cabral]], [[Mill\u00f4r Fernandes]], [[Chico J\u00fanior]], [[Jaguar (cartunista)|Jaguar]], [[Paulo Garcez]], [[Paulo Francis]], [[Fortuna (cartunista)|Fortuna]] |t\u00edtulo = Madame Sat\u00e3 |jornal = [[O Pasquim]] |n\u00famero = n\u00ba 95 - 29/04 a 05/05/1971 | local = Rio de Janeiro |ano = 1971 |p\u00e1gina = 3 |via = Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional |url = http://memoria.bn.br/DocReader/124745/2575 |acessodata = 22 de maio de 2020}} Neste ano, o transformista desfilou pela primeira vez, trajando uma fantasia dourada \u2013 inspirada em um morcego t\u00edpico de sua cidade natal. Jo\u00e3o garantiu o primeiro lugar do concurso e, ap\u00f3s a festa terminar, ele e seus amigos foram levados para a delegacia. Por\u00e9m, antes de serem soltos, o delegado exigiu saber o nome de cada suspeito. Jo\u00e3o se recusou a falar e foi apelidado pelo delegado de Madame Sat\u00e3, que o reconheceu como o vencedor do concurso.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=27 e 28|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nAssumidamente homossexual, Jo\u00e3o Francisco se casou com uma mulher aos 34 anos e, com Maria Faissal, criou e educou os seus seis filhos de cria\u00e7\u00e3o.{{citar web|url=https://www.sescsp.org.br/online/artigo/8698_MADAME+SATA|titulo=Madame Sat\u00e3|data=27/01/2015|acessodata=15/11/2018|publicado=Revista E|ultimo=|primeiro=}} Em fevereiro de [[1976]], Jo\u00e3o foi encontrado internado em um hospital em [[Angra dos Reis]], um munic\u00edpio situado no sul do [[Rio de Janeiro]]. Dois meses depois, o transformista faleceu, aos 76 anos, devido a um c\u00e2ncer pulmonar.\n\n== In\u00edcio de vida ==\nNascido em [[1900]], no interior de [[Pernambuco]], Jo\u00e3o Francisco dos Santos \u00e9 filho de Manoel Francisco dos Santos e Firmina Teresa da Concei\u00e7\u00e3o, ambos descendentes de africanos escravizados. O ano do nascimento de Jo\u00e3o Francisco \u00e9 um mist\u00e9rio. De acordo com o registro civil, o nascimento do menino foi datado no ano de [[1903]], por\u00e9m, naquela \u00e9poca, o registro n\u00e3o era garantia de exatid\u00e3o. Devido a esse problema, Madame Sat\u00e3 adotou a data 25 de fevereiro de 1900 como a data efetiva de seu nascimento. Apesar das condi\u00e7\u00f5es de vida adversas, a fam\u00edlia \u2013 formada por m\u00e3e, pai e dezoito filhos \u2013 viveu bem durante alguns anos. Em [[1907]], o pai de Jo\u00e3o Francisco morreu, deixando a fam\u00edlia em uma situa\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria. Frente a esse cen\u00e1rio, Firmina Teresa, m\u00e3e do menino, decidiu trocar Jo\u00e3o por uma \u00e9gua.{{citar livro|t\u00edtulo=As m\u00faltiplas faces de Madame Sat\u00e3|ultimo=DA SILVA|primeiro=Geisa Rodrigues Leite|editora=Eduff|ano=2013|local=Rio de Janeiro|p\u00e1gina=18|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nA troca foi feita e Laureano, o negociante de cavalos que havia conversado com Firmina Teresa, prometeu \u00e0 m\u00e3e que daria casa e estudo para o menino. Apesar da promessa feita \u00e0 senhora, Laureano colocou o menino para trabalhar como escravo em sua fazenda. Um ano depois, em uma viagem at\u00e9 Itabaiana, na [[Para\u00edba]], Jo\u00e3o conheceu Dona Felicidade, que convidou o menino a fugir da fazenda de Laureano. Em [[1908]], o menino e a senhora chegaram ao [[Rio de Janeiro]], onde Dona Felicidade montou uma pens\u00e3o, chamada Hotel Itabaiano. Ap\u00f3s a abertura da pens\u00e3o, o garoto come\u00e7ou a trabalhar para Dona Felicidade, quase como escravo. Cansado da vida que levava, Jo\u00e3o decidiu fugir do local e foi viver na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]], em [[1913]].\n\nInicialmente, Jo\u00e3o morou na rua e cometeu pequenos furtos, o que acarretou algumas pris\u00f5es e surras da pol\u00edcia. Anos depois, o menino come\u00e7ou a trabalhar como vendedor ambulante de pratos e panelas de alum\u00ednio \u00e0 servi\u00e7o de \u201cSeu Bernardo\u201d. Em [[1916]], quando o garoto tinha dezesseis anos, ocorreu a primeira grava\u00e7\u00e3o de um samba, chamado Pelo Telefone, e em [[1918]], Jo\u00e3o come\u00e7ou a trabalhar como gar\u00e7om na Pens\u00e3o da Lapa, uma casa de toler\u00e2ncia da \u00e9poca onde aprendeu tamb\u00e9m a cozinhar.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=19 e 20|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nEm 1922, o sonho de ser artista come\u00e7ou a nascer dentro de Madame Sat\u00e3 \u2013 tudo por causa da companhia francesa Ba-ta-clan que passava uma temporada na cidade apresentando seu teatro de revista. Anos depois, o jovem come\u00e7ou a trabalhar como cozinheiro na Pens\u00e3o do Cacete, local onde conheceu a atriz [[Sarah Nobre|Sara Nobre]], artista que o apresentou ao mundo do teatro.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=20|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nDurante sua juventude, al\u00e9m de realizar trabalhos tempor\u00e1rios, Madame Sat\u00e3 tamb\u00e9m conviveu com muitos malandros. Em [[1923]], o transformista j\u00e1 era conhecido como um malandro respeitado pelo seu soco de esquerda, cujo apelido era Caranguejo da Praia das Virtudes. Madame Sat\u00e3 havia sido treinado por Sete Coroas{{citar entrevista |entrevistado = Madame Sat\u00e3 | entrevistador = [[S\u00e9rgio Cabral]], [[Mill\u00f4r Fernandes]], [[Chico J\u00fanior]], [[Jaguar (cartunista)|Jaguar]], [[Paulo Garcez]], [[Paulo Francis]], [[Fortuna (cartunista)|Fortuna]] |t\u00edtulo = Madame Sat\u00e3 |jornal = [[O Pasquim]] |n\u00famero = n\u00ba 95 - 29/04 a 05/05/1971 | local = Rio de Janeiro |ano = 1971 |p\u00e1gina = 5 |via = Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional |url = http://memoria.bn.br/DocReader/124745/2577 |acessodata = 22 de maio de 2020}}, um malandro e cafet\u00e3o muito conhecido na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]], que foi o respons\u00e1vel por introduzi-lo ao mundo da malandragem e ensinar-lhe truques com a navalha.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=21|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}} Sat\u00e3 conheceu Sete Coroas na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]], aos nove anos de idade. O malandro Sete Coroas, que foi considerado por Madame Sat\u00e3 como o maior dentre todos os malandros que ele conheceu, morreu em [[1923]], deixando Sat\u00e3 como seu substituto na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]] e na [[Sa\u00fade (bairro do Rio de Janeiro)|Sa\u00fade]].{{citar livro|t\u00edtulo=As m\u00faltiplas faces de Madame Sat\u00e3|ultimo=DA SILVA|primeiro=Geisa Rodrigues Leite|editora=Eduff|ano=2013|local=Rio de Janeiro|p\u00e1gina=21|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nNo mesmo ano, Madame Sat\u00e3 come\u00e7ou a trabalhar como travesti-artista no espet\u00e1culo Loucos em Copacabana, assumindo a identidade de Mulata do Balacoch\u00ea.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=16|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}} Na \u00e9poca, o transformista se sentia muito realizado com a profiss\u00e3o, e desde que havia conseguido entrar para o teatro, Sat\u00e3 havia se afastado da vida bo\u00eamia da [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]]. Por\u00e9m, em [[1928]], se meteu em uma briga, que acabou resultando na morte do vigilante noturno Alberto. Ap\u00f3s o crime, Madame Sat\u00e3 foi condenado a 16 anos \u2013 essa pris\u00e3o, especificamente, marca o fim da carreira art\u00edstica do transformista.\n\n== Pris\u00f5es e vida marginal ==\nEntre [[1928]] e [[1965]], Madame Sat\u00e3 passou 27 anos e 8 meses intercalados presos. O primeiro crime, que tamb\u00e9m marcou o fim da vida art\u00edstica de Madame Sat\u00e3 e o in\u00edcio da vida marginal do transformista, ocorreu em [[1928]]. Na \u00e9poca, Sat\u00e3 trabalhava no espet\u00e1culo Loucos em Copacabana, interpretando a Mulata do Balacoch\u00ea, e ao voltar do trabalho, decidiu jantar no boteco localizado no t\u00e9rreo do sobrado onde morava. No local, encontrou Alberto, um vigilante noturno, que provocou o artista por diversas vezes o chamando de \u201cviado\u201d.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=17 e 18|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nA vers\u00e3o, contada pelo pr\u00f3prio Madame Sat\u00e3, afirma que mesmo ap\u00f3s o vigia abrir o superc\u00edlio do transformista com um cassetete, o mesmo decidiu ir para a casa descansar. Por\u00e9m, ao pensar na humilha\u00e7\u00e3o e na sua fama de malandro, o transformista voltou ao bar para resolver o conflito. Ap\u00f3s ser provocado novamente pelo vigia, Madame Sat\u00e3 pegou sua pistola e atirou no guarda, que caiu e bateu a cabe\u00e7a na cal\u00e7ada, morrendo na esquina entre a [[Rua do Lavradio]] e a Avenida M\u00e9m de S\u00e1, na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]]. Como pena, o transformista passou 16 anos na pris\u00e3o.\n\nCerca de dois anos e tr\u00eas meses depois, Sat\u00e3 foi absolvido de sua pena ao alegar leg\u00edtima defesa. De acordo com testemunhas, quem havia dado o primeiro golpe durante a briga havia sido Alberto. Al\u00e9m do assassinato do guarda, Madame Sat\u00e3 foi citado em outros 29 processos \u2013 3 homic\u00eddios, 13 agress\u00f5es, 2 furtos, 3 desacatos, 4 resist\u00eancias a pris\u00e3o, 1 ultraje ao pudor e 1 porte de arma, entre outros. Nos processos os quais foi indiciado, Jo\u00e3o foi condenado em dez. Al\u00e9m disso, atribu\u00ed-se a Madame Sat\u00e3 cerca de 100 assassinatos e mais de 3 mil brigas.{{citar web|url=http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR53421-6011,00.html|titulo=Marginal com muito orgulho|data=|acessodata=15/11/2018|publicado=Revista \u00c9poca|ultimo=EDUARDO|primeiro=Cl\u00e9ber}}\n\n=== D\u00e9cada de 1930 ===\nAp\u00f3s sair da pris\u00e3o, Madame Sat\u00e3 come\u00e7ou a trabalhar como uma esp\u00e9cie de vigia em bares e botequins. Em troca, o malandro recebia dinheiro, refei\u00e7\u00f5es e caf\u00e9s. Al\u00e9m de proteger estabelecimentos, Sat\u00e3 impedia que outros malandros e moleques de rua fossem perseguidos, e zelava para que meretrizes n\u00e3o fossem v\u00edtimas de agress\u00e3o ou estupro. Mesmo trabalhando como vigia, sua rixa com a pol\u00edcia n\u00e3o havia acabado. Depois do assassinato do guarda Alberto, muitas autoridades prometeram se vingar de Madame Sat\u00e3. O primeiro conflito depois de sua absolvi\u00e7\u00e3o, em [[1930]], foi causado por uma emboscada preparada pelo irm\u00e3o do pr\u00f3prio Alberto. Por\u00e9m, ao contr\u00e1rio do planejado pelo policial, Sat\u00e3 estava armado \u2013 o que resultou em um grande tiroteio, com Sat\u00e3 ferido no ombro e o outro na perna. No final, a briga n\u00e3o chamou aten\u00e7\u00e3o das autoridades e o transformista seguiu com sua vida malandra. Pouco tempo depois, o outro irm\u00e3o de Alberto decidiu se provocar Madame Sat\u00e3 e o proibir de entrar no Cabar\u00e9 Pigalle, na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]]. O transformista surrou o policial, foi preso em flagrante e condenado a dois anos de pris\u00e3o por agredir um agente p\u00fablico.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=21 e 22|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\n=== D\u00e9cada de 1940 ===\nNo come\u00e7o de [[1940]], pouco tempo depois de Madame Sat\u00e3 sair da pris\u00e3o de Ilha Grande, o malandro foi preso novamente. Madame Sat\u00e3 estava no Bar Cana\u00e3 quando um sargento do Ex\u00e9rcito disparou-lhe seis tiros, fugindo em seguida. Sat\u00e3, que n\u00e3o foi atingido por nenhum dos tiros, foi atr\u00e1s do sargento e feriu o agente com um corte nas n\u00e1degas. Sat\u00e3, por\u00e9m, nega ter ferido o sargento, e conta que este cortou-se sozinho, ao se embrenhar em uma cerca de arame farpado. Pelo crime, o malandro passou quatro anos no pres\u00eddio de Ilha Grande.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=21, 37 e 38|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nQuando saiu da pris\u00e3o, Madame Sat\u00e3 decidiu mudar de vida. O malandro adotou a primeira de seus seis filhos adotivos, Ivonete, e abriu seu primeiro neg\u00f3cio pr\u00f3prio: uma lavanderia. Apesar das mudan\u00e7as, Madame Sat\u00e3 continuou a receber amea\u00e7as. Pouco tempo depois, um senhor homossexual foi morto em uma rua perto do antigo Teatro Rep\u00fablica, no [[Rio de Janeiro]], e a culpa recaiu sobre o malandro. Sat\u00e3 era inocente, mas acabou sendo torturado por tr\u00eas dias para que confessa o crime e o paradeiro de seu c\u00famplice e passou mais dois dias presos na delegacia da Esplanada do Castelo.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=39 e 40|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nAp\u00f3s o fechamento da lavanderia, Madame Sat\u00e3 abriu um novo neg\u00f3cio \u2013 uma pens\u00e3o. Com o local, Sat\u00e3 iria conseguir oferecer abrigo para as meretrizes e ainda conseguiria lucrar com isso. Por\u00e9m, com o sucesso do pequeno hotel, a aten\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia se voltou novamente para Sat\u00e3. As autoridades acreditavam que a pens\u00e3o, na verdade, era um prost\u00edbulo. Pouco tempo depois de abrir o neg\u00f3cio, o malandro foi chamado para dep\u00f4r, uma vez que estava sendo acusado de lenoc\u00ednio,{{citar web|url=https://www.dicio.com.br/lenocinio/|titulo=Significado de lenoc\u00ednio|data=|acessodata=22/11/2018|publicado=Dicio|ultimo=|primeiro=}} uma pr\u00e1tica criminosa que consiste em explorar, estimular ou facilitar a prostitui\u00e7\u00e3o. No interrogat\u00f3rio, o delegado deu um tapa em Sat\u00e3, que revidou e apanhou ainda mais dos policiais presentes na delegacia. Apesar de absolvido da acusa\u00e7\u00e3o de lenoc\u00ednio, o malandro foi condenado a cumprir um ano e 6 meses por agress\u00e3o.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=40|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nAo sair da pris\u00e3o, Sat\u00e3 arrumou mais uma confus\u00e3o com a pol\u00edcia, desta vez com o delegado Frota Aguiar, em uma conhecida hist\u00f3ria sua. Sat\u00e3 conta que o delegado Frota Aguiar o perseguia constantemente, e que, certa vez, ligou para o delegado a fim de negar as acusa\u00e7\u00f5es que lhe eram feitas. Frota Aguiar respondeu que iria dar-lhe uma surra e joga-lo na cadeia. Enfurecido, Sat\u00e3 teria dito ao delegado: \"Bem, eu vou falar com o senhor, j\u00e1 sabe que eu vou quebrar a sua cara\". Foi ent\u00e3o at\u00e9 a delegacia de pol\u00edcia e nocauteou o delgado Frota Aguiar l\u00e1 mesmo. Em seguida, apanhou quase at\u00e9 a morte e foi mais uma vez preso.\n\nMesmo com a boa rela\u00e7\u00e3o que mantinha com os outros presos e com a administra\u00e7\u00e3o do pres\u00eddio \u2013 Sat\u00e3 trabalhava como cozinheiro da pris\u00e3o de Ilha Grande desde a sua primeira passagem \u2013, o malandro decidiu realizar sua primeira fuga. Em 1943, ele e outros dois presos, Pepe e Americano, se atiraram no mar e nadaram at\u00e9 a praia do [[Leblon]]. Devido a exaust\u00e3o da viagem, Madame Sat\u00e3 acabou sendo capturado. Ap\u00f3s voltar para a cadeira, Sat\u00e3 se viu livre de Ilha Grande em [[1946]], mesmo sem cumprir sua senten\u00e7a inteira.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=41|p\u00e1ginas=|acessodata=15/11/2018}}\n\nNo mesmo ano, Madame Sat\u00e3 brigou com 12 soldados da [[Aeron\u00e1utica]] por dinheiro. A hist\u00f3ria, que foi registrada na Delegacia de Costumes, afirma que ele chegou no prost\u00edbulo para defender sua amiga Nilsa de uma homenzarada. De acordo com a meretriz, os soldados realizaram o programa e, no final, n\u00e3o quiseram pagar pelos servi\u00e7os prestados \u2013 o que a obrigou a chamar Sat\u00e3 para ajud\u00e1-la a convencer os homens a pagarem. Os soldados n\u00e3o gostaram da presen\u00e7a dele e a pancadaria come\u00e7ou, com Sat\u00e3 saindo em desvantagem. Ciente de que apanharia, Madame Sat\u00e3 levou a briga at\u00e9 a Taberna da Gl\u00f3ria, onde utilizou cadeiras, mesas, garrafas e at\u00e9 uma navalha contra os homens. A briga terminou com a chegada da patrulha, que o prendeu. Ao chegar na delegacia, e explicar o ocorrido, ele foi liberado. Por\u00e9m, a confus\u00e3o chamou a aten\u00e7\u00e3o do novo titular da Delegacia dos Costumes, que mandou chamar Madame Sat\u00e3 \u2013 na conversa, conta-se que o delegado foi rude com o transformista, que reagiu desferindo socos contra o policial. O resultado foi mais uma pris\u00e3o, mas dessa vez, a pena era de dezenove meses em Ilha Grande.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DRUST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=42|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n\nDepois de cumprir a pena, Sat\u00e3 muda-se para [[S\u00e3o Paulo (estado)|S\u00e3o Paulo]]. Por\u00e9m, ao contr\u00e1rio do planejado, ele acaba sendo preso mais uma vez por ter atirado em um policial. Madame Sat\u00e3 passou treze meses na pris\u00e3o e foi obrigado a assinar um termo de compromisso, afirmando que n\u00e3o voltaria ao estado nos pr\u00f3ximos dez anos.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=44|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n\n=== D\u00e9cada de 1950 ===\nNo auge de seus 50 anos, ele retornou para o [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] e come\u00e7ou a viver uma rotina mais tranquila. Nessa \u00e9poca, havia um novo teatro na cidade e Madame Sat\u00e3 decidiu fazer o teste para participar do primeiro espet\u00e1culo \u2013 ele conseguiu e passou a imitar [[Carmen Miranda]] na pe\u00e7a. Ao t\u00e9rmino da temporada, o empres\u00e1rio decidiu viajar com a pe\u00e7a para S\u00e3o Paulo. Como havia sido expulso da cidade, Sat\u00e3 n\u00e3o quis acompanh\u00e1-los a princ\u00edpio, mas mudou de ideia e decidiu arriscar. Ao chegar na capital, a pe\u00e7a \u2013 que at\u00e9 ent\u00e3o estava sendo apresentada apenas no interior do estado \u2013, chamou a aten\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia, que mandou buscar o transformista e despach\u00e1-lo para o Rio de Janeiro.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=45|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n\nEm janeiro de [[1950]], Madame Sat\u00e3 \u00e9 preso acusado de recepta\u00e7\u00e3o e condenado a 4 anos e 6 meses de pris\u00e3o. Enquanto cumpria a pena estipulada, ele foi acusado de outros dois crimes: furto e rixa, que resultaram em mais 2 anos e 8 meses e um m\u00eas e 15 dias, respectivamente. Inicialmente, Sat\u00e3 foi enviado para o Pres\u00eddio do Distrito Federal, onde foi transferido para a Penitenci\u00e1ria Central do Distrito Federal e, pouco tempo depois, para Ilha Grande. Em [[1955]], Sat\u00e3 foi preso novamente acusado de suadouro, um golpe aplicado por garotos ou garotas de programa para roubar seus clientes,{{citar web|url=https://www.dicio.com.br/suador/|titulo=Significado de suador|data=|acessodata=22/11/2018|publicado=Dicio|ultimo=|primeiro=}} lenoc\u00ednio e furto. No total, o transformista foi condenado a passar um pouco mais de 7 anos preso. Por\u00e9m, devido a uma falha no sistema carcer\u00e1rio, Sat\u00e3 acabou permanecendo em Ilha Grande por mais dois anos ap\u00f3s o cumprimento da pena.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=46 e 49|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n\nO ano de 1955 tamb\u00e9m foi marcado na vida de Sat\u00e3 por outro grande acontecimento: a briga e morte de [[Geraldo Pereira]], um sambista brasileiro muito conhecido entre a d\u00e9cada de 1940 e 1950. Essa hist\u00f3ria, em especial, \u00e9 contada em duas vers\u00f5es \u2013 a de Sat\u00e3 e a de Raul Moreno, um amigo de Pereira. Sat\u00e3 conta que estava tomando um chope no bar Capela, na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]], quando Geraldo chegou ao bar, acompanhado de uma mulher, e sentou-se \u00e0 mesa ao seu lado, pedindo dois chopes. Ap\u00f3s tomar alguns goles do seu chope, Geraldo teria insistido que os dois deveriam trocar de copos, tomando para si o copo de Sat\u00e3, que teria protestado, avisando a Geraldo que aquele copo era seu. Ap\u00f3s Madame Sat\u00e3 pegar o seu copo de volta, trazendo-o para a sua mesa, Geraldo teria xingando Sat\u00e3, chamando-o para uma briga. Madame Sat\u00e3 conta ent\u00e3o que deu apenas um soco no sambista, e que Geraldo, ao cair, teria batido com a cabe\u00e7a no meio-fio. Segundo Sat\u00e3, Geraldo Pereira foi levado para o hospital ainda vivo, e a sua morte teria acontecido em decorr\u00eancia da neglig\u00eancia dos m\u00e9dicos que o atenderam. Por outro lado, Raul Moreno conta outra vers\u00e3o, afirmando, inclusive, que estava acompanhando Geraldo e a mulher naquela noite. Segundo ele, Pereira jogou o copo de bebida de Sat\u00e3 no lixo tr\u00eas vezes e o malandro desferiu socos no sambista at\u00e9 ele se acalmar. Outras pessoas, no entanto, tamb\u00e9m afirmam que o artista sofria com outros problemas de sa\u00fade, o que leva a crer que a briga com Sat\u00e3 n\u00e3o foi a causa oficial da morte. Na \u00e9poca, laudos m\u00e9dicos inocentaram o malandro, alegando que a causa do \u00f3bito havia sido um derrame cerebral e/ou hemorragia intestinal. Apesar das alega\u00e7\u00f5es, a lenda de que Madame Sat\u00e3 havia matado um homem com apenas um soco se espalhou rapidamente, aumentando ainda mais a fama do malandro.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=32 e 33|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n\nDevido a todas essas pris\u00f5es, o malandro fora muito respeitado nos pres\u00eddios, principalmente em Ilha Grande. A administra\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00e3o das cadeias, al\u00e9m dos funcion\u00e1rios dos locais, qualificaram Madame Sat\u00e3 como um preso tranquilo, que n\u00e3o arranjava nenhuma briga e que era at\u00e9 mesmo uma esp\u00e9cie de l\u00edder na pris\u00e3o. J\u00e1 os companheiros de c\u00e1rcere, por conhecer sua valentia e fama, optavam por respeitar a figura.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=46|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n\n== O surgimento de Madame Sat\u00e3 ==\nNo ano de [[1938]], Jo\u00e3o Francisco foi convencido a participar de um concurso de fantasia no baile de carnaval promovido pelo bloco Ca\u00e7adores de Veados no [[Teatro S\u00e3o Luiz|Teatro Rep\u00fablica]]. Na \u00e9poca, o concurso era muito famoso \u2013 atra\u00eda turistas do Brasil e do mundo, oferecia oportunidades de trabalho para os transformistas e cedia bons pr\u00eamios a quem concorresse. Inspirada em um morcego do [[Nordeste]] do pa\u00eds, mais especificamente da regi\u00e3o de [[Gl\u00f3ria do Goit\u00e1|Gl\u00f3ria de Goit\u00e1]], Jo\u00e3o Francisco ganhou o primeiro pr\u00eamio do concurso: um r\u00e1dio e um tapete de mesa.{{citar peri\u00f3dico|url=https://www.scielo.br/pdf/topoi/v4n7/2237-101X-topoi-4-07-00201.pdf|t\u00edtulo=O Pasquim e Madame Sat\u00e3, a \"rainha\" negra da boemia brasileira|data=2003|acessodata=2020-05-24|peri\u00f3dico=Revista Topoi|ultimo=Green|primeiro=James N.|volume=vol. 4|n\u00famero=n\u00ba 7|via=SciELO|formato=pdf|p\u00e1gina=201-202}}\n\nDias depois, o transformista e seus amigos foram presos no [[Passeio P\u00fablico (Rio de Janeiro)|Passeio P\u00fablico]], um parque famoso no [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] por ser um ponto de encontro de homossexuais. Na hora de registrar a ocorr\u00eancia, o delegado pediu que Jo\u00e3o falasse seu apelido \u2013 mas ele afirmou que n\u00e3o tinha nenhum e se recusou a contar seu nome verdadeiro. Por\u00e9m, o oficial reconheceu o malandro como o vencedor do concurso do Teatro da Rep\u00fablica. Associando a fantasia com o filme \u201cMadam Satan\u201d, de [[Cecil B. DeMille|Cecil B. de Mille]], que havia sido recentemente lan\u00e7ado no Brasil, o delegado decidiu apelidar Jo\u00e3o Francisco dos Santos de Madame Sat\u00e3.\n\nDepois de serem soltos, os amigos de Jo\u00e3o espelharam a hist\u00f3ria pela cidade \u2013 inicialmente, Jo\u00e3o n\u00e3o gostava do apelido, mas se conformou aos poucos. Em pouco tempo, Madame Sat\u00e3 j\u00e1 era uma lenda no Rio de Janeiro. O apelido se espalhou t\u00e3o r\u00e1pido que in\u00fameros transformistas tentaram se batizar de Madame Sat\u00e3, mas o pr\u00f3prio Jo\u00e3o zelava muito pela sua reputa\u00e7\u00e3o e protegia o apelido.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=28|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n\n=== Vida art\u00edstica ===\nEm 1922, ao assistir um espet\u00e1culo do teatro de revista da companhia francesa Ba-ta-clan, Jo\u00e3o Francisco come\u00e7ou a alimentar o sonho de ser artista. Anos antes, em 1916, ele j\u00e1 havia participado de uma grava\u00e7\u00e3o do samba \"Pelo Telefone\", mas a primeira apari\u00e7\u00e3o do transformista no teatro s\u00f3 foi datada em 1928. Na \u00e9poca, Madame Sat\u00e3 trabalhava no teatro Casa de Caboclo, na pra\u00e7a Tiradentes, interpretando a Mulata do Balacoch\u00ea no espet\u00e1culo Loucos em Copacabana. Apesar do sucesso que a personagem fazia, a primeira parte de sua vida art\u00edstica n\u00e3o durou muito, uma vez que neste mesmo ano ele acabou sendo preso acusado de assassinar um vigia noturno.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=16, 17 e 20|p\u00e1ginas=|acessodata=22/11/2018}}\n[[Ficheiro:Madame Sat\u00e3 na Boite Cafona\u00b4s (ex Pigalle).tif|alt=Madame Sat\u00e3 na Boite Cafona\u00b4s |miniaturadaimagem|411x411px|Madame Sat\u00e3 na Boite Cafona\u00b4s.]]\nA vida de Madame Sat\u00e3 foi marcada por idas e vindas para a pris\u00e3o, fato que o obrigou a abandonar a vida art\u00edstica. Por\u00e9m, na d\u00e9cada de 1950, o transformista se aventura novamente no teatro. Ap\u00f3s ser expulso de S\u00e3o Paulo por ter atirado em um policial, Sat\u00e3 soube que um empres\u00e1rio, chamado Najar, estava abrindo um novo teatro na cidade e selecionando artistas para sua primeira temporada. Como a vida de artista de Sat\u00e3 tinha sido curta, o malandro decidiu fazer o teste para um importante papel na pe\u00e7a. Passada a sele\u00e7\u00e3o, ele acabou conseguindo o papel e passou a imitar [[Carmen Miranda]] no espet\u00e1culo. A temporada acabou e o empres\u00e1rio decidiu viajar com a pe\u00e7a para S\u00e3o Paulo. Inicialmente, devido ao termo de compromisso assinado com o estado, Madame Sat\u00e3 n\u00e3o queria ir, mas decidiu arriscar. No come\u00e7o, a pe\u00e7a estava em cartaz apenas no interior do estado, mas tempos depois passou a ser apresentada na capital. O sucesso do espet\u00e1culo chamou a aten\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia, que mandou buscar um de seus artistas principais, Madame Sat\u00e3, e o despachou de volta para o Rio de Janeiro. Essa pris\u00e3o, especificamente, marcou o fim da carreira do transformista no teatro.\n\nAnos mais tarde, ap\u00f3s deixar a pris\u00e3o pela \u00faltima vez, a imita\u00e7\u00e3o de Madame Sat\u00e3 da cantora [[Carmen Miranda|Carmem Miranda]] virou show na boate Cafona\u2019s. Em [[1975]], Madame Sat\u00e3 atuou no musical Lampi\u00e3o no Inferno, escrito por Jairo Lima, e dirigido por [[Luiz Mendon\u00e7a]], onde interpretou o papel do pr\u00f3prio Satan\u00e1s, contracenando com [[Elba Ramalho]], [[T\u00e2nia Alves]] e [[Joel Barcelos]].{{Citar jornal|jornal=Jornal do Brasil|\u00faltimo=Michalski|primeiro=Yan|t\u00edtulo=\"Mme Vidal\" voltou; Mme Sat\u00e3 estr\u00e9ia|ano=1975|data=5 de janeiro de 1975|local=Rio de Janeiro|n\u00famero=n\u00ba 270|p\u00e1gina=34|url=http://memoria.bn.br/DocReader/030015_09/116364|dataacesso=27 de maio de 2020|via=Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional}}{{Citar jornal|jornal=O Fluminense|t\u00edtulo=\u201dLampi\u00e3o no Inferno\u201d, a busca de um teatro brasileiro mesmo|ano=1975|data=27 de fevereiro de 1975|local=Niter\u00f3i|n\u00famero=n\u00ba 21.933|p\u00e1gina=13|url=http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=100439_11&PagFis=28514&|dataacesso=27 de maio de 2020|via=Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional}}{{Citar jornal|jornal=O Fluminense|\u00faltimo=J.A.P.|t\u00edtulo=Lampi\u00e3o no Inferno: o cordel no teatro pesquisado|ano=1975|n\u00famero=n\u00ba 21.936|data=2 de mar\u00e7o de 1975|local=Niter\u00f3i|p\u00e1gina=36|url=http://memoria.bn.br/DocReader/100439_11/28593|dataacesso=27 de maio de 2020|via=Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional}} [[Luiz Mendon\u00e7a]] convidou Madame Sat\u00e3 para fazer parte da pe\u00e7a pois acreditava que ele era \u201cuma personalidade muito pr\u00f3xima de Lampi\u00e3o\u201d, e que fosse \u201co Lampi\u00e3o urbano\u201d. A pe\u00e7a estreou em 9 de janeiro de 1975, no Teatro Miguel Lemos.{{Citar jornal|jornal=Jornal do Brasil|\u00faltimo=Michalski|primeiro=Yan|t\u00edtulo=Teatro|ano=1975|data=9 de janeiro de 1975|local=Rio de Janeiro|n\u00famero=n\u00ba 274|p\u00e1gina=35|url=http://memoria.bn.br/DocReader/030015_09/116546|dataacesso=27 de maio de 2020|via=Hemeroteca Digital da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional}}\n\n== Vida amorosa e fam\u00edlia ==\nAssumidamente homossexual, Madame Sat\u00e3 iniciou sua vida sexual quando tinha 13 anos \u2013 na \u00e9poca, meretrizes conhecidas do transformista organizavam bacanais e, desde jovem, Sat\u00e3 marcava presen\u00e7a. Nesses bacanais, o jovem teve experi\u00eancias heterossexuais e homossexuais, mas afirma que gostava \u201cmais de ser bicha e por isso sou bicha\u201d, disse ele em seu livro de mem\u00f3rias. Apesar de ter vivido em \u00e9pocas conturbadas da hist\u00f3ria brasileira, Sat\u00e3 n\u00e3o fazia nenhuma quest\u00e3o de esconder sua orienta\u00e7\u00e3o sexual.{{citar livro|t\u00edtulo=Mem\u00f3rias de Madame Sat\u00e3|ultimo=PAEZZO|primeiro=Sylvan|editora=Lidador|ano=1972|local=Rio de Janeiro|p\u00e1gina=116|p\u00e1ginas=|acessodata=28/11/2018}} Quando perguntando se era homossexual, em entrevista concedida ao jornal O Pasquim, em 1971, Sat\u00e3 respondeu categoricamente: \"Sempre fui, sou e serei\". \n\nA rela\u00e7\u00e3o mais expressiva de Sat\u00e3, antes de seu casamento, foi com Brancura, um malandro e cafet\u00e3o conhecido na [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]], considerado o grande amor da vida do transformista. Juntos, os dois viveram felizes durante quase dois anos. Por\u00e9m, o malandro se apaixonou por uma mulher, fugiu do [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]] para se casar com ela e abandonou Sat\u00e3. Movido pelo ci\u00fame, o transformista foi para [[Aquidauana]], no [[Mato Grosso do Sul]], para matar o casal, mas n\u00e3o encontrou os dois. Dois anos depois do desaparecimento de Brancura, ele reaparece e retoma a amizade com Sat\u00e3.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=29|p\u00e1ginas=|acessodata=28/11/2018}}\n\nAos 34 anos, Madame Sat\u00e3 casou-se com Maria Faissal e, com ela, criou e educou os seus seis filhos de cria\u00e7\u00e3o.{{citar web|url=https://www.sescsp.org.br/online/artigo/8698_MADAME+SATA|titulo=Madame Sat\u00e3|data=27/01/2017|acessodata=28/11/2018|publicado=Revista E|ultimo=|primeiro=}} A primeira dos filhos a ser adotada foi Ivonete, uma crian\u00e7a de rua que Sat\u00e3 pegou para criar logo ap\u00f3s sair da pris\u00e3o de Ilha Grande.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=39|p\u00e1ginas=|acessodata=28/11/2018}}\n\n== Fim da vida ==\nAp\u00f3s sair de sua \u00faltima pris\u00e3o, em [[1965]], Sat\u00e3 decidiu abandonar a [[Lapa (bairro do Rio de Janeiro)|Lapa]] e permanecer em [[Ilha Grande (Angra dos Reis)|Ilha Grande]], indo morar na [[Vila do Abra\u00e3o]]. Buscou ent\u00e3o levar uma vida mais sossegada, distante da persegui\u00e7\u00e3o policial e da agita\u00e7\u00e3o de outrora. Nessa \u00e9poca, ele trabalhava como cozinheiro em casas de fam\u00edlia e at\u00e9 mesmo fazia faxinas nas casas de ex-policiais e funcion\u00e1rios.{{citar livro|t\u00edtulo=As m\u00faltiplas faces de Madame Sat\u00e3|ultimo=DA SILVA|primeiro=Geisa Rodrigues Leite|editora=Eduff|ano=2013|local=Rio de Janeiro|p\u00e1ginas=|acessodata=28/11/2018}} Sete anos depois, em [[1971]], Sat\u00e3 concedeu uma pol\u00eamica entrevista ao jornal [[O Pasquim]], j\u00e1 aos 71 anos de idade. Ap\u00f3s o sucesso da entrevista, que trouxe detalhes da hist\u00f3ria de vida do malandro, Sat\u00e3 publicou seu primeiro livro de mem\u00f3rias pela Editora Lidador, o Mem\u00f3rias de Madame Sat\u00e3. Escrito por Sylvan Paezzo, o livro foi publicado em [[1972]].{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=72 e 73|p\u00e1ginas=|acessodata=25/11/2018}} Nessa \u00e9poca, Madame Sat\u00e3 voltou a fazer parte de pe\u00e7as de teatro e shows, mas um pouco tempo depois retornou para Ilha Grande. Em [[1974]] foi lan\u00e7ado o filme [[Rainha Diaba]], que conta a vida de um transformista marginal, interpretado por [[Milton Gon\u00e7alves]], livremente inspirado em Madame Sat\u00e3.{{citar web|url=http://www.adorocinema.com/filmes/filme-9862/|titulo=A RAINHA DIABA|data=|acessodata=28/11/2018|publicado=Adoro Cinema|ultimo=|primeiro=}}\n\nPor\u00e9m, em fevereiro de [[197|1976]], Madame Sat\u00e3 foi encontrado internado em um hospital em [[Angra dos Reis]], um munic\u00edpio situado no sul do [[Rio de Janeiro]]. Internado como indigente, Jaguar - um cartunista e jornalista do [[O Pasquim]] - resgatou o amigo em Ilha Grande e o transferiu para um hospital na [[Zona Sul (Rio de Janeiro)|Zona Sul do Rio de Janeiro]], no bairro de [[Ipanema]]. Mesmo com o tratamento adequado, Sat\u00e3 morreu ap\u00f3s ter complica\u00e7\u00f5es de um c\u00e2ncer no pulm\u00e3o. Apesar da vers\u00e3o oficial afirmar que o transformista morreu devido a um c\u00e2ncer pulmonar, Jaguar concedeu diversas entrevistas afirmando que ele havia morrido de [[S\u00edndrome da imunodefici\u00eancia adquirida|Aids]]. \u201cQuando cheguei ele estava com 47 quilos, metade de seu peso normal. Naquele tempo, em 76, n\u00e3o se falava ainda disso, mas tenho certeza de que ele morreu foi de Aids\", disse Jaguar em entrevista ao jornal [[O Estado de S. Paulo|O Estado de S\u00e3o Paulo]].{{citar web|url=https://cultura.estadao.com.br/noticias/cinema,sata-foi-o-primeiro-travesti-malandro,20010203p1514|titulo=Sat\u00e3 foi o primeiro travesti malandro|data=03/02/2001|acessodata=28/11/2018|publicado=Ag\u00eancia Estado|ultimo=|primeiro=}}\n\nNo dia 14 de abril de [[1976]], Madame Sat\u00e3 foi enterrado na Ilha Grande. Apesar da fama, a not\u00edcia de sua morte n\u00e3o foi muito noticiada no Rio de Janeiro \u2013 j\u00e1 em S\u00e3o Paulo, a morte de Sat\u00e3 saiu na primeira p\u00e1gina da Folha Ilustrada da [[Folha de S.Paulo|Folha de S. Paulo]]. Outro lugar de destaque que a morte de Madame Sat\u00e3 ganhou foi no jornal [[O Pasquim]], que publicou uma outra entrevista com o malandro, al\u00e9m de fotos e depoimentos de pessoas pr\u00f3ximas ao transformista. Em sua missa de s\u00e9timo dia, em Ilha Grande, figuras conhecidas como Jaguar, Joel Barcelos e Elmar Machado se juntaram \u00e0 familiares e conhecidos de Sat\u00e3 para lamentar a morte do transformista. Atualmente, a hist\u00f3ria de Madame Sat\u00e3 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o conhecida pela popula\u00e7\u00e3o em geral, mas seu alcan\u00e7ou uma fama significativa ao redor do Brasil.{{citar livro|t\u00edtulo=Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo|ultimo=DURST|primeiro=Rog\u00e9rio|editora=Brasiliense|ano=1985|local=S\u00e3o Paulo|p\u00e1gina=62 e 64|p\u00e1ginas=|acessodata=25/11/2018}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* PAEZZO, Sylvan. Mem\u00f3rias de Madame Sat\u00e3. Rio de Janeiro: Lidador, 1972.\n* DURST, Rog\u00e9rio. ''Madame Sat\u00e3: com o diabo no corpo''. Reprint. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 2005, 80pp., ill., b&w photos, 12mo, bds. (Encanto Radical, n. 68). ISBN 85-11-03068-9 1st ed., 1985.\n* MADAME Sat\u00e3. Diretor de cinema: Karim A\u00efnouz. Produtor de cinema: Isabel Diegues; Maur\u00edcio Andrade Ramos e Walter Salles. S\u00e3o Paulo: Imagem Filmes, 2002. 1 DVD (100 min.), son., color.\n* RAINHA Diaba. Dire\u00e7\u00e3o por [[Antonio Carlos da Fontoura]]. Rio de Janeiro: Ipanema Filmes, 1974. 1 DVD (1h 50min), son., color.\n* AS GRANDES ENTREVISTAS DO PASQUIM. Dire\u00e7\u00e3o: Andr\u00e9 Weller. Canal Brasil, temporada 1. Epis\u00f3dio 13 (exibido em 05/09/2016).\n* RODRIGUES, Geisa. As m\u00faltiplas faces de Madame Sat\u00e3: est\u00e9ticas e pol\u00edticas do corpo. Niter\u00f3i: Ed. UFF, 2013.\n* DESBOIS, Laurent: ''A Odisseia do cinema brasileiro, da Atl\u00e2ntida \u00e0 Cidade de Deus'', Companhia das Letras 2016.\n* A ARTE DA ENTREVISTA. 2. ed. S\u00e3o Paulo (SP): Scritta Oficina, 1995. xxi, 585 p. (Cl\u00e1ssica). ISBN 8573200235.\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.ilhagrande.org/Madame-Sata Biografia de Madame Sat\u00e3 no site \"Ilha Grande\"] {{pt}}\n\n\n{{NF|1900|1976|Madame Sat\u00e3}}\n[[Categoria:Naturais de Gl\u00f3ria do Goit\u00e1]]\n[[Categoria:Pessoas LGBT do Brasil]]\n[[Categoria:Brasileiros de ascend\u00eancia africana]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bandeira de Pernambuco.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Bandeira do estado do Rio de Janeiro.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Disambig grey.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Brazil.svg"}]},"4139367":{"pageid":4139367,"ns":0,"title":"Copofone","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"\n\n{{Info/Instrumento\n|nome = Copofone\n|imagem = [[Image:glass.harmonica.in.rome.arp.jpg|250px]]\n|legenda = Mulher tocando copofone em [[Roma]], [[It\u00e1lia]].\n|som = \n|extens\u00e3o = \n|classe = [[Idiofone]]\n}}\n\nO '''copofone''', '''verrilion''', '''copos musicais''' ou '''harpa de vidro''' (como \u00e9 mais conhecido atualmente) \u00e9 um instrumento constitu\u00eddo por uma s\u00e9rie de ta\u00e7as de vidro, cujos sons s\u00e3o produzidos friccionando os dedos molhados sobre elas[http://books.google.com.br/books?id=cL6zQ9vAUwkC&pg=PA93&dq=copofone+dicion%C3%A1rio&hl=pt-BR&sa=X&ei=mco9UsLNKIne9ATu4ICIBw&ved=0CDUQ6AEwAQ#v=onepage&q=copofone%20dicion%C3%A1rio&f=false Dicion\u00e1rio de termos e express\u00f5es da m\u00fasica - Henrique Autran Dourado, P\u00e1gina 93.] ou percutindo-as. S\u00e3o afinadas preenchendo-as com \u00e1gua. A partir do copofone, [[Benjamin Franklin]] inventou a [[harm\u00f4nica de vidro]].\n\n== Curiosidade ==\n\nNo filme [[Miss Simpatia]], a protagonista Gracie Hart ([[Sandra Bullock]]) improvisa um copofone, vestida com trajes folcl\u00f3ricos e se apresenta para uma plateia, acompanhada por um [[contrabaixo]] antes de saltar em dire\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico.\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n\n{{esbo\u00e7o-instrumento}}\n\n[[Categoria:Instrumentos musicais]]"}]},"2248276":{"pageid":2248276,"ns":0,"title":"Joaquim Leit\u00e3o (escritor)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|prefixo=Se procura|o cineasta portugu\u00eas|Joaquim Leit\u00e3o}}\n{{Info/Autor\n |nome = Joaquim Leit\u00e3o\n |imagem = \n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda = \n |nome_completo = Joaquim Antunes Leit\u00e3o\n |nascimento_data = {{dni|lang=br|26|4|1875|si}}\n |nascimento_local = [[Porto]], [[Portugal]]\n |morte_data = {{nowrap|{{morte|lang=pt|||1956|26|4|1875}}}}\n |morte_local = [[Lisboa]], [[Portugal]]\n |resid\u00eancia = \n |nacionalidade = {{PORb}} [[Portugal|Portugu\u00eas]]\n |ocupa\u00e7\u00e3o = [[Escritor]] e jornalista\n |obra-prima = ''Os poemas da derrota: Julio da Costa Pinto''\n |website = \n |pr\u00e9mios = \n}}\n'''Joaquim''' Antunes '''Leit\u00e3o''' ([[Porto]], {{dni|lang=pt|26|4|1875|si}} \u2014 [[Lisboa]], {{morte|lang=pt|||1956}}) foi um [[escritor]] e [[jornalista]] [[Portugal|portugu\u00eas]].\n\n== Vida ==\nJoaquim Leit\u00e3o nasceu no Porto a 26 de Abril de 1875. Casou com D. Am\u00e9lia de Abreu de Lima Tavares Cardoso Leit\u00e3o.''Quem \u00e9 algu\u00e9m: (who's who in Portugal)'' - Dicion\u00e1rio biogr\u00e1fico das personalidades em destaque do nosso tempo, ano 1947. Lisboa: Portugalia, 1947. 405-406 p.\n\nFrequentou as Escolas Polit\u00e9cnicas de Porto e Lisboa, onde fez os estudos preparat\u00f3rios m\u00e9dicos, e depois as Escolas de Medicina das Universidades de Lisboa e do Porto.\n\nAo longo da sua vida ocupou diversos cargos importantes, de que se destacam os seguintes: Secret\u00e1rio Geral da Academia das Ci\u00eancias de Lisboa; Director do Museu da Assembleia Nacional da Restaura\u00e7\u00e3o; Inspector das Bibliotecas, Arquivos e Museus Municipais de Lisboa; S\u00f3cio correspondente da Academia Brasileira de Letras; Director Geral da Assembleia Nacional (1935-1945).{{Citar livro |ano=2008|p\u00e1gina=14-15 |isbn=978-972-9147-75-3 |url=http://www.cm-porto.pt/users/0/58/CatlogoBPMP_2cc8c856110630e1d73565eca1369d73.pdf |local=Porto |editora=C\u00e2mara Municipal do Porto |t\u00edtulo=Esp\u00f3lios da Biblioteca Municipal do Porto}}\n\nDirigiu a edi\u00e7\u00e3o mensal do {{citar web | url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/DiariodeLisboa_edicaomensal/DiariodeLisboa_edmensal.htm | t\u00edtulo= ''Di\u00e1rio de Lisboa'' | publicado=hemerotecadigital.cm-lisboa.pt }} (1933) bem como as revistas ''[[Anais das bibliotecas, arquivo e museus municipais]]'' {{Citar web |autor=Rita Correia |data=1 de Julho de 2007 |t\u00edtulo=Ficha hist\u00f3rica: Anais das Bibliotecas, Arquivo e Museus Municipais (1931-1936). |url= http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/FichasHistoricas/AnaisB.pdf |publicado=[[Hemeroteca Municipal de Lisboa]] |acessodata=5 de Maio de 2014}} (1931-1936). Foi autor da publica\u00e7\u00e3o ''[[Harmonia latina]]'' que \u00e9 uma monografia de 26 p\u00e1ginas pertencente \u00e0 cole\u00e7\u00e3o de \"Publica\u00e7\u00f5es dos Anais das Bibliotecas, Museus, e Arquivo Hist\u00f3rico Municipais\" (n\u00ba 14) publicada pela C\u00e2mara Municipal de Lisboa em 1936. Colaborou no {{citar web | url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/DOMINGOILUSTRADO/DomingoIlustrado.htm | t\u00edtulo= ''Domingo ilustrado'' | publicado=hemerotecadigital.cm-lisboa.pt }} (1925-1927) e colaborou como jornalista no \u00abJornal de Not\u00edcias\u00bb e \u00abCorreio da Manh\u00e3\u00bb, assim como em revistas portuguesas e brasileiras nomeadamente na revista ''[[Luz e Vida (revista)|Luz e Vida]]'' {{Citar web |autor=Rita Correia |data=5 de maio de 2015|t\u00edtulo=Ficha hist\u00f3rica:Luz e Vida: revista mensal de sociologia, arte e cr\u00edtica (1905) |url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/FichasHistoricas/LuzeVida.pdf |publicado=[[Hemeroteca Municipal de Lisboa]] |acessodata=16 de maio de 2016}} (1905), ''[[Atlantida (revista)|Atlantida]]'' {{Citar web |autor=Rita Correia |t\u00edtulo=Ficha hist\u00f3rica: Atlantida: mens\u00e1rio art\u00edstico, liter\u00e1rio e social para Portugal e Brasil (1915-1920) |url= http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/FichasHistoricas/Atlantida.pdf|formato=pdf |publicado=[[Hemeroteca Municipal de Lisboa]] |data=19 de Fevereiro de 2008 |acessodata=17 de Junho de 2014}} (1915-1920), na ''[[Revista Municipal]]'' {{Citar web |t\u00edtulo=Revista Municipal (1939-1973), \u00cdndice de colaboradores |url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/RevMunicipal/Indices/C/N1_31/N1_31_master/N1_31.pdf|publicado=[[Hemeroteca Municipal de Lisboa]] |acessodata=30 de junho de 2015}} (1939-1973) publicada pela [[C\u00e2mara Municipal de Lisboa]] e no ''[[Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas]]'' {{Citar web |autor=Rita Correia |data=30 de julho de 2019 |t\u00edtulo=Ficha hist\u00f3rica:Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas (1941-1945) |url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/FichasHistoricas/BoletimdoSindicatodeJornalistas.pdf |publicado=[[Hemeroteca Municipal de Lisboa]] |acessodata=3 de outubro de 2019}} (1941-1945).\n\nDurante os anos de ex\u00edlio, de 1911 a 1912, foi um dos directores do \u00fanico jornal mon\u00e1rquico de Portugal ''[[O Correio (Porto)|O Correio]]'' {{Citar web |autor=Rita Correia |data=4 de agosto de 2015 |t\u00edtulo=Ficha hist\u00f3rica: O correio : semanario monarchico (1912-1913) |url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/FichasHistoricas/OCorreio.pdf |publicado=[[Hemeroteca Municipal de Lisboa]] |acessodata=27 de junho de 2016}} que sa\u00eda no Porto.\n\nPublicou uma extensa obra, composta por v\u00e1rios g\u00e9neros liter\u00e1rios, como o romance, o conto e o teatro, e ainda diversos ensaios e livros de hist\u00f3ria, assim como diversas tradu\u00e7\u00f5es e colabora\u00e7\u00f5es com outros autores, entre os quais [[Faustino da Fonseca]] e [[J\u00falio Dantas]].\n\nA 10 de maio de 1930, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da [[Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]]. A 8 de outubro de 1942, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da [[Ordem Militar de Cristo]].{{citar web |url=http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=153 |t\u00edtulo=Entidades Nacionais Agraciadas com Ordens Portuguesas|autor=|data=|publicado=Presid\u00eancia da Rep\u00fablica Portuguesa|acessodata=2020-08-18 |notas=Resultado da busca de \"Joaquim Leit\u00e3o\".}}\n\n== Obra ==\n* '''Originais'''{{citar web |t\u00edtulo=Base Nacional de Dados Bibliogr\u00e1ficos |url=http://porbase.bnportugal.pt |publicado=[[Biblioteca Nacional de Portugal]] |data= |acessodata= }}\n** Treno da mis\u00e9ria (1859)\n** Cabe\u00e7a a Pr\u00e9mio: contos\n** O Varre Canelhas: novela transmontana\n** Corpos e Almas: contos\n** Val d'Amores\n** A Imposs\u00edvel Paz\n** Uma Mulher Ciumenta\n** O Amor na renascen\u00e7a\n** Os Deuses Voltaram\n** Jardim da Saudade\n** Os Cegos: pe\u00e7a em 3 actos\n** O almirante dos mares orientais\n** A peste: aspectos morais da epidemia nacional\n** D. Carlos o Desventuroso\n** O Pal\u00e1cio de S. Bento\n** Ora\u00e7\u00e3o \u00e0 P\u00e1tria\n** Anais Pol\u00edticos da Rep\u00fablica Portuguesa\n** Embaixada Hist\u00f3rica\n** Do civismo e da arte no Brasil\n** A com\u00e9dia pol\u00edtica\n** Di\u00e1rio dos vencidos: subs\u00eddios para a hist\u00f3ria de Revolu\u00e7\u00e3o de Cinco de Outubro\n** Os cem dias funestos: processo e condena\u00e7\u00e3o do \u00faltimo Presidente do Conselho de 1910, Ant\u00f3nio Teixeira de Sousa, e do seu livro, \"Para a hist\u00f3ria da Revolu\u00e7\u00e3o\"\n** Guia ilustrado de Esposende\n** Guia ilustrado de Barcelos\n** Guia ilustrado da Foz, Matosinhos, Le\u00e7a e Lavadores\n** Guia das Caldas de Vizela\n** A bandeira dos emigrados: repelindo uma afronta\n** As alian\u00e7as das casas de Bragan\u00e7a e Hohenzollern: o casamento d'El-Rei D. Manuel II\n** Couceiro, o capit\u00e3o fantasma\n** Da proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica \u00e0s primeiras tentativas de Restaura\u00e7\u00e3o: Outubro de 1910 - Mar\u00e7o de 1911\n** Em marcha para a 2\u00aa incurs\u00e3o: da concentra\u00e7\u00e3o ao erguer do bivaque de Soutelinho da Raia para o ataque a Chaves\n** O ataque a Chaves: croquis do terreno do combate pelo alferes Alberto Braz\n** Os poemas da derrota\n** Deuses do lar: o maestro Miguel \u00c2ngelo\n** G\u00e9nio da desgra\u00e7a: na hora centen\u00e1ria de Camilo\n** E de tudo se lavrou este auto\n** Pescadores da Murtosa: extracto da Can\u00e7\u00e3o do Regresso\n** Terra-alta: antologia de Castelo de Vide\n** O capuz de Miguel \u00c2ngelo\n** Monumento a vivos: discurso\n** O \u00faltimo milagre de Santo Ant\u00f3nio\n** Asas em terra\n** Harmonia latina\n** Leopardi\n** A beleza venceu\n** A mulher na obra de Gil Vicente\n** Italianismo e D. Dinis na \"Divina Com\u00e9dia\"\n** O maior romancista ingl\u00eas do s\u00e9culo XIX\n** A m\u00e1scara de Veneza\n** Racine, cortes\u00e3o\n** Egas Moniz, escritor\n** Can\u00e7\u00e3o do regresso: novela\n** Livros de S. Bento: mem\u00f3ria\n** Para a hist\u00f3ria do Pal\u00e1cio de S. Bento\n** O Pal\u00e1cio de S\u00e3o Bento\n** Romeiros do Atl\u00e2ntico\n** Vila Cova do Alva - terra de encanto e poesia\n** E\u00e7a de Queiroz acad\u00e9mico\n** O reflorescer da It\u00e1lia imortal\n** No p\u00f3rtico da epopeia ultramarina\n** Cr\u00f3nica de S\u00e3o Jo\u00e3o de Brito\n** Cora\u00e7\u00f5es Partidos: contos\n** A mulher na obra de J\u00falio Dantas\n** Sintra: uma profecia\n** Palmas e rosmaninho\n** Nas sete colinas: novelas\n** O maior prazer da vida\n*'''Tradu\u00e7\u00f5es'''\n** de ''Dmitri Merejkowsky''\n*** A ressurrei\u00e7\u00e3o dos deuses: Leonardo da Vinci\n** de ''Le\u00e3o Tolstoi''\n*** A adolesc\u00eancia: novela\n*** A felicidade conjugal\n*** A inf\u00e2ncia: novela\n*** A mocidade\n*** A morte: novela\n*** A odisseia dum viajante: novela do Caucaso\n*** A palavra de Jesus\n*** Amor e liberdade: palavras de um homem livre\n*** Luta de her\u00f3is: novela\n*** Os cavaleiros da guarda: novela\n*** Os cossacos\n*** Os m\u00e1rtires do dinheiro: novela\n*** Poli-kouchka: novela\n*** Sebastopol\n** de ''John W. Harding''\n*** A porta do beijo\n** de ''C. Albin de Cigala''\n*** Urbi et orbi: romance dos tempos postneronianos\u2026\n** de ''Paulo Mantegazza''\n*** Fisiologia do \u00f3dio\n*** Os caracteres humanos\n** de ''J. Haring''\n*** O livro da enfermeira\n** de ''Lu\u00edsa Maria Linares''\n*** F\u00e9rias ao sol\n** de ''Jean Louis Dubut de Laforest''\n*** A Bela Lil\u00e1s\n*** A Estranguladora\n*** A Mulher-Homem\n*** A Paix\u00e3o dum Bandido\n*** A Ressuscitada\n*** A Virgem do Boulevard\n*** Amores \u00e0 Beira-Mar\n*** As V\u00edtimas do Prazer\n*** O Dr. Mata-Crian\u00e7as\n*** O \u00daltimo Jo\u00e3o\n*** Os Bailes do Sr. Deputado\n*** Os Rufi\u00f5es de Casaca\n*** Os V\u00edcios dum Conselheiro\n*** Para\u00edso Terrestre\n** de ''Louis Constant Wairy''\n*** Napole\u00e3o pelo seu criado particular: mem\u00f3rias de Constant\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* {{citar web | url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/DiariodeLisboa_edicaomensal/DiariodeLisboa_edmensal.htm | t\u00edtulo= ''Di\u00e1rio de Lisboa : edi\u00e7\u00e3o mensal'' | publicado=hemerotecadigital.cm-lisboa.pt }} (c\u00f3pia digital)\n* {{citar web | url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Anais/AnaisB.htm | t\u00edtulo= ''Anais das bibliotecas, arquivo e museus municipais'' | publicado=hemerotecadigital.cm-lisboa.pt }} (c\u00f3pia digital) \n* {{citar web | url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/DOMINGOILUSTRADO/DomingoIlustrado.htm | t\u00edtulo= ''O domingo ilustrado : noticias & actualidades graficas, teatros, sports & aventuras, consultorios & utilidades'' | publicado=hemerotecadigital.cm-lisboa.pt }} (c\u00f3pia digital)\n* {{citar web | url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Atlantida/Atlantida.htm | t\u00edtulo= ''Atlantida : mens\u00e1rio art\u00edstico liter\u00e1rio e social para Portugal e Brazil'' | publicado=hemerotecadigital.cm-lisboa.pt }} (c\u00f3pia digital)\n* {{citar web | url=http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/RevMunicipal/RevMun.htm | t\u00edtulo= ''Revista Municipal'' | publicado=hemerotecadigital.cm-lisboa.pt }} (c\u00f3pia digital)\n\n{{Refer\u00eancias|Notas}}\n\n{{Come\u00e7a caixa}}\n{{Caixa de sucess\u00e3o\n|t\u00edtulo={{nowrap|[[Imagem:Olivenkranz.png|20px]] [[Lista de membros da Academia Brasileira de Letras|S\u00f3cio correspondente da ABL - cadeira 6]]}}\n|anos=[[1941]] \u2014 [[1956]]\n|antes=[[Leite de Vasconcelos]]\n|depois=[[Nuno Sim\u00f5es]]\n}}\n{{Termina caixa}}\n\n{{S\u00f3cios Correspondentes da Academia Brasileira de Letras}}\n{{Controle de autoridade}}\n\n{{DEFAULTSORT:Joaquim Leitao}}\n[[Categoria:Naturais do Porto]]\n[[Categoria:Jornalistas de Portugal]]\n[[Categoria:Escritores de Portugal]]\n[[Categoria:Correspondentes da Academia Brasileira de Letras]]\n[[Categoria:Grandes-Oficiais da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada]]\n[[Categoria:Grandes-Oficiais da Ordem Militar de Cristo]]"}]},"2664790":{"pageid":2664790,"ns":0,"title":"L\u00facio Em\u00edlio R\u00e9gilo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia/Wikidata}}\n\n'''L\u00facio Em\u00edlio R\u00e9gilo''' ({{langx|la|''Lucius Aemilius Regillus''}}) foi um [[almirante]] da [[Marinha romana|marinha]] [[Roma Antiga|romana]] durante a guerra contra [[Ant\u00edoco III]] da [[S\u00edria]].\n\nFilho de [[Marco Em\u00edlio R\u00e9gilo]], pouco se sabe de sua juventude e do in\u00edcio de sua carreira militar at\u00e9 o ponto em que \u00e9 nomeado comandante das for\u00e7as navais romanas no [[mar Egeu]], em {{AC|190|x}}, no lugar de [[Caio L\u00edvio Salinador (c\u00f4nsul em 188 a.C.)|Caio L\u00edvio Salinador]]. Naquele mesmo ano, com o apoio de uma pequena frota de [[Rodes]], R\u00e9gilo consegue derrotar uma frota s\u00edria comandada pelo antigo [[general]] [[Cartago|cartaginense]] [[An\u00edbal Barca]] (sua primeira e \u00faltima [[batalha naval]]) na [[Batalha de Eurimedonte]] e, ap\u00f3s derrotar uma segunda frota s\u00edria na [[Batalha de Mioneso]], assegurou o controle de Roma e seus aliados em Rodes e [[P\u00e9rgamo]] sobre as \u00e1guas do Egeu. Ao retornar a Roma no ano seguinte, R\u00e9gilo foi homenageado com a constru\u00e7\u00e3o do [[Templo dos Lares Permarinos]], divindades protetoras dos [[marinheiro]]s, a quem ele havia supostamente prometido louvar em troca da vit\u00f3ria romana.\n\n==Bibliografia== \n*Broughton, T.R.S. and M.L. Patterson. ''The Magestrates of the Roman Republic''. Londres, 1951-60.\n\n\n{{Portal3|Biografias|Roma antiga}}\n\n\n{{controlo de autoria}}\n{{DEFAULTSORT:Regilo, Lucio Emilio}}\n[[Categoria:Almirantes romanos]]\n[[Categoria:Romanos antigos do s\u00e9culo II a.C.]]\n[[Categoria:Aemilii]]\n[[Categoria:Guerra romano-s\u00edria]]\n[[Categoria:Ano de nascimento desconhecido]]\n[[Categoria:Ano de morte desconhecido]]\n[[Categoria:Romanos antigos do s\u00e9culo III a.C.]]\n[[Categoria:Mortos no s\u00e9culo III a.C.]]\n[[Categoria:Nascidos no s\u00e9culo II a.C.]]"}]},"6199133":{"pageid":6199133,"ns":0,"title":"Benedito Lima de Toledo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Biografia\n |bgcolour = \n |nome = Benedito Lima de Toledo\n |pseud\u00f4nimo = \n |imagem = Benedito Lima de Toledo.jpg\n |imagem_tamanho = \n |imagem_legenda = \n |nome_completo = Benedito Lima de Toledo\n |nascimento_data = {{dni|22|7|1934|si}}\n |nascimento_local = \n |morte_data = {{morte|31|7|2019|22|6|1934}}\n |morte_local = \n |resid\u00eancia = \n |nacionalidade = brasileira \n |cidadania = Brasil\n |ocupa\u00e7\u00e3o = arquiteto\n |nome_m\u00e3e = \n |nome_pai = \n |parentesco = \n |tipo-c\u00f4njuge = \n |c\u00f4njuge = \n |filhos = \n |pr\u00eamios = \n |religi\u00e3o = \n |principais_trabalhos = \n |website = \n}}\n'''Benedito Lima de Toledo''' ([[S\u00e3o Paulo]], [[22 de julho]] de [[1934]] \u2013 [[S\u00e3o Paulo]], [[31 de julho]] de [[2019]]) foi arquiteto e urbanista brasileiro, considerado um dos mais importantes historiadores da evolu\u00e7\u00e3o urbana da cidade de S\u00e3o Paulo, autor do cl\u00e1ssico \u201cS\u00e3o Paulo: tr\u00eas cidades em um s\u00e9culo\u201d.{{Citar web|titulo=Morre o arquiteto Benedito Lima de Toledo, historiador de S\u00e3o Paulo {{!}} CAU/SP|url=https://www.causp.gov.br/morre-o-arquiteto-benedito-lima-de-toledo-historiador-de-sao-paulo/|obra=www.causp.gov.br|acessodata=2020-02-20}} Benedito era membro da Academia Brasileira de Letras.{{Citar web|titulo=Morre Benedito Lima de Toledo, arquiteto membro da Academia Paulista de Letras|url=https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2019/07/morre-benedito-lima-de-toledo-arquiteto-membro-da-academia-paulista-de-letras.shtml|obra=Folha de S.Paulo|data=2019-07-31|acessodata=2020-02-20|lingua=pt-BR}}\n\n== Biografia ==\nBenedito Lima de Toledo nasceu em S\u00e3o Paulo, em 22 de julho de 1934.{{Citar web|titulo=Benedito Lima de Toledo|url=http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa535/benedito-lima-de-toledo|lingua=pt-br|primeiro=Instituto Ita\u00fa|ultimo=Cultural}}\n\nEle se formou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em 1961.{{Citation|title=Aos 85 anos, morre o arquiteto Benedito Lima de Toledo, historiador de S\u00e3o Paulo - CAU/BR|url=https://caubr.gov.br/aos-85-anos-falece-o-arquiteto-benedito-lima-de-toledo/|date=2019-07-31|accessdate=2020-03-21|language=pt-BR}} Foi professor titular da gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, em Hist\u00f3ria da Arquitetura. Foi autor de mais de dez livros, sendo as mudan\u00e7as na urbaniza\u00e7\u00e3o da capital paulista um tema recorrente de suas obras.\n\nFoi pesquisador na Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, em Lisboa, em 1968. Era especialista em Restauro e Conserva\u00e7\u00e3o de Monumentos Arquitet\u00f4nicos pela USP, em 1974, e na \u00c9cole Nationale des Ponts et Chauss\u00e9es, em 1983. \n\nEra casado com a bibliotec\u00e1ria Suzana Al\u00e9ssio Toledo.\n\n== Obra ==\n\u00c9 autor de vasta obra, em que se destacam os livros:{{Citar web|titulo=Sobre o acad\u00eamico Benedito Lima de Toledo - cadeira 39|url=http://www.academiapaulistadeletras.org.br//academicos.asp?materia=9|lingua=pt-BR}}\n\n- S\u00e3o Paulo: tr\u00eas cidades em um s\u00e9culo. 2\u00aaed. aum. S\u00e3o Paulo, Duas Cidades, 1983.\n\n- \u00c1lbum iconogr\u00e1fico da Avenida Paulista. S\u00e3o Paulo, ExLibris/ Jo\u00e3o Fortes Engenharia, 1987.\n\n- Anhangaba\u00fa. S\u00e3o Paulo, FIESP/CIESP, 1989.\n\n- Prestes Maia e as origens do urbanismo moderno em S\u00e3o Paulo. S\u00e3o Paulo, Empresa das Artes/ ABCP, 1996.\n\n\u00c9 tamb\u00e9m colaborador na produ\u00e7\u00e3o de obras, em que se destacam:\n\n- S\u00e3o Paulo: Belle \u00c9poque. Texto Benedito Lima de Toledo; desenhos Diana Danon. S\u00e3o Paulo, Ed. Nacional/ EDUSP, 1974.\n\n- A imperial cidade de S\u00e3o Paulo vista por Milit\u00e3o. In: \u00c1lbum comparativo da cidade de S\u00e3o Paulo, 1862- 1887: Milit\u00e3o Augusto de Azevedo. S\u00e3o Paulo, SMC/DPH, 1981. p. 5-22.\n\n- S\u00e3o Paulo: registros 1899-1940. Texto Benedito Lima de Toledo e Jos\u00e9 A. V. Pontes. Fot. Acervo Eletropaulo. S\u00e3o Paulo, Eletropaulo, 1982. (Idem, ed. Ingl\u00eas).\n\n- Do s\u00e9c. XVI ao in\u00edcio do s\u00e9c. XIX: maneirismo, barroco e rococ\u00f3. In: Zanini, W., org. - Hist\u00f3ria geral da arte no Brasil. S\u00e3o Paulo, Inst. Walther Moreira Salles, 1983. v.1\n\nFrei Galv\u00e3o: um arquiteto paulista. In: Museu de Arte Sacra. Mosteiro da Luz. S\u00e3o Paulo, Artes, 1987. p.31-8.\n\n- Calixto e a iconografia paulistana. In: Pinacoteca do Estado, S\u00e3o Paulo - Benedito Calixto: mem\u00f3ria paulista. S\u00e3o Paulo, Projeto/ Banespa/ Pinacoteca do Estado, 1990, p.25-36.\n\n- O edif\u00edcio na cidade: uma vis\u00e3o urban\u00edstica. In: MUSEU Paulista um monumento no Ipiranga. S\u00e3o Paulo, FIESP/CIESP, 1997. p.344-361\n\n- A cidade de Santos: iconografia e hist\u00f3ria. Revista USP, S\u00e3o Paulo. Engenho dos Erasmos, n. 41, p.48-61, mar\u00e7o/maio 1999.\n\n- Robert Chester Smith e a arquitetura no Brasil. In: Robert C. Smith (1912-1975). A investiga\u00e7\u00e3o na Hist\u00f3ria da Arte. Lisboa, Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, 2000. p.82-107\n\n== Relev\u00e2ncia ==\nDisse ao jornal ''O Estado de S\u00e3o Paulo:'' \u201cO ideal de um professor \u00e9 difundir o conhecimento. Quero que esse material fique dispon\u00edvel para os pesquisadores das gera\u00e7\u00f5es futuras, porque assim continuarei contribuindo para difundir o conhecimento\u201d.\n\nNo artigo sobre ele na Enciclop\u00e9dia Cultural \u00e9 dito:\n\n\"Na tese sobre Victor Dubugras, Toledo destaca a import\u00e2ncia documental dos cart\u00f5es-postais para a hist\u00f3ria da cidade e da arquitetura, tema retomado nos livros ''\u00c1lbum Iconogr\u00e1fico da Avenida Paulista'' (1987), ''Anhangaba\u00fa'' (1989) e ''Prestes Maia e as Origens do Urbanismo Moderno em S\u00e3o Paulo'' (1996). Neles, aproveita grande parte de sua cole\u00e7\u00e3o iconogr\u00e1fica. Complementados com mapas da cidade, planos urban\u00edsticos, plantas, cortes e eleva\u00e7\u00f5es de edifica\u00e7\u00f5es variadas, o material colecionado por Toledo \u00e9 de extremo interesse para quem se dedica a conhecer S\u00e3o Paulo e sua arquitetura. \n\nParte dele \u00e9 explorado no livro ''S\u00e3o Paulo: Tr\u00eas Cidades em um S\u00e9culo'' (1981). Conformado por uma s\u00e9rie de ensaios escritos originalmente para os jornais O Estado de S. Paulo e o Jornal da Tarde, cujo objetivo \u00e9 mais documentar os \u201cdanos irrevers\u00edveis ao patrim\u00f4nio cultural da cidade\u201d e despertar uma consci\u00eancia patrimonialista do que analisar as transforma\u00e7\u00f5es em curso do ponto de vista das for\u00e7as econ\u00f4micas, pol\u00edticas, sociais e culturais envolvidas na constru\u00e7\u00e3o da cidade. O livro apresenta uma tese de grande aceita\u00e7\u00e3o entre pesquisadores de outras \u00e1reas. Segundo Toledo, \u201c(...) a cidade de S\u00e3o Paulo \u00e9 um palimpsesto \u2013 um imenso pergaminho cuja escrita \u00e9 raspada de tempos em tempos, para receber outra nova, de qualidade liter\u00e1ria inferior, no geral. Uma cidade reconstru\u00edda duas vezes sobre si mesma [no s\u00e9culo XX]\u201d.\"{{Citar web|titulo=Benedito Lima de Toledo|url=http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa535/benedito-lima-de-toledo|lingua=pt-br|primeiro=Instituto Ita\u00fa|ultimo=Cultural}}\n\n== Morte ==\nBenedito Lima de Toledo faleceu aos 85 anos, em 31 de julho de 2019, em S\u00e3o Paulo.{{Refer\u00eancias}}\n\n[[Categoria:Arquitetos do Brasil]]\n[[Categoria:Urbanistas]]"}]},"4758821":{"pageid":4758821,"ns":0,"title":"Trichophyton mentagrophytes","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{sem notas|data=maio de 2015}}\n{{Info/Taxonomia\n | nome = ''Trichophyton mentagrophytess''\n | cor =lightblue\n | imagem =Trichophyton mentagrophytes PHIL 2929 lores.jpg\n | imagem_legenda = \n | reino = Fungo\n | ordem = [[Eurotiomycetidae]]\n | fam\u00edlia = [[Onygenales]]\n | g\u00e9nero = ''[[Arthrodermataceae]]''\n | esp\u00e9cie = '''''T. mentagrophytes'''''\n | binomial = ''Trichophyton mentagrophytes''\n | binomial_autoridade = ( ([[Charles-Philippe Robin|C.P. Robin]]) [[Raymond Sabouraud|Sabouraud]], 1895)\n}}\n\n\n\n\n'''''Trichophyton mentagrophytes''''' (sensu stricto) (Syn. ''T. mentagrophytes var. quinckeanum'', ''T. langeronii'', ''T. quinckeanum'' und ''T. sarkisovii'') \u00e9 um fungo de pele queratinof\u00edlico(''[[dermat\u00f3fito]]''). Ele est\u00e1 presente principalmente em [[roedores ]]\u00a0e\u00a0[[Camelidae|camelo]], sendo classificado, por consequ\u00eancia, como um dermat\u00f3fito zoof\u00edlico. Ele pode tamb\u00e9m gerar der\u00a0[[Dermatofitose|dermatofitoses]]\u00a0em humanos, especialmente na \u00e1rea da cabe\u00e7a\u00a0(''Tinea capitis'') e do corpo (''Tinea corporis'') frequentemente na forma de favos (tinha favosa). Como todos os dermat\u00f3fitos, \u00a0''T. mentagrophytes ''nutre-se de\u00a0[[queratina]].A transmiss\u00e3o animal-animal ou animal-humano ocorre por contato direto ou indireto. A forma\u00a0[[Teleomorfo|teleomorfa]], ou est\u00e1gio sexual do fungo,\u00a0 do\u00a0''T. mentagrophytes'', pertence ao complexo arthoderma-simii.\n\n== Morfologia ==\nAs culturas s\u00e3o superficialmente brancas, de textura semelhante ao gesso e planas, com o verso levemente amarronzado. Os micro[[Con\u00eddio|con\u00eddios ]]s\u00e3o ordenados formando \"cachos de uva\" e os macrocon\u00eddios s\u00e3o curtos e no formato de charutos (sic) com 3 a 5 c\u00e2maras. Microscopicamente, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel diferenci\u00e1-lo de ''Trichophyton interdigitale. ''Em alguns casos, as hifas apresentam proje\u00e7\u00f5es na forma de casti\u00e7al, o que pode levar \u00e0 confus\u00e3o com''Trichophyton schoenleini.''\n\n== Sistem\u00e1tica ==\nEstudos antigos separam esse fungo nos grupos subtipos antropof\u00edlicos\u00a0''T. mentagrophytes var. interdigitale'', ''T. mentagrophytes var. nodulare'' (sin\u00f4nimo T. krajdenii) und ''T. mentagrophytes var. goetzii''\u00a0assim como os subtipos zoof\u00edlicos\u00a0''T. mentagrophytes var. granulosum'' (hospedeiro principal: roedores), ''T. mentagrophytes var. erinacei'' (hospedeiro principal: ouri\u00e7os) e \u00a0''T. mentagrophytes var. quinckeanum'' (Hauptwirt M\u00e4use). Estudos de biologia molecular mostram contudo que apenas\u00a0''T. mentagrophytes var. quinckeanum'' pertence \u00e0 esp\u00e9cie\u00a0''T. mentagrophytes,''\u00a0''sensu stricto''. Todas as outras subsp\u00e9cies pertencem \u00e0 esp\u00e9cie\u00a0\u00a0''T. interdigitale''\u00a0.P. \u00a0Na primeira descri\u00e7\u00e3o, por Charles-Philippe Robin em 1853, o fungo foi classificado no g\u00eanero Microsporum\u00a0(''M. mentagrophytes'') .\n\n== Literatura ==\n* Birgid Neumeister, Heinrich K. Geiss, R\u00fcdiger Braun, Peter Kimmig: ''Mikrobiologische Diagnostik: Bakteriologie - Mykologie - Virologie - Parasitologie''. Georg Thieme, 2. Auflage 2009, ISBN 9783131579423, S. 716.\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n[[Categoria:Eurotiomycetes]]"}]},"5864690":{"pageid":5864690,"ns":0,"title":"Sara Ashurbeyli","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"\n'''Sara Ashurbeyli''', \u00e0s vezes conhecida como '''Sara Ashurbayli''' ([[L\u00edngua azeri|azerbaijano]]: ''Sara Balab\u0259y q\u0131z\u0131 A\u015furb\u0259yli''), ([[27 de janeiro]] de [[1906]] - [[Baku]], [[17 de julho]] de [[2001]]) foi uma eminente historiadora, orientalista e estudiosa do [[Azerbaij\u00e3o]]. Ela era especialista na hist\u00f3ria antiga e medieval de Baku e publicou muitos artigos e livros.\n\n== Biografia ==\nFilha de um rico magnata do petr\u00f3leo, Sara Ashurbeyli teve uma educa\u00e7\u00e3o perfeita. Concluiu o Col\u00e9gio Jeanne D'Arc em [[Constantinopla]] em 1925 e ingressou na Universidade Estadual de Baku em 1930, desta vez no Azerbaij\u00e3o Sovi\u00e9tico. Ela se formou como orientalista e tamb\u00e9m estudou l\u00ednguas europeias no Instituto Pedag\u00f3gico do Azerbaij\u00e3o. Assim, al\u00e9m de sua l\u00edngua nativa do Azerbaij\u00e3o, ela sabia \u00e1rabe, persa, turco, franc\u00eas, alem\u00e3o, russo e ingl\u00eas. Ela tamb\u00e9m foi artista e tornou-se membro da Uni\u00e3o dos Artistas do Azerbaij\u00e3o em 1946. Durante sua vida, ela tamb\u00e9m lecionou em v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es e foi reitora por um tempo. Ela obteve seu [[Ph.D]]. em 1966. Doutora em Ci\u00eancias da Hist\u00f3ria, foi laureada com o Pr\u00eamio do Estado do Azerbaij\u00e3o.{{Citar web|url=https://web.archive.org/web/20110722100809/http://www.science.az/en/index.php?id=1078|titulo=WWW.SCIENCE.GOV.AZ|data=2011-07-22|acessodata=2018-11-05}}\n\nSeus trabalhos famosos incluem \"''History of Baku: Mediaeval period''\" e \"''Shirvanshah State''\". Ela postulou que a origem do nome de \"Baku\" tem suas origens do zoroastrismo, retirado da palavra \"baga\" que significa \"o Sol\" ou \"o Deus\" em v\u00e1rias l\u00ednguas antigas do Oriente M\u00e9dio.{{Citar web|url=http://www.window2baku.com/eng/9002toponimbaku.htm|titulo=The Name \u201cBaku\u201d|acessodata=2018-11-05|obra=www.window2baku.com|ultimo=Nasibov|primeiro=Faig}}\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Tradu\u00e7\u00e3o/ref|en|Sara Ashurbeyli|oldid=798483655}}\n\n{{Portal3|Azerbaij\u00e3o}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n\n[[Categoria:Artistas do Azerbaij\u00e3o]]"}]},"1355129":{"pageid":1355129,"ns":0,"title":"Jakin","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Localidade dos Estados Unidos\n|nome = Jakin\n|imagem = \n|imagem_legenda = \n|estado = Ge\u00f3rgia\n|condado = [[Condado de Early (Ge\u00f3rgia)|Condado de Early]]\n|popula\u00e7\u00e3o = 154\n|data_pop = 2006\n|\u00e1rea = 3.2\n|\u00e1rea_\u00e1gua = 0.0\n|latG = 31\n|latM = 5\n|latS = 26\n|latP = N\n|lonG = 84\n|lonM = 58\n|lonS = 59\n|lonP = W\n|coord_t\u00edtulo = s\n|altitude = \n|c\u00f3digoFIPS = 41792\n|tipo = cidade\n|mapa_detalhado= \n}}\n'''Jakin''' \u00e9 uma [[cidade]] localizada no [[Estados dos Estados Unidos|estado]] [[Estados Unidos|americano]] de [[Ge\u00f3rgia (Estados Unidos)|Ge\u00f3rgia]], no [[Condado de Early (Ge\u00f3rgia)|Condado de Early]].\n\n== Demografia ==\nSegundo o [[Censo demogr\u00e1fico|censo]] americano de 2000, a sua popula\u00e7\u00e3o era de 157 [[habitante]]s.{{citar web|url=http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html|publicado=United States Census Bureau|obra=|autor=|t\u00edtulo=Census 2000 Summary File 1|data=|acessodata=|l\u00edngua=ingl\u00eas|arquivourl=https://web.archive.org/web/20100111104338/http://www.census.gov/Press-Release/www/2001/sumfile1.html|arquivodata=2010-01-11|urlmorta=yes}}\nEm 2006, foi estimada uma popula\u00e7\u00e3o de 154,{{citar web |url=http://www.census.gov/popest/datasets.html |publicado=United States Census Bureau |obra= |autor= |t\u00edtulo=Estimativa da popula\u00e7\u00e3o |acessodata= |l\u00edngua=ingl\u00eas |data=julho de 2006}} um decr\u00e9scimo de 3 (-1.9%).\n\n== Geografia ==\nDe acordo com o '''[[United States Census Bureau]]''' tem uma [[\u00e1rea]] de 3,2 km\u00b2, dos quais 3,2 km\u00b2 cobertos por terra e 0,0 km\u00b2 cobertos por [[\u00e1gua]].\n\n== Localidades na vizinhan\u00e7a ==\nO diagrama seguinte representa as [[localidade]]s num [[raio]] de 28 km ao redor de Jakin.\n
\n[[Imagem:Blank map.svg|400px|left|Localidades na vizinhan\u00e7a]]\n{{Image label|x=0.5|y=0.5|scale=400|text=[[Imagem:Map pointer black.svg|20px|Jakin]]'''Jakin'''}}\n{{Image label|x=0.114|y=0.333|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1853 habitantes (2000)]][[Ashford (Alabama)|Ashford]] (26 km)}}\n{{Image label|x=0.303|y=0.140|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|8px|Localidades com 804 habitantes (2000)]][[Columbia (Alabama)|Columbia]] (26 km)}}\n{{Image label|x=0.327|y=0.406|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|6px|Localidades com 408 habitantes (2000)]][[Gordon (Alabama)|Gordon]] (12 km)}}\n{{Image label|x=0.295|y=0.789|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|6px|Localidades com 106 habitantes (2000)]][[Bascom (Fl\u00f3rida)|Bascom]] (22 km)}}\n{{Image label|x=0.227|y=0.739|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 2007 habitantes (2000)]][[Malone (Fl\u00f3rida)|Malone]] (23 km)}}\n{{Image label|x=0.879|y=0.699|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|6px|Localidades com 225 habitantes (2000)]][[Brinson (Ge\u00f3rgia)|Brinson]] (27 km)}}\n{{Image label|x=0.890|y=0.353|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|10px|Localidades com 1939 habitantes (2000)]][[Colquitt (Ge\u00f3rgia)|Colquitt]] (26 km)}}\n{{Image label|x=0.660|y=0.589|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|12px|Localidades com 2796 habitantes (2000)]][[Donalsonville (Ge\u00f3rgia)|Donalsonville]] (11 km)}}\n{{Image label|x=0.762|y=0.636|scale=400|text=[[Imagem:Small-city-symbol.svg|6px|Localidades com 321 habitantes (2000)]][[Iron City (Ge\u00f3rgia)|Iron City]] (18 km)}}\n

\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* {{City-data|Jakin|Georgia}}\n\n[[Categoria:Cidades da Ge\u00f3rgia (Estados Unidos)]]"}]},"3500504":{"pageid":3500504,"ns":0,"title":"\u00c1ustria nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1912","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n{{Infobox Olympics \u00c1ustria\n|flagcaption=A [[Bandeira do Imp\u00e9rio Austr\u00edaco]] utilizada nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de 1912]].\n|jogos=Ver\u00e3o de 1912\n|competidores=\n|esportes =\n|ouro =0\n|prata =2\n|bronze =2\n|total =4\n|posi\u00e7\u00e3o =17\n|bandeira =\n|porta-bandeira=\n|oficiais=\n}}\n\nA '''[[\u00c1ustria]] nos [[Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1912]]''', em Estocolmo, na Su\u00e9cia, competiu e conquistou um total de quatro medalhas, sendo duas de prata e duas de bronze.\n\nApesar de a \u00c1ustria na \u00e9poca fazer parte de um [[Imp\u00e9rio Austro-H\u00fangaro|reino junto com a Hungria]], seus resultados eram contados em separado.\n\n==Refer\u00eancias==\n\n*[http://www.aafla.org/5va/reports_frmst.htm Official Olympic Reports]\n*[http://www.olympic.org/uk/athletes/results/search_r_uk.asp International Olympic Committee results database]\n\n{{Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1912}}\n{{esbo\u00e7o-esporte}}\n\n[[Categoria:Pa\u00edses nos Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o de 1912|Austria]]\n[[Categoria:\u00c1ustria nos Jogos Ol\u00edmpicos|1912]]\n[[Categoria:Desporto na \u00c1ustria em 1912]]"}]},"4635613":{"pageid":4635613,"ns":0,"title":"Marcio Proen\u00e7a","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/M\u00fasica/artista\n|nome = Marcio Proen\u00e7a\n|imagem = \n|imagem_tamanho = \n|legenda = \n|fundo = cantor_solo\n|nome completo = Vicente Marcio Proen\u00e7a Pereira\n|apelido = \n|nascimento = {{nowrap|{{dni|lang=br|14|11|1943|si}}}}\n|nascimento_cidade = [[Niter\u00f3i, Rio de Janeiro]]\n|morte_data = {{morte|21|05|2017|14|11|1943}}\n|morte_local = \n|nascimento_pa\u00eds = [[Brasil]]\n|nacionalidade = {{BRAn|o}}\n|g\u00eanero = \n|ocupa\u00e7\u00e3o = Cantor e compositor\n|outras ocupa\u00e7\u00f5es = \n|instrumento = \n|instrumentos_not\u00e1veis = \n|per\u00edodo = \n|tipo vocal = \n|gravadora = \n|influ\u00eancias = \n|afilia\u00e7\u00f5es = \n|assinatura = \n|website = \n}}\nVicente '''Marcio Proen\u00e7a''' Pereira ([[Niter\u00f3i]], [[Rio de Janeiro (estado)|Rio de Janeiro]], [[14 de novembro]] de [[1943]] - [[21 de maio]] de [[2017]]) foi um compositor e cantor brasileiro.\n\nComo compositor, teve sua primeira m\u00fasica gravada, \"A Palavra que Ficou\", pela cantora [[\u00c1urea Martins]].\n\nGravou no ano de 1964, o seu primeiro disco, um compacto duplo lan\u00e7ado pela Mocambo.\n\nJ\u00e1 comp\u00f4s mais de 100 m\u00fasicas, tendo entre seus principais parceiros [[Paulo C\u00e9sar Pinheiro]], [[Aldir Blanc]], [[Ivor Lancellotti]], [[Marco Aur\u00e9lio]], [[Paulo Em\u00edlio (poeta)|Paulo Em\u00edlio]], [[Claudio Cartier]], [[Nei Lopes]], entre outros.{{CravoAlbin|marcio-proenca}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.culturaniteroi.com.br/blog/?id=222 Mais sobre Marcio Proen\u00e7a]\n*[http://www.culturaniteroi.com.br/blog/?id=1230 Marcio Proen\u00e7a em \"Retrato Cantado\"]\n*[http://oglobo.globo.com/rio/bairros/marcio-proenca-reune-musicos-consagrados-em-lancamento-de-dvd-14622619 Marcio Proen\u00e7a re\u00fane m\u00fasicos consagrados em lan\u00e7amento de DVD]\n\n{{esbo\u00e7o-m\u00fasico}}\n{{Portal3|M\u00fasica|Rio de Janeiro}}\n\n[[Categoria:Compositores do Rio de Janeiro]]\n[[Categoria:Cantores do Rio de Janeiro]]\n[[Categoria:Cantores de m\u00fasica popular brasileira]]\n[[Categoria:Naturais de Niter\u00f3i]]"}]},"4881543":{"pageid":4881543,"ns":0,"title":"Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|texto=Ver tamb\u00e9m [[Jo\u00e3o, o Evangelista]] e [[Jo\u00e3o de Patmos]] para outras tradi\u00e7\u00f5es ligadas a S\u00e3o Jo\u00e3o. Para outros significados, veja [[S\u00e3o Jo\u00e3o]].}}\n{{Info/Santos\n |nome = S\u00e3o Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo{{citar web|url=http://global.britannica.com/EBchecked/topic/305163/Saint-John-the-Apostle|t\u00edtulo=Saint-John-the-Apostle|publicado=global.britannica.com|acessodata=}}{{Liga\u00e7\u00e3o inativa|data=janeiro de 2019}}\n |data_nascimento = {{ca.}} {{dni|||6|si}}|\n |local_nascimento = [[Betsaida]], [[Judeia (prov\u00edncia romana)|Judeia]], [[Imp\u00e9rio Romano]]\n |data_morte = {{ca.}} {{morte|||100|||6}}\n |local_morte = [[\u00c9feso]], [[\u00c1sia (prov\u00edncia romana)|\u00c1sia]], [[Imp\u00e9rio Romano]]\n |dia_consagrado = [[27 de dezembro]] na [[Igreja Cat\u00f3lica]]
[[26 de setembro]] na [[Igreja Ortodoxa]]\n |imagem = Le Petit Palais - Saint Jean l'\u00e9vang\u00e9liste - 16\u00e8me si\u00e8cle - 001.jpg\n |tamanho = 300px\n |legenda = Detalhe de uma [[pe\u00e7a-de-altar]] do s\u00e9culo XVI com S\u00e3o Jo\u00e3o segurando um c\u00e1lice envenenado (o veneno \u00e9 simbolizado pelo drag\u00e3o), uma das muitas tradi\u00e7\u00f5es relacionadas a ele.\n |t\u00edtulos = [[Ap\u00f3stolo]]\n |data_beatifica\u00e7\u00e3o = \n |local_beatifica\u00e7\u00e3o = \n |beatificado_por = \n |data_canoniza\u00e7\u00e3o = \n |local_canoniza\u00e7\u00e3o = \n |canonizado_por = \n |atribui\u00e7\u00f5es = Livro; serpente num c\u00e1lice; caldeir\u00e3o; \u00e1guia\n |patrono = Amor; lealdade; amizade; autores; livreiros; queimados; envenenados; comerciantes de obras de arte; editores; fabricantes de papel; escribas; acad\u00eamicos; te\u00f3logos\n |patrona = \n |principal_templo = \n |data_supress\u00e3o = \n |pol\u00eamicas = \n |passagem = \n |autor_passagem = \n}}\n'''Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo''' ({{langx|arc|\u071d\u0718\u071a\u0722\u0722 \u072b\u0720\u071d\u071a\u0710||''Yohanan Shliha''}}; {{langx|he|\u05d9\u05d5\u05d7\u05e0\u05df \u05d1\u05df \u05d6\u05d1\u05d3\u05d9||''Yohanan Ben Zavdai''}}; [[latim]] e [[grego koin\u00e9]]: ''Ioannes''; {{ca.}} [[6]] \u2500 {{ca.}} [[100]]) foi um dos [[doze ap\u00f3stolos]] de [[Jesus]] segundo o [[Novo Testamento]], filho de [[Zebedeu]] e [[Salom\u00e9 (disc\u00edpula)|Salom\u00e9]] e irm\u00e3o de [[Tiago, filho de Zebedeu|Tiago]], outro ap\u00f3stolo. A tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 acredita que ele teria sobrevivido aos demais ap\u00f3stolos e teria sido o \u00fanico a n\u00e3o sofrer o [[m\u00e1rtir crist\u00e3o|mart\u00edrio]]. Os [[Padres da Igreja]] consideram que ele era a mesma pessoa que [[Jo\u00e3o Evangelista]] (autor do [[Evangelho de Jo\u00e3o]]), [[Jo\u00e3o de Patmos]] (autor do [[Apocalipse]]) e o \"[[disc\u00edpulo amado]]\" citado por Jesus, uma cren\u00e7a seguida ainda hoje por diversas [[denomina\u00e7\u00e3o crist\u00e3|denomina\u00e7\u00f5es crist\u00e3s]], incluindo a [[Igreja Cat\u00f3lica]] e a [[Igreja Ortodoxa]].\n\n== Evangelista ==\n{{AP|Jo\u00e3o Evangelista}}\nA [[Santa Tradi\u00e7\u00e3o|tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica]] afirma que Jo\u00e3o \u00e9 o autor do [[Evangelho de Jo\u00e3o]] e de quatro outros livros do Novo Testamento \u2014 as tr\u00eas [[Primeira Ep\u00edstola de Jo\u00e3o|Ep\u00edstolas de Jo\u00e3o]] e o [[Apocalipse]]. No Evangelho, a autoria \u00e9 internamente creditada ao \"[[disc\u00edpulo amado]]\" ({{langx|grc|\u1f41 \u03bc\u03b1\u03b8\u03b7\u03c4\u1f74\u03c2 \u1f43\u03bd \u1f20\u03b3\u03ac\u03c0\u03b1 \u1f41 \u1f38\u03b7\u03c3\u03bf\u1fe6\u03c2||''o math\u0113t\u0113s on \u0113gapa o I\u0113sous''}}) em {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|20|2}}{{citar web|url = http://biblehub.com/interlinear/john/20-2.htm| t\u00edtulo = Jo\u00e3o 20:2 em grego| publicado = Bible hub|l\u00edngua = grego}} e {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|21|24}} afirma que o Evangelho de Jo\u00e3o \u00e9 baseado no testemunho escrito do \"disc\u00edpulo amado\". A autoria da [[literatura joanina]] tem sido debatida desde o ano 200{{citar livro|nome=[[Eus\u00e9bio de Cesar\u00e9ia]]|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria Eclesi\u00e1stica| url=http://www.newadvent.org/fathers/250106.htm|volume =VI|cap\u00edtulo=25|subt\u00edtulo=His Review of the Canonical Scriptures.|l\u00edngua=ingl\u00eas}}{{1913CE|Apocalypse}} e sempre houve d\u00favidas se o houve de fato um indiv\u00edduo de nome \"Jo\u00e3o\" que escreveu todos estes livros. Seja como for, existe a no\u00e7\u00e3o de um \"Jo\u00e3o Evangelista\" e geralmente acredita-se que ele \u00e9 o ap\u00f3stolo Jo\u00e3o.\n\nEm sua \"[[Hist\u00f3ria Eclesi\u00e1stica (Eus\u00e9bio)|Hist\u00f3ria Eclesi\u00e1stica]]\", [[Eus\u00e9bio de Cesareia|Eus\u00e9bio]] afirma que a [[Primeira Ep\u00edstola de Jo\u00e3o]] e o [[Evangelho de Jo\u00e3o]] s\u00e3o amplamente creditados a ele. Por\u00e9m, ele menciona que o consenso \u00e9 que a [[Segunda Ep\u00edstola de Jo\u00e3o|segunda]] e a [[Terceira Ep\u00edstola de Jo\u00e3o|terceira]] ep\u00edstolas de Jo\u00e3o n\u00e3o seriam dele e sim de um outro Jo\u00e3o. Al\u00e9m disso, ele se esfor\u00e7a para firmar ao leitor de que n\u00e3o um consenso geral sobre as \"revela\u00e7\u00f5es de Jo\u00e3o\", uma obra que, atualmente, acredita-se que s\u00f3 possa ser o \"Apocalipse\" (tamb\u00e9m chamado de \"Revela\u00e7\u00f5es\").{{citar livro|nome=[[Eus\u00e9bio de Cesar\u00e9ia]]|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria Eclesi\u00e1stica| url=http://www.newadvent.org/fathers/250103.htm|volume =III|cap\u00edtulo=24,3-7|subt\u00edtulo=The Order of the Gospels.|l\u00edngua=ingl\u00eas}} O Evangelho de Jo\u00e3o \u00e9 consideravelmente diferente dos [[evangelhos sin\u00f3ticos]], provavelmente escritos muito antes dele. Os bispos da \u00c1sia Menor teriam supostamente pedido que Jo\u00e3o escrevesse seu evangelho para enfrentarem os [[ebionita]]s, que defendiam que [[Pr\u00e9-exist\u00eancia de Jesus|Cristo n\u00e3o teria existido]] antes de [[Maria (m\u00e3e de Jesus)|Maria]]. Jo\u00e3o provavelmente conhecia e certamente aprovava os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, mas estes relatavam a vida de Jesus focando primordialmente nos eventos posteriores \u00e0 [[pris\u00e3o de Jo\u00e3o Batista|pris\u00e3o]] e [[morte de Jo\u00e3o Batista|morte]] de [[Jo\u00e3o Batista]].Thomas Patrick Halton, ''On illustrious men'', Volume 100 of The Fathers of the Church, CUA Press, 1999. P. 19. {{en}} Por volta de 600, por\u00e9m, [[Sofr\u00f4nio de Jerusal\u00e9m]] percebeu que ''\"duas ep\u00edstolas atribu\u00eddas a ele... s\u00e3o consideradas por alguns como sendo obra de um certo Jo\u00e3o, o Velho\"'' e, depois de afirmar que o Apocalipse \u00e9 obra de Jo\u00e3o de Patmos, ele teria sido ''\"posteriormente traduzido por [[Justino M\u00e1rtir]] e [[Ireneu de Lyon|Ireneu]]\",{{Citation|autor =[[S\u00e3o Sofr\u00f4nio de Jerusal\u00e9m]]|anooriginal=c. 600|ano=2007|t\u00edtulo=The Explanation of the Holy Gospel According to John|cap\u00edtulo=The Life of the Evangelist John|publicado=Chrysostom Press|local-publica\u00e7\u00e3o=[[House Springs, Missouri]], [[USA]]|ISBN=1-889814-09-1|p\u00e1ginas=2\u20133|l\u00edngua= ingl\u00eas}}'' supostamente numa tentativa de reconciliar a tradi\u00e7\u00e3o com as \u00f3bvias diferen\u00e7as estil\u00edsticas no grego''.''\n\nAt\u00e9 o s\u00e9culo XIX, a autoria do Evangelho de Jo\u00e3o era universalmente atribu\u00edda ao ap\u00f3stolo Jo\u00e3o. Por\u00e9m, a maior parte dos [[biblista]]s modernos tem d\u00favidas.[[Stephen L. Harris|Harris, Stephen L.]], ''Understanding the Bible'' (Palo Alto: Mayfield, 1985) p. 355 {{en}}[http://www.americancatholic.org/Features/Saints/saint.aspx?id=1242 Foley OFM, Leonard. \"Saint of the Day: Lives, Lessons and Feast\", (revised by Pat McCloskey, OFM), ''American Catholic.org''] {{en}} Alguns concordam em datar a obra em algum momento entre 65 e 85.Harris, Stephen L., ''Understanding the Bible.'' McGraw-Hill, 2006. ISBN 978-0-07-296548-3 {{en}} [[John Arthur Thomas Robinson|John Robinson]] prop\u00f5e uma primeira edi\u00e7\u00e3o entre 50 e 55 e uma outra, final, em 65, com base em similaridades com os escritos de [[Paulo de Tarso|Paulo]]{{citar livro|\u00faltimo =Robinson|primeiro =John A.T.|t\u00edtulo=Redating the New Testament|publicado=SCM Press|ano=1977|isbn=978-0-334-02300-5|l\u00edngua= ingl\u00eas}}{{Rp|pp.284,307}}. Outros estudiosos afirmam que o Evangelho de Jo\u00e3o teria sido composto em dois ou at\u00e9 tr\u00eas est\u00e1giosMark Allan Powell. ''Jesus as a figure in history.'' Westminster John Knox Press, 1998. ISBN 0-664-25703-8 / 978-0664257033{{rp|p.43}}. H\u00e1 ainda os que defendem que ele n\u00e3o teria sido escrito at\u00e9 o ter\u00e7o final do s\u00e9culo I, determinando a data mais antiga poss\u00edvel como algo entre 75 e 80. Gail R O'Day, introduction to the Gospel of John in ''New Revised Standard Translation of the Bible'', Abingdon Press, Nashville, 2003, p.1906 {{en}} Finalmente, h\u00e1 os que defendem uma data ainda mais tardia, talvez na \u00faltima d\u00e9cada do s\u00e9culo I ou mesmo o in\u00edcio do s\u00e9culo seguinte.Reading John, Francis J. Moloney, SDB, Dove Press, 1995 {{en}}\n\nAinda assim, atualmente, muitos te\u00f3logos continuam a aceitar a autoria tradicional. Colin G. Kruse afirma que, como Jo\u00e3o Evangelista foi consistentemente citado nas obras dos primeiros Padres da Igreja, ''\"\u00e9 dif\u00edcil ignorar esta conclus\u00e3o, apesar da ampla relut\u00e2ncia em aceitar [a autoria] por muitos, mas de forma alguma todos, os estudiosos modernos\"''.Kruse, Colin G.''The Gospel According to John: An Introduction and Commentary'', Eerdmans, 2004, ISBN 0-8028-2771-3, p. 28. {{en}}\n\nA autoria an\u00f4nima tem muitos defensores.E P Sanders, ''The Historical Figure of Jesus'', (Penguin, 1995) page 63 - 64. {{en}}Bart D. Ehrman (2000:43) ''The New Testament: a historical introduction to early Christian writings.'' Oxford University Press. {{en}}Geoffrey W. Bromiley (1995:287) ''[http://books.google.nl/books?id=r7QTYwYvvx0C&pg=PA287&dq=matthew,+like+the+other+three+Gospels+is+an+anonymous+document.&hl=nl&ei=ulSOTJXtKNS7jAfajcGhBg&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CCwQ6AEwAQ#v=onepage&q=matthew%2C%20like%20the%20other%20three%20Gospels%20is%20an%20anonymous%20document.&f=false International Standard Bible Encyclopedia: K-P]'' MATTHEW, GOSPEL ACCORDING TO. Wm. B. Eerdmans Publishing. {{en}}Donald Senior, Paul J. Achtemeier, Robert J. Karris (2002:328) ''[http://books.google.nl/books?id=VrmW1eXBILgC&pg=PA328&dq=gospels+anonymous&hl=nl&ei=9V6OTMiWJMiOjAfs05X8BQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=5&ved=0CEgQ6AEwBA#v=onepage&q=gospels%20anonymous&f=false Invitation to the Gospels]'' Paulist Press. {{en}}Keith Fullerton Nickle (2001:43) ''[http://books.google.nl/books?id=5SSytjasmAgC&pg=PA43&dq=gospels+anonymous&hl=nl&ei=9V6OTMiWJMiOjAfs05X8BQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=6&ved=0CE8Q6AEwBQ#v=onepage&q=gospels%20anonymous&f=false The Synoptic Gospels: an introduction]'' Westminster John Knox Press. {{en}}Ben Witherington (2004:44) ''[http://books.google.nl/books?id=_1zuyIimlzcC&pg=PA44&dq=gospels+anonymous&hl=nl&ei=9V6OTMiWJMiOjAfs05X8BQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=7&ved=0CFQQ6AEwBg#v=onepage&q=gospels%20anonymous&f=false The Gospel code: novel claims about Jesus, Mary Magdalene, and Da Vinci]'' InterVarsity Press. {{en}}F.F. Bruce (1994:1) ''[http://books.google.nl/books?id=0MzO2GD62JUC&pg=PA1&dq=gospels+anonymous&hl=nl&ei=9V6OTMiWJMiOjAfs05X8BQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=8&ved=0CFkQ6AEwBw#v=onepage&q=gospels%20anonymous&f=false The Gospel of John]'' Wm. B. Eerdmans Publishing. {{en}}Patrick J. Flannagan (1997:16) ''[http://books.google.nl/books?id=LYjpVXhF-GIC&pg=PA16&dq=gospels+anonymous&hl=nl&ei=9V6OTMiWJMiOjAfs05X8BQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=10&ved=0CGMQ6AEwCQ#v=onepage&q=gospels%20anonymous&f=false The Gospel of Mark Made Easy]'' Paulist Press {{en}} Segundo Paul N. Anderson, ele ''\"cont\u00e9m mais reivindica\u00e7\u00f5es diretas de testemunho direto do que qualquer outra tradi\u00e7\u00e3o evang\u00e9lica\"''.Paul N. Anderson, [http://books.google.com.au/books?id=keBlpFgg4fAC&pg=PA48 The Riddles of the Fourth Gospel], p. 48. {{en}} [[F. F. Bruce]] argumenta que {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|19|35}} cont\u00e9m uma ''\"enf\u00e1tica e expl\u00edcita reivindica\u00e7\u00e3o de autoridade testemunhal direta\"''.F. F. Bruce, [http://books.google.com.au/books?id=0MzO2GD62JUC&pg=PA3 The Gospel of John], p. 3. {{en}} [[Bart D. Ehrman]], por\u00e9m, n\u00e3o acredita que as reivindica\u00e7\u00f5es evang\u00e9licas tenham sido escritas por testemunhas diretas dos eventos relatados.Bart D. Ehrman (2005:235) ''[http://books.google.nl/books?id=URdACxKubDIC&pg=PA235&dq=ehrman+gospels+%22do+not+claim+to+be+written&hl=nl&ei=c4IXTPWcC4WWsQavv9HiCQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CDMQ6AEwAQ#v=onepage&q&f=false Lost Christianities: the battles for scripture and the faiths we never knew]'' Oxford University Press, New York. {{en}}Bart D. Ehrman (2004:110) ''[http://books.google.nl/books?id=vbLK6kn5T-EC&pg=PA110&dq=ehrman+gospels+%22don%27t+even+claim+to+be+written&hl=nl&ei=nYQXTJDEKpaisQboquDmCQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CC4Q6AEwAA#v=onepage&q&f=false Truth and Fiction in The Da Vinci Code: A Historian Reveals What We Really Know about Jesus, Mary Magdalene, and Constantine.]'' Oxford University Press. {{en}}Bart D. Ehrman(2006:143) ''[http://books.google.nl/books?id=oBuJMhJlTYwC&pg=PA143&dq=ehrman+gospels+%22do+not+claim+to+be+written&hl=nl&ei=c4IXTPWcC4WWsQavv9HiCQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CC4Q6AEwAA#v=onepage&q&f=false The lost Gospel of Judas Iscariot: a new look at betrayer and betrayed.]'' Oxford University Press. {{en}}\n\nPor\u00e9m, [[Jo\u00e3o 21]] termina (no vers\u00edculo 24) com uma declara\u00e7\u00e3o expl\u00edcita que unifica o autor (\"Jo\u00e3o Evangelista\") e a testemunha (\"Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo\"), na forma de um artif\u00edcio liter\u00e1rio de esconder ou adiar a descoberta do misterioso \"outro disc\u00edpulo\", o \"disc\u00edpulo amado\" e \"este homem\", as primeiras duas formas utilizadas m\u00faltiplas vezes durante o relato:\n{{cita\u00e7\u00e3o2|{{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|21|24|cita\u00e7\u00e3o=Este \u00e9 o disc\u00edpulo que d\u00e1 testemunho destas coisas e que as escreveu, e sabemos que o seu testemunho \u00e9 verdadeiro.}}}}\n\n=== Apocalipse ===\n[[Ficheiro:Grandes Heures Anne de Bretagne Saint Jean.jpg|thumb|300px|direita|[[Jo\u00e3o de Patmos]] escrevendo o [[Apocalipse]]. No alto \u00e0 direita, a [[Besta do Apocalipse|Besta]]. Muitas tradi\u00e7\u00f5es crist\u00e3s identificam este Jo\u00e3o como sendo o Jo\u00e3o Ap\u00f3stolo e o [[Jo\u00e3o Evangelista]].]]\n{{AP|Autoria dos trabalhos de Jo\u00e3o}}\nO autor do [[Apocalipse]] (chamado tamb\u00e9m de \"Revela\u00e7\u00f5es\") identifica-se como \"Jo\u00e3o\" em [[Apocalipse 1]].\"Revelation, Book of.\" Cross, F. L., ed. The Oxford dictionary of the Christian church. New York: Oxford University Press. 2005 O escritor do in\u00edcio do s\u00e9culo II, [[Justino M\u00e1rtir]], foi o primeiro a afirmar que ele seria a mesma pessoa que \"Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo\",[[Justino M\u00e1rtir]], Di\u00e1logo com Trif\u00e3o, 81.4 por\u00e9m, alguns estudiosos atualmente afirmam que os dois seriam pessoas distintas.{{citar livro|\u00faltimo =Ehrman |primeiro =Bart D.|autorlink =Bart D. Ehrman|t\u00edtulo=The New Testament: A Historical Introduction to the Early Christian Writings |ano=2004 |publicado=Oxford |local=New York |isbn=0-19-515462-2 |p\u00e1gina=468|l\u00edngua= ingl\u00eas}}\n\n[[Jo\u00e3o, o Presb\u00edtero]], uma figura obscura do [[cristianismo primitivo]], tem sido identificado como sendo o receptor das [[vis\u00e3o religiosa|vis\u00f5es]] do Apocalipse por autores como Eus\u00e9bio{{citar livro|nome=[[Eus\u00e9bio de Cesar\u00e9ia]]|t\u00edtulo=Hist\u00f3ria Eclesi\u00e1stica| url=http://www.newadvent.org/fathers/250103.htm|volume =III|cap\u00edtulo=39|subt\u00edtulo=The Writings of Papias|l\u00edngua=ingl\u00eas}} e [[S\u00e3o Jer\u00f4nimo]].{{ws|\"[[s:en:Nicene and Post-Nicene Fathers: Series II/Volume III/Lives of Illustrious Men/Jerome/John, the apostle and evangelist|John, the apostle and evangelist]]\", em ingl\u00eas}}{{ws|\"[[s:en:Nicene and Post-Nicene Fathers: Series II/Volume III/Lives of Illustrious Men/Jerome/Papias the bishop|Papias the bishop]]\", em ingl\u00eas}}\n\nAcredita-se que Jo\u00e3o teria sido exilado para a [[ilhas gregas|ilha grega]] de [[Patmos]] durante as [[persegui\u00e7\u00e3o aos crist\u00e3os|persegui\u00e7\u00f5es]] do [[imperador romano|imperador]] [[Domiciano]]. O autor afirma ter escrito o livro ali: {{citar b\u00edblia|Apocalipse|1|9|cita\u00e7\u00e3o=Eu Jo\u00e3o, vosso irm\u00e3o e companheiro na tribula\u00e7\u00e3o, no reino e na paci\u00eancia em Jesus, estive na ilha que se chama P\u00e1tmos, por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de Jesus.}} [[Adela Yarbro Collins]], uma [[biblista]] na [[Universidade de Teologia de Yale]], afirma que:\n{{cita\u00e7\u00e3o2|Tradi\u00e7\u00f5es antigas afirmam que Jo\u00e3o foi banido para Patmos pelas autoridades romanas. Esta tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 cr\u00edvel por que o [[banimento]] era uma puni\u00e7\u00e3o comum durante o per\u00edodo imperial para diversas ofensas. Entre elas estavam a pr\u00e1tica da [[magia]] e da [[astrologia]]. [[Profecia]]s eram vistas pelos romanos como sendo todas de uma categoria s\u00f3, pag\u00e3s, judaicas ou crist\u00e3s. Profecias com implica\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, como as de Jo\u00e3o no Apocalipse, teriam sido percebidas como amea\u00e7as \u00e0 ordem e ao poderio romano. Tr\u00eas das ilhas nas [[Esp\u00f3rades (Gr\u00e9cia)|Esp\u00f3rades]] eram destinos comuns de ofensores banidos[Pl\u00ednio, o Velho|Pl\u00ednio]], [[Hist\u00f3ria Natural (Pl\u00ednio)|Hist\u00f3ria Natural]] 4.69-70; [[T\u00e1cito]], [[Anais (T\u00e1cito)|Anais]] 4.30)Adela Collins. \"Patmos.\" ''Harper's Bible Dictionary.'' Paul J. Achtemeier, gen. ed. San Francisco: Harper & Row, 1985. p755. {{en}}}}\n\nAlguns cr\u00edticos levantaram a possibilidade que Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo, Jo\u00e3o, o Evangelista, e Jo\u00e3o de Patmos sejam tr\u00eas pessoas diferentes.[[C. Wilfred Griggs|Griggs, C. Wilfred]]. \"John the Beloved\" in [[Daniel H. Ludlow|Ludlow, Daniel H.]], ed. ''Selections from the Encyclopedia of Mormonism: Scriptures of the Church'' (Salt Lake City, Utah: [[Deseret Book]], 1992) p. 379. {{en}} Segundo eles, Jo\u00e3o de Patmos teria escrito o Apocalipse apenas e n\u00e3o as ep\u00edstolas e nem o Evangelho. Em primeiro lugar, argumentam, o seu autor se identifica como sendo \"Jo\u00e3o\" diversas vezes, enquanto o autor do Evangelho jamais o faz. Alguns estudiosos cat\u00f3licos afirmam que ''\"[[vocabul\u00e1rio]], [[gram\u00e1tica]] e [[estil\u00edstica|estilo]] fazem com que seja duvidoso que o livro tenha sido apresentado na forma atual pela mesma pessoa respons\u00e1vel pelo quarto evangelho\"''.Introduction. Saint Joseph Edition of the New American Bible: Translated from the Original Languages with Critical Use of All the Ancient Sources : including the Revised New Testament and the Revised Psalms. New York: Catholic Book Pub., 1992. 386. Print. {{en}}\n\n== Refer\u00eancias a Jo\u00e3o no Novo Testamento ==\n[[Ficheiro:Accademia - Vocazione deifigli di Zebedeo by Marco Basaiti Cat.39.jpg|thumb|esquerda|200px|Jesus chamando os \"filhos do trov\u00e3o\", S\u00e3o Jo\u00e3o e [[Tiago, filho de Zebedeu|S\u00e3o Tiago]].
1510. Por [[Marco Basaiti]], atualmente na ''[[Accademia]]'' de Veneza.]]\n[[Ficheiro:La Crocifissione (Joseph Ernst Tunner).jpg|thumb|esquerda|200px|Cena do [[Calv\u00e1rio]], com S\u00e3o Jo\u00e3o, [[Maria (m\u00e3e de Jesus)|Maria]] e [[Maria Madalena|Santa Maria Madalena]] aos p\u00e9s da cruz, uma das imagens mais conhecidas de Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo.
S\u00e9c. XIX. Por [[Joseph Ernst Tunner]], na igreja de ''Sant'Antonio Nuovo'', em [[Trieste]], [[It\u00e1lia]].]]\n=== Filhos do trov\u00e3o ===\nJo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo, era filho de [[Zebedeu]] e irm\u00e3o mais novo de [[Tiago, filho de Zebedeu]] (tradicionalmente chamado de [[S\u00e3o Tiago Maior]]). Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, sua m\u00e3e era [[Salom\u00e9 (disc\u00edpulo)|Salom\u00e9]], uma conclus\u00e3o obtida ao se comparar {{citar b\u00edblia|Mateus|27|56}} com {{citar b\u00edblia|Marcos|15|40}}. Zebedeu e seus filhos eram pescadores do [[mar da Galileia]] e os irm\u00e3os foram primeiro disc\u00edpulos de Jo\u00e3o Batista. Jesus chamou ent\u00e3o [[S\u00e3o Pedro|Pedro]], [[Santo Andr\u00e9|Andr\u00e9]] e os dois [[Primeiros disc\u00edpulos de Jesus|para segui-lo]]. Jesus os chamava de ''\"boanerges\"'' (\"filhos do trov\u00e3o\") uma refer\u00eancia ao fato que, apesar de ambos terem sido descritos como sendo calmos e gentis, os irm\u00e3os, quando levados ao limite, tornavam-se selvagens e barulhentos, o que os fazia se defender como uma tempestade: uma das hist\u00f3rias do evangelho conta como os irm\u00e3os queriam chamar o fogo dos c\u00e9us contra uma cidade [[samaritanos|samaritana]], mas Jesus os admoestou ({{citar b\u00edblia|Lucas|9|51|56}}).\n\nAinda segundo a tradi\u00e7\u00e3o, Jo\u00e3o teria vivido mais de meio s\u00e9culo depois da morte de Tiago, que teria sido o primeiro ap\u00f3stolo a ser martirizado.\n\n=== Outras refer\u00eancias ===\n[[S\u00e3o Pedro|Pedro]], Tiago e Jo\u00e3o foram as \u00fanicas testemunhas da ressurrei\u00e7\u00e3o da [[filha de Jairo]]. O tr\u00eas foram tamb\u00e9m as testemunhas da [[Transfigura\u00e7\u00e3o de Jesus|Transfigura\u00e7\u00e3o]] e da [[Agonia no Horto]].[http://www.ewtn.com/library/MARY/JOHNEVAN.HTM Butler, Alban. ''The Lives or the Fathers, Martyrs and Other Principal Saints'', Vol.IV] {{en}} Jo\u00e3o foi o disc\u00edpulo que relatou a Jesus que eles haviam proibido um n\u00e3o-disc\u00edpulo de [[exorcismo|expulsar dem\u00f4nios]] em nome de Jesus, o que resultou numa de suas mais famosas frases: {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|9|50|cita\u00e7\u00e3o=[...]:N\u00e3o lho proibais; pois quem n\u00e3o \u00e9 contra v\u00f3s, \u00e9 por v\u00f3s.}}\n\nJesus enviou apenas Jo\u00e3o e Pedro a [[Jerusal\u00e9m]] para os preparativos finais para a [[P\u00e1scoa judaica|ceia pascal]] (a [[\u00daltima Ceia]]). Durante a ceia, o \"disc\u00edpulo amado\" sentou-se perto de Jesus e, como era o costume que as pessoas se deitassem em sof\u00e1s durante as refei\u00e7\u00f5es, este disc\u00edpulo se apoiou em Jesus. A tradi\u00e7\u00e3o identifica-o como sendo S\u00e3o Jo\u00e3o ({{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|13|23|25}}). Depois da [[pris\u00e3o de Jesus]], Pedro e ''\"o outro disc\u00edpulo\" (segundo a [[Santa Tradi\u00e7\u00e3o]]) seguiram-no at\u00e9 a casa de [[Caif\u00e1s]], o [[sumo-sacerdote]].\n\nApenas Jo\u00e3o, entre todos os ap\u00f3stolos, ficou aos p\u00e9s de Jesus no [[Calv\u00e1rio]], juntamente com v\u00e1rias mulheres; seguindo uma instru\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Jesus na cruz, Jo\u00e3o tomou [[Maria (m\u00e3e de Jesus)|Maria]], sua m\u00e3e, sob seus cuidados ({{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|19|25|27}}). Depois da [[Ascens\u00e3o de Jesus|Ascens\u00e3o]] e da vinda do [[Esp\u00edrito Santo]] no [[Pentecostes]], Jo\u00e3o, juntamente com Pedro, teve um papel fundamental na funda\u00e7\u00e3o e no direcionamento da nascente igreja crist\u00e3. Ele estava com Pedro na cura do aleijado no [[P\u00f3rtico de Salom\u00e3o]] do [[Segundo Templo|Templo]] ([[Atos 3]]) e foi preso com ele ([[Atos 4]]). Em {{citar b\u00edblia|Atos|8|14}}, ambos foram visitar convertidos na [[Samaria]].\n\nApesar de permanecer na Judeia e imedia\u00e7\u00f5es, os outros ap\u00f3stolos retornaram a Jerusal\u00e9m para o [[Conc\u00edlio de Jerusal\u00e9m|Conc\u00edlio Apost\u00f3lico]] ({{ca.}} 51). Paulo, opondo-se explicitamente aos seus inimigos na [[Gal\u00e1cia]], relembrou que Jo\u00e3o, explicitamente, juntamente com Pedro e [[Tiago, o Justo]], eram chamados de \"Pilares da Igreja\" e fez refer\u00eancia ao reconhecimento de que sua prega\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica de um evangelho livre da [[Lei Mosaica|lei judaica]] foi recebida dos tr\u00eas, os mais proeminentes membros da comunidade messi\u00e2nica em Jerusal\u00e9m.{{1913CE|St. John the Evangelist}}\n\n=== O disc\u00edpulo que Jesus amava ===\n{{AP|Disc\u00edpulo amado}}\nA frase \"disc\u00edpulo que Jesus amava\" ({{langx|el|\u1f41 \u03bc\u03b1\u03b8\u03b7\u03c4\u1f74\u03c2 \u1f43\u03bd \u1f20\u03b3\u03ac\u03c0\u03b1 \u1f41 \u1f38\u03b7\u03c3\u03bf\u1fe6\u03c2||''ho math\u0113t\u0113s hon \u0113gap\u0101 ho I\u0113sous''}}) ou, em {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|2}}, o \"disc\u00edpulo amado\" ({{langx|el|\u1f43\u03bd \u1f10\u03c6\u03af\u03bb\u03b5\u03b9 \u1f41 \u1f38\u03b7\u03c3\u03bf\u1fe6\u03c2||''hon ephilei ho I\u0113sous''}}) foi utilizada cinco vezes no Evangelho de Jo\u00e3o,{{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|13|23}}, {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|19|26}}, {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|20|2}}, {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|21|7}}, {{citar b\u00edblia|Jo\u00e3o|21|20}} mas nenhuma outra vez em nenhum dos demais evangelhos do Novo Testamento. Em {{citar b\u00edblia|Lucas|24|12}}, por exemplo, Pedro corre sozinho at\u00e9 o t\u00famulo. Marcos, Mateus e Lucas n\u00e3o mencionam nenhum ap\u00f3stolo testemunhando a crucifica\u00e7\u00e3o.\n\n== Tradi\u00e7\u00f5es extra-b\u00edblicas ==\nA B\u00edblia n\u00e3o informa sobre a dura\u00e7\u00e3o das atividades de Jo\u00e3o na Judeia. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, ele e outros ap\u00f3stolos permaneceram por cerca de doze anos na regi\u00e3o, at\u00e9 que a [[persegui\u00e7\u00e3o aos crist\u00e3os|persegui\u00e7\u00e3o]] de [[Herodes Agripa I]] levou \u00e0 dispers\u00e3o dos ap\u00f3stolos por todas as [[prov\u00edncias romanas]] ({{citar b\u00edblia|Atos|12|1|17}}).\n\nUma comunidade messi\u00e2nica existia em [[\u00c9feso]] antes das primeiras obras de [[Paulo de Tarso|Paulo]] na regi\u00e3o ({{citar b\u00edblia|Atos|18|27}}) junto com [[Priscila e \u00c1quila]]. Esta comunidade era liderada por Apolo (citado em {{citar b\u00edblia|I Cor\u00edntios|1|12}}), todos disc\u00edpulos de Jo\u00e3o Batista convertidos por \u00c1quila e Priscila.{{1913CE|Ephesus}} Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, depois da [[Assun\u00e7\u00e3o de Maria]], Jo\u00e3o seguiu para \u00c9feso, de onde escreveu as tr\u00eas ep\u00edstolas atribu\u00eddas a si. Foi depois banido pelas autoridades romanas para a ilha grega de Patmos, onde, segundo a tradi\u00e7\u00e3o, escreveu o Apocalipse. Segundo [[Tertuliano]], Jo\u00e3o foi banido (supostamente para Patmos) depois de ter sido lan\u00e7ado em \u00f3leo quente em Roma e ter escapado ileso (vide ''[[San Giovanni in Oleo]]''), um milagre que teria convertido todos os presentes no [[Coliseu]].\n\nJ\u00e1 em idade avan\u00e7ada, Jo\u00e3o treinou [[Policarpo]], que depois tornar-se-ia [[bispo de Esmirna]], um evento muito importante pois ele levaria a mensagem de Jo\u00e3o para as gera\u00e7\u00f5es futuras. Policarpo, por sua vez, ensinou [[Ireneu de Lyon|Ireneu]], passando para ele as hist\u00f3rias sobre Jo\u00e3o. Em \"[[Contra Heresias]]\", Ireneu relata que Policarpo teria lhe contado o seguinte evento:\n{{cita\u00e7\u00e3o2|Jo\u00e3o, o disc\u00edpulo do Senhor, foi banhar-se em \u00c9feso e, tendo percebido [[Cerinto]] no local, correu para fora das [[termas romanas|termas]] sem se banhar gritando ''\"Fujamos antes que as termas desmoronem pois Cerinto, o inimigo da verdade, est\u00e1 l\u00e1\"''.{{citar livro|nome=[[Ireneu de Lyon|Ireneu]]|t\u00edtulo=Adversus Haereses|volume=III|cap\u00edtulo=3|url=http://www.newadvent.org/fathers/0103303.htm|subt\u00edtulo=A refutation of the heretics, from the fact that, in the various Churches, a perpetual succession of bishops was kept up.|l\u00edngua=ingl\u00eas}}}}\n\nTradicionalmente tamb\u00e9m, acredita-se que Jo\u00e3o era o mais jovem dos ap\u00f3stolos e teria sobrevivido a todos eles, vivendo muitos anos at\u00e9 morrer em \u00c9feso depois de 98 d.C.[http://www.ccel.org/s/schaff/encyc/encyc06/htm/iii.lvii.lviii.htm Zahn, T. \"John the Apostle\", in Schaff, Philip. ''The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge'', Vol. VI: Innocents - Liudger, p.203] {{en}}\n\nUm relato alternativo da morte de Jo\u00e3o, atribu\u00eddo por escritores crist\u00e3os posteriores ao bispo do in\u00edcio do s\u00e9culo II, [[Papias de Hier\u00e1polis]], afirma que ele teria sido assassinado pelos [[judeus]]{{efn|Embora as obras de Papias n\u00e3o tenha sobrevivido, tanto o historiador eclesi\u00e1stico do s\u00e9culo V [[Filipe de Side]] quanto o monge do s\u00e9culo IX [[Jorge Hamartolos]] afirmaram que Papias teria escrito que Jo\u00e3o \"fora assassinado pelos judeus\"{{citar livro|\u00faltimo =Cheyne|primeiro = Thomas Kelly |t\u00edtulo= Encyclopaedia Biblica, Volume 2|publicado=Adam and Charles Black|ano=1901|url=http://books.google.com/books?id=k9UMAAAAIAAJ&pg=PA185 |p\u00e1ginas=2509\u201311|l\u00edngua= ingl\u00eas}}}}{{efn|Rasimus encontrou evid\u00eancias corroborando esta tradi\u00e7\u00e3o em ''\"dois [[martirol\u00f3gio]]s de [[Edessa (Mesopot\u00e2mia)|Edessa]] e [[Cartago]]\"'' e escreve que ''\"{{citar b\u00edblia|Marcos|10|35|40}} e {{citar b\u00edblia|20|20|23}} podem ser interpretados como Jesus predizendo o mart\u00edrio de ambos os filhos de Zebedeu''{{citar livro|\u00faltimo =Rasimus|primeiro =Tuomas|t\u00edtulo= The Legacy of John: Second-Century Reception of the Fourth Gospel|publicado=BRILL|ano= 2010|url=http://books.google.com/books?id=pN07vMoBsokC&pg=PA5|p\u00e1gina=5|isbn=9789004176331}}}}. A maior parte dos estudiosos de Jo\u00e3o duvidam da credibilidade desta atribui\u00e7\u00e3o a Papias, mas uma minoria, incluindo B.W. Bacon, [[Martin Hengel]] e [[Henry Barclay Swete]], defende que estas refer\u00eancias s\u00e3o verdadeiras.{{citar livro|\u00faltimo =Culpepper|primeiro =R. Alan|t\u00edtulo=John, the Son of Zebedee: The Life of A Legend|publicado=Continuum International Publishing Group|ano=2000|url=http://books.google.com/books?id=y-HE2VXzCd4C&pg=PA172|p\u00e1gina=172|isbn=9780567087423}}{{citar livro|\u00faltimo =Swete|primeiro =Henry Barclay|t\u00edtulo=The Apocalypse of St. John|publicado=Macmillan|edi\u00e7\u00e3o=3|ano=1911|url=http://archive.org/stream/2apocalypseofstj00swetuoft#page/n192/mode/1up|p\u00e1ginas=179\u2013180|l\u00edngua= ingl\u00eas}} Zahn argumenta que esta refer\u00eancia seria, na verdade, a [[Jo\u00e3o Batista]].\n[[Ficheiro:John the Evangelist and Prochorus by E.Lambardos (1602).jpg|thumb|direita|300px|[[\u00cdcone]] de S\u00e3o Jo\u00e3o com [[Pr\u00f3coro (di\u00e1cono)|S\u00e3o Pr\u00f3coro]], um di\u00e1cono que teria sido seu disc\u00edpulo em [[\u00c9feso]], ditando o [[Evangelho de Jo\u00e3o]], uma das tradi\u00e7\u00f5es n\u00e3o-b\u00edblicas sobre S\u00e3o Jo\u00e3o.]]\n[[Ficheiro:Saint Jean l'Evang\u00e9liste Geoffroy-Dechaume Cluny DS 1284.jpg|thumb|direita|300px|Est\u00e1tua de S\u00e3o Jo\u00e3o segurando um c\u00e1lice.
Por [[Adolphe-Victor Geoffroy-Dechaume]], no [[Museu de Cluny]], em [[Paris]].]]\nAcredita-se, tamb\u00e9m tradicionalmente, que o t\u00famulo de Jo\u00e3o esteja localizado em [[Sel\u00e7uk]], uma pequena cidade vizinha de \u00c9feso[[Proc\u00f3pio de Cesareia]], ''Sobre Constru\u00e7\u00f5es'' \u00cdndice Geral, trad. H. B. Dewing & Glanville Downey, vol. 7, Loeb Classical Library 343 (Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1940), 319 {{en}}\n\nNa arte, Jo\u00e3o, o autor presumido do Evangelho, \u00e9 geralmente representado com uma \u00e1guia, que simboliza a altura que ele atingiu com seu Evangelho. Em [[\u00edcone]]s ortodoxos, ele geralmente aparece olhando para o c\u00e9u e ditando seu Evangelho (ou o Apocalipse) para seu disc\u00edpulo, tradicionalmente chamado de [[Pr\u00f3coro (di\u00e1cono)|Pr\u00f3coro]].\n\n== Comemora\u00e7\u00e3o lit\u00fargica ==\nA [[festa lit\u00fargica]] de S\u00e3o Jo\u00e3o na [[Igreja Cat\u00f3lica]], que o chama de de \"S\u00e3o Jo\u00e3o, Ap\u00f3stolo e Evangelista\", na [[Comunh\u00e3o Anglicana]] e nos [[Igreja Luterana|calend\u00e1rios luteranos]], que o chamam de \"Jo\u00e3o, Ap\u00f3stolo e Evangelista\", \u00e9 em 27 de dezembro. No [[Calend\u00e1rio Tridentino]], ele era comemorado tamb\u00e9m nos dias seguintes at\u00e9 (e incluindo) 3 de janeiro, a [[oitava (liturgia)|oitava]] da festa de 27 de dezembro, que foi abolida pelo [[papa Pio XII]] em 1955. Sua cor lit\u00fargica tradicional \u00e9 branca.\n\nAt\u00e9 1960, outra festa aparecia no [[Calend\u00e1rio Geral Romano]], a de \"S\u00e3o Jo\u00e3o na Porta Latina\", em 6 de maio, celebrando uma tradi\u00e7\u00e3o recontada por S\u00e3o Jer\u00f4nimo segundo a qual S\u00e3o Jo\u00e3o teria sido levado a Roma durante o reinado de Domiciano e atirado num caldeir\u00e3o de \u00f3leo fervente, do qual emergiu milagrosamente ileso. Uma igreja (''[[San Giovanni a Porta Latina]]'' e o orat\u00f3rio de ''[[San Giovanni in Oleo]]'') foram constru\u00eddos perto da [[Porta Latina]], o local tradicional deste evento.''Saint Andrew Daily Missal with Vespers for Sundays and Feasts'' by Dom. Gaspar LeFebvre, O.S.B., Saint Paul, MN: The E.M. Lohmann Co., 1952, p.1325-1326 {{en}}\n\nA [[Igreja Ortodoxa]] e as [[Igrejas Cat\u00f3licas Orientais]] de [[rito bizantino]] comemoram o \"Repouso do Santo Ap\u00f3stolo e Evangelista Jo\u00e3o, o Te\u00f3logo\" em 26 de setembro. Em 8 de maio, celebra-se a festa do Santo Ap\u00f3stolo e Evangelista Jo\u00e3o, o Te\u00f3logo\".\n\n=== Islamismo ===\nO [[Cor\u00e3o]] tamb\u00e9m cita os disc\u00edpulos de Jesus, mas n\u00e3o menciona seus nomes, chamando-os de ''\"ajudantes na obra de Deus\"''.[[Cor\u00e3o]], 3:49-53 A [[exegese]] mu\u00e7ulmana e o coment\u00e1rio cor\u00e2nico, por\u00e9m, os nomeia e inclui Jo\u00e3o entre os disc\u00edpulos.''Historical Dictionary of Prophets In Islam And Judaism'', Brandon M. Wheeler, ''Disciples of Christ'': \"Muslim exegesis identifies the disciples as Peter, Andrew, Matthew, Thomas, Philip, John, James, Bartholomew, and Simon\" {{en}} Uma antiga tradi\u00e7\u00e3o, que envolve a lenda de [[Habib, o Carpinteiro]], menciona que Jo\u00e3o teria sido um dos tr\u00eas disc\u00edpulos enviados para pregar em [[Antioquia]].''Hughes Dictionary of Islam'', ''Habib the Carpenter'' {{en}}\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Atos de Jo\u00e3o]]\n* [[Bas\u00edlica de S\u00e3o Jo\u00e3o]]\n* [[Nomes de Jo\u00e3o]]\n\n== Notas ==\n{{refbegin}}\n{{notelist}}\n{{refend}}\n\n{{Refer\u00eancias|col=2}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{Commonscat|John the Evangelist}}\n{{refbegin|2}}\n* {{Britannica1911|John, the Apostle}}\n* {{citar web|url = http://ocafs.oca.org/FeastSaintsViewer.asp?SID=4&ID=1&FSID=101327/ |t\u00edtulo = S\u00e3o Jo\u00e3o, o Ap\u00f3stolo e Evangelista (8 de maio)| publicado = Orthodox Church in America| l\u00edngua = ingl\u00eas}}\n* {{citar web|url = http://ocafs.oca.org/FeastSaintsViewer.asp?SID=4&ID=1&FSID=102731 |t\u00edtulo = Repouso do Santo Ap\u00f3stolo e Evangelista, Jo\u00e3o, o Te\u00f3logo (26 de setembro)| publicado = Orthodox Church in America| l\u00edngua = ingl\u00eas}}\n* {{citar web|url = http://www.catholicrevelations.com/category/saints/the-life-of-st-john-the-evangelist-patron-saint-and-apostle-of-the-holy-catholic-church.html |t\u00edtulo = The Life and Miracles of St. John the Evangelist and Apostle| publicado = Catholic Revelations| l\u00edngua = ingl\u00eas}}\n* {{citar web|url = http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&GRid=6021 |t\u00edtulo = John the Apostle| publicado = Find-A-Grave| l\u00edngua = ingl\u00eas}}\n* {{Gutenberg author | id=John,+the+Apostle,+Saint}}\n* {{Internet Archive author |sname=John the Apostle}}\n* {{Internet Archive author |name=Saint John}}\n{{refend}}\n\n{{Controle de autoridade}}\n{{DEFAULTSORT:Joao o Apostolo}}\n[[Categoria:Personagens do Novo Testamento]]\n[[Categoria:Te\u00f3logos do s\u00e9culo I]]\n[[Categoria:Santos do s\u00e9culo I]]\n[[Categoria:Santos da Terra Santa]]\n[[Categoria:M\u00edsticos crist\u00e3os]]\n[[Categoria:Santos da Lenda Dourada]]"}]},"2856939":{"pageid":2856939,"ns":0,"title":"Pantana","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Pantana''\n| imagem =\n| imagem_legenda=\n| estado =\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Artr\u00f3pode|Arthropoda]]\n| classe = [[Insetos|Insecta]]\n| ordem = [[Lepidoptera]]\n| fam\u00edlia = [[Arctiidae]]\n| g\u00e9nero = '''''Pantana'''''\n| g\u00e9nero_autoridade=\n| subdivis\u00e3o_nome = Esp\u00e9cies\n| subdivis\u00e3o = {{centro|Ver texto}}\n| sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Pantana''''' \u00e9 um g\u00eanero de [[Lepidoptera|tra\u00e7a]] pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Arctiidae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/1819703 |t\u00edtulo = Pantana |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 17 de agosto de 2019}}\n\n\n\n\n== Refer\u00eancias ==\n\n\n== Bibliografia ==\n* Bates DL, Fenton MB (1990) Aposematism or startle? Predators learn their responses to the defenses of prey. ''Can J Zool'' 68:49\u201352\n* Dunning DC, Kr\u00fcger M (1995) Aposematic sounds in African moths. ''Biotropica'' 27:227\u2013231\n* Dunning DC, Acharya L, Merriman CB, Ferro LD (1992) Interactions between bats and arctiid moths. ''Can J Zool'' 70:2218\u20132223\n* Fullard JH, Fenton MB, Simmons JA (1979) Jamming bat echolocation: the clicks of arctiid moths.'' Can J Zool'' 57:647\u2013649\n* William Conner (ed.). (2009). ''Tiger moths and woolly bears : behavior, ecology, and evolution of the Arctiidae.'' [[Oxford University Press]]: [[New York City|New York]]. ISBN 9780195327373\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.nhm.ac.uk/jdsml/research-curation/projects/butmoth/GenusList3.dsml?searchPageURL=index.dsml&SUPERFAMIL=&FAMILYqtype=starts+with&FAMILY=arctiidae&SUBFAMILYqtype=starts+with&SUBFAMILY=&TRIBEqtype=starts+with&TRIBE=&SUBTRIBEqtype=starts+with&SUBTRIBE=&GENUSqtype=starts+with&GENUS=&AUTHORqtype=starts+with&AUTHOR=&YEARqtype=equals&YEAR=&sort=GENUS Natural History Museum - Lepidoptera - cat\u00e1logo de nomes gen\u00e9ricos]\n\n{{Esbo\u00e7o-lepid\u00f3ptero}}\n{{Taxonbar}}\n\n[[Categoria:Arctiidae]]"}]},"2910215":{"pageid":2910215,"ns":0,"title":"Rumos","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Empresa\n| nome_empresa = Rumos S.A.\n|logo=logo-rumos.png|logo_tamanho=| sede = [[Lisboa]], {{POR}}
\n| produtos = [[Tecnologias de Informa\u00e7\u00e3o]], [[Forma\u00e7\u00e3o Profissional]], Servi\u00e7os Profissionais, [[Educa\u00e7\u00e3o]] (Escolas Profissionais)\n| tipo_empresa = [[Sociedade An\u00f3nima]]\n| funda\u00e7\u00e3o = [[Lisboa]] ([[1992]])\n| certifica\u00e7\u00e3o = [[ISO 9001]]:2016\n| p\u00e1gina = [http://www.rumos.pt/ www.rumos.pt]\n}}\n\nA '''Rumos''' \u00e9 uma empresa constitu\u00edda em 1992 sob a forma de [[Sociedade An\u00f3nima]].\n\nA sua g\u00e9nese est\u00e1 na forma\u00e7\u00e3o e certifica\u00e7\u00e3o de profissionais nas \u00e1reas da inform\u00e1tica e das tecnologias de informa\u00e7\u00e3o. Apesar desta actividade continuar a ser ''[[core business]]'' da empresa, desde o in\u00edcio do mil\u00e9nio que a Rumos alargou a sua actividade aos servi\u00e7os profissionais em [[tecnologias de informa\u00e7\u00e3o]], nomeadamente ao ''[[Outsourcing]]'' TI, Solu\u00e7\u00f5es de Cloud, Produtividade e Colabora\u00e7\u00e3o (com base em ''[[SharePoint]], Office 365 SharePoint Online e ''[[Microsoft Azure]]), ''[[IT Service Management]] e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de escolas profissionaishttp://www.meiosepublicidade.pt/2006/10/13/More_for_More_muda_imagem_da_Rum/ (13 de Outubro de 2006 \u00e0s 17:49:00).\n\nPara al\u00e9m da sua opera\u00e7\u00e3o em Portugal, tem ainda neg\u00f3cios em Madrid e Luandahttp://economico.sapo.pt/noticias/rumos-investe-um-milhao_10487.html (15/05/09 00:05).\n\n{{Refer\u00eancias}}\n"}]},"3032089":{"pageid":3032089,"ns":0,"title":"(34322) 2000 QW196","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Asteroide\n|numero = 34322\n|nome = 2000 QW196\n|imagem =\n|data_descoberta = 29 de agosto de 2000\n|descobridor = [[Lincoln Near-Earth Asteroid Research|LINEAR]]\n|homenagem =\n|categoria = [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]\n|semieixo_maior = 2.6038618\n|perelio =\n|afelio =\n|excentricidade = 0.08206170\n|T_orb_dia =\n|T_orb_ano =\n|V_orb_media =\n|inclinacao = 1.13694\n|anomalia_media = 114.5989000\n|arg_periastro = 136.25642\n|long_no_asc = 215.45992\n|dimens\u00e3o =\n|massa =\n|densidade =\n|gravidade =\n|V_escape =\n|T_rotacao =\n|distancia_sol =\n|classe_espectro =\n|magnitude_abs = 15,60\n|albedo =\n|temp_media_C =\n|satelites =\n}}\n'''2000 QW196''' (asteroide 34322) \u00e9 um [[Cintura de asteroides|asteroide da cintura principal]]. Possui uma [[excentricidade orbital|excentricidade]] de 0.08206170 e uma [[inclina\u00e7\u00e3o]] de 1.13694\u00ba.{{citar web|URL=http://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=34322|t\u00edtulo=34322 2000 QW196|autor=|data=|publicado=NASA|acessodata=23 de dezembro de 2013|l\u00edngua2=en}}\n\nEste [[asteroide]] foi descoberto no dia 29 de agosto de 2000 por [[Lincoln Near-Earth Asteroid Research|LINEAR]] em [[Socorro (Novo M\u00e9xico)|Socorro]].\n\n== Ver tamb\u00e9m ==\n* [[Lista de asteroides]]\n* [[Cintura de asteroides|Asteroide da cintura principal]]\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n{{LinksAsteroide|34322}}\n\n\n\n{{Esbo\u00e7o-asteroide}}\n{{Portal3|Astronomia}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{DEFAULTSORT:34322 2000 Qw196}}\n[[Categoria:Asteroides da cintura principal]]"}]},"124633":{"pageid":124633,"ns":0,"title":"Perfect Dark","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=mar\u00e7o de 2020}}\n{{Reciclagem|data=Fevereiro de 2008}}\n{{Info/Jogo\n| t\u00edtulo = Perfect Dark\n| imagem = Perfect Dark cover.png\n| img-tam = 250px\n| img-des = Capa da vers\u00e3o norte-americana para Nintendo 64.\n| desenvolvedora = [[Rare]] (N64), 4J Studios (XBLA)\n| publicadora = [[Rare]] / [[Nintendo]] (N64), [[Microsoft Game Studios]] (XBLA)\n| distribuidora = \n| designer = Mark Edmonds
Chris Tilston
Duncan Botwood\n| escritor = \n| compositor = [[Grant Kirkhope]]
[[Graeme Norgate]]
David Clynick\n| motor = [[GoldenEye 007]] aprimorado, Miles Sound System\n| plataforma = [[Nintendo 64]], [[Xbox 360]] ([[XBLA]])\n| publ = '''Nintendo 64'''
\n{{vgrelease| EUA = [[22 de Maio]], [[2000]]| EU = [[30 de Junho]], [[2000]]}} {{vgrelease| JP = [[21 de Outubro]], [[2000]]}}\n'''Xbox Live Arcade'''
\n{{EUAb}}{{JAPb}}{{EUb}} Inverno de [[2009]]\n| gen = [[Jogo eletr\u00f4nico de a\u00e7\u00e3o|A\u00e7\u00e3o]], [[Jogos eletr\u00f4nicos de aventura|Aventura]]\n| s\u00e9rie = Perfect Dark\n| modos = [[Single Player]], [[Multiplayer]]\n| media = [[Cartucho (videogame)|Cartucho]], [[CD-ROM]]\n| class = {{vgratings |CERO=Z |BBFC=18 |ESRB=M |PEGI=16+ |USK=18|OFLCA=MA15+|OFLCA=MA|OFLCN=16|DJCTQ= 16}}\n| njogadores = 1 a 4\n| requisitos = \n| controlos = [[Gamepad]], [[Joystick]]\n| idioma = [[Ingl\u00eas]]\n| tradu\u00e7\u00f5es = \n| sistema = \n| gabinete = \n| cpu = \n| som = \n| v\u00eddeo = \n| convers\u00f5es = \n}}\n\n'''''Perfect Dark''''' (\u30d1\u30fc\u30d5\u30a7\u30af\u30c8\u30fb\u30c0\u30fc\u30af em [[l\u00edngua japonesa|Japon\u00eas]]) \u00e9 um [[jogo]] desenvolvido para o [[videogame]] [[Nintendo 64]]; lan\u00e7ado pela [[Rare]]. Em ''Perfect Dark'', jogadores assumem o papel da [[agente secreto|agente especial]] [[Joanna Dark]].\n\n''Perfect Dark'' \u00e9 freq\u00fcentemente descrito como a continua\u00e7\u00e3o do jogo ''[[GoldenEye 007]]'', lan\u00e7ado pela Rare em [[1997]]. Embora [[James Bond]] n\u00e3o apare\u00e7a neste lan\u00e7amento, o estilo de jogo \u00e9 muito similar ao antigo, rodando em uma vers\u00e3o aprimorada da mesma [[engine]]. ''Perfect Dark'' foi lan\u00e7ado nos [[Estados Unidos]] no dia [[22 de maio]] de [[2000]], quando o Nintendo 64 j\u00e1 perdia suas for\u00e7as no [[mercado]], e justamente por isso falhou em provocar um impacto t\u00e3o grande quanto o seu antecessor, embora seja um jogo tecnicamente superior. O game vendeu por volta de 2 milh\u00f5es de c\u00f3pias no mundo todo.\n\nAlguns avan\u00e7os na jogabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao seu predecessor (''GoldenEye 007'') foram implantadas, como a segunda fun\u00e7\u00e3o para quase todas as armas do jogo, a habilidade de pular e cair de parapeitos, um sistema de ilumina\u00e7\u00e3o melhor (permitindo a ilumina\u00e7\u00e3o de salas atrav\u00e9s das descargas de tiros) e a possibilidade de desarmar os inimigos ou atirar em suas armas para que elas se percam e etc. Outro avan\u00e7o significativo foi a inclus\u00e3o de [[rob\u00f4]]s de n\u00edveis diversos que podem enfrentar o jogador no ''multiplayer''. Os inimigos, a cada nova miss\u00e3o, t\u00eam as cabe\u00e7as trocadas aleatoriamente, como em ''GoldenEye 007'', mas em Perfect Dark suas alturas tamb\u00e9m variam.Todos esses novos avan\u00e7os requerem mais [[mem\u00f3ria RAM]] que GoldenEye, por isso \u00e9 necess\u00e1rio o [[Expansion Pak]] (que acrescenta 4MB de mem\u00f3ria) para aproveitar o jogo ao seu m\u00e1ximo.\n\nUma vers\u00e3o [[Bidimensionalidade|2D]] para o [[Game Boy Color]] tamb\u00e9m chamada de ''Perfect Dark'' foi lan\u00e7ada na mesma \u00e9poca. Os dois jogos podiam trocar dados utilizando o [[Transfer Pak]] do [[Game Boy]]. No entanto, o jogo do Game Boy n\u00e3o guarda semelhan\u00e7a alguma com o original, al\u00e9m de n\u00e3o ter obtido o mesmo sucesso.\n\nA Rare lan\u00e7ou uma sequ\u00eancia em [[2005]], ''[[Perfect Dark Zero]]'', para o [[Xbox 360]], console da empresa estadunidense [[Microsoft]].\n\n==Hist\u00f3ria== \nNo ano [[2023]], Dr. Caroll entrou em contato com o Instituto Carrington para que algu\u00e9m fosse resgat\u00e1-lo. Quando Joanna adentra o extenso e complexo laborat\u00f3rio, escondido sob o arranha-c\u00e9u da dataDyne, e finalmente encontra o Dr. Carol, descobre que ele n\u00e3o \u00e9 nada mais do que um computador dotado de [[intelig\u00eancia Arficial]].\n\nDois dias depois da opera\u00e7\u00e3o ser finalizada, Daniel Carrington (o fundador do Instituto Carrington) e Dr. Carrol, est\u00e3o na vila particular de Daniel discutindo sobre os planos da dataDyne quando o local \u00e9 atacado por for\u00e7as inimigas. Carringon \u00e9 feito ref\u00e9m no por\u00e3o da mans\u00e3o e o computador, Dr. Carrol, \u00e9 levado de volta para a dataDyne.\n\nDepois de resgatar Daniel Carrington, Joanna tem que viajar \u00e0 cidade de [[Chicago]], e l\u00e1 grava uma conversa realizada entre Cassandra de Vries, Trent Easton \u2014 chefe da Ag\u00eancia Nacional de Seguran\u00e7a \u2014 e um homem [[Escandin\u00e1via|escandinavo]] chamado Mr. Blonde. Eles est\u00e3o tramando contra o governo americano, discutindo uma maneira de substituir o [[presidente]], por um clone que siga suas ordens. Joanna tamb\u00e9m recupera o programa de computador que cont\u00e9m a matriz emocional de Dr. Carrol \u2014 o computador dotado de intelig\u00eancia artificial. Depois de retornar de Chicago, Joanna \u00e9 designada para uma miss\u00e3o em que deve se infiltrar na [[\u00c1rea 51]], onde v\u00e1rios alien\u00edgenas da ra\u00e7a Maian est\u00e3o presos. L\u00e1, Joanna conhece Elvis, seguran\u00e7a do embaixador da ra\u00e7a Maian na [[Terra]], e os dois conseguem escapar com a ajuda de Jonathan, outro agente do Instituto Carrington.\n\nDepois de deixar a \u00c1rea 51, Joanna fica sabendo do acordo entre a dataDyne e os Skedar \u2014 ra\u00e7a alien\u00edgena de guerreiros e inimigos mortais dos Maian \u2014, acordo que consiste em troca de tecnologias de ambas as partes. Os Skedar dariam a dataDyne grande parte de sua tecnologia de fabrica\u00e7\u00e3o de armas, tornando a corpora\u00e7\u00e3o l\u00edder na venda de armamento na Terra. Em troca, a dataDyne forneceria aos Skedar um computador dotado de intelig\u00eancia artificial com alta capacidade de quebrar c\u00f3digos. Os Skedar pretendem ter acesso a uma nave que est\u00e1 escondida sob o [[Oceano Pac\u00edfico]], que cont\u00e9m uma poderosa arma. Devido \u00e0 profundidade que esta nave se encontra, a dataDyne precisar\u00e1 de um [[submarino]], chamado Pelagic II, que est\u00e1 em poder da [[Marinha Americana]], e para conseguir cumprir seu objetivo eles desejam substituir o presidente por um clone que fa\u00e7a o que eles desejam.\n\nJoanna tem que proteger o presidente dos capangas de Trent Easton e dos Skedar disfar\u00e7ados de humanos (loiros escandinavos, mais especificadamente). Ela ent\u00e3o infiltra-se numa base a\u00e9rea no [[Alasca|Alaska]] para subir a bordo do avi\u00e3o presidencial americano [[Air Force One]]. Disfar\u00e7ada de [[aeromo\u00e7a]], ela consegue chegar at\u00e9 o aposento presidencial no avi\u00e3o e conta-lhe tudo sobre a trama da dataDyne, dos Skedar, e do involvimento de Trent. Neste momento uma nave Skedar se acopla a aeronave presidencial, e d\u00e1-se um feroz assalto alien\u00edgena. \nJoanna escolta o presidente at\u00e9 uma sonda de escape na traseira do avi\u00e3o, momentos antes da aeronave cair devido a uma manobra de Elvis numa tentativa de desacoplar a nave Skedar. O avi\u00e3o cai no meio da tundra, no Alaska.\n\nQuando finalmente retoma a consci\u00eancia, depois da queda do avi\u00e3o, Joanna v\u00ea que est\u00e1 numa \u00e1rea repleta dos capangas de Trent Easton e dos alien\u00edgenas Skedar. Ela localiza o presidente americano e com a ajuda de Elvis consegue tir\u00e1-lo dali. Enquanto isso, Mr. Blonde est\u00e1 tendo uma pequena reuni\u00e3ozinha com Trent Easton, dizendo-lhe que n\u00e3o precisa mais dos seus servi\u00e7os. Mr. Blond se [[metamorfose]]ia em um grande Skedar, e acaba com a vida de Easton.\n\nNuma manobra desesperada, a dataDyne e os Skedar decidem partir para um plano B, tomando o Pelagic II \u00e0 for\u00e7a para conseguirem ter acesso \u00e0 arma que se encontra na espa\u00e7onave submersa no Oceano Pac\u00edfico. Elvis e Joanna conseguem tomar o controle do submarino das m\u00e3os dos Skedar, mas n\u00e3o antes daqueles conseguirem se infiltrar na nave submersa no fundo o oceano. Os Skedar tentam usar Dr. Carrol para quebrar o c\u00f3digo e ter acesso \u00e0 arma desejada, que seria usada na pr\u00f3pria Terra, mas seus planos fracassam e a nave \u00e9 destru\u00edda. Elvis e Joanna escapam ilesos. \n\nMr. Blonde, que na verdade \u00e9 um Skedar, irritado com a incompet\u00eancia de sua parceira, Cassandra de Vries, ataca a sede da dataDyne e planta uma bomba no arranha-c\u00e9u da empresa, levando Cassandra como ref\u00e9m para longe do planeta Terra. A bomba destr\u00f3i todo o pr\u00e9dio, incluindo os laborat\u00f3rios subterr\u00e2neos, apagando toda e qualquer evid\u00eancia da passagem dos Skedar pela Terra.\n\nAlguns dias depois, Joanna e Daniel Carrington est\u00e3o se preparando para uma visita formal ao presidente dos [[Estados Unidos]] na [[Casa Branca]]. Carrington revela que o Instituto foi criado com a inten\u00e7\u00e3o de acelerar os contatos entre os Maians e os humanos. Porem, quando se preparavam para sair em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 [[Washington, DC]], ouve-se ru\u00eddos no Instituto e o pior acontece: uma invas\u00e3o Skedar. Joanna liberta todos os ref\u00e9ns que pode, desarma uma bomba plantada pelos alien\u00edgenas, mas \u00e9 capturada e levada para a nave onde est\u00e1 Cassandra. As duas ficam presas na mesma cela.\n\nCassandra, sendo uma mulher j\u00e1 mais velha e sem nenhuma experi\u00eancia em combate, sabe que n\u00e3o pode, sozinha, vingar-se dos Skedar. Portanto, ela sacrifica sua pr\u00f3pria vida, criando uma distra\u00e7\u00e3o para que Joanna fuja e concretize ent\u00e3o sua vingan\u00e7a. Joanna toma controle da nave dos Skedar, e junto com Elvis, aterrissa no planeta sagrado dos alien\u00edgenas t\u00e3o tem\u00edveis. Elvis alerta Joanna que aquela seria a chance de acabar de uma vez por todas com os Skedar, pondo um fim a esta guerra intermin\u00e1vel.\n\nElvis avisa a frota de naves dos Maians que ambos est\u00e3o numa esp\u00e9cie de templo sagrado dos Skedar. Joanna marca locais a serem bombardeados com sinalizadores, e mata o l\u00edder Skedar. Antes do ataque final ao planeta dos Skedar, Elvis salva Joanna, que ficara presa sob alguns escombros, e ambos escapam ilesos.\n\n==Single player==\nNo ''Single player'' h\u00e1 tr\u00eas n\u00edveis distintos de dificuldade:\n*'''Agent''' - dificuldade mais f\u00e1cil - poucos objetivos a serem cumpridos e bastante muni\u00e7\u00e3o.\n*'''Special Agent''' - um n\u00edvel intermedi\u00e1rio, com mais miss\u00f5es.\n*'''Perfect Agent''' - como o pr\u00f3prio nome diz, voc\u00ea ter\u00e1 de ser um agente perfeito para cumprir suas tarefas neste n\u00edvel. Os inimigos s\u00e3o mais fortes e a muni\u00e7\u00e3o \u00e9 bem mais escassa.\n\nExiste tamb\u00e9m um modo cooperativo de jogo no qual dois jogadores atuam juntos em uma mesma miss\u00e3o, um player assumindo o papel de Joanna Dark e o outro jogando como [[Velvet Dark]] ou outro parceiro a ser desbloqueado no decorrer do jogo. ''Perfect Dark'' tamb\u00e9m inclui uma varia\u00e7\u00e3o do modo cooperativo, chamado contra-operativo. Neste modo um dos jogadores assume o papel de Joanna Dark, enquanto o outro assume o papel de um inimigo qualquer da fase.\n\n==Multiplayer==\nO 'Combat Simulator', ou 'Simulador de Combates', tem seis modos de jogo:\n*Combat ('''Combate''') - O mais tradicional de todos, j\u00e1 encontrado em GoldenEye 007. Cada vez que um jogador derrota um oponente ganha um ponto, tendo um valor m\u00e1ximo de pontos.\n*Capture The Case ('''Capture a mala''') - Equivalente ao 'Capture a Bandeira' no GoldenEye 007. O jogador deve \"roubar\" a maleta da base do oponente e lev\u00e1-la \u00e0 pr\u00f3pria base.\n*Hold The Briefcase ('''Segure a maleta''') - Ache a maleta e sobreviva o quanto poss\u00edvel com ela em m\u00e3os. Um ponto \u00e9 ganho a cada 30 segundos (valor que pode ser mudado) em posse da maleta. Se voc\u00ea \u00e9 morto, a maleta fica no ch\u00e3o no lugar onde morreu para que outro jogador possa peg\u00e1-la e continuar a brincadeira.\n*King of the Hill ('''Rei da Colina''') - Uma \u00e1rea do mapa \u00e9 escolhida como \"a colina\". A cada 20 segundos na colina (sem a presen\u00e7a de um oponente na mesma) se ganha um ponto, podendo variar de acordo com o numero de jogadores num time. Depois ela muda para outro local do mapa.\n*Hacker Central ('''Central Hacker''') - Em algum lugar do mapa, h\u00e1 um data uplink. Pegue-o e v\u00e1 at\u00e9 o computador e fa\u00e7a um [[upload]] para ganhar pontos.\n*Pop a Cap - Um jogador \u00e9 feito v\u00edtima, sendo que todos os outros ganham pontos ao mat\u00e1-lo. A v\u00edtima ganha os seus pontos a cada minuto que consegue sobreviver.\n\nArmas e fases s\u00e3o destravadas conforme se batem os \"challenges\" ou \"desafios\", jogos pr\u00e9-definidos contra rob\u00f4s. Os desafios s\u00e3o um bom come\u00e7o para come\u00e7ar a aprender as manhas do jogo. S\u00e3o 30 desafios no total que podem ser realizados com at\u00e9 quatro jogadores. Se todos forem vencidos, os Darksims (rob\u00f4s mais dif\u00edceis de se matar e mais letais) s\u00e3o destravados.\n\nH\u00e1 muitos melhoramentos frente ao modo multiplayer do jogo GoldenEye. Quase todas as armas do jogo s\u00e3o dispon\u00edveis, exceto as armas do tipo ''GoldenEye'' e a Psychosis Gun. As armas dos combates entre jogadores podem ser arranjadas ao seu bel-prazer. \n\nOs jogadores podem ter perfis no multiplayer para salvar todas as suas estat\u00edsticas: quantos partidas j\u00e1 jogou, quantos matou e quantas vezes morreu, quais as medalhas que ganhou, etc.\n\n===Simulants===\n''Perfect Dark'' conta com [[rob\u00f4]]s, ou simulants, como s\u00e3o chamados no jogo. Os simulants t\u00eam seis n\u00edveis de dificuldade: Meat, Easy, Normal, Hard, Perfect e Dark. Simulants do tipo Meat s\u00e3o alvos ambulantes f\u00e1ceis de se matar, encontrados usualmente batendo cabe\u00e7a uns contra os outros. Simulants do tipo Dark s\u00e3o extremamente r\u00e1pidos e mortais. Os simulants tamb\u00e9m podem ser de tipos especiais como o RocketSim, que busca sempre atacar com explosivos; o JudgeSim, que ataca aquele que lidera o jogo no momento para dar equil\u00edbrio \u00e0 partida; o SpeedSim, que corre como louco; o VengeSim, que tenta vingan\u00e7a contra o \u00faltimo jogador que o matou; entre outros. Existem tamb\u00e9m outros simulants especiais, muitos deles de nomes sugestivos:\n\n-PeaceSim: s\u00e3o simulants pacifistas, contra o uso de armas de fogo. Estes andam pelo cen\u00e1rio recolhendo armas e muni\u00e7\u00e3o para impedir que os outros peguem. Tamb\u00e9m tentam desarmar os jogadores com golpes.\n\n-ShieldSim: este simulant j\u00e1 come\u00e7a com um shield (o shield equivale ao body armor do GoldenEye). Um oponente dif\u00edcil em qualquer situa\u00e7\u00e3o, ainda mais para jogadores inexperientes.\n\n-RocketSim: como dito antes, este simulante prefere armas explosivas, e n\u00e3o pensa duas vezes em us\u00e1-las, inclusive em ambientes fechados. Mas ele n\u00e3o deixaria de usar armamento convencional.\n\n-KazeSim: um simulant kamicase, literalmente. Ele segue um alvo e n\u00e3o tem medo de morrer, geralmente encara seus oponentes usando seus punhos; ou desarma-os e usa sua arma para mat\u00e1-lo. Tamb\u00e9m n\u00e3o tem medo de usar armas explosivas em lugares pequenos.\n\n-FistSim: fist significa punhos em ingl\u00eas. Este simulante bem peculiar n\u00e3o usa armas de fogo, somente seus punhos. Desarma seus oponentes e segue golpendo-os usando suas m\u00e3os. No caso de pistolas com segunda fun\u00e7\u00e3o Pistol Whip ('coronhada'), ele pode us\u00e1-las para bater.\n\n-PreySim: aqui temos um simulant 'desonesto'. Este ataca preferencialmente aqueles possuem armas menos potentes, ou que estejam com menos vida, al\u00e9m daqueles que acabaram dar 'respawn'.\n\n-CowardSim: mais um de nome sugestivo, e bem parecido com o PreySim. Ataca simulants com armas menos potentes, menos vida, desarmados, ou at\u00e9 pelas costas. Mas foge se o jogador estiver com uma arma mais forte que a dele.\n\n-JudgeSim: bem interessante, este \u00e9 um simulant 'justiceiro'. S\u00f3 ataca quem est\u00e1 ganhando o jogo, ou os jogadores do time que estiver ganhando.\n\n-FeudSim: este simulant escolhe um alvo e vai persegui-lo at\u00e9 o fim do jogo.\n\n-SpeedSim: outro de nome sugestivo. \u00c9 simplesmente o simulant mais r\u00e1pido do jogo. Sempre um advers\u00e1rio a altura de qualquer um.\n\n-TurtleSim: turtle = tartaruga. Simulant muito lento devido ao shield extra resitente que carrega. Outro bom advers\u00e1rio.\n\n-VengeSim: venge vem de vengeance, que significa vingan\u00e7a. Este simulant persegue incessantemente o \u00faltimo que o matou, at\u00e9 ser morto por outro. Cuidado quando jogar com ele no mesmo time, ele vai te perseguir ainda que voc\u00ea o mate acidentalmente.\n\nDurante os jogos em que times s\u00e3o formados, um jogador pode dar ordens espec\u00edficas - segurando \"A\" e depois apertando duas vezes o \"Z\", para cada simulant - aos simulants do seu esquadr\u00e3o, como ''defender a base'' no modo ''Capture the Case''. Para dar a mesma ordem para todos os seus amigos n\u00e3o-humanos, segure R ap\u00f3s apertar Z, segurando o A.\n\n==Armas==\nAs armas de ''Perfect Dark'' incluem [[rev\u00f3lver]]es, [[rifle]]s, [[submetralhadora]]s, [[espingarda]]s, [[lan\u00e7a-foguete]]s, [[faca]]s e [[lan\u00e7a-granada|lan\u00e7adores de granada]]. Quase todas as armas no jogo t\u00eam uma segunda fun\u00e7\u00e3o, podendo ser mudada ao se segurar o bot\u00e3o B do controle por aproximadamente um segundo. Seis armas alien\u00edgenas bem ex\u00f3ticas tamb\u00e9m est\u00e3o dispon\u00edveis, tr\u00eas dos extraterrestres da ra\u00e7a Maian e tr\u00eas dos Skedar. Uma das armas dos Maian, o Farsight XR-20, \u00e9 bem interessante, pois combina um rifle com um visor de raios-x que atravessa paredes e mata de qualquer dist\u00e2ncia.\n\nA Mauler \u00e9 uma arma dos Skedar que tem um pente de 20 balas. O modo prim\u00e1rio da arma atira uma bala por vez, mas o modo secund\u00e1rio carrega 5 balas por vez e faz um disparo muito mais potente.\n\nAlgumas das armas desenvolvidas pelos humanos tamb\u00e9m s\u00e3o muito vers\u00e1teis. Por exemplo, a RCP120, inspirada na RCP-90 de GoldenEye, tem uma segunda fun\u00e7\u00e3o que permite ao jogador ficar inv\u00edsivel, embora isso aconte\u00e7a ao custo de algumas balas do pente, que v\u00e3o se esvaindo rapidamente. Outro exemplo de arma humana \u00e9 o lan\u00e7ador de granadas Devastator que, na sua segunda fun\u00e7\u00e3o, pode lan\u00e7ar granadas que grudam nas paredes e explodem segundos depois, uma \u00f3tima arma para quem est\u00e1 sendo perseguido. A Dragon \u00e9 outra arma que apresenta uma segunda fun\u00e7\u00e3o interessante: caso sua muni\u00e7\u00e3o acabe, pode jog\u00e1-la no ch\u00e3o e ela ent\u00e3o funcionar\u00e1 como um mina de proximidade, explodindo quando algu\u00e9m chegar perto dela (mesmo voc\u00ea, tenha cuidado!). A arma mais intrigante do jogo \u00e9 a Psychosis gun, que \u00e9 uma das \u00fanicas que n\u00e3o tem uma segunda fun\u00e7\u00e3o, mas ao atingir um advers\u00e1rio, transforma-lo-\u00e1 em seu companheiro, por\u00e9m, s\u00f3 pode ser usada em miss\u00f5es \"Single-Player\".\n\nTamb\u00e9m h\u00e1 algumas armas do jogo \"007 GoldenEye\", como a famosa \"PP7\", que podem ser habilitadas no jogo, cumprindo desafios no treino (localizado no primeiro andar em \"Carrington Institute\", acess\u00edvel saindo do menu inicial ap\u00f3s escolher um \"save\").\n\n==Controv\u00e9rsia==\nHavia inicialmente uma caracter\u00edstica extra no jogo antes de ser lan\u00e7ado, que foi apagada na vers\u00e3o final: Perfect Face. Com esse atributo, podia-se tirar uma foto do pr\u00f3prio rosto e pass\u00e1-lo para o jogo atrav\u00e9s de um Transfer Pak e de um [[Game Boy Camera]]. Quando perguntados por que essa possibilidade n\u00e3o foi considerada quando do lan\u00e7amento do jogo, os desenvolvedores da Rare argumentaram que essa medida podia incitar a viol\u00eancia.\n\n==Outros pontos interessantes sobre o game==\nEaster Eggs s\u00e3o brincadeiras introduzidas nos jogos pelos programadores por pura divers\u00e3o. Neste jogo \u00e9 poss\u00edvel encontrar peda\u00e7os de queijo em cada uma das fases, nos locais mais improv\u00e1veis.\n\nComo seu antecessor, ''GoldenEye'', os cheats em ''Perfect Dark'' s\u00e3o desbloqueados ao se bater uma fase em certo tempo e em certa dificuldade.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n\n* [[GoldenEye 007 (jogo eletr\u00f4nico de 1997)]]\n* [[Perfect Dark Zero]]\n* [[TimeSplitters]]\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n*[http://www.the-elite.net the-elite.net] Competi\u00e7\u00e3o de tempos dos jogos ''GoldenEye'' e ''Perfect Dark''\n*[http://www.gamefaqs.com/console/n64/game/198275.html Dicas sobre Perfect Dark em ingl\u00eas]\n*[http://ign64.ign.com/objects/003/003906.html?ui=gamefinder Sobre o Perfect Dark no IGN em ingl\u00eas]\n*[https://web.archive.org/web/20051125232302/http://www.rarenet.com/wiki/index.php?title=Perfect_Dark P\u00e1gina da Rare sobre o Perfect Dark]\n*[https://web.archive.org/web/20050324021012/http://yamoslair.com/mystery.html Perfect Dark: Mist\u00e9rios, em ingl\u00eas]\n*[https://web.archive.org/web/20130730035407/http://perfectdark.detstar.com/ Perfect Dark Detstar] Informa\u00e7\u00f5es gerais, em ingl\u00eas\n\n{{Rare}}\n\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos da Rare]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos de 2000]]\n[[Categoria:Jogos para Nintendo 64]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos ambientados na d\u00e9cada de 2020]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos de a\u00e7\u00e3o]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos cooperativos]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos cyberpunk]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos stealth]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos com protagonistas femininas]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos sobre vida extraterrestre]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica]]\n[[Categoria:Jogos eletr\u00f4nicos com antagonistas femininas]]\n[[Categoria:Jogos multijogador em tela dividida]]"}],"images":[{"ns":6,"title":"Ficheiro:Ambox rewrite.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Europe.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of Japan.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Flag of the United States.svg"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Perfect Dark cover.png"},{"ns":6,"title":"Ficheiro:Question book.svg"}]},"2158148":{"pageid":2158148,"ns":0,"title":"Croyde","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=julho de 2020}}\n'''Croyde''' \u00e9 um vilarejo situado na costa do distrito de [[North Devon]], em [[Devon]], [[Inglaterra]].\n\nO vilarejo possui algumas pequenas \u00e1reas de acampamento e um parque. Nos \u00faltimos anos tem havido um grande crescimento de visitantes jovens em busca da praia de Croyde, para praticar [[surfe]].\n\n[[Imagem:Croyde beach.jpg|thumb|centre|800px|Panorama da praia de Croyde.]]\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [http://www.croydecycle.co.uk/localhistory.htm Hist\u00f3ria de Croyde]\n\n{{esbo\u00e7o-geoen}}
\n{{North Devon}}\n\n[[Categoria:Vilarejos de Devon]]"}]},"2766858":{"pageid":2766858,"ns":0,"title":"Cl\u00e3 Mizuno","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem notas|data=agosto de 2020}}\n[[Ficheiro:Tachi omodaka.svg|200px|direita|thumb|[[Mon (s\u00edmbolo)|''Mon'']] do cl\u00e3 Mizuno]]\n\nO {{japon\u00eas|'''cl\u00e3 Mizuno'''|\u6c34\u91ce\u6c0f|Mizuno-shi}} foi um [[cl\u00e3 do Jap\u00e3o]] que alegava descend\u00eancia do ramo [[Seiwa Genji]] do [[cl\u00e3 Minamoto]]. No [[Per\u00edodo Edo]], o cl\u00e3 Mizuno produziu diversos [[fudai]] daimyo subordinados ao [[xogunato Tokugawa]], bem como incont\u00e1veis fam\u00edlias de [[hatamoto]]. Odai, m\u00e3e de [[Tokugawa Ieyasu]], era filha de um Mizuno; especificamente [[Mizuno Tadamasa]] do [[Castelo de Kariya]].\n\nO reformador pol\u00edtico do final do Per\u00edodo Edo [[Mizuno Tadakuni]] era descendente do cl\u00e3.\n\n== Refer\u00eancias ==\n* {{Link|ja|2=http://www2.harimaya.com/sengoku/html/mizuno.html |3=\"Mizuno-shi\" on Harimaya.com |4=(14 March 2008)}}\n* Bolitho, Harold (1974). ''Treasures among Men: The Fudai Daimyo in Tokugawa Japan''. New Haven: Yale University Press.\n\n{{esbo\u00e7o-cl\u00e3 do jap\u00e3o}}\n\n{{DEFAULTSORT:Cla Mizuno}}\n[[Categoria:Cl\u00e3 Mizuno]]\n[[Categoria:Fudai]]\n[[Categoria:Cl\u00e3s do Jap\u00e3o]]"}]},"1321085":{"pageid":1321085,"ns":0,"title":"Boicote aos \u00f4nibus de Montgomery","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Evento hist\u00f3rico\n |Nome_do_Evento = Boicote aos autocarros de Montgomery\n |Imagem = Rosaparks fingerprints.jpg\n |Legenda_imagem = Impress\u00f5es digitais de Rosa Parks ap\u00f3s o boicote. \n |tamb\u00e9m_conhecido = \n |Participantes = [[Rosa Parks]]
[[Martin Luther King Jr.]]
[[Edgar Nixon|E.D. Nixon]]\n |Localiza\u00e7\u00e3o = [[Montgomery (Alabama)|Montgomery]], [[Alabama]]
{{USA}}\n |data= {{dtlink|1|12|1955}} (in\u00edcio)\n |Resultado = \n}}\nO '''boicote aos autocarros de Montgomery''' foi um [[boicote]] pol\u00edtico e social, realizado entre 1955 e 1956 na cidade de [[Montgomery (Alabama)|Montgomery]], [[Alabama]], com o objetivo de se opor \u00e0 pol\u00edtica de [[Segrega\u00e7\u00e3o racial nos Estados Unidos|segrega\u00e7\u00e3o racial]] vigente no [[transporte p\u00fablico]] da cidade. Estiveram envolvidos no movimento muitas pessoas conhecidas, tais como [[Martin Luther King Jr.]], [[Rosa Parks]] e outros. O movimento causou [[d\u00e9ficit]]s elevados no sistema de transporte p\u00fablico de Montgomery, em fun\u00e7\u00e3o de uma grande porcentagem de pessoas que usavam o transporte p\u00fablico deixarem de us\u00e1-lo. O esfor\u00e7o se estendeu de 1 de dezembro de 1955 a 20 de dezembro de 1956 e levou a uma [[senten\u00e7a|decis\u00e3o]] da [[Suprema Corte dos Estados Unidos]] declarando as exig\u00eancias legais de segrega\u00e7\u00e3o nos [[\u00f4nibus]] no estado do [[Alabama]] e na cidade de [[Montgomery (Alabama)|Montgomery]] [[constitucionalidade|inconstitucionais]][http://www.crmvet.org/tim/timhis55.htm#1955mbb Montgomery Bus Boycott] ~ Civil Rights Movement Veterans.\n\n== M\u00e9todo de segrega\u00e7\u00e3o nos \u00f4nibus de Montgomery ==\nSob o sistema de segrega\u00e7\u00e3o nos \u00f4nibus de Montgomery, os brancos que entrassem no ve\u00edculo sentavam-se na parte da frente do \u00f4nibus, preenchendo-o em dire\u00e7\u00e3o ao fundo. Os negros que entrassem no \u00f4nibus deviam sentar-se no fundo, preenchendo os lugares em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 parte frontal do ve\u00edculo. Quando os dois grupos se encontrassem e n\u00e3o houvesse mais lugares dispon\u00edveis, exigia-se que o negro que entrasse depois ficasse em p\u00e9. Se uma outra pessoa branca entrasse no \u00f4nibus, um negro que se sentasse no lugar mais \u00e0 frente do ve\u00edculo teria de se levantar para dar lugar ao branco, permitindo a expans\u00e3o do espa\u00e7o destinado aos brancos.\n\n== Rosa Parks ==\n{{main|Rosa Parks}}\n\n[[Ficheiro:Rosa Parks Bus.jpg|thumb| O \u00f4nibus da ''National City Lines'', de n\u00famero 2857, no qual Rosa Parks estava viajando antes de ser presa (um GM \"old-look\", n\u00famero serial 1132), est\u00e1 em exibi\u00e7\u00e3o no [[Museu]] [[Henry Ford]].]]\n\n[[Rosa Parks]] nasceu em 4 de fevereiro de 1913, em [[Tuskegee (Alabama)|Tuskgee]], [[Alabama]]. Ela era [[costureira]] e trabalhava como secret\u00e1ria para a se\u00e7\u00e3o local da [[NAACP]]. Logo ap\u00f3s a sua pris\u00e3o, em 1 de dezembro de 1955, Rosa havia completado um curso de \"Rela\u00e7\u00f5es Raciais\" na Highlander Folk School no Tennessee, no qual a [[desobedi\u00eancia civil]] [[n\u00e3o viol\u00eancia|n\u00e3o violenta]] foi discutida como t\u00e1tica.\n\nNa [[quinta-feira]], [[1 de dezembro]] de 1955, Rosa Parks estava sentada na fileira mais \u00e0 frente destinada \u00e0s pessoas negras. Quando um homem branco entrou no ve\u00edculo, o [[motorista]] [http://en.wikipedia.org/wiki/James_F._Blake James F. Blake], disse a todos na fileira na qual ela estava que se movessem para tr\u00e1s para criar uma nova fileira para os brancos. Ao mesmo tempo em que todos os outros negros na fila cumpriram o determinado, Rosa recusou-se e foi presa por desobedecer \u00e0 ordem do motorista, pois embora a legisla\u00e7\u00e3o municipal n\u00e3o determinasse explicitamente a segrega\u00e7\u00e3o, dava poderes discricion\u00e1rios ao motorista para determinar os lugares dentro do ve\u00edculo.\n\nDeclarada culpada em 5 de dezembro\"Parks, Rosa Louise.\" Encyclopedia Americana. Grolier Online http://ea.grolier.com/cgi-bin/article?assetid=0303225-00 (accessed May 8, 2009)., Parks foi [[multa]]da em [[D\u00f3lar dos Estados Unidos|US$]]10,00, mais as custas judiciais de US$4,00, puni\u00e7\u00e3o da qual ela recorreu. O [[boicote]] foi desencadeado pela pris\u00e3o de Rosa. Como consequ\u00eancia, Rosa Parks \u00e9 considerada uma pioneira do [[Movimento dos Direitos Civis]] nos [[Estados Unidos]].\n\n== E. D. Nixon ==\nAlgumas a\u00e7\u00f5es contra a segrega\u00e7\u00e3o j\u00e1 haviam sido feitas algum tempo antes da [[deten\u00e7\u00e3o]] de Rosa Parks, sob a lideran\u00e7a de E. D. Nixon, presidente da se\u00e7\u00e3o local da [[NAACP]] e membro da ''Brotherhood of Sleeping Car Porters''. Nixon pretendia que a pris\u00e3o de Rosa Parks fosse um teste para motivar os cidad\u00e3os negros de Montgomery a desafiar a segrega\u00e7\u00e3o nos \u00f4nibus das cidade. Com esse objetivo, os [[l\u00edder]]es comunit\u00e1rios esperavam a \"pessoa certa\" para ser presa, aquela que provocaria a ira da comunidade negra, motivando-a a agir, que levaria a discuss\u00e3o sobre as leis segregacionistas ao [[Poder Judici\u00e1rio]] e que, por fim, fosse \"acima de qualquer suspeita\". Quando Claudette Colvin, de 15 anos, foi presa naquele mesmo ano por recusar-se a dar o lugar a um homem branco, E.D. Nixon acreditou que tivesse encontrado a pessoa certa, mas a [[adolescente]] tinha ficado [[gravidez|gr\u00e1vida]]. Nixon mais tarde explicou: \"''eu devia ter a certeza de estar com algu\u00e9m com quem eu pudesse vencer''\". Parks, entretanto, era uma boa candidata por estar empregada, por ser casada e benquista na comunidade. \n\nEntre a pris\u00e3o e o julgamento de Parks, Nixon organizou um encontro dos religiosos locais na [[igreja]] onde [[Martin Luther King, Jr.]] pregava. Embora Nixon n\u00e3o tenha podido ir \u00e0 reuni\u00e3o por causa de seu trabalho, ele p\u00f4de fazer com que n\u00e3o houvesse a elei\u00e7\u00e3o de um l\u00edder para o boicote at\u00e9 que ele pudesse chegar ao local. Quando chegou, E.D. Nixon encontrou-se com Ralph Abernathy e o [[reverendo]] E.N. French para dar um nome \u00e0 associa\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pelo boicote (o nome escolhido foi \"''Montgomery Improvement Association''\" (MIA), enquanto Martin Luther King Jr. foi escolhido para liderar o movimento. Nixon queria King para a lideran\u00e7a do boicote porque o jovem [[pastor]] era novo em Montgomery e os outros pastores n\u00e3o tiveram tempo suficiente para intimid\u00e1-lo. Numa reuni\u00e3o maior e posterior \u00e0quela, a agenda de Nixon foi amea\u00e7ada por certos religiosos relutantes em apoiar a campanha. Nixon ficou indignado, mostrando como as congrega\u00e7\u00f5es desses pastores trabalhavam para contribuir para o bem-estar desses pastores e que agora as pessoas precisavam que esses pastores se levantassem por elas, enquanto agora eles se recusavam a faz\u00ea-lo. Nixon amea\u00e7ou revelar essa [[covardia]] \u00e0 comunidade negra, no que foi seguido por King, negando estar com medo de apoiar o boicote. King concordou em liderar a associa\u00e7\u00e3o e Nixon foi eleito o [[tesouraria|tesoureiro]].\n\n== Boicote ==\nNa noite da pris\u00e3o de Rosa Parks, Jo Ann Robinson, l\u00edder do \"Women's Political Council\", imprimiu e fez circular um panfleto em meio \u00e0 comunidade negra de Montgomery, no qual dizia:\n\n
\n''\"Outra mulher foi presa e jogada na cadeia porque se recusou a levantar-se de seu lugar no \u00f4nibus para que um branco se sentasse. \u00c9 a segunda vez desde o caso de Claudette Colvin que uma mulher negra foi presa pela mesma raz\u00e3o. Isto n\u00e3o deve continuar. Os negros tamb\u00e9m t\u00eam direitos e se os negros n\u00e3o andarem de \u00f4nibus, eles n\u00e3o poder\u00e3o operar. Tr\u00eas quartos dos usu\u00e1rios s\u00e3o negros e ainda que sejamos presos ou tenhamos de ficar de p\u00e9 com bancos vazios. Se nada fizermos para parar com essas pris\u00f5es, elas continuar\u00e3o. Da pr\u00f3xima vez poder\u00e1 ser voc\u00ea, ou sua filha, ou sua m\u00e3e. O caso dessa mulher ser\u00e1 julgado na segunda-feira. N\u00f3s estamos, desta forma, pedindo a cada negro para n\u00e3o entrar nos \u00f4nibus na segunda em protesto pela pris\u00e3o e pelo julgamento. N\u00e3o andem nos \u00f4nibus para trabalhar, para ir \u00e0 cidade, para ir \u00e0 escola ou para qualquer coisa na segunda-feira. Voc\u00eas podem se dar ao luxo de n\u00e3o ir \u00e0 escola por um dia se n\u00e3o tiverem outros meios de ir que n\u00e3o por \u00f4nibus. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode deixar de ir \u00e0 cidade por um dia. Se voc\u00ea trabalha, pegue um t\u00e1xi ou caminhe. Mas por favor, crian\u00e7as e adultos, n\u00e3o andem de \u00f4nibus na segunda. N\u00e3o andem em nenhum \u00f4nibus na segunda.\"''[http://www.boston.com/news/nation/articles/2005/10/25/rosa_parks_civil_rights_icon_dead_at_92/?page=3 Rosa Parks, civil rights icon, dead at 92 - The Boston Globe]
\n\nNa manh\u00e3 seguinte, em uma reuni\u00e3o liderada pelo chefe da MIA, King, um boicote ao transporte p\u00fablico da cidade foi proposto para exigir uma linha divis\u00f3ria nas se\u00e7\u00f5es segregadas dos \u00f4nibus. Uma linha assim significaria que, se a parte destinada aos brancos fosse toda ocupada, os brancos teriam de ficar de p\u00e9 e os negros n\u00e3o seriam for\u00e7ados a ceder seus lugares aos brancos. \n\nEsta exig\u00eancia foi um compromisso entre os l\u00edderes do boicote, que acreditavam que a cidade de Montgomery estaria mais propensa a aceitar tal medida em vez de uma proposta demandando a integra\u00e7\u00e3o total nos \u00f4nibus. A esse respeito, a lideran\u00e7a da MIA seguiu o padr\u00e3o de boicotes anteriores no [[Regi\u00e3o Sul (Estados Unidos)|Sul dos Estados Unidos]] durante a [[d\u00e9cada de 1950]]. Um exemplo foi o boicote vitorioso alguns anos antes nas esta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o no [[Mississ\u00edpi]], que se recusavam a providenciar [[banheiro p\u00fablico|toaletes]] aos negros. O MIA exigiu a presen\u00e7a de uma linha divis\u00f3ria fixa, suplementada por uma outra exig\u00eancia: a de que todos os passageiros de \u00f4nibus fossem tratados com urbanidade pelos motoristas. A proposta foi aprovada e o boicote foi marcado para come\u00e7ar na segunda-feira seguinte. Para dar publicidade ao boicote, ele foi noticiado em todas as igrejas negras de Montgomery no domingo.\n\nNo [[s\u00e1bado]], [[3 de dezembro]], era evidente que a comunidade negra apoiaria o boicote e poucos negros andaram de \u00f4nibus naquele dia. Na noite daquele dia houve uma grande reuni\u00e3o para determinar a possibilidade de continuidade do [[protesto]], o que motivou uma resposta entusi\u00e1stica do p\u00fablico presente. O [[boicote]] mostrou-se bastante efetivo, a ponto de o sistema municipal de transporte ficar seriamente comprometido financeiramente. Martin Luther King mais tarde escrever: \"[um] [[milagre]] aconteceu\". Em vez de andar de \u00f4nibus, os participantes do boicote organizaram um sistema de [[carona solid\u00e1ria]], com donos de [[carro]]s oferecendo seus ve\u00edculos e/ou a si pr\u00f3prios para levar as pessoas a v\u00e1rios destinos. Quando a cidade pressionou as empresas de [[seguro]]s locais a n\u00e3o mais fornecerem ap\u00f3lices para os carros presentes nos mutir\u00f5es de carona solid\u00e1ria, os l\u00edderes do boicote recorreram ao ''Lloyd's of London''.\n\nOs [[taxista]]s negros cobravam US$0,10 pela viagem, [[tarifa]] id\u00eantica \u00e0 do \u00f4nibus, em apoio ao boicote. Quando os administradores da cidade souberam do fato, em 8 de dezembro, determinaram que qualquer taxista que cobrasse menos de US$0,45 fosse [[multa]]do. Al\u00e9m de se valerem de [[carro]]s particulares, algumas pessoas utilizaram [[bicicleta]]s, [[caminhada|caminharam]], ou mesmo montarias em [[mula]]s ou viagens em [[carro\u00e7a]]s. Algumas pessoas tamb\u00e9m pediram [[carona]]. Durante os hor\u00e1rios de pico, as [[cal\u00e7ada]]s frequentemente ficavam lotadas. Como os \u00f4nibus andavam com poucos passageiros, quando n\u00e3o andavam vazios, os respons\u00e1veis pelo transporte pediram \u00e0 municipalidade a interrup\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o para as comunidades negras.[http://www.montgomeryboycott.com/article_overview.htm Montgomery Bus Boycott: The story of Rosa Parks and the Civil Rights Movement] Em todo o pa\u00eds, as igrejas dos negros levantavam dinheiro para apoiar o boicote e enviaram [[sapato]]s novos ou com pouco uso para repor os cal\u00e7ados dos cidad\u00e3os negros de Montgomery, muitos dos quais preferiam o [[pedestrianismo]] a se submeter \u00e0s [[leis de Jim Crow]].\n\nEm resposta ao boicote, os brancos opositores hipertrofiaram o ''White Citizens' Council'' (Conselho dos Homens Brancos): a quantidade de membros dobrou ao longo do boicote. Os conselhos \u00e0s vezes se valeram da [[viol\u00eancia]] - as [[casa]]s de [[Martin Luther King Jr.]] e Ralph Abernathy foram atingidas por [[coquetel Molotov|coquet\u00e9is Molotov]], sofrendo graves danos pelo fogo gerado, assim como tamb\u00e9m o foram quatro igrejas [[Igreja Batista|batistas]]. Participantes do boicote foram [[agress\u00e3o|agredidos]] com frequ\u00eancia.\n\nSob a validade de um regulamento de 1921, 156 manifestantes foram presos por \"frustrar\" o servi\u00e7o dos \u00f4nibus, inclusive King. Foi-lhe oferecida a escolha entre uma [[multa]] de US$500,00 ou passar 386 dias na [[cadeia]]. Ele acabou passando duas semanas na pris\u00e3o. A medida foi frustrada pela aten\u00e7\u00e3o nacional direcionada ao protesto. King comentou a sua pris\u00e3o, dizendo: \"''Estou orgulhoso de meu crime. O crime de juntar meu povo em um protesto n\u00e3o violento contra a injusti\u00e7a''[http://teacher.scholastic.com/researchtools/articlearchives/honormlk/mlklife1.htm The Life and Words of Martin Luther King, Jr. (Part 1 of 2) | Scholastic.com]\".\n\n== Vit\u00f3ria ==\nA press\u00e3o aumentou em todo o pa\u00eds e em 4 de junho de 1956 a vara federal local, decidiu no caso ''Browder v. Gayle'' que as leis de [[segrega\u00e7\u00e3o racial]] do [[Alabama]] eram inconstitucionais. Entretanto, uma apela\u00e7\u00e3o manteve a segrega\u00e7\u00e3o intacta e o boicote se prolongou at\u00e9 que, finalmente, em 13 de novembro de 1956, a [[Suprema Corte]] manteve a decis\u00e3o da justi\u00e7a local. Esta vit\u00f3ria levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma nova legisla\u00e7\u00e3o, que permitia aos passageiros negros se sentarem onde quisessem. O boicote foi oficialmente encerrado em 20 de dezembro de 1956, tendo durado 381 [[dia]]s. Martin Luther King Jr. encerrou a festa da vit\u00f3ria com um discurso magn\u00e2nimo para encorajar a aceita\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o. O boicote aos \u00f4nibus de Montgomery tamb\u00e9m teve ramifica\u00e7\u00f5es que foram muito al\u00e9m da dessegrega\u00e7\u00e3o dos \u00f4nibus p\u00fablicos e ofereceu mais que uma resposta positiva \u00e0 a\u00e7\u00e3o da Suprema Corte contra a segrega\u00e7\u00e3o racial. O boicote aos \u00f4nibus de Montgomery mandou vibra\u00e7\u00f5es que se estenderam a todos os [[Estados Unidos]], estimulando uma luta nacional pela liberdade e pela justi\u00e7a, o Movimento pelas Liberdades Civis. Wright, H. R: ''The Birth of the Montgomery Bus Boycott'', page 123. Charro Book Co.,Inc.,1991. ISBN 0-9629468-0-X\n\nO boicote - e a sua subsequente vit\u00f3ria - deu origem ao Movimento das Liberdades Civis nos [[Estados Unidos]] e deu a [[Martin Luther King Jr.]] notoriedade nacional, tornando-o um dos principais l\u00edderes da causa.\n\n== Envolvimento ==\n=== Pessoas ===\n*Ralphi Abernathi\n*Hugo Blacki\n*James Blakei\n*Aurelia Browder\n*Thomas Dean Brown\n*Mary Fair Burks\n*Johnnie Carr\n*Claudette Colvin\n*Clifford Durr\n*Georgia Gilmore\n*Robert Graetz\n*Fred Gray\n*Grover Hall Jr.\n*Jake Peters\n*[[Coretta Scott King]]\n*[[Martin Luther King Jr.]]\n*Gregory McDonel (Youngones)\n*E.D. Nixon\n*[[Rosa Parks]]\n*Mother Pollard\n*Jo Ann Robinson\n*[[Bayard Rustin]]\n*Glen Smiley\n*Mary Louise Smith\n*Kayla Michelle Smith\n\n=== Organiza\u00e7\u00f5es ===\n(Fonte: [http://home.att.net/~reniqua/who.htm Who Was Involved (Quem se envolveu)])\n*Women's Political Council\n*Montgomery Improvement Association\n*Fellowship of Reconciliation\n*Congress of Racial Equality\n*Southern Christian Leadership Conference\n*Committee for Nonviolent Integration\n*Men of Montgomery\n*[[NAACP]]\n\n== Artigos relacionados ==\n*[[Rosa Parks]]\n*[[Leis de Jim Crow]]\n\n== Refer\u00eancias ==\n{{reflist}}\n\n== Leituras adicionais ==\n*Taylor Branch, ''Parting The Waters: America In The King Years, 1954-63'' (1988; New York: Simon & Schuster/Touchstone, 1989). ISBN 0-671-68742-5 {{en}}\n*Clayborne Carson et al., editors, ''Eyes on The Prize Civil Rights Reader: documents, speeches, and first hand accounts from the black freedom struggle'' (New York:Penguin Books, 1991). ISBN 0-14-015403-5 {{en}}\n*David J. Garrow, editor, ''The Montgomery Bus Boycott and the Women Who Started It: The Memoir of Jo Ann Gibson Robinson'' (Knoxville: The University of Tennessee Press, 1987). ISBN 0-87049-527-5 {{en}}\n*Martin Luther King Jr., ''Stride Toward Freedom.'' ISBN 0-06-250490-8 {{en}}\n*Aldon D. Morris, ''The Origins Of The Civil Rights Movement: Black Communities Organizing For Change'' (New York: The Free Press, 1984). ISBN 0-02-922130-7 {{en}}\n*Howell Raines, ''My Soul Is Rested: The Story Of The Civil Rights Movement In The Deep South.'' ISBN 0-14-006753-1 {{en}}\n*Juan Williams, ''Eyes on The Prize: America's Civil Rights Years, 1954-1965'' (New York: Penguin Books, 1988). ISBN 0-14-009653-1 {{en}}\n*Walsh Frank, ''Landmark Events in American History: The Montgomery Bus Boycott.'' {{en}}\n*Morgan Freedman, \"Freedom Walkers: The Story of the Montgomery Bus Boycott\" {{en}}\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n*[http://www.encyclopediaofalabama.org/face/Article.jsp?id=h-1567 Montgomery Bus Boycott article, Encyclopedia of Alabama] {{en}}\n*[http://www.africanaonline.com/montgomery.htm Montgomery Bus Boycott - Story of Montgomery Bus Boycott] {{en}}\n*[http://www.stanford.edu/group/King/publications/autobiography/chp_7.htm The Autobiography of Martin Luther King, Jr.: Montgomery Movement Begins] ~ M. L. King Research Institute at Stanford University {{en}}\n*[http://afroamhistory.about.com/od/montgomerybusboycott/a/montbusboycott.htm The Montgomery Bus Boycott] - African-American History {{en}}\n* [http://www.crmvet.org/tim/timhis55.htm#1955mbb Montgomery Bus Boycott] ~ Civil Rights Movement Veterans {{en}}\n*[http://www.indypendent.org/?p=645 Learning From Rosa Parks, The Indypendent] {{en}}\n*[http://www.montgomeryboycott.com/ Montgomery Bus Boycott - Presented by the ''Montgomery Advertiser''] {{en}}\n*[http://www.archives.state.al.us/mugshots/mugshots.html Civil Rights Era Mug Shots], Montgomery County Sheriff's Office, Alabama Department of Archives & History {{en}}\n*[http://www.ep.tc/mlk/index.html Martin Luther King and the \"Montgomery Story\" Comic Book] - 1956 {{en}}\n\n{{Martin Luther King}}\n\n[[Categoria:Boicotes]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria dos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Racismo]]\n[[Categoria:1955 nos Estados Unidos]]\n[[Categoria:Hist\u00f3ria dos afro-americanos]]\n[[Categoria:Conflitos em 1955]]\n[[Categoria:Conflitos em 1956]]"}]},"5036175":{"pageid":5036175,"ns":0,"title":"Hassi Bahbah (distrito)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Assentamento\n|nome_oficial = Hassi Bahbah\n|nome_nativo = \n|assentamento_tipo = Distrito\n|imagem_horizonte = \n |imagem_legenda = \n|imagem_mapa = \n}}\n'''Hassi Bahbah''' \u00e9 um [[Distritos da Arg\u00e9lia|distrito]] localizado na [[Prov\u00edncias da Arg\u00e9lia|prov\u00edncia]] de [[Djelfa (prov\u00edncia)|Djelfa]], [[Arg\u00e9lia]], e cuja capital \u00e9 a cidade de mesmo nome, [[Hassi Bahbah]].{{Carece de fontes|data=mar\u00e7o de 2016}}\n\n{{refer\u00eancias}}\n\n{{esbo\u00e7o-geodz}}\n{{Djelfa (prov\u00edncia)}}\n\n[[Categoria:Distritos da Arg\u00e9lia]]"}]},"538685":{"pageid":538685,"ns":0,"title":"La Cabral","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Sem fontes|data=maio de 2019}}\n{{Info/Cidade da Argentina\n|nome = La Cabral\n|topofi = \n|imagem = \n|prov\u00edncia = [[Santa F\u00e9 (prov\u00edncia)|Santa F\u00e9]]\n|departamento = \n|dop = \n|tipomunic\u00edpio= comuna\n|cp = \n|ct = \n|altitude = \n|funda\u00e7\u00e3o = \n|fundador = \n|gent\u00edlico = \n|popula\u00e7\u00e3o = \n|densidade = \n|cresc_intercensal = \n|\u00e1rea = \n|tipogovernante= intendente / presidente comunal\n|governante = \n|site_web = \n|aglomerado = \n|ifam = \n|latP = S |latG = |latM = |latS = \n|lonP = O |lonG = |lonM = |lonS = \n}}\n'''La Cabral''' \u00e9 uma [[comuna]] da [[prov\u00edncia de Santa F\u00e9]], na [[Argentina]].\n\n{{Esbo\u00e7o-geoar}}\n\n[[Categoria:Comunas de Santa F\u00e9 (prov\u00edncia)]]"}]},"666638":{"pageid":666638,"ns":0,"title":"NGC 7523","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Gal\u00e1xia\n| nome = NGC 7523\n| imagem = \n| legenda = NGC 7523\n| descoberto = [[Albert Marth]]\n| dataDM = 3 de Novembro\n| dataano = 1864\n| constelacao = [[Pegasus]]\n| tipo = [[gal\u00e1xia espiral|espiral]] (S)\n| asc = 23h 13m 34,7s\n| decl = +13\u00b0 59' 12\"\n| distanoluz = [[ano-luz|anos-luz]]\n| distparsec = [[parsec|kpc]]\n| desviovermelho = \n| magnitudeapar = 14,9\n| dimensoes = 1,0' \u00d7 0,2'\n| raio = [[ano-luz|anos-luz]]\n| magnitudeabsl = \n| massa = \n| satelites = \n| outrosnomes = 7523, ZWG 431.18, KUG 2311+137, PGC 70726\n| basemap = Pegasus constellation map.png\n| locator_x = \n| locator_y = \n}}{{faltalocator}}\n\n'''NGC 7523''' \u00e9 uma [[gal\u00e1xia]] [[gal\u00e1xia espiral|espiral]] (S) localizada na direc\u00e7\u00e3o da [[constela\u00e7\u00e3o]] de [[Pegasus]]. 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Ocupa-se tamb\u00e9m da gest\u00e3o da [[Marina do Funchal]], que se encontra sob a al\u00e7ada do clube. Em janeiro de 2018 anunciou publicamente a sua inten\u00e7\u00e3o de n\u00e3o se recandidatar \u00e0 dire\u00e7\u00e3o do clube.{{Citar peri\u00f3dico|titulo=Mafalda Freitas n\u00e3o se quer recandidatar|url=http://www.dnoticias.pt/impressa/hemeroteca/diario-de-noticias/mafalda-freitas-nao-se-quer-recandidatar-DY2661467|jornal=www.dnoticias.pt}}\n\nA 8 de mar\u00e7o de 2016, por ocasi\u00e3o do [[Dia Internacional da Mulher]], foi distinguida pelo [[Comit\u00e9 Ol\u00edmpico de Portugal]], na pessoa do seu presidente, Jos\u00e9 Manuel Constantino. Das dezasseis mulheres ent\u00e3o distinguidas, foi a \u00fanica pertencente a um clube de modalidades ligadas ao mar, e a \u00fanica n\u00e3o proveniente de [[Portugal Continental]].\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n{{Portal3|Biografias|Desporto|Biologia|Madeira}}\n\n{{NM|1971||Mafalda Freitas}}\n[[Categoria:Naturais do Funchal]]\n[[Categoria:Empres\u00e1rios de Portugal]]\n[[Categoria:Bi\u00f3logos marinhos]]\n[[Categoria:Desportistas da Madeira]]\n[[Categoria:Alunos da Universidade do Algarve]]"}]},"2063439":{"pageid":2063439,"ns":0,"title":"FPM","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{desambigua\u00e7\u00e3o}}\n\n'''FPM''' \u00e9 uma sigla que pode significar:\n\n*[[Faculdade Patos de Minas]];\n*[[Instituto Presbiteriano Mackenzie|Faculdade Presbiteriana Mackenzie]] ([[Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio|Rio]] / Bras\u00edlia);\n* [[Faculdade Prudente de Moraes]], de [[Itu]];\n* ''Feets Per Seconds'', [[p\u00e9s por segundo]] {{en}};\n* ''Finance Project Manager'', uma aplica\u00e7\u00e3o da empresa [[PDM (grupo empresarial)|PDM]];\n* [[Funda\u00e7\u00e3o de Parques Municipais]] de [[Belo Horizonte]];\n* [[Fundo de Participa\u00e7\u00e3o dos Munic\u00edpios]];\n* [[PHP-FPM]], ''FastCGI Process Manager'', uma implementa\u00e7\u00e3o alternativa do [[PHP]] FastCGI.\n\n[[Categoria:Desambigua\u00e7\u00f5es de siglas]]"}]},"2859630":{"pageid":2859630,"ns":0,"title":"Blastobasis ergastulella","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Info/Taxonomia\n| cor = pink\n| nome = ''Blastobasis ergastulella''\n| imagem =\n| imagem_legenda=\n| estado =\n| reino = [[Animalia]]\n| filo = [[Artr\u00f3pode|Arthropoda]]\n| classe = [[Insetos|Insecta]]\n| ordem = [[Lepidoptera]]\n| fam\u00edlia = [[Coleophoridae]]\n| g\u00e9nero = ''Blastobasis''\n| esp\u00e9cie = '''''Blastobasis ergastulella'''''\n| binomial = ''Blastobasis ergastulella''\n| binomial_autoridade =\n| sin\u00f3nimos =\n}}\n'''''Blastobasis ergastulella''''' \u00e9 uma esp\u00e9cie de [[mariposa]] do g\u00eanero ''Blastobasis'' pertencente \u00e0 fam\u00edlia [[Coleophoridae]].{{Citar web|url = https://www.gbif.org/species/1852826 |t\u00edtulo = Blastobasis ergastulella |obra = [[Global Biodiversity Information Facility|Sistema Global de Informa\u00e7\u00e3o sobre Biodiversidade]] |l\u00edngua = en |acessodata = 10 de agosto de 2019}}\n\n\n\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n== Bibliografia ==\n* Australian Biological Resources Study (ABRS) (2008): Australian Faunal Directory \u2014 [http://www.environment.gov.au/biodiversity/abrs/online-resources/fauna/afd/taxa/COLEOPHORIDAE Coleophoridae].\n* Pitkin, Brian & Jenkins, Paul (2004): [http://www.nhm.ac.uk/jdsml/research-curation/research/projects/butmoth/index.dsml Butterflies and Moths of the World, Generic Names and their Type-species] \u2014 [http://www.nhm.ac.uk/jdsml/research-curation/research/projects/butmoth/GenusDetails.dsml?NUMBER=6768.0 ''Coleophora''].\n* Savela, Markku (2010): Markku Savela's Lepidoptera and some other life forms \u2014 [http://www.nic.funet.fi/pub/sci/bio/life/insecta/lepidoptera/ditrysia/gelechioidea/coleophoridae/index.html Coleophoridae].\n* Tree of Life Web Project (ToL) (2009): [http://tolweb.org/Coleophoridae/12108 Coleophoridae].\n\n== Liga\u00e7\u00f5es externas ==\n* [http://www.nhm.ac.uk/jdsml/research-curation/projects/butmoth/GenusList3.dsml?searchPageURL=index.dsml&SUPERFAMIL=&FAMILYqtype=starts+with&FAMILY=coleophoridae&SUBFAMILYqtype=starts+with&SUBFAMILY=&TRIBEqtype=starts+with&TRIBE=&SUBTRIBEqtype=starts+with&SUBTRIBE=&GENUSqtype=starts+with&GENUS=&AUTHORqtype=starts+with&AUTHOR=&YEARqtype=equals&YEAR=&sort=GENUS Natural History Museum Coleophoridae]\n\n{{Esbo\u00e7o-lepid\u00f3ptero}}\n{{Taxonbar}}\n\n{{DEFAULTSORT:Blastobasis Ergastulella}}\n[[Categoria:Coleophoridae]]"}]},"2862312":{"pageid":2862312,"ns":0,"title":"Noites do Sert\u00e3o (livro)","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Ver desambig|prefixo=Se procura|o filme de 1984|Noites do Sert\u00e3o}}\n{{Info/Livro\n| nome = Noites do Sert\u00e3o\n| imagem = \n| legenda = \n| autor = [[Guimar\u00e3es Rosa]]\n| idioma = Portugu\u00eas\n| origem = {{BRA}}\n| assunto = \n| g\u00eanero = \n| g\u00e9nero = \n| s\u00e9rie = \n| tempo = \n| espa\u00e7o = \n| ilustrador = \n| artista_capa = \n| editora = \n| editor = \n| lan\u00e7amento = 1956\n| formato = \n| p\u00e1ginas = \n| isbn = \n| precedido_por = \n| seguido_por = \n}}\n'''''Noites do sert\u00e3o''''' \u00e9 um livro de [[Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa]] composto de duas novelas: '[[D\u00e3o-Lalal\u00e3o]] (o devente)' e 'Buriti', que t\u00eam em comum a sensualidade se sobrepondo a conven\u00e7\u00f5es e preconceitos e dominando totalmente o homem e a mulher. \u00c9 o terceiro dos volumes em que foram divididas as hist\u00f3rias originalmente publicadas em [[Corpo de Baile]]. O livro ganhou o [[Pr\u00eamio Jabuti de Literatura|Pr\u00eamio Jabuti]] de Produ\u00e7\u00e3o Gr\u00e1fica (men\u00e7\u00e3o honrosa) em 2002[http://livraria.folha.com.br/livros/joao-guimaraes-rosa/noites-sertao-joao-guimaraes-rosa-1020567.html Noites do Sert\u00e3o] Livraria da Folha - acessado em 22 de maio de 2016.\n\n{{refer\u00eancias}}\n{{Guimar\u00e3es Rosa}}\n{{esbo\u00e7o-livro}}\n{{Portal3|Literatura}}\n\n{{DEFAULTSORT:Noites Sertao (Livro)}}\n[[Categoria:Livros de Guimar\u00e3es Rosa]]\n[[Categoria:Guimar\u00e3es Rosa]]"}]},"4795923":{"pageid":4795923,"ns":0,"title":"Carlisle & Finch","revisions":[{"contentformat":"text/x-wiki","contentmodel":"wikitext","*":"{{Em tradu\u00e7\u00e3o|data=Julho de 2015}}\n{{Info/Empresa\n |nome_empresa = Carlisle & Finch\n |razao_social = The Carlisle & Finch Co\n |significado letras = \n |imagem = Carlisle-finch-logo.jpg\n |img-tam = 250px\n |img-des = \n |slogan = \n |funda\u00e7\u00e3o = {{dtlink|||1894|idade}}\n |destino = \n |sede = [[Cincinnati]]\n |pa\u00eds = {{USA}}\n |\u00e1rea servida = \n |locais = \n |fundador = Robert Finch e Morton Carlisle\n |propriet\u00e1rio = \n |presidente = \n |vice-presidente = \n |principais pessoas = \n |num empregados = \n |tipo empresa = Privada\n |genero = \n |ind\u00fastria = \n |produtos = [[brinquedos]], produtos [[N\u00e1utica de recreio|n\u00e1uticos]] e [[holofote]]s de busca\n |certifica\u00e7\u00e3o = \n |holding = \n |divis\u00f5es = \n |subsidi\u00e1rias = \n |acionistas = \n |cota\u00e7\u00e3o = \n |valor de mercado = \n |lucro = \n |LAJIR = \n |faturamento = \n |renda l\u00edquida = \n |predecessora = \n |sucessora = \n |encerramento = \n |p\u00e1gina = http://carlislefinch.com/\n |rodap\u00e9 = \n}}\n\nA '''Carlisle & Finch''', fundada em [[1894]] pelos [[Engenharia el\u00e9trica|engenheiros el\u00e9tricos]]: ''Robert Finch'' e ''Morton Carlisle'', inicialmente fabricou motores el\u00e9trico e brinquedos, vindo mais tarde a se especializou em produtos [[N\u00e1utica de recreio|n\u00e1uticos]] e especialmente [[holofote]]s de busca. Ela est\u00e1 sediada em [[Cincinnati]], [[Ohio]].\n{{citar web|url=http://www.tcawestern.org/cf.htm|t\u00edtulo=Carlisle & Finch Trains - History|obra=|primeiro=|\u00faltimo=|data=|publicado=tcawestern.org|acessodata=04/07/2015}}\n\n==Realiza\u00e7\u00f5es==\nEm termos de produto, ela ficou muito conhecida pelo seu holofote ''DCB-224'', que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais fabricado,{{citar web|url=http://www.terrypepper.com/lights/closeups/illumination/aerobeacon/dcb224.htm|t\u00edtulo=The DCB Series Aerobeacon - The light that first replaced the Fresnel|obra=Seeing The Light|primeiro=Terry|\u00faltimo=Pepper|data=02/12/2007|publicado=terrypepper.com|acessodata=04/07/2015}}{{citar web|url=http://www.stormheroes.com/aton/dcb36.htm|t\u00edtulo=DCB-36 Beacon... - Fading Away and All but Forgotten by History|obra=Storm Heroes|primeiro=Bob|\u00faltimo=Trapani, Jr.|data=02/2008|publicado=stormheroes.com|acessodata=04/07/2015}} sendo substitu\u00eddo por outros mais modernos.\n\nEm termos hist\u00f3ricos, ela ficou marcada por ter introduzido o [[Trem de brinquedo|trem el\u00e9trico]] no mercado de brinquedos em [[1897]], por\u00e9m abandonou o ramo.\n\n==Ver tamb\u00e9m==\n* [[Ferromodelismo]]\n* [[Modelismo]]\n* [[N\u00e1utica]]\n\n{{Refer\u00eancias}}\n\n==Bibliografia==\n* Sharon M. Scott: ''Toys and American Culture: An Encyclopedia'', ABC-CLIO, LCC., 2010, ISBN 978-0-313-34798-6 {{en}}\n* W. Graham Claytor Jr., Paul A. Doyle, Carlton Norris McKenney: ''Greenberg's Guide to Early American Toy Trains'', Greenberg Publications, 1993, ISBN 978-0897782302 {{en}}\n\n==Liga\u00e7\u00f5es externas==\n* [http://www.tinplatetimes.com/Layouts/McFall%20C&F/russ.htm Descri\u00e7\u00e3o de um kit de trem el\u00e9trico da Carlisle & Finch] {{en}}\n* [http://www.charterworld.com/news/carlisle-finch-announces-smartview-technology/carlisle-finch-products Carlisle & Finch Products - Carlisle & Finch Co. announces SmartVIEW\u2122 Technology] {{en}}\n* \n\n{{Esbo\u00e7o-empresa}}\n{{Portal3|Modelismo|N\u00e1utica}}\n\n[[Categoria:Fabricantes de l\u00e2mpadas]]\n[[Categoria:Fabricantes de ferromodelismo]]\n[[Categoria:Empresas dos Estados Unidos]]"}]}}}}